Política e Resenha

Manchetes dos principais jornais nacionais neste domingo 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 2 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Brasil só perde para El Salvador em despesas com tribunais de Justiça 

https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/el-salvador/ 

 

O Estado de S. Paulo
Contra alta na comida, indústria e consumidor apelam à criatividade 

https://www.estadao.com.br/economia/infracao-estrategias-driblar-alta-precos-alimentos/?srsltid=AfmBOoprQKqznV1VKcyJCAKvbgQE8CFcOjcgSvPiJLfq0BpdEuu7UdN- 

 

O Globo (RJ)
CULTURA BRASILEIRA EM FOLIA DE GALA
Épico domingo das artes tem chance real de Oscar em noite de Carnaval 

https://oglobo.globo.com/rio/carnaval/noticia/2025/03/02/sobrevivencia-no-carnaval-do-calor-ao-risco-de-furto-folioes-apostam-em-praticidade-conforto-e-seguranca.ghtml 

 

O Dia (RJ)
Quatro escolas abrem hoje o Grupo Especial. Confira tudo! 

https://odia.ig.com.br/diversao/carnaval/2025/03/7007062-saiba-como-virao-as-quatro-primeiras-escolas-a-desfilar-pelo-grupo-especial-na-sapucai.html 

 

Correio Braziliense
O Brasil todo está no Oscar! 

https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2025/03/7072079-oscar-saiba-como-os-brasileiros-pretendem-acompanhar-a-premiacao.html 

 

Estado de Minas
CARNAVAL
Do alto e no chão, BH celebra com consciência e brilho 

https://www.em.com.br/gerais/2025/03/7074078-carnaval-de-bh-a-imensidao-vista-de-cima.html 

 

Jornal do Commercio (PE)
Um Carnaval gigante 

https://jc.ne10.uol.com.br/cultura/2025/02/26/galo-gigante-e-erguido-e-reune-centenas-de-folioes-no-carnaval-do-recife.html 

 

A Tarde (BA)
Salvador ferve, tomada pela folia 

https://atarde.com.br/?d=1 

 

Diário do Nordeste (CE)
Fortaleza tem 2º fevereiro mais chuvoso em 52 anos 

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/fortaleza-tem-segundo-fevereiro-mais-chuvoso-em-52-anos-1.3624952 

 

Meia Hora (RJ)
Vasco fez chilique? Gol do Bruno Henrique 

https://www.meiahora.com.br/esportes/2025/03/7013651-com-golaco-de-bruno-henrique-flamengo-vence-vasco-e-pode-ate-perder-que-vai-a-final-do-carioca.html 

Correio do Povo (RS)
A migração da flora 

https://www.correiodopovo.com.br/especial/mudan%C3%A7as-clim%C3%A1ticas-amea%C3%A7am-esp%C3%A9cies-no-rs-1.1584218 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais neste domingo 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 2 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Brasil só perde para El Salvador em despesas com tribunais de Justiça 

https://www1.folha.uol.com.br/folha-topicos/el-salvador/ 

 

O Estado de S. Paulo
Contra alta na comida, indústria e consumidor apelam à criatividade 

https://www.estadao.com.br/economia/infracao-estrategias-driblar-alta-precos-alimentos/?srsltid=AfmBOoprQKqznV1VKcyJCAKvbgQE8CFcOjcgSvPiJLfq0BpdEuu7UdN- 

 

O Globo (RJ)
CULTURA BRASILEIRA EM FOLIA DE GALA
Épico domingo das artes tem chance real de Oscar em noite de Carnaval 

https://oglobo.globo.com/rio/carnaval/noticia/2025/03/02/sobrevivencia-no-carnaval-do-calor-ao-risco-de-furto-folioes-apostam-em-praticidade-conforto-e-seguranca.ghtml 

 

O Dia (RJ)
Quatro escolas abrem hoje o Grupo Especial. Confira tudo! 

https://odia.ig.com.br/diversao/carnaval/2025/03/7007062-saiba-como-virao-as-quatro-primeiras-escolas-a-desfilar-pelo-grupo-especial-na-sapucai.html 

 

Correio Braziliense
O Brasil todo está no Oscar! 

https://www.correiobraziliense.com.br/diversao-e-arte/2025/03/7072079-oscar-saiba-como-os-brasileiros-pretendem-acompanhar-a-premiacao.html 

 

Estado de Minas
CARNAVAL
Do alto e no chão, BH celebra com consciência e brilho 

https://www.em.com.br/gerais/2025/03/7074078-carnaval-de-bh-a-imensidao-vista-de-cima.html 

 

Jornal do Commercio (PE)
Um Carnaval gigante 

https://jc.ne10.uol.com.br/cultura/2025/02/26/galo-gigante-e-erguido-e-reune-centenas-de-folioes-no-carnaval-do-recife.html 

 

A Tarde (BA)
Salvador ferve, tomada pela folia 

https://atarde.com.br/?d=1 

 

Diário do Nordeste (CE)
Fortaleza tem 2º fevereiro mais chuvoso em 52 anos 

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ceara/fortaleza-tem-segundo-fevereiro-mais-chuvoso-em-52-anos-1.3624952 

 

Meia Hora (RJ)
Vasco fez chilique? Gol do Bruno Henrique 

https://www.meiahora.com.br/esportes/2025/03/7013651-com-golaco-de-bruno-henrique-flamengo-vence-vasco-e-pode-ate-perder-que-vai-a-final-do-carioca.html 

Correio do Povo (RS)
A migração da flora 

https://www.correiodopovo.com.br/especial/mudan%C3%A7as-clim%C3%A1ticas-amea%C3%A7am-esp%C3%A9cies-no-rs-1.1584218 

 

Artigo de Opinião: Central de Achados e Perdidos: Uma Iniciativa Inteligente para Vitória da Conquista 

 

 

 

A proposta do vereador Luciano Gomes Lisboa, de criação de uma Central de Achados e Perdidos em Vitória da Conquista, surge como uma lufada de ar fresco em meio à burocracia e aos transtornos que afligem o cidadão. A iniciativa, que tramita no parlamento conquistense e ganha merecida repercussão no BLOG DO ANDERSON, merece ser analisada com a devida atenção, pois representa um avanço significativo na prestação de serviços à população. 

