Política e Resenha

Fim da ViaBahia! Concessão Encerrada após Anos de Descumprimento e Pedágios Abusivos!

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deu um passo decisivo na última sexta-feira (17) ao aprovar o encerramento do contrato de concessão da ViaBahia, empresa responsável pela administração das rodovias BR-116 e BR-324. O processo segue agora para homologação no Tribunal de Contas da União (TCU), pondo fim a uma relação marcada por queixas e promessas não cumpridas.

Os motoristas que utilizam essas rodovias, especialmente a BR-116, comemoram a decisão após anos de frustração. A duplicação prometida para o trecho entre Vitória da Conquista e Feira de Santana jamais saiu do papel, apesar das cobranças de pedágios que variam entre R$6,10 e R$54,90. Usuários relatam que as condições da estrada não justificam o valor cobrado, resultando em uma revolta crescente.

Com cerca de oito mil veículos transitando diariamente pela BR-116, a maioria caminhões e carretas, essa rodovia é vital para a economia baiana, transportando aproximadamente 25% das cargas do estado. A duplicação prevista no contrato de concessão era uma obra crucial para melhorar a segurança e a fluidez do tráfego, mas após mais de uma década, a ViaBahia falhou em cumprir sua parte no acordo.

Além dos motoristas, o Ministério Público Federal (MPF) também foi um ferrenho crítico da concessionária. Desde 2011, diversas ações judiciais foram movidas contra a ViaBahia, acusando-a de negligência nas obras de manutenção e falhas graves na BR-324, como buracos, passarelas inacabadas e acostamentos mal cuidados. O MPF chegou a pedir a suspensão da cobrança de pedágios em 2013, alegando que as melhorias prometidas não haviam sido realizadas.

Em uma reunião extraordinária, a ANTT informou que o término do contrato foi decidido de maneira consensual, através de um termo de autocomposição. O motivo seria a impossibilidade de um acordo que permitisse a continuidade da ViaBahia por meio da modernização do contrato. Em resumo, a concessão tornou-se prejudicial tanto para a concessionária quanto para a sociedade.

Agora, a expectativa gira em torno da homologação pelo TCU, que permitirá a busca por novas alternativas para a gestão das rodovias. Os motoristas esperam que, com o fim da ViaBahia, melhorias efetivas sejam implementadas para garantir rodovias seguras e em boas condições, além de tarifas de pedágio mais justas. Enquanto isso, o futuro das BRs 116 e 324 segue indefinido, mas a certeza de que a ViaBahia não fará mais parte dele já é um alívio para muitos.

Fim da ViaBahia! Concessão Encerrada após Anos de Descumprimento e Pedágios Abusivos!

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deu um passo decisivo na última sexta-feira (17) ao aprovar o encerramento do contrato de concessão da ViaBahia, empresa responsável pela administração das rodovias BR-116 e BR-324. O processo segue agora para homologação no Tribunal de Contas da União (TCU), pondo fim a uma relação marcada por queixas e promessas não cumpridas.

Os motoristas que utilizam essas rodovias, especialmente a BR-116, comemoram a decisão após anos de frustração. A duplicação prometida para o trecho entre Vitória da Conquista e Feira de Santana jamais saiu do papel, apesar das cobranças de pedágios que variam entre R$6,10 e R$54,90. Usuários relatam que as condições da estrada não justificam o valor cobrado, resultando em uma revolta crescente.

Com cerca de oito mil veículos transitando diariamente pela BR-116, a maioria caminhões e carretas, essa rodovia é vital para a economia baiana, transportando aproximadamente 25% das cargas do estado. A duplicação prevista no contrato de concessão era uma obra crucial para melhorar a segurança e a fluidez do tráfego, mas após mais de uma década, a ViaBahia falhou em cumprir sua parte no acordo.

Além dos motoristas, o Ministério Público Federal (MPF) também foi um ferrenho crítico da concessionária. Desde 2011, diversas ações judiciais foram movidas contra a ViaBahia, acusando-a de negligência nas obras de manutenção e falhas graves na BR-324, como buracos, passarelas inacabadas e acostamentos mal cuidados. O MPF chegou a pedir a suspensão da cobrança de pedágios em 2013, alegando que as melhorias prometidas não haviam sido realizadas.

Em uma reunião extraordinária, a ANTT informou que o término do contrato foi decidido de maneira consensual, através de um termo de autocomposição. O motivo seria a impossibilidade de um acordo que permitisse a continuidade da ViaBahia por meio da modernização do contrato. Em resumo, a concessão tornou-se prejudicial tanto para a concessionária quanto para a sociedade.

Agora, a expectativa gira em torno da homologação pelo TCU, que permitirá a busca por novas alternativas para a gestão das rodovias. Os motoristas esperam que, com o fim da ViaBahia, melhorias efetivas sejam implementadas para garantir rodovias seguras e em boas condições, além de tarifas de pedágio mais justas. Enquanto isso, o futuro das BRs 116 e 324 segue indefinido, mas a certeza de que a ViaBahia não fará mais parte dele já é um alívio para muitos.

Caminhão Carregado de Manga Tomba e Mata Mulher: Placa de Belo Campo Gera Consternação

Uma tragédia marcou a manhã desta segunda-feira (21) na rodovia Fernão Dias, no Centro-Oeste de Minas Gerais, quando um caminhão carregado de mangas tombou no km 652, nas proximidades de Santo Antônio do Amparo. O acidente resultou na morte de uma mulher, ainda não identificada, natural de Belo Campo, trazendo grande comoção para a cidade.

O caminhão envolvido no acidente também tinha placas de Belo Campo, intensificando o impacto emocional na comunidade que agora lamenta essa perda. O motorista, conhecido como “Farol”, sobreviveu, mas o seu estado de saúde não foi divulgado.

