Política e Resenha

População do bairro Vila América Questiona Fechamento da Casa Lotérica

Os moradores do bairro Vila América foram pegos de surpresa com o fechamento repentino da única casa lotérica do bairro. Sem qualquer aviso prévio, o espaço, que atende a comunidade com serviços essenciais, como pagamentos de contas, saques e jogos de loteria, fechou as portas, deixando muitos sem alternativa prática e acessível.

 

A situação gerou indignação entre os moradores, que agora cobram respostas das lideranças locais. Em especial, o candidato a vereador Dida, figura ativa na política do bairro, tem sido questionado sobre o motivo do encerramento das atividades da lotérica e quais medidas estão sendo tomadas para resolver a situação.

 

“Isso é um descaso com a população. Usávamos a lotérica para tudo. Agora, precisamos ir a bairros vizinhos, o que não é fácil para quem tem problemas de locomoção ou falta de tempo,” comentou um morador.

 

Dida, que já havia se posicionado em outras questões relacionadas à infraestrutura e serviços do bairro Vila América, ainda não apresentou um pronunciamento oficial sobre o caso. A comunidade espera que ele, como candidato que conhece de perto os desafios do bairro, se empenhe em esclarecer os motivos do fechamento e busque soluções para reverter o problema.

 

O fechamento da lotérica não é apenas uma questão de comodidade, mas também de acesso a serviços fundamentais, especialmente para a população mais vulnerável. Resta saber quais serão os próximos passos das lideranças para atender a demanda do bairro e reconquistar a confiança da comunidade.

População do bairro Vila América Questiona Fechamento da Casa Lotérica

Os moradores do bairro Vila América foram pegos de surpresa com o fechamento repentino da única casa lotérica do bairro. Sem qualquer aviso prévio, o espaço, que atende a comunidade com serviços essenciais, como pagamentos de contas, saques e jogos de loteria, fechou as portas, deixando muitos sem alternativa prática e acessível.

 

A situação gerou indignação entre os moradores, que agora cobram respostas das lideranças locais. Em especial, o candidato a vereador Dida, figura ativa na política do bairro, tem sido questionado sobre o motivo do encerramento das atividades da lotérica e quais medidas estão sendo tomadas para resolver a situação.

 

“Isso é um descaso com a população. Usávamos a lotérica para tudo. Agora, precisamos ir a bairros vizinhos, o que não é fácil para quem tem problemas de locomoção ou falta de tempo,” comentou um morador.

 

Dida, que já havia se posicionado em outras questões relacionadas à infraestrutura e serviços do bairro Vila América, ainda não apresentou um pronunciamento oficial sobre o caso. A comunidade espera que ele, como candidato que conhece de perto os desafios do bairro, se empenhe em esclarecer os motivos do fechamento e busque soluções para reverter o problema.

 

O fechamento da lotérica não é apenas uma questão de comodidade, mas também de acesso a serviços fundamentais, especialmente para a população mais vulnerável. Resta saber quais serão os próximos passos das lideranças para atender a demanda do bairro e reconquistar a confiança da comunidade.

Qual o Nosso Objetivo? Uma Reflexão Sobre Filosofia Política e Provocação Intelectual

 

 

 

 

Os artigos que tenho publicado ao longo destes anos não são meras palavras jogadas ao vento. São frutos de quarenta anos de militância, de reflexões amadurecidas, e de uma convivência profunda com a filosofia política – um campo fascinante, repleto de potencial, mas também repleto de desafios. Cada texto, cada linha, foi escrito com o desejo de transformar a teoria em prática, de trazer para o debate público a essência desse estudo milenar que molda nossas sociedades e questiona nossas estruturas.

Nosso objetivo? Ele está claro, se olharmos com atenção. Não escrevo para agradar, para massagear egos ou para sustentar convenções. Escrevo para esporar, para provocar. A ideia da espora nos remete àquele pequeno, mas poderoso instrumento que incita o movimento no animal – no caso, o “animal político” de que nos falava Aristóteles. Assim, o que buscamos aqui é estimular, avivar, espicaçar. Queremos instigar reflexões, despertar incômodos e, principalmente, provocar reações.

A filosofia política não é um exercício contemplativo. Ela exige ação, engajamento e coragem para confrontar a inércia do pensamento confortável. Por isso, cada artigo carrega em si o desejo de desafiar nossos leitores, de tirá-los de suas zonas de conforto e trazê-los para a arena das ideias, onde o confronto de visões não apenas enriquece, mas transforma.

Belchior, o poeta cearense que recentemente nos deixou, captou bem esse espírito em sua canção:
“Não me peça que eu lhe faça / Uma canção como se deve / Correta, branca, suave / Muito limpa, muito leve / Sons, palavras, são navalhas / E eu não posso cantar como convém / Sem querer ferir ninguém.”

Não escrevemos para agradar a todos. Escrevemos porque acreditamos que palavras podem ser navalhas – cortantes, incisivas, mas necessárias. Necessárias para despertar consciências, para ferir o conformismo e para abrir novas possibilidades de pensamento e ação.

Portanto, nosso objetivo aqui é simples e ao mesmo tempo desafiador: queremos provocar, mas com propósito. Queremos incitar reflexões que possam levar a mudanças reais, tanto no plano individual quanto no coletivo. Queremos tocar mentes e corações, não com a suavidade do lugar-comum, mas com a força da verdade e da autenticidade.

Agradecemos a todos os que nos honram com suas atentas leituras. Que cada provocação aqui apresentada seja um convite à transformação e ao compromisso com um mundo mais justo, mais consciente e mais humano.

Padre Carlos

Qual o Nosso Objetivo? Uma Reflexão Sobre Filosofia Política e Provocação Intelectual

 

 

 

 

Os artigos que tenho publicado ao longo destes anos não são meras palavras jogadas ao vento. São frutos de quarenta anos de militância, de reflexões amadurecidas, e de uma convivência profunda com a filosofia política – um campo fascinante, repleto de potencial, mas também repleto de desafios. Cada texto, cada linha, foi escrito com o desejo de transformar a teoria em prática, de trazer para o debate público a essência desse estudo milenar que molda nossas sociedades e questiona nossas estruturas.

