
Por Padre Carlos Roberto
A temperatura política no sudoeste baiano começa a subir, e não é apenas o termômetro do sertão que marca essa escalada. A pré-campanha para deputado estadual já está fervendo — e um nome em especial vem despertando atenção, movimentando bastidores e mexendo com o xadrez eleitoral da região: Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo e uma das lideranças mais expressivas e articuladas do interior baiano.
Conhecido por sua habilidade política e pelo carisma com que conduz o diálogo com diferentes setores da sociedade, Quinho tem surpreendido até os mais experientes observadores do cenário político. Em pouco tempo, conquistou adesões importantes e tem conseguido o que poucos imaginavam: quebrar a zona de conforto de antigos deputados, acostumados a voar em céu de brigadeiro na região.
Os ventos mudaram. E mudaram forte.
A presença de Quinho no tabuleiro da política estadual não é apenas uma candidatura a mais — é um movimento simbólico de renovação e afirmação regional. Seu nome traz consigo o peso de uma trajetória administrativa sólida e a lembrança de um gestor que fez história em Belo Campo, deixando marcas de eficiência e compromisso social.
Recentemente, Quinho compartilhou mais um capítulo dessa caminhada, ao se reunir com o ex-prefeito de Poções, Léo de Tonhe Gordo, em uma conversa produtiva sobre o futuro do município e o desenvolvimento do sudoeste baiano. “Léo foi um grande gestor, e tive o prazer de, ao seu lado, lutar por políticas públicas em benefício de toda a região”, declarou Quinho. O encontro também contou com a presença do advogado Dr. Leonardo Mascarenhas, suplente de vereador em Vitória da Conquista — sinal de que alianças estão se firmando e que o diálogo com diferentes municípios segue se ampliando.
Há quem diga que o ex-prefeito de Belo Campo está “no jogo pra valer”. E não é exagero. As movimentações recentes mostram um projeto político consistente, com raízes regionais e visão coletiva, algo que há tempos se perdeu no pragmatismo das velhas lideranças.
Enquanto alguns nomes tradicionais tentam ressurgir na marra, reacendendo vínculos frágeis e alianças de ocasião, Quinho Tigre vem construindo seu espaço com trabalho, coerência e presença — atributos cada vez mais raros na política. Ele não aparece apenas em épocas eleitorais; seu nome se mantém vivo nas discussões sobre desenvolvimento, saúde, educação e fortalecimento dos municípios.
O fato é que a disputa está apenas começando, mas a paisagem política do sudoeste já não é mais a mesma. A chegada de Quinho à pré-campanha mexeu nas estruturas, despertou reações e reanimou o debate sobre quem, de fato, representa o interior.
Se o cenário continuar nesse ritmo, 2026 promete ser um ano de surpresas — e talvez o início de uma nova fase de protagonismo político para Belo Campo e para todo o sudoeste baiano.
O tigre saiu do mato. E pelo visto, desta vez, veio para rugir alto.




