Eu Tenho um Lado —
E Esse Lado É o Povo
Em encontro com o Grupo Transparência, Wgner apresenta um projeto político centrado na gente de Vitória da Conquista — com presença, coragem e a honestidade de dizer, sem rodeios, de que lado está.
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Vitória da Conquista — BA
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29 de março de 2026
Há uma frase que todo político aprende cedo, mas que poucos realmente praticam: ouvir antes de falar. Na noite de quinta-feira, num salão simples, sem palanque e sem holofote, Wgner sentou frente a frente com moradores e lideranças do Grupo Transparência — um movimento independente que fiscaliza, debate e cobra — e fez exatamente isso: ouviu. Com a caderneta aberta e o telefone virado para baixo.
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O primeiro passo para exercer um bom mandato no Legislativo é saber ouvir, estar presente e ter coragem para representar, de verdade, os interesses da população.
— Wgner
Não é pouca coisa. Vitória da Conquista — 340 mil habitantes, polo regional do sudoeste baiano — carrega sobre os ombros uma contradição que a política local raramente enfrenta: a de ser grande demais para ser ignorada e pequena demais para ser prioridade em Salvador. É nesse vácuo que parlamentares se instalam há décadas: chegam com promessas, somem no mandato, voltam na eleição.
Wgner quer romper esse ciclo — e começou por onde deveria começar qualquer pessoa que aspira a representar: pela escuta ativa, pelo debate sério e pela presença constante. Não é retórica de campanha. É método.
“Nosso projeto é Vitória da Conquista”
Quando Wgner diz que seu projeto “é do munícipe, do usuário do serviço público”, ele está descrevendo uma metodologia. A lógica é simples e exigente: antes de propor, entender. Antes de legislar, conhecer a realidade de quem vive na cidade — do estudante que depende do transporte público ao pequeno comerciante sufocado pela burocraria, do paciente que aguarda meses por uma consulta ao trabalhador que enfrenta estradas esburacadas até o roçado.
“A partir do momento que você entende as realidades regionais, as necessidades da população, é que você consegue desenvolver um bom projeto para o seu povo. Não teria outra missão, outro propósito de a pessoa buscar uma cadeira numa Assembleia Legislativa, senão bem representar a sua população.”
— Wgner
É essa leitura territorial que diferencia um bom parlamentar de um enfeite institucional. Um deputado estadual que não entende o que significa depender do HES, que não sabe o preço da seca no sudoeste baiano, que nunca andou pelos bairros da periferia conquistense, não tem condições reais de transformar votos em políticas públicas eficazes.
A cidade que os parlamentares esqueceram
O diagnóstico que Wgner apresenta no encontro com o Grupo Transparência é duro — e verdadeiro. Vitória da Conquista tem sido sistematicamente deixada de lado por seus representantes na Assembleia Legislativa. Enquanto a cidade cresce em população, em demanda por saúde, educação e infraestrutura, os recursos estaduais não acompanham esse crescimento. E os parlamentares que “dizem representar a região” raramente aparecem fora do período eleitoral.
Não é acidente. É escolha. Uma escolha de quem prefere a zona de conforto de Salvador à pressão legítima de uma cidade que exige resultado. Wgner se propõe a fazer o oposto: estar presente, trazer recursos, levar projetos de qualidade e prestar contas de forma transparente. Para isso, conta com o apoio da prefeita e com a disposição de trabalhar em conjunto com a gestão municipal.
O que Wgner propõe para Vitória da Conquista
- Presença constante — mandato exercido na cidade, não em gabinetes distantes
- Projetos com recursos reais — emendas e parcerias para infraestrutura, saúde e educação
- Escuta ativa — encontros regulares com lideranças, movimentos e cidadãos
- Transparência total — prestação de contas pública e acessível a qualquer munícipe
- Parceria com a prefeitura — articulação entre mandato estadual e gestão municipal
Ter lado não é fraqueza — é caráter
Num tempo em que a política vive obcecada por neutralidades convenientes e ambiguidades calculadas, Wgner opta pela clareza. Ele não é radical. Não é extremista. Mas tem um lado — e declara isso sem constrangimento, como quem entende que posição é sinal de personalidade, não de intolerância.
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Eu não sou radical, mas eu tenho um lado. Eu não sou extremista, mas eu tenho um lado. Não vou dizer que eu não tenho lado, não. Você tem que ter lado. É uma questão de personalidade. O seu lado vai ser sempre o povo.
— Wgner
A confiança que vira mandato
Todo voto é um ato de confiança. Quem deposita o nome numa urna está dizendo: acredito em você. E essa crença, segundo Wgner, não pode ser desperdiçada em retórica vazia ou ausências justificadas por conveniência. Ela precisa virar política pública concreta — escola reformada, estrada asfaltada, leito de hospital garantido, criança com acesso à cultura e ao esporte.
“Ele não pode pensar de outra forma, senão transformar todos aqueles votos que ele recebeu, toda essa confiança do seu povo, em boas políticas públicas, em boa representatividade, de forma responsável e honesta.”
O encontro com o Grupo Transparência terminou tarde. As conversas foram longas — sobre saúde, mobilidade urbana, o interior que ainda espera. Wgner anotou. Escutou. Foi embora com mais compromissos do que quando chegou. É assim, nesse ritmo lento e necessário de quem constrói uma candidatura pela base, que se começa a escrever um mandato diferente para Vitória da Conquista.
Vitória da Conquista · Política Regional
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