Política e Resenha

A Tragédia Não Pode Virar Palanque

 

 

Autor: Padre Carlos

Há momentos na vida pública em que a política precisa se calar. Não por covardia, mas por respeito. Há horas em que o silêncio é mais digno do que qualquer discurso. A morte, a dor de uma família, a angústia de uma cidade inteira não podem — não devem — ser transformadas em instrumento de disputa partidária.

Foi com esse sentimento de perplexidade que tomei conhecimento do pronunciamento de um deputado da nossa região após a tragédia envolvendo Rosânia Silva Borges, arrastada por uma enxurrada na Avenida Caracas, em Vitória da Conquista. O carro em que ela estava foi levado pela correnteza que deságua no canal do Rio Verruga durante um forte temporal, numa cena que abalou profundamente a cidade e mobilizou equipes de resgate e bombeiros em uma operação angustiante.

Diante de uma dor dessa magnitude, o que se espera de um representante público é solidariedade sincera, mobilização institucional e, sobretudo, grandeza moral. Espera-se que ele use o peso do cargo para buscar soluções, não culpados. Espera-se articulação — não acusação.

Mas não foi exatamente isso que se viu.

O deputado manifestou solidariedade à família, é verdade. Entretanto, nas entrelinhas do discurso, surgiu algo que incomoda profundamente: a tentativa de transformar uma tragédia humana em argumento político. Classificou o episódio como “tragédia anunciada” e direcionou críticas à gestão municipal, liderada pela prefeita Sheila Lemos, insinuando falhas estruturais na infraestrutura urbana da cidade.

Aqui é preciso fazer uma pausa — e refletir com seriedade.

Macrodrenagem urbana não é obra trivial. Não é pintura de meio-fio nem recapeamento de rua. Trata-se de um dos investimentos mais caros da engenharia urbana, exigindo projetos complexos, estudos hidrológicos e, sobretudo, vultosos recursos financeiros — quase sempre provenientes da União e dos estados. Municípios, especialmente fora das capitais, raramente têm capacidade orçamentária para executar sozinhos intervenções dessa magnitude.

Portanto, a pergunta que precisa ser feita não é apenas quem é culpado, mas quem está disposto a ajudar.

É justamente nesse ponto que o discurso político se torna desconcertante. Porque, segundo relatos que circularam na própria arena política local, o mesmo deputado que cobra obras estruturais teria declarado que não destina emendas para a prefeitura. Se isso é verdade, estamos diante de uma contradição que beira o absurdo.

Como cobrar obras milionárias de drenagem sem colaborar para viabilizá-las?

A política não pode se transformar nesse teatro de cobranças seletivas. Se um parlamentar reconhece que macrodrenagem é o maior problema urbano da cidade — como ele próprio afirmou — então sua responsabilidade não é apenas discursar sobre o problema, mas mobilizar recursos para solucioná-lo.

Deputados federais têm instrumentos para isso. Emendas parlamentares, articulação ministerial, diálogo com o governo estadual, pressão institucional em Brasília. A política serve exatamente para isso: transformar influência em solução.

E aqui reside o verdadeiro contraste.

Enquanto a cidade chorava uma vida perdida e equipes do Corpo de Bombeiros lutavam contra a correnteza em busca de respostas, o que a população precisava ouvir era um compromisso de união institucional — não uma disputa de narrativas.

Tragédias exigem estadistas. Não estrategistas eleitorais.

É compreensível que o debate público exista. A crítica faz parte da democracia. Mas há uma diferença abissal entre criticar para construir e criticar para capitalizar politicamente o sofrimento.

Quando a dor de uma família vira argumento de palanque, algo se rompe no tecido moral da política.

A cidade de Vitória da Conquista — a chamada Joia do Sertão Baiano — conhece bem seus desafios estruturais. Chuvas intensas, canais antigos, crescimento urbano acelerado. Problemas que atravessam décadas e diferentes administrações. Nenhuma gestão isoladamente criou esse cenário — e nenhuma conseguirá resolvê-lo sozinha.

É por isso que a verdadeira liderança se mede pela capacidade de somar forças, não de distribuir culpas.

O momento exige menos retórica e mais responsabilidade. Menos cálculo político e mais compaixão. Menos acusações e mais recursos destinados à solução.

Porque quando a política esquece sua dimensão humana, ela perde sua razão de existir.

E diante da memória de Rosânia Silva Borges, a cidade não precisa de discursos que apontem dedos.

Precisa de mãos estendidas.

A Tragédia Não Pode Virar Palanque

 

 

Autor: Padre Carlos

Há momentos na vida pública em que a política precisa se calar. Não por covardia, mas por respeito. Há horas em que o silêncio é mais digno do que qualquer discurso. A morte, a dor de uma família, a angústia de uma cidade inteira não podem — não devem — ser transformadas em instrumento de disputa partidária.

Foi com esse sentimento de perplexidade que tomei conhecimento do pronunciamento de um deputado da nossa região após a tragédia envolvendo Rosânia Silva Borges, arrastada por uma enxurrada na Avenida Caracas, em Vitória da Conquista. O carro em que ela estava foi levado pela correnteza que deságua no canal do Rio Verruga durante um forte temporal, numa cena que abalou profundamente a cidade e mobilizou equipes de resgate e bombeiros em uma operação angustiante.

Diante de uma dor dessa magnitude, o que se espera de um representante público é solidariedade sincera, mobilização institucional e, sobretudo, grandeza moral. Espera-se que ele use o peso do cargo para buscar soluções, não culpados. Espera-se articulação — não acusação.

Mas não foi exatamente isso que se viu.

O deputado manifestou solidariedade à família, é verdade. Entretanto, nas entrelinhas do discurso, surgiu algo que incomoda profundamente: a tentativa de transformar uma tragédia humana em argumento político. Classificou o episódio como “tragédia anunciada” e direcionou críticas à gestão municipal, liderada pela prefeita Sheila Lemos, insinuando falhas estruturais na infraestrutura urbana da cidade.

Aqui é preciso fazer uma pausa — e refletir com seriedade.

Macrodrenagem urbana não é obra trivial. Não é pintura de meio-fio nem recapeamento de rua. Trata-se de um dos investimentos mais caros da engenharia urbana, exigindo projetos complexos, estudos hidrológicos e, sobretudo, vultosos recursos financeiros — quase sempre provenientes da União e dos estados. Municípios, especialmente fora das capitais, raramente têm capacidade orçamentária para executar sozinhos intervenções dessa magnitude.

Portanto, a pergunta que precisa ser feita não é apenas quem é culpado, mas quem está disposto a ajudar.

É justamente nesse ponto que o discurso político se torna desconcertante. Porque, segundo relatos que circularam na própria arena política local, o mesmo deputado que cobra obras estruturais teria declarado que não destina emendas para a prefeitura. Se isso é verdade, estamos diante de uma contradição que beira o absurdo.

Como cobrar obras milionárias de drenagem sem colaborar para viabilizá-las?

A política não pode se transformar nesse teatro de cobranças seletivas. Se um parlamentar reconhece que macrodrenagem é o maior problema urbano da cidade — como ele próprio afirmou — então sua responsabilidade não é apenas discursar sobre o problema, mas mobilizar recursos para solucioná-lo.

Deputados federais têm instrumentos para isso. Emendas parlamentares, articulação ministerial, diálogo com o governo estadual, pressão institucional em Brasília. A política serve exatamente para isso: transformar influência em solução.

E aqui reside o verdadeiro contraste.

Enquanto a cidade chorava uma vida perdida e equipes do Corpo de Bombeiros lutavam contra a correnteza em busca de respostas, o que a população precisava ouvir era um compromisso de união institucional — não uma disputa de narrativas.

Tragédias exigem estadistas. Não estrategistas eleitorais.

É compreensível que o debate público exista. A crítica faz parte da democracia. Mas há uma diferença abissal entre criticar para construir e criticar para capitalizar politicamente o sofrimento.

Quando a dor de uma família vira argumento de palanque, algo se rompe no tecido moral da política.

A cidade de Vitória da Conquista — a chamada Joia do Sertão Baiano — conhece bem seus desafios estruturais. Chuvas intensas, canais antigos, crescimento urbano acelerado. Problemas que atravessam décadas e diferentes administrações. Nenhuma gestão isoladamente criou esse cenário — e nenhuma conseguirá resolvê-lo sozinha.

É por isso que a verdadeira liderança se mede pela capacidade de somar forças, não de distribuir culpas.

O momento exige menos retórica e mais responsabilidade. Menos cálculo político e mais compaixão. Menos acusações e mais recursos destinados à solução.

Porque quando a política esquece sua dimensão humana, ela perde sua razão de existir.

E diante da memória de Rosânia Silva Borges, a cidade não precisa de discursos que apontem dedos.

