Política e Resenha

STF Dá Recado aos Políticos da Bahia: Ninguém Está Acima da Lei

 

 

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Adolfo Menezes da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) não é apenas um desdobramento jurídico de um caso isolado. Trata-se de um recado claro e direto aos políticos baianos – e, por extensão, a todo o Brasil: as leis existem para serem cumpridas, independentemente da posição ocupada ou do histórico de poder do indivíduo.

O afastamento de Menezes, consolidado pela maioria da Segunda Turma do STF, vem na esteira da aplicação rigorosa do Marco Temporal estabelecido em 2021, que impede a recondução de presidentes das Assembleias Legislativas na mesma legislatura. No entanto, em um cenário onde a política nacional frequentemente testa os limites da legalidade, a tentativa de um terceiro mandato consecutivo por Adolfo Menezes parecia mais um episódio da velha cultura de perpetuação no poder.

Não foi surpresa que a decisão tenha partido do ministro Gilmar Mendes, conhecido por seu posicionamento crítico diante de manobras políticas que ferem o espírito da Constituição. No entanto, o que realmente chama atenção é a adesão de outros ministros à tese de que regras institucionais não podem ser dobradas ao bel-prazer de interesses particulares. Fachin, Toffoli, Nunes Marques e Mendonça corroboraram a decisão, sinalizando que o Judiciário está disposto a intervir sempre que necessário para garantir a observância das normas democráticas.

O episódio também carrega um simbolismo importante para a política baiana, onde o peso do poder tradicional muitas vezes se impõe sobre o espírito republicano. Adolfo Menezes, filiado ao PSD, integra um grupo político de forte influência no estado, o que torna o afastamento ainda mais emblemático. A Bahia, assim como outros estados, precisa entender que o jogo democrático tem regras e que a perpetuação de mandatos por meio de artifícios jurídicos e políticos não será mais tolerada.

A decisão do STF pode ser vista como um divisor de águas para o estado. Se antes existia a percepção de que os tribunais poderiam fechar os olhos para determinadas práticas, agora há um alerta evidente de que não há espaços para concessões. O recado foi dado: ninguém, absolutamente ninguém, está acima da lei.

STF Dá Recado aos Políticos da Bahia: Ninguém Está Acima da Lei

 

 

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de afastar Adolfo Menezes da presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) não é apenas um desdobramento jurídico de um caso isolado. Trata-se de um recado claro e direto aos políticos baianos – e, por extensão, a todo o Brasil: as leis existem para serem cumpridas, independentemente da posição ocupada ou do histórico de poder do indivíduo.

O afastamento de Menezes, consolidado pela maioria da Segunda Turma do STF, vem na esteira da aplicação rigorosa do Marco Temporal estabelecido em 2021, que impede a recondução de presidentes das Assembleias Legislativas na mesma legislatura. No entanto, em um cenário onde a política nacional frequentemente testa os limites da legalidade, a tentativa de um terceiro mandato consecutivo por Adolfo Menezes parecia mais um episódio da velha cultura de perpetuação no poder.

Não foi surpresa que a decisão tenha partido do ministro Gilmar Mendes, conhecido por seu posicionamento crítico diante de manobras políticas que ferem o espírito da Constituição. No entanto, o que realmente chama atenção é a adesão de outros ministros à tese de que regras institucionais não podem ser dobradas ao bel-prazer de interesses particulares. Fachin, Toffoli, Nunes Marques e Mendonça corroboraram a decisão, sinalizando que o Judiciário está disposto a intervir sempre que necessário para garantir a observância das normas democráticas.

O episódio também carrega um simbolismo importante para a política baiana, onde o peso do poder tradicional muitas vezes se impõe sobre o espírito republicano. Adolfo Menezes, filiado ao PSD, integra um grupo político de forte influência no estado, o que torna o afastamento ainda mais emblemático. A Bahia, assim como outros estados, precisa entender que o jogo democrático tem regras e que a perpetuação de mandatos por meio de artifícios jurídicos e políticos não será mais tolerada.

A decisão do STF pode ser vista como um divisor de águas para o estado. Se antes existia a percepção de que os tribunais poderiam fechar os olhos para determinadas práticas, agora há um alerta evidente de que não há espaços para concessões. O recado foi dado: ninguém, absolutamente ninguém, está acima da lei.

Expoconquista: Um Patrimônio Econômico em Risco de Desaparecer

 

 

 

 

 

A retomada da Expoconquista em 2024, após anos de espera, representou muito mais que a simples volta de uma feira agropecuária. Simbolizou a recuperação de um vetor de desenvolvimento regional e um reconhecimento da força do agronegócio como pilar econômico de Vitória da Conquista e da Bahia. No entanto, o que deveria ser a consolidação de um evento estruturante para a economia local pode se transformar em mais uma promessa efêmera diante da ameaça de cancelamento por falta de patrocínio.

O retorno do evento no Parque de Exposições Teopompo de Almeida reuniu elementos que sinalizavam um compromisso com sua continuidade: entrada gratuita que democratizou o acesso, presença de autoridades estaduais como o governador Jerônimo Rodrigues e apoio financeiro expressivo por meio da emenda parlamentar de R$ 500 mil do deputado Waldenor Pereira. Todos esses fatores convergiam para a institucionalização da Expoconquista como uma política pública permanente de fomento ao agronegócio local.

Paradoxalmente, observamos agora um cenário de desarticulação e descompromisso. A prefeitura mantém-se como sustentáculo solitário, enquanto as demais esferas governamentais – estadual e federal – parecem retroceder em seu apoio, demonstrando que o evento não foi assimilado como um ativo estratégico permanente, mas como uma ação pontual, subordinada a agendas políticas circunstanciais.

