Política e Resenha

OCORRÊNCIA DE CONFLITO DOMÉSTICO É REGISTRADA EM BAIRRO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma situação de conflito doméstico registrada no bairro Brasil, em Vitória da Conquista, chamou a atenção de moradores da região após relatos de discussão em uma residência.

De acordo com as informações disponíveis, o episódio teve início quando uma mulher acessou o aparelho celular do companheiro e identificou conversas que considerou suspeitas. A partir desse momento, houve uma discussão entre o casal, que evoluiu para agressões físicas.

Vizinhos informaram ter ouvido gritos e ruídos vindos do imóvel, o que motivou tentativas de intervenção para conter a situação. Até o momento, não há confirmação oficial sobre acionamento de equipes de segurança ou registro formal da ocorrência junto às autoridades.

O caso se insere no contexto de episódios de conflitos domésticos, que fazem parte da dinâmica social e demandam acompanhamento adequado quando há escalada de tensão. Situações dessa natureza são tratadas dentro dos instrumentos legais disponíveis no Brasil, com previsão de medidas específicas quando necessário.

As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. O episódio segue como relato local, sem confirmação de desdobramentos oficiais até o momento.

Maria Clara

OCORRÊNCIA DE CONFLITO DOMÉSTICO É REGISTRADA EM BAIRRO DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma situação de conflito doméstico registrada no bairro Brasil, em Vitória da Conquista, chamou a atenção de moradores da região após relatos de discussão em uma residência.

De acordo com as informações disponíveis, o episódio teve início quando uma mulher acessou o aparelho celular do companheiro e identificou conversas que considerou suspeitas. A partir desse momento, houve uma discussão entre o casal, que evoluiu para agressões físicas.

Vizinhos informaram ter ouvido gritos e ruídos vindos do imóvel, o que motivou tentativas de intervenção para conter a situação. Até o momento, não há confirmação oficial sobre acionamento de equipes de segurança ou registro formal da ocorrência junto às autoridades.

O caso se insere no contexto de episódios de conflitos domésticos, que fazem parte da dinâmica social e demandam acompanhamento adequado quando há escalada de tensão. Situações dessa natureza são tratadas dentro dos instrumentos legais disponíveis no Brasil, com previsão de medidas específicas quando necessário.

As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. O episódio segue como relato local, sem confirmação de desdobramentos oficiais até o momento.

Maria Clara

PROGRAMA DA PMVC “QUEM APRENDE, CONQUISTA” AMPLIA ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Em um cenário onde a educação se consolida como eixo estruturante da sociedade brasileira, iniciativas que ampliam o acesso ao ensino superior ganham relevância prática e institucional. Em Vitória da Conquista, o lançamento do programa “Quem Aprende, Conquista” insere-se nesse contexto como uma ação voltada à formação acadêmica e à qualificação profissional.

Instituído por meio de decreto municipal, o programa prevê a oferta de 106 bolsas de estudo integrais, distribuídas entre munícipes e servidores públicos. A iniciativa é conduzida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, em parceria com a UNEX, e operacionalizada com apoio da Universidade do Servidor de Vitória da Conquista.

A estrutura do programa contempla cursos nas áreas de Direito, Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Psicologia, alinhando-se a campos profissionais estratégicos dentro da dinâmica do mercado e dos serviços públicos. A distribuição das vagas segue critérios previamente definidos, incluindo modalidades de ampla concorrência e ações afirmativas, com recortes voltados a pessoas com deficiência, mulheres em situação de vulnerabilidade e grupos historicamente sub-representados.

Um dos aspectos centrais da proposta está no modelo de financiamento, baseado em mecanismo de transação tributária, no qual créditos fiscais são convertidos diretamente em investimento educacional. Esse formato estabelece uma conexão entre política fiscal e política educacional, inserindo o programa dentro de uma lógica administrativa que busca otimizar recursos disponíveis.

O cronograma estabelece etapas claras, com período de inscrição, aplicação de provas e critérios de permanência acadêmica. Entre as exigências, destacam-se requisitos de renda, vínculo com o município e desempenho ao longo do curso. Há também previsão de contrapartida social, na qual os beneficiários deverão prestar serviço voluntário após a conclusão da graduação.

No âmbito da política pública, a iniciativa dialoga com a necessidade de formação continuada e com a ampliação de oportunidades educacionais no Brasil. Programas dessa natureza refletem a articulação entre gestão, educação e sociedade, compondo um modelo que busca integrar acesso, permanência e retorno social.

Assim, o “Quem Aprende, Conquista” se insere no conjunto de ações voltadas à qualificação da população, estruturando caminhos para o ingresso no ensino superior e consolidando práticas que conectam formação acadêmica e serviço público em nível local.

Maria Clara

PROGRAMA DA PMVC “QUEM APRENDE, CONQUISTA” AMPLIA ACESSO AO ENSINO SUPERIOR EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Em um cenário onde a educação se consolida como eixo estruturante da sociedade brasileira, iniciativas que ampliam o acesso ao ensino superior ganham relevância prática e institucional. Em Vitória da Conquista, o lançamento do programa “Quem Aprende, Conquista” insere-se nesse contexto como uma ação voltada à formação acadêmica e à qualificação profissional.

