Política e Resenha

Urgente: Acusado de assassinar a empresária Gilvanete Nogueira vai a júri popular em fevereiro, em Conquista

O acusado de assassinar a empresária Gilvanete Nogueira, de 51 anos, em Vitória da Conquista, em janeiro de 2021, vai a júri popular em fevereiro do ano que vem. O corpo da vítima foi encontrado em Barra do Choça.

Everton Bruno dos Santos Miranda teria assasinado a empresária porque tinha uma dívida de R$ 15 mil com ela. Ele era dono de um comércio próximo ao de Gilvanete e utilizava o CNPJ da vítima para realizar compras. Ele já havia passado um cheque sem fundos para saldar a dívida.

No dia do seu desaparecimento, Gilvanete disse a uma amiga que iria encontrar um homem que lhe deixa dinheiro e estava apreensiva. Depois disso, não deu mais notícias.

O autor vai responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Na ocasião, ele não contribuiu com as investigações, conforme informou a Polícia Civil.

Urgente: Acusado de assassinar a empresária Gilvanete Nogueira vai a júri popular em fevereiro, em Conquista

O acusado de assassinar a empresária Gilvanete Nogueira, de 51 anos, em Vitória da Conquista, em janeiro de 2021, vai a júri popular em fevereiro do ano que vem. O corpo da vítima foi encontrado em Barra do Choça.

Everton Bruno dos Santos Miranda teria assasinado a empresária porque tinha uma dívida de R$ 15 mil com ela. Ele era dono de um comércio próximo ao de Gilvanete e utilizava o CNPJ da vítima para realizar compras. Ele já havia passado um cheque sem fundos para saldar a dívida.

No dia do seu desaparecimento, Gilvanete disse a uma amiga que iria encontrar um homem que lhe deixa dinheiro e estava apreensiva. Depois disso, não deu mais notícias.

O autor vai responder por homicídio qualificado e ocultação de cadáver. Na ocasião, ele não contribuiu com as investigações, conforme informou a Polícia Civil.

Urgente: Matagal pega fogo e se aproxima do campus da UESB, em Conquista

Uma grande área verde arde em chamas desde a manhã desta quarta-feira (13), nas proximidades do Campus da UESB, em Vitória da Conquista.

As chamas se espalharam com facilidade em razão do calor e do tempo seco, chegando a se aproximar do campus. As equipes do Corpo de Bombeiros estão trabalhando o dia todo na tentativa de debelar as chamas.

Agora há pouco, imagens recebidas pela nossa Equipe mostram as labaredas altas no local. De longe é possível ver o clarão provocado pelo fogo. O incêndio de grandes proporções está trazendo muita dor de cabeça e apresentando dificuldades de ser combatido.

O reitor da UESB já acionou as equipes para que fiquem de prontidão e evitem que o fogo chegue à Universidade.

Tudo indica que se trata de mais um incêndio criminoso que se espalhou com facilidade pela região de mata.

Urgente: Matagal pega fogo e se aproxima do campus da UESB, em Conquista

Uma grande área verde arde em chamas desde a manhã desta quarta-feira (13), nas proximidades do Campus da UESB, em Vitória da Conquista.

As chamas se espalharam com facilidade em razão do calor e do tempo seco, chegando a se aproximar do campus. As equipes do Corpo de Bombeiros estão trabalhando o dia todo na tentativa de debelar as chamas.

Agora há pouco, imagens recebidas pela nossa Equipe mostram as labaredas altas no local. De longe é possível ver o clarão provocado pelo fogo. O incêndio de grandes proporções está trazendo muita dor de cabeça e apresentando dificuldades de ser combatido.

O reitor da UESB já acionou as equipes para que fiquem de prontidão e evitem que o fogo chegue à Universidade.

Tudo indica que se trata de mais um incêndio criminoso que se espalhou com facilidade pela região de mata.

PIS/Pasep em 2024: veja datas de pagamento

 

O calendário de pagamento do abono do PIS/Pasep 2024 foi aprovado pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) em reunião nesta quarta-feira (13).

As liberações de valores no ano que vem começam em fevereiro e vão até o final de dezembro.

O conselho, que reúne representantes de trabalhadores, empregadores e do governo federal, aprovou as datas sugeridas pelo Ministério do Trabalho e Emprego por unanimidade, como tem feito há alguns anos.

 

VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO ABONO DO PIS EM 2024

Nascidos em Recebem a partir de Data final de pagamento
Janeiro 15/02/2024 27/12/2024
Fevereiro 15/03/2024 27/12/2024
Março e abril 15/04/2024 27/12/2024
Maio e junho 15/05/2024 27/12/2024
Julho e agosto 17/06/2024 27/12/2024
Setembro e outubro 15/07/2024 27/12/2024
Novembro e dezembro 15/08/2024 27/12/2024

VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO ABONO DO PASEP em 2024

Final da inscrição Recebem a partir de Data final de pagamento
0 15/02/2024 27/12/2024
1 15/03/2024 27/12/2024
2 e 3 15/04/2024 27/12/2024
4 e 5 15/05/2024 27/12/2024
6 e 7 17/06/2024 27/12/2024
8 15/07/2024 27/12/2024
9 15/08/2024 27/12/2024

Para trabalhadores da iniciativa privada que recebem o PIS (Programa de Integração Social), o pagamento do abono leva em consideração o mês do aniversário.

O dinheiro é liberado automaticamente para quem é cliente da Caixa Econômica Federal.

O pagamento do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), devido a profissionais de órgãos públicos que se encaixam nas regras do programa, é liberado no Banco do Brasil —para esses casos o dinheiro é pago conforme o número final de inscrição.

