Política e Resenha

ARTIGO – O Silêncio Cúmplice da Oposição e a Coragem da Vereadora Dra. Lara

 

 

(Por Padre Carlos)

Na manhã de hoje, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista foi palco de uma fala contundente e necessária. A vereadora Dra. Lara, em um discurso corajoso, trouxe à tona uma calamidade que tem sido ignorada pela oposição: a falta de insulina na rede pública de saúde.

Em suas palavras, baseadas em um relato da Associação de Diabéticos de Conquista, ela expôs a dura realidade vivida por milhares de pacientes que dependem desse hormônio essencial para sobreviver. “A falta de insulina no Brasil é uma questão alarmante que afeta diretamente a vida de milhões de pessoas com diabetes, uma condição crônica que requer tratamento contínuo e adequado. A escassez desse hormônio essencial pode levar a complicações sérias, como problemas cardiovasculares, neuropatias e até amputações, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou a parlamentar.

A denúncia de Dra. Lara não é apenas um alerta, mas um clamor por justiça. Há três meses, as farmácias conveniadas ao SUS em Vitória da Conquista estão sem insulina. O governo estadual alega falta de insumos para a produção, enquanto a indústria farmacêutica nega qualquer irregularidade. No meio desse jogo de empurra, estão crianças sendo internadas com cetoacidose, médicos inseguros para conceder alta e famílias angustiadas sem acesso ao tratamento adequado.

O mais chocante é o silêncio da oposição diante dessa tragédia. Quando houve dificuldades na aquisição de fitas de glicemia, alguns vereadores usaram essa mesma tribuna para atacar a gestão municipal. Agora, diante da ausência de um medicamento vital, a indignação seletiva desapareceu. Por quê? Onde estão aqueles que dizem lutar pela saúde pública quando o problema não pode ser explorado politicamente contra a atual administração?

O desabastecimento da insulina NPH e regular não é um problema isolado de Vitória da Conquista, mas de toda a Bahia. O Estado falhou na logística de distribuição, e os núcleos regionais ficaram sem fornecimento. Mas, estranhamente, aqueles que se dizem defensores do povo não estão dispostos a cobrar respostas quando a responsabilidade recai sobre o governo estadual.

A coragem da vereadora Dra. Lara merece reconhecimento. Em um ambiente onde muitos escolhem a conveniência da omissão, ela preferiu a verdade, sem medo de expor a negligência que está colocando vidas em risco. Que sua voz ecoe além das paredes do plenário, mobilizando a sociedade para exigir soluções urgentes. A saúde pública não pode ser tratada como um jogo de interesses. O povo de Vitória da Conquista merece respeito e compromisso, não apenas discursos vazios quando for politicamente conveniente.

ARTIGO – O Silêncio Cúmplice da Oposição e a Coragem da Vereadora Dra. Lara

 

 

(Por Padre Carlos)

Na manhã de hoje, a Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista foi palco de uma fala contundente e necessária. A vereadora Dra. Lara, em um discurso corajoso, trouxe à tona uma calamidade que tem sido ignorada pela oposição: a falta de insulina na rede pública de saúde.

Em suas palavras, baseadas em um relato da Associação de Diabéticos de Conquista, ela expôs a dura realidade vivida por milhares de pacientes que dependem desse hormônio essencial para sobreviver. “A falta de insulina no Brasil é uma questão alarmante que afeta diretamente a vida de milhões de pessoas com diabetes, uma condição crônica que requer tratamento contínuo e adequado. A escassez desse hormônio essencial pode levar a complicações sérias, como problemas cardiovasculares, neuropatias e até amputações, comprometendo a qualidade de vida dos pacientes”, afirmou a parlamentar.

A denúncia de Dra. Lara não é apenas um alerta, mas um clamor por justiça. Há três meses, as farmácias conveniadas ao SUS em Vitória da Conquista estão sem insulina. O governo estadual alega falta de insumos para a produção, enquanto a indústria farmacêutica nega qualquer irregularidade. No meio desse jogo de empurra, estão crianças sendo internadas com cetoacidose, médicos inseguros para conceder alta e famílias angustiadas sem acesso ao tratamento adequado.

O mais chocante é o silêncio da oposição diante dessa tragédia. Quando houve dificuldades na aquisição de fitas de glicemia, alguns vereadores usaram essa mesma tribuna para atacar a gestão municipal. Agora, diante da ausência de um medicamento vital, a indignação seletiva desapareceu. Por quê? Onde estão aqueles que dizem lutar pela saúde pública quando o problema não pode ser explorado politicamente contra a atual administração?

O desabastecimento da insulina NPH e regular não é um problema isolado de Vitória da Conquista, mas de toda a Bahia. O Estado falhou na logística de distribuição, e os núcleos regionais ficaram sem fornecimento. Mas, estranhamente, aqueles que se dizem defensores do povo não estão dispostos a cobrar respostas quando a responsabilidade recai sobre o governo estadual.

A coragem da vereadora Dra. Lara merece reconhecimento. Em um ambiente onde muitos escolhem a conveniência da omissão, ela preferiu a verdade, sem medo de expor a negligência que está colocando vidas em risco. Que sua voz ecoe além das paredes do plenário, mobilizando a sociedade para exigir soluções urgentes. A saúde pública não pode ser tratada como um jogo de interesses. O povo de Vitória da Conquista merece respeito e compromisso, não apenas discursos vazios quando for politicamente conveniente.

ARTIGO – POLÍTICA, COMPROMISSO E DISCURSO: O PRONUNCIAMENTO DO VEREADOR LUCIANO GOMES

 

 

(Padre Carlos)

Na política, as palavras podem ser apenas vento ou podem carregar consigo o peso da transformação social. O pronunciamento do vereador Luciano Gomes na Câmara Municipal, nesta manhã, trouxe à tona um discurso de realizações e compromissos, mas também de enfrentamento às críticas. E é exatamente aqui que cabe uma reflexão mais profunda sobre a dinâmica política local e o papel de um parlamentar.

O vereador abriu sua fala com um tom conciliador e de reconhecimento. Destacou o trabalho de Joana Dark na coordenação do serviço de água do município, um serviço essencial para a dignidade humana. Mas, para além da cortesia institucional, Luciano Gomes celebrou suas conquistas, enumerando obras e investimentos que, segundo ele, são frutos de sua atuação parlamentar.

A política, contudo, não se sustenta apenas no discurso de realizações. Ela se equilibra no embate de ideias, na disputa narrativa e na maneira como os agentes políticos lidam com as críticas. E foi nesse ponto que o pronunciamento do vereador assumiu um tom mais combativo. Ao responder a um vídeo de um ex-candidato a vereador que o criticava por não ter “batido panela” em protesto, Luciano Gomes lançou mão do argumento clássico: enquanto alguns reclamam, ele trabalha.

A metáfora da “panela” é poderosa. No imaginário político, o ato de bater panela simboliza indignação, protesto, resistência.  Mas a resposta do vereador seguiu a lógica do pragmatismo político: ele não protesta, ele age. E, para embasar sua defesa, trouxe à tona a construção da nova adutora de Bate-Pé e a pavimentação de estradas como prova de seu comprometimento.