Instituído por meio de decreto municipal, o programa prevê a oferta de 106 bolsas de estudo integrais, distribuídas entre munícipes e servidores públicos. A iniciativa é conduzida pela Prefeitura de Vitória da Conquista, em parceria com a UNEX, e operacionalizada com apoio da Universidade do Servidor de Vitória da Conquista.

A estrutura do programa contempla cursos nas áreas de Direito, Biomedicina, Enfermagem, Farmácia, Fisioterapia e Psicologia, alinhando-se a campos profissionais estratégicos dentro da dinâmica do mercado e dos serviços públicos. A distribuição das vagas segue critérios previamente definidos, incluindo modalidades de ampla concorrência e ações afirmativas, com recortes voltados a pessoas com deficiência, mulheres em situação de vulnerabilidade e grupos historicamente sub-representados.

Um dos aspectos centrais da proposta está no modelo de financiamento, baseado em mecanismo de transação tributária, no qual créditos fiscais são convertidos diretamente em investimento educacional. Esse formato estabelece uma conexão entre política fiscal e política educacional, inserindo o programa dentro de uma lógica administrativa que busca otimizar recursos disponíveis.

O cronograma estabelece etapas claras, com período de inscrição, aplicação de provas e critérios de permanência acadêmica. Entre as exigências, destacam-se requisitos de renda, vínculo com o município e desempenho ao longo do curso. Há também previsão de contrapartida social, na qual os beneficiários deverão prestar serviço voluntário após a conclusão da graduação.

No âmbito da política pública, a iniciativa dialoga com a necessidade de formação continuada e com a ampliação de oportunidades educacionais no Brasil. Programas dessa natureza refletem a articulação entre gestão, educação e sociedade, compondo um modelo que busca integrar acesso, permanência e retorno social.

Assim, o “Quem Aprende, Conquista” se insere no conjunto de ações voltadas à qualificação da população, estruturando caminhos para o ingresso no ensino superior e consolidando práticas que conectam formação acadêmica e serviço público em nível local.

Maria Clara

ARTIGO – O XADREZ POLÍTICO DA BAHIA: PRAGMATISMO, REARRANJO OU UM GOLPE SILENCIOSO?

 

Padre Carlos

A política baiana, sempre marcada por movimentos silenciosos e decisões construídas longe dos holofotes, pode estar diante de uma de suas mais sofisticadas reconfigurações. O que hoje circula como “especulação de bastidores” carrega, na verdade, os traços clássicos de uma engenharia política cuidadosamente desenhada para 2026. E como todo movimento de alto nível, ele admite múltiplas leituras: estratégia pragmática, rearranjo legítimo ou um golpe interno revestido de racionalidade.

O possível retorno de Rui Costa ao governo da Bahia não é um gesto trivial. Trata-se de um movimento que resgata um ativo político consolidado, com alta capacidade de transferência de votos e reconhecimento administrativo. Em termos de “política baiana 2026”, poucos nomes possuem o peso eleitoral necessário para garantir continuidade com segurança. Nesse sentido, a escolha pode ser lida como uma decisão fria e pragmática: maximizar chances de vitória e blindar o projeto de poder.

Mas política não se resume a matemática eleitoral. Ela também é território de símbolos, lideranças e hierarquias internas. E é exatamente nesse ponto que o rearranjo ganha contornos mais complexos.

Jerônimo Rodrigues, atual governador, deixaria o centro do tabuleiro estadual para ocupar uma posição estratégica em Brasília, possivelmente no Ministério da Educação. À primeira vista, o movimento parece coerente: um professor, com experiência administrativa, assumindo uma pasta diretamente ligada à sua trajetória. No entanto, a política raramente é apenas aquilo que aparenta ser.

A pergunta que emerge nos bastidores é inevitável: trata-se de uma promoção ou de um deslocamento calculado?

Ao ser retirado da disputa pela reeleição, Jerônimo deixa de consolidar seu próprio ciclo político. Em vez de se afirmar como liderança autônoma dentro do PT Bahia, passa a integrar um projeto mais amplo, onde sua força se dilui no cenário federal. É aqui que alguns analistas enxergam não apenas pragmatismo, mas uma contenção de protagonismo — algo comum em estruturas partidárias altamente organizadas.

O chamado “xadrez político na Bahia” revela, portanto, uma lógica de centralização. Rui Costa volta como peça principal, Jaques Wagner se mantém como eixo no Senado, e novos aliados são incorporados para ampliar a base. A composição das vagas senatoriais, inclusive, não é mero detalhe: ela funciona como mecanismo de acomodação de interesses, garantindo coesão entre MDB, PSD e outras forças.

Nesse desenho, ninguém é deslocado sem propósito. Cada peça cumpre uma função específica na manutenção da hegemonia do grupo.

Ainda assim, permanece a dúvida que inquieta observadores mais atentos: até que ponto esse movimento respeita o tempo político natural de suas lideranças?

