Política e Resenha

ARTIGO – O Poder Transformador do Processo: Lições do Trigo, da Uva e da Azeitona (Padre Carlos)

 

 

 

 

Durante meus anos de formação teológica, tive um professor que frequentemente nos convidava a refletir sobre o processo de transformação. Ele costumava dizer que “o trigo moído se transforma em farinha, a uva pisada se transforma em vinho, e a azeitona prensada se transforma em azeite.” Para ele, e para todos nós, isso era mais do que uma metáfora agrícola; era uma lição espiritual e humana.

As dificuldades, a dor e os desafios, longe de serem castigos ou vingança, são processos que transformam. Assim como o trigo não se torna pão sem o forno, e a uva não se transforma em vinho sem a prensa, nós, seres humanos, passamos por experiências que muitas vezes são dolorosas, mas que carregam em si o potencial de nos tornar mais fortes, mais conscientes, e, quem sabe, mais humanos. Essa visão nos lembra que os momentos de sofrimento, em vez de serem desprezados ou evitados, precisam ser aceitos como etapas naturais da vida. Afinal, eles não são o destino final, mas parte da jornada que nos molda e fortalece.

A verdade é que, por mais que temamos a dor, é nela que encontramos muitas vezes nosso verdadeiro potencial. As dificuldades nos forçam a olhar para dentro, a confrontar nossos limites, e a redescobrir forças que nem imaginávamos possuir. Se as nossas cicatrizes falam, elas não narram derrotas; elas testemunham nossa resiliência. Cada marca em nosso corpo ou em nossa alma conta a história de alguém que enfrentou desafios, que chorou, que caiu, mas que se levantou mais sábio e mais firme.

Em meio à adversidade, podemos até nos sentir esmagados, como a uva ou a azeitona. Mas, paradoxalmente, é nesse processo de “pressão” que o que temos de mais precioso se revela. Assim como o vinho traz sabor e o azeite nutre, as experiências duras nos purificam, nos aprimoram, nos fazem enxergar com clareza o que realmente importa.

A vida, afinal, é cíclica e repleta de transformações. Cada dor enfrentada e superada é um tijolo na construção de uma versão mais plena de nós mesmos. E, por isso, o processo precisa ser visto com coragem e fé. É fácil, diante da dor, cair na tentação de desistir, de nos rendermos à amargura. Porém, se olharmos com uma perspectiva de crescimento, entenderemos que o que parece ser um fim pode, na verdade, ser o início de um novo capítulo. Como dizia o meu professor, “o processo não é uma vingança, mas um ato de transformação”.

Para aqueles que vivem tempos difíceis, lembrem-se: cada lágrima derramada é um passo em direção a uma versão mais forte de quem somos. Assim como o trigo, a uva e a azeitona, somos moldados, pisados e transformados, mas, ao final, a beleza do processo se revela em uma nova forma, mais pura e mais essencial. Aceitar o processo é aceitar a vida em toda a sua profundidade e mistério.

Que cada um de nós tenha a coragem e a fé para abraçar o ciclo das transformações, lembrando sempre que a vida, em sua essência, é um convite ao recomeço e ao renascimento.

ARTIGO – O Poder Transformador do Processo: Lições do Trigo, da Uva e da Azeitona (Padre Carlos)

 

 

 

 

Durante meus anos de formação teológica, tive um professor que frequentemente nos convidava a refletir sobre o processo de transformação. Ele costumava dizer que “o trigo moído se transforma em farinha, a uva pisada se transforma em vinho, e a azeitona prensada se transforma em azeite.” Para ele, e para todos nós, isso era mais do que uma metáfora agrícola; era uma lição espiritual e humana.

As dificuldades, a dor e os desafios, longe de serem castigos ou vingança, são processos que transformam. Assim como o trigo não se torna pão sem o forno, e a uva não se transforma em vinho sem a prensa, nós, seres humanos, passamos por experiências que muitas vezes são dolorosas, mas que carregam em si o potencial de nos tornar mais fortes, mais conscientes, e, quem sabe, mais humanos. Essa visão nos lembra que os momentos de sofrimento, em vez de serem desprezados ou evitados, precisam ser aceitos como etapas naturais da vida. Afinal, eles não são o destino final, mas parte da jornada que nos molda e fortalece.

A verdade é que, por mais que temamos a dor, é nela que encontramos muitas vezes nosso verdadeiro potencial. As dificuldades nos forçam a olhar para dentro, a confrontar nossos limites, e a redescobrir forças que nem imaginávamos possuir. Se as nossas cicatrizes falam, elas não narram derrotas; elas testemunham nossa resiliência. Cada marca em nosso corpo ou em nossa alma conta a história de alguém que enfrentou desafios, que chorou, que caiu, mas que se levantou mais sábio e mais firme.

Em meio à adversidade, podemos até nos sentir esmagados, como a uva ou a azeitona. Mas, paradoxalmente, é nesse processo de “pressão” que o que temos de mais precioso se revela. Assim como o vinho traz sabor e o azeite nutre, as experiências duras nos purificam, nos aprimoram, nos fazem enxergar com clareza o que realmente importa.

A vida, afinal, é cíclica e repleta de transformações. Cada dor enfrentada e superada é um tijolo na construção de uma versão mais plena de nós mesmos. E, por isso, o processo precisa ser visto com coragem e fé. É fácil, diante da dor, cair na tentação de desistir, de nos rendermos à amargura. Porém, se olharmos com uma perspectiva de crescimento, entenderemos que o que parece ser um fim pode, na verdade, ser o início de um novo capítulo. Como dizia o meu professor, “o processo não é uma vingança, mas um ato de transformação”.

Para aqueles que vivem tempos difíceis, lembrem-se: cada lágrima derramada é um passo em direção a uma versão mais forte de quem somos. Assim como o trigo, a uva e a azeitona, somos moldados, pisados e transformados, mas, ao final, a beleza do processo se revela em uma nova forma, mais pura e mais essencial. Aceitar o processo é aceitar a vida em toda a sua profundidade e mistério.

Que cada um de nós tenha a coragem e a fé para abraçar o ciclo das transformações, lembrando sempre que a vida, em sua essência, é um convite ao recomeço e ao renascimento.

