Política e Resenha

Conquista: Geddel diz que Lúcia Rocha terá estrutura de campanha, lembra que eleição é em dois turnos e pede neutralidade do governador

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) disse nesta sexta-feira (08) que a vereadora Lúcia Rocha (MDB) “terá toda a estrutura de campanha necessária para vencer as eleições majoritárias em Vitória da Conquista”. Ele rebateu ataques feitos por aliados da base do governador Jerônimo Rodrigues de que a pré-candidata emedebista não terá fôlego para manter uma campanha até o final sem o apoio do PT, que lançou o deputado federal Waldenor Pereira.

“Eu vou arranjar a estrutura, toda ela. O MDB nacional vai dar a estrutura, inclusive para a propaganda. Lúcia Rocha lidera as pesquisas, é o nome mais competitivo. Repito: não faltará respaldo político e estrutural. Essas forças não tão ocultas assim não vão conseguir o que querem. Podemos muito bem ter duas candidaturas da base em Conquista porque é um município com eleição em dois turnos. No segundo turno, o candidato da base do governo que avançar certamente terá o apoio do outro”, afirmou Geddel.

O ex-ministro garantiu que o MDB não vai fazer “barganhas” para retirar a pré-candidatura. Com isso, descartou que o partido aceite abrir mão do nome da vereadora em troca do apoio do PT para emplacar o deputado estadual Rogério Andrade, que é emedebista, no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Se o parlamentar for para a Corte, Lúcia Rocha, primeira suplente, assume a cadeira na Assembleia.

“Se quiserem apoiar Rogéria Andrade para o TCM é ótimo, pois trata-se de um deputado experiente e preparado. Lúcia pode ser candidata a prefeita com o mandato de deputada estadual, sendo da base governista. Nada impede isso. O fato é que precisamos acabar com essa polarização que existe em Conquista entre a pseudo direita e a pseudo esquerda. Lúcia tem sete mandatos de vereadora e sempre deu votações expressivas a quem apoiou”, argumentou Geddel.

O ex-ministro considerou natural Jerônimo participar da reunião do diretório do PT que foi estrategicamente marcada para Vitória da Conquista, no próximo dia 17, para fortalecer a pré-candidatura de Waldenor Pereira. “Isso é legítimo. O que não é legítimo é tentar minar candidaturas de aliados que apoiaram o governador nas eleições de 2022”, ponderou.

“Jerônimo tem dito, e eu acredito nele, que não vai subir em palanques nos municípios em que houver mais de uma candidatura da base, de pessoas que ralaram com ele na campanha, como foi o caso de Lúcia Rocha, que acreditou nele quando o atual governador tinha 2% das intenções de voto em 2022. É isso que esperamos”, complementou.

Geddel ressaltou ainda que o MDB está disposto a dialogar com o o PT em Vitória da Conquista e em municípios considerados prioritários pelo comando petista na Bahia, a exemplo de Feira de Santana e Camaçari. “Sobre Camaçari, temos candidato nosso (o radialista Oswaldinho Marcolino). Em Feira, onde temos conversado com todas as forças políticas, inclusive da oposição ao governo do Estado, estamos abertos também para dialogar com o PT”.

Conquista: Geddel diz que Lúcia Rocha terá estrutura de campanha, lembra que eleição é em dois turnos e pede neutralidade do governador

O ex-ministro Geddel Vieira Lima (MDB) disse nesta sexta-feira (08) que a vereadora Lúcia Rocha (MDB) “terá toda a estrutura de campanha necessária para vencer as eleições majoritárias em Vitória da Conquista”. Ele rebateu ataques feitos por aliados da base do governador Jerônimo Rodrigues de que a pré-candidata emedebista não terá fôlego para manter uma campanha até o final sem o apoio do PT, que lançou o deputado federal Waldenor Pereira.

“Eu vou arranjar a estrutura, toda ela. O MDB nacional vai dar a estrutura, inclusive para a propaganda. Lúcia Rocha lidera as pesquisas, é o nome mais competitivo. Repito: não faltará respaldo político e estrutural. Essas forças não tão ocultas assim não vão conseguir o que querem. Podemos muito bem ter duas candidaturas da base em Conquista porque é um município com eleição em dois turnos. No segundo turno, o candidato da base do governo que avançar certamente terá o apoio do outro”, afirmou Geddel.

O ex-ministro garantiu que o MDB não vai fazer “barganhas” para retirar a pré-candidatura. Com isso, descartou que o partido aceite abrir mão do nome da vereadora em troca do apoio do PT para emplacar o deputado estadual Rogério Andrade, que é emedebista, no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). Se o parlamentar for para a Corte, Lúcia Rocha, primeira suplente, assume a cadeira na Assembleia.

“Se quiserem apoiar Rogéria Andrade para o TCM é ótimo, pois trata-se de um deputado experiente e preparado. Lúcia pode ser candidata a prefeita com o mandato de deputada estadual, sendo da base governista. Nada impede isso. O fato é que precisamos acabar com essa polarização que existe em Conquista entre a pseudo direita e a pseudo esquerda. Lúcia tem sete mandatos de vereadora e sempre deu votações expressivas a quem apoiou”, argumentou Geddel.

O ex-ministro considerou natural Jerônimo participar da reunião do diretório do PT que foi estrategicamente marcada para Vitória da Conquista, no próximo dia 17, para fortalecer a pré-candidatura de Waldenor Pereira. “Isso é legítimo. O que não é legítimo é tentar minar candidaturas de aliados que apoiaram o governador nas eleições de 2022”, ponderou.

“Jerônimo tem dito, e eu acredito nele, que não vai subir em palanques nos municípios em que houver mais de uma candidatura da base, de pessoas que ralaram com ele na campanha, como foi o caso de Lúcia Rocha, que acreditou nele quando o atual governador tinha 2% das intenções de voto em 2022. É isso que esperamos”, complementou.

Geddel ressaltou ainda que o MDB está disposto a dialogar com o o PT em Vitória da Conquista e em municípios considerados prioritários pelo comando petista na Bahia, a exemplo de Feira de Santana e Camaçari. “Sobre Camaçari, temos candidato nosso (o radialista Oswaldinho Marcolino). Em Feira, onde temos conversado com todas as forças políticas, inclusive da oposição ao governo do Estado, estamos abertos também para dialogar com o PT”.

ARTIGO – Reflexões sobre a Votação do FENISA III: Uma Análise Sobre a Postura dos Vereadores

O ano de 2023 na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista ficou marcado por debates acalorados, e um dos temas que mais gerou polêmica foi a votação do projeto de lei para autorizar um empréstimo via FENISA III. A aprovação, embora tenha prevalecido, não ocorreu sem resistência, especialmente por parte dos vereadores da oposição, que argumentavam contra a necessidade e a responsabilidade fiscal do empréstimo.

 

Contudo, o que observamos hoje é um cenário que, de certa forma, contradiz as posições expressas na época. Alguns vereadores que votaram contra o empréstimo agora estão associando-se positivamente às obras realizadas com os recursos do FENISA III em busca de apoio e reconhecimento eleitoral. Essa atitude, porém, levanta questionamentos sobre a coerência e a ética na política local.

