Política e Resenha

ARTIGO – A eternidade de Pedro Gil: a memória que pulsa na música e na saudade

 

 

A morte de um filho é uma dor que desafia o tempo, mas a memória de Pedro Gil, filho de Gilberto Gil e irmão de Preta Gil, transcende a tragédia e se transforma em legado. Neste 17 de maio de 2025, quando Pedro completaria 55 anos, Preta Gil compartilhou em suas redes sociais uma homenagem comovente: “Ele se foi aqui na terra em 1990, mas permanece em mim de várias maneiras. Hoje eu rezo e celebro a passagem do meu amado Pedrão nessa existência. Te amo pra sempre” .

Pedro nasceu em 1970, em Londres, durante o exílio de seu pai, Gilberto Gil, imposto pela ditadura militar brasileira. Cresceu cercado por música e arte, e aos 15 anos já dividia o palco com o pai no Rock in Rio de 1985. Como baterista da banda Egotrip, Pedro demonstrava um talento promissor, interrompido tragicamente aos 19 anos, em um acidente de carro no Rio de Janeiro .

A lembrança de Pedro permanece viva não apenas nas homenagens de sua família, mas também na história da música brasileira. Sua trajetória, embora breve, deixou marcas profundas, e sua ausência é sentida como uma presença constante, inspirando canções, memórias e afetos.

Gilberto Gil, em uma simples postagem com a palavra “Pedrão” e a data de nascimento do filho, expressou a saudade que não se apaga . A dor da perda se transforma em celebração da vida que foi, do talento que brilhou intensamente, ainda que por pouco tempo.

A história de Pedro Gil nos lembra da fragilidade da existência e da importância de valorizar cada momento. Sua memória continua a inspirar, a emocionar e a pulsar na música e na saudade de quem o amou.

Que a lembrança de Pedro nos inspire a viver com intensidade, a amar profundamente e a reconhecer a beleza efêmera da vida.

(Padre Carlos)

ARTIGO – A eternidade de Pedro Gil: a memória que pulsa na música e na saudade

 

 

A morte de um filho é uma dor que desafia o tempo, mas a memória de Pedro Gil, filho de Gilberto Gil e irmão de Preta Gil, transcende a tragédia e se transforma em legado. Neste 17 de maio de 2025, quando Pedro completaria 55 anos, Preta Gil compartilhou em suas redes sociais uma homenagem comovente: “Ele se foi aqui na terra em 1990, mas permanece em mim de várias maneiras. Hoje eu rezo e celebro a passagem do meu amado Pedrão nessa existência. Te amo pra sempre” .

Pedro nasceu em 1970, em Londres, durante o exílio de seu pai, Gilberto Gil, imposto pela ditadura militar brasileira. Cresceu cercado por música e arte, e aos 15 anos já dividia o palco com o pai no Rock in Rio de 1985. Como baterista da banda Egotrip, Pedro demonstrava um talento promissor, interrompido tragicamente aos 19 anos, em um acidente de carro no Rio de Janeiro .

A lembrança de Pedro permanece viva não apenas nas homenagens de sua família, mas também na história da música brasileira. Sua trajetória, embora breve, deixou marcas profundas, e sua ausência é sentida como uma presença constante, inspirando canções, memórias e afetos.

Gilberto Gil, em uma simples postagem com a palavra “Pedrão” e a data de nascimento do filho, expressou a saudade que não se apaga . A dor da perda se transforma em celebração da vida que foi, do talento que brilhou intensamente, ainda que por pouco tempo.

A história de Pedro Gil nos lembra da fragilidade da existência e da importância de valorizar cada momento. Sua memória continua a inspirar, a emocionar e a pulsar na música e na saudade de quem o amou.

Que a lembrança de Pedro nos inspire a viver com intensidade, a amar profundamente e a reconhecer a beleza efêmera da vida.

(Padre Carlos)

ARTIGO – Um Carro Novo ou Uma Nova Consciência?

 

(Padre Carlos)

Já faz algum tempo que venho acalentando a ideia de trocar de carro. O meu já tem dezesseis anos de estrada — desses, nove comigo. Está cansado, sim. Pede manutenção no motor, um retoque na pintura, talvez uma suspensão mais firme. Mas, a bem da verdade, ele ainda me serve. Leva-me ao centro da cidade, às compras no mercado e, vez por outra, encara a pequena viagem até a roça, cerca de 50 quilômetros de ida e volta.

Então, por que quero um carro novo?
Ou melhor: eu realmente preciso de um carro novo?

Foi nesse dilema silencioso, entre o desejo e a necessidade, que me deparei com uma história que ecoou fundo na alma: a de Henry Ford, o homem que revolucionou o transporte e se tornou símbolo do capitalismo industrial. Ao chegar à Inglaterra, já bilionário, Ford surpreendeu todos ao pedir o hotel mais barato da cidade. Sem ostentação, com um casaco velho herdado do pai, respondeu ao espanto do atendente com uma lição de sabedoria: “Aprendi a parar de pagar por aprovação. Não fiquei rico gastando. Fiquei rico entendendo o que importa… e o que não importa.”

Essa frase, simples e poderosa, me fez pensar que talvez a vontade de um carro novo não esteja nas reais necessidades do cotidiano, mas sim em uma tentativa inconsciente de alinhar-se a um padrão, de parecer atualizado, confortável, “adequado” aos olhos de um mundo cada vez mais ávido por aparências.

Vivemos numa sociedade onde o consumo, mais do que suprir necessidades, tornou-se uma forma de validação social. Carros, roupas, celulares — tudo se transforma em símbolo. E é aqui que o ensinamento de Ford ganha um brilho ainda mais forte: “Meu filho ainda está aprendendo. Ainda se preocupa com o que os outros pensam.” Quantas vezes, mesmo na maturidade, nós ainda agimos como o filho de Ford?

A cultura da obsolescência programada não está apenas nos objetos, mas também nas ideias e valores. Somos levados a crer que a felicidade está no novo, no mais caro, no mais tecnológico. Mas e a suficiência? E o contentamento com o que funciona bem, mesmo sem brilhar? E o respeito pelas coisas que nos serviram por anos?

Não, não estou dizendo que não se deve trocar de carro. Talvez em breve eu troque. Mas quero fazê-lo com consciência — não por vaidade, nem por ansiedade, nem por medo de parecer ultrapassado. Quero fazer como Ford: saber o que importa e o que não importa.

No fim, talvez não seja sobre carros, mas sobre escolhas. E sobre a liberdade de não comprar a aprovação alheia com parcelas a perder de vista.


ARTIGO – Um Carro Novo ou Uma Nova Consciência?

 

(Padre Carlos)

Já faz algum tempo que venho acalentando a ideia de trocar de carro. O meu já tem dezesseis anos de estrada — desses, nove comigo. Está cansado, sim. Pede manutenção no motor, um retoque na pintura, talvez uma suspensão mais firme. Mas, a bem da verdade, ele ainda me serve. Leva-me ao centro da cidade, às compras no mercado e, vez por outra, encara a pequena viagem até a roça, cerca de 50 quilômetros de ida e volta.

Então, por que quero um carro novo?
Ou melhor: eu realmente preciso de um carro novo?

Foi nesse dilema silencioso, entre o desejo e a necessidade, que me deparei com uma história que ecoou fundo na alma: a de Henry Ford, o homem que revolucionou o transporte e se tornou símbolo do capitalismo industrial. Ao chegar à Inglaterra, já bilionário, Ford surpreendeu todos ao pedir o hotel mais barato da cidade. Sem ostentação, com um casaco velho herdado do pai, respondeu ao espanto do atendente com uma lição de sabedoria: “Aprendi a parar de pagar por aprovação. Não fiquei rico gastando. Fiquei rico entendendo o que importa… e o que não importa.”