A formação de uma comissão parlamentar municipal, composta pelos vereadores Ivan Cordeiro, Ricardo Gordo, Luis Carlos Dudé e Léia de Quinho, tenta preencher o vácuo deixado pelo recuo dos outros entes governamentais. Esta iniciativa, embora louvável, evidencia uma fragilidade institucional na governança do evento: quando personalidades políticas individuais precisam intervir para garantir a continuidade de um patrimônio econômico coletivo, estamos diante de um sintoma de falta de políticas estruturantes.

A Expoconquista não pode ser pensada na lógica da instantaneidade política. Seu valor transcende ciclos eleitorais e interesses partidários, configurando-se como um catalisador do desenvolvimento sustentável regional. O agronegócio, por sua natureza, requer planejamento de longo prazo e estabilidade institucional para prosperar. Um evento que o representa e fortalece não pode estar sujeito às oscilações de vontades políticas sazonais.

A sugestão de que a comissão visite novamente o deputado que destinou recursos no ano anterior aponta para uma realidade preocupante: a dependência de relações pessoais para obtenção de recursos públicos que deveriam ser alocados por critérios técnicos e estratégicos. Embora pragmática no curto prazo, esta solução perpetua um modelo de gestão em que políticas públicas se confundem com favores pessoais.

O cenário atual nos convida a refletir sobre modelos mais sustentáveis para a realização da Expoconquista. Talvez seja o momento de pensar em estruturas de governança mais resilientes, que integrem o poder público nas três esferas, mas também o setor privado e entidades representativas do agronegócio. Um fundo permanente com regras claras de gestão, por exemplo, poderia proteger o evento das instabilidades orçamentárias governamentais.

É fundamental compreender que a Expoconquista representa a conexão entre o urbano e o rural, entre a tradição e a inovação tecnológica no campo. Seu cancelamento não seria apenas a perda de um evento, mas o enfraquecimento de um elo na cadeia de valor do agronegócio regional, com impactos diretos na economia e na identidade cultural de Vitória da Conquista.

O momento exige que as autoridades superem a visão de curto prazo e reconheçam a dimensão estratégica da Expoconquista para o desenvolvimento regional. Não se trata apenas de viabilizar financeiramente uma feira, mas de fortalecer um ecossistema produtivo que gera riqueza, emprego e orgulho para a população conquistense.

A continuidade da Expoconquista deveria estar acima de disputas políticas, firmando-se como um compromisso de Estado com o desenvolvimento regional. Caso contrário, continuaremos reféns de ciclos de retomadas e interrupções que fragilizam o agronegócio e comprometem o futuro econômico de toda uma região.

Expoconquista: Um Patrimônio Econômico em Risco de Desaparecer

 

 

 

 

 

A retomada da Expoconquista em 2024, após anos de espera, representou muito mais que a simples volta de uma feira agropecuária. Simbolizou a recuperação de um vetor de desenvolvimento regional e um reconhecimento da força do agronegócio como pilar econômico de Vitória da Conquista e da Bahia. No entanto, o que deveria ser a consolidação de um evento estruturante para a economia local pode se transformar em mais uma promessa efêmera diante da ameaça de cancelamento por falta de patrocínio.

O retorno do evento no Parque de Exposições Teopompo de Almeida reuniu elementos que sinalizavam um compromisso com sua continuidade: entrada gratuita que democratizou o acesso, presença de autoridades estaduais como o governador Jerônimo Rodrigues e apoio financeiro expressivo por meio da emenda parlamentar de R$ 500 mil do deputado Waldenor Pereira. Todos esses fatores convergiam para a institucionalização da Expoconquista como uma política pública permanente de fomento ao agronegócio local.

Paradoxalmente, observamos agora um cenário de desarticulação e descompromisso. A prefeitura mantém-se como sustentáculo solitário, enquanto as demais esferas governamentais – estadual e federal – parecem retroceder em seu apoio, demonstrando que o evento não foi assimilado como um ativo estratégico permanente, mas como uma ação pontual, subordinada a agendas políticas circunstanciais.

A formação de uma comissão parlamentar municipal, composta pelos vereadores Ivan Cordeiro, Ricardo Gordo, Luis Carlos Dudé e Léia de Quinho, tenta preencher o vácuo deixado pelo recuo dos outros entes governamentais. Esta iniciativa, embora louvável, evidencia uma fragilidade institucional na governança do evento: quando personalidades políticas individuais precisam intervir para garantir a continuidade de um patrimônio econômico coletivo, estamos diante de um sintoma de falta de políticas estruturantes.

A Expoconquista não pode ser pensada na lógica da instantaneidade política. Seu valor transcende ciclos eleitorais e interesses partidários, configurando-se como um catalisador do desenvolvimento sustentável regional. O agronegócio, por sua natureza, requer planejamento de longo prazo e estabilidade institucional para prosperar. Um evento que o representa e fortalece não pode estar sujeito às oscilações de vontades políticas sazonais.

A sugestão de que a comissão visite novamente o deputado que destinou recursos no ano anterior aponta para uma realidade preocupante: a dependência de relações pessoais para obtenção de recursos públicos que deveriam ser alocados por critérios técnicos e estratégicos. Embora pragmática no curto prazo, esta solução perpetua um modelo de gestão em que políticas públicas se confundem com favores pessoais.

O cenário atual nos convida a refletir sobre modelos mais sustentáveis para a realização da Expoconquista. Talvez seja o momento de pensar em estruturas de governança mais resilientes, que integrem o poder público nas três esferas, mas também o setor privado e entidades representativas do agronegócio. Um fundo permanente com regras claras de gestão, por exemplo, poderia proteger o evento das instabilidades orçamentárias governamentais.

É fundamental compreender que a Expoconquista representa a conexão entre o urbano e o rural, entre a tradição e a inovação tecnológica no campo. Seu cancelamento não seria apenas a perda de um evento, mas o enfraquecimento de um elo na cadeia de valor do agronegócio regional, com impactos diretos na economia e na identidade cultural de Vitória da Conquista.

