Política e Resenha

Chacina em Jequié: Quarto Assassinato em 24 Horas Deixa Cidade em Estado de Choque

Jequié, no sudoeste baiano, vive um clima de pavor e insegurança após uma madrugada marcada pela brutalidade. Criminosos invadiram uma residência na Rua da Banca e executaram a sangue frio o jovem Alison Novaes dos Santos, de apenas 24 anos. Vários disparos foram ouvidos, e a vítima morreu no local antes mesmo de receber qualquer socorro.

Este é o quarto homicídio em menos de 24 horas na cidade, e todos com características de execução. A sequência alarmante de crimes expõe uma crise de segurança pública que já não pode ser ignorada. Os moradores, temerosos, relatam um aumento na sensação de vulnerabilidade e cobram respostas imediatas das autoridades.

Após o ataque, policiais do 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM) isolaram a área até a chegada da equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou os procedimentos periciais. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha para identificar os responsáveis, enquanto cresce a pressão popular por um plano efetivo que contenha a violência.

A escalada de homicídios em Jequié destaca não apenas uma falha no combate ao crime organizado, mas também a ausência de políticas preventivas que ofereçam segurança à população. O medo que domina as ruas transforma a rotina dos moradores, que evitam sair de casa à noite e clamam por ações que devolvam a paz à cidade.

Para muitos, o caso de Alison Novaes simboliza o ápice de uma crise que já vinha se desenhando há meses. Em meio ao luto e à apreensão, Jequié pede socorro.

Chacina em Jequié: Quarto Assassinato em 24 Horas Deixa Cidade em Estado de Choque

Jequié, no sudoeste baiano, vive um clima de pavor e insegurança após uma madrugada marcada pela brutalidade. Criminosos invadiram uma residência na Rua da Banca e executaram a sangue frio o jovem Alison Novaes dos Santos, de apenas 24 anos. Vários disparos foram ouvidos, e a vítima morreu no local antes mesmo de receber qualquer socorro.

Este é o quarto homicídio em menos de 24 horas na cidade, e todos com características de execução. A sequência alarmante de crimes expõe uma crise de segurança pública que já não pode ser ignorada. Os moradores, temerosos, relatam um aumento na sensação de vulnerabilidade e cobram respostas imediatas das autoridades.

Após o ataque, policiais do 19º Batalhão de Polícia Militar (BPM) isolaram a área até a chegada da equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT), que realizou os procedimentos periciais. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha para identificar os responsáveis, enquanto cresce a pressão popular por um plano efetivo que contenha a violência.

A escalada de homicídios em Jequié destaca não apenas uma falha no combate ao crime organizado, mas também a ausência de políticas preventivas que ofereçam segurança à população. O medo que domina as ruas transforma a rotina dos moradores, que evitam sair de casa à noite e clamam por ações que devolvam a paz à cidade.

Para muitos, o caso de Alison Novaes simboliza o ápice de uma crise que já vinha se desenhando há meses. Em meio ao luto e à apreensão, Jequié pede socorro.

Jequié em Crise: Quando a Violência Escancara a Falência da Segurança Pública

 

 

 

 

A cidade de Jequié, no sudoeste baiano, agoniza diante de uma escalada de violência que ultrapassou todos os limites da tolerância. Em menos de 24 horas, quatro homicídios foram registrados, elevando o número de assassinatos em 2024 para alarmantes 79 casos. A população, entre o medo e a indignação, clama por respostas concretas e imediatas enquanto vive sob o domínio do caos.

Os relatos dos últimos dias são dignos de uma tragédia anunciada. Na madrugada desta quarta-feira, 11, criminosos invadiram uma residência na Rua da Banca e executaram o jovem Alison Novaes dos Santos, de 24 anos, a tiros. Antes disso, na terça-feira, o bairro Jequiezinho foi palco de outro homicídio brutal, quando Alessandro Gonzaga Santos, de 26 anos, foi assassinado dentro de um bar. À noite, outro jovem, conhecido como Berinjela, foi alvejado no bairro Amaralina, e ainda em Lafaiete Coutinho, município vizinho, mais uma vida foi ceifada.

Esses números assustadores não são meros indicadores de criminalidade; são o reflexo de uma estrutura de segurança pública falida e de um governo estadual que parece incapaz de lidar com a situação. Jequié, que já foi apelidada de “Cidade Sol”, hoje amarga a sombra de uma violência que cresce de forma desenfreada, expondo a fragilidade do aparato policial e a falta de uma política pública eficaz para conter o derramamento de sangue.

O que está em jogo?

A violência que assola Jequié não é um problema isolado. Ela reflete uma crise de segurança pública que atinge toda a Bahia. Contudo, o caso de Jequié é particularmente emblemático porque evidencia o descaso com o qual o governo estadual trata cidades que não estão nos holofotes da mídia nacional. Enquanto Salvador e outras capitais regionais recebem maior atenção, Jequié e municípios vizinhos são deixados à própria sorte, com recursos escassos e forças policiais insuficientes para enfrentar o crime organizado.

O governador, até agora, tem se mantido em silêncio diante da calamidade. Não é hora de delegar responsabilidades a terceiros ou de confiar unicamente em medidas paliativas. É hora de ação. O mínimo que se espera é que o chefe do Executivo estadual se desloque para Jequié, ouça a população e coordene um plano emergencial para restaurar a ordem.

Soluções possíveis

A curto prazo, medidas como o reforço do efetivo policial, operações integradas com a Polícia Federal e ações de inteligência para desmantelar facções criminosas são imperativas. Mas segurança pública não se resolve apenas com repressão. É preciso atacar as raízes do problema: falta de oportunidades, evasão escolar, e ausência de políticas sociais que impeçam que jovens sejam cooptados pelo crime.

A população de Jequié não merece continuar vivendo como refém de bandidos. É hora de o governo encarar a crise com a seriedade que ela exige. Até lá, a indignação e o medo dos moradores seguirão sendo a única resposta ao que parece ser uma tragédia sem fim.

Conclusão

Jequié não pode mais esperar. Se as autoridades não agirem, a cidade continuará acumulando perdas irreparáveis, e o ciclo de violência só se agravará. Enquanto isso, resta ao povo cobrar, se unir e resistir, na esperança de que a justiça e a paz possam, um dia, voltar a prevalecer.