Essa frase, simples e poderosa, me fez pensar que talvez a vontade de um carro novo não esteja nas reais necessidades do cotidiano, mas sim em uma tentativa inconsciente de alinhar-se a um padrão, de parecer atualizado, confortável, “adequado” aos olhos de um mundo cada vez mais ávido por aparências.

Vivemos numa sociedade onde o consumo, mais do que suprir necessidades, tornou-se uma forma de validação social. Carros, roupas, celulares — tudo se transforma em símbolo. E é aqui que o ensinamento de Ford ganha um brilho ainda mais forte: “Meu filho ainda está aprendendo. Ainda se preocupa com o que os outros pensam.” Quantas vezes, mesmo na maturidade, nós ainda agimos como o filho de Ford?

A cultura da obsolescência programada não está apenas nos objetos, mas também nas ideias e valores. Somos levados a crer que a felicidade está no novo, no mais caro, no mais tecnológico. Mas e a suficiência? E o contentamento com o que funciona bem, mesmo sem brilhar? E o respeito pelas coisas que nos serviram por anos?

Não, não estou dizendo que não se deve trocar de carro. Talvez em breve eu troque. Mas quero fazê-lo com consciência — não por vaidade, nem por ansiedade, nem por medo de parecer ultrapassado. Quero fazer como Ford: saber o que importa e o que não importa.

No fim, talvez não seja sobre carros, mas sobre escolhas. E sobre a liberdade de não comprar a aprovação alheia com parcelas a perder de vista.


Justiça nas Estradas: O Clamor de Vitória da Conquista por Equidade nos Investimentos

 

 

Screenshot

 

 

Em cada estrada não duplicada de nossa cidade, em cada cruzamento desprovido de viadutos, pulsa a silenciosa dor de uma comunidade que anseia por reconhecimento. O recente anúncio do governador Jerônimo Rodrigues sobre o investimento de R$ 216 milhões na duplicação do Anel de Contorno de Feira de Santana despertou em nós, conquistenses, um misto de alegria pela merecida conquista de nossos irmãos feirenses e um profundo suspiro de esperança de que, talvez, enfim, nossa hora também chegue.

Não se trata apenas de asfalto e concreto. Não. Cada viaduto ausente em nossas vias é um abraço não dado, uma proteção negada aos nossos. Cada passarela não construída representa vidas que seguem em risco diariamente, corações de mães que palpitam de apreensão quando seus filhos precisam atravessar avenidas movimentadas para chegar às escolas. As infraestruturas viárias são veias que pulsam vida em uma cidade; quando obstruídas ou insuficientes, todo o organismo urbano sofre, respira com dificuldade, vive sob a constante ameaça da paralisia.

Enquanto Feira de Santana celebra – e com toda justiça – a chegada de três viadutos, cinco passarelas para pedestres, ciclovia, pista de cooper e nova iluminação, nós em Vitória da Conquista contemplamos nossas cicatrizes urbanas: os pontos  de acidentes que poderiam ser evitados, os congestionamentos que roubam preciosos momentos de convívio familiar, o estresse cotidiano que corrói a saúde mental de nossa gente.

A dor mais profunda, porém, não vem dos engarrafamentos ou das estradas esburacadas, mas do sentimento de esquecimento. Somos filhos e filhas do mesmo solo baiano. Por que alguns recebem o afago do poder público enquanto outros esperam com olhos marejados por um olhar de reconhecimento? Não queremos tirar o merecido desenvolvimento de outras regiões – aplaudimos cada avanço estadual como nosso também. Mas ansiamos por igualdade no amor demonstrado através de obras públicas.

Os conquistenses têm sonhos simples, mas essenciais: o direito de atravessar uma via sem temer pela própria vida; o privilégio de circular por uma cidade que foi planejada para acolher seu crescimento; a alegria de ver que seus impostos retornam em forma de qualidade de vida. São sonhos que cabem facilmente no orçamento estadual, se houver vontade política.

Na transparência do orçamento público, vemos refletidas as prioridades reais de nossos governantes. E quando nos debruçamos sobre esses números, sentimos o peso da disparidade, a frieza dos dados que traduzem o calor de nossas necessidades não atendidas. Não somos números menores, somos vidas iguais.

A luta por viadutos, passarelas e duplicações em Vitória da Conquista transcende a política partidária ou interesses eleitorais momentâneos. É um chamado por justiça distributiva, por reconhecimento da nossa importância como polo regional, por respeito aos nossos mortos em acidentes que poderiam ter sido evitados, por compaixão com nossas famílias enlutadas.

As estradas e acessos viários de uma cidade são como os braços abertos de uma mãe que acolhe seus filhos. Em Vitória da Conquista, sentimos que esses braços ainda estão parcialmente amarrados pela falta de investimentos adequados. Queremos nos sentir abraçados com a mesma intensidade, queremos sentir no asfalto de nossas vias o mesmo carinho dedicado a outros municípios.

O tempo passa, e com ele, oportunidades de transformação se perdem. Cada ano sem os investimentos necessários representa não apenas estatísticas econômicas negativas, mas sonhos adiados, vidas em risco, potenciais desperdiçados. O futuro de uma cidade não pode esperar indefinidamente na fila de prioridades governamentais.

Ao governador Jerônimo Rodrigues, estendemos não uma crítica ácida, mas um convite emocionado para que olhe além dos mapas técnicos e enxergue os corações que pulsam em Vitória da Conquista. Que sinta conosco a urgência das intervenções viárias, que compartilhe nossa angústia diante de cada novo acidente, que sonhe junto nosso sonho de uma cidade mais fluida, mais segura, mais acolhedora.

Este não é apenas um pleito da Câmara Municipal ou de seu presidente, é o clamor de uma cidade inteira que acorda todos os dias com a esperança renovada de que, finalmente, será vista e ouvida. É o eco de vozes que se multiplicam nas ruas, nas praças, nas casas simples e nos grandes comércios. É o sussurro de quem já não tem forças para gritar, mas que ainda acredita na justiça dos investimentos públicos.

Vitória da Conquista merece conquistar também sua fatia justa no bolo dos investimentos estaduais. Nossos cidadãos merecem sentir que seus impostos retornam em forma de cuidado e proteção. Nossa história de contribuição para o desenvolvimento da Bahia merece ser honrada com ações concretas.

Que nossas vozes ecoem além das fronteiras municipais e toquem o coração de quem tem o poder de transformar promessas em realidade. Porque cada viaduto construído, cada via duplicada, cada passarela instalada não representa apenas uma obra física, mas um ato de amor a uma comunidade que apenas deseja ser tratada com a mesma consideração dedicada a seus irmãos baianos.


Ivan Cordeiro é Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista

Justiça nas Estradas: O Clamor de Vitória da Conquista por Equidade nos Investimentos

 

 

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Em cada estrada não duplicada de nossa cidade, em cada cruzamento desprovido de viadutos, pulsa a silenciosa dor de uma comunidade que anseia por reconhecimento. O recente anúncio do governador Jerônimo Rodrigues sobre o investimento de R$ 216 milhões na duplicação do Anel de Contorno de Feira de Santana despertou em nós, conquistenses, um misto de alegria pela merecida conquista de nossos irmãos feirenses e um profundo suspiro de esperança de que, talvez, enfim, nossa hora também chegue.

Não se trata apenas de asfalto e concreto. Não. Cada viaduto ausente em nossas vias é um abraço não dado, uma proteção negada aos nossos. Cada passarela não construída representa vidas que seguem em risco diariamente, corações de mães que palpitam de apreensão quando seus filhos precisam atravessar avenidas movimentadas para chegar às escolas. As infraestruturas viárias são veias que pulsam vida em uma cidade; quando obstruídas ou insuficientes, todo o organismo urbano sofre, respira com dificuldade, vive sob a constante ameaça da paralisia.

