Política e Resenha

Papa Francisco: fragilidade e doença são experiências que nos unem a todos

 

 

 

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o texto do Angelus do Papa Francisco, deste domingo, que está em convalescença na Casa Santa Marta, após receber alta do Hospital Gemelli há uma semana.

Em sua mensagem aos fiéis, Francisco recorda que no Evangelho deste domingo, “Jesus percebe que os fariseus, em vez de ficarem felizes porque os pecadores se aproximam dele, ficam escandalizados e murmuram pelas costas”.

Quaresma, tempo de cura

“Então Jesus lhes conta a história de um pai que tem dois filhos: um sai de casa, mas depois, tendo acabado na pobreza, volta e é acolhido com alegria; o outro, o filho “obediente”, indignado com o pai, não quer entrar na festa”, escreve o Papa.

“Assim, Jesus revela o coração de Deus: sempre misericordioso para com todos. Ele cura nossas feridas para que possamos amar uns aos outros como irmãos.”

Francisco convida a viver “esta Quaresma, especialmente o Jubileu, como um tempo de cura”.

“Eu também estou vivendo isso, na alma e no corpo. Por isso, agradeço de coração a todos aqueles que, à imagem do Salvador, são instrumentos de cura para os outros com suas palavras e com seu conhecimento, com o carinho e com a oração.”

Continuar rezando pela paz

Segundo o Papa, “a fragilidade e doença são experiências que nos unem a todos; razão ainda maior, porém, somos irmãos na salvação que Cristo nos doou”.

“Confiando na misericórdia de Deus Pai, continuamos a rezar pela paz: na martirizada Ucrânia, na Palestina, em Israel, no Líbano, na República Democrática do Congo e em Mianmar, que também sofre muito com o terremoto.”

Deixar de lado as divergências

O Papa acompanha “a situação no Sudão do Sul com preocupação” e renovo seu “sincero apelo a todos os líderes para que façam todos os esforços para reduzir a tensão no país”.

“É preciso deixar de lado nossas divergências e, com coragem e responsabilidade, sentar à mesa e iniciar um diálogo construtivo. Somente assim será possível aliviar o sofrimento do amado povo sul-sudanês e construir um futuro de paz e estabilidade.”

Iniciar novas negociações

Francisco recorda que “no Sudão a guerra continua causando vítimas inocentes”.

“Exorto as partes em conflito a colocarem a proteção da vida de seus irmãos civis em primeiro lugar; e espero que novas negociações sejam iniciadas o mais breve possível, capazes de garantir uma solução duradoura para a crise. A Comunidade internacional deve aumentar seus esforços para enfrentar essa terrível catástrofe humanitária.”

Excelente resultado diplomático

Francisco recorda também que há fatos positivos, como “a ratificação do Acordo sobre a delimitação da fronteira entre o Tajiquistão e o Quirguistão, que representa um excelente resultado diplomático. Encorajo ambos os países a continuarem neste caminho”.

O Papa conclui o texto, pedindo a Maria, Mãe de Misericórdia, que “ajude a família humana a se reconciliar na paz”.

* VaticanNews/Ascom

 

Papa Francisco: fragilidade e doença são experiências que nos unem a todos

 

 

 

A Sala de Imprensa da Santa Sé divulgou o texto do Angelus do Papa Francisco, deste domingo, que está em convalescença na Casa Santa Marta, após receber alta do Hospital Gemelli há uma semana.

Em sua mensagem aos fiéis, Francisco recorda que no Evangelho deste domingo, “Jesus percebe que os fariseus, em vez de ficarem felizes porque os pecadores se aproximam dele, ficam escandalizados e murmuram pelas costas”.

Quaresma, tempo de cura

“Então Jesus lhes conta a história de um pai que tem dois filhos: um sai de casa, mas depois, tendo acabado na pobreza, volta e é acolhido com alegria; o outro, o filho “obediente”, indignado com o pai, não quer entrar na festa”, escreve o Papa.

“Assim, Jesus revela o coração de Deus: sempre misericordioso para com todos. Ele cura nossas feridas para que possamos amar uns aos outros como irmãos.”

Francisco convida a viver “esta Quaresma, especialmente o Jubileu, como um tempo de cura”.

“Eu também estou vivendo isso, na alma e no corpo. Por isso, agradeço de coração a todos aqueles que, à imagem do Salvador, são instrumentos de cura para os outros com suas palavras e com seu conhecimento, com o carinho e com a oração.”

Continuar rezando pela paz

Segundo o Papa, “a fragilidade e doença são experiências que nos unem a todos; razão ainda maior, porém, somos irmãos na salvação que Cristo nos doou”.

“Confiando na misericórdia de Deus Pai, continuamos a rezar pela paz: na martirizada Ucrânia, na Palestina, em Israel, no Líbano, na República Democrática do Congo e em Mianmar, que também sofre muito com o terremoto.”

Deixar de lado as divergências

O Papa acompanha “a situação no Sudão do Sul com preocupação” e renovo seu “sincero apelo a todos os líderes para que façam todos os esforços para reduzir a tensão no país”.

“É preciso deixar de lado nossas divergências e, com coragem e responsabilidade, sentar à mesa e iniciar um diálogo construtivo. Somente assim será possível aliviar o sofrimento do amado povo sul-sudanês e construir um futuro de paz e estabilidade.”

Iniciar novas negociações

Francisco recorda que “no Sudão a guerra continua causando vítimas inocentes”.

“Exorto as partes em conflito a colocarem a proteção da vida de seus irmãos civis em primeiro lugar; e espero que novas negociações sejam iniciadas o mais breve possível, capazes de garantir uma solução duradoura para a crise. A Comunidade internacional deve aumentar seus esforços para enfrentar essa terrível catástrofe humanitária.”

Excelente resultado diplomático

Francisco recorda também que há fatos positivos, como “a ratificação do Acordo sobre a delimitação da fronteira entre o Tajiquistão e o Quirguistão, que representa um excelente resultado diplomático. Encorajo ambos os países a continuarem neste caminho”.

O Papa conclui o texto, pedindo a Maria, Mãe de Misericórdia, que “ajude a família humana a se reconciliar na paz”.

* VaticanNews/Ascom

 

Nova Concessão da BR-116: A Luta pela Audiência Pública em Vitória da Conquista

 

 

 

 

Estamos a menos de dois meses de um marco histórico para o transporte rodoviário baiano. Em 15 de maio de 2025, o contrato da ViaBahia que administra as BR-116 e BR-324 chegará ao fim. Não se trata apenas de uma mudança administrativa ou burocrática – estamos diante de uma oportunidade única para corrigir anos de descaso e promover o desenvolvimento que nossa região tanto merece e necessita.

Como cidadãos do Sudoeste da Bahia, não podemos aceitar passivamente as decisões que afetarão profundamente nosso futuro. É inadmissível que, mais uma vez, as decisões sobre nossas estradas sejam tomadas a quilômetros de distância, por pessoas que desconhecem nossa realidade diária. É chegada a hora de levantarmos nossa voz e exigirmos: a audiência pública para a nova concessão DEVE acontecer em Vitória da Conquista!

O Fim da Era ViaBahia e o Futuro das BR-116 e BR-324

Histórico da concessão ViaBahia

A concessão da ViaBahia, iniciada em 2009, foi marcada por promessas que sistematicamente não se cumpriram. Durante 15 anos, convivemos com obras inacabadas, manutenção precária e um modelo de administração que priorizou a arrecadação em detrimento da segurança e do desenvolvimento regional.

Os números não mentem: em mais de uma década, vimos pouco avanço na duplicação de trechos críticos, enquanto a cobrança de pedágios continuou ininterrupta. Acidentes graves seguiram ocorrendo em trechos que deveriam ter sido modernizados. A população pagou caro – tanto financeiramente quanto em vidas perdidas – por um serviço que ficou muito aquém do necessário.

Transição para o DNIT: O que isso significa para os usuários

Com o encerramento do contrato, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assumirá temporariamente a gestão das rodovias. Este período de transição não pode significar abandono. Precisamos estar atentos e vigilantes para que a manutenção básica seja realizada e as condições mínimas de segurança sejam mantidas até que uma nova concessão seja definida.

A transição para o DNIT é uma oportunidade para exigirmos transparência e participação. Quais serão as prioridades deste órgão? Como serão alocados os recursos durante este período? Quem fiscalizará as ações emergenciais? São perguntas que não podem ficar sem resposta!

Por Que Vitória da Conquista Merece Sediar a Audiência Pública

A importância estratégica do município

Vitória da Conquista não é apenas a terceira maior cidade da Bahia – é o coração pulsante do Sudoeste baiano, polo econômico regional que interliga estados e regiões. Nossa posição geográfica faz com que sejamos um ponto nevrálgico do sistema rodoviário regional, com a BR-116 atravessando nossa realidade urbana.

Somos nós que convivemos diariamente com os congestionamentos, os acidentes e as limitações de infraestrutura. Somos nós que sentimos na pele o impacto de decisões tomadas em gabinetes distantes. É simplesmente injusto e irracional que a audiência pública para decidir o futuro da estrada que corta nosso cotidiano aconteça longe daqueles que mais serão afetados pelas decisões.

