Declaração de voto | Política e Resenha
Hoje resolvi fazer uma declaração de voto.
E quero deixar claro, desde o início, que não estou votando apenas em um candidato. Estou votando em um projeto político. Estou votando em uma ideia de cidade. Estou votando na continuidade de um trabalho que, ao longo dos últimos anos, ajudou Vitória da Conquista a avançar em diferentes áreas.
Meu voto em Wagner Alves nasce dessa compreensão.
Um voto em um projeto
Voto em um projeto que tem contribuído para colocar Vitória da Conquista entre as cidades mais seguras da Bahia. Voto em uma cidade que preserva uma qualidade de vida que, em muitos aspectos, se destaca no cenário nordestino. Voto em uma administração que tem buscado desenvolvimento, atração de investimentos, geração de emprego e novas oportunidades para nossa população.
É evidente que nenhuma cidade é perfeita. Vitória da Conquista ainda possui problemas, desafios e demandas que precisam ser enfrentados. Mas política séria também significa reconhecer aquilo que está funcionando e compreender que determinadas conquistas não podem ser tratadas como se começassem do zero a cada eleição.
É justamente aí que entra a minha decisão.
Continuidade não é acomodação
Não estou dizendo que Wagner Alves é perfeito. Não estou votando nele simplesmente porque considero que seja um dos nomes mais preparados de seu partido ou porque esteja entre os candidatos desta eleição.
Estou votando porque vejo nele a possibilidade de continuidade de um projeto político para Vitória da Conquista.
E continuidade não significa acomodação.
Continuidade significa preservar aquilo que deu certo, corrigir aquilo que precisa ser corrigido e avançar naquilo que ainda precisa melhorar.
Uma concepção de cidade
Quem votou em Sheila Lemos precisa compreender que uma escolha eleitoral também representa uma escolha sobre o futuro do projeto político que começou a ser construído. Não se trata apenas de defender uma pessoa. Trata-se de defender uma concepção de cidade.
A cidade que defendo
Uma cidade que precisa continuar crescendo.
Uma cidade que precisa continuar gerando emprego e renda.
Uma cidade que precisa continuar atraindo investimentos.
Uma cidade que precisa preservar sua segurança e sua qualidade de vida.
Uma cidade que precisa continuar sendo referência regional.
E, sobretudo, uma cidade que não pode permitir que disputas políticas destruam aquilo que levou anos para ser construído.
A política democrática permite divergências. Permite críticas. Permite oposição. Permite mudanças. Mas mudança não pode ser confundida com destruição.
Quando uma cidade consegue construir determinados avanços, o desafio de uma nova geração de políticos deveria ser melhorar o que recebeu, e não simplesmente apagar o passado para começar tudo novamente.
Minha declaração de voto
É por isso que faço hoje minha declaração de voto.
Meu voto em Wagner Alves é um voto de confiança em um projeto.
É um voto na continuidade.
É um voto no grupo político que, com seus erros e acertos, ajudou a construir uma determinada visão de Vitória da Conquista.
É também um compromisso com aquilo que acredito que nossa cidade pode continuar sendo.
Não estou entregando um cheque em branco a ninguém. Política não é religião e político não é santo. Quem recebe nosso voto recebe também nossa cobrança, nossa fiscalização e nossa exigência.
Mas existe uma diferença entre fiscalizar um projeto e trabalhar para destruí-lo.
Eu escolho continuar construindo.
Porque Vitória da Conquista não pode andar para trás.
Porque aquilo que levou anos para ser construído merece ser preservado.
E porque, neste momento, meu voto tem nome, sobrenome e, principalmente, tem uma ideia por trás dele:
Wagner Alves para continuar um projeto de cidade.
Esse é o meu voto. 44 100
(Padre Carlos)
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Padre Carlos — Teólogo, filósofo e colunista político — Política e Resenha




