Política e Resenha

ATROPELAMENTO NO CORAÇÃO DE CONQUISTA PARA A CIDADE! VEJA O QUE ACONTECEU NA RÓTULA DA BARTOLOMEU!

Vitória da Conquista amanheceu em alerta nesta terça-feira (15) após um atropelamento causar tumulto no trânsito de uma das regiões mais movimentadas da cidade. O acidente aconteceu na Rótula da Bartolomeu, no cruzamento entre as Avenidas Bartolomeu de Gusmão e Otávio Santos, por volta do início da manhã.

A vítima, uma mulher que não teve a identidade revelada, foi prontamente atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhada a uma unidade de saúde. O estado de saúde ainda não foi divulgado oficialmente, mas testemunhas relataram que ela estava consciente no momento do socorro.

O impacto da ocorrência foi sentido imediatamente. As duas avenidas ficaram congestionadas, afetando o deslocamento de centenas de motoristas e pedestres no centro da cidade. A 77ª Companhia Independente da Polícia Militar e os agentes do Sistema Municipal de Trânsito (SIMTRANS) atuaram rapidamente para controlar o tráfego e garantir a segurança no local.

Alerta vermelho para os pedestres

A região da Rótula da Bartolomeu é conhecida pelo alto fluxo de veículos e pela circulação intensa de pedestres, especialmente em horários de pico. O acidente reacende o debate sobre a necessidade urgente de melhorias na sinalização, faixas de pedestre e fiscalização de velocidade nessa e em outras áreas críticas da cidade.

Moradores e comerciantes da região cobram mais atenção das autoridades para a segurança viária. “Todo dia é um susto diferente aqui. A gente precisa de mais semáforos e respeito dos motoristas”, comentou um lojista da área.

Cidade em movimento, mas sem atropelar vidas

A mobilidade urbana em Vitória da Conquista precisa caminhar junto com a proteção à vida. Casos como o desta terça-feira não podem se tornar rotina. O atropelamento na Rótula da Bartolomeu é um chamado à ação — para motoristas, pedestres e gestores públicos.

Enquanto a vítima se recupera, fica a lição: a pressa nas ruas não pode custar vidas. Segurança no trânsito é dever de todos.

ATROPELAMENTO NO CORAÇÃO DE CONQUISTA PARA A CIDADE! VEJA O QUE ACONTECEU NA RÓTULA DA BARTOLOMEU!

Vitória da Conquista amanheceu em alerta nesta terça-feira (15) após um atropelamento causar tumulto no trânsito de uma das regiões mais movimentadas da cidade. O acidente aconteceu na Rótula da Bartolomeu, no cruzamento entre as Avenidas Bartolomeu de Gusmão e Otávio Santos, por volta do início da manhã.

A vítima, uma mulher que não teve a identidade revelada, foi prontamente atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e encaminhada a uma unidade de saúde. O estado de saúde ainda não foi divulgado oficialmente, mas testemunhas relataram que ela estava consciente no momento do socorro.

O impacto da ocorrência foi sentido imediatamente. As duas avenidas ficaram congestionadas, afetando o deslocamento de centenas de motoristas e pedestres no centro da cidade. A 77ª Companhia Independente da Polícia Militar e os agentes do Sistema Municipal de Trânsito (SIMTRANS) atuaram rapidamente para controlar o tráfego e garantir a segurança no local.

Alerta vermelho para os pedestres

A região da Rótula da Bartolomeu é conhecida pelo alto fluxo de veículos e pela circulação intensa de pedestres, especialmente em horários de pico. O acidente reacende o debate sobre a necessidade urgente de melhorias na sinalização, faixas de pedestre e fiscalização de velocidade nessa e em outras áreas críticas da cidade.

Moradores e comerciantes da região cobram mais atenção das autoridades para a segurança viária. “Todo dia é um susto diferente aqui. A gente precisa de mais semáforos e respeito dos motoristas”, comentou um lojista da área.

Cidade em movimento, mas sem atropelar vidas

A mobilidade urbana em Vitória da Conquista precisa caminhar junto com a proteção à vida. Casos como o desta terça-feira não podem se tornar rotina. O atropelamento na Rótula da Bartolomeu é um chamado à ação — para motoristas, pedestres e gestores públicos.

Enquanto a vítima se recupera, fica a lição: a pressa nas ruas não pode custar vidas. Segurança no trânsito é dever de todos.

ADEUS, DONA NEUZINHA! MORRE A MÃE DE NILTON JÚNIOR E DEIXA CIDADE EM LUTO

Com profundo pesar, Vitória da Conquista amanhece em silêncio diante da notícia do falecimento de Neuza da Conceição Alves, aos 89 anos, uma das figuras mais queridas da comunidade. Carinhosamente chamada de Dona Neuzinha, ela era muito mais do que mãe: foi símbolo de ternura, força e inspiração para filhos, netos, bisnetos e todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Mãe do saudoso professor Nilton Júnior, de Cao Alves e da conhecida Mãe Graça, Dona Neuzinha deixa um legado marcado pelo amor à família, pela generosidade incansável e por uma presença serena que atravessou gerações. Foram 13 netos e 12 bisnetos que herdaram dela não apenas o sangue, mas a luz de uma matriarca que viveu plenamente, espalhando alegria e sabedoria.

O velório será realizado nesta terça-feira (15), a partir das 6h, no Salão Nobre da Pax Nacional, localizado na Rua Olavo Bilac, nº 04, no centro da cidade. O sepultamento ocorrerá às 15h, no Cemitério da Saudade, em um momento que deve reunir familiares, amigos e admiradores para a última homenagem àquela que foi um verdadeiro alicerce afetivo de sua família.