Nosso objetivo? Ele está claro, se olharmos com atenção. Não escrevo para agradar, para massagear egos ou para sustentar convenções. Escrevo para esporar, para provocar. A ideia da espora nos remete àquele pequeno, mas poderoso instrumento que incita o movimento no animal – no caso, o “animal político” de que nos falava Aristóteles. Assim, o que buscamos aqui é estimular, avivar, espicaçar. Queremos instigar reflexões, despertar incômodos e, principalmente, provocar reações.

A filosofia política não é um exercício contemplativo. Ela exige ação, engajamento e coragem para confrontar a inércia do pensamento confortável. Por isso, cada artigo carrega em si o desejo de desafiar nossos leitores, de tirá-los de suas zonas de conforto e trazê-los para a arena das ideias, onde o confronto de visões não apenas enriquece, mas transforma.

Belchior, o poeta cearense que recentemente nos deixou, captou bem esse espírito em sua canção:
“Não me peça que eu lhe faça / Uma canção como se deve / Correta, branca, suave / Muito limpa, muito leve / Sons, palavras, são navalhas / E eu não posso cantar como convém / Sem querer ferir ninguém.”

Não escrevemos para agradar a todos. Escrevemos porque acreditamos que palavras podem ser navalhas – cortantes, incisivas, mas necessárias. Necessárias para despertar consciências, para ferir o conformismo e para abrir novas possibilidades de pensamento e ação.

Portanto, nosso objetivo aqui é simples e ao mesmo tempo desafiador: queremos provocar, mas com propósito. Queremos incitar reflexões que possam levar a mudanças reais, tanto no plano individual quanto no coletivo. Queremos tocar mentes e corações, não com a suavidade do lugar-comum, mas com a força da verdade e da autenticidade.

Agradecemos a todos os que nos honram com suas atentas leituras. Que cada provocação aqui apresentada seja um convite à transformação e ao compromisso com um mundo mais justo, mais consciente e mais humano.

Padre Carlos

Quem Frauda o Bolsa Família Agora Terá Que Acertar as Contas

 

 

 

 

A recente cobrança do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para o ressarcimento de R$ 17,2 milhões em benefícios recebidos indevidamente pelo Bolsa Família levanta questões importantes sobre a eficiência da gestão pública e a justiça social. Desde 2006, o governo tenta recuperar recursos pagos de forma irregular, abrangendo também o período do Auxílio Brasil, em uma demonstração clara das vulnerabilidades no controle e fiscalização de um dos mais importantes programas sociais do país.

A Magnitude do Bolsa Família

O Bolsa Família é mais que um programa de transferência de renda: é uma política pública essencial para a redução das desigualdades sociais no Brasil. Atualmente, ele beneficia cerca de 20 milhões de famílias em todos os 5.570 municípios do país, com um custo mensal que gira em torno de R$ 14 bilhões. São Paulo lidera em número de beneficiários, com mais de 2,5 milhões de famílias, seguido pela Bahia, que atende 2,47 milhões. Esses números evidenciam a dimensão e a complexidade do programa, que é um pilar do combate à pobreza extrema e à insegurança alimentar.

No Distrito Federal, por exemplo, 177,1 mil famílias são beneficiadas, com um investimento federal de R$ 120,1 milhões. Além disso, o programa estende sua atuação a grupos historicamente marginalizados, como quilombolas, indígenas e pessoas em situação de rua. Em novembro, 5.262 famílias em situação de rua, 7.437 catadores de materiais recicláveis, 192 quilombolas e 317 indígenas foram atendidos na capital federal, o que reflete o compromisso com a inclusão social.

O Desafio da Fiscalização

Embora o programa seja vital, a necessidade de cobrar ressarcimentos expõe lacunas no sistema de controle. O valor em questão — R$ 17,2 milhões — representa uma fração do orçamento geral, mas é significativo por levantar dúvidas sobre a capacidade de monitoramento e de prevenção a fraudes.

Erros no cadastro e declarações falsas de renda são algumas das causas mais comuns de pagamentos indevidos. Contudo, é importante diferenciar as fraudes intencionais dos erros administrativos ou omissões involuntárias, que muitas vezes refletem a complexidade burocrática do sistema.

Vale destacar que, em um programa dessa magnitude, alguns desvios são quase inevitáveis. Mas isso não justifica sua existência. O aprimoramento da fiscalização e a adoção de tecnologias mais eficazes para cruzamento de dados são passos fundamentais para aumentar a eficiência do Bolsa Família e garantir que cada centavo seja direcionado a quem realmente precisa.

Justiça Social e o Papel do Ressarcimento

A cobrança dos valores indevidos não deve ser vista apenas como uma questão financeira, mas como um imperativo de justiça social. Para cada real desviado, uma família realmente vulnerável deixou de ser atendida, o que reforça a necessidade de responsabilização dos envolvidos.

Entretanto, é necessário que o governo tenha cuidado ao implementar essas cobranças, evitando penalizar famílias em situação de vulnerabilidade que possam ter cometido erros de boa-fé. A recuperação desses recursos deve ser feita com critérios claros, respeitando o direito à ampla defesa e garantindo que os mais pobres não sejam injustamente prejudicados.

Conclusão

O Bolsa Família é uma conquista social inegável, mas sua eficiência depende de uma gestão rigorosa, transparente e adaptada às novas tecnologias. A recuperação dos valores recebidos indevidamente é um passo importante, mas não deve ser o único. É fundamental que o governo continue investindo em mecanismos de fiscalização e simplificação do acesso ao programa para evitar erros futuros.

Em tempos de desigualdade crescente, garantir que o Bolsa Família funcione de maneira justa e eficiente é mais do que uma obrigação administrativa: é um compromisso ético com milhões de brasileiros que dependem dele para viver com dignidade.

Quem Frauda o Bolsa Família Agora Terá Que Acertar as Contas

 

 

 

 

A recente cobrança do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) para o ressarcimento de R$ 17,2 milhões em benefícios recebidos indevidamente pelo Bolsa Família levanta questões importantes sobre a eficiência da gestão pública e a justiça social. Desde 2006, o governo tenta recuperar recursos pagos de forma irregular, abrangendo também o período do Auxílio Brasil, em uma demonstração clara das vulnerabilidades no controle e fiscalização de um dos mais importantes programas sociais do país.

