Política e Resenha

Fila na Madrugada, Frio Cortante e Garoa Fina: O Que Levou Centenas ao SAC Móvel em Conquista?

Uma manhã fria de segunda-feira marcou o início da semana em Vitória da Conquista com uma cena que chamou a atenção de quem passou pela Avenida Brumado: uma longa fila se formando ainda cedo em direção ao Centro Cultural Glauber Rocha.

Sob uma garoa fina e temperaturas baixas para os padrões da chamada “Suíça Baiana”, dezenas de pessoas aguardavam atendimento na unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão em sua versão itinerante, o conhecido SAC Móvel.

A carreta permanece na cidade ao longo desta semana com a finalidade de atender à demanda crescente por serviços essenciais de documentação e regularização. A procura expressiva evidencia a importância do equipamento público como instrumento de acesso à cidadania, especialmente em períodos de maior necessidade por emissão de documentos, atualização cadastral e outros atendimentos administrativos.

As senhas são distribuídas sempre pela manhã, estratégia adotada para organizar o fluxo e garantir que o atendimento ocorra de forma ordenada ao longo do dia. A medida tem como objetivo evitar aglomerações desnecessárias e assegurar que todos os cidadãos contemplados com senha sejam atendidos dentro da capacidade operacional da unidade móvel.

Mesmo diante do frio intenso e da garoa persistente, a população compareceu em número significativo. Muitos chegaram ainda nas primeiras horas do dia, reforçando a relevância do serviço para quem depende da regularização documental para resolver pendências pessoais, profissionais ou acadêmicas.

A presença do SAC Móvel na cidade integra a política de descentralização dos serviços públicos estaduais, levando atendimento a diferentes regiões e ampliando o alcance das ações administrativas. Para municípios de porte médio e regiões com grande fluxo populacional, como Vitória da Conquista, a iniciativa representa um reforço temporário à rede de atendimento tradicional.

Durante esta semana, a expectativa é de que centenas de pessoas passem pela unidade instalada no Centro Cultural Glauber Rocha. A orientação para os interessados é comparecer nas primeiras horas da manhã, atentos à distribuição das senhas, que organiza o acesso aos serviços oferecidos.

A cena registrada nesta segunda-feira traduz não apenas o frio típico do inverno conquistense, mas também a busca constante da população por regularização e acesso a direitos básicos. A fila, apesar do desconforto climático, revela a importância de serviços públicos acessíveis e itinerantes para atender às necessidades da comunidade.

(Maria Clara)

Fila na Madrugada, Frio Cortante e Garoa Fina: O Que Levou Centenas ao SAC Móvel em Conquista?

Uma manhã fria de segunda-feira marcou o início da semana em Vitória da Conquista com uma cena que chamou a atenção de quem passou pela Avenida Brumado: uma longa fila se formando ainda cedo em direção ao Centro Cultural Glauber Rocha.

Sob uma garoa fina e temperaturas baixas para os padrões da chamada “Suíça Baiana”, dezenas de pessoas aguardavam atendimento na unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão em sua versão itinerante, o conhecido SAC Móvel.

A carreta permanece na cidade ao longo desta semana com a finalidade de atender à demanda crescente por serviços essenciais de documentação e regularização. A procura expressiva evidencia a importância do equipamento público como instrumento de acesso à cidadania, especialmente em períodos de maior necessidade por emissão de documentos, atualização cadastral e outros atendimentos administrativos.

As senhas são distribuídas sempre pela manhã, estratégia adotada para organizar o fluxo e garantir que o atendimento ocorra de forma ordenada ao longo do dia. A medida tem como objetivo evitar aglomerações desnecessárias e assegurar que todos os cidadãos contemplados com senha sejam atendidos dentro da capacidade operacional da unidade móvel.

Mesmo diante do frio intenso e da garoa persistente, a população compareceu em número significativo. Muitos chegaram ainda nas primeiras horas do dia, reforçando a relevância do serviço para quem depende da regularização documental para resolver pendências pessoais, profissionais ou acadêmicas.

A presença do SAC Móvel na cidade integra a política de descentralização dos serviços públicos estaduais, levando atendimento a diferentes regiões e ampliando o alcance das ações administrativas. Para municípios de porte médio e regiões com grande fluxo populacional, como Vitória da Conquista, a iniciativa representa um reforço temporário à rede de atendimento tradicional.

Durante esta semana, a expectativa é de que centenas de pessoas passem pela unidade instalada no Centro Cultural Glauber Rocha. A orientação para os interessados é comparecer nas primeiras horas da manhã, atentos à distribuição das senhas, que organiza o acesso aos serviços oferecidos.

A cena registrada nesta segunda-feira traduz não apenas o frio típico do inverno conquistense, mas também a busca constante da população por regularização e acesso a direitos básicos. A fila, apesar do desconforto climático, revela a importância de serviços públicos acessíveis e itinerantes para atender às necessidades da comunidade.

(Maria Clara)

PRISÃO DISCRETA EM BAIRRO DE CONQUISTA REVELA FORÇA DA INTEGRAÇÃO ENTRE ESTADOS

Vitória da Conquista amanheceu com mais um capítulo da rotina de enfrentamento à criminalidade. Durante patrulhamento no bairro Brasil, uma guarnição do Esquadrão Falcão cumpriu mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

A ação ocorreu de forma objetiva e dentro dos protocolos operacionais. O indivíduo foi abordado e, após verificação no sistema, constatou-se a existência de mandado judicial em aberto. A identidade e o crime que motivaram a ordem de prisão não foram divulgados pelas autoridades, preservando os trâmites legais e o andamento processual.

O cumprimento da decisão judicial reforça a cooperação entre as forças de segurança de diferentes estados. A articulação entre a Polícia Militar da Bahia (PMBA) e o sistema judiciário paulista evidencia como a integração interestadual tem se tornado um instrumento estratégico no combate à criminalidade.

Após a confirmação do mandado, o suspeito foi encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Vitória da Conquista, onde foram adotadas as medidas cabíveis conforme determina a legislação.

A operação também demonstra a importância do patrulhamento preventivo e da checagem constante de informações em tempo real, ferramentas que ampliam a eficácia das ações policiais e contribuem para a manutenção da ordem pública.

Seguimos acompanhando a movimentação policial neste início de semana, atentos aos desdobramentos e às informações oficiais que possam ser divulgadas.

(Maria Clara)

PRISÃO DISCRETA EM BAIRRO DE CONQUISTA REVELA FORÇA DA INTEGRAÇÃO ENTRE ESTADOS

Vitória da Conquista amanheceu com mais um capítulo da rotina de enfrentamento à criminalidade. Durante patrulhamento no bairro Brasil, uma guarnição do Esquadrão Falcão cumpriu mandado de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.

A ação ocorreu de forma objetiva e dentro dos protocolos operacionais. O indivíduo foi abordado e, após verificação no sistema, constatou-se a existência de mandado judicial em aberto. A identidade e o crime que motivaram a ordem de prisão não foram divulgados pelas autoridades, preservando os trâmites legais e o andamento processual.

