Política e Resenha

O estado que elegeu uma lista telefônica de investigados e ainda acha que o problema é falta de sorte

Análise política — Rio de Janeiro

O estado que elegeu uma lista telefônica de investigados e ainda acha que o problema é falta de sorte

Do Palácio Guanabara aos tribunais, uma crônica de gestão pública onde a tornozeleira virou acessório obrigatório de mandato

Opinião  ·  Análise sem condescendência

Existe uma teoria, amplamente aceita entre os fluminenses mais otimistas, de que o Rio de Janeiro é uma vítima das circunstâncias. Que a cidade — esplêndida, solar, de uma beleza quase ofensiva — simplesmente tem a infelicidade crônica de eleger pessoas erradas. Uma maldição. Um azar cósmico. Um alinhamento desfavorável de planetas sobre a Baía de Guanabara. É uma teoria reconfortante. E é, também, matematicamente improvável.

Porque quando o acaso se repete com essa regularidade, com essa precisão, com essa consistência quase didática através de décadas e partidos e Poderes, é preciso fazer as pazes com a hipótese de que talvez não seja azar. Talvez seja método.


O poder executivo — ou: a fila anda (para a cela)

Sérgio Cabral governou o Rio por oito anos. Oito anos durante os quais o estado recebia royalties do pré-sal, sediava Copa do Mundo e Olimpíadas, e acumulava uma dívida moral que ainda não terminou de ser cobrada. Quando a Polícia Federal chegou, encontrou o que os auditores competentes já suspeitavam há anos: um esquema de corrupção sistêmica que atravessava obras, contratos, secretarias e fortunas escondidas em offshores. Cabral foi preso. Condenado. E o estado que ele deixou para trás entrou em colapso fiscal poucos anos depois.

Pezão herdou o cargo e, com ele, a estrutura. Foi preso em 2018, direto do Palácio Guanabara, num gesto que teria algo de teatral se não fosse tão literal. Garotinho entrou e saiu do sistema judicial com uma frequência que desafia qualquer cronograma partidário. Witzel chegou com discurso de ruptura e saiu pelo impeachment. Cada um com seu método, cada um com sua conta, nenhum com vergonha suficiente para interromper o ciclo.

“Não se fala mais em alternância de poder. Fala-se em revezamento de prontuário.”

Governadores — linha sucessória com destino comum

Sérgio CabralPreso · Condenado
Luiz Fernando PezãoPreso
Anthony GarotinhoPreso (2x)
Rosinha GarotinhoInvestigada
Wilson WitzelImpeachment


A assembleia — onde se legislava para si mesmo

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro não foi vítima desse sistema. Foi parte constitutiva dele. Três presidentes consecutivos presos — Picciani, Paulo Melo, Albertassi — não é uma anomalia estatística. É uma cultura. É o resultado de uma instituição que, por anos, operou como câmara de compensação de interesses privados com verniz de mandato popular.

E enquanto isso acontecia nos gabinetes, nos plenários, nos corredores onde se negociavam votos e contratos, o estado deixava de pagar servidores, fechava hospitais, acumulava uma dívida previdenciária que suas populações mais vulneráveis pagariam — e ainda pagam — com serviços que nunca chegaram.

ALERJ — presidentes e deputados com passagem judicial

Jorge PiccianiPreso
Paulo MeloPreso
Edson AlbertassiPreso
André CorrêaPreso
Chiquinho da MangueiraPreso
Marcos AbrahãoInvestigado
Coronel JairoCitado


O tribunal de contas — o fiscal que precisou ser fiscalizado

Há algo particularmente revelador na Operação Quinto de Ouro. O Tribunal de Contas do Estado existe, constitucionalmente, para uma função: garantir que o dinheiro público seja gasto como deveria ser. É o freio. É o controle. É a última linha de defesa antes do desvio virar impunidade consolidada. E foi exatamente esse órgão que a operação desmantelou — com cinco conselheiros presos, praticamente o quórum de uma sessão deliberativa.

Jonas Lopes, Domingos Brazão, Graciosa, Alencar, Nolasco. O fiscal estava sendo pago para não fiscalizar. O controle estava sendo controlado por quem deveria ser controlado. Não houve falha sistêmica. Houve captura sistêmica — e há uma diferença brutal entre as duas coisas.

Domingos Brazão, conselheiro do TCE, é também o principal suspeito de ter mandado matar Marielle Franco e Anderson Gomes. O mesmo homem. O mesmo sistema. A mesma impunidade que levou anos para ser formalmente rompida — e que ainda tramita nos tribunais enquanto as famílias esperam.


Marielle — o nome que o sistema tentou apagar

O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, em março de 2018, não foi um crime isolado. Foi a expressão mais brutal e mais visível de algo que já estava dado: a interpenetração entre o poder político institucional e o poder paralelo das milícias. Marielle incomodava porque nomeava o que muitos preferiam deixar sem nome. Foi morta por isso.

Levou seis anos para que os mandantes fossem formalmente acusados. Seis anos durante os quais o caso ficou sem resposta, as investigações foram sabotadas, e o nome dela foi usado em discursos de pessoas que, descobriu-se depois, faziam parte da mesma estrutura que a eliminou. A ironia não é apenas cruel — é institucional.

“Marielle Franco não foi morta apesar das instituições. Foi morta dentro delas, por elas, com a cumplicidade silenciosa de quem governava e sabia — e preferiu não saber.”


Eleições indiretas — o clube que se governa a si mesmo

É nesse contexto — e não no abstrato — que a discussão sobre eleições indiretas precisa ser feita. Porque a pergunta não é teórica. Não é sobre filosofia política ou modelos constitucionais comparados. A pergunta é concreta, e o Rio responde a ela com décadas de evidência empírica: se o voto popular, com toda a sua imperfeição, produziu essa sequência de gestores investigados e presos, o que produziria um processo em que esses mesmos atores escolheriam seus sucessores entre si?

A resposta não é difícil. É desconfortável. Uma eleição indireta, no contexto fluminense, não seria um mecanismo de correção — seria um mecanismo de perpetuação. Um sistema fechado onde a predação institucional elegeria a si mesma com toda a solenidade de um ritual democrático esvaziado por dentro. Não haveria ruptura. Haveria renovação de fachada com continuidade de estrutura.


O custo real — que não aparece nos relatórios

Tudo isso tem um preço que não está nos processos judiciais nem nas manchetes de operações policiais. Está nas filas de hospital que não funcionam. Nos salários de servidores pagos com meses de atraso. Nas escolas sem material, nas delegacias sem viatura, nos bombeiros sem equipamento. Está nos morros onde o Estado nunca chegou porque havia algo mais lucrativo do que governar: era cobrar para não atrapalhar quem já governava por conta própria.

O Rio de Janeiro tem uma das cargas tributárias mais pesadas do país e alguns dos piores indicadores de serviço público. Essa não é uma equação de incompetência. É uma equação de desvio. O dinheiro existia. Ele foi para outro lugar. E as pessoas que deveriam responder por isso, na sua maioria, ainda transitam pelos mesmos corredores — com mandato novo, discurso reformulado, e a mesma estrutura intacta.

“O Rio não é pobre de recursos. É pobre de instituições que funcionem para quem paga — e não para quem cobra para não atrapalhar.”


Conclusão — sem final reconfortante

O Cristo Redentor continua de braços abertos sobre uma cidade que merecia mais do que recebeu de quem jurou servi-la. O pôr do sol na Urca continua sendo uma das coisas mais belas que o mundo produziu — e continua sendo a imagem que o poder usa para vender normalidade onde há décadas de espoliação acumulada.

Não há final reconfortante aqui. Não há moral edificante que encerre o argumento com esperança calculada. O que há é uma pergunta que o Rio ainda não respondeu — e que nenhuma operação policial, por mais eficaz que seja, responde sozinha: como se reconstrói a confiança em instituições que foram capturadas por dentro, durante décadas, com a cumplicidade ativa de quem deveria guardá-las?

Essa pergunta não tem resposta jurídica. Tem resposta política. E a resposta política depende de cidadãos que decidam, coletivamente, que a beleza da cidade não é desculpa suficiente para a fealdade de quem a governa.

O Rio merece mais. Sabe disso. E continua, com uma paciência que beira o inexplicável, esperando que alguém à frente das suas instituições chegue à mesma conclusão.

Este artigo não tem ironia no final porque, desta vez, a realidade já é pesada o suficiente para dispensar o recurso literário.
O humor foi embora. O problema ficou.

O estado que elegeu uma lista telefônica de investigados e ainda acha que o problema é falta de sorte

Análise política — Rio de Janeiro

O estado que elegeu uma lista telefônica de investigados e ainda acha que o problema é falta de sorte

Do Palácio Guanabara aos tribunais, uma crônica de gestão pública onde a tornozeleira virou acessório obrigatório de mandato

Opinião  ·  Análise sem condescendência

Existe uma teoria, amplamente aceita entre os fluminenses mais otimistas, de que o Rio de Janeiro é uma vítima das circunstâncias. Que a cidade — esplêndida, solar, de uma beleza quase ofensiva — simplesmente tem a infelicidade crônica de eleger pessoas erradas. Uma maldição. Um azar cósmico. Um alinhamento desfavorável de planetas sobre a Baía de Guanabara. É uma teoria reconfortante. E é, também, matematicamente improvável.

