Política e Resenha

Deputado João Bacelar Participa de Comemoração  da vitória de Luciano Gomes

O deputado federal João Bacelar esteve presente na celebração da vitória de Luciano Gomes em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Em meio a um evento marcado por muita alegria e agradecimentos, Bacelar elogiou Luciano pela expressiva votação conquistada, ressaltando a importância do trabalho que ele vem realizando na comunidade.

Além de parabenizar Luciano, Bacelar destacou a longa parceria política entre os dois e reafirmou seu compromisso em continuar trabalhando por melhorias na região, trazendo mais desenvolvimento e investimentos. A vitória de Luciano reflete o reconhecimento da população ao seu empenho, tornando a ocasião um marco de fortalecimento das lideranças locais.

A presença de Bacelar no evento não só reforça seu apoio a Luciano, mas também a sua dedicação em lutar pelas demandas e bem-estar da comunidade.

Deputado João Bacelar Participa de Comemoração  da vitória de Luciano Gomes

O deputado federal João Bacelar esteve presente na celebração da vitória de Luciano Gomes em Cabeceira do Jibóia, na Limeira. Em meio a um evento marcado por muita alegria e agradecimentos, Bacelar elogiou Luciano pela expressiva votação conquistada, ressaltando a importância do trabalho que ele vem realizando na comunidade.

Além de parabenizar Luciano, Bacelar destacou a longa parceria política entre os dois e reafirmou seu compromisso em continuar trabalhando por melhorias na região, trazendo mais desenvolvimento e investimentos. A vitória de Luciano reflete o reconhecimento da população ao seu empenho, tornando a ocasião um marco de fortalecimento das lideranças locais.

A presença de Bacelar no evento não só reforça seu apoio a Luciano, mas também a sua dedicação em lutar pelas demandas e bem-estar da comunidade.

Sheila Lemos é Vítima de FAKE NEWS: Problema em Canos da EMBASA Virou Falsa Acusação

 

 

 

Nos últimos dias, algumas manchetes alarmistas surgiram afirmando que o asfalto recém-feito pela prefeitura de Vitória da Conquista estaria “desmanchando” devido à chuva. Contudo, antes que esse rumor ganhe proporções maiores e gere uma percepção errônea sobre o trabalho da gestão municipal, é essencial esclarecer o que de fato aconteceu. O problema registrado no bairro Cidade Maravilhosa não tem absolutamente nenhuma relação com a qualidade do asfalto, e sim com um incidente envolvendo os canos da EMBASA, empresa administrada pelo governo da Bahia.

Há duas questões centrais que merecem destaque aqui: a origem real do problema e o papel da imprensa em apurar corretamente os fatos antes de divulgá-los. Primeiro, é preciso reforçar que a manutenção da rede de abastecimento de água e esgoto é de responsabilidade da EMBASA. O ocorrido, que gerou alagamento e transtornos na área, foi causado por falhas no sistema de distribuição de água, e não por qualquer deficiência no trabalho realizado pela prefeitura no recapeamento das vias.

O que nos intriga e nos preocupa é a forma como a informação foi divulgada por parte de alguns veículos de imprensa. Não sabemos se houve uma falha genuína na checagem dos fatos ou se há uma intenção deliberada de prejudicar a administração municipal. De qualquer maneira, o resultado é o mesmo: uma desinformação que distorce a realidade e, pior, lança uma falsa acusação contra um trabalho que vem sendo bem executado em prol da cidade.

Essa situação nos leva a refletir sobre a responsabilidade jornalística. A imprensa, como um dos pilares da democracia, tem a missão de informar com precisão e isenção, garantindo que a população receba uma versão fiel dos acontecimentos. Quando um veículo de comunicação erra, seja por falta de apuração rigorosa ou por pressa em publicar a notícia, o dano é profundo e pode enfraquecer a confiança que a sociedade deposita na mídia.

Neste caso específico, a comunidade do bairro Cidade Maravilhosa foi rápida em desmentir a falsa narrativa que circulava. Moradores locais, testemunhas diretas dos acontecimentos, foram claros em afirmar que o problema decorreu de um vazamento de água e que o asfalto não foi o culpado. Isso evidencia que, antes de publicar algo com tanto impacto, seria prudente que os responsáveis pela notícia tivessem ouvido as partes envolvidas, incluindo a população local e, claro, os técnicos da EMBASA e da prefeitura.

Ademais, há um erro geográfico na notícia original: o incidente não ocorreu no bairro Bateias 2, como noticiado, mas sim no Cidade Maravilhosa. Outro detalhe que demonstra a superficialidade da apuração.

O fato é que esta notícia, da forma como foi veiculada, se qualifica como fake news. A propagação desse tipo de desinformação pode não apenas prejudicar a imagem de uma gestão pública que tem se esforçado para melhorar a infraestrutura da cidade, mas também gerar desconfiança e insatisfação desnecessária entre os cidadãos. Isso é algo que todos — inclusive a imprensa — devem evitar.

Aos veículos que publicaram a informação incorreta, cabe a responsabilidade de corrigir o erro com a mesma visibilidade com que o divulgaram. Assim, se garantirá a manutenção da confiança entre o público e aqueles que têm o dever de informar.

Vivemos tempos de desinformação constante, e é imprescindível que os meios de comunicação se comprometam com a verdade. O trabalho da prefeitura na pavimentação das ruas, sobretudo nas áreas que tradicionalmente foram negligenciadas, merece ser reconhecido pelo que é: uma ação de compromisso com a qualidade de vida dos conquistenses. Por isso, reitero a importância de que aqueles que divulgaram a falsa notícia façam as devidas correções e respeitem a verdade dos fatos. O bom jornalismo é aquele que se revê e se corrige, mantendo-se fiel à sua missão de bem informar.

Padre Carlos

Sheila Lemos é Vítima de FAKE NEWS: Problema em Canos da EMBASA Virou Falsa Acusação

 

 

 

Nos últimos dias, algumas manchetes alarmistas surgiram afirmando que o asfalto recém-feito pela prefeitura de Vitória da Conquista estaria “desmanchando” devido à chuva. Contudo, antes que esse rumor ganhe proporções maiores e gere uma percepção errônea sobre o trabalho da gestão municipal, é essencial esclarecer o que de fato aconteceu. O problema registrado no bairro Cidade Maravilhosa não tem absolutamente nenhuma relação com a qualidade do asfalto, e sim com um incidente envolvendo os canos da EMBASA, empresa administrada pelo governo da Bahia.

Há duas questões centrais que merecem destaque aqui: a origem real do problema e o papel da imprensa em apurar corretamente os fatos antes de divulgá-los. Primeiro, é preciso reforçar que a manutenção da rede de abastecimento de água e esgoto é de responsabilidade da EMBASA. O ocorrido, que gerou alagamento e transtornos na área, foi causado por falhas no sistema de distribuição de água, e não por qualquer deficiência no trabalho realizado pela prefeitura no recapeamento das vias.