Na superfície, tudo pode ser explicado como estratégia — e talvez seja. Mas nas entrelinhas, há sinais de uma reorganização que redefine espaços de poder e redesenha protagonismos. E é exatamente nessa zona cinzenta que surge a interpretação mais sensível: a de que o pragmatismo pode, em certos contextos, assumir a aparência de um golpe silencioso — não contra um indivíduo, mas contra a possibilidade de renovação interna.

A história recente da política brasileira mostra que projetos muito centralizados tendem a ser eficientes no curto prazo, mas carregam riscos no médio e longo prazo. Ao concentrar decisões em poucos nomes, reduz-se a margem para emergências de novas lideranças e para a oxigenação do próprio grupo.

Por outro lado, ignorar a força eleitoral de figuras como Rui Costa seria, do ponto de vista estratégico, um erro difícil de justificar. E é exatamente essa tensão — entre eficiência eleitoral e dinâmica interna de poder — que define o momento atual.

No fim, talvez a pergunta não seja se estamos diante de um golpe ou de uma estratégia. A pergunta mais honesta é outra: o que a política baiana está priorizando neste momento — a continuidade segura ou a construção de um futuro mais aberto?

Porque, como ensina o próprio jogo de xadrez, nem sempre o movimento mais correto é o mais evidente. E, às vezes, a jogada mais decisiva é aquela que só será compreendida quando a partida já estiver próxima do fim.

ARTIGO – O XADREZ POLÍTICO DA BAHIA: PRAGMATISMO, REARRANJO OU UM GOLPE SILENCIOSO?

 

Padre Carlos

A política baiana, sempre marcada por movimentos silenciosos e decisões construídas longe dos holofotes, pode estar diante de uma de suas mais sofisticadas reconfigurações. O que hoje circula como “especulação de bastidores” carrega, na verdade, os traços clássicos de uma engenharia política cuidadosamente desenhada para 2026. E como todo movimento de alto nível, ele admite múltiplas leituras: estratégia pragmática, rearranjo legítimo ou um golpe interno revestido de racionalidade.

O possível retorno de Rui Costa ao governo da Bahia não é um gesto trivial. Trata-se de um movimento que resgata um ativo político consolidado, com alta capacidade de transferência de votos e reconhecimento administrativo. Em termos de “política baiana 2026”, poucos nomes possuem o peso eleitoral necessário para garantir continuidade com segurança. Nesse sentido, a escolha pode ser lida como uma decisão fria e pragmática: maximizar chances de vitória e blindar o projeto de poder.

Mas política não se resume a matemática eleitoral. Ela também é território de símbolos, lideranças e hierarquias internas. E é exatamente nesse ponto que o rearranjo ganha contornos mais complexos.

Jerônimo Rodrigues, atual governador, deixaria o centro do tabuleiro estadual para ocupar uma posição estratégica em Brasília, possivelmente no Ministério da Educação. À primeira vista, o movimento parece coerente: um professor, com experiência administrativa, assumindo uma pasta diretamente ligada à sua trajetória. No entanto, a política raramente é apenas aquilo que aparenta ser.

A pergunta que emerge nos bastidores é inevitável: trata-se de uma promoção ou de um deslocamento calculado?

Ao ser retirado da disputa pela reeleição, Jerônimo deixa de consolidar seu próprio ciclo político. Em vez de se afirmar como liderança autônoma dentro do PT Bahia, passa a integrar um projeto mais amplo, onde sua força se dilui no cenário federal. É aqui que alguns analistas enxergam não apenas pragmatismo, mas uma contenção de protagonismo — algo comum em estruturas partidárias altamente organizadas.

O chamado “xadrez político na Bahia” revela, portanto, uma lógica de centralização. Rui Costa volta como peça principal, Jaques Wagner se mantém como eixo no Senado, e novos aliados são incorporados para ampliar a base. A composição das vagas senatoriais, inclusive, não é mero detalhe: ela funciona como mecanismo de acomodação de interesses, garantindo coesão entre MDB, PSD e outras forças.

Nesse desenho, ninguém é deslocado sem propósito. Cada peça cumpre uma função específica na manutenção da hegemonia do grupo.

Ainda assim, permanece a dúvida que inquieta observadores mais atentos: até que ponto esse movimento respeita o tempo político natural de suas lideranças?

Na superfície, tudo pode ser explicado como estratégia — e talvez seja. Mas nas entrelinhas, há sinais de uma reorganização que redefine espaços de poder e redesenha protagonismos. E é exatamente nessa zona cinzenta que surge a interpretação mais sensível: a de que o pragmatismo pode, em certos contextos, assumir a aparência de um golpe silencioso — não contra um indivíduo, mas contra a possibilidade de renovação interna.

A história recente da política brasileira mostra que projetos muito centralizados tendem a ser eficientes no curto prazo, mas carregam riscos no médio e longo prazo. Ao concentrar decisões em poucos nomes, reduz-se a margem para emergências de novas lideranças e para a oxigenação do próprio grupo.

Por outro lado, ignorar a força eleitoral de figuras como Rui Costa seria, do ponto de vista estratégico, um erro difícil de justificar. E é exatamente essa tensão — entre eficiência eleitoral e dinâmica interna de poder — que define o momento atual.

