Política e Resenha

Golpe da Água: Bandidos Invadem Celular Pelo WhatsApp e Roubam Seu Dinheiro em Minutos

Vitória da Conquista e outras cidades baianas acabam de ser alvo de uma nova e audaciosa modalidade de golpe virtual. Criminosos estão se passando por funcionários da Embasa — a Empresa Baiana de Águas e Saneamento — para enganar usuários por meio de chamadas de vídeo no WhatsApp. A isca? Supostos problemas na conta de água.

A vítima, desavisada, recebe uma mensagem informando sobre uma cobrança indevida ou erro na fatura. Em seguida, o golpista propõe uma “ajuda” via chamada de vídeo. Durante a conversa, solicita que a pessoa compartilhe a tela do celular — é aí que o verdadeiro golpe começa. Com acesso à tela, os criminosos observam em tempo real senhas bancárias, aplicativos abertos, notificações e movimentações. Em poucos minutos, conseguem realizar transferências e fraudes financeiras com precisão cirúrgica.

João Ricardo Souza, gerente de relacionamento com os usuários da Embasa, fez um alerta urgente: “A Embasa não realiza atendimentos por chamada de vídeo, nem solicita compartilhamento de tela ou senhas. Qualquer abordagem assim deve ser imediatamente denunciada”. Os canais oficiais da empresa são os únicos meios seguros de atendimento: o site https://atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br, o aplicativo Embasa, o número 0800 0555 195 e o WhatsApp (71) 99717-0999.

A prática não para por aí. Outro golpe identificado recentemente é o envio de boletos falsos com QR Codes ou códigos de barras adulterados. O dinheiro, nesse caso, vai direto para contas dos criminosos. João Ricardo recomenda que os consumidores sempre verifiquem o CNPJ da Embasa (13.504.675/0001-10) e que o pagamento via Pix seja direcionado ao banco Citibank S.A. Os boletos autênticos começam com os números 82.

Diante do avanço das fraudes, a recomendação é clara: nunca compartilhe a tela do seu celular com ninguém, mesmo que se diga representante de um serviço público. Desconfie de mensagens com tom alarmista, ameaças de corte ou urgência excessiva. O bom senso e a verificação de dados oficiais são suas maiores armas contra esses golpistas digitais.

Golpe da Água: Bandidos Invadem Celular Pelo WhatsApp e Roubam Seu Dinheiro em Minutos

Vitória da Conquista e outras cidades baianas acabam de ser alvo de uma nova e audaciosa modalidade de golpe virtual. Criminosos estão se passando por funcionários da Embasa — a Empresa Baiana de Águas e Saneamento — para enganar usuários por meio de chamadas de vídeo no WhatsApp. A isca? Supostos problemas na conta de água.

A vítima, desavisada, recebe uma mensagem informando sobre uma cobrança indevida ou erro na fatura. Em seguida, o golpista propõe uma “ajuda” via chamada de vídeo. Durante a conversa, solicita que a pessoa compartilhe a tela do celular — é aí que o verdadeiro golpe começa. Com acesso à tela, os criminosos observam em tempo real senhas bancárias, aplicativos abertos, notificações e movimentações. Em poucos minutos, conseguem realizar transferências e fraudes financeiras com precisão cirúrgica.

João Ricardo Souza, gerente de relacionamento com os usuários da Embasa, fez um alerta urgente: “A Embasa não realiza atendimentos por chamada de vídeo, nem solicita compartilhamento de tela ou senhas. Qualquer abordagem assim deve ser imediatamente denunciada”. Os canais oficiais da empresa são os únicos meios seguros de atendimento: o site https://atendimentovirtual.embasa.ba.gov.br, o aplicativo Embasa, o número 0800 0555 195 e o WhatsApp (71) 99717-0999.

A prática não para por aí. Outro golpe identificado recentemente é o envio de boletos falsos com QR Codes ou códigos de barras adulterados. O dinheiro, nesse caso, vai direto para contas dos criminosos. João Ricardo recomenda que os consumidores sempre verifiquem o CNPJ da Embasa (13.504.675/0001-10) e que o pagamento via Pix seja direcionado ao banco Citibank S.A. Os boletos autênticos começam com os números 82.

Diante do avanço das fraudes, a recomendação é clara: nunca compartilhe a tela do seu celular com ninguém, mesmo que se diga representante de um serviço público. Desconfie de mensagens com tom alarmista, ameaças de corte ou urgência excessiva. O bom senso e a verificação de dados oficiais são suas maiores armas contra esses golpistas digitais.

