Política e Resenha

ARTIGO: Ampliar o número de deputados federais: uma proposta fora de sintonia com o Brasil real

 

 

Por Padre Carlos

Em meio ao cenário de crise fiscal, descrédito nas instituições e um distanciamento crescente entre representantes e representados, a possibilidade de ampliar o número de deputados federais na Câmara soa, no mínimo, como um desserviço à razoabilidade e à cidadania. Foi com a sensatez que a sociedade espera de seus líderes que o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, se posicionou contra essa proposta.

Sua declaração é mais que uma opinião isolada: é um reflexo do bom senso diante de um Congresso que já conta com 513 deputados federais — um dos maiores parlamentos do mundo, tanto em número quanto em custo. Ampliar esse contingente seria inflar ainda mais a máquina pública, sem qualquer garantia de melhora na representatividade ou na qualidade legislativa. Pelo contrário: significaria aumentar o gasto com salários, verbas de gabinete, assessores e toda a estrutura que acompanha cada mandato.

Defensores da proposta argumentam que a medida busca ajustar a representatividade proporcional ao crescimento populacional dos estados, conforme prevê a Constituição. É verdade que a defasagem da distribuição de vagas precisa ser discutida, já que estados como São Paulo e Minas Gerais têm representação subdimensionada em relação à sua população. No entanto, a solução não está em inflar o total de cadeiras, mas sim em redistribuí-las com base em critérios mais justos e atualizados.

A postura do senador Otto Alencar ganha ainda mais relevância por vir de quem preside a CCJ, instância decisiva no processo legislativo. Seu posicionamento sinaliza que há dentro do Senado vozes dispostas a barrar iniciativas que desrespeitam o contribuinte, o equilíbrio federativo e o clamor por reformas estruturais no país.

O Brasil vive um momento em que se espera contenção, eficiência e responsabilidade. Propor o aumento de parlamentares vai na contramão dessas expectativas e apenas reforça a percepção de uma classe política voltada para si mesma, desconectada das urgências do povo que representa.

Mais que nunca, é tempo de enxugar, reformar e reconectar o Legislativo com a sociedade. Ampliar o número de deputados, neste contexto, seria um passo largo — e perigoso — na direção contrária.

 

 

ARTIGO: Ampliar o número de deputados federais: uma proposta fora de sintonia com o Brasil real

 

 

Por Padre Carlos

Em meio ao cenário de crise fiscal, descrédito nas instituições e um distanciamento crescente entre representantes e representados, a possibilidade de ampliar o número de deputados federais na Câmara soa, no mínimo, como um desserviço à razoabilidade e à cidadania. Foi com a sensatez que a sociedade espera de seus líderes que o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, se posicionou contra essa proposta.

Sua declaração é mais que uma opinião isolada: é um reflexo do bom senso diante de um Congresso que já conta com 513 deputados federais — um dos maiores parlamentos do mundo, tanto em número quanto em custo. Ampliar esse contingente seria inflar ainda mais a máquina pública, sem qualquer garantia de melhora na representatividade ou na qualidade legislativa. Pelo contrário: significaria aumentar o gasto com salários, verbas de gabinete, assessores e toda a estrutura que acompanha cada mandato.

Defensores da proposta argumentam que a medida busca ajustar a representatividade proporcional ao crescimento populacional dos estados, conforme prevê a Constituição. É verdade que a defasagem da distribuição de vagas precisa ser discutida, já que estados como São Paulo e Minas Gerais têm representação subdimensionada em relação à sua população. No entanto, a solução não está em inflar o total de cadeiras, mas sim em redistribuí-las com base em critérios mais justos e atualizados.

A postura do senador Otto Alencar ganha ainda mais relevância por vir de quem preside a CCJ, instância decisiva no processo legislativo. Seu posicionamento sinaliza que há dentro do Senado vozes dispostas a barrar iniciativas que desrespeitam o contribuinte, o equilíbrio federativo e o clamor por reformas estruturais no país.