Neste momento de dor, nossos sentimentos se estendem a todos os familiares, que agora se despedem de um nome que jamais será esquecido. Dona Neuzinha parte fisicamente, mas sua história permanecerá viva nos corações que ela tocou. Que sua memória seja sempre um farol de amor e saudade.

ADEUS, DONA NEUZINHA! MORRE A MÃE DE NILTON JÚNIOR E DEIXA CIDADE EM LUTO

Com profundo pesar, Vitória da Conquista amanhece em silêncio diante da notícia do falecimento de Neuza da Conceição Alves, aos 89 anos, uma das figuras mais queridas da comunidade. Carinhosamente chamada de Dona Neuzinha, ela era muito mais do que mãe: foi símbolo de ternura, força e inspiração para filhos, netos, bisnetos e todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

Mãe do saudoso professor Nilton Júnior, de Cao Alves e da conhecida Mãe Graça, Dona Neuzinha deixa um legado marcado pelo amor à família, pela generosidade incansável e por uma presença serena que atravessou gerações. Foram 13 netos e 12 bisnetos que herdaram dela não apenas o sangue, mas a luz de uma matriarca que viveu plenamente, espalhando alegria e sabedoria.

O velório será realizado nesta terça-feira (15), a partir das 6h, no Salão Nobre da Pax Nacional, localizado na Rua Olavo Bilac, nº 04, no centro da cidade. O sepultamento ocorrerá às 15h, no Cemitério da Saudade, em um momento que deve reunir familiares, amigos e admiradores para a última homenagem àquela que foi um verdadeiro alicerce afetivo de sua família.

Neste momento de dor, nossos sentimentos se estendem a todos os familiares, que agora se despedem de um nome que jamais será esquecido. Dona Neuzinha parte fisicamente, mas sua história permanecerá viva nos corações que ela tocou. Que sua memória seja sempre um farol de amor e saudade.

“CAÇADORES DO CRIME”: OPERAÇÃO DA PF DESVENDA QUADRILHA EM PLENO PARAÍSO ECOLÓGICO

Vitória da Conquista e região foram surpreendidas na manhã desta terça-feira (15) pela deflagração da Operação Buckshot, ação da Polícia Federal que revelou a existência de uma suposta quadrilha especializada em caça ilegal dentro de áreas de proteção federal — o Parque Nacional e o Refúgio de Vida Silvestre de Boa Nova, duas preciosidades ambientais da Bahia.

Os mandados de busca e apreensão, cinco ao todo, foram expedidos contra indivíduos suspeitos de promover o abate recorrente de animais silvestres em regiões identificadas como Pé da Ladeira e Icó. Ambos os locais estão localizados dentro de territórios que, por força da legislação ambiental brasileira, gozam de proteção integral, o que torna qualquer atividade predatória ali dentro um crime federal.

Segundo as investigações, iniciadas no início de 2025, o grupo agia com habitualidade e organização, o que agrava ainda mais o cenário. Informações repassadas pelo ICMBio foram cruciais para mapear a movimentação dos caçadores, levando a PF a iniciar diligências que culminaram na operação desta terça.

Durante as buscas, foram apreendidas carcaças de animais silvestres, carabinas de pressão, pólvora, chumbo e petrechos usados nas caçadas. Apesar do flagrante da materialidade dos crimes, não houve prisões imediatas, o que reacende um debate antigo: até quando o meio ambiente será vítima da impunidade?

A atuação firme da PF aponta para um avanço necessário no combate aos crimes ambientais, sobretudo numa era em que o mundo discute — com cada vez mais urgência — a preservação da biodiversidade. O Refúgio de Boa Nova é um santuário ecológico conhecido por abrigar espécies raras de aves e animais em risco de extinção. Atos como os revelados hoje são atentados não apenas à fauna local, mas ao equilíbrio ecológico de todo o bioma da região.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de caça ilegal, posse irregular de arma de fogo e associação criminosa, podendo pegar até 12 anos de reclusão, somando-se as penas máximas previstas.

Resta à sociedade civil, às autoridades e aos ambientalistas manterem-se vigilantes, pois proteger nossas riquezas naturais não é uma opção: é uma urgência.

“CAÇADORES DO CRIME”: OPERAÇÃO DA PF DESVENDA QUADRILHA EM PLENO PARAÍSO ECOLÓGICO

Vitória da Conquista e região foram surpreendidas na manhã desta terça-feira (15) pela deflagração da Operação Buckshot, ação da Polícia Federal que revelou a existência de uma suposta quadrilha especializada em caça ilegal dentro de áreas de proteção federal — o Parque Nacional e o Refúgio de Vida Silvestre de Boa Nova, duas preciosidades ambientais da Bahia.

Os mandados de busca e apreensão, cinco ao todo, foram expedidos contra indivíduos suspeitos de promover o abate recorrente de animais silvestres em regiões identificadas como Pé da Ladeira e Icó. Ambos os locais estão localizados dentro de territórios que, por força da legislação ambiental brasileira, gozam de proteção integral, o que torna qualquer atividade predatória ali dentro um crime federal.

Segundo as investigações, iniciadas no início de 2025, o grupo agia com habitualidade e organização, o que agrava ainda mais o cenário. Informações repassadas pelo ICMBio foram cruciais para mapear a movimentação dos caçadores, levando a PF a iniciar diligências que culminaram na operação desta terça.

Durante as buscas, foram apreendidas carcaças de animais silvestres, carabinas de pressão, pólvora, chumbo e petrechos usados nas caçadas. Apesar do flagrante da materialidade dos crimes, não houve prisões imediatas, o que reacende um debate antigo: até quando o meio ambiente será vítima da impunidade?

