Política e Resenha

VOLTOU! Hospital Unimec reabre emergência e muda novamente o mapa da saúde em Conquista

Depois de dias de expectativa e apreensão entre pacientes e profissionais da saúde, uma notícia trouxe alívio para milhares de conquistenses: o Hospital Unimec voltará a atender urgência e emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir das 7h da próxima segunda-feira, dia 16.

A retomada dos serviços ocorre após um importante processo de diálogo institucional que reuniu a Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio do Gabinete da Chefia do Poder Executivo, da Procuradoria-Geral do Município e da Secretaria Municipal de Saúde, além do Ministério Público e da diretoria do hospital. O entendimento entre as instituições garantiu a reativação da assistência à população.

O acordo estabelece inicialmente um período de seis meses de funcionamento, com pronto atendimento 24 horas. Na prática, isso significa que a população voltará a contar com mais uma porta de entrada para casos de urgência e emergência, fortalecendo a rede municipal de saúde.

Para muitos moradores da cidade e da região sudoeste da Bahia, a reabertura representa mais do que um simples retorno de serviços. Significa segurança e tranquilidade em momentos críticos, quando cada minuto pode fazer a diferença.

A prefeita Sheila Lemos destacou que o resultado foi fruto da convergência de esforços entre as instituições envolvidas. Segundo ela, o diálogo tem sido o principal instrumento para garantir soluções que priorizem o bem-estar da população.

A gestora ressaltou ainda que o compromisso da administração municipal é manter a rede de urgência e emergência organizada e capaz de oferecer atendimento digno, seguro e de qualidade para todos os cidadãos.

Com o retorno das atividades no Unimec, algumas medidas emergenciais adotadas durante o período de reorganização da rede serão encerradas. Os atendimentos de fichas verdes e azuis realizados temporariamente no CAE II e na Unidade de Saúde Dr. Onildo Pereira deixarão de ocorrer durante o período diurno.

Por outro lado, os atendimentos nas unidades de horário estendido Régis Pacheco e Admário Silva Santos continuarão funcionando como estratégia de ampliação do acesso e fortalecimento da Atenção Básica no município.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, todas as medidas adotadas nos últimos dias tiveram como objetivo garantir que a população não ficasse desassistida enquanto a rede passava por ajustes.

A secretária municipal de Saúde, Fernanda Maron, explicou que a reorganização foi necessária para assegurar a continuidade da assistência e manter o funcionamento estruturado do sistema de urgência e emergência.

Com a retomada dos atendimentos no Hospital Unimec, Vitória da Conquista dá mais um passo para fortalecer sua rede pública de saúde, reafirmando o compromisso de manter serviços acessíveis e preparados para atender quem mais precisa.

Em um sistema tão essencial quanto o da saúde, quando instituições se unem em torno do interesse coletivo, quem ganha é toda a população.

(Maria Clara)

VOLTOU! Hospital Unimec reabre emergência e muda novamente o mapa da saúde em Conquista

Depois de dias de expectativa e apreensão entre pacientes e profissionais da saúde, uma notícia trouxe alívio para milhares de conquistenses: o Hospital Unimec voltará a atender urgência e emergência pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a partir das 7h da próxima segunda-feira, dia 16.

A retomada dos serviços ocorre após um importante processo de diálogo institucional que reuniu a Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio do Gabinete da Chefia do Poder Executivo, da Procuradoria-Geral do Município e da Secretaria Municipal de Saúde, além do Ministério Público e da diretoria do hospital. O entendimento entre as instituições garantiu a reativação da assistência à população.

O acordo estabelece inicialmente um período de seis meses de funcionamento, com pronto atendimento 24 horas. Na prática, isso significa que a população voltará a contar com mais uma porta de entrada para casos de urgência e emergência, fortalecendo a rede municipal de saúde.

Para muitos moradores da cidade e da região sudoeste da Bahia, a reabertura representa mais do que um simples retorno de serviços. Significa segurança e tranquilidade em momentos críticos, quando cada minuto pode fazer a diferença.

A prefeita Sheila Lemos destacou que o resultado foi fruto da convergência de esforços entre as instituições envolvidas. Segundo ela, o diálogo tem sido o principal instrumento para garantir soluções que priorizem o bem-estar da população.

A gestora ressaltou ainda que o compromisso da administração municipal é manter a rede de urgência e emergência organizada e capaz de oferecer atendimento digno, seguro e de qualidade para todos os cidadãos.

Com o retorno das atividades no Unimec, algumas medidas emergenciais adotadas durante o período de reorganização da rede serão encerradas. Os atendimentos de fichas verdes e azuis realizados temporariamente no CAE II e na Unidade de Saúde Dr. Onildo Pereira deixarão de ocorrer durante o período diurno.

Por outro lado, os atendimentos nas unidades de horário estendido Régis Pacheco e Admário Silva Santos continuarão funcionando como estratégia de ampliação do acesso e fortalecimento da Atenção Básica no município.

De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde, todas as medidas adotadas nos últimos dias tiveram como objetivo garantir que a população não ficasse desassistida enquanto a rede passava por ajustes.

A secretária municipal de Saúde, Fernanda Maron, explicou que a reorganização foi necessária para assegurar a continuidade da assistência e manter o funcionamento estruturado do sistema de urgência e emergência.

Com a retomada dos atendimentos no Hospital Unimec, Vitória da Conquista dá mais um passo para fortalecer sua rede pública de saúde, reafirmando o compromisso de manter serviços acessíveis e preparados para atender quem mais precisa.

Em um sistema tão essencial quanto o da saúde, quando instituições se unem em torno do interesse coletivo, quem ganha é toda a população.

(Maria Clara)

Urgente: Mulher em surto circula sem roupa na Avenida Frei Benjamin

A noite de sexta-feira em Vitória da Conquista ganhou contornos inesperados e surpreendentes quando uma cena incomum chamou a atenção de quem passava pela movimentada Avenida Frei Benjamin, uma das vias mais conhecidas da zona oeste da cidade.

Testemunhas relataram que uma mulher, aparentemente em estado de forte confusão mental, passou a circular completamente sem roupas pela avenida, entrando e saindo de alguns estabelecimentos e falando frases desconexas. A situação rapidamente atraiu a atenção de curiosos e de pessoas que transitavam pelo local, já que a via costuma ficar bastante movimentada nas noites de sexta-feira.

O episódio ganhou ainda mais repercussão quando, segundo relatos de quem estava presente, a mulher teria se aproximado de um carro estacionado e esfregado um acarajé no veículo, gesto que aumentou o espanto das pessoas ao redor.

Apesar do susto inicial e da surpresa gerada pela cena, a reação das pessoas foi principalmente de preocupação com o estado de saúde da mulher. Diante da situação, o serviço de emergência foi acionado para prestar assistência.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência — conhecido popularmente como SAMU 192 — foram chamadas ao local para realizar o atendimento e encaminhar a mulher a uma unidade hospitalar, onde poderá receber avaliação médica e acompanhamento especializado.

Casos como esse costumam chamar atenção não apenas pelo impacto visual inesperado, mas também por revelar uma realidade muitas vezes invisível nas grandes e médias cidades brasileiras: a vulnerabilidade de pessoas que enfrentam crises de saúde mental em espaços públicos.

A movimentação na avenida seguiu intensa durante a noite, com curiosos comentando o episódio e moradores refletindo sobre a importância do atendimento rápido em situações de crise. A atuação dos serviços de emergência, nesses momentos, torna-se fundamental para garantir que a pessoa em sofrimento receba o cuidado necessário.

O episódio, que rapidamente se espalhou em conversas e redes sociais locais, mostra como acontecimentos inesperados podem transformar uma noite comum em um momento de atenção coletiva — e também de reflexão sobre saúde mental e acolhimento.

