Política e Resenha

ARTIGO – Meus Carnavais de Chuva, Suor e Cerveja

 

 

Padre Carlos

 

Há memórias que não envelhecem. Apenas amadurecem dentro da gente.

Hoje acordei com o coração molhado de lembranças. Pensei nos meus carnavais de Salvador — de chuva, suor e cerveja — quando descer a Ladeira de São Bento era mais do que atravessar a cidade: era atravessar a própria juventude. Você já sentiu isso? Aquela sensação de que a rua inteira respirava junto com você?

Nós éramos pobres de recursos, mas ricos de sonhos. Bastavam alguns instrumentos, uma corda improvisada, mortalhas costuradas pela mãe de alguém, e o bloco ganhava alma. Não era apenas festa. Era pertencimento. Era identidade. Era resistência cultural.

Quando Sérgio Sampaio cantava “Eu quero é botar meu bloco na rua”, não era só música. Era um manifesto. Em plena década de 70, sob a sombra da ditadura militar, botar o bloco na rua era também uma forma simbólica de dizer: “ainda estamos vivos”.

E estávamos.

Encontrávamos os companheiros de militância em frente ao Clube de Engenharia. Ali funcionava o QG improvisado do DCE, da esquerda estudantil, dos que acreditavam que o Brasil podia ser maior do que o medo. O carnaval de Salvador não era apenas folia. Era válvula de escape de um país censurado. Era a panela de pressão social que impedia o silêncio de explodir em desespero.

Havia nomes, rostos, histórias — Paulo Pontes, Dapieve, Aninha, Valdélio, Pedro Yapone, Anilson, Zezéu Pola. Gente que hoje vive espalhada pela vida, mas que permanece intacta na memória coletiva daquela geração.

E à noite, depois das utopias discutidas à tarde, descíamos pela Carlos Gomes rumo ao Campo Grande. O Clube Português virava ponto de reencontro. Ríamos alto. Sonhávamos alto. Porque quando o futuro é incerto, a juventude grita.

Mas o tempo — esse escultor invisível — foi moldando tudo.

Na década de 80, o carnaval baiano mudou de forma. O trio elétrico se transformou em indústria cultural. A criatividade popular ganhou estrutura empresarial, sonorização potente, palcos móveis sobre caminhões gigantes. O modelo que hoje movimenta milhões no turismo, gera empregos e projeta Salvador internacionalmente nasceu ali.

O carnaval de Salvador se profissionalizou. Tornou-se produto, espetáculo, marca. Vieram os circuitos ampliados, os camarotes, o marketing, os abadás. O trio elétrico deixou de ser improviso e virou máquina de entretenimento.

E aqui está o ponto de virada.

Enquanto celebrávamos a queda do regime militar nos anos 80, não percebemos outra queda silenciosa: a do carnaval essencialmente popular. O espaço espontâneo da rua começou a ser delimitado por cordas mais firmes, por interesses econômicos mais definidos. O que era corda de união virou corda de separação.

Não é nostalgia ingênua. É análise histórica.

O carnaval sempre foi um fenômeno político e social. Na década de 70, funcionava como catarse coletiva contra os anos de chumbo. Na redemocratização, tornou-se símbolo de liberdade. Depois, converteu-se em potência econômica estratégica. Hoje, representa bilhões de reais em impacto financeiro, consolidando-se como ativo central do turismo brasileiro e da economia criativa.

Nada disso é negativo em si. Mas toda transformação cobra um preço.

Quando vejo Caetano Veloso e Gilberto Gil cantando com a nova geração, percebo algo raro: neles o tempo não envelhece, se reinventa. Eles atravessaram exílio, censura, transformações culturais profundas — e continuam dialogando com o presente. São mitos vivos da cultura brasileira porque compreenderam que tradição não é estática; é movimento.

Foi após o retorno do exílio que Caetano encontrou um carnaval em mutação, impregnado de contracultura, experimentação estética, ousadia comportamental. Ali começava uma nova era. E o carnaval jamais seria o mesmo.

O poeta capta o espírito do tempo. Mas também é capturado por ele.

Quando ouvimos:

“Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça…”

não estamos apenas diante de versos. Estamos diante de uma geração pedindo para não ser esquecida. Uma geração que se embebeu de chuva, suor e cerveja — mas também de esperança.

Hoje entendo melhor aqueles jovens. Brincávamos para suportar. Dançávamos para resistir. Cantávamos para não enlouquecer. O carnaval democrático da minha juventude era também uma forma de luta simbólica contra o sistema.

E talvez a grande pergunta seja esta: o que estamos fazendo hoje com essa herança cultural?

O carnaval de Salvador continua vibrante, potente, economicamente estratégico. Mas precisamos preservar seu DNA popular, sua alma de rua, sua função de expressão coletiva. Cultura não pode ser apenas mercadoria. Precisa continuar sendo voz.

Porque, no fim das contas, o que permanece não é o camarote mais caro nem o trio mais potente.

O que permanece é a memória.

E memória, meu amigo, é território sagrado.

Se um dia me perguntarem o que foi minha juventude, não responderei com datas ou ideologias. Responderei com uma imagem: uma ladeira molhada, um bloco improvisado, amigos rindo alto, e a sensação de que — mesmo sob censura — éramos livres por algumas horas.

E talvez ainda sejamos.

Desde que nunca deixemos de botar nosso bloco na rua.

ARTIGO – Meus Carnavais de Chuva, Suor e Cerveja

 

 

Padre Carlos

 

Há memórias que não envelhecem. Apenas amadurecem dentro da gente.

Hoje acordei com o coração molhado de lembranças. Pensei nos meus carnavais de Salvador — de chuva, suor e cerveja — quando descer a Ladeira de São Bento era mais do que atravessar a cidade: era atravessar a própria juventude. Você já sentiu isso? Aquela sensação de que a rua inteira respirava junto com você?

Nós éramos pobres de recursos, mas ricos de sonhos. Bastavam alguns instrumentos, uma corda improvisada, mortalhas costuradas pela mãe de alguém, e o bloco ganhava alma. Não era apenas festa. Era pertencimento. Era identidade. Era resistência cultural.

Quando Sérgio Sampaio cantava “Eu quero é botar meu bloco na rua”, não era só música. Era um manifesto. Em plena década de 70, sob a sombra da ditadura militar, botar o bloco na rua era também uma forma simbólica de dizer: “ainda estamos vivos”.

E estávamos.

Encontrávamos os companheiros de militância em frente ao Clube de Engenharia. Ali funcionava o QG improvisado do DCE, da esquerda estudantil, dos que acreditavam que o Brasil podia ser maior do que o medo. O carnaval de Salvador não era apenas folia. Era válvula de escape de um país censurado. Era a panela de pressão social que impedia o silêncio de explodir em desespero.

Havia nomes, rostos, histórias — Paulo Pontes, Dapieve, Aninha, Valdélio, Pedro Yapone, Anilson, Zezéu Pola. Gente que hoje vive espalhada pela vida, mas que permanece intacta na memória coletiva daquela geração.

E à noite, depois das utopias discutidas à tarde, descíamos pela Carlos Gomes rumo ao Campo Grande. O Clube Português virava ponto de reencontro. Ríamos alto. Sonhávamos alto. Porque quando o futuro é incerto, a juventude grita.