Enquanto Feira de Santana celebra – e com toda justiça – a chegada de três viadutos, cinco passarelas para pedestres, ciclovia, pista de cooper e nova iluminação, nós em Vitória da Conquista contemplamos nossas cicatrizes urbanas: os pontos  de acidentes que poderiam ser evitados, os congestionamentos que roubam preciosos momentos de convívio familiar, o estresse cotidiano que corrói a saúde mental de nossa gente.

A dor mais profunda, porém, não vem dos engarrafamentos ou das estradas esburacadas, mas do sentimento de esquecimento. Somos filhos e filhas do mesmo solo baiano. Por que alguns recebem o afago do poder público enquanto outros esperam com olhos marejados por um olhar de reconhecimento? Não queremos tirar o merecido desenvolvimento de outras regiões – aplaudimos cada avanço estadual como nosso também. Mas ansiamos por igualdade no amor demonstrado através de obras públicas.

Os conquistenses têm sonhos simples, mas essenciais: o direito de atravessar uma via sem temer pela própria vida; o privilégio de circular por uma cidade que foi planejada para acolher seu crescimento; a alegria de ver que seus impostos retornam em forma de qualidade de vida. São sonhos que cabem facilmente no orçamento estadual, se houver vontade política.

Na transparência do orçamento público, vemos refletidas as prioridades reais de nossos governantes. E quando nos debruçamos sobre esses números, sentimos o peso da disparidade, a frieza dos dados que traduzem o calor de nossas necessidades não atendidas. Não somos números menores, somos vidas iguais.

A luta por viadutos, passarelas e duplicações em Vitória da Conquista transcende a política partidária ou interesses eleitorais momentâneos. É um chamado por justiça distributiva, por reconhecimento da nossa importância como polo regional, por respeito aos nossos mortos em acidentes que poderiam ter sido evitados, por compaixão com nossas famílias enlutadas.

As estradas e acessos viários de uma cidade são como os braços abertos de uma mãe que acolhe seus filhos. Em Vitória da Conquista, sentimos que esses braços ainda estão parcialmente amarrados pela falta de investimentos adequados. Queremos nos sentir abraçados com a mesma intensidade, queremos sentir no asfalto de nossas vias o mesmo carinho dedicado a outros municípios.

O tempo passa, e com ele, oportunidades de transformação se perdem. Cada ano sem os investimentos necessários representa não apenas estatísticas econômicas negativas, mas sonhos adiados, vidas em risco, potenciais desperdiçados. O futuro de uma cidade não pode esperar indefinidamente na fila de prioridades governamentais.

Ao governador Jerônimo Rodrigues, estendemos não uma crítica ácida, mas um convite emocionado para que olhe além dos mapas técnicos e enxergue os corações que pulsam em Vitória da Conquista. Que sinta conosco a urgência das intervenções viárias, que compartilhe nossa angústia diante de cada novo acidente, que sonhe junto nosso sonho de uma cidade mais fluida, mais segura, mais acolhedora.

Este não é apenas um pleito da Câmara Municipal ou de seu presidente, é o clamor de uma cidade inteira que acorda todos os dias com a esperança renovada de que, finalmente, será vista e ouvida. É o eco de vozes que se multiplicam nas ruas, nas praças, nas casas simples e nos grandes comércios. É o sussurro de quem já não tem forças para gritar, mas que ainda acredita na justiça dos investimentos públicos.

Vitória da Conquista merece conquistar também sua fatia justa no bolo dos investimentos estaduais. Nossos cidadãos merecem sentir que seus impostos retornam em forma de cuidado e proteção. Nossa história de contribuição para o desenvolvimento da Bahia merece ser honrada com ações concretas.

Que nossas vozes ecoem além das fronteiras municipais e toquem o coração de quem tem o poder de transformar promessas em realidade. Porque cada viaduto construído, cada via duplicada, cada passarela instalada não representa apenas uma obra física, mas um ato de amor a uma comunidade que apenas deseja ser tratada com a mesma consideração dedicada a seus irmãos baianos.


Ivan Cordeiro é Presidente da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 18 de maio de 2025

 

 

O Estado de São Paulo
‘Contas dark’ nas redes atraem milhões e faturam com golpes

https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/contas-dark-perfis-anonimos-de-saude-com-42-milhoes-de-seguidores-aplicam-golpes-no-instagram/?srsltid=AfmBOorZl_SPFKwLdY3yw66kt7_3YColDBtYg08IOzCH2j723NgH6hcF

 

O Globo
‘Tempestade perfeita’ faz inflação do celular bater 88% em um ano

https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2025/05/18/em-1-ano-smartphones-ficaram-88percent-mais-caros-veja-o-que-esta-por-tras-dessa-inflacao-dos-celulares.ghtml

 

Estado de Minas
A volta da hanseníase

https://www.em.com.br/gerais/2025/05/7148436-minas-bate-recorde-de-casos-de-hanseniase-desde-2012.html

 

Folha de S. Paulo
Dados de assassinatos em São Paulo revelam alta de feminicídios e linchamento

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/05/raio-x-dos-assassinatos-em-sp-mostra-alta-de-feminicidios-linchamento-e-sofrimento-das-familias.shtml

 

Meia Hora (RJ)
Teve baile dinizista na Colina

https://www.meiahora.com.br/

 

Correio Braziliense
México, Chile e Uruguai suspendem compra de frango

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/05/7149352-gripe-aviaria-chile-e-uruguai-suspendem-compra-de-ave-brasileira.html

 

A Tarde (BA)
População envelhece e perfil do empregado doméstico muda

https://atarde.com.br/?q=A+Tarde+%28BA%29+Popula%C3%A7%C3%A3o+envelhece+e+perfil+do+empregado+dom%C3%A9stico+muda&d=1

 

Jornal do Commercio (PE)
Com previsão de chuvas, Estado e prefeituras anunciam ações

https://jc.uol.com.br/pernambuco/2025/05/17/com-previsao-de-muita-chuva-prefeituras-do-grande-recife-anunciam-novas-acoes.html

 

O Dia (RJ)
GERAÇÃO 50+
Saiba por que a economia prateada ganha espaço

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7055485-economia-prateada-geracao-50-transforma-habitos-de-consumo-e-movimenta-rs-18-trilhao.html

 

Correio do Povo (RS)

Uma história de 150 anos

https://www.correiodopovo.com.br/especial/imigra%C3%A7%C3%A3o-italiana-comemora-150-anos-1.1609413

 

Diário do Nordeste (CE)

Cadê Canoa?