No fim das contas, mais do que o espanto causado pela cena inusitada, fica a lembrança de que por trás de situações assim há sempre alguém precisando de cuidado, compreensão e assistência.

(Maria Clara)

Urgente: Mulher em surto circula sem roupa na Avenida Frei Benjamin

A noite de sexta-feira em Vitória da Conquista ganhou contornos inesperados e surpreendentes quando uma cena incomum chamou a atenção de quem passava pela movimentada Avenida Frei Benjamin, uma das vias mais conhecidas da zona oeste da cidade.

Testemunhas relataram que uma mulher, aparentemente em estado de forte confusão mental, passou a circular completamente sem roupas pela avenida, entrando e saindo de alguns estabelecimentos e falando frases desconexas. A situação rapidamente atraiu a atenção de curiosos e de pessoas que transitavam pelo local, já que a via costuma ficar bastante movimentada nas noites de sexta-feira.

O episódio ganhou ainda mais repercussão quando, segundo relatos de quem estava presente, a mulher teria se aproximado de um carro estacionado e esfregado um acarajé no veículo, gesto que aumentou o espanto das pessoas ao redor.

Apesar do susto inicial e da surpresa gerada pela cena, a reação das pessoas foi principalmente de preocupação com o estado de saúde da mulher. Diante da situação, o serviço de emergência foi acionado para prestar assistência.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência — conhecido popularmente como SAMU 192 — foram chamadas ao local para realizar o atendimento e encaminhar a mulher a uma unidade hospitalar, onde poderá receber avaliação médica e acompanhamento especializado.

Casos como esse costumam chamar atenção não apenas pelo impacto visual inesperado, mas também por revelar uma realidade muitas vezes invisível nas grandes e médias cidades brasileiras: a vulnerabilidade de pessoas que enfrentam crises de saúde mental em espaços públicos.

A movimentação na avenida seguiu intensa durante a noite, com curiosos comentando o episódio e moradores refletindo sobre a importância do atendimento rápido em situações de crise. A atuação dos serviços de emergência, nesses momentos, torna-se fundamental para garantir que a pessoa em sofrimento receba o cuidado necessário.

O episódio, que rapidamente se espalhou em conversas e redes sociais locais, mostra como acontecimentos inesperados podem transformar uma noite comum em um momento de atenção coletiva — e também de reflexão sobre saúde mental e acolhimento.

No fim das contas, mais do que o espanto causado pela cena inusitada, fica a lembrança de que por trás de situações assim há sempre alguém precisando de cuidado, compreensão e assistência.

(Maria Clara)

Erivelton é encontrado morto e amarrado a motocicleta no bairro Universidade em Vitória da Conquista

A madrugada deste sábado trouxe uma cena que rapidamente chamou a atenção dos moradores do bairro Universidade, em Vitória da Conquista. Por volta das 3h53, um chamado ao Centro Integrado de Comunicações relatava algo incomum na Rua 13: um corpo havia sido avistado no local.

Guarnições da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar foram acionadas e se deslocaram até o endereço indicado. Ao chegarem, os policiais confirmaram a ocorrência. No local, um homem foi encontrado caído ao solo, já sem sinais vitais, amarrado a uma motocicleta Honda CG 150 Fan.

A vítima foi identificada pela Polícia Civil da Bahia como Erivelton de Lima Santos. Informações iniciais apontam que ele estava desaparecido há algum tempo, o que acrescenta ainda mais elementos de mistério ao caso.

Após a confirmação da ocorrência, equipes do Departamento de Polícia Técnica foram acionadas para realizar os procedimentos periciais e a remoção do corpo. O trabalho técnico é fundamental para reunir evidências que possam ajudar a esclarecer o ocorrido.

As autoridades informaram que o caso será investigado pela Polícia Civil, que buscará identificar as circunstâncias e a possível autoria do crime. A investigação seguirá os trâmites legais e deve analisar todos os elementos disponíveis para que os fatos sejam devidamente esclarecidos.

Enquanto isso, a notícia repercute entre moradores da região, que aguardam respostas sobre o que teria acontecido naquela madrugada silenciosa que terminou marcada por um episódio ainda envolto em perguntas.

(Maria Clara)

Erivelton é encontrado morto e amarrado a motocicleta no bairro Universidade em Vitória da Conquista

A madrugada deste sábado trouxe uma cena que rapidamente chamou a atenção dos moradores do bairro Universidade, em Vitória da Conquista. Por volta das 3h53, um chamado ao Centro Integrado de Comunicações relatava algo incomum na Rua 13: um corpo havia sido avistado no local.

Guarnições da 77ª Companhia Independente de Polícia Militar foram acionadas e se deslocaram até o endereço indicado. Ao chegarem, os policiais confirmaram a ocorrência. No local, um homem foi encontrado caído ao solo, já sem sinais vitais, amarrado a uma motocicleta Honda CG 150 Fan.

A vítima foi identificada pela Polícia Civil da Bahia como Erivelton de Lima Santos. Informações iniciais apontam que ele estava desaparecido há algum tempo, o que acrescenta ainda mais elementos de mistério ao caso.

Após a confirmação da ocorrência, equipes do Departamento de Polícia Técnica foram acionadas para realizar os procedimentos periciais e a remoção do corpo. O trabalho técnico é fundamental para reunir evidências que possam ajudar a esclarecer o ocorrido.

As autoridades informaram que o caso será investigado pela Polícia Civil, que buscará identificar as circunstâncias e a possível autoria do crime. A investigação seguirá os trâmites legais e deve analisar todos os elementos disponíveis para que os fatos sejam devidamente esclarecidos.

Enquanto isso, a notícia repercute entre moradores da região, que aguardam respostas sobre o que teria acontecido naquela madrugada silenciosa que terminou marcada por um episódio ainda envolto em perguntas.

(Maria Clara)

Dois homens morrem após confronto com a Polícia Militar em Cândido Sales

A tranquilidade de uma noite comum foi interrompida em Cândido Sales nesta sexta-feira (13). O que começou como mais um patrulhamento de rotina terminou em um confronto armado que deixou dois homens mortos e reacendeu o debate sobre segurança pública na região sudoeste da Bahia.

De acordo com informações apuradas, guarnições da Polícia Militar da Bahia realizavam rondas na cidade quando teriam sido surpreendidas por indivíduos armados. O ataque teria dado início a uma troca de tiros que mobilizou as equipes policiais e chamou a atenção de moradores próximos, que relataram momentos de tensão durante o episódio.

Após o cessar dos disparos, dois homens foram encontrados feridos. Ambos chegaram a ser socorridos e encaminhados para uma unidade hospitalar do município, mas, apesar dos esforços médicos, não resistiram aos ferimentos.

Equipes do Departamento de Polícia Técnica foram acionadas para realizar os procedimentos periciais. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal em Vitória da Conquista, onde passarão pelos exames de praxe.

A ocorrência deverá ser investigada pelas autoridades competentes, que irão apurar as circunstâncias do confronto e os detalhes que levaram ao desfecho trágico da ação. Casos como esse reforçam a complexidade do enfrentamento à criminalidade e evidenciam os desafios diários enfrentados pelas forças de segurança no interior do estado.

Enquanto a investigação segue em andamento, a população aguarda esclarecimentos sobre o episódio que marcou a noite em Cândido Sales e deixou a cidade em estado de alerta.

No meio da rotina pacata de municípios do interior, acontecimentos dessa natureza lembram que a segurança pública continua sendo um dos grandes desafios do nosso tempo, exigindo vigilância permanente, investigação rigorosa e ações coordenadas para preservar a paz social.