Jequié em Crise: Quando a Violência Escancara a Falência da Segurança Pública

 

 

 

 

A cidade de Jequié, no sudoeste baiano, agoniza diante de uma escalada de violência que ultrapassou todos os limites da tolerância. Em menos de 24 horas, quatro homicídios foram registrados, elevando o número de assassinatos em 2024 para alarmantes 79 casos. A população, entre o medo e a indignação, clama por respostas concretas e imediatas enquanto vive sob o domínio do caos.

Os relatos dos últimos dias são dignos de uma tragédia anunciada. Na madrugada desta quarta-feira, 11, criminosos invadiram uma residência na Rua da Banca e executaram o jovem Alison Novaes dos Santos, de 24 anos, a tiros. Antes disso, na terça-feira, o bairro Jequiezinho foi palco de outro homicídio brutal, quando Alessandro Gonzaga Santos, de 26 anos, foi assassinado dentro de um bar. À noite, outro jovem, conhecido como Berinjela, foi alvejado no bairro Amaralina, e ainda em Lafaiete Coutinho, município vizinho, mais uma vida foi ceifada.

Esses números assustadores não são meros indicadores de criminalidade; são o reflexo de uma estrutura de segurança pública falida e de um governo estadual que parece incapaz de lidar com a situação. Jequié, que já foi apelidada de “Cidade Sol”, hoje amarga a sombra de uma violência que cresce de forma desenfreada, expondo a fragilidade do aparato policial e a falta de uma política pública eficaz para conter o derramamento de sangue.

O que está em jogo?

A violência que assola Jequié não é um problema isolado. Ela reflete uma crise de segurança pública que atinge toda a Bahia. Contudo, o caso de Jequié é particularmente emblemático porque evidencia o descaso com o qual o governo estadual trata cidades que não estão nos holofotes da mídia nacional. Enquanto Salvador e outras capitais regionais recebem maior atenção, Jequié e municípios vizinhos são deixados à própria sorte, com recursos escassos e forças policiais insuficientes para enfrentar o crime organizado.

O governador, até agora, tem se mantido em silêncio diante da calamidade. Não é hora de delegar responsabilidades a terceiros ou de confiar unicamente em medidas paliativas. É hora de ação. O mínimo que se espera é que o chefe do Executivo estadual se desloque para Jequié, ouça a população e coordene um plano emergencial para restaurar a ordem.

Soluções possíveis

A curto prazo, medidas como o reforço do efetivo policial, operações integradas com a Polícia Federal e ações de inteligência para desmantelar facções criminosas são imperativas. Mas segurança pública não se resolve apenas com repressão. É preciso atacar as raízes do problema: falta de oportunidades, evasão escolar, e ausência de políticas sociais que impeçam que jovens sejam cooptados pelo crime.

A população de Jequié não merece continuar vivendo como refém de bandidos. É hora de o governo encarar a crise com a seriedade que ela exige. Até lá, a indignação e o medo dos moradores seguirão sendo a única resposta ao que parece ser uma tragédia sem fim.

Conclusão

Jequié não pode mais esperar. Se as autoridades não agirem, a cidade continuará acumulando perdas irreparáveis, e o ciclo de violência só se agravará. Enquanto isso, resta ao povo cobrar, se unir e resistir, na esperança de que a justiça e a paz possam, um dia, voltar a prevalecer.

Dona Dudu: Um Século de Sabedoria e Amor

 

 

 

Na manhã desta quarta-feira, 11 de dezembro, Caraíbas e toda a região circunvizinha perderam uma de suas mais ilustres figuras: Jesuina Maria dos Santos, carinhosamente chamada de Dona Dudu. Aos 102 anos, ela partiu de forma serena, deixando um rastro de saudade e uma herança imensurável de valores, histórias e memórias.

Nascida em Tremedal, Dona Dudu adotou Caraíbas como lar e, com seu espírito acolhedor e força inquebrantável, ajudou a moldar o coração da comunidade que tanto a admirava. Foi mais do que uma mulher de seu tempo; foi uma mulher que transcendeu gerações. Esposa do saudoso Gercy Viana Rocha, ex-vereador de Tremedal e defensor da emancipação de Caraíbas, Dona Dudu representou, em vida, a força silenciosa que apoia e fortalece os pilares de uma família e de uma comunidade.

Como matriarca da família Viana, ela desempenhou o papel de mãe, avó, bisavó e tataravó com maestria. Não apenas criou seus descendentes, mas os moldou com a sabedoria adquirida ao longo de um século de existência. Seu legado vai além do sangue; é visível nos valores que ela cultivou e espalhou. Honestidade, respeito e solidariedade eram mais do que palavras para Dona Dudu; eram sua forma de viver.

O falecimento de Dona Dudu marca o fim de uma era, mas também nos convida a refletir sobre o impacto que uma vida dedicada ao amor e ao trabalho pode ter em tantas outras vidas. Em tempos em que a rapidez e a superficialidade parecem ditar os rumos da sociedade, a serenidade e a profundidade da existência de Dona Dudu tornam-se um exemplo poderoso de como viver com significado.

O velório, marcado para hoje às 15h em Caraíbas, e o sepultamento, que ocorrerá amanhã, prometem ser momentos de comoção, não apenas para a família, mas para todos aqueles que tiveram o privilégio de cruzar seu caminho.

Aos familiares e amigos, resta a saudade e a certeza de que Dona Dudu vive, agora, em cada lembrança, em cada ensinamento, em cada semente que ela plantou com tanto cuidado. Caraíbas perdeu uma cidadã ilustre, mas ganhou um legado eterno.

Que Dona Dudu descanse em paz, sabendo que sua missão foi cumprida com grandeza e amor.

Dona Dudu: Um Século de Sabedoria e Amor

 

 

 

Na manhã desta quarta-feira, 11 de dezembro, Caraíbas e toda a região circunvizinha perderam uma de suas mais ilustres figuras: Jesuina Maria dos Santos, carinhosamente chamada de Dona Dudu. Aos 102 anos, ela partiu de forma serena, deixando um rastro de saudade e uma herança imensurável de valores, histórias e memórias.

