Política e Resenha

Golpe Revelado: Polícia Desmantela Quadrilha que Clonava Motos na Bahia!

Uma megaoperação da Polícia Civil da Bahia desmantelou um esquema criminoso que aterrorizava motociclistas no sudoeste do estado. Dois homens, de 38 e 51 anos, foram presos em flagrante na manhã desta quinta-feira (13) pelos crimes de receptação e adulteração de veículos, em ação coordenada entre as cidades de Vitória da Conquista e Itambé.

A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista revelou que o suspeito mais jovem era um dos principais responsáveis por furtos de motocicletas na região. Em sua casa, os investigadores encontraram uma Honda CG 160 Fan vermelha com chassi e motor adulterados. Além disso, dentro de sua mochila, foram apreendidos uma pedra, três chaves L e uma catraca, ferramentas comumente usadas para roubar motos.

Mas o esquema ia além do simples roubo. A polícia rastreou a rota das motocicletas furtadas até uma oficina clandestina em Itambé, onde o segundo suspeito, de 51 anos, foi preso em flagrante. No local, foram encontradas cinco motocicletas desmanchadas, peças furtadas e ferramentas para adulteração de chassis e motores. Segundo os investigadores, ele era o responsável por “pinar” os veículos, um processo de remarcação ilegal que fazia as motos parecerem regularizadas.

As investigações apontam que a quadrilha transformava motos roubadas em “dublês”, clonando dados de veículos legais. Essas motos adulteradas eram então vendidas para cidades como Ibicuí, Macarani e Belo Campo, enganando compradores desavisados. O esquema contava ainda com a participação de um funcionário do Detran de Itapetinga, que fornecia documentação fraudulenta e novos registros RENAVAN para os veículos clonados.

Os dois criminosos já foram encaminhados ao Conjunto Penal de Vitória da Conquista, onde aguardam decisão judicial. Enquanto isso, os materiais apreendidos, incluindo celulares e peças de motos, passarão por perícia para aprofundar as investigações e identificar mais envolvidos no esquema.

A polícia alerta para que possíveis vítimas que tenham comprado motos suspeitas procurem as autoridades para averiguar a procedência do veículo. A operação segue em andamento e mais prisões podem ocorrer nos próximos dias.

Golpe Revelado: Polícia Desmantela Quadrilha que Clonava Motos na Bahia!

Uma megaoperação da Polícia Civil da Bahia desmantelou um esquema criminoso que aterrorizava motociclistas no sudoeste do estado. Dois homens, de 38 e 51 anos, foram presos em flagrante na manhã desta quinta-feira (13) pelos crimes de receptação e adulteração de veículos, em ação coordenada entre as cidades de Vitória da Conquista e Itambé.

A Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR) de Vitória da Conquista revelou que o suspeito mais jovem era um dos principais responsáveis por furtos de motocicletas na região. Em sua casa, os investigadores encontraram uma Honda CG 160 Fan vermelha com chassi e motor adulterados. Além disso, dentro de sua mochila, foram apreendidos uma pedra, três chaves L e uma catraca, ferramentas comumente usadas para roubar motos.

Mas o esquema ia além do simples roubo. A polícia rastreou a rota das motocicletas furtadas até uma oficina clandestina em Itambé, onde o segundo suspeito, de 51 anos, foi preso em flagrante. No local, foram encontradas cinco motocicletas desmanchadas, peças furtadas e ferramentas para adulteração de chassis e motores. Segundo os investigadores, ele era o responsável por “pinar” os veículos, um processo de remarcação ilegal que fazia as motos parecerem regularizadas.

As investigações apontam que a quadrilha transformava motos roubadas em “dublês”, clonando dados de veículos legais. Essas motos adulteradas eram então vendidas para cidades como Ibicuí, Macarani e Belo Campo, enganando compradores desavisados. O esquema contava ainda com a participação de um funcionário do Detran de Itapetinga, que fornecia documentação fraudulenta e novos registros RENAVAN para os veículos clonados.

Os dois criminosos já foram encaminhados ao Conjunto Penal de Vitória da Conquista, onde aguardam decisão judicial. Enquanto isso, os materiais apreendidos, incluindo celulares e peças de motos, passarão por perícia para aprofundar as investigações e identificar mais envolvidos no esquema.

A polícia alerta para que possíveis vítimas que tenham comprado motos suspeitas procurem as autoridades para averiguar a procedência do veículo. A operação segue em andamento e mais prisões podem ocorrer nos próximos dias.

TRABALHADORES PEDEM SOCORRO! NOVA REGRA PODE MUDAR TUDO SOBRE FERIADOS E DOMINGOS!

O comércio brasileiro está prestes a enfrentar uma mudança radical nas regras para trabalho em feriados e domingos. A partir de 1º de julho, entra em vigor a Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estabelecendo que os trabalhadores do comércio só poderão atuar nesses dias caso haja uma negociação coletiva entre empresas e sindicatos.

A nova medida promete gerar impactos profundos no setor e já divide opiniões. Para os trabalhadores, a mudança representa uma proteção essencial contra abusos, garantindo que aqueles que precisarem trabalhar em feriados recebam compensações justas, como pagamento adicional ou folgas compensatórias.

Por outro lado, muitos empresários alertam para o risco de fechamento do comércio em feriados, caso os sindicatos e as empresas não cheguem a um acordo. Grandes redes podem ter força para negociar, mas pequenos comerciantes podem sofrer prejuízos, impactando diretamente a economia e o bolso dos consumidores.

A portaria também exige que as empresas iniciem imediatamente as tratativas com os sindicatos para garantir que tudo esteja dentro da nova regulamentação. Caso contrário, o risco de sanções e paralisações cresce exponencialmente.

Enquanto o governo argumenta que a nova regra equilibra os direitos trabalhistas e as necessidades empresariais, o mercado se pergunta: haverá espaço para acordos ou o comércio será prejudicado?

A contagem regressiva já começou e, com ela, a incerteza sobre o futuro do comércio brasileiro.

TRABALHADORES PEDEM SOCORRO! NOVA REGRA PODE MUDAR TUDO SOBRE FERIADOS E DOMINGOS!

O comércio brasileiro está prestes a enfrentar uma mudança radical nas regras para trabalho em feriados e domingos. A partir de 1º de julho, entra em vigor a Portaria nº 3.665/2023, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estabelecendo que os trabalhadores do comércio só poderão atuar nesses dias caso haja uma negociação coletiva entre empresas e sindicatos.

A nova medida promete gerar impactos profundos no setor e já divide opiniões. Para os trabalhadores, a mudança representa uma proteção essencial contra abusos, garantindo que aqueles que precisarem trabalhar em feriados recebam compensações justas, como pagamento adicional ou folgas compensatórias.

Por outro lado, muitos empresários alertam para o risco de fechamento do comércio em feriados, caso os sindicatos e as empresas não cheguem a um acordo. Grandes redes podem ter força para negociar, mas pequenos comerciantes podem sofrer prejuízos, impactando diretamente a economia e o bolso dos consumidores.

A portaria também exige que as empresas iniciem imediatamente as tratativas com os sindicatos para garantir que tudo esteja dentro da nova regulamentação. Caso contrário, o risco de sanções e paralisações cresce exponencialmente.