Porque quando o acaso se repete com essa regularidade, com essa precisão, com essa consistência quase didática através de décadas e partidos e Poderes, é preciso fazer as pazes com a hipótese de que talvez não seja azar. Talvez seja método.


O poder executivo — ou: a fila anda (para a cela)

Sérgio Cabral governou o Rio por oito anos. Oito anos durante os quais o estado recebia royalties do pré-sal, sediava Copa do Mundo e Olimpíadas, e acumulava uma dívida moral que ainda não terminou de ser cobrada. Quando a Polícia Federal chegou, encontrou o que os auditores competentes já suspeitavam há anos: um esquema de corrupção sistêmica que atravessava obras, contratos, secretarias e fortunas escondidas em offshores. Cabral foi preso. Condenado. E o estado que ele deixou para trás entrou em colapso fiscal poucos anos depois.

Pezão herdou o cargo e, com ele, a estrutura. Foi preso em 2018, direto do Palácio Guanabara, num gesto que teria algo de teatral se não fosse tão literal. Garotinho entrou e saiu do sistema judicial com uma frequência que desafia qualquer cronograma partidário. Witzel chegou com discurso de ruptura e saiu pelo impeachment. Cada um com seu método, cada um com sua conta, nenhum com vergonha suficiente para interromper o ciclo.

“Não se fala mais em alternância de poder. Fala-se em revezamento de prontuário.”

Governadores — linha sucessória com destino comum

Sérgio CabralPreso · Condenado
Luiz Fernando PezãoPreso
Anthony GarotinhoPreso (2x)
Rosinha GarotinhoInvestigada
Wilson WitzelImpeachment


A assembleia — onde se legislava para si mesmo

A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro não foi vítima desse sistema. Foi parte constitutiva dele. Três presidentes consecutivos presos — Picciani, Paulo Melo, Albertassi — não é uma anomalia estatística. É uma cultura. É o resultado de uma instituição que, por anos, operou como câmara de compensação de interesses privados com verniz de mandato popular.

E enquanto isso acontecia nos gabinetes, nos plenários, nos corredores onde se negociavam votos e contratos, o estado deixava de pagar servidores, fechava hospitais, acumulava uma dívida previdenciária que suas populações mais vulneráveis pagariam — e ainda pagam — com serviços que nunca chegaram.

ALERJ — presidentes e deputados com passagem judicial

Jorge PiccianiPreso
Paulo MeloPreso
Edson AlbertassiPreso
André CorrêaPreso
Chiquinho da MangueiraPreso
Marcos AbrahãoInvestigado
Coronel JairoCitado


O tribunal de contas — o fiscal que precisou ser fiscalizado

Há algo particularmente revelador na Operação Quinto de Ouro. O Tribunal de Contas do Estado existe, constitucionalmente, para uma função: garantir que o dinheiro público seja gasto como deveria ser. É o freio. É o controle. É a última linha de defesa antes do desvio virar impunidade consolidada. E foi exatamente esse órgão que a operação desmantelou — com cinco conselheiros presos, praticamente o quórum de uma sessão deliberativa.

Jonas Lopes, Domingos Brazão, Graciosa, Alencar, Nolasco. O fiscal estava sendo pago para não fiscalizar. O controle estava sendo controlado por quem deveria ser controlado. Não houve falha sistêmica. Houve captura sistêmica — e há uma diferença brutal entre as duas coisas.

Domingos Brazão, conselheiro do TCE, é também o principal suspeito de ter mandado matar Marielle Franco e Anderson Gomes. O mesmo homem. O mesmo sistema. A mesma impunidade que levou anos para ser formalmente rompida — e que ainda tramita nos tribunais enquanto as famílias esperam.


Marielle — o nome que o sistema tentou apagar

O assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes, em março de 2018, não foi um crime isolado. Foi a expressão mais brutal e mais visível de algo que já estava dado: a interpenetração entre o poder político institucional e o poder paralelo das milícias. Marielle incomodava porque nomeava o que muitos preferiam deixar sem nome. Foi morta por isso.

Levou seis anos para que os mandantes fossem formalmente acusados. Seis anos durante os quais o caso ficou sem resposta, as investigações foram sabotadas, e o nome dela foi usado em discursos de pessoas que, descobriu-se depois, faziam parte da mesma estrutura que a eliminou. A ironia não é apenas cruel — é institucional.

“Marielle Franco não foi morta apesar das instituições. Foi morta dentro delas, por elas, com a cumplicidade silenciosa de quem governava e sabia — e preferiu não saber.”


Eleições indiretas — o clube que se governa a si mesmo

É nesse contexto — e não no abstrato — que a discussão sobre eleições indiretas precisa ser feita. Porque a pergunta não é teórica. Não é sobre filosofia política ou modelos constitucionais comparados. A pergunta é concreta, e o Rio responde a ela com décadas de evidência empírica: se o voto popular, com toda a sua imperfeição, produziu essa sequência de gestores investigados e presos, o que produziria um processo em que esses mesmos atores escolheriam seus sucessores entre si?

A resposta não é difícil. É desconfortável. Uma eleição indireta, no contexto fluminense, não seria um mecanismo de correção — seria um mecanismo de perpetuação. Um sistema fechado onde a predação institucional elegeria a si mesma com toda a solenidade de um ritual democrático esvaziado por dentro. Não haveria ruptura. Haveria renovação de fachada com continuidade de estrutura.


O custo real — que não aparece nos relatórios

Tudo isso tem um preço que não está nos processos judiciais nem nas manchetes de operações policiais. Está nas filas de hospital que não funcionam. Nos salários de servidores pagos com meses de atraso. Nas escolas sem material, nas delegacias sem viatura, nos bombeiros sem equipamento. Está nos morros onde o Estado nunca chegou porque havia algo mais lucrativo do que governar: era cobrar para não atrapalhar quem já governava por conta própria.

O Rio de Janeiro tem uma das cargas tributárias mais pesadas do país e alguns dos piores indicadores de serviço público. Essa não é uma equação de incompetência. É uma equação de desvio. O dinheiro existia. Ele foi para outro lugar. E as pessoas que deveriam responder por isso, na sua maioria, ainda transitam pelos mesmos corredores — com mandato novo, discurso reformulado, e a mesma estrutura intacta.

“O Rio não é pobre de recursos. É pobre de instituições que funcionem para quem paga — e não para quem cobra para não atrapalhar.”


Conclusão — sem final reconfortante

O Cristo Redentor continua de braços abertos sobre uma cidade que merecia mais do que recebeu de quem jurou servi-la. O pôr do sol na Urca continua sendo uma das coisas mais belas que o mundo produziu — e continua sendo a imagem que o poder usa para vender normalidade onde há décadas de espoliação acumulada.

Não há final reconfortante aqui. Não há moral edificante que encerre o argumento com esperança calculada. O que há é uma pergunta que o Rio ainda não respondeu — e que nenhuma operação policial, por mais eficaz que seja, responde sozinha: como se reconstrói a confiança em instituições que foram capturadas por dentro, durante décadas, com a cumplicidade ativa de quem deveria guardá-las?

Essa pergunta não tem resposta jurídica. Tem resposta política. E a resposta política depende de cidadãos que decidam, coletivamente, que a beleza da cidade não é desculpa suficiente para a fealdade de quem a governa.

O Rio merece mais. Sabe disso. E continua, com uma paciência que beira o inexplicável, esperando que alguém à frente das suas instituições chegue à mesma conclusão.

Este artigo não tem ironia no final porque, desta vez, a realidade já é pesada o suficiente para dispensar o recurso literário.
O humor foi embora. O problema ficou.

QUANDO O ASFALTO CHEGA, A VIDA MUDA: O DIA EM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA DECIDIU NÃO DEIXAR MAIS NINGUÉM PARA TRÁS

Artigo · Infraestrutura & Cidadania

ARTIGO – QUANDO O ASFALTO CHEGA, A VIDA MUDA: O DIA EM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA DECIDIU NÃO DEIXAR MAIS NINGUÉM PARA TRÁS

Com mais de R$ 10 milhões aprovados para pavimentação asfáltica na zona rural, o município reescreve um capítulo histórico de justiça social — e prova que política pública séria transforma vidas reais.