O momento exige que as autoridades superem a visão de curto prazo e reconheçam a dimensão estratégica da Expoconquista para o desenvolvimento regional. Não se trata apenas de viabilizar financeiramente uma feira, mas de fortalecer um ecossistema produtivo que gera riqueza, emprego e orgulho para a população conquistense.

A continuidade da Expoconquista deveria estar acima de disputas políticas, firmando-se como um compromisso de Estado com o desenvolvimento regional. Caso contrário, continuaremos reféns de ciclos de retomadas e interrupções que fragilizam o agronegócio e comprometem o futuro econômico de toda uma região.

ARTIGO – Um Novo Amanhecer de Esperança

 

 

Em meio à inquietação que tantas vezes permeia nossos dias, a notícia de que Papa Francisco saiu do “estado crítico” e desfruta de uma boa noite de sono ressoa como um bálsamo para a alma de milhões de fiéis e admiradores. Essa recuperação, embora acompanhada de contínuos cuidados com terapia de oxigênio de alto fluxo e fisioterapia respiratória, simboliza a força e a perseverança de um líder que, mesmo enfrentando desafios pessoais, permanece firme em seu propósito de inspirar e orientar espiritualmente.

A jornada do Santo Padre, marcada por momentos de vulnerabilidade e superação, reflete o que há de mais humano em sua missão: a capacidade de transformar a adversidade em lição e esperança. Sua melhora não se limita a dados clínicos, mas é também um convite à reflexão sobre a fragilidade e a resiliência da vida. Em tempos de incerteza, o exemplo do Papa Francisco nos recorda que a fé e o cuidado com o próximo podem renovar nossos ânimos e reacender a chama da esperança, impulsionando-nos a buscar uma convivência mais solidária e consciente.

Ao mesmo tempo, essa boa notícia ecoa como uma mensagem de que o comprometimento com a própria saúde – tanto física quanto espiritual – é fundamental para enfrentar os momentos difíceis. Que a serenidade que agora parece envolver o Papa inspire a todos nós a cuidar de nossos corpos e almas, na certeza de que, mesmo nos dias mais sombrios, sempre há um novo amanhecer prestes a surgir.

(Padre Carlos)

ARTIGO – Um Novo Amanhecer de Esperança

 

 

Em meio à inquietação que tantas vezes permeia nossos dias, a notícia de que Papa Francisco saiu do “estado crítico” e desfruta de uma boa noite de sono ressoa como um bálsamo para a alma de milhões de fiéis e admiradores. Essa recuperação, embora acompanhada de contínuos cuidados com terapia de oxigênio de alto fluxo e fisioterapia respiratória, simboliza a força e a perseverança de um líder que, mesmo enfrentando desafios pessoais, permanece firme em seu propósito de inspirar e orientar espiritualmente.

A jornada do Santo Padre, marcada por momentos de vulnerabilidade e superação, reflete o que há de mais humano em sua missão: a capacidade de transformar a adversidade em lição e esperança. Sua melhora não se limita a dados clínicos, mas é também um convite à reflexão sobre a fragilidade e a resiliência da vida. Em tempos de incerteza, o exemplo do Papa Francisco nos recorda que a fé e o cuidado com o próximo podem renovar nossos ânimos e reacender a chama da esperança, impulsionando-nos a buscar uma convivência mais solidária e consciente.

Ao mesmo tempo, essa boa notícia ecoa como uma mensagem de que o comprometimento com a própria saúde – tanto física quanto espiritual – é fundamental para enfrentar os momentos difíceis. Que a serenidade que agora parece envolver o Papa inspire a todos nós a cuidar de nossos corpos e almas, na certeza de que, mesmo nos dias mais sombrios, sempre há um novo amanhecer prestes a surgir.

(Padre Carlos)

Tragédia no Anel Rodoviário: Motociclista Gravemente Ferido Próximo ao Motel Dubai

Na manhã desta quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025, um grave acidente abalou o trânsito no Anel Rodoviário de Vitória da Conquista, nas proximidades do acesso ao Motel Dubai. Um motociclista ficou gravemente ferido após colidir com um veículo de carga. Equipes médicas da ViaBahia foram acionadas e prestaram os primeiros socorros no local, encaminhando a vítima para uma unidade de saúde da região. Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do motociclista ou as circunstâncias exatas que levaram ao acidente.

Este incidente ressalta, mais uma vez, a periculosidade do Anel Rodoviário de Vitória da Conquista, especialmente em trechos com histórico recorrente de acidentes. Moradores e autoridades locais têm manifestado preocupação com a infraestrutura da via, apontando problemas como falta de sinalização adequada e iluminação precária, fatores que contribuem para o aumento de colisões e atropelamentos. Em sessões anteriores da Câmara Municipal, vereadores destacaram a necessidade urgente de intervenções, incluindo a construção de viadutos e melhorias na sinalização, para garantir maior segurança aos condutores e pedestres que utilizam a rodovia.

As autoridades reforçam a necessidade de atenção redobrada dos motoristas ao trafegar pelo Anel Rodoviário, obedecendo aos limites de velocidade e sinalizações existentes. A ViaBahia, concessionária responsável pela administração da rodovia, informou que está avaliando medidas para aprimorar a segurança no trecho, em colaboração com órgãos municipais e estaduais.

Enquanto soluções definitivas não são implementadas, a comunidade local permanece em alerta, cobrando ações efetivas que possam prevenir novos acidentes e preservar vidas.

Tragédia no Anel Rodoviário: Motociclista Gravemente Ferido Próximo ao Motel Dubai

Na manhã desta quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025, um grave acidente abalou o trânsito no Anel Rodoviário de Vitória da Conquista, nas proximidades do acesso ao Motel Dubai. Um motociclista ficou gravemente ferido após colidir com um veículo de carga. Equipes médicas da ViaBahia foram acionadas e prestaram os primeiros socorros no local, encaminhando a vítima para uma unidade de saúde da região. Até o momento, não há informações detalhadas sobre o estado de saúde do motociclista ou as circunstâncias exatas que levaram ao acidente.

