Política e Resenha

Quinho Tegre articula diálogo para fortalecer o Hospital Unimec e garantir atendimento pelo SUS

 

 

 

Por Padre Carlos

Em um momento decisivo para a saúde pública, a articulação política ganhou protagonismo dentro do Hospital Unimec. À frente do diálogo que busca garantir a continuidade dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Quinho Tegre tem conduzido conversas estratégicas para fortalecer a instituição e manter suas portas abertas à população.

A iniciativa ganhou forma durante uma reunião que contou com a presença do sócio-diretor Dr. Zé Renato e da vereadora Léia Meira. No centro das discussões, esteve a construção de parcerias capazes de assegurar sustentabilidade financeira e ampliar o apoio institucional ao hospital.

O Hospital Unimec desempenha papel essencial no atendimento regional, especialmente para pacientes que dependem exclusivamente do SUS. Diante do aumento da demanda e dos desafios orçamentários enfrentados pelas unidades de saúde, a articulação liderada por Quinho Tegre busca criar pontes entre o poder público, a iniciativa privada e representantes políticos.

Durante o encontro, foram discutidas alternativas para consolidar cooperações que garantam estabilidade operacional, manutenção de serviços e qualidade no atendimento. A prioridade é clara: preservar o acesso da população a um atendimento digno, humanizado e contínuo.

O movimento reforça a importância do diálogo e da união de esforços para enfrentar as dificuldades estruturais da saúde pública. Ao articular essa aproximação, Quinho Tegre assume papel central na defesa de uma causa que impacta diretamente milhares de famílias.

A mensagem que emerge da reunião é de compromisso: fortalecer o Hospital Unimec não é apenas uma pauta administrativa, mas uma ação concreta em favor da vida e do direito constitucional à saúde garantido pelo SUS.

Quinho Tegre articula diálogo para fortalecer o Hospital Unimec e garantir atendimento pelo SUS

 

 

 

Por Padre Carlos

Em um momento decisivo para a saúde pública, a articulação política ganhou protagonismo dentro do Hospital Unimec. À frente do diálogo que busca garantir a continuidade dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), Quinho Tegre tem conduzido conversas estratégicas para fortalecer a instituição e manter suas portas abertas à população.

A iniciativa ganhou forma durante uma reunião que contou com a presença do sócio-diretor Dr. Zé Renato e da vereadora Léia Meira. No centro das discussões, esteve a construção de parcerias capazes de assegurar sustentabilidade financeira e ampliar o apoio institucional ao hospital.

O Hospital Unimec desempenha papel essencial no atendimento regional, especialmente para pacientes que dependem exclusivamente do SUS. Diante do aumento da demanda e dos desafios orçamentários enfrentados pelas unidades de saúde, a articulação liderada por Quinho Tegre busca criar pontes entre o poder público, a iniciativa privada e representantes políticos.

Durante o encontro, foram discutidas alternativas para consolidar cooperações que garantam estabilidade operacional, manutenção de serviços e qualidade no atendimento. A prioridade é clara: preservar o acesso da população a um atendimento digno, humanizado e contínuo.

O movimento reforça a importância do diálogo e da união de esforços para enfrentar as dificuldades estruturais da saúde pública. Ao articular essa aproximação, Quinho Tegre assume papel central na defesa de uma causa que impacta diretamente milhares de famílias.

A mensagem que emerge da reunião é de compromisso: fortalecer o Hospital Unimec não é apenas uma pauta administrativa, mas uma ação concreta em favor da vida e do direito constitucional à saúde garantido pelo SUS.

Recadastramento do Bilhete Estudantil segue aberto. Prazo do Ensino Superior termina segunda-feira, 23

O recadastramento do Bilhete Eletrônico Municipal (BEM Escolar) permanece aberto em Vitória da Conquista, mobilizando estudantes de diferentes níveis de ensino que dependem diariamente do transporte coletivo. Para os alunos do Ensino Superior, o prazo se encerra na próxima segunda-feira, dia 23. Já os estudantes do Ensino Médio e Fundamental têm até o dia 23 de março para regularizar a situação.

A atualização cadastral é um procedimento administrativo essencial para garantir a continuidade do benefício da meia-passagem estudantil, assegurando acesso regular ao sistema de mobilidade urbana. Trata-se de uma medida que integra o planejamento do transporte público e contribui para a organização do fluxo de usuários ao longo do ano letivo.

Na sede da Associação das Empresas de Transporte Urbano (Atuv), a expectativa é de aumento no movimento nos próximos dias. Segundo a gerente da entidade, Luciana Andrade, após o período de Carnaval houve crescimento na procura pelo serviço, tanto no atendimento presencial quanto nos canais digitais. A tendência é que a demanda se intensifique à medida que o prazo final se aproxima.

Outro ponto relevante destacado pela gerência é o número de cadastros pendentes por envio incompleto de documentação. Muitos estudantes realizam o procedimento inicial, mas deixam de anexar corretamente os documentos exigidos, como a imagem completa do documento de identidade, com frente e verso visíveis. As notificações de pendência são encaminhadas por e-mail e também ficam disponíveis no site oficial, permitindo que o estudante acompanhe e regularize a situação com antecedência.

Durante esta semana, usuários relataram atendimento ágil na sede da Atuv. A dona de casa Valdineia, que acompanhou a filha Ster Valentina para atualização do cartão, avaliou o processo como simples e rápido. A estudante, por sua vez, orienta colegas a não deixarem para a última hora, evitando filas e possíveis contratempos.

O recadastramento pode ser feito de forma online, por meio do site da Atuv ou pelo portal Conecta Conquista, plataforma digital da Prefeitura. Embora o sistema permaneça disponível ao longo do ano, é fundamental que o estudante observe a validade do cartão para evitar bloqueios no momento de utilizar o transporte coletivo urbano.

Para quem já possui o cartão, é necessário apresentar RG e CPF originais. Já os novos solicitantes devem levar RG original e cópia, CPF, além de comprovante de residência original e cópia. No atendimento presencial, a apresentação das cópias é obrigatória.

O recadastramento do Bilhete Estudantil não é apenas uma formalidade burocrática. Ele representa a manutenção de um direito que impacta diretamente a permanência escolar, a frequência às aulas e o acesso à educação. A orientação é clara: atenção aos prazos, conferência cuidadosa da documentação e utilização dos canais oficiais para garantir o benefício sem interrupções.

(maria clara)

Recadastramento do Bilhete Estudantil segue aberto. Prazo do Ensino Superior termina segunda-feira, 23

O recadastramento do Bilhete Eletrônico Municipal (BEM Escolar) permanece aberto em Vitória da Conquista, mobilizando estudantes de diferentes níveis de ensino que dependem diariamente do transporte coletivo. Para os alunos do Ensino Superior, o prazo se encerra na próxima segunda-feira, dia 23. Já os estudantes do Ensino Médio e Fundamental têm até o dia 23 de março para regularizar a situação.

A atualização cadastral é um procedimento administrativo essencial para garantir a continuidade do benefício da meia-passagem estudantil, assegurando acesso regular ao sistema de mobilidade urbana. Trata-se de uma medida que integra o planejamento do transporte público e contribui para a organização do fluxo de usuários ao longo do ano letivo.