Mas o tempo — esse escultor invisível — foi moldando tudo.

Na década de 80, o carnaval baiano mudou de forma. O trio elétrico se transformou em indústria cultural. A criatividade popular ganhou estrutura empresarial, sonorização potente, palcos móveis sobre caminhões gigantes. O modelo que hoje movimenta milhões no turismo, gera empregos e projeta Salvador internacionalmente nasceu ali.

O carnaval de Salvador se profissionalizou. Tornou-se produto, espetáculo, marca. Vieram os circuitos ampliados, os camarotes, o marketing, os abadás. O trio elétrico deixou de ser improviso e virou máquina de entretenimento.

E aqui está o ponto de virada.

Enquanto celebrávamos a queda do regime militar nos anos 80, não percebemos outra queda silenciosa: a do carnaval essencialmente popular. O espaço espontâneo da rua começou a ser delimitado por cordas mais firmes, por interesses econômicos mais definidos. O que era corda de união virou corda de separação.

Não é nostalgia ingênua. É análise histórica.

O carnaval sempre foi um fenômeno político e social. Na década de 70, funcionava como catarse coletiva contra os anos de chumbo. Na redemocratização, tornou-se símbolo de liberdade. Depois, converteu-se em potência econômica estratégica. Hoje, representa bilhões de reais em impacto financeiro, consolidando-se como ativo central do turismo brasileiro e da economia criativa.

Nada disso é negativo em si. Mas toda transformação cobra um preço.

Quando vejo Caetano Veloso e Gilberto Gil cantando com a nova geração, percebo algo raro: neles o tempo não envelhece, se reinventa. Eles atravessaram exílio, censura, transformações culturais profundas — e continuam dialogando com o presente. São mitos vivos da cultura brasileira porque compreenderam que tradição não é estática; é movimento.

Foi após o retorno do exílio que Caetano encontrou um carnaval em mutação, impregnado de contracultura, experimentação estética, ousadia comportamental. Ali começava uma nova era. E o carnaval jamais seria o mesmo.

O poeta capta o espírito do tempo. Mas também é capturado por ele.

Quando ouvimos:

“Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça…”

não estamos apenas diante de versos. Estamos diante de uma geração pedindo para não ser esquecida. Uma geração que se embebeu de chuva, suor e cerveja — mas também de esperança.

Hoje entendo melhor aqueles jovens. Brincávamos para suportar. Dançávamos para resistir. Cantávamos para não enlouquecer. O carnaval democrático da minha juventude era também uma forma de luta simbólica contra o sistema.

E talvez a grande pergunta seja esta: o que estamos fazendo hoje com essa herança cultural?

O carnaval de Salvador continua vibrante, potente, economicamente estratégico. Mas precisamos preservar seu DNA popular, sua alma de rua, sua função de expressão coletiva. Cultura não pode ser apenas mercadoria. Precisa continuar sendo voz.

Porque, no fim das contas, o que permanece não é o camarote mais caro nem o trio mais potente.

O que permanece é a memória.

E memória, meu amigo, é território sagrado.

Se um dia me perguntarem o que foi minha juventude, não responderei com datas ou ideologias. Responderei com uma imagem: uma ladeira molhada, um bloco improvisado, amigos rindo alto, e a sensação de que — mesmo sob censura — éramos livres por algumas horas.

E talvez ainda sejamos.

Desde que nunca deixemos de botar nosso bloco na rua.

ARTIGO – O Evangelho do Desemprego (ou Como Sofrer é Bom Para o Mercado)

 

 

Padre Carlos

 

Olá, hoje eu li na grande imprensa um artigo “brilhante” de um economista. Um verdadeiro economista de meia pataca — e não é implicância minha com a ciência econômica, que respeito profundamente quando serve ao povo. Mas há textos que parecem escritos não com planilhas, e sim com frieza de laboratório social.

Segundo o iluminado, a taxa de desemprego no Brasil — a menor da série histórica desde 2012 — está “baixa demais”. Veja você. Baixa demais. O problema, portanto, não é a desigualdade social, não é a fome, não é o salário corroído pela inflação, não é o custo de vida. O problema é… gente demais trabalhando.

A solução? Simples como um corte de juros em reunião fechada: aumentar o desemprego, diminuir a massa salarial, esfriar a economia, piorar a vida das pessoas. Tudo isso para alcançar a sagrada meta de inflação de 3%. Três por cento. O número mágico. O dogma. O bezerro de ouro do mercado financeiro.

É quase comovente.

Quer dizer que, para no ano que vem baixar a taxa de juros, precisamos antes produzir sofrimento agora. Um pequeno sacrifício coletivo — dos outros, claro. Não dele. Ele, muito provavelmente, bem remunerado, com bônus garantido, férias internacionais e ceia farta. A inflação de 3% não chega à mesa dele; chega à mesa de quem já conta moeda.

E o Brasil? O Brasil segue ostentando uma das maiores desigualdades de renda do mundo. Estamos sempre ali, no topo do ranking da concentração absurda. Mas, segundo essa lógica celestial, o problema não é a desigualdade estrutural. O problema é o pedreiro que conseguiu emprego. A balconista que voltou ao mercado de trabalho. O jovem que saiu da informalidade.

É fantástico.

Pergunto, com toda a ironia possível: quem determinou que a inflação precisa ser exatamente 3%? Por que não 4%? Por que não 3,5%? Quem escreveu essa tábua da lei econômica? Foi Moisés descendo do Monte Sinai do Banco Central? Há alguma revelação divina que desconhecemos?

A economia virou religião. E o desemprego, instrumento de purificação.

Mas aqui vai uma heresia: a economia deve servir às pessoas, não o contrário. Não é razoável que a política monetária tenha como ferramenta implícita a produção deliberada de desemprego para “acalmar o mercado”. Mercado não vota. Quem vota é o povo. Quem sofre é o povo. Quem paga a conta é o povo.

Precisamos urgentemente crescer. Crescer com inclusão produtiva. Crescer com desenvolvimento econômico sustentável. Crescer com aumento real de salários. Crescer reduzindo desigualdade social. Crescer com investimento em educação, tecnologia e inovação. Isso, sim, combate inflação estrutural: produtividade, infraestrutura, planejamento estratégico.

Não podemos aceitar que a saída seja sempre apertar o cinto do trabalhador enquanto o andar de cima troca de gravata.

O Brasil não precisa de mais desempregados para equilibrar planilhas. Precisa de mais empregos de qualidade, mais renda circulando, mais justiça tributária, mais política econômica comprometida com a vida real.

Porque quando alguém defende aumentar o desemprego como solução técnica, o que está dizendo, em bom português, é que a dor do outro é um instrumento legítimo.

E isso, meu amigo, não é ciência. É cinismo.

E contra o cinismo, a indignação ainda é a melhor resposta.

ARTIGO – O Evangelho do Desemprego (ou Como Sofrer é Bom Para o Mercado)

 

 

Padre Carlos

 

Olá, hoje eu li na grande imprensa um artigo “brilhante” de um economista. Um verdadeiro economista de meia pataca — e não é implicância minha com a ciência econômica, que respeito profundamente quando serve ao povo. Mas há textos que parecem escritos não com planilhas, e sim com frieza de laboratório social.

