Política e Resenha

Despedida Trágica: Ana Paula Pacheco Falece Após Dias de Agonia e Comove Itarantim

Ana Paula Pacheco, de 44 anos, faleceu nesta quinta-feira (24) após dias de internação na cidade de Brumado, no sudoeste da Bahia. Muito querida na cidade de Itarantim, principalmente na região da Vasco da Gama, sua partida gerou uma onda de tristeza entre amigos e familiares. Ana Paula vinha enfrentando fortes dores que a levaram à hospitalização, mas seu quadro clínico piorou, culminando em seu falecimento.

A notícia de sua morte rapidamente se espalhou, deixando a comunidade de Itarantim consternada. Conhecida por sua presença acolhedora, Ana Paula deixou uma marca profunda em todos que a conheciam. Seu corpo será transferido para Itarantim, onde familiares e amigos poderão prestar as últimas homenagens no velório que ocorrerá na Pax Perfeição. A data e o horário do sepultamento ainda serão divulgados.

Entre lágrimas e lembranças, familiares expressam a dor de perder alguém tão especial, destacando a lacuna deixada pela partida de Ana Paula. Ela será eternamente lembrada por seu carinho, alegria e pelo impacto positivo que teve na vida de tantas pessoas. A cidade de Itarantim, agora em luto, se une em solidariedade à família, que enfrenta esse momento difícil de despedida.

Despedida Trágica: Ana Paula Pacheco Falece Após Dias de Agonia e Comove Itarantim

Ana Paula Pacheco, de 44 anos, faleceu nesta quinta-feira (24) após dias de internação na cidade de Brumado, no sudoeste da Bahia. Muito querida na cidade de Itarantim, principalmente na região da Vasco da Gama, sua partida gerou uma onda de tristeza entre amigos e familiares. Ana Paula vinha enfrentando fortes dores que a levaram à hospitalização, mas seu quadro clínico piorou, culminando em seu falecimento.

A notícia de sua morte rapidamente se espalhou, deixando a comunidade de Itarantim consternada. Conhecida por sua presença acolhedora, Ana Paula deixou uma marca profunda em todos que a conheciam. Seu corpo será transferido para Itarantim, onde familiares e amigos poderão prestar as últimas homenagens no velório que ocorrerá na Pax Perfeição. A data e o horário do sepultamento ainda serão divulgados.

Entre lágrimas e lembranças, familiares expressam a dor de perder alguém tão especial, destacando a lacuna deixada pela partida de Ana Paula. Ela será eternamente lembrada por seu carinho, alegria e pelo impacto positivo que teve na vida de tantas pessoas. A cidade de Itarantim, agora em luto, se une em solidariedade à família, que enfrenta esse momento difícil de despedida.

Ladrões ‘Famosos’ Caem nas Garras da Polícia em Conquista: Reincidência Chocante

Vitória da Conquista amanheceu nesta quinta-feira (24) com mais uma operação policial de sucesso que trouxe à tona rostos já conhecidos do crime local. Dois ladrões, flagrados em ação, foram surpreendidos pela polícia enquanto arrombavam um estabelecimento comercial na Avenida Regis Pacheco, em pleno coração da cidade.

O que chamou a atenção, além do flagrante, foi o fato de um dos detidos, de iniciais R.P.S., já ser “famoso” nas delegacias. Menos de duas semanas atrás, o mesmo indivíduo havia sido preso por outro crime semelhante, após vandalizar e furtar itens de uma loja. A reincidência tão rápida impressiona até os mais experientes, e reforça o debate sobre a reincidência criminal e a sensação de impunidade.

Por volta das 03h00 da manhã, a guarnição do 2° Pelotão (Área Sul) foi alertada pelo CICOM sobre um possível arrombamento em andamento. Ao chegarem ao local, os policiais não apenas confirmaram a ocorrência, mas logo localizaram os criminosos com os objetos furtados nas proximidades. A dupla foi rapidamente encaminhada ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde responderá pelos crimes cometidos.

A história de R.P.S., já detido pela 77ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) anteriormente, expõe a fragilidade do sistema de segurança e justiça. Como é possível que alguém preso há apenas 11 dias volte às ruas para cometer o mesmo tipo de crime? A sociedade exige respostas e ações mais efetivas para combater a impunidade.

Este novo episódio reforça a necessidade de medidas mais severas para lidar com a reincidência. A população de Vitória da Conquista, que já lida com crescentes casos de violência e furtos, espera que o poder público aja com firmeza para frear o avanço da criminalidade e restaurar a confiança no sistema de segurança.

Ladrões ‘Famosos’ Caem nas Garras da Polícia em Conquista: Reincidência Chocante

Vitória da Conquista amanheceu nesta quinta-feira (24) com mais uma operação policial de sucesso que trouxe à tona rostos já conhecidos do crime local. Dois ladrões, flagrados em ação, foram surpreendidos pela polícia enquanto arrombavam um estabelecimento comercial na Avenida Regis Pacheco, em pleno coração da cidade.

O que chamou a atenção, além do flagrante, foi o fato de um dos detidos, de iniciais R.P.S., já ser “famoso” nas delegacias. Menos de duas semanas atrás, o mesmo indivíduo havia sido preso por outro crime semelhante, após vandalizar e furtar itens de uma loja. A reincidência tão rápida impressiona até os mais experientes, e reforça o debate sobre a reincidência criminal e a sensação de impunidade.

Por volta das 03h00 da manhã, a guarnição do 2° Pelotão (Área Sul) foi alertada pelo CICOM sobre um possível arrombamento em andamento. Ao chegarem ao local, os policiais não apenas confirmaram a ocorrência, mas logo localizaram os criminosos com os objetos furtados nas proximidades. A dupla foi rapidamente encaminhada ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde responderá pelos crimes cometidos.

A história de R.P.S., já detido pela 77ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) anteriormente, expõe a fragilidade do sistema de segurança e justiça. Como é possível que alguém preso há apenas 11 dias volte às ruas para cometer o mesmo tipo de crime? A sociedade exige respostas e ações mais efetivas para combater a impunidade.

