Política e Resenha

PREFEITURA DE VITÓRIA DA CONQUISTA REGISTRA PESAR PELO FALECIMENTO DE SERVIDORA DA EDUCAÇÃO

A Prefeitura de Vitória da Conquista comunicou o falecimento de Márcia Cristina de Almeida Neves, aos 59 anos, ocorrido na quinta-feira, 23, em Vitória da Conquista.

A servidora era vinculada à Secretaria Municipal de Educação e exercia a função de auxiliar de regência na Escola Municipal Batista Tia Zefa, onde atuava no acompanhamento das atividades pedagógicas.

O velório ocorre no Pax Nacional – Salão Premier, localizado na Rua Olavo Bilac, nº 4. O sepultamento está previsto para as 16h, no Cemitério Memorial das Acácias.

Em nota oficial, representantes da administração municipal manifestaram pesar pelo falecimento e solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, registrando o vínculo profissional da servidora com a rede municipal de ensino.

O comunicado integra as manifestações institucionais relacionadas ao quadro de servidores, reconhecendo a trajetória funcional no âmbito da educação pública do município.

Maria Clara

PREFEITURA DE VITÓRIA DA CONQUISTA REGISTRA PESAR PELO FALECIMENTO DE SERVIDORA DA EDUCAÇÃO

A Prefeitura de Vitória da Conquista comunicou o falecimento de Márcia Cristina de Almeida Neves, aos 59 anos, ocorrido na quinta-feira, 23, em Vitória da Conquista.

A servidora era vinculada à Secretaria Municipal de Educação e exercia a função de auxiliar de regência na Escola Municipal Batista Tia Zefa, onde atuava no acompanhamento das atividades pedagógicas.

O velório ocorre no Pax Nacional – Salão Premier, localizado na Rua Olavo Bilac, nº 4. O sepultamento está previsto para as 16h, no Cemitério Memorial das Acácias.

Em nota oficial, representantes da administração municipal manifestaram pesar pelo falecimento e solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, registrando o vínculo profissional da servidora com a rede municipal de ensino.

O comunicado integra as manifestações institucionais relacionadas ao quadro de servidores, reconhecendo a trajetória funcional no âmbito da educação pública do município.

Maria Clara

Seja Honesto com o Que Você Sente


Padre Carlos · Política e Resenha

Seja Honesto com o Que Você Sente

Sobre a saudade, o tempo que não passa
e a coragem de sentir de verdade

Há dias em que o tempo não é uma régua, mas uma ferida aberta. Dias em que vinte e nove anos cabem num instante, e esse instante pesa como três décadas inteiras. Dias em que a saudade, esse sentimento tão brasileiro e tão humano, recusa qualquer racionalização e simplesmente toma conta — da garganta, do peito, da tarde inteira. Se você já viveu um desses dias, este texto é para você. Se ainda não viveu, guarde-o com cuidado: ele há de chegar.

Existe uma pergunta que a vida faz para nós, silenciosamente, nos momentos mais inesperados: Você está sentindo falta de alguém? Falta de quem foi embora por escolha própria. Falta de quem partiu sem querer. Falta de quem a morte levou, com aquela brutalidade mansa e definitiva que é o sumiço permanente de uma presença amada. Essa pergunta não espera resposta racional. Ela apenas bate — às vezes como um sopro, às vezes como uma pancada surda no meio do esterno.

✦ ✦ ✦

I. O Pai que Não Foi Perfeito — e que Não Precisava Ser

Permita-me dividir algo que é meu, mas que pode ser seu também. Ontem lembrei muito do meu pai. Faz quase trinta anos que ele partiu. E ele foi, de verdade, um amigo — com todas as contradições que essa palavra carrega quando falamos de um pai. Não, ele não era perfeito. Longe disso. Tinha seus problemas com o álcool, aquele jeito bruto de ver a vida, os ângulos ásperos que a existência vai forjando em alguns homens antes que a ternura consiga amaciar as bordas. Mas era o jeito dele. E quando a gente ama de verdade, aprende que amor não é admiração irrestrita — é aceitação com os olhos abertos.

“Quando a gente ama de verdade, aprende que amor não é admiração irrestrita — é aceitação com os olhos abertos.”

Carrego como um privilégio, e uso essa palavra com toda a consciência do seu peso, o fato de ter conseguido ressignificar tudo isso em vida com ele. Tudo mesmo. As mágoas antigas, os silêncios mal resolvidos, os gestos que faltaram e os que sobraram na hora errada. Há uma graça rara em poder dizer ao pai — antes que a morte torne o diálogo impossível — que você o entende, que você o perdoa, que você o ama justamente porque ele era imperfeito, como você, como nós todos somos. Essa graça não me tornou superior a ninguém. Apenas me fez mais leve para carregar a saudade que veio depois.

✦ ✦ ✦

II. O Tempo que Não Passa — e o Sentimento que Não Envelhece

Vinte e nove anos. Quase três décadas. Quando esse número me atravessou ontem, ficou difícil até respirar direito. Porque trinta anos é uma geração inteira. É o tempo em que países mudam de regime, em que crianças nascem, crescem, formam-se e têm filhos. É o tempo em que nós mesmos nos tornamos outros, várias vezes. E mesmo assim — mesmo com tudo isso pesando na balança — o sentimento estava ali como se tivesse acontecido há quinze dias.

Isso me ensinou algo que nenhum relógio consegue desmentir: o tempo é relativo. Não apenas no sentido em que Einstein o descreveu, com a elegância fria das equações — mas no sentido vivo e visceral de que a intensidade do sentimento dobra ou estira o tempo como se ele fosse massa na mão de um oleiro. Uma manhã de alegria plena pode durar o que parece uma eternidade bem-vinda. Uma tarde de saudade pesada pode comprimir trinta anos num único suspiro. O coração tem seu próprio calendário, e ele raramente coincide com o da parede.

“O coração tem seu próprio calendário, e ele raramente coincide com o da parede.”

Quantas pessoas não chegaram sequer a viver o que vivemos nesses anos? Quantas histórias foram interrompidas antes de completar o primeiro capítulo? Quando a saudade nos drena desta forma — quando nos deixa exaustos como depois de uma batalha que ninguém viu — talvez seja porque estamos, sem perceber, sentindo também por aqueles que não puderam sentir. A saudade dos que ficam é, em parte, uma homenagem silenciosa à vida que existiu.

✦ ✦ ✦

III. O Peso — e o Dom — de se Deixar Sentir

Ontem, ao final do dia, eu me sentia esgotado. Drenado por dentro. Era o peso da saudade que, naquele dia, resolvi não afastar — deixei que ela chegasse com toda a sua extensão. E então percebi: o que nos mobiliza na impotência é das coisas mais difíceis de elaborar. A morte, a ausência, a partida definitiva — elas nos colocam diante de algo contra o qual todo o nosso instinto de controle bate e volta: a irreversibilidade.

A pessoa amada continua dentro de nós — isso é verdade e ao mesmo tempo é desafio. A presença física se foi. Mas a presença subjetiva permanece, habita os sonhos, assoma nos gestos que repetimos sem querer, vive nos cheiros e nas músicas e nas formas de dobrar uma toalha que aprendemos com ela. E é nessa tensão — entre o ela está aqui e o ela não está mais — que uma criança dentro da gente levanta a voz e diz com toda a força da sua impotência: Eu não quero assim. Eu quero do outro jeito.