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/familias-cearenses-dao-licao-de-preservacao-ambiental-1.1989975

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

Da Redação
Publicado em 18 de maio de 2025

 

 

O Estado de São Paulo
‘Contas dark’ nas redes atraem milhões e faturam com golpes

https://www.estadao.com.br/estadao-verifica/contas-dark-perfis-anonimos-de-saude-com-42-milhoes-de-seguidores-aplicam-golpes-no-instagram/?srsltid=AfmBOorZl_SPFKwLdY3yw66kt7_3YColDBtYg08IOzCH2j723NgH6hcF

 

O Globo
‘Tempestade perfeita’ faz inflação do celular bater 88% em um ano

https://oglobo.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2025/05/18/em-1-ano-smartphones-ficaram-88percent-mais-caros-veja-o-que-esta-por-tras-dessa-inflacao-dos-celulares.ghtml

 

Estado de Minas
A volta da hanseníase

https://www.em.com.br/gerais/2025/05/7148436-minas-bate-recorde-de-casos-de-hanseniase-desde-2012.html

 

Folha de S. Paulo
Dados de assassinatos em São Paulo revelam alta de feminicídios e linchamento

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/05/raio-x-dos-assassinatos-em-sp-mostra-alta-de-feminicidios-linchamento-e-sofrimento-das-familias.shtml

 

Meia Hora (RJ)
Teve baile dinizista na Colina

https://www.meiahora.com.br/

 

Correio Braziliense
México, Chile e Uruguai suspendem compra de frango

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/05/7149352-gripe-aviaria-chile-e-uruguai-suspendem-compra-de-ave-brasileira.html

 

A Tarde (BA)
População envelhece e perfil do empregado doméstico muda

https://atarde.com.br/?q=A+Tarde+%28BA%29+Popula%C3%A7%C3%A3o+envelhece+e+perfil+do+empregado+dom%C3%A9stico+muda&d=1

 

Jornal do Commercio (PE)
Com previsão de chuvas, Estado e prefeituras anunciam ações

https://jc.uol.com.br/pernambuco/2025/05/17/com-previsao-de-muita-chuva-prefeituras-do-grande-recife-anunciam-novas-acoes.html

 

O Dia (RJ)
GERAÇÃO 50+
Saiba por que a economia prateada ganha espaço

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7055485-economia-prateada-geracao-50-transforma-habitos-de-consumo-e-movimenta-rs-18-trilhao.html

 

Correio do Povo (RS)

Uma história de 150 anos

https://www.correiodopovo.com.br/especial/imigra%C3%A7%C3%A3o-italiana-comemora-150-anos-1.1609413

 

Diário do Nordeste (CE)

Cadê Canoa?

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/regiao/familias-cearenses-dao-licao-de-preservacao-ambiental-1.1989975

 

 

ARTIGO – “Ama e Faz o que Quiseres”: O Amor como Caminho e Critério do Cristão

 

(Padre Carlos)

Diante dos dramas contemporâneos — guerras, desigualdades, injustiças, violências de toda ordem —, a pergunta que ecoa da liturgia do Evangelho deste domingo (Jo 13,31-33a.34-35) é uma provocação de Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Mas… é possível amar num mundo tão ferido? A Igreja, com a força de séculos de testemunho e com a lucidez dos seus santos, responde sem hesitação: Sim, é possível amar. Por quê? Porque Deus é Amor, e este amor não é uma abstração, um sentimento efêmero, uma vibração mística ou uma filosofia bonita. Deus é uma Pessoa, é o Espírito Santo, que habita em nós e nos torna capazes de amar como o próprio Deus ama.

1. O Amor de Deus se manifesta na Criação e pela Caridade

A criação é o primeiro cântico do amor divino. O mundo, em sua beleza e harmonia, é o reflexo de um Deus que ama a ordem, a diversidade e a comunhão. Mas mais do que contemplar o amor de Deus na natureza, somos chamados a experimentá-lo em nós pela caridade, essa força interior que nos faz semelhantes a Deus.

Santo Agostinho nos ensina: a caridade não é apenas um sentimento humano, mas o próprio Deus amando através de nós. É o Espírito Santo que, uma vez acolhido no coração, inflama-nos de amor por Deus e pelos irmãos. Amar com caridade é permitir que o amor de Deus passe por nós como por um canal limpo e aberto. Nesse sentido, não é apenas quem é amado que se transforma, mas o próprio amante, pois se torna filho de Deus e imagem restaurada d’Ele.

A caridade, portanto, não é uma opção a mais entre as virtudes. É o critério decisivo para sabermos se pertencemos a Deus: “A caridade é o único sinal que distingue os filhos de Deus dos filhos do demônio” (Santo Agostinho).

2. O Amor de Deus se revela na Encarnação e na Cruz

Se a criação é o sussurro do amor divino, a cruz é o seu grito mais alto. Deus, ao fazer-se homem em Jesus Cristo, expôs-se às dores do mundo, não como observador, mas como solidário e redentor. Em Jesus, o amor não é um discurso, mas um corpo entregue, um sangue derramado, uma vida doada até o fim.

A cruz é escândalo para os poderosos, loucura para os orgulhosos, mas para os que creem, é a suprema prova de um amor que não retrocede diante da morte. Cristo não amou apenas a humanidade em massa, mas a cada um de nós pessoalmente: “Ele me amou e entregou-se por mim” (Ef 5,2). Este amor apaixonado e fiel é o que confere valor eterno a cada vida humana, especialmente àquela que o mundo descarta.

3. O Amor de Deus se concretiza no Amor ao Próximo

O verdadeiro discípulo de Cristo ama como Ele amou: sem distinções, sem limites, sem esperar nada em troca. A caridade é o estágio mais elevado do amor, porque é o dom que nos une a Deus e nos faz instrumentos da Sua graça. Não se trata de amar os que nos amam, mas os inimigos, os excluídos, os pobres, os desprezados, como Cristo fez.

Agostinho é contundente: “Todo homem deve ser amado por causa de Deus”. Este é o desafio do cristão: amar a todos como a nós mesmos, desejar para o outro o mesmo bem que queremos para nós. E esse bem maior é a própria comunhão com Deus. O amor, quando é caridade verdadeira, não se contenta em aliviar sofrimentos, mas deseja a salvação do outro.

4. Onde amar? Em todo lugar, sempre

O amor cristão deve brilhar especialmente:

  • Na Igreja, nossa família espiritual, onde devemos ser reconhecidos como discípulos por nosso amor mútuo.

  • Na família e nos ministérios, onde o amor se revela em serviço, fidelidade e doação.

  • Na sociedade, onde a caridade se traduz em justiça, cidadania, solidariedade e compromisso com o bem comum.

O amor fraterno é a única força capaz de curar o coração humano e transformar a sociedade. Ele rompe as barreiras entre ricos e pobres, entre raças e culturas, entre ideologias e nações. Mas atenção: esse amor não brota de esforço meramente humano. É dom de Deus, é graça que deve ser pedida, cultivada e vivida.

Como disse Santo Agostinho: “Ama e faze o que quiseres”. Se a raiz for o amor verdadeiro, o fruto será sempre bom. Se nos calarmos, que seja por amor; se falarmos, que seja por amor. Só assim viveremos a liberdade dos filhos de Deus.

Conclusão: o amor é possível — e é o único caminho

A resposta à dor do mundo, à violência, ao desespero, não é o ódio nem a vingança, mas o amor que vem de Deus e se chama caridade. Este amor é o selo dos verdadeiros filhos, a marca dos verdadeiros santos, o único critério que Deus usará para nos julgar no fim dos tempos.

Quem ama com o amor de Deus já vive aqui a eternidade. Que a graça nos conceda esse dom, e que possamos ser, no tempo presente, testemunhas do amor eterno.

ARTIGO – “Ama e Faz o que Quiseres”: O Amor como Caminho e Critério do Cristão

 

(Padre Carlos)

Diante dos dramas contemporâneos — guerras, desigualdades, injustiças, violências de toda ordem —, a pergunta que ecoa da liturgia do Evangelho deste domingo (Jo 13,31-33a.34-35) é uma provocação de Cristo: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Mas… é possível amar num mundo tão ferido? A Igreja, com a força de séculos de testemunho e com a lucidez dos seus santos, responde sem hesitação: Sim, é possível amar. Por quê? Porque Deus é Amor, e este amor não é uma abstração, um sentimento efêmero, uma vibração mística ou uma filosofia bonita. Deus é uma Pessoa, é o Espírito Santo, que habita em nós e nos torna capazes de amar como o próprio Deus ama.