O discurso do vereador Luciano Gomes é, sem dúvida, eficiente. Ele se apropria da narrativa do “político realizador”, aquele que não perde tempo com discursos inflamados, mas que mostra serviço. Entretanto, é sempre válido questionar: até que ponto as ações apresentadas são, de fato, conquistas individuais ou resultado de uma política pública mais ampla? O risco, nesse tipo de pronunciamento, é transformar o que deveria ser uma obrigação do poder público em um favor concedido à população.

Se há um mérito na fala do vereador, é o compromisso de manter a transparência na comunicação com a sociedade. A política local precisa desse diálogo permanente. Mas, para além das palavras, o que realmente importa é se, no dia a dia, os cidadãos de Vitória da Conquista sentem no concreto de suas vidas o impacto dessas ações. No fim das contas, é isso que define o sucesso ou o fracasso de um mandato.

ARTIGO – POLÍTICA, COMPROMISSO E DISCURSO: O PRONUNCIAMENTO DO VEREADOR LUCIANO GOMES

 

 

(Padre Carlos)

Na política, as palavras podem ser apenas vento ou podem carregar consigo o peso da transformação social. O pronunciamento do vereador Luciano Gomes na Câmara Municipal, nesta manhã, trouxe à tona um discurso de realizações e compromissos, mas também de enfrentamento às críticas. E é exatamente aqui que cabe uma reflexão mais profunda sobre a dinâmica política local e o papel de um parlamentar.

O vereador abriu sua fala com um tom conciliador e de reconhecimento. Destacou o trabalho de Joana Dark na coordenação do serviço de água do município, um serviço essencial para a dignidade humana. Mas, para além da cortesia institucional, Luciano Gomes celebrou suas conquistas, enumerando obras e investimentos que, segundo ele, são frutos de sua atuação parlamentar.

A política, contudo, não se sustenta apenas no discurso de realizações. Ela se equilibra no embate de ideias, na disputa narrativa e na maneira como os agentes políticos lidam com as críticas. E foi nesse ponto que o pronunciamento do vereador assumiu um tom mais combativo. Ao responder a um vídeo de um ex-candidato a vereador que o criticava por não ter “batido panela” em protesto, Luciano Gomes lançou mão do argumento clássico: enquanto alguns reclamam, ele trabalha.

A metáfora da “panela” é poderosa. No imaginário político, o ato de bater panela simboliza indignação, protesto, resistência.  Mas a resposta do vereador seguiu a lógica do pragmatismo político: ele não protesta, ele age. E, para embasar sua defesa, trouxe à tona a construção da nova adutora de Bate-Pé e a pavimentação de estradas como prova de seu comprometimento.

O discurso do vereador Luciano Gomes é, sem dúvida, eficiente. Ele se apropria da narrativa do “político realizador”, aquele que não perde tempo com discursos inflamados, mas que mostra serviço. Entretanto, é sempre válido questionar: até que ponto as ações apresentadas são, de fato, conquistas individuais ou resultado de uma política pública mais ampla? O risco, nesse tipo de pronunciamento, é transformar o que deveria ser uma obrigação do poder público em um favor concedido à população.

Se há um mérito na fala do vereador, é o compromisso de manter a transparência na comunicação com a sociedade. A política local precisa desse diálogo permanente. Mas, para além das palavras, o que realmente importa é se, no dia a dia, os cidadãos de Vitória da Conquista sentem no concreto de suas vidas o impacto dessas ações. No fim das contas, é isso que define o sucesso ou o fracasso de um mandato.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 21 de fevereiro de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Lula diz a aliados que vai substituir Nísia na Saúde, e Padilha é favorito

 

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/02/lula-decide-substituir-nisia-e-padilha-e-o-favorito-para-a-saude.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Lula deve tirar Nísia da Saúde; alas do PT disputam o cargo

 

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-lula-deve-tirar-nisia-da-saude-e-alas-do-pt-disputam-o-cargo/?srsltid=AfmBOoqzhQOrROZ0L7UKA1DfyzKiMyIZ3MEn6DAXbgg0p8zwVFibFkR6

 

Valor Econômico (SP)
Gastos elevados e rígidos minam eficiência do setor público no Brasil

 

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/02/21/gastos-elevados-e-rigidos-minam-eficiencia-do-setor-publico-no-brasil.ghtml

 

O Globo (RJ)
Empresas brasileiras mais que dobram captação de dólares no exterior em um ano

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/02/21/fome-de-dolares-empresas-brasileiras-mais-que-dobram-captacao-no-exterior-neste-inicio-de-ano.ghtml

 

O Dia (RJ)
LULA/ENTREVISTA

“Minha obsessão é fazer a conta do mercado caber no bolso do trabalhador”

 

https://odia.ig.com.br/brasil/2025/02/7007923-lula-minha-obsessao-e-fazer-a-conta-do-mercado-caber-no-bolso-do-trabalhador.html

 

Correio Braziliense
ENTREVISTA/LULA
“Bolsonaro prova que é culpado ao pedir a anistia”

 

https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/02/7066686-lula-se-for-provado-ele-bolsonaro-so-tem-uma-saida-ser-preso.html

 

Estado de Minas
LULA SOBRE PROPAG
“Minas fala, mas está concordando”

 

https://www.em.com.br/politica/2025/02/7065877-minas-fala-mas-esta-concordando-diz-lula-sobre-adesao-ao-propag.html

 

Zero Hora (RS)
Fabricação de quatro navios até 2028 no RS deve gerar 1,4 mil empregos

 

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/02/com-expectativa-de-gerar-5-mil-empregos-quatro-navios-feitos-em-rio-grande-devem-ser-entregues-ate-2028-cm7do5vge01fn013cnyffg0jy.html

 

Diário de Pernambuco
Arrematado por R$ 21,5 milhões, Holiday terá destino traçado

 

https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/vidaurbana/2025/02/predio-do-edificio-holiday-e-vendido-por-r-21-milhoes-em-leilao-nest.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Lula diz que preço dos alimentos não vai baixar “do dia para a noite”

 

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2227

 

A Tarde (BA)
Jerônimo mantém tarifa de metrô e ônibus da RMS

 

https://atarde.com.br/politica/bahia/jeronimo-decide-manter-tarifa-de-metro-e-onibus-metropolitanos-1307998#:~:text=Jer%C3%B4nimo%20d%C3%A1%20prazo%20sobre%20reajustes,Metr%C3%B4%20Bahia%2C%20aconteceu%20em%202021.

