Política e Resenha

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira 

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 6 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Renegociação das dívidas dos estados pode custar R$ 1,3 trilhão ao governo 

Governo calcula perda de R$ 1,3 tri com dívida dos estados – 05/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Governo aposta que o etanol será o foco das tarifas dos EUA 

‘Notícia No Seu Tempo’: Governo aposta que o etanol será o foco das tarifas dos EUA – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Tributação de dividendos pode se espelhar em OCDE 

Tributação de dividendos pode se espelhar em OCDE | Impresso | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Suprema Corte dos EUA obriga Trump a manter ajuda externa 

Presidente da Suprema Corte dos EUA permite a governo Trump manter congelamento de ajuda externa 

 

O Dia (RJ)
Carnaval 2025: Laíla faz Nilópolis vencer 

Beija-flor é a campeã do Carnaval 2025 e conquista o 15º título da sua história | O Dia na Folia | O Dia 

 

Correio Braziliense
Moraes arquiva inquérito contra Ibaneis pelo 8/1 

STF arquiva investigação contra Ibaneis por suposta omissão em 8 de janeiro   

 

Estado de Minas
E a festa será ainda maior 

Festa aprovada. Mas pode melhorar… 

 

Zero Hora (RS)
Estiagem já afeta 200 municípios do RS; produtores estimam “grandes perdas” no campo 

Estiagem faz Lagoa do Peixe secar pelo segundo ano consecutivo | GZH 

 

Jornal do Commercio (PE)
Trump impacta Europa com incerteza global e apoio russo 

Jornal do Commercio 

 

A Tarde (BA)
Carnaval na capital leva 11 milhões de foliões às ruas 

A Tarde (BA) Carnaval na capital leva 11 milhões de foliões às ruas – Google Search 

 

Diário do Nordeste (CE)
Imóveis econômicos lideram vendas na Capital 

Com alta procura e recorde de vendas, imóveis em Fortaleza devem ficar menores e mais caros em 2025 – Ingrid Coelho – Diário do Nordeste 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira 

 

 

 

 

Da Redação do Política e Resenha
Publicado em 6 de março de 2025  

 

Folha de S.Paulo
Renegociação das dívidas dos estados pode custar R$ 1,3 trilhão ao governo 

Governo calcula perda de R$ 1,3 tri com dívida dos estados – 05/03/2025 – Mercado – Folha 

 

O Estado de S. Paulo
Governo aposta que o etanol será o foco das tarifas dos EUA 

‘Notícia No Seu Tempo’: Governo aposta que o etanol será o foco das tarifas dos EUA – Estadão 

 

Valor Econômico (SP)
Tributação de dividendos pode se espelhar em OCDE 

Tributação de dividendos pode se espelhar em OCDE | Impresso | Valor Econômico 

 

O Globo (RJ)
Suprema Corte dos EUA obriga Trump a manter ajuda externa 

Presidente da Suprema Corte dos EUA permite a governo Trump manter congelamento de ajuda externa 

 

O Dia (RJ)
Carnaval 2025: Laíla faz Nilópolis vencer 

Beija-flor é a campeã do Carnaval 2025 e conquista o 15º título da sua história | O Dia na Folia | O Dia 

 

Correio Braziliense
Moraes arquiva inquérito contra Ibaneis pelo 8/1 

STF arquiva investigação contra Ibaneis por suposta omissão em 8 de janeiro   

 

Estado de Minas
E a festa será ainda maior 

Festa aprovada. Mas pode melhorar… 

 

Zero Hora (RS)
Estiagem já afeta 200 municípios do RS; produtores estimam “grandes perdas” no campo 

Estiagem faz Lagoa do Peixe secar pelo segundo ano consecutivo | GZH 

 

Jornal do Commercio (PE)
Trump impacta Europa com incerteza global e apoio russo 

Jornal do Commercio 

 

A Tarde (BA)
Carnaval na capital leva 11 milhões de foliões às ruas 

A Tarde (BA) Carnaval na capital leva 11 milhões de foliões às ruas – Google Search 

 

Diário do Nordeste (CE)
Imóveis econômicos lideram vendas na Capital 

Com alta procura e recorde de vendas, imóveis em Fortaleza devem ficar menores e mais caros em 2025 – Ingrid Coelho – Diário do Nordeste 

 

ARTIGO – Chacina ou Confronto: O Preço da Impunidade

 

 

(Padre Carlos)

Há uma década, o episódio no Cabula marcou a memória de uma sociedade que clama por justiça, quando 12 jovens perderam a vida sob circunstâncias que hoje ainda levantam dúvidas sobre a veracidade da narrativa oficial. Agora, o incidente em Fazenda Coutos ressurge, trazendo à tona as mesmas questões cruciais: até que ponto podemos aceitar, sem uma investigação rigorosa e independente, a versão de um confronto legítimo quando a balança pesa igualmente para o termo “chacina”?

Em uma operação policial que resultou na morte de 12 pessoas, a justificativa da legítima defesa ecoa a defesa apresentada há dez anos, mas sem a mesma transparência e esclarecimentos que a sociedade exige. A ausência de perícias conclusivas e o histórico de violência policial impõem o imperativo de uma análise profunda, que vá além das estatísticas e retóricas oficiais. Cada vida ceifada num suposto enfrentamento se transforma em um grito por respostas, em um chamado urgente para que os métodos de trabalho das forças de segurança sejam questionados e, se necessário, reformulados.

A confiança depositada na narrativa oficial se vê abalada pelo peso das evidências históricas que apontam para o uso excessivo da força. Enquanto a polícia insiste na ideia de um confronto inevitável, a comunidade e os especialistas clamam por uma investigação que revele toda a verdade. Afinal, o rótulo de “chacina” não se aplica apenas ao número de mortos, mas à própria essência de um ato que pode representar a execução sumária de indivíduos, muitas vezes sem direito à defesa ou à dignidade.

A lembrança do Cabula serve como alerta para que não repitamos os erros do passado. É preciso que as autoridades se comprometam com a transparência e que o aparato estatal se sujeite a um escrutínio imparcial. A busca por justiça não pode ser ofuscada por relatos que, por vezes, se apoiam em uma versão incontestável da “legítima defesa”, ignorando a complexidade dos fatos e o impacto devastador que tais eventos têm sobre as comunidades.