Segundo o iluminado, a taxa de desemprego no Brasil — a menor da série histórica desde 2012 — está “baixa demais”. Veja você. Baixa demais. O problema, portanto, não é a desigualdade social, não é a fome, não é o salário corroído pela inflação, não é o custo de vida. O problema é… gente demais trabalhando.

A solução? Simples como um corte de juros em reunião fechada: aumentar o desemprego, diminuir a massa salarial, esfriar a economia, piorar a vida das pessoas. Tudo isso para alcançar a sagrada meta de inflação de 3%. Três por cento. O número mágico. O dogma. O bezerro de ouro do mercado financeiro.

É quase comovente.

Quer dizer que, para no ano que vem baixar a taxa de juros, precisamos antes produzir sofrimento agora. Um pequeno sacrifício coletivo — dos outros, claro. Não dele. Ele, muito provavelmente, bem remunerado, com bônus garantido, férias internacionais e ceia farta. A inflação de 3% não chega à mesa dele; chega à mesa de quem já conta moeda.

E o Brasil? O Brasil segue ostentando uma das maiores desigualdades de renda do mundo. Estamos sempre ali, no topo do ranking da concentração absurda. Mas, segundo essa lógica celestial, o problema não é a desigualdade estrutural. O problema é o pedreiro que conseguiu emprego. A balconista que voltou ao mercado de trabalho. O jovem que saiu da informalidade.

É fantástico.

Pergunto, com toda a ironia possível: quem determinou que a inflação precisa ser exatamente 3%? Por que não 4%? Por que não 3,5%? Quem escreveu essa tábua da lei econômica? Foi Moisés descendo do Monte Sinai do Banco Central? Há alguma revelação divina que desconhecemos?

A economia virou religião. E o desemprego, instrumento de purificação.

Mas aqui vai uma heresia: a economia deve servir às pessoas, não o contrário. Não é razoável que a política monetária tenha como ferramenta implícita a produção deliberada de desemprego para “acalmar o mercado”. Mercado não vota. Quem vota é o povo. Quem sofre é o povo. Quem paga a conta é o povo.

Precisamos urgentemente crescer. Crescer com inclusão produtiva. Crescer com desenvolvimento econômico sustentável. Crescer com aumento real de salários. Crescer reduzindo desigualdade social. Crescer com investimento em educação, tecnologia e inovação. Isso, sim, combate inflação estrutural: produtividade, infraestrutura, planejamento estratégico.

Não podemos aceitar que a saída seja sempre apertar o cinto do trabalhador enquanto o andar de cima troca de gravata.

O Brasil não precisa de mais desempregados para equilibrar planilhas. Precisa de mais empregos de qualidade, mais renda circulando, mais justiça tributária, mais política econômica comprometida com a vida real.

Porque quando alguém defende aumentar o desemprego como solução técnica, o que está dizendo, em bom português, é que a dor do outro é um instrumento legítimo.

E isso, meu amigo, não é ciência. É cinismo.

E contra o cinismo, a indignação ainda é a melhor resposta.

ARTIGO – Lealdade, Diálogo e Coragem: O Gesto de Quinho que Revela Maturidade Política na Bahia

 

Padre Carlos

 

No meio do Carnaval de Salvador, entre trios elétricos, multidões pulsando alegria e o calor humano que só a Bahia sabe produzir, uma imagem ganhou destaque: o ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro Rui Costa.

Alguns apressados viram cálculo. Outros, ambiguidade. Eu vi maturidade política.

Porque é preciso dizer com serenidade: a política não pode ser transformada em guerra permanente. O diálogo não é traição. A convivência institucional não é rendição. Em tempos de radicalização, o gesto de Quinho revela algo raro — equilíbrio.

Sim, seu nome é ventilado como possível pré-candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto. Sim, ele pertence ao PSD de Otto Alencar. Sim, o tabuleiro da política baiana para 2026 está em movimento. Mas desde quando conversar virou crime? Desde quando respeitar adversários passou a ser sinal de fraqueza?

Quinho fez o que líderes responsáveis fazem: manteve pontes abertas.

Ele próprio afirmou que é amigo de Rui Costa há anos. Isso não é oportunismo — é trajetória. A política baiana é feita de relações construídas ao longo do tempo, de convivência institucional e de respeito pessoal. Quem conhece o interior sabe: as diferenças partidárias não apagam a amizade, nem o reconhecimento.

Quando declarou que “o futuro pertence a Deus” e que os próximos 60 dias serão decisivos, não falou como alguém indeciso. Falou como quem compreende o peso das escolhas. Falou como quem sabe que decisões estratégicas precisam ser tomadas com prudência, ouvindo aliados, avaliando cenários e pensando no melhor para a Bahia.

Há uma diferença profunda entre hesitação e responsabilidade.

O que vejo em Quinho é alguém que não se move por impulso. Ele não está gritando para plateias nem incendiando discursos. Está observando, dialogando, avaliando. Isso é virtude — não defeito.

A Bahia precisa de lideranças que saibam transitar, construir consensos e diminuir tensões. A política moderna exige capacidade de articulação, habilidade de negociação e inteligência emocional. Um vice-governador, sobretudo, precisa ser ponte. Precisa ser equilíbrio. Precisa ser alguém que converse com todos.

E Quinho demonstra exatamente essa capacidade.

Rui Costa, ao dizer que “a presença fala mais que qualquer palavra”, reconhece essa proximidade construída ao longo dos anos. Isso não significa adesão automática a um lado. Significa respeito mútuo. Significa trânsito político. Significa capital relacional — algo fundamental para governar.

A política baiana vive um momento estratégico. O debate sobre sucessão estadual, alianças, oposição, governo e projetos para 2026 já começou. Mas o eleitor não quer apenas confrontos. Quer estabilidade. Quer desenvolvimento regional. Quer investimentos no interior. Quer geração de emprego, infraestrutura, saúde e segurança.

Quem melhor para representar esse interior do que alguém que conhece a realidade municipal, que já foi gestor, que sabe o que é administrar com orçamento apertado e demandas crescentes?

A eventual composição com ACM Neto não seria ruptura ideológica abrupta. Seria construção estratégica dentro do jogo democrático. E, se houver outra decisão, que seja fruto de análise responsável. O que não se pode exigir de um líder é precipitação.

A política não é torcida organizada. É construção institucional.

Quinho demonstra algo que falta a muitos: serenidade. Ele não fecha portas. Não cria inimigos desnecessários. Não transforma divergências em trincheiras. Ele compreende que a Bahia é maior que partidos.

E talvez essa seja sua maior força.

Em um cenário de polarização, líderes capazes de dialogar com governo e oposição tornam-se peças-chave. Não por oportunismo, mas por habilidade política. Não por ambição vazia, mas por visão estratégica.

Os próximos 60 dias, de fato, podem definir rumos importantes. Mas independentemente do desfecho, o gesto no Carnaval já revelou algo essencial: Quinho é um político que não teme o diálogo. E isso, em tempos tão duros, é sinal de grandeza.

Porque a Bahia precisa menos de gritos e mais de pontes.

E líderes que constroem pontes não são fracos.

São necessários.

ARTIGO – Lealdade, Diálogo e Coragem: O Gesto de Quinho que Revela Maturidade Política na Bahia

 

Padre Carlos

 

No meio do Carnaval de Salvador, entre trios elétricos, multidões pulsando alegria e o calor humano que só a Bahia sabe produzir, uma imagem ganhou destaque: o ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre, ao lado do governador Jerônimo Rodrigues e do ministro Rui Costa.

