Política e Resenha

A Construção das 13 Praças pelo governo estadual e a Autonomia dos Municípios

 

 

 

Em um país democrático como o Brasil, a boa governança e o bem-estar da população são garantidos, em grande parte, pela correta divisão de poderes. A Constituição Federal, como uma verdadeira bússola, estabelece uma separação clara entre os diferentes níveis de governo e as responsabilidades de cada um. Um exemplo que nem sempre isto acontece foi o anuncio que o governo estadual vai construir 13 praças no nosso município, com recursos provenientes de uma emenda parlamentar de um deputado local.

A construção de praças, sem dúvida, é uma ação positiva. Esses espaços públicos promovem o lazer, a convivência social e o bem-estar urbano. No entanto, surge uma questão crucial: quem deve ser o responsável por essa obra? O governo estadual ou a prefeitura municipal? A resposta a essa dúvida está na própria Constituição, que define que a administração de bens e serviços públicos de uso comum, como praças e parques, é responsabilidade dos municípios. Ou seja, são os prefeitos, e não o governador, que devem cuidar da criação, manutenção e melhoria desses espaços.

A Autonomia Municipal e a Necessária Aprovação Local

Mesmo que o governo estadual seja o proprietário do terreno onde se pretende construir as praças, ele ainda depende da autorização do município para realizar tal obra. Isso ocorre porque, apesar da posse do terreno, a criação de equipamentos públicos, como praças, precisa obedecer às regras do planejamento urbano local. A prefeitura precisa ser consultada, pois a localização exata e a aprovação do projeto devem ser realizadas pelo município, que é o responsável pelo ordenamento do território.

O artigo 30, inciso VIII, da Constituição Federal é claro ao estabelecer que o planejamento urbano e a definição do uso do solo são responsabilidades do município. No caso das praças de Vitória da Conquista, o projeto precisa ser analisado e aprovado pela prefeitura, cumprindo as normas do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). A proposta contempla não apenas o tamanho e a vegetação, mas também questões fundamentais como segurança, acessibilidade, infraestrutura básica (banheiros e bebedouros) e a participação popular, por meio de consultas públicas, conforme exige o Estatuto da Cidade.

A Interferência do Governo Estadual: Um Perigo para a Autonomia Municipal

O que fica claro nesse episódio é a grave interferência do governo estadual na gestão municipal, o que pode ser visto como uma tentativa de usurpação de funções. Quando um nível de governo invade a competência do outro, como aconteceu em Vitória da Conquista, não apenas enfraquece a autonomia dos municípios, mas também compromete a harmonia que deve existir entre as diferentes esferas do poder público em um regime democrático. A Constituição é categórica ao afirmar que cada esfera de governo deve atuar dentro de seus limites e respeitar as competências dos outros.

A Democracia e a Postura Republicana: Respeito às Instituições

Em uma verdadeira democracia, os governantes devem adotar uma postura republicana, respeitando as instituições e os limites constitucionais. Independentemente de diferenças políticas, é imprescindível que cada nível de governo se atenha às suas funções e competências, sem interferir nas prerrogativas do outro. No caso de Vitória da Conquista, por exemplo, o fato da prefeita não compartilhar o mesmo campo político que o governador não justifica qualquer tipo de intervenção no planejamento e execução de obras municipais.

Conclusão: O Respeito às Regras e ao Bem-Estar da População

Por fim, é fundamental que o centro das decisões políticas esteja sempre voltado para os interesses da população. A construção de praças em Vitória da Conquista é, sem dúvida, uma iniciativa válida e necessária, mas ela deve ser realizada de acordo com as competências constitucionais e com total transparência. A prefeitura, como responsável pela gestão do município, deve ser a encarregada dessa obra, e qualquer tentativa do governo estadual de assumir essa responsabilidade deve ser questionada e evitada.

Em uma democracia saudável, a boa governança exige que as esferas de governo respeitem seus limites e responsabilidades. O respeito às competências, à autonomia municipal e às regras do jogo democrático são essenciais para garantir que as ações de governo atendam verdadeiramente às necessidades da população, sem o risco de se tornarem um jogo político. O fortalecimento da democracia depende do respeito mútuo entre as instituições, da transparência nas ações públicas e da preservação do interesse coletivo, acima de disputas partidárias.

A Construção das 13 Praças pelo governo estadual e a Autonomia dos Municípios

 

 

 

Em um país democrático como o Brasil, a boa governança e o bem-estar da população são garantidos, em grande parte, pela correta divisão de poderes. A Constituição Federal, como uma verdadeira bússola, estabelece uma separação clara entre os diferentes níveis de governo e as responsabilidades de cada um. Um exemplo que nem sempre isto acontece foi o anuncio que o governo estadual vai construir 13 praças no nosso município, com recursos provenientes de uma emenda parlamentar de um deputado local.

A construção de praças, sem dúvida, é uma ação positiva. Esses espaços públicos promovem o lazer, a convivência social e o bem-estar urbano. No entanto, surge uma questão crucial: quem deve ser o responsável por essa obra? O governo estadual ou a prefeitura municipal? A resposta a essa dúvida está na própria Constituição, que define que a administração de bens e serviços públicos de uso comum, como praças e parques, é responsabilidade dos municípios. Ou seja, são os prefeitos, e não o governador, que devem cuidar da criação, manutenção e melhoria desses espaços.

A Autonomia Municipal e a Necessária Aprovação Local

Mesmo que o governo estadual seja o proprietário do terreno onde se pretende construir as praças, ele ainda depende da autorização do município para realizar tal obra. Isso ocorre porque, apesar da posse do terreno, a criação de equipamentos públicos, como praças, precisa obedecer às regras do planejamento urbano local. A prefeitura precisa ser consultada, pois a localização exata e a aprovação do projeto devem ser realizadas pelo município, que é o responsável pelo ordenamento do território.

