Política e Resenha

Mudança do Arraiá da Conquista para o Parque de Exposições já é sucesso entre os conquistenses

A mudança do Arraiá da Conquista para o Parque de Exposições foi aprovada com louvor pela população. O blog Política e Resenha percorreu diversos bairros da cidade e também a zona rural para avaliar como foi o primeiro dia do evento e ouvir a opinião do povo.

 

O resultado? Nota 10!

 

A decisão da prefeita Sheila Lemos foi considerada mais que acertada. O que se ouve nas ruas é um só coro: “Agora não preciso mais me deslocar pra Itapetinga ou Cândido Sales para curtir o São João, porque a minha cidade já tem o melhor São João da Bahia!”

 

A festa, com estrutura de qualidade, segurança e atrações de peso, mostrou que Vitória da Conquista está pronta para ser referência nos festejos juninos do estado.

Mudança do Arraiá da Conquista para o Parque de Exposições já é sucesso entre os conquistenses

A mudança do Arraiá da Conquista para o Parque de Exposições foi aprovada com louvor pela população. O blog Política e Resenha percorreu diversos bairros da cidade e também a zona rural para avaliar como foi o primeiro dia do evento e ouvir a opinião do povo.

 

O resultado? Nota 10!

 

A decisão da prefeita Sheila Lemos foi considerada mais que acertada. O que se ouve nas ruas é um só coro: “Agora não preciso mais me deslocar pra Itapetinga ou Cândido Sales para curtir o São João, porque a minha cidade já tem o melhor São João da Bahia!”

 

A festa, com estrutura de qualidade, segurança e atrações de peso, mostrou que Vitória da Conquista está pronta para ser referência nos festejos juninos do estado.

ARTIGO – Quando o juiz vira militante e a toga vira trincheira (Padre Carlos)

 

 

O que o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro fez não foi um simples erro jurídico. Foi uma afronta. Um ato consciente, deliberado e politicamente orientado contra a ordem constitucional e o Supremo Tribunal Federal. Um juiz de primeira instância, sem competência, sem amparo legal, ousou libertar um homem condenado a 17 anos de prisão por crimes violentos cometidos no ataque ao Palácio do Planalto em 8 de janeiro de 2023. Isso não é apenas desobediência institucional. Isso tem outro nome, que precisamos ter coragem de dizer e enfrentar: insubordinação judicial com conotação ideológica.

Nos últimos anos, assistimos em silêncio — e por vezes com cumplicidade institucional — a uma escalada de decisões judiciais tomadas não em nome da Constituição, mas em nome de projetos políticos. O Judiciário, que deveria ser o guardião isento da legalidade, transformou-se, em diversas instâncias, numa trincheira ideológica da extrema direita.

Não é um caso isolado. Está tudo conectado. Está tudo desenhado. O juiz Marcelo Bretas, símbolo de um lavajatismo militante, usou sua caneta para perseguir e manipular. Sérgio Moro, o ex-juiz que mandava mais que a Constituição, condenou sem provas, tramou nos bastidores, virou ministro de quem ajudou a eleger. E quando foi confrontado, fugiu para o Senado, onde continua tentando blindar sua história. Esses não são deslizes: são práticas reiteradas de uso do poder judicial como arma política.

Agora, vemos Migliorini seguir o mesmo roteiro. Ao tentar soltar um condenado por tentativa de golpe de Estado — condenado, repito, por depredar patrimônio histórico, por tentar abolir violentamente o Estado Democrático de Direito — esse juiz se une a um movimento que atua contra as bases da democracia. Sua decisão, além de ilegal, é um gesto simbólico: um aceno aos que ainda não aceitaram o resultado das eleições e sonham com ruptura institucional.

Alexandre de Moraes agiu rápido. Anulou a decisão, reafirmou a exclusividade da Corte e mandou investigar. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais também abriu procedimento. Mas sejamos francos: vai dar em quê? Em mais uma aposentadoria compulsória? Em mais uma punição branda para manter intacta a bolha do corporativismo? Até quando a toga será escudo para juízes que atuam como soldados da guerra ideológica da extrema-direita?

Não, não podemos aceitar que essa prática vire rotina. O que aconteceu foi grave. Foi uma tentativa de subverter a autoridade do STF e de reabilitar juridicamente um golpista. Isso é crime de responsabilidade, é prevaricação, é quebra de decoro funcional. Que nome mais precisamos dar para que o sistema reaja com a severidade que o momento exige?

O Brasil está diante de um dilema: ou restaura a autoridade do Judiciário como instituição da legalidade, ou continuará permitindo que pequenos juízes se comportem como grandes militantes. O STF demorou para agir em outros momentos, permitiu que o lavajatismo criasse seus próprios deuses togados. Agora, não pode vacilar.

É preciso punir exemplarmente. Suspensão, exoneração, perda de cargo e processo criminal. Não há espaço para neutralidade quando o que está em jogo é a própria democracia. A toga, usada para proteger a República, não pode ser usada para cavar sua cova.

E nós, como cidadãos, temos o dever de denunciar, de exigir transparência e ação firme. Não se trata de um embate entre esquerda e direita. Trata-se de garantir que o relógio quebrado por um extremista não marque o tempo da impunidade. Trata-se de salvar o futuro da Justiça antes que ela seja sequestrada de vez por quem jurou defendê-la.

Chega de complacência. A democracia exige coragem.

ARTIGO – Quando o juiz vira militante e a toga vira trincheira (Padre Carlos)

 

 

O que o juiz Lourenço Migliorini Fonseca Ribeiro fez não foi um simples erro jurídico. Foi uma afronta. Um ato consciente, deliberado e politicamente orientado contra a ordem constitucional e o Supremo Tribunal Federal. Um juiz de primeira instância, sem competência, sem amparo legal, ousou libertar um homem condenado a 17 anos de prisão por crimes violentos cometidos no ataque ao Palácio do Planalto em 8 de janeiro de 2023. Isso não é apenas desobediência institucional. Isso tem outro nome, que precisamos ter coragem de dizer e enfrentar: insubordinação judicial com conotação ideológica.

Nos últimos anos, assistimos em silêncio — e por vezes com cumplicidade institucional — a uma escalada de decisões judiciais tomadas não em nome da Constituição, mas em nome de projetos políticos. O Judiciário, que deveria ser o guardião isento da legalidade, transformou-se, em diversas instâncias, numa trincheira ideológica da extrema direita.

Não é um caso isolado. Está tudo conectado. Está tudo desenhado. O juiz Marcelo Bretas, símbolo de um lavajatismo militante, usou sua caneta para perseguir e manipular. Sérgio Moro, o ex-juiz que mandava mais que a Constituição, condenou sem provas, tramou nos bastidores, virou ministro de quem ajudou a eleger. E quando foi confrontado, fugiu para o Senado, onde continua tentando blindar sua história. Esses não são deslizes: são práticas reiteradas de uso do poder judicial como arma política.

Agora, vemos Migliorini seguir o mesmo roteiro. Ao tentar soltar um condenado por tentativa de golpe de Estado — condenado, repito, por depredar patrimônio histórico, por tentar abolir violentamente o Estado Democrático de Direito — esse juiz se une a um movimento que atua contra as bases da democracia. Sua decisão, além de ilegal, é um gesto simbólico: um aceno aos que ainda não aceitaram o resultado das eleições e sonham com ruptura institucional.

Alexandre de Moraes agiu rápido. Anulou a decisão, reafirmou a exclusividade da Corte e mandou investigar. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais também abriu procedimento. Mas sejamos francos: vai dar em quê? Em mais uma aposentadoria compulsória? Em mais uma punição branda para manter intacta a bolha do corporativismo? Até quando a toga será escudo para juízes que atuam como soldados da guerra ideológica da extrema-direita?

Não, não podemos aceitar que essa prática vire rotina. O que aconteceu foi grave. Foi uma tentativa de subverter a autoridade do STF e de reabilitar juridicamente um golpista. Isso é crime de responsabilidade, é prevaricação, é quebra de decoro funcional. Que nome mais precisamos dar para que o sistema reaja com a severidade que o momento exige?