O que nos intriga e nos preocupa é a forma como a informação foi divulgada por parte de alguns veículos de imprensa. Não sabemos se houve uma falha genuína na checagem dos fatos ou se há uma intenção deliberada de prejudicar a administração municipal. De qualquer maneira, o resultado é o mesmo: uma desinformação que distorce a realidade e, pior, lança uma falsa acusação contra um trabalho que vem sendo bem executado em prol da cidade.

Essa situação nos leva a refletir sobre a responsabilidade jornalística. A imprensa, como um dos pilares da democracia, tem a missão de informar com precisão e isenção, garantindo que a população receba uma versão fiel dos acontecimentos. Quando um veículo de comunicação erra, seja por falta de apuração rigorosa ou por pressa em publicar a notícia, o dano é profundo e pode enfraquecer a confiança que a sociedade deposita na mídia.

Neste caso específico, a comunidade do bairro Cidade Maravilhosa foi rápida em desmentir a falsa narrativa que circulava. Moradores locais, testemunhas diretas dos acontecimentos, foram claros em afirmar que o problema decorreu de um vazamento de água e que o asfalto não foi o culpado. Isso evidencia que, antes de publicar algo com tanto impacto, seria prudente que os responsáveis pela notícia tivessem ouvido as partes envolvidas, incluindo a população local e, claro, os técnicos da EMBASA e da prefeitura.

Ademais, há um erro geográfico na notícia original: o incidente não ocorreu no bairro Bateias 2, como noticiado, mas sim no Cidade Maravilhosa. Outro detalhe que demonstra a superficialidade da apuração.

O fato é que esta notícia, da forma como foi veiculada, se qualifica como fake news. A propagação desse tipo de desinformação pode não apenas prejudicar a imagem de uma gestão pública que tem se esforçado para melhorar a infraestrutura da cidade, mas também gerar desconfiança e insatisfação desnecessária entre os cidadãos. Isso é algo que todos — inclusive a imprensa — devem evitar.

Aos veículos que publicaram a informação incorreta, cabe a responsabilidade de corrigir o erro com a mesma visibilidade com que o divulgaram. Assim, se garantirá a manutenção da confiança entre o público e aqueles que têm o dever de informar.

Vivemos tempos de desinformação constante, e é imprescindível que os meios de comunicação se comprometam com a verdade. O trabalho da prefeitura na pavimentação das ruas, sobretudo nas áreas que tradicionalmente foram negligenciadas, merece ser reconhecido pelo que é: uma ação de compromisso com a qualidade de vida dos conquistenses. Por isso, reitero a importância de que aqueles que divulgaram a falsa notícia façam as devidas correções e respeitem a verdade dos fatos. O bom jornalismo é aquele que se revê e se corrige, mantendo-se fiel à sua missão de bem informar.

Padre Carlos

Lula Sofre Acidente e Cancela Viagem à Rússia para a Cúpula dos BRICS

 

Neste sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aos 78 anos, viu-se diante de um imprevisto que, embora não seja grave, trouxe à tona reflexões sobre o impacto do corpo físico nas demandas de uma liderança global. Um acidente doméstico em Brasília resultou em um ferimento na cabeça, mais precisamente na região occipital, obrigando Lula a cancelar sua viagem à Rússia para a 16ª Cúpula dos BRICS. A decisão de adiar a presença física foi tomada sob recomendação médica, mas, como já é marca registrada de sua resiliência, o presidente segue cumprindo a agenda remotamente.

Este episódio abre margem para debates sobre os desafios enfrentados por líderes em idade avançada, especialmente aqueles que, como Lula, estão no centro de decisões políticas e econômicas globais. Com 78 anos, o presidente brasileiro já superou inúmeras adversidades físicas e políticas, incluindo a recente cirurgia de artroplastia total de quadril, realizada em 2023. Contudo, o episódio do ferimento reforça a necessidade de considerar que, em meio a todas as agendas globais, a biologia humana é inevitável.

É certo que Lula ainda mantém sua vitalidade política e se adapta com facilidade ao ambiente digital, participando remotamente da cúpula com Vladimir Putin e Xi Jinping. Mas o incidente serve como um lembrete de que até os mais resistentes líderes enfrentam as limitações impostas pelo corpo. Com o crescente número de compromissos, viagens e negociações, somados ao peso da idade, a saúde de Lula naturalmente se torna um ponto de atenção constante para sua equipe médica e para os brasileiros.

A decisão de seguir com a agenda por videoconferência não é apenas um indicativo de que Lula não permitirá que a recuperação física o impeça de seguir liderando. Também revela um esforço de adaptação às novas realidades do trabalho moderno, onde a tecnologia permite o exercício do poder e da diplomacia mesmo à distância. Esta transição, da sala de reuniões para a tela do computador, talvez venha a ser uma constante nos anos vindouros para figuras políticas dessa magnitude.

Ainda assim, esse tipo de adaptação não apaga a preocupação legítima em torno da saúde de um presidente que já carrega uma história longa de lutas e vitórias pessoais. A sobrecarga de agendas internacionais, que impõe viagens frequentes e extensas, em algum momento encontra resistência no físico. Lula, que sempre demonstrou uma força quase sobre-humana em sua trajetória, agora enfrenta a inevitabilidade do envelhecimento, o que levanta questões sobre a longevidade de seu ritmo.

Se há algo que o presidente simboliza, é a capacidade de superar obstáculos. Do cárcere ao Planalto, de adversidades de saúde à manutenção de sua presença política robusta no cenário internacional, Lula é um exemplo vivo de resistência. No entanto, o que o episódio deste sábado nos ensina é que a liderança não pode ser dissociada do cuidado com o corpo.

A decisão médica de evitar viagens longas neste momento não apenas reflete uma atitude sensata, mas também reitera a importância de preservar a saúde daqueles que ocupam postos de responsabilidade. Para um líder que carrega sobre si as expectativas de milhões, o bem-estar pessoal não pode ser negligenciado, sob pena de comprometer decisões que impactam não só o Brasil, mas o mundo.

Lula pode, sim, continuar a liderar com maestria, mas a reflexão inevitável que surge é sobre a sustentabilidade desse ritmo. Até quando será possível conciliar o desgaste natural do corpo com o peso de comandar uma nação e ser peça-chave nas articulações internacionais? A resposta a essa pergunta está no tempo e, como sempre, Lula precisará continuar desafiando suas limitações, mas desta vez, talvez de uma forma mais consciente e cautelosa.

No fim das contas, o acidente doméstico e a recomendação médica não são o fim da linha, mas um lembrete. Um lembrete de que, mesmo os gigantes, como Lula, precisam respeitar os sinais do corpo. A liderança de um país, sobretudo de um Brasil que busca se reafirmar no cenário internacional, exige uma visão clara de futuro — e isso inclui a saúde de quem conduz essa visão. Lula seguirá presente, mas agora, com mais prudência, porque, como ele bem sabe, liderar é também saber a hora de recuar e cuidar de si.

