Política e Resenha

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 27 de maio de 2025

 

Folha de S.Paulo
Dino indica investida contra emendas impositivas e abre novo embate com Congresso

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/05/dino-indica-investida-contra-emendas-impositivas-e-abre-novo-foco-de-embate-com-congresso.shtml

O Estado de S. Paulo

Equipe econômica aguarda sinal verde de Lula para compensar perda de IOF e discute antecipar medida

https://www.estadao.com.br/economia/equipe-economica-aguarda-sinal-verde-de-lula-para-compensar-perda-de-iof-e-discute-antecipar-medida/

Valor Econômico (SP)
Lula sente ‘indisposição’ e passa por exames

https://valor.globo.com/politica/noticia/2025/05/26/lula-sente-indisposicao-passa-por-exames-e-encerra-agendas-de-trabalho-antes-do-previsto.ghtml

O Globo (RJ)
Ministros do STF dão como certa punição de Eduardo Bolsonaro por ações contra Moraes

https://oglobo.globo.com/blogs/bela-megale/post/2025/05/ministros-do-stf-dao-como-certa-punicao-de-eduardo-bolsonaro-por-acoes-contra-moraes.ghtml

O Dia (RJ)
Homem é preso por ameaçar matar crianças em escola na Ilha de Paquetá

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7063665-homem-e-preso-por-ameacar-matar-criancas-em-escola-na-ilha-de-paqueta.html

Correio Braziliense
Ancelotti abre era no Brasil: “Muito orgulho de estar aqui”

 

https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2025/05/7157036-ancelotti-abre-era-no-brasil-muito-orgulho-de-estar-aqui.html

Estado de Minas

Líder bolsonarista que fugiu de BH chora e pede ajuda a Eduardo Bolsonaro

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7156591-lider-bolsonarista-que-fugiu-de-bh-chora-e-pede-ajuda-a-eduardo-bolsonaro.html?tbref=hp

Zero Hora (RS)

Mulher suspeita de planejar morte da mãe e executar irmão em Porto Alegre é alvo de operação

https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2025/05/mulher-suspeita-de-planejar-morte-da-mae-e-executar-irmao-em-porto-alegre-e-alvo-de-operacao-cmb6b3dxo0024014pn8ac9p57.html

Diário de Pernambuco
INSS: governo exclui de conselho membros de entidades investigadas

https://www.diariodepernambuco.com.br/economia/2025/05/3894352-inss-governo-exclui-de-conselho-membros-de-entidades-investigadas.html

A Tarde (BA)
Governos Lula e Trump conversam sobre sanção a Alexandre de Moraes

https://atarde.com.br/politica/governos-lula-e-trump-conversam-sobre-sancao-a-alexandre-de-moraes-1328992

Diário do Nordeste (CE)
Camilo comenta aproximação de Ciro com bolsonaristas e diz que ‘adversário ninguém escolhe’

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/camilo-comenta-aproximacao-de-ciro-com-bolsonaristas-e-diz-que-adversario-ninguem-escolhe-1.3653723

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta terça-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 27 de maio de 2025

 

Folha de S.Paulo
Dino indica investida contra emendas impositivas e abre novo embate com Congresso

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/05/dino-indica-investida-contra-emendas-impositivas-e-abre-novo-foco-de-embate-com-congresso.shtml

O Estado de S. Paulo

Equipe econômica aguarda sinal verde de Lula para compensar perda de IOF e discute antecipar medida

https://www.estadao.com.br/economia/equipe-economica-aguarda-sinal-verde-de-lula-para-compensar-perda-de-iof-e-discute-antecipar-medida/

Valor Econômico (SP)
Lula sente ‘indisposição’ e passa por exames

https://valor.globo.com/politica/noticia/2025/05/26/lula-sente-indisposicao-passa-por-exames-e-encerra-agendas-de-trabalho-antes-do-previsto.ghtml

O Globo (RJ)
Ministros do STF dão como certa punição de Eduardo Bolsonaro por ações contra Moraes

https://oglobo.globo.com/blogs/bela-megale/post/2025/05/ministros-do-stf-dao-como-certa-punicao-de-eduardo-bolsonaro-por-acoes-contra-moraes.ghtml

O Dia (RJ)
Homem é preso por ameaçar matar crianças em escola na Ilha de Paquetá

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7063665-homem-e-preso-por-ameacar-matar-criancas-em-escola-na-ilha-de-paqueta.html

Correio Braziliense
Ancelotti abre era no Brasil: “Muito orgulho de estar aqui”

 

https://www.correiobraziliense.com.br/esportes/2025/05/7157036-ancelotti-abre-era-no-brasil-muito-orgulho-de-estar-aqui.html

Estado de Minas

Líder bolsonarista que fugiu de BH chora e pede ajuda a Eduardo Bolsonaro

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7156591-lider-bolsonarista-que-fugiu-de-bh-chora-e-pede-ajuda-a-eduardo-bolsonaro.html?tbref=hp

Zero Hora (RS)

Mulher suspeita de planejar morte da mãe e executar irmão em Porto Alegre é alvo de operação

https://gauchazh.clicrbs.com.br/seguranca/noticia/2025/05/mulher-suspeita-de-planejar-morte-da-mae-e-executar-irmao-em-porto-alegre-e-alvo-de-operacao-cmb6b3dxo0024014pn8ac9p57.html

Diário de Pernambuco
INSS: governo exclui de conselho membros de entidades investigadas

https://www.diariodepernambuco.com.br/economia/2025/05/3894352-inss-governo-exclui-de-conselho-membros-de-entidades-investigadas.html

A Tarde (BA)
Governos Lula e Trump conversam sobre sanção a Alexandre de Moraes

https://atarde.com.br/politica/governos-lula-e-trump-conversam-sobre-sancao-a-alexandre-de-moraes-1328992

Diário do Nordeste (CE)
Camilo comenta aproximação de Ciro com bolsonaristas e diz que ‘adversário ninguém escolhe’

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/camilo-comenta-aproximacao-de-ciro-com-bolsonaristas-e-diz-que-adversario-ninguem-escolhe-1.3653723

 

Fim da Reeleição: Uma Nova Era para a Política Brasileira?

 

Por um articulista do povo, para o povo

Imagine um Brasil onde o prefeito, o governador ou o presidente só tem uma chance de mostrar a que veio. Sem segunda temporada, sem plano de reeleição, sem a preocupação constante com votos futuros. Essa é a ideia central da proposta de emenda à Constituição (PEC) que está sendo discutida no Senado e que pode mudar profundamente a maneira como elegemos nossos governantes.

A proposta, aprovada recentemente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), acaba com a possibilidade de reeleição para cargos do Executivo — ou seja, nada de dois mandatos seguidos para prefeitos, governadores e presidentes da República. Em troca, o tempo de mandato passaria de quatro para cinco anos.

O que muda, na prática?

Se a PEC passar no Congresso, prefeitos eleitos a partir de 2028 e governadores e presidentes a partir de 2030 só poderão governar uma vez. Além disso, todas as eleições seriam realizadas no mesmo ano, a cada cinco anos, a partir de 2034. Hoje, temos eleições a cada dois anos — primeiro para prefeito e vereador, depois para deputado, governador, senador e presidente. Essa mudança reduziria os gastos com eleições e ajudaria a organizar melhor o planejamento do país.