Encontro de Cantadores: Elomar, Xangai e Renato Teixeira levam tradição e poesia à Concha Acústica do TCA

 

 

Por: Padre Carlos

Nesta terça-feira (19), a Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) em Salvador será o cenário para uma noite memorável com o “Encontro de Cantadores”. A apresentação reúne três lendas da música popular brasileira: Elomar, Xangai e Renato Teixeira. Com carreiras enraizadas na tradição e na poesia da canção brasileira, o trio promete um espetáculo onde a profundidade das letras e a simplicidade das melodias serão protagonistas, celebrando a arte do “cantar histórias”.

A partir das 19h, o público poderá se emocionar ao ouvir clássicos que marcaram gerações e evocam os rincões do Brasil, trazendo memórias e renovando o valor da cultura popular. Canções como Romaria, de Renato Teixeira, e O Violeiro, de Elomar, devem compor o setlist, intercalando narrativas sobre o sertão, a vida interiorana e a essência do povo brasileiro. Xangai, com sua interpretação cativante e energia singular, complementa o trio, enriquecendo o evento com seu talento de contador de causos.

Um Projeto para Reviver a Concha Acústica

O espetáculo marca a primeira edição do projeto “Concha para Todos”, uma iniciativa da MG Produções e Tapis Rouge Produções, que visa fortalecer os laços do público soteropolitano com a Concha Acústica, um espaço que transcende o papel de palco e se estabelece como símbolo cultural de Salvador. Ao longo dos anos, a Concha Acústica tem sido o destino preferido para artistas que buscam uma apresentação mais intimista, característica marcante desse espaço ao ar livre. Com ingressos vendidos na bilheteria do teatro e no Sympla, o evento atrai tanto admiradores antigos quanto uma nova geração de ouvintes que reconhece a importância de preservar as raízes da música brasileira.

Para a noite de hoje, a expectativa é de um espetáculo onde o público encontrará muito mais que música; encontrará história, identidade e a força de um Brasil cantado por gerações de artistas comprometidos com a verdade e a beleza da cultura popular.

Serviço
Encontro de Cantadores com Elomar, Xangai e Renato Teixeira
📅 Data: Terça-feira, 19 de novembro
Horário: 19h
📍 Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), Salvador
🎟️ Ingressos: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia), à venda na bilheteria e no Sympla

Encontro de Cantadores: Elomar, Xangai e Renato Teixeira levam tradição e poesia à Concha Acústica do TCA

 

 

Por: Padre Carlos

Nesta terça-feira (19), a Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA) em Salvador será o cenário para uma noite memorável com o “Encontro de Cantadores”. A apresentação reúne três lendas da música popular brasileira: Elomar, Xangai e Renato Teixeira. Com carreiras enraizadas na tradição e na poesia da canção brasileira, o trio promete um espetáculo onde a profundidade das letras e a simplicidade das melodias serão protagonistas, celebrando a arte do “cantar histórias”.

A partir das 19h, o público poderá se emocionar ao ouvir clássicos que marcaram gerações e evocam os rincões do Brasil, trazendo memórias e renovando o valor da cultura popular. Canções como Romaria, de Renato Teixeira, e O Violeiro, de Elomar, devem compor o setlist, intercalando narrativas sobre o sertão, a vida interiorana e a essência do povo brasileiro. Xangai, com sua interpretação cativante e energia singular, complementa o trio, enriquecendo o evento com seu talento de contador de causos.

Um Projeto para Reviver a Concha Acústica

O espetáculo marca a primeira edição do projeto “Concha para Todos”, uma iniciativa da MG Produções e Tapis Rouge Produções, que visa fortalecer os laços do público soteropolitano com a Concha Acústica, um espaço que transcende o papel de palco e se estabelece como símbolo cultural de Salvador. Ao longo dos anos, a Concha Acústica tem sido o destino preferido para artistas que buscam uma apresentação mais intimista, característica marcante desse espaço ao ar livre. Com ingressos vendidos na bilheteria do teatro e no Sympla, o evento atrai tanto admiradores antigos quanto uma nova geração de ouvintes que reconhece a importância de preservar as raízes da música brasileira.

Para a noite de hoje, a expectativa é de um espetáculo onde o público encontrará muito mais que música; encontrará história, identidade e a força de um Brasil cantado por gerações de artistas comprometidos com a verdade e a beleza da cultura popular.

Serviço
Encontro de Cantadores com Elomar, Xangai e Renato Teixeira
📅 Data: Terça-feira, 19 de novembro
Horário: 19h
📍 Local: Concha Acústica do Teatro Castro Alves (TCA), Salvador
🎟️ Ingressos: R$ 90 (inteira) e R$ 45 (meia), à venda na bilheteria e no Sympla

Urgente: Chefe da Guarda Municipal é executado em emboscada em Nova Itarana

 

 

 

José Carlos Lima dos Santos da Silva, 41 anos, ex-chefe da Guarda Municipal de Brejões, foi executado na madrugada deste domingo (17) no distrito de Serrana, em Nova Itarana.

De acordo com informações apuradas pelo Blog do Sena, José Carlos estava acompanhado de sua companheira quando foi surpreendido por homens armados que o alvejaram. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Relatos indicam que o guarda foi vítima de uma emboscada. Antes do crime, ele teria recebido uma ligação pedindo que fosse buscar uma encomenda. Ao chegar ao local, foi atacado pelos criminosos.

Sua companheira, que estava no banco do passageiro, também foi atingida pelos disparos, mas conseguiu assumir a direção do veículo e escapar da cena do crime. Ela foi levada ao Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, onde permanece internada, sem informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

José Carlos havia se afastado do comando da Guarda Municipal no primeiro semestre de 2024 para disputar uma vaga como vereador pelo partido Rede Sustentabilidade, mas não foi eleito. Ele era conhecido por seu trabalho dedicado à segurança pública no município de Brejões.

O corpo de José Carlos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié, e as investigações já estão em andamento. Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e da própria Guarda Municipal realizam diligências na tentativa de identificar os autores e motivação do crime.

A execução do ex-chefe da Guarda Municipal deixa um clima de consternação entre colegas de trabalho e moradores da região. As autoridades reforçam o apelo para que qualquer informação relevante seja repassada para as forças de segurança.

Urgente: Chefe da Guarda Municipal é executado em emboscada em Nova Itarana

 

 

 

José Carlos Lima dos Santos da Silva, 41 anos, ex-chefe da Guarda Municipal de Brejões, foi executado na madrugada deste domingo (17) no distrito de Serrana, em Nova Itarana.