Lula Sofre Acidente e Cancela Viagem à Rússia para a Cúpula dos BRICS

 

Neste sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, aos 78 anos, viu-se diante de um imprevisto que, embora não seja grave, trouxe à tona reflexões sobre o impacto do corpo físico nas demandas de uma liderança global. Um acidente doméstico em Brasília resultou em um ferimento na cabeça, mais precisamente na região occipital, obrigando Lula a cancelar sua viagem à Rússia para a 16ª Cúpula dos BRICS. A decisão de adiar a presença física foi tomada sob recomendação médica, mas, como já é marca registrada de sua resiliência, o presidente segue cumprindo a agenda remotamente.

Este episódio abre margem para debates sobre os desafios enfrentados por líderes em idade avançada, especialmente aqueles que, como Lula, estão no centro de decisões políticas e econômicas globais. Com 78 anos, o presidente brasileiro já superou inúmeras adversidades físicas e políticas, incluindo a recente cirurgia de artroplastia total de quadril, realizada em 2023. Contudo, o episódio do ferimento reforça a necessidade de considerar que, em meio a todas as agendas globais, a biologia humana é inevitável.

É certo que Lula ainda mantém sua vitalidade política e se adapta com facilidade ao ambiente digital, participando remotamente da cúpula com Vladimir Putin e Xi Jinping. Mas o incidente serve como um lembrete de que até os mais resistentes líderes enfrentam as limitações impostas pelo corpo. Com o crescente número de compromissos, viagens e negociações, somados ao peso da idade, a saúde de Lula naturalmente se torna um ponto de atenção constante para sua equipe médica e para os brasileiros.

A decisão de seguir com a agenda por videoconferência não é apenas um indicativo de que Lula não permitirá que a recuperação física o impeça de seguir liderando. Também revela um esforço de adaptação às novas realidades do trabalho moderno, onde a tecnologia permite o exercício do poder e da diplomacia mesmo à distância. Esta transição, da sala de reuniões para a tela do computador, talvez venha a ser uma constante nos anos vindouros para figuras políticas dessa magnitude.

Ainda assim, esse tipo de adaptação não apaga a preocupação legítima em torno da saúde de um presidente que já carrega uma história longa de lutas e vitórias pessoais. A sobrecarga de agendas internacionais, que impõe viagens frequentes e extensas, em algum momento encontra resistência no físico. Lula, que sempre demonstrou uma força quase sobre-humana em sua trajetória, agora enfrenta a inevitabilidade do envelhecimento, o que levanta questões sobre a longevidade de seu ritmo.

Se há algo que o presidente simboliza, é a capacidade de superar obstáculos. Do cárcere ao Planalto, de adversidades de saúde à manutenção de sua presença política robusta no cenário internacional, Lula é um exemplo vivo de resistência. No entanto, o que o episódio deste sábado nos ensina é que a liderança não pode ser dissociada do cuidado com o corpo.

A decisão médica de evitar viagens longas neste momento não apenas reflete uma atitude sensata, mas também reitera a importância de preservar a saúde daqueles que ocupam postos de responsabilidade. Para um líder que carrega sobre si as expectativas de milhões, o bem-estar pessoal não pode ser negligenciado, sob pena de comprometer decisões que impactam não só o Brasil, mas o mundo.

Lula pode, sim, continuar a liderar com maestria, mas a reflexão inevitável que surge é sobre a sustentabilidade desse ritmo. Até quando será possível conciliar o desgaste natural do corpo com o peso de comandar uma nação e ser peça-chave nas articulações internacionais? A resposta a essa pergunta está no tempo e, como sempre, Lula precisará continuar desafiando suas limitações, mas desta vez, talvez de uma forma mais consciente e cautelosa.

No fim das contas, o acidente doméstico e a recomendação médica não são o fim da linha, mas um lembrete. Um lembrete de que, mesmo os gigantes, como Lula, precisam respeitar os sinais do corpo. A liderança de um país, sobretudo de um Brasil que busca se reafirmar no cenário internacional, exige uma visão clara de futuro — e isso inclui a saúde de quem conduz essa visão. Lula seguirá presente, mas agora, com mais prudência, porque, como ele bem sabe, liderar é também saber a hora de recuar e cuidar de si.

Solidariedade em Ação: Polícia Militar e Maçonaria Unem Forças no Dia da Criança

 

 

Quando a Polícia Militar, por meio de seu Programa Patrulha Solidária, e a Loja Maçônica Semente de Luz se unem, o resultado é mais do que uma simples ação social. O que presenciamos é a verdadeira essência da solidariedade em movimento, um gesto de carinho e cuidado que transcende as palavras e toca o coração das pessoas. E foi exatamente isso que aconteceu no Dia da Criança, celebrado na residência de Edvaldo Paulo e Rita Araújo.

Em tempos onde tantas notícias negativas ocupam espaço no cotidiano, é inspirador ver instituições que têm em seu DNA o compromisso com o próximo, arregaçarem as mangas e promoverem ações que realmente fazem a diferença. A Patrulha Solidária da Polícia Militar já é um exemplo concreto de que segurança pública vai além do combate à criminalidade. É também sobre proteger, cuidar e, como o próprio nome diz, ser solidário. Ao lado da Maçonaria, uma organização secular que prega os valores da fraternidade e da benevolência, essa parceria se torna uma força poderosa.

O Dia da Criança promovido por essas duas entidades não foi apenas uma comemoração, foi um momento de esperança. Na casa de Edvaldo e Rita, o riso das crianças, a alegria nos olhares e o brilho da gratidão formaram um cenário onde se podia ver o impacto direto de ações como essa. Mais do que presentes, essas crianças receberam algo muito maior: atenção, carinho e um sentimento de pertencimento. Em tempos desafiadores, esses momentos se tornam fundamentais para moldar o futuro de nossos pequenos.

A escolha de Edvaldo Paulo e Rita Araújo como anfitriões também carrega um significado profundo. Representam a simplicidade e a força de famílias que, mesmo diante de adversidades, encontram apoio em iniciativas como essa. A presença da Polícia Militar e da Maçonaria em suas vidas, nesse dia especial, reforça a ideia de que a sociedade é feita de laços, e que cada ato de solidariedade contribui para fortalecer esses laços.

A Patrulha Solidária e a Loja Maçônica Semente de Luz são exemplos do que acontece quando instituições com missões distintas encontram um ponto em comum: a promoção do bem-estar coletivo. Uma coisa é certa: quando esses dois gigantes se unem, o resultado é ação concreta e transformação social. E não é apenas sobre o Dia da Criança, mas sobre o legado que essas instituições deixam em cada comunidade que tocam. É sobre criar um futuro onde a fraternidade e o cuidado com o outro estejam sempre presentes.

