Política e Resenha

Marrone sofre queda em show e é hospitalizado às pressas

 

 

Por Padre Carlos 

O que era para ser mais uma noite de festa sertaneja terminou em susto e correria no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia (GO), na noite de sábado (10). O cantor Marrone, da consagrada dupla Bruno & Marrone, caiu do palco durante a apresentação, bateu a cabeça e precisou ser socorrido imediatamente.

O incidente aconteceu por volta das 22h45, quando a dupla já havia embalado boa parte do público com os clássicos do sertanejo romântico. De repente, Marrone perde o equilíbrio e despenca da estrutura elevada. A queda abrupta interrompe o espetáculo e desencadeia uma cena de tensão visível entre músicos, produção e plateia.

Bruno, visivelmente abalado, corre em direção ao colega enquanto os profissionais da equipe de apoio agem com rapidez para prestar os primeiros socorros. O público, inicialmente sem entender a gravidade da situação, assiste em silêncio ao resgate do cantor.

Marrone foi encaminhado a um hospital próximo, onde recebeu atendimento médico. Segundo Bruno, o parceiro musical sofreu apenas um corte leve na testa, que exigiu alguns pontos. “Foi só um susto. Conversei com ele agora há pouco, está tudo bem. Mas, sinceramente, eu quase morri do coração”, afirmou Bruno em vídeo publicado nas redes sociais ainda durante a madrugada.

Apesar do alívio posterior, o show foi encerrado imediatamente, e muitos fãs deixaram o local consternados. O incidente repercutiu intensamente nas redes sociais, onde fãs da dupla manifestaram apoio e desejaram rápida recuperação ao cantor.

A equipe de Bruno & Marrone ainda não confirmou se os próximos compromissos da agenda de shows sofrerão alterações.

Marrone sofre queda em show e é hospitalizado às pressas

 

 

Por Padre Carlos 

O que era para ser mais uma noite de festa sertaneja terminou em susto e correria no Centro Cultural Oscar Niemeyer, em Goiânia (GO), na noite de sábado (10). O cantor Marrone, da consagrada dupla Bruno & Marrone, caiu do palco durante a apresentação, bateu a cabeça e precisou ser socorrido imediatamente.

O incidente aconteceu por volta das 22h45, quando a dupla já havia embalado boa parte do público com os clássicos do sertanejo romântico. De repente, Marrone perde o equilíbrio e despenca da estrutura elevada. A queda abrupta interrompe o espetáculo e desencadeia uma cena de tensão visível entre músicos, produção e plateia.

Bruno, visivelmente abalado, corre em direção ao colega enquanto os profissionais da equipe de apoio agem com rapidez para prestar os primeiros socorros. O público, inicialmente sem entender a gravidade da situação, assiste em silêncio ao resgate do cantor.

Marrone foi encaminhado a um hospital próximo, onde recebeu atendimento médico. Segundo Bruno, o parceiro musical sofreu apenas um corte leve na testa, que exigiu alguns pontos. “Foi só um susto. Conversei com ele agora há pouco, está tudo bem. Mas, sinceramente, eu quase morri do coração”, afirmou Bruno em vídeo publicado nas redes sociais ainda durante a madrugada.

Apesar do alívio posterior, o show foi encerrado imediatamente, e muitos fãs deixaram o local consternados. O incidente repercutiu intensamente nas redes sociais, onde fãs da dupla manifestaram apoio e desejaram rápida recuperação ao cantor.

A equipe de Bruno & Marrone ainda não confirmou se os próximos compromissos da agenda de shows sofrerão alterações.

ARTIGO – Lula diz que visita à Rússia não compromete neutralidade brasileira e pede fim da guerra em Gaza (Padre Carlos)

 

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu sua participação na celebração organizada por Vladimir Putin para marcar os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. O evento, realizado em Moscou, gerou críticas internacionais, especialmente na Europa, onde foi visto como uma demonstração de força e propaganda política para justificar a invasão da Ucrânia.

Lula argumentou que as críticas são uma demonstração de “pequenez” e destacou que países europeus deveriam estar comemorando a data, já que foram diretamente afetados pela guerra. Ele também reforçou que a posição do Brasil sobre o conflito na Ucrânia permanece inalterada e que o país continua disposto a negociar a paz.

Além disso, Lula mencionou que sua presença no evento não compromete a neutralidade diplomática do Brasil e que o país condena a ocupação territorial de outros países. Ele também voltou a pedir o fim da guerra em Gaza, classificando-a como um “genocídio” contra civis.

ARTIGO – Lula diz que visita à Rússia não compromete neutralidade brasileira e pede fim da guerra em Gaza (Padre Carlos)

 

 

 

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu sua participação na celebração organizada por Vladimir Putin para marcar os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial. O evento, realizado em Moscou, gerou críticas internacionais, especialmente na Europa, onde foi visto como uma demonstração de força e propaganda política para justificar a invasão da Ucrânia.

Lula argumentou que as críticas são uma demonstração de “pequenez” e destacou que países europeus deveriam estar comemorando a data, já que foram diretamente afetados pela guerra. Ele também reforçou que a posição do Brasil sobre o conflito na Ucrânia permanece inalterada e que o país continua disposto a negociar a paz.

Além disso, Lula mencionou que sua presença no evento não compromete a neutralidade diplomática do Brasil e que o país condena a ocupação territorial de outros países. Ele também voltou a pedir o fim da guerra em Gaza, classificando-a como um “genocídio” contra civis.