“A presença física se foi. Mas a presença subjetiva permanece — nos gestos, nos sonhos, nas formas de dobrar uma toalha que aprendemos com ela.”

Essa criança não é imaturidade. É humanidade. E há um momento em que o adulto que construímos com tanto esforço — o profissional, o responsável, o que sustenta os outros — precisa dar licença a essa criança de chorar, de falar, de querer o que não pode mais ser. Ontem eu fiz isso. Eu me permiti. E o cansaço que veio depois era o cansaço de quem trabalhou de verdade — não com planilhas ou reuniões, mas com o material mais exigente de todos: a própria dor.

✦ ✦ ✦

IV. A Honestidade de Sentir — e o Perdão que Liberta

Há uma cultura — cada vez mais difundida, cada vez mais violenta na sua sutileza — que nos ensina a gerenciar as emoções. A transformá-las em dados administráveis. A encontrar depressa a “ressignificação”, o “aprendizado”, o “lado positivo”. E há um lugar para essas ferramentas, não venho negá-las. Mas há também um momento em que elas se tornam uma fuga elegante, uma forma sofisticada de não sentir o que precisa ser sentido.

A saudade não pede para ser resolvida. Ela pede para ser habitada, ainda que por um momento. Não há minimização que faça jus a ela. Não há explicação que a cubra por inteiro. A saudade é grande porque o amor foi grande — e seria uma espécie de traição ao amor que vivemos tratá-la como um problema a ser solucionado no menor tempo possível.

E aqui, com a liberdade de quem escreve de um lugar de fé e de busca, quero ir um passo além: há um trabalho que só você pode fazer. O trabalho do perdão. Não aquele perdão apressado, que é mais absolvição dos outros para que possamos dormir em paz — mas o perdão que desce fundo, que mexe em camadas, que demanda honestidade sobre o que nos foi feito e sobre o que fizemos. Esse perdão é possível com quem está. É possível, também, com quem não está mais — porque o perdão não precisa de presença física para acontecer. Ele acontece dentro de nós, e quando acontece de verdade, liberta.

“A saudade não pede para ser resolvida. Ela pede para ser habitada, ainda que por um momento.”

Por isso, te convido — com toda a delicadeza e toda a franqueza que posso reunir nesta linha — a ser honesto com o que você sente. Não o honesto de enunciado, não o honesto que serve de caption de foto. O honesto de verdade: aquele que para, que respira fundo, que reconhece a saudade pelo nome, que não a empurra para debaixo do tapete da agenda cheia e da positividade performática. Sente. Deixa sentir. Você tem todo o direito.

Meu pai foi imperfeito e foi amigo. Foi bruto e foi presença. Passou — e continua. Vinte e nove anos me separam da última vez que ouvi sua voz, e ontem eu o senti tão perto que quase doeu de alegria. Talvez seja isso a saudade, no fim das contas: uma forma que o amor encontrou de sobreviver à ausência. Uma prova, das mais concretas que conheço, de que ninguém que foi verdadeiramente amado some de verdade.

Se há alguém em você que chora hoje, deixa chorar. Se há uma criança sua que quer do outro jeito, acolhe ela com a generosidade que você teria com uma criança de carne e osso. E se há alguém que você ainda pode procurar para ressignificar, para dizer o que não disse, para ouvir o que não ouviu — não espere que o calendário mude de página mais uma vez.

Um abraço — em você e na sua saudade.

O Autor

Padre Carlos

Teólogo, presbítero e articulista. Escreve sobre fé, política e cultura
em Política e Resenha, de Vitória da Conquista, Bahia.

Seja Honesto com o Que Você Sente


Padre Carlos · Política e Resenha

Seja Honesto com o Que Você Sente

Sobre a saudade, o tempo que não passa
e a coragem de sentir de verdade

Há dias em que o tempo não é uma régua, mas uma ferida aberta. Dias em que vinte e nove anos cabem num instante, e esse instante pesa como três décadas inteiras. Dias em que a saudade, esse sentimento tão brasileiro e tão humano, recusa qualquer racionalização e simplesmente toma conta — da garganta, do peito, da tarde inteira. Se você já viveu um desses dias, este texto é para você. Se ainda não viveu, guarde-o com cuidado: ele há de chegar.

Existe uma pergunta que a vida faz para nós, silenciosamente, nos momentos mais inesperados: Você está sentindo falta de alguém? Falta de quem foi embora por escolha própria. Falta de quem partiu sem querer. Falta de quem a morte levou, com aquela brutalidade mansa e definitiva que é o sumiço permanente de uma presença amada. Essa pergunta não espera resposta racional. Ela apenas bate — às vezes como um sopro, às vezes como uma pancada surda no meio do esterno.

✦ ✦ ✦

I. O Pai que Não Foi Perfeito — e que Não Precisava Ser

Permita-me dividir algo que é meu, mas que pode ser seu também. Ontem lembrei muito do meu pai. Faz quase trinta anos que ele partiu. E ele foi, de verdade, um amigo — com todas as contradições que essa palavra carrega quando falamos de um pai. Não, ele não era perfeito. Longe disso. Tinha seus problemas com o álcool, aquele jeito bruto de ver a vida, os ângulos ásperos que a existência vai forjando em alguns homens antes que a ternura consiga amaciar as bordas. Mas era o jeito dele. E quando a gente ama de verdade, aprende que amor não é admiração irrestrita — é aceitação com os olhos abertos.

“Quando a gente ama de verdade, aprende que amor não é admiração irrestrita — é aceitação com os olhos abertos.”

Carrego como um privilégio, e uso essa palavra com toda a consciência do seu peso, o fato de ter conseguido ressignificar tudo isso em vida com ele. Tudo mesmo. As mágoas antigas, os silêncios mal resolvidos, os gestos que faltaram e os que sobraram na hora errada. Há uma graça rara em poder dizer ao pai — antes que a morte torne o diálogo impossível — que você o entende, que você o perdoa, que você o ama justamente porque ele era imperfeito, como você, como nós todos somos. Essa graça não me tornou superior a ninguém. Apenas me fez mais leve para carregar a saudade que veio depois.

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II. O Tempo que Não Passa — e o Sentimento que Não Envelhece

Vinte e nove anos. Quase três décadas. Quando esse número me atravessou ontem, ficou difícil até respirar direito. Porque trinta anos é uma geração inteira. É o tempo em que países mudam de regime, em que crianças nascem, crescem, formam-se e têm filhos. É o tempo em que nós mesmos nos tornamos outros, várias vezes. E mesmo assim — mesmo com tudo isso pesando na balança — o sentimento estava ali como se tivesse acontecido há quinze dias.

Isso me ensinou algo que nenhum relógio consegue desmentir: o tempo é relativo. Não apenas no sentido em que Einstein o descreveu, com a elegância fria das equações — mas no sentido vivo e visceral de que a intensidade do sentimento dobra ou estira o tempo como se ele fosse massa na mão de um oleiro. Uma manhã de alegria plena pode durar o que parece uma eternidade bem-vinda. Uma tarde de saudade pesada pode comprimir trinta anos num único suspiro. O coração tem seu próprio calendário, e ele raramente coincide com o da parede.

“O coração tem seu próprio calendário, e ele raramente coincide com o da parede.”