Precisa de mãos estendidas.

ARTIGO – O Milagre do Pão Invisível (O diálogo inter-religioso )

 

 

 

 

 

(Padre Carlos)

Há histórias que atravessam o tempo como um sussurro de esperança. Não chegam com o estrondo das manchetes nem com o barulho das disputas humanas. Elas caminham em silêncio, como quem toca levemente o coração do mundo.

Uma dessas histórias começa numa noite simples, no quarto de um jovem pobre do interior de Minas Gerais. Ele tinha apenas dezessete anos. Estava de joelhos, rezando ao pé da cama, quando a luz tomou conta do ambiente. Diante dele apareceu uma senhora de presença serena e majestosa.

Assim começa um dos episódios mais impressionantes da trajetória de Chico Xavier — figura central do Espiritismo no Brasil e símbolo universal de caridade silenciosa.

A visitante se apresentou como Isabel de Aragão, conhecida na tradição católica como a Rainha Santa de Portugal, mulher marcada pela compaixão e pela dedicação aos pobres. Segundo o relato transmitido por Chico, ela veio em nome de Jesus Cristo pedir algo simples — e ao mesmo tempo imenso.

Ajudar os pobres.

Mas não com riquezas. Não com poder.

Com pão.

A lógica silenciosa da caridade

A cena tem algo de profundamente humano. O jovem Chico, emocionado e perplexo, responde com sinceridade quase infantil: ele próprio era pobre. Muitas vezes mal tinha pão para si.

Como poderia repartir o que não possuía?

A resposta da visitante atravessa o tempo como uma pequena profecia moral:

Um dia, ele teria recursos — mas não poderia lucrar com aquilo que escreveria. Seu trabalho seria servir.

Essa promessa moldaria toda a vida de Chico Xavier.

Décadas depois, seu nome se tornaria um dos mais conhecidos da espiritualidade brasileira. Seus livros — psicografados, segundo sua crença — venderiam milhões de exemplares. No entanto, ele jamais aceitou direitos autorais para si. Toda a renda foi destinada a obras assistenciais.

Aqui está o ponto de virada dessa história.

O pão que lhe faltava na juventude transformou-se, ao longo da vida, em pão para milhares de pessoas.

O primeiro gesto

Duas semanas após aquela experiência espiritual, outro personagem aparece na narrativa: o espírito que se identifica como Fernão Mendes, antigo confessor da rainha portuguesa. Ele esclarece o significado da expressão “gentes peninsulares” — os povos da Península Ibérica — e reafirma a missão.

Mas a espiritualidade, quando autêntica, começa sempre pelo concreto.

No primeiro sábado após o episódio, Chico e sua irmã Luíza caminham até uma ponte onde se abrigavam indigentes em Pedro Leopoldo.

Levam um cesto.

Dentro dele, apenas oito pães.

Não era muito. Mas era tudo.

Ali nasceu uma prática que se tornaria tradição: a distribuição semanal de alimentos para os pobres. Um gesto simples, repetido com obstinação quase teológica. Semana após semana. Ano após ano.

Entre 1927 e 1958, aquele ritual de solidariedade atravessou décadas.

Quando Chico se mudou para Uberaba em 1959, encontrou novas comunidades carentes. Favelas inteiras cercavam sua casa.

E os pães voltaram a circular.

Chegavam a ser cerca de 1.500 pães distribuídos por semana.

O pão que alimenta mais do que o corpo

Num mundo fascinado por poder, influência e riqueza, histórias assim parecem quase subversivas.

Elas lembram algo que a sociedade moderna frequentemente esquece: a verdadeira grandeza humana não está no acúmulo, mas na partilha.

O pão distribuído por Chico Xavier não era apenas alimento físico. Era também um símbolo poderoso — um gesto de fraternidade que atravessava crenças religiosas, diferenças sociais e divisões ideológicas.

Católicos, espíritas, agnósticos, pobres e ricos encontravam ali um ponto de convergência: a compaixão.

É curioso perceber como as grandes tradições espirituais do mundo convergem justamente nesse ponto. Em todas elas existe uma versão da mesma pergunta moral:

O que fazemos com aquilo que temos?

A política invisível da bondade

Vivemos tempos em que a palavra “política” costuma ser associada à disputa, à estratégia e ao poder. Mas existe uma outra política — silenciosa, quase invisível — feita de gestos que transformam vidas sem jamais aparecerem nos palcos da história.

A distribuição de pães de Chico Xavier é um desses gestos.

Ela não mudou governos.
Não derrubou regimes.
Não conquistou manchetes internacionais.

Mas alimentou milhares de pessoas.

E talvez tenha produzido algo ainda mais raro: esperança.

O milagre possível

O episódio daquela noite em Minas pode ser interpretado de muitas maneiras. Para alguns, trata-se de uma experiência espiritual profunda. Para outros, uma narrativa simbólica da vocação humana para a solidariedade.

Mas existe um detalhe incontornável.

O pão realmente foi distribuído.

Durante décadas.

E isso nos coloca diante de uma pergunta que atravessa todas as crenças e ideologias:

Se um jovem pobre conseguiu repartir oito pães…

o que poderia acontecer se milhões de pessoas decidissem fazer o mesmo?

Talvez o maior milagre da história não seja o pão que se multiplica.

Talvez seja o coração humano que decide repartir.

 

ARTIGO – O Milagre do Pão Invisível (O diálogo inter-religioso )

 

 

 

 

 

(Padre Carlos)

Há histórias que atravessam o tempo como um sussurro de esperança. Não chegam com o estrondo das manchetes nem com o barulho das disputas humanas. Elas caminham em silêncio, como quem toca levemente o coração do mundo.

Uma dessas histórias começa numa noite simples, no quarto de um jovem pobre do interior de Minas Gerais. Ele tinha apenas dezessete anos. Estava de joelhos, rezando ao pé da cama, quando a luz tomou conta do ambiente. Diante dele apareceu uma senhora de presença serena e majestosa.

Assim começa um dos episódios mais impressionantes da trajetória de Chico Xavier — figura central do Espiritismo no Brasil e símbolo universal de caridade silenciosa.

A visitante se apresentou como Isabel de Aragão, conhecida na tradição católica como a Rainha Santa de Portugal, mulher marcada pela compaixão e pela dedicação aos pobres. Segundo o relato transmitido por Chico, ela veio em nome de Jesus Cristo pedir algo simples — e ao mesmo tempo imenso.

Ajudar os pobres.

Mas não com riquezas. Não com poder.

Com pão.

A lógica silenciosa da caridade

A cena tem algo de profundamente humano. O jovem Chico, emocionado e perplexo, responde com sinceridade quase infantil: ele próprio era pobre. Muitas vezes mal tinha pão para si.

Como poderia repartir o que não possuía?

A resposta da visitante atravessa o tempo como uma pequena profecia moral:

Um dia, ele teria recursos — mas não poderia lucrar com aquilo que escreveria. Seu trabalho seria servir.

Essa promessa moldaria toda a vida de Chico Xavier.

Décadas depois, seu nome se tornaria um dos mais conhecidos da espiritualidade brasileira. Seus livros — psicografados, segundo sua crença — venderiam milhões de exemplares. No entanto, ele jamais aceitou direitos autorais para si. Toda a renda foi destinada a obras assistenciais.

Aqui está o ponto de virada dessa história.

O pão que lhe faltava na juventude transformou-se, ao longo da vida, em pão para milhares de pessoas.

O primeiro gesto

Duas semanas após aquela experiência espiritual, outro personagem aparece na narrativa: o espírito que se identifica como Fernão Mendes, antigo confessor da rainha portuguesa. Ele esclarece o significado da expressão “gentes peninsulares” — os povos da Península Ibérica — e reafirma a missão.

Mas a espiritualidade, quando autêntica, começa sempre pelo concreto.

No primeiro sábado após o episódio, Chico e sua irmã Luíza caminham até uma ponte onde se abrigavam indigentes em Pedro Leopoldo.

Levam um cesto.

Dentro dele, apenas oito pães.

Não era muito. Mas era tudo.

Ali nasceu uma prática que se tornaria tradição: a distribuição semanal de alimentos para os pobres. Um gesto simples, repetido com obstinação quase teológica. Semana após semana. Ano após ano.

Entre 1927 e 1958, aquele ritual de solidariedade atravessou décadas.

Quando Chico se mudou para Uberaba em 1959, encontrou novas comunidades carentes. Favelas inteiras cercavam sua casa.

E os pães voltaram a circular.

Chegavam a ser cerca de 1.500 pães distribuídos por semana.

O pão que alimenta mais do que o corpo

Num mundo fascinado por poder, influência e riqueza, histórias assim parecem quase subversivas.