De acordo com informações apuradas pelo Blog do Sena, José Carlos estava acompanhado de sua companheira quando foi surpreendido por homens armados que o alvejaram. Ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

Relatos indicam que o guarda foi vítima de uma emboscada. Antes do crime, ele teria recebido uma ligação pedindo que fosse buscar uma encomenda. Ao chegar ao local, foi atacado pelos criminosos.

Sua companheira, que estava no banco do passageiro, também foi atingida pelos disparos, mas conseguiu assumir a direção do veículo e escapar da cena do crime. Ela foi levada ao Hospital Geral Prado Valadares, em Jequié, onde permanece internada, sem informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

José Carlos havia se afastado do comando da Guarda Municipal no primeiro semestre de 2024 para disputar uma vaga como vereador pelo partido Rede Sustentabilidade, mas não foi eleito. Ele era conhecido por seu trabalho dedicado à segurança pública no município de Brejões.

O corpo de José Carlos foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Jequié, e as investigações já estão em andamento. Equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e da própria Guarda Municipal realizam diligências na tentativa de identificar os autores e motivação do crime.

A execução do ex-chefe da Guarda Municipal deixa um clima de consternação entre colegas de trabalho e moradores da região. As autoridades reforçam o apelo para que qualquer informação relevante seja repassada para as forças de segurança.

Homem morre após troca de tiros no bairro Alegria, em Vitória da Conquista

 

 

 

 

Foi identificado como Luiz Eduardo Oliveira, conhecido como “Du Bolinha”, o homem que morreu após uma intensa troca de tiros no bairro Alegria, em Vitória da Conquista, na última sexta-feira (15).

O confronto aconteceu durante uma operação policial na região, e, segundo informações apuradas pelo Blog do Sena, a troca de tiros foi intensa. Luiz Eduardo foi atingido por disparos e chegou a ser socorrido pela equipe policial, sendo encaminhado ao Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). No entanto, apesar dos esforços médicos, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

A operação que culminou no confronto integra uma série de ações realizadas pelas forças de segurança pública no município, com o objetivo de combater a criminalidade em áreas consideradas críticas. Até o momento, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o ocorrido nem confirmaram se havia outros suspeitos envolvidos na troca de tiros.

O caso está sob investigação, e a Polícia Civil deve apurar as circunstâncias do confronto. O bairro Alegria, cenário do incidente, tem sido alvo de operações devido a denúncias de atividades ilícitas, reforçando a atenção das forças policiais na região.

Mais informações sobre a operação ou atualizações sobre o caso devem ser divulgadas nos próximos dias pelas autoridades competentes.

Homem morre após troca de tiros no bairro Alegria, em Vitória da Conquista

 

 

 

 

Foi identificado como Luiz Eduardo Oliveira, conhecido como “Du Bolinha”, o homem que morreu após uma intensa troca de tiros no bairro Alegria, em Vitória da Conquista, na última sexta-feira (15).

O confronto aconteceu durante uma operação policial na região, e, segundo informações apuradas pelo Blog do Sena, a troca de tiros foi intensa. Luiz Eduardo foi atingido por disparos e chegou a ser socorrido pela equipe policial, sendo encaminhado ao Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC). No entanto, apesar dos esforços médicos, ele não resistiu aos ferimentos e veio a óbito.

A operação que culminou no confronto integra uma série de ações realizadas pelas forças de segurança pública no município, com o objetivo de combater a criminalidade em áreas consideradas críticas. Até o momento, as autoridades não divulgaram mais detalhes sobre o ocorrido nem confirmaram se havia outros suspeitos envolvidos na troca de tiros.

O caso está sob investigação, e a Polícia Civil deve apurar as circunstâncias do confronto. O bairro Alegria, cenário do incidente, tem sido alvo de operações devido a denúncias de atividades ilícitas, reforçando a atenção das forças policiais na região.

Mais informações sobre a operação ou atualizações sobre o caso devem ser divulgadas nos próximos dias pelas autoridades competentes.

Conquista e a Convocação dos Servidores Aposentados: Responsabilidade e Transparência em Foco

 

 

 

 

A Prefeitura de Vitória da Conquista iniciou um processo administrativo que lança luz sobre a relação entre legalidade e impacto social: a convocação de servidores municipais aposentados para apresentarem defesa e documentos no prazo de 10 dias úteis, conforme disposto nas portarias nº 339 e 340, publicadas no Diário Oficial do Município (DOM) na última sexta-feira (14). Essa ação decorre de uma decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF), baseada no Tema nº 1.150, que determinou a adequação dos regimes jurídicos ao texto constitucional.

Entendendo o Contexto Jurídico

O STF definiu que, no regime estatutário, a aposentadoria extingue automaticamente o vínculo de trabalho, salvo em situações específicas previstas em lei. Essa interpretação clara da Corte resultou na necessidade de adequação por parte dos municípios, incluindo Vitória da Conquista. O processo iniciado em 2023 agora atinge diversas secretarias e áreas da administração municipal, exigindo respostas rápidas e fundamentadas dos servidores envolvidos.

Embora a medida esteja amparada pela Constituição e pela Lei do Regime Jurídico dos Servidores Municipais, sua implementação prática é desafiadora. Não se trata apenas de ajustar quadros funcionais, mas de gerir a percepção pública sobre a continuidade dos serviços e a valorização dos servidores que dedicaram suas carreiras ao bem da comunidade.

Respeito ao Direito de Defesa

O prazo concedido para defesa e a possibilidade de recurso à decisão final da Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi) são garantias fundamentais do estado democrático de direito. No entanto, é necessário questionar se esses prazos são razoáveis para todos os convocados. Muitos servidores aposentados podem enfrentar barreiras de acesso à informação ou dificuldade de locomoção para entregar os documentos necessários.

Além disso, o impacto emocional dessa convocação deve ser levado em conta. Esses servidores, que por décadas contribuíram para o desenvolvimento da cidade, agora enfrentam um momento de transição que, embora legal, pode ser difícil de aceitar.

O Papel da Gestão Municipal

Para a administração pública, o desafio vai além da aplicação da lei. É uma oportunidade de conduzir o processo com sensibilidade, clareza e transparência, fortalecendo a confiança da sociedade na gestão. A comunicação com os servidores deve ser clara e acessível, e a Prefeitura deve garantir que não haja margem para interpretações de arbitrariedade ou descaso.