(Maria Clara)

Dois homens morrem após confronto com a Polícia Militar em Cândido Sales

A tranquilidade de uma noite comum foi interrompida em Cândido Sales nesta sexta-feira (13). O que começou como mais um patrulhamento de rotina terminou em um confronto armado que deixou dois homens mortos e reacendeu o debate sobre segurança pública na região sudoeste da Bahia.

De acordo com informações apuradas, guarnições da Polícia Militar da Bahia realizavam rondas na cidade quando teriam sido surpreendidas por indivíduos armados. O ataque teria dado início a uma troca de tiros que mobilizou as equipes policiais e chamou a atenção de moradores próximos, que relataram momentos de tensão durante o episódio.

Após o cessar dos disparos, dois homens foram encontrados feridos. Ambos chegaram a ser socorridos e encaminhados para uma unidade hospitalar do município, mas, apesar dos esforços médicos, não resistiram aos ferimentos.

Equipes do Departamento de Polícia Técnica foram acionadas para realizar os procedimentos periciais. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal em Vitória da Conquista, onde passarão pelos exames de praxe.

A ocorrência deverá ser investigada pelas autoridades competentes, que irão apurar as circunstâncias do confronto e os detalhes que levaram ao desfecho trágico da ação. Casos como esse reforçam a complexidade do enfrentamento à criminalidade e evidenciam os desafios diários enfrentados pelas forças de segurança no interior do estado.

Enquanto a investigação segue em andamento, a população aguarda esclarecimentos sobre o episódio que marcou a noite em Cândido Sales e deixou a cidade em estado de alerta.

No meio da rotina pacata de municípios do interior, acontecimentos dessa natureza lembram que a segurança pública continua sendo um dos grandes desafios do nosso tempo, exigindo vigilância permanente, investigação rigorosa e ações coordenadas para preservar a paz social.

(Maria Clara)

TRAGÉDIA NA ESTRADA: ACIDENTE DEVASTADOR TIRA A VIDA DE TRÊS TRABALHADORES E COMOVE A REGIÃO

A noite de sexta-feira ficará marcada por um episódio de profunda tristeza nas estradas do sudoeste baiano. Um grave acidente registrado nas proximidades do município de Mata Verde interrompeu de forma abrupta a vida de três trabalhadores que retornavam de mais uma jornada de trabalho. A tragédia rapidamente se espalhou entre moradores da região e trouxe um clima de consternação para toda a comunidade.

As vítimas foram identificadas como Neném, Lucas e Henrique, moradores da cidade de Cândido Sales. Eles trabalhavam em um caminhão responsável pelo transporte de eucaliptos, atividade comum na região e que sustenta muitas famílias. O veículo, que carregava a pesada carga de madeira, sofreu um impacto tão violento que acabou completamente destruído, espalhando toras de eucalipto pela pista e transformando o cenário em um quadro de devastação.

De acordo com as informações iniciais, os três homens não resistiram à gravidade dos ferimentos e morreram ainda no local do acidente. A notícia caiu como um choque para familiares, amigos e colegas de trabalho, que passaram a compartilhar mensagens de pesar e solidariedade diante da perda repentina.

Além das três vítimas fatais, outras duas pessoas que também estavam envolvidas na ocorrência foram socorridas rapidamente e encaminhadas para unidades hospitalares da região, onde recebem atendimento médico. Até o momento, não foram divulgadas novas atualizações sobre o estado de saúde dos sobreviventes.

Acidentes envolvendo transporte de carga pesada costumam provocar grande preocupação nas rodovias do interior, especialmente em regiões onde a atividade florestal e o transporte de madeira fazem parte da rotina econômica. Caminhões carregados com eucalipto circulam diariamente por estradas que, muitas vezes, exigem atenção redobrada dos motoristas.

Diante de tragédias como essa, a comunidade se une em um sentimento coletivo de luto e reflexão. Cada trabalhador que sai de casa em busca do sustento carrega consigo sonhos, responsabilidades e histórias que vão muito além da cabine de um caminhão. Quando uma fatalidade acontece, não é apenas um acidente de trânsito — é uma ruptura dolorosa na vida de famílias inteiras.

Neste momento de dor, moradores de Cândido Sales e de toda a região expressam solidariedade aos familiares e amigos de Neném, Lucas e Henrique. Que a memória desses trabalhadores permaneça viva entre aqueles que compartilharam com eles a estrada da vida.

(Maria Clara)

TRAGÉDIA NA ESTRADA: ACIDENTE DEVASTADOR TIRA A VIDA DE TRÊS TRABALHADORES E COMOVE A REGIÃO

A noite de sexta-feira ficará marcada por um episódio de profunda tristeza nas estradas do sudoeste baiano. Um grave acidente registrado nas proximidades do município de Mata Verde interrompeu de forma abrupta a vida de três trabalhadores que retornavam de mais uma jornada de trabalho. A tragédia rapidamente se espalhou entre moradores da região e trouxe um clima de consternação para toda a comunidade.

As vítimas foram identificadas como Neném, Lucas e Henrique, moradores da cidade de Cândido Sales. Eles trabalhavam em um caminhão responsável pelo transporte de eucaliptos, atividade comum na região e que sustenta muitas famílias. O veículo, que carregava a pesada carga de madeira, sofreu um impacto tão violento que acabou completamente destruído, espalhando toras de eucalipto pela pista e transformando o cenário em um quadro de devastação.

De acordo com as informações iniciais, os três homens não resistiram à gravidade dos ferimentos e morreram ainda no local do acidente. A notícia caiu como um choque para familiares, amigos e colegas de trabalho, que passaram a compartilhar mensagens de pesar e solidariedade diante da perda repentina.

Além das três vítimas fatais, outras duas pessoas que também estavam envolvidas na ocorrência foram socorridas rapidamente e encaminhadas para unidades hospitalares da região, onde recebem atendimento médico. Até o momento, não foram divulgadas novas atualizações sobre o estado de saúde dos sobreviventes.

Acidentes envolvendo transporte de carga pesada costumam provocar grande preocupação nas rodovias do interior, especialmente em regiões onde a atividade florestal e o transporte de madeira fazem parte da rotina econômica. Caminhões carregados com eucalipto circulam diariamente por estradas que, muitas vezes, exigem atenção redobrada dos motoristas.

Diante de tragédias como essa, a comunidade se une em um sentimento coletivo de luto e reflexão. Cada trabalhador que sai de casa em busca do sustento carrega consigo sonhos, responsabilidades e histórias que vão muito além da cabine de um caminhão. Quando uma fatalidade acontece, não é apenas um acidente de trânsito — é uma ruptura dolorosa na vida de famílias inteiras.

Neste momento de dor, moradores de Cândido Sales e de toda a região expressam solidariedade aos familiares e amigos de Neném, Lucas e Henrique. Que a memória desses trabalhadores permaneça viva entre aqueles que compartilharam com eles a estrada da vida.

(Maria Clara)

ARTIGO – Quando a Saúde Vira Negócio: A Choradeira dos Hospitais e o Direito do Povo

 

 

Padre Carlos

 

Há momentos em que a realidade escancara aquilo que muitos preferiam esconder atrás de discursos educados e notas oficiais. O recente episódio envolvendo o retorno do atendimento do Hospital Unimec ao Sistema Único de Saúde – SUS em Vitória da Conquista revela muito mais do que um simples impasse administrativo. Ele expõe um conflito profundo entre dois mundos: o da saúde como direito do povo e o da saúde como mercadoria lucrativa.

Quando a saúde foi municipalizada em Vitória da Conquista, iniciou-se uma verdadeira romaria de lamentações. Alguns hospitais privados e seus representantes vieram a público com uma narrativa dramática: diziam que sem os convênios públicos as unidades iriam quebrar, que o sistema entraria em colapso e que a cidade perderia capacidade de atendimento.