Padre Carlos

Articulista político | Vitória da Conquista, BA

<img src="COLE_AQUI_A_URL_DA_IMAGEM" style="width:100%;display:block;" alt="Pavimentação asfáltica na zona rural de Vitória da Conquista">

Há estradas que não levam apenas de um ponto a outro. Levam — ou não levam — ao médico, à escola, ao mercado, à dignidade. Em Vitória da Conquista, durante décadas, milhares de famílias da zona rural conheceram dolorosamente essa diferença. Cada chuva tornava o caminho intransitável. Cada buraco, uma barreira invisível entre o interior e o direito de existir com plenitude.

É por isso que a aprovação de um projeto de pavimentação asfáltica no valor superior a R$ 10 milhões, destinado a distritos e povoados rurais do município, não pode ser tratada como mais uma nota de obra pública. É, antes de tudo, uma declaração política de que algumas dívidas históricas precisam — e podem — ser pagas.

“É o tão sonhado asfalto chegando para quem mais precisa.”
— Vereadora Léia

Os bastidores de uma vitória silenciosa

Por trás de toda conquista pública existe um trabalho que raramente aparece nas manchetes. Técnicos da Secretaria de Infraestrutura do Estado (SEINFRA) percorreram essas estradas — muitas vezes de barro e pedregulho — documentando a realidade para transformá-la em números, laudos e justificativas técnicas.

Esse esforço ganhou força política e institucional com a articulação do ex-prefeito Quinho e da vereadora Léia, que conduziram as negociações com determinação e sensibilidade. O superintendente Rafael Bastos teve papel decisivo na aprovação final do projeto. E o governador Jerônimo Rodrigues assegurou os recursos que tornariam tudo isso possível.

Política pública séria é exatamente isso: uma cadeia de pessoas comprometidas com o resultado, cada uma fazendo a sua parte, sem holofotes, até que a soma dos esforços se converta em transformação real.

“Não se trata apenas de obra pública — trata-se de justiça social com endereço certo.”
— Padre Carlos

O mapa da transformação

O projeto beneficia comunidades que, por muito tempo, foram relegadas às margens do desenvolvimento municipal: Campo Formoso, São João da Vitória (Batuque), Vereda do Progresso, Veredinha, Corta Lote, Poço Verde, Abelhas, Matinha, Queimadas, Inhobim e outras localidades. Para cada uma delas, o asfalto não é luxo — é condição básica de vida.

Imagine a mãe que leva o filho doente ao posto de saúde mais próximo em estrada de terra na madrugada chuvosa. O caminhoneiro que recusa o frete porque o acesso danifica o veículo. O estudante que chega à escola com os sapatos enlameados — quando chega. Essas imagens são reais. E a pavimentação é, literalmente, o chão que faltava debaixo dos pés dessas famílias.

Com as obras, a expectativa é de redução significativa no tempo de deslocamento, melhora no transporte escolar, maior facilidade de acesso à saúde, fortalecimento da economia local com o escoamento da produção agrícola e, sobretudo, a valorização das comunidades que sempre mereceram mais atenção do poder público.

O próximo passo: da aprovação à realidade

O projeto segue agora para a fase de licitação — etapa essencial e, muitas vezes, o maior obstáculo entre a promessa e o concreto. É aqui que a vigilância cidadã se torna fundamental. As lideranças confiam no avanço rápido do cronograma, mas a história nos ensina que obras dependem não só de recursos, mas de gestão firme, transparência e pressão social organizada.

A população dessas comunidades, que tantas vezes esperou e foi decepcionada, tem todo o direito de acompanhar cada etapa, cobrar prazos e celebrar avanços. A conquista é delas — e a responsabilidade de entregá-la é de quem governa.

“Em um município marcado por contrastes entre o urbano e o rural, esse projeto surge como um divisor de águas — um passo concreto rumo a uma Vitória da Conquista mais integrada, mais justa e mais humana.”
— Padre Carlos

Uma cidade que escolhe não deixar ninguém para trás

O que torna este momento historicamente significativo não é apenas o valor investido — embora R$ 10 milhões representem uma das maiores ações recentes de infraestrutura rural do município. O que importa, de verdade, é o sinal que esse projeto envia: Vitória da Conquista é uma cidade que decide, finalmente, olhar para todos os seus cidadãos com a mesma seriedade.

O interior não é periferia da cidade. É o coração produtivo, cultural e humano do município. Quando o asfalto chega até lá, não é só o barro que desaparece — é um velho preconceito que começa a ser varrido.

Que as máquinas entrem em campo logo. Que os moradores vejam a promessa virar realidade. E que Vitória da Conquista siga escrevendo, com asfalto e determinação, um futuro mais digno para todos.

Padre Carlos

Articulista político, pensador social e voz das comunidades de Vitória da Conquista. Escreve sobre política pública, fé e cidadania.

QUANDO O ASFALTO CHEGA, A VIDA MUDA: O DIA EM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA DECIDIU NÃO DEIXAR MAIS NINGUÉM PARA TRÁS

Artigo · Infraestrutura & Cidadania

ARTIGO – QUANDO O ASFALTO CHEGA, A VIDA MUDA: O DIA EM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA DECIDIU NÃO DEIXAR MAIS NINGUÉM PARA TRÁS

Com mais de R$ 10 milhões aprovados para pavimentação asfáltica na zona rural, o município reescreve um capítulo histórico de justiça social — e prova que política pública séria transforma vidas reais.

Padre Carlos

Articulista político | Vitória da Conquista, BA

<img src="COLE_AQUI_A_URL_DA_IMAGEM" style="width:100%;display:block;" alt="Pavimentação asfáltica na zona rural de Vitória da Conquista">

Há estradas que não levam apenas de um ponto a outro. Levam — ou não levam — ao médico, à escola, ao mercado, à dignidade. Em Vitória da Conquista, durante décadas, milhares de famílias da zona rural conheceram dolorosamente essa diferença. Cada chuva tornava o caminho intransitável. Cada buraco, uma barreira invisível entre o interior e o direito de existir com plenitude.

É por isso que a aprovação de um projeto de pavimentação asfáltica no valor superior a R$ 10 milhões, destinado a distritos e povoados rurais do município, não pode ser tratada como mais uma nota de obra pública. É, antes de tudo, uma declaração política de que algumas dívidas históricas precisam — e podem — ser pagas.

“É o tão sonhado asfalto chegando para quem mais precisa.”
— Vereadora Léia

Os bastidores de uma vitória silenciosa

Por trás de toda conquista pública existe um trabalho que raramente aparece nas manchetes. Técnicos da Secretaria de Infraestrutura do Estado (SEINFRA) percorreram essas estradas — muitas vezes de barro e pedregulho — documentando a realidade para transformá-la em números, laudos e justificativas técnicas.

Esse esforço ganhou força política e institucional com a articulação do ex-prefeito Quinho e da vereadora Léia, que conduziram as negociações com determinação e sensibilidade. O superintendente Rafael Bastos teve papel decisivo na aprovação final do projeto. E o governador Jerônimo Rodrigues assegurou os recursos que tornariam tudo isso possível.

Política pública séria é exatamente isso: uma cadeia de pessoas comprometidas com o resultado, cada uma fazendo a sua parte, sem holofotes, até que a soma dos esforços se converta em transformação real.

“Não se trata apenas de obra pública — trata-se de justiça social com endereço certo.”
— Padre Carlos

O mapa da transformação

O projeto beneficia comunidades que, por muito tempo, foram relegadas às margens do desenvolvimento municipal: Campo Formoso, São João da Vitória (Batuque), Vereda do Progresso, Veredinha, Corta Lote, Poço Verde, Abelhas, Matinha, Queimadas, Inhobim e outras localidades. Para cada uma delas, o asfalto não é luxo — é condição básica de vida.

Imagine a mãe que leva o filho doente ao posto de saúde mais próximo em estrada de terra na madrugada chuvosa. O caminhoneiro que recusa o frete porque o acesso danifica o veículo. O estudante que chega à escola com os sapatos enlameados — quando chega. Essas imagens são reais. E a pavimentação é, literalmente, o chão que faltava debaixo dos pés dessas famílias.

Com as obras, a expectativa é de redução significativa no tempo de deslocamento, melhora no transporte escolar, maior facilidade de acesso à saúde, fortalecimento da economia local com o escoamento da produção agrícola e, sobretudo, a valorização das comunidades que sempre mereceram mais atenção do poder público.

O próximo passo: da aprovação à realidade

O projeto segue agora para a fase de licitação — etapa essencial e, muitas vezes, o maior obstáculo entre a promessa e o concreto. É aqui que a vigilância cidadã se torna fundamental. As lideranças confiam no avanço rápido do cronograma, mas a história nos ensina que obras dependem não só de recursos, mas de gestão firme, transparência e pressão social organizada.

A população dessas comunidades, que tantas vezes esperou e foi decepcionada, tem todo o direito de acompanhar cada etapa, cobrar prazos e celebrar avanços. A conquista é delas — e a responsabilidade de entregá-la é de quem governa.