Nascida em Tremedal, Dona Dudu adotou Caraíbas como lar e, com seu espírito acolhedor e força inquebrantável, ajudou a moldar o coração da comunidade que tanto a admirava. Foi mais do que uma mulher de seu tempo; foi uma mulher que transcendeu gerações. Esposa do saudoso Gercy Viana Rocha, ex-vereador de Tremedal e defensor da emancipação de Caraíbas, Dona Dudu representou, em vida, a força silenciosa que apoia e fortalece os pilares de uma família e de uma comunidade.

Como matriarca da família Viana, ela desempenhou o papel de mãe, avó, bisavó e tataravó com maestria. Não apenas criou seus descendentes, mas os moldou com a sabedoria adquirida ao longo de um século de existência. Seu legado vai além do sangue; é visível nos valores que ela cultivou e espalhou. Honestidade, respeito e solidariedade eram mais do que palavras para Dona Dudu; eram sua forma de viver.

O falecimento de Dona Dudu marca o fim de uma era, mas também nos convida a refletir sobre o impacto que uma vida dedicada ao amor e ao trabalho pode ter em tantas outras vidas. Em tempos em que a rapidez e a superficialidade parecem ditar os rumos da sociedade, a serenidade e a profundidade da existência de Dona Dudu tornam-se um exemplo poderoso de como viver com significado.

O velório, marcado para hoje às 15h em Caraíbas, e o sepultamento, que ocorrerá amanhã, prometem ser momentos de comoção, não apenas para a família, mas para todos aqueles que tiveram o privilégio de cruzar seu caminho.

Aos familiares e amigos, resta a saudade e a certeza de que Dona Dudu vive, agora, em cada lembrança, em cada ensinamento, em cada semente que ela plantou com tanto cuidado. Caraíbas perdeu uma cidadã ilustre, mas ganhou um legado eterno.

Que Dona Dudu descanse em paz, sabendo que sua missão foi cumprida com grandeza e amor.

A Dedicação da Polícia Militar e a Sociedade Civil: Um Compromisso com o Futuro das Crianças

 

 

 

 

Na manhã desta quarta-feira (11), a Igreja Batista Nacional Candeias será palco de um evento que transcende sua formalidade e protocolo: a formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), promovido pela Polícia Militar da Bahia. Não se trata apenas de uma cerimônia; é uma demonstração do compromisso incansável da PM em construir um futuro mais seguro e consciente para nossa juventude.

O PROERD, com sua nobre missão de conscientizar as crianças sobre os perigos das drogas e da violência, se consolidou como uma verdadeira ponte entre as forças de segurança e a comunidade. Ao longo do programa, mais de 3.000 crianças foram instruídas sobre como resistir às pressões do mundo exterior, transformando-se em pequenas cidadãs conscientes e preparadas para dizer “não” às armadilhas que ameaçam suas vidas e seus sonhos.

Um Amigo das Crianças: Edvaldo Araújo

Entre os convidados do evento está Edvaldo Araújo, um verdadeiro embaixador e defensor das crianças. Figura sempre presente em iniciativas voltadas à educação e proteção dos jovens, Edvaldo carrega em si o espírito de solidariedade e engajamento que define a essência desse projeto. Como ele mesmo destacou: “É um evento extraordinário, com mais de 3.000 crianças. Um projeto belíssimo da Polícia Militar que conscientiza as crianças e entrega diplomas. É uma emoção participar disso todo ano.”

Edvaldo representa um exemplo vivo de como a sociedade civil pode se alinhar com iniciativas institucionais para criar um impacto duradouro. Sua presença constante e seu apoio ao PROERD simbolizam o elo necessário entre comunidade e forças de segurança, reafirmando que a luta contra as drogas e a violência não é uma responsabilidade isolada.

Um Exemplo a Ser Seguido

Iniciativas como o PROERD vão além da simples conscientização; elas plantam as sementes de uma sociedade mais justa e harmoniosa. A entrega dos diplomas, que será o ponto alto da solenidade, é um momento simbólico de celebração e esperança, onde cada criança formada representa uma vitória contra o avanço das drogas e da violência em nossas escolas.

A Polícia Militar, por meio de sua dedicação e visão, mostra que segurança pública é, antes de tudo, um trabalho de prevenção. Quando a farda azul se mistura com o sorriso das crianças e o aplauso da comunidade, percebemos que o futuro pode ser mais luminoso quando há esforço conjunto.

O Legado de Hoje

O evento desta quarta-feira não é apenas uma celebração; é um lembrete poderoso de que, com determinação e apoio mútuo, podemos construir uma geração mais forte e consciente. Edvaldo Araújo e tantos outros que se dedicam a causas como essa nos ensinam que proteger nossas crianças é, antes de tudo, uma missão de amor.

Que este dia inspire ainda mais ações como essa, onde a Polícia Militar e a sociedade, juntas, reafirmam seu compromisso com o futuro de Vitória da Conquista e de todo o estado da Bahia. Afinal, o sorriso de uma criança formada no PROERD é o maior troféu que podemos conquistar.

A Dedicação da Polícia Militar e a Sociedade Civil: Um Compromisso com o Futuro das Crianças

 

 

 

 

Na manhã desta quarta-feira (11), a Igreja Batista Nacional Candeias será palco de um evento que transcende sua formalidade e protocolo: a formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD), promovido pela Polícia Militar da Bahia. Não se trata apenas de uma cerimônia; é uma demonstração do compromisso incansável da PM em construir um futuro mais seguro e consciente para nossa juventude.

O PROERD, com sua nobre missão de conscientizar as crianças sobre os perigos das drogas e da violência, se consolidou como uma verdadeira ponte entre as forças de segurança e a comunidade. Ao longo do programa, mais de 3.000 crianças foram instruídas sobre como resistir às pressões do mundo exterior, transformando-se em pequenas cidadãs conscientes e preparadas para dizer “não” às armadilhas que ameaçam suas vidas e seus sonhos.

Um Amigo das Crianças: Edvaldo Araújo

Entre os convidados do evento está Edvaldo Araújo, um verdadeiro embaixador e defensor das crianças. Figura sempre presente em iniciativas voltadas à educação e proteção dos jovens, Edvaldo carrega em si o espírito de solidariedade e engajamento que define a essência desse projeto. Como ele mesmo destacou: “É um evento extraordinário, com mais de 3.000 crianças. Um projeto belíssimo da Polícia Militar que conscientiza as crianças e entrega diplomas. É uma emoção participar disso todo ano.”