1. O Amor de Deus se manifesta na Criação e pela Caridade

A criação é o primeiro cântico do amor divino. O mundo, em sua beleza e harmonia, é o reflexo de um Deus que ama a ordem, a diversidade e a comunhão. Mas mais do que contemplar o amor de Deus na natureza, somos chamados a experimentá-lo em nós pela caridade, essa força interior que nos faz semelhantes a Deus.

Santo Agostinho nos ensina: a caridade não é apenas um sentimento humano, mas o próprio Deus amando através de nós. É o Espírito Santo que, uma vez acolhido no coração, inflama-nos de amor por Deus e pelos irmãos. Amar com caridade é permitir que o amor de Deus passe por nós como por um canal limpo e aberto. Nesse sentido, não é apenas quem é amado que se transforma, mas o próprio amante, pois se torna filho de Deus e imagem restaurada d’Ele.

A caridade, portanto, não é uma opção a mais entre as virtudes. É o critério decisivo para sabermos se pertencemos a Deus: “A caridade é o único sinal que distingue os filhos de Deus dos filhos do demônio” (Santo Agostinho).

2. O Amor de Deus se revela na Encarnação e na Cruz

Se a criação é o sussurro do amor divino, a cruz é o seu grito mais alto. Deus, ao fazer-se homem em Jesus Cristo, expôs-se às dores do mundo, não como observador, mas como solidário e redentor. Em Jesus, o amor não é um discurso, mas um corpo entregue, um sangue derramado, uma vida doada até o fim.

A cruz é escândalo para os poderosos, loucura para os orgulhosos, mas para os que creem, é a suprema prova de um amor que não retrocede diante da morte. Cristo não amou apenas a humanidade em massa, mas a cada um de nós pessoalmente: “Ele me amou e entregou-se por mim” (Ef 5,2). Este amor apaixonado e fiel é o que confere valor eterno a cada vida humana, especialmente àquela que o mundo descarta.

3. O Amor de Deus se concretiza no Amor ao Próximo

O verdadeiro discípulo de Cristo ama como Ele amou: sem distinções, sem limites, sem esperar nada em troca. A caridade é o estágio mais elevado do amor, porque é o dom que nos une a Deus e nos faz instrumentos da Sua graça. Não se trata de amar os que nos amam, mas os inimigos, os excluídos, os pobres, os desprezados, como Cristo fez.

Agostinho é contundente: “Todo homem deve ser amado por causa de Deus”. Este é o desafio do cristão: amar a todos como a nós mesmos, desejar para o outro o mesmo bem que queremos para nós. E esse bem maior é a própria comunhão com Deus. O amor, quando é caridade verdadeira, não se contenta em aliviar sofrimentos, mas deseja a salvação do outro.

4. Onde amar? Em todo lugar, sempre

O amor cristão deve brilhar especialmente:

  • Na Igreja, nossa família espiritual, onde devemos ser reconhecidos como discípulos por nosso amor mútuo.

  • Na família e nos ministérios, onde o amor se revela em serviço, fidelidade e doação.

  • Na sociedade, onde a caridade se traduz em justiça, cidadania, solidariedade e compromisso com o bem comum.

O amor fraterno é a única força capaz de curar o coração humano e transformar a sociedade. Ele rompe as barreiras entre ricos e pobres, entre raças e culturas, entre ideologias e nações. Mas atenção: esse amor não brota de esforço meramente humano. É dom de Deus, é graça que deve ser pedida, cultivada e vivida.

Como disse Santo Agostinho: “Ama e faze o que quiseres”. Se a raiz for o amor verdadeiro, o fruto será sempre bom. Se nos calarmos, que seja por amor; se falarmos, que seja por amor. Só assim viveremos a liberdade dos filhos de Deus.

Conclusão: o amor é possível — e é o único caminho

A resposta à dor do mundo, à violência, ao desespero, não é o ódio nem a vingança, mas o amor que vem de Deus e se chama caridade. Este amor é o selo dos verdadeiros filhos, a marca dos verdadeiros santos, o único critério que Deus usará para nos julgar no fim dos tempos.

Quem ama com o amor de Deus já vive aqui a eternidade. Que a graça nos conceda esse dom, e que possamos ser, no tempo presente, testemunhas do amor eterno.

A DESIGUALDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS: O QUE JUAZEIRO TEM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA NÃO MERECE?

 

 

 

 

 

O contraste é gritante e inaceitável. Enquanto contemplamos a grandiosidade da obra em Juazeiro da Bahia – uma duplicação de ponte com extensão até a rotatória da Ceasa e a construção de três viadutos – não podemos deixar de sentir o peso da injustiça que recai sobre Vitória da Conquista. Uma obra financiada integralmente com recursos públicos do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), sem pedágios, sem concessões, sem cobranças de qualquer natureza ao cidadão.

São 180 milhões de reais em investimento direto! Um valor expressivo que demonstra, sem sombra de dúvidas, que há dinheiro público disponível para infraestrutura quando existe vontade política. Este não é um problema de escassez de recursos, mas de prioridades e articulação política.

O que nos falta em Vitória da Conquista? Por que uma cidade de tamanha importância econômica e social para a Bahia permanece negligenciada enquanto vemos recursos jorrando para outras regiões? Esta não é uma crítica à obra em Juazeiro – que merece e necessita dessa infraestrutura – mas um questionamento sobre a ausência de isonomia na distribuição dos investimentos públicos.

É inadmissível que, diante da comprovação prática de que o governo federal tem capacidade de financiar obras estruturantes sem recorrer a concessões, ainda tenhamos que aceitar a privatização como única saída para o desenvolvimento da nossa região. A entrega de nossas estradas a concessionárias não pode ser a única alternativa apresentada, enquanto vemos o DNIT atuando com vigor em outras localidades.

O momento exige união. A sociedade civil organizada, empresários, trabalhadores e representantes políticos de todos os espectros ideológicos precisam formar uma frente única em defesa dos interesses de Vitória da Conquista. Não podemos permitir que esta disparidade continue a aprofundar as desigualdades regionais.

Que fique claro: não estamos mendigando favores. Estamos exigindo equidade! Se há recursos para Juazeiro, deve haver também para Vitória da Conquista. O DNIT precisa incluir nossa cidade em seu planejamento estratégico com a mesma prioridade concedida a outras regiões da Bahia.

A hora da passividade acabou. É tempo de mobilização, de pressão organizada e constante sobre os órgãos responsáveis. Não aceitaremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe, enquanto vemos o progresso despontar em outras regiões com financiamento público integral.

Reconhecemos o mérito da gestão federal em realizar obras importantes sem recorrer a pedágios, mas exigimos que esse mesmo tratamento se estenda à nossa cidade. A infraestrutura não é luxo – é necessidade básica para o desenvolvimento econômico, para a geração de empregos e para a qualidade de vida da população.

Vitória da Conquista não pede – reivindica seu direito ao desenvolvimento. E não descansaremos até que nossas vozes sejam ouvidas e atendidas com o respeito que merecem.

A DESIGUALDADE NA DISTRIBUIÇÃO DE OBRAS PÚBLICAS: O QUE JUAZEIRO TEM QUE VITÓRIA DA CONQUISTA NÃO MERECE?

 

 

 

 

 

O contraste é gritante e inaceitável. Enquanto contemplamos a grandiosidade da obra em Juazeiro da Bahia – uma duplicação de ponte com extensão até a rotatória da Ceasa e a construção de três viadutos – não podemos deixar de sentir o peso da injustiça que recai sobre Vitória da Conquista. Uma obra financiada integralmente com recursos públicos do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), sem pedágios, sem concessões, sem cobranças de qualquer natureza ao cidadão.

São 180 milhões de reais em investimento direto! Um valor expressivo que demonstra, sem sombra de dúvidas, que há dinheiro público disponível para infraestrutura quando existe vontade política. Este não é um problema de escassez de recursos, mas de prioridades e articulação política.