Os viadutos urbanos e a integração com o Centro Industrial

Impacto no desenvolvimento econômico local

Os viadutos no perímetro urbano e no centro industrial de Vitória da Conquista não são meros detalhes técnicos – são artérias vitais para nosso desenvolvimento econômico. A integração adequada entre a rodovia federal e nosso parque industrial é essencial para a competitividade de nossas empresas e para a geração de empregos.

Uma audiência pública em nossa cidade permitirá que empresários locais, trabalhadores e técnicos apresentem soluções adequadas à nossa realidade. Quem melhor do que nós conhece os gargalos logísticos que limitam nosso potencial industrial? Quem melhor do que nós pode apontar as prioridades para a fluidez do tráfego urbano?

Questões de segurança viária no perímetro urbano

Não podemos esquecer que a BR-116, em seu trecho urbano, é palco de tragédias recorrentes. Pedestres e motoristas enfrentam riscos diários em interseções mal planejadas e em trechos sem a devida sinalização ou infraestrutura de segurança. Cada acidente não é apenas uma estatística – são famílias destroçadas, vidas interrompidas, sonhos desfeitos.

A nova concessão precisa priorizar intervenções que salvem vidas. E para isso, é fundamental que aqueles que conhecem os pontos críticos, que testemunham diariamente as situações de risco, possam se manifestar e serem ouvidos. A segurança viária não pode ser tratada como um item secundário no contrato de concessão!

Projeto de Duplicação: Os 80 km que Transformarão o Sudoeste Baiano

O trajeto de Planalto até o entroncamento de Belo Campo

A duplicação dos 80 quilômetros da BR-116, de Planalto até o entroncamento de Belo Campo, não é um luxo ou um capricho – é uma necessidade urgente para o desenvolvimento sustentável de toda nossa região. Este trecho é o corredor por onde escoa nossa produção, por onde chegam insumos e mercadorias, por onde transitam diariamente milhares de trabalhadores.

A concessão anterior falhou conosco ao não priorizar esta duplicação, mesmo após anos de cobrança de pedágios. Não podemos permitir que este erro histórico se repita. A nova concessionária precisa ter compromissos claros, com prazos definidos e mecanismos rigorosos de fiscalização para garantir que esta obra prioritária saia do papel.

Benefícios socioeconômicos da duplicação para a região

Redução de acidentes e mortes na rodovia

Os números são alarmantes. O trecho não duplicado da BR-116 em nossa região continua sendo um dos mais letais do país. Famílias destruídas, vidas jovens ceifadas, sequelas permanentes – este é o preço humano que pagamos pela ausência de uma infraestrutura adequada.

A duplicação não é apenas uma questão de conforto ou de redução de tempo de viagem – é, literalmente, uma questão de vida ou morte. Cada mês de atraso nas obras significa mais riscos, mais tragédias, mais lágrimas. Não podemos aceitar postergações ou justificativas técnicas quando o que está em jogo são vidas humanas!

Aumento da competitividade regional

Do ponto de vista econômico, a duplicação representa um salto qualitativo para toda a economia regional. Menores custos logísticos, maior atratividade para investimentos, ampliação de mercados – são benefícios concretos que impactarão desde o grande empresário até o trabalhador mais humilde.

Estudos internacionais demonstram que investimentos em infraestrutura rodoviária têm efeito multiplicador sobre a economia local. Para cada real investido na duplicação, a economia regional receberá múltiplos em retorno. É um investimento com retorno garantido que não pode mais ser adiado.

Mobilização Popular e Política: Como Garantir Nossa Voz

A importância da representação política neste momento

É hora de cobrarmos de nossos representantes. Deputados estaduais e federais, senadores e ministros que receberam nossos votos precisam se posicionar claramente e agir concretamente. Não podemos aceitar discursos vazios ou promessas genéricas.

Precisamos de parlamentares que batam na mesa, que utilizem seus mandatos e sua influência para garantir que a audiência pública aconteça em Vitória da Conquista e que as demandas de nossa região sejam incorporadas no edital de concessão. É para isso que eles foram eleitos, é este o trabalho que devem entregar!

Estratégias de mobilização da sociedade civil

O movimento “Duplica Sudoeste” e seu papel

O movimento “Duplica Sudoeste”, tem sido fundamental para manter viva a chama desta luta. Mas agora precisamos amplificar este movimento, multiplicar suas vozes, transformá-lo em um clamor que não possa ser ignorado.

Precisamos ocupar as redes sociais, mobilizar associações de moradores, entidades de classe, instituições de ensino. Precisamos transformar esta pauta técnica em uma bandeira popular. Cada cidadão do Sudoeste baiano deve compreender que este é um momento decisivo para nosso futuro coletivo.

O Novo Modelo de Concessão: O Que Precisamos Exigir

Lições aprendidas com a experiência ViaBahia

A experiência da concessão anterior nos deixou lições amargas que não podemos ignorar. O novo modelo precisa ser radicalmente diferente, com mecanismos robustos de fiscalização, metas claras e consequências reais para o não cumprimento dos compromissos contratuais.

Não podemos aceitar contratos que permitam à concessionária postergar indefinidamente obras essenciais enquanto mantém a arrecadação dos pedágios. O equilíbrio entre direitos e deveres precisa ser restabelecido, com a população e o interesse público no centro das decisões.

Cláusulas contratuais essenciais para o desenvolvimento regional

O edital da nova concessão precisa incorporar explicitamente as obras prioritárias para nossa região, com cronogramas detalhados e mecanismos que vinculem a cobrança de pedágios à realização efetiva das melhorias. A duplicação dos 80 km entre Planalto e o entroncamento de Belo Campo, assim como os viadutos urbanos de Vitória da Conquista, precisam estar entre as obrigações contratuais com prazos definidos.

Além disso, precisamos exigir transparência total na gestão da concessão, com relatórios públicos periódicos, canais efetivos de comunicação com usuários e participação da sociedade civil nos mecanismos de fiscalização. Nunca mais podemos aceitar uma “caixa-preta” administrando nossas estradas!

O momento é agora. Não temos o direito de nos omitir quando o futuro de nossa região está em jogo. A audiência pública em Vitória da Conquista não é um favor que estamos pedindo – é um direito que estamos exigindo! E a partir dela, um novo modelo de concessão que finalmente respeite nossa dignidade e promova nosso desenvolvimento.

Conhece um deputado, senador ou ministro? Mobilize-o agora! Não temos tempo a perder. O futuro da BR-116, o desenvolvimento do Sudoeste baiano e a segurança de milhares de vidas dependem de nossa capacidade de nos mobilizar e fazer nossa voz ser ouvida. A hora é esta!

Conclusão

A luta pela audiência pública em Vitória da Conquista para discutir a nova concessão da BR-116 e a imprescindível duplicação do trecho entre Planalto e o entroncamento de Belo Campo representa mais que uma questão de infraestrutura – é uma questão de justiça social e desenvolvimento regional. Não podemos mais aceitar que decisões que afetam profundamente nosso cotidiano e nosso futuro sejam tomadas sem nossa efetiva participação.

A experiência de 15 anos com a ViaBahia nos ensinou que não basta confiar em promessas ou em contratos mal elaborados. Precisamos garantir que o novo modelo de concessão atenda verdadeiramente às necessidades da população, com mecanismos eficazes de fiscalização e consequências reais para o não cumprimento dos compromissos.

A mobilização da sociedade civil, aliada à pressão sobre representantes políticos, é fundamental neste momento decisivo. O movimento “Duplica Sudoeste” precisa se ampliar e ganhar força para que nossa voz ecoe nos gabinetes onde as decisões são tomadas. Cada cidadão pode e deve participar desta mobilização, pois o que está em jogo é o futuro coletivo de toda uma região.

As rodovias não são apenas faixas de asfalto – são artérias de desenvolvimento, são caminhos de oportunidades, são linhas que ligam pessoas e comunidades. Uma infraestrutura adequada significa vidas preservadas, economia fortalecida e qualidade de vida para todos. É por isso que não podemos desistir desta luta. É por isso que precisamos insistir: a audiência pública deve ser em Vitória da Conquista, e a duplicação dos 80 km no Sudoeste baiano precisa ser prioridade absoluta no novo contrato de concessão.

 

JOSÉ MARIA CAIRES

DUPLICA SUDOESTE

Nova Concessão da BR-116: A Luta pela Audiência Pública em Vitória da Conquista

 

 

 

 

Estamos a menos de dois meses de um marco histórico para o transporte rodoviário baiano. Em 15 de maio de 2025, o contrato da ViaBahia que administra as BR-116 e BR-324 chegará ao fim. Não se trata apenas de uma mudança administrativa ou burocrática – estamos diante de uma oportunidade única para corrigir anos de descaso e promover o desenvolvimento que nossa região tanto merece e necessita.

Como cidadãos do Sudoeste da Bahia, não podemos aceitar passivamente as decisões que afetarão profundamente nosso futuro. É inadmissível que, mais uma vez, as decisões sobre nossas estradas sejam tomadas a quilômetros de distância, por pessoas que desconhecem nossa realidade diária. É chegada a hora de levantarmos nossa voz e exigirmos: a audiência pública para a nova concessão DEVE acontecer em Vitória da Conquista!

O Fim da Era ViaBahia e o Futuro das BR-116 e BR-324

Histórico da concessão ViaBahia

A concessão da ViaBahia, iniciada em 2009, foi marcada por promessas que sistematicamente não se cumpriram. Durante 15 anos, convivemos com obras inacabadas, manutenção precária e um modelo de administração que priorizou a arrecadação em detrimento da segurança e do desenvolvimento regional.