 

A população, bem informada sobre quem votou a favor ou contra o projeto, pode perceber a inconsistência entre as críticas passadas e o atual aproveitamento político das melhorias realizadas. Isso evidencia a complexidade das decisões políticas e a necessidade de uma análise mais aprofundada.

 

Seria razoável esperar que os vereadores que se opuseram ao FENISA III reconhecessem as mudanças positivas na cidade, expressas através das obras realizadas. A honestidade em admitir a importância dessas melhorias, mesmo que inicialmente questionadas, seria um gesto que resgataria a confiança dos eleitores.

 

Em vez de adotar uma postura mais crítica, podemos encorajar o diálogo construtivo entre vereadores de diferentes posições políticas. Esse processo poderia envolver uma reflexão coletiva sobre as decisões tomadas e o impacto real dessas ações no bem-estar da comunidade.

 

O respeito mútuo entre os vereadores, independentemente das divergências passadas, é fundamental para fortalecer o ambiente político local. Afinal, a construção de uma sociedade mais justa e progressista exige cooperação e diálogo contínuos.

 

Neste momento crucial, é fundamental que os eleitores estejam atentos às nuances do debate político, reconhecendo as complexidades inerentes às decisões tomadas pelos representantes. A reflexão e a compreensão mútua são instrumentos poderosos para promover uma política mais ética e transparente em nossa cidade.

 

(Padre Carlos)

ARTIGO – Reflexões sobre a Votação do FENISA III: Uma Análise Sobre a Postura dos Vereadores

O ano de 2023 na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista ficou marcado por debates acalorados, e um dos temas que mais gerou polêmica foi a votação do projeto de lei para autorizar um empréstimo via FENISA III. A aprovação, embora tenha prevalecido, não ocorreu sem resistência, especialmente por parte dos vereadores da oposição, que argumentavam contra a necessidade e a responsabilidade fiscal do empréstimo.

 

Contudo, o que observamos hoje é um cenário que, de certa forma, contradiz as posições expressas na época. Alguns vereadores que votaram contra o empréstimo agora estão associando-se positivamente às obras realizadas com os recursos do FENISA III em busca de apoio e reconhecimento eleitoral. Essa atitude, porém, levanta questionamentos sobre a coerência e a ética na política local.

 

A população, bem informada sobre quem votou a favor ou contra o projeto, pode perceber a inconsistência entre as críticas passadas e o atual aproveitamento político das melhorias realizadas. Isso evidencia a complexidade das decisões políticas e a necessidade de uma análise mais aprofundada.

 

Seria razoável esperar que os vereadores que se opuseram ao FENISA III reconhecessem as mudanças positivas na cidade, expressas através das obras realizadas. A honestidade em admitir a importância dessas melhorias, mesmo que inicialmente questionadas, seria um gesto que resgataria a confiança dos eleitores.

 

Em vez de adotar uma postura mais crítica, podemos encorajar o diálogo construtivo entre vereadores de diferentes posições políticas. Esse processo poderia envolver uma reflexão coletiva sobre as decisões tomadas e o impacto real dessas ações no bem-estar da comunidade.

 

O respeito mútuo entre os vereadores, independentemente das divergências passadas, é fundamental para fortalecer o ambiente político local. Afinal, a construção de uma sociedade mais justa e progressista exige cooperação e diálogo contínuos.

 

Neste momento crucial, é fundamental que os eleitores estejam atentos às nuances do debate político, reconhecendo as complexidades inerentes às decisões tomadas pelos representantes. A reflexão e a compreensão mútua são instrumentos poderosos para promover uma política mais ética e transparente em nossa cidade.

 

(Padre Carlos)

O Primeiro Ano de Jerônimo Rodrigues: Marcando a Continuidade do Projeto Vitorioso na Bahia

 

Ao completar seu primeiro ano à frente do governo baiano, o governador Jerônimo Rodrigues tem cumprido o que prometeu em sua campanha: dar continuidade ao projeto político que trouxe desenvolvimento e progresso para o estado nos últimos anos. Sua gestão tem sido pautada pela manutenção de conquistas importantes ao mesmo tempo em que imprime sua própria marca.

Logo nos primeiros meses, ficou claro o compromisso de Jerônimo com a estabilidade e continuidade de políticas públicas fundamentais. Houve a manutenção de investimentos em áreas prioritárias como saúde, educação, segurança e geração de empregos. Essa permanência de rumos foi essencial para garantir que o trabalho de gestões passadas não fosse interrompido, o que poderia representar graves retrocessos.

Ao mesmo tempo, o governador também apresentou iniciativas alinhadas ao seu plano de governo e visão para o futuro da Bahia. Suas ações têm focado na redução das desigualdades sociais, com programas que levam mais oportunidades a regiões historicamente menos assistidas. Outro ponto de destaque é a agenda ambiental, que vem ganhando cada vez mais espaço e investimentos.

Nesse primeiro ano, os desafios certamente não faltaram. As dificuldades fiscais do estado e os impactos sociais e econômicos da pandemia testaram a capacidade de gestão de Jerônimo. No entanto, os resultados obtidos até agora sinalizam competência e firmeza no comando administrativo. A aprovação popular se mantém alta, refletindo a satisfação com os rumos adotados.

Portanto, neste primeiro ano à frente dos destinos baianos, Jerônimo conseguiu conciliar continuidade e sua marca pessoal na gestão, trazendo avanços em variadas frentes. Seu desempenho eleva as expectativas sobre os próximos anos de seu governo. A Bahia segue sendo protagonista em indicadores de crescimento e bemestar social, evidenciando a assertividade da escolha feita nas urnas em 2022. O projeto vitorioso iniciado em governos passados segue vivo e forte.

Continuidade e avanços

Ao longo deste primeiro ano, Jerônimo Rodrigues cumpriu a promessa de manter as conquistas alcançadas nos anos anteriores. Os investimentos em saúde, educação e segurança pública foram mantidos ou até mesmo ampliados. O estado também continuou a avançar em áreas como infraestrutura e geração de empregos.

Um exemplo disso é o programa “Baiano de Valor”, que oferece bolsas de estudo para estudantes de baixa renda. O programa já beneficia mais de 100 mil alunos em todo o estado. Outra iniciativa importante é o “Baiano Digital”, que oferece cursos de qualificação profissional para jovens e adultos.

No campo da saúde, o governo investiu na ampliação e modernização da rede hospitalar. Também foi lançado o programa “Saúde de Valor”, que visa melhorar o acesso a serviços de saúde de qualidade para a população baiana.

Na segurança pública, o governo reforçou o efetivo da Polícia Militar e da Polícia Civil. Também foram adotadas medidas para combater a criminalidade, como o aumento do número de câmeras de segurança nas ruas.

Marca pessoal

Além de manter as conquistas anteriores, Jerônimo Rodrigues também imprimiu sua marca pessoal na gestão. Sua visão de um estado mais inclusivo e desenvolvido tem moldado suas políticas, evidenciando um compromisso com a melhoria contínua.

Isso inclui iniciativas que visam reduzir as desigualdades sociais, promover a sustentabilidade e impulsionar a economia local. Um exemplo disso é o programa “Bahia Sem Miséria”, que visa erradicar a pobreza extrema no estado.

