Política e Resenha

ARTIGO – O PL Antifacção e o Risco de Enfraquecer a Polícia Federal

 

 

(Padre Carlos)

O debate que incendiou Brasília nesta semana tem nome e alvo definidos: o PL Antifacção, de autoria do deputado Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança de São Paulo e aliado do governador Tarcísio de Freitas. A proposta, apresentada a pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta, transformou o Congresso num verdadeiro campo de batalha institucional, expondo tensões entre o governo federal, as polícias estaduais e a própria Polícia Federal, que reagiu de forma inédita.

Logo ao amanhecer, o diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, rompeu o silêncio habitual e afirmou com contundência: “Não vou permitir que a Polícia Federal perca qualquer tipo de prerrogativa.” A declaração, publicada às cinco da manhã, soou como um alerta e um desagravo contra o que muitos consideraram uma tentativa de cercear a autonomia da PF — uma das poucas instituições que ainda gozam de alta confiança popular, segundo o Datafolha.

O texto original do PL previa que a PF, ao investigar facções criminosas ou milícias nos estados, deveria comunicar os governadores. Aparentemente inofensivo, o dispositivo abria brechas perigosas: obrigava a polícia a revelar operações sigilosas, expondo investigações delicadas e, pior, submetendo a PF à influência política local. Em um país onde o crime organizado infiltra-se nas estruturas de poder, a proposta soava, no mínimo, imprudente.

Juristas, delegados e o próprio ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, reagiram com firmeza. Classificaram o texto como um ataque à soberania nacional e à inteligência policial. Afinal, a força da PF está justamente em atuar acima das pressões regionais, desbaratando esquemas que, muitas vezes, envolvem autoridades estaduais e municipais. É graças a essa independência que se tornaram possíveis operações como a “Carbono Oculto”, que atingiu o coração financeiro do PCC, ou a elucidação do assassinato da vereadora Marielle Franco, em que suspeitos ocupavam cargos públicos.

Diante da repercussão, Hugo Motta tentou conter o incêndio, afirmando que “não queria palanque político para nenhum dos lados”. No entanto, a contradição salta aos olhos: escolher justamente um aliado de Tarcísio — possível adversário de Lula em 2026 — para relatar um projeto sobre segurança pública era, no mínimo, uma aposta política disfarçada de neutralidade técnica.

O Brasil vive um paradoxo. De um lado, o clamor popular por segurança legitima respostas duras e rápidas. De outro, a pressa em legislar, movida por cálculos eleitorais, ameaça as bases republicanas do Estado de Direito. Como bem observou um analista, o país parece querer “fazer legislação de guerra em tempos de paz”.

É compreensível que o governo e o Congresso busquem reagir à escalada da violência, sobretudo após a operação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos — a mais letal da história. Mas é inaceitável que, em nome da eficiência, se tente tolher a autonomia da instituição que mais tem demonstrado resultados concretos contra o crime organizado.

A Polícia Federal não é perfeita, mas é uma das poucas estruturas do Estado brasileiro que têm se mantido técnica, profissional e republicana. Fragilizá-la, em nome de disputas políticas, é dar um tiro no pé da segurança nacional.

O PL Antifacção, sob o pretexto de fortalecer o combate às facções, quase se transformou num cavalo de Troia legislativo — capaz de abrir brechas para interferência política onde deveria prevalecer apenas a lei. É bom que a sociedade esteja atenta, pois quem corta as asas da PF enfraquece o próprio Estado brasileiro.

ARTIGO – O PL Antifacção e o Risco de Enfraquecer a Polícia Federal

 

 

(Padre Carlos)

O debate que incendiou Brasília nesta semana tem nome e alvo definidos: o PL Antifacção, de autoria do deputado Guilherme Derrite, ex-secretário de Segurança de São Paulo e aliado do governador Tarcísio de Freitas. A proposta, apresentada a pedido do presidente da Câmara, Hugo Motta, transformou o Congresso num verdadeiro campo de batalha institucional, expondo tensões entre o governo federal, as polícias estaduais e a própria Polícia Federal, que reagiu de forma inédita.

Logo ao amanhecer, o diretor-geral da PF, Andrei Passos Rodrigues, rompeu o silêncio habitual e afirmou com contundência: “Não vou permitir que a Polícia Federal perca qualquer tipo de prerrogativa.” A declaração, publicada às cinco da manhã, soou como um alerta e um desagravo contra o que muitos consideraram uma tentativa de cercear a autonomia da PF — uma das poucas instituições que ainda gozam de alta confiança popular, segundo o Datafolha.

O texto original do PL previa que a PF, ao investigar facções criminosas ou milícias nos estados, deveria comunicar os governadores. Aparentemente inofensivo, o dispositivo abria brechas perigosas: obrigava a polícia a revelar operações sigilosas, expondo investigações delicadas e, pior, submetendo a PF à influência política local. Em um país onde o crime organizado infiltra-se nas estruturas de poder, a proposta soava, no mínimo, imprudente.

Juristas, delegados e o próprio ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, reagiram com firmeza. Classificaram o texto como um ataque à soberania nacional e à inteligência policial. Afinal, a força da PF está justamente em atuar acima das pressões regionais, desbaratando esquemas que, muitas vezes, envolvem autoridades estaduais e municipais. É graças a essa independência que se tornaram possíveis operações como a “Carbono Oculto”, que atingiu o coração financeiro do PCC, ou a elucidação do assassinato da vereadora Marielle Franco, em que suspeitos ocupavam cargos públicos.

Diante da repercussão, Hugo Motta tentou conter o incêndio, afirmando que “não queria palanque político para nenhum dos lados”. No entanto, a contradição salta aos olhos: escolher justamente um aliado de Tarcísio — possível adversário de Lula em 2026 — para relatar um projeto sobre segurança pública era, no mínimo, uma aposta política disfarçada de neutralidade técnica.

O Brasil vive um paradoxo. De um lado, o clamor popular por segurança legitima respostas duras e rápidas. De outro, a pressa em legislar, movida por cálculos eleitorais, ameaça as bases republicanas do Estado de Direito. Como bem observou um analista, o país parece querer “fazer legislação de guerra em tempos de paz”.

É compreensível que o governo e o Congresso busquem reagir à escalada da violência, sobretudo após a operação no Rio de Janeiro que deixou 121 mortos — a mais letal da história. Mas é inaceitável que, em nome da eficiência, se tente tolher a autonomia da instituição que mais tem demonstrado resultados concretos contra o crime organizado.

A Polícia Federal não é perfeita, mas é uma das poucas estruturas do Estado brasileiro que têm se mantido técnica, profissional e republicana. Fragilizá-la, em nome de disputas políticas, é dar um tiro no pé da segurança nacional.

O PL Antifacção, sob o pretexto de fortalecer o combate às facções, quase se transformou num cavalo de Troia legislativo — capaz de abrir brechas para interferência política onde deveria prevalecer apenas a lei. É bom que a sociedade esteja atenta, pois quem corta as asas da PF enfraquece o próprio Estado brasileiro.

Entre a Memória e a Missão: 86 Anos do Nascimento de Padre Benedito Soares

 

 

Por Padre Carlos

Em tempos em que o imediatismo parece dominar as relações humanas e a memória se perde entre as telas e os ruídos digitais, é preciso lembrar que “memorial” não é apenas recordar — é tornar presente. Resgatar a memória de alguém é reavivar o que ele foi e o que representou, é não permitir que o tempo sepulte as sementes que ele plantou. Hoje, a Igreja de Vitória da Conquista se curva em gratidão à memória do Padre Benedito Soares — o querido Padre Bené — cuja vida e ministério marcaram uma geração e projetaram os alicerces do futuro da nossa Arquidiocese.

Apesar de nossa Arquidiocese ter apenas sessenta e oito anos, muitos pastores deram o melhor de si para que pudéssemos crescer como Igreja, amadurecer em fé e discernir com sabedoria as escolhas certas. Entre eles, Padre Benedito se destaca não apenas pela inteligência pastoral, mas por uma sensibilidade que o fazia compreender que o verdadeiro evangelho se constrói no encontro com o outro — especialmente com a juventude.

Como nos recorda o poeta, “há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor e fruto.” Foi isso que Bené fez: cuidou dos brotos. Acreditou que a juventude era o campo fértil onde o Reino poderia germinar. Seu ministério foi uma aposta no futuro, uma semeadura feita com coragem e visão profética. Evangelizar os jovens, nas décadas de 1970 e 1980, não era tarefa simples. Era o tempo das mudanças culturais, da efervescência política e social, da busca de novos caminhos para a fé. Era preciso compreender o coração do tempo, escutar os anseios de uma geração inquieta e traduzir o Evangelho em linguagem viva e próxima.

Padre Benedito entendeu isso como poucos. Criou espaços de convivência, reflexão e engajamento social. Sua ação pastoral era pedagógica e libertadora. Ele enxergava o jovem como protagonista, e não apenas como destinatário da ação da Igreja. Era um tempo de sonhos, mas também de desafios: o pós-Concílio Vaticano II ainda era recente, e a Igreja buscava renovar-se sem perder suas raízes.

Hoje, ao relembrar esse pastor, somos convidados a olhar para o presente com responsabilidade. O futuro de qualquer instituição depende da capacidade de envolver os jovens, de escutar suas inquietações e de oferecer-lhes razões para crer e esperançar. Quando esquecemos nossos mestres, enfraquecemos nossa própria identidade.

A crise da fé que tantas vezes observamos nas novas gerações nasce, em parte, dessa ausência de memória. É como se o fio da tradição se rompesse e deixássemos de contar as histórias que sustentam nossa espiritualidade. Criar memoriais — seja uma missa, um monumento ou um simples texto como este — é um ato de resistência espiritual. É um modo de dizer que os frutos que colhemos hoje nasceram de sementes lançadas por mãos generosas como as de Padre Benedito Soares.