 

Diário do Nordeste (CE)
Bônus por redução de homicídios no Ceará

 

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/ce-quer-reduzir-homicidios-em-11-em-2025-e-policiais-receberao-bonus-de-ate-r-2-mil-se-meta-for-alcancada-1.3621635#:~:text=CE%20quer%20reduzir%20homic%C3%ADdios%20em,alcan%C3%A7ada%20%2D%20Seguran%C3%A7a%20%2D%20Di%C3%A1rio%20do%20Nordeste

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 21 de fevereiro de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Lula diz a aliados que vai substituir Nísia na Saúde, e Padilha é favorito

 

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/02/lula-decide-substituir-nisia-e-padilha-e-o-favorito-para-a-saude.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Lula deve tirar Nísia da Saúde; alas do PT disputam o cargo

 

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-lula-deve-tirar-nisia-da-saude-e-alas-do-pt-disputam-o-cargo/?srsltid=AfmBOoqzhQOrROZ0L7UKA1DfyzKiMyIZ3MEn6DAXbgg0p8zwVFibFkR6

 

Valor Econômico (SP)
Gastos elevados e rígidos minam eficiência do setor público no Brasil

 

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/02/21/gastos-elevados-e-rigidos-minam-eficiencia-do-setor-publico-no-brasil.ghtml

 

O Globo (RJ)
Empresas brasileiras mais que dobram captação de dólares no exterior em um ano

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/02/21/fome-de-dolares-empresas-brasileiras-mais-que-dobram-captacao-no-exterior-neste-inicio-de-ano.ghtml

 

O Dia (RJ)
LULA/ENTREVISTA

“Minha obsessão é fazer a conta do mercado caber no bolso do trabalhador”

 

https://odia.ig.com.br/brasil/2025/02/7007923-lula-minha-obsessao-e-fazer-a-conta-do-mercado-caber-no-bolso-do-trabalhador.html

 

Correio Braziliense
ENTREVISTA/LULA
“Bolsonaro prova que é culpado ao pedir a anistia”

 

https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/02/7066686-lula-se-for-provado-ele-bolsonaro-so-tem-uma-saida-ser-preso.html

 

Estado de Minas
LULA SOBRE PROPAG
“Minas fala, mas está concordando”

 

https://www.em.com.br/politica/2025/02/7065877-minas-fala-mas-esta-concordando-diz-lula-sobre-adesao-ao-propag.html

 

Zero Hora (RS)
Fabricação de quatro navios até 2028 no RS deve gerar 1,4 mil empregos

 

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/02/com-expectativa-de-gerar-5-mil-empregos-quatro-navios-feitos-em-rio-grande-devem-ser-entregues-ate-2028-cm7do5vge01fn013cnyffg0jy.html

 

Diário de Pernambuco
Arrematado por R$ 21,5 milhões, Holiday terá destino traçado

 

https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/vidaurbana/2025/02/predio-do-edificio-holiday-e-vendido-por-r-21-milhoes-em-leilao-nest.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Lula diz que preço dos alimentos não vai baixar “do dia para a noite”

 

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2227

 

A Tarde (BA)
Jerônimo mantém tarifa de metrô e ônibus da RMS

 

https://atarde.com.br/politica/bahia/jeronimo-decide-manter-tarifa-de-metro-e-onibus-metropolitanos-1307998#:~:text=Jer%C3%B4nimo%20d%C3%A1%20prazo%20sobre%20reajustes,Metr%C3%B4%20Bahia%2C%20aconteceu%20em%202021.

 

Diário do Nordeste (CE)
Bônus por redução de homicídios no Ceará

 

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/ce-quer-reduzir-homicidios-em-11-em-2025-e-policiais-receberao-bonus-de-ate-r-2-mil-se-meta-for-alcancada-1.3621635#:~:text=CE%20quer%20reduzir%20homic%C3%ADdios%20em,alcan%C3%A7ada%20%2D%20Seguran%C3%A7a%20%2D%20Di%C3%A1rio%20do%20Nordeste

 

Bolsonaro, Mário Fernandes e o “Punhal”: A Face Sombria do Poder

 

 

Em um cenário político cada vez mais polarizado e tenso, os recentes desdobramentos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o general Mário Fernandes revelam uma realidade perturbadora. A divulgação de provas coletadas pela Polícia Federal, que apontam para o conhecimento e a anuência de Bolsonaro em relação a um plano de assassinatos, levanta questões profundas sobre os limites do exercício do poder e os riscos para a própria democracia brasileira.

Ao que tudo indica, o general Mário Fernandes, então secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, não só elaborou um esboço criminoso — apelidado de “Punhal” — como também o apresentou em momentos estratégicos em que estava na presença do ex-presidente. Em duas ocasiões cruciais, a saber, na tarde de 9 de novembro e na noite de 6 de dezembro de 2022, Fernandes imprimiu o documento enquanto se encontrava, respectivamente, no Palácio da Alvorada e no Palácio do Planalto. Essa coincidência de eventos e a proximidade dos encontros com Bolsonaro sugerem, de acordo com o Procurador-Geral da República, que o ex-presidente teve pleno conhecimento do plano e, o que é mais grave, teria dado sua anuência a um esquema que pretendia abalar as estruturas do governo e, potencialmente, a própria ordem democrática.

A magnitude desse episódio não pode ser subestimada. Trata-se de um movimento que, se confirmado, não se restringe a uma mera disputa política, mas se enquadra como uma tentativa explícita de violar a ordem constitucional e, inclusive, de silenciar vozes dissidentes que se posicionavam contra um sistema que parecia estar prestes a se desestabilizar. As vítimas apontadas – que incluem nomes de peso como o ministro Alexandre de Moraes, além de figuras centrais na chapa eleita nas urnas – ilustram o potencial letal da trama arquitetada. A utilização de termos enigmáticos, como “kid pretos” para designar operativos das Forças Especiais do Exército, adiciona um tom de clandestinidade e sublinha a gravidade de um plano que pretendia operar fora dos limites legais.

Para aqueles que acompanham o cenário político brasileiro, a revelação dessa articulação é um sinal de alerta. A política, que deveria ser um instrumento de diálogo e construção coletiva, se transforma quando atores estatais e militares de alta patente se envolvem em tramas que têm como finalidade a desestabilização de um governo democraticamente eleito. É um lembrete inquietante de que, mesmo em um país que preza pelo Estado de Direito, as fronteiras entre o poder e a ilegalidade podem ser perigosamente tênues.

O episódio também instiga uma reflexão sobre a responsabilidade dos agentes públicos e das instituições que compõem o aparato do Estado. Quando figuras que ostentam altos cargos – como o ex-presidente e o general – se veem envolvidas em esquemas que desafiam as leis e os princípios democráticos, a confiança da população no sistema se abala de forma irreparável. A narrativa construída pela Polícia Federal, evidenciada pelos encontros no Palácio da Alvorada e do Planalto, configura um alerta para que a sociedade não se permita ser complacente com práticas que, se não forem rigorosamente investigadas e punidas, podem se repetir em ciclos viciosos de autoritarismo.

Outro ponto crucial é o papel da imprensa e da opinião pública na fiscalização do poder. Em momentos em que o próprio aparato do Estado se mostra suscetível a desdobramentos escandalosos, é fundamental que os veículos de comunicação atuem com rigor e responsabilidade, oferecendo à população informações precisas e contextualizadas. A pluralidade de vozes e a transparência nos processos investigativos são garantias essenciais para que a democracia resista a tentativas de subversão interna. Ao mesmo tempo, cabe à sociedade civil manter um olhar crítico e exigir que os responsáveis por tais atos enfrentem as consequências de seus atos.