A Magnitude do Bolsa Família

O Bolsa Família é mais que um programa de transferência de renda: é uma política pública essencial para a redução das desigualdades sociais no Brasil. Atualmente, ele beneficia cerca de 20 milhões de famílias em todos os 5.570 municípios do país, com um custo mensal que gira em torno de R$ 14 bilhões. São Paulo lidera em número de beneficiários, com mais de 2,5 milhões de famílias, seguido pela Bahia, que atende 2,47 milhões. Esses números evidenciam a dimensão e a complexidade do programa, que é um pilar do combate à pobreza extrema e à insegurança alimentar.

No Distrito Federal, por exemplo, 177,1 mil famílias são beneficiadas, com um investimento federal de R$ 120,1 milhões. Além disso, o programa estende sua atuação a grupos historicamente marginalizados, como quilombolas, indígenas e pessoas em situação de rua. Em novembro, 5.262 famílias em situação de rua, 7.437 catadores de materiais recicláveis, 192 quilombolas e 317 indígenas foram atendidos na capital federal, o que reflete o compromisso com a inclusão social.

O Desafio da Fiscalização

Embora o programa seja vital, a necessidade de cobrar ressarcimentos expõe lacunas no sistema de controle. O valor em questão — R$ 17,2 milhões — representa uma fração do orçamento geral, mas é significativo por levantar dúvidas sobre a capacidade de monitoramento e de prevenção a fraudes.

Erros no cadastro e declarações falsas de renda são algumas das causas mais comuns de pagamentos indevidos. Contudo, é importante diferenciar as fraudes intencionais dos erros administrativos ou omissões involuntárias, que muitas vezes refletem a complexidade burocrática do sistema.

Vale destacar que, em um programa dessa magnitude, alguns desvios são quase inevitáveis. Mas isso não justifica sua existência. O aprimoramento da fiscalização e a adoção de tecnologias mais eficazes para cruzamento de dados são passos fundamentais para aumentar a eficiência do Bolsa Família e garantir que cada centavo seja direcionado a quem realmente precisa.

Justiça Social e o Papel do Ressarcimento

A cobrança dos valores indevidos não deve ser vista apenas como uma questão financeira, mas como um imperativo de justiça social. Para cada real desviado, uma família realmente vulnerável deixou de ser atendida, o que reforça a necessidade de responsabilização dos envolvidos.

Entretanto, é necessário que o governo tenha cuidado ao implementar essas cobranças, evitando penalizar famílias em situação de vulnerabilidade que possam ter cometido erros de boa-fé. A recuperação desses recursos deve ser feita com critérios claros, respeitando o direito à ampla defesa e garantindo que os mais pobres não sejam injustamente prejudicados.

Conclusão

O Bolsa Família é uma conquista social inegável, mas sua eficiência depende de uma gestão rigorosa, transparente e adaptada às novas tecnologias. A recuperação dos valores recebidos indevidamente é um passo importante, mas não deve ser o único. É fundamental que o governo continue investindo em mecanismos de fiscalização e simplificação do acesso ao programa para evitar erros futuros.

Em tempos de desigualdade crescente, garantir que o Bolsa Família funcione de maneira justa e eficiente é mais do que uma obrigação administrativa: é um compromisso ético com milhões de brasileiros que dependem dele para viver com dignidade.

Sidônio Palmeira é especulado como possível secretário de Comunicação de Lula após críticas ao setor

O publicitário baiano Sidônio Palmeira, de acordo com a Folha de S. Paulo, pode assumir a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, hoje comandada por Paulo Pimenta, em uma reformulação do setor no governo Lula após o PT e o próprio presidente assumirem falhas na comunicação. Sidônio participou da produção do pronunciamento como também da concepção do texto do anunciou em cadeia nacional do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sobre o projeto de corte de gastos.

Perto de uma mudança na Secom, o próprio Lula criticou abertamente nesta sexta-feira (6) a área de comunicação do seu governo e prometeu mudanças. “Há um erro do governo na questão da comunicação e sou obrigado a fazer as correções necessárias”, afirmou o presidente, em mensagem virtual para a sessão de encerramento do seminário “A Realidade Brasileira e os Desafios do Partido dos Trabalhadores”, evento que precedeu a reunião deste sábado.

Aliados de Lula afirmam que ele aguarda a definição sobre o calendário e o processo de sucessão dentro de seu partido para começar as mudanças no primeiro escalão do governo

Sidônio Palmeira é especulado como possível secretário de Comunicação de Lula após críticas ao setor

O publicitário baiano Sidônio Palmeira, de acordo com a Folha de S. Paulo, pode assumir a Secretaria de Comunicação Social da Presidência, hoje comandada por Paulo Pimenta, em uma reformulação do setor no governo Lula após o PT e o próprio presidente assumirem falhas na comunicação. Sidônio participou da produção do pronunciamento como também da concepção do texto do anunciou em cadeia nacional do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sobre o projeto de corte de gastos.

Perto de uma mudança na Secom, o próprio Lula criticou abertamente nesta sexta-feira (6) a área de comunicação do seu governo e prometeu mudanças. “Há um erro do governo na questão da comunicação e sou obrigado a fazer as correções necessárias”, afirmou o presidente, em mensagem virtual para a sessão de encerramento do seminário “A Realidade Brasileira e os Desafios do Partido dos Trabalhadores”, evento que precedeu a reunião deste sábado.

Aliados de Lula afirmam que ele aguarda a definição sobre o calendário e o processo de sucessão dentro de seu partido para começar as mudanças no primeiro escalão do governo

Câmara de Vitória da Conquista: Renovação e Desafios Judiciais no Cenário Político Local

 

 

 

 

A partir de 2025, a Câmara de Vitória da Conquista passará por mudanças significativas, não apenas pelo aumento de sua composição para 23 vereadores, mas também pela expressiva renovação, com oito novos nomes ocupando cadeiras no Legislativo. Essa renovação é reflexo de um eleitorado cada vez mais atento e disposto a apostar em figuras que tragam um frescor à política local. No entanto, o cenário não é apenas de celebração; há também incertezas que pairam sobre o destino de alguns eleitos.

Entre os estreantes, destacam-se Diogo Azevedo (União), que alcançou a maior votação da história do município; Natan da Carroceria (Avante), que finalmente foi eleito após quatro tentativas; e Léia de Quinho (PSD), que migrou de Belo Campo e conquistou expressivo apoio na zona rural de Vitória da Conquista. Esses nomes simbolizam trajetórias distintas: da consagração eleitoral ao reconhecimento tardio, passando por estratégias regionais bem articuladas.