Sua voz, sua fé e seu exemplo ainda ecoam. E é nosso dever garantir que esse eco não se apague. Que o memorial deste pastor seja também um compromisso renovado com a juventude, com a esperança e com o Evangelho que transforma.

Porque lembrar é, acima de tudo, continuar a missão.

Entre a Memória e a Missão: 86 Anos do Nascimento de Padre Benedito Soares

 

 

Por Padre Carlos

Em tempos em que o imediatismo parece dominar as relações humanas e a memória se perde entre as telas e os ruídos digitais, é preciso lembrar que “memorial” não é apenas recordar — é tornar presente. Resgatar a memória de alguém é reavivar o que ele foi e o que representou, é não permitir que o tempo sepulte as sementes que ele plantou. Hoje, a Igreja de Vitória da Conquista se curva em gratidão à memória do Padre Benedito Soares — o querido Padre Bené — cuja vida e ministério marcaram uma geração e projetaram os alicerces do futuro da nossa Arquidiocese.

Apesar de nossa Arquidiocese ter apenas sessenta e oito anos, muitos pastores deram o melhor de si para que pudéssemos crescer como Igreja, amadurecer em fé e discernir com sabedoria as escolhas certas. Entre eles, Padre Benedito se destaca não apenas pela inteligência pastoral, mas por uma sensibilidade que o fazia compreender que o verdadeiro evangelho se constrói no encontro com o outro — especialmente com a juventude.

Como nos recorda o poeta, “há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor e fruto.” Foi isso que Bené fez: cuidou dos brotos. Acreditou que a juventude era o campo fértil onde o Reino poderia germinar. Seu ministério foi uma aposta no futuro, uma semeadura feita com coragem e visão profética. Evangelizar os jovens, nas décadas de 1970 e 1980, não era tarefa simples. Era o tempo das mudanças culturais, da efervescência política e social, da busca de novos caminhos para a fé. Era preciso compreender o coração do tempo, escutar os anseios de uma geração inquieta e traduzir o Evangelho em linguagem viva e próxima.

Padre Benedito entendeu isso como poucos. Criou espaços de convivência, reflexão e engajamento social. Sua ação pastoral era pedagógica e libertadora. Ele enxergava o jovem como protagonista, e não apenas como destinatário da ação da Igreja. Era um tempo de sonhos, mas também de desafios: o pós-Concílio Vaticano II ainda era recente, e a Igreja buscava renovar-se sem perder suas raízes.

Hoje, ao relembrar esse pastor, somos convidados a olhar para o presente com responsabilidade. O futuro de qualquer instituição depende da capacidade de envolver os jovens, de escutar suas inquietações e de oferecer-lhes razões para crer e esperançar. Quando esquecemos nossos mestres, enfraquecemos nossa própria identidade.

A crise da fé que tantas vezes observamos nas novas gerações nasce, em parte, dessa ausência de memória. É como se o fio da tradição se rompesse e deixássemos de contar as histórias que sustentam nossa espiritualidade. Criar memoriais — seja uma missa, um monumento ou um simples texto como este — é um ato de resistência espiritual. É um modo de dizer que os frutos que colhemos hoje nasceram de sementes lançadas por mãos generosas como as de Padre Benedito Soares.

Sua voz, sua fé e seu exemplo ainda ecoam. E é nosso dever garantir que esse eco não se apague. Que o memorial deste pastor seja também um compromisso renovado com a juventude, com a esperança e com o Evangelho que transforma.

Porque lembrar é, acima de tudo, continuar a missão.

ARTIGO – Luz, Segurança e Futuro: Vitória da Conquista Ilumina o Caminho do Progresso

 

 

 

(Padre Carlos)

Investir em segurança pública vai muito além de colocar mais policiais nas ruas. Significa planejar, prevenir e modernizar. E foi exatamente isso que a Prefeitura de Vitória da Conquista fez ao sancionar a Lei Complementar nº 3.077/2025, que institui a nova Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública e Modernização Urbana (Cosip-MU). Trata-se de uma decisão estratégica, que alinha tecnologia, segurança e sustentabilidade em um mesmo eixo de desenvolvimento.

Nos últimos anos, Conquista vem colhendo resultados expressivos na redução da criminalidade, e isso não é obra do acaso. Quando se investe em iluminação de qualidade, em videomonitoramento e em ferramentas inteligentes de gestão urbana, o efeito direto é um território mais seguro e uma cidade mais humana. Ruas bem iluminadas inibem a ação criminosa, aumentam a sensação de segurança e convidam o cidadão a ocupar os espaços públicos — um fator determinante para o fortalecimento da convivência e do senso de comunidade.

A nova Cosip-MU nasce com uma concepção moderna: não é apenas uma taxa, mas um instrumento de cidadania e progresso. Ela permite a instalação de câmeras de reconhecimento facial, leitura de placas (OCR), sistemas de comunicação integrados e centrais de monitoramento em tempo real. Essa rede tecnológica cria um cinturão de vigilância inteligente, capaz de apoiar as forças de segurança e, ao mesmo tempo, otimizar o uso dos recursos públicos.

Outro ponto que merece destaque é a responsabilidade social da lei. As famílias de baixa renda, inscritas na Tarifa Social de Energia Elétrica, continuam protegidas. A Prefeitura garantiu que o consumo de até 80 quilowatts por hora seja subsidiado com as sobras da energia produzida pelo próprio município — um gesto que une justiça social e eficiência energética. Isso demonstra sensibilidade com os que mais precisam, sem abrir mão da visão estratégica de futuro.

Com a criação do Fundo Municipal de Iluminação Pública e Modernização Urbana (FMIP-UM), a cidade dá um salto de qualidade em governança. Os recursos arrecadados terão destinação exclusiva: iluminação, monitoramento e segurança. Nenhum centavo poderá ser desviado de sua finalidade. Essa transparência fortalece a confiança da população e consolida um novo modelo de gestão urbana, capaz de transformar desafios em oportunidades.

A sanção da nova Cosip-MU não deve ser vista apenas como um ato administrativo, mas como um marco de modernização e coragem política. Em tempos em que tantas cidades ainda sofrem com a escuridão — literal e institucional — Vitória da Conquista acende sua própria luz e mostra que planejamento e investimento são as verdadeiras armas contra o medo e a criminalidade.

O futuro das cidades inteligentes passa por decisões como essa: investir na base, na infraestrutura e nas pessoas. Quando o poder público aposta em tecnologia, eficiência e sustentabilidade, ele não apenas melhora a vida do cidadão, mas também ilumina o caminho do desenvolvimento com segurança e esperança.

ARTIGO – Luz, Segurança e Futuro: Vitória da Conquista Ilumina o Caminho do Progresso

 

 

 

(Padre Carlos)

Investir em segurança pública vai muito além de colocar mais policiais nas ruas. Significa planejar, prevenir e modernizar. E foi exatamente isso que a Prefeitura de Vitória da Conquista fez ao sancionar a Lei Complementar nº 3.077/2025, que institui a nova Contribuição para Custeio dos Serviços de Iluminação Pública e Modernização Urbana (Cosip-MU). Trata-se de uma decisão estratégica, que alinha tecnologia, segurança e sustentabilidade em um mesmo eixo de desenvolvimento.

Nos últimos anos, Conquista vem colhendo resultados expressivos na redução da criminalidade, e isso não é obra do acaso. Quando se investe em iluminação de qualidade, em videomonitoramento e em ferramentas inteligentes de gestão urbana, o efeito direto é um território mais seguro e uma cidade mais humana. Ruas bem iluminadas inibem a ação criminosa, aumentam a sensação de segurança e convidam o cidadão a ocupar os espaços públicos — um fator determinante para o fortalecimento da convivência e do senso de comunidade.

A nova Cosip-MU nasce com uma concepção moderna: não é apenas uma taxa, mas um instrumento de cidadania e progresso. Ela permite a instalação de câmeras de reconhecimento facial, leitura de placas (OCR), sistemas de comunicação integrados e centrais de monitoramento em tempo real. Essa rede tecnológica cria um cinturão de vigilância inteligente, capaz de apoiar as forças de segurança e, ao mesmo tempo, otimizar o uso dos recursos públicos.

Outro ponto que merece destaque é a responsabilidade social da lei. As famílias de baixa renda, inscritas na Tarifa Social de Energia Elétrica, continuam protegidas. A Prefeitura garantiu que o consumo de até 80 quilowatts por hora seja subsidiado com as sobras da energia produzida pelo próprio município — um gesto que une justiça social e eficiência energética. Isso demonstra sensibilidade com os que mais precisam, sem abrir mão da visão estratégica de futuro.

Com a criação do Fundo Municipal de Iluminação Pública e Modernização Urbana (FMIP-UM), a cidade dá um salto de qualidade em governança. Os recursos arrecadados terão destinação exclusiva: iluminação, monitoramento e segurança. Nenhum centavo poderá ser desviado de sua finalidade. Essa transparência fortalece a confiança da população e consolida um novo modelo de gestão urbana, capaz de transformar desafios em oportunidades.

A sanção da nova Cosip-MU não deve ser vista apenas como um ato administrativo, mas como um marco de modernização e coragem política. Em tempos em que tantas cidades ainda sofrem com a escuridão — literal e institucional — Vitória da Conquista acende sua própria luz e mostra que planejamento e investimento são as verdadeiras armas contra o medo e a criminalidade.