Quantas pessoas não chegaram sequer a viver o que vivemos nesses anos? Quantas histórias foram interrompidas antes de completar o primeiro capítulo? Quando a saudade nos drena desta forma — quando nos deixa exaustos como depois de uma batalha que ninguém viu — talvez seja porque estamos, sem perceber, sentindo também por aqueles que não puderam sentir. A saudade dos que ficam é, em parte, uma homenagem silenciosa à vida que existiu.

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III. O Peso — e o Dom — de se Deixar Sentir

Ontem, ao final do dia, eu me sentia esgotado. Drenado por dentro. Era o peso da saudade que, naquele dia, resolvi não afastar — deixei que ela chegasse com toda a sua extensão. E então percebi: o que nos mobiliza na impotência é das coisas mais difíceis de elaborar. A morte, a ausência, a partida definitiva — elas nos colocam diante de algo contra o qual todo o nosso instinto de controle bate e volta: a irreversibilidade.

A pessoa amada continua dentro de nós — isso é verdade e ao mesmo tempo é desafio. A presença física se foi. Mas a presença subjetiva permanece, habita os sonhos, assoma nos gestos que repetimos sem querer, vive nos cheiros e nas músicas e nas formas de dobrar uma toalha que aprendemos com ela. E é nessa tensão — entre o ela está aqui e o ela não está mais — que uma criança dentro da gente levanta a voz e diz com toda a força da sua impotência: Eu não quero assim. Eu quero do outro jeito.

“A presença física se foi. Mas a presença subjetiva permanece — nos gestos, nos sonhos, nas formas de dobrar uma toalha que aprendemos com ela.”

Essa criança não é imaturidade. É humanidade. E há um momento em que o adulto que construímos com tanto esforço — o profissional, o responsável, o que sustenta os outros — precisa dar licença a essa criança de chorar, de falar, de querer o que não pode mais ser. Ontem eu fiz isso. Eu me permiti. E o cansaço que veio depois era o cansaço de quem trabalhou de verdade — não com planilhas ou reuniões, mas com o material mais exigente de todos: a própria dor.

✦ ✦ ✦

IV. A Honestidade de Sentir — e o Perdão que Liberta

Há uma cultura — cada vez mais difundida, cada vez mais violenta na sua sutileza — que nos ensina a gerenciar as emoções. A transformá-las em dados administráveis. A encontrar depressa a “ressignificação”, o “aprendizado”, o “lado positivo”. E há um lugar para essas ferramentas, não venho negá-las. Mas há também um momento em que elas se tornam uma fuga elegante, uma forma sofisticada de não sentir o que precisa ser sentido.

A saudade não pede para ser resolvida. Ela pede para ser habitada, ainda que por um momento. Não há minimização que faça jus a ela. Não há explicação que a cubra por inteiro. A saudade é grande porque o amor foi grande — e seria uma espécie de traição ao amor que vivemos tratá-la como um problema a ser solucionado no menor tempo possível.

E aqui, com a liberdade de quem escreve de um lugar de fé e de busca, quero ir um passo além: há um trabalho que só você pode fazer. O trabalho do perdão. Não aquele perdão apressado, que é mais absolvição dos outros para que possamos dormir em paz — mas o perdão que desce fundo, que mexe em camadas, que demanda honestidade sobre o que nos foi feito e sobre o que fizemos. Esse perdão é possível com quem está. É possível, também, com quem não está mais — porque o perdão não precisa de presença física para acontecer. Ele acontece dentro de nós, e quando acontece de verdade, liberta.

“A saudade não pede para ser resolvida. Ela pede para ser habitada, ainda que por um momento.”

Por isso, te convido — com toda a delicadeza e toda a franqueza que posso reunir nesta linha — a ser honesto com o que você sente. Não o honesto de enunciado, não o honesto que serve de caption de foto. O honesto de verdade: aquele que para, que respira fundo, que reconhece a saudade pelo nome, que não a empurra para debaixo do tapete da agenda cheia e da positividade performática. Sente. Deixa sentir. Você tem todo o direito.

Meu pai foi imperfeito e foi amigo. Foi bruto e foi presença. Passou — e continua. Vinte e nove anos me separam da última vez que ouvi sua voz, e ontem eu o senti tão perto que quase doeu de alegria. Talvez seja isso a saudade, no fim das contas: uma forma que o amor encontrou de sobreviver à ausência. Uma prova, das mais concretas que conheço, de que ninguém que foi verdadeiramente amado some de verdade.

Se há alguém em você que chora hoje, deixa chorar. Se há uma criança sua que quer do outro jeito, acolhe ela com a generosidade que você teria com uma criança de carne e osso. E se há alguém que você ainda pode procurar para ressignificar, para dizer o que não disse, para ouvir o que não ouviu — não espere que o calendário mude de página mais uma vez.

Um abraço — em você e na sua saudade.

O Autor

Padre Carlos

Teólogo, presbítero e articulista. Escreve sobre fé, política e cultura
em Política e Resenha, de Vitória da Conquista, Bahia.

ARTIGO – Entre as Urnas e os Tribunais: Até Quando?

 

 Padre Carlos

 

Há um ponto delicado na democracia que poucos gostam de admitir: a hora de aceitar a derrota. Não se trata apenas de um gesto político, mas de um compromisso ético com a própria ideia de convivência democrática. O problema é que, no Brasil de hoje — e também em cidades como Vitória da Conquista — esse momento parece estar sendo constantemente adiado.

As eleições terminam, as urnas falam, a Justiça Eleitoral valida. O Tribunal Superior Eleitoral cumpre seu papel. O Supremo Tribunal Federal entra como última instância. E ainda assim, o que deveria ser ponto final vira reticência. A cada decisão, surge um novo recurso. A cada negativa, uma nova esperança jurídica — ou talvez, uma nova recusa em aceitar o veredito das urnas.

Para o cidadão comum, aquele que acorda cedo, enfrenta filas, paga impostos e vota com a expectativa de que sua escolha tenha valor, isso começa a soar estranho — para não dizer desgastante. A democracia, que deveria ser um terreno firme, passa a parecer um campo movediço, onde nada nunca se resolve por completo.

É legítimo recorrer? Sem dúvida. O sistema jurídico existe exatamente para isso. Mas há uma linha tênue entre o direito de questionar e o hábito de protelar. Quando os recursos se tornam sucessivos e previsíveis, o debate deixa de ser jurídico e passa a ser político — e, em alguns casos, emocional.

Surge então uma pergunta inevitável, quase incômoda: se não houver vitória no Supremo Tribunal Federal, qual será o próximo passo? Cortes internacionais? Tribunais imaginários? Ou, quem sabe, instâncias celestiais? A ironia aqui não é gratuita — ela reflete o sentimento crescente de uma população que começa a ver o processo democrático sendo esticado além do razoável.

Enquanto isso, a cidade segue. Ou melhor, tenta seguir. Porque a instabilidade política cobra seu preço. Afeta decisões administrativas, trava projetos, contamina o ambiente institucional e, acima de tudo, cansa o espírito coletivo. Não há desenvolvimento possível onde reina a incerteza permanente.

A democracia não é apenas o direito de disputar — é também o dever de reconhecer o resultado. Sem isso, o sistema perde credibilidade, e o eleitor, paciência. E quando o eleitor perde a paciência, o que está em jogo já não é apenas uma eleição, mas a própria confiança nas instituições.

Talvez esteja na hora de um gesto simples, mas poderoso: encerrar o ciclo. Permitir que a cidade respire. Que a política volte a ser instrumento de construção, não de prolongamento de disputas. Que Vitória da Conquista possa viver, enfim, um tempo de tranquilidade — algo que, convenhamos, já não é pedir demais.