Na sede da Associação das Empresas de Transporte Urbano (Atuv), a expectativa é de aumento no movimento nos próximos dias. Segundo a gerente da entidade, Luciana Andrade, após o período de Carnaval houve crescimento na procura pelo serviço, tanto no atendimento presencial quanto nos canais digitais. A tendência é que a demanda se intensifique à medida que o prazo final se aproxima.

Outro ponto relevante destacado pela gerência é o número de cadastros pendentes por envio incompleto de documentação. Muitos estudantes realizam o procedimento inicial, mas deixam de anexar corretamente os documentos exigidos, como a imagem completa do documento de identidade, com frente e verso visíveis. As notificações de pendência são encaminhadas por e-mail e também ficam disponíveis no site oficial, permitindo que o estudante acompanhe e regularize a situação com antecedência.

Durante esta semana, usuários relataram atendimento ágil na sede da Atuv. A dona de casa Valdineia, que acompanhou a filha Ster Valentina para atualização do cartão, avaliou o processo como simples e rápido. A estudante, por sua vez, orienta colegas a não deixarem para a última hora, evitando filas e possíveis contratempos.

O recadastramento pode ser feito de forma online, por meio do site da Atuv ou pelo portal Conecta Conquista, plataforma digital da Prefeitura. Embora o sistema permaneça disponível ao longo do ano, é fundamental que o estudante observe a validade do cartão para evitar bloqueios no momento de utilizar o transporte coletivo urbano.

Para quem já possui o cartão, é necessário apresentar RG e CPF originais. Já os novos solicitantes devem levar RG original e cópia, CPF, além de comprovante de residência original e cópia. No atendimento presencial, a apresentação das cópias é obrigatória.

O recadastramento do Bilhete Estudantil não é apenas uma formalidade burocrática. Ele representa a manutenção de um direito que impacta diretamente a permanência escolar, a frequência às aulas e o acesso à educação. A orientação é clara: atenção aos prazos, conferência cuidadosa da documentação e utilização dos canais oficiais para garantir o benefício sem interrupções.

(maria clara)

UMA DECISÃO HUMANITÁRIA QUE PRECISA DE ACOMPANHAMENTO: O DESAFIO DO HORTO FLORESTAL EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A decisão de oferecer abrigo a cães abandonados no espaço conhecido como Horto Florestal, no bairro Recreio, em Vitória da Conquista, revela uma iniciativa que merece reconhecimento. Em um cenário nacional onde o abandono de animais é um problema crescente, qualquer medida que busque garantir proteção e acolhimento representa um passo civilizatório importante.

Estima-se que cerca de 15 animais estejam vivendo no local. A criação de um espaço destinado a esses cães demonstra sensibilidade diante de uma realidade urbana complexa, que envolve não apenas a questão do bem-estar animal, mas também saúde pública e organização urbana.

A presença de cães em situação de rua é um desafio antigo em Vitória da Conquista e em inúmeras cidades brasileiras. Ao optar por centralizar esses animais em um espaço específico, a administração pública sinaliza uma tentativa de organizar e dar encaminhamento a um problema que há anos preocupa moradores e defensores da causa animal.

Contudo, toda política pública exige acompanhamento constante. Moradores do entorno relatam episódios em que os cães acabam circulando fora do espaço previsto, o que tem gerado situações de susto e insegurança para quem transita pela área. Também há registros de incômodo com latidos no período noturno.

Esses relatos não anulam o mérito da iniciativa, mas apontam para a necessidade de monitoramento contínuo e reforço na supervisão. A estruturação de protocolos mais rigorosos, presença permanente de responsáveis técnicos e estratégias de manejo podem fortalecer ainda mais o projeto e evitar intercorrências.

É importante ressaltar que políticas voltadas aos animais abandonados exigem planejamento, equipe capacitada, vacinação, castração e acompanhamento veterinário. Quando esses elementos caminham juntos, o resultado tende a beneficiar tanto os animais quanto a comunidade.

A experiência do Horto Florestal pode se consolidar como um modelo positivo, desde que receba os ajustes necessários para garantir segurança, tranquilidade e eficiência operacional. A cobrança por aprimoramento não deve ser interpretada como crítica, mas como parte natural do processo de aperfeiçoamento das ações públicas.

Vitória da Conquista demonstra, com essa iniciativa, que está atenta ao tema do abandono animal. O momento agora é de consolidar o projeto, fortalecer a supervisão e assegurar que a boa intenção se traduza em resultados plenamente satisfatórios para todos os envolvidos.

(maria clara)

UMA DECISÃO HUMANITÁRIA QUE PRECISA DE ACOMPANHAMENTO: O DESAFIO DO HORTO FLORESTAL EM VITÓRIA DA CONQUISTA

A decisão de oferecer abrigo a cães abandonados no espaço conhecido como Horto Florestal, no bairro Recreio, em Vitória da Conquista, revela uma iniciativa que merece reconhecimento. Em um cenário nacional onde o abandono de animais é um problema crescente, qualquer medida que busque garantir proteção e acolhimento representa um passo civilizatório importante.

Estima-se que cerca de 15 animais estejam vivendo no local. A criação de um espaço destinado a esses cães demonstra sensibilidade diante de uma realidade urbana complexa, que envolve não apenas a questão do bem-estar animal, mas também saúde pública e organização urbana.

A presença de cães em situação de rua é um desafio antigo em Vitória da Conquista e em inúmeras cidades brasileiras. Ao optar por centralizar esses animais em um espaço específico, a administração pública sinaliza uma tentativa de organizar e dar encaminhamento a um problema que há anos preocupa moradores e defensores da causa animal.

Contudo, toda política pública exige acompanhamento constante. Moradores do entorno relatam episódios em que os cães acabam circulando fora do espaço previsto, o que tem gerado situações de susto e insegurança para quem transita pela área. Também há registros de incômodo com latidos no período noturno.

Esses relatos não anulam o mérito da iniciativa, mas apontam para a necessidade de monitoramento contínuo e reforço na supervisão. A estruturação de protocolos mais rigorosos, presença permanente de responsáveis técnicos e estratégias de manejo podem fortalecer ainda mais o projeto e evitar intercorrências.

É importante ressaltar que políticas voltadas aos animais abandonados exigem planejamento, equipe capacitada, vacinação, castração e acompanhamento veterinário. Quando esses elementos caminham juntos, o resultado tende a beneficiar tanto os animais quanto a comunidade.

A experiência do Horto Florestal pode se consolidar como um modelo positivo, desde que receba os ajustes necessários para garantir segurança, tranquilidade e eficiência operacional. A cobrança por aprimoramento não deve ser interpretada como crítica, mas como parte natural do processo de aperfeiçoamento das ações públicas.

Vitória da Conquista demonstra, com essa iniciativa, que está atenta ao tema do abandono animal. O momento agora é de consolidar o projeto, fortalecer a supervisão e assegurar que a boa intenção se traduza em resultados plenamente satisfatórios para todos os envolvidos.