Em última análise, a revelação do “Punhal” e a suposta anuência de Bolsonaro ao plano de assassinatos devem ser encaradas como um marco que convida a uma profunda reflexão sobre os rumos da política brasileira. Se, por um lado, tais acontecimentos evidenciam os perigos de uma militância extrema e de alianças obscuras, por outro, reforçam a necessidade de um debate aberto e transparente sobre os limites do poder e a defesa intransigente da democracia. É imperativo que as investigações sigam seu curso de forma independente e sem interferências, para que a verdade seja restabelecida e a justiça, de fato, prevaleça.

A história, muitas vezes, nos ensina que a vigilância constante e o engajamento cívico são as melhores armas contra a erosão dos valores democráticos. Que este episódio sirva, portanto, não apenas como uma denúncia de atos que desafiam a legalidade, mas como um chamado à ação para todos aqueles que acreditam na integridade do Estado e na importância da transparência na condução dos assuntos públicos. Afinal, a democracia se fortalece quando a sociedade se une em torno da verdade e do compromisso com a justiça.

Bolsonaro, Mário Fernandes e o “Punhal”: A Face Sombria do Poder

 

 

Em um cenário político cada vez mais polarizado e tenso, os recentes desdobramentos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e o general Mário Fernandes revelam uma realidade perturbadora. A divulgação de provas coletadas pela Polícia Federal, que apontam para o conhecimento e a anuência de Bolsonaro em relação a um plano de assassinatos, levanta questões profundas sobre os limites do exercício do poder e os riscos para a própria democracia brasileira.

Ao que tudo indica, o general Mário Fernandes, então secretário-executivo da Secretaria-Geral da Presidência, não só elaborou um esboço criminoso — apelidado de “Punhal” — como também o apresentou em momentos estratégicos em que estava na presença do ex-presidente. Em duas ocasiões cruciais, a saber, na tarde de 9 de novembro e na noite de 6 de dezembro de 2022, Fernandes imprimiu o documento enquanto se encontrava, respectivamente, no Palácio da Alvorada e no Palácio do Planalto. Essa coincidência de eventos e a proximidade dos encontros com Bolsonaro sugerem, de acordo com o Procurador-Geral da República, que o ex-presidente teve pleno conhecimento do plano e, o que é mais grave, teria dado sua anuência a um esquema que pretendia abalar as estruturas do governo e, potencialmente, a própria ordem democrática.

A magnitude desse episódio não pode ser subestimada. Trata-se de um movimento que, se confirmado, não se restringe a uma mera disputa política, mas se enquadra como uma tentativa explícita de violar a ordem constitucional e, inclusive, de silenciar vozes dissidentes que se posicionavam contra um sistema que parecia estar prestes a se desestabilizar. As vítimas apontadas – que incluem nomes de peso como o ministro Alexandre de Moraes, além de figuras centrais na chapa eleita nas urnas – ilustram o potencial letal da trama arquitetada. A utilização de termos enigmáticos, como “kid pretos” para designar operativos das Forças Especiais do Exército, adiciona um tom de clandestinidade e sublinha a gravidade de um plano que pretendia operar fora dos limites legais.

Para aqueles que acompanham o cenário político brasileiro, a revelação dessa articulação é um sinal de alerta. A política, que deveria ser um instrumento de diálogo e construção coletiva, se transforma quando atores estatais e militares de alta patente se envolvem em tramas que têm como finalidade a desestabilização de um governo democraticamente eleito. É um lembrete inquietante de que, mesmo em um país que preza pelo Estado de Direito, as fronteiras entre o poder e a ilegalidade podem ser perigosamente tênues.

O episódio também instiga uma reflexão sobre a responsabilidade dos agentes públicos e das instituições que compõem o aparato do Estado. Quando figuras que ostentam altos cargos – como o ex-presidente e o general – se veem envolvidas em esquemas que desafiam as leis e os princípios democráticos, a confiança da população no sistema se abala de forma irreparável. A narrativa construída pela Polícia Federal, evidenciada pelos encontros no Palácio da Alvorada e do Planalto, configura um alerta para que a sociedade não se permita ser complacente com práticas que, se não forem rigorosamente investigadas e punidas, podem se repetir em ciclos viciosos de autoritarismo.

Outro ponto crucial é o papel da imprensa e da opinião pública na fiscalização do poder. Em momentos em que o próprio aparato do Estado se mostra suscetível a desdobramentos escandalosos, é fundamental que os veículos de comunicação atuem com rigor e responsabilidade, oferecendo à população informações precisas e contextualizadas. A pluralidade de vozes e a transparência nos processos investigativos são garantias essenciais para que a democracia resista a tentativas de subversão interna. Ao mesmo tempo, cabe à sociedade civil manter um olhar crítico e exigir que os responsáveis por tais atos enfrentem as consequências de seus atos.

Em última análise, a revelação do “Punhal” e a suposta anuência de Bolsonaro ao plano de assassinatos devem ser encaradas como um marco que convida a uma profunda reflexão sobre os rumos da política brasileira. Se, por um lado, tais acontecimentos evidenciam os perigos de uma militância extrema e de alianças obscuras, por outro, reforçam a necessidade de um debate aberto e transparente sobre os limites do poder e a defesa intransigente da democracia. É imperativo que as investigações sigam seu curso de forma independente e sem interferências, para que a verdade seja restabelecida e a justiça, de fato, prevaleça.

A história, muitas vezes, nos ensina que a vigilância constante e o engajamento cívico são as melhores armas contra a erosão dos valores democráticos. Que este episódio sirva, portanto, não apenas como uma denúncia de atos que desafiam a legalidade, mas como um chamado à ação para todos aqueles que acreditam na integridade do Estado e na importância da transparência na condução dos assuntos públicos. Afinal, a democracia se fortalece quando a sociedade se une em torno da verdade e do compromisso com a justiça.

Saúde do papa: “melhorando ligeiramente”

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 20 de fevereiro de 2025

 

 

 

A Sala de Imprensa da Santa Sé emitiu um novo boletim na tarde desta quinta-feira com atualizações sobre a saúde do Papa Francisco.

Eis o teor na íntegra: “A condição clínica do Santo Padre está melhorando ligeiramente. Ele está apirético e seus parâmetros hemodinâmicos continuam estáveis. Esta manhã, recebeu a Eucaristia e depois se dedicou a atividades de trabalho.”

 

Saúde do papa: “melhorando ligeiramente”

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 20 de fevereiro de 2025

 

 

 

A Sala de Imprensa da Santa Sé emitiu um novo boletim na tarde desta quinta-feira com atualizações sobre a saúde do Papa Francisco.

Eis o teor na íntegra: “A condição clínica do Santo Padre está melhorando ligeiramente. Ele está apirético e seus parâmetros hemodinâmicos continuam estáveis. Esta manhã, recebeu a Eucaristia e depois se dedicou a atividades de trabalho.”