O futuro das cidades inteligentes passa por decisões como essa: investir na base, na infraestrutura e nas pessoas. Quando o poder público aposta em tecnologia, eficiência e sustentabilidade, ele não apenas melhora a vida do cidadão, mas também ilumina o caminho do desenvolvimento com segurança e esperança.

Integração, Gestão e Comando: O Segredo do Modelo de Segurança de Vitória da Conquista

 

 

A Bahia vive um paradoxo em segurança pública que pode ser ilustrado por uma simples análise geográfica: na mesma região do Sudoeste baiano, cidades sob jurisdições policiais distintas apresentam resultados diametralmente opostos. Enquanto Vitória da Conquista celebra uma redução histórica de 53,7% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), alcançando a menor taxa de homicídios entre as capitais e grandes cidades baianas (7,9 por 100 mil habitantes), outras localidades da região ainda patinam em índices alarmantes.

O Modelo Conquistense: Quando a Integração Funciona

O caso de Vitória da Conquista não é fruto do acaso nem de milagres estatísticos. É resultado de uma combinação virtuosa entre comando militar experiente, gestão municipal eficiente e integração real entre as forças de segurança. O Coronel Paulo Guimarães, comandante do CPR-Sudoeste, tem razão ao destacar que o foco em inteligência policial e a capacitação constante da tropa foram decisivos. Mas seria ingênuo ignorar o papel fundamental da Prefeitura e da Guarda Municipal nessa equação.

A prefeita local compreendeu algo que muitos gestores ainda resistem em aceitar: segurança pública não é responsabilidade exclusiva da Polícia Militar. A presença de uma Guarda Municipal estruturada e a assessoria experiente do Coronel Ivanildo criaram um ecossistema de proteção que vai além do policiamento ostensivo. Trata-se de presença permanente nas ruas, conhecimento do território e, sobretudo, legitimidade local.

Jequié: O Exemplo da Fragmentação

No extremo oposto dessa realidade, Jequié representa o retrato do que não funciona. Embora recentemente tenha sido contemplada com seu próprio comando regional, a cidade amarga anos de negligência estrutural. Estar subordinada a comandos distantes significou, na prática, ser tratada como prioridade secundária. Recursos, efetivo e atenção estratégica sempre chegavam depois — quando chegavam.

A criação de três novos comandos regionais pela Lei 14.962 é um reconhecimento tácito desse problema. Ao redistribuir 32 municípios do CPR-Sudoeste para novos comandos, o governo estadual admite que centralizar demais é comprometer resultados. Jequié, que finalmente terá comando próprio sediado em sua área, exemplifica como a distância do centro decisório compromete a eficácia policial.

As Contradições de Um Sistema Dual

O modelo de policiamento na Bahia — e no Brasil — carrega uma contradição estrutural: enquanto a Polícia Militar é estadual, a gestão urbana e a convivência comunitária são municipais. Essa fragmentação cria vazios de responsabilidade e dificulta a integração necessária. Conquista mostra que quando prefeito, comandante militar e sociedade civil trabalham alinhados, os resultados aparecem. Mas isso depende mais de voluntarismo e lideranças pessoais do que de estruturas institucionais sólidas.

A assessoria do Coronel Ivanildo em Conquista não é um cargo formal previsto em lei, mas uma articulação política inteligente. Quantas cidades baianas têm acesso a esse tipo de expertise? Quantas prefeituras conseguem estabelecer canais diretos e produtivos com os comandos militares? A resposta expõe a fragilidade do modelo: o que funciona em Conquista é difícil de replicar porque depende de pessoas, não de processos.

O Desafio da Equidade Regional

A reorganização dos comandos regionais é um passo importante, mas insuficiente. Não basta criar novos comandos se não houver investimento proporcional em efetivo, equipamento e formação. O risco é substituir a centralização excessiva por uma descentralização precária, onde comandos regionais operam com recursos limitados e sem capacidade de resposta adequada.

Jequié merece ter as mesmas condições que Conquista para desenvolver seu modelo de segurança. Isso significa não apenas um comando próprio, mas também o fortalecimento da guarda municipal, a integração com a gestão urbana e o acesso a experiências bem-sucedidas. A presença do Coronel Ivanildo em Conquista deveria ser estudada, sistematizada e transformada em política pública replicável.

Conclusão: Segurança Não É Sorteio Geográfico

O cidadão que nasce ou mora em Vitória da Conquista não deveria ter direito a mais segurança do que aquele que vive em Jequié, Itabuna ou qualquer outro município baiano. A segurança pública não pode ser uma loteria geográfica, onde ter um bom comandante, uma prefeita eficiente ou um assessor experiente seja exceção celebrada, e não regra garantida.

Os resultados distintos no Sudoeste baiano não são apenas números em tabelas policiais. São vidas salvas de um lado e lutos evitáveis de outro. São famílias que dormem tranquilas versus comunidades reféns do medo. São modelos que funcionam coexistindo com estruturas que fracassam — na mesma região, no mesmo estado, sob o mesmo governo.

A Bahia precisa aprender com Conquista, mas principalmente precisa questionar: por que o que funciona ali ainda é exceção e não padrão? Enquanto não respondermos a essa pergunta com políticas públicas concretas, continuaremos celebrando ilhas de sucesso em meio a um oceano de insegurança.

Integração, Gestão e Comando: O Segredo do Modelo de Segurança de Vitória da Conquista

 

 

A Bahia vive um paradoxo em segurança pública que pode ser ilustrado por uma simples análise geográfica: na mesma região do Sudoeste baiano, cidades sob jurisdições policiais distintas apresentam resultados diametralmente opostos. Enquanto Vitória da Conquista celebra uma redução histórica de 53,7% nos Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLIs), alcançando a menor taxa de homicídios entre as capitais e grandes cidades baianas (7,9 por 100 mil habitantes), outras localidades da região ainda patinam em índices alarmantes.

O Modelo Conquistense: Quando a Integração Funciona

O caso de Vitória da Conquista não é fruto do acaso nem de milagres estatísticos. É resultado de uma combinação virtuosa entre comando militar experiente, gestão municipal eficiente e integração real entre as forças de segurança. O Coronel Paulo Guimarães, comandante do CPR-Sudoeste, tem razão ao destacar que o foco em inteligência policial e a capacitação constante da tropa foram decisivos. Mas seria ingênuo ignorar o papel fundamental da Prefeitura e da Guarda Municipal nessa equação.

A prefeita local compreendeu algo que muitos gestores ainda resistem em aceitar: segurança pública não é responsabilidade exclusiva da Polícia Militar. A presença de uma Guarda Municipal estruturada e a assessoria experiente do Coronel Ivanildo criaram um ecossistema de proteção que vai além do policiamento ostensivo. Trata-se de presença permanente nas ruas, conhecimento do território e, sobretudo, legitimidade local.

Jequié: O Exemplo da Fragmentação

No extremo oposto dessa realidade, Jequié representa o retrato do que não funciona. Embora recentemente tenha sido contemplada com seu próprio comando regional, a cidade amarga anos de negligência estrutural. Estar subordinada a comandos distantes significou, na prática, ser tratada como prioridade secundária. Recursos, efetivo e atenção estratégica sempre chegavam depois — quando chegavam.

A criação de três novos comandos regionais pela Lei 14.962 é um reconhecimento tácito desse problema. Ao redistribuir 32 municípios do CPR-Sudoeste para novos comandos, o governo estadual admite que centralizar demais é comprometer resultados. Jequié, que finalmente terá comando próprio sediado em sua área, exemplifica como a distância do centro decisório compromete a eficácia policial.

As Contradições de Um Sistema Dual

O modelo de policiamento na Bahia — e no Brasil — carrega uma contradição estrutural: enquanto a Polícia Militar é estadual, a gestão urbana e a convivência comunitária são municipais. Essa fragmentação cria vazios de responsabilidade e dificulta a integração necessária. Conquista mostra que quando prefeito, comandante militar e sociedade civil trabalham alinhados, os resultados aparecem. Mas isso depende mais de voluntarismo e lideranças pessoais do que de estruturas institucionais sólidas.

A assessoria do Coronel Ivanildo em Conquista não é um cargo formal previsto em lei, mas uma articulação política inteligente. Quantas cidades baianas têm acesso a esse tipo de expertise? Quantas prefeituras conseguem estabelecer canais diretos e produtivos com os comandos militares? A resposta expõe a fragilidade do modelo: o que funciona em Conquista é difícil de replicar porque depende de pessoas, não de processos.

O Desafio da Equidade Regional

A reorganização dos comandos regionais é um passo importante, mas insuficiente. Não basta criar novos comandos se não houver investimento proporcional em efetivo, equipamento e formação. O risco é substituir a centralização excessiva por uma descentralização precária, onde comandos regionais operam com recursos limitados e sem capacidade de resposta adequada.

Jequié merece ter as mesmas condições que Conquista para desenvolver seu modelo de segurança. Isso significa não apenas um comando próprio, mas também o fortalecimento da guarda municipal, a integração com a gestão urbana e o acesso a experiências bem-sucedidas. A presença do Coronel Ivanildo em Conquista deveria ser estudada, sistematizada e transformada em política pública replicável.

Conclusão: Segurança Não É Sorteio Geográfico

O cidadão que nasce ou mora em Vitória da Conquista não deveria ter direito a mais segurança do que aquele que vive em Jequié, Itabuna ou qualquer outro município baiano. A segurança pública não pode ser uma loteria geográfica, onde ter um bom comandante, uma prefeita eficiente ou um assessor experiente seja exceção celebrada, e não regra garantida.

Os resultados distintos no Sudoeste baiano não são apenas números em tabelas policiais. São vidas salvas de um lado e lutos evitáveis de outro. São famílias que dormem tranquilas versus comunidades reféns do medo. São modelos que funcionam coexistindo com estruturas que fracassam — na mesma região, no mesmo estado, sob o mesmo governo.

