Política e Resenha

Mais uma Derrota para o PT: Sheila Lemos Sólida no Poder

 

 

Mais uma vez, a prefeita Sheila Lemos, sai vitoriosa contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Não é novidade: em 2016, seu grupo já havia imposto uma derrota histórica ao seu adversário petista, Zé Raimundo, encerrando um domínio que o PT exercia sobre a cidade desde meados da década de 1990. Esta vitória esmagadora, foi um recado claro das urnas que reverberou como um terremoto político na região. No entanto, o que realmente chama a atenção não é apenas a força do mandato de Sheila, mas a teimosia do PT em querer, a qualquer custo, reverter essa escolha popular no “tapetão” — termo que, no jargão político brasileiro, descreve uma vitória obtida por manobras judiciais, e não pelo voto. Essa insistência, além de infrutífera, está enfraquecendo ainda mais o campo da esquerda local, levantando dúvidas sobre os limites dessa disputa e seus impactos na cidade. 

Uma Vitória Incontestável e uma Derrota Histórica 

Para compreender o peso dessa situação, é preciso voltar a 2020. Sheila Lemos, então vice-prefeita, assumiu a prefeitura após o falecimento trágico do prefeito Herzem Gusmão, vítima da COVID-19. Candidata à reeleição, ela enfrentou Waldenor Pereira, um experiente deputado federal do PT, e venceu com uma maioria avassaladora. Não foi apenas uma derrota para o PT; foi um marco. Desde os anos 1990, o partido não sofria um revés tão significativo em Vitória da Conquista, uma cidade que por décadas foi um reduto da esquerda no interior da Bahia. A vitória de Sheila representou uma ruptura, um sinal de que os ventos políticos haviam mudado. Mas, em vez de aceitar o veredicto das urnas e se reorganizar, o PT optou por uma batalha judicial para questionar a legitimidade da prefeita. 

O Tapetão: Uma Estratégia Sem Futuro 

O PT alega irregularidades na campanha de Sheila Lemos. Não satisfeitos, os petistas recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo mais uma vez derrotado.  

 A pergunta que fica é: o que o PT espera ganhar com isso? Suponhamos, por um instante, que Waldenor conseguisse vencer “no tapetão”. Como ele governaria uma cidade onde a maioria esmagadora dos eleitores escolheu Sheila Lemos? Um mandato conquistado nos tribunais, sem o respaldo popular, seria frágil, ilegítimo e provavelmente ingovernável. Essa estratégia, portanto, não apenas é improvável de succeeder, mas também expõe a falta de visão política do partido diante de uma derrota tão evidente. 

O Preço da Insistência: Um Campo da Esquerda em Ruínas 

O comportamento do PT ao estender essa disputa tem um custo alto: o enfraquecimento do próprio campo da esquerda em Vitória da Conquista. Ao se agarrar a uma causa perdida, o partido passa a imagem de quem não respeita a democracia e prefere o litígio ao diálogo com o eleitorado. Esse apego ao confronto judicial aliena os cidadãos, que já demonstraram nas urnas seu desejo por mudança. Em vez de usar a derrota como uma oportunidade para refletir, se reinventar e reconquistar a confiança da população, o PT está cavando um buraco ainda mais fundo, comprometendo seu futuro na região. O que era um reduto sólido da esquerda está se transformando em um terreno movediço, e o partido parece ser o principal responsável por essa erosão. 

O Próximo Passo: O STF? 

Com mais uma derrota no TSE, já se especula que o PT possa levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas até onde vai essa obstinação? Um recurso ao STF seria mais um capítulo de uma novela que já se arrasta além do razoável, prolongando a instabilidade política em Vitória da Conquista. O STF, como última instância, não costuma reverter decisões eleitorais sem provas robustas de irregularidades — provas que, até o momento, o PT não conseguiu apresentar de forma convincente. Seguir por esse caminho seria apenas adiar o inevitável, desgastando ainda mais a imagem do partido e mantendo a cidade refém de uma disputa que já teve seu desfecho nas urnas. 

A Lição dos Profissionais de Saúde: Absorver a Derrota 

Além da política, há uma dimensão humana nessa história que não pode ser ignorada. Profissionais de saúde frequentemente alertam que uma derrota, seja ela qual for, precisa ser “absorvida” para evitar problemas mais sérios. O mesmo vale para o PT. Ao se recusar a aceitar o resultado de 2024, o partido não apenas prejudica a si mesmo, mas também contribui para um clima de polarização e incerteza que afeta toda Vitória da Conquista. Uma cidade precisa de estabilidade para prosperar, e essa teimosia judicial está minando justamente isso. A insistência em prolongar o conflito pode criar feridas sociais e políticas difíceis de cicatrizar, algo que o PT deveria ponderar antes de dar o próximo passo. 

Conclusão: Hora de Virar a Página 

Sheila Lemos derrotou o PT não uma, mas várias vezes — nas urnas e nos tribunais. Sua vitória é um reflexo da vontade popular, e sua permanência no cargo, uma prova da solidez de seu mandato. Para o PT, chegou o momento de reconhecer essa realidade e abandonar a ilusão de que o “tapetão” pode substituir o voto. Vitória da Conquista merece seguir em frente, livre das amarras de uma disputa que já foi decidida. Como dizem os profissionais de saúde, absorver uma derrota é o primeiro passo para a cura. Para o bem da cidade e do próprio campo da esquerda, é hora de o PT virar essa página e olhar para o futuro. 

Mais uma Derrota para o PT: Sheila Lemos Sólida no Poder

 

 

Mais uma vez, a prefeita Sheila Lemos, sai vitoriosa contra o Partido dos Trabalhadores (PT). Não é novidade: em 2016, seu grupo já havia imposto uma derrota histórica ao seu adversário petista, Zé Raimundo, encerrando um domínio que o PT exercia sobre a cidade desde meados da década de 1990. Esta vitória esmagadora, foi um recado claro das urnas que reverberou como um terremoto político na região. No entanto, o que realmente chama a atenção não é apenas a força do mandato de Sheila, mas a teimosia do PT em querer, a qualquer custo, reverter essa escolha popular no “tapetão” — termo que, no jargão político brasileiro, descreve uma vitória obtida por manobras judiciais, e não pelo voto. Essa insistência, além de infrutífera, está enfraquecendo ainda mais o campo da esquerda local, levantando dúvidas sobre os limites dessa disputa e seus impactos na cidade. 