A favor: menos politicagem, mais gestão

Políticos da direita e da esquerda apoiam a ideia. Segundo eles, o modelo atual estimula decisões pensadas apenas para agradar eleitores e garantir a reeleição. Muitos gestores passam o primeiro mandato inteiro mais preocupados em aparecer bem na foto do que em fazer reformas difíceis, porém necessárias. Acabar com a reeleição, para eles, significaria ter um governo mais corajoso, focado em resultados e menos em campanhas futuras.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios também vê com bons olhos a proposta. Ele acredita que, ao alinhar os mandatos em todas as esferas (municipal, estadual e federal), haveria mais sincronia entre os planos de governo e menos desperdício de dinheiro público.

E os contras?

Nem todo mundo está convencido. Especialistas apontam que, ao limitar o tempo de um bom gestor a apenas cinco anos, o país pode perder líderes eficientes antes que terminem projetos importantes. Além disso, sem a pressão da reeleição, alguns governantes podem se sentir menos comprometidos com a opinião pública, agindo com menos responsabilidade.

Outro ponto delicado é o risco de retrocesso democrático. A reeleição, quando bem aplicada, é uma ferramenta de escolha do povo. Se um governo é bom, por que não dar a ele mais tempo?

Mas… é hora de mudar?

A reeleição foi criada em 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, e desde então tem sido alvo de críticas. O modelo atual dá margem para abusos do poder, uso da máquina pública para fins eleitorais e campanhas eternas. Com a mudança, talvez possamos voltar a ver a política como um ciclo de serviço e não como carreira vitalícia.

No fundo, o debate é sobre qual tipo de liderança queremos no país: aquela que governa olhando para o futuro ou aquela que governa olhando para a próxima eleição?

A PEC do fim da reeleição pode não ser perfeita, mas levanta uma discussão urgente: o Brasil precisa de reformas que fortaleçam a democracia e o serviço público. E isso começa com algo simples: governar bem e sair de cena com dignidade.

Se você acha que está na hora de dar um basta na política do “me reeleja que eu faço”, talvez essa seja a mudança que estávamos esperando. Afinal, cinco anos podem ser pouco para um mau gestor… mas são mais que suficientes para quem veio para fazer a diferença.


E você? Acha justo que um político só possa governar uma vez? Ou preferiria ter a chance de mantê-lo, caso ele faça um bom trabalho? O debate está só começando.

Padre Carlos

Fim da Reeleição: Uma Nova Era para a Política Brasileira?

 

Por um articulista do povo, para o povo

Imagine um Brasil onde o prefeito, o governador ou o presidente só tem uma chance de mostrar a que veio. Sem segunda temporada, sem plano de reeleição, sem a preocupação constante com votos futuros. Essa é a ideia central da proposta de emenda à Constituição (PEC) que está sendo discutida no Senado e que pode mudar profundamente a maneira como elegemos nossos governantes.

A proposta, aprovada recentemente pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), acaba com a possibilidade de reeleição para cargos do Executivo — ou seja, nada de dois mandatos seguidos para prefeitos, governadores e presidentes da República. Em troca, o tempo de mandato passaria de quatro para cinco anos.

O que muda, na prática?

Se a PEC passar no Congresso, prefeitos eleitos a partir de 2028 e governadores e presidentes a partir de 2030 só poderão governar uma vez. Além disso, todas as eleições seriam realizadas no mesmo ano, a cada cinco anos, a partir de 2034. Hoje, temos eleições a cada dois anos — primeiro para prefeito e vereador, depois para deputado, governador, senador e presidente. Essa mudança reduziria os gastos com eleições e ajudaria a organizar melhor o planejamento do país.

A favor: menos politicagem, mais gestão

Políticos da direita e da esquerda apoiam a ideia. Segundo eles, o modelo atual estimula decisões pensadas apenas para agradar eleitores e garantir a reeleição. Muitos gestores passam o primeiro mandato inteiro mais preocupados em aparecer bem na foto do que em fazer reformas difíceis, porém necessárias. Acabar com a reeleição, para eles, significaria ter um governo mais corajoso, focado em resultados e menos em campanhas futuras.

O presidente da Confederação Nacional dos Municípios também vê com bons olhos a proposta. Ele acredita que, ao alinhar os mandatos em todas as esferas (municipal, estadual e federal), haveria mais sincronia entre os planos de governo e menos desperdício de dinheiro público.

E os contras?

Nem todo mundo está convencido. Especialistas apontam que, ao limitar o tempo de um bom gestor a apenas cinco anos, o país pode perder líderes eficientes antes que terminem projetos importantes. Além disso, sem a pressão da reeleição, alguns governantes podem se sentir menos comprometidos com a opinião pública, agindo com menos responsabilidade.

Outro ponto delicado é o risco de retrocesso democrático. A reeleição, quando bem aplicada, é uma ferramenta de escolha do povo. Se um governo é bom, por que não dar a ele mais tempo?

Mas… é hora de mudar?

A reeleição foi criada em 1997, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, e desde então tem sido alvo de críticas. O modelo atual dá margem para abusos do poder, uso da máquina pública para fins eleitorais e campanhas eternas. Com a mudança, talvez possamos voltar a ver a política como um ciclo de serviço e não como carreira vitalícia.

No fundo, o debate é sobre qual tipo de liderança queremos no país: aquela que governa olhando para o futuro ou aquela que governa olhando para a próxima eleição?

A PEC do fim da reeleição pode não ser perfeita, mas levanta uma discussão urgente: o Brasil precisa de reformas que fortaleçam a democracia e o serviço público. E isso começa com algo simples: governar bem e sair de cena com dignidade.

Se você acha que está na hora de dar um basta na política do “me reeleja que eu faço”, talvez essa seja a mudança que estávamos esperando. Afinal, cinco anos podem ser pouco para um mau gestor… mas são mais que suficientes para quem veio para fazer a diferença.


E você? Acha justo que um político só possa governar uma vez? Ou preferiria ter a chance de mantê-lo, caso ele faça um bom trabalho? O debate está só começando.

Padre Carlos

Título: A coragem de Lula diante do horror: uma voz que se ergue pelos inocentes de Gaza

 

 

Em tempos de silêncio cúmplice e diplomacia covarde, a voz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se destaca como um grito de humanidade que ecoa em meio ao sofrimento de milhares. A declaração pública feita por Lula neste fim de semana — denunciando o assassinato brutal de nove dos dez filhos da médica palestina Alaa Al-Najjar, vítimas de um ataque aéreo israelense — não é apenas um gesto político. É um ato de coragem moral, um posicionamento histórico que ficará gravado como exemplo de empatia e justiça num cenário global frequentemente indiferente.

A tragédia de Gaza não é uma questão de versões, mas de fatos: crianças dilaceradas, famílias destruídas, vidas despedaçadas dia após dia sob o peso de um poderio militar esmagador. No sábado, dia 24, o que se viu foi mais uma página do horror, com a morte de nove inocentes de uma mesma família. O único sobrevivente, uma criança, e o pai — também médico — seguem em estado crítico. É desumano. É inaceitável. E alguém precisava dizer isso com todas as letras.

Lula o fez.

Enquanto líderes globais se escondem por trás de fórmulas neutras e declarações tímidas, o presidente do Brasil foi direto: chamou o ataque de “vergonhoso e covarde”, expôs a assimetria monstruosa entre um Estado fortemente armado e uma população civil indefesa. Suas palavras não foram calculadas para agradar potências nem mercados — foram ditas para fazer justiça aos mortos, dar voz aos que não têm mais voz, lembrar ao mundo que cada vida palestina também importa.