O artigo 30, inciso VIII, da Constituição Federal é claro ao estabelecer que o planejamento urbano e a definição do uso do solo são responsabilidades do município. No caso das praças de Vitória da Conquista, o projeto precisa ser analisado e aprovado pela prefeitura, cumprindo as normas do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU). A proposta contempla não apenas o tamanho e a vegetação, mas também questões fundamentais como segurança, acessibilidade, infraestrutura básica (banheiros e bebedouros) e a participação popular, por meio de consultas públicas, conforme exige o Estatuto da Cidade.

A Interferência do Governo Estadual: Um Perigo para a Autonomia Municipal

O que fica claro nesse episódio é a grave interferência do governo estadual na gestão municipal, o que pode ser visto como uma tentativa de usurpação de funções. Quando um nível de governo invade a competência do outro, como aconteceu em Vitória da Conquista, não apenas enfraquece a autonomia dos municípios, mas também compromete a harmonia que deve existir entre as diferentes esferas do poder público em um regime democrático. A Constituição é categórica ao afirmar que cada esfera de governo deve atuar dentro de seus limites e respeitar as competências dos outros.

A Democracia e a Postura Republicana: Respeito às Instituições

Em uma verdadeira democracia, os governantes devem adotar uma postura republicana, respeitando as instituições e os limites constitucionais. Independentemente de diferenças políticas, é imprescindível que cada nível de governo se atenha às suas funções e competências, sem interferir nas prerrogativas do outro. No caso de Vitória da Conquista, por exemplo, o fato da prefeita não compartilhar o mesmo campo político que o governador não justifica qualquer tipo de intervenção no planejamento e execução de obras municipais.

Conclusão: O Respeito às Regras e ao Bem-Estar da População

Por fim, é fundamental que o centro das decisões políticas esteja sempre voltado para os interesses da população. A construção de praças em Vitória da Conquista é, sem dúvida, uma iniciativa válida e necessária, mas ela deve ser realizada de acordo com as competências constitucionais e com total transparência. A prefeitura, como responsável pela gestão do município, deve ser a encarregada dessa obra, e qualquer tentativa do governo estadual de assumir essa responsabilidade deve ser questionada e evitada.

Em uma democracia saudável, a boa governança exige que as esferas de governo respeitem seus limites e responsabilidades. O respeito às competências, à autonomia municipal e às regras do jogo democrático são essenciais para garantir que as ações de governo atendam verdadeiramente às necessidades da população, sem o risco de se tornarem um jogo político. O fortalecimento da democracia depende do respeito mútuo entre as instituições, da transparência nas ações públicas e da preservação do interesse coletivo, acima de disputas partidárias.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 7 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Bancos terão de excluir chaves Pix de quem está irregular na Receita 

Pix e CPF: Entenda o que muda com as novas regras do BC – 06/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Contra inflação, governo zera imposto para importar carne, café, açúcar e massas 

Alíquota zero para importar carne, café, açúcar e massas vai baixar o preço dos alimentos? Economistas respondem – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Para combater inflação, governo zera tarifa de importação de alimentos como carne e açúcar 

Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Governo zera taxas de importação de carne, azeite e café para tentar conter preços 

Governo zera tributos sobre cesta básica e reduz impostos de importação para tentar conter inflação dos alimentos | Jornal Nacional | G1 

 

O Dia (RJ)
NOVA REGRA DO PIX
Oito milhões de chaves ligadas a CPF podem ser suspensas 

Mudança na regra do Pix deve atingir 8 milhões de chaves ligadas a CPF | Economia | O Dia 

 

Correio Braziliense
Contra a inflação, governo zera alíquota de alimentos 

Governo zera imposto de importação sobre alimentos e etanol até dezembro 

 

Estado de Minas
Pente-fino no Pix 

Servidores do INSS decidem iniciar greve que pode afetar pente-fino dos auxílios 

 

Zero Hora (RS)
Governo reduzirá imposto para conter alta da comida 

Para baixar preço de alimentos, governo irá zerar tarifa de importação para carne, café, açúcar, milho e azeite | GZH 

 

Jornal do Commercio (PE)
Governo vai zerar imposto para enfrentar alta dos alimentos 

Governo anuncia mudanças para importação de alimentos, sabendo que não vai impactar na taxa de inflação, mas sinaliza alguma reação 

 

A Tarde (BA)
Médicos defendem mamografia preventiva a partir dos 40 anos 

A TARDE • Notícias Sobre Salvador e Região – Notícias, Classificados, Esportes e Cultura – A TARDE Online. 

 

Diário do Nordeste (CE)
Evandro veta ocupação de áreas verdes da cidade 

Evandro envia à CMFor veto a projeto que flexibiliza ocupação de áreas verdes em Fortaleza – PontoPoder – Diário do Nordeste 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta sexta-feira 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 7 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Bancos terão de excluir chaves Pix de quem está irregular na Receita 

Pix e CPF: Entenda o que muda com as novas regras do BC – 06/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Contra inflação, governo zera imposto para importar carne, café, açúcar e massas 

Alíquota zero para importar carne, café, açúcar e massas vai baixar o preço dos alimentos? Economistas respondem – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Para combater inflação, governo zera tarifa de importação de alimentos como carne e açúcar 

Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Governo zera taxas de importação de carne, azeite e café para tentar conter preços 

Governo zera tributos sobre cesta básica e reduz impostos de importação para tentar conter inflação dos alimentos | Jornal Nacional | G1 

 

O Dia (RJ)
NOVA REGRA DO PIX
Oito milhões de chaves ligadas a CPF podem ser suspensas 