 

ARTIGO – A DEFESA DA FÉ: UM DIREITO FUNDAMENTAL EM UMA SOCIEDADE DEMOCRÁTICA

 

 

 

(Padre Carlos)

Nos últimos anos, assistimos a uma crescente banalização do respeito às crenças religiosas, especialmente ao cristianismo, que tem sido alvo de sátiras, ridicularizações e manifestações que ultrapassam os limites da liberdade de expressão, adentrando o campo do vilipêndio e da intolerância. O Projeto de Lei nº 02/2025, proposto na Câmara Municipal de Vitória da Conquista pela vereadora Lara de Castro Araújo Fernandes, surge como uma resposta necessária e legítima para restaurar o equilíbrio entre liberdade de expressão e o respeito à fé de milhões de cidadãos.

O DIREITO À FÉ E OS LIMITES DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A Constituição Federal do Brasil assegura a liberdade de expressão como um pilar da democracia. No entanto, esse direito não pode ser exercido de forma absoluta, atropelando outros princípios igualmente fundamentais, como o respeito à dignidade da pessoa humana e a liberdade religiosa. O artigo 5º, incisos VI e VIII, protege o livre exercício das crenças e a inviolabilidade dos locais de culto, garantindo que ninguém será privado de direitos por motivo de convicção religiosa.

O que este projeto de lei propõe não é a censura, mas sim a imposição de um limite ético e jurídico para evitar que manifestações culturais e sociais transformem a fé cristã em alvo de escárnio e deboche. Afinal, se a liberdade de expressão justifica o desrespeito religioso, então que tipo de sociedade estamos construindo?

O VILIPÊNDIO COMO FORMA DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

A crítica e a sátira sempre fizeram parte da cultura e do debate público, mas há uma grande diferença entre uma crítica construtiva e um ataque direto à fé alheia. O vilipêndio religioso não é uma simples manifestação de opinião, mas sim um atentado contra a identidade espiritual de milhões de brasileiros.

Em muitos eventos, sejam eles carnavalescos, produções audiovisuais ou manifestações públicas, o cristianismo tem sido retratado de forma pejorativa, seus símbolos sagrados usados para promover narrativas ofensivas e figuras centrais da fé, como Jesus Cristo e a Virgem Maria, expostos ao ridículo. Essa prática, se não for coibida, pode estimular um ciclo de intolerância e divisão, enfraquecendo a coesão social.

A pergunta que se impõe é: por que, em nome da liberdade de expressão, determinados setores da sociedade insistem em atacar exclusivamente o cristianismo? Se tal comportamento fosse direcionado a outras religiões, como o judaísmo ou o islamismo, a reação pública seria imediata e enérgica.

O que este projeto propõe é a igualdade no respeito, pois se é inadmissível o vilipêndio a qualquer crença religiosa, então deve ser igualmente inadmissível contra o cristianismo.

A NECESSIDADE DE MEDIDAS LEGAIS

O PL 02/2025 estabelece medidas proporcionais e razoáveis para punir aqueles que deliberadamente buscam ofender a fé cristã. Advertências, multas e suspensão de atividades são penalidades que servem como um mecanismo de contenção e conscientização, sem impedir a livre manifestação de pensamento dentro dos limites do respeito mútuo.

Além disso, ao vedar o financiamento público para eventos que promovam intolerância religiosa, o projeto evita que o dinheiro dos contribuintes – muitos dos quais professam a fé cristã – seja utilizado para financiar sua própria humilhação.

Aqueles que argumentam contra essa medida sob a alegação de que fere a liberdade artística ignoram que toda liberdade pressupõe responsabilidade. Se existe um limite para manifestações racistas, homofóbicas e xenófobas, por que não deveria haver também um limite para a intolerância contra o cristianismo?

UMA SOCIEDADE BASEADA NO RESPEITO MÚTUO

O objetivo desta proposta não é criar privilégios para os cristãos, mas sim assegurar que sua fé não seja tratada como objeto de desprezo. O respeito às crenças alheias é um dos fundamentos de uma sociedade civilizada e pluralista.

O cristianismo é parte essencial da cultura e da identidade do povo brasileiro, e sua influência vai muito além da religião, alcançando os campos da moral, da ética e da solidariedade social. Permitir que essa fé seja vilipendiada sem qualquer tipo de responsabilização é abrir um precedente perigoso para a degradação do respeito mútuo e da convivência harmoniosa entre diferentes segmentos da sociedade.

A aprovação do Projeto de Lei nº 02/2025 é, portanto, um passo fundamental para restaurar o equilíbrio entre liberdade e respeito, garantindo que a democracia brasileira continue a ser um espaço de expressão, mas também de dignidade e proteção às crenças que moldam a identidade de milhões de cidadãos.

É hora de darmos um basta na perseguição disfarçada de arte e no desrespeito justificado pela falsa premissa de liberdade total. Respeitar a fé do outro não diminui ninguém – ao contrário, engrandece nossa sociedade.

ARTIGO – A DEFESA DA FÉ: UM DIREITO FUNDAMENTAL EM UMA SOCIEDADE DEMOCRÁTICA

 

 

 

(Padre Carlos)

Nos últimos anos, assistimos a uma crescente banalização do respeito às crenças religiosas, especialmente ao cristianismo, que tem sido alvo de sátiras, ridicularizações e manifestações que ultrapassam os limites da liberdade de expressão, adentrando o campo do vilipêndio e da intolerância. O Projeto de Lei nº 02/2025, proposto na Câmara Municipal de Vitória da Conquista pela vereadora Lara de Castro Araújo Fernandes, surge como uma resposta necessária e legítima para restaurar o equilíbrio entre liberdade de expressão e o respeito à fé de milhões de cidadãos.

O DIREITO À FÉ E OS LIMITES DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

A Constituição Federal do Brasil assegura a liberdade de expressão como um pilar da democracia. No entanto, esse direito não pode ser exercido de forma absoluta, atropelando outros princípios igualmente fundamentais, como o respeito à dignidade da pessoa humana e a liberdade religiosa. O artigo 5º, incisos VI e VIII, protege o livre exercício das crenças e a inviolabilidade dos locais de culto, garantindo que ninguém será privado de direitos por motivo de convicção religiosa.

O que este projeto de lei propõe não é a censura, mas sim a imposição de um limite ético e jurídico para evitar que manifestações culturais e sociais transformem a fé cristã em alvo de escárnio e deboche. Afinal, se a liberdade de expressão justifica o desrespeito religioso, então que tipo de sociedade estamos construindo?

O VILIPÊNDIO COMO FORMA DE INTOLERÂNCIA RELIGIOSA

A crítica e a sátira sempre fizeram parte da cultura e do debate público, mas há uma grande diferença entre uma crítica construtiva e um ataque direto à fé alheia. O vilipêndio religioso não é uma simples manifestação de opinião, mas sim um atentado contra a identidade espiritual de milhões de brasileiros.

Em muitos eventos, sejam eles carnavalescos, produções audiovisuais ou manifestações públicas, o cristianismo tem sido retratado de forma pejorativa, seus símbolos sagrados usados para promover narrativas ofensivas e figuras centrais da fé, como Jesus Cristo e a Virgem Maria, expostos ao ridículo. Essa prática, se não for coibida, pode estimular um ciclo de intolerância e divisão, enfraquecendo a coesão social.