Iniciativas como essa nos mostram que a solidariedade não é um ato isolado, mas uma corrente que se fortalece a cada novo gesto. Que a união entre a Patrulha Solidária e a Maçonaria continue a ser um farol de esperança para tantos que precisam, porque, no fim, o que realmente importa é o impacto positivo que deixamos na vida das pessoas.

Essas crianças, que viveram um Dia da Criança inesquecível na casa de Edvaldo e Rita, podem não lembrar de cada detalhe no futuro, mas com certeza irão carregar para sempre o sentimento de que foram vistas, amadas e que fazem parte de uma sociedade que cuida de seus filhos. E é isso que torna tudo tão especial.

Que venham mais ações como essa, porque, como vimos, quando a Polícia Militar e a Maçonaria se juntam, o resultado é simples: solidariedade e ação!

Solidariedade em Ação: Polícia Militar e Maçonaria Unem Forças no Dia da Criança

 

 

Quando a Polícia Militar, por meio de seu Programa Patrulha Solidária, e a Loja Maçônica Semente de Luz se unem, o resultado é mais do que uma simples ação social. O que presenciamos é a verdadeira essência da solidariedade em movimento, um gesto de carinho e cuidado que transcende as palavras e toca o coração das pessoas. E foi exatamente isso que aconteceu no Dia da Criança, celebrado na residência de Edvaldo Paulo e Rita Araújo.

Em tempos onde tantas notícias negativas ocupam espaço no cotidiano, é inspirador ver instituições que têm em seu DNA o compromisso com o próximo, arregaçarem as mangas e promoverem ações que realmente fazem a diferença. A Patrulha Solidária da Polícia Militar já é um exemplo concreto de que segurança pública vai além do combate à criminalidade. É também sobre proteger, cuidar e, como o próprio nome diz, ser solidário. Ao lado da Maçonaria, uma organização secular que prega os valores da fraternidade e da benevolência, essa parceria se torna uma força poderosa.

O Dia da Criança promovido por essas duas entidades não foi apenas uma comemoração, foi um momento de esperança. Na casa de Edvaldo e Rita, o riso das crianças, a alegria nos olhares e o brilho da gratidão formaram um cenário onde se podia ver o impacto direto de ações como essa. Mais do que presentes, essas crianças receberam algo muito maior: atenção, carinho e um sentimento de pertencimento. Em tempos desafiadores, esses momentos se tornam fundamentais para moldar o futuro de nossos pequenos.

A escolha de Edvaldo Paulo e Rita Araújo como anfitriões também carrega um significado profundo. Representam a simplicidade e a força de famílias que, mesmo diante de adversidades, encontram apoio em iniciativas como essa. A presença da Polícia Militar e da Maçonaria em suas vidas, nesse dia especial, reforça a ideia de que a sociedade é feita de laços, e que cada ato de solidariedade contribui para fortalecer esses laços.

A Patrulha Solidária e a Loja Maçônica Semente de Luz são exemplos do que acontece quando instituições com missões distintas encontram um ponto em comum: a promoção do bem-estar coletivo. Uma coisa é certa: quando esses dois gigantes se unem, o resultado é ação concreta e transformação social. E não é apenas sobre o Dia da Criança, mas sobre o legado que essas instituições deixam em cada comunidade que tocam. É sobre criar um futuro onde a fraternidade e o cuidado com o outro estejam sempre presentes.

Iniciativas como essa nos mostram que a solidariedade não é um ato isolado, mas uma corrente que se fortalece a cada novo gesto. Que a união entre a Patrulha Solidária e a Maçonaria continue a ser um farol de esperança para tantos que precisam, porque, no fim, o que realmente importa é o impacto positivo que deixamos na vida das pessoas.

Essas crianças, que viveram um Dia da Criança inesquecível na casa de Edvaldo e Rita, podem não lembrar de cada detalhe no futuro, mas com certeza irão carregar para sempre o sentimento de que foram vistas, amadas e que fazem parte de uma sociedade que cuida de seus filhos. E é isso que torna tudo tão especial.

Que venham mais ações como essa, porque, como vimos, quando a Polícia Militar e a Maçonaria se juntam, o resultado é simples: solidariedade e ação!

Quando Gestão Pública e Visão Empresarial se Encontram

 

 

A pequena e charmosa cidade de São Miguel das Matas, no interior da Bahia, é um lugar onde os sonhos crescem em meio às montanhas, e de lá têm surgido figuras que vêm transformando a realidade do estado. Dois grandes exemplos dessa força miguelense são os Andrades e os Coutos. Filha de um miguelense, a Prefeita Sheila Lemos e o empresário visionário Gédel Couto, cujas trajetórias se cruzam de maneira simbólica em Vitória da Conquista.

Quando a filha de um miguelense, Sheila Lemos, assume a liderança de uma das cidades mais promissoras do interior baiano, é com a força de quem carrega no sangue a determinação de seu povo. E não poderia haver melhor parceiro nessa jornada do que um conterrâneo de seu pai, Gédel Couto, cuja visão empresarial tem sido fundamental para a realização de projetos ambiciosos. Juntos, eles estão cuidando de Vitória da Conquista como se cuidassem de sua própria casa.

O mais recente marco dessa união de forças é a assinatura dos contratos na Caixa Econômica Federal para a construção de mais 400 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida. Com essa nova etapa, somam-se 1.484 unidades apenas neste ano, impactando diretamente a vida de mais de 6 mil pessoas. Isso é muito mais do que apenas tijolos e cimento: trata-se de dignidade, de um novo começo para milhares de famílias que sonham com a segurança de um lar próprio.

A atuação de Sheila Lemos e Gédel Couto não é mero acaso, é a combinação perfeita de gestão pública eficiente e empreendedorismo comprometido com o bem-estar social. A filha de um miguelense Sheila, com sua habilidade em unir forças políticas e mobilizar recursos, tem transformado Conquista em um polo de desenvolvimento. Já Gédel, com sua capacidade visionária de perceber as demandas do mercado e a necessidade de parcerias sólidas, tem sido peça-chave para alavancar projetos que fazem a diferença na vida da população.

Essas 400 novas moradias simbolizam mais do que uma conquista de governo, são a materialização de um compromisso de cuidar das pessoas, de colocar o ser humano no centro das ações. A frase “Vamos em frente, cuidando da nossa gente!” Não é apenas um slogan, é uma missão que move tanto Sheila quanto Gédel. É a certeza de que o desenvolvimento urbano de Conquista está sendo conduzido com responsabilidade, planejamento e, acima de tudo, com o coração de quem entende as necessidades da população.