Elas lembram algo que a sociedade moderna frequentemente esquece: a verdadeira grandeza humana não está no acúmulo, mas na partilha.

O pão distribuído por Chico Xavier não era apenas alimento físico. Era também um símbolo poderoso — um gesto de fraternidade que atravessava crenças religiosas, diferenças sociais e divisões ideológicas.

Católicos, espíritas, agnósticos, pobres e ricos encontravam ali um ponto de convergência: a compaixão.

É curioso perceber como as grandes tradições espirituais do mundo convergem justamente nesse ponto. Em todas elas existe uma versão da mesma pergunta moral:

O que fazemos com aquilo que temos?

A política invisível da bondade

Vivemos tempos em que a palavra “política” costuma ser associada à disputa, à estratégia e ao poder. Mas existe uma outra política — silenciosa, quase invisível — feita de gestos que transformam vidas sem jamais aparecerem nos palcos da história.

A distribuição de pães de Chico Xavier é um desses gestos.

Ela não mudou governos.
Não derrubou regimes.
Não conquistou manchetes internacionais.

Mas alimentou milhares de pessoas.

E talvez tenha produzido algo ainda mais raro: esperança.

O milagre possível

O episódio daquela noite em Minas pode ser interpretado de muitas maneiras. Para alguns, trata-se de uma experiência espiritual profunda. Para outros, uma narrativa simbólica da vocação humana para a solidariedade.

Mas existe um detalhe incontornável.

O pão realmente foi distribuído.

Durante décadas.

E isso nos coloca diante de uma pergunta que atravessa todas as crenças e ideologias:

Se um jovem pobre conseguiu repartir oito pães…

o que poderia acontecer se milhões de pessoas decidissem fazer o mesmo?

Talvez o maior milagre da história não seja o pão que se multiplica.

Talvez seja o coração humano que decide repartir.

 

ARTIGO – Quando a Saúde Chega Primeiro: o Dia em que Belo Campo Entrou no Novo Brasil

 

 

 

Há momentos em que uma obra pública deixa de ser apenas cimento, ferro e tijolo para se transformar em símbolo. Foi exatamente isso que ocorreu nesta quarta-feira em Belo Campo, no sudoeste da Bahia. A inauguração da Unidade Básica de Saúde Tipo 2 Maria das Graças Paz Santos ultrapassa o gesto administrativo e se inscreve como um capítulo significativo da política pública brasileira.

Num país marcado por desigualdades históricas entre capital e interior, cada investimento em saúde pública carrega um significado quase civilizatório. A nova UBS, construída com cerca de R$ 2,2 milhões de recursos federais dentro das ações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), representa mais do que uma estrutura moderna de mais de 500 metros quadrados. Representa presença do Estado onde por décadas ele chegou tarde ou simplesmente não chegou.

Ali, no bairro Morada Real, duas equipes de Saúde da Família e duas equipes de saúde bucal passam a atuar com melhores condições. Isso significa prevenção, acompanhamento, vacinação, consultas, cuidado contínuo — a espinha dorsal do Sistema Único de Saúde. É nesse nível da atenção básica que a medicina se torna mais humana e menos hospitalar. É onde o SUS mostra sua face mais eficiente.

Mas seria ingenuidade ignorar o outro aspecto que pairava no ar durante o evento: a política.

A presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do senador Jaques Wagner não foi apenas protocolar. Ambos são arquitetos centrais da engenharia política que conecta Brasília à Bahia. Ao prestigiar a inauguração, enviaram um sinal claro de que o interior continua no radar das grandes decisões nacionais. Em tempos de disputas eleitorais antecipadas, cada obra se transforma também em narrativa política.

E nesse cenário um personagem local emergiu com força: Quinho Tigre.

Ex-prefeito de Belo Campo e hoje pré-candidato a deputado estadual, Quinho soube transformar uma agenda administrativa em demonstração de capital político. Sua fala durante a cerimônia capturou bem o espírito do momento ao definir a inauguração como “um momento histórico”. Não era apenas retórica.

Afinal, ser a primeira UBS Tipo 2 do Brasil construída dentro do Novo PAC não é detalhe. É um selo simbólico que coloca Belo Campo no mapa de um novo ciclo de investimentos federais.

Nos bastidores da política baiana, esse gesto foi lido com atenção. A presença simultânea de Rui Costa e Jaques Wagner em território político de Quinho Tigre não passou despercebida. Em política, gestos falam tanto quanto discursos — e às vezes falam mais.

Para um nome que começa a circular com força nas articulações para a Assembleia Legislativa da Bahia e até em conversas sobre uma possível composição majoritária no futuro, a cena foi eloquente.

Mas reduzir aquele momento apenas ao jogo político seria injusto com o verdadeiro protagonista da história: o cidadão comum.

A senhora que agora terá atendimento odontológico perto de casa. O trabalhador que poderá fazer um acompanhamento de hipertensão sem viajar quilômetros. A criança que receberá vacinação e acompanhamento pediátrico.

É para essas pessoas que o SUS foi criado. É para elas que políticas públicas precisam existir.

Quando uma Unidade Básica de Saúde abre suas portas no interior do Brasil, o que se inaugura não é apenas um prédio. Inaugura-se uma promessa de dignidade.

E se a política souber compreender essa dimensão, talvez finalmente possamos dizer que o desenvolvimento regional deixou de ser discurso para se tornar realidade.

Porque no fundo, no silêncio das pequenas cidades, a história do Brasil também é escrita — consulta por consulta, vacina por vacina, vida por vida.

(Padre Carlos)

ARTIGO – Quando a Saúde Chega Primeiro: o Dia em que Belo Campo Entrou no Novo Brasil

 

 

 

Há momentos em que uma obra pública deixa de ser apenas cimento, ferro e tijolo para se transformar em símbolo. Foi exatamente isso que ocorreu nesta quarta-feira em Belo Campo, no sudoeste da Bahia. A inauguração da Unidade Básica de Saúde Tipo 2 Maria das Graças Paz Santos ultrapassa o gesto administrativo e se inscreve como um capítulo significativo da política pública brasileira.

Num país marcado por desigualdades históricas entre capital e interior, cada investimento em saúde pública carrega um significado quase civilizatório. A nova UBS, construída com cerca de R$ 2,2 milhões de recursos federais dentro das ações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), representa mais do que uma estrutura moderna de mais de 500 metros quadrados. Representa presença do Estado onde por décadas ele chegou tarde ou simplesmente não chegou.

Ali, no bairro Morada Real, duas equipes de Saúde da Família e duas equipes de saúde bucal passam a atuar com melhores condições. Isso significa prevenção, acompanhamento, vacinação, consultas, cuidado contínuo — a espinha dorsal do Sistema Único de Saúde. É nesse nível da atenção básica que a medicina se torna mais humana e menos hospitalar. É onde o SUS mostra sua face mais eficiente.

Mas seria ingenuidade ignorar o outro aspecto que pairava no ar durante o evento: a política.

A presença do ministro da Casa Civil, Rui Costa, e do senador Jaques Wagner não foi apenas protocolar. Ambos são arquitetos centrais da engenharia política que conecta Brasília à Bahia. Ao prestigiar a inauguração, enviaram um sinal claro de que o interior continua no radar das grandes decisões nacionais. Em tempos de disputas eleitorais antecipadas, cada obra se transforma também em narrativa política.

E nesse cenário um personagem local emergiu com força: Quinho Tigre.

Ex-prefeito de Belo Campo e hoje pré-candidato a deputado estadual, Quinho soube transformar uma agenda administrativa em demonstração de capital político. Sua fala durante a cerimônia capturou bem o espírito do momento ao definir a inauguração como “um momento histórico”. Não era apenas retórica.

Afinal, ser a primeira UBS Tipo 2 do Brasil construída dentro do Novo PAC não é detalhe. É um selo simbólico que coloca Belo Campo no mapa de um novo ciclo de investimentos federais.

Nos bastidores da política baiana, esse gesto foi lido com atenção. A presença simultânea de Rui Costa e Jaques Wagner em território político de Quinho Tigre não passou despercebida. Em política, gestos falam tanto quanto discursos — e às vezes falam mais.

Para um nome que começa a circular com força nas articulações para a Assembleia Legislativa da Bahia e até em conversas sobre uma possível composição majoritária no futuro, a cena foi eloquente.

Mas reduzir aquele momento apenas ao jogo político seria injusto com o verdadeiro protagonista da história: o cidadão comum.

A senhora que agora terá atendimento odontológico perto de casa. O trabalhador que poderá fazer um acompanhamento de hipertensão sem viajar quilômetros. A criança que receberá vacinação e acompanhamento pediátrico.

É para essas pessoas que o SUS foi criado. É para elas que políticas públicas precisam existir.

