Política e Resenha

Crianças em Gaza: “Somos inocentes. O que fizemos para merecer isto?”

Em meio ao caos e à destruição que assolam a Faixa de Gaza, uma cena particularmente comovente chama a atenção do mundo: um grupo de crianças reunidas perto do Hospital al-Shifa, segurando velas nas mãos, após um bombardeio que deixou um saldo trágico de mortes e feridos. Estas crianças, que pedem desesperadamente por paz e um cessar-fogo imediato, representam a voz inocente e as vítimas frequentemente esquecidas de um conflito que se estende por décadas.

“Somos inocentes. O que fizemos para merecer isto?” – perguntam as crianças de Gaza, ecoando o sentimento de milhares de jovens que vivem sob o medo constante de ataques e a incerteza de um futuro seguro. As crianças de Gaza enfrentam uma realidade brutal, onde a guerra não é apenas uma notícia distante, mas uma experiência diária que molda suas vidas de maneiras inimagináveis.

O conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas tem um impacto devastador na população infantil da região. Segundo relatórios, crianças constituem cerca de 40% dos mortos na Faixa de Gaza, com milhares de feridos e um número alarmante de órfãos e deslocados. Em Israel, crianças também sofrem as consequências da guerra, com mortes e sequestros perpetrados pelo Hamas.

As crianças de Gaza não pedem apenas por um cessar-fogo; elas clamam por uma solução duradoura que traga estabilidade e esperança para suas vidas. A comunidade internacional, muitas vezes paralisada pela política e pela diplomacia, deve ouvir essas vozes e agir com urgência para proteger os direitos e a segurança desses jovens.

As crianças de Gaza nos lembram que, mesmo em tempos de guerra, a inocência persiste e a esperança por dias melhores nunca deve ser abandonada. Elas são um símbolo poderoso da necessidade de paz e humanidade em um mundo frequentemente dividido pelo ódio e pela violência. Que suas vozes sejam ouvidas e que ações concretas sejam tomadas para garantir que nenhuma criança tenha que se perguntar novamente: “O que fizemos para merecer isto?”

Crianças em Gaza: “Somos inocentes. O que fizemos para merecer isto?”

Em meio ao caos e à destruição que assolam a Faixa de Gaza, uma cena particularmente comovente chama a atenção do mundo: um grupo de crianças reunidas perto do Hospital al-Shifa, segurando velas nas mãos, após um bombardeio que deixou um saldo trágico de mortes e feridos. Estas crianças, que pedem desesperadamente por paz e um cessar-fogo imediato, representam a voz inocente e as vítimas frequentemente esquecidas de um conflito que se estende por décadas.

“Somos inocentes. O que fizemos para merecer isto?” – perguntam as crianças de Gaza, ecoando o sentimento de milhares de jovens que vivem sob o medo constante de ataques e a incerteza de um futuro seguro. As crianças de Gaza enfrentam uma realidade brutal, onde a guerra não é apenas uma notícia distante, mas uma experiência diária que molda suas vidas de maneiras inimagináveis.

O conflito entre Israel e o grupo palestino Hamas tem um impacto devastador na população infantil da região. Segundo relatórios, crianças constituem cerca de 40% dos mortos na Faixa de Gaza, com milhares de feridos e um número alarmante de órfãos e deslocados. Em Israel, crianças também sofrem as consequências da guerra, com mortes e sequestros perpetrados pelo Hamas.

As crianças de Gaza não pedem apenas por um cessar-fogo; elas clamam por uma solução duradoura que traga estabilidade e esperança para suas vidas. A comunidade internacional, muitas vezes paralisada pela política e pela diplomacia, deve ouvir essas vozes e agir com urgência para proteger os direitos e a segurança desses jovens.

As crianças de Gaza nos lembram que, mesmo em tempos de guerra, a inocência persiste e a esperança por dias melhores nunca deve ser abandonada. Elas são um símbolo poderoso da necessidade de paz e humanidade em um mundo frequentemente dividido pelo ódio e pela violência. Que suas vozes sejam ouvidas e que ações concretas sejam tomadas para garantir que nenhuma criança tenha que se perguntar novamente: “O que fizemos para merecer isto?”

Despede-se a rainha das novelas: morre Lolita Rodrigues aos 94 anos

Aos 21 anos, Sylvia Gonçalves Rodrigues Leite, mais conhecida por Lolita, estreava-se nas novelas, quando também estas davam os primeiros passos no nosso país. Foram décadas de trabalho televisivo no género e muitas das produções em que Lolita Rodrigues participou, entre elas Sassaricando, Rainha da Sucata, A Viagem, Terra Nostra e Viver a Vida, marcaram a história da televisão portuguesa.

Rosto incontornável das novelas, Lolita Rodrigues garantiu um lugar na memória dos portugueses. A atriz, filha de imigrantes espanhóis, faleceu na madrugada deste domingo, 5 de novembro de 2023, aos 94 anos. Estava internada e não resistiu a uma pneumonia.

Em declarações recentes na sua biografia, Lolita mostrava-se uma pessoa simples e discreta: “Não tenho nada para contar. Sou igual a todo mundo. Não tenho empregada, cuido eu mesma das minhas coisas. Adoro assistir TV, especialmente os canais de língua espanhola, porque sou filha de imigrantes”.