Alguns apressados viram cálculo. Outros, ambiguidade. Eu vi maturidade política.

Porque é preciso dizer com serenidade: a política não pode ser transformada em guerra permanente. O diálogo não é traição. A convivência institucional não é rendição. Em tempos de radicalização, o gesto de Quinho revela algo raro — equilíbrio.

Sim, seu nome é ventilado como possível pré-candidato a vice-governador na chapa de ACM Neto. Sim, ele pertence ao PSD de Otto Alencar. Sim, o tabuleiro da política baiana para 2026 está em movimento. Mas desde quando conversar virou crime? Desde quando respeitar adversários passou a ser sinal de fraqueza?

Quinho fez o que líderes responsáveis fazem: manteve pontes abertas.

Ele próprio afirmou que é amigo de Rui Costa há anos. Isso não é oportunismo — é trajetória. A política baiana é feita de relações construídas ao longo do tempo, de convivência institucional e de respeito pessoal. Quem conhece o interior sabe: as diferenças partidárias não apagam a amizade, nem o reconhecimento.

Quando declarou que “o futuro pertence a Deus” e que os próximos 60 dias serão decisivos, não falou como alguém indeciso. Falou como quem compreende o peso das escolhas. Falou como quem sabe que decisões estratégicas precisam ser tomadas com prudência, ouvindo aliados, avaliando cenários e pensando no melhor para a Bahia.

Há uma diferença profunda entre hesitação e responsabilidade.

O que vejo em Quinho é alguém que não se move por impulso. Ele não está gritando para plateias nem incendiando discursos. Está observando, dialogando, avaliando. Isso é virtude — não defeito.

A Bahia precisa de lideranças que saibam transitar, construir consensos e diminuir tensões. A política moderna exige capacidade de articulação, habilidade de negociação e inteligência emocional. Um vice-governador, sobretudo, precisa ser ponte. Precisa ser equilíbrio. Precisa ser alguém que converse com todos.

E Quinho demonstra exatamente essa capacidade.

Rui Costa, ao dizer que “a presença fala mais que qualquer palavra”, reconhece essa proximidade construída ao longo dos anos. Isso não significa adesão automática a um lado. Significa respeito mútuo. Significa trânsito político. Significa capital relacional — algo fundamental para governar.

A política baiana vive um momento estratégico. O debate sobre sucessão estadual, alianças, oposição, governo e projetos para 2026 já começou. Mas o eleitor não quer apenas confrontos. Quer estabilidade. Quer desenvolvimento regional. Quer investimentos no interior. Quer geração de emprego, infraestrutura, saúde e segurança.

Quem melhor para representar esse interior do que alguém que conhece a realidade municipal, que já foi gestor, que sabe o que é administrar com orçamento apertado e demandas crescentes?

A eventual composição com ACM Neto não seria ruptura ideológica abrupta. Seria construção estratégica dentro do jogo democrático. E, se houver outra decisão, que seja fruto de análise responsável. O que não se pode exigir de um líder é precipitação.

A política não é torcida organizada. É construção institucional.

Quinho demonstra algo que falta a muitos: serenidade. Ele não fecha portas. Não cria inimigos desnecessários. Não transforma divergências em trincheiras. Ele compreende que a Bahia é maior que partidos.

E talvez essa seja sua maior força.

Em um cenário de polarização, líderes capazes de dialogar com governo e oposição tornam-se peças-chave. Não por oportunismo, mas por habilidade política. Não por ambição vazia, mas por visão estratégica.

Os próximos 60 dias, de fato, podem definir rumos importantes. Mas independentemente do desfecho, o gesto no Carnaval já revelou algo essencial: Quinho é um político que não teme o diálogo. E isso, em tempos tão duros, é sinal de grandeza.

Porque a Bahia precisa menos de gritos e mais de pontes.

E líderes que constroem pontes não são fracos.

São necessários.

ARTIGO – Quando a Justiça Defende Privilégios e Chama Isso de “Insegurança Sistêmica”

 

 

(Padre Carlos)

O salário médio do trabalhador brasileiro mal ultrapassa alguns poucos milhares de reais. Milhões vivem com menos de dois salários mínimos, enfrentam filas no SUS, escolas sucateadas, transporte precário e uma carga tributária sufocante. Enquanto isso, em dezembro, a remuneração líquida média de desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo alcançou R$ 148.971,88. E não se trata de exceção: 99,85% dos magistrados receberam acima do teto constitucional.

É aqui que começa o conflito moral da República.

Quando o Supremo Tribunal Federal determinou a suspensão dos chamados “penduricalhos” sem base legal — verbas que, na prática, transformam o teto constitucional em mera sugestão decorativa — muitos brasileiros sentiram que, enfim, a Constituição estava sendo levada a sério. O teto remuneratório não é ornamento jurídico; é cláusula de equilíbrio republicano. É instrumento de responsabilidade fiscal, justiça social e moralidade administrativa.

A reação do TJ-SP, porém, trouxe um argumento curioso: a liminar geraria “insegurança jurídica sistêmica” e “assimetria federativa”. Mas insegurança para quem? Para o cidadão que paga impostos ou para quem recebe acima do teto?

O que está em jogo não é apenas uma disputa técnica sobre verbas indenizatórias. É o embate entre legalidade formal e moralidade pública. A Constituição não foi escrita para ser contornada por resoluções administrativas. Se atos normativos podem transformar exceção em regra, então o teto constitucional deixa de ser teto e passa a ser ficção.

A alegação de que a suspensão generalizada pode “comprometer irremediavelmente a administração da Justiça” soa, no mínimo, desproporcional. Desde quando cumprir o teto constitucional ameaça a Justiça? Ou será que a Justiça brasileira se tornou financeiramente dependente de mecanismos que a própria sociedade percebe como super salários disfarçados?

O discurso corporativo tem sido sofisticado. Fala-se em base legal, em força normativa de resoluções do CNJ, em precedentes perigosos. Mas o ponto central permanece: se 99,85% recebem acima do teto, o problema não é pontual — é estrutural.

Estamos diante de uma cultura de privilégios no serviço público que atravessa carreiras de Estado e se fortalece por meio de associações poderosas, capazes de acionar o próprio Supremo para preservar benefícios. Isso não é apenas corporativismo; é captura institucional. É quando os guardiões da Constituição passam a agir como se o Estado fosse patrimônio da própria corporação.

O Estado brasileiro deveria ser uma casa construída pelo esforço coletivo da sociedade. No entanto, em certos momentos, parece uma casa invadida por seus próprios guardiões, que justificam o privilégio com argumentos técnicos enquanto a população observa do lado de fora, arcando com a conta.

A defesa da moralidade administrativa não é ataque ao Judiciário. Ao contrário: é defesa da sua legitimidade. Justiça que se distancia do senso comum de equidade perde autoridade moral. Transparência não enfraquece instituições; fortalece-as.

É legítimo discutir a natureza jurídica das verbas indenizatórias. É legítimo questionar a competência administrativa ou legislativa para rever penduricalhos. O que não é legítimo é tratar o teto constitucional como obstáculo inconveniente a ser contornado.