ACOMPANHE EM TEMPO REAL

 

Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

Cerimônia é aberta aos fiéis, que aguardam por horas em longa fila para homenagear o primeiro pontífice latino-americano

Milhares de fiéis se reuniram na Basílica de São Pedro, no Vaticano, para o velório do Papa Francisco. A cerimônia, transmitida ao vivo pela Igreja Católica, é uma homenagem ao primeiro pontífice latino-americano. As imagens mostram a grande fila de pessoas aguardando para se despedir de Jorge Mario Bergoglio, falecido aos 88 anos. O corpo do Papa permanecerá exposto até sexta-feira, seguido da cerimônia de fechamento do caixão e do funeral no sábado. A missa de despedida será realizada na Praça de São Pedro.

ACOMPANHE EM TEMPO REAL

 

Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

Cerimônia é aberta aos fiéis, que aguardam por horas em longa fila para homenagear o primeiro pontífice latino-americano

Milhares de fiéis se reuniram na Basílica de São Pedro, no Vaticano, para o velório do Papa Francisco. A cerimônia, transmitida ao vivo pela Igreja Católica, é uma homenagem ao primeiro pontífice latino-americano. As imagens mostram a grande fila de pessoas aguardando para se despedir de Jorge Mario Bergoglio, falecido aos 88 anos. O corpo do Papa permanecerá exposto até sexta-feira, seguido da cerimônia de fechamento do caixão e do funeral no sábado. A missa de despedida será realizada na Praça de São Pedro.

ARTIGO – A FARSA DOS DESCONTOS NO INSS: O CASO ALESSANDRO STEFANUTTO E A CORRUPÇÃO ALÉM DAS IDEOLOGIAS​

 

 

(Padre Carlos)

O recente afastamento de Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, em decorrência da Operação Sem Desconto, reacende um debate crucial sobre a corrupção no Brasil: trata-se de uma questão ideológica ou de caráter e honestidade?​

A operação revelou um esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários, com suspeitas de envolvimento de servidores e entidades associativas. Auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) indicaram que 98% dos aposentados entrevistados nunca autorizaram os descontos de mensalidades associativas em seus benefícios, sugerindo uma fraude sistêmica que ultrapassa R$ 45 milhões .​

É importante destacar que tais irregularidades não são exclusivas de uma gestão específica. Durante o governo de Jair Bolsonaro, já havia indícios de práticas semelhantes. A continuidade dessas fraudes na atual administração de Luiz Inácio Lula da Silva evidencia que o problema transcende orientações políticas.

A corrupção no INSS, portanto, não se trata de uma questão ideológica, mas sim de integridade e responsabilidade. Independentemente do partido no poder, é imperativo que haja mecanismos eficazes de fiscalização e punição para coibir tais práticas e proteger os direitos dos cidadãos.

O caso de Alessandro Stefanutto serve como um alerta para a necessidade de reformas estruturais no sistema previdenciário brasileiro, visando à transparência e à ética na gestão pública.

ARTIGO – A FARSA DOS DESCONTOS NO INSS: O CASO ALESSANDRO STEFANUTTO E A CORRUPÇÃO ALÉM DAS IDEOLOGIAS​

 

 

(Padre Carlos)

O recente afastamento de Alessandro Stefanutto, presidente do INSS, em decorrência da Operação Sem Desconto, reacende um debate crucial sobre a corrupção no Brasil: trata-se de uma questão ideológica ou de caráter e honestidade?​

A operação revelou um esquema de descontos irregulares em benefícios previdenciários, com suspeitas de envolvimento de servidores e entidades associativas. Auditorias da Controladoria-Geral da União (CGU) indicaram que 98% dos aposentados entrevistados nunca autorizaram os descontos de mensalidades associativas em seus benefícios, sugerindo uma fraude sistêmica que ultrapassa R$ 45 milhões .​

É importante destacar que tais irregularidades não são exclusivas de uma gestão específica. Durante o governo de Jair Bolsonaro, já havia indícios de práticas semelhantes. A continuidade dessas fraudes na atual administração de Luiz Inácio Lula da Silva evidencia que o problema transcende orientações políticas.

A corrupção no INSS, portanto, não se trata de uma questão ideológica, mas sim de integridade e responsabilidade. Independentemente do partido no poder, é imperativo que haja mecanismos eficazes de fiscalização e punição para coibir tais práticas e proteger os direitos dos cidadãos.

O caso de Alessandro Stefanutto serve como um alerta para a necessidade de reformas estruturais no sistema previdenciário brasileiro, visando à transparência e à ética na gestão pública.

ARTIGO – O Mistério da Transição Papal: Da Morte ao “Habemus Papam”

 

(Padre Carlos)

Quando um Papa morre, a Igreja não apenas chora a perda de seu pastor universal, mas mergulha num rito milenar que entrelaça fé, história e silêncio. Poucas instituições no mundo preservam um protocolo tão carregado de simbolismos como o Vaticano, e a transição entre papas é uma verdadeira ópera teológica encenada com solenidade.