Uma Vitória Incontestável e uma Derrota Histórica 

Para compreender o peso dessa situação, é preciso voltar a 2020. Sheila Lemos, então vice-prefeita, assumiu a prefeitura após o falecimento trágico do prefeito Herzem Gusmão, vítima da COVID-19. Candidata à reeleição, ela enfrentou Waldenor Pereira, um experiente deputado federal do PT, e venceu com uma maioria avassaladora. Não foi apenas uma derrota para o PT; foi um marco. Desde os anos 1990, o partido não sofria um revés tão significativo em Vitória da Conquista, uma cidade que por décadas foi um reduto da esquerda no interior da Bahia. A vitória de Sheila representou uma ruptura, um sinal de que os ventos políticos haviam mudado. Mas, em vez de aceitar o veredicto das urnas e se reorganizar, o PT optou por uma batalha judicial para questionar a legitimidade da prefeita. 

O Tapetão: Uma Estratégia Sem Futuro 

O PT alega irregularidades na campanha de Sheila Lemos. Não satisfeitos, os petistas recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), sendo mais uma vez derrotado.  

 A pergunta que fica é: o que o PT espera ganhar com isso? Suponhamos, por um instante, que Waldenor conseguisse vencer “no tapetão”. Como ele governaria uma cidade onde a maioria esmagadora dos eleitores escolheu Sheila Lemos? Um mandato conquistado nos tribunais, sem o respaldo popular, seria frágil, ilegítimo e provavelmente ingovernável. Essa estratégia, portanto, não apenas é improvável de succeeder, mas também expõe a falta de visão política do partido diante de uma derrota tão evidente. 

O Preço da Insistência: Um Campo da Esquerda em Ruínas 

O comportamento do PT ao estender essa disputa tem um custo alto: o enfraquecimento do próprio campo da esquerda em Vitória da Conquista. Ao se agarrar a uma causa perdida, o partido passa a imagem de quem não respeita a democracia e prefere o litígio ao diálogo com o eleitorado. Esse apego ao confronto judicial aliena os cidadãos, que já demonstraram nas urnas seu desejo por mudança. Em vez de usar a derrota como uma oportunidade para refletir, se reinventar e reconquistar a confiança da população, o PT está cavando um buraco ainda mais fundo, comprometendo seu futuro na região. O que era um reduto sólido da esquerda está se transformando em um terreno movediço, e o partido parece ser o principal responsável por essa erosão. 

O Próximo Passo: O STF? 

Com mais uma derrota no TSE, já se especula que o PT possa levar o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas até onde vai essa obstinação? Um recurso ao STF seria mais um capítulo de uma novela que já se arrasta além do razoável, prolongando a instabilidade política em Vitória da Conquista. O STF, como última instância, não costuma reverter decisões eleitorais sem provas robustas de irregularidades — provas que, até o momento, o PT não conseguiu apresentar de forma convincente. Seguir por esse caminho seria apenas adiar o inevitável, desgastando ainda mais a imagem do partido e mantendo a cidade refém de uma disputa que já teve seu desfecho nas urnas. 

A Lição dos Profissionais de Saúde: Absorver a Derrota 

Além da política, há uma dimensão humana nessa história que não pode ser ignorada. Profissionais de saúde frequentemente alertam que uma derrota, seja ela qual for, precisa ser “absorvida” para evitar problemas mais sérios. O mesmo vale para o PT. Ao se recusar a aceitar o resultado de 2024, o partido não apenas prejudica a si mesmo, mas também contribui para um clima de polarização e incerteza que afeta toda Vitória da Conquista. Uma cidade precisa de estabilidade para prosperar, e essa teimosia judicial está minando justamente isso. A insistência em prolongar o conflito pode criar feridas sociais e políticas difíceis de cicatrizar, algo que o PT deveria ponderar antes de dar o próximo passo. 

Conclusão: Hora de Virar a Página 

Sheila Lemos derrotou o PT não uma, mas várias vezes — nas urnas e nos tribunais. Sua vitória é um reflexo da vontade popular, e sua permanência no cargo, uma prova da solidez de seu mandato. Para o PT, chegou o momento de reconhecer essa realidade e abandonar a ilusão de que o “tapetão” pode substituir o voto. Vitória da Conquista merece seguir em frente, livre das amarras de uma disputa que já foi decidida. Como dizem os profissionais de saúde, absorver uma derrota é o primeiro passo para a cura. Para o bem da cidade e do próprio campo da esquerda, é hora de o PT virar essa página e olhar para o futuro. 

Ucrânia aceita proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia

 

 

 

A recente aceitação da Ucrânia a uma proposta de cessar-fogo de 30 dias, mediada pelos Estados Unidos, representa um momento crucial na busca por uma resolução pacífica do conflito que assola a região. Este movimento, embora carregado de incertezas e desafios, pode ser uma luz no fim do túnel, tanto para a Ucrânia quanto para a comunidade internacional.

O Contexto Atual

Desde o início da invasão russa, a Ucrânia tem enfrentado uma guerra devastadora que resultou em perdas humanas incalculáveis e uma crise humanitária sem precedentes. A resistência ucraniana, apoiada por aliados ocidentais, tem sido admirável, mas a escalada do conflito levanta questões sobre a sustentabilidade desse esforço e a possibilidade de uma paz duradoura. O encontro na Arábia Saudita entre autoridades americanas e ucranianas sinaliza uma tentativa de encontrar um caminho construtivo, embora a aprovação da Rússia permaneça como um obstáculo significativo.

O Papel dos Estados Unidos

Os Estados Unidos, ao retomar o compartilhamento de informações de inteligência e assistência, reafirmam seu compromisso com a soberania da Ucrânia e sua segurança. Essa decisão não é meramente estratégica, mas também simbólica, pois demonstra um alinhamento claro dos interesses ocidentais em um momento em que a estabilidade global está em jogo. No entanto, é crítico que essa assistência não se transforme em um prolongamento do conflito, mas sim em um suporte que facilite a construção da paz.

Desafios do Cessar-Fogo

Embora um cessar-fogo de 30 dias possa oferecer um alívio temporário, ele não garante uma paz sustentável. A história nos ensina que acordos temporários muitas vezes falham devido à falta de confiança entre as partes envolvidas. A Rússia, por exemplo, pode usar esse período para reestruturar suas forças, enquanto a Ucrânia pode se ver em uma posição vulnerável. Portanto, é imperativo que as negociações para um cessar-fogo sejam acompanhadas por um plano claro para a desescalada e a restauração da paz.