O Brasil está diante de um dilema: ou restaura a autoridade do Judiciário como instituição da legalidade, ou continuará permitindo que pequenos juízes se comportem como grandes militantes. O STF demorou para agir em outros momentos, permitiu que o lavajatismo criasse seus próprios deuses togados. Agora, não pode vacilar.

É preciso punir exemplarmente. Suspensão, exoneração, perda de cargo e processo criminal. Não há espaço para neutralidade quando o que está em jogo é a própria democracia. A toga, usada para proteger a República, não pode ser usada para cavar sua cova.

E nós, como cidadãos, temos o dever de denunciar, de exigir transparência e ação firme. Não se trata de um embate entre esquerda e direita. Trata-se de garantir que o relógio quebrado por um extremista não marque o tempo da impunidade. Trata-se de salvar o futuro da Justiça antes que ela seja sequestrada de vez por quem jurou defendê-la.

Chega de complacência. A democracia exige coragem.

ARTIGO – “Sem dúvida, é o maior São João que nossa cidade já viveu”

 

(Ivan Cordeiro – Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista)

É impossível não se emocionar diante da grandiosidade do evento que vivemos nos últimos dias. O São João de Vitória da Conquista deste ano ultrapassou qualquer expectativa e, sem medo de errar, posso afirmar: foi o maior São João que nossa cidade já viveu.

Mais do que uma grande festa, foi um momento de reencontro com nossas raízes, com a força da cultura nordestina e com o orgulho de sermos conquistenses. Ver nossa cidade pulsando, lotada de gente feliz, unida em torno da música, da tradição e da alegria, é algo que mexe com o coração. E mais ainda, é algo que mostra o quanto Vitória da Conquista está pronta para ser protagonista no calendário dos grandes eventos do Brasil.

Essa festa trouxe frutos concretos. O comércio vendeu mais, os hotéis lotaram, os bares e restaurantes não pararam, o transporte rodou mais, os ambulantes celebraram boas vendas, e os empregos temporários surgiram em diversas áreas. Ou seja, além da cultura, movimentamos a economia e geramos renda para nossa população. E isso é desenvolvimento.

Tenho que reconhecer, com todo o respeito e espírito público, que isso só foi possível graças à coragem e à visão da prefeita Sheila Lemos. Ela não teve medo de ousar. Apostou alto, enfrentou desafios e propôs um novo modelo de festa — mais profissional, mais organizado, mais acolhedor. E acertou. Sheila venceu, e quem saiu ganhando foi o povo.

Como presidente da Câmara Municipal, me sinto no dever de registrar publicamente meu reconhecimento. A cidade precisa disso: de união, de propósito, de líderes que saibam valorizar o que está dando certo. E neste São João, o que vimos foi um verdadeiro acerto.

A frase que pronunciei no auge da emoção — “Sem dúvida, é o maior São João que nossa cidade já viveu” — já começa a ecoar nos corações daqueles que sonham com uma Vitória da Conquista grande, mas que nunca abandone suas origens.

Este foi um momento histórico. E é apenas o começo. Se continuarmos investindo na cultura com inteligência, responsabilidade e paixão, não tenho dúvidas: em pouco tempo, nossa cidade vai dividir o protagonismo do São João com gigantes como Caruaru e Campina Grande.

Aos conquistenses, meu agradecimento por fazerem desta festa algo tão especial. À prefeita Sheila, meus parabéns pela coragem. E a todos que trabalharam, sonharam e acreditaram, meu respeito e admiração. Viva o São João! Viva Vitória da Conquista!

ARTIGO – “Sem dúvida, é o maior São João que nossa cidade já viveu”

 

(Ivan Cordeiro – Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista)

É impossível não se emocionar diante da grandiosidade do evento que vivemos nos últimos dias. O São João de Vitória da Conquista deste ano ultrapassou qualquer expectativa e, sem medo de errar, posso afirmar: foi o maior São João que nossa cidade já viveu.

Mais do que uma grande festa, foi um momento de reencontro com nossas raízes, com a força da cultura nordestina e com o orgulho de sermos conquistenses. Ver nossa cidade pulsando, lotada de gente feliz, unida em torno da música, da tradição e da alegria, é algo que mexe com o coração. E mais ainda, é algo que mostra o quanto Vitória da Conquista está pronta para ser protagonista no calendário dos grandes eventos do Brasil.

Essa festa trouxe frutos concretos. O comércio vendeu mais, os hotéis lotaram, os bares e restaurantes não pararam, o transporte rodou mais, os ambulantes celebraram boas vendas, e os empregos temporários surgiram em diversas áreas. Ou seja, além da cultura, movimentamos a economia e geramos renda para nossa população. E isso é desenvolvimento.

Tenho que reconhecer, com todo o respeito e espírito público, que isso só foi possível graças à coragem e à visão da prefeita Sheila Lemos. Ela não teve medo de ousar. Apostou alto, enfrentou desafios e propôs um novo modelo de festa — mais profissional, mais organizado, mais acolhedor. E acertou. Sheila venceu, e quem saiu ganhando foi o povo.

Como presidente da Câmara Municipal, me sinto no dever de registrar publicamente meu reconhecimento. A cidade precisa disso: de união, de propósito, de líderes que saibam valorizar o que está dando certo. E neste São João, o que vimos foi um verdadeiro acerto.

A frase que pronunciei no auge da emoção — “Sem dúvida, é o maior São João que nossa cidade já viveu” — já começa a ecoar nos corações daqueles que sonham com uma Vitória da Conquista grande, mas que nunca abandone suas origens.

Este foi um momento histórico. E é apenas o começo. Se continuarmos investindo na cultura com inteligência, responsabilidade e paixão, não tenho dúvidas: em pouco tempo, nossa cidade vai dividir o protagonismo do São João com gigantes como Caruaru e Campina Grande.

Aos conquistenses, meu agradecimento por fazerem desta festa algo tão especial. À prefeita Sheila, meus parabéns pela coragem. E a todos que trabalharam, sonharam e acreditaram, meu respeito e admiração. Viva o São João! Viva Vitória da Conquista!

Notícias sobre o conflito Israel‑Irã hoje (21 jul) 🧨 A CENTRAL DO CONFLITO

 

🧨 A CENTRAL DO CONFLITO

 Atualizado em 21 de julho de 2025)


Israel e Irã entram em um novo capítulo aterrador deste conflito infernal. Na madrugada deste sábado, operativos aéreos e artilharia cruzada colocam ambos os países em estado de guerra total.

⚔️ Estruturas Militares e Generais Alvejados

  • Em Qom e Isfahan, Israel derrubou três comandantes do IRGC:

    • Saeed Izadi, apoio à logística de Hamas/Hezbollah

    • Behnam Shahriyari, especialista em mísseis balísticos

    • Um terceiro comandante não identificado foi morto em ataque simultâneo

  • Além disso, bombardeios secretos da Mossad e A‑Força destruíram lançadores de mísseis e depósitos subterrâneos na região sudoeste do Irã .

💥 Baixas Confirmadas

Iranianos:

  • Ao menos 430 mortos, incluindo cerca de 263 civis, segundo ministério da saúde e AP

  • 24 civis mortos, centenas feridos por mísseis e drones interceptados nestas últimas 24 horas .

🏥 Infraestrutura Crítica em Chamas

  • Centro Médico Soroka (Beersheba):

    • Atingido por míssil Sejjil no dia 19 de junho, causou 50 feridos e vazamento químico – considerado um “quase massacre” Instalações nucleares em Isfahan:

    • Dois complexos de centrífugas foram bombardeados pela segunda vez em dias, sem vítimas relatadas, mas com danos estruturais significativos

  • Hospitais e prédios residenciais em Tel Aviv, Haifa e Ramat Gan sofrem com estilhaços, sirenes e pausas forçadas em serviços vitais .