O cumprimento da decisão judicial reforça a cooperação entre as forças de segurança de diferentes estados. A articulação entre a Polícia Militar da Bahia (PMBA) e o sistema judiciário paulista evidencia como a integração interestadual tem se tornado um instrumento estratégico no combate à criminalidade.

Após a confirmação do mandado, o suspeito foi encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep) de Vitória da Conquista, onde foram adotadas as medidas cabíveis conforme determina a legislação.

A operação também demonstra a importância do patrulhamento preventivo e da checagem constante de informações em tempo real, ferramentas que ampliam a eficácia das ações policiais e contribuem para a manutenção da ordem pública.

Seguimos acompanhando a movimentação policial neste início de semana, atentos aos desdobramentos e às informações oficiais que possam ser divulgadas.

(Maria Clara)

TRAVESSIA INTERROMPIDA: O SEGUNDO DECISIVO QUE PAROU A BR-116 EM PLANALTO

Screenshot

Um acidente registrado na tarde desta segunda-feira (23) reacendeu o debate sobre segurança viária em trechos urbanos de rodovias federais. Um pedestre foi atropelado enquanto tentava atravessar um trecho da BR-116 que corta o município de Planalto.

As imagens captadas por uma câmera de segurança mostram o momento em que a vítima observa o fluxo intenso de caminhões e carretas antes de iniciar a travessia. O trecho, conhecido pelo movimento constante de veículos pesados, apresentava tráfego significativo no instante do ocorrido.

Ao alcançar o meio da pista, o pedestre foi atingido por uma carreta. O motorista tentou frear e acionou a buzina na tentativa de evitar o impacto, mas não conseguiu impedir a colisão. Com a força do choque, a vítima foi parar embaixo do veículo.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do pedestre.

A BR-116 é uma das principais rodovias do país, responsável por ligar importantes regiões econômicas e registrar grande volume de tráfego diariamente. Em municípios cortados por esse eixo rodoviário, como Planalto, a convivência entre fluxo urbano e trânsito pesado impõe desafios constantes à mobilidade e à segurança.

Especialistas em trânsito destacam que travessias em rodovias federais exigem atenção redobrada, especialmente em pontos sem passarelas ou sinalização específica para pedestres. O episódio reforça a importância de medidas preventivas, planejamento urbano e conscientização de condutores e pedestres para reduzir riscos em áreas de grande circulação.

O caso segue sob apuração das autoridades competentes.

(maria clara)

TRAVESSIA INTERROMPIDA: O SEGUNDO DECISIVO QUE PAROU A BR-116 EM PLANALTO

Screenshot

Um acidente registrado na tarde desta segunda-feira (23) reacendeu o debate sobre segurança viária em trechos urbanos de rodovias federais. Um pedestre foi atropelado enquanto tentava atravessar um trecho da BR-116 que corta o município de Planalto.

As imagens captadas por uma câmera de segurança mostram o momento em que a vítima observa o fluxo intenso de caminhões e carretas antes de iniciar a travessia. O trecho, conhecido pelo movimento constante de veículos pesados, apresentava tráfego significativo no instante do ocorrido.

Ao alcançar o meio da pista, o pedestre foi atingido por uma carreta. O motorista tentou frear e acionou a buzina na tentativa de evitar o impacto, mas não conseguiu impedir a colisão. Com a força do choque, a vítima foi parar embaixo do veículo.

Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais sobre o estado de saúde do pedestre.

A BR-116 é uma das principais rodovias do país, responsável por ligar importantes regiões econômicas e registrar grande volume de tráfego diariamente. Em municípios cortados por esse eixo rodoviário, como Planalto, a convivência entre fluxo urbano e trânsito pesado impõe desafios constantes à mobilidade e à segurança.

Especialistas em trânsito destacam que travessias em rodovias federais exigem atenção redobrada, especialmente em pontos sem passarelas ou sinalização específica para pedestres. O episódio reforça a importância de medidas preventivas, planejamento urbano e conscientização de condutores e pedestres para reduzir riscos em áreas de grande circulação.

O caso segue sob apuração das autoridades competentes.

(maria clara)

Vitória da Conquista: Prisão Preventiva Esclarece Roubo no Boa Vista e Reforça Combate a Crimes Patrimoniais

A manhã desta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, foi marcada por mais um desdobramento relevante na área da segurança pública em Vitória da Conquista. A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/DEIC), cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem de 39 anos investigado por roubo qualificado ocorrido em dezembro de 2025, no bairro Boa Vista.

📍 Vitória da Conquista e o Bairro Boa Vista

A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da comarca de Vitória da Conquista, com base em investigação conduzida pela Polícia Civil da Bahia, através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC).

O caso

De acordo com as informações apuradas no Inquérito Policial, o crime ocorreu em 16 de dezembro de 2025, no Loteamento Porto Seguro, bairro Boa Vista. Segundo as investigações, o suspeito teria se apresentado como funcionário da Embasa, vestindo camisa de empresa terceirizada, para ter acesso à residência.

Munido de arma branca, o investigado rendeu e amarrou a babá da família, subtraindo um aparelho celular modelo Samsung S24 e tentando levar cofres que continham joias e dinheiro. No momento da ação, havia um bebê na residência, que não sofreu qualquer ferimento.

Elementos da investigação

As diligências realizadas pela equipe especializada incluíram análise de imagens de circuito de vigilância e coleta de vestígios encontrados no local. Entre os materiais apreendidos estavam roupas utilizadas na ação e um caderno pertencente a familiares do investigado.

Durante interrogatório formal, o homem confessou o crime. Informou que fazia uso de drogas à época e que tinha conhecimento sobre a existência das joias em razão de informações relacionadas a uma familiar que trabalhava na localidade. Conforme registrado, não houve participação dessa pessoa no delito.

Consta ainda que o investigado responde por outros crimes patrimoniais no Estado de São Paulo. Diante dos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, posteriormente deferida pelo Poder Judiciário.

Cumprimento do mandado

O suspeito foi localizado no Distrito de Dantilândia, também em Vitória da Conquista. Após o cumprimento da ordem judicial, foi conduzido à unidade policial para as formalidades legais e colocado à disposição da Justiça. A ocorrência foi registrada sob o Boletim nº 00147177/2026.

A prisão preventiva, conforme fundamentado no curso da investigação, tem como objetivo resguardar a ordem pública, assegurar a instrução criminal e garantir a aplicação da lei penal.

Segurança pública e continuidade das ações

A atuação da DRFR/DEIC integra o trabalho contínuo da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes patrimoniais em Vitória da Conquista. A elucidação do caso e o cumprimento do mandado demonstram a integração entre investigação técnica, coleta de provas e decisão judicial, pilares do sistema de justiça criminal.

O episódio reforça a importância do registro de ocorrências, da colaboração da população e do investimento em mecanismos de investigação como o uso de imagens de vigilância, que têm sido cada vez mais relevantes na identificação de autores de delitos.