Quando uma Unidade Básica de Saúde abre suas portas no interior do Brasil, o que se inaugura não é apenas um prédio. Inaugura-se uma promessa de dignidade.

E se a política souber compreender essa dimensão, talvez finalmente possamos dizer que o desenvolvimento regional deixou de ser discurso para se tornar realidade.

Porque no fundo, no silêncio das pequenas cidades, a história do Brasil também é escrita — consulta por consulta, vacina por vacina, vida por vida.

(Padre Carlos)

ARTIGO — O XADREZ CONTRA JOÃO ROMA

 

Padre Carlos

 

Na política, às vezes não é preciso uma derrota nas urnas para que um líder comece a perder poder. Basta que as peças do tabuleiro comecem a se mover silenciosamente em outra direção. É exatamente esse movimento que parece se formar agora em torno do ex-ministro João Roma, uma das figuras mais visíveis do PL na Bahia e nome que vinha sendo apontado como possível candidato ao Senado na chapa liderada por ACM Neto nas eleições de 2026.

Nos últimos dias, a temperatura política subiu em Brasília e em Salvador após a repercussão do caso envolvendo o Banco Master. O episódio, que ganhou contornos de escândalo político e financeiro, colocou Roma em uma posição delicada. A convocação do ex-ministro para depor na CPI do Crime Organizado elevou o nível de pressão dentro do partido e abriu espaço para um movimento silencioso de rearrumação de forças.

Na política, reputação é moeda. E quando essa moeda começa a sofrer desvalorização pública, aliados rapidamente passam a calcular riscos. O temor dentro do Partido Liberal é simples: qualquer desgaste prolongado pode contaminar o projeto eleitoral do grupo na Bahia.

É nesse ponto que o jogo se torna mais complexo.

Nos bastidores de Brasília, nomes influentes da política nacional já discutem a possibilidade de reconfigurar o comando do PL no estado. Não se trata apenas de uma disputa interna por poder partidário. O que está em jogo é a estratégia para 2026, um pleito que promete ser um dos mais intensos da história recente da política baiana.

A avaliação entre aliados de ACM Neto é pragmática. Caso a crise envolvendo o Banco Master avance e produza novos desdobramentos políticos ou judiciais, manter João Roma como peça central da chapa poderia se transformar em um risco eleitoral. Em política, grupos costumam agir preventivamente para evitar que um problema localizado se transforme em uma crise maior.

Assim, começa a circular a hipótese de que Roma poderia perder não apenas o comando estadual do PL, mas também o lugar reservado para ele na disputa ao Senado.

Ainda não existe uma liderança clara por trás da articulação que tenta enfraquecer o ex-ministro. A movimentação, segundo relatos de bastidores, reúne atores de diferentes correntes políticas. Isso indica que a questão pode ultrapassar rivalidades partidárias tradicionais e entrar no campo mais amplo da disputa por influência dentro da direita brasileira.

A política da Bahia sempre foi marcada por rearranjos repentinos. Lideranças sobem rapidamente, mas também podem perder espaço quando novas correlações de força surgem. Nesse cenário, João Roma se encontra hoje diante de um teste clássico do poder: resistir à tempestade ou se tornar uma peça substituível no grande tabuleiro eleitoral.

Se a articulação prosperar, o episódio poderá redesenhar não apenas o futuro de Roma, mas também o equilíbrio interno da oposição baiana. Afinal, uma chapa majoritária é construída com base em dois pilares fundamentais: viabilidade eleitoral e segurança política.

Quando um desses pilares começa a tremer, o edifício inteiro entra em revisão.

A pergunta que ecoa agora nos corredores do poder é simples, mas decisiva: João Roma conseguirá sobreviver politicamente a essa crise ou estamos assistindo ao início de uma silenciosa substituição no tabuleiro das eleições de 2026 na Bahia?

Na política, como no xadrez, muitas vezes a derrota começa antes mesmo do xeque-mate.

ARTIGO — O XADREZ CONTRA JOÃO ROMA

 

Padre Carlos

 

Na política, às vezes não é preciso uma derrota nas urnas para que um líder comece a perder poder. Basta que as peças do tabuleiro comecem a se mover silenciosamente em outra direção. É exatamente esse movimento que parece se formar agora em torno do ex-ministro João Roma, uma das figuras mais visíveis do PL na Bahia e nome que vinha sendo apontado como possível candidato ao Senado na chapa liderada por ACM Neto nas eleições de 2026.

Nos últimos dias, a temperatura política subiu em Brasília e em Salvador após a repercussão do caso envolvendo o Banco Master. O episódio, que ganhou contornos de escândalo político e financeiro, colocou Roma em uma posição delicada. A convocação do ex-ministro para depor na CPI do Crime Organizado elevou o nível de pressão dentro do partido e abriu espaço para um movimento silencioso de rearrumação de forças.

Na política, reputação é moeda. E quando essa moeda começa a sofrer desvalorização pública, aliados rapidamente passam a calcular riscos. O temor dentro do Partido Liberal é simples: qualquer desgaste prolongado pode contaminar o projeto eleitoral do grupo na Bahia.

É nesse ponto que o jogo se torna mais complexo.

Nos bastidores de Brasília, nomes influentes da política nacional já discutem a possibilidade de reconfigurar o comando do PL no estado. Não se trata apenas de uma disputa interna por poder partidário. O que está em jogo é a estratégia para 2026, um pleito que promete ser um dos mais intensos da história recente da política baiana.

A avaliação entre aliados de ACM Neto é pragmática. Caso a crise envolvendo o Banco Master avance e produza novos desdobramentos políticos ou judiciais, manter João Roma como peça central da chapa poderia se transformar em um risco eleitoral. Em política, grupos costumam agir preventivamente para evitar que um problema localizado se transforme em uma crise maior.

Assim, começa a circular a hipótese de que Roma poderia perder não apenas o comando estadual do PL, mas também o lugar reservado para ele na disputa ao Senado.

Ainda não existe uma liderança clara por trás da articulação que tenta enfraquecer o ex-ministro. A movimentação, segundo relatos de bastidores, reúne atores de diferentes correntes políticas. Isso indica que a questão pode ultrapassar rivalidades partidárias tradicionais e entrar no campo mais amplo da disputa por influência dentro da direita brasileira.

A política da Bahia sempre foi marcada por rearranjos repentinos. Lideranças sobem rapidamente, mas também podem perder espaço quando novas correlações de força surgem. Nesse cenário, João Roma se encontra hoje diante de um teste clássico do poder: resistir à tempestade ou se tornar uma peça substituível no grande tabuleiro eleitoral.

Se a articulação prosperar, o episódio poderá redesenhar não apenas o futuro de Roma, mas também o equilíbrio interno da oposição baiana. Afinal, uma chapa majoritária é construída com base em dois pilares fundamentais: viabilidade eleitoral e segurança política.

Quando um desses pilares começa a tremer, o edifício inteiro entra em revisão.

A pergunta que ecoa agora nos corredores do poder é simples, mas decisiva: João Roma conseguirá sobreviver politicamente a essa crise ou estamos assistindo ao início de uma silenciosa substituição no tabuleiro das eleições de 2026 na Bahia?

Na política, como no xadrez, muitas vezes a derrota começa antes mesmo do xeque-mate.

Prefeita lamenta morte de Rosânia Silva; corpo foi encontrado hoje

Vitória da Conquista amanheceu nesta quinta-feira envolta por um sentimento profundo de tristeza e comoção. Após quase três dias de buscas intensas, foi encontrado o corpo de Rosânia Silva Borges, de 44 anos, vítima da forte enxurrada que atingiu a cidade no início da semana. O desfecho encerra uma mobilização que uniu autoridades, equipes de resgate e a população em uma corrente de solidariedade que tomou conta das redes sociais e das ruas da cidade.

Rosânia desapareceu na tarde da última segunda-feira (9), durante um forte temporal que provocou alagamentos em diversos pontos do município. Ela estava em um carro de transporte por aplicativo que acabou sendo arrastado pela força da água na Avenida Caracas, no bairro Jurema. O veículo foi levado para um canal de drenagem, cenário que marcou o início de uma grande operação de resgate. O motorista conseguiu escapar com vida, mas Rosânia foi arrastada pela correnteza.

Desde o primeiro momento, uma força-tarefa foi organizada para tentar localizar a vítima. Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Guarda Municipal e diversas secretarias municipais atuaram de forma conjunta, percorrendo canais de drenagem, trechos do Rio Verruga e áreas de difícil acesso. Drones, cães farejadores e até reforço aéreo foram utilizados na tentativa de encontrar Rosânia.