A pista ficou parcialmente interditada, com equipes trabalhando na remoção do veículo e na realização do levantamento cadavérico. O acidente, além de espalhar a carga de mangas pela rodovia, deixou moradores e conhecidos da vítima em profunda tristeza, especialmente pela ligação do veículo com Belo Campo.

A rodovia Fernão Dias, que já viu inúmeros acidentes, desta vez se tornou o palco de uma tragédia que abalou toda uma cidade, trazendo à tona questões de segurança no transporte rodoviário.

Caminhão Carregado de Manga Tomba e Mata Mulher: Placa de Belo Campo Gera Consternação

Uma tragédia marcou a manhã desta segunda-feira (21) na rodovia Fernão Dias, no Centro-Oeste de Minas Gerais, quando um caminhão carregado de mangas tombou no km 652, nas proximidades de Santo Antônio do Amparo. O acidente resultou na morte de uma mulher, ainda não identificada, natural de Belo Campo, trazendo grande comoção para a cidade.

O caminhão envolvido no acidente também tinha placas de Belo Campo, intensificando o impacto emocional na comunidade que agora lamenta essa perda. O motorista, conhecido como “Farol”, sobreviveu, mas o seu estado de saúde não foi divulgado.

A pista ficou parcialmente interditada, com equipes trabalhando na remoção do veículo e na realização do levantamento cadavérico. O acidente, além de espalhar a carga de mangas pela rodovia, deixou moradores e conhecidos da vítima em profunda tristeza, especialmente pela ligação do veículo com Belo Campo.

A rodovia Fernão Dias, que já viu inúmeros acidentes, desta vez se tornou o palco de uma tragédia que abalou toda uma cidade, trazendo à tona questões de segurança no transporte rodoviário.

Sequestro Brutal: Corpo de Gilglebes Encontrado Enterrado; Sequestrador Continua Foragido!

A Polícia Militar de Eunápolis localizou na última segunda-feira (21) o corpo de Gilglebes Buriti Zamerim, de 41 anos, que havia sido sequestrado dois dias antes. O cadáver foi encontrado enterrado em uma área rural próxima à estrada que liga ao distrito de Gabiarra, após investigações apontarem o local. Junto ao corpo, também estava o carro utilizado no sequestro, revelando mais detalhes do crime que chocou a região.

Amós Santos Moreira, de 24 anos, é apontado como o principal autor do sequestro de Gilglebes e de sua própria filha de apenas três anos. Embora Amós continue foragido, a boa notícia é que a criança foi encontrada em segurança e já está sob os cuidados da família. O sequestro envolvendo um pai e a filha gerou comoção na cidade, mobilizando autoridades e a população em busca de respostas e justiça.

A prisão de Felipe dos Santos Santana, de 21 anos, foi crucial para a descoberta do corpo de Gilglebes. Felipe foi capturado na BR-101, nas proximidades da comunidade Roça do Povo, a nove quilômetros do centro de Eunápolis. De acordo com a polícia, Felipe teve envolvimento direto no sequestro e assassinato de Gilglebes. Durante o interrogatório, ele revelou a localização exata onde o corpo estava enterrado.

As investigações seguem em andamento, com as autoridades concentrando esforços para capturar Amós Moreira, que permanece foragido. A crueldade do crime e a dor da família têm gerado grande repercussão, enquanto a polícia trabalha para elucidar todos os detalhes do caso e garantir que os responsáveis enfrentem a justiça.

A comunidade de Eunápolis, ainda em choque, aguarda desfechos que possam trazer um pouco de paz diante de uma tragédia tão brutal.

Sequestro Brutal: Corpo de Gilglebes Encontrado Enterrado; Sequestrador Continua Foragido!

A Polícia Militar de Eunápolis localizou na última segunda-feira (21) o corpo de Gilglebes Buriti Zamerim, de 41 anos, que havia sido sequestrado dois dias antes. O cadáver foi encontrado enterrado em uma área rural próxima à estrada que liga ao distrito de Gabiarra, após investigações apontarem o local. Junto ao corpo, também estava o carro utilizado no sequestro, revelando mais detalhes do crime que chocou a região.

Amós Santos Moreira, de 24 anos, é apontado como o principal autor do sequestro de Gilglebes e de sua própria filha de apenas três anos. Embora Amós continue foragido, a boa notícia é que a criança foi encontrada em segurança e já está sob os cuidados da família. O sequestro envolvendo um pai e a filha gerou comoção na cidade, mobilizando autoridades e a população em busca de respostas e justiça.

A prisão de Felipe dos Santos Santana, de 21 anos, foi crucial para a descoberta do corpo de Gilglebes. Felipe foi capturado na BR-101, nas proximidades da comunidade Roça do Povo, a nove quilômetros do centro de Eunápolis. De acordo com a polícia, Felipe teve envolvimento direto no sequestro e assassinato de Gilglebes. Durante o interrogatório, ele revelou a localização exata onde o corpo estava enterrado.

As investigações seguem em andamento, com as autoridades concentrando esforços para capturar Amós Moreira, que permanece foragido. A crueldade do crime e a dor da família têm gerado grande repercussão, enquanto a polícia trabalha para elucidar todos os detalhes do caso e garantir que os responsáveis enfrentem a justiça.

A comunidade de Eunápolis, ainda em choque, aguarda desfechos que possam trazer um pouco de paz diante de uma tragédia tão brutal.

Tecnologia Revolucionária de Conquista Elimina 99% dos Insetos de Forma Natural!