Enquanto o governo argumenta que a nova regra equilibra os direitos trabalhistas e as necessidades empresariais, o mercado se pergunta: haverá espaço para acordos ou o comércio será prejudicado?

A contagem regressiva já começou e, com ela, a incerteza sobre o futuro do comércio brasileiro.

TRAGÉDIA NO ANEL VIÁRIO: MOTOCICLISTA FICA FERIDO EM COLISÃO VIOLENTA!

Mais um grave acidente envolvendo motociclistas foi registrado em Vitória da Conquista. Na noite desta quinta-feira (13), um motociclista ficou ferido após colidir com um carro no Anel Viário, trecho que liga a BR-116.

A cena do acidente chamou a atenção de quem passava pelo local. O impacto foi forte o suficiente para deixar o motociclista caído no asfalto, enquanto motoristas reduziam a velocidade para tentar entender a gravidade da situação.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foram acionadas e prestaram os primeiros socorros à vítima, cujo nome ainda não foi divulgado. O estado de saúde do motociclista segue desconhecido, mas há preocupação sobre a gravidade dos ferimentos.

A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para registrar a ocorrência e controlar o tráfego na região, que já soma um histórico preocupante de acidentes.

Com a alta frequência de colisões, fica o alerta para a necessidade urgente de medidas que garantam mais segurança no trânsito, especialmente para motociclistas, que continuam sendo as maiores vítimas da imprudência e das falhas na infraestrutura viária.

TRAGÉDIA NO ANEL VIÁRIO: MOTOCICLISTA FICA FERIDO EM COLISÃO VIOLENTA!

Mais um grave acidente envolvendo motociclistas foi registrado em Vitória da Conquista. Na noite desta quinta-feira (13), um motociclista ficou ferido após colidir com um carro no Anel Viário, trecho que liga a BR-116.

A cena do acidente chamou a atenção de quem passava pelo local. O impacto foi forte o suficiente para deixar o motociclista caído no asfalto, enquanto motoristas reduziam a velocidade para tentar entender a gravidade da situação.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) foram acionadas e prestaram os primeiros socorros à vítima, cujo nome ainda não foi divulgado. O estado de saúde do motociclista segue desconhecido, mas há preocupação sobre a gravidade dos ferimentos.

A Polícia Rodoviária Federal foi acionada para registrar a ocorrência e controlar o tráfego na região, que já soma um histórico preocupante de acidentes.

Com a alta frequência de colisões, fica o alerta para a necessidade urgente de medidas que garantam mais segurança no trânsito, especialmente para motociclistas, que continuam sendo as maiores vítimas da imprudência e das falhas na infraestrutura viária.

ADEUS A UMA EDUCADORA INESQUECÍVEL: VITÓRIA DA CONQUISTA SE DESPEDE DE IZA ALMEIDA

A cidade de Vitória da Conquista está de luto com a partida de Iza Almeida, ex-professora do Colégio Dinâmico, que faleceu aos 61 anos. Mais do que uma educadora, Iza foi uma referência de carinho, dedicação e amizade, deixando um legado que transcende as salas de aula. Sua morte nesta sexta-feira (14) gerou uma onda de comoção, unindo ex-alunos, colegas e amigos em uma despedida marcada por emoção e saudade.

UMA VIDA DEDICADA AO ENSINO E AO AMOR PELO PRÓXIMO

Iza Almeida não apenas ensinava, mas inspirava. Sua presença nas salas de aula do Colégio Dinâmico era sinônimo de aprendizado e afeto, características que fizeram dela uma figura inesquecível para aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. A notícia de seu falecimento ecoou por toda a cidade, levando muitos a expressarem seu pesar e gratidão nas redes sociais.

Em nota oficial, o Colégio Dinâmico prestou homenagem à ex-professora, destacando o impacto positivo de sua trajetória. “É com imensa tristeza que lamentamos o falecimento de Iza Almeida, nossa ex-professora e amiga. Nossas sinceras condolências à família e amigos, e que Deus conforte todos os corações neste momento de dor.”

ÚLTIMA HOMENAGEM: VELÓRIO E SEPULTAMENTO

O velório de Iza Almeida está acontecendo no Salão Nobre da Paz Nacional, localizado na Rua 289, no bairro São Vicente. Familiares, amigos e ex-alunos comparecem em peso para dar o último adeus à professora que marcou tantas vidas.

O sepultamento está previsto para as 16h desta sexta-feira, no Cemitério Parque da Cidade, onde sua história se encerra fisicamente, mas sua memória permanecerá viva nos corações daqueles que tiveram a honra de conhecê-la.

Vitória da Conquista se despede de uma de suas grandes educadoras. Descanse em paz, Iza Almeida. 🌹

ADEUS A UMA EDUCADORA INESQUECÍVEL: VITÓRIA DA CONQUISTA SE DESPEDE DE IZA ALMEIDA

A cidade de Vitória da Conquista está de luto com a partida de Iza Almeida, ex-professora do Colégio Dinâmico, que faleceu aos 61 anos. Mais do que uma educadora, Iza foi uma referência de carinho, dedicação e amizade, deixando um legado que transcende as salas de aula. Sua morte nesta sexta-feira (14) gerou uma onda de comoção, unindo ex-alunos, colegas e amigos em uma despedida marcada por emoção e saudade.

UMA VIDA DEDICADA AO ENSINO E AO AMOR PELO PRÓXIMO

Iza Almeida não apenas ensinava, mas inspirava. Sua presença nas salas de aula do Colégio Dinâmico era sinônimo de aprendizado e afeto, características que fizeram dela uma figura inesquecível para aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. A notícia de seu falecimento ecoou por toda a cidade, levando muitos a expressarem seu pesar e gratidão nas redes sociais.

Em nota oficial, o Colégio Dinâmico prestou homenagem à ex-professora, destacando o impacto positivo de sua trajetória. “É com imensa tristeza que lamentamos o falecimento de Iza Almeida, nossa ex-professora e amiga. Nossas sinceras condolências à família e amigos, e que Deus conforte todos os corações neste momento de dor.”

ÚLTIMA HOMENAGEM: VELÓRIO E SEPULTAMENTO

O velório de Iza Almeida está acontecendo no Salão Nobre da Paz Nacional, localizado na Rua 289, no bairro São Vicente. Familiares, amigos e ex-alunos comparecem em peso para dar o último adeus à professora que marcou tantas vidas.

O sepultamento está previsto para as 16h desta sexta-feira, no Cemitério Parque da Cidade, onde sua história se encerra fisicamente, mas sua memória permanecerá viva nos corações daqueles que tiveram a honra de conhecê-la.

Vitória da Conquista se despede de uma de suas grandes educadoras. Descanse em paz, Iza Almeida. 🌹

CAOS EM BATE-PÉ: MORADORES DENUNCIAM TRÊS MESES SEM ÁGUA E EMBASA SEGUE EM SILÊNCIO!

A população do distrito de Bate-Pé, em Vitória da Conquista, enfrenta uma crise sem precedentes: há três meses, as torneiras estão secas, e a única alternativa tem sido a distribuição emergencial de água feita pela Prefeitura. O problema teve início com as obras na estrada que liga Pradoso a Bate-Pé, realizadas pelo Governo Estadual, e desde então, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) não restabeleceu o abastecimento.