Outra iniciativa importante é o “Baia Azul”, que visa proteger o meio ambiente e promover o turismo sustentável. Também foi lançado o “Baianão”, um programa de incentivo ao empreendedorismo e à geração de empregos.

Desafios e perspectivas futuras

Apesar dos progressos, desafios persistem, como é natural em qualquer administração. O governador enfrenta a responsabilidade de manter o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, bem como de lidar com as demandas de uma sociedade em constante evolução.

Contudo, sua experiência e visão estratégica são elementos que fortalecem a confiança na superação desses obstáculos.

Portanto, ao completar um ano no comando da Bahia, Jerônimo Rodrigues destaca-se não apenas como um gestor eficiente, mas como um líder comprometido com o bem-estar de sua população. Sua administração representa a continuidade de um projeto político que se mostrou vitorioso, sinalizando um futuro promissor para o estado.

À medida que avançamos para os próximos anos, a expectativa é que a Bahia continue trilhando o caminho do progresso sob a liderança dedicada de Jerônimo Rodrigues.

O Primeiro Ano de Jerônimo Rodrigues: Marcando a Continuidade do Projeto Vitorioso na Bahia

 

Ao completar seu primeiro ano à frente do governo baiano, o governador Jerônimo Rodrigues tem cumprido o que prometeu em sua campanha: dar continuidade ao projeto político que trouxe desenvolvimento e progresso para o estado nos últimos anos. Sua gestão tem sido pautada pela manutenção de conquistas importantes ao mesmo tempo em que imprime sua própria marca.

Logo nos primeiros meses, ficou claro o compromisso de Jerônimo com a estabilidade e continuidade de políticas públicas fundamentais. Houve a manutenção de investimentos em áreas prioritárias como saúde, educação, segurança e geração de empregos. Essa permanência de rumos foi essencial para garantir que o trabalho de gestões passadas não fosse interrompido, o que poderia representar graves retrocessos.

Ao mesmo tempo, o governador também apresentou iniciativas alinhadas ao seu plano de governo e visão para o futuro da Bahia. Suas ações têm focado na redução das desigualdades sociais, com programas que levam mais oportunidades a regiões historicamente menos assistidas. Outro ponto de destaque é a agenda ambiental, que vem ganhando cada vez mais espaço e investimentos.

Nesse primeiro ano, os desafios certamente não faltaram. As dificuldades fiscais do estado e os impactos sociais e econômicos da pandemia testaram a capacidade de gestão de Jerônimo. No entanto, os resultados obtidos até agora sinalizam competência e firmeza no comando administrativo. A aprovação popular se mantém alta, refletindo a satisfação com os rumos adotados.

Portanto, neste primeiro ano à frente dos destinos baianos, Jerônimo conseguiu conciliar continuidade e sua marca pessoal na gestão, trazendo avanços em variadas frentes. Seu desempenho eleva as expectativas sobre os próximos anos de seu governo. A Bahia segue sendo protagonista em indicadores de crescimento e bemestar social, evidenciando a assertividade da escolha feita nas urnas em 2022. O projeto vitorioso iniciado em governos passados segue vivo e forte.

Continuidade e avanços

Ao longo deste primeiro ano, Jerônimo Rodrigues cumpriu a promessa de manter as conquistas alcançadas nos anos anteriores. Os investimentos em saúde, educação e segurança pública foram mantidos ou até mesmo ampliados. O estado também continuou a avançar em áreas como infraestrutura e geração de empregos.

Um exemplo disso é o programa “Baiano de Valor”, que oferece bolsas de estudo para estudantes de baixa renda. O programa já beneficia mais de 100 mil alunos em todo o estado. Outra iniciativa importante é o “Baiano Digital”, que oferece cursos de qualificação profissional para jovens e adultos.

No campo da saúde, o governo investiu na ampliação e modernização da rede hospitalar. Também foi lançado o programa “Saúde de Valor”, que visa melhorar o acesso a serviços de saúde de qualidade para a população baiana.

Na segurança pública, o governo reforçou o efetivo da Polícia Militar e da Polícia Civil. Também foram adotadas medidas para combater a criminalidade, como o aumento do número de câmeras de segurança nas ruas.

Marca pessoal

Além de manter as conquistas anteriores, Jerônimo Rodrigues também imprimiu sua marca pessoal na gestão. Sua visão de um estado mais inclusivo e desenvolvido tem moldado suas políticas, evidenciando um compromisso com a melhoria contínua.

Isso inclui iniciativas que visam reduzir as desigualdades sociais, promover a sustentabilidade e impulsionar a economia local. Um exemplo disso é o programa “Bahia Sem Miséria”, que visa erradicar a pobreza extrema no estado.

Outra iniciativa importante é o “Baia Azul”, que visa proteger o meio ambiente e promover o turismo sustentável. Também foi lançado o “Baianão”, um programa de incentivo ao empreendedorismo e à geração de empregos.

Desafios e perspectivas futuras

Apesar dos progressos, desafios persistem, como é natural em qualquer administração. O governador enfrenta a responsabilidade de manter o equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental, bem como de lidar com as demandas de uma sociedade em constante evolução.

Contudo, sua experiência e visão estratégica são elementos que fortalecem a confiança na superação desses obstáculos.

Portanto, ao completar um ano no comando da Bahia, Jerônimo Rodrigues destaca-se não apenas como um gestor eficiente, mas como um líder comprometido com o bem-estar de sua população. Sua administração representa a continuidade de um projeto político que se mostrou vitorioso, sinalizando um futuro promissor para o estado.

À medida que avançamos para os próximos anos, a expectativa é que a Bahia continue trilhando o caminho do progresso sob a liderança dedicada de Jerônimo Rodrigues.

O Desafio da Nova Formação Política em Tempos de Conservadorismo Crescente

O fortalecimento do pensamento conservador não é uma tendência restrita a Vitória da Conquista, mas permeia todo o país, impondo às forças políticas a necessidade premente de construir uma nova formação política capaz de dialogar com essa nova realidade.
As eleições recentes, culminando na vitória de Jerônimo e Lula (PT), não podem ser encaradas como o encerramento de um ciclo político, mas sim como um reflexo da divisão do país e do crescimento do pensamento conservador nas últimas décadas. Após um período predominantemente progressista, o Brasil enfrenta agora o desafio de lidar com ideias mais conservadoras que ganham espaço.
O impeachment do presidente Collor de Mello, seguido pela implementação do Plano Real durante o governo de Itamar Franco, representou um marco na estabilização econômica do país. Entretanto, a alternância de poder entre Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi seguida por uma polarização intensa, culminando no impeachment de Dilma Rousseff em 2016. Esse período viu a consolidação da estabilidade econômica e a implementação de políticas inclusivas.
No entanto, nos últimos anos, testemunhamos não apenas um ressurgimento do conservadorismo, mas um pensamento político que desafia os direitos das minorias, as liberdades individuais, as instituições republicanas e até mesmo a democracia. Esse “fenômeno do conservadorismo” deve ser compreendido em profundidade, inserido em um contexto de transformações sociais e políticas.
Os partidos políticos, instituições datadas do século XIX, enfrentam dificuldades em se adaptar à nova realidade, perdendo a interlocução com a população. Por outro lado, vivemos em uma era de revolução digital, oferecendo a oportunidade de criar novas instituições políticas mais alinhadas com as demandas contemporâneas.
É essencial compreender que o atual conservadorismo não se resume a uma visão reacionária, mas representa um desafio mais amplo, envolvendo a busca por novas formas de representação política. A transformação digital não apenas influencia a maneira como nos relacionamos, mas também oferece oportunidades para repensar as instituições políticas tradicionais.
Nesse contexto, a ascensão do conservadorismo requer uma resposta que vá além da simples oposição ideológica. A construção de uma nova formação política deve ser orientada pela compreensão das transformações sociais em curso e pela adaptação às exigências da era digital.
Portanto, o desafio não é apenas resistir ao conservadorismo, mas também repensar e reinventar as instituições políticas, criando uma nova formação capaz de dialogar efetivamente com a sociedade em transformação. O futuro político do Brasil dependerá da habilidade de construir uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo, encontrando soluções inovadoras para os desafios do século XXI.
Padre Carlos