Uma nova tecnologia promete transformar o combate às pragas de maneira sustentável e eficaz. Criado pelo conquistense Luciano Almeida, o “Reator Dinâmico Elétrico” já está sendo chamado de a maior inovação no combate a insetos como moscas, baratas e muriçocas. O aparelho, que gera um plasma inodoro e atóxico, afasta até 99% desses insetos sem prejudicar a saúde humana ou o meio ambiente.

Essa inovação vem em um momento crucial, pois moscas e outros insetos são conhecidos por carregar mais de 300 tipos de patógenos, responsáveis por doenças graves como disenteria, cólera e febre tifoide. Esses riscos são ainda mais perigosos em ambientes onde crianças têm contato constante com objetos que podem estar contaminados.

O grande diferencial desse reator é a sua durabilidade: ele tem validade de 10 anos sem precisar de recargas. Além de proteger ambientes residenciais e comerciais, o equipamento oferece uma solução econômica e sustentável, alinhada às necessidades do mundo moderno. A eliminação de insetos com uma tecnologia que não utiliza químicos nocivos é um passo importante para a saúde pública e a preservação ambiental.

Essa tecnologia inovadora, além de proteger, está criando uma nova consciência sobre o equilíbrio entre qualidade de vida e sustentabilidade. A era dos repelentes nocivos pode estar com os dias contados, e Vitória da Conquista se orgulha de estar à frente dessa revolução.

Para saber mais sobre como adquirir o “Reator Dinâmico Elétrico” e garantir um ambiente mais seguro, entre em contato pelo número (77) 98877-3585.

**Uma nova era sem insetos começa agora.**

 

Tecnologia Revolucionária de Conquista Elimina 99% dos Insetos de Forma Natural!

Uma nova tecnologia promete transformar o combate às pragas de maneira sustentável e eficaz. Criado pelo conquistense Luciano Almeida, o “Reator Dinâmico Elétrico” já está sendo chamado de a maior inovação no combate a insetos como moscas, baratas e muriçocas. O aparelho, que gera um plasma inodoro e atóxico, afasta até 99% desses insetos sem prejudicar a saúde humana ou o meio ambiente.

Essa inovação vem em um momento crucial, pois moscas e outros insetos são conhecidos por carregar mais de 300 tipos de patógenos, responsáveis por doenças graves como disenteria, cólera e febre tifoide. Esses riscos são ainda mais perigosos em ambientes onde crianças têm contato constante com objetos que podem estar contaminados.

O grande diferencial desse reator é a sua durabilidade: ele tem validade de 10 anos sem precisar de recargas. Além de proteger ambientes residenciais e comerciais, o equipamento oferece uma solução econômica e sustentável, alinhada às necessidades do mundo moderno. A eliminação de insetos com uma tecnologia que não utiliza químicos nocivos é um passo importante para a saúde pública e a preservação ambiental.

Essa tecnologia inovadora, além de proteger, está criando uma nova consciência sobre o equilíbrio entre qualidade de vida e sustentabilidade. A era dos repelentes nocivos pode estar com os dias contados, e Vitória da Conquista se orgulha de estar à frente dessa revolução.

Para saber mais sobre como adquirir o “Reator Dinâmico Elétrico” e garantir um ambiente mais seguro, entre em contato pelo número (77) 98877-3585.

**Uma nova era sem insetos começa agora.**

 

A Saída de Ângelo Coronel e o Tabuleiro Político de 2026: Vale o Quanto Pesa?

 

 

As eleições de 2026 estão se aproximando, e as movimentações nos bastidores da política baiana já começam a ganhar forma. Segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, o Partido dos Trabalhadores (PT) já trabalha na montagem de sua chapa para a disputa ao governo e ao Senado. Um dos movimentos mais aguardados envolve a saída do senador Ângelo Coronel (PSD) da chapa governista para abrir espaço ao ex-governador e atual ministro Rui Costa, que almeja uma vaga na Casa Alta, ao lado de Jaques Wagner (PT), que disputará a reeleição.

A questão central é: Ângelo Coronel está disposto a aceitar o papel de coadjuvante nesta eleição? A resposta não é tão simples. Com uma trajetória consolidada e diversos mandatos acumulados, é difícil imaginar que o senador aceitaria a vice de Jerônimo Rodrigues sem resistência. Ao que tudo indica, Coronel vai jogar para se valorizar, uma estratégia que já se desenha no horizonte. Mas, como diz aquele famoso bordão publicitário: será que ele vale o quanto pesa?

O PT vai precisar fazer essa avaliação com precisão cirúrgica. O PSD, partido de Ângelo Coronel, saiu das eleições municipais de 2020 como um dos grandes vitoriosos na Bahia, conquistando 115 prefeituras. A questão que fica é: quantas dessas prefeituras estão realmente sob o domínio de Coronel? Este é um ponto fundamental para o cálculo político. O peso real de Coronel no xadrez eleitoral de 2026 dependerá de sua capacidade de mobilização e influência dentro desse universo municipalista.

Além disso, outra peça importante neste tabuleiro é o senador Otto Alencar, líder do PSD na Bahia e figura chave na aliança com o PT. Como Otto vai se comportar diante dessa reconfiguração? O alinhamento entre o PT e o PSD tem sido fundamental para garantir a hegemonia política na Bahia nos últimos anos. No entanto, o jogo político é fluido, e Otto, por sua vez, também estará de olho nas melhores oportunidades para seu partido.

O fato é que o PT, apesar de sua força histórica na Bahia, sabe que precisa construir alianças sólidas para manter sua predominância nas eleições de 2026. A acomodação de Rui Costa na chapa ao Senado, ao lado de Jaques Wagner, fortalece o partido em nível federal e local, mas pode criar tensões com aliados, como é o caso de Ângelo Coronel. O senador não é um novato e conhece bem as engrenagens do poder. Sua eventual saída da chapa governista abre espaço para uma rearrumação, mas também pode deixar feridas no campo da aliança.