Mudança na regra do Pix deve atingir 8 milhões de chaves ligadas a CPF | Economia | O Dia 

 

Correio Braziliense
Contra a inflação, governo zera alíquota de alimentos 

Governo zera imposto de importação sobre alimentos e etanol até dezembro 

 

Estado de Minas
Pente-fino no Pix 

Servidores do INSS decidem iniciar greve que pode afetar pente-fino dos auxílios 

 

Zero Hora (RS)
Governo reduzirá imposto para conter alta da comida 

Para baixar preço de alimentos, governo irá zerar tarifa de importação para carne, café, açúcar, milho e azeite | GZH 

 

Jornal do Commercio (PE)
Governo vai zerar imposto para enfrentar alta dos alimentos 

Governo anuncia mudanças para importação de alimentos, sabendo que não vai impactar na taxa de inflação, mas sinaliza alguma reação 

 

A Tarde (BA)
Médicos defendem mamografia preventiva a partir dos 40 anos 

A TARDE • Notícias Sobre Salvador e Região – Notícias, Classificados, Esportes e Cultura – A TARDE Online. 

 

Diário do Nordeste (CE)
Evandro veta ocupação de áreas verdes da cidade 

Evandro envia à CMFor veto a projeto que flexibiliza ocupação de áreas verdes em Fortaleza – PontoPoder – Diário do Nordeste 

 

 

O Brasil pode terminar sendo o grande Vencedor da Guerra Comercial de   Donald Trump 

 

 

 

A política internacional é frequentemente palco de ironias históricas que revelam como estratégias aparentemente sólidas podem produzir resultados opostos aos pretendidos. Um exemplo emblemático deste fenômeno é a guerra comercial iniciada nos últimos dias  por Donald Trump, cujas consequências vai reverberar na economia global, especialmente no setor agrícola. 

A abordagem protecionista de Trump, caracterizada por tarifas agressivas contra parceiros comerciais estratégicos como China, Canadá e México, tem como objetivo declarado fortalecer a indústria americana. No entanto, o tiro parece que está saindo pela culatra em um dos setores que mais apoiou sua candidatura: a agricultura americana. 

O mecanismo que tem gerado este resultado contraditório é relativamente simples. Quando os EUA impuserem tarifas à China, esta responderá com retaliações específicas, mirando produtos agrícolas americanos, particularmente a soja, principal commodity de exportação do setor. A China, como grande consumidora global de soja, não poderia simplesmente abdicar do produto; precisava apenas encontrar um fornecedor alternativo. E encontrou: o Brasil. 

Este redirecionamento do mercado chinês para a soja brasileira representará um duplo revés para os agricultores americanos. Não apenas perderão participação em um mercado crucial, como também vão ver seus custos de produção aumentarem devido a tarifas sobre insumos canadenses essenciais para a fabricação de fertilizantes. O resultado? Uma competitividade ainda maior dos produtos agrícolas brasileiros no cenário global. 

A ironia desta situação não poderia ser mais aguda. O setor agrícola americano, que votou massivamente em Trump (aproximadamente 77% em condados rurais), vai se tornar uma das primeiras vítimas de suas políticas comerciais. Este é um exemplo clássico de como políticas protecionistas, embora sedutoras em sua promessa de proteção às indústrias nacionais, frequentemente desencadeiam consequências imprevistas que prejudicam os próprios setores que buscam proteger. 

O Brasil, por sua vez, está entrando neste jogo geopolítico com vantagens significativas. O país mantém uma relação comercial altamente favorável aos EUA, com um déficit comercial acumulado de US$200 bilhões na última década. Além disso, as tarifas brasileiras sobre produtos americanos são notavelmente baixas (média de 2,7%), com muitos setores enfrentando tarifa zero. Estes fatos enfraquecem qualquer argumentação americana sobre desequilíbrios comerciais que justifiquem medidas protecionistas contra o Brasil. 

A pergunta que permanece é: qual o verdadeiro objetivo de Trump ao potencialmente mirar o Brasil em sua nova administração? Seriam preocupações pontuais, como a competição no setor de etanol, ou existe uma estratégia mais ampla de afastar o Brasil de sua crescente parceria comercial com a China? Independentemente das motivações, o caso ilustra perfeitamente como políticas comerciais protecionistas podem fortalecer justamente os competidores que se pretendia enfraquecer. 

Esta saga comercial oferece uma lição valiosa sobre a complexidade das relações econômicas internacionais no século XXI. Em um mundo interconectado, ações unilaterais raramente produzem apenas os efeitos desejados. A interdependência das cadeias produtivas globais significa que medidas protecionistas frequentemente ricocheteiam de formas inesperadas, gerando vencedores e perdedores que não correspondem às intenções originais. 

Para o Brasil, esta situação representa tanto uma oportunidade quanto um alerta. A oportunidade é clara: consolidar-se como líder global na exportação de commodities agrícolas, aproveitando o espaço aberto pela autossabotagem americana. O alerta, igualmente importante, é sobre a volatilidade das relações comerciais internacionais e a necessidade de diversificação de mercados. 

O episódio das guerras comerciais de Trump e os possíveis benefícios inesperados para a agricultura brasileira se concretizar realmente, permanecerá como um estudo de caso sobre como o protecionismo, em um mundo globalizado, frequentemente produz consequências diametralmente opostas aos seus objetivos declarados. Uma lição que, aparentemente, continua a ser ignorada por líderes que insistem em simplificar as complexas dinâmicas do comércio internacional. 