A atuação firme da PF aponta para um avanço necessário no combate aos crimes ambientais, sobretudo numa era em que o mundo discute — com cada vez mais urgência — a preservação da biodiversidade. O Refúgio de Boa Nova é um santuário ecológico conhecido por abrigar espécies raras de aves e animais em risco de extinção. Atos como os revelados hoje são atentados não apenas à fauna local, mas ao equilíbrio ecológico de todo o bioma da região.

Os envolvidos devem responder pelos crimes de caça ilegal, posse irregular de arma de fogo e associação criminosa, podendo pegar até 12 anos de reclusão, somando-se as penas máximas previstas.

Resta à sociedade civil, às autoridades e aos ambientalistas manterem-se vigilantes, pois proteger nossas riquezas naturais não é uma opção: é uma urgência.

CAMINHÃO TOMBA NA CURVA DA ESTÁTUA E ESPALHA CARGA NA SERRA DO MARÇAL!

Um acidente registrado na madrugada desta terça-feira (15) interrompeu parcialmente o tráfego na rodovia BA-263, num dos pontos mais temidos por motoristas: a Serra do Marçal, entre Vitória da Conquista e Itambé. Um caminhão carregado de pneus tombou próximo à curva conhecida como “Curva da Estátua”, espalhando a carga por toda a pista e provocando momentos de tensão para quem passava pelo local.

Cenário de filme: pneus espalhados e estrada bloqueada

Segundo testemunhas, o motorista teria perdido o controle da direção, resultando no tombamento do veículo. A cena era digna de cinema: centenas de pneus rolando serra abaixo, enquanto a cabine do caminhão permaneceu tombada à margem da via. Um dos sentidos da estrada ficou completamente interditado, gerando lentidão e congestionamento nas primeiras horas da manhã.

Apesar da gravidade do acidente, o condutor saiu ileso, o que muitos consideraram um verdadeiro milagre, dada a localização e o risco da descida.

PRE entra em ação e causas estão sob investigação

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) foi rapidamente acionada e esteve no local para realizar a sinalização, controlar o trânsito e iniciar os procedimentos de remoção da carga. Até o momento, as causas exatas do acidente ainda não foram esclarecidas, mas as curvas perigosas e o histórico da Serra do Marçal levantam alertas sobre a segurança do trecho.

Alerta para motoristas: Serra do Marçal exige atenção redobrada

O trecho da Serra já foi cenário de diversos acidentes ao longo dos anos, muitos deles com consequências fatais. Motoristas que trafegam pela região alertam para a necessidade de revisão constante nos veículos, atenção especial em dias de chuva ou neblina e respeito aos limites de velocidade, sobretudo nos pontos mais inclinados e sinuosos.

Enquanto o trânsito segue parcialmente liberado, equipes continuam trabalhando para limpar totalmente a pista e normalizar a situação. Motoristas devem evitar o trecho, se possível, ou trafegar com cautela extrema.

A BA-263, novamente, mostra por que é uma das estradas mais perigosas e imprevisíveis do sudoeste baiano.

CAMINHÃO TOMBA NA CURVA DA ESTÁTUA E ESPALHA CARGA NA SERRA DO MARÇAL!

Um acidente registrado na madrugada desta terça-feira (15) interrompeu parcialmente o tráfego na rodovia BA-263, num dos pontos mais temidos por motoristas: a Serra do Marçal, entre Vitória da Conquista e Itambé. Um caminhão carregado de pneus tombou próximo à curva conhecida como “Curva da Estátua”, espalhando a carga por toda a pista e provocando momentos de tensão para quem passava pelo local.

Cenário de filme: pneus espalhados e estrada bloqueada

Segundo testemunhas, o motorista teria perdido o controle da direção, resultando no tombamento do veículo. A cena era digna de cinema: centenas de pneus rolando serra abaixo, enquanto a cabine do caminhão permaneceu tombada à margem da via. Um dos sentidos da estrada ficou completamente interditado, gerando lentidão e congestionamento nas primeiras horas da manhã.

Apesar da gravidade do acidente, o condutor saiu ileso, o que muitos consideraram um verdadeiro milagre, dada a localização e o risco da descida.

PRE entra em ação e causas estão sob investigação

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) foi rapidamente acionada e esteve no local para realizar a sinalização, controlar o trânsito e iniciar os procedimentos de remoção da carga. Até o momento, as causas exatas do acidente ainda não foram esclarecidas, mas as curvas perigosas e o histórico da Serra do Marçal levantam alertas sobre a segurança do trecho.

Alerta para motoristas: Serra do Marçal exige atenção redobrada

O trecho da Serra já foi cenário de diversos acidentes ao longo dos anos, muitos deles com consequências fatais. Motoristas que trafegam pela região alertam para a necessidade de revisão constante nos veículos, atenção especial em dias de chuva ou neblina e respeito aos limites de velocidade, sobretudo nos pontos mais inclinados e sinuosos.

Enquanto o trânsito segue parcialmente liberado, equipes continuam trabalhando para limpar totalmente a pista e normalizar a situação. Motoristas devem evitar o trecho, se possível, ou trafegar com cautela extrema.