A Necessidade de um Compromisso Sustentável

A proposta de cessar-fogo deve ser vista como uma oportunidade para um diálogo mais amplo, que inclua questões de segurança regional, garantias de soberania e, fundamentalmente, os direitos e interesses do povo ucraniano. A comunidade internacional precisa se unir para garantir que qualquer acordo futuro não apenas cesse o fogo, mas também aborde as raízes do conflito. A restauração da paz duradoura exige um compromisso genuíno de todas as partes, incluindo uma disposição para compromissos difíceis.

Conclusão

A aceitação da proposta de cessar-fogo pela Ucrânia é um passo significativo, mas não é um fim em si mesmo. A verdadeira medida do sucesso será a capacidade de transformar esse cessar-fogo em um processo de paz abrangente e duradouro. O mundo observa com expectativa, e a responsabilidade agora recai sobre os líderes envolvidos para que transformem essa oportunidade em uma realidade. A paz é um objetivo que todos desejam, mas que requer coragem, diálogo e, acima de tudo, um compromisso firme de todas as partes para que se torne possível.

Ucrânia aceita proposta dos EUA para cessar-fogo imediato de 30 dias com a Rússia

 

 

 

A recente aceitação da Ucrânia a uma proposta de cessar-fogo de 30 dias, mediada pelos Estados Unidos, representa um momento crucial na busca por uma resolução pacífica do conflito que assola a região. Este movimento, embora carregado de incertezas e desafios, pode ser uma luz no fim do túnel, tanto para a Ucrânia quanto para a comunidade internacional.

O Contexto Atual

Desde o início da invasão russa, a Ucrânia tem enfrentado uma guerra devastadora que resultou em perdas humanas incalculáveis e uma crise humanitária sem precedentes. A resistência ucraniana, apoiada por aliados ocidentais, tem sido admirável, mas a escalada do conflito levanta questões sobre a sustentabilidade desse esforço e a possibilidade de uma paz duradoura. O encontro na Arábia Saudita entre autoridades americanas e ucranianas sinaliza uma tentativa de encontrar um caminho construtivo, embora a aprovação da Rússia permaneça como um obstáculo significativo.

O Papel dos Estados Unidos

Os Estados Unidos, ao retomar o compartilhamento de informações de inteligência e assistência, reafirmam seu compromisso com a soberania da Ucrânia e sua segurança. Essa decisão não é meramente estratégica, mas também simbólica, pois demonstra um alinhamento claro dos interesses ocidentais em um momento em que a estabilidade global está em jogo. No entanto, é crítico que essa assistência não se transforme em um prolongamento do conflito, mas sim em um suporte que facilite a construção da paz.

Desafios do Cessar-Fogo

Embora um cessar-fogo de 30 dias possa oferecer um alívio temporário, ele não garante uma paz sustentável. A história nos ensina que acordos temporários muitas vezes falham devido à falta de confiança entre as partes envolvidas. A Rússia, por exemplo, pode usar esse período para reestruturar suas forças, enquanto a Ucrânia pode se ver em uma posição vulnerável. Portanto, é imperativo que as negociações para um cessar-fogo sejam acompanhadas por um plano claro para a desescalada e a restauração da paz.

A Necessidade de um Compromisso Sustentável

A proposta de cessar-fogo deve ser vista como uma oportunidade para um diálogo mais amplo, que inclua questões de segurança regional, garantias de soberania e, fundamentalmente, os direitos e interesses do povo ucraniano. A comunidade internacional precisa se unir para garantir que qualquer acordo futuro não apenas cesse o fogo, mas também aborde as raízes do conflito. A restauração da paz duradoura exige um compromisso genuíno de todas as partes, incluindo uma disposição para compromissos difíceis.

Conclusão

A aceitação da proposta de cessar-fogo pela Ucrânia é um passo significativo, mas não é um fim em si mesmo. A verdadeira medida do sucesso será a capacidade de transformar esse cessar-fogo em um processo de paz abrangente e duradouro. O mundo observa com expectativa, e a responsabilidade agora recai sobre os líderes envolvidos para que transformem essa oportunidade em uma realidade. A paz é um objetivo que todos desejam, mas que requer coragem, diálogo e, acima de tudo, um compromisso firme de todas as partes para que se torne possível.

TRANSPORTE PÚBLICO EM CONQUISTA: A REVOLUÇÃO QUE VOCÊ ESPERAVA CHEGOU!

A Prefeitura de Vitória da Conquista acaba de dar um passo ousado para transformar a mobilidade urbana da cidade! A partir desta segunda-feira (10), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana colocou em prática uma reestruturação estratégica no transporte público, trazendo melhorias que prometem beneficiar milhares de passageiros.

Dentre as principais mudanças, destaca-se o retorno das linhas D39 Miro Cairo x UESB e D35 Rodoviária x UESB, que voltam a operar com novos horários otimizados. O objetivo? Garantir maior fluidez e eficiência, especialmente nos períodos de pico. Agora, a D39 funcionará como um reforço essencial para as linhas R25 e R08, que atendem os bairros Miro Cairo e Henriqueta, facilitando ainda mais o deslocamento da população.

Além disso, a linha D32 também passou por reformulação e agora atenderá diretamente os Mirantes, na Rua Cláudia Botelho, no bairro Primavera, sem mais a necessidade de entrar na Urbis I. A nova rota será feita pela Avenida Rosa Cruz, garantindo um trajeto mais ágil e eficiente para quem segue em direção à UESB.

Essas mudanças não são aleatórias! Elas foram planejadas com base em estudos aprofundados de “origem e destino”, realizados nos horários de maior movimento. A decisão de retirar a integração das radiais com a R09 também segue essa lógica, visando tornar os deslocamentos mais diretos e menos burocráticos.

Com essa iniciativa, a Prefeitura demonstra compromisso em modernizar o transporte público e oferecer mais conforto, pontualidade e eficiência para os usuários. A nova organização das linhas promete reduzir o tempo de espera e tornar o sistema mais dinâmico, atendendo às reais necessidades da população.

Resta agora a pergunta: será este o começo de uma verdadeira revolução na mobilidade urbana de Vitória da Conquista? Os passageiros já começam a sentir a diferença! 🚍💨

TRANSPORTE PÚBLICO EM CONQUISTA: A REVOLUÇÃO QUE VOCÊ ESPERAVA CHEGOU!

A Prefeitura de Vitória da Conquista acaba de dar um passo ousado para transformar a mobilidade urbana da cidade! A partir desta segunda-feira (10), a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana colocou em prática uma reestruturação estratégica no transporte público, trazendo melhorias que prometem beneficiar milhares de passageiros.