ARTIGO – “Guerra, nunca mais”: Papa Leão XIV apela à paz na sua primeira mensagem dominical (Padre Carlos)

 

 

 

O Papa Leão XIV, em sua primeira aparição pública após a eleição, fez um apelo veemente pela paz mundial durante a oração do Regina Caeli na Praça de São Pedro, no Vaticano, neste domingo, 11 de maio de 2025. Diante de uma multidão de aproximadamente 100 mil fiéis, o pontífice clamou pelo fim dos conflitos armados e por soluções pacíficas e duradouras para as crises globais.

Ele destacou a situação na Ucrânia, pedindo uma “paz autêntica, justa e duradoura”, a libertação de prisioneiros e o retorno das crianças deportadas às suas famílias. Sobre Gaza, expressou profunda tristeza e solicitou um cessar-fogo imediato, assistência humanitária à população civil e a libertação de todos os reféns. O Papa também saudou o recente cessar-fogo entre Índia e Paquistão, expressando esperança de que as negociações levem a um acordo estável.

Em seu discurso, Leão XIV relembrou os horrores da Segunda Guerra Mundial e reforçou a necessidade de um compromisso global para evitar novos conflitos, ecoando as palavras de seu antecessor, Papa Francisco, sobre uma “Terceira Guerra Mundial em pedaços”. Ele concluiu sua mensagem homenageando as mães, já que o dia 11 de maio marca o Dia das Mães em vários países, e pediu orações por aquelas que estão no céu.

 

ARTIGO – “Guerra, nunca mais”: Papa Leão XIV apela à paz na sua primeira mensagem dominical (Padre Carlos)

 

 

 

O Papa Leão XIV, em sua primeira aparição pública após a eleição, fez um apelo veemente pela paz mundial durante a oração do Regina Caeli na Praça de São Pedro, no Vaticano, neste domingo, 11 de maio de 2025. Diante de uma multidão de aproximadamente 100 mil fiéis, o pontífice clamou pelo fim dos conflitos armados e por soluções pacíficas e duradouras para as crises globais.

Ele destacou a situação na Ucrânia, pedindo uma “paz autêntica, justa e duradoura”, a libertação de prisioneiros e o retorno das crianças deportadas às suas famílias. Sobre Gaza, expressou profunda tristeza e solicitou um cessar-fogo imediato, assistência humanitária à população civil e a libertação de todos os reféns. O Papa também saudou o recente cessar-fogo entre Índia e Paquistão, expressando esperança de que as negociações levem a um acordo estável.

Em seu discurso, Leão XIV relembrou os horrores da Segunda Guerra Mundial e reforçou a necessidade de um compromisso global para evitar novos conflitos, ecoando as palavras de seu antecessor, Papa Francisco, sobre uma “Terceira Guerra Mundial em pedaços”. Ele concluiu sua mensagem homenageando as mães, já que o dia 11 de maio marca o Dia das Mães em vários países, e pediu orações por aquelas que estão no céu.

 

ARTIGO – Primeiro, Collor. Agora, Jefferson. Por isso não acredito na prisão de Bolsonaro

 

 

(Padre Carlos)

 

A Justiça brasileira parece, muitas vezes, uma entidade mística, volúvel, quase esquizofrênica. É essa oscilação entre o rigor teatral e a leniência desmoralizante que alimenta minha descrença. E por isso afirmo, sem temor de errar: não acredito na prisão de Jair Bolsonaro.

 

A memória recente não me deixa mentir. Fernando Collor de Mello, réu condenado pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebeu uma pena de oito anos e dez meses. Pois bem: sequer esquentou o assento da cela. Em poucos dias, estava livre, leve em sua cobertura de 9 milhões. Agora é a vez de Roberto Jefferson, condenado a sete anos de prisão, ser libertado.

 

O que isso nos ensina? Que, na República dos Arranjos, a justiça é seletiva, estratégica, e muitas vezes se curva a conveniências políticas, institucionais ou de classe. Não se trata de ausência de provas, nem de garantias constitucionais sendo respeitadas — o problema está na incoerência crônica e na incapacidade de gerar credibilidade.

 

Bolsonaro, com seus múltiplos inquéritos, provas documentais e áudios comprometedores, parece mais um personagem blindado por um pacto tácito de não enfrentamento. Há medo do “mito”? Há cálculo eleitoral? Ou apenas a velha hipocrisia institucional? A mesma que permitiu que a tortura fosse banalizada, o autoritarismo flertasse com a legalidade e o golpismo desfilasse com broche verde e amarelo.

 

Enquanto isso, o cidadão comum, pego com um grama de maconha ou um botijão furtado, conhece, de verdade, o rigor da Justiça. Justiça que é cega — mas só para quem não tem CPF de luxo.

 

É por isso que eu não acredito na prisão de Bolsonaro. Não por falta de provas. Mas por excesso de precedentes.

 

 

 

ARTIGO – Primeiro, Collor. Agora, Jefferson. Por isso não acredito na prisão de Bolsonaro

 

 

(Padre Carlos)

 

A Justiça brasileira parece, muitas vezes, uma entidade mística, volúvel, quase esquizofrênica. É essa oscilação entre o rigor teatral e a leniência desmoralizante que alimenta minha descrença. E por isso afirmo, sem temor de errar: não acredito na prisão de Jair Bolsonaro.

 

A memória recente não me deixa mentir. Fernando Collor de Mello, réu condenado pelo STF por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, recebeu uma pena de oito anos e dez meses. Pois bem: sequer esquentou o assento da cela. Em poucos dias, estava livre, leve em sua cobertura de 9 milhões. Agora é a vez de Roberto Jefferson, condenado a sete anos de prisão, ser libertado.