A BA-263, novamente, mostra por que é uma das estradas mais perigosas e imprevisíveis do sudoeste baiano.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 15 de abril de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Governo Lula calcula gastos de R$ 115 bilhões com precatórios em 2026

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/gasto-com-precatorios-deve-ir-a-r-115-bi-em-2026-e-governo-busca-solucao-para-anos-seguintes.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Gilmar Mendes suspende todos os processos sobre pejotização

https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/gilmar-suspende-todos-os-processos-sobre-pejotizacao/?srsltid=AfmBOor8M8cVAP6M6eFdKunQHoWV7XQv8PCJsCXSAPtHGjL32kJVE7ql

 

O Globo (RJ)
Gilmar suspende processos sobre vínculo trabalhista de pessoas jurídicas

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/04/14/gilmar-mendes-do-stf-suspende-todos-processos-que-discutem-validade-de-pejotizacao.ghtml

 

Zero Hora (RS)
Prefeitura planeja fazer a concessão parcial do Dmae e deve enviar projeto à Câmara neste mês

https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2025/04/melo-confirma-opcao-por-concessao-parcial-do-dmae-entenda-cm9hhoa0i007801k0qmjysajf.html

 

O Dia (RJ)
TRAGÉDIA
‘Não fizeram mal a ninguém. Menos uma tia, menos uma mãe’

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7038993-nenhuma-linha-e-descartada-diz-delegado-sobre-caso-de-mulher-assassinada-em-culto-na-baixada.html

 

Correio Braziliense
Morte de criança pode levar à CPI de crimes na internet

https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/04/7110508-morte-de-crianca-no-df-pode-levar-a-cpi-de-crimes-na-internet.html

 

Estado de Minas
Dez dias para explicar concessão de rodovias

https://www.em.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Mais de 40 mil novos negócios abertos no estado

https://www.folhape.com.br/economia/pernambuco-registra-abertura-de-mais-de-40-mil-pequenos-negocios-no/404629/

 

A Tarde (BA)
Furto de cabos e equipamentos da iluminação púcliba cresce 67%

https://atarde.com.br/bahia/numero-de-pessoas-afetadas-por-furto-de-cabos-cresce-65-em-2024-1278805

 

Diário do Nordeste (CE)
Indefinição na disputa pelo Senado em 2026

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/por-que-as-duas-vagas-do-senado-em-2026-se-tornaram-o-principal-alvo-de-disputa-em-ano-pre-eleitoral-1.3623191

 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 15 de abril de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Governo Lula calcula gastos de R$ 115 bilhões com precatórios em 2026

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/gasto-com-precatorios-deve-ir-a-r-115-bi-em-2026-e-governo-busca-solucao-para-anos-seguintes.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Gilmar Mendes suspende todos os processos sobre pejotização

https://www.estadao.com.br/politica/blog-do-fausto-macedo/gilmar-suspende-todos-os-processos-sobre-pejotizacao/?srsltid=AfmBOor8M8cVAP6M6eFdKunQHoWV7XQv8PCJsCXSAPtHGjL32kJVE7ql

 

O Globo (RJ)
Gilmar suspende processos sobre vínculo trabalhista de pessoas jurídicas

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/04/14/gilmar-mendes-do-stf-suspende-todos-processos-que-discutem-validade-de-pejotizacao.ghtml

 

Zero Hora (RS)
Prefeitura planeja fazer a concessão parcial do Dmae e deve enviar projeto à Câmara neste mês

https://gauchazh.clicrbs.com.br/porto-alegre/noticia/2025/04/melo-confirma-opcao-por-concessao-parcial-do-dmae-entenda-cm9hhoa0i007801k0qmjysajf.html

 

O Dia (RJ)
TRAGÉDIA
‘Não fizeram mal a ninguém. Menos uma tia, menos uma mãe’

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7038993-nenhuma-linha-e-descartada-diz-delegado-sobre-caso-de-mulher-assassinada-em-culto-na-baixada.html

 

Correio Braziliense
Morte de criança pode levar à CPI de crimes na internet

https://www.correiobraziliense.com.br/politica/2025/04/7110508-morte-de-crianca-no-df-pode-levar-a-cpi-de-crimes-na-internet.html

 

Estado de Minas
Dez dias para explicar concessão de rodovias

https://www.em.com.br/

 

Folha de Pernambuco
Mais de 40 mil novos negócios abertos no estado

https://www.folhape.com.br/economia/pernambuco-registra-abertura-de-mais-de-40-mil-pequenos-negocios-no/404629/

 

A Tarde (BA)
Furto de cabos e equipamentos da iluminação púcliba cresce 67%

https://atarde.com.br/bahia/numero-de-pessoas-afetadas-por-furto-de-cabos-cresce-65-em-2024-1278805

 

Diário do Nordeste (CE)
Indefinição na disputa pelo Senado em 2026

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/por-que-as-duas-vagas-do-senado-em-2026-se-tornaram-o-principal-alvo-de-disputa-em-ano-pre-eleitoral-1.3623191

 

 

 

Quando a Filosofia se Torna Reportagem: O Silêncio que Eu Aprendi a Ouvir

 

 

Minha primeira formação não foi o jornalismo – foi a filosofia. Mas nunca vi essas duas áreas como mundos distantes. Ao contrário: sempre senti que uma completava a outra. A filosofia me ensinou a ouvir o silêncio por trás das palavras; o jornalismo, por sua vez, me ofereceu os meios para dar voz a esse silêncio. Transformei essa escuta em texto, em interpretação, em narrativa.

A minha verdadeira escola, no entanto, foi – e continua sendo – a política. Foi ali, nesse terreno marcado por gestos calculados, palavras ensaiadas e silêncios eloquentes, que aprendi a ler o mundo. Foi na política que me formei como profissional e como pensador da realidade. Aprendi que cada frase de um líder, cada omissão de uma instituição, carrega muito mais do que aparenta. Tudo é sinal. Tudo comunica.

Escrever, para mim, nunca foi apenas uma atividade literária ou uma tarefa marcada na agenda. Escrever é uma forma de continuar ensinando – só que em voz baixa. É debater sem microfone, construir uma cátedra pública, onde a opinião não serve ao juízo apressado, mas à análise, à provocação e, acima de tudo, à memória.