🇺🇸 EUA na Retaguarda – B-2 Posicionados

  • Os bombardeiros B‑2 operam no Pacífico (Guam) como demonstração de força. Trump tem duas semanas para decidir se entra abertamente, enquanto os EUA ajudam na retirada civil e no reforço da Marinha no Mediterrâneo Araghchi (Chanceler Iraniano) adverte: “Seria muito, muito perigoso para todos” se os EUA entrarem

🕊️ Diplomacia em Colapso

  • Genebra: representantes do Reino Unido, França e Alemanha se reúnem com Irã, mas a diplomacia emperrou – Teerã rejeita negociações enquanto bombardeios continuam .

  • Organizações internacionais e potências (ONU, Turquia, Rússia) pedem moderação e alertam para o risco de contaminação, guerra prolongada ou até emprego de armas nucleares .


🔥 Sumário Sensacionalista

A “Central do Conflito” vive um momento crítico: Israel intensifica ataques cirúrgicos às bases militares e infraestrutura nuclear iraniana, enquanto o Irã revida com mísseis e drones que retomam o cerco em centros urbanos israelenses. Hospitais viram alvo, civis morrem, e a diplomacia agoniza. Entre Guam e Genebra, Trump decide nas próximas semanas se os EUA mergulham de vez nesse tabuleiro mortal.

Um novo capítulo sombriamente global pode estar se abrindo – e o mundo assiste, temendo pela linha que separa o confronto regional da guerra total.


Notícias sobre o conflito Israel‑Irã hoje (21 jul)

Notícias sobre o conflito Israel‑Irã hoje (21 jul) 🧨 A CENTRAL DO CONFLITO

 

🧨 A CENTRAL DO CONFLITO

 Atualizado em 21 de julho de 2025)


Israel e Irã entram em um novo capítulo aterrador deste conflito infernal. Na madrugada deste sábado, operativos aéreos e artilharia cruzada colocam ambos os países em estado de guerra total.

⚔️ Estruturas Militares e Generais Alvejados

  • Em Qom e Isfahan, Israel derrubou três comandantes do IRGC:

    • Saeed Izadi, apoio à logística de Hamas/Hezbollah

    • Behnam Shahriyari, especialista em mísseis balísticos

    • Um terceiro comandante não identificado foi morto em ataque simultâneo

  • Além disso, bombardeios secretos da Mossad e A‑Força destruíram lançadores de mísseis e depósitos subterrâneos na região sudoeste do Irã .

💥 Baixas Confirmadas

Iranianos:

  • Ao menos 430 mortos, incluindo cerca de 263 civis, segundo ministério da saúde e AP

  • 24 civis mortos, centenas feridos por mísseis e drones interceptados nestas últimas 24 horas .

🏥 Infraestrutura Crítica em Chamas

  • Centro Médico Soroka (Beersheba):

    • Atingido por míssil Sejjil no dia 19 de junho, causou 50 feridos e vazamento químico – considerado um “quase massacre” Instalações nucleares em Isfahan:

    • Dois complexos de centrífugas foram bombardeados pela segunda vez em dias, sem vítimas relatadas, mas com danos estruturais significativos

  • Hospitais e prédios residenciais em Tel Aviv, Haifa e Ramat Gan sofrem com estilhaços, sirenes e pausas forçadas em serviços vitais .

🇺🇸 EUA na Retaguarda – B-2 Posicionados

  • Os bombardeiros B‑2 operam no Pacífico (Guam) como demonstração de força. Trump tem duas semanas para decidir se entra abertamente, enquanto os EUA ajudam na retirada civil e no reforço da Marinha no Mediterrâneo Araghchi (Chanceler Iraniano) adverte: “Seria muito, muito perigoso para todos” se os EUA entrarem

🕊️ Diplomacia em Colapso

  • Genebra: representantes do Reino Unido, França e Alemanha se reúnem com Irã, mas a diplomacia emperrou – Teerã rejeita negociações enquanto bombardeios continuam .

  • Organizações internacionais e potências (ONU, Turquia, Rússia) pedem moderação e alertam para o risco de contaminação, guerra prolongada ou até emprego de armas nucleares .


🔥 Sumário Sensacionalista

A “Central do Conflito” vive um momento crítico: Israel intensifica ataques cirúrgicos às bases militares e infraestrutura nuclear iraniana, enquanto o Irã revida com mísseis e drones que retomam o cerco em centros urbanos israelenses. Hospitais viram alvo, civis morrem, e a diplomacia agoniza. Entre Guam e Genebra, Trump decide nas próximas semanas se os EUA mergulham de vez nesse tabuleiro mortal.

Um novo capítulo sombriamente global pode estar se abrindo – e o mundo assiste, temendo pela linha que separa o confronto regional da guerra total.


Notícias sobre o conflito Israel‑Irã hoje (21 jul)

ARTIGO – O recado de Santa Catarina: não aos forasteiros de ocasião

 

(Padre Carlos)

A política brasileira sempre teve seus episódios folclóricos, mas há momentos em que o bom senso da sociedade se impõe com firmeza. É o que parece estar acontecendo em Santa Catarina diante da intenção de Carlos Bolsonaro, o filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro, de se candidatar ao Senado por aquele Estado. Em resposta a essa tentativa de importação política, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) lançou uma nota direta e contundente: “Santa Catarina não precisa importar políticos”. Um recado claro que reverbera a dignidade de um povo que, embora conservador, não aceita ser massa de manobra.

A estratégia de Carlos Bolsonaro é clara: usar o “recall” do sobrenome do pai em um Estado simpático ao bolsonarismo. Mas há uma diferença entre afinidade ideológica e submissão eleitoral. Os catarinenses demonstram que não se trata de rejeição à direita ou à família Bolsonaro — afinal, Jair Renan, o “04”, foi eleito vereador em Balneário Camboriú com votação expressiva. Trata-se, sim, de rejeitar o oportunismo político que despreza a identidade local e os processos democráticos internos.

Santa Catarina tem representantes legítimos, articulados, e profundamente conectados às demandas regionais. É um Estado industrial, pujante, cuja população preza pelo mérito, trabalho árduo e autenticidade. Não é à toa que a Fiesc destacou que os representantes do Estado devem “dialogar com a sociedade” e ter “profunda conexão com os catarinenses”. Isso não se constrói com sobrenome famoso ou com sobrenomes importados de outro CEP.

A tentativa de plantar Carlos no solo catarinense não é apenas um erro estratégico — é também um gesto simbólico da velha política camuflada em novas roupagens. É como se dissesse: “Não importa de onde eu venha, meu sobrenome me credencia”. Ora, esse tipo de arrogância política é o que levou o Brasil a tantos retrocessos.

Santa Catarina envia um sinal importante ao Brasil: representatividade se constrói com raízes, não com oportunismo eleitoral. É uma aula de maturidade política que outros Estados fariam bem em observar. A política nacional precisa voltar a valorizar o território, a cultura e as necessidades locais, em vez de ser um tabuleiro de ambições pessoais.

Se os planos do “02” estão indo por água abaixo, talvez seja o momento de refletir sobre os erros de cálculo. A democracia catarinense falou — e falou alto. E quando um povo diz “não”, não há sobrenome que se imponha.

ARTIGO – O recado de Santa Catarina: não aos forasteiros de ocasião

 

(Padre Carlos)

A política brasileira sempre teve seus episódios folclóricos, mas há momentos em que o bom senso da sociedade se impõe com firmeza. É o que parece estar acontecendo em Santa Catarina diante da intenção de Carlos Bolsonaro, o filho “02” do ex-presidente Jair Bolsonaro, de se candidatar ao Senado por aquele Estado. Em resposta a essa tentativa de importação política, a Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) lançou uma nota direta e contundente: “Santa Catarina não precisa importar políticos”. Um recado claro que reverbera a dignidade de um povo que, embora conservador, não aceita ser massa de manobra.