“Em um município marcado por contrastes entre o urbano e o rural, esse projeto surge como um divisor de águas — um passo concreto rumo a uma Vitória da Conquista mais integrada, mais justa e mais humana.”
— Padre Carlos

Uma cidade que escolhe não deixar ninguém para trás

O que torna este momento historicamente significativo não é apenas o valor investido — embora R$ 10 milhões representem uma das maiores ações recentes de infraestrutura rural do município. O que importa, de verdade, é o sinal que esse projeto envia: Vitória da Conquista é uma cidade que decide, finalmente, olhar para todos os seus cidadãos com a mesma seriedade.

O interior não é periferia da cidade. É o coração produtivo, cultural e humano do município. Quando o asfalto chega até lá, não é só o barro que desaparece — é um velho preconceito que começa a ser varrido.

Que as máquinas entrem em campo logo. Que os moradores vejam a promessa virar realidade. E que Vitória da Conquista siga escrevendo, com asfalto e determinação, um futuro mais digno para todos.

Padre Carlos

Articulista político, pensador social e voz das comunidades de Vitória da Conquista. Escreve sobre política pública, fé e cidadania.

O Esvaziamento da EMURC: Quando as Emendas Parlamentares Ignoram a Estrutura Pública

 

 

Por Padre Carlos

 

O anúncio de que 14,6 milhões de reais — fruto de emendas de deputados da nossa cidade — serão destinados à construção de 11 praças por meio de empresas privadas acende um alerta vermelho sobre a relação entre o Poder Legislativo e a gestão municipal. A questão aqui não é apenas onde o dinheiro será gasto, mas como e por que a estrutura pública da cidade está sendo deliberadamente colocada de lado.

A EMURC como “Persona Non Grata”

Vitória da Conquista possui a EMURC (Empresa Municipal de Urbanização), uma empresa pública consolidada, tecnicamente apta e que, por lei (Art. 75, inciso IX, da Lei 14.133/2021), pode ser contratada pelo poder público com dispensa de licitação.

A execução via EMURC seria o caminho natural para quem busca eficiência:

  1. Agilidade: O início das obras seria imediato, sem o calvário burocrático de licitações.

  2. Economia: O “lucro” que hoje vai para o bolso da iniciativa privada permaneceria no caixa público, reinvestido na própria empresa de urbanização do povo.

O Divórcio Político e o Prejuízo Técnico

Ao canalizarem recursos diretamente para licitações que favorecem a iniciativa privada, os parlamentares emitem um sinal claro: não há interesse em fortalecer o braço executor do município. Quando um deputado opta por não buscar a parceria com a Prefeitura para que a EMURC execute a obra, ele não está apenas “fazendo política”; ele está subutilizando uma estrutura que o cidadão paga para manter. É um contrassenso técnico. Se a cidade tem os meios, por que contratar fora? A resposta parece estar na política do isolamento: prefere-se o rito lento da licitação privada a dar protagonismo à empresa pública local.

O Risco da “Obra de Gabinete”

O Direito Administrativo rege-se pelo Princípio da Finalidade. A finalidade de uma obra pública é o bem comum. No entanto, quando obras de urbanismo básico (praças em distritos e bairros) são licitadas para empresas privadas em vez de executadas pela autarquia municipal, perde-se a integração do planejamento urbano.

A licitação já tem vencedores e datas. Mas a pergunta que o articulista técnico faz é: quem garantirá a manutenção e o padrão técnico dessas praças se elas nascem de um processo que ignorou o órgão responsável pela urbanização da cidade?

Fazer Política ou Fazer Urbanismo?

Fazer política com o recurso público é legítimo, mas colocá-lo exclusivamente na mão da iniciativa privada — quando se tem uma empresa pública pronta para trabalhar — é uma escolha que encarece o processo e enfraquece a instituição municipal.

A prática de “escantearem” a Prefeitura e a EMURC transforma o investimento em uma ilha administrativa. O resultado pode até ser uma praça bonita, mas o custo será a fragilização de uma empresa que pertence a todos os conquistenses.


Conclusão: Ignorar a EMURC na execução de 11 praças não é uma estratégia de eficiência, é uma decisão política de isolamento. O recurso chega, mas a estrutura pública da cidade sai menor desse processo. No fim das contas, o cidadão assiste ao lucro privado ser financiado por emendas que poderiam estar modernizando as máquinas e o quadro técnico da nossa própria empresa pública.

A pergunta que fica para os autores das emendas é: Qual o receio de fortalecer a EMURC? Se o objetivo é o bem da cidade, por que não usar a ferramenta que a cidade já possui?

O Esvaziamento da EMURC: Quando as Emendas Parlamentares Ignoram a Estrutura Pública

 

 

Por Padre Carlos

 

O anúncio de que 14,6 milhões de reais — fruto de emendas de deputados da nossa cidade — serão destinados à construção de 11 praças por meio de empresas privadas acende um alerta vermelho sobre a relação entre o Poder Legislativo e a gestão municipal. A questão aqui não é apenas onde o dinheiro será gasto, mas como e por que a estrutura pública da cidade está sendo deliberadamente colocada de lado.

A EMURC como “Persona Non Grata”

Vitória da Conquista possui a EMURC (Empresa Municipal de Urbanização), uma empresa pública consolidada, tecnicamente apta e que, por lei (Art. 75, inciso IX, da Lei 14.133/2021), pode ser contratada pelo poder público com dispensa de licitação.

A execução via EMURC seria o caminho natural para quem busca eficiência:

  1. Agilidade: O início das obras seria imediato, sem o calvário burocrático de licitações.

  2. Economia: O “lucro” que hoje vai para o bolso da iniciativa privada permaneceria no caixa público, reinvestido na própria empresa de urbanização do povo.

O Divórcio Político e o Prejuízo Técnico

Ao canalizarem recursos diretamente para licitações que favorecem a iniciativa privada, os parlamentares emitem um sinal claro: não há interesse em fortalecer o braço executor do município. Quando um deputado opta por não buscar a parceria com a Prefeitura para que a EMURC execute a obra, ele não está apenas “fazendo política”; ele está subutilizando uma estrutura que o cidadão paga para manter. É um contrassenso técnico. Se a cidade tem os meios, por que contratar fora? A resposta parece estar na política do isolamento: prefere-se o rito lento da licitação privada a dar protagonismo à empresa pública local.

O Risco da “Obra de Gabinete”

O Direito Administrativo rege-se pelo Princípio da Finalidade. A finalidade de uma obra pública é o bem comum. No entanto, quando obras de urbanismo básico (praças em distritos e bairros) são licitadas para empresas privadas em vez de executadas pela autarquia municipal, perde-se a integração do planejamento urbano.

A licitação já tem vencedores e datas. Mas a pergunta que o articulista técnico faz é: quem garantirá a manutenção e o padrão técnico dessas praças se elas nascem de um processo que ignorou o órgão responsável pela urbanização da cidade?

Fazer Política ou Fazer Urbanismo?

Fazer política com o recurso público é legítimo, mas colocá-lo exclusivamente na mão da iniciativa privada — quando se tem uma empresa pública pronta para trabalhar — é uma escolha que encarece o processo e enfraquece a instituição municipal.

A prática de “escantearem” a Prefeitura e a EMURC transforma o investimento em uma ilha administrativa. O resultado pode até ser uma praça bonita, mas o custo será a fragilização de uma empresa que pertence a todos os conquistenses.


Conclusão: Ignorar a EMURC na execução de 11 praças não é uma estratégia de eficiência, é uma decisão política de isolamento. O recurso chega, mas a estrutura pública da cidade sai menor desse processo. No fim das contas, o cidadão assiste ao lucro privado ser financiado por emendas que poderiam estar modernizando as máquinas e o quadro técnico da nossa própria empresa pública.

A pergunta que fica para os autores das emendas é: Qual o receio de fortalecer a EMURC? Se o objetivo é o bem da cidade, por que não usar a ferramenta que a cidade já possui?

Luciano Gomes enfrenta fake news enquanto leva desenvolvimento à comunidade

Artigo de Opinião

ARTIGO – Entre o trabalho e a desinformação: o desafio de falar a verdade ao povo

Por Padre Carlos


Há um tipo de desgaste na vida pública que não aparece nos relatórios, não se mede em números e tampouco vira manchete com facilidade. É o desgaste de quem, ao mesmo tempo em que trabalha para levar melhorias concretas à população, precisa travar uma batalha paralela — silenciosa, constante e muitas vezes injusta — contra a desinformação.

É nesse terreno que se encontra o vereador Luciano Gomes.

Enquanto busca avanços reais para sua região, especialmente em comunidades historicamente negligenciadas como Cabeceira do Jiboia, ele se vê obrigado a desviar energia e tempo para desconstruir narrativas distorcidas, muitas delas plantadas de forma deliberada. Não se trata apenas de divergência política — que é legítima e necessária —, mas de um fenômeno mais grave: o uso da desinformação como instrumento de confusão social.