 

O que isso nos ensina? Que, na República dos Arranjos, a justiça é seletiva, estratégica, e muitas vezes se curva a conveniências políticas, institucionais ou de classe. Não se trata de ausência de provas, nem de garantias constitucionais sendo respeitadas — o problema está na incoerência crônica e na incapacidade de gerar credibilidade.

 

Bolsonaro, com seus múltiplos inquéritos, provas documentais e áudios comprometedores, parece mais um personagem blindado por um pacto tácito de não enfrentamento. Há medo do “mito”? Há cálculo eleitoral? Ou apenas a velha hipocrisia institucional? A mesma que permitiu que a tortura fosse banalizada, o autoritarismo flertasse com a legalidade e o golpismo desfilasse com broche verde e amarelo.

 

Enquanto isso, o cidadão comum, pego com um grama de maconha ou um botijão furtado, conhece, de verdade, o rigor da Justiça. Justiça que é cega — mas só para quem não tem CPF de luxo.

 

É por isso que eu não acredito na prisão de Bolsonaro. Não por falta de provas. Mas por excesso de precedentes.

 

 

 

ARTIGO – Ciro sai do armário político e dança com os bolsonaristas

 

(Padre Carlos)

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a elasticidade ideológica de Ciro Gomes, o encontro no Ceará desta semana oferece uma resposta lapidar. O ex-ministro, ex-governador e eterno presidenciável do PDT resolveu experimentar um novo figurino: o de articulador de uma frente antipetista ao lado de lideranças do bolsonarismo raiz. A ironia, aqui, é densa o bastante para ser cortada com faca de pão.

Ciro, que por anos pintou Bolsonaro como uma ameaça fascista à democracia — e com palavras que só ele sabe temperar com fúria cearense e erudição francófona —, agora estende a mão e o elogio. Disse ver em um bolsonarista “todos os dotes e qualificações”, chamando-o de “homem decente, de fé”. Um tributo que parece saído do catecismo político da extrema-direita. Haja coerência, ou falta dela.

A questão central não é a mudança de rota — políticos mudam de posição, fazem alianças estratégicas, recalculam caminhos. A questão é a brutalidade da guinada e a tentativa pueril de disfarçá-la com o verniz do “bem do Ceará”. Afinal, o homem que se dizia defensor de um projeto nacional desenvolvimentista com tintas de esquerda democrática agora posa para fotos com os filhos legítimos do lavajatismo autoritário.

Pode-se argumentar que o gesto de Ciro é puro pragmatismo. Que ele não deseja, de fato, voltar a disputar cargos — ainda que sua fala, como sempre, seja ambígua o suficiente para deixar a porta entreaberta. “Não desejo ser candidato”, disse. Mas, claro, “à luz dessa salvação do Ceará”, ele não se exime do chamado. Ciro é, afinal, um homem que jamais desiste de si mesmo.

O PDT, por sua vez, insiste que pretende encabeçar a chapa ao governo do Estado em 2026. Mas com quem? Com quais alianças? Com que discurso? Vai mesmo amarrar sua trajetória histórica, marcada por Brizola e pela luta contra a ditadura, a uma coalizão com os herdeiros políticos da truculência que foi Bolsonaro?

Esse é o tipo de pirueta que compromete a espinha dorsal de qualquer projeto político sério. O problema de Ciro não é apenas seu temperamento colérico ou sua verborragia intempestiva — é sua crescente incoerência. É sua disposição em jogar no lixo um legado político razoável em nome de uma revanche pessoal contra o PT, seu velho desafeto. O antipetismo virou, para ele, um altar no qual está disposto a sacrificar até os princípios que o tornaram, por algum tempo, uma voz dissonante e necessária no debate nacional.

A aliança com os bolsonaristas não é apenas uma traição a seus eleitores mais fiéis. É também um gesto simbólico de desesperança — como se dissesse que, no Brasil de 2026, não há mais espaço para alternativas ao petismo senão pelo abraço oportunista com os espectros do bolsonarismo.

Se Ciro saiu do armário, como dizem alguns com ironia, não foi para se libertar — foi para se prender a uma estratégia que pode parecer inteligente no curto prazo, mas que, no médio e longo prazo, o condena à irrelevância. Não por ter mudado. Mas por ter se tornado indistinguível dos que antes combatia com tanta fúria e brilho retórico.

ARTIGO – Ciro sai do armário político e dança com os bolsonaristas

 

(Padre Carlos)

Se alguém ainda tinha dúvidas sobre a elasticidade ideológica de Ciro Gomes, o encontro no Ceará desta semana oferece uma resposta lapidar. O ex-ministro, ex-governador e eterno presidenciável do PDT resolveu experimentar um novo figurino: o de articulador de uma frente antipetista ao lado de lideranças do bolsonarismo raiz. A ironia, aqui, é densa o bastante para ser cortada com faca de pão.

Ciro, que por anos pintou Bolsonaro como uma ameaça fascista à democracia — e com palavras que só ele sabe temperar com fúria cearense e erudição francófona —, agora estende a mão e o elogio. Disse ver em um bolsonarista “todos os dotes e qualificações”, chamando-o de “homem decente, de fé”. Um tributo que parece saído do catecismo político da extrema-direita. Haja coerência, ou falta dela.

A questão central não é a mudança de rota — políticos mudam de posição, fazem alianças estratégicas, recalculam caminhos. A questão é a brutalidade da guinada e a tentativa pueril de disfarçá-la com o verniz do “bem do Ceará”. Afinal, o homem que se dizia defensor de um projeto nacional desenvolvimentista com tintas de esquerda democrática agora posa para fotos com os filhos legítimos do lavajatismo autoritário.