A Bahia precisa aprender com Conquista, mas principalmente precisa questionar: por que o que funciona ali ainda é exceção e não padrão? Enquanto não respondermos a essa pergunta com políticas públicas concretas, continuaremos celebrando ilhas de sucesso em meio a um oceano de insegurança.

ARTIGO – Léo Prates e Wagner Lemos: A Nova Arquitetura Política em Vitória da Conquista

 

 

(Padre Carlos)

Em meio às celebrações dos 185 anos de emancipação política de Vitória da Conquista, um movimento silencioso, mas de grande significado político, começou a se desenhar no tabuleiro da política baiana. O protagonista dessa nova articulação é o deputado federal Léo Prates, que, após uma agenda intensa de compromissos na cidade, deu um passo firme rumo à consolidação de sua presença no sudoeste baiano — um gesto que vai além do protocolo e indica um projeto de longo prazo.

O anúncio da abertura de um escritório político de Léo Prates em Vitória da Conquista, feito após uma reunião estratégica com a prefeita Sheila Lemos, sua mãe dona Irma Lemos e um grupo de apoiadores, traduz um conceito fundamental: presença política. Em tempos em que muitos parlamentares se distanciam da base, o gesto de Léo é simbólico e pragmático. Ele sinaliza compromisso com a cidade que o próprio deputado definiu como “a melhor da Bahia para se viver”, reforçando uma conexão afetiva e política com o eleitorado conquistense.

No encontro, uma aliança promissora ganhou contornos mais nítidos: a dobradinha Léo Prates e Dr. Wagner Lemos, que surge como um eixo de renovação e força na centro-direita de Vitória da Conquista. Wagner, médico respeitado e esposo da prefeita, prepara-se para disputar, pela primeira vez, um mandato eletivo — possivelmente como deputado estadual. Léo, por sua vez, buscará a reeleição para a Câmara Federal. Juntos, constroem uma aliança que alia juventude política a experiência administrativa, reforçando o projeto de continuidade com renovação.

O tom descontraído e simbólico da reunião, quando Léo sugeriu que o aliado passasse a assinar “Dr. Wagner Lemos”, revela mais que humor — é uma demonstração de pertencimento, união e identidade política. Ao aceitar o gesto com humildade e serenidade, Wagner mostrou que compreende a essência da política moderna: o carisma equilibrado pelo respeito à trajetória coletiva.

Por sua vez, Sheila Lemos, prefeita de Conquista, aparece nesse cenário como a figura de sustentação e legitimidade dessa construção. Sua liderança consolidada, reconhecida inclusive por adversários, é o pilar sobre o qual se ergue esse novo arranjo político. Wagner, ao exaltar o papel da esposa, revela maturidade e sintonia — um casal que entende a política não como palco de vaidades, mas como missão de serviço.

Essa tríade — Sheila, Wagner e Léo — representa hoje um ponto de convergência na política conquistense. A centro-direita local, que por vezes se mostrou fragmentada, encontra nesse grupo a possibilidade de reorganização, coesão e estratégia. Assim como a centro-esquerda já articula seus movimentos, também a base governista de Sheila começa a desenhar seus próximos passos com clareza.

A política em Vitória da Conquista vive, portanto, um novo ciclo. A presença de Léo Prates no município, a força institucional de Sheila Lemos e a ascensão de Wagner Lemos como novo nome na arena eleitoral criam um núcleo de poder regional com ambições estaduais.

Mais do que alianças partidárias, o que se vê é a formação de uma visão de futuro: uma política de proximidade, diálogo e responsabilidade pública. Vitória da Conquista, por sua importância estratégica na Bahia, volta a ocupar o centro do mapa político do estado.

E como todo bom jogo político, o tabuleiro começa a se mover — com inteligência, propósito e direção. O movimento iniciado por Léo Prates é mais que tático: é o prenúncio de uma reconfiguração da força política no sudoeste baiano, onde compromisso e presença podem definir o rumo das urnas em 2026.

ARTIGO – Léo Prates e Wagner Lemos: A Nova Arquitetura Política em Vitória da Conquista

 

 

(Padre Carlos)

Em meio às celebrações dos 185 anos de emancipação política de Vitória da Conquista, um movimento silencioso, mas de grande significado político, começou a se desenhar no tabuleiro da política baiana. O protagonista dessa nova articulação é o deputado federal Léo Prates, que, após uma agenda intensa de compromissos na cidade, deu um passo firme rumo à consolidação de sua presença no sudoeste baiano — um gesto que vai além do protocolo e indica um projeto de longo prazo.

O anúncio da abertura de um escritório político de Léo Prates em Vitória da Conquista, feito após uma reunião estratégica com a prefeita Sheila Lemos, sua mãe dona Irma Lemos e um grupo de apoiadores, traduz um conceito fundamental: presença política. Em tempos em que muitos parlamentares se distanciam da base, o gesto de Léo é simbólico e pragmático. Ele sinaliza compromisso com a cidade que o próprio deputado definiu como “a melhor da Bahia para se viver”, reforçando uma conexão afetiva e política com o eleitorado conquistense.

No encontro, uma aliança promissora ganhou contornos mais nítidos: a dobradinha Léo Prates e Dr. Wagner Lemos, que surge como um eixo de renovação e força na centro-direita de Vitória da Conquista. Wagner, médico respeitado e esposo da prefeita, prepara-se para disputar, pela primeira vez, um mandato eletivo — possivelmente como deputado estadual. Léo, por sua vez, buscará a reeleição para a Câmara Federal. Juntos, constroem uma aliança que alia juventude política a experiência administrativa, reforçando o projeto de continuidade com renovação.

O tom descontraído e simbólico da reunião, quando Léo sugeriu que o aliado passasse a assinar “Dr. Wagner Lemos”, revela mais que humor — é uma demonstração de pertencimento, união e identidade política. Ao aceitar o gesto com humildade e serenidade, Wagner mostrou que compreende a essência da política moderna: o carisma equilibrado pelo respeito à trajetória coletiva.

Por sua vez, Sheila Lemos, prefeita de Conquista, aparece nesse cenário como a figura de sustentação e legitimidade dessa construção. Sua liderança consolidada, reconhecida inclusive por adversários, é o pilar sobre o qual se ergue esse novo arranjo político. Wagner, ao exaltar o papel da esposa, revela maturidade e sintonia — um casal que entende a política não como palco de vaidades, mas como missão de serviço.

Essa tríade — Sheila, Wagner e Léo — representa hoje um ponto de convergência na política conquistense. A centro-direita local, que por vezes se mostrou fragmentada, encontra nesse grupo a possibilidade de reorganização, coesão e estratégia. Assim como a centro-esquerda já articula seus movimentos, também a base governista de Sheila começa a desenhar seus próximos passos com clareza.

A política em Vitória da Conquista vive, portanto, um novo ciclo. A presença de Léo Prates no município, a força institucional de Sheila Lemos e a ascensão de Wagner Lemos como novo nome na arena eleitoral criam um núcleo de poder regional com ambições estaduais.

Mais do que alianças partidárias, o que se vê é a formação de uma visão de futuro: uma política de proximidade, diálogo e responsabilidade pública. Vitória da Conquista, por sua importância estratégica na Bahia, volta a ocupar o centro do mapa político do estado.

E como todo bom jogo político, o tabuleiro começa a se mover — com inteligência, propósito e direção. O movimento iniciado por Léo Prates é mais que tático: é o prenúncio de uma reconfiguração da força política no sudoeste baiano, onde compromisso e presença podem definir o rumo das urnas em 2026.

A Liderança Visionária de Quinho: Pavimentando o Progresso no Sudoeste Baiano Sem Mandato Eletivo

 

(Por Padre Carlos)

Há líderes que governam com o peso de um mandato — e há aqueles que lideram pela força da influência, da credibilidade e do compromisso com o bem comum. No sudoeste baiano, um nome vem se destacando por esse tipo de liderança silenciosa, firme e transformadora: Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB).

Mesmo fora de cargos eletivos, Quinho continua sendo uma das vozes mais respeitadas da região. Sua atuação recente, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) e ao lado dos prefeitos Dr. Maurílio (Candido Sales) e Neto (Belo Campo), é um exemplo de como o verdadeiro poder não vem apenas das urnas, mas da capacidade de construir pontes — literalmente e politicamente.

Um líder além do mandato

Em tempos em que a política nacional tantas vezes se perde em disputas vazias, Quinho mostra que liderança é sinônimo de serviço contínuo. Sua presença no anúncio conjunto da Seinfra foi mais do que uma formalidade: foi a prova viva de que a experiência e o prestígio acumulados ao longo dos anos podem ser colocados a serviço do progresso coletivo.

“Estamos aqui na Secretaria de Infraestrutura do Estado, acompanhado desses dois prefeitos… para dar as boas-vindas ao nosso secretário… com novidade para os dois municípios”, declarou Quinho, com o tom sereno e firme que lhe é característico.

As “novidades” a que ele se refere são significativas: o aditivo da obra que liga Belo Campo ao distrito de Quaraçu, estendendo-se até Barro Furado, na BA-130. Trata-se de uma ligação essencial para a economia regional, facilitando o transporte, o comércio e o escoamento da produção agrícola.

Uma visão que conecta cidades

Mas a influência de Quinho vai além das fronteiras de Belo Campo. Ele também se empenha para viabilizar o asfalto entre Candido Sales e Corta da Cruz, e apoia demandas locais como a pavimentação do Colégio da Bela Vista, Lagoa Suja e BA-263 — trechos vitais para integrar comunidades e reduzir desigualdades.