O Brasil vive um momento em que se espera contenção, eficiência e responsabilidade. Propor o aumento de parlamentares vai na contramão dessas expectativas e apenas reforça a percepção de uma classe política voltada para si mesma, desconectada das urgências do povo que representa.

Mais que nunca, é tempo de enxugar, reformar e reconectar o Legislativo com a sociedade. Ampliar o número de deputados, neste contexto, seria um passo largo — e perigoso — na direção contrária.

 

 

ARTIGO – Leão XIV: um papa americano que desafia a ultradireita com o Evangelho social

 

(Padre Carlos)

 

A eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV , o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, foi recebida com entusiasmo por muitos, mas também com desconfiança por setores ultraconservadores americanos. Figuras como Steve Bannon e Laura Loomer o rotularam de “marxista”, ecoando críticas semelhantes feitas anteriormente ao Papa Francisco por suas posições sociais . Leão XIV escolheu seu nome em homenagem a Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum , que estabeleceu as bases da Doutrina Social da Igreja. Essa doutrina defende a dignidade do trabalho, a justiça social e a intervenção do Estado em prol dos mais pobres .

Ao se alinhar com esses princípios, Leão XIV reafirma o compromisso da Igreja com os marginalizados e com a construção de uma sociedade mais justa. A reação negativa da ultradireita americana revela uma resistência a essa mensagem.

Para esses grupos, qualquer crítica ao capitalismo desenfreado ou defesa dos pobres é vista como ameaça ideológica. No entanto, a Doutrina Social da Igreja não é marxista; ela busca um equilíbrio entre os direitos individuais e o bem comum, fundamentada no Evangelho.

Leão XIV enfrenta o desafio de unir uma Igreja fragmentada e de reafirmar sua missão profética em um mundo polarizado. Sua eleição representa uma oportunidade para renovar o compromisso da Igreja com a justiça social e com os valores do Evangelho.

ARTIGO – Leão XIV: um papa americano que desafia a ultradireita com o Evangelho social

 

(Padre Carlos)

 

A eleição de Robert Francis Prevost como Papa Leão XIV , o primeiro pontífice nascido nos Estados Unidos, foi recebida com entusiasmo por muitos, mas também com desconfiança por setores ultraconservadores americanos. Figuras como Steve Bannon e Laura Loomer o rotularam de “marxista”, ecoando críticas semelhantes feitas anteriormente ao Papa Francisco por suas posições sociais . Leão XIV escolheu seu nome em homenagem a Leão XIII, autor da encíclica Rerum Novarum , que estabeleceu as bases da Doutrina Social da Igreja. Essa doutrina defende a dignidade do trabalho, a justiça social e a intervenção do Estado em prol dos mais pobres .

Ao se alinhar com esses princípios, Leão XIV reafirma o compromisso da Igreja com os marginalizados e com a construção de uma sociedade mais justa. A reação negativa da ultradireita americana revela uma resistência a essa mensagem.

Para esses grupos, qualquer crítica ao capitalismo desenfreado ou defesa dos pobres é vista como ameaça ideológica. No entanto, a Doutrina Social da Igreja não é marxista; ela busca um equilíbrio entre os direitos individuais e o bem comum, fundamentada no Evangelho.

Leão XIV enfrenta o desafio de unir uma Igreja fragmentada e de reafirmar sua missão profética em um mundo polarizado. Sua eleição representa uma oportunidade para renovar o compromisso da Igreja com a justiça social e com os valores do Evangelho.

ARTIGO – O INSS paga, o ladrão agradece e o povo aplaude?

 

(Padre Carlos)

O Brasil é mesmo um país curioso. Aqui, quem rouba dorme tranquilo, e quem paga a conta é sempre o inocente. O último espetáculo dessa tragicomédia foi protagonizado pelo INSS, que anunciou, com pompa e orgulho, que vai devolver R$ 292,7 milhões a aposentados e pensionistas vítimas de descontos indevidos feitos por associações e sindicatos. Muito bonito. Só tem um problema: o dinheiro da devolução não vai sair do bolso dos ladrões. Vai sair do bolso do próprio INSS. Ou seja: do nosso.

