Política e Resenha

ARTIGO – A RESSURREIÇÃO DA LAGOA DAS BATEIAS

 

 

(Padre Carlos)

Há lugares que renascem quando a vontade política se alia ao amor pela cidade. A Lagoa das Bateias, em Vitória da Conquista, é um exemplo emblemático dessa transformação. O que antes era um espaço esquecido, marcado pelo abandono e pela degradação ambiental, hoje ressurge como um verdadeiro cartão-postal, pulsando vida, fé e alegria.

Neste sábado, dia 11, ao ver famílias inteiras caminhando, jovens participando da ação ecológica promovida pela Embasa e a multidão reunida no grande evento da Igreja Universal do Reino de Deus, fica evidente: a Lagoa voltou a ser do povo. O que antes era cenário de descuido, agora é palco de celebração.

E nada mais justo do que reconhecer o papel decisivo de quem esteve à frente dessa transformação — Lucas Batista. Com sensibilidade e trabalho constante, ele conseguiu devolver à Lagoa das Bateias sua dignidade e função social. Sua gestão, movida pelo compromisso e pela dedicação, fez desse espaço um exemplo de revitalização urbana e de gestão pública com propósito.

A beleza da Lagoa hoje não está apenas em suas águas mais limpas, nem no verde que a cerca, mas na energia que emana das pessoas que ali se encontram. Há fé, há esperança, há pertencimento. É o povo usufruindo do que é seu por direito — como bem disse Lucas, com o olhar de quem acredita no poder do bem comum.

Quando um gestor entende que espaços públicos são extensões da alma coletiva, algo extraordinário acontece: o povo volta a ocupar o que é seu. A Lagoa das Bateias deixou de ser um problema para se tornar um símbolo — símbolo de que, com amor e gestão responsável, é possível transformar a cidade e fortalecer o sentimento de comunidade.

Hoje, Vitória da Conquista tem motivos para se orgulhar. A Lagoa das Bateias é mais do que um espelho d’água — é um espelho da alma conquistense. E por trás dessa imagem viva, há um nome que merece ser lembrado: Lucas Batista, o homem que fez a Lagoa respirar novamente.