No fim, talvez a pergunta não seja se estamos diante de um golpe ou de uma estratégia. A pergunta mais honesta é outra: o que a política baiana está priorizando neste momento — a continuidade segura ou a construção de um futuro mais aberto?

Porque, como ensina o próprio jogo de xadrez, nem sempre o movimento mais correto é o mais evidente. E, às vezes, a jogada mais decisiva é aquela que só será compreendida quando a partida já estiver próxima do fim.

ARTIGO – O Amor que Não Se Vive, Mas Salva (Padre Carlos)

 

 

Há amores que não foram feitos para dar certo — e talvez por isso mesmo sejam eternos.

Vivemos em uma época que celebra o imediatismo, o toque, a posse, o consumo até das emoções. Amar, hoje, parece significar ter. Segurar. Garantir. Mas há uma história — dessas que atravessam séculos e silenciosamente nos confrontam — que ousa dizer o contrário: amar pode ser, antes de tudo, renunciar.

“Um Amor de Renúncia” não é apenas teatro espírita. Não é apenas literatura adaptada. É um espelho desconfortável diante de uma sociedade que desaprendeu a perder. E perder, aqui, não é derrota. É transcendência.

Alcíone e Padre Carlos não são personagens comuns. Eles não nos oferecem o consolo fácil do final feliz. Ao contrário: eles nos ferem. Porque revelam uma verdade que poucos querem aceitar — nem todo amor veio para ser vivido na carne; alguns vieram para salvar a alma.

E que alma suportaria viver no século XVII sob o peso da Inquisição? Não era apenas o amor que estava em jogo. Era a própria existência. Amar, naquele tempo, podia significar morrer. E não uma morte qualquer, mas a morte pública, a fogueira, o julgamento, o silêncio imposto pelo medo.

É nesse cenário que o amor impossível deixa de ser apenas sentimento e se transforma em resistência.

Resistir ao desejo. Resistir ao impulso. Resistir, inclusive, à própria felicidade.

Padre Carlos não enfrenta apenas um dilema religioso. Ele enfrenta o abismo entre aquilo que sente e aquilo que prometeu. E Alcíone, talvez ainda mais corajosa, entende que amar não é prender — é libertar, mesmo que isso custe tudo.

E custa.

Custa o abraço que nunca virá.
Custa o olhar que precisa se desviar.
Custa o futuro que jamais será construído.

Mas o que se ganha?

Ganha-se algo que o nosso tempo já quase não compreende: a eternidade do sentimento que não se corrompeu.

A renúncia, tão mal interpretada hoje, não é fraqueza. É força em estado puro. É a decisão consciente de trocar o instante pelo infinito. De negar o corpo para afirmar o espírito. De abrir mão do agora em nome de algo que ultrapassa o tempo.

Num mundo de gratificação instantânea, isso soa quase ofensivo.

Mas talvez seja exatamente isso que explique por que essa história ainda emociona, ainda lota teatros, ainda faz olhos marejarem em silêncio. Porque, no fundo, todos nós sabemos — ainda que não admitamos — que existe algo maior do que o prazer imediato.

Existe o amor que não se consome.

Existe o amor que não se toca.

Existe o amor que não se vive… mas salva.

E talvez seja esse o maior escândalo da história: descobrir que a plenitude não está em ter, mas em escolher não ter — e ainda assim continuar amando.

No fim, saímos dessa história diferentes.

Não mais fortes. Não mais seguros.

Mas, quem sabe, um pouco mais conscientes de que a verdadeira evolução da alma não acontece quando conquistamos tudo o que queremos — mas quando somos capazes de renunciar àquilo que mais desejamos.

E isso… isso não é perda.

É eternidade.

 

 

ARTIGO – O Amor que Não Se Vive, Mas Salva (Padre Carlos)

 

 

Há amores que não foram feitos para dar certo — e talvez por isso mesmo sejam eternos.

Vivemos em uma época que celebra o imediatismo, o toque, a posse, o consumo até das emoções. Amar, hoje, parece significar ter. Segurar. Garantir. Mas há uma história — dessas que atravessam séculos e silenciosamente nos confrontam — que ousa dizer o contrário: amar pode ser, antes de tudo, renunciar.

“Um Amor de Renúncia” não é apenas teatro espírita. Não é apenas literatura adaptada. É um espelho desconfortável diante de uma sociedade que desaprendeu a perder. E perder, aqui, não é derrota. É transcendência.

Alcíone e Padre Carlos não são personagens comuns. Eles não nos oferecem o consolo fácil do final feliz. Ao contrário: eles nos ferem. Porque revelam uma verdade que poucos querem aceitar — nem todo amor veio para ser vivido na carne; alguns vieram para salvar a alma.

E que alma suportaria viver no século XVII sob o peso da Inquisição? Não era apenas o amor que estava em jogo. Era a própria existência. Amar, naquele tempo, podia significar morrer. E não uma morte qualquer, mas a morte pública, a fogueira, o julgamento, o silêncio imposto pelo medo.

É nesse cenário que o amor impossível deixa de ser apenas sentimento e se transforma em resistência.

Resistir ao desejo. Resistir ao impulso. Resistir, inclusive, à própria felicidade.