É isso mesmo que você leu. Roubaram os aposentados, e o governo, em vez de prender os ladrões e fazer com que devolvam o que afanaram, decide devolver ele mesmo. Tira do caixa do INSS, que já anda falido, para tapar um rombo que foi cavado por outros. Isso, claro, com o nosso dinheiro — o da sociedade que trabalha, que paga imposto, que contribui honestamente esperando um mínimo de justiça.

Os responsáveis por esse rombo? Ah, ninguém sabe direito. Foram associações, sindicatos, entidades com nomes pomposos e objetivos “nobres”, mas que, na prática, agiram como espertalhões de terno e carimbo na mão. Autorizaram descontos que muitos aposentados sequer sabiam que existiam. E como foram autorizados? Mistério. Quando muito, o idoso assinava uma ficha lá em 2003 e nem sabia o que estava assinando.

E agora? O governo diz que “vai resolver”. Como? Dando dinheiro. Mas não o dos culpados. O nosso. Isso é justiça ou é encobrimento? Porque, vamos ser sinceros, se um sujeito rouba minha carteira e o policial me devolve o dinheiro tirando do próprio bolso — ou pior, do bolso do vizinho — e deixa o ladrão solto, qual a lição? Que o crime compensa. E como compensa!

Se essas associações agiram de má-fé, que sejam responsabilizadas. Que devolvam o que pegaram, com juros e correção. Que tenham os bens bloqueados, que seus dirigentes prestem contas à Justiça, que respondam como qualquer cidadão comum responderia. O que não dá é o Estado virar babá de bandido e passar a conta para a sociedade.

Do jeito que está, o aposentado foi assaltado duas vezes. A primeira, pela mão leve dos falsos representantes. A segunda, pelo sistema que, em vez de punir os ladrões, passa o chapéu na cabeça deles e diz: “Fica tranquilo, amigo, o povo paga”.

Não é possível naturalizar esse tipo de coisa. Se deixarmos passar, amanhã roubam de novo. E aí devolvem de novo. E o ciclo segue. Com o criminoso rindo, o aposentado chorando e o governo achando bonito.

Não queremos um país onde o Estado se ajoelha diante do erro. Queremos um onde ele aponte o dedo para o culpado e diga: “Você vai pagar”. Porque senão, meu caro, não é só o dinheiro que estamos perdendo. É a vergonha na cara.

ARTIGO – O INSS paga, o ladrão agradece e o povo aplaude?

 

(Padre Carlos)

O Brasil é mesmo um país curioso. Aqui, quem rouba dorme tranquilo, e quem paga a conta é sempre o inocente. O último espetáculo dessa tragicomédia foi protagonizado pelo INSS, que anunciou, com pompa e orgulho, que vai devolver R$ 292,7 milhões a aposentados e pensionistas vítimas de descontos indevidos feitos por associações e sindicatos. Muito bonito. Só tem um problema: o dinheiro da devolução não vai sair do bolso dos ladrões. Vai sair do bolso do próprio INSS. Ou seja: do nosso.

É isso mesmo que você leu. Roubaram os aposentados, e o governo, em vez de prender os ladrões e fazer com que devolvam o que afanaram, decide devolver ele mesmo. Tira do caixa do INSS, que já anda falido, para tapar um rombo que foi cavado por outros. Isso, claro, com o nosso dinheiro — o da sociedade que trabalha, que paga imposto, que contribui honestamente esperando um mínimo de justiça.

Os responsáveis por esse rombo? Ah, ninguém sabe direito. Foram associações, sindicatos, entidades com nomes pomposos e objetivos “nobres”, mas que, na prática, agiram como espertalhões de terno e carimbo na mão. Autorizaram descontos que muitos aposentados sequer sabiam que existiam. E como foram autorizados? Mistério. Quando muito, o idoso assinava uma ficha lá em 2003 e nem sabia o que estava assinando.