No entanto, o entusiasmo com a renovação contrasta com os desafios judiciais que ameaçam três dos eleitos: Léia de Quinho, Natan da Carroceria e Edivaldo Ferreira Júnior (PSDB). Cada caso apresenta peculiaridades que podem alterar o cenário político antes mesmo da posse.

O Caso Natan: Quando o Sistema de Cotas Está Sob Suspeita

A acusação que recai sobre Natan da Carroceria é séria e atinge um ponto sensível da legislação eleitoral: a cota de gênero. Uma candidata de seu partido, o Avante, obteve apenas um voto, o que levantou suspeitas de irregularidades e da possibilidade de candidatura fictícia para preencher o mínimo exigido. O Ministério Público Eleitoral e a Justiça têm sido rigorosos em casos semelhantes, pois a subversão dessa regra prejudica a representatividade feminina na política, já historicamente limitada. Caso a acusação se confirme, sua diplomação pode ser anulada, abrindo espaço para reviravoltas.

Léia de Quinho e a Zona Rural: Uma Campanha Bem-Sucedida, Mas Contestada

Léia de Quinho chegou à Câmara com uma votação expressiva, consolidando sua base eleitoral na zona rural, em especial nas regiões de Inhobim e Bate-Pé. Contudo, sua trajetória está sob análise judicial. Até que os processos sejam concluídos, sua permanência na Câmara é incerta. O resultado desse embate jurídico definirá não apenas o futuro de Léia, mas também a representatividade das áreas rurais no Legislativo conquistense.

Edivaldo Ferreira Júnior: Mais um Nome em Xeque

Ainda sem detalhes amplamente divulgados, o caso de Edivaldo Ferreira Júnior também está na pauta da Justiça. O caso de Edvaldo é o que apresenta menor gravidade, apesar de o PP questionar a distribuição das sobras eleitorais. Dois pontos merecem destaque: primeiro, o PP parece ter ignorado que, para disputar as sobras, o segundo colocado do partido precisa alcançar pelo menos 20% do coeficiente eleitoral. Segundo, a distribuição de sobras foi realizada pelo sistema do TSE. Portanto, se houvesse algum erro nesse cálculo, ele não seria específico de Vitória da Conquista, mas de todo o estado da Bahia.

O Que Está em Jogo?

A renovação da Câmara de Vitória da Conquista é, sem dúvida, um sinal positivo da vitalidade democrática da cidade. Contudo, as incertezas jurídicas ofuscam parte dessa conquista e ressaltam a necessidade de uma reforma política que garanta mais transparência, inclusão e rigor na aplicação das regras eleitorais.

A ampliação do número de vereadores e a entrada de novos rostos devem ser acompanhadas de perto pela população, não apenas para cobrar ética e eficiência no mandato, mas também para exigir que os resultados das urnas sejam respeitados dentro dos limites da legalidade.

Se os casos judiciais não forem resolvidos antes da posse, o novo ciclo legislativo começará com a sombra da instabilidade, comprometendo o ritmo de trabalho da Casa e prejudicando o atendimento das demandas do município. Em momentos como este, cabe aos eleitores e à sociedade civil se manterem vigilantes e engajados, reforçando o papel da política como instrumento de transformação social.

A Câmara terá mais cadeiras, mais vozes e, espera-se, mais compromissos com Vitória da Conquista. No entanto, os passos iniciais desse novo capítulo já trazem lições importantes sobre a complexidade de se fazer política no Brasil. Que a renovação se traduza, de fato, em avanços concretos para a cidade e seus cidadãos.

 

Câmara de Vitória da Conquista: Renovação e Desafios Judiciais no Cenário Político Local

 

 

 

 

A partir de 2025, a Câmara de Vitória da Conquista passará por mudanças significativas, não apenas pelo aumento de sua composição para 23 vereadores, mas também pela expressiva renovação, com oito novos nomes ocupando cadeiras no Legislativo. Essa renovação é reflexo de um eleitorado cada vez mais atento e disposto a apostar em figuras que tragam um frescor à política local. No entanto, o cenário não é apenas de celebração; há também incertezas que pairam sobre o destino de alguns eleitos.

Entre os estreantes, destacam-se Diogo Azevedo (União), que alcançou a maior votação da história do município; Natan da Carroceria (Avante), que finalmente foi eleito após quatro tentativas; e Léia de Quinho (PSD), que migrou de Belo Campo e conquistou expressivo apoio na zona rural de Vitória da Conquista. Esses nomes simbolizam trajetórias distintas: da consagração eleitoral ao reconhecimento tardio, passando por estratégias regionais bem articuladas.

No entanto, o entusiasmo com a renovação contrasta com os desafios judiciais que ameaçam três dos eleitos: Léia de Quinho, Natan da Carroceria e Edivaldo Ferreira Júnior (PSDB). Cada caso apresenta peculiaridades que podem alterar o cenário político antes mesmo da posse.

O Caso Natan: Quando o Sistema de Cotas Está Sob Suspeita

A acusação que recai sobre Natan da Carroceria é séria e atinge um ponto sensível da legislação eleitoral: a cota de gênero. Uma candidata de seu partido, o Avante, obteve apenas um voto, o que levantou suspeitas de irregularidades e da possibilidade de candidatura fictícia para preencher o mínimo exigido. O Ministério Público Eleitoral e a Justiça têm sido rigorosos em casos semelhantes, pois a subversão dessa regra prejudica a representatividade feminina na política, já historicamente limitada. Caso a acusação se confirme, sua diplomação pode ser anulada, abrindo espaço para reviravoltas.

Léia de Quinho e a Zona Rural: Uma Campanha Bem-Sucedida, Mas Contestada

Léia de Quinho chegou à Câmara com uma votação expressiva, consolidando sua base eleitoral na zona rural, em especial nas regiões de Inhobim e Bate-Pé. Contudo, sua trajetória está sob análise judicial. Até que os processos sejam concluídos, sua permanência na Câmara é incerta. O resultado desse embate jurídico definirá não apenas o futuro de Léia, mas também a representatividade das áreas rurais no Legislativo conquistense.