Há quem critique. Sempre haverá. Mas é justamente nesses momentos que a história separa os que governam por conveniência dos que lideram por convicção. Denunciar a crueldade, defender os vulneráveis, expor a desumanidade — tudo isso exige coragem. Coragem de enfrentar a pressão internacional. Coragem de nadar contra a maré. Coragem de colocar a dignidade humana acima de interesses geopolíticos.

Lula, com sua longa trajetória de compromisso com os pobres e oprimidos, honra essa coragem. Ele não fala apenas como chefe de Estado. Fala como ser humano. E sua indignação é a nossa. Sua dor diante da barbárie é a dor de todos que ainda se recusam a aceitar o horror como algo normal.

Neste momento sombrio, em que o mundo assiste à destruição de Gaza como se fosse um espetáculo distante, precisamos de vozes que rompam o silêncio. Precisamos de líderes que chamem o massacre pelo nome certo: um crime contra a humanidade. E precisamos lembrar que ficar calado também é tomar partido — do lado dos algozes.

Parabéns, presidente Lula. Que sua coragem inspire outros líderes a não se calarem. Porque a verdadeira diplomacia não é aquela que evita desconfortos, mas a que constrói pontes sobre os escombros da injustiça.

O mundo precisa de mais vozes assim. E menos silêncio.

Padre Carlos

Título: A coragem de Lula diante do horror: uma voz que se ergue pelos inocentes de Gaza

 

 

Em tempos de silêncio cúmplice e diplomacia covarde, a voz do presidente Luiz Inácio Lula da Silva se destaca como um grito de humanidade que ecoa em meio ao sofrimento de milhares. A declaração pública feita por Lula neste fim de semana — denunciando o assassinato brutal de nove dos dez filhos da médica palestina Alaa Al-Najjar, vítimas de um ataque aéreo israelense — não é apenas um gesto político. É um ato de coragem moral, um posicionamento histórico que ficará gravado como exemplo de empatia e justiça num cenário global frequentemente indiferente.

A tragédia de Gaza não é uma questão de versões, mas de fatos: crianças dilaceradas, famílias destruídas, vidas despedaçadas dia após dia sob o peso de um poderio militar esmagador. No sábado, dia 24, o que se viu foi mais uma página do horror, com a morte de nove inocentes de uma mesma família. O único sobrevivente, uma criança, e o pai — também médico — seguem em estado crítico. É desumano. É inaceitável. E alguém precisava dizer isso com todas as letras.

Lula o fez.

Enquanto líderes globais se escondem por trás de fórmulas neutras e declarações tímidas, o presidente do Brasil foi direto: chamou o ataque de “vergonhoso e covarde”, expôs a assimetria monstruosa entre um Estado fortemente armado e uma população civil indefesa. Suas palavras não foram calculadas para agradar potências nem mercados — foram ditas para fazer justiça aos mortos, dar voz aos que não têm mais voz, lembrar ao mundo que cada vida palestina também importa.

Há quem critique. Sempre haverá. Mas é justamente nesses momentos que a história separa os que governam por conveniência dos que lideram por convicção. Denunciar a crueldade, defender os vulneráveis, expor a desumanidade — tudo isso exige coragem. Coragem de enfrentar a pressão internacional. Coragem de nadar contra a maré. Coragem de colocar a dignidade humana acima de interesses geopolíticos.

Lula, com sua longa trajetória de compromisso com os pobres e oprimidos, honra essa coragem. Ele não fala apenas como chefe de Estado. Fala como ser humano. E sua indignação é a nossa. Sua dor diante da barbárie é a dor de todos que ainda se recusam a aceitar o horror como algo normal.

Neste momento sombrio, em que o mundo assiste à destruição de Gaza como se fosse um espetáculo distante, precisamos de vozes que rompam o silêncio. Precisamos de líderes que chamem o massacre pelo nome certo: um crime contra a humanidade. E precisamos lembrar que ficar calado também é tomar partido — do lado dos algozes.

Parabéns, presidente Lula. Que sua coragem inspire outros líderes a não se calarem. Porque a verdadeira diplomacia não é aquela que evita desconfortos, mas a que constrói pontes sobre os escombros da injustiça.

O mundo precisa de mais vozes assim. E menos silêncio.

Padre Carlos

ARTIGO – O filho do capitão e a diplomacia do confronto

 

(Padre Carlos)

A notícia que agitou Brasília nesta semana lança luz sobre um fenômeno perigoso e sintomático da nossa era: a politização internacionalizada do ressentimento. A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por suas atuações em solo norte-americano contra autoridades brasileiras, notadamente ministros do STF.

Eduardo Bolsonaro tem se comportado mais como um agente ideológico do que como parlamentar comprometido com a institucionalidade do Brasil. Em entrevistas e postagens, não apenas criticou duramente ministros da Suprema Corte, como também defendeu, em solo estrangeiro, a aplicação de sanções econômicas contra autoridades do próprio país. A isso se chama “diplomacia do confronto”, uma postura que beira a antipatriótica, ainda que travestida de “defesa da liberdade”.

A PGR enxerga, com razão, um tom intimidatório nas declarações do deputado. Não se trata mais de retórica de palanque ou bravatas típicas da polarização nacional. Estamos falando de movimentações concretas, com intenções práticas e consequências diplomáticas. O fato de Eduardo buscar apoio de um país estrangeiro contra as instituições de seu próprio país remete à lógica de colonizados, onde se pede à metrópole que corrija os “abusos” locais. É uma inversão absoluta do princípio da soberania.

Mais grave ainda é a convocação do ex-presidente Jair Bolsonaro para depor. Isso amplia a investigação para o entorno político-familiar de uma figura ainda muito presente no debate público. O clã Bolsonaro parece não conseguir se desvincular da retórica do embate permanente, como se o país ainda estivesse em campanha eleitoral.

O Brasil vive tempos perigosos, em que a deslegitimação das instituições se tornou um instrumento de ação política. Não importa o mérito das críticas feitas ao STF – e elas são legítimas em uma democracia – o problema é o método. Fazer oposição às decisões judiciais dentro das regras do jogo é parte do processo democrático. Mas buscar pressões externas, especialmente de governos estrangeiros, fere a alma da República.

É hora de reafirmar os pilares do Estado Democrático de Direito, onde nenhum poder deve se submeter à chantagem, ainda que disfarçada de liberdade. Eduardo Bolsonaro está sendo chamado à responsabilidade. Que o inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes sirva não como instrumento de revanche, mas como marco pedagógico: o Brasil é maior do que qualquer projeto de poder pessoal.

ARTIGO – O filho do capitão e a diplomacia do confronto

 

(Padre Carlos)

A notícia que agitou Brasília nesta semana lança luz sobre um fenômeno perigoso e sintomático da nossa era: a politização internacionalizada do ressentimento. A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal a abertura de inquérito contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), por suas atuações em solo norte-americano contra autoridades brasileiras, notadamente ministros do STF.

Eduardo Bolsonaro tem se comportado mais como um agente ideológico do que como parlamentar comprometido com a institucionalidade do Brasil. Em entrevistas e postagens, não apenas criticou duramente ministros da Suprema Corte, como também defendeu, em solo estrangeiro, a aplicação de sanções econômicas contra autoridades do próprio país. A isso se chama “diplomacia do confronto”, uma postura que beira a antipatriótica, ainda que travestida de “defesa da liberdade”.

A PGR enxerga, com razão, um tom intimidatório nas declarações do deputado. Não se trata mais de retórica de palanque ou bravatas típicas da polarização nacional. Estamos falando de movimentações concretas, com intenções práticas e consequências diplomáticas. O fato de Eduardo buscar apoio de um país estrangeiro contra as instituições de seu próprio país remete à lógica de colonizados, onde se pede à metrópole que corrija os “abusos” locais. É uma inversão absoluta do princípio da soberania.