Era uma choradeira quase teatral.

Mas o tempo, esse juiz silencioso da história, tratou de revelar algo que não estava sendo dito com todas as letras. O problema nunca foi apenas a sobrevivência das instituições. O problema era muito mais simples — e muito mais brutal: o lucro.

Para parte da rede privada de saúde, o paciente não é cidadão. É cliente. E, em muitos casos, um cliente que só interessa enquanto houver rentabilidade na conta.

Quando o atendimento deixa de ser conveniente, o discurso muda, as portas se fecham e a população fica no meio do caminho.

Foi exatamente nesse cenário que o Ministério Público precisou agir. Não por capricho institucional, mas porque alguém precisava lembrar um princípio básico da Constituição brasileira: a saúde é um direito de todos e dever do Estado.

Quando um hospital decide interromper serviços essenciais que fazem parte da rede pública de atendimento, não se trata apenas de uma decisão empresarial. Trata-se de uma questão social, jurídica e moral.

O mais revoltante, porém, não é apenas o comportamento de determinadas unidades privadas. O que causa perplexidade é ver deputados da nossa própria região destinando emendas parlamentares para hospitais particulares, como se o dinheiro público tivesse sido criado para fortalecer negócios privados.

Isso não faz sentido.

Se existem recursos públicos disponíveis, o caminho lógico seria investir naquilo que realmente fortalece o Sistema Único de Saúde: criar hospitais públicos, ampliar unidades de média e alta complexidade e estruturar uma rede municipal robusta capaz de atender a população sem depender da boa vontade de contratos instáveis.

Mas não.

Em vez de fortalecer o sistema público, parte da política prefere alimentar um modelo que mantém a saúde refém de interesses empresariais.

E então acontece o previsível: enquanto o dinheiro público entra, tudo funciona. Quando deixa de ser conveniente, o atendimento para — e quem sofre é o povo.

É a lógica perversa da privatização silenciosa da saúde.

A verdade precisa ser dita sem rodeios: saúde não pode ser tratada como negócio comum. Um hospital não é uma loja de shopping que abre ou fecha de acordo com o movimento do caixa.

Ali se decide algo infinitamente mais importante: a vida das pessoas.

Vitória da Conquista precisa aproveitar esse episódio para fazer uma reflexão profunda sobre o futuro do seu sistema de saúde. Continuaremos dependentes de contratos frágeis com hospitais privados ou teremos coragem política de investir de verdade em uma rede pública forte, moderna e autônoma?

Porque uma coisa já ficou clara.

Quando o lucro entra pela porta da saúde, o compromisso com o povo costuma sair pela janela.

ARTIGO – Quando a Saúde Vira Negócio: A Choradeira dos Hospitais e o Direito do Povo

 

 

Padre Carlos

 

Há momentos em que a realidade escancara aquilo que muitos preferiam esconder atrás de discursos educados e notas oficiais. O recente episódio envolvendo o retorno do atendimento do Hospital Unimec ao Sistema Único de Saúde – SUS em Vitória da Conquista revela muito mais do que um simples impasse administrativo. Ele expõe um conflito profundo entre dois mundos: o da saúde como direito do povo e o da saúde como mercadoria lucrativa.

Quando a saúde foi municipalizada em Vitória da Conquista, iniciou-se uma verdadeira romaria de lamentações. Alguns hospitais privados e seus representantes vieram a público com uma narrativa dramática: diziam que sem os convênios públicos as unidades iriam quebrar, que o sistema entraria em colapso e que a cidade perderia capacidade de atendimento.

Era uma choradeira quase teatral.

Mas o tempo, esse juiz silencioso da história, tratou de revelar algo que não estava sendo dito com todas as letras. O problema nunca foi apenas a sobrevivência das instituições. O problema era muito mais simples — e muito mais brutal: o lucro.

Para parte da rede privada de saúde, o paciente não é cidadão. É cliente. E, em muitos casos, um cliente que só interessa enquanto houver rentabilidade na conta.

Quando o atendimento deixa de ser conveniente, o discurso muda, as portas se fecham e a população fica no meio do caminho.

Foi exatamente nesse cenário que o Ministério Público precisou agir. Não por capricho institucional, mas porque alguém precisava lembrar um princípio básico da Constituição brasileira: a saúde é um direito de todos e dever do Estado.

Quando um hospital decide interromper serviços essenciais que fazem parte da rede pública de atendimento, não se trata apenas de uma decisão empresarial. Trata-se de uma questão social, jurídica e moral.

O mais revoltante, porém, não é apenas o comportamento de determinadas unidades privadas. O que causa perplexidade é ver deputados da nossa própria região destinando emendas parlamentares para hospitais particulares, como se o dinheiro público tivesse sido criado para fortalecer negócios privados.

Isso não faz sentido.

Se existem recursos públicos disponíveis, o caminho lógico seria investir naquilo que realmente fortalece o Sistema Único de Saúde: criar hospitais públicos, ampliar unidades de média e alta complexidade e estruturar uma rede municipal robusta capaz de atender a população sem depender da boa vontade de contratos instáveis.

Mas não.

Em vez de fortalecer o sistema público, parte da política prefere alimentar um modelo que mantém a saúde refém de interesses empresariais.

E então acontece o previsível: enquanto o dinheiro público entra, tudo funciona. Quando deixa de ser conveniente, o atendimento para — e quem sofre é o povo.

É a lógica perversa da privatização silenciosa da saúde.

A verdade precisa ser dita sem rodeios: saúde não pode ser tratada como negócio comum. Um hospital não é uma loja de shopping que abre ou fecha de acordo com o movimento do caixa.

Ali se decide algo infinitamente mais importante: a vida das pessoas.

Vitória da Conquista precisa aproveitar esse episódio para fazer uma reflexão profunda sobre o futuro do seu sistema de saúde. Continuaremos dependentes de contratos frágeis com hospitais privados ou teremos coragem política de investir de verdade em uma rede pública forte, moderna e autônoma?

Porque uma coisa já ficou clara.

Quando o lucro entra pela porta da saúde, o compromisso com o povo costuma sair pela janela.

ARTIGO — Quando o Mal Tenta Reescrever a História

 

 

 

Padre Carlos

 

Há momentos na história em que o absurdo ultrapassa o limite do ridículo e entra definitivamente no território do grotesco. Estamos diante de um desses momentos.

Como se não bastasse a violência brutal que marcou o caso de Maria da Penha Maia Fernandes, agora surge uma tentativa quase caricatural de reescrever os fatos. Sim, porque aparentemente não foi suficiente atirar, agredir, destruir uma vida e depois enfrentar a justiça. Era preciso mais: era necessário também assassinar a verdade.

E como se faz isso nos tempos modernos? Simples. Não se usam mais apenas balas. Usam-se documentários suspeitos, laudos adulterados e campanhas virtuais organizadas em grupos de WhatsApp. Tudo muito moderno. Tudo muito tecnológico. O velho crime agora vem com filtro digital.

Segundo denúncia do Ministério Público do Ceará, aceita pela Justiça e que tramita na Tribunal de Justiça do Ceará, o ex-marido da ativista e outros envolvidos passaram à condição de réus após investigação que revelou uma tentativa de manipulação grotesca da história. O roteiro da trama é quase digno de um filme de comédia involuntária: pegar um laudo pericial, adulterar o documento e apresentá-lo como se fosse prova definitiva de inocência.

Uma obra de ficção jurídica.

O problema é que a realidade, infelizmente, costuma ter menos paciência com farsas. A Perícia Forense do Estado do Ceará concluiu que o documento foi adulterado. Ou seja: aquilo que deveria ser prova virou evidência do próprio crime.