QUEM TEM DIREITO AO ABONO SALARIAL EM 2024

O abono do PIS que será pago pela Caixa em 2024 é destinado a profissionais que trabalharam com carteira assinada em 2022.

O do Pasep, pago pelo Banco do Brasil, é devido a servidores federais, estaduais e municipais que se encaixam nas regras do programa e também usa como referência o trabalho exercido em 2022.

Para ter direito ao abono de até um salário mínimo é preciso:
– Estar cadastrado no programa PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
– Ter trabalhado formalmente no mínimo 30 dias no ano de 2022;
– Ter recebido, no ano de referência (2022), média mensal de até dois salários mínimos;
– O empregador precisa ter informado corretamente os dados do funcionário na Rais (Relatório Anual de Informações Sociais) do ano-base

 

PIS/Pasep em 2024: veja datas de pagamento

 

O calendário de pagamento do abono do PIS/Pasep 2024 foi aprovado pelo Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador) em reunião nesta quarta-feira (13).

As liberações de valores no ano que vem começam em fevereiro e vão até o final de dezembro.

O conselho, que reúne representantes de trabalhadores, empregadores e do governo federal, aprovou as datas sugeridas pelo Ministério do Trabalho e Emprego por unanimidade, como tem feito há alguns anos.

 

VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO ABONO DO PIS EM 2024

Nascidos em Recebem a partir de Data final de pagamento
Janeiro 15/02/2024 27/12/2024
Fevereiro 15/03/2024 27/12/2024
Março e abril 15/04/2024 27/12/2024
Maio e junho 15/05/2024 27/12/2024
Julho e agosto 17/06/2024 27/12/2024
Setembro e outubro 15/07/2024 27/12/2024
Novembro e dezembro 15/08/2024 27/12/2024

VEJA O CALENDÁRIO DE PAGAMENTO DO ABONO DO PASEP em 2024

Final da inscrição Recebem a partir de Data final de pagamento
0 15/02/2024 27/12/2024
1 15/03/2024 27/12/2024
2 e 3 15/04/2024 27/12/2024
4 e 5 15/05/2024 27/12/2024
6 e 7 17/06/2024 27/12/2024
8 15/07/2024 27/12/2024
9 15/08/2024 27/12/2024

Para trabalhadores da iniciativa privada que recebem o PIS (Programa de Integração Social), o pagamento do abono leva em consideração o mês do aniversário.

O dinheiro é liberado automaticamente para quem é cliente da Caixa Econômica Federal.

O pagamento do Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), devido a profissionais de órgãos públicos que se encaixam nas regras do programa, é liberado no Banco do Brasil —para esses casos o dinheiro é pago conforme o número final de inscrição.

QUEM TEM DIREITO AO ABONO SALARIAL EM 2024

O abono do PIS que será pago pela Caixa em 2024 é destinado a profissionais que trabalharam com carteira assinada em 2022.

O do Pasep, pago pelo Banco do Brasil, é devido a servidores federais, estaduais e municipais que se encaixam nas regras do programa e também usa como referência o trabalho exercido em 2022.

Para ter direito ao abono de até um salário mínimo é preciso:
– Estar cadastrado no programa PIS/Pasep há pelo menos cinco anos;
– Ter trabalhado formalmente no mínimo 30 dias no ano de 2022;
– Ter recebido, no ano de referência (2022), média mensal de até dois salários mínimos;
– O empregador precisa ter informado corretamente os dados do funcionário na Rais (Relatório Anual de Informações Sociais) do ano-base

 

Novo cálculo: salário mínimo a partir de janeiro; saiba tudo o que muda

O salário mínimo de 2024 deve ser de ao menos R$ 1.412, segundo perspectivas do mercado financeiro, que consideram a inflação de 12 meses acumulada até novembro, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça (12). O valor atual é de R$ 1.320.

O valor final do salário mínimo, que também é o piso de benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), ainda precisa ser oficializado pelo governo para começar a valer e vai servir de base para outros indicadores econômicos.

Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, diz que os cálculos para chegar ao salário mínimo de 2024 levaram em conta a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 12 meses até novembro, que ficou em 3,85%.

Para chegar ao valor final, é preciso considerar também a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes, ou seja, de 2022, que ficou em 3%. Com isso, o mínimo seria de R$ 1.411,95, mas foi arredondado para R$ 1.412.

No PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual), o governo previu o salário mínimo no valor de R$ 1.413, por utilizar uma estimativa de inflação de 3,9%, que não se confirmou.

O efeito fiscal sobre as despesas indexadas ao piso nacional será de R$ 35 bilhões no ano, segundo Salto. O economista diz que a nova lei do salário mínimo determina como base a inflação de 12 meses até novembro do ano anterior. O governo pode dar reajuste maior, mas não menor.

Para Salto, ter uma política de valorização do salário mínimo é um ponto positivo para a organização fiscal do país, “porque dá previsibilidade”, mas seria necessário discutir “algo relacionado à evolução da produtividade”.

“Seria importante também desvincular política social de política de salário mínimo, mas não vejo espaço para essa discussão agora. É um debate estrutural fundamental, ao lado de muitos outros”, afirma.

 

O QUE MUDA COM O NOVO SALÁRIO MÍNIMO

1 – APOSENTADORIAS, PENSÕES, AUXÍLIOS E BPC

Os benefícios previdenciários no valor de um salário mínimo devem subir de R$ 1.320 para pelo menos R$ 1.412, caso o valor seja confirmado pelo governo, a partir do pagamento referente à competência de janeiro, que é paga no final do mês. Quem recebe BPC (Benefício de Prestação Continuada) também terá o reajuste.