Este incidente ressalta, mais uma vez, a periculosidade do Anel Rodoviário de Vitória da Conquista, especialmente em trechos com histórico recorrente de acidentes. Moradores e autoridades locais têm manifestado preocupação com a infraestrutura da via, apontando problemas como falta de sinalização adequada e iluminação precária, fatores que contribuem para o aumento de colisões e atropelamentos. Em sessões anteriores da Câmara Municipal, vereadores destacaram a necessidade urgente de intervenções, incluindo a construção de viadutos e melhorias na sinalização, para garantir maior segurança aos condutores e pedestres que utilizam a rodovia.

As autoridades reforçam a necessidade de atenção redobrada dos motoristas ao trafegar pelo Anel Rodoviário, obedecendo aos limites de velocidade e sinalizações existentes. A ViaBahia, concessionária responsável pela administração da rodovia, informou que está avaliando medidas para aprimorar a segurança no trecho, em colaboração com órgãos municipais e estaduais.

Enquanto soluções definitivas não são implementadas, a comunidade local permanece em alerta, cobrando ações efetivas que possam prevenir novos acidentes e preservar vidas.

Filho Assassina Pai por Dinheiro de Carnaval: Tragédia Choca Comunidade

Em um crime que abalou profundamente a comunidade local, o jovem Prince Luís Peres, de 25 anos, foi preso após assassinar seu próprio pai, Luís Sandoval Costa Peres, de 61 anos, e ferir gravemente sua mãe, de 49 anos. De acordo com relatos de um vizinho e amigo da família, o motivo do crime teria sido a recusa dos pais em fornecer dinheiro para que Prince pudesse aproveitar as festividades de Carnaval.

Inicialmente, o caso foi tratado como um possível surto psicótico. No entanto, a Polícia Civil está conduzindo uma investigação minuciosa para esclarecer as circunstâncias e a real motivação por trás do ato violento. Se as autoridades concluírem que Prince agiu com plena consciência de seus atos, ele poderá enfrentar uma pena mais severa.

A mãe do agressor, que sobreviveu ao ataque, foi rapidamente socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar. Até o momento, seu estado de saúde não foi divulgado.

O crime gerou uma onda de comoção e revolta entre os moradores da região. A polícia continua a coletar provas e depoimentos para determinar os próximos passos no processo judicial contra Prince Luís Peres.

Este trágico incidente levanta questões sobre a saúde mental e os valores sociais, especialmente em períodos festivos como o Carnaval, onde a busca por diversão pode, em casos extremos, levar a consequências devastadoras.

Filho Assassina Pai por Dinheiro de Carnaval: Tragédia Choca Comunidade

Em um crime que abalou profundamente a comunidade local, o jovem Prince Luís Peres, de 25 anos, foi preso após assassinar seu próprio pai, Luís Sandoval Costa Peres, de 61 anos, e ferir gravemente sua mãe, de 49 anos. De acordo com relatos de um vizinho e amigo da família, o motivo do crime teria sido a recusa dos pais em fornecer dinheiro para que Prince pudesse aproveitar as festividades de Carnaval.

Inicialmente, o caso foi tratado como um possível surto psicótico. No entanto, a Polícia Civil está conduzindo uma investigação minuciosa para esclarecer as circunstâncias e a real motivação por trás do ato violento. Se as autoridades concluírem que Prince agiu com plena consciência de seus atos, ele poderá enfrentar uma pena mais severa.

A mãe do agressor, que sobreviveu ao ataque, foi rapidamente socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar. Até o momento, seu estado de saúde não foi divulgado.

O crime gerou uma onda de comoção e revolta entre os moradores da região. A polícia continua a coletar provas e depoimentos para determinar os próximos passos no processo judicial contra Prince Luís Peres.

Este trágico incidente levanta questões sobre a saúde mental e os valores sociais, especialmente em períodos festivos como o Carnaval, onde a busca por diversão pode, em casos extremos, levar a consequências devastadoras.

Mistério em Vitória da Conquista: Incêndio Consome Casa e Filha Desaparece Sem Deixar Vestígios

Na manhã desta quinta-feira (27), o bairro Sumaré, em Vitória da Conquista, foi palco de um incidente alarmante. Um incêndio de grandes proporções destruiu uma residência enquanto o proprietário havia saído para levar a filha mais nova à escola. A filha mais velha, que estava em casa no momento, desapareceu misteriosamente após o controle das chamas.

Equipes do GAMA (Grupo de Apoio às Atividades de Meio Ambiente) e da Polícia Militar, em patrulha nas proximidades, foram alertadas por moradores sobre o incêndio. Ao chegarem, encontraram a casa em chamas e, com a ajuda de vizinhos, iniciaram esforços para conter o fogo, incluindo o desligamento da energia elétrica e a remoção de um botijão de gás. O Corpo de Bombeiros chegou em seguida para realizar o rescaldo.

Após o incêndio ser controlado, o proprietário retornou e, para seu desespero, não encontrou a filha mais velha. Buscas imediatas foram realizadas no Cemitério da Saudade e arredores, mas até o momento, não há sinais da jovem. As autoridades continuam investigando o caso, que intriga a comunidade local.

Mistério em Vitória da Conquista: Incêndio Consome Casa e Filha Desaparece Sem Deixar Vestígios

Na manhã desta quinta-feira (27), o bairro Sumaré, em Vitória da Conquista, foi palco de um incidente alarmante. Um incêndio de grandes proporções destruiu uma residência enquanto o proprietário havia saído para levar a filha mais nova à escola. A filha mais velha, que estava em casa no momento, desapareceu misteriosamente após o controle das chamas.

Equipes do GAMA (Grupo de Apoio às Atividades de Meio Ambiente) e da Polícia Militar, em patrulha nas proximidades, foram alertadas por moradores sobre o incêndio. Ao chegarem, encontraram a casa em chamas e, com a ajuda de vizinhos, iniciaram esforços para conter o fogo, incluindo o desligamento da energia elétrica e a remoção de um botijão de gás. O Corpo de Bombeiros chegou em seguida para realizar o rescaldo.