E agora? O governo diz que “vai resolver”. Como? Dando dinheiro. Mas não o dos culpados. O nosso. Isso é justiça ou é encobrimento? Porque, vamos ser sinceros, se um sujeito rouba minha carteira e o policial me devolve o dinheiro tirando do próprio bolso — ou pior, do bolso do vizinho — e deixa o ladrão solto, qual a lição? Que o crime compensa. E como compensa!

Se essas associações agiram de má-fé, que sejam responsabilizadas. Que devolvam o que pegaram, com juros e correção. Que tenham os bens bloqueados, que seus dirigentes prestem contas à Justiça, que respondam como qualquer cidadão comum responderia. O que não dá é o Estado virar babá de bandido e passar a conta para a sociedade.

Do jeito que está, o aposentado foi assaltado duas vezes. A primeira, pela mão leve dos falsos representantes. A segunda, pelo sistema que, em vez de punir os ladrões, passa o chapéu na cabeça deles e diz: “Fica tranquilo, amigo, o povo paga”.

Não é possível naturalizar esse tipo de coisa. Se deixarmos passar, amanhã roubam de novo. E aí devolvem de novo. E o ciclo segue. Com o criminoso rindo, o aposentado chorando e o governo achando bonito.

Não queremos um país onde o Estado se ajoelha diante do erro. Queremos um onde ele aponte o dedo para o culpado e diga: “Você vai pagar”. Porque senão, meu caro, não é só o dinheiro que estamos perdendo. É a vergonha na cara.

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

 

Da Redação
Publicado em 10 de maio de 2025

 

 

Folha de S. Paulo
Supremo forma maioria para derrubar manobra pró-Ramagem da Câmara

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/05/moraes-vota-para-derrubar-manobra-da-camara-pro-ramagem-ao-abrir-julgamento-no-stf.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Master pede empréstimo ao FGC para cobrir dívidas de curto prazo

https://www.estadao.com.br/economia/master-pedido-fgc-linha-liquidez-credito/?srsltid=AfmBOoppqKKb8Ot59ApmJUpx9Aur1lZCtqhpmBvqW_VKMxfsdKPfSmhm

 

Zero Hora (RS)
INSS vai devolver R$ 292 milhões a aposentados até o dia 6 de junho

https://gauchazh.clicrbs.com.br/

 

Jornal do Commercio (PE)
STF forma maioria para limitar decisão da Câmara sobre golpe

https://jc.uol.com.br/politica/2025/05/09/stf-faz-maioria-para-enfrentar-decisao-da-camara-e-seguir-com-acao-do-golpe.html

 

 

Correio Braziliense
Leão XIV
Da crítica ao consumismo ao resgaste da fé

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/05/7141739-a-fe-deve-se-sobrepor-ao-dinheiro-e-ao-status-alerta-o-papa-leao-xiv.html

 

 

Folha de Pernambuco
Raquel inaugura Hospital da Mulher do Agreste

https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/raquel-tira-promessa-de-campanha-do-papel-e-entrega-obra-emblematica/50656/

 

O Dia (RJ)
INSS vai devolver R$ 292 milhões para aposentados entre maio e junho

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7053214-inss-vai-devolver-rs-2927-milhoes-para-aposentados-entre-maio-e-junho.html

 

O Globo
Com alimentos e serviços mais caros, inflação chega a sete meses fora da meta

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/09/inflacao-sobe-043percent-em-abril-ante-056percent-em-marco-diz-ibge.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Mesmo com dívida paga, 30 mil pessoas estão negativadas

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/germano-ribeiro/mais-de-30-mil-cpfs-e-cnpjs-estao-negativados-no-ceara-mesmo-com-dividas-pagas-veja-como-regularizar-1.3647930

 

Estado de Minas
Os passos de Prevost em Minas

https://www.em.com.br/gerais/2025/05/7142219-os-caminhos-por-minas-gerais-de-prevost-agora-papa-leao-xiv.html

 

A Tarde (BA)
Falta de regulamentação trava pesquisa em saúde

https://atarde.com.br/saude?d=1

 