2 – ATRASADOS DO INSS

As ações iniciadas nos JEFs (Juizados Especiais Federais) são limitadas a 60 salários mínimos. Quando o salário mínimo sobe, o valor máximo para esse tipo de processo também tem reajuste.

Se o novo salário mínimo for confirmado em R$ 1.412, poderão entrar com ação nos JEFs em 2024 segurados cujo valor total do processo seja de até R$ 84.720.

Neste ano, o valor está em R$ 79,2 mil. Essas ações são chamadas de RPVs (Requisições de Pequeno Valor).

Têm direito de receber por RPV segurados que iniciaram ações de concessão ou revisão do benefício previdenciário no JEF com causa de até 60 salários.

São devidos atrasados de até cinco anos anteriores ao pedido de revisão, mais o tempo de espera até receber o aumento, se houver direito.

O pagamento é feito em até dois meses após a ordem do juiz para quitar os valores, quando o processo chega totalmente ao final.

3 – ABONO DO PIS/PASEP

O abono do PIS/Pasep é pago a trabalhadores que, no ano-base, tiveram atividade profissional com carteira assinada ou como servidores recebendo até dois salários mínimos.

É preciso estar inscrito no PIS/Pasep há ao menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no eSocial.

O valor pago varia conforme o número de meses trabalhados no ano-base. Quem trabalhou 12 meses, por exemplo, recebe o salário mínimo, que em 2024 poderá ser de R$ 1.412.

4 – SEGURO-DESEMPREGO

O reajuste do salário mínimo altera também o valor mínimo do seguro-desemprego em 2024, que pode subir de R$ 1.320 para R$ 1.412.

O benefício é liberado conforme uma fórmula que considera a média dos três salários anteriores à demissão. São três faixas de renda possível, sendo que a menor delas é o salário mínimo.

5 – CAUSAS NO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL

Quem vai entrar com ação no Juizado Especial Cível, antigo Juizado de Pequenas Causas, também terá alteração no valor-limite da ação, que é de até 40 salários mínimos. Atualmente, esse total está em R$ 52,8 mil e pode ir para R$ 56.480.

As causas de até 20 salários, que permitem acionar a Justiça sem advogado, podem subir para R$ 28.240.

Novo cálculo: salário mínimo a partir de janeiro; saiba tudo o que muda

O salário mínimo de 2024 deve ser de ao menos R$ 1.412, segundo perspectivas do mercado financeiro, que consideram a inflação de 12 meses acumulada até novembro, divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta terça (12). O valor atual é de R$ 1.320.

O valor final do salário mínimo, que também é o piso de benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), ainda precisa ser oficializado pelo governo para começar a valer e vai servir de base para outros indicadores econômicos.

Felipe Salto, economista-chefe da Warren Investimentos, diz que os cálculos para chegar ao salário mínimo de 2024 levaram em conta a inflação medida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 12 meses até novembro, que ficou em 3,85%.

Para chegar ao valor final, é preciso considerar também a variação do PIB (Produto Interno Bruto) de dois anos antes, ou seja, de 2022, que ficou em 3%. Com isso, o mínimo seria de R$ 1.411,95, mas foi arredondado para R$ 1.412.

No PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual), o governo previu o salário mínimo no valor de R$ 1.413, por utilizar uma estimativa de inflação de 3,9%, que não se confirmou.

O efeito fiscal sobre as despesas indexadas ao piso nacional será de R$ 35 bilhões no ano, segundo Salto. O economista diz que a nova lei do salário mínimo determina como base a inflação de 12 meses até novembro do ano anterior. O governo pode dar reajuste maior, mas não menor.

Para Salto, ter uma política de valorização do salário mínimo é um ponto positivo para a organização fiscal do país, “porque dá previsibilidade”, mas seria necessário discutir “algo relacionado à evolução da produtividade”.

“Seria importante também desvincular política social de política de salário mínimo, mas não vejo espaço para essa discussão agora. É um debate estrutural fundamental, ao lado de muitos outros”, afirma.

 

O QUE MUDA COM O NOVO SALÁRIO MÍNIMO

1 – APOSENTADORIAS, PENSÕES, AUXÍLIOS E BPC

Os benefícios previdenciários no valor de um salário mínimo devem subir de R$ 1.320 para pelo menos R$ 1.412, caso o valor seja confirmado pelo governo, a partir do pagamento referente à competência de janeiro, que é paga no final do mês. Quem recebe BPC (Benefício de Prestação Continuada) também terá o reajuste.

2 – ATRASADOS DO INSS

As ações iniciadas nos JEFs (Juizados Especiais Federais) são limitadas a 60 salários mínimos. Quando o salário mínimo sobe, o valor máximo para esse tipo de processo também tem reajuste.

Se o novo salário mínimo for confirmado em R$ 1.412, poderão entrar com ação nos JEFs em 2024 segurados cujo valor total do processo seja de até R$ 84.720.

Neste ano, o valor está em R$ 79,2 mil. Essas ações são chamadas de RPVs (Requisições de Pequeno Valor).

Têm direito de receber por RPV segurados que iniciaram ações de concessão ou revisão do benefício previdenciário no JEF com causa de até 60 salários.

São devidos atrasados de até cinco anos anteriores ao pedido de revisão, mais o tempo de espera até receber o aumento, se houver direito.

O pagamento é feito em até dois meses após a ordem do juiz para quitar os valores, quando o processo chega totalmente ao final.

3 – ABONO DO PIS/PASEP

O abono do PIS/Pasep é pago a trabalhadores que, no ano-base, tiveram atividade profissional com carteira assinada ou como servidores recebendo até dois salários mínimos.