Este novo episódio reforça a necessidade de medidas mais severas para lidar com a reincidência. A população de Vitória da Conquista, que já lida com crescentes casos de violência e furtos, espera que o poder público aja com firmeza para frear o avanço da criminalidade e restaurar a confiança no sistema de segurança.

“Belo Campo em Luto: Caminhão Tomba e Tira Vidas Queridas da Comunidade

 

A pequena cidade de Belo Campo, no Centro-Sul da Bahia, viveu dias de profunda tristeza e luto após o trágico acidente ocorrido na Rodovia Fernão Dias, em Minas Gerais, que tirou a vida de duas pessoas queridas da comunidade. O caminhão que transportava mangas, em um percurso rotineiro, tombou na segunda-feira (21), deixando um rastro de dor e sofrimento que será difícil de esquecer.

A notícia do acidente chocou a todos. O impacto foi ainda maior ao sabermos que as vítimas não eram apenas números em uma estatística fria de acidentes rodoviários. Eram membros importantes de Belo Campo, figuras conhecidas e admiradas, cujo legado e presença se faziam sentir em cada esquina da cidade. A perda não é só familiar, é coletiva. O luto é de toda a cidade.

O transporte de mercadorias em rodovias é uma parte vital da nossa economia e do sustento de muitas famílias. No entanto, tragédias como essa nos lembram de quão frágeis somos em meio ao caos das estradas brasileiras, muitas vezes mal conservadas, mal sinalizadas e perigosas. Quantos acidentes poderiam ser evitados se as condições de nossas rodovias fossem minimamente adequadas? Quantas vidas poderiam ser preservadas?

Os corpos das vítimas foram levados para Belo Campo, onde a comunidade, em um gesto profundo de solidariedade, se uniu para homenageá-las e prestar suas últimas despedidas. É um momento em que o espírito de união e fraternidade da cidade se revela. O funeral não foi apenas uma despedida silenciosa, mas uma verdadeira demonstração de amor e apoio àqueles que perderam seus entes queridos.

O luto nos faz refletir sobre a vida, sobre a fragilidade da existência e sobre a responsabilidade que todos temos, enquanto sociedade, em garantir que tragédias assim não se tornem frequentes. A segurança nas estradas deve ser uma prioridade constante, não só para proteger o transporte de bens, mas para proteger vidas. A dor que hoje Belo Campo sente é um grito de alerta para todos nós.

Que o exemplo de solidariedade demonstrado pela cidade inspire ações concretas em defesa da segurança nas rodovias, para que o sacrifício dessas vidas não tenha sido em vão. Que a memória das vítimas permaneça viva em cada um de nós, lembrando-nos sempre do valor da vida e da importância de proteger nossos irmãos e irmãs na estrada.

Belo Campo chora, mas também se fortalece na esperança de que, juntos, possamos evitar futuras tragédias. Que as vítimas desse acidente descansem em paz, e que suas famílias encontrem conforto no carinho e no apoio de toda a comunidade.

“Belo Campo em Luto: Caminhão Tomba e Tira Vidas Queridas da Comunidade

 

A pequena cidade de Belo Campo, no Centro-Sul da Bahia, viveu dias de profunda tristeza e luto após o trágico acidente ocorrido na Rodovia Fernão Dias, em Minas Gerais, que tirou a vida de duas pessoas queridas da comunidade. O caminhão que transportava mangas, em um percurso rotineiro, tombou na segunda-feira (21), deixando um rastro de dor e sofrimento que será difícil de esquecer.

A notícia do acidente chocou a todos. O impacto foi ainda maior ao sabermos que as vítimas não eram apenas números em uma estatística fria de acidentes rodoviários. Eram membros importantes de Belo Campo, figuras conhecidas e admiradas, cujo legado e presença se faziam sentir em cada esquina da cidade. A perda não é só familiar, é coletiva. O luto é de toda a cidade.

O transporte de mercadorias em rodovias é uma parte vital da nossa economia e do sustento de muitas famílias. No entanto, tragédias como essa nos lembram de quão frágeis somos em meio ao caos das estradas brasileiras, muitas vezes mal conservadas, mal sinalizadas e perigosas. Quantos acidentes poderiam ser evitados se as condições de nossas rodovias fossem minimamente adequadas? Quantas vidas poderiam ser preservadas?

Os corpos das vítimas foram levados para Belo Campo, onde a comunidade, em um gesto profundo de solidariedade, se uniu para homenageá-las e prestar suas últimas despedidas. É um momento em que o espírito de união e fraternidade da cidade se revela. O funeral não foi apenas uma despedida silenciosa, mas uma verdadeira demonstração de amor e apoio àqueles que perderam seus entes queridos.

O luto nos faz refletir sobre a vida, sobre a fragilidade da existência e sobre a responsabilidade que todos temos, enquanto sociedade, em garantir que tragédias assim não se tornem frequentes. A segurança nas estradas deve ser uma prioridade constante, não só para proteger o transporte de bens, mas para proteger vidas. A dor que hoje Belo Campo sente é um grito de alerta para todos nós.

Que o exemplo de solidariedade demonstrado pela cidade inspire ações concretas em defesa da segurança nas rodovias, para que o sacrifício dessas vidas não tenha sido em vão. Que a memória das vítimas permaneça viva em cada um de nós, lembrando-nos sempre do valor da vida e da importância de proteger nossos irmãos e irmãs na estrada.

Belo Campo chora, mas também se fortalece na esperança de que, juntos, possamos evitar futuras tragédias. Que as vítimas desse acidente descansem em paz, e que suas famílias encontrem conforto no carinho e no apoio de toda a comunidade.