Mais grave ainda é a convocação do ex-presidente Jair Bolsonaro para depor. Isso amplia a investigação para o entorno político-familiar de uma figura ainda muito presente no debate público. O clã Bolsonaro parece não conseguir se desvincular da retórica do embate permanente, como se o país ainda estivesse em campanha eleitoral.

O Brasil vive tempos perigosos, em que a deslegitimação das instituições se tornou um instrumento de ação política. Não importa o mérito das críticas feitas ao STF – e elas são legítimas em uma democracia – o problema é o método. Fazer oposição às decisões judiciais dentro das regras do jogo é parte do processo democrático. Mas buscar pressões externas, especialmente de governos estrangeiros, fere a alma da República.

É hora de reafirmar os pilares do Estado Democrático de Direito, onde nenhum poder deve se submeter à chantagem, ainda que disfarçada de liberdade. Eduardo Bolsonaro está sendo chamado à responsabilidade. Que o inquérito aberto pelo ministro Alexandre de Moraes sirva não como instrumento de revanche, mas como marco pedagógico: o Brasil é maior do que qualquer projeto de poder pessoal.

ARTIGO – CHAPA LANÇADA? A ousadia estratégica de Wagner e Rui agita o tabuleiro de 2026

 

(Padre Carlos)

A cena, transmitida ao vivo na Rádio Metrópole, foi emblemática: Jaques Wagner e Rui Costa, dois pesos-pesados do Partido dos Trabalhadores na Bahia, se colocam simultaneamente como pré-candidatos ao Senado Federal na chapa de Jerônimo Rodrigues para 2026. O gesto, entre sorrisos e ironias, tem o peso de uma bomba política cuidadosamente programada.

Mais que um anúncio, foi um sinal claro: o PT da Bahia não quer apenas manter o poder, quer demonstrar musculatura, coesão e blindagem contra as fissuras que começam a aparecer dentro e fora do seu campo político. Ao colocar Wagner e Rui como pré-candidatos, a sigla testa os limites da unidade, mas também joga luz sobre uma possível disputa interna travestida de harmonia.

Trata-se de uma jogada arriscada e genial ao mesmo tempo. Os dois nomes carregam capital político, histórico de vitórias e penetração nacional. Mas a pergunta é inevitável: há lugar para ambos? Ou estaremos diante de um ensaio de racha que será disfarçado com discursos de “projeto coletivo”?

A estratégia pode ser vista como um xeque-mate ao campo conservador, que ensaia ressurgir na Bahia com apoio bolsonarista. Mas também pode ser um tiro no pé se o partido não conseguir acomodar interesses e vaidades. O eleitor, cada vez mais atento às disputas de bastidores, percebe quando há excesso de poder e escassez de humildade.

Jerônimo, por sua vez, corre o risco de ser engolido por dois gigantes. Ou se fortalece como liderança autônoma, ou pode virar apenas o fiador de um pacto de caciques.

A Bahia, mais uma vez, se coloca como espelho do Brasil. E o espelho começa a refletir sinais de uma eleição que promete ser quente, tensa — e surpreendente.

ARTIGO – CHAPA LANÇADA? A ousadia estratégica de Wagner e Rui agita o tabuleiro de 2026

 

(Padre Carlos)

A cena, transmitida ao vivo na Rádio Metrópole, foi emblemática: Jaques Wagner e Rui Costa, dois pesos-pesados do Partido dos Trabalhadores na Bahia, se colocam simultaneamente como pré-candidatos ao Senado Federal na chapa de Jerônimo Rodrigues para 2026. O gesto, entre sorrisos e ironias, tem o peso de uma bomba política cuidadosamente programada.

Mais que um anúncio, foi um sinal claro: o PT da Bahia não quer apenas manter o poder, quer demonstrar musculatura, coesão e blindagem contra as fissuras que começam a aparecer dentro e fora do seu campo político. Ao colocar Wagner e Rui como pré-candidatos, a sigla testa os limites da unidade, mas também joga luz sobre uma possível disputa interna travestida de harmonia.

Trata-se de uma jogada arriscada e genial ao mesmo tempo. Os dois nomes carregam capital político, histórico de vitórias e penetração nacional. Mas a pergunta é inevitável: há lugar para ambos? Ou estaremos diante de um ensaio de racha que será disfarçado com discursos de “projeto coletivo”?

A estratégia pode ser vista como um xeque-mate ao campo conservador, que ensaia ressurgir na Bahia com apoio bolsonarista. Mas também pode ser um tiro no pé se o partido não conseguir acomodar interesses e vaidades. O eleitor, cada vez mais atento às disputas de bastidores, percebe quando há excesso de poder e escassez de humildade.

Jerônimo, por sua vez, corre o risco de ser engolido por dois gigantes. Ou se fortalece como liderança autônoma, ou pode virar apenas o fiador de um pacto de caciques.

A Bahia, mais uma vez, se coloca como espelho do Brasil. E o espelho começa a refletir sinais de uma eleição que promete ser quente, tensa — e surpreendente.

ARTIGO – A hipocrisia dos EUA ao querer dar lições de democracia ao Brasil

(Padre Carlos)

É no mínimo irônico que os Estados Unidos da América, historicamente conhecidos por intervencionismos diplomáticos e manipulações políticas em diversas partes do mundo, tentem agora impor juízo de valor sobre as decisões soberanas do Supremo Tribunal Federal do Brasil. A fala recente do Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, cogitando sanções contra o ministro Alexandre de Moraes e outros membros do STF, revela não apenas um desconhecimento grosseiro da realidade brasileira, mas também uma incoerência gritante de um governo que persegue adversários internos e bajula ditadores ao redor do mundo.

É importante pontuar: o Brasil é uma democracia sólida, com instituições que funcionam — e o STF, goste-se ou não de suas decisões, tem exercido um papel crucial na defesa da Constituição e no enfrentamento de ameaças golpistas. Quando os EUA se colocam como “polícia do mundo” e tentam intervir em processos jurídicos de outro país soberano, expõem o que há de mais perverso no imperialismo moderno.

Rubio, porta-voz de um setor radical do Partido Republicano, ignora convenientemente o histórico recente de seu próprio país. Sob Donald Trump, a América viveu episódios sombrios: incitação à invasão do Capitólio, perseguições a adversários políticos, retaliações econômicas a instituições de ensino como Harvard, e um clima de ódio fomentado por teorias conspiratórias e fake news. O mesmo governo que flerta com a extrema-direita mundial e afaga regimes autocráticos como os de Viktor Orbán, na Hungria, ou Mohammed Bin Salman, na Arábia Saudita, não tem autoridade moral para querer ensinar democracia a ninguém.

Chama a atenção o oportunismo: enquanto tenta intimidar ministros do Supremo brasileiro, Rubio e sua turma silenciam diante de violações grotescas dos direitos humanos em países aliados. Em vez de aplicar sanções a um juiz brasileiro que age dentro da legalidade, por que não sancionar líderes que mandam matar jornalistas, censuram mulheres e exterminam opositores?

A real motivação dessa ofensiva americana não está na defesa da liberdade, mas no incômodo com a autonomia crescente da política externa brasileira, que, sob uma diplomacia altiva, busca o multilateralismo e não se submete aos interesses de Washington. O Brasil não é colônia. Temos instituições, temos leis e temos voz própria.