Adicionalmente, a administração precisa estar preparada para os impactos operacionais dessa mudança. A saída dos servidores aposentados requer planejamento rigoroso para evitar sobrecarga nos quadros ativos e assegurar a continuidade dos serviços prestados à população.

Reflexões Necessárias

Essa situação também traz à tona uma questão maior: como os municípios podem melhorar a gestão de seus quadros funcionais? A permanência de servidores aposentados é um tema que merece análise aprofundada, considerando seus benefícios e desafios. Além disso, é essencial discutir políticas de sucessão que conciliem a renovação do funcionalismo com o reconhecimento da experiência acumulada.

Conclusão

O prazo de defesa concedido aos servidores aposentados de Vitória da Conquista é parte de um processo maior e mais complexo. A cidade tem agora a oportunidade de mostrar como legalidade, planejamento e respeito podem coexistir na gestão pública. Ao agir com responsabilidade e humanidade, a administração municipal poderá transformar esse momento de ajuste em um exemplo de boa prática na administração pública, reforçando a ideia de que, no final, a gestão é sempre sobre pessoas e para pessoas.

 

Conquista e a Convocação dos Servidores Aposentados: Responsabilidade e Transparência em Foco

 

 

 

 

A Prefeitura de Vitória da Conquista iniciou um processo administrativo que lança luz sobre a relação entre legalidade e impacto social: a convocação de servidores municipais aposentados para apresentarem defesa e documentos no prazo de 10 dias úteis, conforme disposto nas portarias nº 339 e 340, publicadas no Diário Oficial do Município (DOM) na última sexta-feira (14). Essa ação decorre de uma decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal (STF), baseada no Tema nº 1.150, que determinou a adequação dos regimes jurídicos ao texto constitucional.

Entendendo o Contexto Jurídico

O STF definiu que, no regime estatutário, a aposentadoria extingue automaticamente o vínculo de trabalho, salvo em situações específicas previstas em lei. Essa interpretação clara da Corte resultou na necessidade de adequação por parte dos municípios, incluindo Vitória da Conquista. O processo iniciado em 2023 agora atinge diversas secretarias e áreas da administração municipal, exigindo respostas rápidas e fundamentadas dos servidores envolvidos.

Embora a medida esteja amparada pela Constituição e pela Lei do Regime Jurídico dos Servidores Municipais, sua implementação prática é desafiadora. Não se trata apenas de ajustar quadros funcionais, mas de gerir a percepção pública sobre a continuidade dos serviços e a valorização dos servidores que dedicaram suas carreiras ao bem da comunidade.

Respeito ao Direito de Defesa

O prazo concedido para defesa e a possibilidade de recurso à decisão final da Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi) são garantias fundamentais do estado democrático de direito. No entanto, é necessário questionar se esses prazos são razoáveis para todos os convocados. Muitos servidores aposentados podem enfrentar barreiras de acesso à informação ou dificuldade de locomoção para entregar os documentos necessários.

Além disso, o impacto emocional dessa convocação deve ser levado em conta. Esses servidores, que por décadas contribuíram para o desenvolvimento da cidade, agora enfrentam um momento de transição que, embora legal, pode ser difícil de aceitar.

O Papel da Gestão Municipal

Para a administração pública, o desafio vai além da aplicação da lei. É uma oportunidade de conduzir o processo com sensibilidade, clareza e transparência, fortalecendo a confiança da sociedade na gestão. A comunicação com os servidores deve ser clara e acessível, e a Prefeitura deve garantir que não haja margem para interpretações de arbitrariedade ou descaso.

Adicionalmente, a administração precisa estar preparada para os impactos operacionais dessa mudança. A saída dos servidores aposentados requer planejamento rigoroso para evitar sobrecarga nos quadros ativos e assegurar a continuidade dos serviços prestados à população.

Reflexões Necessárias

Essa situação também traz à tona uma questão maior: como os municípios podem melhorar a gestão de seus quadros funcionais? A permanência de servidores aposentados é um tema que merece análise aprofundada, considerando seus benefícios e desafios. Além disso, é essencial discutir políticas de sucessão que conciliem a renovação do funcionalismo com o reconhecimento da experiência acumulada.

Conclusão

O prazo de defesa concedido aos servidores aposentados de Vitória da Conquista é parte de um processo maior e mais complexo. A cidade tem agora a oportunidade de mostrar como legalidade, planejamento e respeito podem coexistir na gestão pública. Ao agir com responsabilidade e humanidade, a administração municipal poderá transformar esse momento de ajuste em um exemplo de boa prática na administração pública, reforçando a ideia de que, no final, a gestão é sempre sobre pessoas e para pessoas.

 

ARTIGO – Navegar Juntos: Um Futuro Compartilhado entre China e Brasil (Padre Carlos)

 

 

 

 

Em um mundo de mudanças vertiginosas e desafios globais, a amizade e a parceria entre nações surgem como caminhos essenciais para a construção de um futuro mais equilibrado e próspero. A recente visita de Xi Jinping ao Brasil, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reafirma essa direção ao celebrar a amizade e a cooperação entre dois gigantes em desenvolvimento — China e Brasil.

A história de trocas entre os dois países remonta há mais de 200 anos, quando produtos como o chá e especiarias chinesas cruzaram oceanos para alcançar o Brasil. Esses laços se estreitaram ainda mais ao longo dos últimos 50 anos, desde que as relações diplomáticas foram formalmente estabelecidas. Em cada troca comercial e cultural, a China e o Brasil têm colaborado para uma interação baseada em respeito e ganho mútuo, estabelecendo um exemplo de diplomacia madura entre nações de diferentes hemisférios.

Essa relação ganhou ainda mais destaque com a ascensão da China como maior parceiro comercial do Brasil, mostrando que as trocas econômicas entre os dois países não apenas prosperaram, mas também se diversificaram. Hoje, o Brasil é um dos principais fornecedores de produtos agrícolas para a China, ao passo que o país asiático se destaca como investidor em diversas áreas estratégicas brasileiras, incluindo infraestrutura, tecnologia e energia.