Despede-se a rainha das novelas: morre Lolita Rodrigues aos 94 anos

Aos 21 anos, Sylvia Gonçalves Rodrigues Leite, mais conhecida por Lolita, estreava-se nas novelas, quando também estas davam os primeiros passos no nosso país. Foram décadas de trabalho televisivo no género e muitas das produções em que Lolita Rodrigues participou, entre elas Sassaricando, Rainha da Sucata, A Viagem, Terra Nostra e Viver a Vida, marcaram a história da televisão portuguesa.

Rosto incontornável das novelas, Lolita Rodrigues garantiu um lugar na memória dos portugueses. A atriz, filha de imigrantes espanhóis, faleceu na madrugada deste domingo, 5 de novembro de 2023, aos 94 anos. Estava internada e não resistiu a uma pneumonia.

Em declarações recentes na sua biografia, Lolita mostrava-se uma pessoa simples e discreta: “Não tenho nada para contar. Sou igual a todo mundo. Não tenho empregada, cuido eu mesma das minhas coisas. Adoro assistir TV, especialmente os canais de língua espanhola, porque sou filha de imigrantes”.

Inep aciona PF para apurar imagens do Enem 2023 que circulam na internet

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) disse neste domingo (5) que identificou imagens do caderno de provas do Enem 2023 em circulação nas redes sociais. O órgão afirma que acionou a PF (Polícia Federal) para investigar o caso.
Ligado ao MEC (Ministério da Educação), o Inep afirmou, por sua assessoria de imprensa, que as imagens surgiram após as 13h, quando os portões foram fechados. O instituto não trabalha, por ora, com a tese de que a prova tenha sido vazada.
As regras de segurança impedem que os candidatos fiquem com celular ou equipamentos eletrônicos durante o exame. A saída de estudantes com os cadernos de prova só é permitida após 4 horas do início da prova.
Inscreveram-se para o Enem neste ano 3,9 milhões de pessoas. A segurança do exame é um dos maiores entraves para o governo.
A prova foi roubada da gráfica e vazou já em 2009. Nos anos seguintes, houve problemas de impressão, troca de gabaritos, divulgação de notas erradas e é recorrente que alguns candidatos postem fotos –em 2012, por exemplo, 60 candidatos foram eliminados por postarem fotos.
O Inep não disse quantas imagens foram identificadas até agora.
Neste ano, cerca de 50 mil inscritos foram alocados a mais de 30 km de distância de suas casas –para tentar resolver isso, o MEC abriu a possibilidade de os prejudicados fazerem a prova em outra data, em dezembro.

Inep aciona PF para apurar imagens do Enem 2023 que circulam na internet

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) disse neste domingo (5) que identificou imagens do caderno de provas do Enem 2023 em circulação nas redes sociais. O órgão afirma que acionou a PF (Polícia Federal) para investigar o caso.
Ligado ao MEC (Ministério da Educação), o Inep afirmou, por sua assessoria de imprensa, que as imagens surgiram após as 13h, quando os portões foram fechados. O instituto não trabalha, por ora, com a tese de que a prova tenha sido vazada.
As regras de segurança impedem que os candidatos fiquem com celular ou equipamentos eletrônicos durante o exame. A saída de estudantes com os cadernos de prova só é permitida após 4 horas do início da prova.
Inscreveram-se para o Enem neste ano 3,9 milhões de pessoas. A segurança do exame é um dos maiores entraves para o governo.
A prova foi roubada da gráfica e vazou já em 2009. Nos anos seguintes, houve problemas de impressão, troca de gabaritos, divulgação de notas erradas e é recorrente que alguns candidatos postem fotos –em 2012, por exemplo, 60 candidatos foram eliminados por postarem fotos.
O Inep não disse quantas imagens foram identificadas até agora.
Neste ano, cerca de 50 mil inscritos foram alocados a mais de 30 km de distância de suas casas –para tentar resolver isso, o MEC abriu a possibilidade de os prejudicados fazerem a prova em outra data, em dezembro.

Uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação

O tema da universalidade da Igreja é um dos mais importantes e desafiadores para os cristãos de hoje. Como pode a Igreja ser fiel à sua missão de anunciar o Evangelho a todas as nações, respeitando a diversidade cultural e religiosa dos povos? Como pode a Igreja ser uma comunhão de irmãos e irmãs, sem cair no etnocentrismo ou no relativismo? Como pode a Igreja ser sinal e instrumento do Reino de Deus, que abraça toda a humanidade e toda a criação?

Estas questões não são novas, mas ganharam uma nova urgência no contexto atual, marcado pela globalização, pela migração, pelo pluralismo e pelo diálogo inter-religioso. A Igreja, desde o seu nascimento, vive em contextos multiculturais e multirreligiosos, nos quais é essencial o compromisso de diálogo entre religião e cultura. O Concílio Vaticano II, na sua declaração Nostra Aetate, afirmou que a Igreja “reconhece, estima e promove os valores espirituais, morais e sociais que se encontram nas diversas religiões” e que “exorta os seus filhos a que, com prudência e caridade, dialoguem e colaborem com os membros das outras religiões, dando testemunho da fé e da vida cristã” (NA 2).

O Papa Francisco, na sua encíclica Fratelli Tutti, reforçou esta mensagem, ao afirmar que “a Igreja valoriza a ação de Deus nas outras religiões, e ‘não rejeita nada do que nelas existe de verdadeiro e santo'” (FT 277). O Papa também destacou a importância do encontro fraterno com os crentes de outras tradições religiosas, como fez em Abu Dhabi, em 2019, ao assinar o Documento sobre a Fraternidade Humana, juntamente com o Grande Imã de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyeb. Nesse documento, os dois líderes religiosos declararam que “Deus quer que todos os homens e mulheres sejam irmãos e irmãs, que vivam como tais, formando a grande família humana na harmonia da diversidade” (DFH 1).