(maria clara)

Temporal Fora de Hora Surpreende Vitória da Conquista e Expõe a Força Implacável da Natureza

A tarde que prometia rotina transformou-se, em poucos minutos, em um capítulo intenso da história climática recente de Vitória da Conquista. O que era previsto para a madrugada antecipou-se e surpreendeu moradores, comerciantes e motoristas. O resultado foi um volume expressivo de chuva, acompanhado de ventania e oscilações no fornecimento de energia, desenhando um cenário que exigiu rápida mobilização das equipes públicas e atenção redobrada da população.

Dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais indicaram que a região central concentrou a maior intensidade do temporal, acumulando quase 30 milímetros em um intervalo extremamente curto. Em termos gerais, a média municipal ficou em 15,15 mm, número que por si só já demonstra a força do fenômeno, especialmente considerando a distribuição desigual da chuva: enquanto bairros como Recreio e Bruno Bacelar registraram volumes superiores a 14 mm, a Patagônia teve menos de 1 mm.

O episódio reforça uma característica cada vez mais evidente no cenário das mudanças climáticas no Brasil: eventos extremos localizados, de alta intensidade e curta duração. Em apenas uma hora, aproximadamente 15 mm foram registrados, volume capaz de impactar significativamente a infraestrutura urbana, sobretudo em áreas com grande circulação de veículos e pedestres.

O momento de maior apreensão ocorreu por volta das 17h45, na movimentada Avenida Olívia Flores, onde parte da estrutura do teto de um estabelecimento comercial cedeu, atingindo uma pessoa. A vítima sofreu escoriações e foi prontamente encaminhada para atendimento hospitalar. O episódio acendeu um alerta sobre a importância da manutenção preventiva em estruturas expostas a intempéries.

No cruzamento da Avenida Expedicionários com a Rua Guilhermino Novais, no bairro Recreio, a enxurrada comprometeu o pavimento, exigindo intervenção imediata dos agentes do Simtrans, que atuaram no isolamento da área e na orientação do tráfego. Já no bairro Santa Cecília, o canal transbordou temporariamente, retornando ao nível normal logo em seguida.

Os ventos intensos também deixaram marcas visíveis: estruturas de outdoor foram derrubadas nas proximidades do Parque de Exposições Teopompo de Almeida; galhos de eucalipto caíram nas imediações do Estádio Lomanto Júnior; e houve registros de árvores tombadas no Caminho do Parque. Em um dos trechos mais críticos, um cabo de alta tensão se rompeu, exigindo atuação emergencial da Neoenergia Coelba para neutralização do risco elétrico.

A resposta institucional foi imediata. O Comitê Gestor de Crise e as equipes operacionais da Prefeitura iniciaram inspeções e reparos ainda durante o evento, reforçando o compromisso com a segurança pública e a rápida restauração da normalidade. A Defesa Civil Municipal mantém monitoramento constante e orienta que moradores evitem áreas com histórico de alagamento, não busquem abrigo sob árvores durante tempestades e acionem os canais oficiais em situações de emergência.

O episódio desta semana não é apenas um registro meteorológico; é também um convite à reflexão sobre planejamento urbano, resiliência climática e prevenção de desastres naturais. Chuvas intensas, ventos fortes e quedas de energia são fenômenos que exigem preparação contínua, integração entre órgãos públicos e conscientização comunitária.

Vitória da Conquista demonstrou, mais uma vez, capacidade de resposta diante da adversidade. O desafio agora é transformar cada ocorrência em aprendizado, fortalecendo políticas de prevenção, modernizando sistemas de drenagem e ampliando o monitoramento meteorológico. Em tempos de instabilidade climática, informação de qualidade, ação coordenada e prudência da população são os principais aliados para atravessar tempestades — sejam elas previstas ou inesperadas.

(maria clara)

Temporal Fora de Hora Surpreende Vitória da Conquista e Expõe a Força Implacável da Natureza

A tarde que prometia rotina transformou-se, em poucos minutos, em um capítulo intenso da história climática recente de Vitória da Conquista. O que era previsto para a madrugada antecipou-se e surpreendeu moradores, comerciantes e motoristas. O resultado foi um volume expressivo de chuva, acompanhado de ventania e oscilações no fornecimento de energia, desenhando um cenário que exigiu rápida mobilização das equipes públicas e atenção redobrada da população.

Dados do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais indicaram que a região central concentrou a maior intensidade do temporal, acumulando quase 30 milímetros em um intervalo extremamente curto. Em termos gerais, a média municipal ficou em 15,15 mm, número que por si só já demonstra a força do fenômeno, especialmente considerando a distribuição desigual da chuva: enquanto bairros como Recreio e Bruno Bacelar registraram volumes superiores a 14 mm, a Patagônia teve menos de 1 mm.

O episódio reforça uma característica cada vez mais evidente no cenário das mudanças climáticas no Brasil: eventos extremos localizados, de alta intensidade e curta duração. Em apenas uma hora, aproximadamente 15 mm foram registrados, volume capaz de impactar significativamente a infraestrutura urbana, sobretudo em áreas com grande circulação de veículos e pedestres.

O momento de maior apreensão ocorreu por volta das 17h45, na movimentada Avenida Olívia Flores, onde parte da estrutura do teto de um estabelecimento comercial cedeu, atingindo uma pessoa. A vítima sofreu escoriações e foi prontamente encaminhada para atendimento hospitalar. O episódio acendeu um alerta sobre a importância da manutenção preventiva em estruturas expostas a intempéries.

No cruzamento da Avenida Expedicionários com a Rua Guilhermino Novais, no bairro Recreio, a enxurrada comprometeu o pavimento, exigindo intervenção imediata dos agentes do Simtrans, que atuaram no isolamento da área e na orientação do tráfego. Já no bairro Santa Cecília, o canal transbordou temporariamente, retornando ao nível normal logo em seguida.

Os ventos intensos também deixaram marcas visíveis: estruturas de outdoor foram derrubadas nas proximidades do Parque de Exposições Teopompo de Almeida; galhos de eucalipto caíram nas imediações do Estádio Lomanto Júnior; e houve registros de árvores tombadas no Caminho do Parque. Em um dos trechos mais críticos, um cabo de alta tensão se rompeu, exigindo atuação emergencial da Neoenergia Coelba para neutralização do risco elétrico.

A resposta institucional foi imediata. O Comitê Gestor de Crise e as equipes operacionais da Prefeitura iniciaram inspeções e reparos ainda durante o evento, reforçando o compromisso com a segurança pública e a rápida restauração da normalidade. A Defesa Civil Municipal mantém monitoramento constante e orienta que moradores evitem áreas com histórico de alagamento, não busquem abrigo sob árvores durante tempestades e acionem os canais oficiais em situações de emergência.

O episódio desta semana não é apenas um registro meteorológico; é também um convite à reflexão sobre planejamento urbano, resiliência climática e prevenção de desastres naturais. Chuvas intensas, ventos fortes e quedas de energia são fenômenos que exigem preparação contínua, integração entre órgãos públicos e conscientização comunitária.