Porque, no fim das contas, a democracia não pode ser um processo infinito. Ela precisa, em algum momento, chegar ao seu destino.

ARTIGO – Entre as Urnas e os Tribunais: Até Quando?

 

 Padre Carlos

 

Há um ponto delicado na democracia que poucos gostam de admitir: a hora de aceitar a derrota. Não se trata apenas de um gesto político, mas de um compromisso ético com a própria ideia de convivência democrática. O problema é que, no Brasil de hoje — e também em cidades como Vitória da Conquista — esse momento parece estar sendo constantemente adiado.

As eleições terminam, as urnas falam, a Justiça Eleitoral valida. O Tribunal Superior Eleitoral cumpre seu papel. O Supremo Tribunal Federal entra como última instância. E ainda assim, o que deveria ser ponto final vira reticência. A cada decisão, surge um novo recurso. A cada negativa, uma nova esperança jurídica — ou talvez, uma nova recusa em aceitar o veredito das urnas.

Para o cidadão comum, aquele que acorda cedo, enfrenta filas, paga impostos e vota com a expectativa de que sua escolha tenha valor, isso começa a soar estranho — para não dizer desgastante. A democracia, que deveria ser um terreno firme, passa a parecer um campo movediço, onde nada nunca se resolve por completo.

É legítimo recorrer? Sem dúvida. O sistema jurídico existe exatamente para isso. Mas há uma linha tênue entre o direito de questionar e o hábito de protelar. Quando os recursos se tornam sucessivos e previsíveis, o debate deixa de ser jurídico e passa a ser político — e, em alguns casos, emocional.

Surge então uma pergunta inevitável, quase incômoda: se não houver vitória no Supremo Tribunal Federal, qual será o próximo passo? Cortes internacionais? Tribunais imaginários? Ou, quem sabe, instâncias celestiais? A ironia aqui não é gratuita — ela reflete o sentimento crescente de uma população que começa a ver o processo democrático sendo esticado além do razoável.

Enquanto isso, a cidade segue. Ou melhor, tenta seguir. Porque a instabilidade política cobra seu preço. Afeta decisões administrativas, trava projetos, contamina o ambiente institucional e, acima de tudo, cansa o espírito coletivo. Não há desenvolvimento possível onde reina a incerteza permanente.

A democracia não é apenas o direito de disputar — é também o dever de reconhecer o resultado. Sem isso, o sistema perde credibilidade, e o eleitor, paciência. E quando o eleitor perde a paciência, o que está em jogo já não é apenas uma eleição, mas a própria confiança nas instituições.

Talvez esteja na hora de um gesto simples, mas poderoso: encerrar o ciclo. Permitir que a cidade respire. Que a política volte a ser instrumento de construção, não de prolongamento de disputas. Que Vitória da Conquista possa viver, enfim, um tempo de tranquilidade — algo que, convenhamos, já não é pedir demais.

Porque, no fim das contas, a democracia não pode ser um processo infinito. Ela precisa, em algum momento, chegar ao seu destino.

Forasteiro Não É Quem Vem de Fora — É Quem Leva Sem Deixar Nada

Opinião · Política Municipal

Forasteiro Não É Quem Vem de Fora — É Quem Leva Sem Deixar Nada

Por Padre Carlos  |  Política e Resenha  |  Vitória da Conquista, Bahia

Há uma confusão deliberada que certos comentaristas políticos adoram cultivar: a de que representar uma cidade é questão de certidão de nascimento. Segundo essa lógica torta, só quem nasceu em Vitória da Conquista teria legitimidade para falar em nome dela. Todo o resto seria contradição, ambiguidade, discurso vazio. Pois bem: essa lógica é falsa. E é necessário dizê-lo com clareza.

Quando se critica Wagner Alves por articular alianças com parlamentares federais que não nasceram em Conquista — como Léo Prates, Roberta Roma ou Arthur Maia —, comete-se um erro de análise que beira a desonestidade intelectual. A questão nunca foi o berço. A questão sempre foi o compromisso.

E compromisso se mede em obras, não em sobrenome.

“O forasteiro não é quem veio de outra cidade e trabalha pela nossa. O forasteiro é quem passa por aqui como quem passa por um posto de gasolina: abastece e vai embora.”

Léo Prates, com raízes em Conquista, destinou ao município, entre 2023 e 2026, mais de R$ 5,6 milhões em emendas parlamentares — recursos que foram para a saúde, para máquinas agrícolas, para o esporte. Roberta Roma, só em 2026, enviou quase R$ 6 milhões para a cidade, com investimentos na saúde e em projetos sociais como o “Formando Águias e Campeões”. Esses números não mentem. Esses números não contradizem — eles confirmam. Confirmam exatamente o que Wagner Alves tem defendido: que o verdadeiro aliado de Conquista é aquele que abre portas para ela, seja em Brasília, seja em Salvador, seja onde for preciso.

A contradição, portanto, não existe. O que existe é uma distinção fundamental que os críticos insistem em ignorar: há uma diferença abissal entre o deputado que olha por Conquista e o deputado predador que olha para Conquista.

O deputado que olha por Conquista constrói parcerias, destina recursos, abre caminhos institucionais, garante à população aquela porta para bater quando precisar de representação de verdade. O deputado predador — e esses existem, e são muitos — chega no período eleitoral, beija crianças, promete mundos e fundos, colhe votos e desaparece. Esse, sim, é o forasteiro. Não o que veio de outra cidade e trabalha pela nossa. O forasteiro é o que passa por aqui como quem passa por um posto de gasolina: abastece e vai embora.

Wagner Alves nomeia essa distinção sem rodeios quando afirma que “estará ao lado daqueles que olham por nossa região” e que “quem faz por esta terra merece nosso reconhecimento.” Não há nessa frase nenhuma contradição com a defesa da representatividade local. Há, ao contrário, uma política madura de construção de redes — a compreensão de que uma cidade do interior da Bahia não se projeta sozinha, que ela precisa de aliados estratégicos em múltiplas esferas do poder.

Confundir isso com incoerência revela, no mínimo, ingenuidade analítica. No máximo, revela má-fé.

Conquista não precisa de guardiões do purismo geográfico. Precisa de representantes que façam a cidade entrar na agenda — da Assembleia, do Congresso, do governo estadual. E nesse jogo, o que vale não é a origem, mas a entrega. Não é o discurso, mas o recurso. Não é a promessa, mas o resultado.

Os verdadeiros forasteiros de Conquista não são os aliados de fora que trabalham por ela. São os de dentro que a exploram por dentro.

✦ ✦ ✦

Padre Carlos é sacerdote, teólogo e colunista. Escreve para o blog Política e Resenha, de Vitória da Conquista, Bahia.

Forasteiro Não É Quem Vem de Fora — É Quem Leva Sem Deixar Nada

Opinião · Política Municipal

Forasteiro Não É Quem Vem de Fora — É Quem Leva Sem Deixar Nada

Por Padre Carlos  |  Política e Resenha  |  Vitória da Conquista, Bahia

Há uma confusão deliberada que certos comentaristas políticos adoram cultivar: a de que representar uma cidade é questão de certidão de nascimento. Segundo essa lógica torta, só quem nasceu em Vitória da Conquista teria legitimidade para falar em nome dela. Todo o resto seria contradição, ambiguidade, discurso vazio. Pois bem: essa lógica é falsa. E é necessário dizê-lo com clareza.