R$ 892 Milhões de Prejuízo: O Povo Paga a Conta, Enquanto a Via Bahia Lucra e Sai Ilesa

 

 

 

A recente decisão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de encerrar a concessão da Via Bahia, gestora dos trechos da BR-116 e BR-324, deveria ser motivo de alívio para a população. Afinal, há anos, essas rodovias são sinônimos de buracos, acidentes e prejuízos incalculáveis. No entanto, ao invés de vermos uma solução que nos beneficie, o que enxergamos é mais uma vez a confirmação de que, no Brasil, o povo sempre paga a conta, enquanto os grandes grupos saem ilesos e lucram.

O acordo prevê o pagamento de R$ 681 milhões por “ativos não amortizados” à concessionária, além de mais R$ 80 milhões para encerrar a sociedade e pagar os litígios. Isso sem contar que nós, os cidadãos, vamos arcar com R$ 131 milhões em financiamentos que a empresa tomou junto ao Banco do Nordeste e ao Banco do Brasil. O total? Uma fatura de impressionantes R$ 892 milhões que, de uma forma ou de outra, nós pagaremos.

Agora, cabe a pergunta que ninguém da ANTT, do governo ou da Via Bahia parece querer responder: onde está o reembolso para quem realmente sofreu com essa situação? Onde estão os recursos para aqueles que tiveram seus veículos quebrados, danificados pelas crateras da BR-324? E as famílias que perderam entes queridos em acidentes que poderiam ter sido evitados, se a rodovia estivesse em condições minimamente aceitáveis?

A Via Bahia, durante todo o período em que deteve a concessão, fez pouco além de capinar as margens da rodovia. A promessa de melhorias, de um serviço de qualidade em troca dos altos pedágios, nunca foi cumprida. No entanto, ao que parece, quem vai ser indenizado é a concessionária, enquanto nós, que pagamos religiosamente os pedágios, ficamos à mercê de rodovias esburacadas e perigosas.

É inaceitável que, após anos de descaso, a empresa saia de cena com os bolsos cheios, sem arcar com as consequências de sua má gestão. E pior: os mesmos R$ 892 milhões que serão pagos à Via Bahia e aos bancos poderiam ser destinados para o reembolso dos motoristas que perderam tempo, dinheiro e até vidas nas BR-116 e BR-324. Mas, ao invés disso, seremos nós a arcar com mais esse ônus.

A Via Bahia tem até o dia 31 de dezembro para deixar de operar, e enquanto isso, continuamos sem respostas claras sobre o que será feito. Mais uma vez, a burocracia e o descaso com o cidadão imperam. Mas não podemos aceitar essa situação calados. É nosso dever, como cidadãos e contribuintes, exigir que a Via Bahia devolva o que é nosso por direito. Que os pedágios pagos sem o devido retorno sejam reembolsados, que as indenizações cheguem a quem de fato sofreu as consequências desse descalabro.

Não podemos permitir que uma empresa, que não cumpriu suas obrigações contratuais, saia ilesa, enquanto nós continuamos pagando o preço, em todos os sentidos. A Via Bahia deve ser responsabilizada, e os recursos que ela está recebendo deveriam ser revertidos para nós, os verdadeiros prejudicados. Vamos cobrar, com firmeza, o que nos é devido. É o mínimo que podemos exigir.

R$ 892 Milhões de Prejuízo: O Povo Paga a Conta, Enquanto a Via Bahia Lucra e Sai Ilesa

 

 

 

A recente decisão da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) de encerrar a concessão da Via Bahia, gestora dos trechos da BR-116 e BR-324, deveria ser motivo de alívio para a população. Afinal, há anos, essas rodovias são sinônimos de buracos, acidentes e prejuízos incalculáveis. No entanto, ao invés de vermos uma solução que nos beneficie, o que enxergamos é mais uma vez a confirmação de que, no Brasil, o povo sempre paga a conta, enquanto os grandes grupos saem ilesos e lucram.

O acordo prevê o pagamento de R$ 681 milhões por “ativos não amortizados” à concessionária, além de mais R$ 80 milhões para encerrar a sociedade e pagar os litígios. Isso sem contar que nós, os cidadãos, vamos arcar com R$ 131 milhões em financiamentos que a empresa tomou junto ao Banco do Nordeste e ao Banco do Brasil. O total? Uma fatura de impressionantes R$ 892 milhões que, de uma forma ou de outra, nós pagaremos.

Agora, cabe a pergunta que ninguém da ANTT, do governo ou da Via Bahia parece querer responder: onde está o reembolso para quem realmente sofreu com essa situação? Onde estão os recursos para aqueles que tiveram seus veículos quebrados, danificados pelas crateras da BR-324? E as famílias que perderam entes queridos em acidentes que poderiam ter sido evitados, se a rodovia estivesse em condições minimamente aceitáveis?

A Via Bahia, durante todo o período em que deteve a concessão, fez pouco além de capinar as margens da rodovia. A promessa de melhorias, de um serviço de qualidade em troca dos altos pedágios, nunca foi cumprida. No entanto, ao que parece, quem vai ser indenizado é a concessionária, enquanto nós, que pagamos religiosamente os pedágios, ficamos à mercê de rodovias esburacadas e perigosas.

É inaceitável que, após anos de descaso, a empresa saia de cena com os bolsos cheios, sem arcar com as consequências de sua má gestão. E pior: os mesmos R$ 892 milhões que serão pagos à Via Bahia e aos bancos poderiam ser destinados para o reembolso dos motoristas que perderam tempo, dinheiro e até vidas nas BR-116 e BR-324. Mas, ao invés disso, seremos nós a arcar com mais esse ônus.

A Via Bahia tem até o dia 31 de dezembro para deixar de operar, e enquanto isso, continuamos sem respostas claras sobre o que será feito. Mais uma vez, a burocracia e o descaso com o cidadão imperam. Mas não podemos aceitar essa situação calados. É nosso dever, como cidadãos e contribuintes, exigir que a Via Bahia devolva o que é nosso por direito. Que os pedágios pagos sem o devido retorno sejam reembolsados, que as indenizações cheguem a quem de fato sofreu as consequências desse descalabro.