Padre Carlos não enfrenta apenas um dilema religioso. Ele enfrenta o abismo entre aquilo que sente e aquilo que prometeu. E Alcíone, talvez ainda mais corajosa, entende que amar não é prender — é libertar, mesmo que isso custe tudo.

E custa.

Custa o abraço que nunca virá.
Custa o olhar que precisa se desviar.
Custa o futuro que jamais será construído.

Mas o que se ganha?

Ganha-se algo que o nosso tempo já quase não compreende: a eternidade do sentimento que não se corrompeu.

A renúncia, tão mal interpretada hoje, não é fraqueza. É força em estado puro. É a decisão consciente de trocar o instante pelo infinito. De negar o corpo para afirmar o espírito. De abrir mão do agora em nome de algo que ultrapassa o tempo.

Num mundo de gratificação instantânea, isso soa quase ofensivo.

Mas talvez seja exatamente isso que explique por que essa história ainda emociona, ainda lota teatros, ainda faz olhos marejarem em silêncio. Porque, no fundo, todos nós sabemos — ainda que não admitamos — que existe algo maior do que o prazer imediato.

Existe o amor que não se consome.

Existe o amor que não se toca.

Existe o amor que não se vive… mas salva.

E talvez seja esse o maior escândalo da história: descobrir que a plenitude não está em ter, mas em escolher não ter — e ainda assim continuar amando.

No fim, saímos dessa história diferentes.

Não mais fortes. Não mais seguros.

Mas, quem sabe, um pouco mais conscientes de que a verdadeira evolução da alma não acontece quando conquistamos tudo o que queremos — mas quando somos capazes de renunciar àquilo que mais desejamos.

E isso… isso não é perda.

É eternidade.

 

 

As Rugas da Minha Alma: Memórias que o Tempo Não Apagou

 

 

Há um instante na minha vida em que o relógio deixou de ser um tirano e passou a ser um companheiro silencioso. Ele já não me cobra — apenas me observa. E eu, pela primeira vez, aprendi a observá-lo de volta.

Envelhecer, para mim, tem sido como abrir uma janela que sempre esteve ali, mas que só agora tive coragem de escancarar. O vento que entra não traz pressa — traz lembranças. Algumas doces como tardes de infância, outras ásperas como despedidas que ainda ecoam. Mas todas carregam o perfume daquilo que fui… e, de algum modo, ainda sou.

Dizem que meus passos ficaram mais lentos. Talvez. Mas não é o corpo que diminuiu o ritmo — é a minha alma que escolheu saborear o caminho. Já não corro atrás do horizonte; eu me sento diante dele. E, nesse gesto simples, descobri que viver nunca foi chegar, mas contemplar.

Hoje vejo que há uma beleza secreta no tempo quando ele deixa de ser promessa e se torna revelação. Minhas rugas, que um dia temi, são mapas. Trilhas desenhadas pelo riso, pela dor, pelos silêncios que carreguei quando não havia palavras suficientes. Cada linha no meu rosto é uma história que insistiu em permanecer.

E então, como numa noite limpa, as estrelas começaram a surgir dentro de mim. São os nomes que ainda guardo, os afetos que resistiram ao esquecimento, os gestos pequenos que, de repente, ganharam grandeza. Percebo agora: o tempo não apagou minha luz — apenas a suavizou, para que eu pudesse enxergar melhor.

Sinto também uma leveza que não conhecia. Como se, aos poucos, eu estivesse devolvendo ao mundo aquilo que nunca foi realmente meu: a necessidade de agradar, o medo de errar, a urgência de ser algo para alguém. Resto eu — inteiro, imperfeito, verdadeiro. E, surpreendentemente, isso basta.

Quando eu era mais jovem, perguntava ao futuro o que faria da minha vida. Hoje, já não pergunto. Eu reconheço. Sei que a vida não se desenha com planos exatos, mas com encontros, perdas e recomeços que ninguém previu. E no fim, o que permanece não são os feitos grandiosos, mas os instantes em que fui profundamente humano.

Há uma ternura nova em olhar para trás sem ressentimento. Não porque tudo tenha sido perfeito, mas porque tudo foi necessário. Até as dores — talvez principalmente elas — moldaram o que hoje pulsa em mim com mais calma e mais verdade.

E quando o entardecer chega — porque ele chega — já não o vejo como fim. É apenas uma mudança de luz. O sol se inclina, mas não desaparece: ele se espalha em cores que só existem nesse momento. É o tempo me dizendo, com delicadeza, que há beleza também em partir.

Envelhecer, descobri, não é perder. É aprender que nada se perde quando se vive com sentido. O amor permanece, mesmo quando muda de forma. As lembranças aquecem, mesmo quando o corpo esfria. E a vida, essa velha artesã, continua trabalhando em silêncio, lapidando em mim aquilo que o tempo jamais poderá levar.

No fim, compreendo algo simples e profundo: eu não fui feito para durar — fui feito para marcar. E aquilo que marquei, invisível aos olhos, é o que verdadeiramente permanece.

As Rugas da Minha Alma: Memórias que o Tempo Não Apagou

 

 

Há um instante na minha vida em que o relógio deixou de ser um tirano e passou a ser um companheiro silencioso. Ele já não me cobra — apenas me observa. E eu, pela primeira vez, aprendi a observá-lo de volta.