(maria clara)

Vitória da Conquista: Prisão Preventiva Esclarece Roubo no Boa Vista e Reforça Combate a Crimes Patrimoniais

A manhã desta segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026, foi marcada por mais um desdobramento relevante na área da segurança pública em Vitória da Conquista. A Polícia Civil da Bahia, por meio da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR/DEIC), cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem de 39 anos investigado por roubo qualificado ocorrido em dezembro de 2025, no bairro Boa Vista.

📍 Vitória da Conquista e o Bairro Boa Vista

A ordem judicial foi expedida pela 1ª Vara Criminal da comarca de Vitória da Conquista, com base em investigação conduzida pela Polícia Civil da Bahia, através da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos, unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC).

O caso

De acordo com as informações apuradas no Inquérito Policial, o crime ocorreu em 16 de dezembro de 2025, no Loteamento Porto Seguro, bairro Boa Vista. Segundo as investigações, o suspeito teria se apresentado como funcionário da Embasa, vestindo camisa de empresa terceirizada, para ter acesso à residência.

Munido de arma branca, o investigado rendeu e amarrou a babá da família, subtraindo um aparelho celular modelo Samsung S24 e tentando levar cofres que continham joias e dinheiro. No momento da ação, havia um bebê na residência, que não sofreu qualquer ferimento.

Elementos da investigação

As diligências realizadas pela equipe especializada incluíram análise de imagens de circuito de vigilância e coleta de vestígios encontrados no local. Entre os materiais apreendidos estavam roupas utilizadas na ação e um caderno pertencente a familiares do investigado.

Durante interrogatório formal, o homem confessou o crime. Informou que fazia uso de drogas à época e que tinha conhecimento sobre a existência das joias em razão de informações relacionadas a uma familiar que trabalhava na localidade. Conforme registrado, não houve participação dessa pessoa no delito.

Consta ainda que o investigado responde por outros crimes patrimoniais no Estado de São Paulo. Diante dos elementos reunidos, a autoridade policial representou pela prisão preventiva, posteriormente deferida pelo Poder Judiciário.

Cumprimento do mandado

O suspeito foi localizado no Distrito de Dantilândia, também em Vitória da Conquista. Após o cumprimento da ordem judicial, foi conduzido à unidade policial para as formalidades legais e colocado à disposição da Justiça. A ocorrência foi registrada sob o Boletim nº 00147177/2026.

A prisão preventiva, conforme fundamentado no curso da investigação, tem como objetivo resguardar a ordem pública, assegurar a instrução criminal e garantir a aplicação da lei penal.

Segurança pública e continuidade das ações

A atuação da DRFR/DEIC integra o trabalho contínuo da Polícia Civil no enfrentamento aos crimes patrimoniais em Vitória da Conquista. A elucidação do caso e o cumprimento do mandado demonstram a integração entre investigação técnica, coleta de provas e decisão judicial, pilares do sistema de justiça criminal.

O episódio reforça a importância do registro de ocorrências, da colaboração da população e do investimento em mecanismos de investigação como o uso de imagens de vigilância, que têm sido cada vez mais relevantes na identificação de autores de delitos.

(maria clara)

PRF divulga novas informações sobre ônibus com destino a Vitória da Conquista: 8 vitimas apos tombamento na BR 116

A madrugada desta segunda-feira (23) foi marcada por momentos de apreensão na BR-116, uma das principais rodovias do país. Um ônibus da empresa Rota, que fazia a linha Salvador–Vitória da Conquista, tombou no Km 597, no trecho que corta o município de Irajuba, no interior da Bahia.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 3h da manhã e provocou a interdição total da pista até as 9h20. Durante esse período, o tráfego ficou completamente bloqueado para o trabalho das equipes de atendimento e para garantir a segurança dos usuários da rodovia.

O coletivo transportava passageiros no momento do tombamento. Ao todo, oito pessoas ficaram feridas. Segundo a PRF, sete vítimas apresentaram lesões leves, enquanto uma foi classificada em estado grave. Todas receberam atendimento conforme os protocolos de emergência adotados para ocorrências dessa natureza.

Equipes da PRF atuaram no controle do fluxo de veículos, na sinalização da via e na organização do atendimento à ocorrência. A liberação do trecho ocorreu após a retirada do veículo e a normalização das condições de segurança da pista.

As circunstâncias que levaram ao tombamento seguem sendo apuradas. A BR-116 é considerada um dos corredores rodoviários mais movimentados do Brasil, conectando importantes cidades e desempenhando papel estratégico no transporte de passageiros e cargas.

O episódio reforça a importância da atenção constante às condições de tráfego, manutenção dos veículos e monitoramento das rodovias federais, especialmente em deslocamentos noturnos, quando a visibilidade e o fluxo variam significativamente.

Novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades competentes à medida que as investigações avancem.

(Maria Clara)

PRF divulga novas informações sobre ônibus com destino a Vitória da Conquista: 8 vitimas apos tombamento na BR 116

A madrugada desta segunda-feira (23) foi marcada por momentos de apreensão na BR-116, uma das principais rodovias do país. Um ônibus da empresa Rota, que fazia a linha Salvador–Vitória da Conquista, tombou no Km 597, no trecho que corta o município de Irajuba, no interior da Bahia.

De acordo com informações divulgadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu por volta das 3h da manhã e provocou a interdição total da pista até as 9h20. Durante esse período, o tráfego ficou completamente bloqueado para o trabalho das equipes de atendimento e para garantir a segurança dos usuários da rodovia.

O coletivo transportava passageiros no momento do tombamento. Ao todo, oito pessoas ficaram feridas. Segundo a PRF, sete vítimas apresentaram lesões leves, enquanto uma foi classificada em estado grave. Todas receberam atendimento conforme os protocolos de emergência adotados para ocorrências dessa natureza.

Equipes da PRF atuaram no controle do fluxo de veículos, na sinalização da via e na organização do atendimento à ocorrência. A liberação do trecho ocorreu após a retirada do veículo e a normalização das condições de segurança da pista.

As circunstâncias que levaram ao tombamento seguem sendo apuradas. A BR-116 é considerada um dos corredores rodoviários mais movimentados do Brasil, conectando importantes cidades e desempenhando papel estratégico no transporte de passageiros e cargas.

O episódio reforça a importância da atenção constante às condições de tráfego, manutenção dos veículos e monitoramento das rodovias federais, especialmente em deslocamentos noturnos, quando a visibilidade e o fluxo variam significativamente.

Novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades competentes à medida que as investigações avancem.

(Maria Clara)

ARTIGO – Estrada, Silêncios e Despedidas: o que aprendi ao me tornar sexagenário

 

 

Padre Carlos

 

A vida é uma estrada de encontros e desencontros. A frase parece simples, quase um clichê repetido em rodas de conversa ou legendas de redes sociais. Mas experimente atravessar seis décadas carregando memórias, fotografias amareladas, nomes que já não ligam mais — e você entenderá que não se trata de poesia barata. Trata-se de verdade humana.

Ao me tornar sexagenário, descobri algo que não se aprende na juventude: nem todo viajante veio para morar na nossa história.