A Igreja, portanto, é chamada a ser uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação, como diz o livro do Apocalipse, que apresenta uma visão profética da multidão dos redimidos, que louvam a Deus e ao Cordeiro, cantando: “Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação” (Ap 5,9). Esta é a vocação e a missão da Igreja, que se realiza na história, através do testemunho, do serviço, do diálogo e da comunhão.

Um dos teólogos que tem refletido sobre este tema é o dominicano português Frei Bento Domingues, que escreve regularmente no jornal Público. Em um dos seus artigos, publicado em 5 de novembro de 2023, ele comentou o relatório da primeira assembleia do Sínodo dos Bispos, que teve como tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”. Frei Bento elogiou o documento, que apresenta as convergências, as questões e as propostas dos participantes do Sínodo, e destacou alguns pontos que considerou importantes, como a valorização da colegialidade episcopal, a participação dos leigos, especialmente das mulheres, a reforma da Cúria Romana, a sinodalidade como estilo de vida e de missão, a atenção aos pobres, aos migrantes, aos jovens, aos indígenas, aos perseguidos, aos excluídos, a defesa da ecologia integral, o diálogo com as outras Igrejas cristãs, com as outras religiões e com a cultura contemporânea. Frei Bento concluiu o seu artigo dizendo que “o Sínodo é uma oportunidade para a Igreja se renovar e se abrir ao mundo, como uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação”

Uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação

O tema da universalidade da Igreja é um dos mais importantes e desafiadores para os cristãos de hoje. Como pode a Igreja ser fiel à sua missão de anunciar o Evangelho a todas as nações, respeitando a diversidade cultural e religiosa dos povos? Como pode a Igreja ser uma comunhão de irmãos e irmãs, sem cair no etnocentrismo ou no relativismo? Como pode a Igreja ser sinal e instrumento do Reino de Deus, que abraça toda a humanidade e toda a criação?

Estas questões não são novas, mas ganharam uma nova urgência no contexto atual, marcado pela globalização, pela migração, pelo pluralismo e pelo diálogo inter-religioso. A Igreja, desde o seu nascimento, vive em contextos multiculturais e multirreligiosos, nos quais é essencial o compromisso de diálogo entre religião e cultura. O Concílio Vaticano II, na sua declaração Nostra Aetate, afirmou que a Igreja “reconhece, estima e promove os valores espirituais, morais e sociais que se encontram nas diversas religiões” e que “exorta os seus filhos a que, com prudência e caridade, dialoguem e colaborem com os membros das outras religiões, dando testemunho da fé e da vida cristã” (NA 2).

O Papa Francisco, na sua encíclica Fratelli Tutti, reforçou esta mensagem, ao afirmar que “a Igreja valoriza a ação de Deus nas outras religiões, e ‘não rejeita nada do que nelas existe de verdadeiro e santo'” (FT 277). O Papa também destacou a importância do encontro fraterno com os crentes de outras tradições religiosas, como fez em Abu Dhabi, em 2019, ao assinar o Documento sobre a Fraternidade Humana, juntamente com o Grande Imã de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyeb. Nesse documento, os dois líderes religiosos declararam que “Deus quer que todos os homens e mulheres sejam irmãos e irmãs, que vivam como tais, formando a grande família humana na harmonia da diversidade” (DFH 1).

A Igreja, portanto, é chamada a ser uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação, como diz o livro do Apocalipse, que apresenta uma visão profética da multidão dos redimidos, que louvam a Deus e ao Cordeiro, cantando: “Digno és de tomar o livro, e de abrir os seus selos; porque foste morto, e com o teu sangue nos compraste para Deus de toda a tribo, e língua, e povo, e nação” (Ap 5,9). Esta é a vocação e a missão da Igreja, que se realiza na história, através do testemunho, do serviço, do diálogo e da comunhão.

Um dos teólogos que tem refletido sobre este tema é o dominicano português Frei Bento Domingues, que escreve regularmente no jornal Público. Em um dos seus artigos, publicado em 5 de novembro de 2023, ele comentou o relatório da primeira assembleia do Sínodo dos Bispos, que teve como tema “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”. Frei Bento elogiou o documento, que apresenta as convergências, as questões e as propostas dos participantes do Sínodo, e destacou alguns pontos que considerou importantes, como a valorização da colegialidade episcopal, a participação dos leigos, especialmente das mulheres, a reforma da Cúria Romana, a sinodalidade como estilo de vida e de missão, a atenção aos pobres, aos migrantes, aos jovens, aos indígenas, aos perseguidos, aos excluídos, a defesa da ecologia integral, o diálogo com as outras Igrejas cristãs, com as outras religiões e com a cultura contemporânea. Frei Bento concluiu o seu artigo dizendo que “o Sínodo é uma oportunidade para a Igreja se renovar e se abrir ao mundo, como uma Igreja de toda a tribo, língua, povo e nação”

Semana do 183º aniversário de Vitória da Conquista começou neste domingo com evento em homenagem a imigrantes

Em uma iniciativa da Câmara de Vereadores com apoio da Prefeitura e da Polícia Militar, o evento denominado Abraço da Paz abriu as comemorações pelo 183 anos de emancipação política de Vitória da Conquista, na Praça Desembargador Mármore Neto, popularmente conhecida como Praça do Boneco, no bairro Brasil. O ato teve as presenças da prefeita Sheila Lemos, do presidente da Câmara, Hermínio Oliveira, vereadores, secretários e outros membros do governo, além da representação do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO).