O que nos falta em Vitória da Conquista? Por que uma cidade de tamanha importância econômica e social para a Bahia permanece negligenciada enquanto vemos recursos jorrando para outras regiões? Esta não é uma crítica à obra em Juazeiro – que merece e necessita dessa infraestrutura – mas um questionamento sobre a ausência de isonomia na distribuição dos investimentos públicos.

É inadmissível que, diante da comprovação prática de que o governo federal tem capacidade de financiar obras estruturantes sem recorrer a concessões, ainda tenhamos que aceitar a privatização como única saída para o desenvolvimento da nossa região. A entrega de nossas estradas a concessionárias não pode ser a única alternativa apresentada, enquanto vemos o DNIT atuando com vigor em outras localidades.

O momento exige união. A sociedade civil organizada, empresários, trabalhadores e representantes políticos de todos os espectros ideológicos precisam formar uma frente única em defesa dos interesses de Vitória da Conquista. Não podemos permitir que esta disparidade continue a aprofundar as desigualdades regionais.

Que fique claro: não estamos mendigando favores. Estamos exigindo equidade! Se há recursos para Juazeiro, deve haver também para Vitória da Conquista. O DNIT precisa incluir nossa cidade em seu planejamento estratégico com a mesma prioridade concedida a outras regiões da Bahia.

A hora da passividade acabou. É tempo de mobilização, de pressão organizada e constante sobre os órgãos responsáveis. Não aceitaremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe, enquanto vemos o progresso despontar em outras regiões com financiamento público integral.

Reconhecemos o mérito da gestão federal em realizar obras importantes sem recorrer a pedágios, mas exigimos que esse mesmo tratamento se estenda à nossa cidade. A infraestrutura não é luxo – é necessidade básica para o desenvolvimento econômico, para a geração de empregos e para a qualidade de vida da população.

Vitória da Conquista não pede – reivindica seu direito ao desenvolvimento. E não descansaremos até que nossas vozes sejam ouvidas e atendidas com o respeito que merecem.

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 17 de maio de 2025

 

Folha de S. Paulo
Brasil registra foco de gripe aviária, e China e UE suspendem compras

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/chegada-da-gripe-aviaria-tira-privilegio-do-brasil-e-afeta-toda-a-economia-do-produtor-a-inflacao.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Focos de gripe aviária surgem no Sul; Chia e UE sustam importações

https://www.estadao.com.br/economia/agronegocios/gripe-aviaria-suspende-exportacoes-carne-frango-brasil-ue/?srsltid=AfmBOopOt4PUAIZnjOo3_ipPLs9darrwUiuCcgtMbn6ReVQbm7Ry9H7W

 

Zero Hora (RS)
Oposição e governo disputam controle da crise no INSS

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2025/05/governo-lula-subestimou-crise-do-inss-e-agora-corre-para-evitar-danos-politicos-cmafdntb2001y01h93uzqdxli.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Previsão de mais chuvas mantém Estado em alerta

https://jc.uol.com.br/pernambuco/2025/05/14/apac-emite-alerta-de-chuva-com-intensidade-moderada-para-o-grande-recife-e-zonas-da-mata-veja-orientacoes.html

 

Correio Braziliense
Caso inédito de gripe aviária trava exportação brasileira

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/05/7149098-gripe-aviaria-afeta-exportacoes-do-brasil.html

 

Folha de Pernambuco
Ainda sem trégua

https://www.folhape.com.br/noticias/hamas-diz-que-nao-faz-sentido-iniciar-negociacoes-para-tregua-em-gaza/409213/

 

O Dia (RJ)
Confira as novas regras para quiosques e barracas na orla

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7057534-paes-endurece-regras-para-quiosques-e-barracas-na-orla-do-rio-veja-o-que-muda.html

 

O Globo
China e Europa suspendem compra de frango do Brasil

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/16/apos-china-e-uniao-europeia-argentina-anuncia-a-suspensao-das-compras-de-carne-de-frango-de-todo-o-brasil.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
MPF quer suspensão de obras no Parque de Jeri

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/mpf-pede-suspensao-urgente-das-obras-no-parque-nacional-de-jericoacoara-1.3650836

 

Estado de Minas
Pressão até o limite

https://www.em.com.br/saude/2024/05/6856910-pressao-alta-o-maior-perigo-e-a-falta-de-informacao.html

 

A Tarde (BA)
Bahia tem menor número de nascimentos em 34 anos

https://atarde.com.br/bahia/numero-de-nascimentos-diminui-em-2019-na-bahia-e-e-o-menor-deste-seculo-1138577

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 17 de maio de 2025

 

Folha de S. Paulo
Brasil registra foco de gripe aviária, e China e UE suspendem compras

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/05/chegada-da-gripe-aviaria-tira-privilegio-do-brasil-e-afeta-toda-a-economia-do-produtor-a-inflacao.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Focos de gripe aviária surgem no Sul; Chia e UE sustam importações

https://www.estadao.com.br/economia/agronegocios/gripe-aviaria-suspende-exportacoes-carne-frango-brasil-ue/?srsltid=AfmBOopOt4PUAIZnjOo3_ipPLs9darrwUiuCcgtMbn6ReVQbm7Ry9H7W

 

Zero Hora (RS)
Oposição e governo disputam controle da crise no INSS

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/matheus-schuch/noticia/2025/05/governo-lula-subestimou-crise-do-inss-e-agora-corre-para-evitar-danos-politicos-cmafdntb2001y01h93uzqdxli.html

 

Jornal do Commercio (PE)
Previsão de mais chuvas mantém Estado em alerta

https://jc.uol.com.br/pernambuco/2025/05/14/apac-emite-alerta-de-chuva-com-intensidade-moderada-para-o-grande-recife-e-zonas-da-mata-veja-orientacoes.html

 

Correio Braziliense
Caso inédito de gripe aviária trava exportação brasileira

https://www.correiobraziliense.com.br/economia/2025/05/7149098-gripe-aviaria-afeta-exportacoes-do-brasil.html

 

Folha de Pernambuco
Ainda sem trégua

https://www.folhape.com.br/noticias/hamas-diz-que-nao-faz-sentido-iniciar-negociacoes-para-tregua-em-gaza/409213/

 

O Dia (RJ)
Confira as novas regras para quiosques e barracas na orla

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7057534-paes-endurece-regras-para-quiosques-e-barracas-na-orla-do-rio-veja-o-que-muda.html

 

O Globo
China e Europa suspendem compra de frango do Brasil

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/16/apos-china-e-uniao-europeia-argentina-anuncia-a-suspensao-das-compras-de-carne-de-frango-de-todo-o-brasil.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
MPF quer suspensão de obras no Parque de Jeri

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/mpf-pede-suspensao-urgente-das-obras-no-parque-nacional-de-jericoacoara-1.3650836

 

Estado de Minas
Pressão até o limite

https://www.em.com.br/saude/2024/05/6856910-pressao-alta-o-maior-perigo-e-a-falta-de-informacao.html

 

A Tarde (BA)
Bahia tem menor número de nascimentos em 34 anos

https://atarde.com.br/bahia/numero-de-nascimentos-diminui-em-2019-na-bahia-e-e-o-menor-deste-seculo-1138577

 

ARTIGO – Vitória da Conquista e os Desafios da Mobilidade Urbana: Um Chamado à Ação Estruturante

 

 

 

 

Dra. Lara Fernandes

Vereadora do município de Vitória da Conquista

Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia, vive um paradoxo urbano: ao mesmo tempo em que se expande como polo regional de serviços, saúde e educação, sua malha viária revela sinais de esgotamento e abandono. O Anel Viário, concebido para ser uma solução estratégica de mobilidade, transformou-se em um vetor de acidentes, insegurança e isolamento para diversas comunidades periféricas.