Em cada uma dessas ações, vê-se o traço de um líder regional que não se prende a limites municipais, mas pensa o desenvolvimento de forma integrada. Belo Campo, Candido Sales, Condeúba e Piripá aparecem interligadas num mesmo mapa de progresso, costurado por parcerias e articulações que nascem da confiança que Quinho inspira em prefeitos, secretários e comunidades.

Liderança por influência, não por imposição

O que torna essa trajetória ainda mais admirável é o modo como Quinho conduz: sem buscar holofotes, mas resultados. Ele entende que as boas estradas não apenas aproximam cidades — aproximam pessoas, oportunidades e sonhos.

Em um momento em que tantos ex-prefeitos desaparecem do cenário após deixar o poder, ele segue presente, atuante, facilitando reuniões, abrindo portas em Salvador e Brasília, e mantendo viva a esperança de um sudoeste mais forte.

A BA-263, por exemplo, que já tem trechos recuperados entre Belo Campo e Piripá, e Condeúba e Jacaraci, ganha novo fôlego com a articulação de figuras como Quinho, que transformam ideias em obras e promessas em realizações.

O exemplo que inspira

Naturalmente, desafios permanecem: recursos limitados, burocracia estatal e as chuvas imprevisíveis que castigam a região. Mas é diante das dificuldades que a verdadeira liderança se revela.

Ao lado dos prefeitos Maurílio e Neto, Quinho reforça que o trabalho coletivo é o único caminho. “É contigo, Neto”, diz ele, num gesto simbólico que demonstra generosidade política e confiança na continuidade do que começou.

No fim das contas, sua mensagem é clara: mandatos passam, mas o compromisso com o povo permanece.

No sudoeste da Bahia, as máquinas que pavimentam estradas também pavimentam esperanças. E por trás delas, há sempre uma mão invisível — a de quem acredita que política é serviço, não carreira.

Que o exemplo de Quinho inspire novas gerações de líderes: homens e mulheres que compreendam que o verdadeiro poder está em unir, não em dividir; em construir, não em prometer.

Porque o progresso do sudoeste baiano não é apenas obra de asfalto — é obra de visão, caráter e amor pela terra.

A Liderança Visionária de Quinho: Pavimentando o Progresso no Sudoeste Baiano Sem Mandato Eletivo

 

(Por Padre Carlos)

Há líderes que governam com o peso de um mandato — e há aqueles que lideram pela força da influência, da credibilidade e do compromisso com o bem comum. No sudoeste baiano, um nome vem se destacando por esse tipo de liderança silenciosa, firme e transformadora: Quinho Tigre, ex-prefeito de Belo Campo e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB).

Mesmo fora de cargos eletivos, Quinho continua sendo uma das vozes mais respeitadas da região. Sua atuação recente, em parceria com a Secretaria de Infraestrutura do Estado (Seinfra) e ao lado dos prefeitos Dr. Maurílio (Candido Sales) e Neto (Belo Campo), é um exemplo de como o verdadeiro poder não vem apenas das urnas, mas da capacidade de construir pontes — literalmente e politicamente.

Um líder além do mandato

Em tempos em que a política nacional tantas vezes se perde em disputas vazias, Quinho mostra que liderança é sinônimo de serviço contínuo. Sua presença no anúncio conjunto da Seinfra foi mais do que uma formalidade: foi a prova viva de que a experiência e o prestígio acumulados ao longo dos anos podem ser colocados a serviço do progresso coletivo.

“Estamos aqui na Secretaria de Infraestrutura do Estado, acompanhado desses dois prefeitos… para dar as boas-vindas ao nosso secretário… com novidade para os dois municípios”, declarou Quinho, com o tom sereno e firme que lhe é característico.

As “novidades” a que ele se refere são significativas: o aditivo da obra que liga Belo Campo ao distrito de Quaraçu, estendendo-se até Barro Furado, na BA-130. Trata-se de uma ligação essencial para a economia regional, facilitando o transporte, o comércio e o escoamento da produção agrícola.

Uma visão que conecta cidades

Mas a influência de Quinho vai além das fronteiras de Belo Campo. Ele também se empenha para viabilizar o asfalto entre Candido Sales e Corta da Cruz, e apoia demandas locais como a pavimentação do Colégio da Bela Vista, Lagoa Suja e BA-263 — trechos vitais para integrar comunidades e reduzir desigualdades.

Em cada uma dessas ações, vê-se o traço de um líder regional que não se prende a limites municipais, mas pensa o desenvolvimento de forma integrada. Belo Campo, Candido Sales, Condeúba e Piripá aparecem interligadas num mesmo mapa de progresso, costurado por parcerias e articulações que nascem da confiança que Quinho inspira em prefeitos, secretários e comunidades.

Liderança por influência, não por imposição

O que torna essa trajetória ainda mais admirável é o modo como Quinho conduz: sem buscar holofotes, mas resultados. Ele entende que as boas estradas não apenas aproximam cidades — aproximam pessoas, oportunidades e sonhos.

Em um momento em que tantos ex-prefeitos desaparecem do cenário após deixar o poder, ele segue presente, atuante, facilitando reuniões, abrindo portas em Salvador e Brasília, e mantendo viva a esperança de um sudoeste mais forte.

A BA-263, por exemplo, que já tem trechos recuperados entre Belo Campo e Piripá, e Condeúba e Jacaraci, ganha novo fôlego com a articulação de figuras como Quinho, que transformam ideias em obras e promessas em realizações.

O exemplo que inspira

Naturalmente, desafios permanecem: recursos limitados, burocracia estatal e as chuvas imprevisíveis que castigam a região. Mas é diante das dificuldades que a verdadeira liderança se revela.

Ao lado dos prefeitos Maurílio e Neto, Quinho reforça que o trabalho coletivo é o único caminho. “É contigo, Neto”, diz ele, num gesto simbólico que demonstra generosidade política e confiança na continuidade do que começou.

No fim das contas, sua mensagem é clara: mandatos passam, mas o compromisso com o povo permanece.

No sudoeste da Bahia, as máquinas que pavimentam estradas também pavimentam esperanças. E por trás delas, há sempre uma mão invisível — a de quem acredita que política é serviço, não carreira.

Que o exemplo de Quinho inspire novas gerações de líderes: homens e mulheres que compreendam que o verdadeiro poder está em unir, não em dividir; em construir, não em prometer.

Porque o progresso do sudoeste baiano não é apenas obra de asfalto — é obra de visão, caráter e amor pela terra.

ARTIGO – A Polícia do Rio e o Descaso com as Provas: Quando o Estado se Torna o Infrator

 

 

 

(Padre Carlos)

Há algo de profundamente doente em um Estado que finge combater o crime praticando o próprio crime. A recente operação policial no Rio de Janeiro — apontada como uma das mais letais da história — expõe, com a crueza dos fatos, o colapso de princípios básicos do direito penal e do devido processo legal. O que se viu não foi uma ação de segurança pública, mas um espetáculo de barbárie travestido de legalidade.

O artigo 6º do Código de Processo Penal é cristalino: a polícia, ao tomar conhecimento de um crime, deve preservar o local até a chegada da perícia. Isso é o alicerce da justiça. Sem prova, não há verdade possível. Sem verdade, não há processo legítimo. E sem legitimidade, o Estado se converte em algoz de seus próprios cidadãos. O que ocorreu no Rio foi exatamente o oposto: provas destruídas, corpos amontoados, fuzis exibidos como troféus e nenhuma cadeia de custódia respeitada.

É inacreditável que, em pleno século XXI, ainda se precise lembrar que o Brasil não tem pena de morte. Mesmo os piores criminosos — se assim forem reconhecidos em juízo — devem ser julgados com base em provas, e não executados sumariamente. O que vimos foi uma execução em massa, uma chacina anunciada e planejada sob o manto da impunidade institucional.

O governador Cláudio Castro, em vez de agir com prudência e humanidade, preferiu o discurso fácil da força bruta. Atacou a ADPF das Favelas, decisão do Supremo Tribunal Federal que buscava justamente limitar o uso desmedido da violência nas comunidades. O resultado está à vista: 121 mortos, entre eles 43 pessoas sem qualquer passagem policial. Nenhum dos nomes listados nas ordens de prisão estava entre os mortos. Nenhum líder do tráfico foi capturado.

E onde estão as provas que poderiam sustentar a versão oficial?
Fuzis recolhidos amontoados num carrinho de supermercado, sem qualquer identificação. Nenhum registro balístico, nenhuma vinculação entre arma e suposto autor. As roupas das vítimas sumiram, dificultando análises forenses. Os corpos foram removidos de forma irregular, o que inviabiliza a reconstituição dos fatos. A Defensoria Pública foi impedida de acompanhar os trabalhos periciais, precisando recorrer ao Supremo Tribunal Federal para garantir o acesso ao local. É o próprio Estado bloqueando o exercício do contraditório.

Quando uma operação destrói as provas que ela mesma deveria produzir, o que resta não é investigação — é encenação. O Estado Democrático de Direito sucumbe diante da lógica da guerra, e o policial, que deveria ser guardião da lei, se transforma em executor.

A pergunta que ecoa é simples e aterradora: quem vigia os que deveriam nos proteger?

Há um detalhe que não pode ser ignorado. Após a chacina, o governador viu sua popularidade subir. Ganhou seguidores nas redes sociais. O cálculo político da morte parece ter compensado — ao menos temporariamente. A lógica eleitoral da violência revela uma patologia coletiva: parte da sociedade brasileira aplaude o sangue derramado, desde que ele não respingue nos bairros nobres.