Não podemos permitir que uma empresa, que não cumpriu suas obrigações contratuais, saia ilesa, enquanto nós continuamos pagando o preço, em todos os sentidos. A Via Bahia deve ser responsabilizada, e os recursos que ela está recebendo deveriam ser revertidos para nós, os verdadeiros prejudicados. Vamos cobrar, com firmeza, o que nos é devido. É o mínimo que podemos exigir.

A Prudência do Juiz e a Escolha Acertada de Chico Estrella na CPI da Saúde

 

 

 

Apesar de minhas convicções firmes contra a interferência de um poder sobre o outro, não posso deixar de reconhecer o acerto do Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista. O magistrado, ao decidir pela instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde em um momento político delicado, demonstrou prudência e bom senso, especialmente ao evitar que essa investigação se transformasse em um palanque eleitoral. A justiça, ao tomar essa decisão, soube delinear claramente os limites entre um inquérito sério e o que poderia se tornar um espetáculo eleitoreiro.

A CPI da Saúde, que agora se volta para apurar possíveis irregularidades na Secretaria Municipal de Saúde durante a pandemia de COVID-19, surge em um momento de extrema relevância. A saúde pública, um dos pilares fundamentais do bem-estar social, precisa ser tratada com o rigor e a seriedade que lhe são devidos. E o fato de a justiça ter determinado a instauração dessa comissão é um sinal claro de que, em certos momentos, a intervenção judicial é necessária para destravar os mecanismos legislativos que, por questões políticas internas, acabam sendo obstruídos.

O que me traz tranquilidade em meio a esse cenário é a escolha de Chico Estrella para presidir a comissão. Trata-se de um parlamentar cuja competência e integridade são amplamente reconhecidas. Chico Estrella, ao longo de seu mandato, demonstrou habilidade em lidar com questões complexas, sendo um dos quadros mais capacitados do atual parlamento. Mesmo não tendo sido reeleito, seu caráter permanece intocável, e ele está à altura da responsabilidade de conduzir uma investigação dessa magnitude.

É claro que, em um contexto político tão polarizado, não faltam vozes críticas à sua nomeação. Muitos alegam que sua proximidade com a base do governo poderia comprometer a imparcialidade da investigação. No entanto, é imperativo lembrar que, em situações como esta, o que se espera é a busca pela verdade e pela justiça, e não o uso da CPI como ferramenta para manipulação política. A trajetória de Chico Estrella, marcada por sua postura firme e sua capacidade de diálogo, deixa claro que ele tem plenas condições de conduzir os trabalhos com a isenção necessária, independentemente das pressões externas.

A instauração da CPI, não deve ser desculpa para se tornar um espaço para politicagem ou jogos de poder quando o que está em jogo é o bem-estar da população. Os atrasos que ocorreram na criação da comissão não devem ser interpretados como estratégia de protelação, mas como uma oportunidade de realizar os trabalhos de forma mais serena, sem as pressões inerentes ao período eleitoral.

A saúde pública não pode, em hipótese alguma, ser tratada como moeda de troca ou palco para disputas eleitorais. O foco deve estar na elucidação dos fatos. O que a sociedade espera da CPI da Saúde é transparência, seriedade e um compromisso inabalável com a verdade.

Chico Estrella, com sua experiência e capacidade de articulação, tem todas as condições para conduzir essa investigação com o rigor que o caso exige. Agora, resta aguardar os desdobramentos dessa comissão, na certeza de que a verdade e a justiça devem prevalecer acima de qualquer interesse político ou agenda partidária. O futuro da saúde pública em Vitória da Conquista depende disso.

Padre Carlos

A Prudência do Juiz e a Escolha Acertada de Chico Estrella na CPI da Saúde

 

 

 

Apesar de minhas convicções firmes contra a interferência de um poder sobre o outro, não posso deixar de reconhecer o acerto do Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública de Vitória da Conquista. O magistrado, ao decidir pela instauração da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Saúde em um momento político delicado, demonstrou prudência e bom senso, especialmente ao evitar que essa investigação se transformasse em um palanque eleitoral. A justiça, ao tomar essa decisão, soube delinear claramente os limites entre um inquérito sério e o que poderia se tornar um espetáculo eleitoreiro.

A CPI da Saúde, que agora se volta para apurar possíveis irregularidades na Secretaria Municipal de Saúde durante a pandemia de COVID-19, surge em um momento de extrema relevância. A saúde pública, um dos pilares fundamentais do bem-estar social, precisa ser tratada com o rigor e a seriedade que lhe são devidos. E o fato de a justiça ter determinado a instauração dessa comissão é um sinal claro de que, em certos momentos, a intervenção judicial é necessária para destravar os mecanismos legislativos que, por questões políticas internas, acabam sendo obstruídos.

O que me traz tranquilidade em meio a esse cenário é a escolha de Chico Estrella para presidir a comissão. Trata-se de um parlamentar cuja competência e integridade são amplamente reconhecidas. Chico Estrella, ao longo de seu mandato, demonstrou habilidade em lidar com questões complexas, sendo um dos quadros mais capacitados do atual parlamento. Mesmo não tendo sido reeleito, seu caráter permanece intocável, e ele está à altura da responsabilidade de conduzir uma investigação dessa magnitude.

É claro que, em um contexto político tão polarizado, não faltam vozes críticas à sua nomeação. Muitos alegam que sua proximidade com a base do governo poderia comprometer a imparcialidade da investigação. No entanto, é imperativo lembrar que, em situações como esta, o que se espera é a busca pela verdade e pela justiça, e não o uso da CPI como ferramenta para manipulação política. A trajetória de Chico Estrella, marcada por sua postura firme e sua capacidade de diálogo, deixa claro que ele tem plenas condições de conduzir os trabalhos com a isenção necessária, independentemente das pressões externas.

A instauração da CPI, não deve ser desculpa para se tornar um espaço para politicagem ou jogos de poder quando o que está em jogo é o bem-estar da população. Os atrasos que ocorreram na criação da comissão não devem ser interpretados como estratégia de protelação, mas como uma oportunidade de realizar os trabalhos de forma mais serena, sem as pressões inerentes ao período eleitoral.