O Brasil enfrenta desafios fiscais graves. Fala-se em ajuste, em corte de gastos, em responsabilidade fiscal. Mas qualquer discurso de austeridade perde credibilidade quando os super salários continuam blindados por uma engrenagem normativa que os sustenta.

A sociedade civil precisa acompanhar esse debate com maturidade e firmeza. Não se trata de atacar pessoas, mas de exigir coerência institucional. O teto constitucional deve ser efetivo. Os penduricalhos precisam de revisão transparente. A reforma do Judiciário precisa entrar na agenda nacional com coragem e racionalidade.

A indignação aqui não é contra a Justiça — é a favor dela.

Porque uma República só se sustenta quando o privilégio cede lugar à equidade, quando a lei vale para todos e quando o Estado deixa de ser feudo corporativo para voltar a ser aquilo que deveria sempre ter sido: patrimônio moral do povo brasileiro.

ARTIGO – Quando a Justiça Defende Privilégios e Chama Isso de “Insegurança Sistêmica”

 

 

(Padre Carlos)

O salário médio do trabalhador brasileiro mal ultrapassa alguns poucos milhares de reais. Milhões vivem com menos de dois salários mínimos, enfrentam filas no SUS, escolas sucateadas, transporte precário e uma carga tributária sufocante. Enquanto isso, em dezembro, a remuneração líquida média de desembargadores do Tribunal de Justiça de São Paulo alcançou R$ 148.971,88. E não se trata de exceção: 99,85% dos magistrados receberam acima do teto constitucional.

É aqui que começa o conflito moral da República.

Quando o Supremo Tribunal Federal determinou a suspensão dos chamados “penduricalhos” sem base legal — verbas que, na prática, transformam o teto constitucional em mera sugestão decorativa — muitos brasileiros sentiram que, enfim, a Constituição estava sendo levada a sério. O teto remuneratório não é ornamento jurídico; é cláusula de equilíbrio republicano. É instrumento de responsabilidade fiscal, justiça social e moralidade administrativa.

A reação do TJ-SP, porém, trouxe um argumento curioso: a liminar geraria “insegurança jurídica sistêmica” e “assimetria federativa”. Mas insegurança para quem? Para o cidadão que paga impostos ou para quem recebe acima do teto?

O que está em jogo não é apenas uma disputa técnica sobre verbas indenizatórias. É o embate entre legalidade formal e moralidade pública. A Constituição não foi escrita para ser contornada por resoluções administrativas. Se atos normativos podem transformar exceção em regra, então o teto constitucional deixa de ser teto e passa a ser ficção.

A alegação de que a suspensão generalizada pode “comprometer irremediavelmente a administração da Justiça” soa, no mínimo, desproporcional. Desde quando cumprir o teto constitucional ameaça a Justiça? Ou será que a Justiça brasileira se tornou financeiramente dependente de mecanismos que a própria sociedade percebe como super salários disfarçados?

O discurso corporativo tem sido sofisticado. Fala-se em base legal, em força normativa de resoluções do CNJ, em precedentes perigosos. Mas o ponto central permanece: se 99,85% recebem acima do teto, o problema não é pontual — é estrutural.

Estamos diante de uma cultura de privilégios no serviço público que atravessa carreiras de Estado e se fortalece por meio de associações poderosas, capazes de acionar o próprio Supremo para preservar benefícios. Isso não é apenas corporativismo; é captura institucional. É quando os guardiões da Constituição passam a agir como se o Estado fosse patrimônio da própria corporação.

O Estado brasileiro deveria ser uma casa construída pelo esforço coletivo da sociedade. No entanto, em certos momentos, parece uma casa invadida por seus próprios guardiões, que justificam o privilégio com argumentos técnicos enquanto a população observa do lado de fora, arcando com a conta.

A defesa da moralidade administrativa não é ataque ao Judiciário. Ao contrário: é defesa da sua legitimidade. Justiça que se distancia do senso comum de equidade perde autoridade moral. Transparência não enfraquece instituições; fortalece-as.

É legítimo discutir a natureza jurídica das verbas indenizatórias. É legítimo questionar a competência administrativa ou legislativa para rever penduricalhos. O que não é legítimo é tratar o teto constitucional como obstáculo inconveniente a ser contornado.

O Brasil enfrenta desafios fiscais graves. Fala-se em ajuste, em corte de gastos, em responsabilidade fiscal. Mas qualquer discurso de austeridade perde credibilidade quando os super salários continuam blindados por uma engrenagem normativa que os sustenta.

A sociedade civil precisa acompanhar esse debate com maturidade e firmeza. Não se trata de atacar pessoas, mas de exigir coerência institucional. O teto constitucional deve ser efetivo. Os penduricalhos precisam de revisão transparente. A reforma do Judiciário precisa entrar na agenda nacional com coragem e racionalidade.

A indignação aqui não é contra a Justiça — é a favor dela.

Porque uma República só se sustenta quando o privilégio cede lugar à equidade, quando a lei vale para todos e quando o Estado deixa de ser feudo corporativo para voltar a ser aquilo que deveria sempre ter sido: patrimônio moral do povo brasileiro.

Prefeita Sheila Lemos celebra chegada de Ângelo Coronel ao grupo político e destaca fortalecimento da Bahia

Em clima de entusiasmo e articulação estratégica, a prefeita Sheila Lemos manifestou publicamente seu contentamento com a chegada do senador Ângelo Coronel ao grupo político que integra sua base de alianças. O movimento foi interpretado como um reforço significativo no cenário estadual e regional, ampliando o diálogo institucional e a capacidade de articulação em Brasília.
Segundo Sheila, a presença de Coronel representa “a soma de experiência, maturidade política e compromisso com o povo baiano”. A prefeita destacou que a trajetória do senador, marcada por atuação no Legislativo estadual e federal, agrega densidade ao projeto político que vem sendo construído com foco em desenvolvimento regional, investimentos estruturantes e fortalecimento dos municípios.
Nos bastidores, a avaliação é de que a entrada do senador amplia pontes estratégicas e fortalece a interlocução com o Congresso Nacional, especialmente em pautas ligadas a infraestrutura, saúde pública, mobilidade urbana e captação de recursos federais. Para Sheila Lemos, o momento exige unidade.
“Estamos construindo um projeto sólido para a Bahia, baseado em responsabilidade, diálogo e resultados concretos. A chegada do senador Ângelo Coronel fortalece esse caminho e amplia nossa capacidade de trabalhar pelo que realmente importa: melhorar a vida das pessoas”, afirmou a prefeita.
Ela ressaltou ainda que a política precisa ser feita com convergência de ideias e respeito às instituições. “Quando lideranças com história e serviços prestados se unem em torno de um propósito comum, quem ganha é a população. Nosso foco não é disputa pessoal, é desenvolvimento, geração de emprego e qualidade de vida.”
Analistas políticos observam que o gesto sinaliza reorganização estratégica no tabuleiro baiano, especialmente em um período de redefinições partidárias e alianças para os próximos ciclos eleitorais. A aproximação também reforça a imagem de construção coletiva defendida pela prefeita.
Para Sheila Lemos, mais do que um movimento político, trata-se de consolidar um compromisso. “É tempo de somar forças. É tempo de construir juntos. E é com essa visão que recebemos o senador Ângelo Coronel.”
O cenário agora aponta para uma fase de intensificação de agendas conjuntas e articulações institucionais, fortalecendo o grupo político e ampliando expectativas para os próximos passos no cenário baiano.