Democracia não é um produto de exportação dos EUA. Ela se constrói com base na soberania, no respeito às instituições nacionais e no repúdio a qualquer forma de pressão externa. Que fique claro: o Supremo Tribunal Federal brasileiro não está à venda.

ARTIGO – A hipocrisia dos EUA ao querer dar lições de democracia ao Brasil

(Padre Carlos)

É no mínimo irônico que os Estados Unidos da América, historicamente conhecidos por intervencionismos diplomáticos e manipulações políticas em diversas partes do mundo, tentem agora impor juízo de valor sobre as decisões soberanas do Supremo Tribunal Federal do Brasil. A fala recente do Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, cogitando sanções contra o ministro Alexandre de Moraes e outros membros do STF, revela não apenas um desconhecimento grosseiro da realidade brasileira, mas também uma incoerência gritante de um governo que persegue adversários internos e bajula ditadores ao redor do mundo.

É importante pontuar: o Brasil é uma democracia sólida, com instituições que funcionam — e o STF, goste-se ou não de suas decisões, tem exercido um papel crucial na defesa da Constituição e no enfrentamento de ameaças golpistas. Quando os EUA se colocam como “polícia do mundo” e tentam intervir em processos jurídicos de outro país soberano, expõem o que há de mais perverso no imperialismo moderno.

Rubio, porta-voz de um setor radical do Partido Republicano, ignora convenientemente o histórico recente de seu próprio país. Sob Donald Trump, a América viveu episódios sombrios: incitação à invasão do Capitólio, perseguições a adversários políticos, retaliações econômicas a instituições de ensino como Harvard, e um clima de ódio fomentado por teorias conspiratórias e fake news. O mesmo governo que flerta com a extrema-direita mundial e afaga regimes autocráticos como os de Viktor Orbán, na Hungria, ou Mohammed Bin Salman, na Arábia Saudita, não tem autoridade moral para querer ensinar democracia a ninguém.

Chama a atenção o oportunismo: enquanto tenta intimidar ministros do Supremo brasileiro, Rubio e sua turma silenciam diante de violações grotescas dos direitos humanos em países aliados. Em vez de aplicar sanções a um juiz brasileiro que age dentro da legalidade, por que não sancionar líderes que mandam matar jornalistas, censuram mulheres e exterminam opositores?

A real motivação dessa ofensiva americana não está na defesa da liberdade, mas no incômodo com a autonomia crescente da política externa brasileira, que, sob uma diplomacia altiva, busca o multilateralismo e não se submete aos interesses de Washington. O Brasil não é colônia. Temos instituições, temos leis e temos voz própria.

Democracia não é um produto de exportação dos EUA. Ela se constrói com base na soberania, no respeito às instituições nacionais e no repúdio a qualquer forma de pressão externa. Que fique claro: o Supremo Tribunal Federal brasileiro não está à venda.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta segunda-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 26 de maio de 2025

 

Folha de S.Paulo
Apagão de servidores ameaça programas de infraestrutura no país

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/apagao-de-servidores-ameaca-travar-projetos-de-infraestrutura-e-concessoes.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Vício em aposta online tira foco do trabalho e produtividade cai

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-vicio-em-aposta-online-tira-foco-do-trabalho-e-produtividade-cai/?srsltid=AfmBOorKATa2B2Bgkz0A2voSZc7RBJQB4W8VDV_r4SNv7bMRK8904uCe

 

Valor Econômico (SP)
IOF mais alto encarece crédito em quadro de juro já elevado

https://valor.globo.com/financas/noticia/2025/05/23/aumento-do-iof-se-refletir-em-taxas-de-cartes-de-crdito-e-dbito-para-viagens.ghtml

 

O Globo (RJ)
FRAUDES NO INSS
Fazenda calcula ressarcimento de aposentados em até R$ 2 bilhões

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/26/devolucao-de-descontos-do-inss-deve-ser-de-no-maximo-r-2-bi-estima-haddad.ghtml

 

O Dia (RJ)
CARROS ELÉTRICOS
Número de pontos de recarga não acompanha a demanda

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7061032-mercado-de-carros-eletricos-cresce-mas-instalacao-de-pontos-de-recarga-ainda-e-desafio.html

 

Correio Braziliense
A inteligência no combate às facções criminosas

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/07/21/interna_politica,772501/inteligencia-no-combate-ao-crime.shtml

 

Estado de Minas
INFRAESTRUTURA
Área ligada à duplicação da 381 cria embate entre PBH e Dnit

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7156164-terreno-ocupado-causa-impasse-entre-pbh-e-dnit.html

 

Zero Hora (RS)
AUMENTO DO DÉFICIT
Rombo da Previdência avança 60% em nove anos e pressiona orçamento

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/05/apenas-10-da-verba-de-emendas-parlamentares-pode-ressarcir-aposentados-cma5f8h4d01hx014o0vz68ja3.html

 

Diário de Pernambuco
Palmas para um cinema cada vez mais brasileiro

https://www.diariodepernambuco.com.br/viver/2025/04/3894208-brasil-chega-bem-cotado-na-disputa-pela-palma-de-ouro.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Santa bate Sousa fora de casa e segue imparável na Série D

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2321

 

A Tarde (BA)
Venda casada de material escolar mobiliza a sociedade

https://atarde.com.br/salvador/venda-casada-de-material-escolar-mobiliza-pais-de-escolas-particulares-1328869

 

Diário do Nordeste (CE)
Acordo estabelece novos limites entre cidades do Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/mudanca-de-limites-entre-cidades-do-ceara-foi-feita-em-acordo-com-prefeitos-veja-o-que-muda-1.3653135

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta segunda-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 26 de maio de 2025

 

Folha de S.Paulo
Apagão de servidores ameaça programas de infraestrutura no país

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/apagao-de-servidores-ameaca-travar-projetos-de-infraestrutura-e-concessoes.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Vício em aposta online tira foco do trabalho e produtividade cai

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-vicio-em-aposta-online-tira-foco-do-trabalho-e-produtividade-cai/?srsltid=AfmBOorKATa2B2Bgkz0A2voSZc7RBJQB4W8VDV_r4SNv7bMRK8904uCe

 

Valor Econômico (SP)
IOF mais alto encarece crédito em quadro de juro já elevado

https://valor.globo.com/financas/noticia/2025/05/23/aumento-do-iof-se-refletir-em-taxas-de-cartes-de-crdito-e-dbito-para-viagens.ghtml

 

O Globo (RJ)
FRAUDES NO INSS
Fazenda calcula ressarcimento de aposentados em até R$ 2 bilhões

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/26/devolucao-de-descontos-do-inss-deve-ser-de-no-maximo-r-2-bi-estima-haddad.ghtml

 

O Dia (RJ)
CARROS ELÉTRICOS
Número de pontos de recarga não acompanha a demanda

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7061032-mercado-de-carros-eletricos-cresce-mas-instalacao-de-pontos-de-recarga-ainda-e-desafio.html

 

Correio Braziliense
A inteligência no combate às facções criminosas

https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/07/21/interna_politica,772501/inteligencia-no-combate-ao-crime.shtml

 

Estado de Minas
INFRAESTRUTURA
Área ligada à duplicação da 381 cria embate entre PBH e Dnit

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7156164-terreno-ocupado-causa-impasse-entre-pbh-e-dnit.html

 

Zero Hora (RS)
AUMENTO DO DÉFICIT
Rombo da Previdência avança 60% em nove anos e pressiona orçamento