A verdadeira transformação social dependerá da coragem de olhar para os fatos com olhos críticos e da disposição para corrigir rumos. Em um país onde a violência policial ainda ceifa vidas, o apelo por responsabilidade, por investigações profundas e por justiça efetiva ecoa como um chamado indispensável para que, finalmente, cada morte seja tratada com o rigor e o respeito que a verdade exige.

ARTIGO – Chacina ou Confronto: O Preço da Impunidade

 

 

(Padre Carlos)

Há uma década, o episódio no Cabula marcou a memória de uma sociedade que clama por justiça, quando 12 jovens perderam a vida sob circunstâncias que hoje ainda levantam dúvidas sobre a veracidade da narrativa oficial. Agora, o incidente em Fazenda Coutos ressurge, trazendo à tona as mesmas questões cruciais: até que ponto podemos aceitar, sem uma investigação rigorosa e independente, a versão de um confronto legítimo quando a balança pesa igualmente para o termo “chacina”?

Em uma operação policial que resultou na morte de 12 pessoas, a justificativa da legítima defesa ecoa a defesa apresentada há dez anos, mas sem a mesma transparência e esclarecimentos que a sociedade exige. A ausência de perícias conclusivas e o histórico de violência policial impõem o imperativo de uma análise profunda, que vá além das estatísticas e retóricas oficiais. Cada vida ceifada num suposto enfrentamento se transforma em um grito por respostas, em um chamado urgente para que os métodos de trabalho das forças de segurança sejam questionados e, se necessário, reformulados.

A confiança depositada na narrativa oficial se vê abalada pelo peso das evidências históricas que apontam para o uso excessivo da força. Enquanto a polícia insiste na ideia de um confronto inevitável, a comunidade e os especialistas clamam por uma investigação que revele toda a verdade. Afinal, o rótulo de “chacina” não se aplica apenas ao número de mortos, mas à própria essência de um ato que pode representar a execução sumária de indivíduos, muitas vezes sem direito à defesa ou à dignidade.

A lembrança do Cabula serve como alerta para que não repitamos os erros do passado. É preciso que as autoridades se comprometam com a transparência e que o aparato estatal se sujeite a um escrutínio imparcial. A busca por justiça não pode ser ofuscada por relatos que, por vezes, se apoiam em uma versão incontestável da “legítima defesa”, ignorando a complexidade dos fatos e o impacto devastador que tais eventos têm sobre as comunidades.

A verdadeira transformação social dependerá da coragem de olhar para os fatos com olhos críticos e da disposição para corrigir rumos. Em um país onde a violência policial ainda ceifa vidas, o apelo por responsabilidade, por investigações profundas e por justiça efetiva ecoa como um chamado indispensável para que, finalmente, cada morte seja tratada com o rigor e o respeito que a verdade exige.

A Hipocrisia das Homenagens Póstumas: 

 

 

 

 

Hoje, enquanto pensava em Zé da Paz, um líder comunitário que dedicou sua vida a cuidar do bairro que ajudou a criar, me deparei com uma reflexão amarga sobre a hipocrisia que permeia as homenagens póstumas. Zé da Paz foi um dos primeiros moradores de seu bairro e lutou incansavelmente por sua comunidade até o último dia de vida. No entanto, quando mais precisou, não encontrou o socorro ou a ajuda que tanto merecia. Morreu no banco de trás de um carro, sem assistência, vítima de um tumor no cérebro. Somente após sua morte, decidiram homenageá-lo, batizando uma praça no bairro com seu nome. Esse gesto tardio, embora bem-intencionado, revela uma contradição dolorosa: por que só valorizamos as pessoas, especialmente figuras públicas como políticos e artistas, depois que elas se vão?

Um Homem que Tudo Deu e Pouco Recebeu

Zé da Paz não era um político tradicional, mas um líder comunitário no sentido mais puro da palavra. Sua vida foi dedicada a melhorar o bairro que ele viu nascer. Ele foi um pilar, alguém que deu tudo de si para os outros. Mas, quando enfrentou sua própria batalha contra um tumor no cérebro, a ajuda que buscou não veio. Quem muito deu, pouco recebeu quando precisou. Sua morte, seguida pela nomeação de uma praça em sua homenagem, é um símbolo gritante de como a sociedade falha em retribuir o que recebe. Em vida, ele foi negligenciado; em morte, exaltado. Esse padrão não é exclusividade de Zé da Paz — ele se repete com líderes comunitários, artistas e até políticos que, enquanto vivos, são esquecidos ou criticados, mas após partirem ganham status de lenda.

A Indiferença da Natureza e a Necessidade Humana

Os versos de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, trazem uma perspectiva que amplifica essa reflexão:

“Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim.”

Caeiro nos confronta com a indiferença da natureza diante da morte. O mundo segue seu curso, as flores desabrocham, as árvores permanecem verdes, independentemente de nossa existência ou ausência. Essa visão, quase desconcertante em sua simplicidade, contrasta com nossa necessidade humana de criar narrativas póstumas que deem significado à vida de quem se foi. Homenageamos os mortos com placas, discursos e monumentos, como se isso compensasse o silêncio que lhes impusemos em vida. Mas, como Caeiro sugere, a realidade não precisa dessas homenagens — elas são para nós, os vivos, uma forma de lidar com a culpa ou de buscar redenção.

A Conveniência do Reconhecimento Tardio

Por que esperamos a morte para valorizar as pessoas? A resposta pode estar na conveniência. Homenagear alguém após sua partida é fácil: não exige confronto, não demanda ação imediata. Erguer uma praça com o nome de Zé da Paz é um gesto simbólico que apazigua consciências, mas não muda o fato de que ele morreu sem o apoio que merecia. Em vida, reconhecer seu valor teria significado estar ao seu lado, oferecer cuidados médicos, retribuir sua dedicação. Após a morte, basta uma placa e um discurso emocionado. Essa conveniência, porém, tem um custo: perdemos a chance de construir relações genuínas no presente, enquanto as pessoas ainda podem sentir o impacto de nosso apreço.

Caeiro vai além em sua reflexão:

“Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.”

