(Padre Carlos)
Quem pensa que José Henrique Silva Tigre, o carismático ex-prefeito de Belo Campo, está em recesso político, está completamente fora da realidade. Quinho, como é conhecido e chamado com carinho pela população e pelos bastidores da política baiana, está mais ativo do que nunca. De forma silenciosa e estratégica, vem fortalecendo sua presença no Sudoeste baiano e preparando terreno fértil para disputar uma cadeira na Assembleia Legislativa da Bahia. E, como bom tigre, já cravou as garras onde deve: nas bases populares, nos corredores do poder e nas estradas que conectam sonhos e progresso.
Quinho montou um escritório político em Salvador, epicentro das decisões estaduais, e de lá articula com precisão cirúrgica sua atuação. Não é apenas um movimento de autopromoção, mas uma ação concreta de quem entende que fazer política é cuidar das pessoas – e isso inclui infraestrutura, mobilidade e dignidade. Em recente visita à Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), ele esteve ao lado do diretor de engenharia Rafael Vitale Rodrigues, não apenas um técnico, mas também um homem politicamente sensível às necessidades dos municípios. E o tema não poderia ser outro: a BA-263, espinha dorsal do Sudoeste.
A rodovia BA-263 não é só um caminho de asfalto. É artéria vital que conecta cidades como Condeúba, Tremedal, Cordeiros e Belo Campo à BR-116 e a polos econômicos e sociais. A sua reestruturação, recapeamento e melhoramento são demandas históricas da população, especialmente de quem precisa escoar produção, acessar serviços públicos ou simplesmente se deslocar com dignidade. E aí, Quinho aparece não apenas como um interlocutor, mas como protagonista de uma causa coletiva.
Com apoio do governador Jerônimo Rodrigues e do secretário Sérgio Brito, a Seinfra concluiu em 2024 o trecho entre Jacaraci e Condeúba e agora volta os olhos para os demais trechos críticos da região. Os estudos estão avançando, e como diz Rafael Vitale, “vem novidade boa por aí”. Isso só reforça o quanto a presença de lideranças comprometidas – e não meramente figurativas – faz diferença na política estadual. A política não pode ser feita com os pés no gabinete, mas com os pés na estrada e o ouvido colado ao povo.
Quinho representa uma nova forma de fazer política: com presença, com diálogo e, principalmente, com resultados. Sua movimentação no Sudoeste não é apenas uma pré-campanha, mas um projeto. Projeto de quem conhece a realidade do interior, respeita os prefeitos e prefeitas da região, e sabe que o desenvolvimento só chega quando há articulação técnica e vontade política.
Se o povo do Sudoeste quer mais atenção, mais obras e mais representação verdadeira, talvez esteja diante de uma escolha óbvia. O Tigre não está rugindo à toa – está chamando para a luta por uma Bahia mais conectada, mais justa e mais representada. E como ele mesmo costuma dizer: “Estamos juntos, trabalhando para que o Sudoeste se torne cada vez melhor.”