Contudo, mais do que um relacionamento econômico robusto, a aliança entre China e Brasil se desenvolve no campo das ideias e dos valores. Ambos os países reconhecem a importância da soberania e da autodeterminação dos povos, o que se reflete em suas posições compartilhadas em temas internacionais. China e Brasil têm sido defensores do multilateralismo e das reformas em instituições globais como o FMI e o Banco Mundial, ampliando a voz do Sul Global e defendendo uma governança internacional mais justa e inclusiva.

A visita de Xi Jinping ocorre em um momento em que o mundo se divide entre incertezas e novas possibilidades. Para esses países, navegar juntos em “vela cheia” — como sugere o ditado chinês mencionado pelo líder — implica se preparar para desafios, mas também para oportunidades em áreas como ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável. Ambos estão empenhados em avançar no caminho da modernização e em criar pontes culturais que não só aproximem os governos, mas também conectem os povos.

Na China, a música brasileira, o samba e as capivaras despertam interesse e carinho, enquanto a cultura e medicina tradicional chinesa se popularizam entre os brasileiros. Essa conexão cultural é um alicerce tão importante quanto a cooperação econômica, pois humaniza a relação e contribui para a construção de uma identidade global.

Portanto, este é o momento de a China e o Brasil consolidarem ainda mais sua parceria, transformando suas relações em um modelo de cooperação global. Em tempos de turbulência, navegar juntos sob vela cheia significa seguir em frente com coragem e confiança mútua, superando distâncias e criando um futuro compartilhado que beneficie não apenas os dois países, mas toda a humanidade.

ARTIGO – Navegar Juntos: Um Futuro Compartilhado entre China e Brasil (Padre Carlos)

 

 

 

 

Em um mundo de mudanças vertiginosas e desafios globais, a amizade e a parceria entre nações surgem como caminhos essenciais para a construção de um futuro mais equilibrado e próspero. A recente visita de Xi Jinping ao Brasil, a convite do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reafirma essa direção ao celebrar a amizade e a cooperação entre dois gigantes em desenvolvimento — China e Brasil.

A história de trocas entre os dois países remonta há mais de 200 anos, quando produtos como o chá e especiarias chinesas cruzaram oceanos para alcançar o Brasil. Esses laços se estreitaram ainda mais ao longo dos últimos 50 anos, desde que as relações diplomáticas foram formalmente estabelecidas. Em cada troca comercial e cultural, a China e o Brasil têm colaborado para uma interação baseada em respeito e ganho mútuo, estabelecendo um exemplo de diplomacia madura entre nações de diferentes hemisférios.

Essa relação ganhou ainda mais destaque com a ascensão da China como maior parceiro comercial do Brasil, mostrando que as trocas econômicas entre os dois países não apenas prosperaram, mas também se diversificaram. Hoje, o Brasil é um dos principais fornecedores de produtos agrícolas para a China, ao passo que o país asiático se destaca como investidor em diversas áreas estratégicas brasileiras, incluindo infraestrutura, tecnologia e energia.

Contudo, mais do que um relacionamento econômico robusto, a aliança entre China e Brasil se desenvolve no campo das ideias e dos valores. Ambos os países reconhecem a importância da soberania e da autodeterminação dos povos, o que se reflete em suas posições compartilhadas em temas internacionais. China e Brasil têm sido defensores do multilateralismo e das reformas em instituições globais como o FMI e o Banco Mundial, ampliando a voz do Sul Global e defendendo uma governança internacional mais justa e inclusiva.

A visita de Xi Jinping ocorre em um momento em que o mundo se divide entre incertezas e novas possibilidades. Para esses países, navegar juntos em “vela cheia” — como sugere o ditado chinês mencionado pelo líder — implica se preparar para desafios, mas também para oportunidades em áreas como ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável. Ambos estão empenhados em avançar no caminho da modernização e em criar pontes culturais que não só aproximem os governos, mas também conectem os povos.

Na China, a música brasileira, o samba e as capivaras despertam interesse e carinho, enquanto a cultura e medicina tradicional chinesa se popularizam entre os brasileiros. Essa conexão cultural é um alicerce tão importante quanto a cooperação econômica, pois humaniza a relação e contribui para a construção de uma identidade global.

Portanto, este é o momento de a China e o Brasil consolidarem ainda mais sua parceria, transformando suas relações em um modelo de cooperação global. Em tempos de turbulência, navegar juntos sob vela cheia significa seguir em frente com coragem e confiança mútua, superando distâncias e criando um futuro compartilhado que beneficie não apenas os dois países, mas toda a humanidade.

ARTIGO – Estabilidade dos Servidores e a Necessidade de uma Reforma Administrativa Urgente (Padre Carlos)

 

O debate sobre a estabilidade dos servidores públicos e a necessidade de uma reforma administrativa tem ganhado força no Brasil, impulsionado por uma combinação de insatisfação popular e limitações práticas enfrentadas pela gestão pública. O levantamento mais recente da Datafolha confirma esse sentimento: 80% dos brasileiros apoiam a demissão de funcionários públicos que não apresentem desempenho satisfatório, e 71% desejam uma reforma que mude a forma de avaliação desses profissionais. Esses dados refletem uma percepção crescente de que a estabilidade irrestrita no setor público limita a eficiência e impõe barreiras para a modernização dos serviços.

Historicamente, a estabilidade dos servidores foi implementada com o objetivo de proteger o funcionalismo contra pressões políticas e econômicas, assegurando uma atuação autônoma. No entanto, esse instrumento, inicialmente pensado para proteger o interesse público, tornou-se um fardo em muitos casos. A garantia vitalícia de emprego, que hoje abrange 65% dos servidores, foi desvirtuada, passando a favorecer interesses corporativistas e, muitas vezes, travando a gestão. Em países como Alemanha e Reino Unido, o número de funcionários com estabilidade é significativamente menor, e ainda assim a prestação de serviços é vista de forma mais positiva.

É evidente que o Brasil precisa de uma reforma administrativa que reavalie a estabilidade para tornar o serviço público mais eficaz e menos dispendioso. Esse processo não deve ser confundido com uma “caça às bruxas” ou com uma tentativa de desmantelamento do setor público, mas sim como uma medida de incentivo à produtividade e ao mérito. Tal mudança permitirá que a administração pública responda mais rapidamente às necessidades da sociedade, alocando recursos humanos de forma mais estratégica e eficiente.