É preciso estar inscrito no PIS/Pasep há ao menos cinco anos e ter os dados informados corretamente pelo empregador na Rais (Relação Anual de Informações Sociais) ou no eSocial.

O valor pago varia conforme o número de meses trabalhados no ano-base. Quem trabalhou 12 meses, por exemplo, recebe o salário mínimo, que em 2024 poderá ser de R$ 1.412.

4 – SEGURO-DESEMPREGO

O reajuste do salário mínimo altera também o valor mínimo do seguro-desemprego em 2024, que pode subir de R$ 1.320 para R$ 1.412.

O benefício é liberado conforme uma fórmula que considera a média dos três salários anteriores à demissão. São três faixas de renda possível, sendo que a menor delas é o salário mínimo.

5 – CAUSAS NO JUIZADO ESPECIAL CÍVEL

Quem vai entrar com ação no Juizado Especial Cível, antigo Juizado de Pequenas Causas, também terá alteração no valor-limite da ação, que é de até 40 salários mínimos. Atualmente, esse total está em R$ 52,8 mil e pode ir para R$ 56.480.

As causas de até 20 salários, que permitem acionar a Justiça sem advogado, podem subir para R$ 28.240.

ARTIGO – Desdobramentos Eleitorais: A Dança Política e a Distância Ideológica

Nestes tempos de efervescência política, onde cada movimento é minuciosamente analisado, é impossível ignorar as nuances das estratégias partidárias que moldam o cenário eleitoral. Observando de perto, é evidente que o Partido dos Trabalhadores (PT) não experimentou crescimento significativo nas últimas duas eleições, e a disparidade entre os votos da esquerda e da direita só se acentua.

 

A vereadora Lúcia Rocha, ciente desse contexto, orquestrou um movimento audacioso ao convidar o deputado Waldenor para ser seu vice, baseando-se em pesquisas preliminares que indicavam uma vantagem momentânea. Contudo, a política é uma dança complexa, e as alianças efêmeras nem sempre resistem aos ventos da realidade.

 

A proposta de uma chapa Waldenor x Lúcia, ou vice-versa, parece cada vez mais distante. A carruagem da política segue seu curso, indicando que ambos os políticos podem estar destinados a trilhar caminhos separados, cada um com seu eleitorado distinto. Waldenor, representando uma corrente progressista, atrai um eleitorado que abraça ideias mais à esquerda. Por outro lado, o eleitorado conservador, desconfiado do PT, parece inclinar-se para outras opções.

 

O eleitor de Lúcia Rocha, delineado por um perfil conservador desprovido de viés ideológico, revela-se um fator crucial nesta equação política. Em um segundo turno sem a presença da vereadora, esse eleitorado parece inclinar-se em direção à prefeita Sheila Lemos, evidenciando a clara polarização que permeia o cenário político atual.

 

O que se desenha diante de nós são dois campos eleitorais distintos, refletindo a diversidade de pensamentos e anseios da sociedade. A política, por natureza, é fluida e sujeita a reviravoltas. À medida que as peças se movem no tabuleiro eleitoral, cabe a nós, eleitores e observadores, permanecermos atentos aos desdobramentos dessa dança política, compreendendo que, no final, a voz das urnas ditará o destino dessa narrativa.

 

(Padre Carlos)

ARTIGO – Desdobramentos Eleitorais: A Dança Política e a Distância Ideológica

Nestes tempos de efervescência política, onde cada movimento é minuciosamente analisado, é impossível ignorar as nuances das estratégias partidárias que moldam o cenário eleitoral. Observando de perto, é evidente que o Partido dos Trabalhadores (PT) não experimentou crescimento significativo nas últimas duas eleições, e a disparidade entre os votos da esquerda e da direita só se acentua.

 

A vereadora Lúcia Rocha, ciente desse contexto, orquestrou um movimento audacioso ao convidar o deputado Waldenor para ser seu vice, baseando-se em pesquisas preliminares que indicavam uma vantagem momentânea. Contudo, a política é uma dança complexa, e as alianças efêmeras nem sempre resistem aos ventos da realidade.

 

A proposta de uma chapa Waldenor x Lúcia, ou vice-versa, parece cada vez mais distante. A carruagem da política segue seu curso, indicando que ambos os políticos podem estar destinados a trilhar caminhos separados, cada um com seu eleitorado distinto. Waldenor, representando uma corrente progressista, atrai um eleitorado que abraça ideias mais à esquerda. Por outro lado, o eleitorado conservador, desconfiado do PT, parece inclinar-se para outras opções.

 

O eleitor de Lúcia Rocha, delineado por um perfil conservador desprovido de viés ideológico, revela-se um fator crucial nesta equação política. Em um segundo turno sem a presença da vereadora, esse eleitorado parece inclinar-se em direção à prefeita Sheila Lemos, evidenciando a clara polarização que permeia o cenário político atual.

 

O que se desenha diante de nós são dois campos eleitorais distintos, refletindo a diversidade de pensamentos e anseios da sociedade. A política, por natureza, é fluida e sujeita a reviravoltas. À medida que as peças se movem no tabuleiro eleitoral, cabe a nós, eleitores e observadores, permanecermos atentos aos desdobramentos dessa dança política, compreendendo que, no final, a voz das urnas ditará o destino dessa narrativa.

 

(Padre Carlos)

ARTIGO – Homenagem a Luiz Alberto: Um Gigante na Luta pelos Quilombolas

Neste momento de pesar e reflexão, presto minha homenagem a um amigo de longa data, Luiz Alberto, cuja partida deixa um vazio irreparável no movimento negro e na comunidade quilombola. Sua trajetória de dedicação às causas sociais e, em especial, aos povos tradicionais, deixa um legado que transcende a temporalidade.