Após o incêndio ser controlado, o proprietário retornou e, para seu desespero, não encontrou a filha mais velha. Buscas imediatas foram realizadas no Cemitério da Saudade e arredores, mas até o momento, não há sinais da jovem. As autoridades continuam investigando o caso, que intriga a comunidade local.

Tragédia em Bate Pé: Jovem Promissor Perde a Vida em Acidente Misterioso

Na tarde desta quarta-feira (26), a pacata região de Bate Pé, zona rural de Vitória da Conquista, foi abalada por uma tragédia que ceifou a vida do jovem Victor Tarsis. O acidente, cujas circunstâncias permanecem envoltas em mistério, ocorreu quando Victor teria perdido o controle de seu veículo, resultando em um impacto fatal.

Equipes de resgate foram rapidamente acionadas, mas, ao chegarem ao local, encontraram Victor já sem vida. A Polícia Militar e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizaram a perícia e encaminharam o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista.

A notícia da morte de Victor espalhou-se rapidamente, causando profunda comoção entre familiares e amigos. Nas redes sociais, multiplicam-se as homenagens e manifestações de pesar pela perda do jovem, descrito como uma pessoa querida e de futuro promissor.

As autoridades continuam investigando as causas do acidente, buscando esclarecer os fatores que contribuíram para essa fatalidade que enlutou toda a comunidade.

Tragédia em Bate Pé: Jovem Promissor Perde a Vida em Acidente Misterioso

Na tarde desta quarta-feira (26), a pacata região de Bate Pé, zona rural de Vitória da Conquista, foi abalada por uma tragédia que ceifou a vida do jovem Victor Tarsis. O acidente, cujas circunstâncias permanecem envoltas em mistério, ocorreu quando Victor teria perdido o controle de seu veículo, resultando em um impacto fatal.

Equipes de resgate foram rapidamente acionadas, mas, ao chegarem ao local, encontraram Victor já sem vida. A Polícia Militar e o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizaram a perícia e encaminharam o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista.

A notícia da morte de Victor espalhou-se rapidamente, causando profunda comoção entre familiares e amigos. Nas redes sociais, multiplicam-se as homenagens e manifestações de pesar pela perda do jovem, descrito como uma pessoa querida e de futuro promissor.

As autoridades continuam investigando as causas do acidente, buscando esclarecer os fatores que contribuíram para essa fatalidade que enlutou toda a comunidade.

Mistério em Vitória da Conquista: Hospital Busca Familiares de Paciente Desconhecida Encontrada Desorientada

Na noite da última quarta-feira (26), por volta das 23h, uma mulher identificada apenas como Lúcia foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) nas proximidades do anel viário de Vitória da Conquista. Desorientada e sem portar documentos, a paciente foi encaminhada ao Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde permanece sem identificação completa.

O HGVC solicita o apoio da comunidade para localizar familiares ou conhecidos de Lúcia. Informações podem ser fornecidas ao Setor Social do hospital pelo telefone (77) 3229-2448.

O Hospital Geral de Vitória da Conquista é uma unidade de referência na região Sudoeste da Bahia, oferecendo atendimento médico-hospitalar de média e alta complexidade em diversas especialidades. A instituição destaca-se pelo compromisso com a saúde da população e pela busca constante de melhorias nos serviços prestados.

Casos como o de Lúcia ressaltam a importância da solidariedade comunitária e da atuação integrada dos serviços de saúde e assistência social para garantir o bem-estar de indivíduos em situação de vulnerabilidade.

Mistério em Vitória da Conquista: Hospital Busca Familiares de Paciente Desconhecida Encontrada Desorientada

Na noite da última quarta-feira (26), por volta das 23h, uma mulher identificada apenas como Lúcia foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) nas proximidades do anel viário de Vitória da Conquista. Desorientada e sem portar documentos, a paciente foi encaminhada ao Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), onde permanece sem identificação completa.

O HGVC solicita o apoio da comunidade para localizar familiares ou conhecidos de Lúcia. Informações podem ser fornecidas ao Setor Social do hospital pelo telefone (77) 3229-2448.

O Hospital Geral de Vitória da Conquista é uma unidade de referência na região Sudoeste da Bahia, oferecendo atendimento médico-hospitalar de média e alta complexidade em diversas especialidades. A instituição destaca-se pelo compromisso com a saúde da população e pela busca constante de melhorias nos serviços prestados.

Casos como o de Lúcia ressaltam a importância da solidariedade comunitária e da atuação integrada dos serviços de saúde e assistência social para garantir o bem-estar de indivíduos em situação de vulnerabilidade.

Carnaval, Roma Negra e o Nascimento do Brasil: O Legado Africano na Construção de uma Nação (Padre Carlos)

 

 

 

O Brasil não nasceu apenas do encontro entre colonizadores europeus e povos indígenas. Nasceu também do suor, da dor e da resistência de milhões de africanos escravizados, que, mesmo sob o jugo da violência, plantaram sementes de cultura, fé e rebeldia que germinaram em nossa identidade. Nenhum espaço traduz melhor essa síntese do que o Carnaval baiano — festa que é um manifesto vivo da influência negra e um palco onde a luta por reconhecimento e dignidade se transforma em cores, tambores e axé.

O Carnaval Baiano: Um Triunfo da Cultura Negra
No Carnaval da Bahia, os corpos dançam ao som dos atabaques, os pés desenham passos que vêm das rodas de samba de Angola, e os cabelos cacheados e crespos são coroados com turbantes que contam histórias ancestrais. Aqui, a África não é um continente distante: é mãe, é raiz, é chão. Os blocos afro, como Ilê Aiyê, Olodum e Malê Debalê, não são apenas grupos de Carnaval. São movimentos políticos vestidos de festa.