Tudo começa com o gesto singelo e dramático do Camerlengo, que se aproxima do corpo do Pontífice falecido e o chama três vezes pelo nome de batismo. Diante do silêncio da morte, declara: Vere Papa mortuus est — “Verdadeiramente, o Papa está morto”. Em seguida, o anel do pescador, símbolo da autoridade petrina, é destruído, para que nenhum documento possa ser falsamente legitimado em seu nome.

O corpo é então preparado e velado — primeiro de forma privada e depois pública, com três dias de exposição na Basílica de São Pedro. Ali, multidões silenciosas passam diante do caixão, não apenas como fiéis devotos, mas como uma Igreja em oração pelo seu pastor.

Durante nove dias, as Missas dos Novendiales são celebradas, um lamento litúrgico que ecoa pelos séculos. Paralelamente, inicia-se a Sede Vacante, tempo em que o poder espiritual supremo repousa em suspenso. Nenhuma decisão doutrinária pode ser tomada. O mundo católico, nesse ínterim, reza e espera.

No coração do Vaticano, a Capela Sistina é selada. Ali, em silêncio profundo, os cardeais eleitores — todos com menos de 80 anos — iniciam o Conclave. A palavra vem do latim cum clave, “com chave”, pois literalmente estão trancados até que o Espírito Santo inspire uma decisão. Até quatro votações por dia são possíveis. Após cada escrutínio sem êxito, fumaça preta. Quando enfim um nome alcança os dois terços exigidos, a fumaça branca sobe: o mundo inteiro compreende o sinal. O sucessor de Pedro foi escolhido.

Na sacada da Basílica de São Pedro, o Cardeal Protodiácono pronuncia as palavras que fazem tremer a Cidade Eterna: Habemus Papam. E o novo Bispo de Roma surge. Humilde, em branco, abençoa a multidão que o aclama como “Pai”.

Neste tempo em que rumores e esperanças circulam entre os fiéis e nos corredores do Vaticano, nomes como Luis Antonio Tagle, Matteo Zuppi e Pietro Parolin se destacam. Cada um com sua trajetória, cada um com um rosto do futuro possível da Igreja. Tagle, da Ásia, representa uma Igreja missionária e pobre. Zuppi é o perfil da caridade ativa. Parolin carrega o peso da diplomacia e da tradição.

Mas mais que perfis, o que se espera é um coração aberto a Deus, um homem de oração, capaz de escutar o sopro do Espírito em meio às tempestades do nosso tempo. E talvez seja por isso que o conclave permanece como um dos momentos mais fascinantes e misteriosos da vida da Igreja: porque ali, no silêncio, se escolhe um sucessor de pescador.

O mundo espera. E a Igreja reza. Como sempre fez.

ARTIGO – O Mistério da Transição Papal: Da Morte ao “Habemus Papam”

 

(Padre Carlos)

Quando um Papa morre, a Igreja não apenas chora a perda de seu pastor universal, mas mergulha num rito milenar que entrelaça fé, história e silêncio. Poucas instituições no mundo preservam um protocolo tão carregado de simbolismos como o Vaticano, e a transição entre papas é uma verdadeira ópera teológica encenada com solenidade.

Tudo começa com o gesto singelo e dramático do Camerlengo, que se aproxima do corpo do Pontífice falecido e o chama três vezes pelo nome de batismo. Diante do silêncio da morte, declara: Vere Papa mortuus est — “Verdadeiramente, o Papa está morto”. Em seguida, o anel do pescador, símbolo da autoridade petrina, é destruído, para que nenhum documento possa ser falsamente legitimado em seu nome.

O corpo é então preparado e velado — primeiro de forma privada e depois pública, com três dias de exposição na Basílica de São Pedro. Ali, multidões silenciosas passam diante do caixão, não apenas como fiéis devotos, mas como uma Igreja em oração pelo seu pastor.

Durante nove dias, as Missas dos Novendiales são celebradas, um lamento litúrgico que ecoa pelos séculos. Paralelamente, inicia-se a Sede Vacante, tempo em que o poder espiritual supremo repousa em suspenso. Nenhuma decisão doutrinária pode ser tomada. O mundo católico, nesse ínterim, reza e espera.

No coração do Vaticano, a Capela Sistina é selada. Ali, em silêncio profundo, os cardeais eleitores — todos com menos de 80 anos — iniciam o Conclave. A palavra vem do latim cum clave, “com chave”, pois literalmente estão trancados até que o Espírito Santo inspire uma decisão. Até quatro votações por dia são possíveis. Após cada escrutínio sem êxito, fumaça preta. Quando enfim um nome alcança os dois terços exigidos, a fumaça branca sobe: o mundo inteiro compreende o sinal. O sucessor de Pedro foi escolhido.