Pontos Críticos e Riscos Latentes

Entre os trechos mais problemáticos da cidade, destacam-se quatro áreas que concentram alto risco para pedestres, ciclistas e motoristas:

  • Trevo de Acesso ao Distrito Industrial dos Imborés (“Trevo da Morte”)– A ausência de um viaduto, a má sinalização e a falta de controle de fluxo tornam este ponto uma armadilha constante.
  • Saída para Itambé (BR-263)– Com mais de 28 mil veículos por dia, o trecho permanece sem estrutura adequada para travessia de pedestres, resultando em frequentes atropelamentos.
  • Entradas dos bairros Henriqueta Prates e Miro Cairo– Comunidades populosas que convivem com o risco diário ao cruzar uma via sem sinalização vertical eficiente, nem passarelas.
  • Entrada para o bairro Campinhos– Este ponto merece destaque especial. Com o crescimento populacional da zona oeste, o fluxo de pedestres e ciclistas aumentou exponencialmente. Famílias, estudantes e trabalhadores enfrentam a travessia do Anel Viário em condições extremamente vulneráveis, principalmente em horários de pico e à noite, quando a iluminação pública é precária ou inexistente.

Soluções Estruturais Urgentes

A mobilidade urbana precisa ser tratada com planejamento técnico, responsabilidade social e agilidade executiva. Algumas soluções são urgentes:

  • Construção de Viadutos– Prioritariamente no acesso ao Distrito Industrial, a fim de separar fluxos pesados e evitar colisões frontais e transversais.
  • Implantação de Passarelas– Três pontos são prioritários: acesso aos bairros Miro Cairo, Henriqueta Prates e, agora com igual urgência, Campinhos. Essas estruturas devem ser projetadas com acessibilidade plena, iluminação em LED e monitoramento por câmeras de segurança.
  • Melhoria de Iluminação e Sinalização– Investimento em tecnologia viária com placas fotoluminescentes, redutores de velocidade inteligentes e iluminação contínua nos trechos mais perigosos.
  • Vitória da Conquista não pode continuar sendo tratada com descaso pelas autoridades federais e estaduais. A construção das passarelas no anel viário, por exemplo, é uma demanda urgente para salvar vidas e garantir acessibilidade. Por isso, sou contrário à proposta de Parceria Público-Privada (PPP) nesse caso específico. Obras como essas, de natureza essencial e que envolvem segurança e dignidade humana, devem ser custeadas exclusivamente com recursos públicos, oriundos do orçamento da União ou por meio de emendas parlamentares. Transferir essa responsabilidade à iniciativa privada, neste momento, é um sinal claro de omissão e descompromisso com o povo.Luto por uma representatividade política que tenha coragem de cobrar o que é de direito da nossa cidade. Deputados federais e senadores que recebem votos aqui precisam se posicionar e garantir recursos por meio de emendas, pressionando o governo federal a cumprir sua função. Não podemos aceitar que obras públicas vitais sejam tratadas como negócio. O anel viário de Conquista exige ação estatal, planejamento sério e execução com recursos públicos — não contratos que, no fim das contas, poderão servir mais ao lucro do que à população.

Conclusão

Vitória da Conquista precisa virar a chave da improvisação para o planejamento estratégico em mobilidade urbana. O Anel Viário, hoje uma fronteira de insegurança, pode e deve ser transformado em um eixo de conexão e cidadania. Com vontade política, parcerias bem conduzidas e foco em resultados, a cidade tem tudo para garantir que seus moradores se desloquem com segurança, dignidade e eficiência.

Os bairros Campinhos, Miro Cairo, Henriqueta Prates e o Distrito Industrial não podem mais esperar. A passarela que falta é o elo entre a vida e o descaso. E isso é responsabilidade de todos nós.

 

ARTIGO – Vitória da Conquista e os Desafios da Mobilidade Urbana: Um Chamado à Ação Estruturante

 

 

 

 

Dra. Lara Fernandes

Vereadora do município de Vitória da Conquista

Vitória da Conquista, terceira maior cidade da Bahia, vive um paradoxo urbano: ao mesmo tempo em que se expande como polo regional de serviços, saúde e educação, sua malha viária revela sinais de esgotamento e abandono. O Anel Viário, concebido para ser uma solução estratégica de mobilidade, transformou-se em um vetor de acidentes, insegurança e isolamento para diversas comunidades periféricas.

Pontos Críticos e Riscos Latentes

Entre os trechos mais problemáticos da cidade, destacam-se quatro áreas que concentram alto risco para pedestres, ciclistas e motoristas:

  • Trevo de Acesso ao Distrito Industrial dos Imborés (“Trevo da Morte”)– A ausência de um viaduto, a má sinalização e a falta de controle de fluxo tornam este ponto uma armadilha constante.
  • Saída para Itambé (BR-263)– Com mais de 28 mil veículos por dia, o trecho permanece sem estrutura adequada para travessia de pedestres, resultando em frequentes atropelamentos.
  • Entradas dos bairros Henriqueta Prates e Miro Cairo– Comunidades populosas que convivem com o risco diário ao cruzar uma via sem sinalização vertical eficiente, nem passarelas.
  • Entrada para o bairro Campinhos– Este ponto merece destaque especial. Com o crescimento populacional da zona oeste, o fluxo de pedestres e ciclistas aumentou exponencialmente. Famílias, estudantes e trabalhadores enfrentam a travessia do Anel Viário em condições extremamente vulneráveis, principalmente em horários de pico e à noite, quando a iluminação pública é precária ou inexistente.

Soluções Estruturais Urgentes

A mobilidade urbana precisa ser tratada com planejamento técnico, responsabilidade social e agilidade executiva. Algumas soluções são urgentes:

  • Construção de Viadutos– Prioritariamente no acesso ao Distrito Industrial, a fim de separar fluxos pesados e evitar colisões frontais e transversais.
  • Implantação de Passarelas– Três pontos são prioritários: acesso aos bairros Miro Cairo, Henriqueta Prates e, agora com igual urgência, Campinhos. Essas estruturas devem ser projetadas com acessibilidade plena, iluminação em LED e monitoramento por câmeras de segurança.
  • Melhoria de Iluminação e Sinalização– Investimento em tecnologia viária com placas fotoluminescentes, redutores de velocidade inteligentes e iluminação contínua nos trechos mais perigosos.
  • Vitória da Conquista não pode continuar sendo tratada com descaso pelas autoridades federais e estaduais. A construção das passarelas no anel viário, por exemplo, é uma demanda urgente para salvar vidas e garantir acessibilidade. Por isso, sou contrário à proposta de Parceria Público-Privada (PPP) nesse caso específico. Obras como essas, de natureza essencial e que envolvem segurança e dignidade humana, devem ser custeadas exclusivamente com recursos públicos, oriundos do orçamento da União ou por meio de emendas parlamentares. Transferir essa responsabilidade à iniciativa privada, neste momento, é um sinal claro de omissão e descompromisso com o povo.Luto por uma representatividade política que tenha coragem de cobrar o que é de direito da nossa cidade. Deputados federais e senadores que recebem votos aqui precisam se posicionar e garantir recursos por meio de emendas, pressionando o governo federal a cumprir sua função. Não podemos aceitar que obras públicas vitais sejam tratadas como negócio. O anel viário de Conquista exige ação estatal, planejamento sério e execução com recursos públicos — não contratos que, no fim das contas, poderão servir mais ao lucro do que à população.