A musicalidade do Carnaval baiano, por exemplo, deve sua cadência ao afoxé, ritmo ligado aos cultos de matriz africana, e ao samba-reggae, criado nas periferias de Salvador como uma fusão de resistência. As letras das mãos não falam apenas de amor ou folia; denunciam o racismo, exaltam a beleza negra e recontam episódios históricos de luta, como a Revolta dos Malês. Até os adereços — as contas de Oxum, os colares de Xangô — carregam simbologias religiosas do candomblé, mostrando que a espiritualidade africana não foi apagada, mas reinventada em solo brasileiro.

Salvador: A Roma Negra e o Berço da Resistência
Chamar Salvador de Roma Negra não é mero acaso. A capital baiana, cidade com o maior percentual de população negra fora da África, tornou-se um epicentro de reexistência — termo cunhado pelo professor Muniz Sodré para definir a arte de “existir de novo” após séculos de opressão. A Roma Negra é um símbolo geográfico e político: é onde negras e negros ressignificaram suas tradições e as transformaram em ferramentas de empowerment.

Nos terreiros de candomblé, nas escolas de capoeira, nos mercados populares como o do Sete Portas, a cultura negra não só sobrevive, mas dita regras. O Pelourinho, outrora um local de castigo público de escravizados, hoje é um patrimônio cultural tomado por jovens artistas negros que ocupam as ruas com graffiti, música e poesia. Essa transformação não é casual: é fruto de uma luta ancestral que encontrou no Carnaval um megafone para ecoar.

A Consolidação da Luta Negra: Do Ilê Aiyê aos Dias Atuais
O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, fundado no bairro da Liberdade, surgiu como resposta à exclusão racial no Carnaval “oficial”. Enquanto os clubes brancos fechavam suas portas aos negros, o Ilê criou um espaço onde ser negro era motivo de orgulho. Seu lema — “Onde o negro pode ser negro” — sintetiza a potência de um movimento que uniu cultura e ativismo.

Hoje, blocos como o Bankoma (que homenageia a diáspora africana) e o Olodum (que globalizou o samba-reggae com Paul Simon e Michael Jackson) seguem esse legado, mostrando que a cultura negra não é folclore: é discurso. Quando milhões de pessoas cantam “É d’Oxum a força que move a maré” ou “Todo poder ao povo preto”, estão reforçando uma narrativa que desafia o apagamento histórico.

O Carnaval como Espelho do Brasil: Reconhecer para Transformar
A importância da cultura negra no Carnaval baiano não se limita à festa. Ela revela um Brasil que insiste em se autodefinir a partir de suas raízes africanas, mesmo em um país onde o racismo estrutural ainda marginaliza 57% de sua população. Celebrar o Carnaval da Bahia é, portanto, reconhecer que o Brasil não seria Brasil sem os saberes agrícolas dos povos Bantu, sem a filosofia iorubá, sem a musicalidade jeje.

A Roma Negra nos ensina que a luta por igualdade não se faz apenas com protestos, mas também com presença e beleza. É nas passarelas do Carnaval que mulheres negras desfilam como rainhas, que homens negros comandam trios elétricos, e que crianças negras se veem representadas como herdeiras de uma história de glória — e não de subalternidade.

Conclusão: O Futuro Tem Cor e Ritmo
O Carnaval baiano e a força da Roma Negra são provas de que a população negra não esperou por “concessões” para transformar o Brasil. Recriou-o à sua imagem, com gingado e determinação. A luta contra o racismo, porém, segue urgente. Enquanto houver desigualdade salarial, violência policial e invisibilidade, a festa será também trincheira.

Que o Brasil ouça os tambores que ecoam de Salvador: eles não chamam apenas para dançar. Chamam para reparar, para incluir, para lembrar que um país que nega sua negritude é um país que nega a si mesmo. O futuro, como o Carnaval, precisa ser plural — ou não será.

Axé!

Carnaval, Roma Negra e o Nascimento do Brasil: O Legado Africano na Construção de uma Nação (Padre Carlos)

 

 

 

O Brasil não nasceu apenas do encontro entre colonizadores europeus e povos indígenas. Nasceu também do suor, da dor e da resistência de milhões de africanos escravizados, que, mesmo sob o jugo da violência, plantaram sementes de cultura, fé e rebeldia que germinaram em nossa identidade. Nenhum espaço traduz melhor essa síntese do que o Carnaval baiano — festa que é um manifesto vivo da influência negra e um palco onde a luta por reconhecimento e dignidade se transforma em cores, tambores e axé.

O Carnaval Baiano: Um Triunfo da Cultura Negra
No Carnaval da Bahia, os corpos dançam ao som dos atabaques, os pés desenham passos que vêm das rodas de samba de Angola, e os cabelos cacheados e crespos são coroados com turbantes que contam histórias ancestrais. Aqui, a África não é um continente distante: é mãe, é raiz, é chão. Os blocos afro, como Ilê Aiyê, Olodum e Malê Debalê, não são apenas grupos de Carnaval. São movimentos políticos vestidos de festa.

A musicalidade do Carnaval baiano, por exemplo, deve sua cadência ao afoxé, ritmo ligado aos cultos de matriz africana, e ao samba-reggae, criado nas periferias de Salvador como uma fusão de resistência. As letras das mãos não falam apenas de amor ou folia; denunciam o racismo, exaltam a beleza negra e recontam episódios históricos de luta, como a Revolta dos Malês. Até os adereços — as contas de Oxum, os colares de Xangô — carregam simbologias religiosas do candomblé, mostrando que a espiritualidade africana não foi apagada, mas reinventada em solo brasileiro.

Salvador: A Roma Negra e o Berço da Resistência
Chamar Salvador de Roma Negra não é mero acaso. A capital baiana, cidade com o maior percentual de população negra fora da África, tornou-se um epicentro de reexistência — termo cunhado pelo professor Muniz Sodré para definir a arte de “existir de novo” após séculos de opressão. A Roma Negra é um símbolo geográfico e político: é onde negras e negros ressignificaram suas tradições e as transformaram em ferramentas de empowerment.