O problema de baixa produtividade e ineficiência no serviço público brasileiro não se resume ao excesso de servidores, como alguns poderiam pensar. Não é a quantidade de funcionários que representa o maior desafio, mas sim a qualidade do trabalho realizado e o impacto direto disso na sociedade. A estabilidade deveria ser limitada às funções essenciais de Estado — pouco mais de 10% dos cargos —, enquanto as demais posições poderiam seguir as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como já sinalizou recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF). Essa mudança abriria um espaço para que o setor público se alinhe mais ao setor privado, que já opera sob uma lógica de produtividade e mérito.

Contudo, qualquer tentativa de reforma é rapidamente bloqueada pelos lobbies corporativistas. A resistência de sindicatos e a falta de vontade política para enfrentar essa estrutura arraigada são evidentes no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e em boa parte do Congresso. Ainda que a sociedade clame por mudanças, como demonstra a pesquisa, essas vozes frequentemente são abafadas por interesses que não representam o bem comum, mas sim uma manutenção de privilégios.

Uma reforma que consiga alinhar a estabilidade dos servidores com a produtividade e o mérito é essencial para o fortalecimento do serviço público. A avaliação e o mérito devem ser centrais, garantindo que os melhores desempenhos sejam recompensados e que aqueles que não atingem o mínimo necessário sejam reavaliados. Em um Estado que consome cerca de um terço da renda nacional em impostos, não é razoável que a população pague por um serviço que, em grande parte, considera insatisfatório.

O Brasil precisa de uma gestão pública ágil e voltada para resultados, que possa responder às demandas da sociedade com eficiência e rapidez. A estabilidade deve ser um privilégio dos cargos essenciais, garantindo sua autonomia, mas sem permitir que isso signifique um entrave à modernização. A sociedade brasileira clama por um serviço público mais transparente, produtivo e comprometido com a sua missão social. Para isso, a reforma administrativa é um passo inevitável e urgente.

ARTIGO – Estabilidade dos Servidores e a Necessidade de uma Reforma Administrativa Urgente (Padre Carlos)

 

O debate sobre a estabilidade dos servidores públicos e a necessidade de uma reforma administrativa tem ganhado força no Brasil, impulsionado por uma combinação de insatisfação popular e limitações práticas enfrentadas pela gestão pública. O levantamento mais recente da Datafolha confirma esse sentimento: 80% dos brasileiros apoiam a demissão de funcionários públicos que não apresentem desempenho satisfatório, e 71% desejam uma reforma que mude a forma de avaliação desses profissionais. Esses dados refletem uma percepção crescente de que a estabilidade irrestrita no setor público limita a eficiência e impõe barreiras para a modernização dos serviços.

Historicamente, a estabilidade dos servidores foi implementada com o objetivo de proteger o funcionalismo contra pressões políticas e econômicas, assegurando uma atuação autônoma. No entanto, esse instrumento, inicialmente pensado para proteger o interesse público, tornou-se um fardo em muitos casos. A garantia vitalícia de emprego, que hoje abrange 65% dos servidores, foi desvirtuada, passando a favorecer interesses corporativistas e, muitas vezes, travando a gestão. Em países como Alemanha e Reino Unido, o número de funcionários com estabilidade é significativamente menor, e ainda assim a prestação de serviços é vista de forma mais positiva.

É evidente que o Brasil precisa de uma reforma administrativa que reavalie a estabilidade para tornar o serviço público mais eficaz e menos dispendioso. Esse processo não deve ser confundido com uma “caça às bruxas” ou com uma tentativa de desmantelamento do setor público, mas sim como uma medida de incentivo à produtividade e ao mérito. Tal mudança permitirá que a administração pública responda mais rapidamente às necessidades da sociedade, alocando recursos humanos de forma mais estratégica e eficiente.

O problema de baixa produtividade e ineficiência no serviço público brasileiro não se resume ao excesso de servidores, como alguns poderiam pensar. Não é a quantidade de funcionários que representa o maior desafio, mas sim a qualidade do trabalho realizado e o impacto direto disso na sociedade. A estabilidade deveria ser limitada às funções essenciais de Estado — pouco mais de 10% dos cargos —, enquanto as demais posições poderiam seguir as regras da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), como já sinalizou recentemente o Supremo Tribunal Federal (STF). Essa mudança abriria um espaço para que o setor público se alinhe mais ao setor privado, que já opera sob uma lógica de produtividade e mérito.

Contudo, qualquer tentativa de reforma é rapidamente bloqueada pelos lobbies corporativistas. A resistência de sindicatos e a falta de vontade política para enfrentar essa estrutura arraigada são evidentes no governo de Luiz Inácio Lula da Silva e em boa parte do Congresso. Ainda que a sociedade clame por mudanças, como demonstra a pesquisa, essas vozes frequentemente são abafadas por interesses que não representam o bem comum, mas sim uma manutenção de privilégios.

Uma reforma que consiga alinhar a estabilidade dos servidores com a produtividade e o mérito é essencial para o fortalecimento do serviço público. A avaliação e o mérito devem ser centrais, garantindo que os melhores desempenhos sejam recompensados e que aqueles que não atingem o mínimo necessário sejam reavaliados. Em um Estado que consome cerca de um terço da renda nacional em impostos, não é razoável que a população pague por um serviço que, em grande parte, considera insatisfatório.

O Brasil precisa de uma gestão pública ágil e voltada para resultados, que possa responder às demandas da sociedade com eficiência e rapidez. A estabilidade deve ser um privilégio dos cargos essenciais, garantindo sua autonomia, mas sem permitir que isso signifique um entrave à modernização. A sociedade brasileira clama por um serviço público mais transparente, produtivo e comprometido com a sua missão social. Para isso, a reforma administrativa é um passo inevitável e urgente.

Homem é encontrado carbonizado em área próxima ao Anel Viário de Vitória da Conquista

 

 

 

 

Um corpo carbonizado foi localizado na manhã deste domingo (17), na região do Bebedouro da Onça, sentido Anel Viário, em Vitória da Conquista. A ocorrência foi registrada por volta das 11h, após populares encontrarem o cadáver e acionarem o Centro Integrado de Comunicação (CICOM).

De acordo com informações obtidas pelo Blog Política e Resenha, o corpo é de um homem e foi encontrado embaixo de uma árvore, completamente carbonizado e envolto em pneus, um detalhe que pode indicar uma execução intencional.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar o levantamento cadavérico e encaminhar o corpo para o Instituto Médico Legal (IML). O objetivo é identificar a vítima e determinar as causas da morte com mais precisão.