A estratégia de Carlos Bolsonaro é clara: usar o “recall” do sobrenome do pai em um Estado simpático ao bolsonarismo. Mas há uma diferença entre afinidade ideológica e submissão eleitoral. Os catarinenses demonstram que não se trata de rejeição à direita ou à família Bolsonaro — afinal, Jair Renan, o “04”, foi eleito vereador em Balneário Camboriú com votação expressiva. Trata-se, sim, de rejeitar o oportunismo político que despreza a identidade local e os processos democráticos internos.

Santa Catarina tem representantes legítimos, articulados, e profundamente conectados às demandas regionais. É um Estado industrial, pujante, cuja população preza pelo mérito, trabalho árduo e autenticidade. Não é à toa que a Fiesc destacou que os representantes do Estado devem “dialogar com a sociedade” e ter “profunda conexão com os catarinenses”. Isso não se constrói com sobrenome famoso ou com sobrenomes importados de outro CEP.

A tentativa de plantar Carlos no solo catarinense não é apenas um erro estratégico — é também um gesto simbólico da velha política camuflada em novas roupagens. É como se dissesse: “Não importa de onde eu venha, meu sobrenome me credencia”. Ora, esse tipo de arrogância política é o que levou o Brasil a tantos retrocessos.

Santa Catarina envia um sinal importante ao Brasil: representatividade se constrói com raízes, não com oportunismo eleitoral. É uma aula de maturidade política que outros Estados fariam bem em observar. A política nacional precisa voltar a valorizar o território, a cultura e as necessidades locais, em vez de ser um tabuleiro de ambições pessoais.

Se os planos do “02” estão indo por água abaixo, talvez seja o momento de refletir sobre os erros de cálculo. A democracia catarinense falou — e falou alto. E quando um povo diz “não”, não há sobrenome que se imponha.

ARTIGO – Vitória da Conquista entra no circuito nacional dos grandes São Joões

 

(Padre Carlos)

A prefeita Sheila Lemos merece, neste momento, os aplausos não apenas dos conquistenses, mas de todo o povo nordestino que valoriza a força da cultura popular. O São João de Vitória da Conquista 2025 mostrou que a cidade já pode ser considerada um novo polo de referência no circuito das festas juninas do Brasil, rivalizando com gigantes como Caruaru e Campina Grande.

A programação do Arraiá da Conquista, com atrações nacionais, estrutura impecável, segurança reforçada e atenção aos mínimos detalhes, consolidou o município como destino obrigatório do turismo cultural nordestino. O Parque de Exposições Teopompo de Almeida se transformou em uma verdadeira arena de celebração, com público recorde, shows de alto nível e um ambiente acolhedor para turistas e moradores.

Sheila Lemos não apenas manteve a tradição viva: ela deu um passo adiante. Teve coragem de inovar, investir e transformar o São João em um vetor estratégico para o desenvolvimento econômico e a valorização da identidade local. O impacto vai além do palco: movimenta comércio, hotelaria, transporte e gastronomia, gerando empregos e aquecendo a economia local.

Enquanto outras cidades reduzem investimentos em cultura, Vitória da Conquista ousa crescer. E cresce com identidade. Cresce com forró. Cresce com a sanfona e o triângulo ecoando pelas avenidas. Cresce com turistas encantados e famílias orgulhosas. A cidade demonstra que tem vocação para grandes eventos, estrutura para receber multidões e, principalmente, uma gestão com visão.

Se continuar com essa vontade política e esse nível de organização, não será exagero dizer que, em breve, o Brasil vai falar em três capitais juninas: Caruaru, Campina Grande e… Vitória da Conquista.

Viva São João! Viva Sheila Lemos! Viva a cultura nordestina!

ARTIGO – Vitória da Conquista entra no circuito nacional dos grandes São Joões

 

(Padre Carlos)

A prefeita Sheila Lemos merece, neste momento, os aplausos não apenas dos conquistenses, mas de todo o povo nordestino que valoriza a força da cultura popular. O São João de Vitória da Conquista 2025 mostrou que a cidade já pode ser considerada um novo polo de referência no circuito das festas juninas do Brasil, rivalizando com gigantes como Caruaru e Campina Grande.

A programação do Arraiá da Conquista, com atrações nacionais, estrutura impecável, segurança reforçada e atenção aos mínimos detalhes, consolidou o município como destino obrigatório do turismo cultural nordestino. O Parque de Exposições Teopompo de Almeida se transformou em uma verdadeira arena de celebração, com público recorde, shows de alto nível e um ambiente acolhedor para turistas e moradores.

Sheila Lemos não apenas manteve a tradição viva: ela deu um passo adiante. Teve coragem de inovar, investir e transformar o São João em um vetor estratégico para o desenvolvimento econômico e a valorização da identidade local. O impacto vai além do palco: movimenta comércio, hotelaria, transporte e gastronomia, gerando empregos e aquecendo a economia local.

Enquanto outras cidades reduzem investimentos em cultura, Vitória da Conquista ousa crescer. E cresce com identidade. Cresce com forró. Cresce com a sanfona e o triângulo ecoando pelas avenidas. Cresce com turistas encantados e famílias orgulhosas. A cidade demonstra que tem vocação para grandes eventos, estrutura para receber multidões e, principalmente, uma gestão com visão.

Se continuar com essa vontade política e esse nível de organização, não será exagero dizer que, em breve, o Brasil vai falar em três capitais juninas: Caruaru, Campina Grande e… Vitória da Conquista.

Viva São João! Viva Sheila Lemos! Viva a cultura nordestina!

Um Verdadeiro Mar de Gente na Primeira Noite do Arraiá da Conquista

A primeira noite do Arraiá da Conquista foi um verdadeiro espetáculo! O Parque de Exposições de Vitória da Conquista ficou completamente lotado — um mar de gente invadiu o espaço para curtir os shows de Herlan Forrozão, Heitor Costa, Geraldo Cardoso e o fenômeno João Gomes.

A cidade mostrou que sabe fazer festa e que respeita a tradição junina como ninguém. O público compareceu em peso, com muita animação, alegria e aquele clima gostoso de São João. Foi tanta gente que o próprio João Gomes não resistiu e brincou com o público: “Parece até formiga, é gente demais!”

A primeira noite foi um sucesso absoluto e já deixou claro que esse Arraiá vai entrar para a história. Vitória da Conquista, mais uma vez, mostrou porque é referência quando o assunto é festa boa e povo animado!

Um Verdadeiro Mar de Gente na Primeira Noite do Arraiá da Conquista

A primeira noite do Arraiá da Conquista foi um verdadeiro espetáculo! O Parque de Exposições de Vitória da Conquista ficou completamente lotado — um mar de gente invadiu o espaço para curtir os shows de Herlan Forrozão, Heitor Costa, Geraldo Cardoso e o fenômeno João Gomes.

A cidade mostrou que sabe fazer festa e que respeita a tradição junina como ninguém. O público compareceu em peso, com muita animação, alegria e aquele clima gostoso de São João. Foi tanta gente que o próprio João Gomes não resistiu e brincou com o público: “Parece até formiga, é gente demais!”

A primeira noite foi um sucesso absoluto e já deixou claro que esse Arraiá vai entrar para a história. Vitória da Conquista, mais uma vez, mostrou porque é referência quando o assunto é festa boa e povo animado!

Michelle Bolsonaro: entre o Messianismo Político e o Fundamentalismo Teológico

 

Por Padre Carlos

Introdução: Uma Análise Além da Ciência Política

A análise da figura de Michelle Bolsonaro exige uma abordagem que transcenda as ferramentas tradicionais da ciência política. Enquanto os cientistas políticos se concentram em estruturas de poder, estratégias eleitorais e dinâmicas partidárias, uma perspectiva teológica e filosófica permite explorar as narrativas e simbolismos que moldam a percepção e o comportamento dos atores políticos e seus seguidores. Essa abordagem é particularmente relevante no caso de Michelle, cuja influência combina elementos de fé evangélica com aspirações políticas, criando um fenômeno que ressoa profundamente em setores da sociedade brasileira. Ao oferecer essa análise, pretendo chamar a atenção de políticos e cientistas sociais para as camadas de significado que frequentemente passam despercebidas em estudos convencionais, destacando como a ex-primeira-dama desperta uma visão simultaneamente religiosa e política na base bolsonarista.