Alguns chegam como tempestade de verão — intensos, barulhentos, inesquecíveis — e partem antes mesmo que a terra absorva a chuva. Outros se instalam discretamente, como brisa mansa, e quando percebemos já construíram raízes profundas no quintal da alma. E há aqueles raros… ah, os raros… que não são apenas personagens. São livro inteiro.

Com o tempo, fui compreendendo que as relações humanas são capítulos, parágrafos e, às vezes, simples notas de rodapé. Insisti onde deveria ter silenciado. Segurei mãos que já estavam escorregando. Tentei reconstruir pontes quando o outro já havia decidido atravessar outro rio.

E paguei o preço.

Não financeiro apenas. Emocional. Psicológico. Espiritual.

Porque quando não aceitamos que nem todos caminham na mesma jornada, criamos uma narrativa unilateral. E isso gera sofrimento.

Vivemos numa era de conexões digitais, redes sociais, inteligência artificial, comunicação instantânea — mas continuamos frágeis diante do abandono, da despedida, da indiferença. A tecnologia evoluiu. O coração humano, não.

A maturidade me ensinou que aceitar partidas é um ato de crescimento emocional. Não é frieza. Não é indiferença. É consciência.

Ninguém cruza o nosso caminho por acaso. Essa afirmação não é mística; é existencial. Cada encontro revela algo sobre nós mesmos: nossas carências, nossos limites, nossas ilusões e nossas grandezas. O outro funciona como espelho — às vezes límpido, às vezes distorcido.

O erro, no meu caso, foi confundir presença com permanência.

Há pessoas que vêm para ensinar, não para ficar. Vêm para provocar transformação, não estabilidade. São catalisadoras do nosso amadurecimento. E quando cumprem o papel, partem. Resistir a isso é como tentar segurar areia com as mãos fechadas: quanto mais força fazemos, mais rápido perdemos.

Descobrir isso depois dos sessenta não é derrota. É revelação.

A psicologia moderna fala sobre vínculos afetivos, desapego saudável, inteligência emocional. A espiritualidade fala sobre ciclos, propósito, missão. A experiência fala sobre cicatrizes.

E eu aprendi — às vezes com lágrimas — que o segredo não está em impedir que alguém vá embora. Está em saber quando insistir e quando deixar seguir.

Insistir, quando ainda há verdade.
Deixar seguir, quando só restou apego.

Essa é a diferença entre amor e dependência emocional.

A vida adulta, sobretudo na maturidade, exige coragem para reconhecer que nem todos que caminham ao nosso lado compartilham o mesmo destino. Alguns param antes. Outros pegam atalhos. Outros simplesmente escolhem outra estrada.

Aceitar isso também é crescer.

Há uma libertação silenciosa quando entendemos que não precisamos ser morada para todos. Somos pousada para muitos, casa para poucos. E isso não diminui nosso valor — define nossa lucidez.

Se há algo que posso afirmar com autoridade moral construída no tempo é isto: amadurecer é aprender a perder sem perder-se.

Aos que ficaram, gratidão.
Aos que partiram, aprendizado.
Aos que ainda virão, discernimento.

A estrada continua. E eu sigo, menos ingênuo, mais consciente, com o coração ainda capaz de amar — mas agora com a sabedoria de quem entende que encontros são provisórios, mas crescimento é permanente.

E se você, leitor, atravessa uma despedida neste momento, permita-me dizer: não é o fim da sua história. É apenas o fechamento de um capítulo.

E capítulos existem para que o livro continue.

Porque a vida, apesar de tudo, continua sendo uma estrada. E ainda há muito chão pela frente.

ARTIGO – Estrada, Silêncios e Despedidas: o que aprendi ao me tornar sexagenário

 

 

Padre Carlos

 

A vida é uma estrada de encontros e desencontros. A frase parece simples, quase um clichê repetido em rodas de conversa ou legendas de redes sociais. Mas experimente atravessar seis décadas carregando memórias, fotografias amareladas, nomes que já não ligam mais — e você entenderá que não se trata de poesia barata. Trata-se de verdade humana.

Ao me tornar sexagenário, descobri algo que não se aprende na juventude: nem todo viajante veio para morar na nossa história.

Alguns chegam como tempestade de verão — intensos, barulhentos, inesquecíveis — e partem antes mesmo que a terra absorva a chuva. Outros se instalam discretamente, como brisa mansa, e quando percebemos já construíram raízes profundas no quintal da alma. E há aqueles raros… ah, os raros… que não são apenas personagens. São livro inteiro.

Com o tempo, fui compreendendo que as relações humanas são capítulos, parágrafos e, às vezes, simples notas de rodapé. Insisti onde deveria ter silenciado. Segurei mãos que já estavam escorregando. Tentei reconstruir pontes quando o outro já havia decidido atravessar outro rio.

E paguei o preço.

Não financeiro apenas. Emocional. Psicológico. Espiritual.

Porque quando não aceitamos que nem todos caminham na mesma jornada, criamos uma narrativa unilateral. E isso gera sofrimento.

Vivemos numa era de conexões digitais, redes sociais, inteligência artificial, comunicação instantânea — mas continuamos frágeis diante do abandono, da despedida, da indiferença. A tecnologia evoluiu. O coração humano, não.

A maturidade me ensinou que aceitar partidas é um ato de crescimento emocional. Não é frieza. Não é indiferença. É consciência.

Ninguém cruza o nosso caminho por acaso. Essa afirmação não é mística; é existencial. Cada encontro revela algo sobre nós mesmos: nossas carências, nossos limites, nossas ilusões e nossas grandezas. O outro funciona como espelho — às vezes límpido, às vezes distorcido.

O erro, no meu caso, foi confundir presença com permanência.

Há pessoas que vêm para ensinar, não para ficar. Vêm para provocar transformação, não estabilidade. São catalisadoras do nosso amadurecimento. E quando cumprem o papel, partem. Resistir a isso é como tentar segurar areia com as mãos fechadas: quanto mais força fazemos, mais rápido perdemos.

Descobrir isso depois dos sessenta não é derrota. É revelação.

A psicologia moderna fala sobre vínculos afetivos, desapego saudável, inteligência emocional. A espiritualidade fala sobre ciclos, propósito, missão. A experiência fala sobre cicatrizes.

E eu aprendi — às vezes com lágrimas — que o segredo não está em impedir que alguém vá embora. Está em saber quando insistir e quando deixar seguir.

Insistir, quando ainda há verdade.
Deixar seguir, quando só restou apego.

Essa é a diferença entre amor e dependência emocional.

A vida adulta, sobretudo na maturidade, exige coragem para reconhecer que nem todos que caminham ao nosso lado compartilham o mesmo destino. Alguns param antes. Outros pegam atalhos. Outros simplesmente escolhem outra estrada.

Aceitar isso também é crescer.

Há uma libertação silenciosa quando entendemos que não precisamos ser morada para todos. Somos pousada para muitos, casa para poucos. E isso não diminui nosso valor — define nossa lucidez.