A ligação entre Sheila e Gédel é uma prova de que quando se junta o talento administrativo de uma líder pública com a expertise de um empresário visionário, o resultado não pode ser outro senão o progresso. E esse progresso não beneficia apenas Vitória da Conquista, mas ecoa em São Miguel das Matas, uma terra que sempre ensinou seus filhos a sonhar grande e trabalhar duro para tornar esses sonhos realidade.

Hoje, Conquista vê seu futuro ser construído, tijolo por tijolo, unidade habitacional por unidade habitacional, graças a essa união de forças. E assim, Sheila Lemos e Gédel Couto continuam honrando suas raízes e transformando o destino de milhares de pessoas, mostrando que quando se cuida da gente, o futuro só pode ser próspero.

Quando Gestão Pública e Visão Empresarial se Encontram

 

 

A pequena e charmosa cidade de São Miguel das Matas, no interior da Bahia, é um lugar onde os sonhos crescem em meio às montanhas, e de lá têm surgido figuras que vêm transformando a realidade do estado. Dois grandes exemplos dessa força miguelense são os Andrades e os Coutos. Filha de um miguelense, a Prefeita Sheila Lemos e o empresário visionário Gédel Couto, cujas trajetórias se cruzam de maneira simbólica em Vitória da Conquista.

Quando a filha de um miguelense, Sheila Lemos, assume a liderança de uma das cidades mais promissoras do interior baiano, é com a força de quem carrega no sangue a determinação de seu povo. E não poderia haver melhor parceiro nessa jornada do que um conterrâneo de seu pai, Gédel Couto, cuja visão empresarial tem sido fundamental para a realização de projetos ambiciosos. Juntos, eles estão cuidando de Vitória da Conquista como se cuidassem de sua própria casa.

O mais recente marco dessa união de forças é a assinatura dos contratos na Caixa Econômica Federal para a construção de mais 400 unidades habitacionais do programa Minha Casa Minha Vida. Com essa nova etapa, somam-se 1.484 unidades apenas neste ano, impactando diretamente a vida de mais de 6 mil pessoas. Isso é muito mais do que apenas tijolos e cimento: trata-se de dignidade, de um novo começo para milhares de famílias que sonham com a segurança de um lar próprio.

A atuação de Sheila Lemos e Gédel Couto não é mero acaso, é a combinação perfeita de gestão pública eficiente e empreendedorismo comprometido com o bem-estar social. A filha de um miguelense Sheila, com sua habilidade em unir forças políticas e mobilizar recursos, tem transformado Conquista em um polo de desenvolvimento. Já Gédel, com sua capacidade visionária de perceber as demandas do mercado e a necessidade de parcerias sólidas, tem sido peça-chave para alavancar projetos que fazem a diferença na vida da população.

Essas 400 novas moradias simbolizam mais do que uma conquista de governo, são a materialização de um compromisso de cuidar das pessoas, de colocar o ser humano no centro das ações. A frase “Vamos em frente, cuidando da nossa gente!” Não é apenas um slogan, é uma missão que move tanto Sheila quanto Gédel. É a certeza de que o desenvolvimento urbano de Conquista está sendo conduzido com responsabilidade, planejamento e, acima de tudo, com o coração de quem entende as necessidades da população.

A ligação entre Sheila e Gédel é uma prova de que quando se junta o talento administrativo de uma líder pública com a expertise de um empresário visionário, o resultado não pode ser outro senão o progresso. E esse progresso não beneficia apenas Vitória da Conquista, mas ecoa em São Miguel das Matas, uma terra que sempre ensinou seus filhos a sonhar grande e trabalhar duro para tornar esses sonhos realidade.

Hoje, Conquista vê seu futuro ser construído, tijolo por tijolo, unidade habitacional por unidade habitacional, graças a essa união de forças. E assim, Sheila Lemos e Gédel Couto continuam honrando suas raízes e transformando o destino de milhares de pessoas, mostrando que quando se cuida da gente, o futuro só pode ser próspero.

Quando a Tragédia Bate à Nossa Porta: A Epidemia de Crimes Contra Jovens na Bahia

 

 

 

 

É impossível não se sentir profundamente comovido diante da violência crescente que tem devastado as famílias baianas. Nos últimos dias, nossa Bahia chorou a morte de jovens cujas vidas foram brutalmente interrompidas de formas trágicas e revoltantes. O que mais fere é que essas tragédias não acontecem com estranhos, não são relatos distantes, mas sim com nossos filhos, irmãos, amigos e vizinhos. Diante desse cenário, é imperativo que questionemos o que as autoridades e nós, como sociedade, estamos fazendo para proteger nossos jovens.

Em Heliópolis, uma pequena comunidade no Nordeste Baiano, o silêncio de uma cidade interiorana foi rasgado pelos disparos que tiraram a vida de Jonathan Gama dos Santos, Fernanda Sousa Gama e Adriele Vitória Silva Ferreira, em um ataque devastador dentro de uma escola. Uma escola, local que deveria ser sinônimo de aprendizado, refúgio e segurança, foi palco de um horror que jamais será esquecido. Como pode uma tragédia dessa magnitude acontecer em um ambiente onde nossos filhos deveriam estar protegidos? Como podemos aceitar que, mesmo diante de sinais que muitas vezes são ignorados, esses ataques continuem a acontecer?

Essa pergunta ecoa também em Cândido Sales, onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues Santos, de apenas 16 anos, foi brutalmente assassinada na porta de sua própria casa. Duda, como era carinhosamente conhecida, deixa para trás uma filha de apenas cinco meses, que crescerá sem o abraço de sua mãe. Não há palavras que confortem uma mãe ou pai que vê o caixão de um filho ser enterrado antes do seu. E não há dor maior do que a de uma criança que nunca conhecerá o amor e o cuidado da pessoa que lhe deu a vida. A pergunta que grita é: quem está falhando? Onde estão as medidas de proteção para nossas crianças e adolescentes?

E como se a dor já não fosse profunda o suficiente, Coaraci, no sul da Bahia, se viu dilacerada pelo duplo assassinato de Bia e Priscila, cujas mortes brutais deixaram a comunidade em estado de choque. Essas jovens, cujas histórias agora se encerram de maneira tão abrupta, nos fazem perguntar novamente: onde estão as autoridades? Onde está a estrutura de segurança que deveria proteger nossas comunidades? Mas, mais do que isso, onde estamos nós, como sociedade? Estamos realmente prestando atenção no que está acontecendo ao nosso redor?

É comum, em momentos de luto e dor, buscarmos culpados. Apontar o dedo para o governo, para a polícia, para a falta de políticas públicas. E, sem dúvida, há responsabilidades a serem cobradas. Não podemos aceitar que as autoridades vejam essas tragédias como meros números em um relatório de violência. Não podemos aceitar que nossos jovens sejam mortos em ataques brutais e que isso se torne mais uma estatística. As vidas de Jonathan, Fernanda, Adriele, Duda, Bia e Priscila não podem ser reduzidas a números.