Michelle Bolsonaro e a Base Bolsonarista: Uma Fusão de Fé e Política

Michelle Bolsonaro emergiu como uma figura central no bolsonarismo, especialmente por sua capacidade de conectar o movimento com o eleitorado evangélico e feminino. Durante a campanha presidencial de 2018, ela desempenhou um papel estratégico ao suavizar a imagem de Jair Bolsonaro, frequentemente acusado de machismo e misoginia. Sua presença em cultos evangélicos, discursos em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e promessas de “Jesus no governo” ajudaram a construir uma narrativa que enquadra a política como uma batalha espiritual (BBC News Brasil). Essa retórica, enraizada no fundamentalismo evangélico, ressoa com cerca de um terço do eleitorado brasileiro, que se identifica como evangélico, e é projetada para se tornar majoritária na próxima década (CartaCapital).

Michelle utiliza símbolos religiosos para mobilizar sua base, como em sua declaração de que o Palácio do Planalto era “consagrado a demônios” antes do governo Bolsonaro, mas agora é “consagrado ao Senhor” (Folha de S.Paulo). Essa linguagem maniqueísta, que divide o mundo entre o bem e o mal, fortalece a lealdade de seus seguidores, mas também gera críticas de intolerância religiosa por parte de grupos inter-religiosos, que a acusam de promover um discurso “fascista” (Poder360). Sua atuação reflete a “Teologia do Domínio”, uma estratégia neopentecostal que busca influência cristã em esferas como governo, educação e mídia, com o objetivo de preparar o mundo para o retorno de Jesus Cristo (Congresso em Foco).

Liderança Espiritual versus Fragilidade Política

Embora Michelle exerça uma liderança espiritual poderosa, sua influência política é limitada por sua falta de experiência em cargos eletivos e por sua dependência do contexto bolsonarista. Como presidente do PL Mulher, ela mobiliza recursos significativos, com um orçamento de R$ 860 mil mensais fornecido por Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Revista Fórum). Esse investimento resultou em um crescimento de 14% no número de filiadas ao PL entre 2023 e 2024, demonstrando sua capacidade de organização. No entanto, sua ascensão política é vulnerável devido à ausência de uma base eleitoral própria e à inelegibilidade de Jair Bolsonaro, que limita a continuidade do bolsonarismo como movimento dominante (VEJA).

Pesquisas internas do PL sugerem que Michelle teria uma eleição fácil para o Senado pelo Paraná, caso Sergio Moro seja cassado, mas Valdemar considera que uma candidatura ao Senado não seria a melhor estratégia para maximizar sua influência (O Globo). Em vez disso, aliados veem um caminho mais viável como candidata a vice-presidente em 2026, possivelmente ao lado de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo (Metrópoles). Essa percepção reflete sua fragilidade política: embora ela seja um ativo valioso para mobilizar eleitores evangélicos e femininos, sua falta de experiência a torna dependente de alianças e do apoio de figuras mais estabelecidas.

Conflitos no PL e Embates com Aliados de Bolsonaro

O Partido Liberal, sob a liderança de Valdemar Costa Neto, tem sido um pilar fundamental para a ascensão de Michelle. Valdemar não apenas a nomeou presidente do PL Mulher, mas também defendeu publicamente suas práticas financeiras, como o uso de dinheiro vivo, e demonstrou apoio em momentos de crise, como durante sua prisão em 2024 (Poder360; Poder360). No entanto, o investimento pesado em Michelle gerou desconforto dentro do PL, especialmente entre aliados de Jair Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro, que não receberam apoio financeiro comparável (Revista Fórum).

Mensagens vazadas de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e Fabio Wajngarten, ex-assessor, revelam críticas contundentes à viabilidade política de Michelle. Cid afirmou que, se ela tentasse um cargo de alto nível, seria “destruída” devido à sua personalidade e possíveis vulnerabilidades, enquanto Wajngarten concordou, questionando a visão de Valdemar ao cogitá-la para a Presidência (Folha de S.Paulo). Esses vazamentos levaram à demissão de Wajngarten do PL, evidenciando as tensões internas e a divisão entre os bolsonaristas “raiz” e aqueles que buscam uma transição para novos líderes, como Tarcísio de Freitas (VEJA).

Esses conflitos refletem não apenas disputas de poder, mas também divergências sobre a direção ideológica do PL e o futuro do bolsonarismo. Enquanto Valdemar aposta em Michelle como uma figura “controlável” para manter a relevância do partido, outros veem sua falta de experiência como um obstáculo para liderar em um cenário político competitivo.

Paralelos com Arquétipos Religiosos: Poder e Risco

A figura de Michelle Bolsonaro evoca arquétipos religiosos, particularmente aqueles associados ao messianismo político e ao fundamentalismo teológico. Seu discurso, repleto de referências bíblicas e apelos à fé, a posiciona como uma profetisa ou mensageira divina, alguém que não apenas lidera politicamente, mas também espiritualmente. Essa narrativa é reforçada por sua associação com a “Teologia do Domínio”, que defende a conquista de esferas sociais pelo cristianismo (Congresso em Foco). Em eventos como a Marcha para Jesus, Michelle declarou que Bolsonaro foi “escolhido por Deus”, enquanto pastores como Marco Feliciano o chamaram de “presente de Deus” (DW).

O messianismo político, como descrito por analistas, é uma característica marcante do bolsonarismo, com Jair Bolsonaro sendo comparado a um “salvador da pátria” que promete livrar o Brasil da corrupção e do “mal” representado por seus opositores (Hugo Studart). Michelle amplia essa narrativa ao incorporar uma dimensão espiritual mais explícita, apelando diretamente ao eleitorado evangélico, que vê nela uma figura autêntica e carismática (Brasil de Fato). A socióloga Christina Vital da Cunha destaca que Michelle mobiliza símbolos que ressoam com mulheres, evangélicas ou não, como “uma mulher de fé que vence batalhas”, combinando modernidade, força e caridade (CartaCapital).

No entanto, essa narrativa messiânica carrega riscos significativos. Declarações como a de que o Planalto era “consagrado a demônios” geraram repúdio de grupos inter-religiosos, que a acusaram de promover intolerância e desagregação social (SISEJUFE). Além disso, a dependência de uma retórica fundamentalista pode alienar eleitores não evangélicos e limitar sua viabilidade em uma eleição nacional. O messianismo também a torna vulnerável a críticas que questionam sua autenticidade ou exploram possíveis contradições em sua imagem pública, como as acusações de uso irregular de recursos ou escândalos pessoais levantados por figuras como a ex-mulher de Valdemar Costa Neto (UOL).

Conclusão: O Futuro de Michelle e o Bolsonarismo

A ascensão de Michelle Bolsonaro é um fenômeno complexo que combina messianismo político e fundamentalismo teológico, posicionando-a como uma figura única no cenário político brasileiro. Sua capacidade de fundir religião e política a torna um ativo valioso para o bolsonarismo, especialmente em um contexto onde Jair Bolsonaro enfrenta inelegibilidade e desafios legais. No entanto, sua fragilidade política, marcada pela falta de experiência e pelas tensões internas no PL, sugere que sua influência depende de alianças instáveis e da continuidade do movimento bolsonarista.

O poder de Michelle reside em sua habilidade de mobilizar uma base leal por meio de uma narrativa messiânica, mas os riscos são igualmente significativos. Sua retórica fundamentalista pode aprofundar a polarização no Brasil, enquanto sua dependência de figuras como Valdemar Costa Neto e do legado de Bolsonaro a torna vulnerável a mudanças no cenário político. À medida que ela navega por essas águas turbulentas, sua trajetória será um termômetro para o futuro do bolsonarismo e para o papel da religião na política brasileira.