O alvo, quase sempre, é o povo mais simples. Aquele que mais precisa das políticas públicas, mas que também é mais vulnerável à manipulação quando o acesso à informação de qualidade é limitado. É nesse vácuo que prosperam as chamadas “fake news”, distorcendo iniciativas, criando medo onde deveria haver esperança e transformando benefícios em suspeitas.

O caso recente envolvendo o serviço de abastecimento de água da Embasa é emblemático. Em vez de um debate honesto sobre vantagens, custos e impactos, parte da discussão foi contaminada por boatos e versões equivocadas. E é justamente aí que se revela a postura que diferencia o agente público comprometido do oportunista: a disposição de ir a público, olhar nos olhos das pessoas e prestar contas.

A convocação feita por Luciano Gomes para uma reunião aberta na comunidade não é apenas um gesto administrativo — é um ato político no sentido mais nobre da palavra. Ao reunir assistência social da Embasa, representantes da empresa executora e a própria população, ele promove o que deveria ser regra, mas infelizmente ainda é exceção: o acesso direto à informação.

“A gente quer trazer a informação correta para você decidir se você quer ou se você não quer, porque é um direito seu.”

— Vereador Luciano Gomes

Aqui está o ponto central. Não há imposição, não há coerção — há esclarecimento. Em tempos de radicalização e manipulação, isso é quase revolucionário. Ao afirmar que ninguém é obrigado a aderir ao serviço, o vereador reafirma um princípio democrático essencial: a liberdade de escolha informada.

“Eu nunca vi ninguém lutar contra o benefício.”

— Vereador Luciano Gomes

A frase, simples na forma, é profunda no conteúdo. Ela expõe uma contradição que precisa ser encarada: por que, afinal, iniciativas que visam melhorar a vida da população encontram resistência baseada em informações falsas? A resposta, ainda que incômoda, passa por interesses políticos, disputas locais e, sobretudo, pela instrumentalização da ignorância.

Luciano Gomes, ao se colocar diante desse cenário, assume um duplo papel: o de gestor e o de educador político. E talvez seja este o maior desafio da política contemporânea — não apenas fazer, mas explicar; não apenas executar, mas convencer; não apenas propor, mas esclarecer.

A reunião marcada para o dia 14 de abril, às 18h, no colégio de segundo grau de Cabeceira do Jiboia, é mais do que um encontro comunitário. É um teste de maturidade democrática. Será o momento em que a verdade terá a chance de se impor sobre o ruído, e em que a população poderá decidir com base em fatos, não em boatos.

No fim das contas, o que está em jogo não é apenas um serviço de água. É a capacidade de uma comunidade de discernir, de participar e de escolher seu próprio caminho. E isso, convenhamos, é o maior dos benefícios.


Padre Carlos é articulista e analista de políticas públicas.

Luciano Gomes enfrenta fake news enquanto leva desenvolvimento à comunidade

Artigo de Opinião

ARTIGO – Entre o trabalho e a desinformação: o desafio de falar a verdade ao povo

Por Padre Carlos


Há um tipo de desgaste na vida pública que não aparece nos relatórios, não se mede em números e tampouco vira manchete com facilidade. É o desgaste de quem, ao mesmo tempo em que trabalha para levar melhorias concretas à população, precisa travar uma batalha paralela — silenciosa, constante e muitas vezes injusta — contra a desinformação.

É nesse terreno que se encontra o vereador Luciano Gomes.

Enquanto busca avanços reais para sua região, especialmente em comunidades historicamente negligenciadas como Cabeceira do Jiboia, ele se vê obrigado a desviar energia e tempo para desconstruir narrativas distorcidas, muitas delas plantadas de forma deliberada. Não se trata apenas de divergência política — que é legítima e necessária —, mas de um fenômeno mais grave: o uso da desinformação como instrumento de confusão social.

O alvo, quase sempre, é o povo mais simples. Aquele que mais precisa das políticas públicas, mas que também é mais vulnerável à manipulação quando o acesso à informação de qualidade é limitado. É nesse vácuo que prosperam as chamadas “fake news”, distorcendo iniciativas, criando medo onde deveria haver esperança e transformando benefícios em suspeitas.

O caso recente envolvendo o serviço de abastecimento de água da Embasa é emblemático. Em vez de um debate honesto sobre vantagens, custos e impactos, parte da discussão foi contaminada por boatos e versões equivocadas. E é justamente aí que se revela a postura que diferencia o agente público comprometido do oportunista: a disposição de ir a público, olhar nos olhos das pessoas e prestar contas.

A convocação feita por Luciano Gomes para uma reunião aberta na comunidade não é apenas um gesto administrativo — é um ato político no sentido mais nobre da palavra. Ao reunir assistência social da Embasa, representantes da empresa executora e a própria população, ele promove o que deveria ser regra, mas infelizmente ainda é exceção: o acesso direto à informação.

“A gente quer trazer a informação correta para você decidir se você quer ou se você não quer, porque é um direito seu.”

— Vereador Luciano Gomes

Aqui está o ponto central. Não há imposição, não há coerção — há esclarecimento. Em tempos de radicalização e manipulação, isso é quase revolucionário. Ao afirmar que ninguém é obrigado a aderir ao serviço, o vereador reafirma um princípio democrático essencial: a liberdade de escolha informada.

“Eu nunca vi ninguém lutar contra o benefício.”

— Vereador Luciano Gomes

A frase, simples na forma, é profunda no conteúdo. Ela expõe uma contradição que precisa ser encarada: por que, afinal, iniciativas que visam melhorar a vida da população encontram resistência baseada em informações falsas? A resposta, ainda que incômoda, passa por interesses políticos, disputas locais e, sobretudo, pela instrumentalização da ignorância.

Luciano Gomes, ao se colocar diante desse cenário, assume um duplo papel: o de gestor e o de educador político. E talvez seja este o maior desafio da política contemporânea — não apenas fazer, mas explicar; não apenas executar, mas convencer; não apenas propor, mas esclarecer.

A reunião marcada para o dia 14 de abril, às 18h, no colégio de segundo grau de Cabeceira do Jiboia, é mais do que um encontro comunitário. É um teste de maturidade democrática. Será o momento em que a verdade terá a chance de se impor sobre o ruído, e em que a população poderá decidir com base em fatos, não em boatos.

No fim das contas, o que está em jogo não é apenas um serviço de água. É a capacidade de uma comunidade de discernir, de participar e de escolher seu próprio caminho. E isso, convenhamos, é o maior dos benefícios.


Padre Carlos é articulista e analista de políticas públicas.

NOITE DE TERROR NO INTERIOR DA BAHIA: MULHER LUTA PELA VIDA APÓS ATAQUE BRUTAL COM FACÃO

Uma noite que deveria ser comum transformou-se em um cenário de dor, urgência e mobilização em Barra do Choça, no sudoeste baiano. Por volta das 19h30 desta quinta-feira, 9 de abril, uma mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio que chocou a população local e reacendeu o alerta para a gravidade da violência doméstica no país.

Segundo informações iniciais, o agressor — companheiro da vítima — utilizou um facão para desferir diversos golpes, provocando ferimentos severos. A rápida resposta das equipes de resgate foi decisiva para garantir os primeiros socorros ainda na cidade. Diante da complexidade do quadro, a vítima foi transferida com urgência para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, referência regional em atendimentos de alta complexidade.

De acordo com as informações apuradas, o estado de saúde da paciente é considerado grave, porém estável. A equipe médica segue realizando exames detalhados para avaliar a extensão das lesões e definir os próximos passos do tratamento, em um esforço contínuo para preservar a vida e promover a recuperação da vítima.

A atuação da Guarda Municipal de Barra do Choça foi fundamental para a rápida contenção da situação. O suspeito foi localizado, detido e encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os fatos e circunstâncias que levaram ao crime, preservando a identidade da vítima.

O episódio evidencia, mais uma vez, a importância da integração entre os serviços de segurança pública e saúde, que atuaram de forma coordenada para dar uma resposta imediata à ocorrência. Também reforça a necessidade permanente de conscientização, prevenção e fortalecimento das redes de proteção às mulheres.

Casos como este não apenas mobilizam instituições, mas também tocam profundamente a sociedade, que acompanha com expectativa a recuperação da vítima. A esperança, neste momento, é de que ela consiga vencer essa batalha e que a justiça siga seu curso com responsabilidade e rigor.

O blog Política e Resenha acompanha o caso com atenção, reforçando o compromisso com a informação responsável e de interesse público.

(Maria Clara)

NOITE DE TERROR NO INTERIOR DA BAHIA: MULHER LUTA PELA VIDA APÓS ATAQUE BRUTAL COM FACÃO

Uma noite que deveria ser comum transformou-se em um cenário de dor, urgência e mobilização em Barra do Choça, no sudoeste baiano. Por volta das 19h30 desta quinta-feira, 9 de abril, uma mulher foi vítima de uma tentativa de feminicídio que chocou a população local e reacendeu o alerta para a gravidade da violência doméstica no país.