A praça, inaugurada em 1992, na gestão do então prefeito Murilo Mármore, foi escolhida pelo monumento existente no local, em referência aos chegantes. Para simbolizar o abraço de Vitória da Conquista às pessoas que se mudaram para a cidade e ajudaram em seu desenvolvimento foram convidados os ganhadores do título de Cidadão Conquistense deste ano. Segundo o vereador Hermínio Oliveira, além de homenagear os imigrantes, o ato simbólico tinha o intuito de pedir paz.

Na sua fala, a prefeita Sheila Lemos destacou a importância dos imigrantes para o desenvolvimento de cidade. “Isso é respeito aos que aqui chegam. Somos uma cidade acolhedora, uma cidade de paz, uma cidade feita a muitas mãos”, destacou Sheila Lemos, que também ressaltou a importância de se viver em paz e de como a Prefeitura vem investindo na segurança da população. “A nova iluminação de LED do Brilha Conquista promove segurança, a nossa Guarda Municipal também, temos diversos investimentos no município, na educação, na limpeza dos terrenos baldios, em assistência social, e tudo isso promove segurança”, disse.

O presidente Câmara de Vereadores, Hermínio Oliveira, destacou o papel do Legislativo em promover a integração de todos que aqui chegam.  “Me sinto feliz, nesse momento, nessa integração do povo de nossa terra, um povo de boas relações públicas, que interage, que comunica, um povo educado que preserva e que acolhe, que recebe bem a todos que chegam aqui para esta terra, que vem, constitui família e que trabalha em todo o segmento da nossa sociedade, fazendo-a prosperar cada vez mais” destacou Hermínio.

O subcomandante do CPRSO, tenente-coronel Fernando Leite, que representou o comandante Ivanildo da Silva, lembrou também é um imigrante, que chegou em Vitória da Conquista há 31 anos, e ressaltou o trabalho da Polícia Militar no município, que hoje tem o título de cidade mais segura do Estado. Leite  afirmou que Conquista é a cidade mais segura para se viver na Bahia e no Nordeste. “Eu digo que Conquista, hoje, vive esse momento de tranquilidade porque a comunidade acredita no nosso trabalho”, ressaltou o oficial.

O evento contou com as participações do Grupamento de Motociclistas da PM, do Coral Juvenil do Colégio da PM e da banda de Música Maestro Walter de Santa Rosa, do 9° Beic. Houve apresentações de mensagens de paz de representantes de comunidades religiosas, além de atividades para o público infantil, como escultura de balões, pintura facial, brincadeiras e jogos; teatro de marionetes e a apresentação da banda de percussão do Centro de Referência de Assistência Social (Crás) do Bruno Bacelar, formada por crianças e adolescentes.

A programação do aniversário da cidade prossegue durante a semana, até o ápice, quando estão programaas festas religiosas (Marcha com Jesus) e pagã (trio elétrico na Lagoa das Bateias, marcando a volta da Banda Vuô, sob o comando de Alexandre Magno). Nesta segunda-feira (6), às 9h, será apresentado à comunidade o meliponário do Orquidário Municipal Dona Zilda Gusmão Pereira. O meliponário é um espaço de criação de abelhas sem ferrão. Na terça (7), serão entregues mais de 500 escrituras a moradores do loteamento Nova Cidade beneficiados pelo programa de regularização fundiária da Prefeitura. Às 19h, a Câmara Municipal faz o ato de concessão de títulos de Cidadão Conquistense.

Semana do 183º aniversário de Vitória da Conquista começou neste domingo com evento em homenagem a imigrantes

Em uma iniciativa da Câmara de Vereadores com apoio da Prefeitura e da Polícia Militar, o evento denominado Abraço da Paz abriu as comemorações pelo 183 anos de emancipação política de Vitória da Conquista, na Praça Desembargador Mármore Neto, popularmente conhecida como Praça do Boneco, no bairro Brasil. O ato teve as presenças da prefeita Sheila Lemos, do presidente da Câmara, Hermínio Oliveira, vereadores, secretários e outros membros do governo, além da representação do Comando de Policiamento da Região Sudoeste (CPRSO).

A praça, inaugurada em 1992, na gestão do então prefeito Murilo Mármore, foi escolhida pelo monumento existente no local, em referência aos chegantes. Para simbolizar o abraço de Vitória da Conquista às pessoas que se mudaram para a cidade e ajudaram em seu desenvolvimento foram convidados os ganhadores do título de Cidadão Conquistense deste ano. Segundo o vereador Hermínio Oliveira, além de homenagear os imigrantes, o ato simbólico tinha o intuito de pedir paz.

Na sua fala, a prefeita Sheila Lemos destacou a importância dos imigrantes para o desenvolvimento de cidade. “Isso é respeito aos que aqui chegam. Somos uma cidade acolhedora, uma cidade de paz, uma cidade feita a muitas mãos”, destacou Sheila Lemos, que também ressaltou a importância de se viver em paz e de como a Prefeitura vem investindo na segurança da população. “A nova iluminação de LED do Brilha Conquista promove segurança, a nossa Guarda Municipal também, temos diversos investimentos no município, na educação, na limpeza dos terrenos baldios, em assistência social, e tudo isso promove segurança”, disse.