A estatística apresentada pelo vereador, com base em dados da Polícia Civil, é alarmante: centenas de queixas são registradas mensalmente por perda, furto ou roubo de documentos essenciais como RG, CPF, CNH, Cartão SUS e Carteira de Trabalho. Recuperar um documento perdido, como bem aponta o edil, é uma tarefa árdua, quase impossível na maioria dos casos. 

A ausência de um sistema centralizado para entrega e busca de documentos extraviados obriga o cidadão a recorrer à emissão de segundas vias, um processo burocrático e moroso, especialmente em tempos de agendamentos via cadastro no Sistema Gov.br. Essa situação onera o tempo e o bolso do cidadão, além de gerar frustração e insegurança. 

A proposta da Central de Achados e Perdidos surge, portanto, como uma solução inteligente e eficiente para mitigar esses problemas. Ao centralizar a entrega e a busca de documentos, a iniciativa facilita a vida do cidadão, reduz a burocracia e agiliza o processo de recuperação de documentos extraviados. 

Além disso, a Central de Achados e Perdidos contribui para a segurança da população, ao evitar fraudes com documentos encontrados. A medida dificulta a ação de indivíduos especializados em fraudar documentos de terceiros, protegendo a população de golpes e prejuízos. 

A disponibilização dos documentos encontrados no site da Prefeitura, dentro de um prazo de 120 dias, garante a transparência e a eficiência do sistema. O cidadão poderá consultar a lista de documentos encontrados de forma rápida e fácil, sem precisar se deslocar até a Central. 

Diante de todos esses benefícios, a proposta do vereador Luciano Gomes Lisboa merece o apoio de todos os vereadores e da administração municipal. A criação da Central de Achados e Perdidos representa um avanço significativo na prestação de serviços à população, além de contribuir para a segurança e a modernização da gestão pública em Vitória da Conquista. 

A iniciativa, portanto, não se resume a uma simples medida administrativa, mas sim a um gesto de respeito e atenção ao cidadão, que merece ter seus direitos e sua segurança garantidos. Que a proposta seja aprovada e implementada o mais breve possível, para que a população conquistense possa usufruir dos seus benefícios. 

 

Padre Carlos

Artigo de Opinião: Central de Achados e Perdidos: Uma Iniciativa Inteligente para Vitória da Conquista 

 

 

 

A proposta do vereador Luciano Gomes Lisboa, de criação de uma Central de Achados e Perdidos em Vitória da Conquista, surge como uma lufada de ar fresco em meio à burocracia e aos transtornos que afligem o cidadão. A iniciativa, que tramita no parlamento conquistense e ganha merecida repercussão no BLOG DO ANDERSON, merece ser analisada com a devida atenção, pois representa um avanço significativo na prestação de serviços à população. 

A estatística apresentada pelo vereador, com base em dados da Polícia Civil, é alarmante: centenas de queixas são registradas mensalmente por perda, furto ou roubo de documentos essenciais como RG, CPF, CNH, Cartão SUS e Carteira de Trabalho. Recuperar um documento perdido, como bem aponta o edil, é uma tarefa árdua, quase impossível na maioria dos casos. 

A ausência de um sistema centralizado para entrega e busca de documentos extraviados obriga o cidadão a recorrer à emissão de segundas vias, um processo burocrático e moroso, especialmente em tempos de agendamentos via cadastro no Sistema Gov.br. Essa situação onera o tempo e o bolso do cidadão, além de gerar frustração e insegurança. 

A proposta da Central de Achados e Perdidos surge, portanto, como uma solução inteligente e eficiente para mitigar esses problemas. Ao centralizar a entrega e a busca de documentos, a iniciativa facilita a vida do cidadão, reduz a burocracia e agiliza o processo de recuperação de documentos extraviados. 

Além disso, a Central de Achados e Perdidos contribui para a segurança da população, ao evitar fraudes com documentos encontrados. A medida dificulta a ação de indivíduos especializados em fraudar documentos de terceiros, protegendo a população de golpes e prejuízos. 

A disponibilização dos documentos encontrados no site da Prefeitura, dentro de um prazo de 120 dias, garante a transparência e a eficiência do sistema. O cidadão poderá consultar a lista de documentos encontrados de forma rápida e fácil, sem precisar se deslocar até a Central. 

Diante de todos esses benefícios, a proposta do vereador Luciano Gomes Lisboa merece o apoio de todos os vereadores e da administração municipal. A criação da Central de Achados e Perdidos representa um avanço significativo na prestação de serviços à população, além de contribuir para a segurança e a modernização da gestão pública em Vitória da Conquista. 

A iniciativa, portanto, não se resume a uma simples medida administrativa, mas sim a um gesto de respeito e atenção ao cidadão, que merece ter seus direitos e sua segurança garantidos. Que a proposta seja aprovada e implementada o mais breve possível, para que a população conquistense possa usufruir dos seus benefícios. 

 

Padre Carlos

Artigo de Opinião: O Amor ao Próximo como Expressão do Amor a Deus

 

 

 

 

A Palavra de Deus é um convite incessante ao amor, um amor que se manifesta em duas dimensões inseparáveis: o amor a Deus e o amor ao próximo. Este último, longe de ser um mero acessório, é a condição sine qua non para a autenticidade do nosso amor a Deus. Afinal, como podemos amar um Deus que não vemos, se falhamos em amar o irmão que está ao nosso lado, com suas qualidades e, principalmente, com suas limitações?