Quando se critica Wagner Alves por articular alianças com parlamentares federais que não nasceram em Conquista — como Léo Prates, Roberta Roma ou Arthur Maia —, comete-se um erro de análise que beira a desonestidade intelectual. A questão nunca foi o berço. A questão sempre foi o compromisso.

E compromisso se mede em obras, não em sobrenome.

“O forasteiro não é quem veio de outra cidade e trabalha pela nossa. O forasteiro é quem passa por aqui como quem passa por um posto de gasolina: abastece e vai embora.”

Léo Prates, com raízes em Conquista, destinou ao município, entre 2023 e 2026, mais de R$ 5,6 milhões em emendas parlamentares — recursos que foram para a saúde, para máquinas agrícolas, para o esporte. Roberta Roma, só em 2026, enviou quase R$ 6 milhões para a cidade, com investimentos na saúde e em projetos sociais como o “Formando Águias e Campeões”. Esses números não mentem. Esses números não contradizem — eles confirmam. Confirmam exatamente o que Wagner Alves tem defendido: que o verdadeiro aliado de Conquista é aquele que abre portas para ela, seja em Brasília, seja em Salvador, seja onde for preciso.

A contradição, portanto, não existe. O que existe é uma distinção fundamental que os críticos insistem em ignorar: há uma diferença abissal entre o deputado que olha por Conquista e o deputado predador que olha para Conquista.

O deputado que olha por Conquista constrói parcerias, destina recursos, abre caminhos institucionais, garante à população aquela porta para bater quando precisar de representação de verdade. O deputado predador — e esses existem, e são muitos — chega no período eleitoral, beija crianças, promete mundos e fundos, colhe votos e desaparece. Esse, sim, é o forasteiro. Não o que veio de outra cidade e trabalha pela nossa. O forasteiro é o que passa por aqui como quem passa por um posto de gasolina: abastece e vai embora.

Wagner Alves nomeia essa distinção sem rodeios quando afirma que “estará ao lado daqueles que olham por nossa região” e que “quem faz por esta terra merece nosso reconhecimento.” Não há nessa frase nenhuma contradição com a defesa da representatividade local. Há, ao contrário, uma política madura de construção de redes — a compreensão de que uma cidade do interior da Bahia não se projeta sozinha, que ela precisa de aliados estratégicos em múltiplas esferas do poder.

Confundir isso com incoerência revela, no mínimo, ingenuidade analítica. No máximo, revela má-fé.

Conquista não precisa de guardiões do purismo geográfico. Precisa de representantes que façam a cidade entrar na agenda — da Assembleia, do Congresso, do governo estadual. E nesse jogo, o que vale não é a origem, mas a entrega. Não é o discurso, mas o recurso. Não é a promessa, mas o resultado.

Os verdadeiros forasteiros de Conquista não são os aliados de fora que trabalham por ela. São os de dentro que a exploram por dentro.

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Padre Carlos é sacerdote, teólogo e colunista. Escreve para o blog Política e Resenha, de Vitória da Conquista, Bahia.

Moradia Acessível em Alta: VCA Construtora Se Destaca no Novo Cenário do Minha Casa Minha Vida

 

 

Há momentos em que a política pública deixa de ser apenas um conjunto de normas e passa a tocar diretamente a dignidade humana. As recentes mudanças no programa habitacional brasileiro não são apenas ajustes técnicos — são, na verdade, uma reconfiguração silenciosa de esperança para milhares de famílias que vivem entre o aluguel apertado e o sonho distante da casa própria.

O novo desenho do Minha Casa Minha Vida chega como um sopro de realidade em um país onde morar ainda é um privilégio disfarçado de direito. Ao ampliar as faixas de renda, reduzir juros e flexibilizar condições de financiamento imobiliário, o programa não apenas abre portas — ele escancara possibilidades. E quando o acesso à moradia digna se amplia, não estamos falando apenas de paredes e telhados, mas de estabilidade emocional, segurança familiar e construção de futuro.

Nesse cenário, o papel da iniciativa privada torna-se decisivo. É aqui que empresas como a VCA Construtora assumem protagonismo estratégico. Não basta apenas construir; é preciso compreender o tempo, antecipar as regras e, sobretudo, dialogar com as necessidades reais da população. Ao oferecer empreendimentos que já se alinham às novas diretrizes do programa, a empresa demonstra algo raro no mercado: visão de futuro combinada com sensibilidade social.

A tríade qualidade, localização e condições facilitadas não é apenas um slogan comercial — é, hoje, o novo critério de sobrevivência no mercado imobiliário brasileiro. O consumidor mudou. Ele busca não apenas preço, mas valor. Quer morar bem, com acesso a serviços, mobilidade urbana e infraestrutura. E, principalmente, quer entender o processo. Nesse ponto, o papel de orientação e esclarecimento sobre financiamento habitacional se torna um diferencial competitivo poderoso.

É preciso reconhecer: quando uma construtora se posiciona também como agente de informação, ela deixa de vender imóveis e passa a construir confiança. E confiança, no setor imobiliário, é tão valiosa quanto o próprio terreno.

Do ponto de vista macroeconômico, o impacto é igualmente relevante. O fortalecimento do Minha Casa Minha Vida impulsiona a construção civil, um dos setores que mais geram emprego no Brasil. Cada novo empreendimento movimenta uma cadeia que vai do pedreiro ao engenheiro, do fornecedor de materiais ao comércio local. É um efeito dominó positivo que reverbera na economia como um todo.

Mas há um ponto que merece reflexão crítica: o sucesso dessas políticas depende de continuidade e responsabilidade. Programas habitacionais não podem ser reféns de ciclos eleitorais. A moradia é uma política de Estado, não de governo. Se bem conduzido, o momento atual pode marcar uma virada histórica no acesso à habitação popular no país.

A expectativa de aumento na procura por imóveis nos próximos meses não é apenas um dado de mercado — é um termômetro social. Indica que há uma demanda reprimida, um desejo coletivo de sair da insegurança e fincar raízes.

No fim das contas, a casa própria continua sendo mais do que um bem material. É símbolo de conquista, de pertencimento e de dignidade. E quando políticas públicas e iniciativa privada caminham na mesma direção, o que se constrói não são apenas imóveis — constrói-se um país mais justo, mais equilibrado e, sobretudo, mais humano.

Moradia Acessível em Alta: VCA Construtora Se Destaca no Novo Cenário do Minha Casa Minha Vida

 

 

Há momentos em que a política pública deixa de ser apenas um conjunto de normas e passa a tocar diretamente a dignidade humana. As recentes mudanças no programa habitacional brasileiro não são apenas ajustes técnicos — são, na verdade, uma reconfiguração silenciosa de esperança para milhares de famílias que vivem entre o aluguel apertado e o sonho distante da casa própria.

O novo desenho do Minha Casa Minha Vida chega como um sopro de realidade em um país onde morar ainda é um privilégio disfarçado de direito. Ao ampliar as faixas de renda, reduzir juros e flexibilizar condições de financiamento imobiliário, o programa não apenas abre portas — ele escancara possibilidades. E quando o acesso à moradia digna se amplia, não estamos falando apenas de paredes e telhados, mas de estabilidade emocional, segurança familiar e construção de futuro.