O presidente Câmara de Vereadores, Hermínio Oliveira, destacou o papel do Legislativo em promover a integração de todos que aqui chegam.  “Me sinto feliz, nesse momento, nessa integração do povo de nossa terra, um povo de boas relações públicas, que interage, que comunica, um povo educado que preserva e que acolhe, que recebe bem a todos que chegam aqui para esta terra, que vem, constitui família e que trabalha em todo o segmento da nossa sociedade, fazendo-a prosperar cada vez mais” destacou Hermínio.

O subcomandante do CPRSO, tenente-coronel Fernando Leite, que representou o comandante Ivanildo da Silva, lembrou também é um imigrante, que chegou em Vitória da Conquista há 31 anos, e ressaltou o trabalho da Polícia Militar no município, que hoje tem o título de cidade mais segura do Estado. Leite  afirmou que Conquista é a cidade mais segura para se viver na Bahia e no Nordeste. “Eu digo que Conquista, hoje, vive esse momento de tranquilidade porque a comunidade acredita no nosso trabalho”, ressaltou o oficial.

O evento contou com as participações do Grupamento de Motociclistas da PM, do Coral Juvenil do Colégio da PM e da banda de Música Maestro Walter de Santa Rosa, do 9° Beic. Houve apresentações de mensagens de paz de representantes de comunidades religiosas, além de atividades para o público infantil, como escultura de balões, pintura facial, brincadeiras e jogos; teatro de marionetes e a apresentação da banda de percussão do Centro de Referência de Assistência Social (Crás) do Bruno Bacelar, formada por crianças e adolescentes.

A programação do aniversário da cidade prossegue durante a semana, até o ápice, quando estão programaas festas religiosas (Marcha com Jesus) e pagã (trio elétrico na Lagoa das Bateias, marcando a volta da Banda Vuô, sob o comando de Alexandre Magno). Nesta segunda-feira (6), às 9h, será apresentado à comunidade o meliponário do Orquidário Municipal Dona Zilda Gusmão Pereira. O meliponário é um espaço de criação de abelhas sem ferrão. Na terça (7), serão entregues mais de 500 escrituras a moradores do loteamento Nova Cidade beneficiados pelo programa de regularização fundiária da Prefeitura. Às 19h, a Câmara Municipal faz o ato de concessão de títulos de Cidadão Conquistense.

Vereador baiano vítima de atentado a tiros pede proteção policial

Alvo de um atentado a tiros que quase tirou sua vida, o vereador Gean Carlos (União), da cidade de Novo Horizonte, na Chapa Diamantina,solicitou à Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Salvador, proteção contra ameaças que vem sofrendo. Ele esteve na sede da pasta na última sexta-feira (4) para fazer o pedido. 

O parlamentar está escondido desde o dia 21 de outubro, data em que foi atingido por quatro tiros quando seguia para a fazenda da família na zona rural do município.

Gean, era autor de diversas denúncias contra o executivo municipal.  O parlamentar está em seu 6º mandato e é considerado um vereador bastante atuante. O caso está sendo investigado pela Delegacia Territorial de Novo Horizonte.

Vereador baiano vítima de atentado a tiros pede proteção policial

Alvo de um atentado a tiros que quase tirou sua vida, o vereador Gean Carlos (União), da cidade de Novo Horizonte, na Chapa Diamantina,solicitou à Secretaria de Segurança Pública (SSP), em Salvador, proteção contra ameaças que vem sofrendo. Ele esteve na sede da pasta na última sexta-feira (4) para fazer o pedido. 

O parlamentar está escondido desde o dia 21 de outubro, data em que foi atingido por quatro tiros quando seguia para a fazenda da família na zona rural do município.

Gean, era autor de diversas denúncias contra o executivo municipal.  O parlamentar está em seu 6º mandato e é considerado um vereador bastante atuante. O caso está sendo investigado pela Delegacia Territorial de Novo Horizonte.

Caro leitor,

A democracia brasileira foi colocada à prova nos últimos anos. As revelações contidas na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid expuseram graves ameaças às instituições democráticas sob o governo Bolsonaro.

Os depoimentos de Cid à Polícia Federal indicam a existência de um plano de golpe articulado pelo ex-presidente e apoiado por setores das Forças Armadas. Além disso, descortinam o funcionamento do chamado “Gabinete do Ódio” e o envolvimento de Bolsonaro em falsificação de certificados de vacinação.

Fatos tão graves não podem ser ignorados. É fundamental que as investigações prossigam e os responsáveis sejam punidos conforme a lei. Mas, acima de tudo, é imprescindível reafirmarmos nosso compromisso inabalável com a democracia.

Nenhuma pessoa ou grupo está acima das instituições. Vivemos em um estado democrático de direito, no qual nenhum cidadão ou agente público, por mais poderoso que seja, pode agir como se estivesse acima da Constituição.

Que este lamentável episódio sirva de alerta sobre os riscos de se tolerar o autoritarismo. E que nos lembre da importância de cultivarmos uma cultura cívica de respeito às leis e às liberdades fundamentais. Só assim poderemos evitar que ataques como esses se repitam no futuro.

A democracia brasileira já superou grandes desafios ao longo de nossa história. Com serenidade, bom senso e fé em nossas instituições, certamente superará também este, saindo fortalecida. O compromisso com o estado democrático de direito deve estar acima de divisões partidárias e ideológicas. É o que verdadeiramente une o povo brasileiro.