Entretanto, precisamos também olhar para dentro de nossas casas. Com quem nossos filhos estão andando? Que tipo de influência estão recebendo? O perigo não está apenas nas grandes cidades ou nos bairros mais violentos. Está ao nosso redor. A tragédia não acontece apenas com os outros. Ela acontece com a gente. E, muitas vezes, acontece porque não estamos atentos ao que está ao nosso alcance.

As redes sociais nos mostraram o quanto de nossa vigilância foi terceirizada para as telas de celulares, enquanto o diálogo dentro das famílias foi, muitas vezes, deixado de lado. Não sabemos mais quem são os amigos de nossos filhos, o que eles pensam, o que os preocupa. E quando a tragédia chega, como chegou a Heliópolis, Cândido Sales e Coaraci, nos perguntamos como aquilo aconteceu tão perto de nós, sem que tivéssemos percebido.

É um grito de alerta que precisa ser ouvido, tanto pelas autoridades quanto pelos responsáveis por esses jovens. A proteção de nossos filhos não é responsabilidade de uma única pessoa ou instituição. É de todos nós. As tragédias que varreram a Bahia nesta última semana são o reflexo de uma sociedade que precisa urgentemente se reorganizar e repensar suas prioridades. Se não agirmos agora, quantos mais precisaremos enterrar antes de dizer basta?

Os ataques contra nossos adolescentes não podem mais ser tratados com descaso. Não podemos mais fechar os olhos. E se o governo, as escolas, as famílias e a comunidade não se unirem para proteger o futuro de nossos jovens, o que nos resta como sociedade? O que nos resta como seres humanos? A dor dessas famílias é a nossa dor. E ela precisa ser um ponto de virada. Chega de perdermos nossos jovens. Chega de tragédias que podem ser evitadas.

Quando a Tragédia Bate à Nossa Porta: A Epidemia de Crimes Contra Jovens na Bahia

 

 

 

 

É impossível não se sentir profundamente comovido diante da violência crescente que tem devastado as famílias baianas. Nos últimos dias, nossa Bahia chorou a morte de jovens cujas vidas foram brutalmente interrompidas de formas trágicas e revoltantes. O que mais fere é que essas tragédias não acontecem com estranhos, não são relatos distantes, mas sim com nossos filhos, irmãos, amigos e vizinhos. Diante desse cenário, é imperativo que questionemos o que as autoridades e nós, como sociedade, estamos fazendo para proteger nossos jovens.

Em Heliópolis, uma pequena comunidade no Nordeste Baiano, o silêncio de uma cidade interiorana foi rasgado pelos disparos que tiraram a vida de Jonathan Gama dos Santos, Fernanda Sousa Gama e Adriele Vitória Silva Ferreira, em um ataque devastador dentro de uma escola. Uma escola, local que deveria ser sinônimo de aprendizado, refúgio e segurança, foi palco de um horror que jamais será esquecido. Como pode uma tragédia dessa magnitude acontecer em um ambiente onde nossos filhos deveriam estar protegidos? Como podemos aceitar que, mesmo diante de sinais que muitas vezes são ignorados, esses ataques continuem a acontecer?

Essa pergunta ecoa também em Cândido Sales, onde a jovem Maria Eduarda Rodrigues Santos, de apenas 16 anos, foi brutalmente assassinada na porta de sua própria casa. Duda, como era carinhosamente conhecida, deixa para trás uma filha de apenas cinco meses, que crescerá sem o abraço de sua mãe. Não há palavras que confortem uma mãe ou pai que vê o caixão de um filho ser enterrado antes do seu. E não há dor maior do que a de uma criança que nunca conhecerá o amor e o cuidado da pessoa que lhe deu a vida. A pergunta que grita é: quem está falhando? Onde estão as medidas de proteção para nossas crianças e adolescentes?

E como se a dor já não fosse profunda o suficiente, Coaraci, no sul da Bahia, se viu dilacerada pelo duplo assassinato de Bia e Priscila, cujas mortes brutais deixaram a comunidade em estado de choque. Essas jovens, cujas histórias agora se encerram de maneira tão abrupta, nos fazem perguntar novamente: onde estão as autoridades? Onde está a estrutura de segurança que deveria proteger nossas comunidades? Mas, mais do que isso, onde estamos nós, como sociedade? Estamos realmente prestando atenção no que está acontecendo ao nosso redor?

É comum, em momentos de luto e dor, buscarmos culpados. Apontar o dedo para o governo, para a polícia, para a falta de políticas públicas. E, sem dúvida, há responsabilidades a serem cobradas. Não podemos aceitar que as autoridades vejam essas tragédias como meros números em um relatório de violência. Não podemos aceitar que nossos jovens sejam mortos em ataques brutais e que isso se torne mais uma estatística. As vidas de Jonathan, Fernanda, Adriele, Duda, Bia e Priscila não podem ser reduzidas a números.

Entretanto, precisamos também olhar para dentro de nossas casas. Com quem nossos filhos estão andando? Que tipo de influência estão recebendo? O perigo não está apenas nas grandes cidades ou nos bairros mais violentos. Está ao nosso redor. A tragédia não acontece apenas com os outros. Ela acontece com a gente. E, muitas vezes, acontece porque não estamos atentos ao que está ao nosso alcance.

As redes sociais nos mostraram o quanto de nossa vigilância foi terceirizada para as telas de celulares, enquanto o diálogo dentro das famílias foi, muitas vezes, deixado de lado. Não sabemos mais quem são os amigos de nossos filhos, o que eles pensam, o que os preocupa. E quando a tragédia chega, como chegou a Heliópolis, Cândido Sales e Coaraci, nos perguntamos como aquilo aconteceu tão perto de nós, sem que tivéssemos percebido.

É um grito de alerta que precisa ser ouvido, tanto pelas autoridades quanto pelos responsáveis por esses jovens. A proteção de nossos filhos não é responsabilidade de uma única pessoa ou instituição. É de todos nós. As tragédias que varreram a Bahia nesta última semana são o reflexo de uma sociedade que precisa urgentemente se reorganizar e repensar suas prioridades. Se não agirmos agora, quantos mais precisaremos enterrar antes de dizer basta?

Os ataques contra nossos adolescentes não podem mais ser tratados com descaso. Não podemos mais fechar os olhos. E se o governo, as escolas, as famílias e a comunidade não se unirem para proteger o futuro de nossos jovens, o que nos resta como sociedade? O que nos resta como seres humanos? A dor dessas famílias é a nossa dor. E ela precisa ser um ponto de virada. Chega de perdermos nossos jovens. Chega de tragédias que podem ser evitadas.

Mega-Sena acumula novamente e prêmio chega a R$ 51 milhões

 

 

 

 

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena realizado neste sábado (19). Com o resultado, o prêmio máximo acumulou e chegou a R$ 51 milhões.