Os números não mentem: em mais de uma década, vimos pouco avanço na duplicação de trechos críticos, enquanto a cobrança de pedágios continuou ininterrupta. Acidentes graves seguiram ocorrendo em trechos que deveriam ter sido modernizados. A população pagou caro – tanto financeiramente quanto em vidas perdidas – por um serviço que ficou muito aquém do necessário.

Transição para o DNIT: O que isso significa para os usuários

Com o encerramento do contrato, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assumirá temporariamente a gestão das rodovias. Este período de transição não pode significar abandono. Precisamos estar atentos e vigilantes para que a manutenção básica seja realizada e as condições mínimas de segurança sejam mantidas até que uma nova concessão seja definida.

A transição para o DNIT é uma oportunidade para exigirmos transparência e participação. Quais serão as prioridades deste órgão? Como serão alocados os recursos durante este período? Quem fiscalizará as ações emergenciais? São perguntas que não podem ficar sem resposta!

Por Que Vitória da Conquista Merece Sediar a Audiência Pública

A importância estratégica do município

Vitória da Conquista não é apenas a terceira maior cidade da Bahia – é o coração pulsante do Sudoeste baiano, polo econômico regional que interliga estados e regiões. Nossa posição geográfica faz com que sejamos um ponto nevrálgico do sistema rodoviário regional, com a BR-116 atravessando nossa realidade urbana.

Somos nós que convivemos diariamente com os congestionamentos, os acidentes e as limitações de infraestrutura. Somos nós que sentimos na pele o impacto de decisões tomadas em gabinetes distantes. É simplesmente injusto e irracional que a audiência pública para decidir o futuro da estrada que corta nosso cotidiano aconteça longe daqueles que mais serão afetados pelas decisões.

Os viadutos urbanos e a integração com o Centro Industrial

Impacto no desenvolvimento econômico local

Os viadutos no perímetro urbano e no centro industrial de Vitória da Conquista não são meros detalhes técnicos – são artérias vitais para nosso desenvolvimento econômico. A integração adequada entre a rodovia federal e nosso parque industrial é essencial para a competitividade de nossas empresas e para a geração de empregos.

Uma audiência pública em nossa cidade permitirá que empresários locais, trabalhadores e técnicos apresentem soluções adequadas à nossa realidade. Quem melhor do que nós conhece os gargalos logísticos que limitam nosso potencial industrial? Quem melhor do que nós pode apontar as prioridades para a fluidez do tráfego urbano?

Questões de segurança viária no perímetro urbano

Não podemos esquecer que a BR-116, em seu trecho urbano, é palco de tragédias recorrentes. Pedestres e motoristas enfrentam riscos diários em interseções mal planejadas e em trechos sem a devida sinalização ou infraestrutura de segurança. Cada acidente não é apenas uma estatística – são famílias destroçadas, vidas interrompidas, sonhos desfeitos.

A nova concessão precisa priorizar intervenções que salvem vidas. E para isso, é fundamental que aqueles que conhecem os pontos críticos, que testemunham diariamente as situações de risco, possam se manifestar e serem ouvidos. A segurança viária não pode ser tratada como um item secundário no contrato de concessão!

Projeto de Duplicação: Os 80 km que Transformarão o Sudoeste Baiano

O trajeto de Planalto até o entroncamento de Belo Campo

A duplicação dos 80 quilômetros da BR-116, de Planalto até o entroncamento de Belo Campo, não é um luxo ou um capricho – é uma necessidade urgente para o desenvolvimento sustentável de toda nossa região. Este trecho é o corredor por onde escoa nossa produção, por onde chegam insumos e mercadorias, por onde transitam diariamente milhares de trabalhadores.

A concessão anterior falhou conosco ao não priorizar esta duplicação, mesmo após anos de cobrança de pedágios. Não podemos permitir que este erro histórico se repita. A nova concessionária precisa ter compromissos claros, com prazos definidos e mecanismos rigorosos de fiscalização para garantir que esta obra prioritária saia do papel.

Benefícios socioeconômicos da duplicação para a região

Redução de acidentes e mortes na rodovia

Os números são alarmantes. O trecho não duplicado da BR-116 em nossa região continua sendo um dos mais letais do país. Famílias destruídas, vidas jovens ceifadas, sequelas permanentes – este é o preço humano que pagamos pela ausência de uma infraestrutura adequada.

A duplicação não é apenas uma questão de conforto ou de redução de tempo de viagem – é, literalmente, uma questão de vida ou morte. Cada mês de atraso nas obras significa mais riscos, mais tragédias, mais lágrimas. Não podemos aceitar postergações ou justificativas técnicas quando o que está em jogo são vidas humanas!

Aumento da competitividade regional

Do ponto de vista econômico, a duplicação representa um salto qualitativo para toda a economia regional. Menores custos logísticos, maior atratividade para investimentos, ampliação de mercados – são benefícios concretos que impactarão desde o grande empresário até o trabalhador mais humilde.

Estudos internacionais demonstram que investimentos em infraestrutura rodoviária têm efeito multiplicador sobre a economia local. Para cada real investido na duplicação, a economia regional receberá múltiplos em retorno. É um investimento com retorno garantido que não pode mais ser adiado.

Mobilização Popular e Política: Como Garantir Nossa Voz

A importância da representação política neste momento

É hora de cobrarmos de nossos representantes. Deputados estaduais e federais, senadores e ministros que receberam nossos votos precisam se posicionar claramente e agir concretamente. Não podemos aceitar discursos vazios ou promessas genéricas.

Precisamos de parlamentares que batam na mesa, que utilizem seus mandatos e sua influência para garantir que a audiência pública aconteça em Vitória da Conquista e que as demandas de nossa região sejam incorporadas no edital de concessão. É para isso que eles foram eleitos, é este o trabalho que devem entregar!

Estratégias de mobilização da sociedade civil

O movimento “Duplica Sudoeste” e seu papel

O movimento “Duplica Sudoeste”, tem sido fundamental para manter viva a chama desta luta. Mas agora precisamos amplificar este movimento, multiplicar suas vozes, transformá-lo em um clamor que não possa ser ignorado.

Precisamos ocupar as redes sociais, mobilizar associações de moradores, entidades de classe, instituições de ensino. Precisamos transformar esta pauta técnica em uma bandeira popular. Cada cidadão do Sudoeste baiano deve compreender que este é um momento decisivo para nosso futuro coletivo.

O Novo Modelo de Concessão: O Que Precisamos Exigir

Lições aprendidas com a experiência ViaBahia

A experiência da concessão anterior nos deixou lições amargas que não podemos ignorar. O novo modelo precisa ser radicalmente diferente, com mecanismos robustos de fiscalização, metas claras e consequências reais para o não cumprimento dos compromissos contratuais.

Não podemos aceitar contratos que permitam à concessionária postergar indefinidamente obras essenciais enquanto mantém a arrecadação dos pedágios. O equilíbrio entre direitos e deveres precisa ser restabelecido, com a população e o interesse público no centro das decisões.

Cláusulas contratuais essenciais para o desenvolvimento regional

O edital da nova concessão precisa incorporar explicitamente as obras prioritárias para nossa região, com cronogramas detalhados e mecanismos que vinculem a cobrança de pedágios à realização efetiva das melhorias. A duplicação dos 80 km entre Planalto e o entroncamento de Belo Campo, assim como os viadutos urbanos de Vitória da Conquista, precisam estar entre as obrigações contratuais com prazos definidos.

Além disso, precisamos exigir transparência total na gestão da concessão, com relatórios públicos periódicos, canais efetivos de comunicação com usuários e participação da sociedade civil nos mecanismos de fiscalização. Nunca mais podemos aceitar uma “caixa-preta” administrando nossas estradas!

O momento é agora. Não temos o direito de nos omitir quando o futuro de nossa região está em jogo. A audiência pública em Vitória da Conquista não é um favor que estamos pedindo – é um direito que estamos exigindo! E a partir dela, um novo modelo de concessão que finalmente respeite nossa dignidade e promova nosso desenvolvimento.

Conhece um deputado, senador ou ministro? Mobilize-o agora! Não temos tempo a perder. O futuro da BR-116, o desenvolvimento do Sudoeste baiano e a segurança de milhares de vidas dependem de nossa capacidade de nos mobilizar e fazer nossa voz ser ouvida. A hora é esta!

Conclusão

A luta pela audiência pública em Vitória da Conquista para discutir a nova concessão da BR-116 e a imprescindível duplicação do trecho entre Planalto e o entroncamento de Belo Campo representa mais que uma questão de infraestrutura – é uma questão de justiça social e desenvolvimento regional. Não podemos mais aceitar que decisões que afetam profundamente nosso cotidiano e nosso futuro sejam tomadas sem nossa efetiva participação.

A experiência de 15 anos com a ViaBahia nos ensinou que não basta confiar em promessas ou em contratos mal elaborados. Precisamos garantir que o novo modelo de concessão atenda verdadeiramente às necessidades da população, com mecanismos eficazes de fiscalização e consequências reais para o não cumprimento dos compromissos.

A mobilização da sociedade civil, aliada à pressão sobre representantes políticos, é fundamental neste momento decisivo. O movimento “Duplica Sudoeste” precisa se ampliar e ganhar força para que nossa voz ecoe nos gabinetes onde as decisões são tomadas. Cada cidadão pode e deve participar desta mobilização, pois o que está em jogo é o futuro coletivo de toda uma região.