Vitória da Conquista demonstrou, mais uma vez, capacidade de resposta diante da adversidade. O desafio agora é transformar cada ocorrência em aprendizado, fortalecendo políticas de prevenção, modernizando sistemas de drenagem e ampliando o monitoramento meteorológico. Em tempos de instabilidade climática, informação de qualidade, ação coordenada e prudência da população são os principais aliados para atravessar tempestades — sejam elas previstas ou inesperadas.

(maria clara)

Vitória da Conquista Registra Primeiro Caso de Mpox em 2026: O Que Está Por Trás do Alerta Sanitário?

A confirmação de dois casos de Mpox na Bahia nesta quinta-feira (19) marca os primeiros registros da doença no estado em 2026. A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), que detalhou as circunstâncias e as medidas adotadas diante da nova ocorrência.

Um dos pacientes é residente de Vitória da Conquista, município estratégico do sudoeste baiano. O outro caso é classificado como importado: trata-se de um paciente que se deslocou da cidade de Osasco para Salvador. A distinção entre caso local e importado é um dado técnico relevante para a vigilância epidemiológica, pois auxilia no rastreamento da cadeia de transmissão e na definição de estratégias preventivas.

Segundo a Sesab, ambos os pacientes estão sendo acompanhados pelas equipes de saúde, e todas as medidas de vigilância epidemiológica previstas nos protocolos do Ministério da Saúde foram imediatamente adotadas. Entre essas ações estão o monitoramento de contatos próximos e a orientação às pessoas que tiveram exposição potencial ao vírus.

A Mpox é uma doença viral caracterizada, em geral, por febre, dores no corpo, aumento dos gânglios linfáticos e lesões cutâneas. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com pessoa infectada, contato direto com lesões de pele ou com objetos contaminados. Embora os sintomas possam causar preocupação, a maioria dos casos evolui de forma autolimitada, especialmente quando há diagnóstico precoce e acompanhamento médico adequado.

Do ponto de vista da saúde pública, o registro dos primeiros casos do ano não significa, necessariamente, um cenário de descontrole. Ao contrário, demonstra que o sistema de vigilância está ativo e capaz de identificar e notificar ocorrências com transparência. A classificação de um dos casos como importado reforça a importância do monitoramento constante, sobretudo em um contexto de mobilidade entre estados e municípios.

As autoridades de saúde reiteram a orientação para que pessoas com sintomas suspeitos procurem atendimento médico e evitem contato próximo com indivíduos que apresentem lesões de origem desconhecida. A informação clara e a busca por assistência adequada continuam sendo os principais instrumentos para conter a disseminação da doença.

Neste momento, a prioridade é o acompanhamento técnico, a responsabilidade individual e a confiança nas instituições de saúde. A vigilância epidemiológica, quando bem executada, funciona como uma barreira silenciosa contra a propagação de vírus e reforça a importância de uma rede pública preparada e integrada.

(maria clara)

Vitória da Conquista Registra Primeiro Caso de Mpox em 2026: O Que Está Por Trás do Alerta Sanitário?

A confirmação de dois casos de Mpox na Bahia nesta quinta-feira (19) marca os primeiros registros da doença no estado em 2026. A informação foi divulgada pela Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), que detalhou as circunstâncias e as medidas adotadas diante da nova ocorrência.

Um dos pacientes é residente de Vitória da Conquista, município estratégico do sudoeste baiano. O outro caso é classificado como importado: trata-se de um paciente que se deslocou da cidade de Osasco para Salvador. A distinção entre caso local e importado é um dado técnico relevante para a vigilância epidemiológica, pois auxilia no rastreamento da cadeia de transmissão e na definição de estratégias preventivas.

Segundo a Sesab, ambos os pacientes estão sendo acompanhados pelas equipes de saúde, e todas as medidas de vigilância epidemiológica previstas nos protocolos do Ministério da Saúde foram imediatamente adotadas. Entre essas ações estão o monitoramento de contatos próximos e a orientação às pessoas que tiveram exposição potencial ao vírus.

A Mpox é uma doença viral caracterizada, em geral, por febre, dores no corpo, aumento dos gânglios linfáticos e lesões cutâneas. A transmissão ocorre principalmente por contato próximo com pessoa infectada, contato direto com lesões de pele ou com objetos contaminados. Embora os sintomas possam causar preocupação, a maioria dos casos evolui de forma autolimitada, especialmente quando há diagnóstico precoce e acompanhamento médico adequado.

Do ponto de vista da saúde pública, o registro dos primeiros casos do ano não significa, necessariamente, um cenário de descontrole. Ao contrário, demonstra que o sistema de vigilância está ativo e capaz de identificar e notificar ocorrências com transparência. A classificação de um dos casos como importado reforça a importância do monitoramento constante, sobretudo em um contexto de mobilidade entre estados e municípios.

As autoridades de saúde reiteram a orientação para que pessoas com sintomas suspeitos procurem atendimento médico e evitem contato próximo com indivíduos que apresentem lesões de origem desconhecida. A informação clara e a busca por assistência adequada continuam sendo os principais instrumentos para conter a disseminação da doença.

Neste momento, a prioridade é o acompanhamento técnico, a responsabilidade individual e a confiança nas instituições de saúde. A vigilância epidemiológica, quando bem executada, funciona como uma barreira silenciosa contra a propagação de vírus e reforça a importância de uma rede pública preparada e integrada.

(maria clara)

A Cidade Sob as Águas: O Que o Temporal Revelou Sobre Vitória da Conquista

O temporal que atingiu Vitória da Conquista no fim da tarde desta segunda-feira, 19, provocou forte repercussão entre moradores e mobilizou discussões nas redes sociais e nos grupos de mensagens. O volume de chuva, concentrado principalmente na região central, alcançou cerca de 30 milímetros, segundo informações da Prefeitura.

O episódio mais marcante ocorreu no cruzamento das Avenidas Siqueira Campos e São Geraldo, uma das áreas de grande circulação da cidade. Um casal que trafegava de motocicleta foi surpreendido pela força da enxurrada. A moto caiu, e por pouco os dois não foram arrastados pela correnteza formada em poucos minutos.

Populares que passavam pelo local agiram rapidamente e prestaram socorro à dupla, evitando consequências mais graves. A mulher foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com ferimentos na perna. Não houve registro de vítimas fatais.

As imagens que circularam amplamente nas redes sociais causaram comoção e trouxeram à tona um tema recorrente no período chuvoso: os impactos das chuvas intensas em áreas urbanas. Fenômenos climáticos concentrados, mesmo quando não ultrapassam índices considerados extremos, podem gerar transtornos significativos em regiões com grande impermeabilização do solo e alto fluxo de veículos.

Especialistas apontam que chuvas intensas em curto espaço de tempo tendem a sobrecarregar o sistema de drenagem urbana, especialmente em pontos mais baixos da cidade. A formação de enxurradas rápidas é um efeito comum nesses cenários e representa risco imediato para pedestres, motociclistas e motoristas.

A Prefeitura informou que o maior volume foi registrado na área central, reforçando o caráter localizado do temporal. Episódios como esse evidenciam a importância da atenção redobrada durante precipitações intensas, sobretudo em cruzamentos e vias com histórico de acúmulo de água.

