No cenário político, onde a disputa pelo poder muitas vezes se sobrepõe à ética e à verdade, assistimos a mais um desfecho emblemático. A Polícia Federal em Vitória da Conquista, Bahia, encerrou o inquérito policial (2024.0103514-DPF/VDC/BA) que investigava a vereadora Leia Meira (Leia de Quinho) e o ex-prefeito de Belo Campo, José Henrique Tigre (Quinho), por supostos crimes eleitorais. O resultado? A ausência de provas que sustentassem qualquer irregularidade.
Essa conclusão não foi apenas um alívio para os envolvidos, mas também um tapa na face daqueles que apostaram na disseminação de dúvidas e na execração pública antes mesmo da verdade ser estabelecida. No atual jogo político, onde a reputação é muitas vezes colocada na berlinda por interesses escusos, a estratégia de silêncio e confiança na Justiça adotada por Leia e Quinho se mostrou acertada.
Os adversários não pouparam esforços para associar os nomes de ambos a um escândalo que nunca existiu. Em um mundo onde a desinformação corre solta, o uso de mídias digitais para propagar narrativas distorcidas se tornou uma arma eficaz para quem não tem argumentos reais. No entanto, a resposta veio de onde deveria vir: da investigação séria e imparcial conduzida pela Polícia Federal.
Ao longo da história, políticos comprometidos com a ética e o progresso enfrentaram campanhas difamatórias semelhantes. No entanto, é a coerência das ações que separa os que apenas discursam dos que verdadeiramente trabalham pelo bem comum. Leia e Quinho seguem com seus projetos e com a credibilidade reforçada pelos 4.372 votos que os elegeram. E esses votos representam muito mais do que números: simbolizam a confiança de um povo que enxerga no trabalho de ambos uma esperança de avanço e justiça social.
A lição deixada por esse episódio é clara: a verdade, mesmo quando sufocada pelo ruído da mentira, sempre encontra um caminho para prevalecer.
(Padre Carlos)