As rodovias não são apenas faixas de asfalto – são artérias de desenvolvimento, são caminhos de oportunidades, são linhas que ligam pessoas e comunidades. Uma infraestrutura adequada significa vidas preservadas, economia fortalecida e qualidade de vida para todos. É por isso que não podemos desistir desta luta. É por isso que precisamos insistir: a audiência pública deve ser em Vitória da Conquista, e a duplicação dos 80 km no Sudoeste baiano precisa ser prioridade absoluta no novo contrato de concessão.

 

JOSÉ MARIA CAIRES

DUPLICA SUDOESTE

A Coragem de Pedir Desculpas, a Força de Perdoar e a Felicidade de Esquecer

 

 

 

 

Em nossas vidas, todos enfrentamos momentos de desencontros, erros e mágoas. Seja em uma discussão com um amigo, um conflito familiar ou uma decepção amorosa, a forma como lidamos com essas situações define não apenas a qualidade de nossos relacionamentos, mas também nossa paz interior. O ditado popular “O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso. O primeiro a perdoar é o mais forte. E o primeiro a esquecer é o mais feliz” nos oferece uma lição profunda sobre virtudes humanas que, embora desafiadoras, têm o poder de transformar vidas. Vamos refletir sobre cada uma dessas ações e por que elas são tão essenciais.

A Coragem de Pedir Desculpas

Pedir desculpas é um ato que exige uma dose extraordinária de coragem. Não porque seja fácil admitir um erro, mas justamente porque não é. Quando pedimos desculpas, enfrentamos o desconforto de reconhecer nossa falibilidade e colocamos nosso ego em segundo plano. Esse gesto, porém, é um sinal de força emocional, não de fraqueza. Ele reflete humildade, respeito pelo outro e um desejo genuíno de reparar o que foi quebrado.

Imagine uma situação cotidiana: uma discussão acalorada entre colegas de trabalho por causa de um mal-entendido. O silêncio constrangedor se instala, e a tensão cresce. Se uma das partes decide romper esse ciclo e dizer “Desculpe-me, eu não quis ofender”, o que acontece? Muitas vezes, o conflito se dissolve, a confiança começa a ser reconstruída, e o ambiente se torna mais leve. Pedir desculpas não é apenas um ato de bravura pessoal; é também um passo em direção à harmonia coletiva. Coragem, aqui, significa escolher o bem maior acima do orgulho.

A Força de Perdoar

Se pedir desculpas requer coragem, perdoar demanda uma força ainda mais profunda. Perdoar não é ignorar a dor ou fingir que nada aconteceu; é fazer uma escolha consciente de soltar as correntes do ressentimento que nos prendem ao passado. Esse processo pode ser longo e doloroso, mas é também incrivelmente libertador. O perdão não é um favor que oferecemos ao outro, mas uma dádiva que concedemos a nós mesmos.

Pense em alguém que foi magoado profundamente — talvez uma traição de um amigo ou uma injustiça no trabalho. Carregar essa mágoa é como segurar um peso invisível que consome energia e rouba a alegria. Perdoar, nesse contexto, é decidir deixar esse peso para trás. Não significa esquecer o ocorrido ou aceitar que ele se repita, mas sim recusar-se a permitir que ele continue a nos ferir. Essa força interior nos torna maiores que as circunstâncias e nos devolve o controle sobre nossas emoções. O verdadeiro forte não é aquele que nunca cai, mas aquele que sabe se levantar — e perdoar é um ato supremo de levantar-se.

A Felicidade de Esquecer

E então chegamos ao esquecer, o estágio que coroa essa jornada com felicidade. Aqui, “esquecer” não é apagar memórias como se fossem arquivos descartáveis; é desapegar-se da carga emocional que elas trazem. É decidir que o passado não terá mais poder sobre o presente. Esquecer, nesse sentido, é um ato de sabedoria e autocuidado, pois nos permite viver plenamente o agora, sem os fantasmas de ontem.

Considere uma decepção amorosa. Após o fim de um relacionamento, é natural revisitar as lembranças e sentir o peso do que poderia ter sido. Mas insistir nisso nos mantém presos, enquanto esquecer — ou melhor, deixar ir — abre espaço para novas experiências. Esquecer é escolher a leveza em vez do fardo, a esperança em vez da nostalgia amarga. Quem consegue dar esse passo encontra uma felicidade serena, porque não está mais refém do que já foi. É um estado de liberdade que poucos alcançam, mas que todos podem buscar.

Conclusão

Pedir desculpas, perdoar e esquecer não são tarefas simples. Elas desafiam nosso orgulho, testam nossa resiliência e exigem que olhemos para dentro de nós mesmos com honestidade. No entanto, são justamente essas ações que nos elevam como seres humanos. O corajoso que pede desculpas constrói pontes. O forte que perdoa liberta sua alma. E o sábio que esquece encontra a felicidade verdadeira.

Padre Carlos

A Coragem de Pedir Desculpas, a Força de Perdoar e a Felicidade de Esquecer

 

 

 

 

Em nossas vidas, todos enfrentamos momentos de desencontros, erros e mágoas. Seja em uma discussão com um amigo, um conflito familiar ou uma decepção amorosa, a forma como lidamos com essas situações define não apenas a qualidade de nossos relacionamentos, mas também nossa paz interior. O ditado popular “O primeiro a pedir desculpas é o mais corajoso. O primeiro a perdoar é o mais forte. E o primeiro a esquecer é o mais feliz” nos oferece uma lição profunda sobre virtudes humanas que, embora desafiadoras, têm o poder de transformar vidas. Vamos refletir sobre cada uma dessas ações e por que elas são tão essenciais.

A Coragem de Pedir Desculpas

Pedir desculpas é um ato que exige uma dose extraordinária de coragem. Não porque seja fácil admitir um erro, mas justamente porque não é. Quando pedimos desculpas, enfrentamos o desconforto de reconhecer nossa falibilidade e colocamos nosso ego em segundo plano. Esse gesto, porém, é um sinal de força emocional, não de fraqueza. Ele reflete humildade, respeito pelo outro e um desejo genuíno de reparar o que foi quebrado.

Imagine uma situação cotidiana: uma discussão acalorada entre colegas de trabalho por causa de um mal-entendido. O silêncio constrangedor se instala, e a tensão cresce. Se uma das partes decide romper esse ciclo e dizer “Desculpe-me, eu não quis ofender”, o que acontece? Muitas vezes, o conflito se dissolve, a confiança começa a ser reconstruída, e o ambiente se torna mais leve. Pedir desculpas não é apenas um ato de bravura pessoal; é também um passo em direção à harmonia coletiva. Coragem, aqui, significa escolher o bem maior acima do orgulho.

A Força de Perdoar

Se pedir desculpas requer coragem, perdoar demanda uma força ainda mais profunda. Perdoar não é ignorar a dor ou fingir que nada aconteceu; é fazer uma escolha consciente de soltar as correntes do ressentimento que nos prendem ao passado. Esse processo pode ser longo e doloroso, mas é também incrivelmente libertador. O perdão não é um favor que oferecemos ao outro, mas uma dádiva que concedemos a nós mesmos.

Pense em alguém que foi magoado profundamente — talvez uma traição de um amigo ou uma injustiça no trabalho. Carregar essa mágoa é como segurar um peso invisível que consome energia e rouba a alegria. Perdoar, nesse contexto, é decidir deixar esse peso para trás. Não significa esquecer o ocorrido ou aceitar que ele se repita, mas sim recusar-se a permitir que ele continue a nos ferir. Essa força interior nos torna maiores que as circunstâncias e nos devolve o controle sobre nossas emoções. O verdadeiro forte não é aquele que nunca cai, mas aquele que sabe se levantar — e perdoar é um ato supremo de levantar-se.

A Felicidade de Esquecer

E então chegamos ao esquecer, o estágio que coroa essa jornada com felicidade. Aqui, “esquecer” não é apagar memórias como se fossem arquivos descartáveis; é desapegar-se da carga emocional que elas trazem. É decidir que o passado não terá mais poder sobre o presente. Esquecer, nesse sentido, é um ato de sabedoria e autocuidado, pois nos permite viver plenamente o agora, sem os fantasmas de ontem.

Considere uma decepção amorosa. Após o fim de um relacionamento, é natural revisitar as lembranças e sentir o peso do que poderia ter sido. Mas insistir nisso nos mantém presos, enquanto esquecer — ou melhor, deixar ir — abre espaço para novas experiências. Esquecer é escolher a leveza em vez do fardo, a esperança em vez da nostalgia amarga. Quem consegue dar esse passo encontra uma felicidade serena, porque não está mais refém do que já foi. É um estado de liberdade que poucos alcançam, mas que todos podem buscar.

Conclusão

Pedir desculpas, perdoar e esquecer não são tarefas simples. Elas desafiam nosso orgulho, testam nossa resiliência e exigem que olhemos para dentro de nós mesmos com honestidade. No entanto, são justamente essas ações que nos elevam como seres humanos. O corajoso que pede desculpas constrói pontes. O forte que perdoa liberta sua alma. E o sábio que esquece encontra a felicidade verdadeira.

Padre Carlos

Calçadas e Árvores: De Quem é a Responsabilidade?