A cena vivida pelo casal acabou se tornando símbolo do susto coletivo experimentado pela cidade. Em poucos minutos, o cotidiano foi interrompido pela força da natureza — lembrando que eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais frequentes em diferentes regiões do país.

O caso também destaca o papel da solidariedade comunitária. Foram cidadãos comuns que agiram prontamente para evitar uma tragédia maior. Em situações de emergência, a reação rápida de quem está por perto pode ser decisiva.

O temporal passou, mas o debate sobre infraestrutura urbana, segurança no trânsito em dias de chuva e prevenção de acidentes permanece atual. Vitória da Conquista, assim como outras cidades brasileiras, convive com o desafio de adaptar-se a padrões climáticos cada vez mais imprevisíveis.

(maria clara)

A Cidade Sob as Águas: O Que o Temporal Revelou Sobre Vitória da Conquista

O temporal que atingiu Vitória da Conquista no fim da tarde desta segunda-feira, 19, provocou forte repercussão entre moradores e mobilizou discussões nas redes sociais e nos grupos de mensagens. O volume de chuva, concentrado principalmente na região central, alcançou cerca de 30 milímetros, segundo informações da Prefeitura.

O episódio mais marcante ocorreu no cruzamento das Avenidas Siqueira Campos e São Geraldo, uma das áreas de grande circulação da cidade. Um casal que trafegava de motocicleta foi surpreendido pela força da enxurrada. A moto caiu, e por pouco os dois não foram arrastados pela correnteza formada em poucos minutos.

Populares que passavam pelo local agiram rapidamente e prestaram socorro à dupla, evitando consequências mais graves. A mulher foi encaminhada à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com ferimentos na perna. Não houve registro de vítimas fatais.

As imagens que circularam amplamente nas redes sociais causaram comoção e trouxeram à tona um tema recorrente no período chuvoso: os impactos das chuvas intensas em áreas urbanas. Fenômenos climáticos concentrados, mesmo quando não ultrapassam índices considerados extremos, podem gerar transtornos significativos em regiões com grande impermeabilização do solo e alto fluxo de veículos.

Especialistas apontam que chuvas intensas em curto espaço de tempo tendem a sobrecarregar o sistema de drenagem urbana, especialmente em pontos mais baixos da cidade. A formação de enxurradas rápidas é um efeito comum nesses cenários e representa risco imediato para pedestres, motociclistas e motoristas.

A Prefeitura informou que o maior volume foi registrado na área central, reforçando o caráter localizado do temporal. Episódios como esse evidenciam a importância da atenção redobrada durante precipitações intensas, sobretudo em cruzamentos e vias com histórico de acúmulo de água.

A cena vivida pelo casal acabou se tornando símbolo do susto coletivo experimentado pela cidade. Em poucos minutos, o cotidiano foi interrompido pela força da natureza — lembrando que eventos climáticos extremos têm se tornado cada vez mais frequentes em diferentes regiões do país.

O caso também destaca o papel da solidariedade comunitária. Foram cidadãos comuns que agiram prontamente para evitar uma tragédia maior. Em situações de emergência, a reação rápida de quem está por perto pode ser decisiva.

O temporal passou, mas o debate sobre infraestrutura urbana, segurança no trânsito em dias de chuva e prevenção de acidentes permanece atual. Vitória da Conquista, assim como outras cidades brasileiras, convive com o desafio de adaptar-se a padrões climáticos cada vez mais imprevisíveis.

(maria clara)

ANEL RODOVIÁRIO VOLTA AO CENTRO DAS ATENÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DOS ACIDENTES NA JOIA DO SERTÃO BAIANO?

A manhã desta sexta-feira, 20, começou com apreensão em Vitória da Conquista. Um acidente registrado no anel rodoviário da cidade deixou pelo menos duas pessoas feridas, reacendendo o debate público sobre a segurança viária em um dos trechos mais movimentados da região.

A ocorrência foi registrada nas imediações do acesso aos bairros Miro Cairo e Henriqueta Prates, área conhecida pelo intenso fluxo de veículos, sobretudo nos horários de pico. Até o momento, não foram divulgadas as identidades das vítimas nem informações detalhadas sobre o estado de saúde dos envolvidos.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foram acionadas imediatamente para prestar socorro, assim como a Polícia Rodoviária Federal, responsável pelo atendimento e organização do tráfego na rodovia. A atuação rápida dos órgãos competentes contribuiu para o controle da situação e para o encaminhamento adequado das vítimas.

O anel rodoviário de Vitória da Conquista é considerado um ponto estratégico para a mobilidade urbana e regional. A via conecta diferentes bairros e também integra rotas que ligam o município a outras cidades do sudoeste baiano. Por essa razão, qualquer ocorrência no trecho provoca impacto direto na circulação de veículos e na rotina da população.

Especialistas em mobilidade urbana costumam destacar que trechos com grande fluxo de veículos pesados, acessos urbanos e travessias frequentes exigem atenção redobrada de condutores. A combinação entre tráfego intenso e conexões com áreas residenciais pode aumentar o risco de acidentes, sobretudo em horários de maior movimento.

A situação registrada nesta sexta-feira reforça a importância permanente da prudência ao volante, do respeito à sinalização e da direção defensiva. A segurança no trânsito é resultado de um esforço coletivo que envolve motoristas, pedestres e o trabalho contínuo das instituições responsáveis pela fiscalização e atendimento emergencial.

Seguimos acompanhando o caso e aguardando novas informações oficiais que possam esclarecer as circunstâncias do acidente.

(maria clara)

ANEL RODOVIÁRIO VOLTA AO CENTRO DAS ATENÇÕES: O QUE ESTÁ POR TRÁS DOS ACIDENTES NA JOIA DO SERTÃO BAIANO?

A manhã desta sexta-feira, 20, começou com apreensão em Vitória da Conquista. Um acidente registrado no anel rodoviário da cidade deixou pelo menos duas pessoas feridas, reacendendo o debate público sobre a segurança viária em um dos trechos mais movimentados da região.

A ocorrência foi registrada nas imediações do acesso aos bairros Miro Cairo e Henriqueta Prates, área conhecida pelo intenso fluxo de veículos, sobretudo nos horários de pico. Até o momento, não foram divulgadas as identidades das vítimas nem informações detalhadas sobre o estado de saúde dos envolvidos.

Equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foram acionadas imediatamente para prestar socorro, assim como a Polícia Rodoviária Federal, responsável pelo atendimento e organização do tráfego na rodovia. A atuação rápida dos órgãos competentes contribuiu para o controle da situação e para o encaminhamento adequado das vítimas.

O anel rodoviário de Vitória da Conquista é considerado um ponto estratégico para a mobilidade urbana e regional. A via conecta diferentes bairros e também integra rotas que ligam o município a outras cidades do sudoeste baiano. Por essa razão, qualquer ocorrência no trecho provoca impacto direto na circulação de veículos e na rotina da população.

