Política e Resenha

Urgente – Pesquisa eleitoral Bahia 2026:

 Real Time Big Data mostra Jerônimo Rodrigues com 47% e ACM Neto com 43%

Levantamento com 1.600 eleitores, feito de 23 a 26 de setembro de 2026, também mede rejeição, disputa pelo Senado, cenário presidencial na Bahia e avaliação de Jerônimo Rodrigues e de Lula, com margem de erro de 2 pontos percentuais.

Por Carlos Josaphat — Política e Resenha

A pesquisa eleitoral da Bahia divulgada pelo Instituto Real Time Big Data, com entrevistas de 23 a 26 de setembro de 2026, registra Jerônimo Rodrigues (PT) com 47% e ACM Neto (União Brasil) com 43% das intenções de voto para o governo do estado no primeiro turno. A diferença numérica é de 4 pontos percentuais, o dobro da margem de erro de 2 pontos, para mais ou para menos: um dado que pede leitura cuidadosa, e não uma previsão do resultado das urnas.

Os números das eleições na Bahia em 2026 vão além da disputa pelo Governo. O levantamento inclui o Senado, a corrida presidencial entre eleitores baianos, índices de rejeição e a avaliação do governador e do presidente. Este artigo organiza o material em três camadas: o dado (o que a pesquisa registrou), a interpretação (o que os números permitem concluir) e o contexto (os limites que a metodologia impõe). Comentários de terceiros sobre os resultados não são tratados como conclusão da pesquisa.

O contexto da pesquisa

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores da Bahia entre 23 e 26 de setembro de 2026. A margem de erro informada é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. Trata-se de uma pesquisa eleitoral com intenção de voto para governador, Senado e presidente da República, além de rejeição, aprovação e avaliação de governo.

1.600
eleitores entrevistados
23 a 26
de setembro de 2026
±2 pontos
margem de erro (para mais ou para menos)
Bahia
universo: eleitores do estado
O que a margem de erro significa?

A margem de erro de 2 pontos percentuais indica que cada número medido pode variar, para mais ou para menos, até 2 pontos em relação ao valor que seria obtido se todos os eleitores do universo fossem ouvidos. Assim, 47% pode corresponder, na prática, a algo entre 45% e 49%, e 43% a algo entre 41% e 45%.

Quando a distância entre dois nomes é pequena diante dessa margem, a pesquisa pode não ser conclusiva sobre quem está à frente. E a incerteza sobre a diferença entre dois candidatos costuma ser maior do que a incerteza sobre cada percentual isolado.

Vale ainda lembrar que a margem de erro está associada a um nível de confiança, que não consta dos dados usados neste texto e, por isso, não é informado aqui.

Duas informações não constam dos dados usados neste texto: o nível de confiança associado à margem de erro e o número de registro da pesquisa. O registro deve ser consultado na fonte oficial, e o nível de confiança, na divulgação completa do instituto.

Governo da Bahia: o cenário do primeiro turno

Dado. Na pesquisa para governador, Jerônimo Rodrigues (PT) tem 47% e ACM Neto (União Brasil), 43%. Ronaldo Mansur (PSOL) registra 1%; Ariel Capistrano (DC), Haroldo Félix (UP) e Maria Bona (PCO) somam 1%. Votos em branco ou nulos são 5% e os indecisos, 3%.

Gráfico 1
Governo da Bahia — 1º turno
Jerônimo Rodrigues (PT)
47%
ACM Neto (União Brasil)
43%
Ronaldo Mansur (PSOL)
1%
Ariel Capistrano (DC), Haroldo Félix (UP) e Maria Bona (PCO) — somados
1%
Branco/Nulo
5%
Indecisos
3%
Legenda: intenção de voto estimulada para governador, em % dos entrevistados. As cores distinguem candidaturas e categorias; não indicam preferência. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Numericamente, a diferença entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto é de 4 pontos percentuais. Com margem de erro de 2 pontos, os intervalos possíveis são de 45% a 49% para Jerônimo e de 41% a 45% para ACM Neto: as faixas se tocam em 45%. A vantagem numérica, portanto, está no limite da margem. Como a incerteza sobre a diferença entre dois candidatos costuma ser maior do que a de cada percentual isolado, e como o nível de confiança e o desenho amostral não foram informados, o mais prudente é tratá-la como uma vantagem numérica pequena, sem classificá-la como empate técnico nem como diferença estatisticamente firme.