Durante esses dias de buscas, a cidade acompanhou com apreensão cada atualização sobre o caso. Familiares, amigos e moradores mantiveram vigílias e orações, enquanto equipes de resgate trabalhavam dia e noite na esperança de um desfecho diferente. A tragédia rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados na cidade, mobilizando uma grande rede de solidariedade.

Ao confirmar a localização do corpo, a prefeita Sheila Lemos divulgou um pronunciamento emocionado lamentando profundamente a perda. Em sua mensagem, destacou que toda a cidade esteve unida em oração e solidariedade à família da vítima, reconhecendo também o empenho das equipes de segurança e dos voluntários que participaram das buscas.

O episódio também reacendeu o debate público sobre os desafios provocados pelas chuvas intensas e a necessidade constante de prevenção em áreas de risco urbano. Após o ocorrido, o trecho da Avenida Caracas foi interditado de forma preventiva e a gestão municipal anunciou medidas de segurança no local, incluindo a instalação de estruturas de proteção ao redor do canal para evitar novos acidentes.

Mais do que uma tragédia individual, o caso de Rosânia tornou-se um momento de reflexão coletiva para Vitória da Conquista. Entre a dor da perda e a solidariedade demonstrada por toda a comunidade, fica a lembrança de uma mobilização que mostrou a força humana diante das adversidades.

Em meio ao silêncio que acompanha o luto, a cidade agora se volta para o consolo da família e para a memória de uma mulher cuja história, mesmo marcada por uma tragédia, mobilizou uma cidade inteira.

(Maria Clara)

Prefeita lamenta morte de Rosânia Silva; corpo foi encontrado hoje

Vitória da Conquista amanheceu nesta quinta-feira envolta por um sentimento profundo de tristeza e comoção. Após quase três dias de buscas intensas, foi encontrado o corpo de Rosânia Silva Borges, de 44 anos, vítima da forte enxurrada que atingiu a cidade no início da semana. O desfecho encerra uma mobilização que uniu autoridades, equipes de resgate e a população em uma corrente de solidariedade que tomou conta das redes sociais e das ruas da cidade.

Rosânia desapareceu na tarde da última segunda-feira (9), durante um forte temporal que provocou alagamentos em diversos pontos do município. Ela estava em um carro de transporte por aplicativo que acabou sendo arrastado pela força da água na Avenida Caracas, no bairro Jurema. O veículo foi levado para um canal de drenagem, cenário que marcou o início de uma grande operação de resgate. O motorista conseguiu escapar com vida, mas Rosânia foi arrastada pela correnteza.

Desde o primeiro momento, uma força-tarefa foi organizada para tentar localizar a vítima. Equipes do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Guarda Municipal e diversas secretarias municipais atuaram de forma conjunta, percorrendo canais de drenagem, trechos do Rio Verruga e áreas de difícil acesso. Drones, cães farejadores e até reforço aéreo foram utilizados na tentativa de encontrar Rosânia.

Durante esses dias de buscas, a cidade acompanhou com apreensão cada atualização sobre o caso. Familiares, amigos e moradores mantiveram vigílias e orações, enquanto equipes de resgate trabalhavam dia e noite na esperança de um desfecho diferente. A tragédia rapidamente se tornou um dos assuntos mais comentados na cidade, mobilizando uma grande rede de solidariedade.

Ao confirmar a localização do corpo, a prefeita Sheila Lemos divulgou um pronunciamento emocionado lamentando profundamente a perda. Em sua mensagem, destacou que toda a cidade esteve unida em oração e solidariedade à família da vítima, reconhecendo também o empenho das equipes de segurança e dos voluntários que participaram das buscas.

O episódio também reacendeu o debate público sobre os desafios provocados pelas chuvas intensas e a necessidade constante de prevenção em áreas de risco urbano. Após o ocorrido, o trecho da Avenida Caracas foi interditado de forma preventiva e a gestão municipal anunciou medidas de segurança no local, incluindo a instalação de estruturas de proteção ao redor do canal para evitar novos acidentes.

Mais do que uma tragédia individual, o caso de Rosânia tornou-se um momento de reflexão coletiva para Vitória da Conquista. Entre a dor da perda e a solidariedade demonstrada por toda a comunidade, fica a lembrança de uma mobilização que mostrou a força humana diante das adversidades.

Em meio ao silêncio que acompanha o luto, a cidade agora se volta para o consolo da família e para a memória de uma mulher cuja história, mesmo marcada por uma tragédia, mobilizou uma cidade inteira.

(Maria Clara)

CORRA! Castramóvel chega com atendimento GRATUITO e pode mudar a vida do seu pet neste fim de semana

Em tempos em que o cuidado com os animais ganha cada vez mais espaço no debate público, uma iniciativa que une saúde animal, responsabilidade social e conscientização ambiental chega ao distrito de São Sebastião, em Vitória da Conquista, prometendo mobilizar a comunidade local.

Nos dias 13 e 14 de março, sexta-feira e sábado, a partir das 9h da manhã, a praça do distrito receberá o Castramóvel, unidade itinerante preparada para oferecer castração e microchipagem gratuitas para cães e gatos. A ação representa não apenas um serviço de saúde animal, mas também um importante instrumento de controle populacional e prevenção de doenças, contribuindo para o equilíbrio entre convivência urbana e bem-estar dos animais.

A expectativa é de grande procura por parte dos moradores da região. O atendimento segue critérios técnicos rigorosos. Antes de qualquer procedimento, os animais passam por avaliação veterinária, garantindo que apenas aqueles em condições adequadas sejam encaminhados para a cirurgia, respeitando todos os protocolos médicos e de segurança.

Para participar, os tutores devem apresentar cópia do RG e comprovante de residência na localidade. Essa exigência busca garantir que o serviço beneficie diretamente os moradores do distrito e fortaleça o vínculo entre comunidade e políticas públicas voltadas à proteção animal.

Outro ponto fundamental é a preparação adequada dos animais. Os profissionais orientam que cães e gatos estejam em jejum de 12 horas de alimento e duas horas sem água antes da cirurgia. Após o procedimento, a recuperação depende dos cuidados dos tutores, que devem seguir as recomendações médicas, incluindo medicação, curativos e o uso de itens como colar elisabetano ou roupa cirúrgica, quando necessário.

No caso específico das cadelas, o procedimento de castração será realizado no Centro de Apoio à Saúde Animal (CASA), localizado na Avenida Brumado, estrutura que oferece suporte especializado para cirurgias mais complexas.

A iniciativa integra um esforço da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com o Fundo Conquistense de Apoio ao Meio Ambiente (FAM) e o próprio Centro de Apoio à Saúde Animal, ampliando o alcance das políticas de cuidado com os animais e reforçando a importância da guarda responsável.

Mais do que um atendimento veterinário, ações como essa ajudam a construir uma cidade mais consciente, onde o cuidado com os animais reflete também o compromisso com a saúde pública, o meio ambiente e a convivência harmoniosa entre pessoas e pets.

Para muitos tutores, esta pode ser uma oportunidade rara: um atendimento gratuito que garante qualidade de vida aos animais e tranquilidade para as famílias.

E, neste fim de semana, o convite está feito: quem tem um cão ou gato em São Sebastião pode encontrar na praça do distrito não apenas um serviço veterinário, mas um gesto concreto de cuidado com a vida.

(Maria Clara)

CORRA! Castramóvel chega com atendimento GRATUITO e pode mudar a vida do seu pet neste fim de semana

Em tempos em que o cuidado com os animais ganha cada vez mais espaço no debate público, uma iniciativa que une saúde animal, responsabilidade social e conscientização ambiental chega ao distrito de São Sebastião, em Vitória da Conquista, prometendo mobilizar a comunidade local.

Nos dias 13 e 14 de março, sexta-feira e sábado, a partir das 9h da manhã, a praça do distrito receberá o Castramóvel, unidade itinerante preparada para oferecer castração e microchipagem gratuitas para cães e gatos. A ação representa não apenas um serviço de saúde animal, mas também um importante instrumento de controle populacional e prevenção de doenças, contribuindo para o equilíbrio entre convivência urbana e bem-estar dos animais.

A expectativa é de grande procura por parte dos moradores da região. O atendimento segue critérios técnicos rigorosos. Antes de qualquer procedimento, os animais passam por avaliação veterinária, garantindo que apenas aqueles em condições adequadas sejam encaminhados para a cirurgia, respeitando todos os protocolos médicos e de segurança.

Para participar, os tutores devem apresentar cópia do RG e comprovante de residência na localidade. Essa exigência busca garantir que o serviço beneficie diretamente os moradores do distrito e fortaleça o vínculo entre comunidade e políticas públicas voltadas à proteção animal.