A saúde pública não pode, em hipótese alguma, ser tratada como moeda de troca ou palco para disputas eleitorais. O foco deve estar na elucidação dos fatos. O que a sociedade espera da CPI da Saúde é transparência, seriedade e um compromisso inabalável com a verdade.

Chico Estrella, com sua experiência e capacidade de articulação, tem todas as condições para conduzir essa investigação com o rigor que o caso exige. Agora, resta aguardar os desdobramentos dessa comissão, na certeza de que a verdade e a justiça devem prevalecer acima de qualquer interesse político ou agenda partidária. O futuro da saúde pública em Vitória da Conquista depende disso.

Padre Carlos

Saúde em Colapso: Quem Protege a Fundação Que Lesa Trabalhadores?

 

 

 

É inaceitável que trabalhadores da saúde, aqueles que estão na linha de frente, cuidando da população em seus momentos mais vulneráveis, sejam tratados com tamanho desrespeito. Funcionários terceirizados do complexo hospitalar de Vitória da Conquista – incluindo o Hospital Geral, a UPA, o Hospital Afrânio Peixoto e o Hospital Crescêncio Silveira – estão há meses enfrentando atrasos salariais, falta de pagamento de direitos trabalhistas e, para piorar, uma completa indiferença das autoridades responsáveis. A Fundação José Silveira, que administra esses hospitais, mostra-se incapaz de honrar os compromissos com seus próprios colaboradores, e o Partido dos Trabalhadores, que há quase duas décadas governa a Bahia, se revela cúmplice desse caos.

O Partido dos Trabalhadores, que se autoproclama defensor da classe trabalhadora, tem muito a explicar. Como é possível que, sob o governo de um partido que carrega “trabalhadores” no nome, ocorra um escândalo dessa magnitude? É irônico e revoltante que o governo estadual tenha criado e mantido um sistema que permite que uma fundação privada, que recebeu os repasses devidos da Secretaria de Saúde (Sesab), continue a lesar trabalhadores essenciais. E a pergunta que não quer calar: quem, dentro da estrutura do PT, é o verdadeiro padrinho da Fundação José Silveira? Quem está protegido, enquanto os funcionários são jogados à margem?

A Fundação, com contrato direto com a Sesab, deveria ser uma parceira eficiente no fortalecimento do sistema de saúde pública, mas o que temos aqui é um verdadeiro descalabro. Em nota à TV Sudoeste, a Sesab afirmou que todos os repasses foram feitos. Então, por que os trabalhadores não estão recebendo seus salários e direitos? A Fundação, por sua vez, afirma que está tudo pago – uma declaração que, diante das denúncias, soa mais como uma provocação do que uma explicação.

A verdade é que trabalhadores estão sendo usados como peões num jogo cínico de poder e irresponsabilidade. Eles reclamam, tentam negociar, buscam diálogo, mas são ignorados. Não há justificativa para tal omissão. E o silêncio ensurdecedor do governo estadual é ainda mais perturbador. Onde estão os líderes do PT que tanto se orgulham de defender os menos favorecidos? Por que não vemos uma ação direta e enérgica para resolver esse problema? Talvez porque, no final das contas, a verdade seja dolorosa: a “defesa dos trabalhadores” é apenas um slogan vazio quando confrontada com os interesses políticos e financeiros que pairam sobre essas fundações.

Chega de conivência! É hora de responsabilizar não apenas a Fundação José Silveira, mas também o governo que permitiu essa bagunça. Os trabalhadores da saúde merecem respeito, dignidade e, no mínimo, o pagamento de seus salários e direitos. O Partido dos Trabalhadores, se quiser continuar a usar esse nome, precisa urgentemente rever suas alianças e se perguntar se ainda pode se autodenominar o partido dos trabalhadores enquanto tolera abusos como este em sua própria casa. O povo da Bahia e, principalmente, os trabalhadores da saúde de Vitória da Conquista merecem respostas – e merecem agora!

 

Padre Carlos

Saúde em Colapso: Quem Protege a Fundação Que Lesa Trabalhadores?

 

 

 

É inaceitável que trabalhadores da saúde, aqueles que estão na linha de frente, cuidando da população em seus momentos mais vulneráveis, sejam tratados com tamanho desrespeito. Funcionários terceirizados do complexo hospitalar de Vitória da Conquista – incluindo o Hospital Geral, a UPA, o Hospital Afrânio Peixoto e o Hospital Crescêncio Silveira – estão há meses enfrentando atrasos salariais, falta de pagamento de direitos trabalhistas e, para piorar, uma completa indiferença das autoridades responsáveis. A Fundação José Silveira, que administra esses hospitais, mostra-se incapaz de honrar os compromissos com seus próprios colaboradores, e o Partido dos Trabalhadores, que há quase duas décadas governa a Bahia, se revela cúmplice desse caos.

O Partido dos Trabalhadores, que se autoproclama defensor da classe trabalhadora, tem muito a explicar. Como é possível que, sob o governo de um partido que carrega “trabalhadores” no nome, ocorra um escândalo dessa magnitude? É irônico e revoltante que o governo estadual tenha criado e mantido um sistema que permite que uma fundação privada, que recebeu os repasses devidos da Secretaria de Saúde (Sesab), continue a lesar trabalhadores essenciais. E a pergunta que não quer calar: quem, dentro da estrutura do PT, é o verdadeiro padrinho da Fundação José Silveira? Quem está protegido, enquanto os funcionários são jogados à margem?

A Fundação, com contrato direto com a Sesab, deveria ser uma parceira eficiente no fortalecimento do sistema de saúde pública, mas o que temos aqui é um verdadeiro descalabro. Em nota à TV Sudoeste, a Sesab afirmou que todos os repasses foram feitos. Então, por que os trabalhadores não estão recebendo seus salários e direitos? A Fundação, por sua vez, afirma que está tudo pago – uma declaração que, diante das denúncias, soa mais como uma provocação do que uma explicação.