Dentre as principais mudanças, destaca-se o retorno das linhas D39 Miro Cairo x UESB e D35 Rodoviária x UESB, que voltam a operar com novos horários otimizados. O objetivo? Garantir maior fluidez e eficiência, especialmente nos períodos de pico. Agora, a D39 funcionará como um reforço essencial para as linhas R25 e R08, que atendem os bairros Miro Cairo e Henriqueta, facilitando ainda mais o deslocamento da população.

Além disso, a linha D32 também passou por reformulação e agora atenderá diretamente os Mirantes, na Rua Cláudia Botelho, no bairro Primavera, sem mais a necessidade de entrar na Urbis I. A nova rota será feita pela Avenida Rosa Cruz, garantindo um trajeto mais ágil e eficiente para quem segue em direção à UESB.

Essas mudanças não são aleatórias! Elas foram planejadas com base em estudos aprofundados de “origem e destino”, realizados nos horários de maior movimento. A decisão de retirar a integração das radiais com a R09 também segue essa lógica, visando tornar os deslocamentos mais diretos e menos burocráticos.

Com essa iniciativa, a Prefeitura demonstra compromisso em modernizar o transporte público e oferecer mais conforto, pontualidade e eficiência para os usuários. A nova organização das linhas promete reduzir o tempo de espera e tornar o sistema mais dinâmico, atendendo às reais necessidades da população.

Resta agora a pergunta: será este o começo de uma verdadeira revolução na mobilidade urbana de Vitória da Conquista? Os passageiros já começam a sentir a diferença! 🚍💨

CICLISTA ATROPELADA POR ÔNIBUS EM CONQUISTA: DESCUIDO QUASE TERMINA EM TRAGÉDIA!

Na manhã desta terça-feira (11), um grave acidente chamou a atenção de quem passava pela movimentada Avenida Juracy Magalhães, em Vitória da Conquista. Uma ciclista foi atropelada por um ônibus após tentar atravessar a via e acabou no asfalto, aguardando socorro.

Testemunhas relataram que a vítima colidiu lateralmente com o coletivo, sendo derrubada pelo impacto. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado às pressas e prestou os primeiros socorros. A ciclista foi levada para uma unidade de saúde, mas seu estado de saúde ainda não foi divulgado.

O trânsito na região ficou lento, enquanto a Polícia Militar registrava a ocorrência e iniciava a investigação das circunstâncias do acidente. O caso reacende o alerta para a necessidade de maior atenção de pedestres, ciclistas e motoristas no tráfego urbano. Pequenos descuidos podem resultar em acidentes de grandes proporções.

CICLISTA ATROPELADA POR ÔNIBUS EM CONQUISTA: DESCUIDO QUASE TERMINA EM TRAGÉDIA!

Na manhã desta terça-feira (11), um grave acidente chamou a atenção de quem passava pela movimentada Avenida Juracy Magalhães, em Vitória da Conquista. Uma ciclista foi atropelada por um ônibus após tentar atravessar a via e acabou no asfalto, aguardando socorro.

Testemunhas relataram que a vítima colidiu lateralmente com o coletivo, sendo derrubada pelo impacto. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado às pressas e prestou os primeiros socorros. A ciclista foi levada para uma unidade de saúde, mas seu estado de saúde ainda não foi divulgado.

O trânsito na região ficou lento, enquanto a Polícia Militar registrava a ocorrência e iniciava a investigação das circunstâncias do acidente. O caso reacende o alerta para a necessidade de maior atenção de pedestres, ciclistas e motoristas no tráfego urbano. Pequenos descuidos podem resultar em acidentes de grandes proporções.

Segredo Macabro: Laudo Revela Verdade Chocante Sobre Mainara!

O caso do brutal assassinato de Mainara, ocorrido em Cândido Sales, ganhou novos contornos após a divulgação do laudo de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista. Diferentemente do que se especulava inicialmente, o exame confirmou que a vítima não estava grávida no momento da morte, desmentindo boatos que circularam nas redes sociais e na imprensa.

Além disso, as investigações da Polícia Civil revelaram um detalhe ainda mais surpreendente: Mainara tinha histórico de envolvimento com o tráfico de drogas e já havia sido detida anteriormente. Essa revelação levanta novos questionamentos sobre a motivação do crime e possíveis conexões com o submundo do crime na região.

O delegado responsável pelo caso, Helder Andrade, afirmou que as equipes já colheram depoimentos de testemunhas e aguardam os resultados completos da perícia para avançar na elucidação do crime. “Estamos trabalhando com todas as possibilidades, mas ainda não temos um suspeito identificado ou localizado”, explicou.

A brutalidade do homicídio chocou a população de Cândido Sales, reacendendo debates sobre a violência que assola a cidade. Enquanto isso, as autoridades reforçam o apelo para que qualquer informação que possa levar à identificação do assassino seja repassada à polícia.

O caso de Mainara, envolto em reviravoltas e mistérios, segue mobilizando esforços das forças de segurança. Teriam os envolvidos ignorado os sinais de que algo estava prestes a acontecer? Um descuido fatal teria selado seu destino? A resposta pode estar a um passo de ser revelada.

Segredo Macabro: Laudo Revela Verdade Chocante Sobre Mainara!

O caso do brutal assassinato de Mainara, ocorrido em Cândido Sales, ganhou novos contornos após a divulgação do laudo de necropsia realizado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista. Diferentemente do que se especulava inicialmente, o exame confirmou que a vítima não estava grávida no momento da morte, desmentindo boatos que circularam nas redes sociais e na imprensa.

Além disso, as investigações da Polícia Civil revelaram um detalhe ainda mais surpreendente: Mainara tinha histórico de envolvimento com o tráfico de drogas e já havia sido detida anteriormente. Essa revelação levanta novos questionamentos sobre a motivação do crime e possíveis conexões com o submundo do crime na região.

O delegado responsável pelo caso, Helder Andrade, afirmou que as equipes já colheram depoimentos de testemunhas e aguardam os resultados completos da perícia para avançar na elucidação do crime. “Estamos trabalhando com todas as possibilidades, mas ainda não temos um suspeito identificado ou localizado”, explicou.

A brutalidade do homicídio chocou a população de Cândido Sales, reacendendo debates sobre a violência que assola a cidade. Enquanto isso, as autoridades reforçam o apelo para que qualquer informação que possa levar à identificação do assassino seja repassada à polícia.