Mas é preciso dizer, sem medo: a barbárie legitimada é o início do fim do direito. Quando o Estado se permite violar as regras do processo penal em nome da eficiência, ele destrói o único instrumento capaz de garantir justiça.

O ministro Alexandre de Moraes, ao exigir explicações, cumpre o papel que a Constituição lhe impõe. Que o Supremo Tribunal Federal mantenha firme o propósito de investigar, identificar e punir não apenas os executores, mas também os responsáveis políticos por essa tragédia.

Porque o que está em jogo não é apenas uma operação mal conduzida.
É o próprio sentido de civilização.

ARTIGO – A Polícia do Rio e o Descaso com as Provas: Quando o Estado se Torna o Infrator

 

 

 

(Padre Carlos)

Há algo de profundamente doente em um Estado que finge combater o crime praticando o próprio crime. A recente operação policial no Rio de Janeiro — apontada como uma das mais letais da história — expõe, com a crueza dos fatos, o colapso de princípios básicos do direito penal e do devido processo legal. O que se viu não foi uma ação de segurança pública, mas um espetáculo de barbárie travestido de legalidade.

O artigo 6º do Código de Processo Penal é cristalino: a polícia, ao tomar conhecimento de um crime, deve preservar o local até a chegada da perícia. Isso é o alicerce da justiça. Sem prova, não há verdade possível. Sem verdade, não há processo legítimo. E sem legitimidade, o Estado se converte em algoz de seus próprios cidadãos. O que ocorreu no Rio foi exatamente o oposto: provas destruídas, corpos amontoados, fuzis exibidos como troféus e nenhuma cadeia de custódia respeitada.

É inacreditável que, em pleno século XXI, ainda se precise lembrar que o Brasil não tem pena de morte. Mesmo os piores criminosos — se assim forem reconhecidos em juízo — devem ser julgados com base em provas, e não executados sumariamente. O que vimos foi uma execução em massa, uma chacina anunciada e planejada sob o manto da impunidade institucional.

O governador Cláudio Castro, em vez de agir com prudência e humanidade, preferiu o discurso fácil da força bruta. Atacou a ADPF das Favelas, decisão do Supremo Tribunal Federal que buscava justamente limitar o uso desmedido da violência nas comunidades. O resultado está à vista: 121 mortos, entre eles 43 pessoas sem qualquer passagem policial. Nenhum dos nomes listados nas ordens de prisão estava entre os mortos. Nenhum líder do tráfico foi capturado.

E onde estão as provas que poderiam sustentar a versão oficial?
Fuzis recolhidos amontoados num carrinho de supermercado, sem qualquer identificação. Nenhum registro balístico, nenhuma vinculação entre arma e suposto autor. As roupas das vítimas sumiram, dificultando análises forenses. Os corpos foram removidos de forma irregular, o que inviabiliza a reconstituição dos fatos. A Defensoria Pública foi impedida de acompanhar os trabalhos periciais, precisando recorrer ao Supremo Tribunal Federal para garantir o acesso ao local. É o próprio Estado bloqueando o exercício do contraditório.

Quando uma operação destrói as provas que ela mesma deveria produzir, o que resta não é investigação — é encenação. O Estado Democrático de Direito sucumbe diante da lógica da guerra, e o policial, que deveria ser guardião da lei, se transforma em executor.

A pergunta que ecoa é simples e aterradora: quem vigia os que deveriam nos proteger?

Há um detalhe que não pode ser ignorado. Após a chacina, o governador viu sua popularidade subir. Ganhou seguidores nas redes sociais. O cálculo político da morte parece ter compensado — ao menos temporariamente. A lógica eleitoral da violência revela uma patologia coletiva: parte da sociedade brasileira aplaude o sangue derramado, desde que ele não respingue nos bairros nobres.

Mas é preciso dizer, sem medo: a barbárie legitimada é o início do fim do direito. Quando o Estado se permite violar as regras do processo penal em nome da eficiência, ele destrói o único instrumento capaz de garantir justiça.

O ministro Alexandre de Moraes, ao exigir explicações, cumpre o papel que a Constituição lhe impõe. Que o Supremo Tribunal Federal mantenha firme o propósito de investigar, identificar e punir não apenas os executores, mas também os responsáveis políticos por essa tragédia.

Porque o que está em jogo não é apenas uma operação mal conduzida.
É o próprio sentido de civilização.

Concurso de Redação Desperta o Pertencimento e o Amor por Vitória da Conquista nas Escolas

 

 

 

Por Padre Carlos

Existe algo profundamente comovente quando uma criança pega a caneta e decide traduzir em palavras o sentimento que habita seu peito. Não é apenas tinta sobre papel — é a alma que transborda, é o pertencimento que se faz verso, é o orgulho que finalmente encontra sua voz.

Maria Luiza, Elisabete e Nádila. Três nomes que agora carregam consigo uma verdade luminosa: o amor por Vitória da Conquista pulsa vivo nos corações mais jovens desta cidade. Quando essas estudantes do 8º ano aceitaram o desafio de escrever sobre “Minha Conquista: A Melhor Cidade para se Viver na Bahia”, elas não apenas competiram — elas testemunharam.

Testemunharam sobre ruas que conhecem de cor, sobre o vento que beija o rosto nas tardes frias do planalto, sobre a generosidade dos vizinhos, sobre os sonhos que nascem aqui e se fortalecem com o sabor da terra vermelha. Cada palavra escrita por essas meninas é uma semente de esperança plantada no solo fértil desta cidade que nos acolhe.

O Significado Invisível de um Concurso

Mas este concurso vai muito além de primeiros, segundos e terceiros lugares. Vai além das medalhas que certamente brilharão no peito dessas jovens. O que realmente aconteceu aqui foi um ato de coragem emocional: crianças e adolescentes foram convidados a olhar para dentro de si e reconhecer o vínculo sagrado que os une ao lugar onde crescem.

Quantos de nós, adultos, já perdemos essa capacidade? Quantos já esquecemos de sentir gratidão pela calçada que nos leva para casa, pelo som familiar do comércio da esquina, pelas memórias que se acumulam em cada esquina conhecida?

Essas estudantes nos ensinam algo fundamental: amar uma cidade não é um sentimento passivo. É escolha. É olhar consciente. É reconhecer que somos feitos também dos lugares que habitamos, e que esses lugares são feitos de nós.

Quando a Educação Cultiva Raízes

A Escola Municipal Marlene Flores, a Escola Municipal Carlos Santana, a Escola Municipal Rui Barbosa no Cercadinho — mais do que instituições de ensino, são jardins onde se cultivam não apenas conhecimentos, mas pertencimento. São espaços onde professores e gestores compreendem que educar é também ensinar a amar, a valorizar, a enxergar beleza onde muitos já não conseguem mais ver.

Cada estudante que pegou papel e caneta para participar deste concurso já é vencedor. Porque teve a coragem de parar, respirar e perguntar a si mesmo: “O que esta cidade significa para mim? Por que ela importa? O que existe aqui que merece ser celebrado?”

Essas perguntas, queridos leitores, são revolucionárias. Num mundo que nos ensina constantemente a olhar para fora, a desejar estar em outro lugar, a acreditar que a felicidade está sempre distante, essas crianças escolheram olhar ao redor e dizer: “Aqui. Minha felicidade começa aqui.”

O Orgulho que nos Conecta

Quando Maria Luiza ergueu sua redação vencedora, ela não apenas ganhou um prêmio. Ela se tornou porta-voz de milhares de conquistenses que sentem o mesmo, mas talvez nunca encontraram as palavras certas. Quando Elisabete e Nádila viram seus nomes entre os primeiros colocados, algo dentro delas se fortaleceu: a certeza de que sua voz importa, de que seus sentimentos são válidos, de que amar Conquista não é ingenuidade — é sabedoria.

E todos os outros participantes, cujos nomes não aparecem no pódio mas cujos corações se abriram no processo, também carregam consigo uma vitória silenciosa: a de terem se permitido sentir, expressar e celebrar o lugar que chamam de lar.

Um Convite à Comunidade

Este concurso nos convida, como comunidade, a uma reflexão essencial: estamos ensinando nossas crianças a amarem o lugar onde vivem? Estamos cultivando nelas o senso de responsabilidade coletiva, o orgulho saudável, o desejo de contribuir para que Conquista seja cada dia melhor?

Ou estamos, sem perceber, plantando nelas a semente do desapego, da desvalorização, da pressa em partir?

As palavras dessas jovens estudantes nos lembram: Vitória da Conquista não é perfeita, mas é nossa. Com todas as suas limitações e potencialidades, com seus desafios e belezas, esta cidade é o chão onde fincamos nossas raízes. E raízes profundas geram frutos abundantes.

Gratidão às Sementes do Futuro

Maria Luiza, Elisabete, Nádila e todos os estudantes que participaram: vocês nos deram um presente precioso. Nos lembraram que o amor pela nossa cidade não é coisa do passado, não é privilégio dos mais velhos, não é sentimentalismo ultrapassado.

É vivo. É presente. É futuro.

Vocês, com suas palavras ainda em construção e seus corações totalmente abertos, nos ensinaram que Conquista continua sendo digna de orgulho porque ainda existem jovens que acreditam nela. E essa crença, essa fé inabalável no potencial desta terra, é o que realmente transforma cidades.

Aos educadores que tornaram este concurso possível, nossa reverência. Vocês plantam muito mais do que conhecimento — plantam identidade, pertencimento, amor.

E a todos nós, conquistenses de todas as idades, fica o convite: que possamos olhar para nossa cidade com os olhos dessas jovens. Olhos que ainda sabem se encantar. Corações que ainda sabem pulsar forte ao pronunciar o nome: Vitória da Conquista.