A verdade é que trabalhadores estão sendo usados como peões num jogo cínico de poder e irresponsabilidade. Eles reclamam, tentam negociar, buscam diálogo, mas são ignorados. Não há justificativa para tal omissão. E o silêncio ensurdecedor do governo estadual é ainda mais perturbador. Onde estão os líderes do PT que tanto se orgulham de defender os menos favorecidos? Por que não vemos uma ação direta e enérgica para resolver esse problema? Talvez porque, no final das contas, a verdade seja dolorosa: a “defesa dos trabalhadores” é apenas um slogan vazio quando confrontada com os interesses políticos e financeiros que pairam sobre essas fundações.

Chega de conivência! É hora de responsabilizar não apenas a Fundação José Silveira, mas também o governo que permitiu essa bagunça. Os trabalhadores da saúde merecem respeito, dignidade e, no mínimo, o pagamento de seus salários e direitos. O Partido dos Trabalhadores, se quiser continuar a usar esse nome, precisa urgentemente rever suas alianças e se perguntar se ainda pode se autodenominar o partido dos trabalhadores enquanto tolera abusos como este em sua própria casa. O povo da Bahia e, principalmente, os trabalhadores da saúde de Vitória da Conquista merecem respostas – e merecem agora!

 

Padre Carlos

A Medicina Perde uma Estrela: O Legado da Dra. Jhade Fernandes Barbosa em Guanambi

 

 

 

 

A notícia do falecimento da Dra. Jhade Fernandes Barbosa, aos 27 anos, ecoou como um trovão na pacata Guanambi. A dor da perda, ainda mais precoce, se instalou em cada canto da cidade, mas a memória da jovem médica transcende o pesar. Em um momento em que a humanização na medicina é tema central, a trajetória da Dra. Jhade emerge como um farol de esperança e, ao mesmo tempo, um doloroso lembrete da fragilidade da vida.

Com apenas alguns meses de trabalho na UPA local, ela já havia conquistado o coração da comunidade. O que mais chama atenção não é apenas a sua competência profissional, mas a maneira como ela exercia a medicina. A Dra. Jhade transformava cada consulta em um momento de cuidado e compreensão, demonstrando que a verdadeira medicina vai muito além de prescrições e procedimentos. Ela era a alma da medicina, a quase palpável em cada olhar atento, em cada sorriso acolhedor, em cada palavra de conforto.

A morte precoce de profissionais de saúde sempre nos atinge de forma particular. São aqueles que escolheram dedicar suas vidas a salvar as nossas. Quando essa partida ocorre aos 27 anos, a sensação de injustiça se amplifica. No entanto, o legado deixado pela jovem médica transcende sua breve existência terrena. Em poucos meses, ela demonstrou que a verdadeira medicina vai muito além de prescrições e procedimentos – está no olhar atento, no sorriso acolhedor, na palavra de conforto.

Para a comunidade de Guanambi, a perda é inestimável. Mas o exemplo deixado por Dra. Jhade permanece como um lembrete poderoso de que a medicina, em sua essência mais pura, é um ato de amor ao próximo. Seu modo de exercer a profissão, descrito pelos colegas como luminoso e amoroso, deveria ser objeto de estudo nas faculdades de medicina do país.

Em tempos de crescente desumanização nas relações de trabalho, especialmente no campo da saúde, histórias como a da Dra. Jhade nos recordam que é possível exercer a medicina de forma técnica e humana simultaneamente. Que cada paciente atendido carrega não apenas sintomas e doenças, mas histórias, medos e esperanças.

A partida prematura desta jovem médica nos deixa não apenas com um sentimento de perda, mas também com uma responsabilidade: honrar seu legado mantendo viva a chama da medicina humanizada que ela tão bem representou. Que seu exemplo inspire as novas gerações de profissionais de saúde a entenderem que a medicina, antes de ser uma profissão, é uma vocação de amor e serviço ao próximo.

À família, amigos e colegas da Dra. Jhade, fica a certeza de que sua breve passagem pela Terra foi suficiente para deixar marcas indeléveis nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. E para todos nós, fica a lição de que não é a quantidade de tempo que determina o impacto de uma vida, mas a qualidade do amor e da dedicação com que ela é vivida.

A Medicina Perde uma Estrela: O Legado da Dra. Jhade Fernandes Barbosa em Guanambi

 

 

 

 

A notícia do falecimento da Dra. Jhade Fernandes Barbosa, aos 27 anos, ecoou como um trovão na pacata Guanambi. A dor da perda, ainda mais precoce, se instalou em cada canto da cidade, mas a memória da jovem médica transcende o pesar. Em um momento em que a humanização na medicina é tema central, a trajetória da Dra. Jhade emerge como um farol de esperança e, ao mesmo tempo, um doloroso lembrete da fragilidade da vida.

Com apenas alguns meses de trabalho na UPA local, ela já havia conquistado o coração da comunidade. O que mais chama atenção não é apenas a sua competência profissional, mas a maneira como ela exercia a medicina. A Dra. Jhade transformava cada consulta em um momento de cuidado e compreensão, demonstrando que a verdadeira medicina vai muito além de prescrições e procedimentos. Ela era a alma da medicina, a quase palpável em cada olhar atento, em cada sorriso acolhedor, em cada palavra de conforto.

A morte precoce de profissionais de saúde sempre nos atinge de forma particular. São aqueles que escolheram dedicar suas vidas a salvar as nossas. Quando essa partida ocorre aos 27 anos, a sensação de injustiça se amplifica. No entanto, o legado deixado pela jovem médica transcende sua breve existência terrena. Em poucos meses, ela demonstrou que a verdadeira medicina vai muito além de prescrições e procedimentos – está no olhar atento, no sorriso acolhedor, na palavra de conforto.