Conclusão

Vitória da Conquista precisa virar a chave da improvisação para o planejamento estratégico em mobilidade urbana. O Anel Viário, hoje uma fronteira de insegurança, pode e deve ser transformado em um eixo de conexão e cidadania. Com vontade política, parcerias bem conduzidas e foco em resultados, a cidade tem tudo para garantir que seus moradores se desloquem com segurança, dignidade e eficiência.

Os bairros Campinhos, Miro Cairo, Henriqueta Prates e o Distrito Industrial não podem mais esperar. A passarela que falta é o elo entre a vida e o descaso. E isso é responsabilidade de todos nós.

 

ARTIGO – A Potência Feminina na Política Conquistense

 

(Padre Carlos)

A recente participação de Geanne Oliveira, Secretária de Governo de Vitória da Conquista, no programa estadual do Partido Cidadania, marca um momento significativo na política local. Sua presença ativa reflete o crescente protagonismo feminino na administração pública da cidade.

Geanne Oliveira possui uma trajetória sólida na política conquistense. Desde 2018, tem desempenhado um papel crucial na gestão municipal, sendo mantida no cargo pela prefeita Sheila Lemos após o falecimento do ex-prefeito Herzem Gusmão. Sua liderança tem sido fundamental na implementação de programas estruturantes, como o Programa da Escola Virtual, o Começar de Novo e o Programa Governando com as Pessoas.

A fala de Geanne no evento estadual, destacando que “A Bahia que a gente sonha, começa hoje e começa com você”, ressalta a importância da participação cidadã e do empoderamento feminino na construção de uma sociedade mais justa e democrática. Essa visão está alinhada com os princípios do movimento Mais Cidadania, que busca organizar comunidades e abrir caminhos para novas lideranças.

A presença de mulheres em cargos de liderança, como a de Geanne Oliveira, é essencial para promover a equidade de gênero e fortalecer a democracia. Sua atuação demonstra que, com competência e dedicação, é possível transformar a realidade política e social de uma comunidade.

Em tempos de desafios e mudanças, é inspirador ver mulheres assumindo papéis de destaque e contribuindo ativamente para o desenvolvimento de Vitória da Conquista e da Bahia. Que a trajetória de Geanne Oliveira sirva de exemplo e incentivo para que mais mulheres participem da vida política e construam um futuro mais inclusivo e participativo para todos.

ARTIGO – A Potência Feminina na Política Conquistense

 

(Padre Carlos)

A recente participação de Geanne Oliveira, Secretária de Governo de Vitória da Conquista, no programa estadual do Partido Cidadania, marca um momento significativo na política local. Sua presença ativa reflete o crescente protagonismo feminino na administração pública da cidade.

Geanne Oliveira possui uma trajetória sólida na política conquistense. Desde 2018, tem desempenhado um papel crucial na gestão municipal, sendo mantida no cargo pela prefeita Sheila Lemos após o falecimento do ex-prefeito Herzem Gusmão. Sua liderança tem sido fundamental na implementação de programas estruturantes, como o Programa da Escola Virtual, o Começar de Novo e o Programa Governando com as Pessoas.

A fala de Geanne no evento estadual, destacando que “A Bahia que a gente sonha, começa hoje e começa com você”, ressalta a importância da participação cidadã e do empoderamento feminino na construção de uma sociedade mais justa e democrática. Essa visão está alinhada com os princípios do movimento Mais Cidadania, que busca organizar comunidades e abrir caminhos para novas lideranças.

A presença de mulheres em cargos de liderança, como a de Geanne Oliveira, é essencial para promover a equidade de gênero e fortalecer a democracia. Sua atuação demonstra que, com competência e dedicação, é possível transformar a realidade política e social de uma comunidade.

Em tempos de desafios e mudanças, é inspirador ver mulheres assumindo papéis de destaque e contribuindo ativamente para o desenvolvimento de Vitória da Conquista e da Bahia. Que a trajetória de Geanne Oliveira sirva de exemplo e incentivo para que mais mulheres participem da vida política e construam um futuro mais inclusivo e participativo para todos.

ARTIGO – O Valor da Bondade Além das Cores Políticas (Padre Carlos)

 

 

Recentemente, recebi críticas por homenagear Divaldo Franco, acusado por alguns de ser “bolsonarista”. Entendo que vivemos tempos polarizados, onde posicionamentos políticos tendem a sobrepor outras dimensões da vida. No entanto, acredito que é essencial reconhecermos as contribuições de indivíduos que dedicaram suas vidas ao bem comum, independentemente de suas preferências políticas.

Divaldo Franco foi um médium, orador e filantropo brasileiro, amplamente reconhecido por seu trabalho em prol da doutrina espírita e da assistência social. Em 1952, fundou a Mansão do Caminho, uma instituição de caridade que atende diariamente milhares de pessoas em Salvador, Bahia. Além disso, dedicou sua vida à educação e ao acolhimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.

É natural que figuras públicas, especialmente aquelas envolvidas em movimentos religiosos ou sociais, possam ter opiniões que gerem debates ou controvérsias. No entanto, ao homenagear Divaldo, o foco está em reconhecer suas ações benevolentes e o impacto positivo que teve na vida de tantas pessoas.

A espiritualidade nos ensina a olhar além das divergências e a valorizar o bem que cada indivíduo oferece ao mundo. Assim como Jesus acolheu a todos, independentemente de suas falhas ou virtudes, somos convidados a praticar a compaixão e a gratidão.

Portanto, minha homenagem a Divaldo Franco é uma expressão de reconhecimento ao amor e à dedicação que ele demonstrou ao longo de sua jornada. Celebrar essas qualidades é um ato de justiça e humanidade.

Acredito que, em vez de nos prendermos a rótulos políticos, devemos nos inspirar nas ações que promovem o bem-estar coletivo. Afinal, a verdadeira transformação social ocorre quando reconhecemos e valorizamos o amor e a compaixão em todas as suas formas.

ARTIGO – O Valor da Bondade Além das Cores Políticas (Padre Carlos)

 

 

Recentemente, recebi críticas por homenagear Divaldo Franco, acusado por alguns de ser “bolsonarista”. Entendo que vivemos tempos polarizados, onde posicionamentos políticos tendem a sobrepor outras dimensões da vida. No entanto, acredito que é essencial reconhecermos as contribuições de indivíduos que dedicaram suas vidas ao bem comum, independentemente de suas preferências políticas.

Divaldo Franco foi um médium, orador e filantropo brasileiro, amplamente reconhecido por seu trabalho em prol da doutrina espírita e da assistência social. Em 1952, fundou a Mansão do Caminho, uma instituição de caridade que atende diariamente milhares de pessoas em Salvador, Bahia. Além disso, dedicou sua vida à educação e ao acolhimento de crianças e jovens em situação de vulnerabilidade.

É natural que figuras públicas, especialmente aquelas envolvidas em movimentos religiosos ou sociais, possam ter opiniões que gerem debates ou controvérsias. No entanto, ao homenagear Divaldo, o foco está em reconhecer suas ações benevolentes e o impacto positivo que teve na vida de tantas pessoas.

A espiritualidade nos ensina a olhar além das divergências e a valorizar o bem que cada indivíduo oferece ao mundo. Assim como Jesus acolheu a todos, independentemente de suas falhas ou virtudes, somos convidados a praticar a compaixão e a gratidão.

Portanto, minha homenagem a Divaldo Franco é uma expressão de reconhecimento ao amor e à dedicação que ele demonstrou ao longo de sua jornada. Celebrar essas qualidades é um ato de justiça e humanidade.

Acredito que, em vez de nos prendermos a rótulos políticos, devemos nos inspirar nas ações que promovem o bem-estar coletivo. Afinal, a verdadeira transformação social ocorre quando reconhecemos e valorizamos o amor e a compaixão em todas as suas formas.