Aspecto

Força

Fragilidade

Liderança Espiritual

Forte apelo entre evangélicos; narrativa messiânica mobilizadora (DW)

Críticas por intolerância religiosa (Folha de S.Paulo)

Influência Política

Apoio de Valdemar Costa Neto; crescimento do PL Mulher (Revista Fórum)

Falta de experiência eletiva; dependência do bolsonarismo (Gazeta do Povo)

Relações no PL

Recursos significativos do partido

Conflitos com aliados bolsonaristas (Folha de S.Paulo)

Michelle Bolsonaro: entre o Messianismo Político e o Fundamentalismo Teológico

 

Por Padre Carlos

Introdução: Uma Análise Além da Ciência Política

A análise da figura de Michelle Bolsonaro exige uma abordagem que transcenda as ferramentas tradicionais da ciência política. Enquanto os cientistas políticos se concentram em estruturas de poder, estratégias eleitorais e dinâmicas partidárias, uma perspectiva teológica e filosófica permite explorar as narrativas e simbolismos que moldam a percepção e o comportamento dos atores políticos e seus seguidores. Essa abordagem é particularmente relevante no caso de Michelle, cuja influência combina elementos de fé evangélica com aspirações políticas, criando um fenômeno que ressoa profundamente em setores da sociedade brasileira. Ao oferecer essa análise, pretendo chamar a atenção de políticos e cientistas sociais para as camadas de significado que frequentemente passam despercebidas em estudos convencionais, destacando como a ex-primeira-dama desperta uma visão simultaneamente religiosa e política na base bolsonarista.

Michelle Bolsonaro e a Base Bolsonarista: Uma Fusão de Fé e Política

Michelle Bolsonaro emergiu como uma figura central no bolsonarismo, especialmente por sua capacidade de conectar o movimento com o eleitorado evangélico e feminino. Durante a campanha presidencial de 2018, ela desempenhou um papel estratégico ao suavizar a imagem de Jair Bolsonaro, frequentemente acusado de machismo e misoginia. Sua presença em cultos evangélicos, discursos em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e promessas de “Jesus no governo” ajudaram a construir uma narrativa que enquadra a política como uma batalha espiritual (BBC News Brasil). Essa retórica, enraizada no fundamentalismo evangélico, ressoa com cerca de um terço do eleitorado brasileiro, que se identifica como evangélico, e é projetada para se tornar majoritária na próxima década (CartaCapital).

Michelle utiliza símbolos religiosos para mobilizar sua base, como em sua declaração de que o Palácio do Planalto era “consagrado a demônios” antes do governo Bolsonaro, mas agora é “consagrado ao Senhor” (Folha de S.Paulo). Essa linguagem maniqueísta, que divide o mundo entre o bem e o mal, fortalece a lealdade de seus seguidores, mas também gera críticas de intolerância religiosa por parte de grupos inter-religiosos, que a acusam de promover um discurso “fascista” (Poder360). Sua atuação reflete a “Teologia do Domínio”, uma estratégia neopentecostal que busca influência cristã em esferas como governo, educação e mídia, com o objetivo de preparar o mundo para o retorno de Jesus Cristo (Congresso em Foco).

Liderança Espiritual versus Fragilidade Política

Embora Michelle exerça uma liderança espiritual poderosa, sua influência política é limitada por sua falta de experiência em cargos eletivos e por sua dependência do contexto bolsonarista. Como presidente do PL Mulher, ela mobiliza recursos significativos, com um orçamento de R$ 860 mil mensais fornecido por Valdemar Costa Neto, presidente do PL (Revista Fórum). Esse investimento resultou em um crescimento de 14% no número de filiadas ao PL entre 2023 e 2024, demonstrando sua capacidade de organização. No entanto, sua ascensão política é vulnerável devido à ausência de uma base eleitoral própria e à inelegibilidade de Jair Bolsonaro, que limita a continuidade do bolsonarismo como movimento dominante (VEJA).

Pesquisas internas do PL sugerem que Michelle teria uma eleição fácil para o Senado pelo Paraná, caso Sergio Moro seja cassado, mas Valdemar considera que uma candidatura ao Senado não seria a melhor estratégia para maximizar sua influência (O Globo). Em vez disso, aliados veem um caminho mais viável como candidata a vice-presidente em 2026, possivelmente ao lado de Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo (Metrópoles). Essa percepção reflete sua fragilidade política: embora ela seja um ativo valioso para mobilizar eleitores evangélicos e femininos, sua falta de experiência a torna dependente de alianças e do apoio de figuras mais estabelecidas.

Conflitos no PL e Embates com Aliados de Bolsonaro

O Partido Liberal, sob a liderança de Valdemar Costa Neto, tem sido um pilar fundamental para a ascensão de Michelle. Valdemar não apenas a nomeou presidente do PL Mulher, mas também defendeu publicamente suas práticas financeiras, como o uso de dinheiro vivo, e demonstrou apoio em momentos de crise, como durante sua prisão em 2024 (Poder360; Poder360). No entanto, o investimento pesado em Michelle gerou desconforto dentro do PL, especialmente entre aliados de Jair Bolsonaro, como Eduardo Bolsonaro, que não receberam apoio financeiro comparável (Revista Fórum).

Mensagens vazadas de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, e Fabio Wajngarten, ex-assessor, revelam críticas contundentes à viabilidade política de Michelle. Cid afirmou que, se ela tentasse um cargo de alto nível, seria “destruída” devido à sua personalidade e possíveis vulnerabilidades, enquanto Wajngarten concordou, questionando a visão de Valdemar ao cogitá-la para a Presidência (Folha de S.Paulo). Esses vazamentos levaram à demissão de Wajngarten do PL, evidenciando as tensões internas e a divisão entre os bolsonaristas “raiz” e aqueles que buscam uma transição para novos líderes, como Tarcísio de Freitas (VEJA).

Esses conflitos refletem não apenas disputas de poder, mas também divergências sobre a direção ideológica do PL e o futuro do bolsonarismo. Enquanto Valdemar aposta em Michelle como uma figura “controlável” para manter a relevância do partido, outros veem sua falta de experiência como um obstáculo para liderar em um cenário político competitivo.

Paralelos com Arquétipos Religiosos: Poder e Risco

A figura de Michelle Bolsonaro evoca arquétipos religiosos, particularmente aqueles associados ao messianismo político e ao fundamentalismo teológico. Seu discurso, repleto de referências bíblicas e apelos à fé, a posiciona como uma profetisa ou mensageira divina, alguém que não apenas lidera politicamente, mas também espiritualmente. Essa narrativa é reforçada por sua associação com a “Teologia do Domínio”, que defende a conquista de esferas sociais pelo cristianismo (Congresso em Foco). Em eventos como a Marcha para Jesus, Michelle declarou que Bolsonaro foi “escolhido por Deus”, enquanto pastores como Marco Feliciano o chamaram de “presente de Deus” (DW).

O messianismo político, como descrito por analistas, é uma característica marcante do bolsonarismo, com Jair Bolsonaro sendo comparado a um “salvador da pátria” que promete livrar o Brasil da corrupção e do “mal” representado por seus opositores (Hugo Studart). Michelle amplia essa narrativa ao incorporar uma dimensão espiritual mais explícita, apelando diretamente ao eleitorado evangélico, que vê nela uma figura autêntica e carismática (Brasil de Fato). A socióloga Christina Vital da Cunha destaca que Michelle mobiliza símbolos que ressoam com mulheres, evangélicas ou não, como “uma mulher de fé que vence batalhas”, combinando modernidade, força e caridade (CartaCapital).

No entanto, essa narrativa messiânica carrega riscos significativos. Declarações como a de que o Planalto era “consagrado a demônios” geraram repúdio de grupos inter-religiosos, que a acusaram de promover intolerância e desagregação social (SISEJUFE). Além disso, a dependência de uma retórica fundamentalista pode alienar eleitores não evangélicos e limitar sua viabilidade em uma eleição nacional. O messianismo também a torna vulnerável a críticas que questionam sua autenticidade ou exploram possíveis contradições em sua imagem pública, como as acusações de uso irregular de recursos ou escândalos pessoais levantados por figuras como a ex-mulher de Valdemar Costa Neto (UOL).