Especialistas em mobilidade urbana costumam destacar que trechos com grande fluxo de veículos pesados, acessos urbanos e travessias frequentes exigem atenção redobrada de condutores. A combinação entre tráfego intenso e conexões com áreas residenciais pode aumentar o risco de acidentes, sobretudo em horários de maior movimento.

A situação registrada nesta sexta-feira reforça a importância permanente da prudência ao volante, do respeito à sinalização e da direção defensiva. A segurança no trânsito é resultado de um esforço coletivo que envolve motoristas, pedestres e o trabalho contínuo das instituições responsáveis pela fiscalização e atendimento emergencial.

Seguimos acompanhando o caso e aguardando novas informações oficiais que possam esclarecer as circunstâncias do acidente.

(maria clara)

URBIS I EM LUTO: QUEM FOI JAILTÃO MANGUEIRÃO, O MOTORISTA QUE MARCOU UMA GERAÇÃO EM VITÓRIA DA CONQUISTA?

A cidade de Vitória da Conquista amanheceu consternada com a notícia do falecimento de Jailton Ferreira, aos 55 anos. Conhecido carinhosamente como Jailtão Mangueirão, ele morreu no Hospital São Vicente de Paulo, em decorrência de complicações de saúde.

Morador do Conjunto Habitacional URBIS I, Jailton construiu uma trajetória profissional marcada pela responsabilidade e pelo compromisso. Durante longos anos, atuou como motorista rodoviário, profissão que exige não apenas habilidade técnica, mas também disciplina, resistência física e equilíbrio emocional. No cotidiano das estradas, tornou-se referência entre colegas e cultivou amizades que ultrapassaram o ambiente de trabalho.

Em uma cidade onde o transporte rodoviário exerce papel estratégico na mobilidade regional e na economia do sudoeste baiano, profissionais como Jailton desempenham função essencial. São eles que garantem o fluxo de pessoas, mercadorias e serviços, conectando municípios e fortalecendo vínculos sociais e comerciais.

A repercussão de sua morte evidencia o respeito conquistado ao longo da vida. Amigos e companheiros de profissão destacam sua postura serena, o senso de responsabilidade e a convivência harmoniosa. No bairro onde residia, a notícia foi recebida com pesar, refletindo o impacto de sua ausência na comunidade local.

O velório acontece no Salão Premier da Pax Nacional, na Rua Olavo Bilac, nº 04. O sepultamento está previsto para as 14h30 desta sexta-feira (20), no Cemitério da Saudade.

Neste momento de despedida, familiares e amigos recebem manifestações de solidariedade diante de uma perda que deixa marcas profundas. A trajetória de Jailton Ferreira permanece como registro de dedicação profissional e de convivência respeitosa, valores que permanecem na memória daqueles que compartilharam sua caminhada.

(maria clara)

URBIS I EM LUTO: QUEM FOI JAILTÃO MANGUEIRÃO, O MOTORISTA QUE MARCOU UMA GERAÇÃO EM VITÓRIA DA CONQUISTA?

A cidade de Vitória da Conquista amanheceu consternada com a notícia do falecimento de Jailton Ferreira, aos 55 anos. Conhecido carinhosamente como Jailtão Mangueirão, ele morreu no Hospital São Vicente de Paulo, em decorrência de complicações de saúde.

Morador do Conjunto Habitacional URBIS I, Jailton construiu uma trajetória profissional marcada pela responsabilidade e pelo compromisso. Durante longos anos, atuou como motorista rodoviário, profissão que exige não apenas habilidade técnica, mas também disciplina, resistência física e equilíbrio emocional. No cotidiano das estradas, tornou-se referência entre colegas e cultivou amizades que ultrapassaram o ambiente de trabalho.

Em uma cidade onde o transporte rodoviário exerce papel estratégico na mobilidade regional e na economia do sudoeste baiano, profissionais como Jailton desempenham função essencial. São eles que garantem o fluxo de pessoas, mercadorias e serviços, conectando municípios e fortalecendo vínculos sociais e comerciais.

A repercussão de sua morte evidencia o respeito conquistado ao longo da vida. Amigos e companheiros de profissão destacam sua postura serena, o senso de responsabilidade e a convivência harmoniosa. No bairro onde residia, a notícia foi recebida com pesar, refletindo o impacto de sua ausência na comunidade local.

O velório acontece no Salão Premier da Pax Nacional, na Rua Olavo Bilac, nº 04. O sepultamento está previsto para as 14h30 desta sexta-feira (20), no Cemitério da Saudade.

Neste momento de despedida, familiares e amigos recebem manifestações de solidariedade diante de uma perda que deixa marcas profundas. A trajetória de Jailton Ferreira permanece como registro de dedicação profissional e de convivência respeitosa, valores que permanecem na memória daqueles que compartilharam sua caminhada.

(maria clara)

ARTIGO – Sacolinhas, Consciência e Coragem: O Verdadeiro Alcance da Lei 3.123

 

 

(Padre Carlos)

Quantas vezes um gesto aparentemente banal revela o tamanho da nossa responsabilidade coletiva? Uma simples sacolinha plástica, leve como o ar, atravessa nossas mãos por segundos — e permanece na natureza por séculos. É nesse contraste brutal entre o efêmero e o permanente que se insere a alteração da Lei Municipal nº 2.759/2023, consolidada agora pela Lei nº 3.123, de 11 de fevereiro de 2025, da Prefeitura, que redefine a obrigatoriedade do uso de embalagens retornáveis, biodegradáveis ou ambientalmente adequadas no comércio local.

Não se trata de detalhe administrativo. Trata-se de política ambiental concreta. Trata-se de sustentabilidade urbana. Trata-se de futuro.

Durante anos, o debate sobre sacolas plásticas dividiu opiniões. De um lado, consumidores indignados com a cobrança por unidade nos supermercados. De outro, comerciantes alegando aumento de custos. No meio dessa tensão cotidiana, esquecíamos o ponto central: o impacto ambiental acumulado por milhões de sacolinhas descartadas inadequadamente.

Segundo dados amplamente divulgados por organismos ambientais nacionais, o Brasil consome bilhões de sacolas plásticas por ano, grande parte descartada de forma irregular, contribuindo para o entupimento de bueiros, alagamentos urbanos e poluição de rios e mares. A crise climática não começa nas grandes conferências internacionais; ela se revela na esquina da nossa casa, quando a chuva arrasta plástico para dentro da rede de drenagem.

É aqui que a Lei 3.123 ganha relevância estratégica. Ao alterar a Lei Municipal nº 2.759/2023, o município fortalece a política de embalagens sustentáveis e cria um ambiente jurídico mais claro sobre a responsabilidade dos estabelecimentos comerciais. O objetivo é simples e poderoso: estimular o uso de embalagens retornáveis, biodegradáveis, oxibiodegradáveis ou similares que não prejudiquem o meio ambiente.

Mas permitam-me contar uma pequena história.

Dona Maria, aposentada, moradora de bairro popular, faz compras semanais em um supermercado da cidade. Ao chegar ao caixa, descobre que cada sacolinha plástica tem um custo adicional. Sente-se lesada. Reclama. Questiona. “Já não pago impostos demais?” — pergunta. O caixa, constrangido, explica que é política ambiental. Ela sai irritada, mas decide levar uma sacola retornável na semana seguinte. Um mês depois, percebe que não precisou mais pagar pelas sacolinhas e, sem perceber, mudou um hábito.