Segundo informações iniciais, o agressor — companheiro da vítima — utilizou um facão para desferir diversos golpes, provocando ferimentos severos. A rápida resposta das equipes de resgate foi decisiva para garantir os primeiros socorros ainda na cidade. Diante da complexidade do quadro, a vítima foi transferida com urgência para o Hospital Geral de Vitória da Conquista, referência regional em atendimentos de alta complexidade.

De acordo com as informações apuradas, o estado de saúde da paciente é considerado grave, porém estável. A equipe médica segue realizando exames detalhados para avaliar a extensão das lesões e definir os próximos passos do tratamento, em um esforço contínuo para preservar a vida e promover a recuperação da vítima.

A atuação da Guarda Municipal de Barra do Choça foi fundamental para a rápida contenção da situação. O suspeito foi localizado, detido e encaminhado ao Distrito Integrado de Segurança Pública (DISEP), onde permanece à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação, com as autoridades empenhadas em esclarecer todos os fatos e circunstâncias que levaram ao crime, preservando a identidade da vítima.

O episódio evidencia, mais uma vez, a importância da integração entre os serviços de segurança pública e saúde, que atuaram de forma coordenada para dar uma resposta imediata à ocorrência. Também reforça a necessidade permanente de conscientização, prevenção e fortalecimento das redes de proteção às mulheres.

Casos como este não apenas mobilizam instituições, mas também tocam profundamente a sociedade, que acompanha com expectativa a recuperação da vítima. A esperança, neste momento, é de que ela consiga vencer essa batalha e que a justiça siga seu curso com responsabilidade e rigor.

O blog Política e Resenha acompanha o caso com atenção, reforçando o compromisso com a informação responsável e de interesse público.

(Maria Clara)

ALERTA MÁXIMO NA SAÚDE: CASOS DE GRIPE, PNEUMONIA E COVID DISPARAM E UTIs ENTRAM EM ESTADO DE ATENÇÃO NO CENTRO-SUL BAIANO

O avanço simultâneo de doenças respiratórias tem colocado o sistema de saúde do Centro-Sul da Bahia em estado de atenção. O aumento expressivo nos casos de gripe, pneumonia e COVID-19 já impacta diretamente o atendimento hospitalar, exigindo respostas rápidas, coordenação institucional e vigilância constante por parte das equipes médicas.

No centro desse cenário está o Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), principal referência regional para casos de média e alta complexidade. A unidade tem recebido um volume crescente de pacientes com quadros respiratórios agravados, muitos deles necessitando de cuidados intensivos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Esse movimento reflete não apenas a circulação ativa de vírus respiratórios, mas também a vulnerabilidade de grupos específicos diante dessas doenças.

Na manhã desta sexta-feira (10), a situação ganhou ainda mais visibilidade após uma forte mobilização nas redes sociais. Diversos perfis no Instagram passaram a compartilhar mensagens de apoio e correntes de oração pela recuperação de um jovem morador de Itapetinga, que precisou ser transferido em estado delicado para o HGVC, após complicações respiratórias severas.

O caso sensibilizou a população e trouxe um rosto humano à estatística crescente de internações. Até o fechamento desta reportagem, o paciente segue sob monitoramento constante de uma equipe multidisciplinar, que atua de forma integrada para garantir a melhor assistência possível. Ainda não há previsão de alta médica ou hospitalar, mas o acompanhamento segue com todos os protocolos necessários.

Diante desse cenário, observa-se uma atuação coordenada entre profissionais de saúde, unidades hospitalares e órgãos responsáveis, reforçando o compromisso com o atendimento à população. A mobilização social, aliada ao esforço técnico das equipes, demonstra a importância do cuidado coletivo e da atenção contínua à saúde pública.

Especialistas alertam que, em períodos de maior circulação de vírus respiratórios, medidas preventivas simples podem fazer grande diferença. A atenção aos sintomas, a busca por atendimento médico em casos de agravamento e o cuidado com a saúde individual são fundamentais para reduzir o impacto dessas doenças.

O momento exige responsabilidade, informação e solidariedade. Em meio à preocupação, também se destaca a capacidade de resposta do sistema de saúde e o engajamento da população, elementos essenciais para atravessar períodos desafiadores como este.

(Maria Clara)

ALERTA MÁXIMO NA SAÚDE: CASOS DE GRIPE, PNEUMONIA E COVID DISPARAM E UTIs ENTRAM EM ESTADO DE ATENÇÃO NO CENTRO-SUL BAIANO

O avanço simultâneo de doenças respiratórias tem colocado o sistema de saúde do Centro-Sul da Bahia em estado de atenção. O aumento expressivo nos casos de gripe, pneumonia e COVID-19 já impacta diretamente o atendimento hospitalar, exigindo respostas rápidas, coordenação institucional e vigilância constante por parte das equipes médicas.

No centro desse cenário está o Hospital Geral de Vitória da Conquista (HGVC), principal referência regional para casos de média e alta complexidade. A unidade tem recebido um volume crescente de pacientes com quadros respiratórios agravados, muitos deles necessitando de cuidados intensivos em Unidades de Terapia Intensiva (UTI). Esse movimento reflete não apenas a circulação ativa de vírus respiratórios, mas também a vulnerabilidade de grupos específicos diante dessas doenças.

Na manhã desta sexta-feira (10), a situação ganhou ainda mais visibilidade após uma forte mobilização nas redes sociais. Diversos perfis no Instagram passaram a compartilhar mensagens de apoio e correntes de oração pela recuperação de um jovem morador de Itapetinga, que precisou ser transferido em estado delicado para o HGVC, após complicações respiratórias severas.

O caso sensibilizou a população e trouxe um rosto humano à estatística crescente de internações. Até o fechamento desta reportagem, o paciente segue sob monitoramento constante de uma equipe multidisciplinar, que atua de forma integrada para garantir a melhor assistência possível. Ainda não há previsão de alta médica ou hospitalar, mas o acompanhamento segue com todos os protocolos necessários.

Diante desse cenário, observa-se uma atuação coordenada entre profissionais de saúde, unidades hospitalares e órgãos responsáveis, reforçando o compromisso com o atendimento à população. A mobilização social, aliada ao esforço técnico das equipes, demonstra a importância do cuidado coletivo e da atenção contínua à saúde pública.

Especialistas alertam que, em períodos de maior circulação de vírus respiratórios, medidas preventivas simples podem fazer grande diferença. A atenção aos sintomas, a busca por atendimento médico em casos de agravamento e o cuidado com a saúde individual são fundamentais para reduzir o impacto dessas doenças.

O momento exige responsabilidade, informação e solidariedade. Em meio à preocupação, também se destaca a capacidade de resposta do sistema de saúde e o engajamento da população, elementos essenciais para atravessar períodos desafiadores como este.

(Maria Clara)

A RUA QUE PAROU: OBRA INACABADA DA EMBASA VIRA DESAFIO URBANO E MOBILIZA MORADORES EM CONQUISTA

Uma cena que se repete em silêncio, mas que ecoa diariamente na vida de quem precisa circular: a Rua Sérgio Souza Cunha, no Parque Residencial Vitória (INOCOOP I), bairro Candeias, transformou-se em símbolo de um problema que vai além de um simples buraco no asfalto. Há mais de um mês, uma intervenção iniciada pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA) segue sem conclusão, deixando moradores e motoristas diante de um cenário de incerteza e dificuldades.

O registro recente divulgado pelo blog Política e Resenha revela um bloqueio parcial persistente, sem sinalização clara de prazo para finalização dos serviços ou recomposição da via. O que deveria ser uma melhoria na infraestrutura básica acabou gerando um efeito colateral que impacta diretamente a mobilidade urbana e a segurança no trânsito.

No dia a dia, a realidade é de desvios improvisados, risco constante de acidentes e prejuízos materiais. Condutores precisam redobrar a atenção para evitar danos aos veículos, enquanto pedestres enfrentam obstáculos que comprometem a circulação segura. A ausência de sinalização adequada agrava ainda mais a situação, transformando o trecho em um ponto de tensão para quem passa pelo local.

A situação observada no Candeias não é isolada. Ela reflete um desafio maior enfrentado por diversas áreas de Vitória da Conquista, onde intervenções essenciais para manutenção das redes de água e esgoto acabam demandando um tempo maior de conclusão, exigindo integração entre planejamento, execução e finalização das obras.

Apesar dos transtornos, a expectativa da comunidade é de que o diálogo institucional e a articulação entre os órgãos responsáveis avancem para uma solução célere. A atuação coordenada é vista como fundamental para garantir não apenas a conclusão da obra, mas também a restauração da normalidade na via, devolvendo segurança e fluidez ao trânsito local.

Mais do que uma demanda pontual, o caso da Rua Sérgio Souza Cunha reforça a importância de uma gestão urbana que acompanhe todas as etapas das intervenções públicas — do início à entrega final — com eficiência e atenção à qualidade de vida da população.