Edivaldo Ferreira Júnior: Mais um Nome em Xeque

Ainda sem detalhes amplamente divulgados, o caso de Edivaldo Ferreira Júnior também está na pauta da Justiça. O caso de Edvaldo é o que apresenta menor gravidade, apesar de o PP questionar a distribuição das sobras eleitorais. Dois pontos merecem destaque: primeiro, o PP parece ter ignorado que, para disputar as sobras, o segundo colocado do partido precisa alcançar pelo menos 20% do coeficiente eleitoral. Segundo, a distribuição de sobras foi realizada pelo sistema do TSE. Portanto, se houvesse algum erro nesse cálculo, ele não seria específico de Vitória da Conquista, mas de todo o estado da Bahia.

O Que Está em Jogo?

A renovação da Câmara de Vitória da Conquista é, sem dúvida, um sinal positivo da vitalidade democrática da cidade. Contudo, as incertezas jurídicas ofuscam parte dessa conquista e ressaltam a necessidade de uma reforma política que garanta mais transparência, inclusão e rigor na aplicação das regras eleitorais.

A ampliação do número de vereadores e a entrada de novos rostos devem ser acompanhadas de perto pela população, não apenas para cobrar ética e eficiência no mandato, mas também para exigir que os resultados das urnas sejam respeitados dentro dos limites da legalidade.

Se os casos judiciais não forem resolvidos antes da posse, o novo ciclo legislativo começará com a sombra da instabilidade, comprometendo o ritmo de trabalho da Casa e prejudicando o atendimento das demandas do município. Em momentos como este, cabe aos eleitores e à sociedade civil se manterem vigilantes e engajados, reforçando o papel da política como instrumento de transformação social.

A Câmara terá mais cadeiras, mais vozes e, espera-se, mais compromissos com Vitória da Conquista. No entanto, os passos iniciais desse novo capítulo já trazem lições importantes sobre a complexidade de se fazer política no Brasil. Que a renovação se traduza, de fato, em avanços concretos para a cidade e seus cidadãos.

 

Violência em Vitória da Conquista: Travesti Baleada no Vila Elisa

 

 

 

 

 

Mais uma cena de violência urbana abalou Vitória da Conquista na tarde deste sábado (07), quando uma travesti foi baleada no bairro Vila Elisa, na zona sul da cidade. O tiroteio, ocorrido por volta das 13h30 no conjunto habitacional, gerou pânico entre os moradores, que relataram uma correria desesperada em meio aos disparos.

A vítima foi rapidamente socorrida pelo Samu 192 e encaminhada ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde recebe cuidados médicos. Até o momento, sua identidade e as possíveis motivações para o atentado não foram reveladas.

A Polícia Militar está investigando o caso e realizando diligências na tentativa de localizar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias do crime.

Este episódio é mais um alerta sobre a necessidade de políticas públicas que enfrentem a violência em Vitória da Conquista, especialmente contra grupos vulneráveis, como pessoas LGBTQIA+. Ataques como este não são apenas crimes individuais; são reflexos de uma sociedade que ainda precisa evoluir no respeito às diferenças e no combate à intolerância.

Que este caso receba a atenção necessária e que a vítima se recupere plenamente. A cidade, enquanto comunidade, deve permanecer vigilante para exigir segurança e dignidade para todos os seus habitantes.

Violência em Vitória da Conquista: Travesti Baleada no Vila Elisa

 

 

 

 

 

Mais uma cena de violência urbana abalou Vitória da Conquista na tarde deste sábado (07), quando uma travesti foi baleada no bairro Vila Elisa, na zona sul da cidade. O tiroteio, ocorrido por volta das 13h30 no conjunto habitacional, gerou pânico entre os moradores, que relataram uma correria desesperada em meio aos disparos.

A vítima foi rapidamente socorrida pelo Samu 192 e encaminhada ao Hospital Geral de Vitória da Conquista, onde recebe cuidados médicos. Até o momento, sua identidade e as possíveis motivações para o atentado não foram reveladas.

A Polícia Militar está investigando o caso e realizando diligências na tentativa de localizar os responsáveis e esclarecer as circunstâncias do crime.

Este episódio é mais um alerta sobre a necessidade de políticas públicas que enfrentem a violência em Vitória da Conquista, especialmente contra grupos vulneráveis, como pessoas LGBTQIA+. Ataques como este não são apenas crimes individuais; são reflexos de uma sociedade que ainda precisa evoluir no respeito às diferenças e no combate à intolerância.

Que este caso receba a atenção necessária e que a vítima se recupere plenamente. A cidade, enquanto comunidade, deve permanecer vigilante para exigir segurança e dignidade para todos os seus habitantes.

Henrique Macena: Um Adeus que Ecoa na Estrada e nos Corações

 

 

 

 

A tragédia que ceifou a vida de Henrique Macena, um jovem caminhoneiro de Vitória da Conquista, deixou marcas profundas não apenas em sua família, mas em toda a comunidade que o conhecia e admirava. Morador do bairro Brasil, Henrique era um rosto conhecido, uma voz amiga e um companheiro dedicado na labuta diária que move o Brasil sobre rodas. Sua partida precoce, após um grave acidente no Espírito Santo na última quinta-feira (05), abalou tanto sua cidade quanto Piatã, onde foi sepultado no sábado (07).

O luto foi partilhado por muitos. O cortejo que levou Henrique à sua última morada foi conduzido por um caminhão, símbolo da profissão que ele abraçava com orgulho. Amigos e colegas de estrada se reuniram, formando uma comovente homenagem àquele que, para eles, não era apenas um motorista, mas um exemplo de perseverança e alegria. O som das buzinas e o silêncio respeitoso dos presentes traduziram o misto de dor e reverência que marcou a despedida.

Henrique deixa um legado difícil de mensurar. Aos 31 anos, sua vida foi interrompida em um momento em que seus sonhos ainda estavam sendo construídos. Deixa um filho de apenas dois anos, que, apesar de pequeno demais para entender o peso desta perda, terá um dia a oportunidade de ouvir histórias sobre o pai carinhoso e trabalhador que era.

Enquanto as orações agora se voltam para a recuperação de seu irmão, que também ficou gravemente ferido no acidente, as memórias de Henrique se tornam um ponto de união para aqueles que ficaram. Nas ruas do bairro Brasil, sua presença ainda será sentida por muito tempo. Entre caminhoneiros, sua falta será um lembrete do quanto a profissão exige não apenas técnica, mas coragem e resiliência diante de riscos constantes.