O Desafio da Nova Formação Política em Tempos de Conservadorismo Crescente

O fortalecimento do pensamento conservador não é uma tendência restrita a Vitória da Conquista, mas permeia todo o país, impondo às forças políticas a necessidade premente de construir uma nova formação política capaz de dialogar com essa nova realidade.
As eleições recentes, culminando na vitória de Jerônimo e Lula (PT), não podem ser encaradas como o encerramento de um ciclo político, mas sim como um reflexo da divisão do país e do crescimento do pensamento conservador nas últimas décadas. Após um período predominantemente progressista, o Brasil enfrenta agora o desafio de lidar com ideias mais conservadoras que ganham espaço.
O impeachment do presidente Collor de Mello, seguido pela implementação do Plano Real durante o governo de Itamar Franco, representou um marco na estabilização econômica do país. Entretanto, a alternância de poder entre Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi seguida por uma polarização intensa, culminando no impeachment de Dilma Rousseff em 2016. Esse período viu a consolidação da estabilidade econômica e a implementação de políticas inclusivas.
No entanto, nos últimos anos, testemunhamos não apenas um ressurgimento do conservadorismo, mas um pensamento político que desafia os direitos das minorias, as liberdades individuais, as instituições republicanas e até mesmo a democracia. Esse “fenômeno do conservadorismo” deve ser compreendido em profundidade, inserido em um contexto de transformações sociais e políticas.
Os partidos políticos, instituições datadas do século XIX, enfrentam dificuldades em se adaptar à nova realidade, perdendo a interlocução com a população. Por outro lado, vivemos em uma era de revolução digital, oferecendo a oportunidade de criar novas instituições políticas mais alinhadas com as demandas contemporâneas.
É essencial compreender que o atual conservadorismo não se resume a uma visão reacionária, mas representa um desafio mais amplo, envolvendo a busca por novas formas de representação política. A transformação digital não apenas influencia a maneira como nos relacionamos, mas também oferece oportunidades para repensar as instituições políticas tradicionais.
Nesse contexto, a ascensão do conservadorismo requer uma resposta que vá além da simples oposição ideológica. A construção de uma nova formação política deve ser orientada pela compreensão das transformações sociais em curso e pela adaptação às exigências da era digital.
Portanto, o desafio não é apenas resistir ao conservadorismo, mas também repensar e reinventar as instituições políticas, criando uma nova formação capaz de dialogar efetivamente com a sociedade em transformação. O futuro político do Brasil dependerá da habilidade de construir uma ponte entre o tradicional e o contemporâneo, encontrando soluções inovadoras para os desafios do século XXI.
Padre Carlos

Lula é aprovado por 38% após 11 meses de governo; reprovação é de 30%

Na reta final de seu primeiro ano de mandato, o presidente Lula (PT) manteve sua avaliação estável. Segundo a folha de S. Paulo, usando dados do Datafolha, o chefe do executivo tem 38% de aprovação dos brasileiros.

Os outros entrevistados se dividiram em 30% considerando regular e 30% ruim ou péssimo. O panorama segue muito parecido com o do começo do ano e início do mandato.

No primeiro mandato, em 2003, 42% dos eleitores consideravam o atual chefe do executivo ótimo ou bom. Bolsonaro, em seu primeiro mandato, era aprovado por 30%.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil na terça (5). A margem de erro média é dois pontos para mais ou para menos.

A maior variação do petista ocorreu no meio do ano, quando a reprovação subiu de 27% para 31%, um aumento um pouco maior, mas de pouca significancia.

ESPERADO

A pesquisa ainda avaliou se Lula fez mais ou menos do que o esperado para o primeiro ano do governo. Em março, 51% acharam que ele fez menos que o esperado, mas esse número saltou para 57% nesta última pesquisa.

Do outro lado, quem acha que ele fez mais do que o esperado teve uma queda menor: de 18% para 16%. Os que definem na média, ou seja, fez apenas o esperado, caiu de 25% para 24%.

PERFIL

O presidente é mais bem avaliado entre nordestinos, chegando a 48% dos entrevistados dessa região (num grupo que representa 26% da amostra) e por metade entre os que tem menos escolaridade (28% dos ouvidos).

Na mesma linha, sua reprovação sobe a 39% entre os 22% com curso superior e os 15% que moram no Sul. A pior taxa de aprovação é visto nos 4% mais ricos: 47% dessas pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos mensais veem Lula como ruim ou péssimo.

No grupo evangélico, que sempre se mostrou mais ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a reprovação é de 38%, ante 28% registrados entre católicos (52% da população ouvida).

Um grupo que se destaca é o dos mais jovens, onde Lula atinge a maior taxa de avaliação regular, de 40%, nos 15% ouvidos.

Lula é aprovado por 38% após 11 meses de governo; reprovação é de 30%

Na reta final de seu primeiro ano de mandato, o presidente Lula (PT) manteve sua avaliação estável. Segundo a folha de S. Paulo, usando dados do Datafolha, o chefe do executivo tem 38% de aprovação dos brasileiros.

Os outros entrevistados se dividiram em 30% considerando regular e 30% ruim ou péssimo. O panorama segue muito parecido com o do começo do ano e início do mandato.

No primeiro mandato, em 2003, 42% dos eleitores consideravam o atual chefe do executivo ótimo ou bom. Bolsonaro, em seu primeiro mandato, era aprovado por 30%.

A pesquisa ouviu 2.004 eleitores em 135 cidades do Brasil na terça (5). A margem de erro média é dois pontos para mais ou para menos.

A maior variação do petista ocorreu no meio do ano, quando a reprovação subiu de 27% para 31%, um aumento um pouco maior, mas de pouca significancia.

ESPERADO

A pesquisa ainda avaliou se Lula fez mais ou menos do que o esperado para o primeiro ano do governo. Em março, 51% acharam que ele fez menos que o esperado, mas esse número saltou para 57% nesta última pesquisa.

Do outro lado, quem acha que ele fez mais do que o esperado teve uma queda menor: de 18% para 16%. Os que definem na média, ou seja, fez apenas o esperado, caiu de 25% para 24%.