Edvaldo representa um exemplo vivo de como a sociedade civil pode se alinhar com iniciativas institucionais para criar um impacto duradouro. Sua presença constante e seu apoio ao PROERD simbolizam o elo necessário entre comunidade e forças de segurança, reafirmando que a luta contra as drogas e a violência não é uma responsabilidade isolada.

Um Exemplo a Ser Seguido

Iniciativas como o PROERD vão além da simples conscientização; elas plantam as sementes de uma sociedade mais justa e harmoniosa. A entrega dos diplomas, que será o ponto alto da solenidade, é um momento simbólico de celebração e esperança, onde cada criança formada representa uma vitória contra o avanço das drogas e da violência em nossas escolas.

A Polícia Militar, por meio de sua dedicação e visão, mostra que segurança pública é, antes de tudo, um trabalho de prevenção. Quando a farda azul se mistura com o sorriso das crianças e o aplauso da comunidade, percebemos que o futuro pode ser mais luminoso quando há esforço conjunto.

O Legado de Hoje

O evento desta quarta-feira não é apenas uma celebração; é um lembrete poderoso de que, com determinação e apoio mútuo, podemos construir uma geração mais forte e consciente. Edvaldo Araújo e tantos outros que se dedicam a causas como essa nos ensinam que proteger nossas crianças é, antes de tudo, uma missão de amor.

Que este dia inspire ainda mais ações como essa, onde a Polícia Militar e a sociedade, juntas, reafirmam seu compromisso com o futuro de Vitória da Conquista e de todo o estado da Bahia. Afinal, o sorriso de uma criança formada no PROERD é o maior troféu que podemos conquistar.

Eunice Pinto dos Santos: Um Legado de Amor e Empreendedorismo em Vitória da Conquista

 

 

Nesta semana, Vitória da Conquista se despede de uma das figuras que ajudaram a moldar a identidade da nossa cidade. Aos 92 anos, Eunice Pinto dos Santos, carinhosamente conhecida como “Dona Nice”, partiu para a eternidade, deixando um legado de amor, trabalho e solidariedade.

Eunice não foi apenas mãe, avó e bisavó de uma numerosa e querida família; foi também uma empreendedora visionária que, por mais de duas décadas, comandou a Nice Modas na Alameda Ramiro Santos. Seu estabelecimento não era apenas uma loja de roupas, mas um ponto de encontro, onde a elegância se misturava com a simpatia e o cuidado no atendimento. Era impossível entrar ali sem sentir a força da dedicação de Dona Nice, que acreditava que um negócio de sucesso se constrói com trabalho honesto e boas relações.

Além do comércio, Eunice marcou presença em eventos beneficentes e sociais. Em um tempo em que ações solidárias nem sempre tinham o devido reconhecimento, ela abraçava causas que faziam a diferença na vida de muitos. Sua generosidade não era alardeada; era vivida.

A história de Dona Nice é um exemplo do que significa ser parte ativa da sociedade. Como esposa de Humberto Carvalho dos Santos, a quem amou profundamente, e mãe de três filhos, dois dos quais permanecem conosco, ela enfrentou as dores e os desafios da vida com resiliência. Sua perda é um lembrete de que pessoas como ela não apenas vivem — elas constroem, deixam marcas, e nos ensinam que viver é, sobretudo, criar laços que transcendem o tempo.

Hoje, o salão da Pax Nacional recebe amigos e familiares para uma última despedida, marcada por lágrimas, mas também por uma profunda gratidão. Eunice deixa uma lição para todos nós: a de que a verdadeira riqueza não está apenas nos bens materiais, mas no amor compartilhado, nas amizades construídas e no impacto positivo que deixamos por onde passamos.

Aos seus filhos Teresa Cristina e Paulo Roberto, netos, bisnetos e demais familiares, ficam os nossos mais sinceros sentimentos. Que a memória de Eunice Pinto dos Santos continue viva em cada canto de Vitória da Conquista, em cada evento beneficente, em cada cliente que um dia foi atendido com um sorriso em sua loja.

Hoje, nossa cidade perde uma matriarca, mas ganha uma história que jamais será esquecida. Que Dona Nice descanse em paz, acolhida pelos braços do Pai, onde, com certeza, continuará espalhando luz.

 

Padre Carlos

Eunice Pinto dos Santos: Um Legado de Amor e Empreendedorismo em Vitória da Conquista

 

 

Nesta semana, Vitória da Conquista se despede de uma das figuras que ajudaram a moldar a identidade da nossa cidade. Aos 92 anos, Eunice Pinto dos Santos, carinhosamente conhecida como “Dona Nice”, partiu para a eternidade, deixando um legado de amor, trabalho e solidariedade.

Eunice não foi apenas mãe, avó e bisavó de uma numerosa e querida família; foi também uma empreendedora visionária que, por mais de duas décadas, comandou a Nice Modas na Alameda Ramiro Santos. Seu estabelecimento não era apenas uma loja de roupas, mas um ponto de encontro, onde a elegância se misturava com a simpatia e o cuidado no atendimento. Era impossível entrar ali sem sentir a força da dedicação de Dona Nice, que acreditava que um negócio de sucesso se constrói com trabalho honesto e boas relações.

Além do comércio, Eunice marcou presença em eventos beneficentes e sociais. Em um tempo em que ações solidárias nem sempre tinham o devido reconhecimento, ela abraçava causas que faziam a diferença na vida de muitos. Sua generosidade não era alardeada; era vivida.

A história de Dona Nice é um exemplo do que significa ser parte ativa da sociedade. Como esposa de Humberto Carvalho dos Santos, a quem amou profundamente, e mãe de três filhos, dois dos quais permanecem conosco, ela enfrentou as dores e os desafios da vida com resiliência. Sua perda é um lembrete de que pessoas como ela não apenas vivem — elas constroem, deixam marcas, e nos ensinam que viver é, sobretudo, criar laços que transcendem o tempo.

Hoje, o salão da Pax Nacional recebe amigos e familiares para uma última despedida, marcada por lágrimas, mas também por uma profunda gratidão. Eunice deixa uma lição para todos nós: a de que a verdadeira riqueza não está apenas nos bens materiais, mas no amor compartilhado, nas amizades construídas e no impacto positivo que deixamos por onde passamos.