Enquanto a Embasa mantém silêncio sobre a situação, famílias inteiras sofrem com a falta de um recurso essencial para a sobrevivência. No povoado de São Joaquim, uma das localidades mais atingidas, cerca de 38 famílias recorreram ao Posto Avançado de Atendimento ao Cidadão (PAAC/Subprefeitura de Bate-Pé) pedindo socorro. A resposta veio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SMDR), que destinou um carro-pipa para minimizar os impactos da crise. Mesmo assim, a distribuição emergencial não supre a demanda de toda a população.

“ESTAMOS PASSANDO MUITA NECESSIDADE”

Moradores relatam que a situação já era preocupante antes mesmo das obras, mas com o rompimento de canos e a retirada de registros, o abastecimento simplesmente deixou de existir. “Antes, faltava água a cada cinco dias. Agora, não temos mais nada. Tiraram registros, quebraram os canos e nos deixaram sem água. Estamos passando muita necessidade”, desabafou Neuza Oliveira, residente de Bate-Pé.

O mais revoltante, segundo os moradores, é que as contas de água continuam chegando. “Pago minhas contas em dia, mas a Embasa não cumpre a obrigação dela”, denunciou Neuza, exibindo os boletos quitados.

Para Rosânia Pereira, que cuida de idosos e de um recém-nascido, a situação é desesperadora. “Estamos há três meses sem água. Como cuidar de um bebê sem água para o banho, para a comida? O carro-pipa ajuda, mas não é suficiente. Precisamos que a Embasa resolva isso imediatamente”, cobrou a moradora.

PREFEITURA AGE PARA CONTORNAR O PROBLEMA

Diante da calamidade, a Prefeitura de Vitória da Conquista decidiu intervir. O coordenador do PAAC/Subprefeitura de Bate-Pé, Augusto Cardoso, afirmou que a gestão municipal agiu prontamente após os inúmeros apelos da comunidade. “Sensibilizados pelo clamor dessas pessoas, conversamos com a prefeita Sheila Lemos e com o secretário de Desenvolvimento Rural, Breno Faria, que prontamente disponibilizaram um carro-pipa”, destacou.

Apesar do esforço da administração municipal, a responsabilidade principal continua sendo da Embasa, que, segundo Cardoso, tem a obrigação de fornecer, no mínimo, 6 metros cúbicos de água por mês a cada usuário. “Eles cobram, mas não entregam. A comunidade tem o direito de exigir o serviço que paga”, frisou.

ATÉ QUANDO A EMBASA VAI IGNORAR O SOFRIMENTO DA POPULAÇÃO?

O silêncio da Embasa e a demora em restabelecer o serviço geram indignação. Moradores temem que a situação se prolongue ainda mais, enquanto enfrentam temperaturas elevadas e dificuldades extremas para realizar tarefas básicas do dia a dia.

A crise hídrica em Bate-Pé expõe a fragilidade do sistema de abastecimento e levanta questionamentos sobre a atuação da Embasa em Vitória da Conquista. A população exige respostas e, mais do que isso, soluções imediatas. Afinal, até quando centenas de famílias continuarão reféns da falta d’água e do descaso?

CAOS EM BATE-PÉ: MORADORES DENUNCIAM TRÊS MESES SEM ÁGUA E EMBASA SEGUE EM SILÊNCIO!

A população do distrito de Bate-Pé, em Vitória da Conquista, enfrenta uma crise sem precedentes: há três meses, as torneiras estão secas, e a única alternativa tem sido a distribuição emergencial de água feita pela Prefeitura. O problema teve início com as obras na estrada que liga Pradoso a Bate-Pé, realizadas pelo Governo Estadual, e desde então, a Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa) não restabeleceu o abastecimento.

Enquanto a Embasa mantém silêncio sobre a situação, famílias inteiras sofrem com a falta de um recurso essencial para a sobrevivência. No povoado de São Joaquim, uma das localidades mais atingidas, cerca de 38 famílias recorreram ao Posto Avançado de Atendimento ao Cidadão (PAAC/Subprefeitura de Bate-Pé) pedindo socorro. A resposta veio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Rural (SMDR), que destinou um carro-pipa para minimizar os impactos da crise. Mesmo assim, a distribuição emergencial não supre a demanda de toda a população.

“ESTAMOS PASSANDO MUITA NECESSIDADE”

Moradores relatam que a situação já era preocupante antes mesmo das obras, mas com o rompimento de canos e a retirada de registros, o abastecimento simplesmente deixou de existir. “Antes, faltava água a cada cinco dias. Agora, não temos mais nada. Tiraram registros, quebraram os canos e nos deixaram sem água. Estamos passando muita necessidade”, desabafou Neuza Oliveira, residente de Bate-Pé.

O mais revoltante, segundo os moradores, é que as contas de água continuam chegando. “Pago minhas contas em dia, mas a Embasa não cumpre a obrigação dela”, denunciou Neuza, exibindo os boletos quitados.

Para Rosânia Pereira, que cuida de idosos e de um recém-nascido, a situação é desesperadora. “Estamos há três meses sem água. Como cuidar de um bebê sem água para o banho, para a comida? O carro-pipa ajuda, mas não é suficiente. Precisamos que a Embasa resolva isso imediatamente”, cobrou a moradora.

PREFEITURA AGE PARA CONTORNAR O PROBLEMA

Diante da calamidade, a Prefeitura de Vitória da Conquista decidiu intervir. O coordenador do PAAC/Subprefeitura de Bate-Pé, Augusto Cardoso, afirmou que a gestão municipal agiu prontamente após os inúmeros apelos da comunidade. “Sensibilizados pelo clamor dessas pessoas, conversamos com a prefeita Sheila Lemos e com o secretário de Desenvolvimento Rural, Breno Faria, que prontamente disponibilizaram um carro-pipa”, destacou.

Apesar do esforço da administração municipal, a responsabilidade principal continua sendo da Embasa, que, segundo Cardoso, tem a obrigação de fornecer, no mínimo, 6 metros cúbicos de água por mês a cada usuário. “Eles cobram, mas não entregam. A comunidade tem o direito de exigir o serviço que paga”, frisou.

ATÉ QUANDO A EMBASA VAI IGNORAR O SOFRIMENTO DA POPULAÇÃO?

O silêncio da Embasa e a demora em restabelecer o serviço geram indignação. Moradores temem que a situação se prolongue ainda mais, enquanto enfrentam temperaturas elevadas e dificuldades extremas para realizar tarefas básicas do dia a dia.

A crise hídrica em Bate-Pé expõe a fragilidade do sistema de abastecimento e levanta questionamentos sobre a atuação da Embasa em Vitória da Conquista. A população exige respostas e, mais do que isso, soluções imediatas. Afinal, até quando centenas de famílias continuarão reféns da falta d’água e do descaso?