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/05/apenas-10-da-verba-de-emendas-parlamentares-pode-ressarcir-aposentados-cma5f8h4d01hx014o0vz68ja3.html

 

Diário de Pernambuco
Palmas para um cinema cada vez mais brasileiro

https://www.diariodepernambuco.com.br/viver/2025/04/3894208-brasil-chega-bem-cotado-na-disputa-pela-palma-de-ouro.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Santa bate Sousa fora de casa e segue imparável na Série D

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2321

 

A Tarde (BA)
Venda casada de material escolar mobiliza a sociedade

https://atarde.com.br/salvador/venda-casada-de-material-escolar-mobiliza-pais-de-escolas-particulares-1328869

 

Diário do Nordeste (CE)
Acordo estabelece novos limites entre cidades do Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/pontopoder/mudanca-de-limites-entre-cidades-do-ceara-foi-feita-em-acordo-com-prefeitos-veja-o-que-muda-1.3653135

 

 

ARTIGO – Os Caminhos Tortuosos da Alma Política: Aldo Rebelo e Cabo Anselmo

 

 

 

Quando a convicção se transforma em traição, quando o ideário se fragmenta como vidro ao vento

Há feridas na história brasileira que não cicatrizam completamente. São cicatrizes que latejam na memória coletiva, recordando-nos que a política, essa arte complexa e muitas vezes cruel, pode transformar heróis em vilões, companheiros em adversários, sonhos revolucionários em pesadelos de traição política. As trajetórias de Aldo Rebelo e José Anselmo dos Santos, o Cabo Anselmo, são como espelhos partidos que refletem os dilemas mais profundos da alma política brasileira.

A Dança das Convicções: Quando a Ideologia se Fragmenta

Imagine por um momento a dor silenciosa de quem desperta um dia e não mais se reconhece no espelho de suas próprias convicções. Aldo Rebelo, outrora uma das vozes mais vibrantes do Partido Comunista do Brasil, viveu essa ruptura ideológica de forma quase cinematográfica. Sua metamorfose política – do jovem militante comunista a colaborador de Jair Bolsonaro – não foi apenas uma mudança de partido, mas um rearranjo profundo da própria identidade.

Da mesma forma, Cabo Anselmo carrega em sua biografia uma das páginas mais sombrias da esquerda brasileira. Líder da revolta dos marinheiros, admirado, comandante da luta armada, transformou-se naquilo que seus companheiros mais temiam: um infiltrado no movimento de esquerda, cujas informações ao regime militar custaram vidas e sonhos de uma geração inteira.

O Peso das Escolhas: Personagens Controversos do Brasil

A história brasileira está repleta de figuras que desafiam nossas tentativas de classificação moral simples. Aldo Rebelo e Cabo Anselmo representam essa ambiguidade histórica que nos desconforta porque espelha nossas próprias contradições. Não são vilões de desenho animado, mas homens de carne e osso que, em momentos cruciais, fizeram escolhas que redefiniriam não apenas seus destinos pessoais, mas o curso da política nacional.

Rebelo, com sua eloquência peculiar e sua capacidade de navegar entre correntes ideológicas aparentemente incompatíveis, tornou-se uma figura que desperta tanto admiração quanto repulsa. Sua defesa apaixonada do novo Código Florestal, sua crítica às ONGs ambientais, sua aproximação com setores conservadores – cada movimento parecia uma nova camada de tinta sobre o retrato de quem ele um dia foi.

Cabo Anselmo carrega um fardo ainda mais pesado: o sangue de companheiros que confiaram nele. Sua transformação de identidade política não foi gradual como a de Rebelo, mas abrupta e devastadora. De líder revolucionário a agente duplo, sua trajetória é um lembrete doloroso de como as circunstâncias extremas podem corromper até mesmo os ideais mais nobres.

Ex-comunistas e os Dilemas do Presente

O que essas duas trajetórias nos revelam sobre os dilemas contemporâneos da política brasileira? Talvez a resposta esteja na própria natureza fragmentária de nosso tempo. Vivemos uma época em que as certezas ideológicas se dissolvem como sal na água, onde antigas categorias políticas já não conseguem conter a complexidade das escolhas que enfrentamos.

Aldo Rebelo, ao migrar do comunismo para o bolsonarismo, espelha uma confusão mais ampla da esquerda brasileira diante das transformações do século XXI. Sua trajetória sugere que, para alguns, a lealdade à nação pode superar a fidelidade a uma ideologia específica. Mas essa explicação, por mais generosa que seja, não apaga a dor daqueles que se sentiram traídos por quem consideravam um companheiro de luta.

A Memória Como Tribunal da História

Cabo Anselmo vive há décadas com o peso de suas escolhas. Seus ex-companheiros não o perdoaram, e talvez nunca o perdoem. Sua história serve como um alerta sobre os perigos da radicalização e da violência política, mas também sobre a fragilidade das alianças humanas quando testadas pelos extremos.

A diferença entre Rebelo e Anselmo talvez esteja na natureza de suas “traições”. Rebelo traiu uma ideologia; Anselmo traiu pessoas. Um abandonou princípios abstratos; o outro entregou companheiros de carne e osso à repressão e à morte. Ambas as traições doem, mas uma delas mancha as mãos de sangue.

Os Espelhos Partidos da Contemporaneidade

Hoje, quando assistimos à polarização extrema da política brasileira, as figuras de Aldo Rebelo e Cabo Anselmo surgem como fantasmas do passado que nos assombram com suas lições não aprendidas. Eles nos lembram que a política não é um jogo abstrato de ideias, mas um campo de batalha onde as escolhas têm consequências reais na vida de pessoas reais.

A saga desses dois homens nos confronta com perguntas incômodas: O que significa ser fiel aos próprios princípios? É possível reinventar-se politicamente sem trair aqueles que confiaram em nós? Como distinguir entre evolução ideológica legítima e oportunismo puro?

O Eco das Escolhas no Presente

Em tempos de redes sociais e cancel culture, as transformações políticas de Rebelo e as traições de Anselmo ganham nova relevância. Eles nos mostram que a redenção política é possível, mas que algumas feridas nunca cicatrizam completamente. Suas histórias são um espelho onde a política brasileira contemporânea pode se olhar e reconhecer seus próprios demônios.

Talvez a lição mais profunda que essas duas trajetórias nos oferecem seja a compreensão de que a política é, antes de tudo, uma atividade profundamente humana – com todas as contradições, fraquezas e possibilidades de transformação que isso implica. Aldo Rebelo e Cabo Anselmo são, cada um à sua maneira, produtos e produtores dos dilemas de seu tempo, espelhos partidos de uma nação que ainda luta para compreender sua própria identidade política.

Suas histórias ecoam no presente como um lembrete de que, na política como na vida, nossas escolhas nos definem – e às vezes nos assombram – para sempre.

Padre Carlos

ARTIGO – Os Caminhos Tortuosos da Alma Política: Aldo Rebelo e Cabo Anselmo

 

 

 

Quando a convicção se transforma em traição, quando o ideário se fragmenta como vidro ao vento

Há feridas na história brasileira que não cicatrizam completamente. São cicatrizes que latejam na memória coletiva, recordando-nos que a política, essa arte complexa e muitas vezes cruel, pode transformar heróis em vilões, companheiros em adversários, sonhos revolucionários em pesadelos de traição política. As trajetórias de Aldo Rebelo e José Anselmo dos Santos, o Cabo Anselmo, são como espelhos partidos que refletem os dilemas mais profundos da alma política brasileira.