Aqui, o eu lírico abraça a insignificância de sua morte com serenidade, rejeitando a ideia de que precisa ser lembrado. Essa aceitação é um desafio à nossa cultura obcecada por legados. Para Caeiro, as homenagens póstumas são fúteis, porque o mundo não muda com nossa ausência. Mas, para nós, que seguimos vivos, elas revelam uma hipocrisia: usamos a morte como um filtro que apaga falhas e exalta virtudes, transformando figuras complexas em ícones intocáveis. Artistas como Van Gogh, que morreram na miséria, ou políticos controversos que se tornam heróis nacionais postumamente, são exemplos disso. A morte nos permite idealizar sem o ônus de agir.

A Memória Coletiva e Suas Distorções

A memória coletiva, moldada por essas narrativas póstumas, muitas vezes distorce a realidade. Zé da Paz, ao ser homenageado com uma praça, é eternizado como um símbolo de virtude, mas essa idealização não reflete a verdade de sua vida — uma vida marcada por luta e abandono. Essa tendência de romantizar os mortos ignora suas contribuições reais e, mais importante, nossa responsabilidade de apoiá-los enquanto estavam entre nós. A praça é um gesto de gratidão, sim, mas também uma tentativa de apagar a culpa de uma comunidade que falhou com ele.

Caeiro continua:

“Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.”

Essa aceitação do tempo natural nos provoca: se a primavera virá de qualquer forma, por que não celebramos as pessoas enquanto elas podem compartilhar dessa beleza? Por que adiamos o reconhecimento até que seja tarde demais? A indiferença da natureza, que Caeiro exalta, não justifica a indiferença humana. Zé da Paz importava para sua comunidade, e sua morte, embora irrelevante para as flores e as árvores, foi uma perda sentida por aqueles que ele ajudou. Reconhecer isso em vida teria feito a diferença.

Um Chamado à Autenticidade

A hipocrisia das homenagens póstumas está na falsidade que muitas vezes as acompanha, mas também no que elas revelam sobre nossa incapacidade de viver o presente. Quantos Zés da Paz estão por aí, dedicando-se ao bem comum e sendo ignorados? Quantos de nós só perceberemos seu valor quando já não puderem ouvir nossos elogios? Caeiro encerra seu poema com uma verdade simples e poderosa:

“O que for, quando for, é que será o que é.”

A realidade segue seu curso, e nossas homenagens tardias não a alteram. Mas, enquanto estamos aqui, podemos escolher agir diferente. Valorizar as pessoas em vida — com suas virtudes e imperfeições — é um ato mais corajoso e autêntico do que qualquer monumento erguido após o fim. A história de Zé da Paz nos ensina que o verdadeiro reconhecimento não espera pela morte. Ele acontece agora, no calor da luta, na fragilidade da existência. Abandonar a hipocrisia de só amar quando é tarde demais é o primeiro passo para uma sociedade mais justa — uma sociedade que honra seus heróis enquanto eles ainda podem sentir o peso desse amor.

A Hipocrisia das Homenagens Póstumas: 

 

 

 

 

Hoje, enquanto pensava em Zé da Paz, um líder comunitário que dedicou sua vida a cuidar do bairro que ajudou a criar, me deparei com uma reflexão amarga sobre a hipocrisia que permeia as homenagens póstumas. Zé da Paz foi um dos primeiros moradores de seu bairro e lutou incansavelmente por sua comunidade até o último dia de vida. No entanto, quando mais precisou, não encontrou o socorro ou a ajuda que tanto merecia. Morreu no banco de trás de um carro, sem assistência, vítima de um tumor no cérebro. Somente após sua morte, decidiram homenageá-lo, batizando uma praça no bairro com seu nome. Esse gesto tardio, embora bem-intencionado, revela uma contradição dolorosa: por que só valorizamos as pessoas, especialmente figuras públicas como políticos e artistas, depois que elas se vão?

Um Homem que Tudo Deu e Pouco Recebeu

Zé da Paz não era um político tradicional, mas um líder comunitário no sentido mais puro da palavra. Sua vida foi dedicada a melhorar o bairro que ele viu nascer. Ele foi um pilar, alguém que deu tudo de si para os outros. Mas, quando enfrentou sua própria batalha contra um tumor no cérebro, a ajuda que buscou não veio. Quem muito deu, pouco recebeu quando precisou. Sua morte, seguida pela nomeação de uma praça em sua homenagem, é um símbolo gritante de como a sociedade falha em retribuir o que recebe. Em vida, ele foi negligenciado; em morte, exaltado. Esse padrão não é exclusividade de Zé da Paz — ele se repete com líderes comunitários, artistas e até políticos que, enquanto vivos, são esquecidos ou criticados, mas após partirem ganham status de lenda.

A Indiferença da Natureza e a Necessidade Humana

Os versos de Alberto Caeiro, heterônimo de Fernando Pessoa, trazem uma perspectiva que amplifica essa reflexão:

“Se eu já estiver morto,
As flores florirão da mesma maneira
E as árvores não serão menos verdes que na primavera passada.
A realidade não precisa de mim.”

Caeiro nos confronta com a indiferença da natureza diante da morte. O mundo segue seu curso, as flores desabrocham, as árvores permanecem verdes, independentemente de nossa existência ou ausência. Essa visão, quase desconcertante em sua simplicidade, contrasta com nossa necessidade humana de criar narrativas póstumas que deem significado à vida de quem se foi. Homenageamos os mortos com placas, discursos e monumentos, como se isso compensasse o silêncio que lhes impusemos em vida. Mas, como Caeiro sugere, a realidade não precisa dessas homenagens — elas são para nós, os vivos, uma forma de lidar com a culpa ou de buscar redenção.

A Conveniência do Reconhecimento Tardio

Por que esperamos a morte para valorizar as pessoas? A resposta pode estar na conveniência. Homenagear alguém após sua partida é fácil: não exige confronto, não demanda ação imediata. Erguer uma praça com o nome de Zé da Paz é um gesto simbólico que apazigua consciências, mas não muda o fato de que ele morreu sem o apoio que merecia. Em vida, reconhecer seu valor teria significado estar ao seu lado, oferecer cuidados médicos, retribuir sua dedicação. Após a morte, basta uma placa e um discurso emocionado. Essa conveniência, porém, tem um custo: perdemos a chance de construir relações genuínas no presente, enquanto as pessoas ainda podem sentir o impacto de nosso apreço.

Caeiro vai além em sua reflexão:

“Sinto uma alegria enorme
Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma.”