 

O Brasil pode terminar sendo o grande Vencedor da Guerra Comercial de   Donald Trump 

 

 

 

A política internacional é frequentemente palco de ironias históricas que revelam como estratégias aparentemente sólidas podem produzir resultados opostos aos pretendidos. Um exemplo emblemático deste fenômeno é a guerra comercial iniciada nos últimos dias  por Donald Trump, cujas consequências vai reverberar na economia global, especialmente no setor agrícola. 

A abordagem protecionista de Trump, caracterizada por tarifas agressivas contra parceiros comerciais estratégicos como China, Canadá e México, tem como objetivo declarado fortalecer a indústria americana. No entanto, o tiro parece que está saindo pela culatra em um dos setores que mais apoiou sua candidatura: a agricultura americana. 

O mecanismo que tem gerado este resultado contraditório é relativamente simples. Quando os EUA impuserem tarifas à China, esta responderá com retaliações específicas, mirando produtos agrícolas americanos, particularmente a soja, principal commodity de exportação do setor. A China, como grande consumidora global de soja, não poderia simplesmente abdicar do produto; precisava apenas encontrar um fornecedor alternativo. E encontrou: o Brasil. 

Este redirecionamento do mercado chinês para a soja brasileira representará um duplo revés para os agricultores americanos. Não apenas perderão participação em um mercado crucial, como também vão ver seus custos de produção aumentarem devido a tarifas sobre insumos canadenses essenciais para a fabricação de fertilizantes. O resultado? Uma competitividade ainda maior dos produtos agrícolas brasileiros no cenário global. 

A ironia desta situação não poderia ser mais aguda. O setor agrícola americano, que votou massivamente em Trump (aproximadamente 77% em condados rurais), vai se tornar uma das primeiras vítimas de suas políticas comerciais. Este é um exemplo clássico de como políticas protecionistas, embora sedutoras em sua promessa de proteção às indústrias nacionais, frequentemente desencadeiam consequências imprevistas que prejudicam os próprios setores que buscam proteger. 

O Brasil, por sua vez, está entrando neste jogo geopolítico com vantagens significativas. O país mantém uma relação comercial altamente favorável aos EUA, com um déficit comercial acumulado de US$200 bilhões na última década. Além disso, as tarifas brasileiras sobre produtos americanos são notavelmente baixas (média de 2,7%), com muitos setores enfrentando tarifa zero. Estes fatos enfraquecem qualquer argumentação americana sobre desequilíbrios comerciais que justifiquem medidas protecionistas contra o Brasil. 

A pergunta que permanece é: qual o verdadeiro objetivo de Trump ao potencialmente mirar o Brasil em sua nova administração? Seriam preocupações pontuais, como a competição no setor de etanol, ou existe uma estratégia mais ampla de afastar o Brasil de sua crescente parceria comercial com a China? Independentemente das motivações, o caso ilustra perfeitamente como políticas comerciais protecionistas podem fortalecer justamente os competidores que se pretendia enfraquecer. 

Esta saga comercial oferece uma lição valiosa sobre a complexidade das relações econômicas internacionais no século XXI. Em um mundo interconectado, ações unilaterais raramente produzem apenas os efeitos desejados. A interdependência das cadeias produtivas globais significa que medidas protecionistas frequentemente ricocheteiam de formas inesperadas, gerando vencedores e perdedores que não correspondem às intenções originais. 

Para o Brasil, esta situação representa tanto uma oportunidade quanto um alerta. A oportunidade é clara: consolidar-se como líder global na exportação de commodities agrícolas, aproveitando o espaço aberto pela autossabotagem americana. O alerta, igualmente importante, é sobre a volatilidade das relações comerciais internacionais e a necessidade de diversificação de mercados. 

O episódio das guerras comerciais de Trump e os possíveis benefícios inesperados para a agricultura brasileira se concretizar realmente, permanecerá como um estudo de caso sobre como o protecionismo, em um mundo globalizado, frequentemente produz consequências diametralmente opostas aos seus objetivos declarados. Uma lição que, aparentemente, continua a ser ignorada por líderes que insistem em simplificar as complexas dinâmicas do comércio internacional. 

 

Mistério em Feira de Santana: Mulher Encontra Inquilina Morta com Marcas de Tiro e Objetos Estranhos ao Redor

Na manhã desta quinta-feira (2), um caso chocante abalou a comunidade de Feira de Santana. A proprietária de uma residência, estranhando a porta aberta, decidiu verificar o que acontecia com sua inquilina. Ao adentrar o imóvel, deparou-se com a mulher sem vida sobre a cama, apresentando uma marca de tiro na cabeça.

Próximo ao corpo, estavam dispersos um pedregulho, uma vasilha plástica, uma colher e pedaços de fruta. Esses itens foram recolhidos pela perícia, visando elucidar as circunstâncias que envolveram a morte.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a perícia e encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). Até o momento, as autoridades não divulgaram suspeitos ou a possível motivação do crime. A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar o autor do disparo.

Este incidente gerou grande repercussão no bairro, deixando moradores apreensivos quanto à segurança na região. Casos recentes, como o assassinato de Vanessa Bastos Ramos, de 41 anos, no bairro Mangabeira, e o homicídio de Pâmela Beatriz de Jesus dos Reis, de 14 anos, no bairro Aviário, têm contribuído para aumentar a preocupação entre os feirenses.

A comunidade aguarda ansiosamente por respostas, enquanto as autoridades trabalham para esclarecer os crimes e garantir a segurança pública.

Mistério em Feira de Santana: Mulher Encontra Inquilina Morta com Marcas de Tiro e Objetos Estranhos ao Redor

Na manhã desta quinta-feira (2), um caso chocante abalou a comunidade de Feira de Santana. A proprietária de uma residência, estranhando a porta aberta, decidiu verificar o que acontecia com sua inquilina. Ao adentrar o imóvel, deparou-se com a mulher sem vida sobre a cama, apresentando uma marca de tiro na cabeça.