Na sacada da Basílica de São Pedro, o Cardeal Protodiácono pronuncia as palavras que fazem tremer a Cidade Eterna: Habemus Papam. E o novo Bispo de Roma surge. Humilde, em branco, abençoa a multidão que o aclama como “Pai”.

Neste tempo em que rumores e esperanças circulam entre os fiéis e nos corredores do Vaticano, nomes como Luis Antonio Tagle, Matteo Zuppi e Pietro Parolin se destacam. Cada um com sua trajetória, cada um com um rosto do futuro possível da Igreja. Tagle, da Ásia, representa uma Igreja missionária e pobre. Zuppi é o perfil da caridade ativa. Parolin carrega o peso da diplomacia e da tradição.

Mas mais que perfis, o que se espera é um coração aberto a Deus, um homem de oração, capaz de escutar o sopro do Espírito em meio às tempestades do nosso tempo. E talvez seja por isso que o conclave permanece como um dos momentos mais fascinantes e misteriosos da vida da Igreja: porque ali, no silêncio, se escolhe um sucessor de pescador.

O mundo espera. E a Igreja reza. Como sempre fez.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 24 de abril de 2025

 

Folha de S.Paulo
Presidente do INSS cai após ação da PF que apura descontos irregulares

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/presidente-do-inss-e-afastado-apos-operacao-da-pf-e-cgu-sobre-descontos-nao-autorizados-em-beneficios.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
PL ameaça romper com Motta se não pautar anistia

https://www.estadao.com.br/politica/lider-do-pl-na-camara-faz-ameaca-e-diz-que-rompera-com-motta-se-nao-pautar-anistia-dos-presos-do-81/

 

Valor Econômico (SP)
Volatilidade causada por Trump trava emissões externas de empresas brasileiras

https://valor.globo.com/impresso/20250424/

 

O Globo (RJ)
Fundação Itau lidera estudo de IA na educação

https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/fundacao-itau/noticia/2025/04/03/fundacao-itau-leva-brasileiros-a-asia-para-conhecer-uso-de-ia-na-educacao.ghtml?utm_source=oglobo&utm_medium=chamada&utm_campaign=

 

O Dia (RJ)
ESQUEMA ESPECIAL
Metrô vai funcionar 24h para o show da Lady Gaga

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7043877-metro-de-copacabana-vai-funcionar-24h-para-o-show-de-lady-gaga.html

 

Correio Braziliense
O testamento do Papa Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/direitoejustica/2025/04/7120520-o-papa-tem-herdeiro-entenda-o-testamento-do-pontifice.html

 

Estado de Minas
Volta dos Mortos

Mulher declarada morta em hospital volta à vida a caminho do funeral

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7120613-mulher-declarada-morta-em-hospital-volta-a-vida-a-caminho-do-funeral.html?tbref=hp

 

A Tarde (BA)
Anjos da Morte: conheça facção da filha que planejou a execução da mãe

https://atarde.com.br/bahia/anjos-da-morte-conheca-faccao-da-filha-que-planejou-a-execucao-da-mae-1315469

 

Diário do Nordeste (CE)
Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/mundo/acompanhe-ao-vivo-segundo-dia-do-velorio-do-papa-francisco-no-vaticano-1.3643606

 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 24 de abril de 2025

 

Folha de S.Paulo
Presidente do INSS cai após ação da PF que apura descontos irregulares

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/presidente-do-inss-e-afastado-apos-operacao-da-pf-e-cgu-sobre-descontos-nao-autorizados-em-beneficios.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
PL ameaça romper com Motta se não pautar anistia

https://www.estadao.com.br/politica/lider-do-pl-na-camara-faz-ameaca-e-diz-que-rompera-com-motta-se-nao-pautar-anistia-dos-presos-do-81/

 

Valor Econômico (SP)
Volatilidade causada por Trump trava emissões externas de empresas brasileiras

https://valor.globo.com/impresso/20250424/

 

O Globo (RJ)
Fundação Itau lidera estudo de IA na educação

https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/fundacao-itau/noticia/2025/04/03/fundacao-itau-leva-brasileiros-a-asia-para-conhecer-uso-de-ia-na-educacao.ghtml?utm_source=oglobo&utm_medium=chamada&utm_campaign=

 

O Dia (RJ)
ESQUEMA ESPECIAL
Metrô vai funcionar 24h para o show da Lady Gaga

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7043877-metro-de-copacabana-vai-funcionar-24h-para-o-show-de-lady-gaga.html

 

Correio Braziliense
O testamento do Papa Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/direitoejustica/2025/04/7120520-o-papa-tem-herdeiro-entenda-o-testamento-do-pontifice.html

 