Meia Hora (RJ)
PM do Rio terá helicóptero de guerra nas operações

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7053432-pm-do-rio-tera-helicoptero-de-guerra-black-hawk-nas-operacoes.html

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste sábado

 

 

 

Da Redação
Publicado em 10 de maio de 2025

 

 

Folha de S. Paulo
Supremo forma maioria para derrubar manobra pró-Ramagem da Câmara

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/05/moraes-vota-para-derrubar-manobra-da-camara-pro-ramagem-ao-abrir-julgamento-no-stf.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Master pede empréstimo ao FGC para cobrir dívidas de curto prazo

https://www.estadao.com.br/economia/master-pedido-fgc-linha-liquidez-credito/?srsltid=AfmBOoppqKKb8Ot59ApmJUpx9Aur1lZCtqhpmBvqW_VKMxfsdKPfSmhm

 

Zero Hora (RS)
INSS vai devolver R$ 292 milhões a aposentados até o dia 6 de junho

https://gauchazh.clicrbs.com.br/

 

Jornal do Commercio (PE)
STF forma maioria para limitar decisão da Câmara sobre golpe

https://jc.uol.com.br/politica/2025/05/09/stf-faz-maioria-para-enfrentar-decisao-da-camara-e-seguir-com-acao-do-golpe.html

 

 

Correio Braziliense
Leão XIV
Da crítica ao consumismo ao resgaste da fé

https://www.correiobraziliense.com.br/mundo/2025/05/7141739-a-fe-deve-se-sobrepor-ao-dinheiro-e-ao-status-alerta-o-papa-leao-xiv.html

 

 

Folha de Pernambuco
Raquel inaugura Hospital da Mulher do Agreste

https://www.folhape.com.br/colunistas/blogdafolha/raquel-tira-promessa-de-campanha-do-papel-e-entrega-obra-emblematica/50656/

 

O Dia (RJ)
INSS vai devolver R$ 292 milhões para aposentados entre maio e junho

https://odia.ig.com.br/economia/2025/05/7053214-inss-vai-devolver-rs-2927-milhoes-para-aposentados-entre-maio-e-junho.html

 

O Globo
Com alimentos e serviços mais caros, inflação chega a sete meses fora da meta

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/05/09/inflacao-sobe-043percent-em-abril-ante-056percent-em-marco-diz-ibge.ghtml

 

Diário do Nordeste (CE)
Mesmo com dívida paga, 30 mil pessoas estão negativadas

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/opiniao/colunistas/germano-ribeiro/mais-de-30-mil-cpfs-e-cnpjs-estao-negativados-no-ceara-mesmo-com-dividas-pagas-veja-como-regularizar-1.3647930

 

Estado de Minas
Os passos de Prevost em Minas

https://www.em.com.br/gerais/2025/05/7142219-os-caminhos-por-minas-gerais-de-prevost-agora-papa-leao-xiv.html

 

A Tarde (BA)
Falta de regulamentação trava pesquisa em saúde

https://atarde.com.br/saude?d=1

 

Meia Hora (RJ)
PM do Rio terá helicóptero de guerra nas operações

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/05/7053432-pm-do-rio-tera-helicoptero-de-guerra-black-hawk-nas-operacoes.html

 

 

Luto no Povoado Periquito Capinal: Faleceu Manoel Félix

O povoado Periquito Capinal está de luto com o falecimento de Manoel Félix, conhecido como “Neu de Falcão”, ocorrido neste sábado. Morador antigo e muito estimado na comunidade, Manoel era uma pessoa querida por todos.

Ele deixa filhos, Jeovane Félix ,Wilson,Juliana e Júnior Félix, além de ser tio do vereador Nelson de Vivi, o que demonstra sua forte ligação com a comunidade local.

O velório está sendo realizado em sua residência no povoado Periquito Capinal. O sepultamento está previsto para este domingo.

O blog Política e Resenha manifesta seu profundo pesar e se solidariza com todos os familiares e amigos neste momento de dor e saudade.