Aqui, o eu lírico abraça a insignificância de sua morte com serenidade, rejeitando a ideia de que precisa ser lembrado. Essa aceitação é um desafio à nossa cultura obcecada por legados. Para Caeiro, as homenagens póstumas são fúteis, porque o mundo não muda com nossa ausência. Mas, para nós, que seguimos vivos, elas revelam uma hipocrisia: usamos a morte como um filtro que apaga falhas e exalta virtudes, transformando figuras complexas em ícones intocáveis. Artistas como Van Gogh, que morreram na miséria, ou políticos controversos que se tornam heróis nacionais postumamente, são exemplos disso. A morte nos permite idealizar sem o ônus de agir.

A Memória Coletiva e Suas Distorções

A memória coletiva, moldada por essas narrativas póstumas, muitas vezes distorce a realidade. Zé da Paz, ao ser homenageado com uma praça, é eternizado como um símbolo de virtude, mas essa idealização não reflete a verdade de sua vida — uma vida marcada por luta e abandono. Essa tendência de romantizar os mortos ignora suas contribuições reais e, mais importante, nossa responsabilidade de apoiá-los enquanto estavam entre nós. A praça é um gesto de gratidão, sim, mas também uma tentativa de apagar a culpa de uma comunidade que falhou com ele.

Caeiro continua:

“Se soubesse que amanhã morria
E a primavera era depois de amanhã,
Morreria contente, porque ela era depois de amanhã.”

Essa aceitação do tempo natural nos provoca: se a primavera virá de qualquer forma, por que não celebramos as pessoas enquanto elas podem compartilhar dessa beleza? Por que adiamos o reconhecimento até que seja tarde demais? A indiferença da natureza, que Caeiro exalta, não justifica a indiferença humana. Zé da Paz importava para sua comunidade, e sua morte, embora irrelevante para as flores e as árvores, foi uma perda sentida por aqueles que ele ajudou. Reconhecer isso em vida teria feito a diferença.

Um Chamado à Autenticidade

A hipocrisia das homenagens póstumas está na falsidade que muitas vezes as acompanha, mas também no que elas revelam sobre nossa incapacidade de viver o presente. Quantos Zés da Paz estão por aí, dedicando-se ao bem comum e sendo ignorados? Quantos de nós só perceberemos seu valor quando já não puderem ouvir nossos elogios? Caeiro encerra seu poema com uma verdade simples e poderosa:

“O que for, quando for, é que será o que é.”

A realidade segue seu curso, e nossas homenagens tardias não a alteram. Mas, enquanto estamos aqui, podemos escolher agir diferente. Valorizar as pessoas em vida — com suas virtudes e imperfeições — é um ato mais corajoso e autêntico do que qualquer monumento erguido após o fim. A história de Zé da Paz nos ensina que o verdadeiro reconhecimento não espera pela morte. Ele acontece agora, no calor da luta, na fragilidade da existência. Abandonar a hipocrisia de só amar quando é tarde demais é o primeiro passo para uma sociedade mais justa — uma sociedade que honra seus heróis enquanto eles ainda podem sentir o peso desse amor.

Campanha da Fraternidade chama a atenção para o mei

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança nesta Quarta-Feira de Cinzas (5) a Campanha da Fraternidade 2025, com o tema Fraternidade e Ecologia Integral. 

Já o lema bíblico escolhido para a campanha e extraído do livro do Genesis é: “Deus viu que tudo era muito bom”. 

Em nota, a CNBB destacou que a campanha foi inspirada na publicação da Carta Encíclica Laudato Si’ do papa Francisco que, em 2025, completa 10 anos; nos 800 anos da composição do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis; e na 30ª Conferência das Partes (COP30), a ser realizada em novembro em Belém. 

“O objetivo geral da campanha é promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo o grito dos pobres e da Terra”, informou a entidade. 

Mensagem do papa
A CNBB divulgou ainda uma mensagem enviada pelo papa Francisco em razão da Campanha da Fraternidade 2025. No documento, o pontífice louva o que chama de “esforço em propor o tema da ecologia, junto à desejada conversão pessoal a Cristo”. 

O santo padre chama a atenção de toda a humanidade para a “urgência de uma necessária mudança de atitude” em nossas relações com o meio ambiente e recorda que a atual crise ecológica simboliza um apelo a uma profunda conversão interior. 

“O meu predecessor de venerável memória, São João Paulo II, já alertava que era preciso estimular e apoiar a ‘conversão ecológica’, que tornou a humanidade mais sensível ao tema do cuidado com a casa comum”, destacou Francisco. 

“Que todos nós possamos, com o especial auxilio da graça de Deus neste tempo jubilar, mudar nossas convicções e práticas para deixar que a natureza descanse das nossas explorações gananciosas”, concluiu. 

Entenda
Celebrada nacionalmente desde 1964, a campanha da fraternidade, de acordo com a CNBB, é um modo de a Igreja Católica no Brasil celebrar o período da quaresma, em preparação para a Páscoa, com atitudes de oração, jejum e caridade. 

Campanha da Fraternidade chama a atenção para o mei

 

 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lança nesta Quarta-Feira de Cinzas (5) a Campanha da Fraternidade 2025, com o tema Fraternidade e Ecologia Integral. 

Já o lema bíblico escolhido para a campanha e extraído do livro do Genesis é: “Deus viu que tudo era muito bom”. 

Em nota, a CNBB destacou que a campanha foi inspirada na publicação da Carta Encíclica Laudato Si’ do papa Francisco que, em 2025, completa 10 anos; nos 800 anos da composição do Cântico das Criaturas de São Francisco de Assis; e na 30ª Conferência das Partes (COP30), a ser realizada em novembro em Belém. 

“O objetivo geral da campanha é promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo o grito dos pobres e da Terra”, informou a entidade. 

Mensagem do papa
A CNBB divulgou ainda uma mensagem enviada pelo papa Francisco em razão da Campanha da Fraternidade 2025. No documento, o pontífice louva o que chama de “esforço em propor o tema da ecologia, junto à desejada conversão pessoal a Cristo”. 

O santo padre chama a atenção de toda a humanidade para a “urgência de uma necessária mudança de atitude” em nossas relações com o meio ambiente e recorda que a atual crise ecológica simboliza um apelo a uma profunda conversão interior. 

“O meu predecessor de venerável memória, São João Paulo II, já alertava que era preciso estimular e apoiar a ‘conversão ecológica’, que tornou a humanidade mais sensível ao tema do cuidado com a casa comum”, destacou Francisco. 