Enquanto isso, moradores seguem atentos e esperançosos por uma resposta concreta que transforme o cenário atual e devolva à rua sua função essencial: ser caminho, e não obstáculo.

(Maria Clara)

A RUA QUE PAROU: OBRA INACABADA DA EMBASA VIRA DESAFIO URBANO E MOBILIZA MORADORES EM CONQUISTA

Uma cena que se repete em silêncio, mas que ecoa diariamente na vida de quem precisa circular: a Rua Sérgio Souza Cunha, no Parque Residencial Vitória (INOCOOP I), bairro Candeias, transformou-se em símbolo de um problema que vai além de um simples buraco no asfalto. Há mais de um mês, uma intervenção iniciada pela Empresa Baiana de Águas e Saneamento (EMBASA) segue sem conclusão, deixando moradores e motoristas diante de um cenário de incerteza e dificuldades.

O registro recente divulgado pelo blog Política e Resenha revela um bloqueio parcial persistente, sem sinalização clara de prazo para finalização dos serviços ou recomposição da via. O que deveria ser uma melhoria na infraestrutura básica acabou gerando um efeito colateral que impacta diretamente a mobilidade urbana e a segurança no trânsito.

No dia a dia, a realidade é de desvios improvisados, risco constante de acidentes e prejuízos materiais. Condutores precisam redobrar a atenção para evitar danos aos veículos, enquanto pedestres enfrentam obstáculos que comprometem a circulação segura. A ausência de sinalização adequada agrava ainda mais a situação, transformando o trecho em um ponto de tensão para quem passa pelo local.

A situação observada no Candeias não é isolada. Ela reflete um desafio maior enfrentado por diversas áreas de Vitória da Conquista, onde intervenções essenciais para manutenção das redes de água e esgoto acabam demandando um tempo maior de conclusão, exigindo integração entre planejamento, execução e finalização das obras.

Apesar dos transtornos, a expectativa da comunidade é de que o diálogo institucional e a articulação entre os órgãos responsáveis avancem para uma solução célere. A atuação coordenada é vista como fundamental para garantir não apenas a conclusão da obra, mas também a restauração da normalidade na via, devolvendo segurança e fluidez ao trânsito local.

Mais do que uma demanda pontual, o caso da Rua Sérgio Souza Cunha reforça a importância de uma gestão urbana que acompanhe todas as etapas das intervenções públicas — do início à entrega final — com eficiência e atenção à qualidade de vida da população.

Enquanto isso, moradores seguem atentos e esperançosos por uma resposta concreta que transforme o cenário atual e devolva à rua sua função essencial: ser caminho, e não obstáculo.

(Maria Clara)

OPERAÇÃO NOTURNA NA CEASA CHOCA CONQUISTA: GUARDA MUNICIPAL AGE RÁPIDO E RESULTADO IMPRESSIONA

Uma ação firme e estratégica da Guarda Municipal de Vitória da Conquista movimentou a noite desta quarta-feira (9) e chamou a atenção de toda a cidade. A operação, realizada na Ceasa, revelou mais um capítulo importante no enfrentamento ao tráfico de drogas na região central, trazendo à tona uma realidade que há meses preocupa comerciantes, trabalhadores e moradores.

De acordo com informações apuradas pelo blog Política e Resenha, diversas equipes da Guarda Municipal foram mobilizadas após denúncias feitas por populares. A resposta foi imediata. No local, os agentes realizaram abordagens e buscas que resultaram na apreensão de 56 pedras de crack, um aparelho celular e uma quantia em dinheiro. Um suspeito foi conduzido ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A Ceasa, tradicional ponto de abastecimento e circulação intensa durante o dia, tem enfrentado nos últimos tempos um cenário diferente durante a noite. A presença constante de pessoas circulando na região, muitas vezes associadas à comercialização de entorpecentes, vinha gerando apreensão. A operação desta semana surge como resposta direta a essa preocupação crescente da população.

Nos últimos meses, a Guarda Municipal tem intensificado as rondas e ações preventivas no centro da cidade, fortalecendo a presença institucional e ampliando a sensação de segurança. A iniciativa demonstra um esforço coordenado entre os órgãos responsáveis, que têm buscado agir de forma estratégica, ouvindo a comunidade e atuando com base em informações concretas.

A ação na Ceasa reforça a importância da participação popular, que, ao denunciar situações suspeitas, contribui diretamente para a construção de uma cidade mais segura. Ao mesmo tempo, evidencia o papel fundamental das forças de segurança no monitoramento e enfrentamento de práticas ilícitas, sempre dentro dos parâmetros legais e institucionais.

O episódio também reacende o debate sobre a ocupação dos espaços urbanos durante a noite e a necessidade de políticas públicas contínuas que promovam segurança, inclusão e ordenamento. A integração entre comunidade e poder público aparece, mais uma vez, como caminho essencial para transformar realidades e garantir tranquilidade à população.

Vitória da Conquista segue vigilante. E ações como essa mostram que, quando há diálogo, estratégia e presença efetiva, os resultados aparecem — e fazem a diferença no cotidiano de todos.

(Maria Clara)

OPERAÇÃO NOTURNA NA CEASA CHOCA CONQUISTA: GUARDA MUNICIPAL AGE RÁPIDO E RESULTADO IMPRESSIONA

Uma ação firme e estratégica da Guarda Municipal de Vitória da Conquista movimentou a noite desta quarta-feira (9) e chamou a atenção de toda a cidade. A operação, realizada na Ceasa, revelou mais um capítulo importante no enfrentamento ao tráfico de drogas na região central, trazendo à tona uma realidade que há meses preocupa comerciantes, trabalhadores e moradores.

De acordo com informações apuradas pelo blog Política e Resenha, diversas equipes da Guarda Municipal foram mobilizadas após denúncias feitas por populares. A resposta foi imediata. No local, os agentes realizaram abordagens e buscas que resultaram na apreensão de 56 pedras de crack, um aparelho celular e uma quantia em dinheiro. Um suspeito foi conduzido ao Distrito Integrado de Segurança Pública (Disep), onde foram adotadas as medidas legais cabíveis.

A Ceasa, tradicional ponto de abastecimento e circulação intensa durante o dia, tem enfrentado nos últimos tempos um cenário diferente durante a noite. A presença constante de pessoas circulando na região, muitas vezes associadas à comercialização de entorpecentes, vinha gerando apreensão. A operação desta semana surge como resposta direta a essa preocupação crescente da população.

Nos últimos meses, a Guarda Municipal tem intensificado as rondas e ações preventivas no centro da cidade, fortalecendo a presença institucional e ampliando a sensação de segurança. A iniciativa demonstra um esforço coordenado entre os órgãos responsáveis, que têm buscado agir de forma estratégica, ouvindo a comunidade e atuando com base em informações concretas.

A ação na Ceasa reforça a importância da participação popular, que, ao denunciar situações suspeitas, contribui diretamente para a construção de uma cidade mais segura. Ao mesmo tempo, evidencia o papel fundamental das forças de segurança no monitoramento e enfrentamento de práticas ilícitas, sempre dentro dos parâmetros legais e institucionais.

O episódio também reacende o debate sobre a ocupação dos espaços urbanos durante a noite e a necessidade de políticas públicas contínuas que promovam segurança, inclusão e ordenamento. A integração entre comunidade e poder público aparece, mais uma vez, como caminho essencial para transformar realidades e garantir tranquilidade à população.

Vitória da Conquista segue vigilante. E ações como essa mostram que, quando há diálogo, estratégia e presença efetiva, os resultados aparecem — e fazem a diferença no cotidiano de todos.

(Maria Clara)

FÚRIA NAS RUAS: Suspeito de Furto Quase é Linchado e Ação Rápida da Polícia Evita Tragédia

Um episódio de forte tensão e comoção social marcou recentemente uma comunidade, revelando o quanto situações de revolta podem rapidamente sair do controle. De acordo com informações apuradas pela reportagem do blog Política e Resenha, um homem apontado por populares como suspeito de furtar uma bicicleta foi alvo de agressões por parte de moradores indignados.

Testemunhas relataram que, ao identificar o suposto autor do furto, algumas pessoas passaram a agir de forma impulsiva, cercando e agredindo o indivíduo. O cenário, que começou com acusações, rapidamente evoluiu para um quadro de violência coletiva, acendendo um alerta sobre os limites entre indignação e justiça.

A rápida intervenção da Polícia Militar foi decisiva. Acionada por moradores, a guarnição chegou ao local em tempo hábil, conseguindo conter os ânimos e interromper as agressões. A atuação dos policiais evitou que a situação tomasse proporções ainda mais graves, possivelmente resultando em uma tragédia irreversível.

Após o controle da ocorrência, o homem foi retirado da área com segurança e deverá ser encaminhado para os procedimentos legais cabíveis, onde os fatos serão devidamente apurados dentro do devido processo legal. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o estado de saúde dele após o ocorrido.