Nos terreiros de candomblé, nas escolas de capoeira, nos mercados populares como o do Sete Portas, a cultura negra não só sobrevive, mas dita regras. O Pelourinho, outrora um local de castigo público de escravizados, hoje é um patrimônio cultural tomado por jovens artistas negros que ocupam as ruas com graffiti, música e poesia. Essa transformação não é casual: é fruto de uma luta ancestral que encontrou no Carnaval um megafone para ecoar.

A Consolidação da Luta Negra: Do Ilê Aiyê aos Dias Atuais
O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, fundado no bairro da Liberdade, surgiu como resposta à exclusão racial no Carnaval “oficial”. Enquanto os clubes brancos fechavam suas portas aos negros, o Ilê criou um espaço onde ser negro era motivo de orgulho. Seu lema — “Onde o negro pode ser negro” — sintetiza a potência de um movimento que uniu cultura e ativismo.

Hoje, blocos como o Bankoma (que homenageia a diáspora africana) e o Olodum (que globalizou o samba-reggae com Paul Simon e Michael Jackson) seguem esse legado, mostrando que a cultura negra não é folclore: é discurso. Quando milhões de pessoas cantam “É d’Oxum a força que move a maré” ou “Todo poder ao povo preto”, estão reforçando uma narrativa que desafia o apagamento histórico.

O Carnaval como Espelho do Brasil: Reconhecer para Transformar
A importância da cultura negra no Carnaval baiano não se limita à festa. Ela revela um Brasil que insiste em se autodefinir a partir de suas raízes africanas, mesmo em um país onde o racismo estrutural ainda marginaliza 57% de sua população. Celebrar o Carnaval da Bahia é, portanto, reconhecer que o Brasil não seria Brasil sem os saberes agrícolas dos povos Bantu, sem a filosofia iorubá, sem a musicalidade jeje.

A Roma Negra nos ensina que a luta por igualdade não se faz apenas com protestos, mas também com presença e beleza. É nas passarelas do Carnaval que mulheres negras desfilam como rainhas, que homens negros comandam trios elétricos, e que crianças negras se veem representadas como herdeiras de uma história de glória — e não de subalternidade.

Conclusão: O Futuro Tem Cor e Ritmo
O Carnaval baiano e a força da Roma Negra são provas de que a população negra não esperou por “concessões” para transformar o Brasil. Recriou-o à sua imagem, com gingado e determinação. A luta contra o racismo, porém, segue urgente. Enquanto houver desigualdade salarial, violência policial e invisibilidade, a festa será também trincheira.

Que o Brasil ouça os tambores que ecoam de Salvador: eles não chamam apenas para dançar. Chamam para reparar, para incluir, para lembrar que um país que nega sua negritude é um país que nega a si mesmo. O futuro, como o Carnaval, precisa ser plural — ou não será.

Axé!

Transparência e Responsabilidade Fiscal: Vitória da Conquista como Exemplo de Gestão Pública

 

 

 

 

Em um cenário nacional marcado por escândalos de má gestão e desvios de recursos, o relato de municípios que cumprem com rigor as normas de transparência e responsabilidade fiscal merece destaque. A realização da audiência pública conjunta entre a Prefeitura e a Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta quarta-feira (26), não é apenas uma formalidade burocrática. É um ato democrático que reforça a importância da prestação de contas e do diálogo com a sociedade — princípios essenciais para a construção de uma administração pública íntegra e eficiente.

O evento, exigido pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), serviu para apresentar o cumprimento das metas da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) relativas ao terceiro quadriênio de 2024, encerrando as contas da gestão anterior. Os números divulgados são reveladores: 90% da receita prevista foi realizada, com 92% das despesas executadas. Mais do que estatísticas, esses percentuais refletem uma gestão que equilibra planejamento e execução, evitando os extremos do subfinanciamento e do desperdício.

Fiscalidade como Alicerce
Um dos destaques foi o índice de despesa com pessoal, que ficou em 46,21%, abaixo do limite prudencial de 54,98% estabelecido pela Constituição. Esse equilíbrio é crucial para evitar o estrangulamento das finanças públicas, comum em municípios que sucumbem a pressões corporativistas. Além disso, a dívida consolidada de 22,19% — longe do limite de 120% da receita corrente líquida — mostra que o endividamento não é uma âncora para o desenvolvimento local. Como ressaltou Filipe Rocha Santos, Contador-Geral do Município, tais números não são apenas técnicos: são a base para investimentos futuros em áreas prioritárias.

Educação e Saúde: Do Papel à Prática
Os setores mais sensíveis à população — educação e saúde — também foram contemplados com análises qualitativas. A aplicação de 25,11% dos recursos próprios em educação e o uso quase integral do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) demonstram que o município não se limita a cumprir percentuais legais. Como destacou Eliane Solto, coordenadora financeira da Secretaria de Educação, os recursos foram direcionados para salários, reformas escolares e aquisição de equipamentos, elementos que impactam diretamente na qualidade do ensino.

Na saúde, o índice constitucional de 15% foi superado, com investimentos distribuídos entre atenção primária, hospitalar, vigilância epidemiológica e assistência farmacêutica. Edinael Pardim, diretor-financeiro da Secretaria de Saúde, lembrou que “uma boa gestão transforma recursos em serviços”. A afirmação é pertinente: de nada adiantaria cumprir metas fiscais se hospitais ficassem sem medicamentos ou se postos de saúde fechassem as portas.

Transparência como Dever, não como Favor
O aspecto mais louvável da audiência foi o compromisso com a transparência. Ao transmitir o evento pela Rádio Câmara (90.3 FM) e disponibilizar relatórios detalhados online, o município ampliou o acesso à informação — direito básico muitas vezes negligenciado. Mateus Novais, secretário de Transparência, lembrou que “não basta gastar; é preciso gastar bem”. A frase sintetiza o espírito da LRF: o dinheiro público não é um cheque em branco, mas um contrato social que exige eficiência e honestidade.