Envelhecer, para mim, tem sido como abrir uma janela que sempre esteve ali, mas que só agora tive coragem de escancarar. O vento que entra não traz pressa — traz lembranças. Algumas doces como tardes de infância, outras ásperas como despedidas que ainda ecoam. Mas todas carregam o perfume daquilo que fui… e, de algum modo, ainda sou.

Dizem que meus passos ficaram mais lentos. Talvez. Mas não é o corpo que diminuiu o ritmo — é a minha alma que escolheu saborear o caminho. Já não corro atrás do horizonte; eu me sento diante dele. E, nesse gesto simples, descobri que viver nunca foi chegar, mas contemplar.

Hoje vejo que há uma beleza secreta no tempo quando ele deixa de ser promessa e se torna revelação. Minhas rugas, que um dia temi, são mapas. Trilhas desenhadas pelo riso, pela dor, pelos silêncios que carreguei quando não havia palavras suficientes. Cada linha no meu rosto é uma história que insistiu em permanecer.

E então, como numa noite limpa, as estrelas começaram a surgir dentro de mim. São os nomes que ainda guardo, os afetos que resistiram ao esquecimento, os gestos pequenos que, de repente, ganharam grandeza. Percebo agora: o tempo não apagou minha luz — apenas a suavizou, para que eu pudesse enxergar melhor.

Sinto também uma leveza que não conhecia. Como se, aos poucos, eu estivesse devolvendo ao mundo aquilo que nunca foi realmente meu: a necessidade de agradar, o medo de errar, a urgência de ser algo para alguém. Resto eu — inteiro, imperfeito, verdadeiro. E, surpreendentemente, isso basta.

Quando eu era mais jovem, perguntava ao futuro o que faria da minha vida. Hoje, já não pergunto. Eu reconheço. Sei que a vida não se desenha com planos exatos, mas com encontros, perdas e recomeços que ninguém previu. E no fim, o que permanece não são os feitos grandiosos, mas os instantes em que fui profundamente humano.

Há uma ternura nova em olhar para trás sem ressentimento. Não porque tudo tenha sido perfeito, mas porque tudo foi necessário. Até as dores — talvez principalmente elas — moldaram o que hoje pulsa em mim com mais calma e mais verdade.

E quando o entardecer chega — porque ele chega — já não o vejo como fim. É apenas uma mudança de luz. O sol se inclina, mas não desaparece: ele se espalha em cores que só existem nesse momento. É o tempo me dizendo, com delicadeza, que há beleza também em partir.

Envelhecer, descobri, não é perder. É aprender que nada se perde quando se vive com sentido. O amor permanece, mesmo quando muda de forma. As lembranças aquecem, mesmo quando o corpo esfria. E a vida, essa velha artesã, continua trabalhando em silêncio, lapidando em mim aquilo que o tempo jamais poderá levar.

No fim, compreendo algo simples e profundo: eu não fui feito para durar — fui feito para marcar. E aquilo que marquei, invisível aos olhos, é o que verdadeiramente permanece.

Ex-candidata ao Miss Cosmo Bahia é jogada de apartamento e morre

A morte de Ana Luiza Mateus, de 29 anos, está sendo investigada pelas autoridades após o registro de uma ocorrência na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, na manhã do dia 22.

De acordo com as informações iniciais, a vítima foi encontrada sem vida após uma queda do 13º andar de um prédio residencial. O atendimento foi realizado por equipes acionadas ao local, onde também foram iniciados os procedimentos periciais.

O companheiro da jovem foi preso em flagrante e é apontado como suspeito no caso, que está sendo tratado no âmbito de investigação por feminicídio. A apuração está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, que conduz a coleta de depoimentos e a análise das evidências.

Relatos colhidos indicam que houve uma discussão entre o casal durante a noite anterior ao ocorrido. Esses elementos integram o conjunto de informações consideradas na investigação, que busca esclarecer as circunstâncias e a dinâmica do caso.

Natural de Teixeira de Freitas, Ana Luiza Mateus teve sua trajetória registrada também em eventos de representação, incluindo participação em concursos de beleza no estado da Bahia.

O caso segue em andamento, com acompanhamento das autoridades competentes até a conclusão dos procedimentos investigativos e judiciais.

Maria Clara

Ex-candidata ao Miss Cosmo Bahia é jogada de apartamento e morre

A morte de Ana Luiza Mateus, de 29 anos, está sendo investigada pelas autoridades após o registro de uma ocorrência na Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, na manhã do dia 22.

De acordo com as informações iniciais, a vítima foi encontrada sem vida após uma queda do 13º andar de um prédio residencial. O atendimento foi realizado por equipes acionadas ao local, onde também foram iniciados os procedimentos periciais.

O companheiro da jovem foi preso em flagrante e é apontado como suspeito no caso, que está sendo tratado no âmbito de investigação por feminicídio. A apuração está sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital, que conduz a coleta de depoimentos e a análise das evidências.