No final das contas, o que o eleitor baiano precisa observar é se essas movimentações representam uma renovação política ou apenas mais um rearranjo estratégico para manter o controle do poder. A saída de Ângelo Coronel não é apenas um movimento de bastidores; é um reflexo das articulações profundas que já começam a moldar o cenário para 2026.

O jogo está apenas começando, e como sempre, a política é uma arte de negociações e compromissos. Resta saber se, na disputa pelo poder, Coronel será peça fundamental ou apenas um coadjuvante temporário.

Padre Carlos

A Saída de Ângelo Coronel e o Tabuleiro Político de 2026: Vale o Quanto Pesa?

 

 

As eleições de 2026 estão se aproximando, e as movimentações nos bastidores da política baiana já começam a ganhar forma. Segundo o colunista Igor Gadelha, do Metrópoles, o Partido dos Trabalhadores (PT) já trabalha na montagem de sua chapa para a disputa ao governo e ao Senado. Um dos movimentos mais aguardados envolve a saída do senador Ângelo Coronel (PSD) da chapa governista para abrir espaço ao ex-governador e atual ministro Rui Costa, que almeja uma vaga na Casa Alta, ao lado de Jaques Wagner (PT), que disputará a reeleição.

A questão central é: Ângelo Coronel está disposto a aceitar o papel de coadjuvante nesta eleição? A resposta não é tão simples. Com uma trajetória consolidada e diversos mandatos acumulados, é difícil imaginar que o senador aceitaria a vice de Jerônimo Rodrigues sem resistência. Ao que tudo indica, Coronel vai jogar para se valorizar, uma estratégia que já se desenha no horizonte. Mas, como diz aquele famoso bordão publicitário: será que ele vale o quanto pesa?

O PT vai precisar fazer essa avaliação com precisão cirúrgica. O PSD, partido de Ângelo Coronel, saiu das eleições municipais de 2020 como um dos grandes vitoriosos na Bahia, conquistando 115 prefeituras. A questão que fica é: quantas dessas prefeituras estão realmente sob o domínio de Coronel? Este é um ponto fundamental para o cálculo político. O peso real de Coronel no xadrez eleitoral de 2026 dependerá de sua capacidade de mobilização e influência dentro desse universo municipalista.

Além disso, outra peça importante neste tabuleiro é o senador Otto Alencar, líder do PSD na Bahia e figura chave na aliança com o PT. Como Otto vai se comportar diante dessa reconfiguração? O alinhamento entre o PT e o PSD tem sido fundamental para garantir a hegemonia política na Bahia nos últimos anos. No entanto, o jogo político é fluido, e Otto, por sua vez, também estará de olho nas melhores oportunidades para seu partido.

O fato é que o PT, apesar de sua força histórica na Bahia, sabe que precisa construir alianças sólidas para manter sua predominância nas eleições de 2026. A acomodação de Rui Costa na chapa ao Senado, ao lado de Jaques Wagner, fortalece o partido em nível federal e local, mas pode criar tensões com aliados, como é o caso de Ângelo Coronel. O senador não é um novato e conhece bem as engrenagens do poder. Sua eventual saída da chapa governista abre espaço para uma rearrumação, mas também pode deixar feridas no campo da aliança.

No final das contas, o que o eleitor baiano precisa observar é se essas movimentações representam uma renovação política ou apenas mais um rearranjo estratégico para manter o controle do poder. A saída de Ângelo Coronel não é apenas um movimento de bastidores; é um reflexo das articulações profundas que já começam a moldar o cenário para 2026.

O jogo está apenas começando, e como sempre, a política é uma arte de negociações e compromissos. Resta saber se, na disputa pelo poder, Coronel será peça fundamental ou apenas um coadjuvante temporário.

Padre Carlos

O Fim dos Corredores no Hospital Geral de Vitória da Conquista: Solução Real ou Transferência do Problema?

 

 

 

 

Uma recente notícia publicada por um blog local trouxe alívio para muitos: o fim dos atendimentos nos corredores do Hospital Geral de Vitória da Conquista. O que antes era símbolo do descaso e da falta de respeito com o povo, com pacientes amontoados em macas pelos corredores, agora parece ter sido resolvido. O anúncio, que à primeira vista soa como uma vitória, levanta uma questão importante: será que realmente solucionamos o problema, ou apenas o empurramos para outro lugar?

O grande gargalo do Hospital Geral sempre foi o Pronto Socorro. Ali, os quadros de urgência se acumulavam de forma desumana, refletindo uma crise que parecia interminável. A superlotação no atendimento era um problema crônico, causado pela falta de infraestrutura e pela sobrecarga de um sistema que não conseguia atender à demanda crescente da população. Porém, o “alívio” agora proporcionado veio não pela ampliação e melhoria do hospital, mas pela transferência desses casos urgentes para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Se, por um lado, acabaram-se os pacientes nos corredores do hospital, por outro, fica a dúvida: não será que a vergonha apenas mudou de endereço? A UPA, que agora também é administrada pelo hospital, assumiu parte desse fluxo de urgência. E é lá, nesse novo espaço, que se pode estar repetindo a mesma história de sofrimento e superlotação. O que parecia uma solução pode ser, na verdade, um paliativo.

A pergunta que não quer calar é: Sr. Diretor, o problema dos atendimentos nos corredores realmente acabou ou foi apenas transferido para a UPA? Os pacientes que antes sofriam nos corredores do hospital agora estão se amontoando em outro local? O que precisa ser dito é que mover o problema não é resolver o problema.