“Que todos nós possamos, com o especial auxilio da graça de Deus neste tempo jubilar, mudar nossas convicções e práticas para deixar que a natureza descanse das nossas explorações gananciosas”, concluiu. 

Entenda
Celebrada nacionalmente desde 1964, a campanha da fraternidade, de acordo com a CNBB, é um modo de a Igreja Católica no Brasil celebrar o período da quaresma, em preparação para a Páscoa, com atitudes de oração, jejum e caridade. 

Tragédia Inesperada: Jovem Ícone de Vitória da Conquista Morre Subitamente aos 34 Anos

Vitória da Conquista foi abalada na tarde do último sábado (4) pela súbita perda de um de seus cidadãos mais estimados. Lucas Teixeira Lima, de 34 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória inesperada, deixando familiares, amigos e toda a comunidade em estado de choque.

Conhecido por sua simpatia e carisma, Lucas era uma figura presente e querida na cidade. Sua morte gerou uma onda de comoção nas redes sociais, onde inúmeras mensagens de pesar e homenagens foram compartilhadas, refletindo o impacto positivo que ele teve na vida de muitos. Amigos e familiares ressaltam sua generosidade e o legado de afeto que deixa.

A perda precoce de Lucas deixa uma lacuna imensurável em Vitória da Conquista. Sua memória continuará viva no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Neste momento de dor, a comunidade se une em solidariedade aos familiares e amigos, expressando os mais sinceros sentimentos.

Tragédia Inesperada: Jovem Ícone de Vitória da Conquista Morre Subitamente aos 34 Anos

Vitória da Conquista foi abalada na tarde do último sábado (4) pela súbita perda de um de seus cidadãos mais estimados. Lucas Teixeira Lima, de 34 anos, sofreu uma parada cardiorrespiratória inesperada, deixando familiares, amigos e toda a comunidade em estado de choque.

Conhecido por sua simpatia e carisma, Lucas era uma figura presente e querida na cidade. Sua morte gerou uma onda de comoção nas redes sociais, onde inúmeras mensagens de pesar e homenagens foram compartilhadas, refletindo o impacto positivo que ele teve na vida de muitos. Amigos e familiares ressaltam sua generosidade e o legado de afeto que deixa.

A perda precoce de Lucas deixa uma lacuna imensurável em Vitória da Conquista. Sua memória continuará viva no coração de todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Neste momento de dor, a comunidade se une em solidariedade aos familiares e amigos, expressando os mais sinceros sentimentos.

Jovem Promissor Morre em Trágico Acidente na BA-263: Comunidade em Luto!

Na manhã desta terça-feira, 4 de março, um grave acidente na BA-263, entre Piripá e Condeúba, resultou na morte de Willian Barbosa, de 22 anos, conhecido como Wil. O jovem estava na garupa de uma motocicleta que, por razões ainda desconhecidas, saiu da pista, arremessando os dois ocupantes na via.

Willian faleceu no local do acidente. O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista.

O condutor da moto, cuja identidade não foi divulgada, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e levado ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde permanece em atendimento médico.

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) esteve no local para registrar a ocorrência e realizar a sinalização do trânsito, que foi parcialmente interrompido durante os trabalhos. As causas do acidente ainda estão sob investigação, mas a PRE reforça a importância de cuidados redobrados ao trafegar em rodovias, especialmente em trechos considerados críticos.

A morte de Wil comoveu a comunidade local, onde ele era conhecido por sua simpatia e carisma. Amigos e familiares já se mobilizam para prestar homenagens ao jovem, cuja partida precoce deixa um vazio entre os que o conheciam.

Este trágico incidente serve como um alerta sobre a necessidade de maior atenção e prudência nas estradas, visando evitar que outras famílias passem por perdas semelhantes.

Jovem Promissor Morre em Trágico Acidente na BA-263: Comunidade em Luto!

Na manhã desta terça-feira, 4 de março, um grave acidente na BA-263, entre Piripá e Condeúba, resultou na morte de Willian Barbosa, de 22 anos, conhecido como Wil. O jovem estava na garupa de uma motocicleta que, por razões ainda desconhecidas, saiu da pista, arremessando os dois ocupantes na via.

Willian faleceu no local do acidente. O corpo foi removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT) e encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Vitória da Conquista.

O condutor da moto, cuja identidade não foi divulgada, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) e levado ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde permanece em atendimento médico.

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) esteve no local para registrar a ocorrência e realizar a sinalização do trânsito, que foi parcialmente interrompido durante os trabalhos. As causas do acidente ainda estão sob investigação, mas a PRE reforça a importância de cuidados redobrados ao trafegar em rodovias, especialmente em trechos considerados críticos.

A morte de Wil comoveu a comunidade local, onde ele era conhecido por sua simpatia e carisma. Amigos e familiares já se mobilizam para prestar homenagens ao jovem, cuja partida precoce deixa um vazio entre os que o conheciam.

Este trágico incidente serve como um alerta sobre a necessidade de maior atenção e prudência nas estradas, visando evitar que outras famílias passem por perdas semelhantes.

Mistério e Perigo: Motociclista Sofre Grave Acidente na Avenida Jadiel Matos!

Na noite da última terça-feira (4), um motociclista ficou ferido após um acidente na Avenida Jadiel Matos, localizada no bairro Jardim Valéria, em Vitória da Conquista. A vítima conduzia uma Honda Biz quando ocorreu o incidente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado para prestar socorro, mas a identidade do motociclista não foi divulgada. Até o momento, as circunstâncias do acidente permanecem desconhecidas.

Este episódio adiciona-se a uma preocupante estatística na cidade. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), entre janeiro e o início de novembro de 2024, foram registrados 1.722 acidentes envolvendo motocicletas em Vitória da Conquista, uma média de 172,2 ocorrências por mês. Este número representa um aumento em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 1.645 acidentes, com média mensal de 164,5 casos.

As principais causas apontadas para esses acidentes são o excesso de velocidade, desrespeito à sinalização viária e manobras perigosas, como transitar na contramão ou avançar o sinal vermelho. A coordenadora de Trânsito, Jamilly Alves, destaca que a maioria desses incidentes poderia ser evitada com a observância das normas de trânsito.

As autoridades locais reforçam a necessidade de prudência por parte dos condutores e pedestres, visando a redução de acidentes e a promoção de um trânsito mais seguro para todos.

