(Da Redação do Política e Resenha)
Prepare o chapéu de couro e a bota de borracha: a terra do forró virou lama! Literalmente. A cidade de Patos (PB), berço político do recém-empossado presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, caiu como uma bomba no colo do STF e agora também estampa manchetes da grande imprensa.
Tudo começou com a notícia-bomba: R$ 17 MILHÕES em emendas parlamentares foram destinados pelo nobre deputado para ampliar o “Terreiro do Forró” — o coração das festas juninas da cidade, que por sinal é governada por ninguém menos que seu próprio pai, Nabor Wanderley. Coincidência? Só se for no dicionário da política nacional!
Mas o forró virou fiasco! No segundo dia de festa, bastou uma chuva para transformar o tão aclamado Terreiro em um atoleiro monumental. Shows cancelados, turistas indignados e o dinheiro público escorrendo pelo esgoto da má gestão. Um São João de vergonha alheia!
Fontes apontam que o caso já entrou no radar do STF, e enquanto isso, o povo de Patos quer saber: cadê os milhões e o piso drenado? A lama, meu povo, não é só da chuva…
A denúncia foi escancarada em reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, com repercussão na coluna Aparte, do jornalista Arimatéa Souza. O escândalo promete virar um arrasta-pé judicial, com direito a quadrilha – e não só a junina.
Enquanto Hugo dança com o poder em Brasília, sua cidade natal dança no ritmo da lama e da desconfiança. E o Brasil inteiro assiste esse forró de cifras, cargos e parentela.
⚠️ A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: SERÁ QUE O SANTO DO SÃO JOÃO CONSEGUE SALVAR O TERREIRO DAS INVESTIGAÇÕES? ⚖️🎭