Um fato curioso e que jamais pode ser esquecido é o “fenômeno” que acontecia no Hospital Geral sempre que o governador ou o secretário de saúde decidiam fazer uma visita oficial: os pacientes que ficavam nos corredores, como num passe de mágica, sumiam. A superlotação desaparecia temporariamente, dando a falsa impressão de que o problema estava sob controle. Essas manobras, ensaiadas para maquiar a realidade, são um tapa na cara da população que vive esse sofrimento todos os dias.

Resolver a crise da saúde pública exige mais do que deslocar atendimentos de um prédio para outro. É preciso garantir que as UPAs tenham capacidade real de absorver a demanda de urgência sem repetir o caos que outrora assolava os corredores do Hospital Geral. É necessário mais do que uma mudança cosmética. O povo de Vitória da Conquista não merece mais migalhas nem soluções temporárias.

Portanto, celebrar o fim dos corredores no Hospital Geral é válido, mas precisamos manter os olhos abertos e exigir uma resposta clara: o problema foi de fato resolvido, ou apenas transferido? Enquanto o governo estadual e as autoridades de saúde não fornecerem uma solução real e duradoura, a vergonha do descaso continuará pairando sobre nosso sistema de saúde. E essa é uma realidade que não podemos mais aceitar.

Padre Carlos

O Fim dos Corredores no Hospital Geral de Vitória da Conquista: Solução Real ou Transferência do Problema?

 

 

 

 

Uma recente notícia publicada por um blog local trouxe alívio para muitos: o fim dos atendimentos nos corredores do Hospital Geral de Vitória da Conquista. O que antes era símbolo do descaso e da falta de respeito com o povo, com pacientes amontoados em macas pelos corredores, agora parece ter sido resolvido. O anúncio, que à primeira vista soa como uma vitória, levanta uma questão importante: será que realmente solucionamos o problema, ou apenas o empurramos para outro lugar?

O grande gargalo do Hospital Geral sempre foi o Pronto Socorro. Ali, os quadros de urgência se acumulavam de forma desumana, refletindo uma crise que parecia interminável. A superlotação no atendimento era um problema crônico, causado pela falta de infraestrutura e pela sobrecarga de um sistema que não conseguia atender à demanda crescente da população. Porém, o “alívio” agora proporcionado veio não pela ampliação e melhoria do hospital, mas pela transferência desses casos urgentes para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA).

Se, por um lado, acabaram-se os pacientes nos corredores do hospital, por outro, fica a dúvida: não será que a vergonha apenas mudou de endereço? A UPA, que agora também é administrada pelo hospital, assumiu parte desse fluxo de urgência. E é lá, nesse novo espaço, que se pode estar repetindo a mesma história de sofrimento e superlotação. O que parecia uma solução pode ser, na verdade, um paliativo.

A pergunta que não quer calar é: Sr. Diretor, o problema dos atendimentos nos corredores realmente acabou ou foi apenas transferido para a UPA? Os pacientes que antes sofriam nos corredores do hospital agora estão se amontoando em outro local? O que precisa ser dito é que mover o problema não é resolver o problema.

Um fato curioso e que jamais pode ser esquecido é o “fenômeno” que acontecia no Hospital Geral sempre que o governador ou o secretário de saúde decidiam fazer uma visita oficial: os pacientes que ficavam nos corredores, como num passe de mágica, sumiam. A superlotação desaparecia temporariamente, dando a falsa impressão de que o problema estava sob controle. Essas manobras, ensaiadas para maquiar a realidade, são um tapa na cara da população que vive esse sofrimento todos os dias.

Resolver a crise da saúde pública exige mais do que deslocar atendimentos de um prédio para outro. É preciso garantir que as UPAs tenham capacidade real de absorver a demanda de urgência sem repetir o caos que outrora assolava os corredores do Hospital Geral. É necessário mais do que uma mudança cosmética. O povo de Vitória da Conquista não merece mais migalhas nem soluções temporárias.

Portanto, celebrar o fim dos corredores no Hospital Geral é válido, mas precisamos manter os olhos abertos e exigir uma resposta clara: o problema foi de fato resolvido, ou apenas transferido? Enquanto o governo estadual e as autoridades de saúde não fornecerem uma solução real e duradoura, a vergonha do descaso continuará pairando sobre nosso sistema de saúde. E essa é uma realidade que não podemos mais aceitar.

Padre Carlos

ARTIGO – Violência na Bahia: Palavras Não Bastam, Governador Jerônimo (Padre Carlos)

 

 

 

 

No mais recente pronunciamento, o governador Jerônimo Rodrigues reafirmou seu compromisso com o combate à violência na Bahia. Falou da atuação das polícias, da guerra ao tráfico e do crime organizado, e da integração com o governo federal. No entanto, essas palavras, que em outros tempos poderiam soar como alento, não conseguem mais mascarar a realidade brutal enfrentada pelos baianos. O problema da violência no estado se arrasta por duas décadas, e os números contam uma história de descaso e fracasso.

A Bahia, que em tempos mais tranquilos registrava 16 homicídios por 100 mil habitantes, agora vê essa cifra triplicar, numa escalada que parece incontrolável. Esse cenário lembra um campo de guerra, onde facções criminosas dominam bairros inteiros, enquanto as polícias, apesar de seus esforços, parecem sempre um passo atrás. As palavras do governador são sempre as mesmas: mais investimentos, mais inteligência, mais tecnologia. Mas será isso suficiente?