 

Luiz Alberto, meu camarada desde os tempos de militância no movimento estudantil, sempre se destacou pela paixão e comprometimento com as lutas que abraçava. Sua formação técnica de administração na Escola Técnica Estadual de Comércio em Salvador, em 1974, foi o ponto de partida para uma vida de engajamento político em prol da justiça social.

 

Juntos, fizemos parte do Trabalho Conjunto da Cidade de Salvador, um bloco de forças políticas de oposição ao regime militar, e testemunhamos a fundação do Movimento Negro Unificado em 1978. O envolvimento ativo na criação do Partido dos Trabalhadores na Bahia, em 1980, e sua atuação representativa na CUT em 1984 demonstram a incansável busca por transformações significativas.

 

A trajetória de Luiz Alberto se entrelaça com a história da Associação de Moradores de São Caetano, da qual foi secretário e diretor de 1980 a 1984, e sua nomeação como secretário-geral do Sindicato do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia em 1991. Sua aposentadoria da Petrobras em 1994 não significou o fim de sua militância; ao contrário, tornou-se conselheiro do Cecup e do GCAP, contribuindo ativamente para a promoção da cultura popular e da capoeira.

 

Ao longo dos anos, Luiz Alberto ocupou posições relevantes, como coordenador nacional do Movimento Negro Unificado de 1996 a 1998, integrante do Conselho Estadual de Proteção aos Direitos Humanos e conselheiro do Grupo Cultural Olodum. Sua atuação incansável visava a construção de uma sociedade justa e igualitária, onde preconceitos e discriminações fossem superados.

 

A despedida de Luiz Alberto é um momento doloroso, mas sua memória perdurará como inspiração para todos nós que compartilhamos o sonho de uma sociedade mais justa. Descanse em paz, companheiro de tantas batalhas. Seu legado será eterno, e sua contribuição para a transformação da Bahia e do Brasil será lembrada com gratidão e respeito.

 

(Padre Carlos)

ARTIGO – Homenagem a Luiz Alberto: Um Gigante na Luta pelos Quilombolas

Neste momento de pesar e reflexão, presto minha homenagem a um amigo de longa data, Luiz Alberto, cuja partida deixa um vazio irreparável no movimento negro e na comunidade quilombola. Sua trajetória de dedicação às causas sociais e, em especial, aos povos tradicionais, deixa um legado que transcende a temporalidade.

 

Luiz Alberto, meu camarada desde os tempos de militância no movimento estudantil, sempre se destacou pela paixão e comprometimento com as lutas que abraçava. Sua formação técnica de administração na Escola Técnica Estadual de Comércio em Salvador, em 1974, foi o ponto de partida para uma vida de engajamento político em prol da justiça social.

 

Juntos, fizemos parte do Trabalho Conjunto da Cidade de Salvador, um bloco de forças políticas de oposição ao regime militar, e testemunhamos a fundação do Movimento Negro Unificado em 1978. O envolvimento ativo na criação do Partido dos Trabalhadores na Bahia, em 1980, e sua atuação representativa na CUT em 1984 demonstram a incansável busca por transformações significativas.

 

A trajetória de Luiz Alberto se entrelaça com a história da Associação de Moradores de São Caetano, da qual foi secretário e diretor de 1980 a 1984, e sua nomeação como secretário-geral do Sindicato do Ramo Químico e Petroleiro da Bahia em 1991. Sua aposentadoria da Petrobras em 1994 não significou o fim de sua militância; ao contrário, tornou-se conselheiro do Cecup e do GCAP, contribuindo ativamente para a promoção da cultura popular e da capoeira.

 

Ao longo dos anos, Luiz Alberto ocupou posições relevantes, como coordenador nacional do Movimento Negro Unificado de 1996 a 1998, integrante do Conselho Estadual de Proteção aos Direitos Humanos e conselheiro do Grupo Cultural Olodum. Sua atuação incansável visava a construção de uma sociedade justa e igualitária, onde preconceitos e discriminações fossem superados.

 

A despedida de Luiz Alberto é um momento doloroso, mas sua memória perdurará como inspiração para todos nós que compartilhamos o sonho de uma sociedade mais justa. Descanse em paz, companheiro de tantas batalhas. Seu legado será eterno, e sua contribuição para a transformação da Bahia e do Brasil será lembrada com gratidão e respeito.

 

(Padre Carlos)

A Vitória de Chico Estrela como Símbolo Contra Julgamentos Precipitados

 

O cenário político de Vitória da Conquista recentemente presenciou um capítulo marcante na trajetória do vereador Francisco Estrela Dantas Filho, mais conhecido como Chico Estrela. Em meio a uma denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) por crimes eleitorais, o vereador viu sua carreira política pendendo na balança da incerteza. Contudo, a justiça, em uma decisão recente, absolveu Chico Estrela das acusações de compra de votos e fraude eleitoral nas eleições municipais de 2020.

A absolvição pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Salvador marca não apenas um desfecho legal, mas também reacende o debate em torno do princípio da presunção de inocência, um dos pilares fundamentais do sistema jurídico democrático. Este princípio estabelece que qualquer pessoa acusada de um crime deve ser considerada inocente até que sua culpa seja comprovada legalmente, indo além de qualquer dúvida razoável.

Quando as notícias sobre a denúncia surgiram, busquei conscientizar a comunidade conquistense e a classe política sobre a importância de lembrar que todos têm o direito à presunção de inocência. Essa salvaguarda jurídica existe para proteger os indivíduos contra julgamentos precipitados e condenações injustas, reforçando a necessidade de um processo justo e imparcial.