Luto no Povoado Periquito Capinal: Faleceu Manoel Félix

O povoado Periquito Capinal está de luto com o falecimento de Manoel Félix, conhecido como “Neu de Falcão”, ocorrido neste sábado. Morador antigo e muito estimado na comunidade, Manoel era uma pessoa querida por todos.

Ele deixa filhos, Jeovane Félix ,Wilson,Juliana e Júnior Félix, além de ser tio do vereador Nelson de Vivi, o que demonstra sua forte ligação com a comunidade local.

O velório está sendo realizado em sua residência no povoado Periquito Capinal. O sepultamento está previsto para este domingo.

O blog Política e Resenha manifesta seu profundo pesar e se solidariza com todos os familiares e amigos neste momento de dor e saudade.

ARTIGO – O golpe do casuísmo: Ramagem, Câmara e o truque sujo da impunidade

 

(Padre Carlos)

Quando a Constituição Federal de 1988 estabeleceu o regime democrático e o Estado de Direito como pilares inegociáveis da República, imaginava-se — ingenuamente, talvez — que os Poderes da União seriam guardiães desses princípios, e não seus algozes eventuais. O recente movimento da Câmara dos Deputados, tentando suspender a ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), revela um flerte perigoso com a deformação do sistema de freios e contrapesos. Trata-se, a rigor, de um casuísmo de péssimo gosto institucional, um gesto que beira o golpismo disfarçado de “prerrogativa parlamentar”.

Ramagem é acusado de instrumentalizar a Abin, agência de inteligência do Estado, para fins políticos e pessoais — uma prática típica de regimes de exceção, não de democracias constitucionais. Há indícios fortes de que informações sigilosas foram utilizadas para alimentar a máquina de intimidação do bolsonarismo, convertendo o Estado em um braço armado de projeto autoritário. Não se trata de uma divergência jurídica qualquer: estamos diante da suspeita de crime cometido contra o próprio regime democrático.

Ao tentar suspender a ação penal, a Câmara invoca uma interpretação grotesca do artigo 53 da Constituição, que assegura aos parlamentares imunidade por “opiniões, palavras e votos”. Ora, investigar crimes comuns cometidos antes do mandato — e em função de cargo distinto — não atinge qualquer imunidade. Mais que um erro de leitura constitucional, o gesto revela má-fé legislativa. A tentativa da Câmara é tão despropositada que escancara sua real intenção: proteger não só Ramagem, mas criar um precedente que possa blindar Jair Bolsonaro e seus aliados das múltiplas investigações em curso.

Trata-se de uma tentativa deliberada de subverter o sistema. Não é a primeira vez que a Câmara flerta com a impunidade autoconcedida. Em 2017, salvou Michel Temer de denúncia por corrupção. O mesmo se deu, antes, com Eduardo Cunha — até que a pressão da sociedade e a ação do Judiciário se impuseram. Mas o caso Ramagem é mais grave: porque parte de um Legislativo que passou a agir não como poder autônomo, mas como bunker jurídico do bolsonarismo em declínio.

Felizmente, o Supremo Tribunal Federal não hesitou. Em decisão firme, a Corte reafirmou que não cabe ao Parlamento interferir em ações penais que não atingem diretamente o exercício do mandato. A resposta do STF foi mais do que uma reação jurídica: foi uma defesa da legalidade democrática. Em tempos de inversão de valores, quando se tenta normalizar a barbárie sob a roupagem da institucionalidade, o Judiciário reafirma seu papel de garantidor da Constituição.

A democracia brasileira vive um momento de estresse contínuo. E não é de hoje. O bolsonarismo, como fenômeno político, não se contenta em disputar o poder dentro das regras do jogo: quer redesenhá-las a seu favor, como um jogador que, ao perceber que está perdendo, tenta arrancar as peças do tabuleiro. O caso Ramagem é apenas mais um capítulo dessa investida autoritária, onde a impunidade deixa de ser um erro e se transforma em método.

Que fique registrado: a tentativa da Câmara de suspender a ação penal contra Ramagem não é apenas uma afronta ao STF. É uma declaração de guerra à lógica republicana. E, por isso mesmo, deve ser repelida com a contundência de quem sabe que a Constituição não é um ornamento retórico, mas um pacto civilizatório.