Outro ponto fundamental é a preparação adequada dos animais. Os profissionais orientam que cães e gatos estejam em jejum de 12 horas de alimento e duas horas sem água antes da cirurgia. Após o procedimento, a recuperação depende dos cuidados dos tutores, que devem seguir as recomendações médicas, incluindo medicação, curativos e o uso de itens como colar elisabetano ou roupa cirúrgica, quando necessário.

No caso específico das cadelas, o procedimento de castração será realizado no Centro de Apoio à Saúde Animal (CASA), localizado na Avenida Brumado, estrutura que oferece suporte especializado para cirurgias mais complexas.

A iniciativa integra um esforço da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com o Fundo Conquistense de Apoio ao Meio Ambiente (FAM) e o próprio Centro de Apoio à Saúde Animal, ampliando o alcance das políticas de cuidado com os animais e reforçando a importância da guarda responsável.

Mais do que um atendimento veterinário, ações como essa ajudam a construir uma cidade mais consciente, onde o cuidado com os animais reflete também o compromisso com a saúde pública, o meio ambiente e a convivência harmoniosa entre pessoas e pets.

Para muitos tutores, esta pode ser uma oportunidade rara: um atendimento gratuito que garante qualidade de vida aos animais e tranquilidade para as famílias.

E, neste fim de semana, o convite está feito: quem tem um cão ou gato em São Sebastião pode encontrar na praça do distrito não apenas um serviço veterinário, mas um gesto concreto de cuidado com a vida.

(Maria Clara)

Feirão de Vagas e Captação de Currículos oferta cerca de 200 oportunidades de emprego em Vitória da Conquista

Em tempos em que a palavra emprego ecoa como esperança na vida de milhares de famílias brasileiras, Vitória da Conquista testemunha um movimento que reacende expectativas e mobiliza trabalhadores em busca de uma oportunidade. Nesta quinta-feira (12), a cidade recebeu o Feirão de Vagas e Captação de Currículos, uma iniciativa que já desperta grande interesse da população e promete impactar diretamente o mercado de trabalho local.

Realizado pela Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), o evento acontece também nesta sexta-feira (13), das 8h30 às 16h30, na Prefeitura da Zona Oeste, localizada no Centro Cultural Glauber Rocha. A ação reúne trabalhadores e empresas em um mesmo espaço, criando um ambiente direto de conexão entre quem busca emprego e quem precisa contratar.

A iniciativa ocorre em parceria com a empresa Dass Confecção, que disponibiliza cerca de 200 vagas de trabalho em diferentes funções. Além dessas oportunidades, outras empresas do município também participam do processo de captação de currículos, ampliando as possibilidades para quem está em busca de recolocação profissional ou da primeira experiência no mercado.

Segundo a analista de recursos humanos da Dass Confecção, Juliane Morais, a parceria com o poder público tem como objetivo ampliar o alcance das oportunidades e aproximar a comunidade das vagas disponíveis. A proposta é fortalecer o desenvolvimento econômico local e garantir que as oportunidades cheguem ao maior número possível de trabalhadores.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marcos Ferreira, destacou que iniciativas como essa são fundamentais para estimular a geração de emprego e renda, além de reforçar a importância da cooperação entre poder público, iniciativa privada e sociedade. Para ele, o crescimento econômico de uma cidade passa necessariamente pela criação de oportunidades que permitam às pessoas ingressarem ou retornarem ao mercado de trabalho.

Durante o feirão, o atendimento acontece de forma híbrida. Os candidatos podem realizar o cadastro presencial de currículos, com orientação de equipes da secretaria, ou utilizar a Plataforma Tudo Fácil, sistema digital que permite registrar dados profissionais e disponibilizá-los para empresas parceiras.

Os currículos cadastrados passam a integrar um banco de talentos consultado pelas empresas durante seus processos de recrutamento e seleção. A estratégia facilita o acesso dos trabalhadores às oportunidades e torna mais eficiente a busca por profissionais qualificados.

Entre os participantes está o trabalhador Us de Oliveira Costa, de 50 anos, que compareceu ao evento movido pela esperança de conquistar uma nova oportunidade. Para ele, iniciativas desse tipo representam um importante canal para quem está desempregado e precisa reencontrar o caminho do trabalho.

A jovem Gabriela Chagas, de 26 anos, também participou após conhecer a iniciativa pelo site oficial da Prefeitura. Moradora do bairro Ibirapuera, ela vê no feirão uma chance concreta de encontrar uma vaga compatível com suas expectativas profissionais.

Para quem não puder comparecer presencialmente, o cadastro também pode ser feito online por meio da plataforma Tudo Fácil. O interessado precisa apenas acessar o sistema, criar ou entrar em sua conta com CPF e preencher as informações profissionais no banco de currículos.

Com essa iniciativa, Vitória da Conquista reafirma seu movimento de fortalecimento do mercado de trabalho, ampliando o diálogo entre empresas e trabalhadores e oferecendo novas perspectivas para quem busca uma colocação profissional. Em um cenário onde a busca por emprego se torna cada vez mais competitiva, eventos como esse reacendem a esperança e mostram que oportunidades podem surgir quando diferentes setores se unem em favor do desenvolvimento econômico.

(Maria Clara)

Feirão de Vagas e Captação de Currículos oferta cerca de 200 oportunidades de emprego em Vitória da Conquista

Em tempos em que a palavra emprego ecoa como esperança na vida de milhares de famílias brasileiras, Vitória da Conquista testemunha um movimento que reacende expectativas e mobiliza trabalhadores em busca de uma oportunidade. Nesta quinta-feira (12), a cidade recebeu o Feirão de Vagas e Captação de Currículos, uma iniciativa que já desperta grande interesse da população e promete impactar diretamente o mercado de trabalho local.

Realizado pela Prefeitura de Vitória da Conquista, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), o evento acontece também nesta sexta-feira (13), das 8h30 às 16h30, na Prefeitura da Zona Oeste, localizada no Centro Cultural Glauber Rocha. A ação reúne trabalhadores e empresas em um mesmo espaço, criando um ambiente direto de conexão entre quem busca emprego e quem precisa contratar.

A iniciativa ocorre em parceria com a empresa Dass Confecção, que disponibiliza cerca de 200 vagas de trabalho em diferentes funções. Além dessas oportunidades, outras empresas do município também participam do processo de captação de currículos, ampliando as possibilidades para quem está em busca de recolocação profissional ou da primeira experiência no mercado.

Segundo a analista de recursos humanos da Dass Confecção, Juliane Morais, a parceria com o poder público tem como objetivo ampliar o alcance das oportunidades e aproximar a comunidade das vagas disponíveis. A proposta é fortalecer o desenvolvimento econômico local e garantir que as oportunidades cheguem ao maior número possível de trabalhadores.

O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Marcos Ferreira, destacou que iniciativas como essa são fundamentais para estimular a geração de emprego e renda, além de reforçar a importância da cooperação entre poder público, iniciativa privada e sociedade. Para ele, o crescimento econômico de uma cidade passa necessariamente pela criação de oportunidades que permitam às pessoas ingressarem ou retornarem ao mercado de trabalho.

Durante o feirão, o atendimento acontece de forma híbrida. Os candidatos podem realizar o cadastro presencial de currículos, com orientação de equipes da secretaria, ou utilizar a Plataforma Tudo Fácil, sistema digital que permite registrar dados profissionais e disponibilizá-los para empresas parceiras.

Os currículos cadastrados passam a integrar um banco de talentos consultado pelas empresas durante seus processos de recrutamento e seleção. A estratégia facilita o acesso dos trabalhadores às oportunidades e torna mais eficiente a busca por profissionais qualificados.

Entre os participantes está o trabalhador Us de Oliveira Costa, de 50 anos, que compareceu ao evento movido pela esperança de conquistar uma nova oportunidade. Para ele, iniciativas desse tipo representam um importante canal para quem está desempregado e precisa reencontrar o caminho do trabalho.

A jovem Gabriela Chagas, de 26 anos, também participou após conhecer a iniciativa pelo site oficial da Prefeitura. Moradora do bairro Ibirapuera, ela vê no feirão uma chance concreta de encontrar uma vaga compatível com suas expectativas profissionais.

Para quem não puder comparecer presencialmente, o cadastro também pode ser feito online por meio da plataforma Tudo Fácil. O interessado precisa apenas acessar o sistema, criar ou entrar em sua conta com CPF e preencher as informações profissionais no banco de currículos.

Com essa iniciativa, Vitória da Conquista reafirma seu movimento de fortalecimento do mercado de trabalho, ampliando o diálogo entre empresas e trabalhadores e oferecendo novas perspectivas para quem busca uma colocação profissional. Em um cenário onde a busca por emprego se torna cada vez mais competitiva, eventos como esse reacendem a esperança e mostram que oportunidades podem surgir quando diferentes setores se unem em favor do desenvolvimento econômico.