Caro leitor,

A democracia brasileira foi colocada à prova nos últimos anos. As revelações contidas na delação premiada do tenente-coronel Mauro Cid expuseram graves ameaças às instituições democráticas sob o governo Bolsonaro.

Os depoimentos de Cid à Polícia Federal indicam a existência de um plano de golpe articulado pelo ex-presidente e apoiado por setores das Forças Armadas. Além disso, descortinam o funcionamento do chamado “Gabinete do Ódio” e o envolvimento de Bolsonaro em falsificação de certificados de vacinação.

Fatos tão graves não podem ser ignorados. É fundamental que as investigações prossigam e os responsáveis sejam punidos conforme a lei. Mas, acima de tudo, é imprescindível reafirmarmos nosso compromisso inabalável com a democracia.

Nenhuma pessoa ou grupo está acima das instituições. Vivemos em um estado democrático de direito, no qual nenhum cidadão ou agente público, por mais poderoso que seja, pode agir como se estivesse acima da Constituição.

Que este lamentável episódio sirva de alerta sobre os riscos de se tolerar o autoritarismo. E que nos lembre da importância de cultivarmos uma cultura cívica de respeito às leis e às liberdades fundamentais. Só assim poderemos evitar que ataques como esses se repitam no futuro.

A democracia brasileira já superou grandes desafios ao longo de nossa história. Com serenidade, bom senso e fé em nossas instituições, certamente superará também este, saindo fortalecida. O compromisso com o estado democrático de direito deve estar acima de divisões partidárias e ideológicas. É o que verdadeiramente une o povo brasileiro.

ARTIGO – “A Dualidade da Lei”

Prezado leitor,

É fascinante observar como as palavras proferidas por figuras históricas continuam a ressoar em nossa sociedade, moldando a forma como percebemos a lei e a justiça. O ditado “aos amigos tudo, aos inimigos o rigor implacável da lei, se possível”, inicialmente atribuído ao ex-presidente Artur Bernardes e posteriormente adotado e aprimorado por Getúlio Vargas, oferece uma visão intrigante da dualidade que permeia nosso sistema político e legal.

Vargas, em seu papel ambíguo como ditador e presidente, ilustra vividamente essa dualidade. Enquanto ditador, ele impunha os rigores da lei a seus adversários políticos, enquanto, ironicamente, protegia seus aliados e apoiadores. A máxima de que “o Diário Oficial é o local onde se arquiva amigos e aliados” parece que foi composta para a gente ela revela a realidade cínica de um sistema onde os acordos e orientações são manipulada para atender a interesses pessoais e políticos.

Essa lógica distorcida não é exclusiva do passado; ela persiste em nossos dias, criando uma dicotomia entre aqueles que são obrigados a obedecer as normas e estatutos e aqueles que estão acima delas. É um fenômeno que permeia as estruturas políticas e sociais, deixando aqueles que ainda acreditam na meritocracia e na justiça igualitária perplexos diante da disparidade flagrante.

Lembrando-me das conversas que tinha com alguns companheiros quando acreditava neste sistema, é evidente que essa dualidade não apenas perdura, mas também se intensifica. Partidos de direita ocupam espaços de liderança com relativa facilidade, enquanto aqueles que ainda creem na meritocracia enfrentam obstáculos consideráveis. É uma realidade que nos força a confrontar questões profundas sobre a natureza de nossa democracia e a integridade de nosso sistema legal.

Fora da bolha onde o poder político se sobrepõe à justiça, surge uma diáspora de indivíduos que não podem mais tolerar essa discrepância flagrante. A busca por uma sociedade onde todos são iguais perante a lei torna-se uma missão urgente e necessária. É um chamado para ação, uma convocação para redefinir nossa compreensão da justiça e da equidade.

Atenciosamente,

Carlos Roberto

ARTIGO – “A Dualidade da Lei”

Prezado leitor,

É fascinante observar como as palavras proferidas por figuras históricas continuam a ressoar em nossa sociedade, moldando a forma como percebemos a lei e a justiça. O ditado “aos amigos tudo, aos inimigos o rigor implacável da lei, se possível”, inicialmente atribuído ao ex-presidente Artur Bernardes e posteriormente adotado e aprimorado por Getúlio Vargas, oferece uma visão intrigante da dualidade que permeia nosso sistema político e legal.

Vargas, em seu papel ambíguo como ditador e presidente, ilustra vividamente essa dualidade. Enquanto ditador, ele impunha os rigores da lei a seus adversários políticos, enquanto, ironicamente, protegia seus aliados e apoiadores. A máxima de que “o Diário Oficial é o local onde se arquiva amigos e aliados” parece que foi composta para a gente ela revela a realidade cínica de um sistema onde os acordos e orientações são manipulada para atender a interesses pessoais e políticos.

Essa lógica distorcida não é exclusiva do passado; ela persiste em nossos dias, criando uma dicotomia entre aqueles que são obrigados a obedecer as normas e estatutos e aqueles que estão acima delas. É um fenômeno que permeia as estruturas políticas e sociais, deixando aqueles que ainda acreditam na meritocracia e na justiça igualitária perplexos diante da disparidade flagrante.

Lembrando-me das conversas que tinha com alguns companheiros quando acreditava neste sistema, é evidente que essa dualidade não apenas perdura, mas também se intensifica. Partidos de direita ocupam espaços de liderança com relativa facilidade, enquanto aqueles que ainda creem na meritocracia enfrentam obstáculos consideráveis. É uma realidade que nos força a confrontar questões profundas sobre a natureza de nossa democracia e a integridade de nosso sistema legal.