O processo que culminou na absolvição de Chico Estrela teve início em 2021, quando a Polícia Federal instaurou o inquérito e o Ministério Público Eleitoral ofereceu a denúncia. Em julho deste ano, a Justiça Eleitoral pediu a cassação do mandato do vereador, alegando envolvimento em compra de votos e fraude eleitoral. O desfecho dessa trama se deu na sessão do TRE, realizada nesta terça-feira (12), quando a absolvição foi proclamada.

É crucial destacar que Chico Estrela teve a oportunidade de exercer seu direito de defesa perante a justiça, apresentando suas alegações e participando ativamente do processo legal. Esse aspecto ressalta a importância de um sistema judiciário que assegure a ampla defesa e o contraditório, garantindo que todas as partes envolvidas tenham a oportunidade de serem ouvidas e apresentar suas argumentações.

A reviravolta na carreira política de Chico Estrela, agora absolvido das acusações que pairavam sobre ele, destaca não apenas a importância da presunção de inocência, mas também a necessidade de uma reflexão sobre como lidamos com casos de acusações políticas. O respeito ao devido processo legal e o compromisso com a imparcialidade são fundamentais para manter a integridade do sistema democrático, preservando os direitos individuais e a confiança na justiça.

A Vitória de Chico Estrela como Símbolo Contra Julgamentos Precipitados

 

O cenário político de Vitória da Conquista recentemente presenciou um capítulo marcante na trajetória do vereador Francisco Estrela Dantas Filho, mais conhecido como Chico Estrela. Em meio a uma denúncia do Ministério Público Estadual (MPE) por crimes eleitorais, o vereador viu sua carreira política pendendo na balança da incerteza. Contudo, a justiça, em uma decisão recente, absolveu Chico Estrela das acusações de compra de votos e fraude eleitoral nas eleições municipais de 2020.

A absolvição pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) em Salvador marca não apenas um desfecho legal, mas também reacende o debate em torno do princípio da presunção de inocência, um dos pilares fundamentais do sistema jurídico democrático. Este princípio estabelece que qualquer pessoa acusada de um crime deve ser considerada inocente até que sua culpa seja comprovada legalmente, indo além de qualquer dúvida razoável.

Quando as notícias sobre a denúncia surgiram, busquei conscientizar a comunidade conquistense e a classe política sobre a importância de lembrar que todos têm o direito à presunção de inocência. Essa salvaguarda jurídica existe para proteger os indivíduos contra julgamentos precipitados e condenações injustas, reforçando a necessidade de um processo justo e imparcial.

O processo que culminou na absolvição de Chico Estrela teve início em 2021, quando a Polícia Federal instaurou o inquérito e o Ministério Público Eleitoral ofereceu a denúncia. Em julho deste ano, a Justiça Eleitoral pediu a cassação do mandato do vereador, alegando envolvimento em compra de votos e fraude eleitoral. O desfecho dessa trama se deu na sessão do TRE, realizada nesta terça-feira (12), quando a absolvição foi proclamada.

É crucial destacar que Chico Estrela teve a oportunidade de exercer seu direito de defesa perante a justiça, apresentando suas alegações e participando ativamente do processo legal. Esse aspecto ressalta a importância de um sistema judiciário que assegure a ampla defesa e o contraditório, garantindo que todas as partes envolvidas tenham a oportunidade de serem ouvidas e apresentar suas argumentações.

A reviravolta na carreira política de Chico Estrela, agora absolvido das acusações que pairavam sobre ele, destaca não apenas a importância da presunção de inocência, mas também a necessidade de uma reflexão sobre como lidamos com casos de acusações políticas. O respeito ao devido processo legal e o compromisso com a imparcialidade são fundamentais para manter a integridade do sistema democrático, preservando os direitos individuais e a confiança na justiça.

Tradição de pintar a casa no fim de ano aumenta demanda nas lojas de tintas em Vitória da Conquista

 

No compasso do calendário que se encaminha para os últimos meses do ano, uma tradição ganha destaque nas residências: a pintura das casas em preparação para as festividades natalinas. Essa prática não apenas acrescenta um toque renovador ao ambiente, mas também impulsiona de forma significativa a demanda nas lojas de tintas em Vitória da Conquista.

Em entrevista exclusiva concedida à redação do Política e Resenha, um empresário do ramo, que optou por manter-se anônimo, compartilhou insights sobre o notável aumento nas vendas nos últimos trimestres. Surpreendentemente, os números revelam que as vendas acumuladas nos últimos três meses equivalem a 50% do total do ano, indicando uma tendência crescente e sazonal.

O empresário esclarece que esse período específico é estrategicamente propício para ampliar o estoque, fundamentado em três pilares fundamentais. Em primeiro lugar, a tradição cultural de renovar a casa antes das festividades natalinas motiva a busca por tintas. Em segundo, a estabilidade econômica da região contribui para que as famílias invistam em melhorias domésticas. Por fim, o sucesso do aumento nas vendas é resultado de um esforço conjunto, envolvendo promoções atrativas, divulgações estratégicas, eventos em parceria com arquitetos renomados e colaborações efetivas com as fábricas.

Um destaque mencionado pelo empresário é a influência positiva da tecnologia no setor, proporcionando produtos de alta qualidade e durabilidade. Entre eles, destaca-se a tinta impermeabilizante, resistente à água, que não apenas atende às expectativas dos consumidores, mas também representa um avanço significativo no desenvolvimento de soluções inovadoras para a pintura residencial.