Conclusão: O Futuro de Michelle e o Bolsonarismo

A ascensão de Michelle Bolsonaro é um fenômeno complexo que combina messianismo político e fundamentalismo teológico, posicionando-a como uma figura única no cenário político brasileiro. Sua capacidade de fundir religião e política a torna um ativo valioso para o bolsonarismo, especialmente em um contexto onde Jair Bolsonaro enfrenta inelegibilidade e desafios legais. No entanto, sua fragilidade política, marcada pela falta de experiência e pelas tensões internas no PL, sugere que sua influência depende de alianças instáveis e da continuidade do movimento bolsonarista.

O poder de Michelle reside em sua habilidade de mobilizar uma base leal por meio de uma narrativa messiânica, mas os riscos são igualmente significativos. Sua retórica fundamentalista pode aprofundar a polarização no Brasil, enquanto sua dependência de figuras como Valdemar Costa Neto e do legado de Bolsonaro a torna vulnerável a mudanças no cenário político. À medida que ela navega por essas águas turbulentas, sua trajetória será um termômetro para o futuro do bolsonarismo e para o papel da religião na política brasileira.

Aspecto

Força

Fragilidade

Liderança Espiritual

Forte apelo entre evangélicos; narrativa messiânica mobilizadora (DW)

Críticas por intolerância religiosa (Folha de S.Paulo)

Influência Política

Apoio de Valdemar Costa Neto; crescimento do PL Mulher (Revista Fórum)

Falta de experiência eletiva; dependência do bolsonarismo (Gazeta do Povo)

Relações no PL

Recursos significativos do partido

Conflitos com aliados bolsonaristas (Folha de S.Paulo)

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

Da Redação
Publicado em 21 de junho de 2025

 

 

 

Folha de S. Paulo
Maioria gostaria de trabalhar por conta própria no Brasil, aponta o Datafolha

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/trabalhar-por-conta-propria-e-melhor-que-ter-emprego-para-59-dos-brasileiros-mostra-datafolha.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Inclusão de mulheres na liderança de grandes empresas perde força

https://www.estadao.com.br/economia/degrau-quebrado-participacao-mulheres-lideranca-empresas-ibovesa/?srsltid=AfmBOorg4AQokTzS-MBZ7zroubcIidR3qewnvVETFEy8x5K8v_5DHxH7

 

Zero Hora (RS)
Medidas preventivas após novos alertas de alta dos rios

https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2025/06/agua-comeca-a-baixar-no-vale-do-taquari-mas-rios-da-regiao-metropolitana-e-vale-do-sinos-estao-em-elevacao-cmc51a6hc004g01fz8xbej82s.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Mais de 90% dos municípios locais não têm plano de segurança

https://jc.uol.com.br/colunas/seguranca/2025/06/20/mais-de-90-dos-municipios-de-pernambuco-nao-tem-plano-nem-diagnostico-da-seguranca-revela-tce.html

 

Correio Braziliense
É tempo de Brasil

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Na roda do arrasta-pé!

https://www.folhape.com.br/

 

Correio da Bahia
Onde está o baiano que fez sapatos até para o Papa?

https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/por-onde-anda-o-sapateiro-da-elite-baiana-que-ja-fez-sapatos-ate-para-o-papa-0625#:~:text=%E2%80%9CSeu%20Waldemar%2C%20sapateiro%20de%20sucesso,o%20edif%C3%ADcio%2C%20erguido%20em%202020.&text=O%20papa%20em%20quest%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.

 

O Dia (RJ)
Mengão atropela o Chelsea: 3 a 1

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/06/7078691-carta-ao-leitor-do-dia-21-de-junho-de-2025.html

 

O Globo
MERCADO
Produção local vai reduzir prelo do carro elétrico no país

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2025/06/21/chegada-de-montadoras-e-producao-local-vao-reduzir-preco-de-carro-eletrico-no-pais.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Setor de serviços no NE puxa crescimento de emprego

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/ingrid-coelho/ceara-perde-mais-de-26-mil-vagas-e-mercado-de-trabalho-tem-pior-marco-desde-a-pandemia-1.3646204

 

Estado de Minas
TCE vai passar pente-fino em emendas de deputados

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/02/18/interna_politica,1122682/repasse-direto-de-emendas-preocupa-tcu.shtml

 

A Tarde (BA)
Novo Código Civil possibilita a expulsão de morador antissocial

https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/novo-codigo-civil-permite-expulsao-de-moradores-antissociais-e-dificulta-airbnb-0525

 

Meia Hora (RJ)
Em dezembro de 81 (e em junho de 25), Mengão botou os ingleses na roda

https://www.meiahora.com.br/geral/2019/12/5835768-rio-star–uma-roda-gigante-para-chamar-de-sua.html

 

Diário de Pernambuco
97% dos municípios de PE têm gestão de segurança deficiente

https://www.diariodepernambuco.com.br/

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

Da Redação
Publicado em 21 de junho de 2025

 

 

 

Folha de S. Paulo
Maioria gostaria de trabalhar por conta própria no Brasil, aponta o Datafolha

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/trabalhar-por-conta-propria-e-melhor-que-ter-emprego-para-59-dos-brasileiros-mostra-datafolha.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Inclusão de mulheres na liderança de grandes empresas perde força

https://www.estadao.com.br/economia/degrau-quebrado-participacao-mulheres-lideranca-empresas-ibovesa/?srsltid=AfmBOorg4AQokTzS-MBZ7zroubcIidR3qewnvVETFEy8x5K8v_5DHxH7

 

Zero Hora (RS)
Medidas preventivas após novos alertas de alta dos rios

https://gauchazh.clicrbs.com.br/geral/noticia/2025/06/agua-comeca-a-baixar-no-vale-do-taquari-mas-rios-da-regiao-metropolitana-e-vale-do-sinos-estao-em-elevacao-cmc51a6hc004g01fz8xbej82s.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Mais de 90% dos municípios locais não têm plano de segurança

https://jc.uol.com.br/colunas/seguranca/2025/06/20/mais-de-90-dos-municipios-de-pernambuco-nao-tem-plano-nem-diagnostico-da-seguranca-revela-tce.html

 

Correio Braziliense
É tempo de Brasil

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Na roda do arrasta-pé!

https://www.folhape.com.br/

 

Correio da Bahia
Onde está o baiano que fez sapatos até para o Papa?

https://www.correio24horas.com.br/minha-bahia/por-onde-anda-o-sapateiro-da-elite-baiana-que-ja-fez-sapatos-ate-para-o-papa-0625#:~:text=%E2%80%9CSeu%20Waldemar%2C%20sapateiro%20de%20sucesso,o%20edif%C3%ADcio%2C%20erguido%20em%202020.&text=O%20papa%20em%20quest%C3%A3o%20%C3%A9%20o%20Jo%C3%A3o%20Paulo%20II.

 

O Dia (RJ)
Mengão atropela o Chelsea: 3 a 1

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/06/7078691-carta-ao-leitor-do-dia-21-de-junho-de-2025.html

 

O Globo
MERCADO
Produção local vai reduzir prelo do carro elétrico no país

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/noticia/2025/06/21/chegada-de-montadoras-e-producao-local-vao-reduzir-preco-de-carro-eletrico-no-pais.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Setor de serviços no NE puxa crescimento de emprego

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/ingrid-coelho/ceara-perde-mais-de-26-mil-vagas-e-mercado-de-trabalho-tem-pior-marco-desde-a-pandemia-1.3646204

 

Estado de Minas
TCE vai passar pente-fino em emendas de deputados

https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2020/02/18/interna_politica,1122682/repasse-direto-de-emendas-preocupa-tcu.shtml

 

A Tarde (BA)
Novo Código Civil possibilita a expulsão de morador antissocial

https://www.agazeta.com.br/es/cotidiano/novo-codigo-civil-permite-expulsao-de-moradores-antissociais-e-dificulta-airbnb-0525

 

Meia Hora (RJ)
Em dezembro de 81 (e em junho de 25), Mengão botou os ingleses na roda

https://www.meiahora.com.br/geral/2019/12/5835768-rio-star–uma-roda-gigante-para-chamar-de-sua.html

 

Diário de Pernambuco
97% dos municípios de PE têm gestão de segurança deficiente

https://www.diariodepernambuco.com.br/

 

 

A autocrítica de Dirceu e o PT diante de uma crise de identidade

 

 

 

Quando José Dirceu aparece na GloboNews para fazer um diagnóstico cirúrgico sobre a desorganização do PT, não estamos diante apenas de mais uma análise política de bastidores. Estamos testemunhando o reconhecimento público de uma crise que corrói as estruturas do partido que governou o Brasil por quase duas décadas e que hoje patina para encontrar seu lugar numa democracia polarizada e fragmentada.