 

 

 

As calçadas são o palco da vida urbana, onde pedestres transitam, crianças brincam e vizinhos se encontram. Árvores nas calçadas não só embelezam nossas ruas, mas também proporcionam sombra, melhoram a qualidade do ar e contribuem para o bem-estar geral. No entanto, questões de responsabilidade e manutenção frequentemente geram dúvidas e controvérsias. A quem pertence a calçada em frente à sua casa? Se uma árvore plantada ali causa danos a terceiros, de quem é a culpa? E você tem o direito de plantar uma árvore nessa área? Com base nas informações fornecidas pela Doutora Nadjara, explorarei essas questões em um artigo de opinião, trazendo minha perspectiva sobre o tema.

 

A calçada pertence ao município

 

A calçada em frente à sua casa não é sua propriedade, mas sim um bem público pertencente ao município. Essa é a resposta clara dada pela Dra. Nadjara Regis, Advogada administrativa e Mestre em direito-UFBAs, e eu concordo plenamente. As calçadas fazem parte do espaço urbano coletivo, destinadas ao trânsito de pedestres e à harmonia do planejamento das cidades. No entanto, há um detalhe importante: em muitos lugares, os proprietários de imóveis são obrigados a construir e manter as calçadas adjacentes às suas residências, seguindo padrões estabelecidos pela prefeitura. Isso não significa que a calçada passe a ser deles, mas sim que o município delega essa responsabilidade como uma forma de colaboração entre o poder público e o cidadão. É uma parceria prática, mas a propriedade permanece pública.

 

Responsabilidade por danos: do município, mas com nuances

 

Quando uma árvore na calçada causa prejuízos — como raízes que quebram a pavimentação ou invadem tubulações —, a responsabilidade, segundo a Doutora Nadjara, é do município. Isso ocorre porque a calçada é um bem público, e cabe à prefeitura zelar por sua integridade e pela segurança de quem a utiliza. Até mesmo se você, proprietário, plantou a árvore, a responsabilidade continua sendo do município, já que o espaço não lhe pertence. Achei essa afirmação interessante, mas acredito que ela merece uma reflexão mais profunda.

E se o plantio da árvore foi feito sem autorização da prefeitura ou contra as normas locais? Imagine uma situação em que alguém escolhe uma espécie inadequada, como uma árvore de raízes agressivas, e a planta sem consultar o município. Se essas raízes causarem danos significativos, será que o proprietário não poderia ser responsabilizado por negligência? Embora a calçada seja pública, o ato de plantar uma árvore é uma iniciativa individual que pode, em alguns casos, gerar consequências compartilhadas. Minha opinião é que, na maioria das situações, o município deve arcar com a responsabilidade, mas exceções podem surgir dependendo das circunstâncias e da legislação local.

 

Plantar árvores: permitido, mas regulamentado

 

Sobre a possibilidade de plantar uma árvore na calçada, a Doutora Nadjara esclarece que não há proibição absoluta, e eu concordo que isso é positivo. Árvores urbanas são essenciais para tornar as cidades mais verdes e habitáveis. No entanto, ela destaca um ponto crucial: o município deve ter uma política de arborização clara, com um órgão responsável por orientar os cidadãos. Isso é fundamental. Plantar uma árvore sem critério pode trazer mais problemas do que benefícios — como danos a estruturas, obstrução de vias ou riscos à segurança dos pedestres.

Acho que os cidadãos devem ter liberdade para contribuir com a arborização, mas essa liberdade precisa vir acompanhada de responsabilidade e orientação. Antes de plantar, é prudente consultar a prefeitura para saber quais espécies são permitidas e onde elas podem ser colocadas. Um bom planejamento evita transtornos futuros e garante que as árvores cumpram seu papel de melhorar o ambiente urbano.

 

Conclusão: colaboração é o caminho

 

A gestão das calçadas e das árvores que as acompanham exige um equilíbrio entre o poder público e os cidadãos. Os municípios têm a responsabilidade primária, tanto pela propriedade das calçadas quanto pelos danos que possam ocorrer, mas os proprietários também desempenham um papel importante ao mantê-las e, eventualmente, ao decidir plantar árvores. Para que essa parceria funcione, é essencial que as prefeituras invistam em políticas claras de arborização, com órgãos acessíveis que orientem a população e gerenciem solicitações como podas ou autorizações.

Minha recomendação é simples: que os cidadãos se informem sobre as normas locais e participem ativamente, enquanto os municípios facilitem esse processo com transparência e suporte. Calçadas bem cuidadas e árvores adequadamente plantadas não são apenas uma questão de responsabilidade legal, mas um compromisso coletivo para tornar nossas cidades mais seguras, bonitas e sustentáveis. Afinal, todos saem ganhando com ruas que respiram vida.

 

Calçadas e Árvores: De Quem é a Responsabilidade?

 

 

 

As calçadas são o palco da vida urbana, onde pedestres transitam, crianças brincam e vizinhos se encontram. Árvores nas calçadas não só embelezam nossas ruas, mas também proporcionam sombra, melhoram a qualidade do ar e contribuem para o bem-estar geral. No entanto, questões de responsabilidade e manutenção frequentemente geram dúvidas e controvérsias. A quem pertence a calçada em frente à sua casa? Se uma árvore plantada ali causa danos a terceiros, de quem é a culpa? E você tem o direito de plantar uma árvore nessa área? Com base nas informações fornecidas pela Doutora Nadjara, explorarei essas questões em um artigo de opinião, trazendo minha perspectiva sobre o tema.

 

A calçada pertence ao município

 

A calçada em frente à sua casa não é sua propriedade, mas sim um bem público pertencente ao município. Essa é a resposta clara dada pela Dra. Nadjara Regis, Advogada administrativa e Mestre em direito-UFBAs, e eu concordo plenamente. As calçadas fazem parte do espaço urbano coletivo, destinadas ao trânsito de pedestres e à harmonia do planejamento das cidades. No entanto, há um detalhe importante: em muitos lugares, os proprietários de imóveis são obrigados a construir e manter as calçadas adjacentes às suas residências, seguindo padrões estabelecidos pela prefeitura. Isso não significa que a calçada passe a ser deles, mas sim que o município delega essa responsabilidade como uma forma de colaboração entre o poder público e o cidadão. É uma parceria prática, mas a propriedade permanece pública.

 

Responsabilidade por danos: do município, mas com nuances

 

Quando uma árvore na calçada causa prejuízos — como raízes que quebram a pavimentação ou invadem tubulações —, a responsabilidade, segundo a Doutora Nadjara, é do município. Isso ocorre porque a calçada é um bem público, e cabe à prefeitura zelar por sua integridade e pela segurança de quem a utiliza. Até mesmo se você, proprietário, plantou a árvore, a responsabilidade continua sendo do município, já que o espaço não lhe pertence. Achei essa afirmação interessante, mas acredito que ela merece uma reflexão mais profunda.

E se o plantio da árvore foi feito sem autorização da prefeitura ou contra as normas locais? Imagine uma situação em que alguém escolhe uma espécie inadequada, como uma árvore de raízes agressivas, e a planta sem consultar o município. Se essas raízes causarem danos significativos, será que o proprietário não poderia ser responsabilizado por negligência? Embora a calçada seja pública, o ato de plantar uma árvore é uma iniciativa individual que pode, em alguns casos, gerar consequências compartilhadas. Minha opinião é que, na maioria das situações, o município deve arcar com a responsabilidade, mas exceções podem surgir dependendo das circunstâncias e da legislação local.

 

Plantar árvores: permitido, mas regulamentado

 

Sobre a possibilidade de plantar uma árvore na calçada, a Doutora Nadjara esclarece que não há proibição absoluta, e eu concordo que isso é positivo. Árvores urbanas são essenciais para tornar as cidades mais verdes e habitáveis. No entanto, ela destaca um ponto crucial: o município deve ter uma política de arborização clara, com um órgão responsável por orientar os cidadãos. Isso é fundamental. Plantar uma árvore sem critério pode trazer mais problemas do que benefícios — como danos a estruturas, obstrução de vias ou riscos à segurança dos pedestres.

Acho que os cidadãos devem ter liberdade para contribuir com a arborização, mas essa liberdade precisa vir acompanhada de responsabilidade e orientação. Antes de plantar, é prudente consultar a prefeitura para saber quais espécies são permitidas e onde elas podem ser colocadas. Um bom planejamento evita transtornos futuros e garante que as árvores cumpram seu papel de melhorar o ambiente urbano.

 

Conclusão: colaboração é o caminho

 

A gestão das calçadas e das árvores que as acompanham exige um equilíbrio entre o poder público e os cidadãos. Os municípios têm a responsabilidade primária, tanto pela propriedade das calçadas quanto pelos danos que possam ocorrer, mas os proprietários também desempenham um papel importante ao mantê-las e, eventualmente, ao decidir plantar árvores. Para que essa parceria funcione, é essencial que as prefeituras invistam em políticas claras de arborização, com órgãos acessíveis que orientem a população e gerenciem solicitações como podas ou autorizações.

Minha recomendação é simples: que os cidadãos se informem sobre as normas locais e participem ativamente, enquanto os municípios facilitem esse processo com transparência e suporte. Calçadas bem cuidadas e árvores adequadamente plantadas não são apenas uma questão de responsabilidade legal, mas um compromisso coletivo para tornar nossas cidades mais seguras, bonitas e sustentáveis. Afinal, todos saem ganhando com ruas que respiram vida.