Amigas Além do Tempo: Uma Crônica Sobre Afeto e Eternidade (Padre Carlos)

 

 

Era uma tarde dessas que o sol resolve dar um show, sabe? O céu todo laranja, quase vermelho, como se alguém tivesse derramado tinta sem querer. Eu tava lá, sentada na beira do rio, os pés balançando perto da água, que corria devagarinho, sem pressa nenhuma. O vento soprava leve, trazendo aquele cheiro gostoso de terra molhada — igual quando eu era pequena e corria no quintal da vó depois da chuva. E aí, do nada, no meio daquele silêncio cheio de barulhinhos — a água, os passarinhos —, a saudade bateu. Bateu forte, tipo um soco que você não espera.

Pensei na Clara, minha amiga de sempre. Aquela que me conhece de cabo a rabo e mesmo assim ainda gosta de mim. A gente cresceu grudada, correndo pelo campo com o cabelo voando, os pés pretos de terra, rindo de qualquer bobagem. À noite, quando a lua aparecia redonda e brilhante, sem nuvem pra atrapalhar, a gente deitava na grama e ficava inventando história pras estrelas. Clara jurava que a mais brilhante era a nossa estrela da sorte. Eu acreditava, claro, porque com ela tudo parecia dar certo.

Mas a vida, né? Ela tem esse jeitinho chato de separar as pessoas. Clara foi embora pra uma cidade grande, cheia de prédio e buzina, pra virar médica — o sonho dela desde que a gente assistiu Patch Adams juntas e ela disse que queria ajudar gente de verdade. Eu fiquei aqui, na nossa cidadezinha onde todo mundo se conhece pelo apelido e o tempo anda devagar. No começo, era ligação todo dia, mensagem de boa noite, mas aí, aos poucos, a coisa foi esfriando. As conversas ficaram curtas, tipo “tá tudo bem?”, e a saudade só aumentou, danada que é.

Tem dia que eu coloco aquele filme bobo que a gente amava, uma comédia romântica que já sei de cor — o mocinho tropeçando na rua, a gente rindo até a barriga doer. Agora eu vejo sozinha, mas juro que escuto a risada dela, meio rouca, meio desengonçada, ecoando no quarto. Ou quando toca Garota de Ipanema no rádio — a gente cantava desafinado no karaokê da esquina —, eu fecho os olhos e quase vejo ela dançando, sem ligar pra quem tava olhando. É uma mistura esquisita, sabe? Saudade que dói, mas que também faz bem.

Nessa tarde, com o sol se escondendo e o céu pegando fogo, o vento parecia trazer a voz dela, rindo de alguma piada idiota que só a gente pegava. A saudade apertava o peito, mas também aquecia, porque lembrar dela é bom demais. Eu via a gente em volta da fogueira, o fogo estalando, o rosto quente, contando histórias até o dia clarear. O coração ficava cheio, mesmo estando tão vazio.

A vida seguiu girando, claro. Clara casou, teve dois filhos — um menino sapeca e uma menina teimosa, que ela jura que puxou o pai, mas eu sei que é o jeitinho dela. Eu fui por outro caminho: terminei a faculdade de letras, comecei a dar aula pras crianças da escolinha aqui, e até escrevi um livrinho de poesia. Clara disse que é o melhor que ela já leu, mas eu sei que é papo de amiga, aquele carinho que não tem preço. A distância nunca apagou o que a gente tinha. Amizade de verdade é assim, né? Não precisa de explicação, ela fica ali, quietinha, esperando a hora de voltar.

E essa hora chegou do jeito mais inesperado. Numa terça qualquer, o celular tocou, e era ela, a voz tremendo: “Tô indo aí visitar a família, topa me encontrar no rio?”. Meu coração disparou tanto que nem sei como respondi. Só sei que disse sim, óbvio.

Quando a gente se viu, foi como se o tempo tivesse dado um looping. Nos abraçamos forte, daquele jeito que diz tudo sem precisar de palavra. Sentamos na margem, jogando pedrinha na água como antigamente, e as histórias vieram aos tropeços no começo, mas logo estavam saindo fácil, como sempre. Ela falou dos filhos, que já tão grandinhos, eu contei do meu sonho louco de viajar pra Itália — quem sabe um dia, né? — e rimos da vez que tentamos fazer bolo e quase botamos fogo na casa.

Teve choro também, porque a saudade guardada por tanto tempo transborda quando encontra um fim. Mas era choro bom, que lava a alma. Ali, com o rio passando e o sol se pondo de novo, eu saquei que amizade é esse tesouro raro que a gente carrega dentro da gente. Não precisa de WhatsApp todo dia nem de promessa exagerada. Ela vive nas memórias, nas risadas que ainda ecoam, na certeza de que, por mais que a vida vire de cabeça pra baixo, a gente sempre se acha.

Enquanto o céu ficava roxo, a gente prometeu não deixar o tempo nos roubar tanto. A vida que leve a gente pra onde for, mas o caminho de volta a gente sempre encontra. Porque amizade é isso: um fio invisível que segura a gente, mesmo quando tudo mais parece solto. E, com um sorriso meio bobo, eu agradeci baixinho pro vento: “Valeu, Deus, pelos amigos. Eles são o maior presente que tem.”

Dando continuidade a oração!

Amigas Além do Tempo: Uma Crônica Sobre Afeto e Eternidade (Padre Carlos)

 

 

Era uma tarde dessas que o sol resolve dar um show, sabe? O céu todo laranja, quase vermelho, como se alguém tivesse derramado tinta sem querer. Eu tava lá, sentada na beira do rio, os pés balançando perto da água, que corria devagarinho, sem pressa nenhuma. O vento soprava leve, trazendo aquele cheiro gostoso de terra molhada — igual quando eu era pequena e corria no quintal da vó depois da chuva. E aí, do nada, no meio daquele silêncio cheio de barulhinhos — a água, os passarinhos —, a saudade bateu. Bateu forte, tipo um soco que você não espera.

Pensei na Clara, minha amiga de sempre. Aquela que me conhece de cabo a rabo e mesmo assim ainda gosta de mim. A gente cresceu grudada, correndo pelo campo com o cabelo voando, os pés pretos de terra, rindo de qualquer bobagem. À noite, quando a lua aparecia redonda e brilhante, sem nuvem pra atrapalhar, a gente deitava na grama e ficava inventando história pras estrelas. Clara jurava que a mais brilhante era a nossa estrela da sorte. Eu acreditava, claro, porque com ela tudo parecia dar certo.

Mas a vida, né? Ela tem esse jeitinho chato de separar as pessoas. Clara foi embora pra uma cidade grande, cheia de prédio e buzina, pra virar médica — o sonho dela desde que a gente assistiu Patch Adams juntas e ela disse que queria ajudar gente de verdade. Eu fiquei aqui, na nossa cidadezinha onde todo mundo se conhece pelo apelido e o tempo anda devagar. No começo, era ligação todo dia, mensagem de boa noite, mas aí, aos poucos, a coisa foi esfriando. As conversas ficaram curtas, tipo “tá tudo bem?”, e a saudade só aumentou, danada que é.

Tem dia que eu coloco aquele filme bobo que a gente amava, uma comédia romântica que já sei de cor — o mocinho tropeçando na rua, a gente rindo até a barriga doer. Agora eu vejo sozinha, mas juro que escuto a risada dela, meio rouca, meio desengonçada, ecoando no quarto. Ou quando toca Garota de Ipanema no rádio — a gente cantava desafinado no karaokê da esquina —, eu fecho os olhos e quase vejo ela dançando, sem ligar pra quem tava olhando. É uma mistura esquisita, sabe? Saudade que dói, mas que também faz bem.