Para a comunidade de Guanambi, a perda é inestimável. Mas o exemplo deixado por Dra. Jhade permanece como um lembrete poderoso de que a medicina, em sua essência mais pura, é um ato de amor ao próximo. Seu modo de exercer a profissão, descrito pelos colegas como luminoso e amoroso, deveria ser objeto de estudo nas faculdades de medicina do país.

Em tempos de crescente desumanização nas relações de trabalho, especialmente no campo da saúde, histórias como a da Dra. Jhade nos recordam que é possível exercer a medicina de forma técnica e humana simultaneamente. Que cada paciente atendido carrega não apenas sintomas e doenças, mas histórias, medos e esperanças.

A partida prematura desta jovem médica nos deixa não apenas com um sentimento de perda, mas também com uma responsabilidade: honrar seu legado mantendo viva a chama da medicina humanizada que ela tão bem representou. Que seu exemplo inspire as novas gerações de profissionais de saúde a entenderem que a medicina, antes de ser uma profissão, é uma vocação de amor e serviço ao próximo.

À família, amigos e colegas da Dra. Jhade, fica a certeza de que sua breve passagem pela Terra foi suficiente para deixar marcas indeléveis nos corações daqueles que tiveram o privilégio de conhecê-la. E para todos nós, fica a lição de que não é a quantidade de tempo que determina o impacto de uma vida, mas a qualidade do amor e da dedicação com que ela é vivida.

Sombras, Amores e Samba: A Pituba dos Anos 40 e a Lenda da Morena

 

 

 

A Pituba do final dos anos 40 era um lugar de encantos sutis, onde a brisa do Atlântico se mesclava à inquietude da boemia soteropolitana. As noites desciam devagar, como um suspiro abafado, envolvendo as ruas em um manto de sombras amenas e promessas noturnas. Entre as casas esparsas e as vielas que serpenteavam em direção ao mar, a vida ganhava um ritmo próprio, ditado pelo som das ondas que vinham morrer no Chega Nego, aquele ponto onde os segredos se dissolviam na areia, e as histórias, como a daquela morena, tomavam corpo e alma.

A figura da morena da Ulbaranas já circulava como lenda viva. Havia nela um magnetismo que atraía curiosos, sonhadores e desavisados. As rodas de samba que se formavam em bares como o Bico de Ferro, e os sons que escapavam da Boate de Aurino, faziam parte de um cenário onde o tempo parecia fluir diferente. Os versos de Filinho, marcados pela cadência do violão e pelo cheiro do tabaco, eternizavam o nome daquela mulher de olhar profundo e presença fugidia.

Eu, observador das sutilezas da vida, perambulava sem pressa pelas ruas, deixando o vento noturno acariciar meu rosto, enquanto as luzes dos postes amarelados davam vida a sombras que pareciam dançar ao ritmo das histórias de amores passageiros. E então, entre a névoa leve da maresia e o som do samba que vazava pelas janelas abertas, lá estava ela. A morena da Ulbaranas.

Seu andar era firme, quase altivo, como se o destino a seguisse de perto, mas nunca a alcançasse. Não era só sua beleza que chamava atenção, mas o mistério que ela carregava. Algo inatingível, como o brilho da lua refletido no mar. O que a tornava tão fascinante era sua presença silenciosa. Ela não precisava falar, seu simples estar já preenchia o espaço, e a música de Filinho parecia narrar cada passo seu, cada suspiro que ela deixava escapar.

Naquela noite, enquanto o samba ecoava e as conversas nas mesas iam ficando mais altas, percebi que a morena da Ulbaranas não era apenas uma personagem dos contos da noite, mas sim o espírito inquieto de uma Pituba que estava viva, mas que, ao mesmo tempo, já começava a ser tocada pelo sopro das mudanças. Ela era a síntese de um tempo em que a simplicidade e a boemia ainda dominavam as margens da cidade, onde a areia da praia se misturava aos sonhos dos que ali viviam.

E assim, ao final da noite, ela desapareceu nas mesmas sombras que a trouxeram, deixando para trás apenas o eco de sua passagem e a certeza de que, na próxima noite, a Pituba estaria ali, à espera de novas histórias, novos amores e novas lendas. Porque, na verdade, a Pituba era isso: um lugar onde o real e o imaginário se confundiam, e onde a morena da Ulbaranas sempre estaria, entre um samba e outro, guardada na memória de todos que ousaram se perder naquela noite.

 

Padre Carlos

Sombras, Amores e Samba: A Pituba dos Anos 40 e a Lenda da Morena

 

 

 

A Pituba do final dos anos 40 era um lugar de encantos sutis, onde a brisa do Atlântico se mesclava à inquietude da boemia soteropolitana. As noites desciam devagar, como um suspiro abafado, envolvendo as ruas em um manto de sombras amenas e promessas noturnas. Entre as casas esparsas e as vielas que serpenteavam em direção ao mar, a vida ganhava um ritmo próprio, ditado pelo som das ondas que vinham morrer no Chega Nego, aquele ponto onde os segredos se dissolviam na areia, e as histórias, como a daquela morena, tomavam corpo e alma.

A figura da morena da Ulbaranas já circulava como lenda viva. Havia nela um magnetismo que atraía curiosos, sonhadores e desavisados. As rodas de samba que se formavam em bares como o Bico de Ferro, e os sons que escapavam da Boate de Aurino, faziam parte de um cenário onde o tempo parecia fluir diferente. Os versos de Filinho, marcados pela cadência do violão e pelo cheiro do tabaco, eternizavam o nome daquela mulher de olhar profundo e presença fugidia.

Eu, observador das sutilezas da vida, perambulava sem pressa pelas ruas, deixando o vento noturno acariciar meu rosto, enquanto as luzes dos postes amarelados davam vida a sombras que pareciam dançar ao ritmo das histórias de amores passageiros. E então, entre a névoa leve da maresia e o som do samba que vazava pelas janelas abertas, lá estava ela. A morena da Ulbaranas.