 

ARTIGO – Quem Muito Ama, Muito Perdoa, Não se Fecha, Sai ao Encontro

 

(Padre Carlos)

A liturgia deste IV Domingo da Quaresma nos conduz ao coração do Evangelho: o amor incondicional de Deus, que se revela na misericórdia e no perdão. A Primeira Leitura (Js 5,9a.10-12) nos recorda o povo de Israel celebrando a Páscoa pela primeira vez na Terra Prometida. O maná cessou, pois Deus já os havia conduzido à abundância. Hoje, para nós, a Eucaristia é esse alimento que sustenta nossa caminhada rumo à eternidade.

Na Segunda Leitura (2Cor 5,17-21), São Paulo nos exorta a olhar para frente, pois, em Cristo, somos novas criaturas. Ele mesmo, outrora perseguidor dos cristãos, experimentou o amor que transforma e perdoa. Por isso, ele avança sem olhar para trás, consciente de que a misericórdia de Deus sempre reescreve nossa história.

O Evangelho (Lc 15,1-3.11-32) traz a conhecida parábola do Filho Pródigo, que talvez devesse ser chamada de “A Parábola do Pai Misericordioso”. Pois o centro da narrativa não é o pecado do filho nem a dureza do irmão mais velho, mas a imensa capacidade de perdão do pai. Um pai que não se fecha na mágoa, mas corre ao encontro do filho, antecipando-se ao pedido de perdão.

Essa mesma misericórdia se reflete na história de Clara, extraída do romance O Vencedor, de Frei Betto. Uma jovem que, como o filho pródigo, se perdeu nas ilusões do mundo e, ao se ver no fundo do poço, decidiu voltar para casa. Mas, como ela mesma reconhece, era tarde demais para exigir qualquer coisa. Restava apenas a esperança de que o amor dos pais superasse a dor que ela causou.

E esse amor, como o do Pai Misericordioso da parábola, não apenas a esperava, mas se manifestava em um gesto de generosidade surpreendente. Não era um simples pano de prato na goiabeira, mas um lençol inteiro, anunciando que o perdão não era tímido nem restrito, mas pleno e sem reservas.

Aqui está a essência do Evangelho: quem muito ama, muito perdoa; quem muito perdoa, não se fecha; e quem não se fecha, sai ao encontro. Deus não nos espera de braços cruzados, mas nos busca incansavelmente. Ele nos antecipa com sua graça, como fez com o filho pródigo e como fez com Clara.

Diante dessa verdade, cabe a nós perguntar: qual tem sido nossa atitude? Somos os filhos que retornam arrependidos? Somos os irmãos mais velhos, endurecidos e incapazes de perdoar? Ou somos aqueles que, como o Pai, estendemos um lençol de misericórdia sobre os erros alheios?

Que esta Quaresma nos leve à conversão profunda, para que, assim como o Pai Misericordioso, possamos viver um amor que não apenas perdoa, mas que se adianta, acolhe e transforma.

ARTIGO – Quem Muito Ama, Muito Perdoa, Não se Fecha, Sai ao Encontro

 

(Padre Carlos)

A liturgia deste IV Domingo da Quaresma nos conduz ao coração do Evangelho: o amor incondicional de Deus, que se revela na misericórdia e no perdão. A Primeira Leitura (Js 5,9a.10-12) nos recorda o povo de Israel celebrando a Páscoa pela primeira vez na Terra Prometida. O maná cessou, pois Deus já os havia conduzido à abundância. Hoje, para nós, a Eucaristia é esse alimento que sustenta nossa caminhada rumo à eternidade.

Na Segunda Leitura (2Cor 5,17-21), São Paulo nos exorta a olhar para frente, pois, em Cristo, somos novas criaturas. Ele mesmo, outrora perseguidor dos cristãos, experimentou o amor que transforma e perdoa. Por isso, ele avança sem olhar para trás, consciente de que a misericórdia de Deus sempre reescreve nossa história.

O Evangelho (Lc 15,1-3.11-32) traz a conhecida parábola do Filho Pródigo, que talvez devesse ser chamada de “A Parábola do Pai Misericordioso”. Pois o centro da narrativa não é o pecado do filho nem a dureza do irmão mais velho, mas a imensa capacidade de perdão do pai. Um pai que não se fecha na mágoa, mas corre ao encontro do filho, antecipando-se ao pedido de perdão.

Essa mesma misericórdia se reflete na história de Clara, extraída do romance O Vencedor, de Frei Betto. Uma jovem que, como o filho pródigo, se perdeu nas ilusões do mundo e, ao se ver no fundo do poço, decidiu voltar para casa. Mas, como ela mesma reconhece, era tarde demais para exigir qualquer coisa. Restava apenas a esperança de que o amor dos pais superasse a dor que ela causou.

E esse amor, como o do Pai Misericordioso da parábola, não apenas a esperava, mas se manifestava em um gesto de generosidade surpreendente. Não era um simples pano de prato na goiabeira, mas um lençol inteiro, anunciando que o perdão não era tímido nem restrito, mas pleno e sem reservas.

Aqui está a essência do Evangelho: quem muito ama, muito perdoa; quem muito perdoa, não se fecha; e quem não se fecha, sai ao encontro. Deus não nos espera de braços cruzados, mas nos busca incansavelmente. Ele nos antecipa com sua graça, como fez com o filho pródigo e como fez com Clara.

Diante dessa verdade, cabe a nós perguntar: qual tem sido nossa atitude? Somos os filhos que retornam arrependidos? Somos os irmãos mais velhos, endurecidos e incapazes de perdoar? Ou somos aqueles que, como o Pai, estendemos um lençol de misericórdia sobre os erros alheios?

Que esta Quaresma nos leve à conversão profunda, para que, assim como o Pai Misericordioso, possamos viver um amor que não apenas perdoa, mas que se adianta, acolhe e transforma.

ARTIGO – Monsenhor Bruno Baldacci: Um Legado de Fé e Dedicação

 

 

 

 

Há 19 anos, despedíamo-nos de Monsenhor Bruno Baldacci, um sacerdote cuja trajetória se confunde com a história da Igreja em nossa região. Para além de suas funções eclesiásticas, ele foi um homem de grande cultura, meu professor de latim, administrador arquidiocesano e, sobretudo, um amigo leal. Seu papel como primeiro pároco da Paróquia Nossa Senhora das Candeias consolidou sua influência espiritual e pastoral, deixando um legado inestimável.

Lembro-me com carinho do momento em que compartilhei com ele minha decisão de pedir dispensa dos ministérios. Em vez de censura ou distanciamento, recebi compreensão e apoio. Monsenhor Bruno se colocou inteiramente à disposição para me orientar espiritualmente, demonstrando sua humanidade e amor verdadeiro pelo próximo. Esse episódio resume quem ele foi: um pastor zeloso, sempre pronto a acolher e guiar aqueles que necessitavam de sua sabedoria.

Sua vida foi marcada por uma dedicação inabalável à Igreja. Como administrador, conduziu a Arquidiocese com firmeza e discernimento, ajudando a estruturar pastoralmente diversas comunidades. Como professor, formou gerações de seminaristas, transmitindo não apenas conhecimento acadêmico, mas também valores fundamentais para a caminhada sacerdotal. Como pároco, foi o alicerce sobre o qual se ergueu a Paróquia Nossa Senhora das Candeias, conduzindo o povo de Deus com amor, generosidade e espírito de serviço.

Hoje, sua memória permanece viva entre nós, refletida na história e na caminhada de nossa comunidade. O testemunho de Monsenhor Bruno continua a nos inspirar a viver o Evangelho com a mesma entrega e compromisso que ele demonstrou em vida. Seu exemplo nos lembra que a missão de um sacerdote não se limita ao altar, mas se estende às relações humanas, ao amparo espiritual e à dedicação integral ao rebanho.

Hoje, em oração, rendemos graças a Deus por sua vida e missão, confiantes de que ele descansa na luz eterna do Pai. Que sua memória siga nos guiando e fortalecendo nossa fé, inspirando-nos a manter vivo o seu legado de amor à Igreja e ao próximo.

 

ARTIGO – Monsenhor Bruno Baldacci: Um Legado de Fé e Dedicação

 

 

 

 

Há 19 anos, despedíamo-nos de Monsenhor Bruno Baldacci, um sacerdote cuja trajetória se confunde com a história da Igreja em nossa região. Para além de suas funções eclesiásticas, ele foi um homem de grande cultura, meu professor de latim, administrador arquidiocesano e, sobretudo, um amigo leal. Seu papel como primeiro pároco da Paróquia Nossa Senhora das Candeias consolidou sua influência espiritual e pastoral, deixando um legado inestimável.

Lembro-me com carinho do momento em que compartilhei com ele minha decisão de pedir dispensa dos ministérios. Em vez de censura ou distanciamento, recebi compreensão e apoio. Monsenhor Bruno se colocou inteiramente à disposição para me orientar espiritualmente, demonstrando sua humanidade e amor verdadeiro pelo próximo. Esse episódio resume quem ele foi: um pastor zeloso, sempre pronto a acolher e guiar aqueles que necessitavam de sua sabedoria.