Se há algo que posso afirmar com autoridade moral construída no tempo é isto: amadurecer é aprender a perder sem perder-se.

Aos que ficaram, gratidão.
Aos que partiram, aprendizado.
Aos que ainda virão, discernimento.

A estrada continua. E eu sigo, menos ingênuo, mais consciente, com o coração ainda capaz de amar — mas agora com a sabedoria de quem entende que encontros são provisórios, mas crescimento é permanente.

E se você, leitor, atravessa uma despedida neste momento, permita-me dizer: não é o fim da sua história. É apenas o fechamento de um capítulo.

E capítulos existem para que o livro continue.

Porque a vida, apesar de tudo, continua sendo uma estrada. E ainda há muito chão pela frente.

ARTIGO – Fraternidade e Moradia: Quando Deus Bate à Porta das Periferias

 

Padre Carlos

 

Há palavras que aquecem.
Há palavras que incomodam.
E há palavras que nos obrigam a olhar nos olhos da realidade.

Moradia é uma dessas palavras.

Quando a Campanha da Fraternidade 2026 escolhe como tema “Fraternidade e Moradia”, ela não está apenas propondo reflexão religiosa. Está fazendo um diagnóstico social. Está tocando numa ferida aberta do Brasil: o direito à moradia digna, a desigualdade social, a crise habitacional, a população em situação de rua, as periferias esquecidas.

E está, sobretudo, fazendo uma pergunta que ecoa como um sino na consciência nacional:
Que país somos quando milhões não têm onde morar?

A moradia não é mercadoria.
É direito.
É dignidade.
É chão onde a esperança aprende a caminhar.

Uma casa não é apenas um teto. É o cheiro do café cedo. É o quarto onde uma criança sonha ser médica, engenheira, professora. É o lugar onde o trabalhador exausto encontra repouso. É o espaço onde a fé se ajoelha e a família se reúne.

Quando falta a casa, falta mais que parede. Falta identidade.

Nas grandes cidades brasileiras, a paisagem revela o contraste cruel: arranha-céus de vidro refletem o sol enquanto barracos de madeira enfrentam a chuva. Condomínios fechados convivem com comunidades sem saneamento básico. A precariedade habitacional nas periferias não é um detalhe urbano — é um sintoma de um modelo social que transformou o direito em produto e a necessidade em lucro.

A Campanha da Fraternidade não se limita a liturgias e discursos. Ela provoca ação concreta. E aqui está o ponto crucial: fraternidade exige movimento.

Não basta rezar pelo irmão que dorme na calçada.
É preciso perguntar por que ele está ali.
Não basta sentir compaixão.
É preciso discutir políticas públicas de habitação, planejamento urbano, programas sociais eficientes, combate à especulação imobiliária.

A Mensagem do Papa Leão XIV ao Brasil é clara ao afirmar a necessidade de iniciativas comunitárias e de políticas públicas que assegurem o direito à moradia. Não é ideologia. É Evangelho aplicado à realidade. É fé que se traduz em responsabilidade social.

“Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).

O lema bíblico não é poético apenas — é revolucionário. O Deus cristão não escolheu palácio. Escolheu habitação simples. Escolheu proximidade. Escolheu morar.

Se Deus fez da morada um gesto de amor, quem somos nós para transformar moradia em privilégio?

Aqui está o framing que precisamos assumir: o debate sobre moradia não é apenas econômico — é moral. Não é apenas técnico — é humano. Não é apenas político — é civilizacional.

O Brasil enfrenta um déficit habitacional que ultrapassa números frios. Cada estatística esconde rostos. Cada porcentagem esconde histórias. E enquanto discutimos índices, crianças crescem sem endereço fixo.

A Campanha da Fraternidade 2026 nos chama a algo maior que indignação.
Ela nos chama à corresponsabilidade.

Igrejas, sociedade civil, gestores públicos, movimentos sociais, setor privado — todos precisam sentar à mesma mesa. O problema é amplo demais para ser resolvido por um único segmento. A fraternidade, quando autêntica, constrói pontes.

E é aqui que a Quaresma encontra seu sentido mais profundo.

Jejum sem justiça é dieta.
Oração sem solidariedade é monólogo.
Penitência sem partilha é formalidade.

A espiritualidade quaresmal exige amor fraterno concreto. Exige olhar para a população em situação de rua e enxergar irmãos. Exige transformar a Campanha da Fraternidade em ação social, mobilização comunitária, mutirão, incidência política.

Moradia digna é cidadania.
Moradia digna é segurança.
Moradia digna é saúde pública.
Moradia digna é desenvolvimento sustentável.

Não estamos falando apenas de paredes — estamos falando de futuro.

E talvez a pergunta mais desconcertante seja esta:
Se Cristo viesse hoje, em qual bairro Ele escolheria morar?

A resposta pode nos constranger.

Mas também pode nos libertar.

A Campanha da Fraternidade não termina na Semana Santa. Ela começa ali. Começa quando a consciência desperta. Quando o incômodo vira compromisso. Quando a fé sai do templo e pisa o barro das periferias.

Que esta reflexão não seja apenas leitura.
Que seja decisão.
Que seja movimento.
Que seja construção.

Porque, no fim, a verdadeira moradia que precisamos reconstruir é a da fraternidade dentro de nós.

E quando a fraternidade encontra endereço, a esperança finalmente tem onde morar.

ARTIGO – Fraternidade e Moradia: Quando Deus Bate à Porta das Periferias

 

Padre Carlos

 

Há palavras que aquecem.
Há palavras que incomodam.
E há palavras que nos obrigam a olhar nos olhos da realidade.

Moradia é uma dessas palavras.

Quando a Campanha da Fraternidade 2026 escolhe como tema “Fraternidade e Moradia”, ela não está apenas propondo reflexão religiosa. Está fazendo um diagnóstico social. Está tocando numa ferida aberta do Brasil: o direito à moradia digna, a desigualdade social, a crise habitacional, a população em situação de rua, as periferias esquecidas.

E está, sobretudo, fazendo uma pergunta que ecoa como um sino na consciência nacional:
Que país somos quando milhões não têm onde morar?

A moradia não é mercadoria.
É direito.
É dignidade.
É chão onde a esperança aprende a caminhar.

Uma casa não é apenas um teto. É o cheiro do café cedo. É o quarto onde uma criança sonha ser médica, engenheira, professora. É o lugar onde o trabalhador exausto encontra repouso. É o espaço onde a fé se ajoelha e a família se reúne.

Quando falta a casa, falta mais que parede. Falta identidade.

Nas grandes cidades brasileiras, a paisagem revela o contraste cruel: arranha-céus de vidro refletem o sol enquanto barracos de madeira enfrentam a chuva. Condomínios fechados convivem com comunidades sem saneamento básico. A precariedade habitacional nas periferias não é um detalhe urbano — é um sintoma de um modelo social que transformou o direito em produto e a necessidade em lucro.

A Campanha da Fraternidade não se limita a liturgias e discursos. Ela provoca ação concreta. E aqui está o ponto crucial: fraternidade exige movimento.