Seu andar era firme, quase altivo, como se o destino a seguisse de perto, mas nunca a alcançasse. Não era só sua beleza que chamava atenção, mas o mistério que ela carregava. Algo inatingível, como o brilho da lua refletido no mar. O que a tornava tão fascinante era sua presença silenciosa. Ela não precisava falar, seu simples estar já preenchia o espaço, e a música de Filinho parecia narrar cada passo seu, cada suspiro que ela deixava escapar.

Naquela noite, enquanto o samba ecoava e as conversas nas mesas iam ficando mais altas, percebi que a morena da Ulbaranas não era apenas uma personagem dos contos da noite, mas sim o espírito inquieto de uma Pituba que estava viva, mas que, ao mesmo tempo, já começava a ser tocada pelo sopro das mudanças. Ela era a síntese de um tempo em que a simplicidade e a boemia ainda dominavam as margens da cidade, onde a areia da praia se misturava aos sonhos dos que ali viviam.

E assim, ao final da noite, ela desapareceu nas mesmas sombras que a trouxeram, deixando para trás apenas o eco de sua passagem e a certeza de que, na próxima noite, a Pituba estaria ali, à espera de novas histórias, novos amores e novas lendas. Porque, na verdade, a Pituba era isso: um lugar onde o real e o imaginário se confundiam, e onde a morena da Ulbaranas sempre estaria, entre um samba e outro, guardada na memória de todos que ousaram se perder naquela noite.

 

Padre Carlos

Vela Acesa Quase Causa Tragédia em Residência no Bairro Brasil!

Um princípio de incêndio foi registrado na madrugada desta quarta-feira (23) em uma residência localizada na Avenida Macaúbas, no bairro Brasil, em Vitória da Conquista. O incidente, provocado por uma vela acesa, foi controlado a tempo, evitando o que poderia ter sido uma tragédia.

De acordo com informações obtidas no local, o fogo começou em um dos cômodos da casa, quando a vela deixou uma superfície aquecida. Felizmente, ninguém ficou ferido, e os danos foram limitados.

Moradores relataram ter acordado com o cheiro de fumaça, o que levou a uma ação rápida para conter as chamas. O Corpo de Bombeiros foi prontamente acionado, realizando todos os procedimentos de segurança e garantindo que o local estivesse seguro.

Esse tipo de acidente destaca os riscos de velas acesas em ambientes residenciais, especialmente durante a noite, quando a vigilância é menor. A atenção a esse detalhe simples pode evitar perdas maiores.

Vela Acesa Quase Causa Tragédia em Residência no Bairro Brasil!

Um princípio de incêndio foi registrado na madrugada desta quarta-feira (23) em uma residência localizada na Avenida Macaúbas, no bairro Brasil, em Vitória da Conquista. O incidente, provocado por uma vela acesa, foi controlado a tempo, evitando o que poderia ter sido uma tragédia.

De acordo com informações obtidas no local, o fogo começou em um dos cômodos da casa, quando a vela deixou uma superfície aquecida. Felizmente, ninguém ficou ferido, e os danos foram limitados.

Moradores relataram ter acordado com o cheiro de fumaça, o que levou a uma ação rápida para conter as chamas. O Corpo de Bombeiros foi prontamente acionado, realizando todos os procedimentos de segurança e garantindo que o local estivesse seguro.

Esse tipo de acidente destaca os riscos de velas acesas em ambientes residenciais, especialmente durante a noite, quando a vigilância é menor. A atenção a esse detalhe simples pode evitar perdas maiores.

Embasa Enfrenta o Desafio das Chuvas: Ações Rápidas Evitam Caos no Esgoto de Vitória da Conquista

Com a intensificação das chuvas em Vitória da Conquista, a Embasa vem mostrando agilidade e comprometimento ao aumentar drasticamente seu esforço na manutenção da rede coletora de esgoto. O salto de 30 para 120 serviços diários de desobstrução revela o impacto da temporada chuvosa, mas também a eficiência das equipes em evitar um colapso sanitário.

A boa atitude da Embasa é ainda mais notável diante do desafio de combater práticas indevidas, como a interligação de calhas à rede de esgoto. Apesar da sobrecarga, a companhia tem atuado de forma rápida e preventiva para minimizar o impacto, protegendo a cidade de transtornos maiores, como extravasamentos e entupimentos severos.

O gerente regional, Manoel Marques, enfatiza a importância da conscientização da população sobre o uso correto das redes. Ele destaca que o esforço da Embasa, aliado ao entendimento dos cidadãos, é essencial para garantir que o sistema continue funcionando plenamente, mesmo sob forte pressão das chuvas. A atuação eficiente da Embasa, com ações proativas e preventivas, demonstra um claro compromisso com a qualidade de vida e a saúde pública em Vitória da Conquista.

Embasa Enfrenta o Desafio das Chuvas: Ações Rápidas Evitam Caos no Esgoto de Vitória da Conquista

Com a intensificação das chuvas em Vitória da Conquista, a Embasa vem mostrando agilidade e comprometimento ao aumentar drasticamente seu esforço na manutenção da rede coletora de esgoto. O salto de 30 para 120 serviços diários de desobstrução revela o impacto da temporada chuvosa, mas também a eficiência das equipes em evitar um colapso sanitário.

A boa atitude da Embasa é ainda mais notável diante do desafio de combater práticas indevidas, como a interligação de calhas à rede de esgoto. Apesar da sobrecarga, a companhia tem atuado de forma rápida e preventiva para minimizar o impacto, protegendo a cidade de transtornos maiores, como extravasamentos e entupimentos severos.

O gerente regional, Manoel Marques, enfatiza a importância da conscientização da população sobre o uso correto das redes. Ele destaca que o esforço da Embasa, aliado ao entendimento dos cidadãos, é essencial para garantir que o sistema continue funcionando plenamente, mesmo sob forte pressão das chuvas. A atuação eficiente da Embasa, com ações proativas e preventivas, demonstra um claro compromisso com a qualidade de vida e a saúde pública em Vitória da Conquista.