A Dança das Convicções: Quando a Ideologia se Fragmenta

Imagine por um momento a dor silenciosa de quem desperta um dia e não mais se reconhece no espelho de suas próprias convicções. Aldo Rebelo, outrora uma das vozes mais vibrantes do Partido Comunista do Brasil, viveu essa ruptura ideológica de forma quase cinematográfica. Sua metamorfose política – do jovem militante comunista a colaborador de Jair Bolsonaro – não foi apenas uma mudança de partido, mas um rearranjo profundo da própria identidade.

Da mesma forma, Cabo Anselmo carrega em sua biografia uma das páginas mais sombrias da esquerda brasileira. Líder da revolta dos marinheiros, admirado, comandante da luta armada, transformou-se naquilo que seus companheiros mais temiam: um infiltrado no movimento de esquerda, cujas informações ao regime militar custaram vidas e sonhos de uma geração inteira.

O Peso das Escolhas: Personagens Controversos do Brasil

A história brasileira está repleta de figuras que desafiam nossas tentativas de classificação moral simples. Aldo Rebelo e Cabo Anselmo representam essa ambiguidade histórica que nos desconforta porque espelha nossas próprias contradições. Não são vilões de desenho animado, mas homens de carne e osso que, em momentos cruciais, fizeram escolhas que redefiniriam não apenas seus destinos pessoais, mas o curso da política nacional.

Rebelo, com sua eloquência peculiar e sua capacidade de navegar entre correntes ideológicas aparentemente incompatíveis, tornou-se uma figura que desperta tanto admiração quanto repulsa. Sua defesa apaixonada do novo Código Florestal, sua crítica às ONGs ambientais, sua aproximação com setores conservadores – cada movimento parecia uma nova camada de tinta sobre o retrato de quem ele um dia foi.

Cabo Anselmo carrega um fardo ainda mais pesado: o sangue de companheiros que confiaram nele. Sua transformação de identidade política não foi gradual como a de Rebelo, mas abrupta e devastadora. De líder revolucionário a agente duplo, sua trajetória é um lembrete doloroso de como as circunstâncias extremas podem corromper até mesmo os ideais mais nobres.

Ex-comunistas e os Dilemas do Presente

O que essas duas trajetórias nos revelam sobre os dilemas contemporâneos da política brasileira? Talvez a resposta esteja na própria natureza fragmentária de nosso tempo. Vivemos uma época em que as certezas ideológicas se dissolvem como sal na água, onde antigas categorias políticas já não conseguem conter a complexidade das escolhas que enfrentamos.

Aldo Rebelo, ao migrar do comunismo para o bolsonarismo, espelha uma confusão mais ampla da esquerda brasileira diante das transformações do século XXI. Sua trajetória sugere que, para alguns, a lealdade à nação pode superar a fidelidade a uma ideologia específica. Mas essa explicação, por mais generosa que seja, não apaga a dor daqueles que se sentiram traídos por quem consideravam um companheiro de luta.

A Memória Como Tribunal da História

Cabo Anselmo vive há décadas com o peso de suas escolhas. Seus ex-companheiros não o perdoaram, e talvez nunca o perdoem. Sua história serve como um alerta sobre os perigos da radicalização e da violência política, mas também sobre a fragilidade das alianças humanas quando testadas pelos extremos.

A diferença entre Rebelo e Anselmo talvez esteja na natureza de suas “traições”. Rebelo traiu uma ideologia; Anselmo traiu pessoas. Um abandonou princípios abstratos; o outro entregou companheiros de carne e osso à repressão e à morte. Ambas as traições doem, mas uma delas mancha as mãos de sangue.

Os Espelhos Partidos da Contemporaneidade

Hoje, quando assistimos à polarização extrema da política brasileira, as figuras de Aldo Rebelo e Cabo Anselmo surgem como fantasmas do passado que nos assombram com suas lições não aprendidas. Eles nos lembram que a política não é um jogo abstrato de ideias, mas um campo de batalha onde as escolhas têm consequências reais na vida de pessoas reais.

A saga desses dois homens nos confronta com perguntas incômodas: O que significa ser fiel aos próprios princípios? É possível reinventar-se politicamente sem trair aqueles que confiaram em nós? Como distinguir entre evolução ideológica legítima e oportunismo puro?

O Eco das Escolhas no Presente

Em tempos de redes sociais e cancel culture, as transformações políticas de Rebelo e as traições de Anselmo ganham nova relevância. Eles nos mostram que a redenção política é possível, mas que algumas feridas nunca cicatrizam completamente. Suas histórias são um espelho onde a política brasileira contemporânea pode se olhar e reconhecer seus próprios demônios.

Talvez a lição mais profunda que essas duas trajetórias nos oferecem seja a compreensão de que a política é, antes de tudo, uma atividade profundamente humana – com todas as contradições, fraquezas e possibilidades de transformação que isso implica. Aldo Rebelo e Cabo Anselmo são, cada um à sua maneira, produtos e produtores dos dilemas de seu tempo, espelhos partidos de uma nação que ainda luta para compreender sua própria identidade política.

Suas histórias ecoam no presente como um lembrete de que, na política como na vida, nossas escolhas nos definem – e às vezes nos assombram – para sempre.

Padre Carlos

ARTIGO – EM BRASÍLIA POR CONQUISTA: A LUTA PELOS VIADUTOS E PASSARELAS NO ANEL VIÁRIO

 

 

 

(Vereador Ivan Cordeiro)

Nos próximos dias, estarei em Brasília com um propósito claro e inadiável: buscar investimentos federais para a construção de viadutos e passarelas no Anel Viário de Vitória da Conquista. Essa é uma pauta que carrego com firmeza porque sei o quanto ela impacta diretamente na vida de milhares de conquistenses que enfrentam, todos os dias, os desafios de uma mobilidade urbana precária.

A cidade cresceu, o trânsito aumentou, e os riscos também. Não podemos mais conviver com acidentes evitáveis, com travessias perigosas, com o sufocamento do tráfego em uma das principais artérias da cidade. É hora de agir com responsabilidade e planejamento. O que está em jogo é a infraestrutura urbana, a segurança viária e a qualidade de vida da nossa gente.

Minha agenda na capital federal inclui visitas a órgãos estratégicos, como o Ministério dos Transportes e a Bancada Baiana no Congresso Nacional. Vamos apresentar projetos, buscar parcerias institucionais e lutar por recursos que permitam tirar do papel obras que são essenciais para o futuro de Conquista.

Sei que grandes obras públicas não se constroem apenas com boas intenções. Elas exigem articulação política, projetos técnicos bem elaborados e, principalmente, união de esforços. Por isso, não estou indo como um representante de partido, mas como presidente da Câmara Municipal, ao lado de outros vereadores, que colocam os interesses da cidade acima de qualquer divisão ideológica. Essa é uma causa suprapartidária, que deve mobilizar todos que amam e defendem Conquista.

Tenho convicção de que nosso papel é abrir caminhos, derrubar muros e construir pontes — no sentido físico e também simbólico. Viadutos e passarelas são mais do que estruturas de concreto: são soluções para um trânsito mais humano, são respostas à espera de quem quer viver com mais segurança, são marcas de um planejamento urbano eficiente e conectado com as demandas da população.

Vitória da Conquista merece estar no mapa dos grandes investimentos federais. Merece um olhar atento do Governo Federal para suas demandas reais, urgentes e legítimas. E é isso que vou reivindicar com firmeza e respeito: que a nossa cidade seja ouvida, considerada e incluída nas ações de desenvolvimento regional.