Pode-se argumentar que o gesto de Ciro é puro pragmatismo. Que ele não deseja, de fato, voltar a disputar cargos — ainda que sua fala, como sempre, seja ambígua o suficiente para deixar a porta entreaberta. “Não desejo ser candidato”, disse. Mas, claro, “à luz dessa salvação do Ceará”, ele não se exime do chamado. Ciro é, afinal, um homem que jamais desiste de si mesmo.

O PDT, por sua vez, insiste que pretende encabeçar a chapa ao governo do Estado em 2026. Mas com quem? Com quais alianças? Com que discurso? Vai mesmo amarrar sua trajetória histórica, marcada por Brizola e pela luta contra a ditadura, a uma coalizão com os herdeiros políticos da truculência que foi Bolsonaro?

Esse é o tipo de pirueta que compromete a espinha dorsal de qualquer projeto político sério. O problema de Ciro não é apenas seu temperamento colérico ou sua verborragia intempestiva — é sua crescente incoerência. É sua disposição em jogar no lixo um legado político razoável em nome de uma revanche pessoal contra o PT, seu velho desafeto. O antipetismo virou, para ele, um altar no qual está disposto a sacrificar até os princípios que o tornaram, por algum tempo, uma voz dissonante e necessária no debate nacional.

A aliança com os bolsonaristas não é apenas uma traição a seus eleitores mais fiéis. É também um gesto simbólico de desesperança — como se dissesse que, no Brasil de 2026, não há mais espaço para alternativas ao petismo senão pelo abraço oportunista com os espectros do bolsonarismo.

Se Ciro saiu do armário, como dizem alguns com ironia, não foi para se libertar — foi para se prender a uma estratégia que pode parecer inteligente no curto prazo, mas que, no médio e longo prazo, o condena à irrelevância. Não por ter mudado. Mas por ter se tornado indistinguível dos que antes combatia com tanta fúria e brilho retórico.

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 11 de maio de 2025

 

O Estado de São Paulo
Ampliação da Câmara cria efeito cascata no gasto com políticos

https://www.estadao.com.br/politica/impacto-de-aumento-do-numero-de-deputados-na-camara-e-assembleias-ultrapassa-r-140-milhoes-por-ano/?srsltid=AfmBOor38jP-A5uEqm0zNeott1poIwE_Kjgw71n6EWO2rodJIs6Wiz8o

 

O Globo
Classe média troca empregada por cuidadora de idosos no serviço doméstico

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/11/demanda-do-envelhecimento-no-servico-domestico-lares-comecam-a-trocar-empregadas-por-cuidadoras.ghtml

 

Estado de Minas
Esquema desviava aposentadoria de trabalhadores rurais em Minas

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7142824-exclusivo-esquema-em-minas-desviava-aposentadoria-de-trabalhadores-rurais.html

 

Folha de S. Paulo
Endividamento de China e EUA em alta deve pressionar juros globais

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/endividamento-chines-se-iguala-ao-dos-eua-e-cria-problema-para-o-brasil.shtml

 

Meia Hora (RJ)
Segue o líder!

https://www.meiahora.com.br/geral/2024/05/6850152-meia-hora-segue-como-campeao-de-vendas-no-rio-de-janeiro.html#foto=1

 

Correio Braziliense
Leão XIV, um missionário pela justiça social

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/05/amp/7142514-leao-xiv-revela-por-que-escolheu-o-nome-compromisso-com-a-justica-social.html

 

A Tarde (BA)
Mães hiperconectadas usam redes sociais para proteger os filhos

https://atarde.com.br/?d=1

 

Jornal do Commercio (PE)
Mães atípicas encaram jornada que exige respeito e mais escuta

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2306

 

O Dia (RJ)
ON-LINE
Especialistas alertam para dependência em jogos de azar

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7052633-vicio-em-bets-15-dos-apostadores-na-america-latina-estao-endividados.html

 

Correio do Povo (RS)
Caminhar para lembrar

https://www.correiodopovo.com.br/bellamais/saudefeminina/caminhar-mais-de-7-mil-passos-por-dia-pode-ajudar-a-afastar-a-depress%C3%A3o-entenda-1.1603348

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 11 de maio de 2025

 

O Estado de São Paulo
Ampliação da Câmara cria efeito cascata no gasto com políticos

https://www.estadao.com.br/politica/impacto-de-aumento-do-numero-de-deputados-na-camara-e-assembleias-ultrapassa-r-140-milhoes-por-ano/?srsltid=AfmBOor38jP-A5uEqm0zNeott1poIwE_Kjgw71n6EWO2rodJIs6Wiz8o

 

O Globo
Classe média troca empregada por cuidadora de idosos no serviço doméstico

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/11/demanda-do-envelhecimento-no-servico-domestico-lares-comecam-a-trocar-empregadas-por-cuidadoras.ghtml

 

Estado de Minas
Esquema desviava aposentadoria de trabalhadores rurais em Minas

https://www.em.com.br/politica/2025/05/7142824-exclusivo-esquema-em-minas-desviava-aposentadoria-de-trabalhadores-rurais.html

 

Folha de S. Paulo
Endividamento de China e EUA em alta deve pressionar juros globais

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/endividamento-chines-se-iguala-ao-dos-eua-e-cria-problema-para-o-brasil.shtml

 

Meia Hora (RJ)
Segue o líder!

https://www.meiahora.com.br/geral/2024/05/6850152-meia-hora-segue-como-campeao-de-vendas-no-rio-de-janeiro.html#foto=1

 

Correio Braziliense
Leão XIV, um missionário pela justiça social

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/05/amp/7142514-leao-xiv-revela-por-que-escolheu-o-nome-compromisso-com-a-justica-social.html