Nesse cenário, o papel da iniciativa privada torna-se decisivo. É aqui que empresas como a VCA Construtora assumem protagonismo estratégico. Não basta apenas construir; é preciso compreender o tempo, antecipar as regras e, sobretudo, dialogar com as necessidades reais da população. Ao oferecer empreendimentos que já se alinham às novas diretrizes do programa, a empresa demonstra algo raro no mercado: visão de futuro combinada com sensibilidade social.

A tríade qualidade, localização e condições facilitadas não é apenas um slogan comercial — é, hoje, o novo critério de sobrevivência no mercado imobiliário brasileiro. O consumidor mudou. Ele busca não apenas preço, mas valor. Quer morar bem, com acesso a serviços, mobilidade urbana e infraestrutura. E, principalmente, quer entender o processo. Nesse ponto, o papel de orientação e esclarecimento sobre financiamento habitacional se torna um diferencial competitivo poderoso.

É preciso reconhecer: quando uma construtora se posiciona também como agente de informação, ela deixa de vender imóveis e passa a construir confiança. E confiança, no setor imobiliário, é tão valiosa quanto o próprio terreno.

Do ponto de vista macroeconômico, o impacto é igualmente relevante. O fortalecimento do Minha Casa Minha Vida impulsiona a construção civil, um dos setores que mais geram emprego no Brasil. Cada novo empreendimento movimenta uma cadeia que vai do pedreiro ao engenheiro, do fornecedor de materiais ao comércio local. É um efeito dominó positivo que reverbera na economia como um todo.

Mas há um ponto que merece reflexão crítica: o sucesso dessas políticas depende de continuidade e responsabilidade. Programas habitacionais não podem ser reféns de ciclos eleitorais. A moradia é uma política de Estado, não de governo. Se bem conduzido, o momento atual pode marcar uma virada histórica no acesso à habitação popular no país.

A expectativa de aumento na procura por imóveis nos próximos meses não é apenas um dado de mercado — é um termômetro social. Indica que há uma demanda reprimida, um desejo coletivo de sair da insegurança e fincar raízes.

No fim das contas, a casa própria continua sendo mais do que um bem material. É símbolo de conquista, de pertencimento e de dignidade. E quando políticas públicas e iniciativa privada caminham na mesma direção, o que se constrói não são apenas imóveis — constrói-se um país mais justo, mais equilibrado e, sobretudo, mais humano.

São Jorge: A Fé que Veste o Homem de Coragem

(Padre Carlos)
Há algo de profundamente humano — e ao mesmo tempo divino — na devoção a São Jorge. Não se trata apenas de um santo, mas de um símbolo vivo, pulsante, que atravessa séculos como um grito silencioso de resistência contra o medo.
A história nos diz que São Jorge foi um soldado romano, mártir da fé cristã, que ousou enfrentar o poder imperial em nome de sua crença. Mas a história da fé popular vai além: ela transforma o homem em arquétipo, o mártir em guerreiro, e o guerreiro em escudo espiritual de milhões.
É nesse ponto que a oração se torna mais do que palavras — ela se torna armadura.
“Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge…”
Não é apenas uma frase. É uma declaração de guerra contra tudo aquilo que tenta nos paralisar: o medo, a injustiça, a perseguição invisível que, muitas vezes, nasce dentro de nós mesmos.
A devoção a São Jorge surge exatamente dessa necessidade humana de proteção. Nos primeiros séculos do cristianismo, os fiéis já buscavam intercessores — homens e mulheres que, por sua fidelidade a Deus, tornavam-se pontes entre o céu e a terra. São Jorge, com sua imagem de cavaleiro enfrentando o dragão, encarna a eterna luta entre o bem e o mal.
E o dragão, convenhamos, nunca foi apenas um monstro.
Ele é o medo que nos persegue, a injustiça que nos oprime, a violência que ronda nossas cidades, o desespero que tenta nos sufocar.
“…para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem…”
Quem nunca desejou isso? Quem nunca quis, ao menos uma vez, escapar das armadilhas da vida, das traições, das palavras não ditas, dos olhares carregados de maldade?
A força dessa oração está justamente em sua simplicidade brutal. Ela não é teológica no sentido acadêmico. Ela é visceral. É o povo falando com Deus sem intermediários complexos, mas com uma fé que move estruturas invisíveis.
“Armas de fogo o meu corpo não alcançarão…”
Aqui, a fé se torna escudo concreto. Em um mundo onde a violência se banaliza, a oração de São Jorge ganha novos significados. Ela é repetida por trabalhadores, mães, motoristas, policiais, jovens — todos aqueles que saem de casa sem a certeza de voltar.
E talvez seja isso que a torna tão poderosa: ela nasce da vulnerabilidade humana.
“Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça…”
A oração não é isolada. Ela se ancora na tradição cristã mais profunda. São Jorge não substitui Deus — ele aponta para Deus. Ele é o guerreiro que luta, mas reconhece que a vitória vem do alto.
E assim, a devoção se constrói como uma teia espiritual: Cristo, a Virgem, o Espírito Santo — e, no meio disso tudo, o homem comum, tentando sobreviver.
“Glorioso São Jorge, estenda-me o seu escudo…”
O escudo, talvez, seja o maior símbolo dessa devoção. Porque viver, hoje, é estar exposto. Exposto à violência, à insegurança, à ansiedade, à pressão constante de um mundo que exige mais do que podemos dar.
A fé em São Jorge, nesse sentido, não é fuga. É resistência.
Ela não elimina o problema — mas fortalece o espírito para enfrentá-lo.
E talvez seja por isso que, ao final, a oração não termina em desespero, mas em esperança:
“Assim seja com o poder de Deus…”
Há uma confiança silenciosa, quase teimosa, de que, apesar de tudo, o bem ainda pode vencer.
E essa é a grande lição de São Jorge.
Não é sobre nunca cair. É sobre levantar com dignidade. Não é sobre não ter inimigos. É sobre não ser vencido por eles. Não é sobre viver sem medo. É sobre caminhar, mesmo com medo, vestido de coragem.
“São Jorge, rogai por nós.”
Porque, no fundo, todos nós — em algum momento — precisamos de uma armadura invisível para continuar lutando.
E a fé, quando é verdadeira, sempre encontra um jeito de nos vestir.