Aos seus filhos Teresa Cristina e Paulo Roberto, netos, bisnetos e demais familiares, ficam os nossos mais sinceros sentimentos. Que a memória de Eunice Pinto dos Santos continue viva em cada canto de Vitória da Conquista, em cada evento beneficente, em cada cliente que um dia foi atendido com um sorriso em sua loja.

Hoje, nossa cidade perde uma matriarca, mas ganha uma história que jamais será esquecida. Que Dona Nice descanse em paz, acolhida pelos braços do Pai, onde, com certeza, continuará espalhando luz.

 

Padre Carlos

Vidas em Risco! Novo Acidente de Motoboy Choca Vitória da Conquista

 

 

 

Na noite da última terça-feira (10), mais um acidente envolvendo um motoboy foi registrado em Vitória da Conquista, desta vez na Avenida Presidente Vargas, conhecida como Estrada da Barra. O ocorrido reacende a urgente necessidade de discutir a segurança nas vias e a situação precária enfrentada por esses profissionais que, diariamente, desafiam os perigos do trânsito em busca de sustento.

Os motoboys, peça fundamental na dinâmica urbana moderna, são os mensageiros da agilidade em tempos de conveniência. Seja entregando alimentos, medicamentos ou documentos, eles desempenham um papel crucial para a sociedade, mas muitas vezes a custo da própria segurança. A estrada onde o acidente ocorreu é uma das mais movimentadas da cidade, refletindo um cenário de tráfego intenso que aumenta os riscos para quem depende da motocicleta como ferramenta de trabalho.

Enquanto aguardamos informações sobre as circunstâncias do acidente e o estado de saúde da vítima, é necessário reconhecer que esse episódio não é um caso isolado, mas parte de uma realidade frequente e alarmante. O trânsito brasileiro, como um todo, é notoriamente hostil, e os motoboys estão entre as categorias mais vulneráveis. Além de enfrentar condições de trabalho exaustivas, lidam diariamente com a negligência de motoristas, a precariedade das vias e a ausência de políticas públicas eficazes para garantir sua proteção.

Acidentes como este nos convidam a refletir sobre a corresponsabilidade de todos os atores do trânsito. Motoristas, motociclistas e pedestres precisam respeitar as regras e agir com cautela, mas isso não isenta o poder público de sua parcela de responsabilidade. Investir em infraestrutura, fiscalização e educação para o trânsito é mais do que uma obrigação, é uma questão de salvar vidas.

A Avenida Presidente Vargas, como tantas outras em Vitória da Conquista, necessita de intervenções que vão além do recapeamento. É preciso pensar em sinalizações eficientes, iluminação adequada e iniciativas que priorizem a segurança dos usuários mais vulneráveis. Os motoboys, que já enfrentam jornadas exaustivas, merecem um ambiente mais digno e seguro para exercer suas atividades.

Este acidente também levanta a necessidade de revisar as condições de trabalho desses profissionais. Muitos enfrentam prazos apertados e pressão por eficiência, o que aumenta o risco de imprudência no trânsito. Garantir direitos trabalhistas e regulamentações que protejam esses trabalhadores é essencial para reduzir a vulnerabilidade que enfrentam diariamente.

Por fim, enquanto torcemos pela recuperação do motoboy envolvido neste incidente, que este seja um alerta para todos nós: vidas estão em jogo nas ruas de Vitória da Conquista. Cada acidente é mais do que uma ocorrência; é um chamado para a ação coletiva. O trânsito é um espaço compartilhado, e a segurança deve ser um compromisso de todos.

Vidas em Risco! Novo Acidente de Motoboy Choca Vitória da Conquista

 

 

 

Na noite da última terça-feira (10), mais um acidente envolvendo um motoboy foi registrado em Vitória da Conquista, desta vez na Avenida Presidente Vargas, conhecida como Estrada da Barra. O ocorrido reacende a urgente necessidade de discutir a segurança nas vias e a situação precária enfrentada por esses profissionais que, diariamente, desafiam os perigos do trânsito em busca de sustento.

Os motoboys, peça fundamental na dinâmica urbana moderna, são os mensageiros da agilidade em tempos de conveniência. Seja entregando alimentos, medicamentos ou documentos, eles desempenham um papel crucial para a sociedade, mas muitas vezes a custo da própria segurança. A estrada onde o acidente ocorreu é uma das mais movimentadas da cidade, refletindo um cenário de tráfego intenso que aumenta os riscos para quem depende da motocicleta como ferramenta de trabalho.

Enquanto aguardamos informações sobre as circunstâncias do acidente e o estado de saúde da vítima, é necessário reconhecer que esse episódio não é um caso isolado, mas parte de uma realidade frequente e alarmante. O trânsito brasileiro, como um todo, é notoriamente hostil, e os motoboys estão entre as categorias mais vulneráveis. Além de enfrentar condições de trabalho exaustivas, lidam diariamente com a negligência de motoristas, a precariedade das vias e a ausência de políticas públicas eficazes para garantir sua proteção.

Acidentes como este nos convidam a refletir sobre a corresponsabilidade de todos os atores do trânsito. Motoristas, motociclistas e pedestres precisam respeitar as regras e agir com cautela, mas isso não isenta o poder público de sua parcela de responsabilidade. Investir em infraestrutura, fiscalização e educação para o trânsito é mais do que uma obrigação, é uma questão de salvar vidas.

A Avenida Presidente Vargas, como tantas outras em Vitória da Conquista, necessita de intervenções que vão além do recapeamento. É preciso pensar em sinalizações eficientes, iluminação adequada e iniciativas que priorizem a segurança dos usuários mais vulneráveis. Os motoboys, que já enfrentam jornadas exaustivas, merecem um ambiente mais digno e seguro para exercer suas atividades.

Este acidente também levanta a necessidade de revisar as condições de trabalho desses profissionais. Muitos enfrentam prazos apertados e pressão por eficiência, o que aumenta o risco de imprudência no trânsito. Garantir direitos trabalhistas e regulamentações que protejam esses trabalhadores é essencial para reduzir a vulnerabilidade que enfrentam diariamente.