Estado de Minas
Volta dos Mortos

Mulher declarada morta em hospital volta à vida a caminho do funeral

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7120613-mulher-declarada-morta-em-hospital-volta-a-vida-a-caminho-do-funeral.html?tbref=hp

 

A Tarde (BA)
Anjos da Morte: conheça facção da filha que planejou a execução da mãe

https://atarde.com.br/bahia/anjos-da-morte-conheca-faccao-da-filha-que-planejou-a-execucao-da-mae-1315469

 

Diário do Nordeste (CE)
Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/mundo/acompanhe-ao-vivo-segundo-dia-do-velorio-do-papa-francisco-no-vaticano-1.3643606

 

 

 

*Trecho que liga Caetité à BR-030 terá nova ponte sobre o Rio São João; governador Jerônimo Rodrigues autoriza licitação da obra*

Considerada uma via essencial para o deslocamento de moradores da zona rural, a estrada que liga Caetité ao acesso à BR-030 receberá um importante reforço para a mobilidade com segurança. O governador Jerônimo Rodrigues autorizou a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) a abrir o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João, atendendo a uma demanda da população local.

Durante a assinatura do documento, acompanhada pelo prefeito de Caetité, Valtércio Aguiar, o governador fez uma previsão sobre a entrega do novo equipamento viário. “Acabei de assinar a autorização para a Seinfra deflagrar o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João. Esta licitação nós estaremos publicando até o dia 30; contabilize aí dois meses entre licitação e recurso, mais 10 meses, ou seja, daqui a um ano, com fé em Deus, nós estaremos fazendo a entrega dessa ponte”, explicou Jerônimo.

“Isso é um momento de muita alegria para o nosso município, para o nosso povo, porque é onde convergem todas as águas de três rios que cortam a cidade e chega próximo à BR-030. Havia sido prometida e agora, com essa assinatura, o governador está nos dando mais essa oportunidade de assumir o compromisso que nós fizemos. Portanto, é um motivo de muita satisfação”, disse o prefeito Valtércio.

A obra para construção da ponte, com extensão de 20 metros, conta com recurso de R$ 3,1 milhões e promete melhorar a mobilidade na região, garantindo mais segurança, fluidez no tráfego e integração entre comunidades. O projeto integra um pacote de ações do Governo do Estado voltadas à melhoria da malha viária e ao fortalecimento das cadeias produtivas nas regiões do interior.

_*Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA*_

*Trecho que liga Caetité à BR-030 terá nova ponte sobre o Rio São João; governador Jerônimo Rodrigues autoriza licitação da obra*

Considerada uma via essencial para o deslocamento de moradores da zona rural, a estrada que liga Caetité ao acesso à BR-030 receberá um importante reforço para a mobilidade com segurança. O governador Jerônimo Rodrigues autorizou a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) a abrir o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João, atendendo a uma demanda da população local.

Durante a assinatura do documento, acompanhada pelo prefeito de Caetité, Valtércio Aguiar, o governador fez uma previsão sobre a entrega do novo equipamento viário. “Acabei de assinar a autorização para a Seinfra deflagrar o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João. Esta licitação nós estaremos publicando até o dia 30; contabilize aí dois meses entre licitação e recurso, mais 10 meses, ou seja, daqui a um ano, com fé em Deus, nós estaremos fazendo a entrega dessa ponte”, explicou Jerônimo.

“Isso é um momento de muita alegria para o nosso município, para o nosso povo, porque é onde convergem todas as águas de três rios que cortam a cidade e chega próximo à BR-030. Havia sido prometida e agora, com essa assinatura, o governador está nos dando mais essa oportunidade de assumir o compromisso que nós fizemos. Portanto, é um motivo de muita satisfação”, disse o prefeito Valtércio.

A obra para construção da ponte, com extensão de 20 metros, conta com recurso de R$ 3,1 milhões e promete melhorar a mobilidade na região, garantindo mais segurança, fluidez no tráfego e integração entre comunidades. O projeto integra um pacote de ações do Governo do Estado voltadas à melhoria da malha viária e ao fortalecimento das cadeias produtivas nas regiões do interior.

_*Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA*_

Meu País Limeira: A Voz de Larissa Gomes Celebra a Nossa Terra

“Meu país Limeira” – essa frase ganhou vida e se espalhou com força na voz da talentosa cantora Larissa Gomes. E agora, esse sentimento de pertencimento e orgulho vai ecoar ainda mais forte: no próximo sábado, Larissa vai gravar seu audiovisual em Limeira, essa joia da zona rural de Vitória da Conquista que encanta a todos com seu charme simples e acolhedor.

Conhecida carinhosamente como “Limeirinha de Açúcar”, essa região é puro aconchego e história. E que orgulho ver nossa terra servindo de cenário para esse momento especial da carreira de Larissa, uma artista que carrega a essência do interior na alma e na voz.