 

A Tarde (BA)
Mães hiperconectadas usam redes sociais para proteger os filhos

https://atarde.com.br/?d=1

 

Jornal do Commercio (PE)
Mães atípicas encaram jornada que exige respeito e mais escuta

https://digital.jc.uol.com.br/edicao?ed=2306

 

O Dia (RJ)
ON-LINE
Especialistas alertam para dependência em jogos de azar

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7052633-vicio-em-bets-15-dos-apostadores-na-america-latina-estao-endividados.html

 

Correio do Povo (RS)
Caminhar para lembrar

https://www.correiodopovo.com.br/bellamais/saudefeminina/caminhar-mais-de-7-mil-passos-por-dia-pode-ajudar-a-afastar-a-depress%C3%A3o-entenda-1.1603348

 

 

ARTIGO – Marias: a sagrada força das mães invisíveis

 

(Padre Carlos)

Há um Brasil que não cabe nos noticiários, que escapa aos mapas e que não se mede por PIB ou estatística. Um Brasil que mora nas cozinhas modestas de uma casa simples, onde uma mulher chamada Maria acorda antes do sol e dorme depois que a esperança se recolhe. Ali, entre o cheiro de café passado e as roupas lavadas no tanque, pulsa o coração mais forte desta nação: a mãe brasileira.

Maria, nome comum, destino incomum. É ela quem leva o mundo nas costas sem jamais se queixar. Seu currículo não cabe em papel: mãe guerreira, operária do afeto, enfermeira das febres da infância, professora do dever de casa e, por vezes, pai também. Essa mãe que criou sozinha enfrenta o mundo com a coragem dos santos e a paciência dos anjos. Se alguém perguntar o que ela tem, ela responde: “Nada… Só um filho pra criar.” Mas esse filho é o tudo dela — e isso basta.

Maria é tantas. Maria é aquela que empurra o carrinho no mercado contando centavos. É a que reza baixinho com o terço enrolado nos dedos pedindo que o filho vença a vida e não caia nas armadilhas do mundo. É a que vende bolo, costura, faxina, planta, amassa barro e amassa pão. Tudo por um sonho que nem é seu: o sonho do filho estudar, ter uma profissão, escapar da pobreza que sempre morou ao lado.

Quantas histórias de mãe se perdem na correria do dia a dia? Quantas Marias vão envelhecendo sem nunca terem vivido para si? Os cabelos brancos vêm antes do tempo, os olhos ficam fundos, mas o coração… ah, o coração segue enorme, com espaço para todos os filhos, mesmo aqueles que se esqueceram dela.

Essa é a mãe forte e amorosa, que se cala para não pesar, que se curva para sustentar. Aquela que não aparece em propagandas nem em capas de revista, mas que deveria ser declarada patrimônio afetivo da humanidade. Porque sem Maria, o Brasil se perderia.

Este texto é uma homenagem às mães, mas sobretudo às Marias — tantas vezes ignoradas, tantas vezes subestimadas, tantas vezes heroínas. Que neste dia, ao menos neste, possamos lembrar que cada prato cheio, cada diploma na parede, cada vida que deu certo, tem por trás uma mulher que talvez nem saiba ler, mas sabe amar como ninguém.

Se é verdade que Deus não pode estar em todos os lugares, talvez por isso mesmo tenha inventado a mãe.

ARTIGO – Marias: a sagrada força das mães invisíveis

 

(Padre Carlos)

Há um Brasil que não cabe nos noticiários, que escapa aos mapas e que não se mede por PIB ou estatística. Um Brasil que mora nas cozinhas modestas de uma casa simples, onde uma mulher chamada Maria acorda antes do sol e dorme depois que a esperança se recolhe. Ali, entre o cheiro de café passado e as roupas lavadas no tanque, pulsa o coração mais forte desta nação: a mãe brasileira.

Maria, nome comum, destino incomum. É ela quem leva o mundo nas costas sem jamais se queixar. Seu currículo não cabe em papel: mãe guerreira, operária do afeto, enfermeira das febres da infância, professora do dever de casa e, por vezes, pai também. Essa mãe que criou sozinha enfrenta o mundo com a coragem dos santos e a paciência dos anjos. Se alguém perguntar o que ela tem, ela responde: “Nada… Só um filho pra criar.” Mas esse filho é o tudo dela — e isso basta.

Maria é tantas. Maria é aquela que empurra o carrinho no mercado contando centavos. É a que reza baixinho com o terço enrolado nos dedos pedindo que o filho vença a vida e não caia nas armadilhas do mundo. É a que vende bolo, costura, faxina, planta, amassa barro e amassa pão. Tudo por um sonho que nem é seu: o sonho do filho estudar, ter uma profissão, escapar da pobreza que sempre morou ao lado.

Quantas histórias de mãe se perdem na correria do dia a dia? Quantas Marias vão envelhecendo sem nunca terem vivido para si? Os cabelos brancos vêm antes do tempo, os olhos ficam fundos, mas o coração… ah, o coração segue enorme, com espaço para todos os filhos, mesmo aqueles que se esqueceram dela.

Essa é a mãe forte e amorosa, que se cala para não pesar, que se curva para sustentar. Aquela que não aparece em propagandas nem em capas de revista, mas que deveria ser declarada patrimônio afetivo da humanidade. Porque sem Maria, o Brasil se perderia.