PERFIL

O presidente é mais bem avaliado entre nordestinos, chegando a 48% dos entrevistados dessa região (num grupo que representa 26% da amostra) e por metade entre os que tem menos escolaridade (28% dos ouvidos).

Na mesma linha, sua reprovação sobe a 39% entre os 22% com curso superior e os 15% que moram no Sul. A pior taxa de aprovação é visto nos 4% mais ricos: 47% dessas pessoas que ganham mais de 10 salários mínimos mensais veem Lula como ruim ou péssimo.

No grupo evangélico, que sempre se mostrou mais ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro, a reprovação é de 38%, ante 28% registrados entre católicos (52% da população ouvida).

Um grupo que se destaca é o dos mais jovens, onde Lula atinge a maior taxa de avaliação regular, de 40%, nos 15% ouvidos.

Revolta Nordestina: O Impacto do “Golpe” que Retira Ednaldo Rodrigues da Presidência da CBF

 

ARTIGO – Decisão Judicial contra a Bahia: Ednaldo Rodrigues e a CBF em Tempos de Reviravolta

 

A Bahia e o Nordeste se veem envolvidos em uma reviravolta que sacode o cenário esportivo com a recente decisão da Justiça de retirar Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF. A nomeação de José Perdiz, presidente do STJD, como interino por 30 dias até uma nova eleição, coloca em xeque a estabilidade e a representatividade no comando do futebol brasileiro.

 

O entendimento dos Desembargadores de que o Ministério Público não teria legitimidade para interferir nos assuntos da CBF, por se tratar de uma entidade privada, levanta questões cruciais sobre o papel das instituições públicas na fiscalização de organizações esportivas de grande envergadura. A decisão unânime, embora respaldada pelo arcabouço legal, suscita debates sobre dois pesos e duas medidas  com figuras de renome como Renato Teixeira ou João Havelange e outra quando se trata de um homem do povo e nordestino.

 

Ednaldo Rodrigues, nordestino de trajetória respeitável, é visto como um homem sério e decente, o que acrescenta complexidade à narrativa. A remoção do cargo de presidente da CBF é um golpe não apenas para ele, mas também para a representatividade nordestina em um cenário muitas vezes dominado por interesses concentrados nas regiões sul e sudeste.

 

A CBF, por sua vez, já anunciou a intenção de recorrer ao STJ, sinalizando que a batalha jurídica está longe de seu desfecho. A busca por justiça e equidade no esporte brasileiro se desenha como um caminho tortuoso, exigindo reflexões profundas sobre a autonomia das entidades esportivas e a transparência em suas tomadas de decisão.

 

Aguardemos os desdobramentos dessa saga que, para além dos tribunais, ecoa nos corações dos torcedores, ávidos por um futebol que respeite a diversidade e valorize a integridade. A Bahia e o Nordeste observam atentamente, cientes de que a decisão judicial reverbera não apenas nos campos, mas na identidade de uma nação que encontra no esporte uma paixão compartilh

Revolta Nordestina: O Impacto do “Golpe” que Retira Ednaldo Rodrigues da Presidência da CBF

 

ARTIGO – Decisão Judicial contra a Bahia: Ednaldo Rodrigues e a CBF em Tempos de Reviravolta

 

A Bahia e o Nordeste se veem envolvidos em uma reviravolta que sacode o cenário esportivo com a recente decisão da Justiça de retirar Ednaldo Rodrigues da presidência da CBF. A nomeação de José Perdiz, presidente do STJD, como interino por 30 dias até uma nova eleição, coloca em xeque a estabilidade e a representatividade no comando do futebol brasileiro.

 

O entendimento dos Desembargadores de que o Ministério Público não teria legitimidade para interferir nos assuntos da CBF, por se tratar de uma entidade privada, levanta questões cruciais sobre o papel das instituições públicas na fiscalização de organizações esportivas de grande envergadura. A decisão unânime, embora respaldada pelo arcabouço legal, suscita debates sobre dois pesos e duas medidas  com figuras de renome como Renato Teixeira ou João Havelange e outra quando se trata de um homem do povo e nordestino.

 

Ednaldo Rodrigues, nordestino de trajetória respeitável, é visto como um homem sério e decente, o que acrescenta complexidade à narrativa. A remoção do cargo de presidente da CBF é um golpe não apenas para ele, mas também para a representatividade nordestina em um cenário muitas vezes dominado por interesses concentrados nas regiões sul e sudeste.

 

A CBF, por sua vez, já anunciou a intenção de recorrer ao STJ, sinalizando que a batalha jurídica está longe de seu desfecho. A busca por justiça e equidade no esporte brasileiro se desenha como um caminho tortuoso, exigindo reflexões profundas sobre a autonomia das entidades esportivas e a transparência em suas tomadas de decisão.

 

Aguardemos os desdobramentos dessa saga que, para além dos tribunais, ecoa nos corações dos torcedores, ávidos por um futebol que respeite a diversidade e valorize a integridade. A Bahia e o Nordeste observam atentamente, cientes de que a decisão judicial reverbera não apenas nos campos, mas na identidade de uma nação que encontra no esporte uma paixão compartilh

A Imaculada Conceição, o pecado original e o sexo: uma reflexão

 

ARTIGO – A Imaculada Conceição, o pecado original e o sexo: uma reflexão

A festa de 8 de dezembro, celebrada pela Igreja, evoca a Imaculada Conceição de Maria, uma crença fundamental que transcende a mera virgindade e mergulha nas complexidades do pecado original e da sexualidade. Esta doutrina, delineada por Santo Agostinho, postula que todos os seres humanos herdam o pecado de Adão e Eva, mas Maria é celebrada como uma exceção, concebida sem a mancha do pecado.

A associação da concepção virginal de Jesus com a Imaculada Conceição levanta questionamentos, especialmente por parte das mulheres. A imposição do ideal aparentemente contraditório de ser virgem e mãe simultaneamente é alvo de críticas, questionando a perspectiva da Igreja sobre a sexualidade feminina.

Ao longo da história, a Igreja tem mantido uma relação complexa com o sexo, e essa doutrina, de maneira sutil, causou danos à visão do sexo e do casamento. A necessidade premente de revisão desse dogma se faz evidente. O Papa João Paulo II indicou uma direção ao destacar que o nascimento de Jesus revela o profundo sentido de todo nascimento humano, transcendo a biologia.

A crítica à doutrina do pecado original ganha força à luz da evolução. A ideia dos “primeiros pais” sem pecado, que posteriormente pecaram, torna-se incoerente diante da compreensão evolutiva da origem humana. O conceito de pecado original, como transmitido por meio do batismo, perde sua fundamentação, e o foco se desloca para a luta contra o mal presente no mundo.

O batismo, então, não é uma purificação do pecado original inexistente, mas um compromisso dos pais em guiar seus filhos na fé, na esperança de construir um mundo mais digno e justo. O entendimento de que todo ser humano é concebido sem pecado, enfrentando a maldade do mundo, redefine a abordagem da Igreja em relação à entrada na comunidade cristã.