Próximo ao corpo, estavam dispersos um pedregulho, uma vasilha plástica, uma colher e pedaços de fruta. Esses itens foram recolhidos pela perícia, visando elucidar as circunstâncias que envolveram a morte.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área até a chegada do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou a perícia e encaminhou o corpo ao Instituto Médico Legal (IML). Até o momento, as autoridades não divulgaram suspeitos ou a possível motivação do crime. A Polícia Civil já iniciou as investigações para identificar o autor do disparo.

Este incidente gerou grande repercussão no bairro, deixando moradores apreensivos quanto à segurança na região. Casos recentes, como o assassinato de Vanessa Bastos Ramos, de 41 anos, no bairro Mangabeira, e o homicídio de Pâmela Beatriz de Jesus dos Reis, de 14 anos, no bairro Aviário, têm contribuído para aumentar a preocupação entre os feirenses.

A comunidade aguarda ansiosamente por respostas, enquanto as autoridades trabalham para esclarecer os crimes e garantir a segurança pública.

Passarela em Vitória da Conquista recebe reforço metálico inesperado!

A instalação de reforços metálicos na passarela da BR-116, em Vitória da Conquista, é uma medida louvável que demonstra um compromisso sólido com a segurança dos transeuntes. Passarelas de pedestres são fundamentais em vias de tráfego intenso, permitindo que os pedestres atravessem com segurança, afastados do fluxo de veículos, e reduzem significativamente o risco de atropelamentos.

Além disso, a adoção de medidas de “traffic calming” (ou moderação de tráfego) tem se mostrado eficaz na redução da velocidade dos veículos e na prevenção de acidentes. Tais medidas incluem a implementação de dispositivos físicos, como quebra-molas, e alterações na geometria das vias, visando criar um ambiente mais seguro para pedestres e ciclistas.

Ao investir na construção de passarelas e na moderação do tráfego, Vitória da Conquista está promovendo um espaço urbano mais seguro e acessível para todos, reafirmando a importância de priorizar a segurança viária em áreas urbanas.

Passarela em Vitória da Conquista recebe reforço metálico inesperado!

A instalação de reforços metálicos na passarela da BR-116, em Vitória da Conquista, é uma medida louvável que demonstra um compromisso sólido com a segurança dos transeuntes. Passarelas de pedestres são fundamentais em vias de tráfego intenso, permitindo que os pedestres atravessem com segurança, afastados do fluxo de veículos, e reduzem significativamente o risco de atropelamentos.

Além disso, a adoção de medidas de “traffic calming” (ou moderação de tráfego) tem se mostrado eficaz na redução da velocidade dos veículos e na prevenção de acidentes. Tais medidas incluem a implementação de dispositivos físicos, como quebra-molas, e alterações na geometria das vias, visando criar um ambiente mais seguro para pedestres e ciclistas.

Ao investir na construção de passarelas e na moderação do tráfego, Vitória da Conquista está promovendo um espaço urbano mais seguro e acessível para todos, reafirmando a importância de priorizar a segurança viária em áreas urbanas.

Jequié: Crime Choca Cidade Após 11 Dias de Trégua na Violência

Após um intervalo de 11 dias sem homicídios, Jequié, no sudoeste da Bahia, voltou a registrar violência na noite de quarta-feira (5). Jabilson Alves da Silva, de 28 anos, conhecido como “Gazo”, foi executado a tiros por volta das 22h40 na Rua Iraci Ribeiro, no bairro Km 3.

A Polícia Militar informou que a vítima foi atingida e morreu no local. Moradores relataram ter ouvido cerca de sete disparos na região. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a remoção do corpo, e a Polícia Civil iniciou as investigações. Até o momento, os responsáveis pelo crime permanecem foragidos.

Este incidente ocorre em um contexto de violência crescente na cidade. Em janeiro, Jequié registrou oito homicídios em menos de 32 horas, incluindo a morte de uma adolescente de 16 anos e um jovem de 19, ambos mortos dentro de uma residência no Residencial Mandacaru II. Os criminosos invadiram a casa, dispararam contra as vítimas e tentaram atear fogo nos corpos.

Em resposta ao aumento da violência, o governador Jerônimo Rodrigues anunciou uma operação policial “sem data para acabar” em Jequié. A ação visa combater facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas e armas, além de homicídios, roubos e corrupção de menores. As operações contam com a participação das Polícias Militar e Civil, juntamente com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).

Jequié já foi considerada a terceira cidade mais violenta do Brasil, com uma taxa de homicídios 1.380% superior à média nacional em 2023. A violência é atribuída, em parte, à disputa pelo tráfico de drogas, conforme indicado pelo coordenador da Polícia Civil local.

A população de Jequié aguarda ansiosamente por medidas eficazes que revertam o quadro de violência e tragam maior segurança à cidade.

Jequié: Crime Choca Cidade Após 11 Dias de Trégua na Violência

Após um intervalo de 11 dias sem homicídios, Jequié, no sudoeste da Bahia, voltou a registrar violência na noite de quarta-feira (5). Jabilson Alves da Silva, de 28 anos, conhecido como “Gazo”, foi executado a tiros por volta das 22h40 na Rua Iraci Ribeiro, no bairro Km 3.

A Polícia Militar informou que a vítima foi atingida e morreu no local. Moradores relataram ter ouvido cerca de sete disparos na região. O Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizou a remoção do corpo, e a Polícia Civil iniciou as investigações. Até o momento, os responsáveis pelo crime permanecem foragidos.