Essa reflexão nos leva a um questionamento crucial: e quando não conseguimos amar aqueles que nos são “fatigosos”, que nos desafiam a paciência, que nos causam irritação ou mesmo dor? Estaríamos, nesse caso, falhando em nosso amor a Deus? A resposta, acredito, reside na complexidade da natureza humana e na contínua jornada de aperfeiçoamento que nos é proposta.

Quem são os nossos inimigos?

É importante, antes de tudo, definir quem consideramos nossos “inimigos”. O Papa Francisco nos oferece uma perspectiva esclarecedora: “Inimigos são também aqueles que falam mal de nós, que nos caluniam e nos enganam.” Não são apenas aqueles que nos prejudicam fisicamente, mas também aqueles que nos ferem com palavras e atitudes. A estes, somos chamados a responder com o bem, uma estratégia inspirada no amor.

O Evangelho nos convida a praticar a bondade como resposta à hostilidade, lembrando-nos de que “a ninguém deu licença de pecar” (Eclo 15,21). Vivemos em tempos de impaciência e conflitos, onde a tolerância e a compreensão parecem estar em falta. Acreditamos, erroneamente, que o tempo de crescimento do outro deve se adequar às nossas expectativas.

No entanto, a vida de Jesus nos ensina que a bondade e a paciência são fundamentais para construir relações fraternas. A fraternidade não é apenas uma atitude universal, mas sim a consequência de uma vida pautada nos ensinamentos do Evangelho.

Caminhar juntos em ano jubilar

Este ano jubilar, que a Igreja celebra com entusiasmo, é um convite especial para trilharmos esse caminho de bondade. Como nos lembra o Papa Francisco, em sua mensagem para a Quaresma: “Deus pede-nos que verifiquemos se, nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades.”

O amor aos inimigos deve ser acompanhado da oração. Perdoamos porque somos filhos do mesmo Pai, e é através da oração que o perdão se torna concreto. Sem ela, estaríamos apenas firmando acordos de convivência, e não praticando o amor genuíno.

Quando nos vemos incapazes de amar dessa forma, devemos nos lembrar do sacrifício de Jesus na cruz. Ali, no Calvário, Ele amou a todos, pecadores, santos, hipócritas e, principalmente, seus algozes. Ele nos amou até o fim!

O compromisso com a caridade

A fé cristã é exigente e nos pede um compromisso constante com a caridade, com o amor que se doa até o fim, mesmo quando julgamos que o outro não merece. Mas quem somos nós para decretar a “perda total” de alguém? A lição da cruz nos ensina que somos devedores de amor até mesmo para com aqueles que nos ofenderam.

Aqueles que se aproximam da Palavra e da Eucaristia não podem ser indiferentes aos seus irmãos. Não podemos tratá-los como inimigos, mas sim como membros do mesmo corpo de Cristo.

Que a força do Evangelho nos impulsione ao trabalho concreto da caridade! E que as graças do ano jubilar nos encontrem dispostos a servir a todos os nossos irmãos e irmãs.

Padre Carlos

Artigo de Opinião: O Amor ao Próximo como Expressão do Amor a Deus

 

 

 

 

A Palavra de Deus é um convite incessante ao amor, um amor que se manifesta em duas dimensões inseparáveis: o amor a Deus e o amor ao próximo. Este último, longe de ser um mero acessório, é a condição sine qua non para a autenticidade do nosso amor a Deus. Afinal, como podemos amar um Deus que não vemos, se falhamos em amar o irmão que está ao nosso lado, com suas qualidades e, principalmente, com suas limitações?

Essa reflexão nos leva a um questionamento crucial: e quando não conseguimos amar aqueles que nos são “fatigosos”, que nos desafiam a paciência, que nos causam irritação ou mesmo dor? Estaríamos, nesse caso, falhando em nosso amor a Deus? A resposta, acredito, reside na complexidade da natureza humana e na contínua jornada de aperfeiçoamento que nos é proposta.

Quem são os nossos inimigos?

É importante, antes de tudo, definir quem consideramos nossos “inimigos”. O Papa Francisco nos oferece uma perspectiva esclarecedora: “Inimigos são também aqueles que falam mal de nós, que nos caluniam e nos enganam.” Não são apenas aqueles que nos prejudicam fisicamente, mas também aqueles que nos ferem com palavras e atitudes. A estes, somos chamados a responder com o bem, uma estratégia inspirada no amor.

O Evangelho nos convida a praticar a bondade como resposta à hostilidade, lembrando-nos de que “a ninguém deu licença de pecar” (Eclo 15,21). Vivemos em tempos de impaciência e conflitos, onde a tolerância e a compreensão parecem estar em falta. Acreditamos, erroneamente, que o tempo de crescimento do outro deve se adequar às nossas expectativas.

No entanto, a vida de Jesus nos ensina que a bondade e a paciência são fundamentais para construir relações fraternas. A fraternidade não é apenas uma atitude universal, mas sim a consequência de uma vida pautada nos ensinamentos do Evangelho.

Caminhar juntos em ano jubilar

Este ano jubilar, que a Igreja celebra com entusiasmo, é um convite especial para trilharmos esse caminho de bondade. Como nos lembra o Papa Francisco, em sua mensagem para a Quaresma: “Deus pede-nos que verifiquemos se, nas nossas vidas e famílias, nos locais onde trabalhamos, nas comunidades paroquiais ou religiosas, somos capazes de caminhar com os outros, de ouvir, de vencer a tentação de nos entrincheirarmos na nossa autorreferencialidade e de olharmos apenas para as nossas próprias necessidades.”

O amor aos inimigos deve ser acompanhado da oração. Perdoamos porque somos filhos do mesmo Pai, e é através da oração que o perdão se torna concreto. Sem ela, estaríamos apenas firmando acordos de convivência, e não praticando o amor genuíno.

Quando nos vemos incapazes de amar dessa forma, devemos nos lembrar do sacrifício de Jesus na cruz. Ali, no Calvário, Ele amou a todos, pecadores, santos, hipócritas e, principalmente, seus algozes. Ele nos amou até o fim!