Desafios e Olhar Crítico
Apesar dos avanços, é preciso cautela. Percentuais dentro da lei não garantem, por si só, equidade ou justiça social. A aplicação de 25% em educação, por exemplo, deve ser acompanhada de indicadores de aprendizagem e redução da evasão escolar. Da mesma forma, os 15% em saúde precisam se traduzir em redução de filas por procedimentos e melhoria no acesso a especialistas. Além disso, a dependência de repasses federais e a volatilidade da arrecadação local são riscos que exigem planejamento de longo prazo.

Conclusão: Um Modelo a Ser Seguido
Vitória da Conquista oferece um modelo a ser observado por outros municípios. Ao alinhar responsabilidade fiscal, transparência e foco em políticas públicas, a cidade prova que é possível governar sem populismo ou aventuras contábeis. Resta agora à população manter-se vigilante, cobrando continuidade nessas práticas e participando ativamente das próximas audiências. Afinal, como lembrou Rita de Cássia, servidora da Câmara, “o dinheiro aplicado em impostos deve ser bem gasto” — e isso só ocorre quando o cidadão exige seu lugar no centro das decisões.

A audiência pública foi um passo importante, mas o verdadeiro legado dessa gestão dependerá de como esses números se transformarão em qualidade de vida para os conquistenses. Que o exemplo inspire não apenas aplausos, mas ação.

Transparência e Responsabilidade Fiscal: Vitória da Conquista como Exemplo de Gestão Pública

 

 

 

 

Em um cenário nacional marcado por escândalos de má gestão e desvios de recursos, o relato de municípios que cumprem com rigor as normas de transparência e responsabilidade fiscal merece destaque. A realização da audiência pública conjunta entre a Prefeitura e a Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta quarta-feira (26), não é apenas uma formalidade burocrática. É um ato democrático que reforça a importância da prestação de contas e do diálogo com a sociedade — princípios essenciais para a construção de uma administração pública íntegra e eficiente.

O evento, exigido pelo Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), serviu para apresentar o cumprimento das metas da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) relativas ao terceiro quadriênio de 2024, encerrando as contas da gestão anterior. Os números divulgados são reveladores: 90% da receita prevista foi realizada, com 92% das despesas executadas. Mais do que estatísticas, esses percentuais refletem uma gestão que equilibra planejamento e execução, evitando os extremos do subfinanciamento e do desperdício.

Fiscalidade como Alicerce
Um dos destaques foi o índice de despesa com pessoal, que ficou em 46,21%, abaixo do limite prudencial de 54,98% estabelecido pela Constituição. Esse equilíbrio é crucial para evitar o estrangulamento das finanças públicas, comum em municípios que sucumbem a pressões corporativistas. Além disso, a dívida consolidada de 22,19% — longe do limite de 120% da receita corrente líquida — mostra que o endividamento não é uma âncora para o desenvolvimento local. Como ressaltou Filipe Rocha Santos, Contador-Geral do Município, tais números não são apenas técnicos: são a base para investimentos futuros em áreas prioritárias.

Educação e Saúde: Do Papel à Prática
Os setores mais sensíveis à população — educação e saúde — também foram contemplados com análises qualitativas. A aplicação de 25,11% dos recursos próprios em educação e o uso quase integral do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) demonstram que o município não se limita a cumprir percentuais legais. Como destacou Eliane Solto, coordenadora financeira da Secretaria de Educação, os recursos foram direcionados para salários, reformas escolares e aquisição de equipamentos, elementos que impactam diretamente na qualidade do ensino.

Na saúde, o índice constitucional de 15% foi superado, com investimentos distribuídos entre atenção primária, hospitalar, vigilância epidemiológica e assistência farmacêutica. Edinael Pardim, diretor-financeiro da Secretaria de Saúde, lembrou que “uma boa gestão transforma recursos em serviços”. A afirmação é pertinente: de nada adiantaria cumprir metas fiscais se hospitais ficassem sem medicamentos ou se postos de saúde fechassem as portas.

Transparência como Dever, não como Favor
O aspecto mais louvável da audiência foi o compromisso com a transparência. Ao transmitir o evento pela Rádio Câmara (90.3 FM) e disponibilizar relatórios detalhados online, o município ampliou o acesso à informação — direito básico muitas vezes negligenciado. Mateus Novais, secretário de Transparência, lembrou que “não basta gastar; é preciso gastar bem”. A frase sintetiza o espírito da LRF: o dinheiro público não é um cheque em branco, mas um contrato social que exige eficiência e honestidade.

Desafios e Olhar Crítico
Apesar dos avanços, é preciso cautela. Percentuais dentro da lei não garantem, por si só, equidade ou justiça social. A aplicação de 25% em educação, por exemplo, deve ser acompanhada de indicadores de aprendizagem e redução da evasão escolar. Da mesma forma, os 15% em saúde precisam se traduzir em redução de filas por procedimentos e melhoria no acesso a especialistas. Além disso, a dependência de repasses federais e a volatilidade da arrecadação local são riscos que exigem planejamento de longo prazo.

Conclusão: Um Modelo a Ser Seguido
Vitória da Conquista oferece um modelo a ser observado por outros municípios. Ao alinhar responsabilidade fiscal, transparência e foco em políticas públicas, a cidade prova que é possível governar sem populismo ou aventuras contábeis. Resta agora à população manter-se vigilante, cobrando continuidade nessas práticas e participando ativamente das próximas audiências. Afinal, como lembrou Rita de Cássia, servidora da Câmara, “o dinheiro aplicado em impostos deve ser bem gasto” — e isso só ocorre quando o cidadão exige seu lugar no centro das decisões.

A audiência pública foi um passo importante, mas o verdadeiro legado dessa gestão dependerá de como esses números se transformarão em qualidade de vida para os conquistenses. Que o exemplo inspire não apenas aplausos, mas ação.