Sempre fui atraído pelo mergulho. Gosto do que não se vê à primeira leitura. Me interessa o texto que escava, que interroga, que tenta entender não apenas o que aconteceu, mas por que aconteceu – e o que isso diz sobre nós como sociedade. Foi com esse olhar que escrevi sobre o movimento estudantil, tentando enxergar na juventude não só uma força de mobilização, mas uma consciência crítica em construção. E foi também com esse olhar que mergulhei na guerrilha do Araguaia, não para visitar uma página esquecida da história, mas para iluminar o silêncio imposto a ela.

Esses dois temas – a juventude em ebulição e a guerrilha em resistência – me inquietaram profundamente. Tão profundamente que um dia pensei: “isso ainda vai virar uma história”. E virou. Nasceu daí a vontade de escrever um romance, uma narrativa ficcional sobre um jovem que atravessa essas duas experiências. Uma forma de fazer com que o pensamento filosófico ganhasse carne, personagem, trama.

O artigo de opinião, nesse processo todo, tornou-se uma espécie de ensaio contínuo. Ele treina meu olhar, afia meu pensamento e me convida, semana após semana, a ouvir o país como quem lê um texto antigo: com atenção, respeito e suspeita. A filosofia política, que sempre foi minha lente preferida, me ensinou que nada é neutro. Nenhuma fala de um presidente, nenhum silêncio do Parlamento, nenhum gesto aparentemente banal de um vereador está isento de sentido. Tudo é linguagem. Tudo é contexto.

É por isso que sigo escrevendo. Porque ainda acredito que o texto pode ser trincheira – não da guerra, mas da lucidez. Num tempo marcado pela pressa, pelo ruído e pela desinformação, sigo apostando na escuta, no cuidado e na profundidade. A filosofia me deu o olhar. A política, a sensibilidade. O artigo é apenas o resultado inevitável de quem nunca quis – e nunca pôde – se calar.

 

Quando a Filosofia se Torna Reportagem: O Silêncio que Eu Aprendi a Ouvir

 

 

Minha primeira formação não foi o jornalismo – foi a filosofia. Mas nunca vi essas duas áreas como mundos distantes. Ao contrário: sempre senti que uma completava a outra. A filosofia me ensinou a ouvir o silêncio por trás das palavras; o jornalismo, por sua vez, me ofereceu os meios para dar voz a esse silêncio. Transformei essa escuta em texto, em interpretação, em narrativa.

A minha verdadeira escola, no entanto, foi – e continua sendo – a política. Foi ali, nesse terreno marcado por gestos calculados, palavras ensaiadas e silêncios eloquentes, que aprendi a ler o mundo. Foi na política que me formei como profissional e como pensador da realidade. Aprendi que cada frase de um líder, cada omissão de uma instituição, carrega muito mais do que aparenta. Tudo é sinal. Tudo comunica.

Escrever, para mim, nunca foi apenas uma atividade literária ou uma tarefa marcada na agenda. Escrever é uma forma de continuar ensinando – só que em voz baixa. É debater sem microfone, construir uma cátedra pública, onde a opinião não serve ao juízo apressado, mas à análise, à provocação e, acima de tudo, à memória.

Sempre fui atraído pelo mergulho. Gosto do que não se vê à primeira leitura. Me interessa o texto que escava, que interroga, que tenta entender não apenas o que aconteceu, mas por que aconteceu – e o que isso diz sobre nós como sociedade. Foi com esse olhar que escrevi sobre o movimento estudantil, tentando enxergar na juventude não só uma força de mobilização, mas uma consciência crítica em construção. E foi também com esse olhar que mergulhei na guerrilha do Araguaia, não para visitar uma página esquecida da história, mas para iluminar o silêncio imposto a ela.

Esses dois temas – a juventude em ebulição e a guerrilha em resistência – me inquietaram profundamente. Tão profundamente que um dia pensei: “isso ainda vai virar uma história”. E virou. Nasceu daí a vontade de escrever um romance, uma narrativa ficcional sobre um jovem que atravessa essas duas experiências. Uma forma de fazer com que o pensamento filosófico ganhasse carne, personagem, trama.

O artigo de opinião, nesse processo todo, tornou-se uma espécie de ensaio contínuo. Ele treina meu olhar, afia meu pensamento e me convida, semana após semana, a ouvir o país como quem lê um texto antigo: com atenção, respeito e suspeita. A filosofia política, que sempre foi minha lente preferida, me ensinou que nada é neutro. Nenhuma fala de um presidente, nenhum silêncio do Parlamento, nenhum gesto aparentemente banal de um vereador está isento de sentido. Tudo é linguagem. Tudo é contexto.

É por isso que sigo escrevendo. Porque ainda acredito que o texto pode ser trincheira – não da guerra, mas da lucidez. Num tempo marcado pela pressa, pelo ruído e pela desinformação, sigo apostando na escuta, no cuidado e na profundidade. A filosofia me deu o olhar. A política, a sensibilidade. O artigo é apenas o resultado inevitável de quem nunca quis – e nunca pôde – se calar.

 

Um Marco para a Democracia Local: A Nova Sede da Câmara Municipal

 

A iniciativa de construir uma nova sede para a Câmara Municipal representa um avanço significativo para o fortalecimento das instituições democráticas locais. A reunião entre a prefeita Sheila Lemos e a Mesa Diretora da Câmara demonstra um compromisso louvável com a modernização do Legislativo e a ampliação dos canais de participação popular.

Sheila Lemos merece reconhecimento por sua receptividade às propostas apresentadas e por compreender que um Legislativo forte e bem estruturado é essencial para o equilíbrio dos poderes. Sua disposição em ser parceira neste projeto evidencia uma visão administrativa que valoriza as instituições democráticas.

O presidente Ivan Cordeiro e os demais membros da Mesa Diretora – Luciano Gomes, Hermínio Oliveira, Cris Rocha e Dinho dos Campinhos – demonstraram responsabilidade ao priorizar não apenas melhorias nas condições de trabalho dos vereadores, mas também espaços dedicados à interação com a comunidade.