Sua vida foi marcada por uma dedicação inabalável à Igreja. Como administrador, conduziu a Arquidiocese com firmeza e discernimento, ajudando a estruturar pastoralmente diversas comunidades. Como professor, formou gerações de seminaristas, transmitindo não apenas conhecimento acadêmico, mas também valores fundamentais para a caminhada sacerdotal. Como pároco, foi o alicerce sobre o qual se ergueu a Paróquia Nossa Senhora das Candeias, conduzindo o povo de Deus com amor, generosidade e espírito de serviço.

Hoje, sua memória permanece viva entre nós, refletida na história e na caminhada de nossa comunidade. O testemunho de Monsenhor Bruno continua a nos inspirar a viver o Evangelho com a mesma entrega e compromisso que ele demonstrou em vida. Seu exemplo nos lembra que a missão de um sacerdote não se limita ao altar, mas se estende às relações humanas, ao amparo espiritual e à dedicação integral ao rebanho.

Hoje, em oração, rendemos graças a Deus por sua vida e missão, confiantes de que ele descansa na luz eterna do Pai. Que sua memória siga nos guiando e fortalecendo nossa fé, inspirando-nos a manter vivo o seu legado de amor à Igreja e ao próximo.

 

Karde Mourão: Uma Homenagem à Coragem e ao Legado de uma Mulher Extraordinária

 

 

 

 

É com o coração pesado e uma tristeza profunda que nos despedimos de Karde Mourão, uma companheira cuja vida foi um verdadeiro testemunho de força, dedicação e amor incondicional às causas em que acreditava. Sua partida, na noite deste sábado, após uma luta incansável contra o câncer, deixa um vazio imensurável não apenas na vida de sua família — filha, mãe e irmã exemplar — mas também em todos nós que tivemos o privilégio de compartilhar de sua presença, de sua combatividade e de seu espírito generoso. Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condolências à família e aos amigos, unidos na consternação por essa perda irreparável.

Karde Mourão foi muito mais do que uma militante, jornalista do sindicato dos  farmacêutica: ela foi um símbolo de resistência e inspiração. Sua trajetória, marcada por uma firmeza inabalável e uma paixão contagiante, ecoa em cada batalha que travou e em cada vida que tocou. Na década de 80, quando morou em Conquista, Karde não apenas celebrou o nascimento de seu filho Arthur, mas também plantou sementes de transformação política e social que continuam a florescer. Sua contribuição ao Partido naquela época foi essencial, fortalecendo a luta por justiça e dignidade em um período de grandes desafios. Na imprensa sindical, sua voz era imbatível, dando visibilidade e esperança aos trabalhadores com uma habilidade jornalística brilhante e um compromisso inquestionável.

Como militânte, Karde também deixou sua marca, engajando-se nas lutas da categoria com a mesma energia que dedicava a todas as suas frentes de atuação. Sua capacidade de unir diferentes esferas da militância em prol de um objetivo comum era notável. Ela compreendia que a construção de um mundo mais justo exigia esforço em múltiplos campos, e foi exatamente isso que fez, com uma determinação que serviu de exemplo para todos ao seu redor.

Nos últimos meses, Karde enfrentou o câncer com a mesma coragem que caracterizou toda a sua existência. Sua batalha não foi apenas pela própria vida, mas um testemunho de resiliência que inspirou todos que a acompanharam. Ela nos mostrou que, mesmo diante das maiores adversidades, é possível manter a dignidade, a esperança e a vontade de lutar. Sua partida, embora nos encha de saudade, é também um convite para refletirmos sobre o legado que ela nos deixa: uma vida plena, dedicada ao bem coletivo e à defesa incansável dos valores em que acreditava.

A dor da família e dos amigos é indizível, e não há palavras capazes de aliviar completamente o peso dessa perda. Mas, em meio às lágrimas, podemos encontrar consolo na certeza de que Karde viveu intensamente e deixou um impacto que transcende o tempo. Honrar sua memória não significa apenas chorar sua ausência, mas carregar adiante os ideais que ela defendeu com tanto afinco. Que possamos, em sua homenagem, continuar lutando por um mundo mais igualitário e solidário, inspirados pelo exemplo de uma mulher que jamais se curvou diante das dificuldades.

Karde Mourão, presente! Sua luz continuará a brilhar em nossos corações e a guiar nossos passos. Descanse em paz, companheira, com a certeza de que seu legado viverá eternamente entre nós.

Karde Mourão: Uma Homenagem à Coragem e ao Legado de uma Mulher Extraordinária

 

 

 

 

É com o coração pesado e uma tristeza profunda que nos despedimos de Karde Mourão, uma companheira cuja vida foi um verdadeiro testemunho de força, dedicação e amor incondicional às causas em que acreditava. Sua partida, na noite deste sábado, após uma luta incansável contra o câncer, deixa um vazio imensurável não apenas na vida de sua família — filha, mãe e irmã exemplar — mas também em todos nós que tivemos o privilégio de compartilhar de sua presença, de sua combatividade e de seu espírito generoso. Neste momento de dor, expressamos nossas mais sinceras condolências à família e aos amigos, unidos na consternação por essa perda irreparável.

Karde Mourão foi muito mais do que uma militante, jornalista do sindicato dos  farmacêutica: ela foi um símbolo de resistência e inspiração. Sua trajetória, marcada por uma firmeza inabalável e uma paixão contagiante, ecoa em cada batalha que travou e em cada vida que tocou. Na década de 80, quando morou em Conquista, Karde não apenas celebrou o nascimento de seu filho Arthur, mas também plantou sementes de transformação política e social que continuam a florescer. Sua contribuição ao Partido naquela época foi essencial, fortalecendo a luta por justiça e dignidade em um período de grandes desafios. Na imprensa sindical, sua voz era imbatível, dando visibilidade e esperança aos trabalhadores com uma habilidade jornalística brilhante e um compromisso inquestionável.

Como militânte, Karde também deixou sua marca, engajando-se nas lutas da categoria com a mesma energia que dedicava a todas as suas frentes de atuação. Sua capacidade de unir diferentes esferas da militância em prol de um objetivo comum era notável. Ela compreendia que a construção de um mundo mais justo exigia esforço em múltiplos campos, e foi exatamente isso que fez, com uma determinação que serviu de exemplo para todos ao seu redor.

Nos últimos meses, Karde enfrentou o câncer com a mesma coragem que caracterizou toda a sua existência. Sua batalha não foi apenas pela própria vida, mas um testemunho de resiliência que inspirou todos que a acompanharam. Ela nos mostrou que, mesmo diante das maiores adversidades, é possível manter a dignidade, a esperança e a vontade de lutar. Sua partida, embora nos encha de saudade, é também um convite para refletirmos sobre o legado que ela nos deixa: uma vida plena, dedicada ao bem coletivo e à defesa incansável dos valores em que acreditava.

A dor da família e dos amigos é indizível, e não há palavras capazes de aliviar completamente o peso dessa perda. Mas, em meio às lágrimas, podemos encontrar consolo na certeza de que Karde viveu intensamente e deixou um impacto que transcende o tempo. Honrar sua memória não significa apenas chorar sua ausência, mas carregar adiante os ideais que ela defendeu com tanto afinco. Que possamos, em sua homenagem, continuar lutando por um mundo mais igualitário e solidário, inspirados pelo exemplo de uma mulher que jamais se curvou diante das dificuldades.

Karde Mourão, presente! Sua luz continuará a brilhar em nossos corações e a guiar nossos passos. Descanse em paz, companheira, com a certeza de que seu legado viverá eternamente entre nós.

FIM DA VIA BAHIA! GOVERNO FEDERAL REASSUME RODOVIAS E PROMETE REVOLUÇÃO NO ASFALTO!

O Governo Federal bateu o martelo: as rodovias BR-116, BR-324, BA-526 e BA-528 terão nova concessão, e a ViaBahia está com os dias contados! Após anos de reclamações sobre a precariedade das estradas, o Ministério dos Transportes aprovou os estudos de viabilidade para a nova concessão dos trechos que ligam Feira de Santana a Salvador e à divisa com Minas Gerais – um total de 663 km de rodovias que devem passar por uma verdadeira transformação.

O QUE VEM POR AÍ?

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) agora abrirá três audiências públicas e um canal online para que a população possa opinar sobre as mudanças antes do novo leilão, previsto para dezembro de 2025. O objetivo? Atrair grandes investimentos para modernizar as estradas, trazendo mais segurança, qualidade e eficiência para os motoristas.

Até lá, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assume a manutenção das rodovias, prometendo recuperar pavimentos e garantir a operação dos serviços.

R$ 681 MILHÕES PARA A VIA BAHIA SAIR DE CENA!

Para viabilizar a transição, o Governo fechou um acordo com a ViaBahia, que será indenizada em R$ 681 milhões. Esse valor cobre investimentos não amortizados e litígios, permitindo que a empresa se despeça de vez da concessão.

MOTORISTAS VÃO SENTIR A DIFERENÇA?

A promessa do Governo é que, com uma nova empresa assumindo a concessão, as estradas passem por uma verdadeira revolução na infraestrutura. Mas enquanto isso não acontece, o DNIT terá um grande desafio pela frente: evitar o colapso viário e garantir melhores condições de tráfego até a chegada da nova administradora.

A pergunta que fica: será que dessa vez as rodovias da Bahia finalmente terão a qualidade que os motoristas tanto esperam? 🤔🚗💨

FIM DA VIA BAHIA! GOVERNO FEDERAL REASSUME RODOVIAS E PROMETE REVOLUÇÃO NO ASFALTO!