Volto a afirmar: essa luta não é minha, é nossa. É da cidade que acredita no futuro. É do povo que espera, há anos, por obras que transformem sua rotina. Sigo com fé, com coragem e com o compromisso de honrar cada voto de confiança que recebi.

Vamos juntos nessa caminhada. Porque Conquista pode mais. E nós vamos à luta para fazer isso acontecer.

ARTIGO – EM BRASÍLIA POR CONQUISTA: A LUTA PELOS VIADUTOS E PASSARELAS NO ANEL VIÁRIO

 

 

 

(Vereador Ivan Cordeiro)

Nos próximos dias, estarei em Brasília com um propósito claro e inadiável: buscar investimentos federais para a construção de viadutos e passarelas no Anel Viário de Vitória da Conquista. Essa é uma pauta que carrego com firmeza porque sei o quanto ela impacta diretamente na vida de milhares de conquistenses que enfrentam, todos os dias, os desafios de uma mobilidade urbana precária.

A cidade cresceu, o trânsito aumentou, e os riscos também. Não podemos mais conviver com acidentes evitáveis, com travessias perigosas, com o sufocamento do tráfego em uma das principais artérias da cidade. É hora de agir com responsabilidade e planejamento. O que está em jogo é a infraestrutura urbana, a segurança viária e a qualidade de vida da nossa gente.

Minha agenda na capital federal inclui visitas a órgãos estratégicos, como o Ministério dos Transportes e a Bancada Baiana no Congresso Nacional. Vamos apresentar projetos, buscar parcerias institucionais e lutar por recursos que permitam tirar do papel obras que são essenciais para o futuro de Conquista.

Sei que grandes obras públicas não se constroem apenas com boas intenções. Elas exigem articulação política, projetos técnicos bem elaborados e, principalmente, união de esforços. Por isso, não estou indo como um representante de partido, mas como presidente da Câmara Municipal, ao lado de outros vereadores, que colocam os interesses da cidade acima de qualquer divisão ideológica. Essa é uma causa suprapartidária, que deve mobilizar todos que amam e defendem Conquista.

Tenho convicção de que nosso papel é abrir caminhos, derrubar muros e construir pontes — no sentido físico e também simbólico. Viadutos e passarelas são mais do que estruturas de concreto: são soluções para um trânsito mais humano, são respostas à espera de quem quer viver com mais segurança, são marcas de um planejamento urbano eficiente e conectado com as demandas da população.

Vitória da Conquista merece estar no mapa dos grandes investimentos federais. Merece um olhar atento do Governo Federal para suas demandas reais, urgentes e legítimas. E é isso que vou reivindicar com firmeza e respeito: que a nossa cidade seja ouvida, considerada e incluída nas ações de desenvolvimento regional.

Volto a afirmar: essa luta não é minha, é nossa. É da cidade que acredita no futuro. É do povo que espera, há anos, por obras que transformem sua rotina. Sigo com fé, com coragem e com o compromisso de honrar cada voto de confiança que recebi.

Vamos juntos nessa caminhada. Porque Conquista pode mais. E nós vamos à luta para fazer isso acontecer.

Wagner Não Arreda Pé: Senador se Declara Candidatíssimo e Complica Planos de Adversários

 

(Padre Carlos)

O anúncio feito pelo senador Jaques Wagner nas redes sociais neste domingo (25) soa como um recado claro aos aliados e aos adversários: ele não pretende sair de cena tão cedo. Em meio a especulações sobre sua desistência da disputa pela reeleição ao Senado Federal em 2026, o experiente político baiano reafirmou publicamente que segue firme no projeto.

A declaração, feita de forma direta, ganha ainda mais relevância porque rompe com o silêncio estratégico que muitos costumam adotar em meio às negociações políticas. Jaques Wagner prefere se antecipar às narrativas paralelas e ocupa o centro da cena, como é do seu feitio. Não é a primeira vez que o senador se coloca com clareza em momentos decisivos. E isso revela muito da lógica do jogo que se desenha nos bastidores do governo da Bahia.

O tabuleiro de 2026 está sendo montado com peças sensíveis. A base aliada ao governador Jerônimo Rodrigues precisa fazer ajustes finos entre o PT, PSD, MDB e demais partidos do campo progressista. A disputa por espaço é intensa. E há uma matemática implacável: são apenas duas vagas para o Senado. Com Angelo Coronel também mirando a reeleição e com novos nomes querendo ascender, o espaço se afunila.

É nesse contexto que Jaques Wagner joga com a autoridade de quem tem história, peso político e voto. Governador por dois mandatos, articulador nos bastidores do Planalto, Wagner tem o que poucos têm: trânsito nacional e respeito das bases. Sua permanência na disputa, portanto, não é capricho — é cálculo estratégico, é resistência política.

A antecipação de sua intenção é também um sinal para os que, dentro do próprio grupo, cogitavam uma “renovação” forçada. Wagner diz, com todas as letras, que ainda tem lenha para queimar. E ao fazer isso, reforça a ideia de que a política é, antes de tudo, permanência. Resistir, muitas vezes, é o maior ato de liderança.

As palavras do senador movimentam a internet, mobilizam os algoritmos, alimentam os blogs de política e reconfiguram as conversas de bastidores. Afinal, quando um nome forte como o de Jaques Wagner se posiciona, o jogo muda. E muda para valer.

Wagner Não Arreda Pé: Senador se Declara Candidatíssimo e Complica Planos de Adversários

 

(Padre Carlos)

O anúncio feito pelo senador Jaques Wagner nas redes sociais neste domingo (25) soa como um recado claro aos aliados e aos adversários: ele não pretende sair de cena tão cedo. Em meio a especulações sobre sua desistência da disputa pela reeleição ao Senado Federal em 2026, o experiente político baiano reafirmou publicamente que segue firme no projeto.

A declaração, feita de forma direta, ganha ainda mais relevância porque rompe com o silêncio estratégico que muitos costumam adotar em meio às negociações políticas. Jaques Wagner prefere se antecipar às narrativas paralelas e ocupa o centro da cena, como é do seu feitio. Não é a primeira vez que o senador se coloca com clareza em momentos decisivos. E isso revela muito da lógica do jogo que se desenha nos bastidores do governo da Bahia.

O tabuleiro de 2026 está sendo montado com peças sensíveis. A base aliada ao governador Jerônimo Rodrigues precisa fazer ajustes finos entre o PT, PSD, MDB e demais partidos do campo progressista. A disputa por espaço é intensa. E há uma matemática implacável: são apenas duas vagas para o Senado. Com Angelo Coronel também mirando a reeleição e com novos nomes querendo ascender, o espaço se afunila.

É nesse contexto que Jaques Wagner joga com a autoridade de quem tem história, peso político e voto. Governador por dois mandatos, articulador nos bastidores do Planalto, Wagner tem o que poucos têm: trânsito nacional e respeito das bases. Sua permanência na disputa, portanto, não é capricho — é cálculo estratégico, é resistência política.

A antecipação de sua intenção é também um sinal para os que, dentro do próprio grupo, cogitavam uma “renovação” forçada. Wagner diz, com todas as letras, que ainda tem lenha para queimar. E ao fazer isso, reforça a ideia de que a política é, antes de tudo, permanência. Resistir, muitas vezes, é o maior ato de liderança.

As palavras do senador movimentam a internet, mobilizam os algoritmos, alimentam os blogs de política e reconfiguram as conversas de bastidores. Afinal, quando um nome forte como o de Jaques Wagner se posiciona, o jogo muda. E muda para valer.