(Maria Clara)

Tristeza na região: Idoso é encontrado morto dentro de residência, após vizinhos sentirem forte odor no imóvel

Há histórias que começam no silêncio. Outras terminam nele. E foi justamente o silêncio que chamou a atenção dos moradores do bairro Bob Kennedy, em Itarantim, no sudoeste da Bahia. Aquela rotina tranquila, típica de cidades do interior, foi interrompida por uma descoberta que deixou a comunidade profundamente comovida.

Milton Freire dos Santos, de 68 anos, foi encontrado sem vida dentro da residência onde morava sozinho, nas proximidades da Igreja Católica do bairro. O caso veio à tona na noite da última terça-feira, 10 de março, quando vizinhos começaram a estranhar a ausência prolongada do idoso, figura conhecida na vizinhança.

O alerta surgiu quando moradores perceberam que algo estava diferente. O sumiço repentino e o forte odor vindo do imóvel despertaram preocupação. Sensibilizados pela situação, alguns vizinhos decidiram verificar o que poderia estar acontecendo. Ao entrarem na residência, encontraram o corpo de Milton e imediatamente acionaram as autoridades competentes.

A partir daí, os procedimentos necessários foram realizados pelas forças de segurança e pela Polícia Técnica, que compareceram ao local para registrar a ocorrência e iniciar os protocolos de investigação. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Itapetinga, onde exames periciais deverão esclarecer as circunstâncias exatas do falecimento.

Relatos da comunidade indicam que Milton havia sido visto pela última vez no sábado anterior, o que sugere que sua morte pode ter ocorrido alguns dias antes da descoberta. Familiares confirmaram que ele vivia sozinho, uma realidade cada vez mais comum entre idosos em diversas regiões do país.

A notícia se espalhou rapidamente entre os moradores de Itarantim, provocando um sentimento coletivo de tristeza e reflexão. Em pequenas cidades, onde todos acabam se conhecendo, episódios como esse reforçam a importância da atenção e da solidariedade entre vizinhos.

O caso também chama atenção para um fenômeno silencioso: o isolamento de pessoas idosas que vivem sozinhas. Muitas vezes, a rotina cotidiana esconde histórias de solidão que só são percebidas quando algo extraordinário acontece.

Enquanto as autoridades seguem os trâmites legais para esclarecer o ocorrido, a comunidade do bairro Bob Kennedy permanece marcada pela lembrança de um vizinho que, por anos, fez parte da paisagem humana daquele lugar.

A casa que antes guardava a rotina simples de Milton agora simboliza algo maior: a necessidade de olhar com mais cuidado para aqueles que vivem ao nosso redor. Às vezes, o silêncio de uma porta fechada pode carregar uma história inteira esperando para ser percebida.

(Maria Clara)

Tristeza na região: Idoso é encontrado morto dentro de residência, após vizinhos sentirem forte odor no imóvel

Há histórias que começam no silêncio. Outras terminam nele. E foi justamente o silêncio que chamou a atenção dos moradores do bairro Bob Kennedy, em Itarantim, no sudoeste da Bahia. Aquela rotina tranquila, típica de cidades do interior, foi interrompida por uma descoberta que deixou a comunidade profundamente comovida.

Milton Freire dos Santos, de 68 anos, foi encontrado sem vida dentro da residência onde morava sozinho, nas proximidades da Igreja Católica do bairro. O caso veio à tona na noite da última terça-feira, 10 de março, quando vizinhos começaram a estranhar a ausência prolongada do idoso, figura conhecida na vizinhança.

O alerta surgiu quando moradores perceberam que algo estava diferente. O sumiço repentino e o forte odor vindo do imóvel despertaram preocupação. Sensibilizados pela situação, alguns vizinhos decidiram verificar o que poderia estar acontecendo. Ao entrarem na residência, encontraram o corpo de Milton e imediatamente acionaram as autoridades competentes.

A partir daí, os procedimentos necessários foram realizados pelas forças de segurança e pela Polícia Técnica, que compareceram ao local para registrar a ocorrência e iniciar os protocolos de investigação. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Itapetinga, onde exames periciais deverão esclarecer as circunstâncias exatas do falecimento.

Relatos da comunidade indicam que Milton havia sido visto pela última vez no sábado anterior, o que sugere que sua morte pode ter ocorrido alguns dias antes da descoberta. Familiares confirmaram que ele vivia sozinho, uma realidade cada vez mais comum entre idosos em diversas regiões do país.

A notícia se espalhou rapidamente entre os moradores de Itarantim, provocando um sentimento coletivo de tristeza e reflexão. Em pequenas cidades, onde todos acabam se conhecendo, episódios como esse reforçam a importância da atenção e da solidariedade entre vizinhos.

O caso também chama atenção para um fenômeno silencioso: o isolamento de pessoas idosas que vivem sozinhas. Muitas vezes, a rotina cotidiana esconde histórias de solidão que só são percebidas quando algo extraordinário acontece.

Enquanto as autoridades seguem os trâmites legais para esclarecer o ocorrido, a comunidade do bairro Bob Kennedy permanece marcada pela lembrança de um vizinho que, por anos, fez parte da paisagem humana daquele lugar.

A casa que antes guardava a rotina simples de Milton agora simboliza algo maior: a necessidade de olhar com mais cuidado para aqueles que vivem ao nosso redor. Às vezes, o silêncio de uma porta fechada pode carregar uma história inteira esperando para ser percebida.

(Maria Clara)

Conquista na Vanguarda: A Empresa que Foi a São Paulo Buscar o Futuro da Construção

Enquanto o Brasil discute os rumos da economia e o setor da construção civil busca caminhos para crescer com inovação, uma empresa de Vitória da Conquista decidiu olhar além das prateleiras e mergulhar diretamente no coração das tendências mundiais do mercado de revestimentos. A GM Pisos e Porcelanatos marcou presença na Expo Revestir 2026, em São Paulo, o maior evento de acabamentos da América Latina — e um dos mais importantes do mundo no setor.

A feira, realizada entre os dias 9 e 13 de março, reúne fabricantes, arquitetos, designers, engenheiros e empresários de diversos países. Ali são apresentadas as tecnologias que irão influenciar a arquitetura, a decoração e a construção civil nos próximos anos. É nesse ambiente de inovação que surgem os materiais que logo passam a ocupar casas, apartamentos e grandes projetos urbanos.

A participação da GM Pisos e Porcelanatos revela algo que vai além da simples visita a um evento. Trata-se de uma estratégia empresarial voltada para antecipar tendências, compreender novas demandas do mercado e oferecer aos clientes aquilo que ainda está chegando ao Brasil.

Entre os destaques da Expo Revestir 2026 estão porcelanatos de altíssima definição que reproduzem pedras naturais raras, superfícies inspiradas em madeira e concreto arquitetônico, além de metais e acabamentos com tecnologias inteligentes voltadas para economia de água e sustentabilidade — uma pauta cada vez mais central na arquitetura contemporânea.

Empresas que acompanham esse movimento conseguem levar para seus clientes soluções modernas, alinhadas com os padrões internacionais de design e funcionalidade. É justamente esse o objetivo da GM Pisos ao participar da feira.

Localizada na Avenida Luís Eduardo Magalhães, em Vitória da Conquista, a empresa se consolidou como referência regional no segmento de pisos e porcelanatos. Seu amplo showroom, aliado à diversidade de marcas e ao grande estoque para pronta entrega, tornou-se um ponto de encontro frequente para profissionais da construção civil, arquitetos e consumidores que buscam qualidade, estética e inovação.

Durante o evento, representantes da empresa destacaram que acompanhar a Expo Revestir é uma forma de trazer para o interior da Bahia aquilo que está sendo pensado nos maiores centros de design e arquitetura do mundo.

A presença na feira também reforça um movimento importante para o desenvolvimento regional: empresas locais conectadas com tendências globais conseguem elevar o padrão de mercado, estimular novos projetos arquitetônicos e ampliar as possibilidades estéticas na construção civil.

Em um setor que movimenta bilhões de reais por ano no Brasil, acompanhar inovação deixou de ser apenas diferencial competitivo — tornou-se uma necessidade estratégica.

E é justamente nesse ponto que a participação da GM Pisos na Expo Revestir 2026 ganha significado maior: mostra que Vitória da Conquista não está distante das transformações do mercado. Pelo contrário, há empresários atentos, preparados e dispostos a trazer o que existe de mais moderno para a região.

Quando empresas locais se conectam ao que acontece no mundo, quem ganha é toda a cidade — desde profissionais da construção até famílias que sonham em construir ou renovar seus espaços.

