Política e Resenha

Dudé na tribuna: o discurso que cala os palanques eternos e aponta obras reais para Conquista

 

 

 

 

Padre Carlos

Em Vitória da Conquista, a eleição de 2024 terminou há mais de um ano, mas parece que alguns candidatos ainda não receberam o recado. Continuam no palanque virtual, postando diariamente nas redes sociais insinuações, meias-verdades e ataques velados à administração da prefeita Sheila Lemos. O objetivo é claro: manter a chama da oposição acesa, confundir a opinião pública e desgastar o governo antes mesmo que ele consiga executar o que prometeu. É o velho script da política rasteira: quanto pior, melhor – para eles.

Enquanto isso, na tribuna da Câmara Municipal, o vereador Luís Carlos Dudé  (União Brasil) fez algo raro nos dias de hoje: falou com clareza, citou obras concretas, mostrou compromisso com fiscalização e defendeu o projeto do Finisa 4 sem demagogia barata. Seu discurso, proferido na sessão que analisou o empréstimo junto à Caixa Econômica, deveria ser leitura obrigatória para quem ainda confunde crítica legítima com boataria irresponsável.

Dudé foi cirúrgico. Destacou que o Finisa 4 não é “dinheiro jogado fora” nem “empréstimo para pagar campanha”, como andam dizendo os palanqueiros de plantão. É, isso sim, a chance real de resolver problemas crônicos de drenagem e mobilidade que atormentam bairros inteiros há décadas.

  • O Jurema e o Leblon, que viram verdadeiros rios quando chove forte, terão microdrenagem eficiente.
  • A baixada do Alegria, a Avenida Itabuna e trechos da Integração finalmente receberão intervenções que acabem com o caos das enchentes.
  • O canal da Urbis 4, um perigo constante para moradores e motoristas, será resolvido.
  • Avenida Filipinas, Alto Maron, Urbis 2 e 3, Santa Cruz, Professor Itamar, São Vicente e tantos outros pontos clamados pela população terão requalificação asfáltica.
  • E ainda virão quadras, praças e eixos viários importantes, como a Cidade Serrinha que o vereador Babão tanto cobra.

Tudo isso com um detalhe que os críticos de teclado convenientemente ignoram: o projeto passou pelo crivo da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara – da qual o próprio Dudé  faz parte – e foi considerado legal e constitucional. Ou seja, não é “cheque em branco”. É empréstimo com destino certo, fiscalização parlamentar garantida e contrapartidas que a cidade inteira vai sentir no dia a dia.

A diferença entre os dois comportamentos é gritante.

De um lado, quem perdeu a eleição e transforma frustração em factóide diário nas redes sociais, espalhando desconfiança sem apresentar uma única alternativa viável. Do outro, um vereador que, mesmo sendo da base da prefeita, sobe à tribuna para cobrar, detalhar, lembrar compromissos antigos e reforçar que a Casa Legislativa vai acompanhar cada centavo gasto.

Essa é a política que presta: a que discute o mérito, aponta o bairro sofrido, lembra o nome da rua esburacada e se compromete a fiscalizar. Não a que fica no WhatsApp forwardando áudio de 5 minutos dizendo que “o Finisa é para roubar” sem nem saber o que é contrapartida ou plano de trabalho.

Vitória da Conquista merece mais do que palanque eterno. Merece obras que saiam do papel, vereadores que cobrem com responsabilidade e opositores que, se quiserem criticar, tragam números, projetos e soluções – não apenas raiva e fake news.

O Finisa 4 não é perfeito – nenhum empréstimo é. Mas é, hoje, a ferramenta mais concreta que a cidade tem para resolver problemas que atravessam gestões e gestões. Aprovar com fiscalização rigorosa, como propõe o vereador Dude, é o caminho responsável.

Quanto aos que ainda não desceram do palanque: a campanha acabou. A cidade, não. Ela segue em frente – e com ou sem vocês, as obras vão acontecer.

Que venham a drenagem do Jurema, o asfalto do Alto Maron, o canal resolvido na Urbis 4 e o fim do sofrimento de quem mora nos bairros esquecidos.

Conquista agradece a quem trabalha. E já aprendeu a identificar quem só atrapalha.