O compromisso com a caridade

A fé cristã é exigente e nos pede um compromisso constante com a caridade, com o amor que se doa até o fim, mesmo quando julgamos que o outro não merece. Mas quem somos nós para decretar a “perda total” de alguém? A lição da cruz nos ensina que somos devedores de amor até mesmo para com aqueles que nos ofenderam.

Aqueles que se aproximam da Palavra e da Eucaristia não podem ser indiferentes aos seus irmãos. Não podemos tratá-los como inimigos, mas sim como membros do mesmo corpo de Cristo.

Que a força do Evangelho nos impulsione ao trabalho concreto da caridade! E que as graças do ano jubilar nos encontrem dispostos a servir a todos os nossos irmãos e irmãs.

Padre Carlos

Meus Carnavais de Chuva, Suor e Cerveja: Uma Crônica Nostálgica 

 

 

 

 

Em Vitória da Conquista, Bahia, enquanto a chuva outonal tamborila no telhado, meus pensamentos me levam de volta aos carnavais de Salvador. Ah, Salvador! Cidade que pulsa em cada esquina, em cada sorriso, em cada nota da guitarra baiana. Uma nostalgia doce e amarga me invade, como um aroma de acarajé que se espalha pelas ladeiras do Pelourinho. 

Lembro-me dos carnavais de chuva, suor e cerveja. Dos blocos de rua, das batucadas e cordões. Com um entusiasmo juvenil, arrastávamos multidões pelas ruas da cidade. Sérgio Sampaio, com sua poesia singela e visceral, traduzia o espírito daqueles jovens rebeldes e apaixonados: “Eu quero é botar meu bloco na rua, brincar, botar pra gemer…”. Cada bairro, cada escola, cada grupo de amigos se unia em uma explosão de cores, ritmos e alegria. 

A emoção de descer a ladeira de São Bento, em busca dos amigos, ainda pulsa em minhas veias. Encontrar os companheiros de militância em frente ao clube de engenharia, transformando aquele espaço no QG do DCE e do movimento de esquerda, era um ritual sagrado. Que saudade do cordão da orla, com Paulo Pontes, Dapieve, Aninha, Valdelio, Pedro Yapone, Anilson, Zezeu Pola e tantos outros! Jovens idealistas, sonhando com revoluções e transformações sociais. 

Após os debates acalorados e os sonhos de um mundo melhor, voltávamos para o Campo Grande pela Carlos Gomes. À noite, nos encontrávamos no Clube Português, onde a folia era embalada por marchinhas e frevos. Era um tempo de liberdade e transgressão, onde as máscaras e fantasias nos permitiam ser quem quiséssemos. 

Caetano e Gil, mitos da nossa cultura, cantando com a nova geração de artistas do carnaval baiano, me mostram que o tempo não passa para aqueles que vivem intensamente. Eles são a prova de que a arte e a paixão podem nos manter jovens e conectados com o espírito da época. 

O carnaval que habita minhas memórias, no entanto, não é o mesmo de hoje. Os trios elétricos eram menos numerosos, mas muito mais significativos. A guitarra baiana reinava absoluta, e os bairros tinham seus próprios blocos, seus espaços de celebração e identidade. O Circuito Campo Grande era o templo do carnaval, com suas ladeiras repletas de foliões e um espírito democrático que unia a todos em uma só voz. 

A volta de Caetano, após o exílio, marcou uma transformação no carnaval. A contracultura se misturou ao axé, e novas vozes e ideias surgiram. O carnaval se tornou um reflexo das contradições de uma sociedade em ebulição. A chuva, símbolo de renovação, levava consigo os amores, as mágoas e os sonhos. “E quando a chuva começa, eu acabo perdendo a cabeça”, cantava Caetano, e nós nos entregávamos à dança e à festa, esquecendo as preocupações. 

Hoje, sinto falta daquele espírito de outrora, onde cada bloco era uma extensão do coração de um bairro, onde a guitarra baiana era a estrela principal. Mas o carnaval evolui, e a poesia da festa continua a nos encantar, capturando o que somos e o que sonhamos ser. 

Na década de 70, o carnaval era uma válvula de escape para a opressão da ditadura. Lutávamos com as armas que tínhamos, transformando as ruas em palcos de protesto e resistência. Já nos anos 80, o carnaval se tornou uma estrutura empresarial, com trios elétricos gigantes e a ascensão do axé music. O Chiclete com Banana substituiu o Jacaré e o Saborosa, e o carnaval popular perdeu espaço para a megafesta. 

Assim seguimos, entre a nostalgia e a celebração. Que a chuva continue caindo, lavando nossas tristezas e renovando nossas esperanças. Que o carnaval continue a nos transformar, a nos libertar, a nos fazer perder a cabeça em meio à alegria. 

E que nunca nos esqueçamos daqueles carnavais de chuva, suor e cerveja, que marcaram nossa juventude e nos ensinaram a lutar por um mundo mais justo e igualitário. 

 

Padre Carlos 

 

Meus Carnavais de Chuva, Suor e Cerveja: Uma Crônica Nostálgica 

 

 

 

 

Em Vitória da Conquista, Bahia, enquanto a chuva outonal tamborila no telhado, meus pensamentos me levam de volta aos carnavais de Salvador. Ah, Salvador! Cidade que pulsa em cada esquina, em cada sorriso, em cada nota da guitarra baiana. Uma nostalgia doce e amarga me invade, como um aroma de acarajé que se espalha pelas ladeiras do Pelourinho. 

Lembro-me dos carnavais de chuva, suor e cerveja. Dos blocos de rua, das batucadas e cordões. Com um entusiasmo juvenil, arrastávamos multidões pelas ruas da cidade. Sérgio Sampaio, com sua poesia singela e visceral, traduzia o espírito daqueles jovens rebeldes e apaixonados: “Eu quero é botar meu bloco na rua, brincar, botar pra gemer…”. Cada bairro, cada escola, cada grupo de amigos se unia em uma explosão de cores, ritmos e alegria. 