E se as tendências apresentadas na maior feira de revestimentos da América Latina indicam o que veremos nas casas e projetos arquitetônicos dos próximos anos, uma coisa já é certa: parte desse futuro já começou a chegar a Vitória da Conquista.

(Maria Clara)

Conquista na Vanguarda: A Empresa que Foi a São Paulo Buscar o Futuro da Construção

Enquanto o Brasil discute os rumos da economia e o setor da construção civil busca caminhos para crescer com inovação, uma empresa de Vitória da Conquista decidiu olhar além das prateleiras e mergulhar diretamente no coração das tendências mundiais do mercado de revestimentos. A GM Pisos e Porcelanatos marcou presença na Expo Revestir 2026, em São Paulo, o maior evento de acabamentos da América Latina — e um dos mais importantes do mundo no setor.

A feira, realizada entre os dias 9 e 13 de março, reúne fabricantes, arquitetos, designers, engenheiros e empresários de diversos países. Ali são apresentadas as tecnologias que irão influenciar a arquitetura, a decoração e a construção civil nos próximos anos. É nesse ambiente de inovação que surgem os materiais que logo passam a ocupar casas, apartamentos e grandes projetos urbanos.

A participação da GM Pisos e Porcelanatos revela algo que vai além da simples visita a um evento. Trata-se de uma estratégia empresarial voltada para antecipar tendências, compreender novas demandas do mercado e oferecer aos clientes aquilo que ainda está chegando ao Brasil.

Entre os destaques da Expo Revestir 2026 estão porcelanatos de altíssima definição que reproduzem pedras naturais raras, superfícies inspiradas em madeira e concreto arquitetônico, além de metais e acabamentos com tecnologias inteligentes voltadas para economia de água e sustentabilidade — uma pauta cada vez mais central na arquitetura contemporânea.

Empresas que acompanham esse movimento conseguem levar para seus clientes soluções modernas, alinhadas com os padrões internacionais de design e funcionalidade. É justamente esse o objetivo da GM Pisos ao participar da feira.

Localizada na Avenida Luís Eduardo Magalhães, em Vitória da Conquista, a empresa se consolidou como referência regional no segmento de pisos e porcelanatos. Seu amplo showroom, aliado à diversidade de marcas e ao grande estoque para pronta entrega, tornou-se um ponto de encontro frequente para profissionais da construção civil, arquitetos e consumidores que buscam qualidade, estética e inovação.

Durante o evento, representantes da empresa destacaram que acompanhar a Expo Revestir é uma forma de trazer para o interior da Bahia aquilo que está sendo pensado nos maiores centros de design e arquitetura do mundo.

A presença na feira também reforça um movimento importante para o desenvolvimento regional: empresas locais conectadas com tendências globais conseguem elevar o padrão de mercado, estimular novos projetos arquitetônicos e ampliar as possibilidades estéticas na construção civil.

Em um setor que movimenta bilhões de reais por ano no Brasil, acompanhar inovação deixou de ser apenas diferencial competitivo — tornou-se uma necessidade estratégica.

E é justamente nesse ponto que a participação da GM Pisos na Expo Revestir 2026 ganha significado maior: mostra que Vitória da Conquista não está distante das transformações do mercado. Pelo contrário, há empresários atentos, preparados e dispostos a trazer o que existe de mais moderno para a região.

Quando empresas locais se conectam ao que acontece no mundo, quem ganha é toda a cidade — desde profissionais da construção até famílias que sonham em construir ou renovar seus espaços.

E se as tendências apresentadas na maior feira de revestimentos da América Latina indicam o que veremos nas casas e projetos arquitetônicos dos próximos anos, uma coisa já é certa: parte desse futuro já começou a chegar a Vitória da Conquista.

(Maria Clara)

Consternação: Corpos de Daniel Pereira e Salvino “Tinga” são liberados pelo IML

A tranquilidade de uma tarde comum no interior da Bahia foi interrompida por uma notícia que rapidamente se espalhou entre moradores, familiares e amigos, deixando um rastro de tristeza e reflexão. A cidade de Cândido Sales amanheceu sob o peso do luto após a confirmação da liberação, pelo Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista, dos corpos de Daniel Pereira, de 26 anos, e Salvino Nascimento, conhecido carinhosamente como “Tinga”, de 56 anos.

O que deveria ser apenas mais uma pescaria entre amigos acabou se transformando em um episódio profundamente doloroso para a comunidade local. A lagoa da zona rural, cenário comum de encontros simples, conversas e momentos de descanso, tornou-se palco de uma tragédia que interrompeu duas histórias de vida que seguiam seus caminhos.

Segundo relatos de moradores próximos, momentos de tensão tomaram conta do local quando gritos de socorro foram ouvidos vindos da água. Vizinhos e pessoas da região se mobilizaram rapidamente, movidos pela urgência e pela esperança de conseguir salvar os dois homens. Foi uma corrida contra o tempo marcada pela solidariedade e pelo instinto humano de ajudar.

Infelizmente, a rapidez com que tudo aconteceu não permitiu que o desfecho fosse diferente. A tentativa de resgate mobilizou moradores e causou forte comoção, refletindo o vínculo comunitário típico das cidades do interior, onde todos se conhecem e compartilham a vida cotidiana.

A perda deixou marcas profundas nas famílias. Daniel Pereira era pai de uma criança pequena, enquanto Salvino “Tinga” deixa três filhos e uma trajetória respeitada entre os moradores da região. Para muitos, ele era mais que um conhecido — era uma presença constante nas rodas de conversa, nas histórias locais e nas relações de amizade que caracterizam a vida comunitária.

Após o resgate, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista, onde passaram pelos procedimentos necessários antes de serem liberados nas primeiras horas desta quinta-feira (12). Até o momento, familiares ainda organizam os detalhes das cerimônias de despedida.

Enquanto isso, o sentimento predominante em Cândido Sales é de silêncio e solidariedade. Nas conversas entre vizinhos, nas portas das casas e nas mensagens trocadas entre moradores, permanece a lembrança de duas vidas que faziam parte do cotidiano da cidade.

Tragédias como essa lembram o quanto a vida pode ser frágil e imprevisível. E, diante da dor, resta à comunidade aquilo que sempre sustentou as pequenas cidades: união, memória e apoio mútuo.

(Maria Clara)

Consternação: Corpos de Daniel Pereira e Salvino “Tinga” são liberados pelo IML

A tranquilidade de uma tarde comum no interior da Bahia foi interrompida por uma notícia que rapidamente se espalhou entre moradores, familiares e amigos, deixando um rastro de tristeza e reflexão. A cidade de Cândido Sales amanheceu sob o peso do luto após a confirmação da liberação, pelo Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista, dos corpos de Daniel Pereira, de 26 anos, e Salvino Nascimento, conhecido carinhosamente como “Tinga”, de 56 anos.

O que deveria ser apenas mais uma pescaria entre amigos acabou se transformando em um episódio profundamente doloroso para a comunidade local. A lagoa da zona rural, cenário comum de encontros simples, conversas e momentos de descanso, tornou-se palco de uma tragédia que interrompeu duas histórias de vida que seguiam seus caminhos.

Segundo relatos de moradores próximos, momentos de tensão tomaram conta do local quando gritos de socorro foram ouvidos vindos da água. Vizinhos e pessoas da região se mobilizaram rapidamente, movidos pela urgência e pela esperança de conseguir salvar os dois homens. Foi uma corrida contra o tempo marcada pela solidariedade e pelo instinto humano de ajudar.

Infelizmente, a rapidez com que tudo aconteceu não permitiu que o desfecho fosse diferente. A tentativa de resgate mobilizou moradores e causou forte comoção, refletindo o vínculo comunitário típico das cidades do interior, onde todos se conhecem e compartilham a vida cotidiana.

A perda deixou marcas profundas nas famílias. Daniel Pereira era pai de uma criança pequena, enquanto Salvino “Tinga” deixa três filhos e uma trajetória respeitada entre os moradores da região. Para muitos, ele era mais que um conhecido — era uma presença constante nas rodas de conversa, nas histórias locais e nas relações de amizade que caracterizam a vida comunitária.

Após o resgate, os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista, onde passaram pelos procedimentos necessários antes de serem liberados nas primeiras horas desta quinta-feira (12). Até o momento, familiares ainda organizam os detalhes das cerimônias de despedida.

Enquanto isso, o sentimento predominante em Cândido Sales é de silêncio e solidariedade. Nas conversas entre vizinhos, nas portas das casas e nas mensagens trocadas entre moradores, permanece a lembrança de duas vidas que faziam parte do cotidiano da cidade.

Tragédias como essa lembram o quanto a vida pode ser frágil e imprevisível. E, diante da dor, resta à comunidade aquilo que sempre sustentou as pequenas cidades: união, memória e apoio mútuo.

(Maria Clara)