A Polícia Civil também esteve no local e iniciou a perícia em busca de pistas que possam levar aos autores do crime. A investigação seguirá para esclarecer a motivação e os responsáveis pelo ato, considerado de extrema violência.

O caso chama atenção pela brutalidade e reforça a importância do trabalho conjunto entre as forças de segurança e a sociedade para combater a criminalidade na região.

 

Homem é encontrado carbonizado em área próxima ao Anel Viário de Vitória da Conquista

 

 

 

 

Um corpo carbonizado foi localizado na manhã deste domingo (17), na região do Bebedouro da Onça, sentido Anel Viário, em Vitória da Conquista. A ocorrência foi registrada por volta das 11h, após populares encontrarem o cadáver e acionarem o Centro Integrado de Comunicação (CICOM).

De acordo com informações obtidas pelo Blog Política e Resenha, o corpo é de um homem e foi encontrado embaixo de uma árvore, completamente carbonizado e envolto em pneus, um detalhe que pode indicar uma execução intencional.

O Departamento de Polícia Técnica (DPT) foi acionado para realizar o levantamento cadavérico e encaminhar o corpo para o Instituto Médico Legal (IML). O objetivo é identificar a vítima e determinar as causas da morte com mais precisão.

A Polícia Civil também esteve no local e iniciou a perícia em busca de pistas que possam levar aos autores do crime. A investigação seguirá para esclarecer a motivação e os responsáveis pelo ato, considerado de extrema violência.

O caso chama atenção pela brutalidade e reforça a importância do trabalho conjunto entre as forças de segurança e a sociedade para combater a criminalidade na região.

 

Dom Zanoni no G20: A Fé como Força Transformadora

 

A presença de Dom Zanoni Demettino Castro, Arcebispo de Feira de Santana, no Fórum Inter-religioso do G20 transcendeu o simbolismo. Foi um momento em que a voz profética da Igreja encontrou um palco global para ecoar os clamores de justiça, paz e dignidade humana. Em um mundo dividido por desigualdades e crises, Dom Zanoni se apresentou como um pastor comprometido não apenas com a fé, mas com ações concretas para transformar a realidade.

Sua mensagem, enraizada na doutrina social da Igreja, não foi apenas um apelo abstrato. Ao contrário, ele trouxe à tona exemplos práticos que revelam como a fé pode se traduzir em ações efetivas. Desde o combate à fome e à pobreza, por meio de iniciativas como a Pastoral da Criança e a Cáritas, até a defesa da criação e dos direitos dos povos indígenas, Dom Zanoni mostrou que o evangelho é, antes de tudo, um chamado à prática da justiça.

Um dos momentos mais marcantes de sua participação foi o relato sobre o trabalho desenvolvido com comunidades quilombolas na Bahia. Ali, a presença da Igreja vai além do campo espiritual, adentrando as trincheiras da luta por direitos, inclusão e dignidade. É um testemunho vivo de que a Igreja, quando engajada com os mais vulneráveis, se torna um agente de transformação social.

Dom Zanoni também destacou a necessidade de ações inter-religiosas e ecumênicas, particularmente no combate ao tráfico humano, uma das chagas mais vergonhosas do nosso tempo. Sua defesa da economia solidária, como alternativa ao sistema econômico excludente, reforça sua visão de que a fé deve ser uma força propulsora de mudanças estruturais.

Sua atuação no G20 nos recorda que a Igreja tem um papel insubstituível nos grandes desafios do nosso tempo. Enquanto o mundo busca respostas para crises globais, a presença de Dom Zanoni é um lembrete de que a fé, aliada à ação, é uma ferramenta poderosa para construir um futuro mais justo e solidário.

Mais do que um líder religioso, Dom Zanoni se mostrou um verdadeiro profeta contemporâneo, alguém que não apenas denuncia as injustiças, mas também aponta caminhos concretos para a transformação. Sua voz no G20 não foi apenas um eco; foi um grito por um mundo onde a paz e a justiça não sejam apenas ideais, mas realidades vividas.

Padre Carlos

Dom Zanoni no G20: A Fé como Força Transformadora

 

A presença de Dom Zanoni Demettino Castro, Arcebispo de Feira de Santana, no Fórum Inter-religioso do G20 transcendeu o simbolismo. Foi um momento em que a voz profética da Igreja encontrou um palco global para ecoar os clamores de justiça, paz e dignidade humana. Em um mundo dividido por desigualdades e crises, Dom Zanoni se apresentou como um pastor comprometido não apenas com a fé, mas com ações concretas para transformar a realidade.

Sua mensagem, enraizada na doutrina social da Igreja, não foi apenas um apelo abstrato. Ao contrário, ele trouxe à tona exemplos práticos que revelam como a fé pode se traduzir em ações efetivas. Desde o combate à fome e à pobreza, por meio de iniciativas como a Pastoral da Criança e a Cáritas, até a defesa da criação e dos direitos dos povos indígenas, Dom Zanoni mostrou que o evangelho é, antes de tudo, um chamado à prática da justiça.

Um dos momentos mais marcantes de sua participação foi o relato sobre o trabalho desenvolvido com comunidades quilombolas na Bahia. Ali, a presença da Igreja vai além do campo espiritual, adentrando as trincheiras da luta por direitos, inclusão e dignidade. É um testemunho vivo de que a Igreja, quando engajada com os mais vulneráveis, se torna um agente de transformação social.

Dom Zanoni também destacou a necessidade de ações inter-religiosas e ecumênicas, particularmente no combate ao tráfico humano, uma das chagas mais vergonhosas do nosso tempo. Sua defesa da economia solidária, como alternativa ao sistema econômico excludente, reforça sua visão de que a fé deve ser uma força propulsora de mudanças estruturais.

Sua atuação no G20 nos recorda que a Igreja tem um papel insubstituível nos grandes desafios do nosso tempo. Enquanto o mundo busca respostas para crises globais, a presença de Dom Zanoni é um lembrete de que a fé, aliada à ação, é uma ferramenta poderosa para construir um futuro mais justo e solidário.