A emoção de descer a ladeira de São Bento, em busca dos amigos, ainda pulsa em minhas veias. Encontrar os companheiros de militância em frente ao clube de engenharia, transformando aquele espaço no QG do DCE e do movimento de esquerda, era um ritual sagrado. Que saudade do cordão da orla, com Paulo Pontes, Dapieve, Aninha, Valdelio, Pedro Yapone, Anilson, Zezeu Pola e tantos outros! Jovens idealistas, sonhando com revoluções e transformações sociais. 

Após os debates acalorados e os sonhos de um mundo melhor, voltávamos para o Campo Grande pela Carlos Gomes. À noite, nos encontrávamos no Clube Português, onde a folia era embalada por marchinhas e frevos. Era um tempo de liberdade e transgressão, onde as máscaras e fantasias nos permitiam ser quem quiséssemos. 

Caetano e Gil, mitos da nossa cultura, cantando com a nova geração de artistas do carnaval baiano, me mostram que o tempo não passa para aqueles que vivem intensamente. Eles são a prova de que a arte e a paixão podem nos manter jovens e conectados com o espírito da época. 

O carnaval que habita minhas memórias, no entanto, não é o mesmo de hoje. Os trios elétricos eram menos numerosos, mas muito mais significativos. A guitarra baiana reinava absoluta, e os bairros tinham seus próprios blocos, seus espaços de celebração e identidade. O Circuito Campo Grande era o templo do carnaval, com suas ladeiras repletas de foliões e um espírito democrático que unia a todos em uma só voz. 

A volta de Caetano, após o exílio, marcou uma transformação no carnaval. A contracultura se misturou ao axé, e novas vozes e ideias surgiram. O carnaval se tornou um reflexo das contradições de uma sociedade em ebulição. A chuva, símbolo de renovação, levava consigo os amores, as mágoas e os sonhos. “E quando a chuva começa, eu acabo perdendo a cabeça”, cantava Caetano, e nós nos entregávamos à dança e à festa, esquecendo as preocupações. 

Hoje, sinto falta daquele espírito de outrora, onde cada bloco era uma extensão do coração de um bairro, onde a guitarra baiana era a estrela principal. Mas o carnaval evolui, e a poesia da festa continua a nos encantar, capturando o que somos e o que sonhamos ser. 

Na década de 70, o carnaval era uma válvula de escape para a opressão da ditadura. Lutávamos com as armas que tínhamos, transformando as ruas em palcos de protesto e resistência. Já nos anos 80, o carnaval se tornou uma estrutura empresarial, com trios elétricos gigantes e a ascensão do axé music. O Chiclete com Banana substituiu o Jacaré e o Saborosa, e o carnaval popular perdeu espaço para a megafesta. 

Assim seguimos, entre a nostalgia e a celebração. Que a chuva continue caindo, lavando nossas tristezas e renovando nossas esperanças. Que o carnaval continue a nos transformar, a nos libertar, a nos fazer perder a cabeça em meio à alegria. 

E que nunca nos esqueçamos daqueles carnavais de chuva, suor e cerveja, que marcaram nossa juventude e nos ensinaram a lutar por um mundo mais justo e igualitário. 

 

Padre Carlos 

 

ARTIGO – Luto na Enfermagem Conquistense: A Partida Prematura de Fábio Oliveira dos Santos

 

 

A Enfermagem de Vitória da Conquista amanheceu mais triste. Fábio Oliveira dos Santos, técnico de enfermagem dedicado e querido, partiu de forma inesperada, vítima de um infarto fulminante enquanto trabalhava em um serviço de Home Care. Aos 49 anos, Fábio deixa não apenas sua família e amigos em luto, mas também uma categoria profissional marcada pela dedicação, pelo cuidado e pelo amor ao próximo.

A notícia de sua partida ressoou como um golpe na comunidade conquistense, especialmente entre os profissionais de saúde que, dia após dia, enfrentam jornadas exaustivas e, muitas vezes, silenciam suas próprias dores para aliviar as dos outros. O luto por Fábio não é apenas uma despedida; é também um grito de reconhecimento a todos os que, como ele, fazem da enfermagem um sacerdócio.

Ser técnico de enfermagem vai além da técnica. Exige empatia, paciência e um compromisso inabalável com o bem-estar do outro. Fábio personificava essas qualidades. Aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo destacam seu profissionalismo, sua humanidade e a leveza com que desempenhava sua função.

A morte de Fábio nos obriga a refletir sobre as condições de trabalho dos profissionais da saúde, especialmente dos técnicos de enfermagem, que lidam diariamente com a dor e a vulnerabilidade alheia, muitas vezes negligenciando a própria saúde. O desgaste físico e emocional da profissão é uma realidade que precisa ser debatida e enfrentada.

Neste momento de dor, o Política e Resenha se une à família, aos amigos e aos colegas de profissão de Fábio Oliveira dos Santos. Que sua dedicação à enfermagem seja lembrada e que sua partida inspire um olhar mais atento àqueles que cuidam de nós nos momentos mais difíceis.

Informações sobre o funeral serão divulgadas em breve.

ARTIGO – Luto na Enfermagem Conquistense: A Partida Prematura de Fábio Oliveira dos Santos

 

 

A Enfermagem de Vitória da Conquista amanheceu mais triste. Fábio Oliveira dos Santos, técnico de enfermagem dedicado e querido, partiu de forma inesperada, vítima de um infarto fulminante enquanto trabalhava em um serviço de Home Care. Aos 49 anos, Fábio deixa não apenas sua família e amigos em luto, mas também uma categoria profissional marcada pela dedicação, pelo cuidado e pelo amor ao próximo.