Não basta rezar pelo irmão que dorme na calçada.
É preciso perguntar por que ele está ali.
Não basta sentir compaixão.
É preciso discutir políticas públicas de habitação, planejamento urbano, programas sociais eficientes, combate à especulação imobiliária.

A Mensagem do Papa Leão XIV ao Brasil é clara ao afirmar a necessidade de iniciativas comunitárias e de políticas públicas que assegurem o direito à moradia. Não é ideologia. É Evangelho aplicado à realidade. É fé que se traduz em responsabilidade social.

“Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14).

O lema bíblico não é poético apenas — é revolucionário. O Deus cristão não escolheu palácio. Escolheu habitação simples. Escolheu proximidade. Escolheu morar.

Se Deus fez da morada um gesto de amor, quem somos nós para transformar moradia em privilégio?

Aqui está o framing que precisamos assumir: o debate sobre moradia não é apenas econômico — é moral. Não é apenas técnico — é humano. Não é apenas político — é civilizacional.

O Brasil enfrenta um déficit habitacional que ultrapassa números frios. Cada estatística esconde rostos. Cada porcentagem esconde histórias. E enquanto discutimos índices, crianças crescem sem endereço fixo.

A Campanha da Fraternidade 2026 nos chama a algo maior que indignação.
Ela nos chama à corresponsabilidade.

Igrejas, sociedade civil, gestores públicos, movimentos sociais, setor privado — todos precisam sentar à mesma mesa. O problema é amplo demais para ser resolvido por um único segmento. A fraternidade, quando autêntica, constrói pontes.

E é aqui que a Quaresma encontra seu sentido mais profundo.

Jejum sem justiça é dieta.
Oração sem solidariedade é monólogo.
Penitência sem partilha é formalidade.

A espiritualidade quaresmal exige amor fraterno concreto. Exige olhar para a população em situação de rua e enxergar irmãos. Exige transformar a Campanha da Fraternidade em ação social, mobilização comunitária, mutirão, incidência política.

Moradia digna é cidadania.
Moradia digna é segurança.
Moradia digna é saúde pública.
Moradia digna é desenvolvimento sustentável.

Não estamos falando apenas de paredes — estamos falando de futuro.

E talvez a pergunta mais desconcertante seja esta:
Se Cristo viesse hoje, em qual bairro Ele escolheria morar?

A resposta pode nos constranger.

Mas também pode nos libertar.

A Campanha da Fraternidade não termina na Semana Santa. Ela começa ali. Começa quando a consciência desperta. Quando o incômodo vira compromisso. Quando a fé sai do templo e pisa o barro das periferias.

Que esta reflexão não seja apenas leitura.
Que seja decisão.
Que seja movimento.
Que seja construção.

Porque, no fim, a verdadeira moradia que precisamos reconstruir é a da fraternidade dentro de nós.

E quando a fraternidade encontra endereço, a esperança finalmente tem onde morar.

ARTIGO – Tempo de Intensa Crueldade: Quando a Memória se Recusa a Morrer (Padre Carlos)

 

Padre Carlos

 

Há livros que nascem para ocupar prateleiras. Outros nascem para inquietar consciências. Tempo de Intensa Crueldade não é apenas uma obra — é um chamado. Um chamado à memória, à responsabilidade histórica e à coragem de olhar para um dos períodos mais sombrios da história do Brasil: a ditadura militar brasileira.

No próximo dia 26 de fevereiro, às 19h30, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, não teremos apenas um lançamento literário. Teremos um reencontro com aqueles que lutaram, resistiram e, em muitos casos, morreram sob o peso da repressão política, da censura, da tortura e do silêncio imposto.

Resgatar essas histórias não é um gesto ideológico. É um ato civilizatório.

Vivemos tempos em que a palavra “ditadura” é banalizada, relativizada, distorcida. Há quem fale em “excessos”, há quem invoque “contextos”, há quem prefira esquecer. Mas a memória histórica não é um luxo acadêmico — é um antídoto contra a repetição da barbárie. Quando esquecemos os desaparecidos políticos, quando ignoramos os perseguidos, quando tratamos a dor como detalhe, abrimos espaço para que a crueldade volte a vestir farda.

E é exatamente contra esse esquecimento que Ana Isabel Rocha Macedo se levanta.

Quem é essa tal Ana Isabel?

Seria fácil descrevê-la como “uma pessoa comum”. Mas não é comum dedicar décadas à educação, à militância política, ao teatro, à reflexão crítica e, sobretudo, à construção de uma consciência coletiva. Professora por quase 30 anos na UESB, leitora apaixonada, escritora sensível, militante de convicções, Ana Isabel pertence àquela rara linhagem de mulheres que não se acomodam à superfície da vida.

Ela não se aposentou para parar — aposentou-se para abrir espaço. Não se afastou para silenciar — afastou-se para escrever com mais liberdade. Há grandeza nisso. Há generosidade histórica nisso.

Tempo de Intensa Crueldade é mais que memória pessoal. É documento. É testemunho. É literatura que pulsa. É o coração falando — e, como bem lembrava Maiakovski, há quem seja “todo-coração”. E quando o coração escreve sobre dor coletiva, o texto deixa de ser apenas narrativa: torna-se resistência.

Resgatar os que lutaram e morreram durante a ditadura não significa glorificar a violência. Significa reconhecer que houve jovens, estudantes, trabalhadores, religiosos, intelectuais que acreditaram que o Brasil poderia ser mais justo. Alguns erraram estratégias. Outros foram ingênuos. Muitos foram heroicos. Todos foram humanos.

E foram esmagados por um regime que institucionalizou o medo.

Hoje, quando vemos discursos autoritários reaparecerem nas redes sociais, quando a polarização política ameaça substituir o diálogo, quando a verdade histórica é atacada, livros como este tornam-se urgentes. Não se trata de abrir feridas — trata-se de impedir que elas sejam negadas.

A democracia não é apenas o direito de votar. É o direito de lembrar.

A noite de 26 de fevereiro será, portanto, mais que um evento cultural em Vitória da Conquista. Será um gesto político no sentido mais nobre da palavra: o de cuidar da pólis, da cidade, da memória comum.

Estar presente é afirmar que vidas não foram descartáveis. Que sonhos não foram inúteis. Que o sofrimento não foi em vão.

Em tempos de fake news, revisionismo histórico e superficialidade digital, a literatura ainda tem força para fazer o que nenhum algoritmo consegue: tocar consciências.

E talvez seja isso que Ana Isabel nos convida a fazer.

Entrar nesse livro com paixão.

Porque há momentos na história em que o silêncio é cumplicidade. E há momentos em que a memória é revolução.

Que este seja um desses momentos.

ARTIGO – Tempo de Intensa Crueldade: Quando a Memória se Recusa a Morrer (Padre Carlos)

 

Padre Carlos

 

Há livros que nascem para ocupar prateleiras. Outros nascem para inquietar consciências. Tempo de Intensa Crueldade não é apenas uma obra — é um chamado. Um chamado à memória, à responsabilidade histórica e à coragem de olhar para um dos períodos mais sombrios da história do Brasil: a ditadura militar brasileira.