As limitações da atual sede evidenciam que esta não é uma obra de vaidade, mas uma necessidade concreta. Um espaço adequado para audiências públicas, reuniões e atendimento à população é fundamental para que o Legislativo cumpra seu papel de representação popular com excelência.

A transparência e acessibilidade mencionadas como objetivos do projeto são valores essenciais para uma democracia vibrante. Uma Câmara Municipal moderna não é apenas um prédio novo, mas um símbolo do compromisso com a participação cidadã e com a qualidade do debate público.

Que este projeto se concretize e que a nova sede seja, de fato, um espaço da cidadania – não apenas dos vereadores, mas de toda a população.

Um Marco para a Democracia Local: A Nova Sede da Câmara Municipal

 

A iniciativa de construir uma nova sede para a Câmara Municipal representa um avanço significativo para o fortalecimento das instituições democráticas locais. A reunião entre a prefeita Sheila Lemos e a Mesa Diretora da Câmara demonstra um compromisso louvável com a modernização do Legislativo e a ampliação dos canais de participação popular.

Sheila Lemos merece reconhecimento por sua receptividade às propostas apresentadas e por compreender que um Legislativo forte e bem estruturado é essencial para o equilíbrio dos poderes. Sua disposição em ser parceira neste projeto evidencia uma visão administrativa que valoriza as instituições democráticas.

O presidente Ivan Cordeiro e os demais membros da Mesa Diretora – Luciano Gomes, Hermínio Oliveira, Cris Rocha e Dinho dos Campinhos – demonstraram responsabilidade ao priorizar não apenas melhorias nas condições de trabalho dos vereadores, mas também espaços dedicados à interação com a comunidade.

As limitações da atual sede evidenciam que esta não é uma obra de vaidade, mas uma necessidade concreta. Um espaço adequado para audiências públicas, reuniões e atendimento à população é fundamental para que o Legislativo cumpra seu papel de representação popular com excelência.

A transparência e acessibilidade mencionadas como objetivos do projeto são valores essenciais para uma democracia vibrante. Uma Câmara Municipal moderna não é apenas um prédio novo, mas um símbolo do compromisso com a participação cidadã e com a qualidade do debate público.

Que este projeto se concretize e que a nova sede seja, de fato, um espaço da cidadania – não apenas dos vereadores, mas de toda a população.

ARTIGO – RESGATANDO NOSSA MEMÓRIA: O LEGADO DE TANAJURA E O FUTURO DE CONQUISTA

 

 

 

Na manhã desta segunda-feira, 14 de abril, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista foi palco de um encontro significativo, quando o Professor Doutor Mozart Tanajura Jr., filho do eminente historiador Mozart Tanajura, realizou uma visita ao presidente Ivan Cordeiro. Este encontro, ocorrido em dia normal de expediente e não durante sessão legislativa, representou um momento singular de reflexão sobre nossa identidade cultural e responsabilidade histórica.

Durante a cordial visita, o Professor Tanajura Jr. teve a oportunidade de conversar com o presidente da Casa sobre a obra “História de Conquista: Crônica de uma Cidade”, legado monumental de seu pai. Este livro representa mais que um simples registro cronológico – é o DNA literário de nossa comunidade, a narrativa que conecta gerações e fundamenta nossa existência enquanto povo. Contudo, o tempo tem sido implacável com este patrimônio intelectual. Exemplares raros, páginas amareladas pelo tempo, uma memória que se esvanece: este é o atual estado desta joia bibliográfica conquistense.

Em sua conversa com o presidente Cordeiro, Tanajura Jr. não apenas evocou a memória de seu pai, mas apresentou uma preocupação coletiva: a necessidade de resgatar e preservar este manancial histórico através da republicação autônoma da obra. Suas considerações apontaram que nossa identidade está intrinsecamente vinculada à memória que preservamos. Quando permitimos que nossa história se apague, condenamos nossas futuras gerações a viverem em uma comunidade sem raízes, sem narrativa própria, sem alma.

O tema apresentado ao presidente da Câmara transcendeu o mero pedido institucional. Ao sugerir que a republicação da obra fosse considerada como prioridade, Tanajura Jr. depositou nesta Casa a confiança de que os representantes do povo compreendem seu papel como guardiões da memória coletiva. A história não é propriedade de historiadores – é patrimônio público, alicerce sobre o qual construímos nossa cidadania.

Em resposta que demonstrou notável sensibilidade cívica durante o encontro, o presidente Cordeiro não apenas acolheu a proposta, mas a elevou a um novo patamar ao convidar o próprio Professor Tanajura Jr. para atuar como consultor do projeto. Esta iniciativa, caso concretizada, asseguraria que a reedição mantivesse a integridade intelectual e o rigor metodológico que caracterizaram a obra original, agora enriquecida pela perspectiva acadêmica de seu filho.

Este movimento ocorre em momento emblemático – o ano do centenário de José Pedral, outra figura cujo legado se entrelaça à narrativa conquistense. Ao valorizarmos simultaneamente o historiador Mozart Tanajura e personalidades como o ex-vereador Ney Ferreira e Silva, reafirmamos um princípio fundamental: a grandeza de Vitória da Conquista reside na continuidade entre passado, presente e futuro, mediada por aqueles que dedicaram suas vidas a servir esta comunidade.

A republicação da obra de Tanajura não representaria apenas justiça histórica a seu autor – constituiria ato de responsabilidade geracional. É nosso dever assegurar que as crianças e jovens conquistenses possam conhecer suas origens, compreender os desafios enfrentados por seus antepassados e, assim, desenvolver o amor consciente pela terra que habitam.