A notícia de sua partida ressoou como um golpe na comunidade conquistense, especialmente entre os profissionais de saúde que, dia após dia, enfrentam jornadas exaustivas e, muitas vezes, silenciam suas próprias dores para aliviar as dos outros. O luto por Fábio não é apenas uma despedida; é também um grito de reconhecimento a todos os que, como ele, fazem da enfermagem um sacerdócio.

Ser técnico de enfermagem vai além da técnica. Exige empatia, paciência e um compromisso inabalável com o bem-estar do outro. Fábio personificava essas qualidades. Aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo destacam seu profissionalismo, sua humanidade e a leveza com que desempenhava sua função.

A morte de Fábio nos obriga a refletir sobre as condições de trabalho dos profissionais da saúde, especialmente dos técnicos de enfermagem, que lidam diariamente com a dor e a vulnerabilidade alheia, muitas vezes negligenciando a própria saúde. O desgaste físico e emocional da profissão é uma realidade que precisa ser debatida e enfrentada.

Neste momento de dor, o Política e Resenha se une à família, aos amigos e aos colegas de profissão de Fábio Oliveira dos Santos. Que sua dedicação à enfermagem seja lembrada e que sua partida inspire um olhar mais atento àqueles que cuidam de nós nos momentos mais difíceis.

Informações sobre o funeral serão divulgadas em breve.

Artigo – O Ouro Verde que Ignoramos: Café, Cacau e Jaca

 

 

Em tempos recentes, a região de Vitória da Conquista e o Sudoeste da Bahia assistiram a uma transformação drástica em suas práticas agrícolas. No passado, muitos produtores arrancaram suas plantações de café para dar lugar a pastagens para gado, uma escolha que parecia economicamente viável na época. No entanto, hoje o café é altamente valorizado, com preços que alcançam R$ 45 por quilograma, refletindo sua importância no mercado nacional e internacional.

De forma semelhante, o cacau, outrora desprezado, agora atinge preços históricos, impulsionando o mercado interno. A arroba de cacau foi negociada a R$ 1.029 na praça de Ilhéus, evidenciando a recuperação de um mercado que havia sido negligenciado. Essa valorização do cacau e do café serve como um lembrete das oportunidades perdidas quando essas culturas foram substituídas por outras atividades agrícolas.

A Lição do Passado
A história recente nos ensina que a substituição de culturas tradicionais por outras atividades pode ser um erro caro. Em Vitória da Conquista, a escolha de arrancar plantações de café para pastagens foi uma decisão que, na época, parecia lógica, mas hoje se revela como um equívoco. O mesmo ocorreu com o cacau no Sudoeste, onde a substituição por outras culturas ou usos do solo resultou na perda de uma oportunidade econômica significativa.

A Jaca: Um Recurso Subutilizado
Enquanto o café e o cacau já são reconhecidos por seu valor, a jaca emerge como uma nova promessa. Na Índia e na China, a jaca é uma iguaria altamente valorizada, e esses países importam grandes quantidades da Tailândia. No entanto, em nossa região, observamos uma prática que nos faz refletir sobre o uso dos recursos naturais. Em São Miguel e Santo Antônio de Jesus, por exemplo, pés de jaca estão sendo cortados para fabricar móveis luxuosos, como mesas de cozinha e salas para os ricos. Essa escolha, embora lucrativa no curto prazo, ignora o potencial econômico e sustentável que a jaca poderia oferecer se cultivada e comercializada adequadamente.

Empreendedores visionários, como Maria Edivângela, já transformaram a jaca em um negócio lucrativo, gerando emprego e renda, e estão prestes a exportar com o apoio da ApexBrasil. Isso demonstra que a jaca pode ser uma fonte de renda significativa para pequenos e médios agricultores, caso seja explorada de forma sustentável.

Conclusão
O café, o cacau e a jaca são mais do que produtos agrícolas; são oportunidades para o desenvolvimento sustentável e econômico do Brasil. É hora de aprender com os erros do passado e aproveitar as oportunidades que a terra nos oferece. Com sabedoria e visão, podemos cultivar hoje o que será o “ouro verde” de amanhã, garantindo um futuro próspero para nossos agricultores e comunidades. A escolha está em nossas mãos: podemos repetir os erros ou escrever uma nova história de sucesso e sustentabilidade.

Este texto foi escrito a quatro mãos por Gedel Couto e Padre Carlos

Artigo – O Ouro Verde que Ignoramos: Café, Cacau e Jaca

 

 

Em tempos recentes, a região de Vitória da Conquista e o Sudoeste da Bahia assistiram a uma transformação drástica em suas práticas agrícolas. No passado, muitos produtores arrancaram suas plantações de café para dar lugar a pastagens para gado, uma escolha que parecia economicamente viável na época. No entanto, hoje o café é altamente valorizado, com preços que alcançam R$ 45 por quilograma, refletindo sua importância no mercado nacional e internacional.

De forma semelhante, o cacau, outrora desprezado, agora atinge preços históricos, impulsionando o mercado interno. A arroba de cacau foi negociada a R$ 1.029 na praça de Ilhéus, evidenciando a recuperação de um mercado que havia sido negligenciado. Essa valorização do cacau e do café serve como um lembrete das oportunidades perdidas quando essas culturas foram substituídas por outras atividades agrícolas.

A Lição do Passado
A história recente nos ensina que a substituição de culturas tradicionais por outras atividades pode ser um erro caro. Em Vitória da Conquista, a escolha de arrancar plantações de café para pastagens foi uma decisão que, na época, parecia lógica, mas hoje se revela como um equívoco. O mesmo ocorreu com o cacau no Sudoeste, onde a substituição por outras culturas ou usos do solo resultou na perda de uma oportunidade econômica significativa.