Fora da bolha onde o poder político se sobrepõe à justiça, surge uma diáspora de indivíduos que não podem mais tolerar essa discrepância flagrante. A busca por uma sociedade onde todos são iguais perante a lei torna-se uma missão urgente e necessária. É um chamado para ação, uma convocação para redefinir nossa compreensão da justiça e da equidade.

Atenciosamente,

Carlos Roberto

ARTIGO – O Impacto Social do Pagamento Total de R$ 14,58 Bilhões

Neste cenário político e econômico desafiador, em que a desigualdade social se tornou uma das maiores preocupações, surge uma notícia que merece nossa atenção: o pagamento total de R$ 14,58 bilhões destinados aos beneficiários do Bolsa Família. Esse montante, apesar de expressivo, reflete a necessidade urgente de amparo às famílias em situação vulnerável no Brasil.

O número de beneficiários, 21,47 milhões, permanece estável, evidenciando a persistência da demanda por esse suporte financeiro. Além disso, é fundamental destacar a implementação do Benefício Variável Familiar Nutriz (BNV), um programa sensível que direciona recursos – no valor de R$ 13,9 milhões – para 287 mil bebês de zero a seis meses, pertencentes a 283 mil famílias. Esse benefício, focado nas mães que amamentam, não apenas proporciona auxílio financeiro, mas também reconhece a importância crucial dos cuidados maternos nos primeiros meses de vida de uma criança.

A partir de novembro, o calendário de pagamento do Bolsa Família inicia no dia 17, marcando uma etapa importante para as famílias que dependem desse apoio para suprir necessidades básicas. Contudo, é vital analisar não apenas os números, mas também o impacto social dessas medidas. O Bolsa Família não é apenas uma transferência de recursos; é uma estratégia que visa reduzir a pobreza, garantir acesso à educação e à saúde, além de promover a inclusão social.

Ao reconhecer o papel transformador desse programa, é crucial questionarmos: estamos fazendo o suficiente? É fundamental que o Estado continue investindo em políticas públicas que não apenas aliviem momentaneamente a situação das famílias, mas também promovam oportunidades de crescimento a longo prazo. A educação de qualidade, o acesso à saúde e o incentivo ao empreendedorismo são pilares essenciais para rompermos o ciclo da pobreza.

Neste contexto, a sociedade civil também desempenha um papel fundamental. O engajamento cívico, a fiscalização dos recursos públicos e o apoio a organizações não-governamentais que trabalham em prol dos mais necessitados são alicerces que fortalecem a eficácia dessas políticas sociais.

Em suma, o pagamento total de R$ 14,58 bilhões pelo Bolsa Família representa não apenas uma injeção financeira nas camadas mais vulneráveis da nossa população, mas também um lembrete de que a solidariedade e a compaixão devem ser os motores que impulsionam nossas ações. A construção de uma sociedade mais justa não é apenas um dever do Estado, mas uma responsabilidade compartilhada por todos nós. Que este investimento seja não apenas um alívio momentâneo, mas sim um passo sólido em direção a um futuro mais igualitário para todos os brasileiros.

Bolsa Família: criado órgão para fiscalizar e combater fraudes

ARTIGO – O Impacto Social do Pagamento Total de R$ 14,58 Bilhões

Neste cenário político e econômico desafiador, em que a desigualdade social se tornou uma das maiores preocupações, surge uma notícia que merece nossa atenção: o pagamento total de R$ 14,58 bilhões destinados aos beneficiários do Bolsa Família. Esse montante, apesar de expressivo, reflete a necessidade urgente de amparo às famílias em situação vulnerável no Brasil.

O número de beneficiários, 21,47 milhões, permanece estável, evidenciando a persistência da demanda por esse suporte financeiro. Além disso, é fundamental destacar a implementação do Benefício Variável Familiar Nutriz (BNV), um programa sensível que direciona recursos – no valor de R$ 13,9 milhões – para 287 mil bebês de zero a seis meses, pertencentes a 283 mil famílias. Esse benefício, focado nas mães que amamentam, não apenas proporciona auxílio financeiro, mas também reconhece a importância crucial dos cuidados maternos nos primeiros meses de vida de uma criança.

A partir de novembro, o calendário de pagamento do Bolsa Família inicia no dia 17, marcando uma etapa importante para as famílias que dependem desse apoio para suprir necessidades básicas. Contudo, é vital analisar não apenas os números, mas também o impacto social dessas medidas. O Bolsa Família não é apenas uma transferência de recursos; é uma estratégia que visa reduzir a pobreza, garantir acesso à educação e à saúde, além de promover a inclusão social.

Ao reconhecer o papel transformador desse programa, é crucial questionarmos: estamos fazendo o suficiente? É fundamental que o Estado continue investindo em políticas públicas que não apenas aliviem momentaneamente a situação das famílias, mas também promovam oportunidades de crescimento a longo prazo. A educação de qualidade, o acesso à saúde e o incentivo ao empreendedorismo são pilares essenciais para rompermos o ciclo da pobreza.

Neste contexto, a sociedade civil também desempenha um papel fundamental. O engajamento cívico, a fiscalização dos recursos públicos e o apoio a organizações não-governamentais que trabalham em prol dos mais necessitados são alicerces que fortalecem a eficácia dessas políticas sociais.