Mistério e Perigo: Motociclista Sofre Grave Acidente na Avenida Jadiel Matos!

Na noite da última terça-feira (4), um motociclista ficou ferido após um acidente na Avenida Jadiel Matos, localizada no bairro Jardim Valéria, em Vitória da Conquista. A vítima conduzia uma Honda Biz quando ocorreu o incidente. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) foi acionado para prestar socorro, mas a identidade do motociclista não foi divulgada. Até o momento, as circunstâncias do acidente permanecem desconhecidas.

Este episódio adiciona-se a uma preocupante estatística na cidade. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (Semob), entre janeiro e o início de novembro de 2024, foram registrados 1.722 acidentes envolvendo motocicletas em Vitória da Conquista, uma média de 172,2 ocorrências por mês. Este número representa um aumento em relação ao mesmo período de 2023, que contabilizou 1.645 acidentes, com média mensal de 164,5 casos.

As principais causas apontadas para esses acidentes são o excesso de velocidade, desrespeito à sinalização viária e manobras perigosas, como transitar na contramão ou avançar o sinal vermelho. A coordenadora de Trânsito, Jamilly Alves, destaca que a maioria desses incidentes poderia ser evitada com a observância das normas de trânsito.

As autoridades locais reforçam a necessidade de prudência por parte dos condutores e pedestres, visando a redução de acidentes e a promoção de um trânsito mais seguro para todos.

Policial reage a assalto e mata suspeito em frente à Unex: moradores temem escalada da violência

Na manhã desta quarta-feira, por volta das 9h, a Avenida Artêmia Pires, no bairro SIM, em Feira de Santana, foi palco de um incidente que culminou na morte de um homem. Próximo ao centro universitário Unex, um indivíduo tentou assaltar a filha de um policial militar, que a acompanhava de perto em um veículo branco. Ao perceber a ação criminosa, o policial reagiu prontamente, efetuando disparos que atingiram o suspeito, levando-o a óbito no local antes da chegada do socorro.

A área foi imediatamente isolada, e equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram acionadas para realizar a perícia e a remoção do corpo. Até o momento, a identidade do suspeito não foi divulgada.

Moradores e comerciantes da região expressaram preocupação com a frequência de assaltos na Avenida Artêmia Pires, uma das mais movimentadas da cidade. Este incidente reacende o debate sobre a segurança pública e o aumento da criminalidade em Feira de Santana. O caso está sob investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem, a atuação do policial e possíveis outros envolvidos na tentativa de assalto.

A comunidade local aguarda respostas das autoridades e medidas efetivas para garantir a segurança na região, temendo que episódios como este se tornem recorrentes no bairro SIM.

Policial reage a assalto e mata suspeito em frente à Unex: moradores temem escalada da violência

Na manhã desta quarta-feira, por volta das 9h, a Avenida Artêmia Pires, no bairro SIM, em Feira de Santana, foi palco de um incidente que culminou na morte de um homem. Próximo ao centro universitário Unex, um indivíduo tentou assaltar a filha de um policial militar, que a acompanhava de perto em um veículo branco. Ao perceber a ação criminosa, o policial reagiu prontamente, efetuando disparos que atingiram o suspeito, levando-o a óbito no local antes da chegada do socorro.

A área foi imediatamente isolada, e equipes da Polícia Civil e do Departamento de Polícia Técnica (DPT) foram acionadas para realizar a perícia e a remoção do corpo. Até o momento, a identidade do suspeito não foi divulgada.

Moradores e comerciantes da região expressaram preocupação com a frequência de assaltos na Avenida Artêmia Pires, uma das mais movimentadas da cidade. Este incidente reacende o debate sobre a segurança pública e o aumento da criminalidade em Feira de Santana. O caso está sob investigação para esclarecer as circunstâncias da abordagem, a atuação do policial e possíveis outros envolvidos na tentativa de assalto.

A comunidade local aguarda respostas das autoridades e medidas efetivas para garantir a segurança na região, temendo que episódios como este se tornem recorrentes no bairro SIM.

Alerta: Clima Instável em Vitória da Conquista Pode Surpreender Moradores!

Após um Carnaval com temperaturas amenas e tempo úmido, os habitantes de Vitória da Conquista devem se preparar para uma semana de clima instável. A previsão indica predominância de céu nublado, com momentos de sol entre nuvens e chuvas passageiras até o próximo domingo.

Nesta quarta-feira (5), o dia começou com céu encoberto e possibilidade de garoa pela manhã. À tarde, o sol pode aparecer timidamente entre poucas nuvens, mas à noite o tempo volta a ficar fechado. As temperaturas variam entre 18°C e 27°C, com umidade do ar atingindo 98%.

Na quinta-feira (6), o sol deve surgir acompanhado de chuvas pela manhã, seguido de diminuição das nuvens ao longo do dia. À noite, o tempo pode voltar a fechar, com chance de garoa. As temperaturas oscilarão entre 18°C e 26°C.

Já na sexta-feira (7), o tempo deve alternar entre sol e pancadas de chuva pela manhã, com aumento da nebulosidade à tarde. À noite, a previsão é de tempo firme. A mínima será de 19°C e a máxima de 27°C.

O sábado (8) deve ter um céu carregado de nuvens durante todo o dia, mas com algumas aberturas de sol. A temperatura varia entre 18°C e 27°C.

Para o domingo (9), o tempo segue nublado, com máxima de 28°C e possibilidade de chuvas leves. A tendência para os próximos dias é de variação entre períodos de sol, nebulosidade intensa e pancadas de chuva passageiras, mantendo o clima instável na região.

Os moradores devem estar atentos às mudanças climáticas e se preparar para possíveis alterações repentinas no tempo.

Alerta: Clima Instável em Vitória da Conquista Pode Surpreender Moradores!

Após um Carnaval com temperaturas amenas e tempo úmido, os habitantes de Vitória da Conquista devem se preparar para uma semana de clima instável. A previsão indica predominância de céu nublado, com momentos de sol entre nuvens e chuvas passageiras até o próximo domingo.

Nesta quarta-feira (5), o dia começou com céu encoberto e possibilidade de garoa pela manhã. À tarde, o sol pode aparecer timidamente entre poucas nuvens, mas à noite o tempo volta a ficar fechado. As temperaturas variam entre 18°C e 27°C, com umidade do ar atingindo 98%.