O problema aqui é mais profundo que os discursos inflamados. A violência na Bahia cresceu sob gestões que tiveram tempo e poder para agir, mas não o fizeram. Os cidadãos baianos estão fartos de viver com medo, enquanto esperam que, algum dia, suas ruas e comunidades sejam devolvidas à paz. A realidade é que as facções criminosas e o tráfico de drogas encontraram terreno fértil para prosperar em um estado que, a cada ano, lidera as estatísticas de violência no Brasil.

Quando Jerônimo Rodrigues sugere que as críticas à segurança pública são apenas discurso de opositores políticos, ele desvia o foco do verdadeiro problema: a ineficiência e o descompasso das políticas de segurança implementadas até agora. Os números não mentem, e eles não são resultado de críticas oportunistas. São a expressão de uma tragédia que se desenrola diante de nossos olhos.

A Bahia se tornou um epicentro da violência, e a cada dia que passa a sensação de impotência cresce. Será que o estado está a caminho de uma intervenção federal, como a que ocorreu no Rio de Janeiro em 2018? A resposta deveria ser “não”, mas, ao observar o curso dos acontecimentos, essa possibilidade não parece mais tão distante. A violência descontrolada exige medidas igualmente contundentes, e a população quer mais do que palavras: quer resultados.

Os baianos estão cansados de discursos. Esperam um plano sério de segurança, que restabeleça a confiança nas instituições, combata as facções com firmeza e devolva a paz às famílias. O tempo para promessas e bravatas já passou, governador. A Bahia precisa de liderança verdadeira, de ações corajosas e de uma visão clara de como vencer a guerra contra o crime. Mais do que nunca, o povo baiano merece mais do que palavras ao vento.

ARTIGO – Violência na Bahia: Palavras Não Bastam, Governador Jerônimo (Padre Carlos)

 

 

 

 

No mais recente pronunciamento, o governador Jerônimo Rodrigues reafirmou seu compromisso com o combate à violência na Bahia. Falou da atuação das polícias, da guerra ao tráfico e do crime organizado, e da integração com o governo federal. No entanto, essas palavras, que em outros tempos poderiam soar como alento, não conseguem mais mascarar a realidade brutal enfrentada pelos baianos. O problema da violência no estado se arrasta por duas décadas, e os números contam uma história de descaso e fracasso.

A Bahia, que em tempos mais tranquilos registrava 16 homicídios por 100 mil habitantes, agora vê essa cifra triplicar, numa escalada que parece incontrolável. Esse cenário lembra um campo de guerra, onde facções criminosas dominam bairros inteiros, enquanto as polícias, apesar de seus esforços, parecem sempre um passo atrás. As palavras do governador são sempre as mesmas: mais investimentos, mais inteligência, mais tecnologia. Mas será isso suficiente?

O problema aqui é mais profundo que os discursos inflamados. A violência na Bahia cresceu sob gestões que tiveram tempo e poder para agir, mas não o fizeram. Os cidadãos baianos estão fartos de viver com medo, enquanto esperam que, algum dia, suas ruas e comunidades sejam devolvidas à paz. A realidade é que as facções criminosas e o tráfico de drogas encontraram terreno fértil para prosperar em um estado que, a cada ano, lidera as estatísticas de violência no Brasil.

Quando Jerônimo Rodrigues sugere que as críticas à segurança pública são apenas discurso de opositores políticos, ele desvia o foco do verdadeiro problema: a ineficiência e o descompasso das políticas de segurança implementadas até agora. Os números não mentem, e eles não são resultado de críticas oportunistas. São a expressão de uma tragédia que se desenrola diante de nossos olhos.

A Bahia se tornou um epicentro da violência, e a cada dia que passa a sensação de impotência cresce. Será que o estado está a caminho de uma intervenção federal, como a que ocorreu no Rio de Janeiro em 2018? A resposta deveria ser “não”, mas, ao observar o curso dos acontecimentos, essa possibilidade não parece mais tão distante. A violência descontrolada exige medidas igualmente contundentes, e a população quer mais do que palavras: quer resultados.

Os baianos estão cansados de discursos. Esperam um plano sério de segurança, que restabeleça a confiança nas instituições, combata as facções com firmeza e devolva a paz às famílias. O tempo para promessas e bravatas já passou, governador. A Bahia precisa de liderança verdadeira, de ações corajosas e de uma visão clara de como vencer a guerra contra o crime. Mais do que nunca, o povo baiano merece mais do que palavras ao vento.

Entre Técnicos e Políticos: Como a Prefeita Sheila Montou o Time Vencedor

 

A história do futebol nos oferece uma curiosa analogia para refletir sobre a política, especialmente sobre a administração pública. João Saldanha, um técnico de personalidade forte e responsável por montar a base da seleção tricampeã de 1970, teria dito, em resposta a uma provocação de Zagallo, que preferia treinar onze craques indisciplinados do que onze pernas de pau bem comportados. Para Saldanha, o que importava era a habilidade em campo, e não se os jogadores seguiam ou não padrões de comportamento socialmente aceitos. A história se repete de diferentes formas em nossa política local, quando a discussão se volta para uma questão essencial: o que é mais importante para a cidade, um prefeito técnico ou um político?

Recentemente, essa questão tem gerado debates acalorados em Vitória da Conquista. Com um mandato bem-sucedido e uma gestão amplamente elogiada, a prefeita Sheila Lemos tem demonstrado que sua liderança transcende os rótulos de “técnica” ou “política”. Sua administração tem sido marcada pela eficiência em colocar a máquina pública para funcionar, e muitos atribuem esse sucesso ao perfil técnico de sua gestão. No entanto, a prefeita também tem mostrado que a técnica, sozinha, não faz milagres. É preciso um entendimento profundo de que a política, com todas as suas nuances e complexidades, é o palco onde se desenrola a ação governamental.