O caso de Mainara, envolto em reviravoltas e mistérios, segue mobilizando esforços das forças de segurança. Teriam os envolvidos ignorado os sinais de que algo estava prestes a acontecer? Um descuido fatal teria selado seu destino? A resposta pode estar a um passo de ser revelada.

LUTO NA CAFEICULTURA: MORRE NELSON SOARES LIMA, ÍCONE DA REGIÃO!

Vitória da Conquista e toda a região de Encruzilhada estão de luto. Faleceu na noite desta segunda-feira (10), por volta das 21h, no Hospital Samur, o pioneiro da cafeicultura Nelson Soares Lima. Ele lutava contra um câncer e deixa um legado inestimável para o agronegócio e para a história local.

Nelson foi um dos primeiros cafeicultores da região, desbravando um setor que hoje move a economia e sustenta milhares de famílias. Sua trajetória de trabalho árduo e inovação marcou profundamente o desenvolvimento agrícola do Sudoeste baiano, tornando-o uma referência no setor.

Além de sua contribuição ao campo, Nelson Soares Lima carregava um forte laço com a área da saúde. Ele era irmão de Zorilda Soares Lima, uma das fundadoras do Hospital Samur, instituição que se tornou um dos mais importantes centros médicos da Bahia.

O corpo está sendo velado no salão nobre da Funerária San Marcos, na Avenida Crescêncio Silveira, e o sepultamento ocorrerá às 17h, no Cemitério Parque da Cidade.

Aos familiares e amigos, fica a saudade e o reconhecimento por uma vida dedicada ao progresso da região.

LUTO NA CAFEICULTURA: MORRE NELSON SOARES LIMA, ÍCONE DA REGIÃO!

Vitória da Conquista e toda a região de Encruzilhada estão de luto. Faleceu na noite desta segunda-feira (10), por volta das 21h, no Hospital Samur, o pioneiro da cafeicultura Nelson Soares Lima. Ele lutava contra um câncer e deixa um legado inestimável para o agronegócio e para a história local.

Nelson foi um dos primeiros cafeicultores da região, desbravando um setor que hoje move a economia e sustenta milhares de famílias. Sua trajetória de trabalho árduo e inovação marcou profundamente o desenvolvimento agrícola do Sudoeste baiano, tornando-o uma referência no setor.

Além de sua contribuição ao campo, Nelson Soares Lima carregava um forte laço com a área da saúde. Ele era irmão de Zorilda Soares Lima, uma das fundadoras do Hospital Samur, instituição que se tornou um dos mais importantes centros médicos da Bahia.

O corpo está sendo velado no salão nobre da Funerária San Marcos, na Avenida Crescêncio Silveira, e o sepultamento ocorrerá às 17h, no Cemitério Parque da Cidade.

Aos familiares e amigos, fica a saudade e o reconhecimento por uma vida dedicada ao progresso da região.

MORRE AOS 97 ANOS CARLITO OLIVEIRA, O HOMEM QUE VIU O TEMPO PASSAR E FEZ HISTÓRIA

Vitória da Conquista se despede de um de seus grandes nomes: Carlito Oliveira, auditor fiscal aposentado, faleceu na última segunda-feira (10), aos 97 anos. Com uma trajetória marcada pelo serviço público e uma vida dedicada à família, Carlito foi mais do que um profissional exemplar—foi um símbolo de retidão e dedicação.

Homem de poucas palavras, mas de grande sabedoria, Carlito exerceu sua profissão com seriedade, construindo um legado de integridade que permanecerá na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Pai de 11 filhos, deixa uma família que reflete sua essência de trabalho, honestidade e amor incondicional.

O velório acontece na Igreja Bíblica Congregacional Morada dos Pássaros, na Av. Pedro Francisco de Morais Filho, nº 588, Loteamento Morada dos Pássaros III, Bairro Felícia. O sepultamento está marcado para as 17h no Cemitério Parque da Cidade.

A cidade se despede com pesar, mas também com gratidão pela história de um homem que fez do seu tempo uma lição de vida. Aos familiares e amigos, nossos mais sinceros sentimentos.

MORRE AOS 97 ANOS CARLITO OLIVEIRA, O HOMEM QUE VIU O TEMPO PASSAR E FEZ HISTÓRIA

Vitória da Conquista se despede de um de seus grandes nomes: Carlito Oliveira, auditor fiscal aposentado, faleceu na última segunda-feira (10), aos 97 anos. Com uma trajetória marcada pelo serviço público e uma vida dedicada à família, Carlito foi mais do que um profissional exemplar—foi um símbolo de retidão e dedicação.

Homem de poucas palavras, mas de grande sabedoria, Carlito exerceu sua profissão com seriedade, construindo um legado de integridade que permanecerá na memória de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Pai de 11 filhos, deixa uma família que reflete sua essência de trabalho, honestidade e amor incondicional.

O velório acontece na Igreja Bíblica Congregacional Morada dos Pássaros, na Av. Pedro Francisco de Morais Filho, nº 588, Loteamento Morada dos Pássaros III, Bairro Felícia. O sepultamento está marcado para as 17h no Cemitério Parque da Cidade.

A cidade se despede com pesar, mas também com gratidão pela história de um homem que fez do seu tempo uma lição de vida. Aos familiares e amigos, nossos mais sinceros sentimentos.

Flagrado com 100 canetas de ‘remédio milagroso’ para emagrecer: Receita Federal desmantela esquema internacional

A Receita Federal realizou uma grande apreensão de medicamentos ilegais na noite desta segunda-feira (10), quando interceptou um passageiro de 22 anos, natural de Vitória da Conquista, transportando 100 canetas do medicamento Mounjaro, popularmente conhecido por seu uso para emagrecimento. O jovem chegou ao Brasil em um voo da Air France, procedente de Paris, e foi flagrado com os produtos escondidos debaixo da própria roupa, em uma tentativa desesperada de evitar a fiscalização.

A abordagem aconteceu no aeroporto graças às técnicas de análise de risco utilizadas pela equipe da Receita Federal, que identificou padrões suspeitos e selecionou o passageiro para revista pessoal. A surpresa veio ao descobrirem que ele possui laços familiares com um grupo já investigado por trazer esse tipo de medicamento de forma irregular para revenda em clínicas clandestinas.