Porque quando uma criança diz que esta é a melhor cidade para se viver na Bahia, ela não está apenas escrevendo uma redação. Está profetizando o futuro que ajudará a construir.

E esse futuro, queridos leitores, começa com orgulho. Com pertencimento. Com amor.

Parabéns, meninas. Vocês nos fizeram acreditar novamente.

 

Concurso de Redação Desperta o Pertencimento e o Amor por Vitória da Conquista nas Escolas

 

 

 

Por Padre Carlos

Existe algo profundamente comovente quando uma criança pega a caneta e decide traduzir em palavras o sentimento que habita seu peito. Não é apenas tinta sobre papel — é a alma que transborda, é o pertencimento que se faz verso, é o orgulho que finalmente encontra sua voz.

Maria Luiza, Elisabete e Nádila. Três nomes que agora carregam consigo uma verdade luminosa: o amor por Vitória da Conquista pulsa vivo nos corações mais jovens desta cidade. Quando essas estudantes do 8º ano aceitaram o desafio de escrever sobre “Minha Conquista: A Melhor Cidade para se Viver na Bahia”, elas não apenas competiram — elas testemunharam.

Testemunharam sobre ruas que conhecem de cor, sobre o vento que beija o rosto nas tardes frias do planalto, sobre a generosidade dos vizinhos, sobre os sonhos que nascem aqui e se fortalecem com o sabor da terra vermelha. Cada palavra escrita por essas meninas é uma semente de esperança plantada no solo fértil desta cidade que nos acolhe.

O Significado Invisível de um Concurso

Mas este concurso vai muito além de primeiros, segundos e terceiros lugares. Vai além das medalhas que certamente brilharão no peito dessas jovens. O que realmente aconteceu aqui foi um ato de coragem emocional: crianças e adolescentes foram convidados a olhar para dentro de si e reconhecer o vínculo sagrado que os une ao lugar onde crescem.

Quantos de nós, adultos, já perdemos essa capacidade? Quantos já esquecemos de sentir gratidão pela calçada que nos leva para casa, pelo som familiar do comércio da esquina, pelas memórias que se acumulam em cada esquina conhecida?

Essas estudantes nos ensinam algo fundamental: amar uma cidade não é um sentimento passivo. É escolha. É olhar consciente. É reconhecer que somos feitos também dos lugares que habitamos, e que esses lugares são feitos de nós.

Quando a Educação Cultiva Raízes

A Escola Municipal Marlene Flores, a Escola Municipal Carlos Santana, a Escola Municipal Rui Barbosa no Cercadinho — mais do que instituições de ensino, são jardins onde se cultivam não apenas conhecimentos, mas pertencimento. São espaços onde professores e gestores compreendem que educar é também ensinar a amar, a valorizar, a enxergar beleza onde muitos já não conseguem mais ver.

Cada estudante que pegou papel e caneta para participar deste concurso já é vencedor. Porque teve a coragem de parar, respirar e perguntar a si mesmo: “O que esta cidade significa para mim? Por que ela importa? O que existe aqui que merece ser celebrado?”

Essas perguntas, queridos leitores, são revolucionárias. Num mundo que nos ensina constantemente a olhar para fora, a desejar estar em outro lugar, a acreditar que a felicidade está sempre distante, essas crianças escolheram olhar ao redor e dizer: “Aqui. Minha felicidade começa aqui.”

O Orgulho que nos Conecta

Quando Maria Luiza ergueu sua redação vencedora, ela não apenas ganhou um prêmio. Ela se tornou porta-voz de milhares de conquistenses que sentem o mesmo, mas talvez nunca encontraram as palavras certas. Quando Elisabete e Nádila viram seus nomes entre os primeiros colocados, algo dentro delas se fortaleceu: a certeza de que sua voz importa, de que seus sentimentos são válidos, de que amar Conquista não é ingenuidade — é sabedoria.

E todos os outros participantes, cujos nomes não aparecem no pódio mas cujos corações se abriram no processo, também carregam consigo uma vitória silenciosa: a de terem se permitido sentir, expressar e celebrar o lugar que chamam de lar.

Um Convite à Comunidade

Este concurso nos convida, como comunidade, a uma reflexão essencial: estamos ensinando nossas crianças a amarem o lugar onde vivem? Estamos cultivando nelas o senso de responsabilidade coletiva, o orgulho saudável, o desejo de contribuir para que Conquista seja cada dia melhor?

Ou estamos, sem perceber, plantando nelas a semente do desapego, da desvalorização, da pressa em partir?

As palavras dessas jovens estudantes nos lembram: Vitória da Conquista não é perfeita, mas é nossa. Com todas as suas limitações e potencialidades, com seus desafios e belezas, esta cidade é o chão onde fincamos nossas raízes. E raízes profundas geram frutos abundantes.

Gratidão às Sementes do Futuro

Maria Luiza, Elisabete, Nádila e todos os estudantes que participaram: vocês nos deram um presente precioso. Nos lembraram que o amor pela nossa cidade não é coisa do passado, não é privilégio dos mais velhos, não é sentimentalismo ultrapassado.

É vivo. É presente. É futuro.

Vocês, com suas palavras ainda em construção e seus corações totalmente abertos, nos ensinaram que Conquista continua sendo digna de orgulho porque ainda existem jovens que acreditam nela. E essa crença, essa fé inabalável no potencial desta terra, é o que realmente transforma cidades.

Aos educadores que tornaram este concurso possível, nossa reverência. Vocês plantam muito mais do que conhecimento — plantam identidade, pertencimento, amor.

E a todos nós, conquistenses de todas as idades, fica o convite: que possamos olhar para nossa cidade com os olhos dessas jovens. Olhos que ainda sabem se encantar. Corações que ainda sabem pulsar forte ao pronunciar o nome: Vitória da Conquista.

Porque quando uma criança diz que esta é a melhor cidade para se viver na Bahia, ela não está apenas escrevendo uma redação. Está profetizando o futuro que ajudará a construir.

E esse futuro, queridos leitores, começa com orgulho. Com pertencimento. Com amor.

Parabéns, meninas. Vocês nos fizeram acreditar novamente.

 

Quando o Mérito Abre as Portas do Itamaraty: A História de Hiaman Rodrigues

 

 

Por Padre Carlos

 

Há momentos na vida em que testemunhamos conquistas que nos enchem de esperança e nos fazem acreditar na força da determinação humana. O recente resultado do concurso de admissão à carreira diplomática, homologado no início deste mês de novembro, trouxe uma dessas histórias que merecem ser celebradas e compartilhadas com nossa comunidade.

Hiaman Rodrigues Silva Santos, jovem conquistense que retornará à terra natal em dezembro, acaba de conquistar uma das vagas mais disputadas e prestigiadas do serviço público brasileiro. A carreira diplomática não é apenas uma profissão – é uma vocação que exige preparo intelectual excepcional, domínio de múltiplos idiomas, sensibilidade cultural e, acima de tudo, o compromisso de representar o Brasil no cenário internacional.

A trajetória de Hiaman impressiona pela consistência e pela busca incansável pela excelência. Formado em Relações Internacionais e Economia pela Universidade de São Paulo, ele não se contentou com o ambiente acadêmico brasileiro, por mais qualificado que seja. Buscou aprimoramento nas prestigiadas universidades de Leipzig e Humboldt, em Berlim, onde certamente absorveu não apenas conhecimento técnico, mas também a experiência de viver e compreender outras culturas – qualidade indispensável para quem pretende construir pontes entre nações.

Sua experiência profissional, tendo atuado para os governos britânico e de São Paulo, demonstra versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes contextos institucionais. São vivências que enriquecem o olhar de um futuro diplomata, preparando-o para os desafios complexos que enfrentará ao representar nosso país.

Mas para além do currículo brilhante, há uma história de família que merece ser honrada. Por trás de cada grande conquista, existem pais que sonharam, investiram, apoiaram e acreditaram. Maria das Dores Rodrigues e Marcos Moura certamente sabem o peso e o valor deste momento. Quantas renúncias, quantos sacrifícios, quantas noites de preocupação foram necessárias para que o filho pudesse trilhar esse caminho? A diplomacia brasileira ganha um novo servidor, mas eles ganham a certeza de que cada esforço valeu a pena.

Vitória da Conquista tem razões de sobra para se orgulhar. Nossa cidade, tantas vezes reconhecida pela qualidade de sua educação e pela capacidade de formar profissionais de excelência, vê mais uma vez um de seus filhos alcançar patamares nacionais. Hiaman não será apenas mais um diplomata – será um embaixador informal de nossa terra, levando consigo os valores e a cultura do sertão baiano para os quatro cantos do mundo.

A posse na segunda quinzena de janeiro de 2026 marca o início oficial de uma jornada que promete ser extraordinária. Mas já agora, antes mesmo de assumir formalmente o cargo, Hiaman representa inspiração para tantos jovens conquistenses que sonham grande, que estudam com dedicação, que não se deixam limitar por circunstâncias geográficas ou econômicas.

Que sua trajetória sirva de exemplo de que com estudo sério, trabalho árduo e determinação inabalável, é possível sim alcançar os postos mais elevados de nossa sociedade. Que outros jovens olhem para essa conquista e vejam não uma exceção improvável, mas um caminho possível a ser trilhado.

A toda família Rodrigues Silva Santos, nossos mais sinceros e calorosos parabéns. Que este seja apenas o primeiro de muitos motivos de orgulho que Hiaman lhes proporcionará ao longo de sua carreira diplomática. E que dezembro traga a felicidade de tê-lo de volta, mesmo que temporariamente, para celebrar em casa essa vitória que é de todos nós.