O Governo Federal bateu o martelo: as rodovias BR-116, BR-324, BA-526 e BA-528 terão nova concessão, e a ViaBahia está com os dias contados! Após anos de reclamações sobre a precariedade das estradas, o Ministério dos Transportes aprovou os estudos de viabilidade para a nova concessão dos trechos que ligam Feira de Santana a Salvador e à divisa com Minas Gerais – um total de 663 km de rodovias que devem passar por uma verdadeira transformação.

O QUE VEM POR AÍ?

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) agora abrirá três audiências públicas e um canal online para que a população possa opinar sobre as mudanças antes do novo leilão, previsto para dezembro de 2025. O objetivo? Atrair grandes investimentos para modernizar as estradas, trazendo mais segurança, qualidade e eficiência para os motoristas.

Até lá, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) assume a manutenção das rodovias, prometendo recuperar pavimentos e garantir a operação dos serviços.

R$ 681 MILHÕES PARA A VIA BAHIA SAIR DE CENA!

Para viabilizar a transição, o Governo fechou um acordo com a ViaBahia, que será indenizada em R$ 681 milhões. Esse valor cobre investimentos não amortizados e litígios, permitindo que a empresa se despeça de vez da concessão.

MOTORISTAS VÃO SENTIR A DIFERENÇA?

A promessa do Governo é que, com uma nova empresa assumindo a concessão, as estradas passem por uma verdadeira revolução na infraestrutura. Mas enquanto isso não acontece, o DNIT terá um grande desafio pela frente: evitar o colapso viário e garantir melhores condições de tráfego até a chegada da nova administradora.

A pergunta que fica: será que dessa vez as rodovias da Bahia finalmente terão a qualidade que os motoristas tanto esperam? 🤔🚗💨

VITÓRIA DA CONQUISTA DISPARA NO RANKING E SE TORNA UM DOS MAIORES CENTROS DE GESTÃO DA BAHIA!

Vitória da Conquista acaba de consolidar sua posição como uma das cidades mais estratégicas da Bahia! O estudo Gestão do Território 2024, divulgado pelo IBGE, revelou que o município está entre os cinco maiores centros de comando e controle da rede urbana do estado, ao lado de Salvador, Feira de Santana, Juazeiro e Camaçari.

Com uma economia em expansão acelerada e uma estrutura pública cada vez mais robusta, Conquista se destaca como um polo de gestão empresarial e governamental, superando dezenas de cidades baianas e fortalecendo sua influência no cenário estadual e até nordestino.

O QUE ISSO SIGNIFICA PARA A CIDADE?

Segundo o IBGE, o ranking avalia quais municípios têm o maior poder de influência, levando em conta a presença de instituições públicas federais e estaduais, além de grandes empresas. Conquista ficou em 5º lugar na gestão empresarial e 3º na gestão pública, mostrando seu peso na economia e na administração governamental.

Para o secretário de Gestão e Inovação, Romar Barros, essa conquista confirma o crescimento sustentável da cidade:

“A posição de destaque no ranking estadual demonstra que o município exerce um papel fundamental como polo regional, atraindo investimentos, oferecendo serviços públicos estruturados e consolidando-se como um centro estratégico na Bahia.”

POR QUE CONQUISTA É UM POLO REGIONAL?

O relatório destaca que a cidade está no quarto nível de centralidade de gestão do território (Classe 4), onde estão Capitais Regionais que concentram serviços e empresas essenciais para o desenvolvimento econômico. Enquanto mais da metade das cidades baianas não possuem qualquer centralidade de gestão, Conquista se fortalece como um ponto de referência para negócios e serviços públicos.

Esse avanço é resultado de uma rede consolidada de instituições como INSS, Receita Federal, Justiça Federal e Eleitoral, além de unidades estaduais de Educação e Saúde, que aumentam a força administrativa e econômica do município.

IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO LOCAL

Com essa nova classificação, Vitória da Conquista atrai ainda mais investimentos, empresas e infraestrutura, o que pode impulsionar ainda mais a criação de empregos e oportunidades. A tendência é que o município continue crescendo e se tornando cada vez mais independente dos grandes centros como Salvador e Feira de Santana.

A pergunta que fica é: até onde Conquista pode chegar? Com a evolução do setor empresarial e a ampliação dos serviços públicos, tudo indica que o futuro da cidade será ainda mais promissor! 🚀

VITÓRIA DA CONQUISTA DISPARA NO RANKING E SE TORNA UM DOS MAIORES CENTROS DE GESTÃO DA BAHIA!

Vitória da Conquista acaba de consolidar sua posição como uma das cidades mais estratégicas da Bahia! O estudo Gestão do Território 2024, divulgado pelo IBGE, revelou que o município está entre os cinco maiores centros de comando e controle da rede urbana do estado, ao lado de Salvador, Feira de Santana, Juazeiro e Camaçari.

Com uma economia em expansão acelerada e uma estrutura pública cada vez mais robusta, Conquista se destaca como um polo de gestão empresarial e governamental, superando dezenas de cidades baianas e fortalecendo sua influência no cenário estadual e até nordestino.

O QUE ISSO SIGNIFICA PARA A CIDADE?

Segundo o IBGE, o ranking avalia quais municípios têm o maior poder de influência, levando em conta a presença de instituições públicas federais e estaduais, além de grandes empresas. Conquista ficou em 5º lugar na gestão empresarial e 3º na gestão pública, mostrando seu peso na economia e na administração governamental.

Para o secretário de Gestão e Inovação, Romar Barros, essa conquista confirma o crescimento sustentável da cidade:

“A posição de destaque no ranking estadual demonstra que o município exerce um papel fundamental como polo regional, atraindo investimentos, oferecendo serviços públicos estruturados e consolidando-se como um centro estratégico na Bahia.”

POR QUE CONQUISTA É UM POLO REGIONAL?

O relatório destaca que a cidade está no quarto nível de centralidade de gestão do território (Classe 4), onde estão Capitais Regionais que concentram serviços e empresas essenciais para o desenvolvimento econômico. Enquanto mais da metade das cidades baianas não possuem qualquer centralidade de gestão, Conquista se fortalece como um ponto de referência para negócios e serviços públicos.

Esse avanço é resultado de uma rede consolidada de instituições como INSS, Receita Federal, Justiça Federal e Eleitoral, além de unidades estaduais de Educação e Saúde, que aumentam a força administrativa e econômica do município.

IMPACTO NO DESENVOLVIMENTO LOCAL

Com essa nova classificação, Vitória da Conquista atrai ainda mais investimentos, empresas e infraestrutura, o que pode impulsionar ainda mais a criação de empregos e oportunidades. A tendência é que o município continue crescendo e se tornando cada vez mais independente dos grandes centros como Salvador e Feira de Santana.

A pergunta que fica é: até onde Conquista pode chegar? Com a evolução do setor empresarial e a ampliação dos serviços públicos, tudo indica que o futuro da cidade será ainda mais promissor! 🚀

ACIDENTE ENVOLVENDO CARRO DA CÂMARA EM CONQUISTA! IMAGENS REVELAM MOMENTO IMPACTANTE!

Mais um acidente entre carro e moto foi registrado em Vitória da Conquista na tarde desta sexta-feira (28), mas desta vez com um detalhe que chama atenção: o veículo envolvido pertence à Câmara de Vereadores e estava a serviço do gabinete da vereadora Lara Fernandes (Republicanos).

A colisão aconteceu no cruzamento das Avenidas Paramirim e Deraldo Mendes, no Bairro Brasil, e foi flagrada por uma câmera de segurança. O vídeo, que já circula nas redes sociais, mostra o exato momento em que a moto atinge lateralmente o carro oficial. O impacto foi tão forte que o motociclista chegou a ser lançado no ar antes de cair no asfalto.

Apesar do susto, o condutor da moto se levantou logo em seguida, aparentemente sem ferimentos graves. O carro, que era dirigido por um assessor da vereadora, teve danos materiais, mas ninguém ficou ferido.

A vereadora Lara Fernandes ainda não se pronunciou sobre o ocorrido, mas a expectativa é que o caso seja apurado para entender as circunstâncias da colisão. Enquanto isso, o vídeo segue sendo compartilhado.

ACIDENTE ENVOLVENDO CARRO DA CÂMARA EM CONQUISTA! IMAGENS REVELAM MOMENTO IMPACTANTE!

Mais um acidente entre carro e moto foi registrado em Vitória da Conquista na tarde desta sexta-feira (28), mas desta vez com um detalhe que chama atenção: o veículo envolvido pertence à Câmara de Vereadores e estava a serviço do gabinete da vereadora Lara Fernandes (Republicanos).

A colisão aconteceu no cruzamento das Avenidas Paramirim e Deraldo Mendes, no Bairro Brasil, e foi flagrada por uma câmera de segurança. O vídeo, que já circula nas redes sociais, mostra o exato momento em que a moto atinge lateralmente o carro oficial. O impacto foi tão forte que o motociclista chegou a ser lançado no ar antes de cair no asfalto.

Apesar do susto, o condutor da moto se levantou logo em seguida, aparentemente sem ferimentos graves. O carro, que era dirigido por um assessor da vereadora, teve danos materiais, mas ninguém ficou ferido.

A vereadora Lara Fernandes ainda não se pronunciou sobre o ocorrido, mas a expectativa é que o caso seja apurado para entender as circunstâncias da colisão. Enquanto isso, o vídeo segue sendo compartilhado.