Por fim, enquanto torcemos pela recuperação do motoboy envolvido neste incidente, que este seja um alerta para todos nós: vidas estão em jogo nas ruas de Vitória da Conquista. Cada acidente é mais do que uma ocorrência; é um chamado para a ação coletiva. O trânsito é um espaço compartilhado, e a segurança deve ser um compromisso de todos.

A Grandeza de um Coração Generoso: A Despedida de Paulo Cesar Bastos Santos

 

 

 

Hoje, nos despedimos de Paulo Cesar Bastos Santos, carinhosamente chamado de Paulinho, um homem cuja generosidade e afeto marcaram profundamente a vida de todos que tiveram a sorte de cruzar seu caminho. Nascido em 28 de fevereiro de 1949, Paulinho viveu 75 anos com um propósito maior: acolher, abraçar e espalhar amor.

Sua partida, ocorrida no final da tarde de ontem, deixa um vazio imensurável no coração de sua esposa, suas filhas amadas e uma legião de familiares e amigos que aprenderam com ele o verdadeiro significado de compartilhar a vida com bondade e alegria. Paulinho foi mais do que um pai e esposo; ele foi um símbolo de altruísmo, um exemplo vivo de como pequenos gestos de cuidado podem transformar o dia de alguém.

O impacto de sua generosidade será sentido por muitos anos, pois Paulinho não apenas tocou vidas – ele as transformou. Seu sorriso, tão genuíno quanto o brilho de seus olhos, será lembrado em cada encontro, cada história e cada momento de celebração. Sua memória não se apagará, pois ela está gravada nos corações de todos que ele alcançou com seu amor incondicional.

A despedida será realizada amanhã, 11 de dezembro, no Memorial Vitória, no bairro São Vicente, a partir das 8h. O sepultamento ocorrerá às 16h, no Cemitério da Saudade. Este será o momento em que sua família e amigos poderão honrar sua vida, lembrar de suas histórias e agradecer pelo privilégio de tê-lo conhecido.

Paulinho deixa um legado de amor, compaixão e bondade, qualidades que o tornam eterno na memória de todos. Ele nos mostra que, embora a vida seja efêmera, a forma como vivemos e o amor que compartilhamos tornam-se imortais.

Que Deus o receba com o mesmo acolhimento e amor que ele distribuiu ao longo de sua jornada aqui na Terra. Vá em paz, Paulinho, e leve consigo a gratidão de todos aqueles que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

A Grandeza de um Coração Generoso: A Despedida de Paulo Cesar Bastos Santos

 

 

 

Hoje, nos despedimos de Paulo Cesar Bastos Santos, carinhosamente chamado de Paulinho, um homem cuja generosidade e afeto marcaram profundamente a vida de todos que tiveram a sorte de cruzar seu caminho. Nascido em 28 de fevereiro de 1949, Paulinho viveu 75 anos com um propósito maior: acolher, abraçar e espalhar amor.

Sua partida, ocorrida no final da tarde de ontem, deixa um vazio imensurável no coração de sua esposa, suas filhas amadas e uma legião de familiares e amigos que aprenderam com ele o verdadeiro significado de compartilhar a vida com bondade e alegria. Paulinho foi mais do que um pai e esposo; ele foi um símbolo de altruísmo, um exemplo vivo de como pequenos gestos de cuidado podem transformar o dia de alguém.

O impacto de sua generosidade será sentido por muitos anos, pois Paulinho não apenas tocou vidas – ele as transformou. Seu sorriso, tão genuíno quanto o brilho de seus olhos, será lembrado em cada encontro, cada história e cada momento de celebração. Sua memória não se apagará, pois ela está gravada nos corações de todos que ele alcançou com seu amor incondicional.

A despedida será realizada amanhã, 11 de dezembro, no Memorial Vitória, no bairro São Vicente, a partir das 8h. O sepultamento ocorrerá às 16h, no Cemitério da Saudade. Este será o momento em que sua família e amigos poderão honrar sua vida, lembrar de suas histórias e agradecer pelo privilégio de tê-lo conhecido.

Paulinho deixa um legado de amor, compaixão e bondade, qualidades que o tornam eterno na memória de todos. Ele nos mostra que, embora a vida seja efêmera, a forma como vivemos e o amor que compartilhamos tornam-se imortais.

Que Deus o receba com o mesmo acolhimento e amor que ele distribuiu ao longo de sua jornada aqui na Terra. Vá em paz, Paulinho, e leve consigo a gratidão de todos aqueles que tiveram o privilégio de caminhar ao seu lado.

Aposentadoria Compulsória de Magistrados: Prêmio ou Punição?

 

 

 

 

A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de determinar a aposentadoria compulsória da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, investigada pela Operação Faroeste, reacende um debate inquietante: como a justiça pode punir seus próprios agentes quando estes se envolvem em práticas ilícitas? Ao invés de um exemplo de responsabilização, a aposentadoria compulsória tem se tornado um símbolo de impunidade e privilégio no Judiciário brasileiro.

Sandra Inês Rusciolelli, integrante do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi afastada de suas funções por suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças judiciais que favorecia interesses de grupos privados em disputas por terras no oeste baiano. As investigações apontam que a magistrada teria recebido R$ 250 mil em propinas, participando ativamente das irregularidades, inclusive em conversas realizadas dentro de seu próprio gabinete. Apesar de tais acusações, a punição máxima aplicada foi a aposentadoria compulsória, que garante a ela o direito de continuar recebendo salários proporcionais ao tempo de serviço.

Essa situação expõe um paradoxo inaceitável. A magistrada, que deveria zelar pela justiça e pela integridade do Judiciário, é premiada, na prática, com uma aposentadoria remunerada, mesmo após ter sido flagrada utilizando seu cargo para a prática de ilícitos graves. É razoável questionar: onde está a justiça para aqueles que são prejudicados por decisões judiciais corrompidas? Que exemplo o Judiciário oferece à sociedade quando trata com leniência os próprios agentes que o maculam?

O caso de Sandra Inês não é isolado. A aposentadoria compulsória tem sido aplicada a outros magistrados envolvidos em escândalos semelhantes, reforçando a percepção de que o Judiciário protege seus membros de forma desproporcional. A manutenção desse tipo de punição evidencia a urgência de uma reforma no sistema de responsabilização judicial. Não é aceitável que juízes, cuja função é garantir a aplicação da lei de forma ética e imparcial, tenham uma “rede de segurança” tão confortável mesmo após comprovada conduta incompatível com a dignidade do cargo.