Mas o espetáculo não parou por aí.

De acordo com a investigação, houve organização de grupos digitais para atacar a vítima, intimidar, perseguir e tentar construir uma narrativa paralela. A isso deram um nome quase cinematográfico: “investigação paralela”.

Paralela mesmo. Paralela à verdade. Paralela à justiça. Paralela aos fatos.

E eis a grande ironia deste episódio: enquanto alguns tentam fabricar uma realidade alternativa, a história verdadeira continua registrada em tribunais, processos e cicatrizes.

A tentativa de inverter os papéis — transformar a vítima em vilã e o agressor em injustiçado — não é nova. Trata-se de uma velha estratégia da desinformação: confundir, relativizar, embaralhar a memória coletiva até que ninguém saiba mais onde está a verdade.

Primeiro duvida-se da vítima.
Depois distorce-se a prova.
Por fim, constrói-se uma narrativa onde o crime desaparece e sobra apenas uma “polêmica”.

É a política da fumaça: cria-se tanta confusão que o incêndio moral deixa de ser percebido.

Mas há um detalhe que os arquitetos dessas fantasias parecem esquecer: a história não é um documento que se pode editar em um computador. A história é feita de fatos, decisões judiciais, testemunhos e, sobretudo, de consequências humanas irreversíveis.

A trajetória de Lei Maria da Penha não nasceu de uma invenção ideológica, como alguns gostam de insinuar em suas teorias conspiratórias de internet. Ela nasceu de sofrimento real, de um processo judicial longo e de uma luta internacional por justiça.

Tentar desqualificar essa história com um pen drive adulterado é como tentar apagar um incêndio jogando gasolina.

E aqui surge a pergunta inevitável: que tipo de sociedade aceita assistir, em silêncio, à tentativa de transformar vítimas em culpadas?

Quando a verdade começa a ser atacada, não é apenas uma pessoa que está sendo perseguida. É a própria memória moral de uma sociedade.

O episódio que agora chega aos tribunais não é apenas mais um processo criminal. É um retrato inquietante do nosso tempo: a era em que a mentira tenta se vestir de investigação, a perseguição se disfarça de opinião e a difamação tenta posar de liberdade de expressão.

Mas há um limite.

A justiça pode ser lenta, mas costuma ter memória longa. E a história — ao contrário dos documentos falsificados — não pode ser adulterada.

Porque, no final das contas, o mal até pode tentar reescrever a história.

Mas sempre acaba deixando impressas as próprias digitais no crime.

ARTIGO — Quando o Mal Tenta Reescrever a História

 

 

 

Padre Carlos

 

Há momentos na história em que o absurdo ultrapassa o limite do ridículo e entra definitivamente no território do grotesco. Estamos diante de um desses momentos.

Como se não bastasse a violência brutal que marcou o caso de Maria da Penha Maia Fernandes, agora surge uma tentativa quase caricatural de reescrever os fatos. Sim, porque aparentemente não foi suficiente atirar, agredir, destruir uma vida e depois enfrentar a justiça. Era preciso mais: era necessário também assassinar a verdade.

E como se faz isso nos tempos modernos? Simples. Não se usam mais apenas balas. Usam-se documentários suspeitos, laudos adulterados e campanhas virtuais organizadas em grupos de WhatsApp. Tudo muito moderno. Tudo muito tecnológico. O velho crime agora vem com filtro digital.

Segundo denúncia do Ministério Público do Ceará, aceita pela Justiça e que tramita na Tribunal de Justiça do Ceará, o ex-marido da ativista e outros envolvidos passaram à condição de réus após investigação que revelou uma tentativa de manipulação grotesca da história. O roteiro da trama é quase digno de um filme de comédia involuntária: pegar um laudo pericial, adulterar o documento e apresentá-lo como se fosse prova definitiva de inocência.

Uma obra de ficção jurídica.

O problema é que a realidade, infelizmente, costuma ter menos paciência com farsas. A Perícia Forense do Estado do Ceará concluiu que o documento foi adulterado. Ou seja: aquilo que deveria ser prova virou evidência do próprio crime.

Mas o espetáculo não parou por aí.

De acordo com a investigação, houve organização de grupos digitais para atacar a vítima, intimidar, perseguir e tentar construir uma narrativa paralela. A isso deram um nome quase cinematográfico: “investigação paralela”.

Paralela mesmo. Paralela à verdade. Paralela à justiça. Paralela aos fatos.

E eis a grande ironia deste episódio: enquanto alguns tentam fabricar uma realidade alternativa, a história verdadeira continua registrada em tribunais, processos e cicatrizes.

A tentativa de inverter os papéis — transformar a vítima em vilã e o agressor em injustiçado — não é nova. Trata-se de uma velha estratégia da desinformação: confundir, relativizar, embaralhar a memória coletiva até que ninguém saiba mais onde está a verdade.

Primeiro duvida-se da vítima.
Depois distorce-se a prova.
Por fim, constrói-se uma narrativa onde o crime desaparece e sobra apenas uma “polêmica”.

É a política da fumaça: cria-se tanta confusão que o incêndio moral deixa de ser percebido.

Mas há um detalhe que os arquitetos dessas fantasias parecem esquecer: a história não é um documento que se pode editar em um computador. A história é feita de fatos, decisões judiciais, testemunhos e, sobretudo, de consequências humanas irreversíveis.

A trajetória de Lei Maria da Penha não nasceu de uma invenção ideológica, como alguns gostam de insinuar em suas teorias conspiratórias de internet. Ela nasceu de sofrimento real, de um processo judicial longo e de uma luta internacional por justiça.

Tentar desqualificar essa história com um pen drive adulterado é como tentar apagar um incêndio jogando gasolina.

E aqui surge a pergunta inevitável: que tipo de sociedade aceita assistir, em silêncio, à tentativa de transformar vítimas em culpadas?

Quando a verdade começa a ser atacada, não é apenas uma pessoa que está sendo perseguida. É a própria memória moral de uma sociedade.

O episódio que agora chega aos tribunais não é apenas mais um processo criminal. É um retrato inquietante do nosso tempo: a era em que a mentira tenta se vestir de investigação, a perseguição se disfarça de opinião e a difamação tenta posar de liberdade de expressão.

Mas há um limite.

A justiça pode ser lenta, mas costuma ter memória longa. E a história — ao contrário dos documentos falsificados — não pode ser adulterada.

Porque, no final das contas, o mal até pode tentar reescrever a história.

Mas sempre acaba deixando impressas as próprias digitais no crime.

A Cidade que Precisa Aprender a Absorver a Chuva

 

 

Há momentos em que uma cidade é obrigada a se olhar no espelho. Não no espelho confortável das inaugurações, dos discursos e das promessas de progresso, mas naquele reflexo mais duro — o das águas correndo pelas ruas, dos canais transbordando e da sensação coletiva de que algo estrutural ficou para trás.

As chuvas recentes em Vitória da Conquista trouxeram exatamente esse tipo de reflexão. Não se trata apenas de um evento climático. Trata-se de um alerta urbano.

Ao acompanhar atentamente a entrevista do secretário municipal Jackson Yoshiura, é preciso reconhecer algo fundamental: a resposta emergencial da prefeitura foi correta. O secretário demonstrou sobriedade institucional, falou com responsabilidade técnica e teve o cuidado de se colocar exatamente no lugar que ocupa — o de gestor municipal lidando com uma situação urgente.

Isso, em política, não é pouco.

Em tempos de protagonismos exagerados e narrativas inflamadas, a postura de um secretário que explica, esclarece e assume a dimensão real de sua função merece registro. As ações imediatas, os esforços de contenção e a transparência na comunicação demonstram que a administração municipal buscou responder à crise com os instrumentos disponíveis.