Dado. Em relação ao levantamento anterior citado nos dados, Jerônimo Rodrigues passou de 45% para 47% e ACM Neto, de 44% para 43%.

Gráfico 2
Evolução dos dois principais candidatos ao Governo
45%
47%
44%
43%
Levantamento anterior Atual Levantamento anterior Atual
Jerônimo Rodrigues ACM Neto
45% → 47% (+2 p.p.) 44% → 43% (−1 p.p.)
Legenda: comparação entre o levantamento anterior citado nos dados (data e origem não informadas) e o atual. Colunas com base em zero. As variações de 2 e de 1 ponto são pequenas diante da margem de ±2. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. As oscilações de 2 e de 1 ponto são pequenas diante da margem de ±2 e, isoladamente, não permitem afirmar que houve mudança real de preferência do eleitorado. Também não é possível confirmar, com os dados fornecidos, se as duas pesquisas usaram metodologia comparável, o que limita qualquer conclusão sobre tendência.

Segundo turno simulado

Dado. No cenário simulado de segundo turno para o Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues aparece com 48% e ACM Neto com 44%. Brancos e nulos somam 5% e indecisos, 4%. A soma dos percentuais é 101%, o que pode decorrer de arredondamentos.

Gráfico 3
Simulação de 2º turno — Governo da Bahia
Jerônimo Rodrigues (PT)
48%
ACM Neto (União Brasil)
44%
Branco/Nulo
5%
Indecisos
4%
Legenda: cenário hipotético de segundo turno. Os percentuais somam 101%, o que pode decorrer de arredondamentos. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. A distância numérica é, de novo, de 4 pontos, com a mesma leitura cautelosa do primeiro turno: uma vantagem pequena, no limite da margem de erro. Um segundo turno simulado é um exercício hipotético, que pergunta em quem o eleitor votaria se apenas esses dois nomes estivessem na disputa. O cenário real dependerá de fatores que a pesquisa não mede, como a evolução da campanha e o comportamento dos eleitores de outros candidatos.

Rejeição: dois nomes com índices próximos

Dado. A rejeição de ACM Neto é de 45% e a de Jerônimo Rodrigues, de 44%. A diferença de 1 ponto percentual está dentro da margem de erro de 2 pontos.

Gráfico 4
Rejeição dos candidatos ao Governo
ACM Neto (União Brasil)
45%
Jerônimo Rodrigues (PT)
44%
Diferença de 1 ponto percentual, dentro da margem de erro de ±2 pontos: os dados não permitem apontar uma rejeição estatisticamente distinta entre os dois nomes.
Legenda: percentual de eleitores que rejeitam cada candidato. A formulação exata da pergunta não consta dos dados fornecidos. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Rejeição e intenção de voto medem coisas diferentes. A primeira indica quantos eleitores dizem não aceitar determinado nome; a segunda, em quem pretendem votar. Como os índices dos dois principais candidatos ao governo são próximos e, no total, elevados, parcela expressiva do eleitorado afirma rejeitar cada um deles. Os dados fornecidos não informam a formulação exata da pergunta nem como essa rejeição se distribui entre eleitores de outras candidaturas ou entre os indecisos.

Senado na Bahia: quatro nomes concentram a maior parte das intenções

Dado. Na disputa pelo Senado, Rui Costa (PT) tem 28%, Jaques Wagner (PT) 20%, João Roma (PL) 17% e Ângelo Coronel (Republicanos) 15%. Professor Deliana (PSOL) soma 7% e Carlos Sodré (Mobiliza), 1%. Outros candidatos somam 1%, brancos e nulos são 5% e indecisos, 6%.