A Jaca: Um Recurso Subutilizado
Enquanto o café e o cacau já são reconhecidos por seu valor, a jaca emerge como uma nova promessa. Na Índia e na China, a jaca é uma iguaria altamente valorizada, e esses países importam grandes quantidades da Tailândia. No entanto, em nossa região, observamos uma prática que nos faz refletir sobre o uso dos recursos naturais. Em São Miguel e Santo Antônio de Jesus, por exemplo, pés de jaca estão sendo cortados para fabricar móveis luxuosos, como mesas de cozinha e salas para os ricos. Essa escolha, embora lucrativa no curto prazo, ignora o potencial econômico e sustentável que a jaca poderia oferecer se cultivada e comercializada adequadamente.

Empreendedores visionários, como Maria Edivângela, já transformaram a jaca em um negócio lucrativo, gerando emprego e renda, e estão prestes a exportar com o apoio da ApexBrasil. Isso demonstra que a jaca pode ser uma fonte de renda significativa para pequenos e médios agricultores, caso seja explorada de forma sustentável.

Conclusão
O café, o cacau e a jaca são mais do que produtos agrícolas; são oportunidades para o desenvolvimento sustentável e econômico do Brasil. É hora de aprender com os erros do passado e aproveitar as oportunidades que a terra nos oferece. Com sabedoria e visão, podemos cultivar hoje o que será o “ouro verde” de amanhã, garantindo um futuro próspero para nossos agricultores e comunidades. A escolha está em nossas mãos: podemos repetir os erros ou escrever uma nova história de sucesso e sustentabilidade.

Este texto foi escrito a quatro mãos por Gedel Couto e Padre Carlos

Adeus a Dona Nitinha: Ícone de Vitória da Conquista Morre aos 80 Anos

Vitória da Conquista está de luto com o falecimento de Helenita Santos de Oliveira, carinhosamente conhecida como Dona Nitinha, ocorrido na tarde desta sexta-feira, 28 de fevereiro, por volta das 17h. Aos 80 anos recém-completados no último dia 14 de fevereiro, Dona Nitinha sofreu um infarto fulminante e não resistiu.

O velório está sendo realizado na Pax Premium, localizada ao lado da Capela São Vicente, próxima à Avenida Crescêncio Silveira. O sepultamento está marcado para este sábado, 1º de março, às 15h, no Cemitério da Saudade.

Dona Nitinha era uma figura querida na comunidade, conhecida por sua alegria contagiante e dedicação à família e amigos. Seu falecimento deixa uma lacuna irreparável no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

A comunidade se une neste momento de dor, prestando solidariedade aos familiares e amigos de Dona Nitinha. Seu legado de amor e amizade permanecerá vivo na memória de Vitória da Conquista.

Adeus a Dona Nitinha: Ícone de Vitória da Conquista Morre aos 80 Anos

Vitória da Conquista está de luto com o falecimento de Helenita Santos de Oliveira, carinhosamente conhecida como Dona Nitinha, ocorrido na tarde desta sexta-feira, 28 de fevereiro, por volta das 17h. Aos 80 anos recém-completados no último dia 14 de fevereiro, Dona Nitinha sofreu um infarto fulminante e não resistiu.

O velório está sendo realizado na Pax Premium, localizada ao lado da Capela São Vicente, próxima à Avenida Crescêncio Silveira. O sepultamento está marcado para este sábado, 1º de março, às 15h, no Cemitério da Saudade.

Dona Nitinha era uma figura querida na comunidade, conhecida por sua alegria contagiante e dedicação à família e amigos. Seu falecimento deixa uma lacuna irreparável no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la.

A comunidade se une neste momento de dor, prestando solidariedade aos familiares e amigos de Dona Nitinha. Seu legado de amor e amizade permanecerá vivo na memória de Vitória da Conquista.

Prefeitura de Vitória da Conquista: Compromisso com a Legalidade e Valorização dos Servidores

Em um movimento que reafirma seu compromisso com a transparência e o cumprimento das normas legais, a Prefeitura de Vitória da Conquista anunciou, na última sexta-feira (28), o desligamento de servidores públicos municipais aposentados pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que ainda estavam em atividade no Executivo Municipal. A decisão, oficializada pelo Decreto nº 23.582, está em consonância com a Constituição Federal e a Lei do Regime Jurídico dos Servidores Municipais, além de seguir entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF).

O processo administrativo teve início em 14 de novembro de 2024, com a publicação da Portaria nº 339/2024 pela Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi). Foram assegurados a todos os servidores envolvidos os direitos à ampla defesa e ao contraditório, conforme preceitos legais. Após minuciosa análise das manifestações e documentos apresentados, as decisões administrativas foram publicadas em 24 de janeiro de 2025, garantindo ainda o direito de recurso no prazo de 10 dias úteis.

Para assegurar a continuidade e eficiência dos serviços públicos, a Administração Municipal realizou concursos públicos visando à reposição dos cargos vacantes. Os convocados do Concurso nº 001/2023, na área da Educação, iniciaram suas funções em janeiro deste ano, enquanto os aprovados no Concurso Geral nº 001/2024 estão em fase de entrega de documentação para posse iminente.

O Governo Municipal expressa profunda gratidão aos servidores desligados, reconhecendo a dedicação e o comprometimento de cada um na construção de um município próspero e comprometido com o bem-estar da população. A Administração reafirma seu compromisso com a legalidade, transparência e aprimoramento contínuo da gestão pública, sempre em respeito aos princípios constitucionais e legais que norteiam o serviço público.

Prefeitura de Vitória da Conquista: Compromisso com a Legalidade e Valorização dos Servidores

Em um movimento que reafirma seu compromisso com a transparência e o cumprimento das normas legais, a Prefeitura de Vitória da Conquista anunciou, na última sexta-feira (28), o desligamento de servidores públicos municipais aposentados pelo Regime Geral de Previdência Social (RGPS) que ainda estavam em atividade no Executivo Municipal. A decisão, oficializada pelo Decreto nº 23.582, está em consonância com a Constituição Federal e a Lei do Regime Jurídico dos Servidores Municipais, além de seguir entendimento consolidado do Supremo Tribunal Federal (STF).