Mais do que um líder religioso, Dom Zanoni se mostrou um verdadeiro profeta contemporâneo, alguém que não apenas denuncia as injustiças, mas também aponta caminhos concretos para a transformação. Sua voz no G20 não foi apenas um eco; foi um grito por um mundo onde a paz e a justiça não sejam apenas ideais, mas realidades vividas.

Padre Carlos

ARTIGO – A Verdade da Idade (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje, ao ouvir minha filha me chamar de velho, senti uma daquelas pontadas que só palavras ditas por quem amamos conseguem provocar. Não era ofensa, tampouco desrespeito, mas a declaração despretensiosa da juventude – espontânea e certeira. Aparentemente inofensiva, aquela palavra desencadeou em mim um turbilhão de reflexões. Recordei-me, então, do poema de José Saramago, que há tempos guardo com carinho na memória: “Quantos anos eu tenho? O que importa isso? Tenho a idade que escolho e que sinto!”

Nessa sociedade que insiste em medir cada momento com rótulos de juventude ou velhice, esse poema de Saramago nos coloca em uma posição de resistência, uma posição de liberdade sobre o tempo. Ele ecoa a ideia de que a idade verdadeira não reside no calendário, mas na forma com que enfrentamos o mundo, no vigor das nossas convicções, na ousadia de defender o que acreditamos. A idade, afinal, é muito mais do que os números nos documentos, é a intensidade com que vivemos e a profundidade das marcas que acumulamos.

É natural que as gerações mais novas encarem a nossa idade como algo distante, até ultrapassado, enquanto nós, que já percorremos uma longa estrada, vemos a vida com a serenidade de quem entende que o essencial nem sempre pode ser apressado. Para os jovens, a vida é promessa e impulso. Para nós, a vida é uma mescla de promessas cumpridas e algumas que ficaram pelo caminho – mas todas, de uma maneira ou de outra, nos ensinaram a viver com mais leveza e sensatez.

O “velho”, que para muitos jovens é sinônimo de um estado de inatividade, para nós, é uma espécie de liberdade alcançada. Não precisamos mais provar nada, nem a nós mesmos nem a ninguém. Temos, como Saramago diz, “a idade em que as coisas são vistas com serenidade, mas com o desejo incessante de continuar crescendo.” Porque se a juventude acredita na mudança pela ação, a maturidade acredita no poder da persistência, da sabedoria acumulada.

Essa liberdade, conquistada aos poucos, nos permite viver a vida sem a pressa dos que temem o tempo. Não há mais o peso do “preciso chegar lá”, mas sim a paz de “estou no caminho”. E se nossa idade nos dá o direito de recusar rótulos, também nos permite aceitar com serenidade cada curva da jornada. Afinal, como o poema de Saramago tão bem expressa, o que importa não é o número que carregamos, mas o que ainda arde dentro de nós – a chama de quem segue amando, aprendendo, e talvez, até errando.

Diante do comentário da minha filha, não me sinto ofendido, mas curioso. Talvez seja o momento de refletir com ela, e com todos os que nos veem “velhos”, sobre o que realmente significa amadurecer. Que a velhice, mais do que um limite, é a nossa permissão para fazer as pazes com os erros, celebrar as conquistas, e carregar conosco somente aquilo que realmente importa. Assim como o poeta, escolho ter a idade da coragem de ser verdadeiro, da paz interior e da convicção de que o essencial sempre ultrapassa o tempo.

ARTIGO – A Verdade da Idade (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje, ao ouvir minha filha me chamar de velho, senti uma daquelas pontadas que só palavras ditas por quem amamos conseguem provocar. Não era ofensa, tampouco desrespeito, mas a declaração despretensiosa da juventude – espontânea e certeira. Aparentemente inofensiva, aquela palavra desencadeou em mim um turbilhão de reflexões. Recordei-me, então, do poema de José Saramago, que há tempos guardo com carinho na memória: “Quantos anos eu tenho? O que importa isso? Tenho a idade que escolho e que sinto!”

Nessa sociedade que insiste em medir cada momento com rótulos de juventude ou velhice, esse poema de Saramago nos coloca em uma posição de resistência, uma posição de liberdade sobre o tempo. Ele ecoa a ideia de que a idade verdadeira não reside no calendário, mas na forma com que enfrentamos o mundo, no vigor das nossas convicções, na ousadia de defender o que acreditamos. A idade, afinal, é muito mais do que os números nos documentos, é a intensidade com que vivemos e a profundidade das marcas que acumulamos.

É natural que as gerações mais novas encarem a nossa idade como algo distante, até ultrapassado, enquanto nós, que já percorremos uma longa estrada, vemos a vida com a serenidade de quem entende que o essencial nem sempre pode ser apressado. Para os jovens, a vida é promessa e impulso. Para nós, a vida é uma mescla de promessas cumpridas e algumas que ficaram pelo caminho – mas todas, de uma maneira ou de outra, nos ensinaram a viver com mais leveza e sensatez.

O “velho”, que para muitos jovens é sinônimo de um estado de inatividade, para nós, é uma espécie de liberdade alcançada. Não precisamos mais provar nada, nem a nós mesmos nem a ninguém. Temos, como Saramago diz, “a idade em que as coisas são vistas com serenidade, mas com o desejo incessante de continuar crescendo.” Porque se a juventude acredita na mudança pela ação, a maturidade acredita no poder da persistência, da sabedoria acumulada.

Essa liberdade, conquistada aos poucos, nos permite viver a vida sem a pressa dos que temem o tempo. Não há mais o peso do “preciso chegar lá”, mas sim a paz de “estou no caminho”. E se nossa idade nos dá o direito de recusar rótulos, também nos permite aceitar com serenidade cada curva da jornada. Afinal, como o poema de Saramago tão bem expressa, o que importa não é o número que carregamos, mas o que ainda arde dentro de nós – a chama de quem segue amando, aprendendo, e talvez, até errando.

Diante do comentário da minha filha, não me sinto ofendido, mas curioso. Talvez seja o momento de refletir com ela, e com todos os que nos veem “velhos”, sobre o que realmente significa amadurecer. Que a velhice, mais do que um limite, é a nossa permissão para fazer as pazes com os erros, celebrar as conquistas, e carregar conosco somente aquilo que realmente importa. Assim como o poeta, escolho ter a idade da coragem de ser verdadeiro, da paz interior e da convicção de que o essencial sempre ultrapassa o tempo.