Mas é exatamente aí que começa o verdadeiro debate.

Porque uma cidade não se constrói apenas na emergência. Cidades se constroem no planejamento — e, sobretudo, na capacidade de antecipar o futuro.

Vitória da Conquista enfrenta hoje um problema que não é exclusivo dela, mas que assume aqui contornos muito próprios: a ausência de um projeto estruturante de macrodrenagem urbana.

E é preciso dizer isso com absoluta franqueza: macrodrenagem não é obra simples, não é intervenção de curto prazo e, sobretudo, não é trabalho para amadores.

Projetos dessa natureza exigem equipes altamente especializadas, estudos hidrológicos complexos, planejamento territorial integrado e, principalmente, cooperação entre diferentes níveis de governo. Nenhum município brasileiro — salvo raríssimas exceções — possui sozinho capacidade financeira para executar obras estruturais dessa magnitude.

Também não se trata de algo que o Estado possa resolver isoladamente, tampouco a União.

Macrodrenagem é, por natureza, uma agenda federativa.

Ela exige articulação política, planejamento de décadas e investimentos robustos que ultrapassam mandatos e calendários eleitorais.

Mas o problema de Conquista não começa na chuva. Ele começa muito antes, na forma como as cidades brasileiras — e a nossa não é exceção — cresceram ao longo das últimas décadas.

Urbanização acelerada, ocupação de áreas naturais de drenagem, impermeabilização do solo e expansão urbana pouco planejada criaram uma equação difícil. Onde antes havia terra capaz de absorver água, surgiram asfalto, concreto e edificações.

O resultado é simples: a água continua caindo. Apenas não tem mais para onde ir.

Basta observar com atenção o próprio desenho urbano da cidade. Áreas que historicamente funcionavam como corredores naturais de drenagem foram progressivamente ocupadas. Regiões próximas ao Jurema, trechos canalizados ao longo da Juracy Magalhães e diversos outros pontos da malha urbana revelam um padrão recorrente.

A natureza desenhou caminhos para a água. A cidade, muitas vezes, decidiu ignorá-los.

E quando a chuva vem — como veio recentemente — ela apenas tenta reencontrar esses caminhos.

Mas há ainda um elemento novo nessa equação. Um elemento que altera completamente as bases de qualquer planejamento urbano contemporâneo: as mudanças climáticas.

Durante muito tempo, os relatórios científicos eram tratados como previsões distantes. Meteorologistas, climatologistas e pesquisadores alertavam para cenários futuros de eventos extremos. Falava-se em aumento de temperatura, ciclos mais intensos de seca e chuva, instabilidade climática crescente.

Hoje, porém, já não se trata de previsão.

Trata-se de realidade.

Secas prolongadas, enchentes súbitas, ondas de calor, incêndios florestais e degelo em regiões polares compõem o cotidiano do planeta. O clima global entrou em uma nova fase — e as cidades são o lugar onde esses impactos se manifestam de forma mais direta.

Isso significa que mesmo cidades que possuam planos de drenagem elaborados décadas atrás estão sendo obrigadas a revisá-los. Infraestruturas projetadas para padrões pluviométricos antigos simplesmente não suportam os volumes atuais de precipitação.

Ou seja: o desafio não é apenas construir sistemas de drenagem. É reconstruir a lógica urbana diante de um novo clima.

Nesse ponto, uma referência conceitual importante emerge no debate internacional: o modelo das chamadas “cidades-esponja”, desenvolvido pelo arquiteto paisagista chinês Kongjian Yu.

A proposta é ao mesmo tempo simples e revolucionária.

Em vez de lutar contra a água com mais concreto, a cidade passa a trabalhar com a natureza. Parques inundáveis, áreas verdes permeáveis, jardins de chuva, reservatórios naturais e corredores ecológicos são integrados ao planejamento urbano para permitir que a água seja absorvida, filtrada e reaproveitada.

A cidade deixa de repelir a chuva — e aprende a absorvê-la.

Vitória da Conquista, curiosamente, possui características naturais que poderiam dialogar muito bem com esse conceito. Sua topografia, a presença histórica de áreas de drenagem e a própria permeabilidade original de seus solos oferecem condições que, se bem planejadas, poderiam transformar parte da cidade em um sistema urbano mais resiliente.

Mas isso exige algo raro na política brasileira: pensamento de longo prazo.

Significa reunir especialistas em hidrologia urbana, engenharia ambiental, urbanismo e planejamento territorial. Significa mapear áreas de drenagem natural, recuperar espaços degradados e incorporar soluções baseadas na natureza ao desenho urbano.

Significa, sobretudo, compreender que a cidade do futuro não será construída apenas com cimento e tubulações.

Ela será construída com inteligência ecológica.

Nada disso diminui o mérito das ações emergenciais da prefeitura. Ao contrário. Em situações de crise, agir rapidamente é obrigação de qualquer gestor público.

Mas é preciso reconhecer uma diferença essencial entre apagar incêndios e reorganizar a estrutura da cidade.

A primeira tarefa pertence à emergência. A segunda pertence à história.

Vitória da Conquista já demonstrou diversas vezes sua capacidade de enfrentar desafios. É uma cidade que cresceu, se consolidou como polo regional e desenvolveu forte identidade urbana.

Agora, porém, enfrenta um novo tipo de teste.

Não se trata apenas de atravessar a próxima chuva. Trata-se de decidir que cidade queremos ser nas próximas décadas.

Uma cidade que reage aos eventos ou uma cidade que se prepara para eles.

Porque, no fim das contas, a pergunta que paira sobre nossas ruas molhadas é simples — e profundamente política:

vamos continuar tentando expulsar a água da cidade, ou finalmente aprenderemos a conviver com ela?

O futuro urbano de Conquista pode muito bem depender dessa resposta.

Wilton Cunha

 

A Cidade que Precisa Aprender a Absorver a Chuva

 

 

Há momentos em que uma cidade é obrigada a se olhar no espelho. Não no espelho confortável das inaugurações, dos discursos e das promessas de progresso, mas naquele reflexo mais duro — o das águas correndo pelas ruas, dos canais transbordando e da sensação coletiva de que algo estrutural ficou para trás.

As chuvas recentes em Vitória da Conquista trouxeram exatamente esse tipo de reflexão. Não se trata apenas de um evento climático. Trata-se de um alerta urbano.

Ao acompanhar atentamente a entrevista do secretário municipal Jackson Yoshiura, é preciso reconhecer algo fundamental: a resposta emergencial da prefeitura foi correta. O secretário demonstrou sobriedade institucional, falou com responsabilidade técnica e teve o cuidado de se colocar exatamente no lugar que ocupa — o de gestor municipal lidando com uma situação urgente.

Isso, em política, não é pouco.

Em tempos de protagonismos exagerados e narrativas inflamadas, a postura de um secretário que explica, esclarece e assume a dimensão real de sua função merece registro. As ações imediatas, os esforços de contenção e a transparência na comunicação demonstram que a administração municipal buscou responder à crise com os instrumentos disponíveis.

Mas é exatamente aí que começa o verdadeiro debate.

Porque uma cidade não se constrói apenas na emergência. Cidades se constroem no planejamento — e, sobretudo, na capacidade de antecipar o futuro.

Vitória da Conquista enfrenta hoje um problema que não é exclusivo dela, mas que assume aqui contornos muito próprios: a ausência de um projeto estruturante de macrodrenagem urbana.

E é preciso dizer isso com absoluta franqueza: macrodrenagem não é obra simples, não é intervenção de curto prazo e, sobretudo, não é trabalho para amadores.