Este texto é uma homenagem às mães, mas sobretudo às Marias — tantas vezes ignoradas, tantas vezes subestimadas, tantas vezes heroínas. Que neste dia, ao menos neste, possamos lembrar que cada prato cheio, cada diploma na parede, cada vida que deu certo, tem por trás uma mulher que talvez nem saiba ler, mas sabe amar como ninguém.

Se é verdade que Deus não pode estar em todos os lugares, talvez por isso mesmo tenha inventado a mãe.

ARTIGO – “Estamos nas mãos de Deus”

 

(Padre Carlos)

Estamos nas mãos de Deus. Com essas palavras serenas e firmes, o Santo Padre Leão XIV apresentou-se ao mundo neste 8 de maio, como quem sabe que nenhuma tempestade é maior do que a mão que nos sustenta. A Igreja, peregrina e missionária, reencontra no Sucessor de Pedro o sinal visível da unidade, da fé e do pastoreio amoroso que conduz com coragem e humildade o rebanho de Cristo. Sim, estamos imensamente felizes! O Senhor, mais uma vez, não abandona a barca de Pedro.

A missão do Papa é, antes de tudo, confirmar seus irmãos na fé. E essa fé não é uma ideia abstrata, mas uma adesão viva ao Ressuscitado, cuja vitória sobre o pecado e a morte nos abre as portas da esperança. Dizer que estamos nas mãos de Deus, neste tempo pascal, não é uma figura poética, mas uma decisão existencial: somos filhos que se sabem amados, protegidos, chamados a confiar.

O Papa Leão XIV nos aparece como um homem de Deus, consciente das dores do mundo e das feridas da Igreja, mas repleto da certeza de que a graça não falha, mesmo quando a história parece tropeçar. É dessa confiança que brota sua palavra firme em favor da paz — e que palavra! Diante do clamor das guerras, da violência que assola os corações e as nações, ele nos fala da paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada, uma paz desarmante. Essa paz não se impõe, ela se propõe com humildade e perseverança, porque vem de Deus, o Deus que nos ama a todos incondicionalmente. Essa é a paz que edifica pontes, que rompe ciclos de ódio e semeia reconciliação.

Neste mesmo domingo em que celebramos com ternura o Dia das Mães, a palavra do Papa parece encontrar eco no coração de cada casa. Porque toda mãe é portadora de paz. Toda mãe é sinal da ternura de Deus. Como ensinava o Papa Francisco, é no abraço materno que a criança experimenta a bondade do mundo, aprende a confiar, a se descobrir valiosa. As mães, com suas mãos calejadas e seu coração atento, ensinam os filhos a atravessar a vida com coragem, mesmo quando o caminho se enche de espinhos.

Educar é formar para a vida, não para a fuga do sofrimento. E é isso que as mães sabem fazer como ninguém. Sabem proteger, mas também sabem soltar, encorajar, ensinar a cair e a levantar. Na escola silenciosa da maternidade, nas atitudes cotidianas, está a pedagogia da fortaleza. E nessa missão, as mães espelham a figura de Maria, a Virgem fiel, que ensinou o Menino Deus a crescer em graça e sabedoria, mesmo entre as contradições do mundo.

Neste ano jubilar, contemplamos essa bondade mariana como farol de esperança. O olhar das mães, especialmente das mães idosas, tem algo de eterno. Não podemos permitir que elas sejam esquecidas ou descartadas. Elas são bibliotecas vivas, são orações encarnadas, são testemunhas do amor que não desiste. Ouvi-las é como sentar-se à beira de um poço de sabedoria. Estar com elas, simplesmente estar, é um ato de fé e gratidão.

A bênção do novo Papa é também um chamado a todos nós. No Evangelho deste domingo, Jesus se apresenta como o Bom Pastor. Ele é aquele que conhece cada uma de suas ovelhas, que não desiste da que se perdeu, que enfrenta o lobo para proteger o mais frágil. Esse Pastor, que carrega ao colo, nos ensina que autoridade não é poder, mas serviço. Liderar é doar-se. E quanto precisamos disso em todos os níveis da sociedade!

O Papa, o pai de todos, é chamado a essa entrega. Mas também nós: pais, mães, líderes, formadores, professores, cidadãos. Somos todos pastores uns dos outros, mas também ovelhas do único Pastor. E como alertava o padre Raniero Cantalamessa, o mundo de hoje despreza o papel de ovelha, mas vive como rebanho massificado. Somos levados por modas, slogans, consumos, como marionetes de um sistema que nos anestesia.

O chamado de Cristo é outro: é o chamado à liberdade. Liberdade interior, que só o Espírito Santo pode dar. Pertencer ao rebanho de Cristo é encontrar um lugar onde a pessoa é respeitada, amada, valorizada por si mesma, não manipulada. Onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade! E essa liberdade começa quando sabemos em quem colocamos nossa confiança: estamos, afinal, nas mãos de Deus.

Deus abençoe sempre o Papa Leão XIV. Deus abençoe as mães do mundo inteiro. Que o Ressuscitado continue a guiar sua Igreja pelas estradas do mundo com a ternura do Bom Pastor e com a força da paz.

 

ARTIGO – “Estamos nas mãos de Deus”

 

(Padre Carlos)

Estamos nas mãos de Deus. Com essas palavras serenas e firmes, o Santo Padre Leão XIV apresentou-se ao mundo neste 8 de maio, como quem sabe que nenhuma tempestade é maior do que a mão que nos sustenta. A Igreja, peregrina e missionária, reencontra no Sucessor de Pedro o sinal visível da unidade, da fé e do pastoreio amoroso que conduz com coragem e humildade o rebanho de Cristo. Sim, estamos imensamente felizes! O Senhor, mais uma vez, não abandona a barca de Pedro.