No próximo dia 26 de fevereiro, às 19h30, no Centro de Cultura Camillo de Jesus Lima, não teremos apenas um lançamento literário. Teremos um reencontro com aqueles que lutaram, resistiram e, em muitos casos, morreram sob o peso da repressão política, da censura, da tortura e do silêncio imposto.

Resgatar essas histórias não é um gesto ideológico. É um ato civilizatório.

Vivemos tempos em que a palavra “ditadura” é banalizada, relativizada, distorcida. Há quem fale em “excessos”, há quem invoque “contextos”, há quem prefira esquecer. Mas a memória histórica não é um luxo acadêmico — é um antídoto contra a repetição da barbárie. Quando esquecemos os desaparecidos políticos, quando ignoramos os perseguidos, quando tratamos a dor como detalhe, abrimos espaço para que a crueldade volte a vestir farda.

E é exatamente contra esse esquecimento que Ana Isabel Rocha Macedo se levanta.

Quem é essa tal Ana Isabel?

Seria fácil descrevê-la como “uma pessoa comum”. Mas não é comum dedicar décadas à educação, à militância política, ao teatro, à reflexão crítica e, sobretudo, à construção de uma consciência coletiva. Professora por quase 30 anos na UESB, leitora apaixonada, escritora sensível, militante de convicções, Ana Isabel pertence àquela rara linhagem de mulheres que não se acomodam à superfície da vida.

Ela não se aposentou para parar — aposentou-se para abrir espaço. Não se afastou para silenciar — afastou-se para escrever com mais liberdade. Há grandeza nisso. Há generosidade histórica nisso.

Tempo de Intensa Crueldade é mais que memória pessoal. É documento. É testemunho. É literatura que pulsa. É o coração falando — e, como bem lembrava Maiakovski, há quem seja “todo-coração”. E quando o coração escreve sobre dor coletiva, o texto deixa de ser apenas narrativa: torna-se resistência.

Resgatar os que lutaram e morreram durante a ditadura não significa glorificar a violência. Significa reconhecer que houve jovens, estudantes, trabalhadores, religiosos, intelectuais que acreditaram que o Brasil poderia ser mais justo. Alguns erraram estratégias. Outros foram ingênuos. Muitos foram heroicos. Todos foram humanos.

E foram esmagados por um regime que institucionalizou o medo.

Hoje, quando vemos discursos autoritários reaparecerem nas redes sociais, quando a polarização política ameaça substituir o diálogo, quando a verdade histórica é atacada, livros como este tornam-se urgentes. Não se trata de abrir feridas — trata-se de impedir que elas sejam negadas.

A democracia não é apenas o direito de votar. É o direito de lembrar.

A noite de 26 de fevereiro será, portanto, mais que um evento cultural em Vitória da Conquista. Será um gesto político no sentido mais nobre da palavra: o de cuidar da pólis, da cidade, da memória comum.

Estar presente é afirmar que vidas não foram descartáveis. Que sonhos não foram inúteis. Que o sofrimento não foi em vão.

Em tempos de fake news, revisionismo histórico e superficialidade digital, a literatura ainda tem força para fazer o que nenhum algoritmo consegue: tocar consciências.

E talvez seja isso que Ana Isabel nos convida a fazer.

Entrar nesse livro com paixão.

Porque há momentos na história em que o silêncio é cumplicidade. E há momentos em que a memória é revolução.

Que este seja um desses momentos.

ARTIGO – Entre Salvador e São Paulo: Quando a Lógica Econômica Derrota a Geografia – (Padre Carlos)

 

 

Há algo de profundamente errado quando um conquistense olha para o mapa do Brasil e descobre que é mais barato voar para São Paulo do que para Salvador. Não se trata apenas de preço de passagem aérea. Trata-se de respeito regional, de política de mobilidade, de desenvolvimento econômico e de integração estadual.

Vitória da Conquista está a aproximadamente 520 quilômetros da capital baiana. Já São Paulo fica a quase 1.500 quilômetros de distância. A lógica elementar indicaria que o trajeto mais curto deveria ser mais barato, mais acessível e mais frequente. Mas o que vemos é o contrário: passagens para o maior centro econômico do país custando a partir de R$ 370, parceladas no cartão, enquanto voar para a própria capital do estado pode ultrapassar facilmente os R$ 700 só ida — e chegar a mais de R$ 1.000 na ida e volta.

O voo direto para Salvador dura cerca de 1h10min. É rápido, é estratégico, é essencial para negócios, saúde, educação e turismo. Ainda assim, os preços praticados por companhias como Azul, LATAM e Gol tornam a viagem quase um artigo de luxo para muitos moradores do Sudoeste da Bahia.

E aqui está o paradoxo: enquanto não há oferta competitiva e consistente para Salvador, o Sudoeste da Bahia opta por São Paulo. Empresários fecham contratos lá. Pacientes buscam tratamento lá. Jovens escolhem estudar lá. O fluxo econômico se reorganiza pela via mais racional — e mais barata.

Isso não é apenas uma questão de mercado. É uma questão de planejamento regional e política pública. A malha aérea não pode ser estruturada apenas com base na rentabilidade imediata. Salvador é a capital administrativa, política e cultural da Bahia. Se voar para ela custa mais caro do que cruzar meio país, algo está desalinhado.

Estamos falando de desenvolvimento regional, de integração econômica e de competitividade. Quando o interior não consegue se conectar de forma acessível à capital, cria-se uma ruptura invisível. O estado se fragmenta. O eixo econômico desloca-se para fora.

O que deveria ser prioridade estratégica vira um gargalo logístico. E o impacto é concreto: menos negócios locais, menos circulação de pessoas, menos fortalecimento da economia baiana. Enquanto isso, São Paulo agradece — porque recebe o fluxo que deveria naturalmente fortalecer Salvador.

É preciso discutir subsídios regionais, incentivo à concorrência aérea, ampliação da oferta de voos e transparência na formação de preços. A mobilidade aérea é hoje um dos pilares do crescimento econômico. Sem ela, o interior perde dinamismo.

Não faz sentido que viajar dentro do próprio estado seja mais caro do que atravessar o Brasil. Não é apenas um problema de tarifa aérea. É um sintoma de desorganização estratégica.

Se nada mudar, a tendência é clara: cada vez mais o Sudoeste da Bahia olhará para fora em vez de olhar para sua própria capital. E quando isso acontece, não é apenas uma rota aérea que se redefine — é o próprio eixo de desenvolvimento que se desloca.

A pergunta que fica é simples e urgente: até quando será mais barato sair da Bahia para se desenvolver do que circular dentro dela?

ARTIGO – Entre Salvador e São Paulo: Quando a Lógica Econômica Derrota a Geografia – (Padre Carlos)

 

 

Há algo de profundamente errado quando um conquistense olha para o mapa do Brasil e descobre que é mais barato voar para São Paulo do que para Salvador. Não se trata apenas de preço de passagem aérea. Trata-se de respeito regional, de política de mobilidade, de desenvolvimento econômico e de integração estadual.