Prefeita Sheila Lemos celebra chegada de Ângelo Coronel ao grupo político e destaca fortalecimento da Bahia

Em clima de entusiasmo e articulação estratégica, a prefeita Sheila Lemos manifestou publicamente seu contentamento com a chegada do senador Ângelo Coronel ao grupo político que integra sua base de alianças. O movimento foi interpretado como um reforço significativo no cenário estadual e regional, ampliando o diálogo institucional e a capacidade de articulação em Brasília.
Segundo Sheila, a presença de Coronel representa “a soma de experiência, maturidade política e compromisso com o povo baiano”. A prefeita destacou que a trajetória do senador, marcada por atuação no Legislativo estadual e federal, agrega densidade ao projeto político que vem sendo construído com foco em desenvolvimento regional, investimentos estruturantes e fortalecimento dos municípios.
Nos bastidores, a avaliação é de que a entrada do senador amplia pontes estratégicas e fortalece a interlocução com o Congresso Nacional, especialmente em pautas ligadas a infraestrutura, saúde pública, mobilidade urbana e captação de recursos federais. Para Sheila Lemos, o momento exige unidade.
“Estamos construindo um projeto sólido para a Bahia, baseado em responsabilidade, diálogo e resultados concretos. A chegada do senador Ângelo Coronel fortalece esse caminho e amplia nossa capacidade de trabalhar pelo que realmente importa: melhorar a vida das pessoas”, afirmou a prefeita.
Ela ressaltou ainda que a política precisa ser feita com convergência de ideias e respeito às instituições. “Quando lideranças com história e serviços prestados se unem em torno de um propósito comum, quem ganha é a população. Nosso foco não é disputa pessoal, é desenvolvimento, geração de emprego e qualidade de vida.”
Analistas políticos observam que o gesto sinaliza reorganização estratégica no tabuleiro baiano, especialmente em um período de redefinições partidárias e alianças para os próximos ciclos eleitorais. A aproximação também reforça a imagem de construção coletiva defendida pela prefeita.
Para Sheila Lemos, mais do que um movimento político, trata-se de consolidar um compromisso. “É tempo de somar forças. É tempo de construir juntos. E é com essa visão que recebemos o senador Ângelo Coronel.”
O cenário agora aponta para uma fase de intensificação de agendas conjuntas e articulações institucionais, fortalecendo o grupo político e ampliando expectativas para os próximos passos no cenário baiano.

A História Que Vitória da Conquista Se Despede em Silêncio: Quem Foi Maria Angélica Ribeiro Nogueira?

Vitória da Conquista amanheceu mais silenciosa nesta quarta-feira (11) com a notícia do falecimento de Maria Angélica Ribeiro Nogueira, aos 77 anos. A informação mobilizou familiares, amigos e moradores da região Sudoeste da Bahia, especialmente nas cidades de Vitória da Conquista e Itapetinga, onde ela construiu laços duradouros ao longo de décadas.

Nascida em 12 de maio de 1948, Maria Angélica era a filha primogênita de Américo Nogueira de Souza e Judite Ribeiro Campos Nogueira, conhecida como Dona Duzinha, ambos já falecidos. Pertencente a uma família tradicional, seu nome sempre esteve associado à convivência respeitosa e à presença discreta, porém constante, na vida comunitária.

Embora estivesse residindo atualmente em Vitória da Conquista, foi em Itapetinga que viveu por muitos anos. Na cidade, tornou-se uma figura reconhecida pelo trato cordial e pelo vínculo afetivo mantido com amigos e conhecidos. Pessoas próximas destacam sua postura serena e sua dedicação à família como marcas de sua trajetória pessoal.

Maria Angélica foi casada com o médico veterinário Abdias Vilar. Deixa os filhos Vicente Batera e Camila, além das irmãs Solange, Vera Lúcia e Dinamérica. A família também relembra com saudade a irmã Ana Suely, já falecida.

As cerimônias de despedida estão sendo realizadas em Vitória da Conquista. O sepultamento está previsto para esta quinta-feira (12), às 10 horas, no Cemitério Jardim das Acácias.

Neste momento de luto em Vitória da Conquista, familiares e amigos recebem manifestações de solidariedade. A partida de Maria Angélica Ribeiro Nogueira encerra um ciclo de 77 anos marcado por vínculos familiares sólidos e presença significativa na região Sudoeste da Bahia.

(Maria Clara)

A História Que Vitória da Conquista Se Despede em Silêncio: Quem Foi Maria Angélica Ribeiro Nogueira?

Vitória da Conquista amanheceu mais silenciosa nesta quarta-feira (11) com a notícia do falecimento de Maria Angélica Ribeiro Nogueira, aos 77 anos. A informação mobilizou familiares, amigos e moradores da região Sudoeste da Bahia, especialmente nas cidades de Vitória da Conquista e Itapetinga, onde ela construiu laços duradouros ao longo de décadas.

Nascida em 12 de maio de 1948, Maria Angélica era a filha primogênita de Américo Nogueira de Souza e Judite Ribeiro Campos Nogueira, conhecida como Dona Duzinha, ambos já falecidos. Pertencente a uma família tradicional, seu nome sempre esteve associado à convivência respeitosa e à presença discreta, porém constante, na vida comunitária.

Embora estivesse residindo atualmente em Vitória da Conquista, foi em Itapetinga que viveu por muitos anos. Na cidade, tornou-se uma figura reconhecida pelo trato cordial e pelo vínculo afetivo mantido com amigos e conhecidos. Pessoas próximas destacam sua postura serena e sua dedicação à família como marcas de sua trajetória pessoal.

Maria Angélica foi casada com o médico veterinário Abdias Vilar. Deixa os filhos Vicente Batera e Camila, além das irmãs Solange, Vera Lúcia e Dinamérica. A família também relembra com saudade a irmã Ana Suely, já falecida.

As cerimônias de despedida estão sendo realizadas em Vitória da Conquista. O sepultamento está previsto para esta quinta-feira (12), às 10 horas, no Cemitério Jardim das Acácias.

Neste momento de luto em Vitória da Conquista, familiares e amigos recebem manifestações de solidariedade. A partida de Maria Angélica Ribeiro Nogueira encerra um ciclo de 77 anos marcado por vínculos familiares sólidos e presença significativa na região Sudoeste da Bahia.

(Maria Clara)

CERCO NA MADRUGADA, TIROS NO MATAGAL: O QUE SE SABE SOBRE A MORTE DE SUSPEITO EM OPERAÇÃO DA RONDESP NO SUDOESTE DA BAHIA

Uma operação policial realizada na manhã desta quinta-feira (12) terminou com a morte de um homem de 26 anos na zona rural do município de Iuiu, no sudoeste da Bahia. A ação foi conduzida por equipes da Companhia Independente de Policiamento Tático (Rondesp-MO), após denúncias sobre a presença de homens armados na localidade.

Segundo informações registradas em relatório policial, as guarnições se deslocaram até a área indicada após receberem a informação de que três indivíduos estariam escondidos na região rural. Ao chegarem ao ponto estratégico para realizar o cerco, os policiais teriam sido recebidos a tiros, o que deu início ao confronto.