A pergunta que se impõe é: por que, em nome da liberdade de expressão, determinados setores da sociedade insistem em atacar exclusivamente o cristianismo? Se tal comportamento fosse direcionado a outras religiões, como o judaísmo ou o islamismo, a reação pública seria imediata e enérgica.

O que este projeto propõe é a igualdade no respeito, pois se é inadmissível o vilipêndio a qualquer crença religiosa, então deve ser igualmente inadmissível contra o cristianismo.

A NECESSIDADE DE MEDIDAS LEGAIS

O PL 02/2025 estabelece medidas proporcionais e razoáveis para punir aqueles que deliberadamente buscam ofender a fé cristã. Advertências, multas e suspensão de atividades são penalidades que servem como um mecanismo de contenção e conscientização, sem impedir a livre manifestação de pensamento dentro dos limites do respeito mútuo.

Além disso, ao vedar o financiamento público para eventos que promovam intolerância religiosa, o projeto evita que o dinheiro dos contribuintes – muitos dos quais professam a fé cristã – seja utilizado para financiar sua própria humilhação.

Aqueles que argumentam contra essa medida sob a alegação de que fere a liberdade artística ignoram que toda liberdade pressupõe responsabilidade. Se existe um limite para manifestações racistas, homofóbicas e xenófobas, por que não deveria haver também um limite para a intolerância contra o cristianismo?

UMA SOCIEDADE BASEADA NO RESPEITO MÚTUO

O objetivo desta proposta não é criar privilégios para os cristãos, mas sim assegurar que sua fé não seja tratada como objeto de desprezo. O respeito às crenças alheias é um dos fundamentos de uma sociedade civilizada e pluralista.

O cristianismo é parte essencial da cultura e da identidade do povo brasileiro, e sua influência vai muito além da religião, alcançando os campos da moral, da ética e da solidariedade social. Permitir que essa fé seja vilipendiada sem qualquer tipo de responsabilização é abrir um precedente perigoso para a degradação do respeito mútuo e da convivência harmoniosa entre diferentes segmentos da sociedade.

A aprovação do Projeto de Lei nº 02/2025 é, portanto, um passo fundamental para restaurar o equilíbrio entre liberdade e respeito, garantindo que a democracia brasileira continue a ser um espaço de expressão, mas também de dignidade e proteção às crenças que moldam a identidade de milhões de cidadãos.

É hora de darmos um basta na perseguição disfarçada de arte e no desrespeito justificado pela falsa premissa de liberdade total. Respeitar a fé do outro não diminui ninguém – ao contrário, engrandece nossa sociedade.

Câmara de Vitória da Conquista se une à Igreja na defesa da Fraternidade e Ecologia Integral

 

 

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Bahia, demonstra que está atenta aos desafios do nosso tempo e se prepara para receber a Campanha da Fraternidade (CF) 2025 com uma sessão especial dedicada ao tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. A iniciativa, que integra o calendário anual da Casa Legislativa, ganha ainda mais relevância este ano com a chegada do novo Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Vitor Agnaldo de Menezes, que estará presente na sessão.

O tema da CF 2025 é um convite urgente à reflexão sobre a crise ambiental que enfrentamos e a necessidade de uma mudança de postura em relação ao planeta. A proposta de uma ecologia integral nos lembra que a fé cristã e a responsabilidade socioambiental estão interligadas, e que o cuidado com a Casa Comum é um dever de todos.

A parceria entre a Câmara de Vereadores e a Arquidiocese de Vitória da Conquista demonstra que a fé e a política podem caminhar juntas em prol do bem comum. A presença do novo arcebispo na sessão especial é um sinal de que a Igreja está disposta a dialogar com a sociedade sobre os temas que afetam a vida de todos.

É importante ressaltar o энтузиазм de toda a comunidade com a chegada de Dom Vitor Agnaldo de Menezes. Sua participação na sessão especial da CF 2025 será uma oportunidade para que ele se aproxime da população e mostre que a Igreja está atenta aos problemas da cidade.

A iniciativa da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista é um exemplo a ser seguido por outras casas legislativas do país. É fundamental que os representantes do povo estejam engajados na defesa do meio ambiente e na promoção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Que a sessão especial sobre a Campanha da Fraternidade 2025 seja um momento de diálogo, reflexão e ação em prol de um futuro mais verde para Vitória da Conquista e para o planeta.

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Bahia, demonstra que está atenta aos desafios do nosso tempo e se prepara para receber a Campanha da Fraternidade (CF) 2025 com uma sessão especial dedicada ao tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. A iniciativa, que integra o calendário anual da Casa Legislativa, ganha ainda mais relevância este ano com a chegada do novo Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Vitor Agnaldo de Menezes, que estará presente na sessão.

O tema da CF 2025 é um convite urgente à reflexão sobre a crise ambiental que enfrentamos e a necessidade de uma mudança de postura em relação ao planeta. A proposta de uma ecologia integral nos lembra que a fé cristã e a responsabilidade socioambiental estão interligadas, e que o cuidado com a Casa Comum é um dever de todos.

A parceria entre a Câmara de Vereadores e a Arquidiocese de Vitória da Conquista demonstra que a fé e a política podem caminhar juntas em prol do bem comum. A presença do novo arcebispo na sessão especial é um sinal de que a Igreja está disposta a dialogar com a sociedade sobre os temas que afetam a vida de todos.

É importante ressaltar o энтузиазм de toda a comunidade com a chegada de Dom Vitor Agnaldo de Menezes. Sua participação na sessão especial da CF 2025 será uma oportunidade para que ele se aproxime da população e mostre que a Igreja está atenta aos problemas da cidade.

A iniciativa da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista é um exemplo a ser seguido por outras casas legislativas do país. É fundamental que os representantes do povo estejam engajados na defesa do meio ambiente e na promoção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Que a sessão especial sobre a Campanha da Fraternidade 2025 seja um momento de diálogo, reflexão e ação em prol de um futuro mais verde para Vitória da Conquista e para o planeta.

Câmara de Vitória da Conquista se une à Igreja na defesa da Fraternidade e Ecologia Integral

 

 

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Bahia, demonstra que está atenta aos desafios do nosso tempo e se prepara para receber a Campanha da Fraternidade (CF) 2025 com uma sessão especial dedicada ao tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. A iniciativa, que integra o calendário anual da Casa Legislativa, ganha ainda mais relevância este ano com a chegada do novo Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Vitor Agnaldo de Menezes, que estará presente na sessão.

O tema da CF 2025 é um convite urgente à reflexão sobre a crise ambiental que enfrentamos e a necessidade de uma mudança de postura em relação ao planeta. A proposta de uma ecologia integral nos lembra que a fé cristã e a responsabilidade socioambiental estão interligadas, e que o cuidado com a Casa Comum é um dever de todos.

A parceria entre a Câmara de Vereadores e a Arquidiocese de Vitória da Conquista demonstra que a fé e a política podem caminhar juntas em prol do bem comum. A presença do novo arcebispo na sessão especial é um sinal de que a Igreja está disposta a dialogar com a sociedade sobre os temas que afetam a vida de todos.