Os números sorteados no concurso 2.787 foram: 8 – 10 – 23 – 34 – 36 – 50.

A quina teve 90 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 48.723,85 cada. Outros 6.537 apostadores acertaram quatro números e, cada um, receberá o prêmio de R$ 958,31.

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na terça-feira (22). As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 5, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 35.

 

Mega-Sena acumula novamente e prêmio chega a R$ 51 milhões

 

 

 

 

Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso da Mega-Sena realizado neste sábado (19). Com o resultado, o prêmio máximo acumulou e chegou a R$ 51 milhões.

Os números sorteados no concurso 2.787 foram: 8 – 10 – 23 – 34 – 36 – 50.

A quina teve 90 apostas ganhadoras, que vão receber R$ 48.723,85 cada. Outros 6.537 apostadores acertaram quatro números e, cada um, receberá o prêmio de R$ 958,31.

O próximo sorteio da Mega-Sena acontece na terça-feira (22). As apostas podem ser feitas nas casas lotéricas ou pela internet. O volante com seis dezenas marcadas custa R$ 5, enquanto o bilhete com sete números assinalados sai por R$ 35.

 

Corrupção, Negociatas e a Responsabilidade das Altas Cortes

 

 

 

 

A situação é gravíssima, e o cheiro de podridão no ar não dá para ignorar. A Polícia Federal está desvendando uma verdadeira rede de corrupção envolvendo servidores de uma das altas Cortes do país, que basicamente vendiam decisões judiciais para quem tivesse o dinheiro certo na hora certa. E a pergunta que fica na cabeça de todo mundo é: tem ministro envolvido nesse rolo?

Um dos pontos mais bizarros da história é que um ministro do STJ teria dito que assinava sentenças sem nem saber o que estava ali, jogando a culpa em cima do excesso de trabalho. Sério isso? Então quer dizer que o Judiciário pode estar decidindo o destino de vidas, negócios e sonhos, sem nem saber do que está falando? Se essa desculpa colar, temos um problema MUITO sério em mãos: como confiar em um sistema que não sabe nem sobre o que está deliberando?

Os advogados, servidores e intermediários envolvidos no esquema parecem estar há bastante tempo nesse “negócio”, e o mais assustador é: ninguém viu, ninguém ouviu, ninguém desconfiou? Como é que algo assim pode operar por tanto tempo sem que haja algum controle interno, uma auditoria, um alarme tocando? Será que é o famoso “fechar os olhos” conveniente?

Agora, tem outro detalhe que incomoda: será que vamos descobrir os nomes dos poderosos que pagavam por essas decisões, ou só os peixes pequenos — os servidores corruptos — vão ser jogados aos leões? Porque, cá entre nós, se só a ponta do iceberg for exposta, fica aquela sensação de impunidade, de que os verdadeiros mandachuvas, os donos do dinheiro, continuam intocáveis.

Isso nos leva à conclusão inevitável: o Judiciário precisa de uma reforma profunda. Não dá para a justiça ser um balcão de negócios para quem tem grana. A confiança nas instituições já está abalada, e, sem uma mudança séria, fica difícil acreditar que o cenário vai melhorar. Afinal, como diz o ditado, onde há fumaça, há fogo… e o incêndio aqui é grande! 🔥

Padre Carlos

Corrupção, Negociatas e a Responsabilidade das Altas Cortes

 

 

 

 

A situação é gravíssima, e o cheiro de podridão no ar não dá para ignorar. A Polícia Federal está desvendando uma verdadeira rede de corrupção envolvendo servidores de uma das altas Cortes do país, que basicamente vendiam decisões judiciais para quem tivesse o dinheiro certo na hora certa. E a pergunta que fica na cabeça de todo mundo é: tem ministro envolvido nesse rolo?

Um dos pontos mais bizarros da história é que um ministro do STJ teria dito que assinava sentenças sem nem saber o que estava ali, jogando a culpa em cima do excesso de trabalho. Sério isso? Então quer dizer que o Judiciário pode estar decidindo o destino de vidas, negócios e sonhos, sem nem saber do que está falando? Se essa desculpa colar, temos um problema MUITO sério em mãos: como confiar em um sistema que não sabe nem sobre o que está deliberando?

Os advogados, servidores e intermediários envolvidos no esquema parecem estar há bastante tempo nesse “negócio”, e o mais assustador é: ninguém viu, ninguém ouviu, ninguém desconfiou? Como é que algo assim pode operar por tanto tempo sem que haja algum controle interno, uma auditoria, um alarme tocando? Será que é o famoso “fechar os olhos” conveniente?

Agora, tem outro detalhe que incomoda: será que vamos descobrir os nomes dos poderosos que pagavam por essas decisões, ou só os peixes pequenos — os servidores corruptos — vão ser jogados aos leões? Porque, cá entre nós, se só a ponta do iceberg for exposta, fica aquela sensação de impunidade, de que os verdadeiros mandachuvas, os donos do dinheiro, continuam intocáveis.

Isso nos leva à conclusão inevitável: o Judiciário precisa de uma reforma profunda. Não dá para a justiça ser um balcão de negócios para quem tem grana. A confiança nas instituições já está abalada, e, sem uma mudança séria, fica difícil acreditar que o cenário vai melhorar. Afinal, como diz o ditado, onde há fumaça, há fogo… e o incêndio aqui é grande! 🔥

Padre Carlos

Carro capota na estrada da Limeira, próximo à ladeira de Pretinho

Neste sábado à tarde, um acidente foi registrado na BA-639, conhecida como estrada da Limeira, próximo à ladeira de Pretinho. Um homem identificado como Thiago perdeu o controle do veículo, que acabou capotando. Felizmente, apesar do susto, Thiago sofreu apenas ferimentos leves e foi rapidamente atendido. O incidente reforça a importância de dirigir com cautela, especialmente em trechos sinuosos como o da ladeira de Pretinho, que exigem atenção redobrada.

 

 

Carro capota na estrada da Limeira, próximo à ladeira de Pretinho

Neste sábado à tarde, um acidente foi registrado na BA-639, conhecida como estrada da Limeira, próximo à ladeira de Pretinho. Um homem identificado como Thiago perdeu o controle do veículo, que acabou capotando. Felizmente, apesar do susto, Thiago sofreu apenas ferimentos leves e foi rapidamente atendido. O incidente reforça a importância de dirigir com cautela, especialmente em trechos sinuosos como o da ladeira de Pretinho, que exigem atenção redobrada.

 

 

Enquanto Bolsonaro e Lula Brincam de Guerra, os Problemas de Camaçari Ficam de Lado!

 

 

A busca pela polarização política entre direita e esquerda no cenário nacional tem sido um dos maiores obstáculos para a solução dos problemas locais. O recente episódio em Camaçari, com a iminente presença de Jair Bolsonaro para uma motociata ao lado de Flávio Matos, reflete exatamente essa dinâmica: o foco na polarização nacional, enquanto as questões urgentes da cidade ficam relegadas a segundo plano.