Projetos dessa natureza exigem equipes altamente especializadas, estudos hidrológicos complexos, planejamento territorial integrado e, principalmente, cooperação entre diferentes níveis de governo. Nenhum município brasileiro — salvo raríssimas exceções — possui sozinho capacidade financeira para executar obras estruturais dessa magnitude.

Também não se trata de algo que o Estado possa resolver isoladamente, tampouco a União.

Macrodrenagem é, por natureza, uma agenda federativa.

Ela exige articulação política, planejamento de décadas e investimentos robustos que ultrapassam mandatos e calendários eleitorais.

Mas o problema de Conquista não começa na chuva. Ele começa muito antes, na forma como as cidades brasileiras — e a nossa não é exceção — cresceram ao longo das últimas décadas.

Urbanização acelerada, ocupação de áreas naturais de drenagem, impermeabilização do solo e expansão urbana pouco planejada criaram uma equação difícil. Onde antes havia terra capaz de absorver água, surgiram asfalto, concreto e edificações.

O resultado é simples: a água continua caindo. Apenas não tem mais para onde ir.

Basta observar com atenção o próprio desenho urbano da cidade. Áreas que historicamente funcionavam como corredores naturais de drenagem foram progressivamente ocupadas. Regiões próximas ao Jurema, trechos canalizados ao longo da Juracy Magalhães e diversos outros pontos da malha urbana revelam um padrão recorrente.

A natureza desenhou caminhos para a água. A cidade, muitas vezes, decidiu ignorá-los.

E quando a chuva vem — como veio recentemente — ela apenas tenta reencontrar esses caminhos.

Mas há ainda um elemento novo nessa equação. Um elemento que altera completamente as bases de qualquer planejamento urbano contemporâneo: as mudanças climáticas.

Durante muito tempo, os relatórios científicos eram tratados como previsões distantes. Meteorologistas, climatologistas e pesquisadores alertavam para cenários futuros de eventos extremos. Falava-se em aumento de temperatura, ciclos mais intensos de seca e chuva, instabilidade climática crescente.

Hoje, porém, já não se trata de previsão.

Trata-se de realidade.

Secas prolongadas, enchentes súbitas, ondas de calor, incêndios florestais e degelo em regiões polares compõem o cotidiano do planeta. O clima global entrou em uma nova fase — e as cidades são o lugar onde esses impactos se manifestam de forma mais direta.

Isso significa que mesmo cidades que possuam planos de drenagem elaborados décadas atrás estão sendo obrigadas a revisá-los. Infraestruturas projetadas para padrões pluviométricos antigos simplesmente não suportam os volumes atuais de precipitação.

Ou seja: o desafio não é apenas construir sistemas de drenagem. É reconstruir a lógica urbana diante de um novo clima.

Nesse ponto, uma referência conceitual importante emerge no debate internacional: o modelo das chamadas “cidades-esponja”, desenvolvido pelo arquiteto paisagista chinês Kongjian Yu.

A proposta é ao mesmo tempo simples e revolucionária.

Em vez de lutar contra a água com mais concreto, a cidade passa a trabalhar com a natureza. Parques inundáveis, áreas verdes permeáveis, jardins de chuva, reservatórios naturais e corredores ecológicos são integrados ao planejamento urbano para permitir que a água seja absorvida, filtrada e reaproveitada.

A cidade deixa de repelir a chuva — e aprende a absorvê-la.

Vitória da Conquista, curiosamente, possui características naturais que poderiam dialogar muito bem com esse conceito. Sua topografia, a presença histórica de áreas de drenagem e a própria permeabilidade original de seus solos oferecem condições que, se bem planejadas, poderiam transformar parte da cidade em um sistema urbano mais resiliente.

Mas isso exige algo raro na política brasileira: pensamento de longo prazo.

Significa reunir especialistas em hidrologia urbana, engenharia ambiental, urbanismo e planejamento territorial. Significa mapear áreas de drenagem natural, recuperar espaços degradados e incorporar soluções baseadas na natureza ao desenho urbano.

Significa, sobretudo, compreender que a cidade do futuro não será construída apenas com cimento e tubulações.

Ela será construída com inteligência ecológica.

Nada disso diminui o mérito das ações emergenciais da prefeitura. Ao contrário. Em situações de crise, agir rapidamente é obrigação de qualquer gestor público.

Mas é preciso reconhecer uma diferença essencial entre apagar incêndios e reorganizar a estrutura da cidade.

A primeira tarefa pertence à emergência. A segunda pertence à história.

Vitória da Conquista já demonstrou diversas vezes sua capacidade de enfrentar desafios. É uma cidade que cresceu, se consolidou como polo regional e desenvolveu forte identidade urbana.

Agora, porém, enfrenta um novo tipo de teste.

Não se trata apenas de atravessar a próxima chuva. Trata-se de decidir que cidade queremos ser nas próximas décadas.

Uma cidade que reage aos eventos ou uma cidade que se prepara para eles.

Porque, no fim das contas, a pergunta que paira sobre nossas ruas molhadas é simples — e profundamente política:

vamos continuar tentando expulsar a água da cidade, ou finalmente aprenderemos a conviver com ela?

O futuro urbano de Conquista pode muito bem depender dessa resposta.

Wilton Cunha

 

AÇOUGUE NA MIRA: 200 KG DE CARNE IMPRÓPRIA SÃO APREENDIDOS E ALERTA ACENDE EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A manhã desta sexta-feira (13) trouxe um alerta importante para comerciantes e consumidores de Vitória da Conquista. Uma operação da Vigilância Sanitária (Visa) resultou na apreensão e inutilização de cerca de 200 quilos de produtos de origem animal considerados impróprios para o consumo humano em um açougue localizado no Centro da cidade.

A fiscalização, que integra um cronograma intensivo de inspeções no comércio de alimentos do município, identificou que os produtos não apresentavam condições adequadas de armazenamento e comercialização, o que poderia representar risco à saúde da população. Como o estabelecimento já havia sido alvo de ações anteriores, a equipe da Visa instaurou processo administrativo e lavrou auto de infração, concedendo ao proprietário um prazo de 24 horas para realizar as adequações finais exigidas pelas normas sanitárias.

A operação faz parte de uma agenda mais ampla de fiscalização que vem sendo realizada em supermercados, açougues, padarias, restaurantes, churrascarias, lanchonetes e trailers em diversos pontos da cidade. O objetivo é assegurar que os alimentos comercializados atendam às exigências de higiene, conservação e segurança estabelecidas pela legislação.

De acordo com o órgão, a responsabilidade pela qualidade dos produtos ofertados é sempre do comerciante. Quando irregularidades são constatadas, podem ser aplicadas medidas que vão desde a apreensão de mercadorias até a interdição do estabelecimento, dependendo da gravidade da situação.

Mesmo com o rigor das ações, a Vigilância Sanitária destaca que a base de seu trabalho está na educação sanitária e na orientação aos comerciantes. A intenção é elevar o padrão de qualidade das práticas no setor alimentício, evitando que problemas cheguem ao consumidor.

Segundo o coordenador da Visa, Maico Mares, a fiscalização atua de forma contínua para garantir a proteção da população. O compromisso central do órgão, segundo ele, é prevenir riscos e reforçar a segurança alimentar no município.

As operações não se limitarão ao comércio de alimentos. A programação de fiscalização seguirá ao longo do primeiro semestre de 2026 e incluirá consultórios odontológicos, consultórios médicos, hospitais e outros estabelecimentos de saúde, ampliando o monitoramento sanitário em Vitória da Conquista.

Para os consumidores, a ação reforça a importância de observar sempre as condições de higiene e conservação dos alimentos antes da compra. Já para os comerciantes, o recado é claro: cumprir as normas sanitárias é essencial para proteger a saúde pública e manter a confiança da população.