Durante a última campanha eleitoral, vimos uma clara preferência dos eleitores por um gestor com perfil técnico. O desgaste dos partidos políticos e o descrédito da classe política, em geral, têm levado muitos a acreditar que governos sem interferência política direta seriam mais eficazes. Entretanto, esse raciocínio simplista desconsidera a natureza intrínseca da administração pública. Governar, seja no nível municipal, estadual ou federal, é um ato essencialmente político. Mesmo um técnico, por mais preparado que seja, precisa navegar pelas águas da política para implementar suas ideias e projetos.

O grande mérito do governo de Sheila Lemos foi justamente entender essa dualidade e integrá-la de forma coesa em sua administração. Ela não apenas se cercou de técnicos capacitados, mas também de políticos com formação técnica, criando uma equipe que soube aliar o conhecimento especializado com a habilidade política. O equilíbrio foi alcançado não ao isolar a política, mas ao reconhecer que ela é o meio necessário para viabilizar qualquer gestão, principalmente em tempos de crise.

Um dos desafios enfrentados por muitos governos é justamente a falta de diálogo entre políticos e técnicos. Em administrações mal estruturadas, secretarias acabam sendo ocupadas por figuras que, em muitos casos, não têm conhecimento técnico da área que comandam, sendo indicados por meras razões partidárias. O resultado costuma ser desastroso, com decisões equivocadas e uma incapacidade de fazer a máquina pública funcionar de forma eficiente.

Sheila, desde o início de seu mandato, deixou claro que isso não aconteceria em sua gestão. “Estou montando um governo com perfil eminentemente técnico”, afirmou ela, destacando a importância de que até os políticos precisem ter uma formação técnica adequada e um entendimento claro das necessidades das pastas que assumem. E foi exatamente essa mentalidade que fez a diferença.

Críticas e ceticismos sempre surgem. No início, muitos duvidaram que uma equipe montada com esse perfil técnico-político pudesse se manter coesa. E, de fato, ao longo do mandato, ajustes e mudanças foram necessários. Mas o que distingue a gestão de Sheila Lemos é sua fidelidade aos princípios de eficiência e responsabilidade. Mesmo quando foi necessário substituir membros da equipe, a prefeita manteve-se firme em sua recusa ao fisiologismo e às pressões por cargos por meros interesses eleitorais.

Assim como João Saldanha entendia que não bastava ter bons moços no campo, mas sim jogadores que realmente soubessem o que estavam fazendo com a bola nos pés, uma boa gestão pública precisa de líderes que, além de bem-intencionados, conheçam profundamente os mecanismos da administração. Sheila soube montar um time que entende a política como ferramenta de transformação social, sem perder de vista a importância de uma base técnica sólida para dar sustentação às suas decisões.

A lição que fica é clara: não se trata de escolher entre um prefeito técnico ou político. O que realmente importa é a capacidade de equilibrar essas duas dimensões, reconhecendo que ambas são indispensáveis para uma gestão eficiente. Em Vitória da Conquista, a prefeita Sheila Lemos tem mostrado que é possível construir uma administração coesa, capaz de dialogar com a política sem se perder em seus vícios, e ao mesmo tempo fazer a máquina funcionar de maneira exemplar.

A pergunta, portanto, não deveria ser se preferimos um prefeito técnico ou político, mas sim se preferimos uma gestão que sabe unir o melhor dos dois mundos. Porque, no final das contas, o que interessa é o resultado em campo – ou, no caso, o impacto positivo na vida das pessoas que a cidade serve.

Entre Técnicos e Políticos: Como a Prefeita Sheila Montou o Time Vencedor

 

A história do futebol nos oferece uma curiosa analogia para refletir sobre a política, especialmente sobre a administração pública. João Saldanha, um técnico de personalidade forte e responsável por montar a base da seleção tricampeã de 1970, teria dito, em resposta a uma provocação de Zagallo, que preferia treinar onze craques indisciplinados do que onze pernas de pau bem comportados. Para Saldanha, o que importava era a habilidade em campo, e não se os jogadores seguiam ou não padrões de comportamento socialmente aceitos. A história se repete de diferentes formas em nossa política local, quando a discussão se volta para uma questão essencial: o que é mais importante para a cidade, um prefeito técnico ou um político?

Recentemente, essa questão tem gerado debates acalorados em Vitória da Conquista. Com um mandato bem-sucedido e uma gestão amplamente elogiada, a prefeita Sheila Lemos tem demonstrado que sua liderança transcende os rótulos de “técnica” ou “política”. Sua administração tem sido marcada pela eficiência em colocar a máquina pública para funcionar, e muitos atribuem esse sucesso ao perfil técnico de sua gestão. No entanto, a prefeita também tem mostrado que a técnica, sozinha, não faz milagres. É preciso um entendimento profundo de que a política, com todas as suas nuances e complexidades, é o palco onde se desenrola a ação governamental.

Durante a última campanha eleitoral, vimos uma clara preferência dos eleitores por um gestor com perfil técnico. O desgaste dos partidos políticos e o descrédito da classe política, em geral, têm levado muitos a acreditar que governos sem interferência política direta seriam mais eficazes. Entretanto, esse raciocínio simplista desconsidera a natureza intrínseca da administração pública. Governar, seja no nível municipal, estadual ou federal, é um ato essencialmente político. Mesmo um técnico, por mais preparado que seja, precisa navegar pelas águas da política para implementar suas ideias e projetos.

O grande mérito do governo de Sheila Lemos foi justamente entender essa dualidade e integrá-la de forma coesa em sua administração. Ela não apenas se cercou de técnicos capacitados, mas também de políticos com formação técnica, criando uma equipe que soube aliar o conhecimento especializado com a habilidade política. O equilíbrio foi alcançado não ao isolar a política, mas ao reconhecer que ela é o meio necessário para viabilizar qualquer gestão, principalmente em tempos de crise.