Este incidente ocorre em um contexto de violência crescente na cidade. Em janeiro, Jequié registrou oito homicídios em menos de 32 horas, incluindo a morte de uma adolescente de 16 anos e um jovem de 19, ambos mortos dentro de uma residência no Residencial Mandacaru II. Os criminosos invadiram a casa, dispararam contra as vítimas e tentaram atear fogo nos corpos.

Em resposta ao aumento da violência, o governador Jerônimo Rodrigues anunciou uma operação policial “sem data para acabar” em Jequié. A ação visa combater facções criminosas envolvidas com tráfico de drogas e armas, além de homicídios, roubos e corrupção de menores. As operações contam com a participação das Polícias Militar e Civil, juntamente com a Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap).

Jequié já foi considerada a terceira cidade mais violenta do Brasil, com uma taxa de homicídios 1.380% superior à média nacional em 2023. A violência é atribuída, em parte, à disputa pelo tráfico de drogas, conforme indicado pelo coordenador da Polícia Civil local.

A população de Jequié aguarda ansiosamente por medidas eficazes que revertam o quadro de violência e tragam maior segurança à cidade.

Caos na Rosa Cruz: Acidente Isola Vitória da Conquista!

A manhã desta quinta-feira (6) transformou a Avenida Rosa Cruz em um cenário de caos, afetando profundamente o trânsito de Vitória da Conquista. Um acidente envolvendo uma mulher resultou na interdição parcial da via, provocando engarrafamentos e lentidão em diversas rotas.

Embora detalhes sobre o estado de saúde da vítima ainda não tenham sido divulgados, equipes de resgate e agentes de trânsito estiveram no local para prestar assistência imediata. Motoristas e pedestres enfrentaram sérios desafios devido ao congestionamento que se estendeu por várias vias adjacentes.

As autoridades recomendam que condutores evitem a área e busquem rotas alternativas até que a situação seja completamente normalizada. A Polícia Militar e os agentes de trânsito continuam monitorando a ocorrência, empenhados em liberar a via o mais rápido possível.

Este incidente lança luz sobre a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura viária da cidade. A falta de sinalização adequada e a demora na conclusão de obras têm contribuído para a recorrência de acidentes na região. Em novembro de 2024, outro acidente fatal foi registrado na Avenida Presidente Vargas, também conhecida como Estrada da Barra, evidenciando a urgência de medidas eficazes para garantir a segurança no trânsito.

A Prefeitura de Vitória da Conquista já iniciou projetos de intervenção na Avenida Rosa Cruz, visando melhorar a fluidez e a segurança no trânsito. Essas ações incluem ajustes no sistema viário, instalação de semáforos e alargamento da via, demonstrando um compromisso com a mobilidade urbana e o bem-estar da população.

É essencial que motoristas e pedestres permaneçam atentos às condições das vias e respeitem as orientações das autoridades de trânsito. Somente com a colaboração de todos será possível minimizar os impactos de situações inesperadas e garantir a segurança nas ruas de Vitória da Conquista.

Caos na Rosa Cruz: Acidente Isola Vitória da Conquista!

A manhã desta quinta-feira (6) transformou a Avenida Rosa Cruz em um cenário de caos, afetando profundamente o trânsito de Vitória da Conquista. Um acidente envolvendo uma mulher resultou na interdição parcial da via, provocando engarrafamentos e lentidão em diversas rotas.

Embora detalhes sobre o estado de saúde da vítima ainda não tenham sido divulgados, equipes de resgate e agentes de trânsito estiveram no local para prestar assistência imediata. Motoristas e pedestres enfrentaram sérios desafios devido ao congestionamento que se estendeu por várias vias adjacentes.

As autoridades recomendam que condutores evitem a área e busquem rotas alternativas até que a situação seja completamente normalizada. A Polícia Militar e os agentes de trânsito continuam monitorando a ocorrência, empenhados em liberar a via o mais rápido possível.

Este incidente lança luz sobre a necessidade urgente de melhorias na infraestrutura viária da cidade. A falta de sinalização adequada e a demora na conclusão de obras têm contribuído para a recorrência de acidentes na região. Em novembro de 2024, outro acidente fatal foi registrado na Avenida Presidente Vargas, também conhecida como Estrada da Barra, evidenciando a urgência de medidas eficazes para garantir a segurança no trânsito.

A Prefeitura de Vitória da Conquista já iniciou projetos de intervenção na Avenida Rosa Cruz, visando melhorar a fluidez e a segurança no trânsito. Essas ações incluem ajustes no sistema viário, instalação de semáforos e alargamento da via, demonstrando um compromisso com a mobilidade urbana e o bem-estar da população.

É essencial que motoristas e pedestres permaneçam atentos às condições das vias e respeitem as orientações das autoridades de trânsito. Somente com a colaboração de todos será possível minimizar os impactos de situações inesperadas e garantir a segurança nas ruas de Vitória da Conquista.

Mulher é Agredida no Beco do Amor e Hospital São Vicente de Paula Realiza Procedimento Inédito

Na noite desta quinta-feira (6), um crime violento e inexplicável abalou a tranquilidade do Centro de Vitória da Conquista. Uma mulher foi brutalmente agredida com uma garrafada na cabeça, no famoso e movimentado Beco do Amor, localizado na Rua Correia Leite, próximo à Central de Abastecimento Edmundo Silveira Flores.

A vítima, cujas circunstâncias da agressão ainda são nebulosas, foi socorrida às pressas e levada ao Pronto Socorro do Hospital São Vicente de Paula. Apesar da gravidade do ataque, a mulher estava em estado de delírio devido ao seu nível de embriaguez, o que dificultou o trabalho da polícia na identificação do agressor. De acordo com a 77ª Companhia Independente de Polícia Militar, os policiais chegaram ao local, mas a vítima não foi capaz de fornecer informações concretas sobre o autor do crime.