A missão do Papa é, antes de tudo, confirmar seus irmãos na fé. E essa fé não é uma ideia abstrata, mas uma adesão viva ao Ressuscitado, cuja vitória sobre o pecado e a morte nos abre as portas da esperança. Dizer que estamos nas mãos de Deus, neste tempo pascal, não é uma figura poética, mas uma decisão existencial: somos filhos que se sabem amados, protegidos, chamados a confiar.

O Papa Leão XIV nos aparece como um homem de Deus, consciente das dores do mundo e das feridas da Igreja, mas repleto da certeza de que a graça não falha, mesmo quando a história parece tropeçar. É dessa confiança que brota sua palavra firme em favor da paz — e que palavra! Diante do clamor das guerras, da violência que assola os corações e as nações, ele nos fala da paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada, uma paz desarmante. Essa paz não se impõe, ela se propõe com humildade e perseverança, porque vem de Deus, o Deus que nos ama a todos incondicionalmente. Essa é a paz que edifica pontes, que rompe ciclos de ódio e semeia reconciliação.

Neste mesmo domingo em que celebramos com ternura o Dia das Mães, a palavra do Papa parece encontrar eco no coração de cada casa. Porque toda mãe é portadora de paz. Toda mãe é sinal da ternura de Deus. Como ensinava o Papa Francisco, é no abraço materno que a criança experimenta a bondade do mundo, aprende a confiar, a se descobrir valiosa. As mães, com suas mãos calejadas e seu coração atento, ensinam os filhos a atravessar a vida com coragem, mesmo quando o caminho se enche de espinhos.

Educar é formar para a vida, não para a fuga do sofrimento. E é isso que as mães sabem fazer como ninguém. Sabem proteger, mas também sabem soltar, encorajar, ensinar a cair e a levantar. Na escola silenciosa da maternidade, nas atitudes cotidianas, está a pedagogia da fortaleza. E nessa missão, as mães espelham a figura de Maria, a Virgem fiel, que ensinou o Menino Deus a crescer em graça e sabedoria, mesmo entre as contradições do mundo.

Neste ano jubilar, contemplamos essa bondade mariana como farol de esperança. O olhar das mães, especialmente das mães idosas, tem algo de eterno. Não podemos permitir que elas sejam esquecidas ou descartadas. Elas são bibliotecas vivas, são orações encarnadas, são testemunhas do amor que não desiste. Ouvi-las é como sentar-se à beira de um poço de sabedoria. Estar com elas, simplesmente estar, é um ato de fé e gratidão.

A bênção do novo Papa é também um chamado a todos nós. No Evangelho deste domingo, Jesus se apresenta como o Bom Pastor. Ele é aquele que conhece cada uma de suas ovelhas, que não desiste da que se perdeu, que enfrenta o lobo para proteger o mais frágil. Esse Pastor, que carrega ao colo, nos ensina que autoridade não é poder, mas serviço. Liderar é doar-se. E quanto precisamos disso em todos os níveis da sociedade!

O Papa, o pai de todos, é chamado a essa entrega. Mas também nós: pais, mães, líderes, formadores, professores, cidadãos. Somos todos pastores uns dos outros, mas também ovelhas do único Pastor. E como alertava o padre Raniero Cantalamessa, o mundo de hoje despreza o papel de ovelha, mas vive como rebanho massificado. Somos levados por modas, slogans, consumos, como marionetes de um sistema que nos anestesia.

O chamado de Cristo é outro: é o chamado à liberdade. Liberdade interior, que só o Espírito Santo pode dar. Pertencer ao rebanho de Cristo é encontrar um lugar onde a pessoa é respeitada, amada, valorizada por si mesma, não manipulada. Onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade! E essa liberdade começa quando sabemos em quem colocamos nossa confiança: estamos, afinal, nas mãos de Deus.

Deus abençoe sempre o Papa Leão XIV. Deus abençoe as mães do mundo inteiro. Que o Ressuscitado continue a guiar sua Igreja pelas estradas do mundo com a ternura do Bom Pastor e com a força da paz.

 

ARTIGO: Ampliar o número de deputados federais: uma proposta fora de sintonia com o Brasil real

 

 

Por Padre Carlos

Em meio ao cenário de crise fiscal, descrédito nas instituições e um distanciamento crescente entre representantes e representados, a possibilidade de ampliar o número de deputados federais na Câmara soa, no mínimo, como um desserviço à razoabilidade e à cidadania. Foi com a sensatez que a sociedade espera de seus líderes que o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, se posicionou contra essa proposta.

Sua declaração é mais que uma opinião isolada: é um reflexo do bom senso diante de um Congresso que já conta com 513 deputados federais — um dos maiores parlamentos do mundo, tanto em número quanto em custo. Ampliar esse contingente seria inflar ainda mais a máquina pública, sem qualquer garantia de melhora na representatividade ou na qualidade legislativa. Pelo contrário: significaria aumentar o gasto com salários, verbas de gabinete, assessores e toda a estrutura que acompanha cada mandato.

Defensores da proposta argumentam que a medida busca ajustar a representatividade proporcional ao crescimento populacional dos estados, conforme prevê a Constituição. É verdade que a defasagem da distribuição de vagas precisa ser discutida, já que estados como São Paulo e Minas Gerais têm representação subdimensionada em relação à sua população. No entanto, a solução não está em inflar o total de cadeiras, mas sim em redistribuí-las com base em critérios mais justos e atualizados.

A postura do senador Otto Alencar ganha ainda mais relevância por vir de quem preside a CCJ, instância decisiva no processo legislativo. Seu posicionamento sinaliza que há dentro do Senado vozes dispostas a barrar iniciativas que desrespeitam o contribuinte, o equilíbrio federativo e o clamor por reformas estruturais no país.