E o melhor: você está convidado para participar dessa grande festa!
A gravação é gratuita e aberta ao público. Então chame a família, os amigos e venha fazer parte dessa celebração de música, cultura e raízes.

Nos vemos lá, no coração do nosso país Limeira!

Meu País Limeira: A Voz de Larissa Gomes Celebra a Nossa Terra

“Meu país Limeira” – essa frase ganhou vida e se espalhou com força na voz da talentosa cantora Larissa Gomes. E agora, esse sentimento de pertencimento e orgulho vai ecoar ainda mais forte: no próximo sábado, Larissa vai gravar seu audiovisual em Limeira, essa joia da zona rural de Vitória da Conquista que encanta a todos com seu charme simples e acolhedor.

Conhecida carinhosamente como “Limeirinha de Açúcar”, essa região é puro aconchego e história. E que orgulho ver nossa terra servindo de cenário para esse momento especial da carreira de Larissa, uma artista que carrega a essência do interior na alma e na voz.

E o melhor: você está convidado para participar dessa grande festa!
A gravação é gratuita e aberta ao público. Então chame a família, os amigos e venha fazer parte dessa celebração de música, cultura e raízes.

Nos vemos lá, no coração do nosso país Limeira!

TCU arquiva processo contra Rui Costa em caso de respiradores e ministro argumenta que seria “crueldade” punir gestores

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo contra o ex-governador da Bahia e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), no caso da compra de 300 respiradores pulmonares que não foram entregues em sua gestão durante o período da pandemia da Covid-19. Os equipamentos foram comprados em 2020 e custaram R$ 48,7 milhões.

 

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, o processo contra Rui Costa foi arquivado por 5 votos a 2. Além disso, o TCU o determinou uma tomada de contas especial contra a empresa que faria a entrega dos equipamentos para recuperar os danos causados ao erário público.

Na época da aquisição, Rui Costa também presidia o Consórcio do Nordeste, que reunia os estados da região e foi responsável pela aquisição dos respiradores na empresa Hempcare, o qual é especializada na produção de medicamentos à base de maconha. 

 

O pagamento foi realizado de forma antecipada, mas não honrou o contrato. O ministro do TCU Jorge Oliveira, que relatou o processo, considerou em seu voto que o pagamento adiantado foi feito à empresa “sem que houvesse prévias e efetivas cautelas aptas a reduzir o risco” de calote. No caso, ele votou a favor do prosseguimento do precosso.

O ministro Bruno Dantas abriu a divergência no voto revisor —segundo ele, não em relação “à gravidade dos fatos ou mesmo na participação de agentes públicos envolvidos”. Mas sim na “avaliação da reprovabilidade das condutas, dado o contexto em que ocorreram”.

 

Ele afirmou no voto que não seria possível a aplicação a gestores públicos sem considerar que na época enfrentavam a maior pandemia do século, ainda sem saber exatamente as dimensões que poderia alcançar.

 

“A interpretação jurídica não pode desconsiderar o contexto histórico em que os atos e fatos ocorrem, condição fundamental para que seu significado possa ser adequadamente compreendido. É por isso que, passados apenas cinco anos, causa-me perplexidade vislumbrar a possibilidade de o tribunal vir a responsabilizar aqueles que se encontravam na linha de frente desse combate cruel, para dizer o mínimo, justamente em seu momento mais crítico e incerto” disse ele.

Os ministros Walton Alencar, Benjamin Zymler, Aroldo Cedraz e Antonio Anastasia seguiram o voto de Bruno Dantas, contra os votos de Jorge Oliveira, Augusto Nardes e Jhonatan de Jesus.

TCU arquiva processo contra Rui Costa em caso de respiradores e ministro argumenta que seria “crueldade” punir gestores

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo contra o ex-governador da Bahia e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), no caso da compra de 300 respiradores pulmonares que não foram entregues em sua gestão durante o período da pandemia da Covid-19. Os equipamentos foram comprados em 2020 e custaram R$ 48,7 milhões.

 

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, o processo contra Rui Costa foi arquivado por 5 votos a 2. Além disso, o TCU o determinou uma tomada de contas especial contra a empresa que faria a entrega dos equipamentos para recuperar os danos causados ao erário público.

Na época da aquisição, Rui Costa também presidia o Consórcio do Nordeste, que reunia os estados da região e foi responsável pela aquisição dos respiradores na empresa Hempcare, o qual é especializada na produção de medicamentos à base de maconha. 

 

O pagamento foi realizado de forma antecipada, mas não honrou o contrato. O ministro do TCU Jorge Oliveira, que relatou o processo, considerou em seu voto que o pagamento adiantado foi feito à empresa “sem que houvesse prévias e efetivas cautelas aptas a reduzir o risco” de calote. No caso, ele votou a favor do prosseguimento do precosso.