Essa micro-história é o retrato do processo de transformação cultural. A resistência inicial é humana. O desconforto é natural. Porém, há um ponto de inflexão necessário: entender que a cobrança pela sacola plástica não é punição ao consumidor, mas instrumento de educação ambiental e redução do consumo.

Críticos afirmam que a medida penaliza os mais pobres. É uma crítica que merece ser ouvida. Entretanto, a própria lei não impede que o consumidor utilize embalagens próprias e reutilizáveis — o que, a médio prazo, reduz custos pessoais e impactos ambientais. A experiência de diversas cidades brasileiras demonstra que, após período de adaptação, o consumo de sacolas descartáveis cai drasticamente.

A lógica é objetiva: quando algo deixa de ser “gratuito”, ele deixa de ser invisível. O preço revela o impacto.

Do ponto de vista econômico, a política ambiental moderna trabalha com o princípio da responsabilidade compartilhada. Comércio, poder público e consumidor têm papéis complementares. Não é razoável transferir todo o ônus aos estabelecimentos. Tampouco é sustentável manter um modelo baseado no descarte ilimitado.

A alteração promovida pela Lei 3.123 não resolve todos os problemas ambientais do município. Não elimina lixões clandestinos. Não substitui políticas amplas de reciclagem. Mas sinaliza maturidade institucional. Mostra que a gestão pública está alinhada com tendências globais de economia circular, consumo consciente e redução de resíduos sólidos.

E há um aspecto pouco debatido: cidades que adotam práticas ambientais responsáveis fortalecem sua imagem institucional, atraem investimentos e constroem reputação positiva. Sustentabilidade também é estratégia de desenvolvimento.

É preciso coragem política para enfrentar o desconforto imediato em nome do benefício coletivo. É mais fácil manter tudo como está. É mais popular ceder à pressão momentânea. Contudo, governar não é administrar conveniências; é conduzir processos históricos.

A pergunta central não é se o supermercado deve ou não cobrar pela sacola plástica. A pergunta é: qual modelo de cidade queremos construir? Uma cidade que reage às crises ambientais ou uma que as previne?

A Lei 3.123, ao alterar a Lei Municipal nº 2.759/2023, insere o município na agenda contemporânea da sustentabilidade urbana, reforçando a obrigatoriedade de embalagens menos agressivas ao meio ambiente. Trata-se de um passo. Não o último. Mas um passo necessário.

Se quisermos rios mais limpos, menos enchentes, mais consciência ambiental e uma economia alinhada com o século XXI, precisamos aceitar pequenas mudanças no cotidiano. A sacola que hoje pesa no bolso pode aliviar o peso que deixamos sobre o planeta.

Porque, no fim das contas, a verdadeira conta que pagamos não é a da sacolinha plástica — é a da omissão coletiva diante daquilo que sabíamos ser urgente.

ARTIGO – Sacolinhas, Consciência e Coragem: O Verdadeiro Alcance da Lei 3.123

 

 

(Padre Carlos)

Quantas vezes um gesto aparentemente banal revela o tamanho da nossa responsabilidade coletiva? Uma simples sacolinha plástica, leve como o ar, atravessa nossas mãos por segundos — e permanece na natureza por séculos. É nesse contraste brutal entre o efêmero e o permanente que se insere a alteração da Lei Municipal nº 2.759/2023, consolidada agora pela Lei nº 3.123, de 11 de fevereiro de 2025, da Prefeitura, que redefine a obrigatoriedade do uso de embalagens retornáveis, biodegradáveis ou ambientalmente adequadas no comércio local.

Não se trata de detalhe administrativo. Trata-se de política ambiental concreta. Trata-se de sustentabilidade urbana. Trata-se de futuro.

Durante anos, o debate sobre sacolas plásticas dividiu opiniões. De um lado, consumidores indignados com a cobrança por unidade nos supermercados. De outro, comerciantes alegando aumento de custos. No meio dessa tensão cotidiana, esquecíamos o ponto central: o impacto ambiental acumulado por milhões de sacolinhas descartadas inadequadamente.

Segundo dados amplamente divulgados por organismos ambientais nacionais, o Brasil consome bilhões de sacolas plásticas por ano, grande parte descartada de forma irregular, contribuindo para o entupimento de bueiros, alagamentos urbanos e poluição de rios e mares. A crise climática não começa nas grandes conferências internacionais; ela se revela na esquina da nossa casa, quando a chuva arrasta plástico para dentro da rede de drenagem.

É aqui que a Lei 3.123 ganha relevância estratégica. Ao alterar a Lei Municipal nº 2.759/2023, o município fortalece a política de embalagens sustentáveis e cria um ambiente jurídico mais claro sobre a responsabilidade dos estabelecimentos comerciais. O objetivo é simples e poderoso: estimular o uso de embalagens retornáveis, biodegradáveis, oxibiodegradáveis ou similares que não prejudiquem o meio ambiente.

Mas permitam-me contar uma pequena história.

Dona Maria, aposentada, moradora de bairro popular, faz compras semanais em um supermercado da cidade. Ao chegar ao caixa, descobre que cada sacolinha plástica tem um custo adicional. Sente-se lesada. Reclama. Questiona. “Já não pago impostos demais?” — pergunta. O caixa, constrangido, explica que é política ambiental. Ela sai irritada, mas decide levar uma sacola retornável na semana seguinte. Um mês depois, percebe que não precisou mais pagar pelas sacolinhas e, sem perceber, mudou um hábito.

Essa micro-história é o retrato do processo de transformação cultural. A resistência inicial é humana. O desconforto é natural. Porém, há um ponto de inflexão necessário: entender que a cobrança pela sacola plástica não é punição ao consumidor, mas instrumento de educação ambiental e redução do consumo.

Críticos afirmam que a medida penaliza os mais pobres. É uma crítica que merece ser ouvida. Entretanto, a própria lei não impede que o consumidor utilize embalagens próprias e reutilizáveis — o que, a médio prazo, reduz custos pessoais e impactos ambientais. A experiência de diversas cidades brasileiras demonstra que, após período de adaptação, o consumo de sacolas descartáveis cai drasticamente.

A lógica é objetiva: quando algo deixa de ser “gratuito”, ele deixa de ser invisível. O preço revela o impacto.

Do ponto de vista econômico, a política ambiental moderna trabalha com o princípio da responsabilidade compartilhada. Comércio, poder público e consumidor têm papéis complementares. Não é razoável transferir todo o ônus aos estabelecimentos. Tampouco é sustentável manter um modelo baseado no descarte ilimitado.

A alteração promovida pela Lei 3.123 não resolve todos os problemas ambientais do município. Não elimina lixões clandestinos. Não substitui políticas amplas de reciclagem. Mas sinaliza maturidade institucional. Mostra que a gestão pública está alinhada com tendências globais de economia circular, consumo consciente e redução de resíduos sólidos.