Nessa tarde, com o sol se escondendo e o céu pegando fogo, o vento parecia trazer a voz dela, rindo de alguma piada idiota que só a gente pegava. A saudade apertava o peito, mas também aquecia, porque lembrar dela é bom demais. Eu via a gente em volta da fogueira, o fogo estalando, o rosto quente, contando histórias até o dia clarear. O coração ficava cheio, mesmo estando tão vazio.

A vida seguiu girando, claro. Clara casou, teve dois filhos — um menino sapeca e uma menina teimosa, que ela jura que puxou o pai, mas eu sei que é o jeitinho dela. Eu fui por outro caminho: terminei a faculdade de letras, comecei a dar aula pras crianças da escolinha aqui, e até escrevi um livrinho de poesia. Clara disse que é o melhor que ela já leu, mas eu sei que é papo de amiga, aquele carinho que não tem preço. A distância nunca apagou o que a gente tinha. Amizade de verdade é assim, né? Não precisa de explicação, ela fica ali, quietinha, esperando a hora de voltar.

E essa hora chegou do jeito mais inesperado. Numa terça qualquer, o celular tocou, e era ela, a voz tremendo: “Tô indo aí visitar a família, topa me encontrar no rio?”. Meu coração disparou tanto que nem sei como respondi. Só sei que disse sim, óbvio.

Quando a gente se viu, foi como se o tempo tivesse dado um looping. Nos abraçamos forte, daquele jeito que diz tudo sem precisar de palavra. Sentamos na margem, jogando pedrinha na água como antigamente, e as histórias vieram aos tropeços no começo, mas logo estavam saindo fácil, como sempre. Ela falou dos filhos, que já tão grandinhos, eu contei do meu sonho louco de viajar pra Itália — quem sabe um dia, né? — e rimos da vez que tentamos fazer bolo e quase botamos fogo na casa.

Teve choro também, porque a saudade guardada por tanto tempo transborda quando encontra um fim. Mas era choro bom, que lava a alma. Ali, com o rio passando e o sol se pondo de novo, eu saquei que amizade é esse tesouro raro que a gente carrega dentro da gente. Não precisa de WhatsApp todo dia nem de promessa exagerada. Ela vive nas memórias, nas risadas que ainda ecoam, na certeza de que, por mais que a vida vire de cabeça pra baixo, a gente sempre se acha.

Enquanto o céu ficava roxo, a gente prometeu não deixar o tempo nos roubar tanto. A vida que leve a gente pra onde for, mas o caminho de volta a gente sempre encontra. Porque amizade é isso: um fio invisível que segura a gente, mesmo quando tudo mais parece solto. E, com um sorriso meio bobo, eu agradeci baixinho pro vento: “Valeu, Deus, pelos amigos. Eles são o maior presente que tem.”

Dando continuidade a oração!

Câmara entrega Diploma Loreta Valadares: Qual o legado dessa mulher?  (Padre Carlos)

 

 

 

 

Quem não viveu os horrores da tortura e a dor do exílio não pode sequer imaginar a profundidade das feridas que atravessaram o imaginário de Loreta Valadares. Elas não eram apenas cicatrizes físicas, mas sulcos abertos em sua alma, marcas de uma vida dedicada à luta por um mundo mais justo. Ainda jovem, Loreta abraçou a militância no Movimento Estudantil e na Ação Popular (AP), um compromisso que a levou a enfrentar com coragem indizível as trevas da ditadura militar. Ela caminhou pela clandestinidade, sentiu o peso das algemas ao lado de seu companheiro na prisão e conheceu o amargo sabor do exílio forçado — tudo isso para escapar das garras da morte que a perseguiam. As sequelas da tortura e da repressão comprometeram sua saúde, debilitaram seu corpo, mas jamais tocaram a chama de sua militância comunista, alimentada pelas profundas convicções que sua geração carregava como um estandarte. Este é o objetivo do artigo, explicar para as novas gerações quem foi esta mulher. 

Nesta sexta-feira (14), a Câmara Municipal de Vitória da Conquista promoverá uma Sessão Especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Durante o evento, será entregue o Diploma Loreta Valadares, honraria concedida a mulheres que se destacaram na defesa dos direitos femininos no município. 

Mas será que a comunidade conquistense conhece, de fato, a mulher que dá nome a essa homenagem? Loreta Valadares foi uma figura fundamental na luta pelos direitos das mulheres, mas até que ponto sua trajetória e suas conquistas são verdadeiramente reconhecidas? A condecoração é, sem dúvida, um ato simbólico de grande importância, mas será que aqueles que a recebem e os que a entregam compreendem a dimensão de sua militância e o impacto de seu legado? Em tempos em que a luta pelos direitos femininos ainda enfrenta desafios e ameaças, é essencial que nomes como o de Loreta Valadares sejam mais do que referências em premiações – que sirvam, acima de tudo, como inspiração para ações concretas e transformadoras. 

 

A força de uma mulher que transformou dor em luta
Loreta não era apenas uma sobrevivente; ela era uma guerreira. Cada passo dado em meio à adversidade era um grito de resistência, uma prova de que a brutalidade não podia apagar o humanismo que pulsava em seu peito. Para entender a militante, é preciso enxergar a poetisa que habitava seu ser — uma face delicada e poderosa que dava voz às emoções de um tempo marcado por sangue e esperança. Seus amigos e companheiros, testemunhas oculares da barbárie que a cercou, sabiam que, para Loreta, a vida não era apenas um ato de existir, mas um campo de batalha onde a liberdade e a dignidade humana eram os troféus almejados. Ela nos ensinou que a militância por um mundo melhor não é apenas política, mas um exercício essencial da natureza humana. 

Quando militar e poetizar se tornaram um só ato
Havia uma ligação sagrada entre a militante e a poetisa: quando Loreta militava, estava criando poesia; quando escrevia poesia, estava militando. Seus versos eram armas, delicadamente forjadas, que cortavam o silêncio da opressão. Quando declamados, seus poemas ecoavam como um sopro de vida, carregando a sensibilidade da beleza e a crueza da dor de sua geração. Ela tinha o dom raro de rimar com a alegria e a tristeza, capturando nos mínimos detalhes os sentimentos que definiam sua época. Cada palavra que escrevia era um ato de resistência, cada estrofe, um convite para sonhar com um futuro onde a justiça não fosse apenas uma utopia. 

Uma defensora das mulheres e do ideal comunista
Loreta também ergueu sua voz em defesa da causa feminina, lutando contra as correntes que aprisionavam as mulheres de seu tempo. No PCdoB, partido que ajudou a fundar, ela deixou sua marca como uma líder incansável. Nos anos 1980, tornou-se professora de Ciência Política na Universidade Federal da Bahia e na escola do partido, compartilhando não apenas conhecimento, mas inspiração. Seus textos sobre os fundamentos do PCdoB permanecem como faróis para aqueles que buscam compreender a luta comunista no Brasil. Ela não apenas ensinou; ela plantou sementes de consciência que germinaram em novos militantes, em novas vozes. 