Que este projeto possa unir forças políticas, instituições educacionais e sociedade civil em torno de um objetivo comum: garantir que a história de Conquista permaneça viva, acessível e inspiradora para as próximas gerações. Porque um povo sem memória é um povo sem futuro, e nossa cidade merece muito mais que o esquecimento.

(Padre Carlos)

ARTIGO – RESGATANDO NOSSA MEMÓRIA: O LEGADO DE TANAJURA E O FUTURO DE CONQUISTA

 

 

 

Na manhã desta segunda-feira, 14 de abril, a Câmara Municipal de Vitória da Conquista foi palco de um encontro significativo, quando o Professor Doutor Mozart Tanajura Jr., filho do eminente historiador Mozart Tanajura, realizou uma visita ao presidente Ivan Cordeiro. Este encontro, ocorrido em dia normal de expediente e não durante sessão legislativa, representou um momento singular de reflexão sobre nossa identidade cultural e responsabilidade histórica.

Durante a cordial visita, o Professor Tanajura Jr. teve a oportunidade de conversar com o presidente da Casa sobre a obra “História de Conquista: Crônica de uma Cidade”, legado monumental de seu pai. Este livro representa mais que um simples registro cronológico – é o DNA literário de nossa comunidade, a narrativa que conecta gerações e fundamenta nossa existência enquanto povo. Contudo, o tempo tem sido implacável com este patrimônio intelectual. Exemplares raros, páginas amareladas pelo tempo, uma memória que se esvanece: este é o atual estado desta joia bibliográfica conquistense.

Em sua conversa com o presidente Cordeiro, Tanajura Jr. não apenas evocou a memória de seu pai, mas apresentou uma preocupação coletiva: a necessidade de resgatar e preservar este manancial histórico através da republicação autônoma da obra. Suas considerações apontaram que nossa identidade está intrinsecamente vinculada à memória que preservamos. Quando permitimos que nossa história se apague, condenamos nossas futuras gerações a viverem em uma comunidade sem raízes, sem narrativa própria, sem alma.

O tema apresentado ao presidente da Câmara transcendeu o mero pedido institucional. Ao sugerir que a republicação da obra fosse considerada como prioridade, Tanajura Jr. depositou nesta Casa a confiança de que os representantes do povo compreendem seu papel como guardiões da memória coletiva. A história não é propriedade de historiadores – é patrimônio público, alicerce sobre o qual construímos nossa cidadania.

Em resposta que demonstrou notável sensibilidade cívica durante o encontro, o presidente Cordeiro não apenas acolheu a proposta, mas a elevou a um novo patamar ao convidar o próprio Professor Tanajura Jr. para atuar como consultor do projeto. Esta iniciativa, caso concretizada, asseguraria que a reedição mantivesse a integridade intelectual e o rigor metodológico que caracterizaram a obra original, agora enriquecida pela perspectiva acadêmica de seu filho.

Este movimento ocorre em momento emblemático – o ano do centenário de José Pedral, outra figura cujo legado se entrelaça à narrativa conquistense. Ao valorizarmos simultaneamente o historiador Mozart Tanajura e personalidades como o ex-vereador Ney Ferreira e Silva, reafirmamos um princípio fundamental: a grandeza de Vitória da Conquista reside na continuidade entre passado, presente e futuro, mediada por aqueles que dedicaram suas vidas a servir esta comunidade.

A republicação da obra de Tanajura não representaria apenas justiça histórica a seu autor – constituiria ato de responsabilidade geracional. É nosso dever assegurar que as crianças e jovens conquistenses possam conhecer suas origens, compreender os desafios enfrentados por seus antepassados e, assim, desenvolver o amor consciente pela terra que habitam.

Que este projeto possa unir forças políticas, instituições educacionais e sociedade civil em torno de um objetivo comum: garantir que a história de Conquista permaneça viva, acessível e inspiradora para as próximas gerações. Porque um povo sem memória é um povo sem futuro, e nossa cidade merece muito mais que o esquecimento.

(Padre Carlos)

TRAGÉDIA EM CHAMAS: CONQUISTA ACORDA COM MISTÉRIO E LUTO NO JARDIM GUANABARA

O domingo, 13 de abril, amanheceu com um céu pesado e um clima de consternação em Vitória da Conquista. A cidade foi sacudida por uma notícia brutal: o corpo de Geovane, de apenas 40 anos, foi encontrado dentro de um carro incendiado no Bairro Jardim Guanabara.

O caso chocou não apenas pela tragédia em si, mas pela forma violenta e enigmática com que ocorreu. O veículo carbonizado foi localizado nas primeiras horas da manhã, e ao que tudo indica, o fogo já havia consumido quase tudo — exceto o impacto que essa cena deixaria na memória dos moradores e na rotina de uma cidade que, a cada dia, se vê diante de novos episódios de violência e incerteza.

A Polícia Civil já iniciou as investigações, mas ainda não há informações confirmadas sobre a motivação do crime, nem se trata-se de um homicídio, suicídio ou outro tipo de ocorrência. O que se sabe, até o momento, é que Geovane era uma pessoa conhecida e querida, com vínculos na comunidade e muitos amigos, que agora estão em estado de choque diante do ocorrido.

O corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade, onde passará por perícia. A cidade, apelidada carinhosamente de “Joia do Sertão Baiano”, volta a ser cenário de uma dor coletiva que já não é mais rara.

Enquanto familiares buscam forças para entender o inexplicável, a população clama por respostas — e principalmente por paz. O silêncio do Jardim Guanabara agora é cortado por sirenes, lágrimas e perguntas sem resposta.

O que aconteceu com Geovane?
E o mais inquietante: quem será o próximo nome a se tornar estatística de um domingo sangrento no interior da Bahia?