Em suma, o pagamento total de R$ 14,58 bilhões pelo Bolsa Família representa não apenas uma injeção financeira nas camadas mais vulneráveis da nossa população, mas também um lembrete de que a solidariedade e a compaixão devem ser os motores que impulsionam nossas ações. A construção de uma sociedade mais justa não é apenas um dever do Estado, mas uma responsabilidade compartilhada por todos nós. Que este investimento seja não apenas um alívio momentâneo, mas sim um passo sólido em direção a um futuro mais igualitário para todos os brasileiros.

Bolsa Família: criado órgão para fiscalizar e combater fraudes

ARTIGO – Transformando a Comunidade: Um Olhar sobre a Revitalização da Lagoa das Bateias

Em meio ao calor intenso e à agitação do dia a dia, uma equipe incansável desafia o comum e transforma a realidade local. Mesmo em uma sexta-feira considerada ponto facultativo, o Deserg (Departamento de Saneamento e Gestão de Recursos Hídricos) não parou suas atividades na Lagoa das Bateias. Sob a liderança determinada de Lucas Batista, coordenador do Deserg, essa equipe tem dedicado esforços incansáveis para devolver à população um espaço de lazer e beleza. O objetivo é claro: restaurar o espelho d’água da lagoa, proporcionando à comunidade um ambiente completo, revitalizado e acolhedor.

A Lagoa das Bateias, conhecida por sua importância como local de prática esportiva e destino de grupos diversos, tem sido o epicentro das atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Nossa Senhora Aparecida. Homens e mulheres de todas as idades se reuniram recentemente para um piquenique à sombra das árvores majestosas que cercam a lagoa. O ambiente proporcionou não apenas momentos de lazer, mas também oportunidades para discutir a beleza natural da lagoa e aprender sobre os esforços da Prefeitura para revitalizá-la.

Durante o encontro, a comunidade se uniu em um bate-papo descontraído sobre o trabalho em andamento. A cantoria ecoou entre as árvores, criando uma atmosfera de celebração. Sob a orientação de Marly Cruz, gerente do Cras, o grupo teve a chance de testemunhar em primeira mão as transformações em curso. A ideia é clara: mostrar o progresso, do antes ao depois, e envolver a comunidade no processo de renovação.

E as mudanças não param por aí. O Parque Lagoa das Bateias está sendo preparado para sediar as festividades de aniversário da cidade. Sob a supervisão atenta da Secretaria de Cultura, toldos são erguidos, transformando o espaço em um local de celebração comunitária. O esforço conjunto da equipe envolvida destaca-se, transformando não apenas a paisagem, mas também os corações daqueles que testemunham esse renascimento.

Nesse cenário, emerge uma verdade inegável: a união da comunidade, aliada aos esforços dedicados da equipe do Deserg e das autoridades locais, está moldando um futuro mais vibrante e promissor para todos. Ao proporcionar momentos de lazer, aprendizado e celebração, a revitalização da Lagoa das Bateias não é apenas uma transformação física, mas também um testemunho do poder da colaboração e do desejo coletivo de criar um ambiente melhor para as gerações presentes e futuras.

Padre Carlos

ARTIGO – Transformando a Comunidade: Um Olhar sobre a Revitalização da Lagoa das Bateias

Em meio ao calor intenso e à agitação do dia a dia, uma equipe incansável desafia o comum e transforma a realidade local. Mesmo em uma sexta-feira considerada ponto facultativo, o Deserg (Departamento de Saneamento e Gestão de Recursos Hídricos) não parou suas atividades na Lagoa das Bateias. Sob a liderança determinada de Lucas Batista, coordenador do Deserg, essa equipe tem dedicado esforços incansáveis para devolver à população um espaço de lazer e beleza. O objetivo é claro: restaurar o espelho d’água da lagoa, proporcionando à comunidade um ambiente completo, revitalizado e acolhedor.

A Lagoa das Bateias, conhecida por sua importância como local de prática esportiva e destino de grupos diversos, tem sido o epicentro das atividades do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV), do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Nossa Senhora Aparecida. Homens e mulheres de todas as idades se reuniram recentemente para um piquenique à sombra das árvores majestosas que cercam a lagoa. O ambiente proporcionou não apenas momentos de lazer, mas também oportunidades para discutir a beleza natural da lagoa e aprender sobre os esforços da Prefeitura para revitalizá-la.

Durante o encontro, a comunidade se uniu em um bate-papo descontraído sobre o trabalho em andamento. A cantoria ecoou entre as árvores, criando uma atmosfera de celebração. Sob a orientação de Marly Cruz, gerente do Cras, o grupo teve a chance de testemunhar em primeira mão as transformações em curso. A ideia é clara: mostrar o progresso, do antes ao depois, e envolver a comunidade no processo de renovação.

E as mudanças não param por aí. O Parque Lagoa das Bateias está sendo preparado para sediar as festividades de aniversário da cidade. Sob a supervisão atenta da Secretaria de Cultura, toldos são erguidos, transformando o espaço em um local de celebração comunitária. O esforço conjunto da equipe envolvida destaca-se, transformando não apenas a paisagem, mas também os corações daqueles que testemunham esse renascimento.

Nesse cenário, emerge uma verdade inegável: a união da comunidade, aliada aos esforços dedicados da equipe do Deserg e das autoridades locais, está moldando um futuro mais vibrante e promissor para todos. Ao proporcionar momentos de lazer, aprendizado e celebração, a revitalização da Lagoa das Bateias não é apenas uma transformação física, mas também um testemunho do poder da colaboração e do desejo coletivo de criar um ambiente melhor para as gerações presentes e futuras.

Padre Carlos