São Jorge: A Fé que Veste o Homem de Coragem

(Padre Carlos)
Há algo de profundamente humano — e ao mesmo tempo divino — na devoção a São Jorge. Não se trata apenas de um santo, mas de um símbolo vivo, pulsante, que atravessa séculos como um grito silencioso de resistência contra o medo.
A história nos diz que São Jorge foi um soldado romano, mártir da fé cristã, que ousou enfrentar o poder imperial em nome de sua crença. Mas a história da fé popular vai além: ela transforma o homem em arquétipo, o mártir em guerreiro, e o guerreiro em escudo espiritual de milhões.
É nesse ponto que a oração se torna mais do que palavras — ela se torna armadura.
“Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge…”
Não é apenas uma frase. É uma declaração de guerra contra tudo aquilo que tenta nos paralisar: o medo, a injustiça, a perseguição invisível que, muitas vezes, nasce dentro de nós mesmos.
A devoção a São Jorge surge exatamente dessa necessidade humana de proteção. Nos primeiros séculos do cristianismo, os fiéis já buscavam intercessores — homens e mulheres que, por sua fidelidade a Deus, tornavam-se pontes entre o céu e a terra. São Jorge, com sua imagem de cavaleiro enfrentando o dragão, encarna a eterna luta entre o bem e o mal.
E o dragão, convenhamos, nunca foi apenas um monstro.
Ele é o medo que nos persegue, a injustiça que nos oprime, a violência que ronda nossas cidades, o desespero que tenta nos sufocar.
“…para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem…”
Quem nunca desejou isso? Quem nunca quis, ao menos uma vez, escapar das armadilhas da vida, das traições, das palavras não ditas, dos olhares carregados de maldade?
A força dessa oração está justamente em sua simplicidade brutal. Ela não é teológica no sentido acadêmico. Ela é visceral. É o povo falando com Deus sem intermediários complexos, mas com uma fé que move estruturas invisíveis.
“Armas de fogo o meu corpo não alcançarão…”
Aqui, a fé se torna escudo concreto. Em um mundo onde a violência se banaliza, a oração de São Jorge ganha novos significados. Ela é repetida por trabalhadores, mães, motoristas, policiais, jovens — todos aqueles que saem de casa sem a certeza de voltar.
E talvez seja isso que a torna tão poderosa: ela nasce da vulnerabilidade humana.
“Jesus Cristo, me proteja e me defenda com o poder de sua santa e divina graça…”
A oração não é isolada. Ela se ancora na tradição cristã mais profunda. São Jorge não substitui Deus — ele aponta para Deus. Ele é o guerreiro que luta, mas reconhece que a vitória vem do alto.
E assim, a devoção se constrói como uma teia espiritual: Cristo, a Virgem, o Espírito Santo — e, no meio disso tudo, o homem comum, tentando sobreviver.
“Glorioso São Jorge, estenda-me o seu escudo…”
O escudo, talvez, seja o maior símbolo dessa devoção. Porque viver, hoje, é estar exposto. Exposto à violência, à insegurança, à ansiedade, à pressão constante de um mundo que exige mais do que podemos dar.
A fé em São Jorge, nesse sentido, não é fuga. É resistência.
Ela não elimina o problema — mas fortalece o espírito para enfrentá-lo.
E talvez seja por isso que, ao final, a oração não termina em desespero, mas em esperança:
“Assim seja com o poder de Deus…”
Há uma confiança silenciosa, quase teimosa, de que, apesar de tudo, o bem ainda pode vencer.
E essa é a grande lição de São Jorge.
Não é sobre nunca cair. É sobre levantar com dignidade. Não é sobre não ter inimigos. É sobre não ser vencido por eles. Não é sobre viver sem medo. É sobre caminhar, mesmo com medo, vestido de coragem.
“São Jorge, rogai por nós.”
Porque, no fundo, todos nós — em algum momento — precisamos de uma armadura invisível para continuar lutando.
E a fé, quando é verdadeira, sempre encontra um jeito de nos vestir.

Governo Municipal realiza 1ª Caminhada Ecológica da Lagoa das Bateias neste domingo, 26

A realização de atividades coletivas em espaços públicos tem se consolidado como instrumento relevante na relação entre sociedade e meio ambiente. Em Vitória da Conquista, a 1ª Caminhada Ecológica do Parque Ambiental da Lagoa das Bateias, marcada para este domingo, 26, integra esse conjunto de iniciativas voltadas à conscientização ambiental e ao uso coletivo dos espaços urbanos.

Promovida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, a ação tem início previsto para as 7h30 e reúne moradores em torno de uma proposta que combina mobilização social e práticas ambientais. Entre as atividades programadas, destaca-se o mutirão de limpeza no entorno da lagoa, com foco na retirada de resíduos descartados de forma irregular.

A iniciativa também contempla uma programação complementar, com atividades físicas e culturais, incluindo aulas de dança, ciclismo indoor, yoga e apresentações artísticas. A proposta amplia o uso do espaço para além da ação ambiental, inserindo a caminhada em uma dinâmica de convivência e ocupação organizada do parque.

O evento ocorre em um momento posterior a intervenções de revitalização no local, que ao longo dos anos enfrentou desafios relacionados à degradação ambiental e ao descarte inadequado de resíduos. A realização da caminhada, nesse contexto, dialoga com processos de requalificação urbana e ambiental, fortalecendo a presença da população em áreas de uso comum.

No cenário mais amplo do Brasil, ações desse tipo refletem a articulação entre política pública, meio ambiente e participação social. A ocupação consciente dos espaços urbanos e naturais integra a construção de uma cultura de preservação, inserida no cotidiano das cidades.

Assim, a Caminhada Ecológica da Lagoa das Bateias se estabelece como mais um registro de interação entre comunidade e território, promovendo práticas que conectam meio ambiente, cidadania e uso coletivo dos espaços públicos.

Maria Clara

Governo Municipal realiza 1ª Caminhada Ecológica da Lagoa das Bateias neste domingo, 26

A realização de atividades coletivas em espaços públicos tem se consolidado como instrumento relevante na relação entre sociedade e meio ambiente. Em Vitória da Conquista, a 1ª Caminhada Ecológica do Parque Ambiental da Lagoa das Bateias, marcada para este domingo, 26, integra esse conjunto de iniciativas voltadas à conscientização ambiental e ao uso coletivo dos espaços urbanos.

Promovida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, a ação tem início previsto para as 7h30 e reúne moradores em torno de uma proposta que combina mobilização social e práticas ambientais. Entre as atividades programadas, destaca-se o mutirão de limpeza no entorno da lagoa, com foco na retirada de resíduos descartados de forma irregular.

A iniciativa também contempla uma programação complementar, com atividades físicas e culturais, incluindo aulas de dança, ciclismo indoor, yoga e apresentações artísticas. A proposta amplia o uso do espaço para além da ação ambiental, inserindo a caminhada em uma dinâmica de convivência e ocupação organizada do parque.

O evento ocorre em um momento posterior a intervenções de revitalização no local, que ao longo dos anos enfrentou desafios relacionados à degradação ambiental e ao descarte inadequado de resíduos. A realização da caminhada, nesse contexto, dialoga com processos de requalificação urbana e ambiental, fortalecendo a presença da população em áreas de uso comum.

No cenário mais amplo do Brasil, ações desse tipo refletem a articulação entre política pública, meio ambiente e participação social. A ocupação consciente dos espaços urbanos e naturais integra a construção de uma cultura de preservação, inserida no cotidiano das cidades.

Assim, a Caminhada Ecológica da Lagoa das Bateias se estabelece como mais um registro de interação entre comunidade e território, promovendo práticas que conectam meio ambiente, cidadania e uso coletivo dos espaços públicos.

Maria Clara

PRISÃO PREVENTIVA É DECRETADA EM INVESTIGAÇÃO POR TORTURA CONTRA TRABALHADOR NA BAHIA

Uma ação da Polícia Civil da Bahia resultou, nesta quarta-feira, 22, na prisão de dois homens no município de Livramento de Nossa Senhora, no âmbito de um inquérito que apura crimes de lesão corporal, tortura, racismo, discriminação por cor ou raça e injúria racial.

A medida foi autorizada pela Vara Criminal da comarca local, com base nos elementos reunidos durante a fase inicial das investigações. Segundo as informações oficiais, a apuração envolve um trabalhador que mantinha vínculo com os suspeitos e que teria sido submetido a agressões físicas.

De acordo com os dados colhidos, a vítima, um homem negro com deficiência auditiva, foi imobilizada durante o episódio investigado. O caso passou por exame de corpo de delito, que confirmou a existência de lesões compatíveis com as agressões relatadas.