Relatos colhidos indicam que houve uma discussão entre o casal durante a noite anterior ao ocorrido. Esses elementos integram o conjunto de informações consideradas na investigação, que busca esclarecer as circunstâncias e a dinâmica do caso.

Natural de Teixeira de Freitas, Ana Luiza Mateus teve sua trajetória registrada também em eventos de representação, incluindo participação em concursos de beleza no estado da Bahia.

O caso segue em andamento, com acompanhamento das autoridades competentes até a conclusão dos procedimentos investigativos e judiciais.

Maria Clara

MANIFESTAÇÃO INTERDITA TRECHO DA AVENIDA OTÁVIO SANTOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma manifestação registrada na manhã desta quarta-feira, 22, provocou a interdição parcial de um trecho da Avenida Otávio Santos, no bairro Recreio, em Vitória da Conquista. O ato ocorreu nas proximidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua, localizado ao lado da Biblioteca Municipal.

Durante a mobilização, os participantes apresentaram como principal pauta a solicitação de realocação do serviço, apontando impactos percebidos na dinâmica da região. O protesto incluiu o uso de cartazes e bloqueio parcial da via, o que resultou em alterações no fluxo de veículos ao longo da manhã.

Segundo relatos mencionados pelos manifestantes, episódios recentes envolvendo danos a veículos na área contribuíram para o aumento da insatisfação e para a organização do ato. Essas ocorrências passaram a integrar o contexto apresentado pelos participantes durante a manifestação.

A iniciativa também direciona pedidos ao poder público municipal, responsável pela gestão do serviço, no sentido de avaliar a situação e adotar medidas dentro dos parâmetros administrativos.

O caso se insere no conjunto de registros de manifestações urbanas, que fazem parte da dinâmica da sociedade e da democracia no Brasil, envolvendo a relação entre serviços públicos, espaço urbano e participação social.

A situação segue sendo acompanhada pelas autoridades, com possíveis desdobramentos a partir do diálogo entre os envolvidos.

Maria Clara

MANIFESTAÇÃO INTERDITA TRECHO DA AVENIDA OTÁVIO SANTOS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma manifestação registrada na manhã desta quarta-feira, 22, provocou a interdição parcial de um trecho da Avenida Otávio Santos, no bairro Recreio, em Vitória da Conquista. O ato ocorreu nas proximidades do Centro de Referência Especializado para População em Situação de Rua, localizado ao lado da Biblioteca Municipal.

Durante a mobilização, os participantes apresentaram como principal pauta a solicitação de realocação do serviço, apontando impactos percebidos na dinâmica da região. O protesto incluiu o uso de cartazes e bloqueio parcial da via, o que resultou em alterações no fluxo de veículos ao longo da manhã.

Segundo relatos mencionados pelos manifestantes, episódios recentes envolvendo danos a veículos na área contribuíram para o aumento da insatisfação e para a organização do ato. Essas ocorrências passaram a integrar o contexto apresentado pelos participantes durante a manifestação.

A iniciativa também direciona pedidos ao poder público municipal, responsável pela gestão do serviço, no sentido de avaliar a situação e adotar medidas dentro dos parâmetros administrativos.

O caso se insere no conjunto de registros de manifestações urbanas, que fazem parte da dinâmica da sociedade e da democracia no Brasil, envolvendo a relação entre serviços públicos, espaço urbano e participação social.

A situação segue sendo acompanhada pelas autoridades, com possíveis desdobramentos a partir do diálogo entre os envolvidos.

Maria Clara

OCORRÊNCIA ENVOLVENDO ADOLESCENTE É APURADA PELA POLÍCIA CIVIL EM MACARANI

Uma ocorrência registrada na madrugada desta quarta-feira, 22, no município de Macarani, está sendo investigada pelas autoridades após a morte de Gustavo Silva Oliveira, de 23 anos.

De acordo com as informações iniciais, uma adolescente de 17 anos foi conduzida à delegacia após relatar que o episódio ocorreu durante uma discussão em ambiente doméstico. Segundo o depoimento apresentado, a situação evoluiu para confronto físico, momento em que foi utilizado um objeto perfurocortante.

A vítima não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado no local. O instrumento utilizado foi apreendido pela polícia e integra o conjunto de elementos que serão analisados no curso da investigação.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para a realização dos exames periciais. A Polícia Civil da Bahia instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso, incluindo a dinâmica dos fatos e os elementos apresentados.

A adolescente permanece à disposição da autoridade competente, acompanhada por responsável legal, conforme os procedimentos previstos na legislação.

O caso segue em investigação, com análise técnica e coleta de depoimentos, até a conclusão dos trâmites legais.

Maria Clara

OCORRÊNCIA ENVOLVENDO ADOLESCENTE É APURADA PELA POLÍCIA CIVIL EM MACARANI

Uma ocorrência registrada na madrugada desta quarta-feira, 22, no município de Macarani, está sendo investigada pelas autoridades após a morte de Gustavo Silva Oliveira, de 23 anos.

De acordo com as informações iniciais, uma adolescente de 17 anos foi conduzida à delegacia após relatar que o episódio ocorreu durante uma discussão em ambiente doméstico. Segundo o depoimento apresentado, a situação evoluiu para confronto físico, momento em que foi utilizado um objeto perfurocortante.