Em um mundo em constante evolução, a reflexão sobre a Imaculada Conceição, o pecado original e a sexualidade é essencial. A compreensão da mensagem natalina como reveladora do sentido profundo de todo nascimento humano oferece uma base para uma abordagem mais inclusiva e contemporânea, alinhada com os valores e desafios do presente.

A Imaculada Conceição, o pecado original e o sexo: uma reflexão

 

ARTIGO – A Imaculada Conceição, o pecado original e o sexo: uma reflexão

A festa de 8 de dezembro, celebrada pela Igreja, evoca a Imaculada Conceição de Maria, uma crença fundamental que transcende a mera virgindade e mergulha nas complexidades do pecado original e da sexualidade. Esta doutrina, delineada por Santo Agostinho, postula que todos os seres humanos herdam o pecado de Adão e Eva, mas Maria é celebrada como uma exceção, concebida sem a mancha do pecado.

A associação da concepção virginal de Jesus com a Imaculada Conceição levanta questionamentos, especialmente por parte das mulheres. A imposição do ideal aparentemente contraditório de ser virgem e mãe simultaneamente é alvo de críticas, questionando a perspectiva da Igreja sobre a sexualidade feminina.

Ao longo da história, a Igreja tem mantido uma relação complexa com o sexo, e essa doutrina, de maneira sutil, causou danos à visão do sexo e do casamento. A necessidade premente de revisão desse dogma se faz evidente. O Papa João Paulo II indicou uma direção ao destacar que o nascimento de Jesus revela o profundo sentido de todo nascimento humano, transcendo a biologia.

A crítica à doutrina do pecado original ganha força à luz da evolução. A ideia dos “primeiros pais” sem pecado, que posteriormente pecaram, torna-se incoerente diante da compreensão evolutiva da origem humana. O conceito de pecado original, como transmitido por meio do batismo, perde sua fundamentação, e o foco se desloca para a luta contra o mal presente no mundo.

O batismo, então, não é uma purificação do pecado original inexistente, mas um compromisso dos pais em guiar seus filhos na fé, na esperança de construir um mundo mais digno e justo. O entendimento de que todo ser humano é concebido sem pecado, enfrentando a maldade do mundo, redefine a abordagem da Igreja em relação à entrada na comunidade cristã.

Em um mundo em constante evolução, a reflexão sobre a Imaculada Conceição, o pecado original e a sexualidade é essencial. A compreensão da mensagem natalina como reveladora do sentido profundo de todo nascimento humano oferece uma base para uma abordagem mais inclusiva e contemporânea, alinhada com os valores e desafios do presente.

ARTIGO – Betty Faria e os filhos do Bolsa Família

 

Neste cenário de complexidade social, Betty Faria recentemente se viu no centro de uma controvérsia ao comentar sobre a segurança em Copacabana e relacionar os assaltos ao programa Bolsa Família. Suas palavras, porém, refletem uma perspectiva limitada e destituída da realidade que muitos brasileiros enfrentam diariamente.

A expressão popular “Quem nunca passou fome na vida não sabe o quanto o Bolsa Família é importante para matar a fome destas pessoas” resume a essência do debate sobre políticas sociais no Brasil. Enquanto alguns podem julgar com base em estereótipos e generalizações, é crucial compreender a diversidade de situações enfrentadas pelos beneficiários desse programa.

Já diz o ditado: ‘Quem fala o que quer, ouve o que não quer’. E isso se aplicou à Betty Faria nesta quinta-feira (7/12). A atriz rivalizou no Twitter e entrou para a lista dos assuntos mais comentados nas redes ao fazer um comentário sobre a quantidade de assaltos que estão acontecendo em Copacabana. “São os filhos do Bolsa Família que não fez controle de natalidade”.

O Bolsa Família não é apenas um auxílio financeiro; é um meio de proporcionar dignidade e oportunidades para famílias que enfrentam condições socioeconômicas desfavoráveis. Ao invés de culpá-lo por problemas complexos, deveríamos reconhecer o papel vital que desempenha na redução da desigualdade e na promoção de inclusão social.

É fácil emitir julgamentos quando se está distante da realidade cotidiana das pessoas. No entanto, é fundamental lembrar que a falta de acesso a recursos básicos, como alimentação adequada, não se limita a uma única região. O Brasil é marcado por desigualdades que transcendem fronteiras geográficas, e é o papel de programas como o Bolsa Família amenizar essas disparidades.

Ao invés de estigmatizar os beneficiários, devemos promover uma compreensão mais profunda das raízes da desigualdade social. O Bolsa Família é uma ferramenta valiosa na luta contra a fome, mas a resolução completa desses problemas requer uma abordagem mais abrangente, que inclua investimentos em educação, saúde e oportunidades de emprego.

Portanto, é imperativo que a sociedade evite generalizações precipitadas e se esforce para entender a complexidade das questões sociais. O Bolsa Família é uma peça importante no quebra-cabeça do desenvolvimento social, e reconhecer sua relevância é essencial para construir um país mais justo e equitativo.

(Padre Carlos)

 

ARTIGO – Betty Faria e os filhos do Bolsa Família

 

Neste cenário de complexidade social, Betty Faria recentemente se viu no centro de uma controvérsia ao comentar sobre a segurança em Copacabana e relacionar os assaltos ao programa Bolsa Família. Suas palavras, porém, refletem uma perspectiva limitada e destituída da realidade que muitos brasileiros enfrentam diariamente.

A expressão popular “Quem nunca passou fome na vida não sabe o quanto o Bolsa Família é importante para matar a fome destas pessoas” resume a essência do debate sobre políticas sociais no Brasil. Enquanto alguns podem julgar com base em estereótipos e generalizações, é crucial compreender a diversidade de situações enfrentadas pelos beneficiários desse programa.

Já diz o ditado: ‘Quem fala o que quer, ouve o que não quer’. E isso se aplicou à Betty Faria nesta quinta-feira (7/12). A atriz rivalizou no Twitter e entrou para a lista dos assuntos mais comentados nas redes ao fazer um comentário sobre a quantidade de assaltos que estão acontecendo em Copacabana. “São os filhos do Bolsa Família que não fez controle de natalidade”.

O Bolsa Família não é apenas um auxílio financeiro; é um meio de proporcionar dignidade e oportunidades para famílias que enfrentam condições socioeconômicas desfavoráveis. Ao invés de culpá-lo por problemas complexos, deveríamos reconhecer o papel vital que desempenha na redução da desigualdade e na promoção de inclusão social.

É fácil emitir julgamentos quando se está distante da realidade cotidiana das pessoas. No entanto, é fundamental lembrar que a falta de acesso a recursos básicos, como alimentação adequada, não se limita a uma única região. O Brasil é marcado por desigualdades que transcendem fronteiras geográficas, e é o papel de programas como o Bolsa Família amenizar essas disparidades.

Ao invés de estigmatizar os beneficiários, devemos promover uma compreensão mais profunda das raízes da desigualdade social. O Bolsa Família é uma ferramenta valiosa na luta contra a fome, mas a resolução completa desses problemas requer uma abordagem mais abrangente, que inclua investimentos em educação, saúde e oportunidades de emprego.