A poetisa que carregava a esperança de um povo
Muito já se disse sobre a advogada, a professora, a militante e a líder emancipacionista que foi Loreta Valadares. Mas hoje, quero destacar a poetisa — aquela que transformava sonhos, emoções, dores e nostalgias em versos que atravessam o tempo. Só através de seus olhos e de seus textos podemos mergulhar nas profundezas das alegrias e das angústias de uma geração que ousou enfrentar o impossível. Em suas próprias palavras, ela nos deixou um legado e um apelo: “Quando as novas veredas do socialismo forem percorridas, lembrem-se de que fui até o impossível freio. Só me faltou o tempo.” 

Um legado que não se apaga
Loreta Valadares foi mais do que uma militante ou uma poetisa; ela foi um anjo da resistência, uma voz que ainda ressoa nas lutas por justiça e liberdade. Sua vida, embora curta, foi um testemunho de coragem, amor e esperança. Suas feridas, suas palavras e seu exemplo nos lembram que a luta por um mundo melhor exige não apenas força, mas também coração. Que nunca nos falte o tempo de honrar seu legado, de carregar adiante o sonho que ela, com tanto sacrifício, ajudou a semear. 

 

Câmara entrega Diploma Loreta Valadares: Qual o legado dessa mulher?  (Padre Carlos)

 

 

 

 

Quem não viveu os horrores da tortura e a dor do exílio não pode sequer imaginar a profundidade das feridas que atravessaram o imaginário de Loreta Valadares. Elas não eram apenas cicatrizes físicas, mas sulcos abertos em sua alma, marcas de uma vida dedicada à luta por um mundo mais justo. Ainda jovem, Loreta abraçou a militância no Movimento Estudantil e na Ação Popular (AP), um compromisso que a levou a enfrentar com coragem indizível as trevas da ditadura militar. Ela caminhou pela clandestinidade, sentiu o peso das algemas ao lado de seu companheiro na prisão e conheceu o amargo sabor do exílio forçado — tudo isso para escapar das garras da morte que a perseguiam. As sequelas da tortura e da repressão comprometeram sua saúde, debilitaram seu corpo, mas jamais tocaram a chama de sua militância comunista, alimentada pelas profundas convicções que sua geração carregava como um estandarte. Este é o objetivo do artigo, explicar para as novas gerações quem foi esta mulher. 

Nesta sexta-feira (14), a Câmara Municipal de Vitória da Conquista promoverá uma Sessão Especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher. Durante o evento, será entregue o Diploma Loreta Valadares, honraria concedida a mulheres que se destacaram na defesa dos direitos femininos no município. 

Mas será que a comunidade conquistense conhece, de fato, a mulher que dá nome a essa homenagem? Loreta Valadares foi uma figura fundamental na luta pelos direitos das mulheres, mas até que ponto sua trajetória e suas conquistas são verdadeiramente reconhecidas? A condecoração é, sem dúvida, um ato simbólico de grande importância, mas será que aqueles que a recebem e os que a entregam compreendem a dimensão de sua militância e o impacto de seu legado? Em tempos em que a luta pelos direitos femininos ainda enfrenta desafios e ameaças, é essencial que nomes como o de Loreta Valadares sejam mais do que referências em premiações – que sirvam, acima de tudo, como inspiração para ações concretas e transformadoras. 

 

A força de uma mulher que transformou dor em luta
Loreta não era apenas uma sobrevivente; ela era uma guerreira. Cada passo dado em meio à adversidade era um grito de resistência, uma prova de que a brutalidade não podia apagar o humanismo que pulsava em seu peito. Para entender a militante, é preciso enxergar a poetisa que habitava seu ser — uma face delicada e poderosa que dava voz às emoções de um tempo marcado por sangue e esperança. Seus amigos e companheiros, testemunhas oculares da barbárie que a cercou, sabiam que, para Loreta, a vida não era apenas um ato de existir, mas um campo de batalha onde a liberdade e a dignidade humana eram os troféus almejados. Ela nos ensinou que a militância por um mundo melhor não é apenas política, mas um exercício essencial da natureza humana. 

Quando militar e poetizar se tornaram um só ato
Havia uma ligação sagrada entre a militante e a poetisa: quando Loreta militava, estava criando poesia; quando escrevia poesia, estava militando. Seus versos eram armas, delicadamente forjadas, que cortavam o silêncio da opressão. Quando declamados, seus poemas ecoavam como um sopro de vida, carregando a sensibilidade da beleza e a crueza da dor de sua geração. Ela tinha o dom raro de rimar com a alegria e a tristeza, capturando nos mínimos detalhes os sentimentos que definiam sua época. Cada palavra que escrevia era um ato de resistência, cada estrofe, um convite para sonhar com um futuro onde a justiça não fosse apenas uma utopia. 

Uma defensora das mulheres e do ideal comunista
Loreta também ergueu sua voz em defesa da causa feminina, lutando contra as correntes que aprisionavam as mulheres de seu tempo. No PCdoB, partido que ajudou a fundar, ela deixou sua marca como uma líder incansável. Nos anos 1980, tornou-se professora de Ciência Política na Universidade Federal da Bahia e na escola do partido, compartilhando não apenas conhecimento, mas inspiração. Seus textos sobre os fundamentos do PCdoB permanecem como faróis para aqueles que buscam compreender a luta comunista no Brasil. Ela não apenas ensinou; ela plantou sementes de consciência que germinaram em novos militantes, em novas vozes. 

A poetisa que carregava a esperança de um povo
Muito já se disse sobre a advogada, a professora, a militante e a líder emancipacionista que foi Loreta Valadares. Mas hoje, quero destacar a poetisa — aquela que transformava sonhos, emoções, dores e nostalgias em versos que atravessam o tempo. Só através de seus olhos e de seus textos podemos mergulhar nas profundezas das alegrias e das angústias de uma geração que ousou enfrentar o impossível. Em suas próprias palavras, ela nos deixou um legado e um apelo: “Quando as novas veredas do socialismo forem percorridas, lembrem-se de que fui até o impossível freio. Só me faltou o tempo.” 

Um legado que não se apaga
Loreta Valadares foi mais do que uma militante ou uma poetisa; ela foi um anjo da resistência, uma voz que ainda ressoa nas lutas por justiça e liberdade. Sua vida, embora curta, foi um testemunho de coragem, amor e esperança. Suas feridas, suas palavras e seu exemplo nos lembram que a luta por um mundo melhor exige não apenas força, mas também coração. Que nunca nos falte o tempo de honrar seu legado, de carregar adiante o sonho que ela, com tanto sacrifício, ajudou a semear. 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 14 de março de 2025  

 

 

Folha de S.Paulo
Congresso aprova projeto que dribla STF e mantém autor de emenda escondido 

Folha de S.Paulo Congresso aprova projeto que dribla STF e mantém autor de emenda escondido – Pesquisar News 

 

O Estado de S. Paulo
Putin rejeita trégua imediata na Ucrânia e impõe condições 

O Estado de S. Paulo Putin rejeita trégua imediata na Ucrânia e impõe condições – Pesquisar News 

 

Valor Econômico (SP)
Despesa com precatórios supera R$ 100 bi por ano e aumenta risco fiscal para 2027 