Após ser atendida e recebendo os cuidados necessários, a mulher permaneceu sob observação médica no hospital, mas foi liberada após um tempo, sem maiores complicações aparentes em sua saúde.

Este incidente levanta questões sobre a violência na região central da cidade, que, embora conhecida por seu movimento intenso e, muitas vezes, de lazer, tem se mostrado um palco para episódios de agressões e comportamentos de risco. O “Beco do Amor”, como é popularmente chamado, parece ser cada vez mais um espaço marcado por situações de violência, principalmente relacionadas ao consumo excessivo de álcool.

A falta de informações claras sobre o autor da agressão traz um sentimento de impunidade, que se soma à preocupação com a segurança na área. A população local, ainda em choque com o ocorrido, aguarda uma resposta mais contundente das autoridades para garantir que a violência não se espalhe ainda mais em pontos movimentados da cidade.

O caso segue sendo investigado, mas a ausência de testemunhas e o estado de embriaguez da vítima dificultam o esclarecimento da motivação do crime.

Mulher é Agredida no Beco do Amor e Hospital São Vicente de Paula Realiza Procedimento Inédito

Na noite desta quinta-feira (6), um crime violento e inexplicável abalou a tranquilidade do Centro de Vitória da Conquista. Uma mulher foi brutalmente agredida com uma garrafada na cabeça, no famoso e movimentado Beco do Amor, localizado na Rua Correia Leite, próximo à Central de Abastecimento Edmundo Silveira Flores.

A vítima, cujas circunstâncias da agressão ainda são nebulosas, foi socorrida às pressas e levada ao Pronto Socorro do Hospital São Vicente de Paula. Apesar da gravidade do ataque, a mulher estava em estado de delírio devido ao seu nível de embriaguez, o que dificultou o trabalho da polícia na identificação do agressor. De acordo com a 77ª Companhia Independente de Polícia Militar, os policiais chegaram ao local, mas a vítima não foi capaz de fornecer informações concretas sobre o autor do crime.

Após ser atendida e recebendo os cuidados necessários, a mulher permaneceu sob observação médica no hospital, mas foi liberada após um tempo, sem maiores complicações aparentes em sua saúde.

Este incidente levanta questões sobre a violência na região central da cidade, que, embora conhecida por seu movimento intenso e, muitas vezes, de lazer, tem se mostrado um palco para episódios de agressões e comportamentos de risco. O “Beco do Amor”, como é popularmente chamado, parece ser cada vez mais um espaço marcado por situações de violência, principalmente relacionadas ao consumo excessivo de álcool.

A falta de informações claras sobre o autor da agressão traz um sentimento de impunidade, que se soma à preocupação com a segurança na área. A população local, ainda em choque com o ocorrido, aguarda uma resposta mais contundente das autoridades para garantir que a violência não se espalhe ainda mais em pontos movimentados da cidade.

O caso segue sendo investigado, mas a ausência de testemunhas e o estado de embriaguez da vítima dificultam o esclarecimento da motivação do crime.

Gratidão: Uma Reflexão sobre o Tempo e a Solidariedade*

 

 

 

Vivemos em um mundo onde o tempo é um dos bens mais preciosos que podemos compartilhar. Hoje, quero dedicar algumas palavras de gratidão a todas as pessoas que têm se dedicado a mim, oferecendo seu tempo, um abraço caloroso ou uma mensagem de solidariedade. Cada gesto de carinho é um lembrete do quão abençoados somos por termos uns aos outros em nossas vidas.

Agradeço a Deus por cada uma dessas pessoas, incluindo aquelas que estão distantes, mas que ainda se preocupam. Em tempos de incertezas, não apenas no campo da política, mas também nas lutas diárias da vida, é fundamental lembrar que todos nós temos um papel a desempenhar. Acredito firmemente que devemos lutar diariamente para sermos melhores do que éramos ontem.

Estamos vivendo o tempo da Quaresma, um período de reflexão e silêncio. Assim como Jesus se retirou para meditar durante 40 dias e 40 noites, nos mostrando que cuidar do próximo é uma forma de política e amor, somos chamados a fazer o mesmo. A misericórdia deve ser nossa guia; ela se torna escassa apenas quando nos esquecemos de buscá-la.

É importante lembrar que Jesus não invade corações fechados; Ele bate à porta. Se permitirmos sua entrada, Ele transformará nossas vidas. Hoje, convido você a abrir seu coração e acolher esse desejo ardente de lutar por aqueles que mais precisam de nós: os enfermos e os aflitos. Muitas vezes, essas pessoas enfrentam não apenas doenças físicas, mas também espirituais.

Recentemente, em uma conversa com Deus durante minha oração, afirmei que minha vida pertence a Ele e que quero ser instrumento de renovação na vida daqueles que necessitam. Coloco você e sua família em minhas orações e desejo que seus projetos sejam fontes fecundas de amor e apoio àqueles ao nosso redor.

Quantas vezes encontramos pessoas sozinhas em hospitais, sem ninguém para olhar por elas? É nosso dever estar presente na vida delas. Devemos buscar sabedoria e discernimento em tudo o que fazemos e falar sempre da luz que vem do alto – essa luz é Cristo.

Aceitemos essa luz em nossas vidas e sejamos reflexos dela para os outros. Afinal, somos feitos à imagem e semelhança de Deus; portanto, devemos irradiar amor e misericórdia ao nosso redor.