A morte de Henrique não é apenas um momento de tristeza; é também um convite à reflexão. Quantos outros caminhoneiros enfrentam jornadas longas e perigosas, colocando em risco suas vidas para garantir que as mercadorias que movem o país cheguem ao seu destino? Que a despedida de Henrique sirva de alerta para que a segurança no transporte rodoviário ganhe mais atenção das autoridades e da sociedade.

Que a estrada que Henrique agora trilha seja repleta de paz, e que sua memória continue a guiar aqueles que o amaram. Aos amigos, colegas e familiares, que encontrem consolo no legado de bondade e determinação que ele deixou. E que o pequeno filho que Henrique deixou cresça sabendo que o pai foi um herói das estradas e da vida.

Henrique Macena: Um Adeus que Ecoa na Estrada e nos Corações

 

 

 

 

A tragédia que ceifou a vida de Henrique Macena, um jovem caminhoneiro de Vitória da Conquista, deixou marcas profundas não apenas em sua família, mas em toda a comunidade que o conhecia e admirava. Morador do bairro Brasil, Henrique era um rosto conhecido, uma voz amiga e um companheiro dedicado na labuta diária que move o Brasil sobre rodas. Sua partida precoce, após um grave acidente no Espírito Santo na última quinta-feira (05), abalou tanto sua cidade quanto Piatã, onde foi sepultado no sábado (07).

O luto foi partilhado por muitos. O cortejo que levou Henrique à sua última morada foi conduzido por um caminhão, símbolo da profissão que ele abraçava com orgulho. Amigos e colegas de estrada se reuniram, formando uma comovente homenagem àquele que, para eles, não era apenas um motorista, mas um exemplo de perseverança e alegria. O som das buzinas e o silêncio respeitoso dos presentes traduziram o misto de dor e reverência que marcou a despedida.

Henrique deixa um legado difícil de mensurar. Aos 31 anos, sua vida foi interrompida em um momento em que seus sonhos ainda estavam sendo construídos. Deixa um filho de apenas dois anos, que, apesar de pequeno demais para entender o peso desta perda, terá um dia a oportunidade de ouvir histórias sobre o pai carinhoso e trabalhador que era.

Enquanto as orações agora se voltam para a recuperação de seu irmão, que também ficou gravemente ferido no acidente, as memórias de Henrique se tornam um ponto de união para aqueles que ficaram. Nas ruas do bairro Brasil, sua presença ainda será sentida por muito tempo. Entre caminhoneiros, sua falta será um lembrete do quanto a profissão exige não apenas técnica, mas coragem e resiliência diante de riscos constantes.

A morte de Henrique não é apenas um momento de tristeza; é também um convite à reflexão. Quantos outros caminhoneiros enfrentam jornadas longas e perigosas, colocando em risco suas vidas para garantir que as mercadorias que movem o país cheguem ao seu destino? Que a despedida de Henrique sirva de alerta para que a segurança no transporte rodoviário ganhe mais atenção das autoridades e da sociedade.

Que a estrada que Henrique agora trilha seja repleta de paz, e que sua memória continue a guiar aqueles que o amaram. Aos amigos, colegas e familiares, que encontrem consolo no legado de bondade e determinação que ele deixou. E que o pequeno filho que Henrique deixou cresça sabendo que o pai foi um herói das estradas e da vida.

ARTIGO – A Imaculada Conceição: Um Sim que Transforma o Mundo (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição, um marco profundo de fé e esperança na Igreja. O Evangelho nos transporta à cena da Anunciação, onde Maria, com sua confiança inabalável, diz “sim” ao plano de Deus, tornando-se o grande modelo de santidade e um espelho da própria Igreja em peregrinação.

A Virgem Imaculada é a estrela que guia a Igreja, mesmo em meio às tempestades do mundo. Como nos lembramos do Papa Bento XVI, Maria reflete a essência pura da Igreja, trazendo uma mensagem de renovação e esperança para tempos de dúvida e desamor.

Vivemos em uma sociedade marcada pela desconfiança do amor divino, onde a busca pela liberdade muitas vezes se traduz em afastamento de Deus. Porém, Maria, em sua pureza imaculada, proclama que a verdadeira liberdade está em viver em total dependência do amor de Deus, rejeitando o pecado e abraçando a justiça.

O “sim” de Maria não é apenas um ato de conformidade, mas uma entrega plena e amorosa, onde sua vida foi entrelaçada pela esperança divina. Esta solenidade nos desafia a reavaliar a falsa felicidade que tenta excluir Deus das nossas vidas, registrando-nos que somente Nele encontramos a verdadeira alegria.

À medida que nos aproximamos do jubileu da esperança, somos convidados a olhar para Maria como um exemplo vivo do plano de amor e salvação de Deus. Seu testemunho nos inspira a sermos sinais vivos de esperança em um mundo que tantas vezes prefere o desespero.

Com Maria, podemos enfrentar os desafios do tempo presente, confiando que Deus é nossa medida de felicidade e nosso porto seguro. Que sua esperança materna nos ajude a lutar contra tudo o que se opõe a Deus, afirmando que, mesmo em um mundo incerto, Deus tem um plano de amor para cada um de nós.

Desejo a todos um abençoado tempo de Advento, vivido sob o manto protetor da Imaculada Conceição, nosso guia na jornada de fé.

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ARTIGO – A Imaculada Conceição: Um Sim que Transforma o Mundo (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje celebramos a Solenidade da Imaculada Conceição, um marco profundo de fé e esperança na Igreja. O Evangelho nos transporta à cena da Anunciação, onde Maria, com sua confiança inabalável, diz “sim” ao plano de Deus, tornando-se o grande modelo de santidade e um espelho da própria Igreja em peregrinação.

A Virgem Imaculada é a estrela que guia a Igreja, mesmo em meio às tempestades do mundo. Como nos lembramos do Papa Bento XVI, Maria reflete a essência pura da Igreja, trazendo uma mensagem de renovação e esperança para tempos de dúvida e desamor.

Vivemos em uma sociedade marcada pela desconfiança do amor divino, onde a busca pela liberdade muitas vezes se traduz em afastamento de Deus. Porém, Maria, em sua pureza imaculada, proclama que a verdadeira liberdade está em viver em total dependência do amor de Deus, rejeitando o pecado e abraçando a justiça.