Despesa com precatórios supera R$ 100 bi por ano e aumenta risco fiscal para 2027 | Impresso | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Congresso aprova regras de emendas com drible em acordo com STF 

Congresso altera regras para emendas, mas texto abre brechas para omissão da autoria de indicações 

 

O Dia (RJ)
Combate ao crime: Uma guerra diária 

O Dia – Notícias, fotos, vídeos, Rio de Janeiro, esporte, entretenimento, diversão, colunistas e muito mais 

 

Correio Braziliense
Rollemberg será deputado após decisão do Supremo 

Rodrigo Rollemberg vai assumir mandato de deputado federal por decisão do STF – CB Poder | 

 

Estado de Minas
Uma vítima do ódio 

Estado de Minas: notícias e análises de MG, Brasil e do mundo 

 

Zero Hora (RS)
Supremo marca data para decidir se Bolsonaro vai virar réu pela trama golpista de 2022 

PGR se manifesta a favor de tornar réus Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe | GZH 

 

Diário de Pernambuco
Tarifa de importação zerada para 11 itens da cesta básica 

Governo zera tarifas de importação de alimentos da cesta básica | Economia: Diario de Pernambuco 

 

Jornal do Commercio (PE)
Julgamento que pode tornar Bolsonaro réu tem data definida 

Jornal do Commercio 

A Tarde (BA)
Bahia é pioneira em projeto para pessoas com deficiência 

Bahia implementa avaliação para PCDs 

Diário do Nordeste (CE)
Facções cobram taxa de até 60% a provedoras 

Facções cobram até 60% do valor de contas de internet a provedoras: ‘Ninguém consegue dormir’ 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 14 de março de 2025  

 

 

Folha de S.Paulo
Congresso aprova projeto que dribla STF e mantém autor de emenda escondido 

Folha de S.Paulo Congresso aprova projeto que dribla STF e mantém autor de emenda escondido – Pesquisar News 

 

O Estado de S. Paulo
Putin rejeita trégua imediata na Ucrânia e impõe condições 

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Valor Econômico (SP)
Despesa com precatórios supera R$ 100 bi por ano e aumenta risco fiscal para 2027 

Despesa com precatórios supera R$ 100 bi por ano e aumenta risco fiscal para 2027 | Impresso | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Congresso aprova regras de emendas com drible em acordo com STF 

Congresso altera regras para emendas, mas texto abre brechas para omissão da autoria de indicações 

 

O Dia (RJ)
Combate ao crime: Uma guerra diária 

O Dia – Notícias, fotos, vídeos, Rio de Janeiro, esporte, entretenimento, diversão, colunistas e muito mais 

 

Correio Braziliense
Rollemberg será deputado após decisão do Supremo 

Rodrigo Rollemberg vai assumir mandato de deputado federal por decisão do STF – CB Poder | 

 

Estado de Minas
Uma vítima do ódio 

Estado de Minas: notícias e análises de MG, Brasil e do mundo 

 

Zero Hora (RS)
Supremo marca data para decidir se Bolsonaro vai virar réu pela trama golpista de 2022 

PGR se manifesta a favor de tornar réus Bolsonaro e aliados por tentativa de golpe | GZH 

 

Diário de Pernambuco
Tarifa de importação zerada para 11 itens da cesta básica 

Governo zera tarifas de importação de alimentos da cesta básica | Economia: Diario de Pernambuco 

 

Jornal do Commercio (PE)
Julgamento que pode tornar Bolsonaro réu tem data definida 

Jornal do Commercio 

A Tarde (BA)
Bahia é pioneira em projeto para pessoas com deficiência 

Bahia implementa avaliação para PCDs 

Diário do Nordeste (CE)
Facções cobram taxa de até 60% a provedoras 

Facções cobram até 60% do valor de contas de internet a provedoras: ‘Ninguém consegue dormir’ 

 

Quando o Interesse Público Fala Mais Alto: O Caso da Exposição de Conquista

 

 

A política, frequentemente marcada por disputas e divisões, revela sua verdadeira vocação quando direcionada ao bem coletivo. A recente mobilização para garantir a realização da Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista demonstra que, quando os interesses públicos são colocados acima das rivalidades partidárias, os frutos são colhidos por toda a sociedade. O evento, essencial para a economia e cultura local, se materializou por meio da colaboração entre Prefeitura, lideranças políticas e deputados de diferentes legendas, além do governo estadual. Essa experiência nos legou lições valiosas sobre cooperação e compromisso com o desenvolvimento regional. Contudo, o silêncio de alguns parlamentares levanta questionamentos que não podem ser ignorados.

A Força de uma União Plural

A viabilização da Exposição Agropecuária de 2025 somente será possível graças a uma coalizão que transcendeu barreiras ideológicas. A Prefeitura teve papel determinante, investindo R$ 800 mil em serviços e patrocínios. O PSD, representado por Quinho — que chegou a ir à capital federal para articular soluções — e o deputado federal Paulo Magalhães, destinou R$ 1 milhão por meio de emenda. No entanto, o destaque ficou com a habilidade do deputado Fabrício Falcão em agregar diferentes forças, contando com o apoio de nomes como Vítor Azevedo, Tiago Correia e Samuel Júnior, resultando em mais R$ 600 mil em emendas e no suporte fundamental do governo estadual.

Essa ação coordenada mostra que, quando os representantes políticos têm como foco o interesse coletivo, os resultados são concretos e transformadores. A liderança de Fabrício Falcão na articulação suprapartidária é um exemplo de que é possível superar a polarização e fazer da política um verdadeiro motor de progresso.

O Silêncio de Alguns Parlamentares e as Dúvidas Que Surgem

Entretanto, se por um lado a unidade garantiu o sucesso do evento, por outro, a ausência de certos protagonistas chama atenção. Em 2024, os deputados do PT destinaram meio milhão de reais à Exposição. Neste ano, no entanto, seu silêncio contrasta com sua atuação anterior. Teriam alterado suas prioridades? Ou simplesmente falharam em comunicar sua contribuição? A falta de transparência e de justificativas claras gera desconfiança e cobra um preço alto: a perda da confiança popular.

A política exige consistência. O compromisso com o desenvolvimento local não pode ser sazonal ou depender das circunstâncias partidárias. Os representantes eleitos têm a responsabilidade de manter seu apoio de forma perene e transparente, garantindo que a população esteja sempre ciente de suas ações. O povo tem o direito de cobrar não apenas resultados, mas também coerência e compromisso inabaláveis.

União e Responsabilidade: Lições para o Futuro

A organização da Exposição Agropecuária deste ano deixa lições incontestáveis para a política regional. Primeiramente, comprova que a cooperação entre diferentes grupos políticos não apenas é possível, mas essencial para o progresso da cidade e do sudoeste da Bahia. A capacidade de agregar forças, demonstrada por Fabrício Falcão, Quinho e Paulo Magalhães, deve servir de inspiração para outras iniciativas conjuntas que beneficiem a coletividade.

Em segundo lugar, a ausência de certos parlamentares evidencia a importância de um compromisso visível e constante com o desenvolvimento regional. O eleitor não apenas espera ações concretas, mas também transparência e prestação de contas. A população de Vitória da Conquista merece saber quem está, de fato, ao seu lado nos momentos cruciais.