Com carinho e gratidão,

Lucas Batista

Gratidão: Uma Reflexão sobre o Tempo e a Solidariedade*

 

 

 

Vivemos em um mundo onde o tempo é um dos bens mais preciosos que podemos compartilhar. Hoje, quero dedicar algumas palavras de gratidão a todas as pessoas que têm se dedicado a mim, oferecendo seu tempo, um abraço caloroso ou uma mensagem de solidariedade. Cada gesto de carinho é um lembrete do quão abençoados somos por termos uns aos outros em nossas vidas.

Agradeço a Deus por cada uma dessas pessoas, incluindo aquelas que estão distantes, mas que ainda se preocupam. Em tempos de incertezas, não apenas no campo da política, mas também nas lutas diárias da vida, é fundamental lembrar que todos nós temos um papel a desempenhar. Acredito firmemente que devemos lutar diariamente para sermos melhores do que éramos ontem.

Estamos vivendo o tempo da Quaresma, um período de reflexão e silêncio. Assim como Jesus se retirou para meditar durante 40 dias e 40 noites, nos mostrando que cuidar do próximo é uma forma de política e amor, somos chamados a fazer o mesmo. A misericórdia deve ser nossa guia; ela se torna escassa apenas quando nos esquecemos de buscá-la.

É importante lembrar que Jesus não invade corações fechados; Ele bate à porta. Se permitirmos sua entrada, Ele transformará nossas vidas. Hoje, convido você a abrir seu coração e acolher esse desejo ardente de lutar por aqueles que mais precisam de nós: os enfermos e os aflitos. Muitas vezes, essas pessoas enfrentam não apenas doenças físicas, mas também espirituais.

Recentemente, em uma conversa com Deus durante minha oração, afirmei que minha vida pertence a Ele e que quero ser instrumento de renovação na vida daqueles que necessitam. Coloco você e sua família em minhas orações e desejo que seus projetos sejam fontes fecundas de amor e apoio àqueles ao nosso redor.

Quantas vezes encontramos pessoas sozinhas em hospitais, sem ninguém para olhar por elas? É nosso dever estar presente na vida delas. Devemos buscar sabedoria e discernimento em tudo o que fazemos e falar sempre da luz que vem do alto – essa luz é Cristo.

Aceitemos essa luz em nossas vidas e sejamos reflexos dela para os outros. Afinal, somos feitos à imagem e semelhança de Deus; portanto, devemos irradiar amor e misericórdia ao nosso redor.

Com carinho e gratidão,

Lucas Batista

ARTIGO – O LEGADO DE UMA GERAÇÃO QUE VIVEU A HISTÓRIA

 

(Padre Carlos)

Há momentos na vida que não são apenas marcos individuais, mas testemunhos vivos da história de um país. A trajetória dessa “menininha”, que há 42 anos adentrou a Câmara dos Deputados como secretária do gabinete do deputado Haroldo Lima, não é apenas uma história pessoal, mas um reflexo da luta política que moldou a democracia brasileira.

Haroldo Lima, um dos grandes nomes da esquerda brasileira, foi uma figura emblemática na resistência à ditadura militar e na construção da redemocratização. Trabalhar ao seu lado por 20 anos significou estar no centro das decisões que ajudaram a redefinir o país. Não foi apenas um emprego; foi uma trincheira de luta e aprendizado.

O parlamento é, muitas vezes, um campo de batalha onde se trava diariamente o embate entre forças conservadoras e progressistas. Quem testemunhou os últimos 42 anos de nossa política viu o Brasil sair das sombras do regime militar e construir, com erros e acertos, um sistema democrático. Mas essa democracia nunca foi garantida. Cada avanço foi conquistado com esforço, e cada direito assegurado sempre esteve sob ameaça.

O privilégio de acompanhar essa jornada de perto é também um compromisso com a memória e a verdade histórica. O Brasil ainda sofre com ciclos de autoritarismo, e figuras como Haroldo Lima e aqueles que estiveram ao seu lado nos lembram que a democracia precisa de guardiões atentos.

Que a história dessa “menininha”, hoje uma profissional consolidada na Câmara dos Deputados, sirva de inspiração para as novas gerações. Não basta observar a história acontecer – é preciso participar dela.

ARTIGO – O LEGADO DE UMA GERAÇÃO QUE VIVEU A HISTÓRIA

 

(Padre Carlos)

Há momentos na vida que não são apenas marcos individuais, mas testemunhos vivos da história de um país. A trajetória dessa “menininha”, que há 42 anos adentrou a Câmara dos Deputados como secretária do gabinete do deputado Haroldo Lima, não é apenas uma história pessoal, mas um reflexo da luta política que moldou a democracia brasileira.

Haroldo Lima, um dos grandes nomes da esquerda brasileira, foi uma figura emblemática na resistência à ditadura militar e na construção da redemocratização. Trabalhar ao seu lado por 20 anos significou estar no centro das decisões que ajudaram a redefinir o país. Não foi apenas um emprego; foi uma trincheira de luta e aprendizado.

O parlamento é, muitas vezes, um campo de batalha onde se trava diariamente o embate entre forças conservadoras e progressistas. Quem testemunhou os últimos 42 anos de nossa política viu o Brasil sair das sombras do regime militar e construir, com erros e acertos, um sistema democrático. Mas essa democracia nunca foi garantida. Cada avanço foi conquistado com esforço, e cada direito assegurado sempre esteve sob ameaça.

O privilégio de acompanhar essa jornada de perto é também um compromisso com a memória e a verdade histórica. O Brasil ainda sofre com ciclos de autoritarismo, e figuras como Haroldo Lima e aqueles que estiveram ao seu lado nos lembram que a democracia precisa de guardiões atentos.

Que a história dessa “menininha”, hoje uma profissional consolidada na Câmara dos Deputados, sirva de inspiração para as novas gerações. Não basta observar a história acontecer – é preciso participar dela.