A entrevista de Dirceu não foi um acaso. Foi um grito de alerta de quem conhece as entranhas do poder e enxerga com clareza meridiana os desafios que se desenham para as eleições 2026. Ao afirmar que o PT precisa se reconstruir, o ex-ministro da Casa Civil não estava fazendo retórica, mas diagnosticando uma realidade que muitos petistas preferem ignorar: o partido perdeu capacidade de mobilização, organização territorial e, principalmente, a batalha das narrativas.

A crítica de Dirceu à desorganização do partido é devastadora porque vem de dentro, de alguém que ajudou a construir a máquina política petista nos seus anos dourados. Quando ele aponta os problemas estruturais, está revelando que o PT de hoje não é mais aquele partido orgânico, capilarizado, que tinha militância nas ruas e presença real nos territórios. É um partido que se burocratizou, que se distanciou das bases e que vive ainda da glória do passado, enquanto a realidade política brasileira se transformou radicalmente.

A hegemonia bolsonarista nas redes sociais, mencionada por Dirceu, é talvez o retrato mais doloroso dessa nova realidade. Enquanto o PT ainda tenta entender como funciona o WhatsApp, a extrema direita já domina TikTok, Instagram, Telegram e constrói narrativas que chegam aos brasileiros antes mesmo que a esquerda perceba que existe uma disputa em curso. Não é apenas uma questão tecnológica, é uma questão de linguagem, de velocidade e de compreensão dos novos códigos de comunicação política.

Lula, mesmo com toda sua genialidade política e capacidade de conexão popular, não consegue sozinho carregar nas costas a reconstrução da esquerda brasileira. O presidente está cercado por um aparato partidário que funciona mais como clube de nostálgicos do que como organização política preparada para os desafios contemporâneos. E isso fica evidente quando observamos como figuras como Tarcísio de Freitas conseguem ocupar espaços de liderança nacional sem encontrar resistência organizada da esquerda.

A análise de Dirceu sobre 2026 revela uma preocupação estratégica fundamental: o PT não pode repetir os erros de 2018 e 2022, quando subestimou a capacidade de reorganização da direita e da extrema direita. As disputas simbólicas entre Lula e a nova direita não se resolvem apenas com discursos inflamados ou com a lembrança dos tempos prósperos do lulismo. Exigem uma reconstrução profunda das bases partidárias, uma nova forma de fazer política e, principalmente, uma compreensão clara de que o Brasil mudou.

O que está em jogo não é apenas o futuro do PT, mas o futuro da democracia brasileira. Um partido de esquerda desorganizado, sem capacidade de mobilização e sem presença territorial é uma porta aberta para o avanço autoritário. Dirceu sabe disso, e por isso sua fala tem tom de urgência. Não há tempo para romantizações ou para negação da realidade.

A reconstrução da esquerda passa necessariamente pela reconstrução do PT, mas não pode se limitar a ela. É preciso entender que a política brasileira hoje exige articulação ampla, capacidade de diálogo com setores que tradicionalmente não votavam na esquerda e, principalmente, uma nova geração de lideranças que fale a linguagem do século XXI.

José Dirceu fez sua parte ao jogar luz sobre os problemas. Agora cabe ao PT e às forças de esquerda decidir se vão enfrentar essa autocrítica com a seriedade que ela merece ou se vão continuar vivendo de glórias passadas enquanto o país caminha para 2026 sem uma oposição à altura dos desafios democráticos que se anunciam.

Padre Carlos

A autocrítica de Dirceu e o PT diante de uma crise de identidade

 

 

 

Quando José Dirceu aparece na GloboNews para fazer um diagnóstico cirúrgico sobre a desorganização do PT, não estamos diante apenas de mais uma análise política de bastidores. Estamos testemunhando o reconhecimento público de uma crise que corrói as estruturas do partido que governou o Brasil por quase duas décadas e que hoje patina para encontrar seu lugar numa democracia polarizada e fragmentada.

A entrevista de Dirceu não foi um acaso. Foi um grito de alerta de quem conhece as entranhas do poder e enxerga com clareza meridiana os desafios que se desenham para as eleições 2026. Ao afirmar que o PT precisa se reconstruir, o ex-ministro da Casa Civil não estava fazendo retórica, mas diagnosticando uma realidade que muitos petistas preferem ignorar: o partido perdeu capacidade de mobilização, organização territorial e, principalmente, a batalha das narrativas.

A crítica de Dirceu à desorganização do partido é devastadora porque vem de dentro, de alguém que ajudou a construir a máquina política petista nos seus anos dourados. Quando ele aponta os problemas estruturais, está revelando que o PT de hoje não é mais aquele partido orgânico, capilarizado, que tinha militância nas ruas e presença real nos territórios. É um partido que se burocratizou, que se distanciou das bases e que vive ainda da glória do passado, enquanto a realidade política brasileira se transformou radicalmente.

A hegemonia bolsonarista nas redes sociais, mencionada por Dirceu, é talvez o retrato mais doloroso dessa nova realidade. Enquanto o PT ainda tenta entender como funciona o WhatsApp, a extrema direita já domina TikTok, Instagram, Telegram e constrói narrativas que chegam aos brasileiros antes mesmo que a esquerda perceba que existe uma disputa em curso. Não é apenas uma questão tecnológica, é uma questão de linguagem, de velocidade e de compreensão dos novos códigos de comunicação política.

Lula, mesmo com toda sua genialidade política e capacidade de conexão popular, não consegue sozinho carregar nas costas a reconstrução da esquerda brasileira. O presidente está cercado por um aparato partidário que funciona mais como clube de nostálgicos do que como organização política preparada para os desafios contemporâneos. E isso fica evidente quando observamos como figuras como Tarcísio de Freitas conseguem ocupar espaços de liderança nacional sem encontrar resistência organizada da esquerda.

A análise de Dirceu sobre 2026 revela uma preocupação estratégica fundamental: o PT não pode repetir os erros de 2018 e 2022, quando subestimou a capacidade de reorganização da direita e da extrema direita. As disputas simbólicas entre Lula e a nova direita não se resolvem apenas com discursos inflamados ou com a lembrança dos tempos prósperos do lulismo. Exigem uma reconstrução profunda das bases partidárias, uma nova forma de fazer política e, principalmente, uma compreensão clara de que o Brasil mudou.

O que está em jogo não é apenas o futuro do PT, mas o futuro da democracia brasileira. Um partido de esquerda desorganizado, sem capacidade de mobilização e sem presença territorial é uma porta aberta para o avanço autoritário. Dirceu sabe disso, e por isso sua fala tem tom de urgência. Não há tempo para romantizações ou para negação da realidade.

A reconstrução da esquerda passa necessariamente pela reconstrução do PT, mas não pode se limitar a ela. É preciso entender que a política brasileira hoje exige articulação ampla, capacidade de diálogo com setores que tradicionalmente não votavam na esquerda e, principalmente, uma nova geração de lideranças que fale a linguagem do século XXI.

José Dirceu fez sua parte ao jogar luz sobre os problemas. Agora cabe ao PT e às forças de esquerda decidir se vão enfrentar essa autocrítica com a seriedade que ela merece ou se vão continuar vivendo de glórias passadas enquanto o país caminha para 2026 sem uma oposição à altura dos desafios democráticos que se anunciam.

Padre Carlos