Tráfico de medicamentos: um esquema internacional

Durante o interrogatório, o passageiro afirmou ter adquirido os medicamentos em Londres, mas a suspeita é de que a carga faça parte de uma operação criminosa maior. No último dia 10 de fevereiro, a Receita Federal já havia apreendido 681 caixas vazias de embalagens do mesmo medicamento, produzidas no Reino Unido, reforçando as evidências de um esquema organizado de tráfico internacional de medicamentos.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que deverá aprofundar as investigações e tomar as medidas cabíveis contra os envolvidos. A Receita Federal alertou que o Mounjaro, à base de Tirzepatida, só pode ser importado para uso pessoal mediante apresentação de receita médica. A comercialização desse medicamento no Brasil é proibida, e o fato de ter sido transportado sem refrigeração aumenta ainda mais os riscos à saúde dos consumidores.

Medicamentos clandestinos: um risco fatal

O uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento tem crescido exponencialmente, impulsionado pela busca por soluções rápidas e por influenciadores digitais que promovem substâncias sem respaldo médico adequado. No entanto, o transporte irregular dessas drogas não apenas viola a legislação sanitária, mas também coloca vidas em risco, já que esses produtos podem perder sua eficácia ou até mesmo se tornar tóxicos quando armazenados de forma inadequada.

A Receita Federal reforça seu compromisso no combate ao comércio ilegal de medicamentos, destacando a importância da cooperação entre os órgãos públicos para garantir a segurança da população. O caso acende um alerta sobre o mercado negro de substâncias para emagrecimento, que cresce à sombra da clandestinidade e da ganância de quem lucra com a saúde alheia.

As investigações continuam e podem revelar ainda mais detalhes sobre essa rede criminosa que abastece clínicas clandestinas e consumidores desavisados com medicamentos potencialmente perigosos.

Flagrado com 100 canetas de ‘remédio milagroso’ para emagrecer: Receita Federal desmantela esquema internacional

A Receita Federal realizou uma grande apreensão de medicamentos ilegais na noite desta segunda-feira (10), quando interceptou um passageiro de 22 anos, natural de Vitória da Conquista, transportando 100 canetas do medicamento Mounjaro, popularmente conhecido por seu uso para emagrecimento. O jovem chegou ao Brasil em um voo da Air France, procedente de Paris, e foi flagrado com os produtos escondidos debaixo da própria roupa, em uma tentativa desesperada de evitar a fiscalização.

A abordagem aconteceu no aeroporto graças às técnicas de análise de risco utilizadas pela equipe da Receita Federal, que identificou padrões suspeitos e selecionou o passageiro para revista pessoal. A surpresa veio ao descobrirem que ele possui laços familiares com um grupo já investigado por trazer esse tipo de medicamento de forma irregular para revenda em clínicas clandestinas.

Tráfico de medicamentos: um esquema internacional

Durante o interrogatório, o passageiro afirmou ter adquirido os medicamentos em Londres, mas a suspeita é de que a carga faça parte de uma operação criminosa maior. No último dia 10 de fevereiro, a Receita Federal já havia apreendido 681 caixas vazias de embalagens do mesmo medicamento, produzidas no Reino Unido, reforçando as evidências de um esquema organizado de tráfico internacional de medicamentos.

O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que deverá aprofundar as investigações e tomar as medidas cabíveis contra os envolvidos. A Receita Federal alertou que o Mounjaro, à base de Tirzepatida, só pode ser importado para uso pessoal mediante apresentação de receita médica. A comercialização desse medicamento no Brasil é proibida, e o fato de ter sido transportado sem refrigeração aumenta ainda mais os riscos à saúde dos consumidores.

Medicamentos clandestinos: um risco fatal

O uso indiscriminado de medicamentos para emagrecimento tem crescido exponencialmente, impulsionado pela busca por soluções rápidas e por influenciadores digitais que promovem substâncias sem respaldo médico adequado. No entanto, o transporte irregular dessas drogas não apenas viola a legislação sanitária, mas também coloca vidas em risco, já que esses produtos podem perder sua eficácia ou até mesmo se tornar tóxicos quando armazenados de forma inadequada.

A Receita Federal reforça seu compromisso no combate ao comércio ilegal de medicamentos, destacando a importância da cooperação entre os órgãos públicos para garantir a segurança da população. O caso acende um alerta sobre o mercado negro de substâncias para emagrecimento, que cresce à sombra da clandestinidade e da ganância de quem lucra com a saúde alheia.

As investigações continuam e podem revelar ainda mais detalhes sobre essa rede criminosa que abastece clínicas clandestinas e consumidores desavisados com medicamentos potencialmente perigosos.

A Justiça que o Povo Não Alcança: Privilégios e Desconexão no Judiciário Brasileiro

 

 

 

 

 

No Brasil, a justiça é frequentemente idealizada como o último refúgio para quem sofre, um espaço onde o cidadão comum, esmagado por desigualdades e necessidades, pode buscar reparação. Mas o que acontece quando até esse pilar da democracia parece estar mais alinhado com os privilégios de uma elite do que com as agruras do povo? O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, oferece um exemplo gritante dessa desconexão. Em entrevista ao Estadão, ele reclamou que a vida de um magistrado é “quase como a vida de um monge”, marcada por dificuldades financeiras. A declaração seria risível, não fosse trágica: em 2024, Perri recebeu uma remuneração total de R$ 1,4 milhão, incluindo, em média, R$ 78 mil por mês em indenizações, os chamados “penduricalhos”. Enquanto o povo passa fome, a justiça, que deveria protegê-lo, parece estar mais ocupada lamentando os “sacrifícios” de seus milionários.

A ironia da situação é inescapável. De um lado, temos um desembargador que, mesmo com uma renda anual que ultrapassa a marca de um milhão, sente-se à vontade para comparar sua vida à de um monge – uma figura associada à renúncia material e à simplicidade. De outro, milhões de brasileiros enfrentam a inflação, o desemprego e a precariedade de serviços básicos, sem acesso a uma fração sequer do que Perri considera insuficiente. Esses “penduricalhos”, benefícios que engordam os salários dos magistrados além do teto constitucional, são um símbolo de privilégio em um país onde a desigualdade é uma ferida aberta. Para o povo, que mal consegue pagar as contas, a ideia de que R$ 1,4 milhão por ano represente “agruras” soa como um insulto.

Os “Penduricalhos” e a Bolha do Judiciário

Não é segredo que os magistrados brasileiros estão entre os mais bem remunerados do mundo. O salário base já é elevado, mas os “penduricalhos” – auxílios, gratificações e indenizações – frequentemente elevam os ganhos a patamares exorbitantes. No caso de Perri, os R$ 78 mil mensais em indenizações são um exemplo claro de como esses benefícios criam uma realidade paralela para a elite judiciária. A justificativa para tais valores costuma ser a necessidade de garantir a independência e a dignidade da profissão. Mas até que ponto isso é razoável? Em um contexto de crise econômica, onde o salário mínimo mal cobre o básico, esses privilégios parecem menos uma necessidade e mais um luxo injustificável.