(Maria Clara)

AÇOUGUE NA MIRA: 200 KG DE CARNE IMPRÓPRIA SÃO APREENDIDOS E ALERTA ACENDE EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A manhã desta sexta-feira (13) trouxe um alerta importante para comerciantes e consumidores de Vitória da Conquista. Uma operação da Vigilância Sanitária (Visa) resultou na apreensão e inutilização de cerca de 200 quilos de produtos de origem animal considerados impróprios para o consumo humano em um açougue localizado no Centro da cidade.

A fiscalização, que integra um cronograma intensivo de inspeções no comércio de alimentos do município, identificou que os produtos não apresentavam condições adequadas de armazenamento e comercialização, o que poderia representar risco à saúde da população. Como o estabelecimento já havia sido alvo de ações anteriores, a equipe da Visa instaurou processo administrativo e lavrou auto de infração, concedendo ao proprietário um prazo de 24 horas para realizar as adequações finais exigidas pelas normas sanitárias.

A operação faz parte de uma agenda mais ampla de fiscalização que vem sendo realizada em supermercados, açougues, padarias, restaurantes, churrascarias, lanchonetes e trailers em diversos pontos da cidade. O objetivo é assegurar que os alimentos comercializados atendam às exigências de higiene, conservação e segurança estabelecidas pela legislação.

De acordo com o órgão, a responsabilidade pela qualidade dos produtos ofertados é sempre do comerciante. Quando irregularidades são constatadas, podem ser aplicadas medidas que vão desde a apreensão de mercadorias até a interdição do estabelecimento, dependendo da gravidade da situação.

Mesmo com o rigor das ações, a Vigilância Sanitária destaca que a base de seu trabalho está na educação sanitária e na orientação aos comerciantes. A intenção é elevar o padrão de qualidade das práticas no setor alimentício, evitando que problemas cheguem ao consumidor.

Segundo o coordenador da Visa, Maico Mares, a fiscalização atua de forma contínua para garantir a proteção da população. O compromisso central do órgão, segundo ele, é prevenir riscos e reforçar a segurança alimentar no município.

As operações não se limitarão ao comércio de alimentos. A programação de fiscalização seguirá ao longo do primeiro semestre de 2026 e incluirá consultórios odontológicos, consultórios médicos, hospitais e outros estabelecimentos de saúde, ampliando o monitoramento sanitário em Vitória da Conquista.

Para os consumidores, a ação reforça a importância de observar sempre as condições de higiene e conservação dos alimentos antes da compra. Já para os comerciantes, o recado é claro: cumprir as normas sanitárias é essencial para proteger a saúde pública e manter a confiança da população.

(Maria Clara)

Conquista: Fotógrafo Raimundo Laser pede ajuda para custear tratamento de saúde

Vitória da Conquista conhece bem o poder de uma fotografia. Em cada esquina da cidade, em cada evento cultural, em cada retrato de pessoas simples ou de momentos históricos, sempre houve alguém por trás da lente tentando congelar o tempo. Muitas dessas imagens carregam a assinatura silenciosa de um fotógrafo muito conhecido na região: Raimundo Laser.

Agora, porém, é o próprio Raimundo quem precisa ser visto.

O fotógrafo enfrenta um dos momentos mais difíceis de sua vida. Ele foi diagnosticado com câncer no pâncreas com metástase no fígado, uma doença grave que exige cuidados médicos intensivos e acompanhamento constante. Como se não bastasse o peso desse diagnóstico, Raimundo também sofreu recentemente um Acidente Vascular Cerebral (AVC), o que agravou ainda mais seu estado de saúde.

Neste momento, ele está internado no Hospital de Base de Vitória da Conquista, onde recebe atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um dos pilares fundamentais da assistência médica no país e que tem prestado o suporte necessário para seu tratamento.

Mas quem conhece a realidade de uma doença tão delicada sabe que, além da assistência hospitalar, existem muitos outros custos envolvidos: medicamentos complementares, deslocamentos, cuidados especiais e apoio para a família que acompanha essa batalha diária.

É por isso que familiares e amigos decidiram transformar a preocupação em ação. Uma corrente de solidariedade começou a se formar na cidade para ajudar Raimundo Laser a enfrentar esse desafio com mais dignidade e esperança. A campanha busca reunir contribuições que possam auxiliar no custeio do tratamento e oferecer suporte neste momento tão delicado.

A mobilização lembra algo essencial sobre Vitória da Conquista: quando alguém precisa, a cidade costuma responder com humanidade. Em tempos de redes sociais, onde tantas notícias passam rápido diante dos olhos, algumas histórias pedem que a gente pare, leia com atenção e faça algo concreto.

Quem desejar contribuir pode participar da campanha solidária criada para ajudar Raimundo Laser. A iniciativa é organizada por pessoas próximas ao fotógrafo e busca ampliar essa rede de apoio.

Porque por trás de cada grande fotografia existe um olhar sensível. E agora é esse olhar que precisa da solidariedade de todos.

Às vezes, um gesto simples pode significar muito.

A doação pode ser feita por meio desse site: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-raimundo-laser

(Maria Clara)

Conquista: Fotógrafo Raimundo Laser pede ajuda para custear tratamento de saúde

Vitória da Conquista conhece bem o poder de uma fotografia. Em cada esquina da cidade, em cada evento cultural, em cada retrato de pessoas simples ou de momentos históricos, sempre houve alguém por trás da lente tentando congelar o tempo. Muitas dessas imagens carregam a assinatura silenciosa de um fotógrafo muito conhecido na região: Raimundo Laser.

Agora, porém, é o próprio Raimundo quem precisa ser visto.

O fotógrafo enfrenta um dos momentos mais difíceis de sua vida. Ele foi diagnosticado com câncer no pâncreas com metástase no fígado, uma doença grave que exige cuidados médicos intensivos e acompanhamento constante. Como se não bastasse o peso desse diagnóstico, Raimundo também sofreu recentemente um Acidente Vascular Cerebral (AVC), o que agravou ainda mais seu estado de saúde.

Neste momento, ele está internado no Hospital de Base de Vitória da Conquista, onde recebe atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS), um dos pilares fundamentais da assistência médica no país e que tem prestado o suporte necessário para seu tratamento.

Mas quem conhece a realidade de uma doença tão delicada sabe que, além da assistência hospitalar, existem muitos outros custos envolvidos: medicamentos complementares, deslocamentos, cuidados especiais e apoio para a família que acompanha essa batalha diária.

É por isso que familiares e amigos decidiram transformar a preocupação em ação. Uma corrente de solidariedade começou a se formar na cidade para ajudar Raimundo Laser a enfrentar esse desafio com mais dignidade e esperança. A campanha busca reunir contribuições que possam auxiliar no custeio do tratamento e oferecer suporte neste momento tão delicado.

A mobilização lembra algo essencial sobre Vitória da Conquista: quando alguém precisa, a cidade costuma responder com humanidade. Em tempos de redes sociais, onde tantas notícias passam rápido diante dos olhos, algumas histórias pedem que a gente pare, leia com atenção e faça algo concreto.

Quem desejar contribuir pode participar da campanha solidária criada para ajudar Raimundo Laser. A iniciativa é organizada por pessoas próximas ao fotógrafo e busca ampliar essa rede de apoio.

Porque por trás de cada grande fotografia existe um olhar sensível. E agora é esse olhar que precisa da solidariedade de todos.

Às vezes, um gesto simples pode significar muito.

A doação pode ser feita por meio desse site: https://www.vakinha.com.br/vaquinha/ajude-raimundo-laser

(Maria Clara)