Gráfico 5
Disputa pelo Senado
Rui Costa (PT)
28%
Jaques Wagner (PT)
20%
João Roma (PL)
17%
Ângelo Coronel (Republicanos)
15%
Professor Deliana (PSOL)
7%
Carlos Sodré (Mobiliza)
1%
Outros candidatos — somados
1%
Branco/Nulo
5%
Indecisos
6%
Legenda: intenção de voto para o Senado, em % dos entrevistados. Os percentuais somam 100%. Como são duas vagas em disputa, a forma da pergunta (voto único ou dois votos) deve ser conferida na divulgação oficial. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Os quatro primeiros nomes reúnem, juntos, 80% das intenções de voto. Rui Costa aparece numericamente à frente de Jaques Wagner por 8 pontos, distância superior à margem de erro. Já a diferença de 3 pontos entre Jaques Wagner e João Roma e a de 2 pontos entre João Roma e Ângelo Coronel são pequenas diante da margem de ±2, e a segunda está dentro dela. Os 6% de indecisos são maiores do que a distância entre o terceiro e o quarto nomes.

Contexto. Como são duas vagas ao Senado em disputa, a forma como a pergunta foi feita (voto único ou dois votos) altera a leitura dos percentuais. Os números somam 100%, mas esse detalhe deve ser conferido na divulgação oficial. Por isso, as posições acima descrevem a distribuição das respostas, e não quais nomes ocupariam as vagas.

Presidência da República na Bahia

Dado. Entre eleitores baianos, Luiz Inácio Lula da Silva tem 61% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro, 24%. Augusto Cury e Renan Santos têm 3% cada; Ronaldo Caiado e Romeu Zema, 1% cada. Outros candidatos somam 1%, brancos e nulos são 4% e indecisos, 2%.

Gráfico 6
Presidência da República na Bahia — 1º turno
Luiz Inácio Lula da Silva
61%
Flávio Bolsonaro
24%
Augusto Cury
3%
Renan Santos
3%
Ronaldo Caiado
1%
Romeu Zema
1%
Outros candidatos — somados
1%
Branco/Nulo
4%
Indecisos
2%
Legenda: intenção de voto para presidente entre eleitores da Bahia (não é resultado nacional). Os percentuais somam 100%. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Os números se referem apenas ao eleitorado da Bahia e não representam o resultado nacional. Na amostra baiana, Lula aparece numericamente à frente de Flávio Bolsonaro por 37 pontos, distância muito superior à margem de erro de 2 pontos.

Dado. No cenário simulado de segundo turno na Bahia, Lula tem 64% e Flávio Bolsonaro, 28%. Brancos e nulos somam 5% e indecisos, 3%.

Gráfico 7
Presidência na Bahia — 2º turno
Luiz Inácio Lula da Silva
64%
Flávio Bolsonaro
28%
Branco/Nulo
5%
Indecisos
3%
Legenda: cenário hipotético de segundo turno entre eleitores da Bahia. Os percentuais somam 100%. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Do primeiro para o segundo turno simulado, Lula passa de 61% para 64% (+3), Flávio Bolsonaro de 24% para 28% (+4), brancos e nulos de 4% para 5% (+1) e indecisos de 2% para 3% (+1). Esses 9 pontos correspondem à soma dos candidatos que deixam de aparecer no cenário de segundo turno. A comparação é entre resultados agregados e não permite identificar o caminho individual de cada eleitor.

Dado. Na rejeição presidencial, Flávio Bolsonaro tem 58%, Renan Santos 40% e Lula 31%.