A falta de transparência sobre como esses “penduricalhos” são calculados e distribuídos só agrava o problema. Sem clareza, o povo fica à mercê de um sistema que opera em segredo, beneficiando a si mesmo enquanto ignora as necessidades de quem deveria servir. Se a justiça é um direito de todos, por que seus representantes vivem em uma esfera tão distante da realidade social? A resposta parece clara: o judiciário, em muitos aspectos, tornou-se parte do mesmo “sistema” que oprime o povo, um clube exclusivo onde os sacrifícios do cidadão comum são invisíveis.

A Justiça Perde o Povo – e a Credibilidade

A declaração de Perri não é apenas uma gafe; é um golpe na confiança que o povo deposita no judiciário. Quando um desembargador, que deveria encarnar a imparcialidade e a sensatez, demonstra tamanha falta de empatia, ele reforça a percepção de que a justiça não é para todos. Para o trabalhador que ganha menos em um ano do que Perri recebe em um mês, a ideia de recorrer ao judiciário torna-se quase uma ilusão. Se os magistrados estão tão alheios às dificuldades da população, como podem julgá-las com equidade? A justiça, que deveria ser um espelho da sociedade, reflete cada vez mais os interesses de uma elite desconectada.

Essa percepção tem consequências graves. Um judiciário visto como privilegiado e insensível perde sua legitimidade. O povo, já cansado de um sistema que parece favorecer os poderosos, começa a desistir da justiça como solução. E quem pode culpá-lo? Quando a própria instituição que deveria garantir direitos se queixa de “agruras” enquanto ostenta milhões, ela se torna cúmplice da exclusão que marca o Brasil. A confiança no sistema judiciário, essencial para a democracia, erode-se a cada declaração como essa.

Um Chamado por Transparência e Humanidade

Se o judiciário quer recuperar o povo – e sua própria credibilidade –, precisa mudar. O primeiro passo é a transparência. Os salários, os “penduricalhos” e suas justificativas devem ser públicos, acessíveis e compreensíveis. Não basta dizer que esses valores são legais; é preciso provar que são justos, especialmente em um país onde a miséria é uma realidade para tantos. Além disso, os magistrados precisam demonstrar sensibilidade. Declarações como a de Perri não são apenas impensadas; são um sinal de quão distante o judiciário está de quem mais precisa dele.

A justiça não pode ser um privilégio dos privilegiados. Ela deve ser um direito universal, exercido por pessoas que entendam as dores do povo, não que as ignorem em nome de um suposto “martírio” financeiro. Enquanto desembargadores como Orlando Perri lamentam sua “vida de monge” com milhões no bolso, o povo que sofre não tem nem a quem recorrer. A justiça, que deveria ser sua aliada, virou mais um braço do sistema que os exclui. Para mudar isso, é preciso mais do que palavras bonitas: é preciso accountability, empatia e uma conexão real com a sociedade. Só assim o judiciário deixará de ser parte do problema e voltará a ser parte da solução.

A Justiça que o Povo Não Alcança: Privilégios e Desconexão no Judiciário Brasileiro

 

 

 

 

 

No Brasil, a justiça é frequentemente idealizada como o último refúgio para quem sofre, um espaço onde o cidadão comum, esmagado por desigualdades e necessidades, pode buscar reparação. Mas o que acontece quando até esse pilar da democracia parece estar mais alinhado com os privilégios de uma elite do que com as agruras do povo? O desembargador Orlando Perri, do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, oferece um exemplo gritante dessa desconexão. Em entrevista ao Estadão, ele reclamou que a vida de um magistrado é “quase como a vida de um monge”, marcada por dificuldades financeiras. A declaração seria risível, não fosse trágica: em 2024, Perri recebeu uma remuneração total de R$ 1,4 milhão, incluindo, em média, R$ 78 mil por mês em indenizações, os chamados “penduricalhos”. Enquanto o povo passa fome, a justiça, que deveria protegê-lo, parece estar mais ocupada lamentando os “sacrifícios” de seus milionários.

A ironia da situação é inescapável. De um lado, temos um desembargador que, mesmo com uma renda anual que ultrapassa a marca de um milhão, sente-se à vontade para comparar sua vida à de um monge – uma figura associada à renúncia material e à simplicidade. De outro, milhões de brasileiros enfrentam a inflação, o desemprego e a precariedade de serviços básicos, sem acesso a uma fração sequer do que Perri considera insuficiente. Esses “penduricalhos”, benefícios que engordam os salários dos magistrados além do teto constitucional, são um símbolo de privilégio em um país onde a desigualdade é uma ferida aberta. Para o povo, que mal consegue pagar as contas, a ideia de que R$ 1,4 milhão por ano represente “agruras” soa como um insulto.

Os “Penduricalhos” e a Bolha do Judiciário

Não é segredo que os magistrados brasileiros estão entre os mais bem remunerados do mundo. O salário base já é elevado, mas os “penduricalhos” – auxílios, gratificações e indenizações – frequentemente elevam os ganhos a patamares exorbitantes. No caso de Perri, os R$ 78 mil mensais em indenizações são um exemplo claro de como esses benefícios criam uma realidade paralela para a elite judiciária. A justificativa para tais valores costuma ser a necessidade de garantir a independência e a dignidade da profissão. Mas até que ponto isso é razoável? Em um contexto de crise econômica, onde o salário mínimo mal cobre o básico, esses privilégios parecem menos uma necessidade e mais um luxo injustificável.

A falta de transparência sobre como esses “penduricalhos” são calculados e distribuídos só agrava o problema. Sem clareza, o povo fica à mercê de um sistema que opera em segredo, beneficiando a si mesmo enquanto ignora as necessidades de quem deveria servir. Se a justiça é um direito de todos, por que seus representantes vivem em uma esfera tão distante da realidade social? A resposta parece clara: o judiciário, em muitos aspectos, tornou-se parte do mesmo “sistema” que oprime o povo, um clube exclusivo onde os sacrifícios do cidadão comum são invisíveis.