A sociedade clama por mudanças profundas no Judiciário. É necessário repensar mecanismos de responsabilização para que a punição seja proporcional ao dano causado. A aposentadoria compulsória deve ser revista, substituída por sanções mais rígidas, como a perda de cargo sem remuneração e a responsabilização criminal efetiva. Além disso, processos de seleção e monitoramento de conduta dos magistrados precisam ser mais rigorosos, prevenindo que casos como o de Sandra Inês se tornem recorrentes.

Até quando assistiremos passivamente a essas aberrações? Reformar o Judiciário é uma questão de urgência para que ele volte a ser uma referência de justiça, e não de privilégios. Afinal, não há justiça verdadeira enquanto a punição for tratada como um prêmio. É tempo de agir para que a confiança da sociedade no sistema judiciário seja restaurada.

Aposentadoria Compulsória de Magistrados: Prêmio ou Punição?

 

 

 

 

A decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de determinar a aposentadoria compulsória da desembargadora Sandra Inês Rusciolelli Azevedo, investigada pela Operação Faroeste, reacende um debate inquietante: como a justiça pode punir seus próprios agentes quando estes se envolvem em práticas ilícitas? Ao invés de um exemplo de responsabilização, a aposentadoria compulsória tem se tornado um símbolo de impunidade e privilégio no Judiciário brasileiro.

Sandra Inês Rusciolelli, integrante do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), foi afastada de suas funções por suspeita de envolvimento em um esquema de venda de sentenças judiciais que favorecia interesses de grupos privados em disputas por terras no oeste baiano. As investigações apontam que a magistrada teria recebido R$ 250 mil em propinas, participando ativamente das irregularidades, inclusive em conversas realizadas dentro de seu próprio gabinete. Apesar de tais acusações, a punição máxima aplicada foi a aposentadoria compulsória, que garante a ela o direito de continuar recebendo salários proporcionais ao tempo de serviço.

Essa situação expõe um paradoxo inaceitável. A magistrada, que deveria zelar pela justiça e pela integridade do Judiciário, é premiada, na prática, com uma aposentadoria remunerada, mesmo após ter sido flagrada utilizando seu cargo para a prática de ilícitos graves. É razoável questionar: onde está a justiça para aqueles que são prejudicados por decisões judiciais corrompidas? Que exemplo o Judiciário oferece à sociedade quando trata com leniência os próprios agentes que o maculam?

O caso de Sandra Inês não é isolado. A aposentadoria compulsória tem sido aplicada a outros magistrados envolvidos em escândalos semelhantes, reforçando a percepção de que o Judiciário protege seus membros de forma desproporcional. A manutenção desse tipo de punição evidencia a urgência de uma reforma no sistema de responsabilização judicial. Não é aceitável que juízes, cuja função é garantir a aplicação da lei de forma ética e imparcial, tenham uma “rede de segurança” tão confortável mesmo após comprovada conduta incompatível com a dignidade do cargo.

A sociedade clama por mudanças profundas no Judiciário. É necessário repensar mecanismos de responsabilização para que a punição seja proporcional ao dano causado. A aposentadoria compulsória deve ser revista, substituída por sanções mais rígidas, como a perda de cargo sem remuneração e a responsabilização criminal efetiva. Além disso, processos de seleção e monitoramento de conduta dos magistrados precisam ser mais rigorosos, prevenindo que casos como o de Sandra Inês se tornem recorrentes.

Até quando assistiremos passivamente a essas aberrações? Reformar o Judiciário é uma questão de urgência para que ele volte a ser uma referência de justiça, e não de privilégios. Afinal, não há justiça verdadeira enquanto a punição for tratada como um prêmio. É tempo de agir para que a confiança da sociedade no sistema judiciário seja restaurada.

Vereador Dudé Promove Justiça e Gratidão com Título de Cidadania a Frei Liomar Pereira

 

 

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, sob a iniciativa do vereador Luís Carlos Dudé, realizou um ato que transcende o campo das formalidades ao conceder o título de Cidadão Conquistense a Frei Liomar Pereira da Silva, OFMCap. Esse reconhecimento não apenas celebra a trajetória de um homem de fé, mas também relembra a importância de honrarmos aqueles que dedicam suas vidas à transformação social e espiritual de nossa comunidade.

Frei Liomar, membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, é um exemplo raro de liderança que combina espiritualidade e ação prática. Em um tempo marcado por divisões e indiferença, sua atuação rompe barreiras e promove a construção de pontes entre diferentes setores da sociedade. Ele não apenas prega a palavra de Deus, mas a traduz em gestos concretos, em um testemunho vivo de solidariedade e humildade.

A celebração na Paróquia Nossa Senhora de Fátima foi um cenário simbólico para esse momento, unindo o sagrado e o público em um diálogo que lembra a todos nós que a fé, quando acompanhada de ação, é uma força poderosa para o bem comum. Mais do que um gesto simbólico, o título é um chamado à reflexão: como estamos valorizando aqueles que, silenciosamente, dedicam suas vidas à construção de uma sociedade mais justa e solidária?

Vitória da Conquista é uma cidade conhecida por sua pluralidade e por sua capacidade de abraçar líderes que se destacam não apenas pelo que falam, mas pelo que fazem. O título concedido a Frei Liomar reafirma essa identidade, mostrando que a comunidade reconhece e celebra aqueles que têm o poder de inspirar e transformar.

Que esse reconhecimento inspire outros a seguirem o exemplo de Frei Liomar. Afinal, construir uma sociedade mais humana e compassiva exige o envolvimento de todos. E que as ações de figuras como ele continuem a nos lembrar de que o verdadeiro impacto não está nos grandes gestos, mas nas sementes de amor e esperança plantadas no cotidiano.

Parabéns, Frei Liomar, por essa merecida homenagem. Que seu legado continue a iluminar o caminho de tantos que buscam na fé e no serviço ao próximo uma razão maior para viver.