O “sim” de Maria não é apenas um ato de conformidade, mas uma entrega plena e amorosa, onde sua vida foi entrelaçada pela esperança divina. Esta solenidade nos desafia a reavaliar a falsa felicidade que tenta excluir Deus das nossas vidas, registrando-nos que somente Nele encontramos a verdadeira alegria.

À medida que nos aproximamos do jubileu da esperança, somos convidados a olhar para Maria como um exemplo vivo do plano de amor e salvação de Deus. Seu testemunho nos inspira a sermos sinais vivos de esperança em um mundo que tantas vezes prefere o desespero.

Com Maria, podemos enfrentar os desafios do tempo presente, confiando que Deus é nossa medida de felicidade e nosso porto seguro. Que sua esperança materna nos ajude a lutar contra tudo o que se opõe a Deus, afirmando que, mesmo em um mundo incerto, Deus tem um plano de amor para cada um de nós.

Desejo a todos um abençoado tempo de Advento, vivido sob o manto protetor da Imaculada Conceição, nosso guia na jornada de fé.

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O Xadrez Político do PT na Bahia: Rui Costa e os Desafios de 2026

 

 

 

 

A movimentação política para as eleições de 2026 já começou, e o PT na Bahia, como de costume, mostra sua habilidade em arquitetar cenários que, ao mesmo tempo, fortalecem sua hegemonia e desafiam a paciência de aliados históricos. O mais recente capítulo dessa saga envolve o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e sua ambição de conquistar uma vaga no Senado Federal, enquanto o partido tenta reorganizar o tabuleiro político sem abrir mão de sua liderança incontestável.

O cenário sugerido por Rui Costa, de acordo com informações divulgadas, desenha uma chapa com Jaques Wagner buscando a reeleição ao Senado, Rui disputando a segunda vaga e o PSD de Otto Alencar ficando com a vice do governador Jerônimo Rodrigues. Uma costura aparentemente perfeita para o PT, mas que, como em todo bom xadrez político, exige o sacrifício de algumas peças.

O MDB e o Coronel: Protagonistas à Margem

Dentre os possíveis prejudicados pela estratégia petista, destacam-se dois nomes importantes: o MDB, que vem sendo empurrado para um papel de coadjuvante, e o senador Ângelo Coronel (PSD), que, caso aceite a perda de espaço, poderia amargar o mesmo destino de João Leão – muita fala, pouca ação.

O MDB, que já viu seus melhores dias no protagonismo político baiano, amarga duas candidaturas fracassadas à Prefeitura de Salvador e vê seus prefeitos sendo gradualmente cooptados pelo governo. Com parte do PP já integrado à base de Jerônimo Rodrigues e o União Brasil enfraquecido em suas fileiras municipais, o PT se dá ao luxo de dispensar antigos aliados que não entregam mais os resultados esperados.

Já Ângelo Coronel, por sua vez, enfrenta um dilema estratégico. Perder a vaga ao Senado para Rui Costa é um golpe difícil de engolir, e a vice-governadoria pode parecer uma compensação tímida. Se decidir seguir o exemplo de João Leão, que “rugiu, mas não mordeu ninguém”, Coronel arrisca cair no ostracismo político.

A Lógica do PT

O PT, com sua habilidade histórica de conduzir articulações, sabe que o poder se concentra na capacidade de agregar forças, mas também de distribuir perdas. Rui Costa não almeja apenas um cargo; ele busca consolidar um legado de continuidade petista na Bahia, mantendo a base unificada e, ao mesmo tempo, abrindo espaço para novas lideranças.

A estratégia de manter Jaques Wagner e Rui Costa no Senado oferece ao PT uma posição de força no plano nacional, enquanto a vice do PSD assegura o apoio de Otto Alencar, um aliado de peso. No entanto, é uma jogada arriscada, que pode deixar cicatrizes no relacionamento com aliados descontentes.

O Desafio da Unidade

O grande desafio do PT será gerenciar as inevitáveis insatisfações de aliados que, ao longo dos anos, contribuíram para a construção do projeto político hegemônico na Bahia. O que está em jogo não é apenas a formação de uma chapa, mas a manutenção de uma base ampla e coesa, capaz de enfrentar uma oposição que, embora fragmentada, pode encontrar espaço para crescer em meio a rachaduras internas.

Ao projetar uma chapa com Wagner e Rui no Senado e o PSD na vice, o PT deixa claro que está disposto a priorizar seus próprios interesses, ainda que isso signifique contrariar os desejos de aliados estratégicos. Cabe aos insatisfeitos decidir se permanecem no jogo ou buscam novos caminhos – um risco que o PT parece disposto a correr em nome de sua hegemonia.

Em 2026, mais do que nunca, o jogo político na Bahia promete ser um espetáculo digno de observação. Resta saber quem terá fôlego para se manter na mesa até o xeque-mate final.

O Xadrez Político do PT na Bahia: Rui Costa e os Desafios de 2026

 

 

 

 

A movimentação política para as eleições de 2026 já começou, e o PT na Bahia, como de costume, mostra sua habilidade em arquitetar cenários que, ao mesmo tempo, fortalecem sua hegemonia e desafiam a paciência de aliados históricos. O mais recente capítulo dessa saga envolve o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e sua ambição de conquistar uma vaga no Senado Federal, enquanto o partido tenta reorganizar o tabuleiro político sem abrir mão de sua liderança incontestável.

O cenário sugerido por Rui Costa, de acordo com informações divulgadas, desenha uma chapa com Jaques Wagner buscando a reeleição ao Senado, Rui disputando a segunda vaga e o PSD de Otto Alencar ficando com a vice do governador Jerônimo Rodrigues. Uma costura aparentemente perfeita para o PT, mas que, como em todo bom xadrez político, exige o sacrifício de algumas peças.

O MDB e o Coronel: Protagonistas à Margem

Dentre os possíveis prejudicados pela estratégia petista, destacam-se dois nomes importantes: o MDB, que vem sendo empurrado para um papel de coadjuvante, e o senador Ângelo Coronel (PSD), que, caso aceite a perda de espaço, poderia amargar o mesmo destino de João Leão – muita fala, pouca ação.