O processo administrativo teve início em 14 de novembro de 2024, com a publicação da Portaria nº 339/2024 pela Secretaria Municipal de Gestão e Inovação (Semgi). Foram assegurados a todos os servidores envolvidos os direitos à ampla defesa e ao contraditório, conforme preceitos legais. Após minuciosa análise das manifestações e documentos apresentados, as decisões administrativas foram publicadas em 24 de janeiro de 2025, garantindo ainda o direito de recurso no prazo de 10 dias úteis.

Para assegurar a continuidade e eficiência dos serviços públicos, a Administração Municipal realizou concursos públicos visando à reposição dos cargos vacantes. Os convocados do Concurso nº 001/2023, na área da Educação, iniciaram suas funções em janeiro deste ano, enquanto os aprovados no Concurso Geral nº 001/2024 estão em fase de entrega de documentação para posse iminente.

O Governo Municipal expressa profunda gratidão aos servidores desligados, reconhecendo a dedicação e o comprometimento de cada um na construção de um município próspero e comprometido com o bem-estar da população. A Administração reafirma seu compromisso com a legalidade, transparência e aprimoramento contínuo da gestão pública, sempre em respeito aos princípios constitucionais e legais que norteiam o serviço público.

Alerta Máximo: Rodovia BA-262 Passa por Transformação Radical para Evitar Tragédias!

Na manhã desta sexta-feira, 28, a movimentada rodovia BA-262, nas proximidades da Central de Abastecimento do Ceasa de Vitória da Conquista (CEAVIC), começou a receber intervenções significativas visando a segurança viária. Diversos equipamentos de sinalização foram instalados pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia, preparando o local para a implementação de redutores de velocidade.

Essas ações são resultado de uma reunião entre o Deputado Estadual Fabrício Falcão (PCdoB), o vereador Ricardo Babão e os empresários responsáveis pela administração da CEAVIC, Randrik e Zequinha. O objetivo é atender à demanda por medidas que garantam a segurança dos mais de 10 mil visitantes diários e dos inúmeros caminhões que trafegam pela rodovia.

A alta movimentação no trecho tem sido palco de diversos acidentes, evidenciando a urgência de intervenções. Com a instalação das novas placas, a expectativa é que os redutores de velocidade sejam implementados em breve, além da readequação dos retornos, proporcionando um trânsito mais seguro e tranquilo para todos os usuários da via.

Alerta Máximo: Rodovia BA-262 Passa por Transformação Radical para Evitar Tragédias!

Na manhã desta sexta-feira, 28, a movimentada rodovia BA-262, nas proximidades da Central de Abastecimento do Ceasa de Vitória da Conquista (CEAVIC), começou a receber intervenções significativas visando a segurança viária. Diversos equipamentos de sinalização foram instalados pela Secretaria de Infraestrutura da Bahia, preparando o local para a implementação de redutores de velocidade.

Essas ações são resultado de uma reunião entre o Deputado Estadual Fabrício Falcão (PCdoB), o vereador Ricardo Babão e os empresários responsáveis pela administração da CEAVIC, Randrik e Zequinha. O objetivo é atender à demanda por medidas que garantam a segurança dos mais de 10 mil visitantes diários e dos inúmeros caminhões que trafegam pela rodovia.

A alta movimentação no trecho tem sido palco de diversos acidentes, evidenciando a urgência de intervenções. Com a instalação das novas placas, a expectativa é que os redutores de velocidade sejam implementados em breve, além da readequação dos retornos, proporcionando um trânsito mais seguro e tranquilo para todos os usuários da via.

Motoboy é Atropelado por Carro Desgovernado em Vitória da Conquista!

Na noite desta sexta-feira (28), um grave acidente de trânsito no bairro Nova Cidade, em Vitória da Conquista, deixou um motoboy ferido após uma colisão com um carro de passeio. De acordo com informações preliminares, o condutor da motocicleta foi atendido no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e, em seguida, encaminhado a um hospital da cidade para receber cuidados médicos. O incidente chamou a atenção de moradores da região, que relataram ter ouvido o impacto entre os veículos. As causas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades, mas equipes estiveram no local para prestar os primeiros socorros e realizar os procedimentos necessários. O estado de saúde da vítima não foi informado.

Este incidente ocorre em meio a uma série de acidentes envolvendo motociclistas na região. Na noite anterior, quinta-feira (27), um motociclista identificado como Gilberto Silva perdeu a vida após cair de sua moto na BR-116, nas proximidades do bairro Morada dos Pássaros. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) suspeita que Gilberto possa ter sofrido um mal súbito antes da queda.

As autoridades locais reforçam a importância de medidas de segurança no trânsito, tanto para motoristas quanto para motociclistas, visando reduzir o número de acidentes e preservar vidas.

Motoboy é Atropelado por Carro Desgovernado em Vitória da Conquista!

Na noite desta sexta-feira (28), um grave acidente de trânsito no bairro Nova Cidade, em Vitória da Conquista, deixou um motoboy ferido após uma colisão com um carro de passeio. De acordo com informações preliminares, o condutor da motocicleta foi atendido no local pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e, em seguida, encaminhado a um hospital da cidade para receber cuidados médicos. O incidente chamou a atenção de moradores da região, que relataram ter ouvido o impacto entre os veículos. As causas do acidente ainda não foram divulgadas pelas autoridades, mas equipes estiveram no local para prestar os primeiros socorros e realizar os procedimentos necessários. O estado de saúde da vítima não foi informado.

Este incidente ocorre em meio a uma série de acidentes envolvendo motociclistas na região. Na noite anterior, quinta-feira (27), um motociclista identificado como Gilberto Silva perdeu a vida após cair de sua moto na BR-116, nas proximidades do bairro Morada dos Pássaros. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) suspeita que Gilberto possa ter sofrido um mal súbito antes da queda.

As autoridades locais reforçam a importância de medidas de segurança no trânsito, tanto para motoristas quanto para motociclistas, visando reduzir o número de acidentes e preservar vidas.