A cidade de Itapetinga vive dias de apreensão e mobilização comunitária desde o desaparecimento de Djalma Franca, conhecido carinhosamente como “Djalma Garçom”. Há mais de uma semana, familiares e amigos buscam respostas sobre seu paradeiro, após ele ter sido visto pela última vez na região conhecida como Ilhinha, às margens do Rio Pardo.
Segundo relatos de pessoas próximas, o local — chamado por ele de “ilha Pequeno Paraíso” — era um espaço que frequentava com regularidade. Desde então, não houve novas informações concretas sobre seus deslocamentos ou contatos. O caso tem sido acompanhado por veículos locais, enquanto a comunidade mantém uma rede ativa de compartilhamento de informações.
Morador da Avenida Wilson Marinho, Djalma construiu ao longo dos anos uma convivência marcada pela proximidade com vizinhos e comerciantes, sendo especialmente conhecido nos bairros Américo Nogueira e Quintas do Morumbi. Sua ausência repentina mobilizou amigos, lideranças comunitárias e moradores, que utilizam redes sociais e grupos de mensagens para ampliar o alcance das buscas.
A movimentação é marcada por solidariedade e prudência. Familiares reforçam que qualquer informação, mesmo que pareça pequena, pode ser relevante para reconstruir os últimos passos do desaparecido. A orientação é que eventuais relatos sejam comunicados diretamente à família, permitindo que os dados sejam devidamente organizados e encaminhados às instâncias competentes.
Casos de desaparecimento exigem cautela na divulgação de informações, evitando especulações e preservando a integridade dos envolvidos. Nesse momento, o principal objetivo da comunidade é ampliar o alcance do alerta e manter viva a esperança de um desfecho positivo.
Quem tiver qualquer pista ou informação pode entrar em contato pelo telefone/WhatsApp: (77) 98103-7015.
A mobilização segue firme, sustentada pela união de familiares, amigos e moradores que acreditam que a informação certa pode fazer a diferença.
(Maria Clara)