E há um aspecto pouco debatido: cidades que adotam práticas ambientais responsáveis fortalecem sua imagem institucional, atraem investimentos e constroem reputação positiva. Sustentabilidade também é estratégia de desenvolvimento.

É preciso coragem política para enfrentar o desconforto imediato em nome do benefício coletivo. É mais fácil manter tudo como está. É mais popular ceder à pressão momentânea. Contudo, governar não é administrar conveniências; é conduzir processos históricos.

A pergunta central não é se o supermercado deve ou não cobrar pela sacola plástica. A pergunta é: qual modelo de cidade queremos construir? Uma cidade que reage às crises ambientais ou uma que as previne?

A Lei 3.123, ao alterar a Lei Municipal nº 2.759/2023, insere o município na agenda contemporânea da sustentabilidade urbana, reforçando a obrigatoriedade de embalagens menos agressivas ao meio ambiente. Trata-se de um passo. Não o último. Mas um passo necessário.

Se quisermos rios mais limpos, menos enchentes, mais consciência ambiental e uma economia alinhada com o século XXI, precisamos aceitar pequenas mudanças no cotidiano. A sacola que hoje pesa no bolso pode aliviar o peso que deixamos sobre o planeta.

Porque, no fim das contas, a verdadeira conta que pagamos não é a da sacolinha plástica — é a da omissão coletiva diante daquilo que sabíamos ser urgente.

ARTIGO – Gastos no São João e o equilíbrio que as prefeituras precisam encontrar (Padre Carlos)

 

 

 

 

Padre Carlos

O São João é mais que uma festa no calendário de pequenos e médios municípios brasileiros: é identidade cultural, é memória coletiva e é oportunidade de movimentação econômica local. Cultura gera emprego, atrai turismo e aquece o comércio. Mas quando o brilho das fogueiras e o som da sanfona começam a custar mais do que o próprio orçamento público comporta, a festa perde o sentido — e a comunidade, o foco nas prioridades essenciais da gestão pública.

Relatórios oficiais, como o divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, mostram que entre 2023 e 2025 as prefeituras paraibanas empenharam mais de R$ 318,6 milhões em festejos juninos — um crescimento de cerca de 80 % dos gastos. Em alguns municípios, o valor por habitante dedicado ao São João chegou a representar quase um terço das despesas em saúde e quase 40 % das aplicadas em educação.

São números que não podem ser ignorados: despesa com cultura é importante, mas a Constituição e as normas fiscais brasileiras impõem responsabilidades claras aos gestores municipais quanto à aplicação de recursos em saúde e educação — setores que salvam vidas e formam cidadãos com qualidade. Municípios têm obrigação de aplicar pelo menos 15 % de sua receita em saúde e 25 % em educação, segundo regra constitucional, e outros percentuais mínimos em ações básicas de infraestrutura e serviços essenciais, que não podem ser preteridos em prol de espetáculos — por mais animados que sejam.

O Ministério Público tem papel fundamental nesse debate. Em vários estados, promotores têm estimulado a transparência no uso dos recursos — como no caso de Pernambuco, onde foi criado um portal para acompanhamento dos gastos com festividades juninas, permitindo que cidadãos fiscalizem contratações artísticas e investimentos por município. Na Bahia, o painel de transparência também mostrou que cidades como Cruz das Almas destinaram milhões para atrações artísticas, gerando discussão pública sobre prioridades.

Ainda na Bahia, o Procurador-Geral de Justiça destacou que nem todos os municípios entregaram ainda as informações sobre despesas com São João, o que reforça a necessidade de diligência e controle social para que o orçamento municipal não perca sua função principal: atender às necessidades básicas da população.

Não se trata de negar a festa. O São João é patrimônio cultural e pode ser motor de desenvolvimento local. Mas gerir um município implica equilibrar tradição e responsabilidade fiscal. As prefeituras precisam planejar de forma criteriosa, buscando parcerias e alternativas que não comprometam saúde, educação, infraestrutura urbana e serviços públicos essenciais para garantir o bem-estar da população.

O debate que se impõe hoje não é entre festa ou austeridade — é sobre como construir um modelo em que cultura e qualidade de vida avancem juntas, sem que uma absorva de forma desproporcional os recursos que deveriam sustentar o presente e o futuro das nossas cidades.

ARTIGO – Gastos no São João e o equilíbrio que as prefeituras precisam encontrar (Padre Carlos)

 

 

 

 

Padre Carlos

O São João é mais que uma festa no calendário de pequenos e médios municípios brasileiros: é identidade cultural, é memória coletiva e é oportunidade de movimentação econômica local. Cultura gera emprego, atrai turismo e aquece o comércio. Mas quando o brilho das fogueiras e o som da sanfona começam a custar mais do que o próprio orçamento público comporta, a festa perde o sentido — e a comunidade, o foco nas prioridades essenciais da gestão pública.

Relatórios oficiais, como o divulgado pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba, mostram que entre 2023 e 2025 as prefeituras paraibanas empenharam mais de R$ 318,6 milhões em festejos juninos — um crescimento de cerca de 80 % dos gastos. Em alguns municípios, o valor por habitante dedicado ao São João chegou a representar quase um terço das despesas em saúde e quase 40 % das aplicadas em educação.

São números que não podem ser ignorados: despesa com cultura é importante, mas a Constituição e as normas fiscais brasileiras impõem responsabilidades claras aos gestores municipais quanto à aplicação de recursos em saúde e educação — setores que salvam vidas e formam cidadãos com qualidade. Municípios têm obrigação de aplicar pelo menos 15 % de sua receita em saúde e 25 % em educação, segundo regra constitucional, e outros percentuais mínimos em ações básicas de infraestrutura e serviços essenciais, que não podem ser preteridos em prol de espetáculos — por mais animados que sejam.

O Ministério Público tem papel fundamental nesse debate. Em vários estados, promotores têm estimulado a transparência no uso dos recursos — como no caso de Pernambuco, onde foi criado um portal para acompanhamento dos gastos com festividades juninas, permitindo que cidadãos fiscalizem contratações artísticas e investimentos por município. Na Bahia, o painel de transparência também mostrou que cidades como Cruz das Almas destinaram milhões para atrações artísticas, gerando discussão pública sobre prioridades.

Ainda na Bahia, o Procurador-Geral de Justiça destacou que nem todos os municípios entregaram ainda as informações sobre despesas com São João, o que reforça a necessidade de diligência e controle social para que o orçamento municipal não perca sua função principal: atender às necessidades básicas da população.

Não se trata de negar a festa. O São João é patrimônio cultural e pode ser motor de desenvolvimento local. Mas gerir um município implica equilibrar tradição e responsabilidade fiscal. As prefeituras precisam planejar de forma criteriosa, buscando parcerias e alternativas que não comprometam saúde, educação, infraestrutura urbana e serviços públicos essenciais para garantir o bem-estar da população.

O debate que se impõe hoje não é entre festa ou austeridade — é sobre como construir um modelo em que cultura e qualidade de vida avancem juntas, sem que uma absorva de forma desproporcional os recursos que deveriam sustentar o presente e o futuro das nossas cidades.