Gráfico 8
Rejeição para presidente
Flávio Bolsonaro
58%
Renan Santos
40%
Lula
31%
Legenda: percentual de eleitores da Bahia que rejeitam cada nome. Os dados fornecidos trazem rejeição apenas para estes três nomes; a soma acima de 100% é compatível com uma pergunta que admite mais de uma rejeição por eleitor. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Os três índices somam mais de 100%, o que é compatível com uma pergunta em que o eleitor pode rejeitar mais de um nome. Os dados fornecidos não trazem rejeição dos demais candidatos, e a pesquisa não explica por que Renan Santos, com 3% de intenção de voto, aparece com 40% de rejeição. É mais um exemplo de que intenção de voto e rejeição não se confundem.

Aprovação de Jerônimo Rodrigues e de Lula

Dado. O governador Jerônimo Rodrigues é aprovado por 54% dos entrevistados e desaprovado por 44%; 2% não souberam ou não responderam. Na avaliação de Lula entre eleitores da Bahia, 65% aprovam e 34% desaprovam.

Gráfico 9
Aprovação e desaprovação
Jerônimo Rodrigues — governador
Aprova
54%
Desaprova
44%
Não sabe/não respondeu
2%
Lula — presidente, entre eleitores da Bahia
Aprova
65%
Desaprova
34%
Legenda: no caso de Lula, aprova e desaprova somam 99%; a diferença pode decorrer de arredondamento ou de respostas não classificadas. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. A aprovação de Lula na Bahia é 11 pontos percentuais maior do que a do governador, e a desaprovação é 10 pontos menor. São avaliações de gestões diferentes, uma estadual e outra federal, feitas pelo mesmo eleitorado. Os dados de Lula somam 99% entre aprova e desaprova, diferença que pode decorrer de arredondamento ou de respostas não classificadas.

Dado. Na avaliação qualitativa, 32% consideram o governo de Jerônimo Rodrigues ótimo ou bom, 39% regular e 28% ruim ou péssimo. Para o governo Lula na Bahia, os índices são 41% de ótimo/bom, 30% de regular e 28% de ruim/péssimo.

Gráfico 10
Avaliação do governo
Ótimo/Bom
Jerônimo Rodrigues
32%
Lula
41%
Regular
Jerônimo Rodrigues
39%
Lula
30%
Ruim/Péssimo
Jerônimo Rodrigues
28%
Lula
28%
Legenda: avaliação qualitativa em três faixas, agrupada por faixa para comparar os dois nomes. Em ambos os casos os percentuais somam 99%, o que pode decorrer de arredondamentos. Fonte: dados da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, Bahia, 23 a 26 de setembro de 2026, 1.600 eleitores, margem de erro de ±2 pontos percentuais.

Interpretação. Aprovação é uma pergunta de duas respostas; a avaliação em ótimo/bom, regular e ruim/péssimo é mais detalhada. No caso do governador, a aprovação (54%) é maior do que o ótimo/bom (32%), e a faixa regular reúne 39%. Os dados fornecidos não cruzam as duas perguntas e, por isso, não mostram como quem avalia como regular se divide entre aprovar e desaprovar. Nas duas avaliações, a faixa ruim/péssimo tem 28%.

Pesquisa eleitoral é um retrato do momento em que foi feita: mede intenção de voto, não antecipa o resultado das urnas.

O que os números revelam

Lidos em conjunto, os dados descrevem um cenário em que a disputa pelo Governo da Bahia aparece com vantagem numérica pequena para Jerônimo Rodrigues, no limite da margem de erro, e com rejeição quase idêntica entre os dois principais nomes. Um índice de rejeição alto para ambos indica que muitos eleitores não pretendem votar em nenhum deles.

A comparação entre cargos é outro ponto de atenção. Entre os mesmos baianos ouvidos, Lula tem 61% no primeiro turno presidencial, enquanto Jerônimo Rodrigues tem 47% para governador. Os dados fornecidos não informam quantos eleitores combinam os votos nos dois cargos e, por isso, não permitem concluir que a intenção de voto em uma disputa determine a outra. A pesquisa também não mostra o motivo das diferenças entre os índices.