O caso reacende um debate importante sobre os perigos da chamada “justiça com as próprias mãos”. Especialistas alertam que, embora a revolta diante de crimes seja compreensível, atitudes impulsivas podem gerar consequências ainda mais graves, colocando vidas em risco e comprometendo o próprio senso de justiça.

A atuação coordenada das forças de segurança reforça a importância do diálogo institucional e do respeito às leis como caminhos seguros para a resolução de conflitos. Situações como essa evidenciam a necessidade de confiança nas instituições e no trabalho das autoridades, responsáveis por garantir que cada caso seja investigado com responsabilidade e imparcialidade.

Enquanto isso, a população acompanha com atenção o desenrolar dos fatos, na expectativa de que a verdade seja esclarecida e que episódios como este sirvam de reflexão coletiva sobre os limites da ação popular diante de suspeitas e acusações.

(Maria Clara)

FÚRIA NAS RUAS: Suspeito de Furto Quase é Linchado e Ação Rápida da Polícia Evita Tragédia

Um episódio de forte tensão e comoção social marcou recentemente uma comunidade, revelando o quanto situações de revolta podem rapidamente sair do controle. De acordo com informações apuradas pela reportagem do blog Política e Resenha, um homem apontado por populares como suspeito de furtar uma bicicleta foi alvo de agressões por parte de moradores indignados.

Testemunhas relataram que, ao identificar o suposto autor do furto, algumas pessoas passaram a agir de forma impulsiva, cercando e agredindo o indivíduo. O cenário, que começou com acusações, rapidamente evoluiu para um quadro de violência coletiva, acendendo um alerta sobre os limites entre indignação e justiça.

A rápida intervenção da Polícia Militar foi decisiva. Acionada por moradores, a guarnição chegou ao local em tempo hábil, conseguindo conter os ânimos e interromper as agressões. A atuação dos policiais evitou que a situação tomasse proporções ainda mais graves, possivelmente resultando em uma tragédia irreversível.

Após o controle da ocorrência, o homem foi retirado da área com segurança e deverá ser encaminhado para os procedimentos legais cabíveis, onde os fatos serão devidamente apurados dentro do devido processo legal. Até o momento, não há informações confirmadas sobre o estado de saúde dele após o ocorrido.

O caso reacende um debate importante sobre os perigos da chamada “justiça com as próprias mãos”. Especialistas alertam que, embora a revolta diante de crimes seja compreensível, atitudes impulsivas podem gerar consequências ainda mais graves, colocando vidas em risco e comprometendo o próprio senso de justiça.

A atuação coordenada das forças de segurança reforça a importância do diálogo institucional e do respeito às leis como caminhos seguros para a resolução de conflitos. Situações como essa evidenciam a necessidade de confiança nas instituições e no trabalho das autoridades, responsáveis por garantir que cada caso seja investigado com responsabilidade e imparcialidade.

Enquanto isso, a população acompanha com atenção o desenrolar dos fatos, na expectativa de que a verdade seja esclarecida e que episódios como este sirvam de reflexão coletiva sobre os limites da ação popular diante de suspeitas e acusações.

(Maria Clara)

OPORTUNIDADE QUE NÃO VOLTA: O VILA DO SERVIDOR E O DIREITO DE VIVER MELHOR

(Padre Carlos)

Há momentos na vida em que a história bate à porta — e não insiste duas vezes.

O lançamento do Vila do Servidor, fruto da parceria entre a Prefeitura de Vitória da Conquista e a VCA Construtora, não é apenas mais um empreendimento imobiliário. É, antes de tudo, um gesto político, social e humano que precisa ser compreendido na sua profundidade.

Estamos falando de algo raro no Brasil: um projeto pensado para quem sustenta a máquina pública — o servidor. Aquele que, muitas vezes, vive anos servindo à população, mas sem acesso real a oportunidades concretas de melhoria de vida.

E aqui está o ponto central: essa é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.

Não se trata apenas de adquirir um imóvel. Trata-se de garantir dignidade, estabilidade e futuro. Trata-se de sair do aluguel, de construir patrimônio, de oferecer segurança à família — algo cada vez mais distante para grande parte dos brasileiros.

A sensibilidade da prefeita ao abraçar esse projeto revela uma compreensão que vai além da política tradicional. É a percepção de que governar também é criar caminhos reais para que as pessoas vivam melhor. Não é discurso. É ação concreta.

E ao lado disso, há um elemento que merece destaque: a postura da VCA.

Uma construtora que cresceu, se consolidou e se tornou uma das maiores do país, mas que não esqueceu suas raízes. Ao investir em um projeto voltado aos servidores, a empresa demonstra algo que o mercado raramente entrega: compromisso com a terra que ajudou a construir sua própria história.

Isso não é apenas negócio. É pertencimento.

Agora, olhemos para o que realmente está sendo oferecido.

Morar a poucos minutos dos principais centros comerciais da cidade — Shopping Conquista Sul, Boulevard Shopping —, cercado de serviços, comércio e mobilidade. Isso significa tempo. E tempo, hoje, é um dos ativos mais valiosos que existem.

Menos deslocamento. Mais convivência familiar. Mais qualidade de vida.

A pergunta que fica é simples — e direta:

quantas vezes uma oportunidade assim aparece na vida de um servidor público?

A resposta é desconfortável: quase nunca.

Por isso, deixar passar algo como o Vila do Servidor não é apenas perder um negócio. É, possivelmente, abrir mão de uma mudança estrutural na própria vida.

Vivemos uma época em que tudo parece instável — economia, política, relações. Ter um lugar seu, bem localizado, com estrutura e perspectiva de valorização, deixou de ser luxo. Tornou-se necessidade estratégica.

E quando essa possibilidade surge com condições diferenciadas, apoio institucional e localização privilegiada, não se trata mais de escolha comum.

Trata-se de decisão de futuro.

O Vila do Servidor não é apenas um empreendimento. É uma ponte entre o presente de esforço e um futuro de segurança.

E pontes não ficam disponíveis para sempre.

OPORTUNIDADE QUE NÃO VOLTA: O VILA DO SERVIDOR E O DIREITO DE VIVER MELHOR

(Padre Carlos)

Há momentos na vida em que a história bate à porta — e não insiste duas vezes.

O lançamento do Vila do Servidor, fruto da parceria entre a Prefeitura de Vitória da Conquista e a VCA Construtora, não é apenas mais um empreendimento imobiliário. É, antes de tudo, um gesto político, social e humano que precisa ser compreendido na sua profundidade.

Estamos falando de algo raro no Brasil: um projeto pensado para quem sustenta a máquina pública — o servidor. Aquele que, muitas vezes, vive anos servindo à população, mas sem acesso real a oportunidades concretas de melhoria de vida.

E aqui está o ponto central: essa é uma oportunidade que não pode ser desperdiçada.

Não se trata apenas de adquirir um imóvel. Trata-se de garantir dignidade, estabilidade e futuro. Trata-se de sair do aluguel, de construir patrimônio, de oferecer segurança à família — algo cada vez mais distante para grande parte dos brasileiros.

A sensibilidade da prefeita ao abraçar esse projeto revela uma compreensão que vai além da política tradicional. É a percepção de que governar também é criar caminhos reais para que as pessoas vivam melhor. Não é discurso. É ação concreta.

E ao lado disso, há um elemento que merece destaque: a postura da VCA.

Uma construtora que cresceu, se consolidou e se tornou uma das maiores do país, mas que não esqueceu suas raízes. Ao investir em um projeto voltado aos servidores, a empresa demonstra algo que o mercado raramente entrega: compromisso com a terra que ajudou a construir sua própria história.

Isso não é apenas negócio. É pertencimento.

Agora, olhemos para o que realmente está sendo oferecido.

Morar a poucos minutos dos principais centros comerciais da cidade — Shopping Conquista Sul, Boulevard Shopping —, cercado de serviços, comércio e mobilidade. Isso significa tempo. E tempo, hoje, é um dos ativos mais valiosos que existem.

Menos deslocamento. Mais convivência familiar. Mais qualidade de vida.

A pergunta que fica é simples — e direta:

quantas vezes uma oportunidade assim aparece na vida de um servidor público?

A resposta é desconfortável: quase nunca.

Por isso, deixar passar algo como o Vila do Servidor não é apenas perder um negócio. É, possivelmente, abrir mão de uma mudança estrutural na própria vida.

Vivemos uma época em que tudo parece instável — economia, política, relações. Ter um lugar seu, bem localizado, com estrutura e perspectiva de valorização, deixou de ser luxo. Tornou-se necessidade estratégica.

E quando essa possibilidade surge com condições diferenciadas, apoio institucional e localização privilegiada, não se trata mais de escolha comum.

Trata-se de decisão de futuro.

O Vila do Servidor não é apenas um empreendimento. É uma ponte entre o presente de esforço e um futuro de segurança.

E pontes não ficam disponíveis para sempre.