Após o cessar dos disparos, um dos suspeitos foi encontrado ferido no matagal. Ele foi identificado como Jhonata Domingues Felix Cunha, conhecido pelo apelido de “Cabeleireira”. De acordo com as autoridades, o homem ainda foi socorrido com vida e encaminhado ao Hospital Municipal Edvaldo Pereira Magalhães, mas não resistiu aos ferimentos.

Outros dois homens que estariam com ele conseguiram fugir durante a troca de tiros e, até o momento, seguem sendo procurados pelas forças de segurança.

Fontes ligadas à segurança pública informaram que Jhonata era apontado como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Conforme dados policiais, ele possuía antecedentes relacionados a tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação, furtos e roubos.

A ocorrência foi formalizada na Delegacia de Polícia Civil, que ficará responsável pelos procedimentos legais e pela apuração detalhada das circunstâncias da morte decorrente de intervenção policial. Como determina o protocolo, o caso deverá ser investigado para esclarecer a dinâmica do confronto e a legalidade da ação.

O episódio reacende o debate sobre segurança pública na região sudoeste da Bahia, especialmente em áreas rurais que têm sido alvo de denúncias relacionadas à atuação de grupos armados. As autoridades seguem em diligência para localizar os demais suspeitos e reunir elementos que contribuam para a elucidação completa dos fatos.

(Maria Clara)

CERCO NA MADRUGADA, TIROS NO MATAGAL: O QUE SE SABE SOBRE A MORTE DE SUSPEITO EM OPERAÇÃO DA RONDESP NO SUDOESTE DA BAHIA

Uma operação policial realizada na manhã desta quinta-feira (12) terminou com a morte de um homem de 26 anos na zona rural do município de Iuiu, no sudoeste da Bahia. A ação foi conduzida por equipes da Companhia Independente de Policiamento Tático (Rondesp-MO), após denúncias sobre a presença de homens armados na localidade.

Segundo informações registradas em relatório policial, as guarnições se deslocaram até a área indicada após receberem a informação de que três indivíduos estariam escondidos na região rural. Ao chegarem ao ponto estratégico para realizar o cerco, os policiais teriam sido recebidos a tiros, o que deu início ao confronto.

Após o cessar dos disparos, um dos suspeitos foi encontrado ferido no matagal. Ele foi identificado como Jhonata Domingues Felix Cunha, conhecido pelo apelido de “Cabeleireira”. De acordo com as autoridades, o homem ainda foi socorrido com vida e encaminhado ao Hospital Municipal Edvaldo Pereira Magalhães, mas não resistiu aos ferimentos.

Outros dois homens que estariam com ele conseguiram fugir durante a troca de tiros e, até o momento, seguem sendo procurados pelas forças de segurança.

Fontes ligadas à segurança pública informaram que Jhonata era apontado como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV). Conforme dados policiais, ele possuía antecedentes relacionados a tráfico de drogas, porte ilegal de arma de fogo, receptação, furtos e roubos.

A ocorrência foi formalizada na Delegacia de Polícia Civil, que ficará responsável pelos procedimentos legais e pela apuração detalhada das circunstâncias da morte decorrente de intervenção policial. Como determina o protocolo, o caso deverá ser investigado para esclarecer a dinâmica do confronto e a legalidade da ação.

O episódio reacende o debate sobre segurança pública na região sudoeste da Bahia, especialmente em áreas rurais que têm sido alvo de denúncias relacionadas à atuação de grupos armados. As autoridades seguem em diligência para localizar os demais suspeitos e reunir elementos que contribuam para a elucidação completa dos fatos.

(Maria Clara)

Após Tragédia em SP, Vigilância Sanitária Aumenta o Alerta nas Piscinas de Vitória da Conquista

Após a recente intoxicação química que chocou o país em São Paulo, resultando na morte de uma pessoa e na internação de outras quatro durante uma aula de natação, a Vigilância Sanitária e Ambiental (Visa) de Vitória da Conquista intensificou a fiscalização em academias que oferecem atividades aquáticas. A iniciativa, iniciada nesta quarta-feira (11), combina fiscalização rigorosa e orientação técnica aos gestores, buscando prevenir riscos semelhantes na cidade.

Durante as visitas, os fiscais aferiram níveis de pH e concentração de cloro, além de conferir os registros diários de limpeza e filtragem. O objetivo é assegurar que a água das piscinas ofereça segurança sanitária, evitando desde irritações na pele e olhos até problemas respiratórios graves em casos de superdosagem.

O coordenador da Vigilância Sanitária, Maico Mares, destacou que a fiscalização não se limita à qualidade da água. “Monitoramos sistemas de filtragem, estrutura física, pisos antiderrapantes, duchas obrigatórias e vestiários separados”, explicou, reforçando que a presença de responsável técnico habilitado, alvará sanitário visível e equipamentos de emergência são exigências fundamentais.

Lucas Santana, fiscal da Visa, enfatizou o caráter preventivo da ação: “Estamos orientando e conscientizando. Queremos falar do risco sanitário e dos efeitos do excesso ou da falta de cloro, lembrando sempre da importância do tratamento adequado para garantir a segurança da população.”

Para os proprietários, a fiscalização é vista como um suporte técnico essencial. Patrícia Mussy, sócia de uma academia local, afirmou: “Atendemos desde bebês até idosos. Lidar com água é lidar com vidas. Essa orientação técnica é fundamental para oferecermos o melhor aos nossos clientes.” Jade Santos, coordenadora de natação, acrescentou que a presença da Vigilância reforça a credibilidade do trabalho da equipe, oferecendo respaldo e segurança.

A ação da Visa evidencia que a manutenção das piscinas vai além da rotina diária: é uma questão de segurança, saúde pública e responsabilidade social. Em tempos de atenção máxima à qualidade de ambientes coletivos, Vitória da Conquista se antecipa para que tragédias como a ocorrida em São Paulo não se repitam.

(Maria Clara)

Após Tragédia em SP, Vigilância Sanitária Aumenta o Alerta nas Piscinas de Vitória da Conquista

Após a recente intoxicação química que chocou o país em São Paulo, resultando na morte de uma pessoa e na internação de outras quatro durante uma aula de natação, a Vigilância Sanitária e Ambiental (Visa) de Vitória da Conquista intensificou a fiscalização em academias que oferecem atividades aquáticas. A iniciativa, iniciada nesta quarta-feira (11), combina fiscalização rigorosa e orientação técnica aos gestores, buscando prevenir riscos semelhantes na cidade.

Durante as visitas, os fiscais aferiram níveis de pH e concentração de cloro, além de conferir os registros diários de limpeza e filtragem. O objetivo é assegurar que a água das piscinas ofereça segurança sanitária, evitando desde irritações na pele e olhos até problemas respiratórios graves em casos de superdosagem.

O coordenador da Vigilância Sanitária, Maico Mares, destacou que a fiscalização não se limita à qualidade da água. “Monitoramos sistemas de filtragem, estrutura física, pisos antiderrapantes, duchas obrigatórias e vestiários separados”, explicou, reforçando que a presença de responsável técnico habilitado, alvará sanitário visível e equipamentos de emergência são exigências fundamentais.