Na quinta-feira (6), o sol deve surgir acompanhado de chuvas pela manhã, seguido de diminuição das nuvens ao longo do dia. À noite, o tempo pode voltar a fechar, com chance de garoa. As temperaturas oscilarão entre 18°C e 26°C.

Já na sexta-feira (7), o tempo deve alternar entre sol e pancadas de chuva pela manhã, com aumento da nebulosidade à tarde. À noite, a previsão é de tempo firme. A mínima será de 19°C e a máxima de 27°C.

O sábado (8) deve ter um céu carregado de nuvens durante todo o dia, mas com algumas aberturas de sol. A temperatura varia entre 18°C e 27°C.

Para o domingo (9), o tempo segue nublado, com máxima de 28°C e possibilidade de chuvas leves. A tendência para os próximos dias é de variação entre períodos de sol, nebulosidade intensa e pancadas de chuva passageiras, mantendo o clima instável na região.

Os moradores devem estar atentos às mudanças climáticas e se preparar para possíveis alterações repentinas no tempo.

Trump: O Plano que Pode Salvar os EUA e Destruir o Mundo

 

 

 

Donald Trump voltou ao comando dos Estados Unidos com uma missão clara: salvar o país do que ele vê como um declínio econômico. Seu plano, ousado e polêmico, aposta em medidas como tarifas altas, desvalorização do dólar e um foco intenso na indústria americana. A ideia é simples: fortalecer os EUA, custe o que custar. Mas esse “custe o que custar” pode ter um preço alto demais – não só para os americanos, mas para o mundo inteiro. Enquanto Trump promete trazer empregos e prosperidade de volta, suas ações podem acender um pavio que leve a economia global ao colapso. É uma aposta arriscada, e o futuro de todos nós está na corda bamba. 

O mundo de hoje vive um desequilíbrio econômico que não é obra do acaso. Países como China e Alemanha acumulam superávits comerciais enormes – ou seja, exportam muito mais do que importam. Já os EUA carregam um déficit pesado, comprando mais do que vendem. Esse desequilíbrio não é natural; ele é artificial, mantido por políticas como a manipulação de moedas. A China, por exemplo, já foi acusada de manter o yuan fraco para tornar seus produtos baratos no mercado global. Isso prejudica os EUA, que veem suas fábricas fecharem e seus empregos desaparecerem. Trump quer mudar essa história, e sua arma principal são as tarifas: impostos sobre bens importados que tornam os produtos estrangeiros mais caros e dão uma chance para os americanos competirem. 

Mas essa estratégia tem um lado perigoso. Tarifas podem até proteger algumas indústrias nos EUA, mas também aumentam os preços de tudo que vem de fora – de eletrônicos a roupas. Isso pesa no bolso do consumidor e pode alimentar a inflação, um monstro que, uma vez solto, é difícil de controlar. E tem mais: quando os EUA batem, os outros países não ficam quietos. Eles retaliam com suas próprias tarifas, e o que começa como uma briga comercial pode virar uma guerra econômica. Se cada nação levantar muros, o comércio global, que move a economia mundial, pode travar. É um risco real, e os sinais disso já apareceram nos últimos anos, com tensões entre EUA e China crescendo a cada nova rodada de sanções. 

Esse jeito de agir vai contra tudo o que foi construído depois da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, os EUA lideraram a criação de um sistema econômico baseado na cooperação. O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e, mais tarde, a Organização Mundial do Comércio (OMC) nasceram para evitar que o mundo caísse de novo no caos das guerras e da pobreza. Esse sistema, com suas regras de comércio aberto, trouxe décadas de crescimento. Mas Trump não parece ligar para isso. Ao ignorar acordos internacionais e agir sozinho, ele está enfraquecendo essas instituições. Sem elas, fica mais difícil resolver crises globais – sejam econômicas, como a de 2008, ou de outro tipo, como as mudanças climáticas. 

Aqui entra o chamado trilema político, uma ideia que diz que um país não pode ter tudo ao mesmo tempo: democracia, soberania nacional e integração global. Tem que escolher. Trump parece ter feito sua escolha: soberania e democracia (pelo menos no discurso) acima da integração com o mundo. Ele quer os EUA no controle do próprio destino, sem depender de ninguém. Mas isso tem um custo. Ao se fechar, os EUA podem perder o papel de líder global que exerceram por tanto tempo. E, sem cooperação, problemas que afetam todos – como pandemias ou crises financeiras – ficam mais difíceis de enfrentar. 

Outro ponto importante é o dilema de Triffin. O dólar é a moeda que o mundo usa – para comprar petróleo, fazer negócios, guardar reservas. Para manter esse status, os EUA precisam exportar dólares, o que significa importar mais do que exportam e viver com déficits. Só que esses déficits enfraquecem a economia americana a longo prazo. Trump quer acabar com isso, reduzindo o déficit comercial. O problema é que, se o dólar perder força como moeda global, o sistema financeiro internacional pode entrar em crise. Outros países podem buscar alternativas, e a confusão seria enorme. 

O plano de Trump tem três pilares principais. Primeiro, desvalorizar o dólar: com uma moeda mais fraca, os produtos americanos ficam mais baratos lá fora, e as importações ficam mais caras aqui dentro. Isso pode ajudar a vender mais e comprar menos. Segundo, fortalecer a indústria doméstica: as tarifas e outras medidas protecionistas são para dar um gás nas fábricas americanas. Terceiro, reequilibrar os fluxos de capital: menos déficit significa menos dinheiro saindo do país, o que pode fortalecer a economia interna. No papel, parece bom para os EUA. Na prática, é um jogo de alto risco. 

Se der certo, os EUA podem ver um renascimento industrial, com mais empregos e uma economia mais forte. Mas os efeitos colaterais podem ser devastadores. Uma guerra comercial pode derrubar o crescimento global, já que o comércio é o motor de muitas economias. A inflação pode disparar, não só nos EUA, mas em todo lugar, à medida que os preços sobem. E, se o dólar vacilar, os mercados financeiros podem entrar em pânico. Além disso, ao enfraquecer a cooperação internacional, Trump deixa o mundo mais vulnerável a crises que ninguém resolve sozinho. 