O Brasil vive um momento em que se espera contenção, eficiência e responsabilidade. Propor o aumento de parlamentares vai na contramão dessas expectativas e apenas reforça a percepção de uma classe política voltada para si mesma, desconectada das urgências do povo que representa.

Mais que nunca, é tempo de enxugar, reformar e reconectar o Legislativo com a sociedade. Ampliar o número de deputados, neste contexto, seria um passo largo — e perigoso — na direção contrária.

 

 

ARTIGO: Ampliar o número de deputados federais: uma proposta fora de sintonia com o Brasil real

 

 

Por Padre Carlos

Em meio ao cenário de crise fiscal, descrédito nas instituições e um distanciamento crescente entre representantes e representados, a possibilidade de ampliar o número de deputados federais na Câmara soa, no mínimo, como um desserviço à razoabilidade e à cidadania. Foi com a sensatez que a sociedade espera de seus líderes que o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, se posicionou contra essa proposta.

Sua declaração é mais que uma opinião isolada: é um reflexo do bom senso diante de um Congresso que já conta com 513 deputados federais — um dos maiores parlamentos do mundo, tanto em número quanto em custo. Ampliar esse contingente seria inflar ainda mais a máquina pública, sem qualquer garantia de melhora na representatividade ou na qualidade legislativa. Pelo contrário: significaria aumentar o gasto com salários, verbas de gabinete, assessores e toda a estrutura que acompanha cada mandato.

Defensores da proposta argumentam que a medida busca ajustar a representatividade proporcional ao crescimento populacional dos estados, conforme prevê a Constituição. É verdade que a defasagem da distribuição de vagas precisa ser discutida, já que estados como São Paulo e Minas Gerais têm representação subdimensionada em relação à sua população. No entanto, a solução não está em inflar o total de cadeiras, mas sim em redistribuí-las com base em critérios mais justos e atualizados.

A postura do senador Otto Alencar ganha ainda mais relevância por vir de quem preside a CCJ, instância decisiva no processo legislativo. Seu posicionamento sinaliza que há dentro do Senado vozes dispostas a barrar iniciativas que desrespeitam o contribuinte, o equilíbrio federativo e o clamor por reformas estruturais no país.

O Brasil vive um momento em que se espera contenção, eficiência e responsabilidade. Propor o aumento de parlamentares vai na contramão dessas expectativas e apenas reforça a percepção de uma classe política voltada para si mesma, desconectada das urgências do povo que representa.

Mais que nunca, é tempo de enxugar, reformar e reconectar o Legislativo com a sociedade. Ampliar o número de deputados, neste contexto, seria um passo largo — e perigoso — na direção contrária.

 

 

ARTIGO – Leão XIV: um papa americano que desafia a ultradireita com o Evangelho social

 

(Padre Carlos)

 

A eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV , o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, foi recebida com entusiasmo por muitos, mas também com desconfiança por setores ultraconservadores americanos. Figuras como Steve Bannon e Laura Loomer o rotularam de “marxista”, ecoando críticas semelhantes feitas anteriormente ao Papa Francisco por suas posições sociais . Leão XIV escolheu seu nome em homenagem a Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum , que estabeleceu as bases da Doutrina Social da Igreja. Essa doutrina defende a dignidade do trabalho, a justiça social e a intervenção do Estado em prol dos mais pobres .

Ao se alinhar com esses princípios, Leão XIV reafirma o compromisso da Igreja com os marginalizados e com a construção de uma sociedade mais justa. A reação negativa da ultradireita americana revela uma resistência a essa mensagem.

Para esses grupos, qualquer crítica ao capitalismo desenfreado ou defesa dos pobres é vista como ameaça ideológica. No entanto, a Doutrina Social da Igreja não é marxista; ela busca um equilíbrio entre os direitos individuais e o bem comum, fundamentada no Evangelho.

Leão XIV enfrenta o desafio de unir uma Igreja fragmentada e de reafirmar sua missão profética em um mundo polarizado. Sua eleição representa uma oportunidade para renovar o compromisso da Igreja com a justiça social e com os valores do Evangelho.

ARTIGO – Leão XIV: um papa americano que desafia a ultradireita com o Evangelho social

 

(Padre Carlos)

 

A eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV , o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, foi recebida com entusiasmo por muitos, mas também com desconfiança por setores ultraconservadores americanos. Figuras como Steve Bannon e Laura Loomer o rotularam de “marxista”, ecoando críticas semelhantes feitas anteriormente ao Papa Francisco por suas posições sociais . Leão XIV escolheu seu nome em homenagem a Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum , que estabeleceu as bases da Doutrina Social da Igreja. Essa doutrina defende a dignidade do trabalho, a justiça social e a intervenção do Estado em prol dos mais pobres .

Ao se alinhar com esses princípios, Leão XIV reafirma o compromisso da Igreja com os marginalizados e com a construção de uma sociedade mais justa. A reação negativa da ultradireita americana revela uma resistência a essa mensagem.

Para esses grupos, qualquer crítica ao capitalismo desenfreado ou defesa dos pobres é vista como ameaça ideológica. No entanto, a Doutrina Social da Igreja não é marxista; ela busca um equilíbrio entre os direitos individuais e o bem comum, fundamentada no Evangelho.

Leão XIV enfrenta o desafio de unir uma Igreja fragmentada e de reafirmar sua missão profética em um mundo polarizado. Sua eleição representa uma oportunidade para renovar o compromisso da Igreja com a justiça social e com os valores do Evangelho.