Portanto, é imperativo que a sociedade evite generalizações precipitadas e se esforce para entender a complexidade das questões sociais. O Bolsa Família é uma peça importante no quebra-cabeça do desenvolvimento social, e reconhecer sua relevância é essencial para construir um país mais justo e equitativo.

(Padre Carlos)

 

Neto e Lula: Uma Aliança Poderosa na Construção do Governo e da Bahia

 

Azi no Ministério: um aceno de Lula à Bahia e ao União Brasil

Neste momento crucial da política brasileira, as movimentações do presidente Lula para uma minirreforma ministerial ganham destaque, especialmente no que diz respeito à possível nomeação do deputado federal Paulo Azi, do União Brasil, para o Ministério das Comunicações. Este aceno de Lula à Bahia e ao União Brasil não apenas reflete uma estratégia política cuidadosamente elaborada, mas também sugere um compromisso com a representatividade regional e partidária em seu governo.

Paulo Azi emerge como uma escolha sensata e estratégica para assumir a pasta das Comunicações. Sua trajetória política sólida, marcada por passagens como secretário de Turismo da Bahia, presidente da Assembleia Legislativa e líder do União Brasil na Câmara, o credenciam como um político experiente e comprometido. Azi, reconhecido por sua articulação e fidelidade partidária, traz consigo uma bagagem que promete fortalecer o governo Lula e, por conseguinte, a posição do União Brasil na base aliada.

A possível aprovação de ACM Neto, líder do União Brasil, reforça a relevância dessa escolha. A amizade pessoal entre Neto e Lula, aliada ao histórico do ex-ministro da Integração Nacional, sugere uma decisão pautada pela coesão partidária e pela busca de apoio político na Bahia. Azi, por sua vez, surge como um nome alinhado aos interesses do partido e capaz de dar continuidade a projetos estratégicos no Ministério das Comunicações.

O Ministério das Comunicações, dada sua abrangência e importância estratégica, representa um desafio significativo. Com responsabilidades que vão desde políticas de telecomunicações até a digitalização da TV aberta, Azi teria diante de si a missão de dar continuidade a iniciativas cruciais, como o leilão do 5G, a privatização dos Correios e a expansão da banda larga. Com um orçamento expressivo, a pasta demanda não apenas habilidades políticas, mas também uma visão estratégica para investimentos em infraestrutura e inovação.

A possível inclusão de Azi no Ministério das Comunicações não seria apenas uma decisão política isolada, mas um gesto que reforça o comprometimento de Lula com a diversidade regional e partidária em seu governo. Em um contexto onde Bahia já conta com representantes no governo, a nomeação de Azi solidificaria a presença do estado e do União Brasil na esfera federal.

Em síntese, a possível entrada de Paulo Azi no Ministério das Comunicações seria uma jogada política astuta de Lula, sinalizando não apenas para a Bahia e o União Brasil, mas para todo o país, seu compromisso com uma gestão inclusiva e estratégica. Resta-nos aguardar os desdobramentos dessa possível nomeação e avaliar como ela contribuirá para a construção do cenário político brasileiro nos próximos anos.

Neto e Lula: Uma Aliança Poderosa na Construção do Governo e da Bahia

 

Azi no Ministério: um aceno de Lula à Bahia e ao União Brasil

Neste momento crucial da política brasileira, as movimentações do presidente Lula para uma minirreforma ministerial ganham destaque, especialmente no que diz respeito à possível nomeação do deputado federal Paulo Azi, do União Brasil, para o Ministério das Comunicações. Este aceno de Lula à Bahia e ao União Brasil não apenas reflete uma estratégia política cuidadosamente elaborada, mas também sugere um compromisso com a representatividade regional e partidária em seu governo.

Paulo Azi emerge como uma escolha sensata e estratégica para assumir a pasta das Comunicações. Sua trajetória política sólida, marcada por passagens como secretário de Turismo da Bahia, presidente da Assembleia Legislativa e líder do União Brasil na Câmara, o credenciam como um político experiente e comprometido. Azi, reconhecido por sua articulação e fidelidade partidária, traz consigo uma bagagem que promete fortalecer o governo Lula e, por conseguinte, a posição do União Brasil na base aliada.

A possível aprovação de ACM Neto, líder do União Brasil, reforça a relevância dessa escolha. A amizade pessoal entre Neto e Lula, aliada ao histórico do ex-ministro da Integração Nacional, sugere uma decisão pautada pela coesão partidária e pela busca de apoio político na Bahia. Azi, por sua vez, surge como um nome alinhado aos interesses do partido e capaz de dar continuidade a projetos estratégicos no Ministério das Comunicações.

O Ministério das Comunicações, dada sua abrangência e importância estratégica, representa um desafio significativo. Com responsabilidades que vão desde políticas de telecomunicações até a digitalização da TV aberta, Azi teria diante de si a missão de dar continuidade a iniciativas cruciais, como o leilão do 5G, a privatização dos Correios e a expansão da banda larga. Com um orçamento expressivo, a pasta demanda não apenas habilidades políticas, mas também uma visão estratégica para investimentos em infraestrutura e inovação.

A possível inclusão de Azi no Ministério das Comunicações não seria apenas uma decisão política isolada, mas um gesto que reforça o comprometimento de Lula com a diversidade regional e partidária em seu governo. Em um contexto onde Bahia já conta com representantes no governo, a nomeação de Azi solidificaria a presença do estado e do União Brasil na esfera federal.

Em síntese, a possível entrada de Paulo Azi no Ministério das Comunicações seria uma jogada política astuta de Lula, sinalizando não apenas para a Bahia e o União Brasil, mas para todo o país, seu compromisso com uma gestão inclusiva e estratégica. Resta-nos aguardar os desdobramentos dessa possível nomeação e avaliar como ela contribuirá para a construção do cenário político brasileiro nos próximos anos.

Bancada da bala pede urgência para derrubar decreto de Lula e ampliar acesso a armas no Brasil

A bancada da bala reagiu a novas ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o porte de armas e tenta avançar com projetos de lei na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Na última segunda-feira, 4, e terça-feira, 5, o plenário da Câmara pautou um requerimento de urgência para votar projeto de decreto legislativo (PDL) que anula atos de Lula que suspenderam concessões de novos registros para clubes, escolas de tiro e colecionadores, de atiradores e de caçadores (CACs).

O requerimento de urgência da proposta de anular o “revogaço” contra as armas feito por Lula logo no primeiro dia de posse estava previsto para ser analisado, mas, por falta de tempo, não passou por votação em plenário nos últimos dois dias. A ação gerou desconforto a líderes partidários, descontentes com a quebra de compromisso.

Havia sido estabelecido que, com a viagem do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aos Emirados Árabes Unidos para participar da Conferência Mundial do Clima (COP-26) e o consequente esvaziamento da Casa nesta semana, se votariam temas menos controversos.

O decreto assinado por Lula também limitou a aquisição de armas e munições de uso permitido, assim como obrigou o recadastramento de armas adquiridas após maio de 2019. O texto do PDL que pode sustá-lo é de autoria de Sanderson (PL-RS), presidente da Comissão de Segurança Pública.

O comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, e o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Passos Rodrigues, editaram uma portaria para especificar calibres de munições e armas de fogo de usos permitidos e restritos. A nova regra para armas longas representa uma ampliação das restrições que haviam sido definidas no decreto publicado por Lula, em julho.