O ministro Bruno Dantas abriu a divergência no voto revisor —segundo ele, não em relação “à gravidade dos fatos ou mesmo na participação de agentes públicos envolvidos”. Mas sim na “avaliação da reprovabilidade das condutas, dado o contexto em que ocorreram”.

 

Ele afirmou no voto que não seria possível a aplicação a gestores públicos sem considerar que na época enfrentavam a maior pandemia do século, ainda sem saber exatamente as dimensões que poderia alcançar.

 

“A interpretação jurídica não pode desconsiderar o contexto histórico em que os atos e fatos ocorrem, condição fundamental para que seu significado possa ser adequadamente compreendido. É por isso que, passados apenas cinco anos, causa-me perplexidade vislumbrar a possibilidade de o tribunal vir a responsabilizar aqueles que se encontravam na linha de frente desse combate cruel, para dizer o mínimo, justamente em seu momento mais crítico e incerto” disse ele.

Os ministros Walton Alencar, Benjamin Zymler, Aroldo Cedraz e Antonio Anastasia seguiram o voto de Bruno Dantas, contra os votos de Jorge Oliveira, Augusto Nardes e Jhonatan de Jesus.

Quando o Palco da UTI Virou Palanque: A Justiça Necessária que Alcança a Todos

 

 

 

 

É absolutamente espantoso o teatro político que testemunhamos nos últimos dias. Um ex-presidente da República, internado após procedimento cirúrgico, transforma seu leito hospitalar em estúdio de transmissão, recebe apoiadores e se comunica com o país inteiro através de uma live, mas quando a Justiça bate à sua porta, surgem vozes que questionam a legitimidade e a humanidade desse ato judicial!

Sejamos claros e diretos: a decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar a intimação de Jair Bolsonaro em seu leito hospitalar não foi apenas correta – foi absolutamente necessária diante das circunstâncias criadas pelo próprio ex-presidente.

Como podemos aceitar a narrativa de que alguém estaria “frágil demais” para receber um documento oficial, quando esta mesma pessoa demonstra vigor suficiente para protagonizar uma transmissão ao vivo para milhares de seguidores? A contradição é gritante e revela a estratégia que vem sendo sistematicamente utilizada: uma tentativa clara de criar uma redoma de proteção contra as consequências de seus próprios atos.

As imagens não deixam dúvidas. Se Bolsonaro tinha condições físicas e psicológicas para se comunicar com o país, articular discurso político e receber visitantes no hospital, não havia qualquer impedimento real para que também recebesse o oficial de Justiça. A internação em UTI, por mais séria que seja, não pode servir como escudo contra os processos legais quando o próprio paciente demonstra capacidade para outras atividades de natureza pública.

O que veríamos se a Justiça se omitisse diante desse cenário? Um perigoso precedente onde leitos hospitalares poderiam se transformar em territórios de exceção judicial, em santuários de impunidade temporária. E não podemos, como nação que ainda cicatriza as feridas de tentativas de ruptura democrática, permitir que nosso sistema judicial seja manipulado dessa forma.

É profundamente perturbador que parte da sociedade ainda não compreenda que a igualdade perante a lei é pilar fundamental da democracia que tanto lutamos para preservar. Se a Justiça fechasse os olhos diante da clara capacidade do ex-presidente em receber a intimação, estaria falhando com seu dever constitucional e enviando uma mensagem devastadora: a de que alguns cidadãos estão acima da lei.

Não se trata de perseguição ou de falta de humanidade, como alguns tentam caracterizar. Trata-se de responsabilidade institucional. O STF não estava pedindo que Bolsonaro se levantasse do leito ou interrompesse tratamentos médicos essenciais – estava apenas entregando um documento que ele demonstrou plena capacidade de receber e assinar, como de fato o fez às 12h47.

Esta situação não foi criada pela Justiça, mas pelo próprio ex-presidente, que optou por utilizar sua condição de internação como palco político. Não podemos normalizar esta estratégia onde figuras públicas buscam os benefícios da exposição midiática enquanto tentam se esquivar das responsabilidades legais usando a mesma condição como escudo.

Nossa democracia ainda jovem e frágil exige que as instituições funcionem com independência e coragem, aplicando a lei de forma igualitária a todos os cidadãos. Quando um ex-presidente responde por acusações tão graves como tentativa de golpe de Estado, a firmeza institucional não é apenas desejável – é absolutamente vital para o futuro da República.

O episódio da intimação no hospital permanecerá como um importante marco: o dia em que nossa Justiça demonstrou que nenhuma live, nenhum palco improvisado em UTI, nenhuma tentativa de manipular a opinião pública será suficiente para criar zonas de exceção judicial em nossa democracia.