A vítima não resistiu aos ferimentos e teve o óbito constatado no local. O instrumento utilizado foi apreendido pela polícia e integra o conjunto de elementos que serão analisados no curso da investigação.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para a realização dos exames periciais. A Polícia Civil da Bahia instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do caso, incluindo a dinâmica dos fatos e os elementos apresentados.

A adolescente permanece à disposição da autoridade competente, acompanhada por responsável legal, conforme os procedimentos previstos na legislação.

O caso segue em investigação, com análise técnica e coleta de depoimentos, até a conclusão dos trâmites legais.

Maria Clara

TENTATIVA DE HOMICÍDIO EM ESTABELECIMENTO COMERCIAL É INVESTIGADA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma ocorrência registrada no dia 15 de abril, no Centro de Vitória da Conquista, está sendo apurada pelas autoridades após um empresário ter sido vítima de tentativa de homicídio dentro do próprio local de trabalho, uma ótica situada na Rua Leonídio Oliveira.

De acordo com informações constantes em boletim de ocorrência, o fato aconteceu por volta das 15h30. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima, identificada como Gilberto de Jesus Libarino, e realiza a agressão utilizando um objeto.

A vítima foi socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar, onde recebeu atendimento médico. Segundo as informações disponíveis, seu estado de saúde é estável e não há risco imediato.

A motivação do ocorrido, conforme relatos iniciais, pode estar relacionada a uma cobrança de dívida, hipótese que está sendo considerada no curso da investigação. O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil da Bahia, que realiza diligências para identificar e localizar o autor, além de esclarecer as circunstâncias do episódio.

A ocorrência integra os registros em análise no município, com acompanhamento das autoridades competentes conforme os procedimentos legais.

Maria Clara

TENTATIVA DE HOMICÍDIO EM ESTABELECIMENTO COMERCIAL É INVESTIGADA EM VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma ocorrência registrada no dia 15 de abril, no Centro de Vitória da Conquista, está sendo apurada pelas autoridades após um empresário ter sido vítima de tentativa de homicídio dentro do próprio local de trabalho, uma ótica situada na Rua Leonídio Oliveira.

De acordo com informações constantes em boletim de ocorrência, o fato aconteceu por volta das 15h30. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que o suspeito se aproxima da vítima, identificada como Gilberto de Jesus Libarino, e realiza a agressão utilizando um objeto.

A vítima foi socorrida e encaminhada a uma unidade hospitalar, onde recebeu atendimento médico. Segundo as informações disponíveis, seu estado de saúde é estável e não há risco imediato.

A motivação do ocorrido, conforme relatos iniciais, pode estar relacionada a uma cobrança de dívida, hipótese que está sendo considerada no curso da investigação. O caso está sob responsabilidade da Polícia Civil da Bahia, que realiza diligências para identificar e localizar o autor, além de esclarecer as circunstâncias do episódio.

A ocorrência integra os registros em análise no município, com acompanhamento das autoridades competentes conforme os procedimentos legais.

Maria Clara

GUARDA MUNICIPAL REALIZA RESGATE DE JIBÓIA NA ZONA RURAL DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma ocorrência registrada na zona rural de Vitória da Conquista mobilizou o Grupamento Ambiental da Guarda Municipal após o acionamento de moradores da localidade de Santa Marta, na região da Goiabeira II.

De acordo com as informações, uma jibóia foi encontrada na entrada de uma residência, o que levou os moradores a solicitarem apoio especializado para a retirada do animal, evitando qualquer risco.

A equipe realizou o resgate de forma segura, seguindo os procedimentos adequados para manejo de fauna silvestre. Após a captura, o animal foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, onde passará por avaliação técnica.

Posteriormente, a serpente deverá ser devolvida ao seu habitat natural, conforme orientação dos órgãos ambientais responsáveis.

A Guarda Municipal reforça que, em situações semelhantes, a população deve evitar qualquer tentativa de captura por conta própria e acionar os órgãos competentes, garantindo a segurança das pessoas e a preservação da fauna.

Maria Clara

GUARDA MUNICIPAL REALIZA RESGATE DE JIBÓIA NA ZONA RURAL DE VITÓRIA DA CONQUISTA

Uma ocorrência registrada na zona rural de Vitória da Conquista mobilizou o Grupamento Ambiental da Guarda Municipal após o acionamento de moradores da localidade de Santa Marta, na região da Goiabeira II.

De acordo com as informações, uma jibóia foi encontrada na entrada de uma residência, o que levou os moradores a solicitarem apoio especializado para a retirada do animal, evitando qualquer risco.

A equipe realizou o resgate de forma segura, seguindo os procedimentos adequados para manejo de fauna silvestre. Após a captura, o animal foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres, onde passará por avaliação técnica.

Posteriormente, a serpente deverá ser devolvida ao seu habitat natural, conforme orientação dos órgãos ambientais responsáveis.

A Guarda Municipal reforça que, em situações semelhantes, a população deve evitar qualquer tentativa de captura por conta própria e acionar os órgãos competentes, garantindo a segurança das pessoas e a preservação da fauna.

Maria Clara