Um dos desafios enfrentados por muitos governos é justamente a falta de diálogo entre políticos e técnicos. Em administrações mal estruturadas, secretarias acabam sendo ocupadas por figuras que, em muitos casos, não têm conhecimento técnico da área que comandam, sendo indicados por meras razões partidárias. O resultado costuma ser desastroso, com decisões equivocadas e uma incapacidade de fazer a máquina pública funcionar de forma eficiente.

Sheila, desde o início de seu mandato, deixou claro que isso não aconteceria em sua gestão. “Estou montando um governo com perfil eminentemente técnico”, afirmou ela, destacando a importância de que até os políticos precisem ter uma formação técnica adequada e um entendimento claro das necessidades das pastas que assumem. E foi exatamente essa mentalidade que fez a diferença.

Críticas e ceticismos sempre surgem. No início, muitos duvidaram que uma equipe montada com esse perfil técnico-político pudesse se manter coesa. E, de fato, ao longo do mandato, ajustes e mudanças foram necessários. Mas o que distingue a gestão de Sheila Lemos é sua fidelidade aos princípios de eficiência e responsabilidade. Mesmo quando foi necessário substituir membros da equipe, a prefeita manteve-se firme em sua recusa ao fisiologismo e às pressões por cargos por meros interesses eleitorais.

Assim como João Saldanha entendia que não bastava ter bons moços no campo, mas sim jogadores que realmente soubessem o que estavam fazendo com a bola nos pés, uma boa gestão pública precisa de líderes que, além de bem-intencionados, conheçam profundamente os mecanismos da administração. Sheila soube montar um time que entende a política como ferramenta de transformação social, sem perder de vista a importância de uma base técnica sólida para dar sustentação às suas decisões.

A lição que fica é clara: não se trata de escolher entre um prefeito técnico ou político. O que realmente importa é a capacidade de equilibrar essas duas dimensões, reconhecendo que ambas são indispensáveis para uma gestão eficiente. Em Vitória da Conquista, a prefeita Sheila Lemos tem mostrado que é possível construir uma administração coesa, capaz de dialogar com a política sem se perder em seus vícios, e ao mesmo tempo fazer a máquina funcionar de maneira exemplar.

A pergunta, portanto, não deveria ser se preferimos um prefeito técnico ou político, mas sim se preferimos uma gestão que sabe unir o melhor dos dois mundos. Porque, no final das contas, o que interessa é o resultado em campo – ou, no caso, o impacto positivo na vida das pessoas que a cidade serve.

Luciano Gomes Comemora Vitória em Cabeceira do Jibóia com a presença de amigos.

Após conquistar seu quinto mandato como vereador de Vitória da Conquista, Luciano Gomes reuniu amigos e eleitores para celebrar em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Com uma impressionante ascensão nas urnas, Luciano se destacou como o terceiro vereador mais votado da cidade, registrando um aumento de mais de mil votos em comparação com a eleição anterior. Esse crescimento expressivo demonstra a força e o apoio que o vereador continua a ter junto à população. A celebração foi marcada por momentos de alegria e gratidão entre os presentes, reforçando o compromisso de Luciano com a comunidade

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Luciano Gomes Comemora Vitória em Cabeceira do Jibóia com a presença de amigos.

Após conquistar seu quinto mandato como vereador de Vitória da Conquista, Luciano Gomes reuniu amigos e eleitores para celebrar em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Com uma impressionante ascensão nas urnas, Luciano se destacou como o terceiro vereador mais votado da cidade, registrando um aumento de mais de mil votos em comparação com a eleição anterior. Esse crescimento expressivo demonstra a força e o apoio que o vereador continua a ter junto à população. A celebração foi marcada por momentos de alegria e gratidão entre os presentes, reforçando o compromisso de Luciano com a comunidade

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Deputado João Bacelar Participa de Comemoração  da vitória de Luciano Gomes

O deputado federal João Bacelar esteve presente na celebração da vitória de Luciano Gomes em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Em meio a um evento marcado por muita alegria e agradecimentos, Bacelar elogiou Luciano pela expressiva votação conquistada, ressaltando a importância do trabalho que ele vem realizando na comunidade.

Além de parabenizar Luciano, Bacelar destacou a longa parceria política entre os dois e reafirmou seu compromisso em continuar trabalhando por melhorias na região, trazendo mais desenvolvimento e investimentos. A vitória de Luciano reflete o reconhecimento da população ao seu empenho, tornando a ocasião um marco de fortalecimento das lideranças locais.

A presença de Bacelar no evento não só reforça seu apoio a Luciano, mas também a sua dedicação em lutar pelas demandas e bem-estar da comunidade.

Deputado João Bacelar Participa de Comemoração  da vitória de Luciano Gomes

O deputado federal João Bacelar esteve presente na celebração da vitória de Luciano Gomes em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Em meio a um evento marcado por muita alegria e agradecimentos, Bacelar elogiou Luciano pela expressiva votação conquistada, ressaltando a importância do trabalho que ele vem realizando na comunidade.

Além de parabenizar Luciano, Bacelar destacou a longa parceria política entre os dois e reafirmou seu compromisso em continuar trabalhando por melhorias na região, trazendo mais desenvolvimento e investimentos. A vitória de Luciano reflete o reconhecimento da população ao seu empenho, tornando a ocasião um marco de fortalecimento das lideranças locais.

A presença de Bacelar no evento não só reforça seu apoio a Luciano, mas também a sua dedicação em lutar pelas demandas e bem-estar da comunidade.