Vitória da Conquista está a aproximadamente 520 quilômetros da capital baiana. Já São Paulo fica a quase 1.500 quilômetros de distância. A lógica elementar indicaria que o trajeto mais curto deveria ser mais barato, mais acessível e mais frequente. Mas o que vemos é o contrário: passagens para o maior centro econômico do país custando a partir de R$ 370, parceladas no cartão, enquanto voar para a própria capital do estado pode ultrapassar facilmente os R$ 700 só ida — e chegar a mais de R$ 1.000 na ida e volta.

O voo direto para Salvador dura cerca de 1h10min. É rápido, é estratégico, é essencial para negócios, saúde, educação e turismo. Ainda assim, os preços praticados por companhias como Azul, LATAM e Gol tornam a viagem quase um artigo de luxo para muitos moradores do Sudoeste da Bahia.

E aqui está o paradoxo: enquanto não há oferta competitiva e consistente para Salvador, o Sudoeste da Bahia opta por São Paulo. Empresários fecham contratos lá. Pacientes buscam tratamento lá. Jovens escolhem estudar lá. O fluxo econômico se reorganiza pela via mais racional — e mais barata.

Isso não é apenas uma questão de mercado. É uma questão de planejamento regional e política pública. A malha aérea não pode ser estruturada apenas com base na rentabilidade imediata. Salvador é a capital administrativa, política e cultural da Bahia. Se voar para ela custa mais caro do que cruzar meio país, algo está desalinhado.

Estamos falando de desenvolvimento regional, de integração econômica e de competitividade. Quando o interior não consegue se conectar de forma acessível à capital, cria-se uma ruptura invisível. O estado se fragmenta. O eixo econômico desloca-se para fora.

O que deveria ser prioridade estratégica vira um gargalo logístico. E o impacto é concreto: menos negócios locais, menos circulação de pessoas, menos fortalecimento da economia baiana. Enquanto isso, São Paulo agradece — porque recebe o fluxo que deveria naturalmente fortalecer Salvador.

É preciso discutir subsídios regionais, incentivo à concorrência aérea, ampliação da oferta de voos e transparência na formação de preços. A mobilidade aérea é hoje um dos pilares do crescimento econômico. Sem ela, o interior perde dinamismo.

Não faz sentido que viajar dentro do próprio estado seja mais caro do que atravessar o Brasil. Não é apenas um problema de tarifa aérea. É um sintoma de desorganização estratégica.

Se nada mudar, a tendência é clara: cada vez mais o Sudoeste da Bahia olhará para fora em vez de olhar para sua própria capital. E quando isso acontece, não é apenas uma rota aérea que se redefine — é o próprio eixo de desenvolvimento que se desloca.

A pergunta que fica é simples e urgente: até quando será mais barato sair da Bahia para se desenvolver do que circular dentro dela?

🕊️ Morre Ronildo Bahiano aos 83 anos em Vitória da Conquista

Vitória da Conquista (BA) — A cidade amanheceu mais silenciosa nesta segunda-feira (23) com a notícia do falecimento de Ronildo Bahiano, aos 83 anos. Nascido em 20 de fevereiro de 1943, ele deixa familiares, amigos e uma história marcada por vínculos comunitários e presença respeitada nos espaços em que atuava.

A nota de falecimento informa que o velório será realizado na Loja Maçônica Cavaleiros do Oriente, localizada na Avenida Joaquim Hortélio, nº 30, bairro Recreio, a partir das 9h. O sepultamento está previsto para as 16h, no Cemitério da Saudade, tradicional espaço de despedidas da cidade.

Uma despedida que mobiliza a comunidade

Desde as primeiras horas do dia, mensagens de pesar circularam em grupos de familiares e amigos. A comoção revela o apreço conquistado ao longo de décadas de convivência. Ronildo Bahiano era conhecido pelo trato sereno, pela discrição e pela dedicação às relações pessoais — marcas que ficam como legado afetivo.

A escolha da Loja Maçônica para o velório indica também sua ligação com instituições que prezam valores como fraternidade, solidariedade e compromisso social. Amigos próximos relatam que ele cultivava o diálogo e a convivência respeitosa, características cada vez mais raras em tempos de polarização.

Vitória da Conquista em luto

A morte de Ronildo Bahiano ocorre poucos dias após completar 83 anos. Sua trajetória atravessou diferentes fases da história brasileira — do pós-guerra às transformações políticas e sociais das últimas décadas — sempre com postura reservada, mas firme em suas convicções.

No Cemitério da Saudade, onde será sepultado, familiares e amigos deverão prestar as últimas homenagens em um clima de respeito e memória. Em momentos como este, a cidade relembra que são as histórias pessoais, muitas vezes longe dos holofotes, que sustentam o tecido humano de uma comunidade.

Aos familiares, nossos sentimentos de solidariedade e conforto.

🖤

🕊️ Morre Ronildo Bahiano aos 83 anos em Vitória da Conquista

Vitória da Conquista (BA) — A cidade amanheceu mais silenciosa nesta segunda-feira (23) com a notícia do falecimento de Ronildo Bahiano, aos 83 anos. Nascido em 20 de fevereiro de 1943, ele deixa familiares, amigos e uma história marcada por vínculos comunitários e presença respeitada nos espaços em que atuava.

A nota de falecimento informa que o velório será realizado na Loja Maçônica Cavaleiros do Oriente, localizada na Avenida Joaquim Hortélio, nº 30, bairro Recreio, a partir das 9h. O sepultamento está previsto para as 16h, no Cemitério da Saudade, tradicional espaço de despedidas da cidade.

Uma despedida que mobiliza a comunidade

Desde as primeiras horas do dia, mensagens de pesar circularam em grupos de familiares e amigos. A comoção revela o apreço conquistado ao longo de décadas de convivência. Ronildo Bahiano era conhecido pelo trato sereno, pela discrição e pela dedicação às relações pessoais — marcas que ficam como legado afetivo.

A escolha da Loja Maçônica para o velório indica também sua ligação com instituições que prezam valores como fraternidade, solidariedade e compromisso social. Amigos próximos relatam que ele cultivava o diálogo e a convivência respeitosa, características cada vez mais raras em tempos de polarização.

Vitória da Conquista em luto

A morte de Ronildo Bahiano ocorre poucos dias após completar 83 anos. Sua trajetória atravessou diferentes fases da história brasileira — do pós-guerra às transformações políticas e sociais das últimas décadas — sempre com postura reservada, mas firme em suas convicções.

No Cemitério da Saudade, onde será sepultado, familiares e amigos deverão prestar as últimas homenagens em um clima de respeito e memória. Em momentos como este, a cidade relembra que são as histórias pessoais, muitas vezes longe dos holofotes, que sustentam o tecido humano de uma comunidade.

Aos familiares, nossos sentimentos de solidariedade e conforto.

🖤