O cenário pintado pelas palavras do empresário revela não apenas a tradição enraizada na cultura local, mas também a habilidade do setor em se adaptar e inovar, alavancando as vendas e promovendo uma atmosfera de renovação que vai além das paredes das casas. Nesse contexto, as lojas de tintas se tornam protagonistas de uma narrativa que une tradição, economia estável e avanços tecnológicos, transformando a pintura anual em um ritual significativo para as famílias em Vitória da Conquista.

Tradição de pintar a casa no fim de ano aumenta demanda nas lojas de tintas em Vitória da Conquista

 

No compasso do calendário que se encaminha para os últimos meses do ano, uma tradição ganha destaque nas residências: a pintura das casas em preparação para as festividades natalinas. Essa prática não apenas acrescenta um toque renovador ao ambiente, mas também impulsiona de forma significativa a demanda nas lojas de tintas em Vitória da Conquista.

Em entrevista exclusiva concedida à redação do Política e Resenha, um empresário do ramo, que optou por manter-se anônimo, compartilhou insights sobre o notável aumento nas vendas nos últimos trimestres. Surpreendentemente, os números revelam que as vendas acumuladas nos últimos três meses equivalem a 50% do total do ano, indicando uma tendência crescente e sazonal.

O empresário esclarece que esse período específico é estrategicamente propício para ampliar o estoque, fundamentado em três pilares fundamentais. Em primeiro lugar, a tradição cultural de renovar a casa antes das festividades natalinas motiva a busca por tintas. Em segundo, a estabilidade econômica da região contribui para que as famílias invistam em melhorias domésticas. Por fim, o sucesso do aumento nas vendas é resultado de um esforço conjunto, envolvendo promoções atrativas, divulgações estratégicas, eventos em parceria com arquitetos renomados e colaborações efetivas com as fábricas.

Um destaque mencionado pelo empresário é a influência positiva da tecnologia no setor, proporcionando produtos de alta qualidade e durabilidade. Entre eles, destaca-se a tinta impermeabilizante, resistente à água, que não apenas atende às expectativas dos consumidores, mas também representa um avanço significativo no desenvolvimento de soluções inovadoras para a pintura residencial.

O cenário pintado pelas palavras do empresário revela não apenas a tradição enraizada na cultura local, mas também a habilidade do setor em se adaptar e inovar, alavancando as vendas e promovendo uma atmosfera de renovação que vai além das paredes das casas. Nesse contexto, as lojas de tintas se tornam protagonistas de uma narrativa que une tradição, economia estável e avanços tecnológicos, transformando a pintura anual em um ritual significativo para as famílias em Vitória da Conquista.

Escola da ONU em Gaza é atingida por ataque

 

Ataques em Gaza: Reflexões sobre o Impacto Humanitário

O recente bombardeio israelense a uma escola utilizada como abrigo da ONU em Gaza ecoa como um trágico episódio que clama por atenção e repúdio. A ação militar, que felizmente não resultou em vítimas diretas devido à evacuação ordenada pelo diretor da instituição, levanta questionamentos sobre os limites éticos e humanitários em zonas de conflito.

Não é a primeira vez que vemos o exército israelense mirando em alvos que deveriam ser santuários de segurança. Hospitais, escolas e outros locais designados para proteção tornam-se cenários de destruição, deixando marcas indeléveis na consciência global.

A ordem de evacuação do diretor, embora tenha evitado tragédias imediatas, sublinha uma realidade sombria: a população civil, especialmente as crianças, está sendo afetada por uma violência indiscriminada. Esses eventos não podem ser considerados como ações pontuais, mas como parte de um padrão mais amplo que levanta sérias questões sobre a ética de conduta em conflitos armados.

A comparação com um segundo holocausto não é apenas retórica; é uma chamada à reflexão sobre os horrores do passado que ainda ecoam em nossas consciências. A ideia de exterminar uma cultura não se limita à utilização de câmaras de gás, mas estende-se ao genocídio e à segregação, manifestando-se de maneiras diversas ao longo do tempo.

A comunidade internacional deve questionar e condenar vigorosamente tais ações, não apenas como uma resposta às atrocidades presentes, mas como um esforço para evitar que a história se repita. O direito à autodefesa não pode ser um pretexto para violações flagrantes dos direitos humanos e normas internacionais.

À medida que testemunhamos eventos como esse, é crucial manter um olhar crítico e buscar a verdade, mesmo quando envolta em nuvens de conflito. A busca incessante pela verdade é a âncora que impede que sejamos levados pelas correntezas da desinformação e do partidarismo.

Que este episódio sirva como um chamado à ação, não apenas para a comunidade internacional, mas também para cada indivíduo comprometido com a causa da paz. A mudança começa com a conscientização, a condenação inequívoca da violência e o compromisso contínuo com a construção de um mundo onde a dignidade humana seja preservada acima de tudo.

Escola da ONU em Gaza é atingida por ataque

 

Ataques em Gaza: Reflexões sobre o Impacto Humanitário

O recente bombardeio israelense a uma escola utilizada como abrigo da ONU em Gaza ecoa como um trágico episódio que clama por atenção e repúdio. A ação militar, que felizmente não resultou em vítimas diretas devido à evacuação ordenada pelo diretor da instituição, levanta questionamentos sobre os limites éticos e humanitários em zonas de conflito.

Não é a primeira vez que vemos o exército israelense mirando em alvos que deveriam ser santuários de segurança. Hospitais, escolas e outros locais designados para proteção tornam-se cenários de destruição, deixando marcas indeléveis na consciência global.

A ordem de evacuação do diretor, embora tenha evitado tragédias imediatas, sublinha uma realidade sombria: a população civil, especialmente as crianças, está sendo afetada por uma violência indiscriminada. Esses eventos não podem ser considerados como ações pontuais, mas como parte de um padrão mais amplo que levanta sérias questões sobre a ética de conduta em conflitos armados.