As circunstâncias e a motivação do ocorrido estão sendo analisadas no curso do inquérito policial, que inclui coleta de depoimentos, perícias técnicas e outros procedimentos previstos na legislação. O responsável pela condução das investigações, Antônio Cláudio, destacou a gravidade dos fatos apurados até o momento.

Os investigados permanecem custodiados e à disposição da Justiça, enquanto o processo segue seu trâmite regular no sistema judicial. A continuidade das diligências visa esclarecer integralmente os acontecimentos, com base nos instrumentos legais aplicáveis.

O caso integra o conjunto de ocorrências acompanhadas pelas instituições responsáveis pela aplicação da justiça no Brasil, inserindo-se no âmbito das garantias legais e dos mecanismos de apuração previstos no ordenamento jurídico.

Maria Clara

PRISÃO PREVENTIVA É DECRETADA EM INVESTIGAÇÃO POR TORTURA CONTRA TRABALHADOR NA BAHIA

Uma ação da Polícia Civil da Bahia resultou, nesta quarta-feira, 22, na prisão de dois homens no município de Livramento de Nossa Senhora, no âmbito de um inquérito que apura crimes de lesão corporal, tortura, racismo, discriminação por cor ou raça e injúria racial.

A medida foi autorizada pela Vara Criminal da comarca local, com base nos elementos reunidos durante a fase inicial das investigações. Segundo as informações oficiais, a apuração envolve um trabalhador que mantinha vínculo com os suspeitos e que teria sido submetido a agressões físicas.

De acordo com os dados colhidos, a vítima, um homem negro com deficiência auditiva, foi imobilizada durante o episódio investigado. O caso passou por exame de corpo de delito, que confirmou a existência de lesões compatíveis com as agressões relatadas.

As circunstâncias e a motivação do ocorrido estão sendo analisadas no curso do inquérito policial, que inclui coleta de depoimentos, perícias técnicas e outros procedimentos previstos na legislação. O responsável pela condução das investigações, Antônio Cláudio, destacou a gravidade dos fatos apurados até o momento.

Os investigados permanecem custodiados e à disposição da Justiça, enquanto o processo segue seu trâmite regular no sistema judicial. A continuidade das diligências visa esclarecer integralmente os acontecimentos, com base nos instrumentos legais aplicáveis.

O caso integra o conjunto de ocorrências acompanhadas pelas instituições responsáveis pela aplicação da justiça no Brasil, inserindo-se no âmbito das garantias legais e dos mecanismos de apuração previstos no ordenamento jurídico.

Maria Clara

COMUNIDADE ACADÊMICA DO IFBA LAMENTA A PERDA DE ESTUDANTE EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A confirmação do falecimento de Davi Reis Alves da Silva mobilizou a comunidade acadêmica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, campus de Vitória da Conquista, que divulgou nota oficial manifestando pesar pela perda.

O estudante integrava o curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica e fazia parte do ambiente acadêmico da instituição, que reúne alunos, professores e servidores em torno das atividades de ensino, pesquisa e formação profissional.

Em comunicado, o IFBA destacou o impacto da perda no cotidiano da comunidade universitária, registrando solidariedade aos familiares, amigos e colegas. A nota também reconhece a importância da convivência acadêmica como espaço de construção coletiva do conhecimento e de trajetórias pessoais.

Casos como este evidenciam o papel das instituições de ensino na formação de indivíduos e na construção de vínculos que ultrapassam o ambiente formal da educação, integrando dimensões sociais e humanas presentes na sociedade brasileira.

O registro do falecimento de um estudante insere-se no campo das comunicações institucionais, marcando um momento de reconhecimento e respeito à sua trajetória dentro da comunidade acadêmica.

Maria Clara

COMUNIDADE ACADÊMICA DO IFBA LAMENTA A PERDA DE ESTUDANTE EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A confirmação do falecimento de Davi Reis Alves da Silva mobilizou a comunidade acadêmica do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia, campus de Vitória da Conquista, que divulgou nota oficial manifestando pesar pela perda.

O estudante integrava o curso de Bacharelado em Engenharia Elétrica e fazia parte do ambiente acadêmico da instituição, que reúne alunos, professores e servidores em torno das atividades de ensino, pesquisa e formação profissional.

Em comunicado, o IFBA destacou o impacto da perda no cotidiano da comunidade universitária, registrando solidariedade aos familiares, amigos e colegas. A nota também reconhece a importância da convivência acadêmica como espaço de construção coletiva do conhecimento e de trajetórias pessoais.

Casos como este evidenciam o papel das instituições de ensino na formação de indivíduos e na construção de vínculos que ultrapassam o ambiente formal da educação, integrando dimensões sociais e humanas presentes na sociedade brasileira.

O registro do falecimento de um estudante insere-se no campo das comunicações institucionais, marcando um momento de reconhecimento e respeito à sua trajetória dentro da comunidade acadêmica.

Maria Clara

FURTOS DE BATERIAS AUTOMOTIVAS SÃO REGISTRADOS EM BAIRROS DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma sequência de ocorrências envolvendo furtos de baterias automotivas tem sido registrada em diferentes pontos de Vitória da Conquista, com maior concentração nos bairros Patagônia e Jurema.

De acordo com relatos de moradores, as ações têm ocorrido, em sua maioria, durante o período noturno, quando veículos ficam estacionados em vias públicas. Em um dos casos recentes, houve a tentativa de subtração de um automóvel, não concretizada, sendo registrada, no entanto, a retirada da bateria de uma van.

As informações apontam para a atuação recorrente de um suspeito, conhecido pelo apelido de “Elétrico”, identificado pelos relatos como responsável por abordagens rápidas, direcionadas especificamente a esse tipo de componente automotivo.

Os episódios têm gerado transtornos aos proprietários, sobretudo pela impossibilidade imediata de uso dos veículos e pelos danos causados. As ocorrências passam a integrar os registros acompanhados pelas autoridades competentes.

A orientação é que qualquer informação relevante seja comunicada à Polícia Militar da Bahia, por meio dos canais oficiais, contribuindo para a apuração dos fatos e a identificação do responsável.

Os casos seguem sob acompanhamento, com base nos procedimentos legais e investigativos previstos.

Maria Clara

FURTOS DE BATERIAS AUTOMOTIVAS SÃO REGISTRADOS EM BAIRROS DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma sequência de ocorrências envolvendo furtos de baterias automotivas tem sido registrada em diferentes pontos de Vitória da Conquista, com maior concentração nos bairros Patagônia e Jurema.

De acordo com relatos de moradores, as ações têm ocorrido, em sua maioria, durante o período noturno, quando veículos ficam estacionados em vias públicas. Em um dos casos recentes, houve a tentativa de subtração de um automóvel, não concretizada, sendo registrada, no entanto, a retirada da bateria de uma van.

As informações apontam para a atuação recorrente de um suspeito, conhecido pelo apelido de “Elétrico”, identificado pelos relatos como responsável por abordagens rápidas, direcionadas especificamente a esse tipo de componente automotivo.

Os episódios têm gerado transtornos aos proprietários, sobretudo pela impossibilidade imediata de uso dos veículos e pelos danos causados. As ocorrências passam a integrar os registros acompanhados pelas autoridades competentes.

A orientação é que qualquer informação relevante seja comunicada à Polícia Militar da Bahia, por meio dos canais oficiais, contribuindo para a apuração dos fatos e a identificação do responsável.

Os casos seguem sob acompanhamento, com base nos procedimentos legais e investigativos previstos.

Maria Clara