É importante ressaltar o энтузиазм de toda a comunidade com a chegada de Dom Vitor Agnaldo de Menezes. Sua participação na sessão especial da CF 2025 será uma oportunidade para que ele se aproxime da população e mostre que a Igreja está atenta aos problemas da cidade.

A iniciativa da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista é um exemplo a ser seguido por outras casas legislativas do país. É fundamental que os representantes do povo estejam engajados na defesa do meio ambiente e na promoção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Que a sessão especial sobre a Campanha da Fraternidade 2025 seja um momento de diálogo, reflexão e ação em prol de um futuro mais verde para Vitória da Conquista e para o planeta.

A Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista, Bahia, demonstra que está atenta aos desafios do nosso tempo e se prepara para receber a Campanha da Fraternidade (CF) 2025 com uma sessão especial dedicada ao tema “Fraternidade e Ecologia Integral”. A iniciativa, que integra o calendário anual da Casa Legislativa, ganha ainda mais relevância este ano com a chegada do novo Arcebispo de Vitória da Conquista, Dom Vitor Agnaldo de Menezes, que estará presente na sessão.

O tema da CF 2025 é um convite urgente à reflexão sobre a crise ambiental que enfrentamos e a necessidade de uma mudança de postura em relação ao planeta. A proposta de uma ecologia integral nos lembra que a fé cristã e a responsabilidade socioambiental estão interligadas, e que o cuidado com a Casa Comum é um dever de todos.

A parceria entre a Câmara de Vereadores e a Arquidiocese de Vitória da Conquista demonstra que a fé e a política podem caminhar juntas em prol do bem comum. A presença do novo arcebispo na sessão especial é um sinal de que a Igreja está disposta a dialogar com a sociedade sobre os temas que afetam a vida de todos.

É importante ressaltar o энтузиазм de toda a comunidade com a chegada de Dom Vitor Agnaldo de Menezes. Sua participação na sessão especial da CF 2025 será uma oportunidade para que ele se aproxime da população e mostre que a Igreja está atenta aos problemas da cidade.

A iniciativa da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista é um exemplo a ser seguido por outras casas legislativas do país. É fundamental que os representantes do povo estejam engajados na defesa do meio ambiente e na promoção de uma sociedade mais justa e fraterna.

Que a sessão especial sobre a Campanha da Fraternidade 2025 seja um momento de diálogo, reflexão e ação em prol de um futuro mais verde para Vitória da Conquista e para o planeta.

Vitória da Conquista se torna mais verde com o lançamento do projeto “Conquista Mais Verde”

 

 

A Prefeitura de Vitória da Conquista, Bahia, lançou nesta sexta-feira (21) o projeto “Conquista Mais Verde”, uma iniciativa inovadora que visa transformar a cidade em um oásis urbano. O projeto faz parte do Plano de Governo da gestão municipal e tem como objetivo principal melhorar a arborização urbana, plantando árvores em áreas degradadas, praças públicas e outros espaços da cidade, com a participação da população.

O lançamento oficial ocorreu no Parque Municipal da Lagoa das Bateias e contou com a presença da prefeita Sheila Lemos, da secretária de Meio Ambiente, Ana Cláudia Passos, estudantes de escolas municipais, grupos de escoteiros e moradores da região. O evento foi marcado pelo plantio de mudas de árvores no Parque e na área do Cristo, na Serra do Periperi, simbolizando o início de uma nova era para o meio ambiente da cidade.

O “Conquista Mais Verde” é uma resposta da Prefeitura aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, que têm causado ondas de calor intensas e tornado a vida nos centros urbanos cada vez mais desconfortável. Com o aumento da área verde, espera-se que a temperatura da cidade diminua, proporcionando mais qualidade de vida para a população.

A participação da comunidade é um pilar fundamental do projeto. A Prefeitura incentiva os moradores a sugerirem áreas para o plantio de árvores, além de oferecer oficinas de educação ambiental para conscientizar a população sobre a importância da arborização urbana e da preservação do meio ambiente.

O projeto “Conquista Mais Verde” é um passo importante para a construção de uma cidade mais sustentável e agradável para todos. Com o apoio da população, Vitória da Conquista se tornará um exemplo de cidade verde, onde a natureza e o desenvolvimento urbano caminham juntos.

Junte-se a nós nesta missão de tornar Vitória da Conquista uma cidade mais verde!

Para saber mais sobre o projeto “Conquista Mais Verde” e como participar, entre em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente ou acesse o site da Prefeitura.

Vitória da Conquista se torna mais verde com o lançamento do projeto “Conquista Mais Verde”

 

 

A Prefeitura de Vitória da Conquista, Bahia, lançou nesta sexta-feira (21) o projeto “Conquista Mais Verde”, uma iniciativa inovadora que visa transformar a cidade em um oásis urbano. O projeto faz parte do Plano de Governo da gestão municipal e tem como objetivo principal melhorar a arborização urbana, plantando árvores em áreas degradadas, praças públicas e outros espaços da cidade, com a participação da população.

O lançamento oficial ocorreu no Parque Municipal da Lagoa das Bateias e contou com a presença da prefeita Sheila Lemos, da secretária de Meio Ambiente, Ana Cláudia Passos, estudantes de escolas municipais, grupos de escoteiros e moradores da região. O evento foi marcado pelo plantio de mudas de árvores no Parque e na área do Cristo, na Serra do Periperi, simbolizando o início de uma nova era para o meio ambiente da cidade.

O “Conquista Mais Verde” é uma resposta da Prefeitura aos desafios impostos pelas mudanças climáticas, que têm causado ondas de calor intensas e tornado a vida nos centros urbanos cada vez mais desconfortável. Com o aumento da área verde, espera-se que a temperatura da cidade diminua, proporcionando mais qualidade de vida para a população.

A participação da comunidade é um pilar fundamental do projeto. A Prefeitura incentiva os moradores a sugerirem áreas para o plantio de árvores, além de oferecer oficinas de educação ambiental para conscientizar a população sobre a importância da arborização urbana e da preservação do meio ambiente.

O projeto “Conquista Mais Verde” é um passo importante para a construção de uma cidade mais sustentável e agradável para todos. Com o apoio da população, Vitória da Conquista se tornará um exemplo de cidade verde, onde a natureza e o desenvolvimento urbano caminham juntos.

Junte-se a nós nesta missão de tornar Vitória da Conquista uma cidade mais verde!

Para saber mais sobre o projeto “Conquista Mais Verde” e como participar, entre em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente ou acesse o site da Prefeitura.

A Política dos Holofotes e o Abandono da Realidade

 

 

A política, em sua essência, deveria ser a arte de servir ao povo, de estar presente nos momentos de necessidade e de enfrentar os desafios cotidianos ao lado da comunidade. No entanto, o que observamos em Vitória da Conquista é uma inversão dessa premissa: políticos que se apressam em aparecer em eventos de destaque, mas que se ausentam quando a população clama por socorro.