Conclusão: Quando a Política Serve ao Povo, Todos Ganham

A Exposição Agropecuária de 2025 é um marco do que pode ser alcançado quando a política é conduzida com responsabilidade e cooperação. Que esse exemplo inspire novas articulações e lembre aos representantes eleitos que seu dever é servir à população, e não a interesses momentâneos ou partidários. Quando a política trabalha unida, os benefícios ultrapassam a esfera administrativa e impactam toda a sociedade.

A lição está dada. Resta saber quem estará disposto a aprendê-la e aplicá-la no futuro.

 

 

Quando o Interesse Público Fala Mais Alto: O Caso da Exposição de Conquista

 

 

A política, frequentemente marcada por disputas e divisões, revela sua verdadeira vocação quando direcionada ao bem coletivo. A recente mobilização para garantir a realização da Exposição Agropecuária de Vitória da Conquista demonstra que, quando os interesses públicos são colocados acima das rivalidades partidárias, os frutos são colhidos por toda a sociedade. O evento, essencial para a economia e cultura local, se materializou por meio da colaboração entre Prefeitura, lideranças políticas e deputados de diferentes legendas, além do governo estadual. Essa experiência nos legou lições valiosas sobre cooperação e compromisso com o desenvolvimento regional. Contudo, o silêncio de alguns parlamentares levanta questionamentos que não podem ser ignorados.

A Força de uma União Plural

A viabilização da Exposição Agropecuária de 2025 somente será possível graças a uma coalizão que transcendeu barreiras ideológicas. A Prefeitura teve papel determinante, investindo R$ 800 mil em serviços e patrocínios. O PSD, representado por Quinho — que chegou a ir à capital federal para articular soluções — e o deputado federal Paulo Magalhães, destinou R$ 1 milhão por meio de emenda. No entanto, o destaque ficou com a habilidade do deputado Fabrício Falcão em agregar diferentes forças, contando com o apoio de nomes como Vítor Azevedo, Tiago Correia e Samuel Júnior, resultando em mais R$ 600 mil em emendas e no suporte fundamental do governo estadual.

Essa ação coordenada mostra que, quando os representantes políticos têm como foco o interesse coletivo, os resultados são concretos e transformadores. A liderança de Fabrício Falcão na articulação suprapartidária é um exemplo de que é possível superar a polarização e fazer da política um verdadeiro motor de progresso.

O Silêncio de Alguns Parlamentares e as Dúvidas Que Surgem

Entretanto, se por um lado a unidade garantiu o sucesso do evento, por outro, a ausência de certos protagonistas chama atenção. Em 2024, os deputados do PT destinaram meio milhão de reais à Exposição. Neste ano, no entanto, seu silêncio contrasta com sua atuação anterior. Teriam alterado suas prioridades? Ou simplesmente falharam em comunicar sua contribuição? A falta de transparência e de justificativas claras gera desconfiança e cobra um preço alto: a perda da confiança popular.

A política exige consistência. O compromisso com o desenvolvimento local não pode ser sazonal ou depender das circunstâncias partidárias. Os representantes eleitos têm a responsabilidade de manter seu apoio de forma perene e transparente, garantindo que a população esteja sempre ciente de suas ações. O povo tem o direito de cobrar não apenas resultados, mas também coerência e compromisso inabaláveis.

União e Responsabilidade: Lições para o Futuro

A organização da Exposição Agropecuária deste ano deixa lições incontestáveis para a política regional. Primeiramente, comprova que a cooperação entre diferentes grupos políticos não apenas é possível, mas essencial para o progresso da cidade e do sudoeste da Bahia. A capacidade de agregar forças, demonstrada por Fabrício Falcão, Quinho e Paulo Magalhães, deve servir de inspiração para outras iniciativas conjuntas que beneficiem a coletividade.

Em segundo lugar, a ausência de certos parlamentares evidencia a importância de um compromisso visível e constante com o desenvolvimento regional. O eleitor não apenas espera ações concretas, mas também transparência e prestação de contas. A população de Vitória da Conquista merece saber quem está, de fato, ao seu lado nos momentos cruciais.

Conclusão: Quando a Política Serve ao Povo, Todos Ganham

A Exposição Agropecuária de 2025 é um marco do que pode ser alcançado quando a política é conduzida com responsabilidade e cooperação. Que esse exemplo inspire novas articulações e lembre aos representantes eleitos que seu dever é servir à população, e não a interesses momentâneos ou partidários. Quando a política trabalha unida, os benefícios ultrapassam a esfera administrativa e impactam toda a sociedade.

A lição está dada. Resta saber quem estará disposto a aprendê-la e aplicá-la no futuro.

 

 

FORAGIDO PERIGOSO É CAPTURADO! Mas e os outros cinco?

A caçada continua! Um dos sete detentos que escaparam do Conjunto Penal de Barreiras, no oeste da Bahia, foi finalmente recapturado. Rafael Fagundes de Souza, de 26 anos, caiu nas mãos da polícia no último sábado (8), em Palmas, Tocantins. A operação que levou à sua prisão foi realizada pelo GIRO 90 no bairro Jardim Taquari, mas os detalhes da ação ainda não foram revelados.

A fuga cinematográfica que abalou a segurança da região em maio de 2024 ainda tem cinco criminosos soltos, desafiando as forças policiais. Onde estão? Quem os está ajudando? São perguntas que continuam sem resposta.

A população segue apreensiva, enquanto as autoridades intensificam as buscas pelos fugitivos que podem estar escondidos em locais estratégicos dentro e fora da Bahia. O retorno de Rafael para Barreiras ainda não tem data confirmada, mas sua captura reacende a esperança de que os demais também sejam encontrados.

A polícia reforça o pedido para que qualquer informação sobre os foragidos seja repassada anonimamente. O jogo de gato e rato está longe de acabar, e a pergunta que não quer calar: quem será o próximo a cair?

FORAGIDO PERIGOSO É CAPTURADO! Mas e os outros cinco?

A caçada continua! Um dos sete detentos que escaparam do Conjunto Penal de Barreiras, no oeste da Bahia, foi finalmente recapturado. Rafael Fagundes de Souza, de 26 anos, caiu nas mãos da polícia no último sábado (8), em Palmas, Tocantins. A operação que levou à sua prisão foi realizada pelo GIRO 90 no bairro Jardim Taquari, mas os detalhes da ação ainda não foram revelados.

A fuga cinematográfica que abalou a segurança da região em maio de 2024 ainda tem cinco criminosos soltos, desafiando as forças policiais. Onde estão? Quem os está ajudando? São perguntas que continuam sem resposta.

A população segue apreensiva, enquanto as autoridades intensificam as buscas pelos fugitivos que podem estar escondidos em locais estratégicos dentro e fora da Bahia. O retorno de Rafael para Barreiras ainda não tem data confirmada, mas sua captura reacende a esperança de que os demais também sejam encontrados.

A polícia reforça o pedido para que qualquer informação sobre os foragidos seja repassada anonimamente. O jogo de gato e rato está longe de acabar, e a pergunta que não quer calar: quem será o próximo a cair?