ARTIGO – Osvaldão: quando a memória resiste ao silêncio da ditadura
(Padre Carlos) Há datas que não passam. Elas ficam. Ficam como uma dor que amadurece, como um nó antigo na garganta da história. O dia 4 de fevereiro de 1974 é uma dessas datas. Há 52 anos, o regime militar assassinava brutalmente Osvaldo Orlando