A Justiça Perde o Povo – e a Credibilidade

A declaração de Perri não é apenas uma gafe; é um golpe na confiança que o povo deposita no judiciário. Quando um desembargador, que deveria encarnar a imparcialidade e a sensatez, demonstra tamanha falta de empatia, ele reforça a percepção de que a justiça não é para todos. Para o trabalhador que ganha menos em um ano do que Perri recebe em um mês, a ideia de recorrer ao judiciário torna-se quase uma ilusão. Se os magistrados estão tão alheios às dificuldades da população, como podem julgá-las com equidade? A justiça, que deveria ser um espelho da sociedade, reflete cada vez mais os interesses de uma elite desconectada.

Essa percepção tem consequências graves. Um judiciário visto como privilegiado e insensível perde sua legitimidade. O povo, já cansado de um sistema que parece favorecer os poderosos, começa a desistir da justiça como solução. E quem pode culpá-lo? Quando a própria instituição que deveria garantir direitos se queixa de “agruras” enquanto ostenta milhões, ela se torna cúmplice da exclusão que marca o Brasil. A confiança no sistema judiciário, essencial para a democracia, erode-se a cada declaração como essa.

Um Chamado por Transparência e Humanidade

Se o judiciário quer recuperar o povo – e sua própria credibilidade –, precisa mudar. O primeiro passo é a transparência. Os salários, os “penduricalhos” e suas justificativas devem ser públicos, acessíveis e compreensíveis. Não basta dizer que esses valores são legais; é preciso provar que são justos, especialmente em um país onde a miséria é uma realidade para tantos. Além disso, os magistrados precisam demonstrar sensibilidade. Declarações como a de Perri não são apenas impensadas; são um sinal de quão distante o judiciário está de quem mais precisa dele.

A justiça não pode ser um privilégio dos privilegiados. Ela deve ser um direito universal, exercido por pessoas que entendam as dores do povo, não que as ignorem em nome de um suposto “martírio” financeiro. Enquanto desembargadores como Orlando Perri lamentam sua “vida de monge” com milhões no bolso, o povo que sofre não tem nem a quem recorrer. A justiça, que deveria ser sua aliada, virou mais um braço do sistema que os exclui. Para mudar isso, é preciso mais do que palavras bonitas: é preciso accountability, empatia e uma conexão real com a sociedade. Só assim o judiciário deixará de ser parte do problema e voltará a ser parte da solução.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 11 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Desconfiança da economia sob Trump eleva dólar e derruba bolsas 

Cotação do dólar e sessão da Bolsa hoje (10); acompanhe – 10/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Temor de recessão nos EUA e tarifaço incerto derrubam Bolsas 

‘Notícia No Seu Tempo’: Temor de recessão nos EUA e tarifaço incerto derrubam Bolsas – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Temor de recessão assusta investidores e impõe fortes quedas às bolsas nos EUA 

Bolsas de NY desabam com temores de recessão nos EUA | Finanças | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Temor de recessão nos EUA derruba Bolsas e eleva o dólar no Brasil 

‘Risco Trump’: por que o temor de recessão nos EUA mexe com o dólar no Brasil? 

O Dia (RJ)
LUTO
Como amparar tamanha dor? 

Luto: como transformar a dor em esperança | Rio de Janeiro | O Dia 

Correio Braziliense
Gleisi promete apoiar Haddad e abrir diálogo com Congresso 

Gleisi promete apoiar Haddad e abrir diálogo com Congresso 

 

Estado de Minas
Oficial de Justiça: Rotina de violência 

Agressão expõe rotina de medo dos oficiais de Justiça 

 

Zero Hora (RS)
Gleisi toma posse, promete diálogo e elogia Haddad 

Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann assumem ministérios com promessa de melhorias e diálogo com o Congresso | GZH 

 

Diário de Pernambuco
Cesta básica do Recife teve a maior alta do país, diz Dieese 

Valor da cesta básica no Recife teve maior alta entre as capitais do país em fevereiro | Economia: Diario de Pernambuco 

 

Jornal do Commercio (PE)
Conselho Metropolitano é retomado com reunião hoje 

Jornal do Commercio 

 

A Tarde (BA)
Salvador é a terceira capital a ganhar motofaixa 

A TARDE • Notícias Sobre Salvador e Região – Notícias, Classificados, Esportes e Cultura – A TARDE Online. 

 

Diário do Nordeste (CE)
Preço de imóveis é o maior em dois anos 

Por que o preço de imóveis novos em Fortaleza é o maior em dois anos – Ingrid Coelho – Diário do Nordeste 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 11 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Desconfiança da economia sob Trump eleva dólar e derruba bolsas 

Cotação do dólar e sessão da Bolsa hoje (10); acompanhe – 10/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Temor de recessão nos EUA e tarifaço incerto derrubam Bolsas 

‘Notícia No Seu Tempo’: Temor de recessão nos EUA e tarifaço incerto derrubam Bolsas – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Temor de recessão assusta investidores e impõe fortes quedas às bolsas nos EUA 

Bolsas de NY desabam com temores de recessão nos EUA | Finanças | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Temor de recessão nos EUA derruba Bolsas e eleva o dólar no Brasil 

‘Risco Trump’: por que o temor de recessão nos EUA mexe com o dólar no Brasil? 

O Dia (RJ)
LUTO
Como amparar tamanha dor? 

Luto: como transformar a dor em esperança | Rio de Janeiro | O Dia 

Correio Braziliense
Gleisi promete apoiar Haddad e abrir diálogo com Congresso 

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Estado de Minas
Oficial de Justiça: Rotina de violência 

Agressão expõe rotina de medo dos oficiais de Justiça 

 

Zero Hora (RS)
Gleisi toma posse, promete diálogo e elogia Haddad 

Alexandre Padilha e Gleisi Hoffmann assumem ministérios com promessa de melhorias e diálogo com o Congresso | GZH 

 

Diário de Pernambuco
Cesta básica do Recife teve a maior alta do país, diz Dieese 

Valor da cesta básica no Recife teve maior alta entre as capitais do país em fevereiro | Economia: Diario de Pernambuco 

 

Jornal do Commercio (PE)
Conselho Metropolitano é retomado com reunião hoje 

Jornal do Commercio 

 

A Tarde (BA)
Salvador é a terceira capital a ganhar motofaixa 

A TARDE • Notícias Sobre Salvador e Região – Notícias, Classificados, Esportes e Cultura – A TARDE Online. 

 

Diário do Nordeste (CE)
Preço de imóveis é o maior em dois anos 

Por que o preço de imóveis novos em Fortaleza é o maior em dois anos – Ingrid Coelho – Diário do Nordeste