Depois de Lula ter realizado um grande ato de apoio ao candidato Luiz Caetano, que reuniu milhares de pessoas, agora é a vez de Bolsonaro entrar no palco local para reforçar a disputa entre as duas figuras mais emblemáticas da política nacional. Parece que, para muitos políticos, a solução dos problemas urbanos não depende mais de projetos concretos, mas de qual líder carismático pode atrair mais eleitores com grandes shows e gestos simbólicos.

A pergunta que fica é: o que os moradores de Camaçari realmente ganham com isso? Em vez de discutir temas essenciais como mobilidade urbana, saúde pública, segurança ou a criação de oportunidades de emprego, os candidatos se escondem por trás das bandeiras de Lula e Bolsonaro, utilizando as paixões que essas figuras suscitam para alavancar suas campanhas. Enquanto isso, os desafios cotidianos da população continuam sem solução.

A polarização entre Bolsonaro e Lula já demonstrou seu efeito divisivo em escala nacional, criando uma barreira para o diálogo e para a busca de soluções conjuntas. Infelizmente, essa tática tem sido amplamente reproduzida em nível local, especialmente em cidades como Camaçari, onde a população carece de discussões sérias e de propostas que realmente atendam às suas necessidades. O debate político foi reduzido a um cabo de guerra entre dois extremos, e a política local está sendo drenada para dentro desse conflito de narrativas nacionais.

A verdade é que a presença de Lula e Bolsonaro em Camaçari não resolverá os problemas de saneamento básico, não criará novas escolas, nem melhorará os postos de saúde. O que temos é uma disputa simbólica, onde as questões reais se tornam invisíveis. A política municipal deveria ser uma arena de construção coletiva, onde se discutem soluções práticas, mas o que se vê é um jogo de vaidades, onde os holofotes brilham mais sobre os candidatos que sobre os problemas que eles deveriam resolver.

Os moradores de Camaçari precisam exigir mais de seus candidatos. Não é a presença de um ex-presidente que deveria definir o futuro da cidade, mas sim um debate profundo sobre as soluções para os desafios locais. A política não pode ser reduzida a uma eterna batalha entre direita e esquerda em busca de prestígio nacional. Afinal, a vida acontece nas cidades, e é nelas que precisamos de governantes focados em resolver problemas, e não em alimentar narrativas polarizadoras.

Assim como vimos a presença de Lula inflamar os ânimos em um comício de Caetano, agora teremos Bolsonaro fazendo o mesmo ao lado de Flávio Matos. Em vez de unir a cidade em torno de projetos comuns e soluções concretas, ambos os eventos servem apenas para dividir ainda mais a população. Chegou o momento de repensarmos nossas prioridades e de exigir uma política que olhe para o que realmente importa: a qualidade de vida das pessoas, e não as ambições de poder das figuras nacionais.

Camaçari merece mais do que uma motociata ou um comício de palco. Merece projetos sólidos, liderança local comprometida e, acima de tudo, um compromisso com o diálogo e com a solução dos problemas da cidade. De nada adianta estarmos divididos em um “nós contra eles” se, ao final, quem realmente perde é a própria cidade.

 

Padre Carlos

Enquanto Bolsonaro e Lula Brincam de Guerra, os Problemas de Camaçari Ficam de Lado!

 

 

A busca pela polarização política entre direita e esquerda no cenário nacional tem sido um dos maiores obstáculos para a solução dos problemas locais. O recente episódio em Camaçari, com a iminente presença de Jair Bolsonaro para uma motociata ao lado de Flávio Matos, reflete exatamente essa dinâmica: o foco na polarização nacional, enquanto as questões urgentes da cidade ficam relegadas a segundo plano.

Depois de Lula ter realizado um grande ato de apoio ao candidato Luiz Caetano, que reuniu milhares de pessoas, agora é a vez de Bolsonaro entrar no palco local para reforçar a disputa entre as duas figuras mais emblemáticas da política nacional. Parece que, para muitos políticos, a solução dos problemas urbanos não depende mais de projetos concretos, mas de qual líder carismático pode atrair mais eleitores com grandes shows e gestos simbólicos.

A pergunta que fica é: o que os moradores de Camaçari realmente ganham com isso? Em vez de discutir temas essenciais como mobilidade urbana, saúde pública, segurança ou a criação de oportunidades de emprego, os candidatos se escondem por trás das bandeiras de Lula e Bolsonaro, utilizando as paixões que essas figuras suscitam para alavancar suas campanhas. Enquanto isso, os desafios cotidianos da população continuam sem solução.

A polarização entre Bolsonaro e Lula já demonstrou seu efeito divisivo em escala nacional, criando uma barreira para o diálogo e para a busca de soluções conjuntas. Infelizmente, essa tática tem sido amplamente reproduzida em nível local, especialmente em cidades como Camaçari, onde a população carece de discussões sérias e de propostas que realmente atendam às suas necessidades. O debate político foi reduzido a um cabo de guerra entre dois extremos, e a política local está sendo drenada para dentro desse conflito de narrativas nacionais.

A verdade é que a presença de Lula e Bolsonaro em Camaçari não resolverá os problemas de saneamento básico, não criará novas escolas, nem melhorará os postos de saúde. O que temos é uma disputa simbólica, onde as questões reais se tornam invisíveis. A política municipal deveria ser uma arena de construção coletiva, onde se discutem soluções práticas, mas o que se vê é um jogo de vaidades, onde os holofotes brilham mais sobre os candidatos que sobre os problemas que eles deveriam resolver.

Os moradores de Camaçari precisam exigir mais de seus candidatos. Não é a presença de um ex-presidente que deveria definir o futuro da cidade, mas sim um debate profundo sobre as soluções para os desafios locais. A política não pode ser reduzida a uma eterna batalha entre direita e esquerda em busca de prestígio nacional. Afinal, a vida acontece nas cidades, e é nelas que precisamos de governantes focados em resolver problemas, e não em alimentar narrativas polarizadoras.

Assim como vimos a presença de Lula inflamar os ânimos em um comício de Caetano, agora teremos Bolsonaro fazendo o mesmo ao lado de Flávio Matos. Em vez de unir a cidade em torno de projetos comuns e soluções concretas, ambos os eventos servem apenas para dividir ainda mais a população. Chegou o momento de repensarmos nossas prioridades e de exigir uma política que olhe para o que realmente importa: a qualidade de vida das pessoas, e não as ambições de poder das figuras nacionais.

Camaçari merece mais do que uma motociata ou um comício de palco. Merece projetos sólidos, liderança local comprometida e, acima de tudo, um compromisso com o diálogo e com a solução dos problemas da cidade. De nada adianta estarmos divididos em um “nós contra eles” se, ao final, quem realmente perde é a própria cidade.

 

Padre Carlos