TRAGÉDIA EM CHAMAS: CONQUISTA ACORDA COM MISTÉRIO E LUTO NO JARDIM GUANABARA

O domingo, 13 de abril, amanheceu com um céu pesado e um clima de consternação em Vitória da Conquista. A cidade foi sacudida por uma notícia brutal: o corpo de Geovane, de apenas 40 anos, foi encontrado dentro de um carro incendiado no Bairro Jardim Guanabara.

O caso chocou não apenas pela tragédia em si, mas pela forma violenta e enigmática com que ocorreu. O veículo carbonizado foi localizado nas primeiras horas da manhã, e ao que tudo indica, o fogo já havia consumido quase tudo — exceto o impacto que essa cena deixaria na memória dos moradores e na rotina de uma cidade que, a cada dia, se vê diante de novos episódios de violência e incerteza.

A Polícia Civil já iniciou as investigações, mas ainda não há informações confirmadas sobre a motivação do crime, nem se trata-se de um homicídio, suicídio ou outro tipo de ocorrência. O que se sabe, até o momento, é que Geovane era uma pessoa conhecida e querida, com vínculos na comunidade e muitos amigos, que agora estão em estado de choque diante do ocorrido.

O corpo foi encaminhado ao Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade, onde passará por perícia. A cidade, apelidada carinhosamente de “Joia do Sertão Baiano”, volta a ser cenário de uma dor coletiva que já não é mais rara.

Enquanto familiares buscam forças para entender o inexplicável, a população clama por respostas — e principalmente por paz. O silêncio do Jardim Guanabara agora é cortado por sirenes, lágrimas e perguntas sem resposta.

O que aconteceu com Geovane?
E o mais inquietante: quem será o próximo nome a se tornar estatística de um domingo sangrento no interior da Bahia?

TIROS, SIRENES E MISTÉRIO: OPERAÇÃO POLICIAL TERMINA EM MORTES EM BARRA DO CHOÇA!

A tranquilidade da tarde deste domingo (13) foi brutalmente interrompida em Barra do Choça, a apenas 25 km de Vitória da Conquista. Uma operação da Polícia Militar terminou com dois homens mortos, após um intenso confronto que deixou a população local em estado de alerta.

Segundo informações preliminares, os homens — ainda não identificados oficialmente — teriam reagido à abordagem policial durante uma ação de repressão ao tráfico de drogas e combate à criminalidade na região. Baleados, os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados ao hospital municipal, mas não resistiram aos ferimentos.

TIROTEIO E TENSÃO

Moradores relataram momentos de pânico, com barulhos de tiros e sirenes cortando o silêncio da cidade. “Parecia cena de filme”, disse uma moradora que preferiu não se identificar. Apesar do clima de tensão, não houve feridos entre os policiais nem relatos de danos a civis.

Equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) estiveram no local para os devidos procedimentos legais, e os corpos foram encaminhados ao IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil já informou que vai abrir inquérito para apurar a ação, que deve ser detalhada em comunicado oficial nas próximas horas.

MORTE SEM NOME, CRIME SEM ROSTO

Até agora, nenhuma arma foi apresentada oficialmente, e as circunstâncias exatas do confronto permanecem sob investigação. A ausência de identificação dos mortos e o silêncio oficial reforçam o clima de dúvida e expectativa entre os moradores.

O episódio reacende o debate sobre a violência no interior da Bahia e os limites das operações policiais em áreas de vulnerabilidade social. Barra do Choça, conhecida por seu café e tranquilidade, agora carrega as marcas de um domingo sangrento que promete repercutir por muitos dias.

A comunidade aguarda respostas. E a pergunta ecoa: quem eram os mortos — criminosos perigosos ou mais dois rostos anônimos das estatísticas da violência?

TIROS, SIRENES E MISTÉRIO: OPERAÇÃO POLICIAL TERMINA EM MORTES EM BARRA DO CHOÇA!

A tranquilidade da tarde deste domingo (13) foi brutalmente interrompida em Barra do Choça, a apenas 25 km de Vitória da Conquista. Uma operação da Polícia Militar terminou com dois homens mortos, após um intenso confronto que deixou a população local em estado de alerta.

Segundo informações preliminares, os homens — ainda não identificados oficialmente — teriam reagido à abordagem policial durante uma ação de repressão ao tráfico de drogas e combate à criminalidade na região. Baleados, os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados ao hospital municipal, mas não resistiram aos ferimentos.

TIROTEIO E TENSÃO

Moradores relataram momentos de pânico, com barulhos de tiros e sirenes cortando o silêncio da cidade. “Parecia cena de filme”, disse uma moradora que preferiu não se identificar. Apesar do clima de tensão, não houve feridos entre os policiais nem relatos de danos a civis.

Equipes do Departamento de Polícia Técnica (DPT) estiveram no local para os devidos procedimentos legais, e os corpos foram encaminhados ao IML de Vitória da Conquista. A Polícia Civil já informou que vai abrir inquérito para apurar a ação, que deve ser detalhada em comunicado oficial nas próximas horas.

MORTE SEM NOME, CRIME SEM ROSTO

Até agora, nenhuma arma foi apresentada oficialmente, e as circunstâncias exatas do confronto permanecem sob investigação. A ausência de identificação dos mortos e o silêncio oficial reforçam o clima de dúvida e expectativa entre os moradores.

O episódio reacende o debate sobre a violência no interior da Bahia e os limites das operações policiais em áreas de vulnerabilidade social. Barra do Choça, conhecida por seu café e tranquilidade, agora carrega as marcas de um domingo sangrento que promete repercutir por muitos dias.

A comunidade aguarda respostas. E a pergunta ecoa: quem eram os mortos — criminosos perigosos ou mais dois rostos anônimos das estatísticas da violência?