Vereador Dudé Promove Justiça e Gratidão com Título de Cidadania a Frei Liomar Pereira

 

 

A Câmara Municipal de Vitória da Conquista, sob a iniciativa do vereador Luís Carlos Dudé, realizou um ato que transcende o campo das formalidades ao conceder o título de Cidadão Conquistense a Frei Liomar Pereira da Silva, OFMCap. Esse reconhecimento não apenas celebra a trajetória de um homem de fé, mas também relembra a importância de honrarmos aqueles que dedicam suas vidas à transformação social e espiritual de nossa comunidade.

Frei Liomar, membro da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, é um exemplo raro de liderança que combina espiritualidade e ação prática. Em um tempo marcado por divisões e indiferença, sua atuação rompe barreiras e promove a construção de pontes entre diferentes setores da sociedade. Ele não apenas prega a palavra de Deus, mas a traduz em gestos concretos, em um testemunho vivo de solidariedade e humildade.

A celebração na Paróquia Nossa Senhora de Fátima foi um cenário simbólico para esse momento, unindo o sagrado e o público em um diálogo que lembra a todos nós que a fé, quando acompanhada de ação, é uma força poderosa para o bem comum. Mais do que um gesto simbólico, o título é um chamado à reflexão: como estamos valorizando aqueles que, silenciosamente, dedicam suas vidas à construção de uma sociedade mais justa e solidária?

Vitória da Conquista é uma cidade conhecida por sua pluralidade e por sua capacidade de abraçar líderes que se destacam não apenas pelo que falam, mas pelo que fazem. O título concedido a Frei Liomar reafirma essa identidade, mostrando que a comunidade reconhece e celebra aqueles que têm o poder de inspirar e transformar.

Que esse reconhecimento inspire outros a seguirem o exemplo de Frei Liomar. Afinal, construir uma sociedade mais humana e compassiva exige o envolvimento de todos. E que as ações de figuras como ele continuem a nos lembrar de que o verdadeiro impacto não está nos grandes gestos, mas nas sementes de amor e esperança plantadas no cotidiano.

Parabéns, Frei Liomar, por essa merecida homenagem. Que seu legado continue a iluminar o caminho de tantos que buscam na fé e no serviço ao próximo uma razão maior para viver.

ARTIGO – O Compromisso de Luciano Gomes com Vitória da Conquista (Padre Carlos)

 

 

Olá, amigos de Vitória da Conquista,

O trabalho incansável do vereador Luciano Gomes nos enche de esperança e otimismo. Sua recente reunião com Adolpho Loyola, chefe de gabinete do governador Jerônimo Rodrigues, trouxe à tona o compromisso do governo estadual com o desenvolvimento de nossa cidade.

Entre as ações anunciadas, a reforma das escolas é um dos destaques. Sabemos que a educação é uma base para a transformação social, e garantir que nossas crianças e jovens tenham acesso a um ambiente adequado para aprender é fundamental. Luciano Gomes mostra que está atento às demandas da nossa comunidade, colocando a educação como prioridade em sua agenda.

Outro ponto de grande relevância é a instalação de poços artesianos. Para muitos, o acesso à água ainda é um desafio diário, especialmente na zona rural. Este projeto promete mudar vidas, assegurando dignidade e condições para quem vive melhor em áreas mais afastadas do centro urbano.

O vereador Luciano Gomes também destacou que “muito mais vem por aí”. Esse compromisso com as necessidades da população reforça sua atuação como uma ponte entre Vitória da Conquista e o governo estadual, levando nossas demandas ao governador Jerônimo Rodrigues e trazendo de volta soluções concretas.

Além disso, o investimento na zona rural reflete uma visão equilibrada de desenvolvimento. Reconhecer a importância do campo para a economia e a cultura local é essencial para construir um município forte e coeso. Luciano Gomes e o governador mostram que entendem essa realidade e estão ansiosos para trabalhar por ela.

Essas ações são um exemplo claro de que, com diálogo e articulação política, é possível alcançar resultados que beneficiam toda a população. É isso que precisamos: lideranças que saibam ouvir, agir e transformar palavras em ações.

Aos moradores de Vitória da Conquista, deixo um convite para que valorizemos e apoiemos esse trabalho. O sucesso de iniciativas como essas depende do esforço conjunto de todos nós. Que essa onda de boas notícias se transforma em uma corrente de progresso para nossa cidade.

Padre Carlos

ARTIGO – O Compromisso de Luciano Gomes com Vitória da Conquista (Padre Carlos)

 

 

Olá, amigos de Vitória da Conquista,

O trabalho incansável do vereador Luciano Gomes nos enche de esperança e otimismo. Sua recente reunião com Adolpho Loyola, chefe de gabinete do governador Jerônimo Rodrigues, trouxe à tona o compromisso do governo estadual com o desenvolvimento de nossa cidade.

Entre as ações anunciadas, a reforma das escolas é um dos destaques. Sabemos que a educação é uma base para a transformação social, e garantir que nossas crianças e jovens tenham acesso a um ambiente adequado para aprender é fundamental. Luciano Gomes mostra que está atento às demandas da nossa comunidade, colocando a educação como prioridade em sua agenda.

Outro ponto de grande relevância é a instalação de poços artesianos. Para muitos, o acesso à água ainda é um desafio diário, especialmente na zona rural. Este projeto promete mudar vidas, assegurando dignidade e condições para quem vive melhor em áreas mais afastadas do centro urbano.

O vereador Luciano Gomes também destacou que “muito mais vem por aí”. Esse compromisso com as necessidades da população reforça sua atuação como uma ponte entre Vitória da Conquista e o governo estadual, levando nossas demandas ao governador Jerônimo Rodrigues e trazendo de volta soluções concretas.

Além disso, o investimento na zona rural reflete uma visão equilibrada de desenvolvimento. Reconhecer a importância do campo para a economia e a cultura local é essencial para construir um município forte e coeso. Luciano Gomes e o governador mostram que entendem essa realidade e estão ansiosos para trabalhar por ela.

Essas ações são um exemplo claro de que, com diálogo e articulação política, é possível alcançar resultados que beneficiam toda a população. É isso que precisamos: lideranças que saibam ouvir, agir e transformar palavras em ações.

Aos moradores de Vitória da Conquista, deixo um convite para que valorizemos e apoiemos esse trabalho. O sucesso de iniciativas como essas depende do esforço conjunto de todos nós. Que essa onda de boas notícias se transforma em uma corrente de progresso para nossa cidade.

Padre Carlos