Lucas Santana, fiscal da Visa, enfatizou o caráter preventivo da ação: “Estamos orientando e conscientizando. Queremos falar do risco sanitário e dos efeitos do excesso ou da falta de cloro, lembrando sempre da importância do tratamento adequado para garantir a segurança da população.”

Para os proprietários, a fiscalização é vista como um suporte técnico essencial. Patrícia Mussy, sócia de uma academia local, afirmou: “Atendemos desde bebês até idosos. Lidar com água é lidar com vidas. Essa orientação técnica é fundamental para oferecermos o melhor aos nossos clientes.” Jade Santos, coordenadora de natação, acrescentou que a presença da Vigilância reforça a credibilidade do trabalho da equipe, oferecendo respaldo e segurança.

A ação da Visa evidencia que a manutenção das piscinas vai além da rotina diária: é uma questão de segurança, saúde pública e responsabilidade social. Em tempos de atenção máxima à qualidade de ambientes coletivos, Vitória da Conquista se antecipa para que tragédias como a ocorrida em São Paulo não se repitam.

(Maria Clara)

Briga de Alunos Viraliza e Choca Comunidade: O Lado Sombrio do Retorno às Aulas em Vitória da Conquista e Região

O início do ano letivo em Vitória da Conquista e região foi marcado por muita alegria, com o retorno das atividades escolares tanto na rede pública quanto na particular. Pais, alunos e educadores celebraram o reencontro com o ambiente escolar, cheio de expectativas e planos para 2026.

No entanto, nem tudo transcorreu como esperado. Um episódio lamentável chamou atenção e mobilizou moradores da região: alunos fardados se envolveram em uma briga em via pública, logo após o término das aulas. A cena, registrada por curiosos que assistiam de perto, rapidamente circulou em grupos de WhatsApp, gerando indignação e preocupação entre familiares e comunidade escolar.

Segundo apuração da nossa redação, o incidente ocorreu na cidade vizinha de Planalto, localizada a aproximadamente 40 km de Vitória da Conquista. Até o momento, o motivo da briga não foi revelado, e autoridades locais ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.

Este episódio destaca um desafio crescente: como garantir segurança e convivência pacífica fora dos muros escolares. Embora o ambiente escolar seja planejado para aprendizado e socialização, situações como essa mostram que é fundamental ampliar o acompanhamento e a conscientização sobre comportamento, respeito e cidadania entre os jovens.

Enquanto o retorno às aulas traz esperança e entusiasmo, fatos como o registrado em Planalto nos lembram que é preciso atenção contínua e diálogo entre escolas, famílias e autoridades para prevenir conflitos e promover um ambiente realmente seguro para todos.

(Maria Clara)

Briga de Alunos Viraliza e Choca Comunidade: O Lado Sombrio do Retorno às Aulas em Vitória da Conquista e Região

O início do ano letivo em Vitória da Conquista e região foi marcado por muita alegria, com o retorno das atividades escolares tanto na rede pública quanto na particular. Pais, alunos e educadores celebraram o reencontro com o ambiente escolar, cheio de expectativas e planos para 2026.

No entanto, nem tudo transcorreu como esperado. Um episódio lamentável chamou atenção e mobilizou moradores da região: alunos fardados se envolveram em uma briga em via pública, logo após o término das aulas. A cena, registrada por curiosos que assistiam de perto, rapidamente circulou em grupos de WhatsApp, gerando indignação e preocupação entre familiares e comunidade escolar.

Segundo apuração da nossa redação, o incidente ocorreu na cidade vizinha de Planalto, localizada a aproximadamente 40 km de Vitória da Conquista. Até o momento, o motivo da briga não foi revelado, e autoridades locais ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o caso.

Este episódio destaca um desafio crescente: como garantir segurança e convivência pacífica fora dos muros escolares. Embora o ambiente escolar seja planejado para aprendizado e socialização, situações como essa mostram que é fundamental ampliar o acompanhamento e a conscientização sobre comportamento, respeito e cidadania entre os jovens.

Enquanto o retorno às aulas traz esperança e entusiasmo, fatos como o registrado em Planalto nos lembram que é preciso atenção contínua e diálogo entre escolas, famílias e autoridades para prevenir conflitos e promover um ambiente realmente seguro para todos.

(Maria Clara)

Vitória da Conquista no Radar de São Paulo: Homem é Preso por Reconhecimento Facial em Unidade de Saúde

Um homem natural de Vitória da Conquista foi detido recentemente na capital paulista graças à tecnologia de reconhecimento facial do programa Smart Sampa. A prisão ocorreu dentro de uma unidade de saúde, demonstrando o alcance das ferramentas de monitoramento urbano e a eficiência da integração entre tecnologia e segurança pública.

Segundo informações das autoridades, o conquistense possuía mandado de prisão em aberto por condenação pelo crime de roubo. Ele deverá cumprir pena de cinco anos de reclusão, conforme determinado pela Justiça. O homem não apresentou resistência durante a abordagem, que se deu imediatamente após a confirmação de sua identidade pelo sistema. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e conduziram o suspeito à delegacia para a adoção das medidas legais cabíveis.

O programa Smart Sampa, responsável pelo registro e identificação, utiliza câmeras inteligentes espalhadas por diversos pontos estratégicos da cidade. O sistema tem como objetivos principais localizar foragidos da Justiça, pessoas desaparecidas e suspeitos com mandados em aberto, reforçando o monitoramento urbano e a prevenção de crimes.

O episódio evidencia o avanço da tecnologia de vigilância no país e levanta debates sobre segurança, privacidade e eficácia na aplicação da lei. Ao mesmo tempo, ressalta que cidadãos de cidades do interior, como Vitória da Conquista, podem ser identificados e monitorados em grandes centros urbanos, reforçando o alcance nacional da Justiça.

(Maria Clara)

Vitória da Conquista no Radar de São Paulo: Homem é Preso por Reconhecimento Facial em Unidade de Saúde

Um homem natural de Vitória da Conquista foi detido recentemente na capital paulista graças à tecnologia de reconhecimento facial do programa Smart Sampa. A prisão ocorreu dentro de uma unidade de saúde, demonstrando o alcance das ferramentas de monitoramento urbano e a eficiência da integração entre tecnologia e segurança pública.

Segundo informações das autoridades, o conquistense possuía mandado de prisão em aberto por condenação pelo crime de roubo. Ele deverá cumprir pena de cinco anos de reclusão, conforme determinado pela Justiça. O homem não apresentou resistência durante a abordagem, que se deu imediatamente após a confirmação de sua identidade pelo sistema. Equipes da Polícia Militar foram acionadas e conduziram o suspeito à delegacia para a adoção das medidas legais cabíveis.

O programa Smart Sampa, responsável pelo registro e identificação, utiliza câmeras inteligentes espalhadas por diversos pontos estratégicos da cidade. O sistema tem como objetivos principais localizar foragidos da Justiça, pessoas desaparecidas e suspeitos com mandados em aberto, reforçando o monitoramento urbano e a prevenção de crimes.

O episódio evidencia o avanço da tecnologia de vigilância no país e levanta debates sobre segurança, privacidade e eficácia na aplicação da lei. Ao mesmo tempo, ressalta que cidadãos de cidades do interior, como Vitória da Conquista, podem ser identificados e monitorados em grandes centros urbanos, reforçando o alcance nacional da Justiça.

(Maria Clara)