O decreto tratava como de uso restrito somente as armas longas capazes de aplicar sobre a munição uma energia superior a 1620 joules (uma unidade de medida energética, aferida em testes específicos).

Foi um PDL aprovado que causou a primeira grande derrota do governo Lula neste ano. Em maio, a Câmara aprovou um projeto que derruba parte dos decretos que alteram as regras de saneamento, editados em abril pelo presidente. O requerimento de urgência faz parte de uma empreitada em várias frentes da bancada da bala para ampliar o acesso a armas no Brasil.

Organizações da sociedade civil que atuam no campo da segurança pública criticam a tentativa de votação do projeto. Uma delas é o Instituto Sou da Paz. “É emblemático que tenham tentado votar os projetos na semana em que é lançado o Atlas da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que aponta que o Brasil poderia ter salvado 6,4 mil vidas se não fosse o afrouxamento de regras de armas – que agora a bancada da bala quer retornar”, comenta Carolina Ricardo, diretora-executiva do instituto.

A campanha passa também por um projeto de lei complementar, que busca repetir o modelo dos Estados Unidos e dar aos Estados a competência de legislar sobre temas relacionados a arma de fogo, retirando o poder das mãos de Lula.

A proposta, de autoria da deputada Caroline de Toni (PL-SC), tem parecer favorável e está pronta para votar na Comissão de Segurança Pública.

Há ainda outra iniciativa no Senado. A Câmara já aprovou um projeto de lei que busca regularizar os CACs no Brasil. Caso aprovada a lei pode reestabelecer permissão para a venda de armas de calibre de 9mm. O texto permite o uso de armas capazes de aplicar uma energia superior a 1660 joules sobre a munição.

A proposição está parada da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e aguarda deliberação do presidente do colegiado, Davi Alcolumbre (União-AP). Deputados e senadores ligados à pauta armamentista buscam diálogos com ele, sem muito sucesso até o momento.

Grupos ligados a armas criaram um site para que CACs possam pressionar senadores para votar favoravelmente à proposta. O endereço oferece o telefone do gabinete dos senadores, endereço de e-mail e as redes sociais deles, com o pedido para que se faça uma pressão “educada” a eles, sem ofensas. A página foi criada pela Associação Brasileira dos Importadores de Armas e Materiais Bélicos.

A oposição crê na possibilidade de aprovação dessas propostas. “O clima é favorável para a aprovação. A sociedade brasileira não aguenta mais tanta criminalidade”, disse Messias Donato (Republicanos-ES).

Em novembro, a Câmara aprovou, com facilidade, um projeto que aumenta penas para furto de quatro para oito anos e roubo de oito para 20 anos. Foram 269 votos favoráveis, 87 contrários e uma abstenção.

Bancada da bala pede urgência para derrubar decreto de Lula e ampliar acesso a armas no Brasil

A bancada da bala reagiu a novas ações do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra o porte de armas e tenta avançar com projetos de lei na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. Na última segunda-feira, 4, e terça-feira, 5, o plenário da Câmara pautou um requerimento de urgência para votar projeto de decreto legislativo (PDL) que anula atos de Lula que suspenderam concessões de novos registros para clubes, escolas de tiro e colecionadores, de atiradores e de caçadores (CACs).

O requerimento de urgência da proposta de anular o “revogaço” contra as armas feito por Lula logo no primeiro dia de posse estava previsto para ser analisado, mas, por falta de tempo, não passou por votação em plenário nos últimos dois dias. A ação gerou desconforto a líderes partidários, descontentes com a quebra de compromisso.

Havia sido estabelecido que, com a viagem do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), aos Emirados Árabes Unidos para participar da Conferência Mundial do Clima (COP-26) e o consequente esvaziamento da Casa nesta semana, se votariam temas menos controversos.

O decreto assinado por Lula também limitou a aquisição de armas e munições de uso permitido, assim como obrigou o recadastramento de armas adquiridas após maio de 2019. O texto do PDL que pode sustá-lo é de autoria de Sanderson (PL-RS), presidente da Comissão de Segurança Pública.

O comandante do Exército, general Tomás Miguel Ribeiro Paiva, e o diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Passos Rodrigues, editaram uma portaria para especificar calibres de munições e armas de fogo de usos permitidos e restritos. A nova regra para armas longas representa uma ampliação das restrições que haviam sido definidas no decreto publicado por Lula, em julho.

O decreto tratava como de uso restrito somente as armas longas capazes de aplicar sobre a munição uma energia superior a 1620 joules (uma unidade de medida energética, aferida em testes específicos).

Foi um PDL aprovado que causou a primeira grande derrota do governo Lula neste ano. Em maio, a Câmara aprovou um projeto que derruba parte dos decretos que alteram as regras de saneamento, editados em abril pelo presidente. O requerimento de urgência faz parte de uma empreitada em várias frentes da bancada da bala para ampliar o acesso a armas no Brasil.

Organizações da sociedade civil que atuam no campo da segurança pública criticam a tentativa de votação do projeto. Uma delas é o Instituto Sou da Paz. “É emblemático que tenham tentado votar os projetos na semana em que é lançado o Atlas da Violência do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), que aponta que o Brasil poderia ter salvado 6,4 mil vidas se não fosse o afrouxamento de regras de armas – que agora a bancada da bala quer retornar”, comenta Carolina Ricardo, diretora-executiva do instituto.

A campanha passa também por um projeto de lei complementar, que busca repetir o modelo dos Estados Unidos e dar aos Estados a competência de legislar sobre temas relacionados a arma de fogo, retirando o poder das mãos de Lula.

A proposta, de autoria da deputada Caroline de Toni (PL-SC), tem parecer favorável e está pronta para votar na Comissão de Segurança Pública.

Há ainda outra iniciativa no Senado. A Câmara já aprovou um projeto de lei que busca regularizar os CACs no Brasil. Caso aprovada a lei pode reestabelecer permissão para a venda de armas de calibre de 9mm. O texto permite o uso de armas capazes de aplicar uma energia superior a 1660 joules sobre a munição.

A proposição está parada da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e aguarda deliberação do presidente do colegiado, Davi Alcolumbre (União-AP). Deputados e senadores ligados à pauta armamentista buscam diálogos com ele, sem muito sucesso até o momento.

Grupos ligados a armas criaram um site para que CACs possam pressionar senadores para votar favoravelmente à proposta. O endereço oferece o telefone do gabinete dos senadores, endereço de e-mail e as redes sociais deles, com o pedido para que se faça uma pressão “educada” a eles, sem ofensas. A página foi criada pela Associação Brasileira dos Importadores de Armas e Materiais Bélicos.

A oposição crê na possibilidade de aprovação dessas propostas. “O clima é favorável para a aprovação. A sociedade brasileira não aguenta mais tanta criminalidade”, disse Messias Donato (Republicanos-ES).

Em novembro, a Câmara aprovou, com facilidade, um projeto que aumenta penas para furto de quatro para oito anos e roubo de oito para 20 anos. Foram 269 votos favoráveis, 87 contrários e uma abstenção.