A comparação com um segundo holocausto não é apenas retórica; é uma chamada à reflexão sobre os horrores do passado que ainda ecoam em nossas consciências. A ideia de exterminar uma cultura não se limita à utilização de câmaras de gás, mas estende-se ao genocídio e à segregação, manifestando-se de maneiras diversas ao longo do tempo.

A comunidade internacional deve questionar e condenar vigorosamente tais ações, não apenas como uma resposta às atrocidades presentes, mas como um esforço para evitar que a história se repita. O direito à autodefesa não pode ser um pretexto para violações flagrantes dos direitos humanos e normas internacionais.

À medida que testemunhamos eventos como esse, é crucial manter um olhar crítico e buscar a verdade, mesmo quando envolta em nuvens de conflito. A busca incessante pela verdade é a âncora que impede que sejamos levados pelas correntezas da desinformação e do partidarismo.

Que este episódio sirva como um chamado à ação, não apenas para a comunidade internacional, mas também para cada indivíduo comprometido com a causa da paz. A mudança começa com a conscientização, a condenação inequívoca da violência e o compromisso contínuo com a construção de um mundo onde a dignidade humana seja preservada acima de tudo.

Chapa Puro Sangue: Os Três Nomes Petistas que Agitam as Conversas Políticas

As curtinhas de Massinha têm a capacidade única de nos transportar para uma reflexão profunda sobre os acontecimentos da nossa querida Vitória da Conquista. Sua elegância ao escrever é verdadeiramente inspiradora, e é um prazer imenso absorver cada palavra de suas colunas.

Hoje, enquanto me deleitava com mais uma leitura, deparei-me com uma questão intrigante que tem ecoado nas rodas políticas da cidade. A indagação central é: diante da persistência firme de Lúcia Rocha em manter sua pré-candidatura à prefeitura, quem seria o parceiro ou parceira de chapa do deputado Waldenor Pereira?

A tentativa de salvar uma candidatura solitariamente é uma responsabilidade monumental, e a história política nos mostra que tal empreendimento pode resultar em isolamento ainda maior. Vem à mente a imagem do “Abraço dos Afogados”, uma expressão que ressoa fortemente diante dos erros não devidamente avaliados nas últimas eleições. As pré-candidaturas que não conseguem alçar voo tornam-se presas fáceis para os “heróis” políticos, ávidos por resgatar alguém aparentemente vulnerável, ferido e abandonado.

A hipótese de uma “chapa puro sangue”, com ambos os candidatos sendo do PT, é discutida com fervor. Nesse cenário, emergem os nomes de três petistas de carteirinha, cada um trazendo consigo sua bagagem política e visão para o futuro da cidade.

Diante desse panorama, é crucial refletirmos sobre o papel desafiador de construir alianças sólidas e estratégicas. A política, como nos ensina Massinha, é uma dança complexa onde cada passo pode definir o destino de uma candidatura. As lições do passado, especialmente aquelas relacionadas aos equívocos eleitorais não analisados, devem ser encaradas com seriedade.

Enquanto aguardamos as decisões que moldarão o cenário político local, continuaremos apreciando as curtinhas de Massinha, que, sem dúvida, proporcionam uma visão única e esclarecedora sobre os meandros da política em nossa amada cidade de Vitória da Conquista. Que venham mais reflexões inspiradoras e análises perspicazes!

[Padre Carlos]

Chapa Puro Sangue: Os Três Nomes Petistas que Agitam as Conversas Políticas

As curtinhas de Massinha têm a capacidade única de nos transportar para uma reflexão profunda sobre os acontecimentos da nossa querida Vitória da Conquista. Sua elegância ao escrever é verdadeiramente inspiradora, e é um prazer imenso absorver cada palavra de suas colunas.

Hoje, enquanto me deleitava com mais uma leitura, deparei-me com uma questão intrigante que tem ecoado nas rodas políticas da cidade. A indagação central é: diante da persistência firme de Lúcia Rocha em manter sua pré-candidatura à prefeitura, quem seria o parceiro ou parceira de chapa do deputado Waldenor Pereira?

A tentativa de salvar uma candidatura solitariamente é uma responsabilidade monumental, e a história política nos mostra que tal empreendimento pode resultar em isolamento ainda maior. Vem à mente a imagem do “Abraço dos Afogados”, uma expressão que ressoa fortemente diante dos erros não devidamente avaliados nas últimas eleições. As pré-candidaturas que não conseguem alçar voo tornam-se presas fáceis para os “heróis” políticos, ávidos por resgatar alguém aparentemente vulnerável, ferido e abandonado.

A hipótese de uma “chapa puro sangue”, com ambos os candidatos sendo do PT, é discutida com fervor. Nesse cenário, emergem os nomes de três petistas de carteirinha, cada um trazendo consigo sua bagagem política e visão para o futuro da cidade.

Diante desse panorama, é crucial refletirmos sobre o papel desafiador de construir alianças sólidas e estratégicas. A política, como nos ensina Massinha, é uma dança complexa onde cada passo pode definir o destino de uma candidatura. As lições do passado, especialmente aquelas relacionadas aos equívocos eleitorais não analisados, devem ser encaradas com seriedade.

Enquanto aguardamos as decisões que moldarão o cenário político local, continuaremos apreciando as curtinhas de Massinha, que, sem dúvida, proporcionam uma visão única e esclarecedora sobre os meandros da política em nossa amada cidade de Vitória da Conquista. Que venham mais reflexões inspiradoras e análises perspicazes!

[Padre Carlos]