Bem-vindo ao Itamaraty, Hiaman. A diplomacia brasileira acabou de ganhar um talento que certamente honrará a confiança depositada em você. E Vitória da Conquista ganha mais um motivo para olhar com esperança para o futuro que nossos jovens estão construindo.

Quando o Mérito Abre as Portas do Itamaraty: A História de Hiaman Rodrigues

 

 

Por Padre Carlos

 

Há momentos na vida em que testemunhamos conquistas que nos enchem de esperança e nos fazem acreditar na força da determinação humana. O recente resultado do concurso de admissão à carreira diplomática, homologado no início deste mês de novembro, trouxe uma dessas histórias que merecem ser celebradas e compartilhadas com nossa comunidade.

Hiaman Rodrigues Silva Santos, jovem conquistense que retornará à terra natal em dezembro, acaba de conquistar uma das vagas mais disputadas e prestigiadas do serviço público brasileiro. A carreira diplomática não é apenas uma profissão – é uma vocação que exige preparo intelectual excepcional, domínio de múltiplos idiomas, sensibilidade cultural e, acima de tudo, o compromisso de representar o Brasil no cenário internacional.

A trajetória de Hiaman impressiona pela consistência e pela busca incansável pela excelência. Formado em Relações Internacionais e Economia pela Universidade de São Paulo, ele não se contentou com o ambiente acadêmico brasileiro, por mais qualificado que seja. Buscou aprimoramento nas prestigiadas universidades de Leipzig e Humboldt, em Berlim, onde certamente absorveu não apenas conhecimento técnico, mas também a experiência de viver e compreender outras culturas – qualidade indispensável para quem pretende construir pontes entre nações.

Sua experiência profissional, tendo atuado para os governos britânico e de São Paulo, demonstra versatilidade e capacidade de adaptação a diferentes contextos institucionais. São vivências que enriquecem o olhar de um futuro diplomata, preparando-o para os desafios complexos que enfrentará ao representar nosso país.

Mas para além do currículo brilhante, há uma história de família que merece ser honrada. Por trás de cada grande conquista, existem pais que sonharam, investiram, apoiaram e acreditaram. Maria das Dores Rodrigues e Marcos Moura certamente sabem o peso e o valor deste momento. Quantas renúncias, quantos sacrifícios, quantas noites de preocupação foram necessárias para que o filho pudesse trilhar esse caminho? A diplomacia brasileira ganha um novo servidor, mas eles ganham a certeza de que cada esforço valeu a pena.

Vitória da Conquista tem razões de sobra para se orgulhar. Nossa cidade, tantas vezes reconhecida pela qualidade de sua educação e pela capacidade de formar profissionais de excelência, vê mais uma vez um de seus filhos alcançar patamares nacionais. Hiaman não será apenas mais um diplomata – será um embaixador informal de nossa terra, levando consigo os valores e a cultura do sertão baiano para os quatro cantos do mundo.

A posse na segunda quinzena de janeiro de 2026 marca o início oficial de uma jornada que promete ser extraordinária. Mas já agora, antes mesmo de assumir formalmente o cargo, Hiaman representa inspiração para tantos jovens conquistenses que sonham grande, que estudam com dedicação, que não se deixam limitar por circunstâncias geográficas ou econômicas.

Que sua trajetória sirva de exemplo de que com estudo sério, trabalho árduo e determinação inabalável, é possível sim alcançar os postos mais elevados de nossa sociedade. Que outros jovens olhem para essa conquista e vejam não uma exceção improvável, mas um caminho possível a ser trilhado.

A toda família Rodrigues Silva Santos, nossos mais sinceros e calorosos parabéns. Que este seja apenas o primeiro de muitos motivos de orgulho que Hiaman lhes proporcionará ao longo de sua carreira diplomática. E que dezembro traga a felicidade de tê-lo de volta, mesmo que temporariamente, para celebrar em casa essa vitória que é de todos nós.

Bem-vindo ao Itamaraty, Hiaman. A diplomacia brasileira acabou de ganhar um talento que certamente honrará a confiança depositada em você. E Vitória da Conquista ganha mais um motivo para olhar com esperança para o futuro que nossos jovens estão construindo.

ARTIGO – Vitória da Conquista e a Hora da Verdade sobre a Macrodrenagem

 

 

 

(Padre Carlos)

Há momentos em que a política se eleva acima das disputas partidárias e assume o seu verdadeiro papel: o de servir ao povo e enfrentar, com coragem, os grandes desafios da cidade. A iniciativa do presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista em convocar uma audiência pública para debater o sistema de macrodrenagem é exatamente isso — um gesto de responsabilidade cívica e compromisso com o futuro.

Nos últimos dias, as chuvas intensas que caíram sobre a cidade trouxeram à tona uma realidade antiga e dolorosa: a fragilidade do nosso sistema de drenagem. Ruas alagadas, bairros inteiros ilhados, prejuízos materiais e, sobretudo, a sensação de abandono que muitos conquistenses sentem quando o céu desaba. Por isso, não há mais tempo a perder.

O debate sobre a macrodrenagem não pode ser adiado. Estamos diante de uma pauta estrutural, que define o rumo do desenvolvimento urbano de Vitória da Conquista. Não se trata apenas de engenharia ou obras, mas de planejamento, prevenção e respeito à vida humana. É nesse sentido que a Câmara, sob a liderança do seu presidente, dá um passo à frente, convidando a sociedade a participar dessa discussão decisiva.

A audiência pública marcada para a próxima segunda-feira, 17 de novembro, às 19 horas, na sede da Câmara de Vereadores, será um espaço para diálogo aberto e democrático. Foram convidados representantes da Prefeitura, das secretarias de Infraestrutura, Meio Ambiente, Serviços Públicos, da Defesa Civil, do CREA e de vários conselhos municipais. É uma oportunidade rara para que especialistas, técnicos, autoridades e, sobretudo, os cidadãos, unam-se em torno de um objetivo comum: encontrar soluções concretas e duradouras para o problema das enchentes.

O tema ganha ainda mais relevância diante da tramitação do empréstimo de R$ 400 milhões solicitado pela Prefeitura — o maior da história de Conquista. É fundamental que parte desses recursos seja destinada à macrodrenagem, para que o dinheiro público seja aplicado em projetos que tragam resultados reais para a população.

Por isso, este artigo é também um convite à participação popular. Que cada morador, cada líder comunitário, cada cidadão consciente compareça à audiência e faça parte desse movimento de responsabilidade coletiva. A cidade que queremos depende das decisões que tomamos agora.

Parabéns ao presidente da Câmara pela sensibilidade e pela iniciativa de colocar o tema da macrodrenagem no centro do debate público. É hora de unir forças, ouvir, planejar e agir. Vitória da Conquista merece mais que paliativos — merece um projeto de futuro, sólido e sustentável.

Segunda-feira, às 19 horas, a Câmara será o espaço da cidadania.
Vamos, juntos, abraçar essa causa e cuidar do chão que nos sustenta.

ARTIGO – Vitória da Conquista e a Hora da Verdade sobre a Macrodrenagem

 

 

 

(Padre Carlos)

Há momentos em que a política se eleva acima das disputas partidárias e assume o seu verdadeiro papel: o de servir ao povo e enfrentar, com coragem, os grandes desafios da cidade. A iniciativa do presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista em convocar uma audiência pública para debater o sistema de macrodrenagem é exatamente isso — um gesto de responsabilidade cívica e compromisso com o futuro.

Nos últimos dias, as chuvas intensas que caíram sobre a cidade trouxeram à tona uma realidade antiga e dolorosa: a fragilidade do nosso sistema de drenagem. Ruas alagadas, bairros inteiros ilhados, prejuízos materiais e, sobretudo, a sensação de abandono que muitos conquistenses sentem quando o céu desaba. Por isso, não há mais tempo a perder.

O debate sobre a macrodrenagem não pode ser adiado. Estamos diante de uma pauta estrutural, que define o rumo do desenvolvimento urbano de Vitória da Conquista. Não se trata apenas de engenharia ou obras, mas de planejamento, prevenção e respeito à vida humana. É nesse sentido que a Câmara, sob a liderança do seu presidente, dá um passo à frente, convidando a sociedade a participar dessa discussão decisiva.

A audiência pública marcada para a próxima segunda-feira, 17 de novembro, às 19 horas, na sede da Câmara de Vereadores, será um espaço para diálogo aberto e democrático. Foram convidados representantes da Prefeitura, das secretarias de Infraestrutura, Meio Ambiente, Serviços Públicos, da Defesa Civil, do CREA e de vários conselhos municipais. É uma oportunidade rara para que especialistas, técnicos, autoridades e, sobretudo, os cidadãos, unam-se em torno de um objetivo comum: encontrar soluções concretas e duradouras para o problema das enchentes.

O tema ganha ainda mais relevância diante da tramitação do empréstimo de R$ 400 milhões solicitado pela Prefeitura — o maior da história de Conquista. É fundamental que parte desses recursos seja destinada à macrodrenagem, para que o dinheiro público seja aplicado em projetos que tragam resultados reais para a população.

Por isso, este artigo é também um convite à participação popular. Que cada morador, cada líder comunitário, cada cidadão consciente compareça à audiência e faça parte desse movimento de responsabilidade coletiva. A cidade que queremos depende das decisões que tomamos agora.

Parabéns ao presidente da Câmara pela sensibilidade e pela iniciativa de colocar o tema da macrodrenagem no centro do debate público. É hora de unir forças, ouvir, planejar e agir. Vitória da Conquista merece mais que paliativos — merece um projeto de futuro, sólido e sustentável.

Segunda-feira, às 19 horas, a Câmara será o espaço da cidadania.
Vamos, juntos, abraçar essa causa e cuidar do chão que nos sustenta.