A recente retomada das obras na Barragem do Rio Catolé é um exemplo claro dessa dinâmica. Parlamentares surgem para celebrar o progresso, posam para fotos e fazem discursos inflamados sobre o futuro promissor que a obra trará. Contudo, enquanto os refletores iluminam a barragem, o distrito de Bate Pé permanece nas sombras, enfrentando uma crise hídrica que se arrasta há mais de um mês. Cinco mil cidadãos estão sem acesso regular à água, dependendo de carros-pipa que chegam de forma irregular e insuficiente para suprir as necessidades básicas.

Onde estão esses representantes nos momentos de adversidade? Será que teriam a coragem de caminhar pelas ruas de Bate Pé, de olhar nos olhos das famílias que disputam água com animais em açudes?

Será que estariam dispostos a ouvir as mães que não sabem como preparar o alimento dos filhos ou manter a higiene básica de suas casas?

A política não pode ser apenas sobre aparições estratégicas em momentos de glória. É necessário compromisso contínuo, presença efetiva e ações concretas que transformem a realidade das pessoas. A situação de Bate Pé não é isolada; reflete um padrão de negligência que se repete em diversas comunidades rurais de nossa cidade.

É imperativo que nossos representantes assumam suas responsabilidades, que estejam presentes não apenas nas celebrações, mas principalmente nos momentos de crise. A verdadeira medida de um político não está em suas aparições públicas, mas em suas ações nos bastidores, na resolução dos problemas que afligem a população.

Aos cidadãos de Vitória da Conquista, deixo uma reflexão: observem atentamente quem realmente está ao seu lado nos momentos difíceis. A memória é uma ferramenta poderosa, e o voto, nossa principal arma para promover a mudança que desejamos ver.

Dra. Lara Fernandes

 

 

A Política dos Holofotes e o Abandono da Realidade

 

 

A política, em sua essência, deveria ser a arte de servir ao povo, de estar presente nos momentos de necessidade e de enfrentar os desafios cotidianos ao lado da comunidade. No entanto, o que observamos em Vitória da Conquista é uma inversão dessa premissa: políticos que se apressam em aparecer em eventos de destaque, mas que se ausentam quando a população clama por socorro.

A recente retomada das obras na Barragem do Rio Catolé é um exemplo claro dessa dinâmica. Parlamentares surgem para celebrar o progresso, posam para fotos e fazem discursos inflamados sobre o futuro promissor que a obra trará. Contudo, enquanto os refletores iluminam a barragem, o distrito de Bate Pé permanece nas sombras, enfrentando uma crise hídrica que se arrasta há mais de um mês. Cinco mil cidadãos estão sem acesso regular à água, dependendo de carros-pipa que chegam de forma irregular e insuficiente para suprir as necessidades básicas.

Onde estão esses representantes nos momentos de adversidade? Será que teriam a coragem de caminhar pelas ruas de Bate Pé, de olhar nos olhos das famílias que disputam água com animais em açudes?

Será que estariam dispostos a ouvir as mães que não sabem como preparar o alimento dos filhos ou manter a higiene básica de suas casas?

A política não pode ser apenas sobre aparições estratégicas em momentos de glória. É necessário compromisso contínuo, presença efetiva e ações concretas que transformem a realidade das pessoas. A situação de Bate Pé não é isolada; reflete um padrão de negligência que se repete em diversas comunidades rurais de nossa cidade.

É imperativo que nossos representantes assumam suas responsabilidades, que estejam presentes não apenas nas celebrações, mas principalmente nos momentos de crise. A verdadeira medida de um político não está em suas aparições públicas, mas em suas ações nos bastidores, na resolução dos problemas que afligem a população.

Aos cidadãos de Vitória da Conquista, deixo uma reflexão: observem atentamente quem realmente está ao seu lado nos momentos difíceis. A memória é uma ferramenta poderosa, e o voto, nossa principal arma para promover a mudança que desejamos ver.

Dra. Lara Fernandes

 

 

Uísque Fugitivo: O Furto que Viralizou e Desencadeou a Justiça!

Em um episódio digno de roteiro de cinema, dois valiosos exemplares de uísque – avaliados em cerca de R$ 2 mil – foram furtados de um supermercado no Boulevard Shopping, em Vitória da Conquista, apenas para serem surpreendentemente devolvidos após uma onda de repercussão nas redes sociais e na imprensa.

O caso, captado pelas câmeras de segurança do estabelecimento, rapidamente se transformou em um fenômeno local. Moradores do Bairro Pedrinhas, de onde era suspeita a responsável pelo furto, mobilizaram-se de forma intensa, reconhecendo a suspeita e expondo-a publicamente. Esse movimento, impulsionado pela viralização das imagens e debates acalorados online, teria exercido uma pressão significativa, culminando na devolução das preciosas garrafas.

Apesar do desfecho inusitado, a situação não se encerrou por completo. A Polícia Civil segue investigando o episódio, podendo inclusive indiciar a mulher por furto qualificado. Enquanto a comunidade se divide entre a indignação com o ato e a admiração pela rapidez na reação, o caso reacende importantes debates sobre a segurança em estabelecimentos comerciais e a eficácia da mobilização social na era digital.

Este episódio ressalta como a disseminação de informações nas redes pode não apenas influenciar o rumo dos acontecimentos, mas também pressionar as autoridades a agir com maior celeridade em situações que, à primeira vista, poderiam ter ficado sem resposta.

A trama dos uísques furtados, que beira o surreal, serve como alerta para comerciantes e clientes: a vigilância e a participação ativa da comunidade são peças fundamentais na construção de um ambiente mais seguro e justo para todos.

Uísque Fugitivo: O Furto que Viralizou e Desencadeou a Justiça!

Em um episódio digno de roteiro de cinema, dois valiosos exemplares de uísque – avaliados em cerca de R$ 2 mil – foram furtados de um supermercado no Boulevard Shopping, em Vitória da Conquista, apenas para serem surpreendentemente devolvidos após uma onda de repercussão nas redes sociais e na imprensa.

O caso, captado pelas câmeras de segurança do estabelecimento, rapidamente se transformou em um fenômeno local. Moradores do Bairro Pedrinhas, de onde era suspeita a responsável pelo furto, mobilizaram-se de forma intensa, reconhecendo a suspeita e expondo-a publicamente. Esse movimento, impulsionado pela viralização das imagens e debates acalorados online, teria exercido uma pressão significativa, culminando na devolução das preciosas garrafas.

Apesar do desfecho inusitado, a situação não se encerrou por completo. A Polícia Civil segue investigando o episódio, podendo inclusive indiciar a mulher por furto qualificado. Enquanto a comunidade se divide entre a indignação com o ato e a admiração pela rapidez na reação, o caso reacende importantes debates sobre a segurança em estabelecimentos comerciais e a eficácia da mobilização social na era digital.

Este episódio ressalta como a disseminação de informações nas redes pode não apenas influenciar o rumo dos acontecimentos, mas também pressionar as autoridades a agir com maior celeridade em situações que, à primeira vista, poderiam ter ficado sem resposta.

A trama dos uísques furtados, que beira o surreal, serve como alerta para comerciantes e clientes: a vigilância e a participação ativa da comunidade são peças fundamentais na construção de um ambiente mais seguro e justo para todos.