Na manhã desta sexta-feira (21), um reencontro surpreendente tomou conta de Ipiaú. Elizângela Pereira Silva, de 42 anos, desaparecida há mais de dez dias, foi encontrada nas imediações da antiga Feirinha, reacendendo a esperança e o alívio de uma família angustiada.
Moradora de Ubatã, Elizângela havia sido dada como desaparecida desde 9 de fevereiro, após receber alta do Hospital Geral de Ipiaú, onde foi internada por um surto na rodoviária da cidade. A inesperada ausência desencadeou uma mobilização familiar intensa. Entre esforços e apelos, Najila Pereira, irmã de Elizângela, chegou a acionar a imprensa local para ampliar a divulgação do caso.
“Ficamos muito preocupados, pois ela nunca tinha sumido por tanto tempo. Estávamos desesperados”, afirmou Najila, revelando o desespero e a incerteza que marcaram os dias de busca.
Com o reencontro, um dos filhos da família já foi acionado para levar Elizângela de volta para casa, simbolizando não apenas o fim de uma busca angustiante, mas também o início de um novo capítulo de cuidados e apoio integral. A comunidade local, que se mobilizou e se solidarizou durante todo esse período, vibra com a notícia e reforça a importância da união em tempos de crise.
Enquanto a família se organiza para oferecer todo o suporte necessário, o episódio lança luz sobre a vulnerabilidade de quem enfrenta problemas de saúde mental e a importância de uma rede de apoio ativa e vigilante. O reencontro de Elizângela, que rapidamente virou pauta na região, é um lembrete pungente de que, mesmo nos momentos mais sombrios, a esperança pode surgir de forma inesperada.
A história de Elizângela agora serve como um chamado à ação e à compaixão, demonstrando que a mobilização coletiva e o carinho familiar podem transformar uma situação de incerteza em um final de reencontro e alívio.