O MDB, que já viu seus melhores dias no protagonismo político baiano, amarga duas candidaturas fracassadas à Prefeitura de Salvador e vê seus prefeitos sendo gradualmente cooptados pelo governo. Com parte do PP já integrado à base de Jerônimo Rodrigues e o União Brasil enfraquecido em suas fileiras municipais, o PT se dá ao luxo de dispensar antigos aliados que não entregam mais os resultados esperados.

Já Ângelo Coronel, por sua vez, enfrenta um dilema estratégico. Perder a vaga ao Senado para Rui Costa é um golpe difícil de engolir, e a vice-governadoria pode parecer uma compensação tímida. Se decidir seguir o exemplo de João Leão, que “rugiu, mas não mordeu ninguém”, Coronel arrisca cair no ostracismo político.

A Lógica do PT

O PT, com sua habilidade histórica de conduzir articulações, sabe que o poder se concentra na capacidade de agregar forças, mas também de distribuir perdas. Rui Costa não almeja apenas um cargo; ele busca consolidar um legado de continuidade petista na Bahia, mantendo a base unificada e, ao mesmo tempo, abrindo espaço para novas lideranças.

A estratégia de manter Jaques Wagner e Rui Costa no Senado oferece ao PT uma posição de força no plano nacional, enquanto a vice do PSD assegura o apoio de Otto Alencar, um aliado de peso. No entanto, é uma jogada arriscada, que pode deixar cicatrizes no relacionamento com aliados descontentes.

O Desafio da Unidade

O grande desafio do PT será gerenciar as inevitáveis insatisfações de aliados que, ao longo dos anos, contribuíram para a construção do projeto político hegemônico na Bahia. O que está em jogo não é apenas a formação de uma chapa, mas a manutenção de uma base ampla e coesa, capaz de enfrentar uma oposição que, embora fragmentada, pode encontrar espaço para crescer em meio a rachaduras internas.

Ao projetar uma chapa com Wagner e Rui no Senado e o PSD na vice, o PT deixa claro que está disposto a priorizar seus próprios interesses, ainda que isso signifique contrariar os desejos de aliados estratégicos. Cabe aos insatisfeitos decidir se permanecem no jogo ou buscam novos caminhos – um risco que o PT parece disposto a correr em nome de sua hegemonia.

Em 2026, mais do que nunca, o jogo político na Bahia promete ser um espetáculo digno de observação. Resta saber quem terá fôlego para se manter na mesa até o xeque-mate final.

Tiroteio no Vila Elisa: Um Grito de Alerta Sobre a Violência Urbana

 

 

 

 

A tarde deste sábado (7) trouxe um cenário de tensão e medo para os moradores do bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista. O tiroteio que feriu uma pessoa transformou o cotidiano da comunidade em uma cena de pânico e correria, escancarando, mais uma vez, o problema da violência urbana que assola tantas cidades brasileiras.

É inegável que episódios como esse evidenciam uma realidade que há tempos nos atormenta: a sensação de insegurança que ronda as comunidades, independentemente de classe social ou localização. Os disparos que ecoaram nas ruas do Vila Elisa não feriram apenas a vítima; feriram a paz de espírito de todos os que ali vivem.

A atuação rápida da Polícia Militar é essencial para restaurar a ordem e apurar os fatos. Contudo, o episódio nos leva a refletir sobre algo mais profundo: as raízes desse ciclo de violência. Fatores como desigualdade social, falta de oportunidades, precariedade na educação e ausência de políticas públicas efetivas contribuem para criar ambientes propícios ao crime.

Enquanto aguardamos informações sobre a motivação do tiroteio e o estado de saúde da vítima, fica o apelo para que todos os cidadãos colaborem com as investigações. Denunciar é uma atitude corajosa e necessária para frear a criminalidade, mas é também urgente cobrar das autoridades ações estruturais que vão além de respostas emergenciais.

A segurança pública não pode ser tratada apenas como um problema de polícia; é uma questão social que exige soluções integradas, envolvendo poder público, sociedade civil e iniciativa privada. O Vila Elisa e tantos outros bairros clamam por atenção, investimentos e políticas que resgatem a dignidade de seus moradores.

Que esse episódio sirva de alerta e de chamado à responsabilidade coletiva. Não podemos normalizar a violência nem nos acostumar ao medo. A paz é um direito de todos, e lutar por ela deve ser prioridade em qualquer sociedade que se pretenda justa e humana.

Tiroteio no Vila Elisa: Um Grito de Alerta Sobre a Violência Urbana

 

 

 

 

A tarde deste sábado (7) trouxe um cenário de tensão e medo para os moradores do bairro Vila Elisa, em Vitória da Conquista. O tiroteio que feriu uma pessoa transformou o cotidiano da comunidade em uma cena de pânico e correria, escancarando, mais uma vez, o problema da violência urbana que assola tantas cidades brasileiras.

É inegável que episódios como esse evidenciam uma realidade que há tempos nos atormenta: a sensação de insegurança que ronda as comunidades, independentemente de classe social ou localização. Os disparos que ecoaram nas ruas do Vila Elisa não feriram apenas a vítima; feriram a paz de espírito de todos os que ali vivem.

A atuação rápida da Polícia Militar é essencial para restaurar a ordem e apurar os fatos. Contudo, o episódio nos leva a refletir sobre algo mais profundo: as raízes desse ciclo de violência. Fatores como desigualdade social, falta de oportunidades, precariedade na educação e ausência de políticas públicas efetivas contribuem para criar ambientes propícios ao crime.

Enquanto aguardamos informações sobre a motivação do tiroteio e o estado de saúde da vítima, fica o apelo para que todos os cidadãos colaborem com as investigações. Denunciar é uma atitude corajosa e necessária para frear a criminalidade, mas é também urgente cobrar das autoridades ações estruturais que vão além de respostas emergenciais.

A segurança pública não pode ser tratada apenas como um problema de polícia; é uma questão social que exige soluções integradas, envolvendo poder público, sociedade civil e iniciativa privada. O Vila Elisa e tantos outros bairros clamam por atenção, investimentos e políticas que resgatem a dignidade de seus moradores.

Que esse episódio sirva de alerta e de chamado à responsabilidade coletiva. Não podemos normalizar a violência nem nos acostumar ao medo. A paz é um direito de todos, e lutar por ela deve ser prioridade em qualquer sociedade que se pretenda justa e humana.