Precisamos urgentemente superar este ciclo onde figuras poderosas tentam transformar processos legais em batalhas de narrativas. A verdadeira fragilidade de nossa sociedade não está na firmeza da Justiça, mas na persistente tentativa de alguns em se colocarem acima dela.

Que este momento nos sirva como lição cívica: no Brasil que queremos construir, a lei alcança a todos – no Palácio do Planalto, nas ruas ou mesmo nos leitos hospitalares transformados em palanques políticos. É assim que honramos nossa Constituição e fortalecemos nossa democracia ainda cicatrizante.

Quando o Palco da UTI Virou Palanque: A Justiça Necessária que Alcança a Todos

 

 

 

 

É absolutamente espantoso o teatro político que testemunhamos nos últimos dias. Um ex-presidente da República, internado após procedimento cirúrgico, transforma seu leito hospitalar em estúdio de transmissão, recebe apoiadores e se comunica com o país inteiro através de uma live, mas quando a Justiça bate à sua porta, surgem vozes que questionam a legitimidade e a humanidade desse ato judicial!

Sejamos claros e diretos: a decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar a intimação de Jair Bolsonaro em seu leito hospitalar não foi apenas correta – foi absolutamente necessária diante das circunstâncias criadas pelo próprio ex-presidente.

Como podemos aceitar a narrativa de que alguém estaria “frágil demais” para receber um documento oficial, quando esta mesma pessoa demonstra vigor suficiente para protagonizar uma transmissão ao vivo para milhares de seguidores? A contradição é gritante e revela a estratégia que vem sendo sistematicamente utilizada: uma tentativa clara de criar uma redoma de proteção contra as consequências de seus próprios atos.

As imagens não deixam dúvidas. Se Bolsonaro tinha condições físicas e psicológicas para se comunicar com o país, articular discurso político e receber visitantes no hospital, não havia qualquer impedimento real para que também recebesse o oficial de Justiça. A internação em UTI, por mais séria que seja, não pode servir como escudo contra os processos legais quando o próprio paciente demonstra capacidade para outras atividades de natureza pública.

O que veríamos se a Justiça se omitisse diante desse cenário? Um perigoso precedente onde leitos hospitalares poderiam se transformar em territórios de exceção judicial, em santuários de impunidade temporária. E não podemos, como nação que ainda cicatriza as feridas de tentativas de ruptura democrática, permitir que nosso sistema judicial seja manipulado dessa forma.

É profundamente perturbador que parte da sociedade ainda não compreenda que a igualdade perante a lei é pilar fundamental da democracia que tanto lutamos para preservar. Se a Justiça fechasse os olhos diante da clara capacidade do ex-presidente em receber a intimação, estaria falhando com seu dever constitucional e enviando uma mensagem devastadora: a de que alguns cidadãos estão acima da lei.

Não se trata de perseguição ou de falta de humanidade, como alguns tentam caracterizar. Trata-se de responsabilidade institucional. O STF não estava pedindo que Bolsonaro se levantasse do leito ou interrompesse tratamentos médicos essenciais – estava apenas entregando um documento que ele demonstrou plena capacidade de receber e assinar, como de fato o fez às 12h47.

Esta situação não foi criada pela Justiça, mas pelo próprio ex-presidente, que optou por utilizar sua condição de internação como palco político. Não podemos normalizar esta estratégia onde figuras públicas buscam os benefícios da exposição midiática enquanto tentam se esquivar das responsabilidades legais usando a mesma condição como escudo.

Nossa democracia ainda jovem e frágil exige que as instituições funcionem com independência e coragem, aplicando a lei de forma igualitária a todos os cidadãos. Quando um ex-presidente responde por acusações tão graves como tentativa de golpe de Estado, a firmeza institucional não é apenas desejável – é absolutamente vital para o futuro da República.

O episódio da intimação no hospital permanecerá como um importante marco: o dia em que nossa Justiça demonstrou que nenhuma live, nenhum palco improvisado em UTI, nenhuma tentativa de manipular a opinião pública será suficiente para criar zonas de exceção judicial em nossa democracia.

Precisamos urgentemente superar este ciclo onde figuras poderosas tentam transformar processos legais em batalhas de narrativas. A verdadeira fragilidade de nossa sociedade não está na firmeza da Justiça, mas na persistente tentativa de alguns em se colocarem acima dela.

Que este momento nos sirva como lição cívica: no Brasil que queremos construir, a lei alcança a todos – no Palácio do Planalto, nas ruas ou mesmo nos leitos hospitalares transformados em palanques políticos. É assim que honramos nossa Constituição e fortalecemos nossa democracia ainda cicatrizante.