Donald Trump está jogando uma partida de xadrez com o mundo como tabuleiro. Seu plano para salvar os EUA é corajoso, mas perigoso. Ele pode até trazer benefícios para os americanos no curto prazo, mas o preço pode ser um colapso global – uma recessão, um caos financeiro, uma desordem que ninguém sabe como consertar. O mundo está interligado, e o que os EUA fazem afeta a todos. Será que vale a pena arriscar tudo por uma vitória incerta? Enquanto Trump avança, ficamos com a dúvida: ele será lembrado como o salvador da América ou como o homem que derrubou o mundo tentando salvá-la? 

Padre Carlos 

 

Trump: O Plano que Pode Salvar os EUA e Destruir o Mundo

 

 

 

Donald Trump voltou ao comando dos Estados Unidos com uma missão clara: salvar o país do que ele vê como um declínio econômico. Seu plano, ousado e polêmico, aposta em medidas como tarifas altas, desvalorização do dólar e um foco intenso na indústria americana. A ideia é simples: fortalecer os EUA, custe o que custar. Mas esse “custe o que custar” pode ter um preço alto demais – não só para os americanos, mas para o mundo inteiro. Enquanto Trump promete trazer empregos e prosperidade de volta, suas ações podem acender um pavio que leve a economia global ao colapso. É uma aposta arriscada, e o futuro de todos nós está na corda bamba. 

O mundo de hoje vive um desequilíbrio econômico que não é obra do acaso. Países como China e Alemanha acumulam superávits comerciais enormes – ou seja, exportam muito mais do que importam. Já os EUA carregam um déficit pesado, comprando mais do que vendem. Esse desequilíbrio não é natural; ele é artificial, mantido por políticas como a manipulação de moedas. A China, por exemplo, já foi acusada de manter o yuan fraco para tornar seus produtos baratos no mercado global. Isso prejudica os EUA, que veem suas fábricas fecharem e seus empregos desaparecerem. Trump quer mudar essa história, e sua arma principal são as tarifas: impostos sobre bens importados que tornam os produtos estrangeiros mais caros e dão uma chance para os americanos competirem. 

Mas essa estratégia tem um lado perigoso. Tarifas podem até proteger algumas indústrias nos EUA, mas também aumentam os preços de tudo que vem de fora – de eletrônicos a roupas. Isso pesa no bolso do consumidor e pode alimentar a inflação, um monstro que, uma vez solto, é difícil de controlar. E tem mais: quando os EUA batem, os outros países não ficam quietos. Eles retaliam com suas próprias tarifas, e o que começa como uma briga comercial pode virar uma guerra econômica. Se cada nação levantar muros, o comércio global, que move a economia mundial, pode travar. É um risco real, e os sinais disso já apareceram nos últimos anos, com tensões entre EUA e China crescendo a cada nova rodada de sanções. 

Esse jeito de agir vai contra tudo o que foi construído depois da Segunda Guerra Mundial. Naquela época, os EUA lideraram a criação de um sistema econômico baseado na cooperação. O Fundo Monetário Internacional (FMI), o Banco Mundial e, mais tarde, a Organização Mundial do Comércio (OMC) nasceram para evitar que o mundo caísse de novo no caos das guerras e da pobreza. Esse sistema, com suas regras de comércio aberto, trouxe décadas de crescimento. Mas Trump não parece ligar para isso. Ao ignorar acordos internacionais e agir sozinho, ele está enfraquecendo essas instituições. Sem elas, fica mais difícil resolver crises globais – sejam econômicas, como a de 2008, ou de outro tipo, como as mudanças climáticas. 

Aqui entra o chamado trilema político, uma ideia que diz que um país não pode ter tudo ao mesmo tempo: democracia, soberania nacional e integração global. Tem que escolher. Trump parece ter feito sua escolha: soberania e democracia (pelo menos no discurso) acima da integração com o mundo. Ele quer os EUA no controle do próprio destino, sem depender de ninguém. Mas isso tem um custo. Ao se fechar, os EUA podem perder o papel de líder global que exerceram por tanto tempo. E, sem cooperação, problemas que afetam todos – como pandemias ou crises financeiras – ficam mais difíceis de enfrentar. 

Outro ponto importante é o dilema de Triffin. O dólar é a moeda que o mundo usa – para comprar petróleo, fazer negócios, guardar reservas. Para manter esse status, os EUA precisam exportar dólares, o que significa importar mais do que exportam e viver com déficits. Só que esses déficits enfraquecem a economia americana a longo prazo. Trump quer acabar com isso, reduzindo o déficit comercial. O problema é que, se o dólar perder força como moeda global, o sistema financeiro internacional pode entrar em crise. Outros países podem buscar alternativas, e a confusão seria enorme. 

O plano de Trump tem três pilares principais. Primeiro, desvalorizar o dólar: com uma moeda mais fraca, os produtos americanos ficam mais baratos lá fora, e as importações ficam mais caras aqui dentro. Isso pode ajudar a vender mais e comprar menos. Segundo, fortalecer a indústria doméstica: as tarifas e outras medidas protecionistas são para dar um gás nas fábricas americanas. Terceiro, reequilibrar os fluxos de capital: menos déficit significa menos dinheiro saindo do país, o que pode fortalecer a economia interna. No papel, parece bom para os EUA. Na prática, é um jogo de alto risco. 

Se der certo, os EUA podem ver um renascimento industrial, com mais empregos e uma economia mais forte. Mas os efeitos colaterais podem ser devastadores. Uma guerra comercial pode derrubar o crescimento global, já que o comércio é o motor de muitas economias. A inflação pode disparar, não só nos EUA, mas em todo lugar, à medida que os preços sobem. E, se o dólar vacilar, os mercados financeiros podem entrar em pânico. Além disso, ao enfraquecer a cooperação internacional, Trump deixa o mundo mais vulnerável a crises que ninguém resolve sozinho. 

Donald Trump está jogando uma partida de xadrez com o mundo como tabuleiro. Seu plano para salvar os EUA é corajoso, mas perigoso. Ele pode até trazer benefícios para os americanos no curto prazo, mas o preço pode ser um colapso global – uma recessão, um caos financeiro, uma desordem que ninguém sabe como consertar. O mundo está interligado, e o que os EUA fazem afeta a todos. Será que vale a pena arriscar tudo por uma vitória incerta? Enquanto Trump avança, ficamos com a dúvida: ele será lembrado como o salvador da América ou como o homem que derrubou o mundo tentando salvá-la? 

Padre Carlos