Há ainda os votos brancos, nulos e os indecisos. No primeiro turno para governador, somados, eles chegam a 8% (5% + 3%); no segundo turno simulado, a 9% (5% + 4%). Essa soma é maior do que a distância de 4 pontos entre os dois primeiros colocados. As categorias, porém, têm significados distintos: branco e nulo indicam a decisão de não escolher um candidato, enquanto o indeciso ainda não definiu o voto.

Do dado à leitura: três perguntas antes de tirar conclusões

A diferença entre os números cabe dentro da margem de erro? Se sim, a pesquisa não permite afirmar quem está à frente.

O que está sendo medido: intenção de voto, rejeição, aprovação ou avaliação? São perguntas diferentes e não se substituem.

Existe um dado que sustente a conclusão? Se a pesquisa não traz a informação, o texto não a atribui ao levantamento.

Limitações da pesquisa

Toda pesquisa eleitoral tem limites naturais, e eles ajudam a evitar leituras que os dados não sustentam:

• É um retrato do momento. As entrevistas foram feitas de 23 a 26 de setembro de 2026. Fatos ocorridos depois desse período não estão refletidos nos números.
• Amostra não é universo. Foram ouvidos 1.600 eleitores para representar o eleitorado baiano; a margem de erro de 2 pontos vale, em regra, para o conjunto da amostra, e subgrupos tendem a ter margens maiores.
• Erros não amostrais existem. A formulação das perguntas, a não resposta e outros fatores metodológicos também podem influenciar os resultados e não entram na margem de erro.
• Nível de confiança e registro. Nenhum dos dois consta dos dados usados aqui; o registro deve ser consultado na fonte oficial.
• Intenção de voto não é voto. O eleitor pode mudar de posição, anular o voto ou não comparecer no dia da eleição.
• Opinião não é dado. Análises e comentários sobre os números, inclusive em vídeos, são interpretações de quem os faz. Não integram a pesquisa e, neste texto, só seriam citados com identificação clara de autoria.

Caixa metodológica
Instituto Real Time Big Data
Universo Eleitores da Bahia
Entrevistados 1.600 eleitores
Período 23 a 26 de setembro de 2026
Margem de erro 2 pontos percentuais, para mais ou para menos
Nível de confiança Não informado nos dados utilizados
Registro da pesquisa O número de registro deve ser consultado na fonte oficial
Levantamento anterior Usado apenas na comparação do Gráfico 2; data e origem não informadas nos dados

Conclusão

A pesquisa eleitoral Bahia 2026 do Instituto Real Time Big Data registra Jerônimo Rodrigues com 47% e ACM Neto com 43% no primeiro turno, e com 48% e 44% no cenário simulado de segundo turno. Em ambos os casos, a diferença de 4 pontos está no limite da margem de erro de 2 pontos. Na rejeição, os 45% de ACM Neto e os 44% de Jerônimo estão dentro da margem. No Senado, Rui Costa (28%), Jaques Wagner (20%), João Roma (17%) e Ângelo Coronel (15%) aparecem nas quatro primeiras posições. Na Presidência, entre eleitores da Bahia, os números de Lula (61% no primeiro turno e 64% no segundo) e de Flávio Bolsonaro (24% e 28%) mostram distâncias muito superiores à margem de erro.

A pesquisa é um retrato do eleitorado baiano naqueles quatro dias e não uma previsão do resultado. Intenção de voto, rejeição, aprovação e avaliação medem coisas diferentes, e a leitura mais útil é a que respeita cada uma delas, com o cuidado de não atribuir ao levantamento conclusões que ele não apresenta. O resultado das urnas dependerá do que ainda acontecer até a eleição e da decisão dos eleitores.

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Padre Carlos  — colunista político — Política e Resenha

Dados: Instituto Real Time Big Data, pesquisa realizada de 23 a 26 de setembro de 2026 com 1.600 eleitores da Bahia. Número de registro: consultar a fonte oficial.