ARTIGO – O golpe do casuísmo: Ramagem, Câmara e o truque sujo da impunidade

 

(Padre Carlos)

Quando a Constituição Federal de 1988 estabeleceu o regime democrático e o Estado de Direito como pilares inegociáveis da República, imaginava-se — ingenuamente, talvez — que os Poderes da União seriam guardiães desses princípios, e não seus algozes eventuais. O recente movimento da Câmara dos Deputados, tentando suspender a ação penal contra o deputado Alexandre Ramagem (PL-RJ), revela um flerte perigoso com a deformação do sistema de freios e contrapesos. Trata-se, a rigor, de um casuísmo de péssimo gosto institucional, um gesto que beira o golpismo disfarçado de “prerrogativa parlamentar”.

Ramagem é acusado de instrumentalizar a Abin, agência de inteligência do Estado, para fins políticos e pessoais — uma prática típica de regimes de exceção, não de democracias constitucionais. Há indícios fortes de que informações sigilosas foram utilizadas para alimentar a máquina de intimidação do bolsonarismo, convertendo o Estado em um braço armado de projeto autoritário. Não se trata de uma divergência jurídica qualquer: estamos diante da suspeita de crime cometido contra o próprio regime democrático.

Ao tentar suspender a ação penal, a Câmara invoca uma interpretação grotesca do artigo 53 da Constituição, que assegura aos parlamentares imunidade por “opiniões, palavras e votos”. Ora, investigar crimes comuns cometidos antes do mandato — e em função de cargo distinto — não atinge qualquer imunidade. Mais que um erro de leitura constitucional, o gesto revela má-fé legislativa. A tentativa da Câmara é tão despropositada que escancara sua real intenção: proteger não só Ramagem, mas criar um precedente que possa blindar Jair Bolsonaro e seus aliados das múltiplas investigações em curso.

Trata-se de uma tentativa deliberada de subverter o sistema. Não é a primeira vez que a Câmara flerta com a impunidade autoconcedida. Em 2017, salvou Michel Temer de denúncia por corrupção. O mesmo se deu, antes, com Eduardo Cunha — até que a pressão da sociedade e a ação do Judiciário se impuseram. Mas o caso Ramagem é mais grave: porque parte de um Legislativo que passou a agir não como poder autônomo, mas como bunker jurídico do bolsonarismo em declínio.

Felizmente, o Supremo Tribunal Federal não hesitou. Em decisão firme, a Corte reafirmou que não cabe ao Parlamento interferir em ações penais que não atingem diretamente o exercício do mandato. A resposta do STF foi mais do que uma reação jurídica: foi uma defesa da legalidade democrática. Em tempos de inversão de valores, quando se tenta normalizar a barbárie sob a roupagem da institucionalidade, o Judiciário reafirma seu papel de garantidor da Constituição.

A democracia brasileira vive um momento de estresse contínuo. E não é de hoje. O bolsonarismo, como fenômeno político, não se contenta em disputar o poder dentro das regras do jogo: quer redesenhá-las a seu favor, como um jogador que, ao perceber que está perdendo, tenta arrancar as peças do tabuleiro. O caso Ramagem é apenas mais um capítulo dessa investida autoritária, onde a impunidade deixa de ser um erro e se transforma em método.

Que fique registrado: a tentativa da Câmara de suspender a ação penal contra Ramagem não é apenas uma afronta ao STF. É uma declaração de guerra à lógica republicana. E, por isso mesmo, deve ser repelida com a contundência de quem sabe que a Constituição não é um ornamento retórico, mas um pacto civilizatório.

ARTIGO – A força de uma mãe chamada Ana

 

(Padre Carlos)

O pronunciamento da vereadora Dra. Lara Fernandes na tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta manhã, foi mais do que uma homenagem. Foi um chamado à memória coletiva, à reverência e à reflexão sobre a força invisível que sustenta este país: a mulher nordestina, mãe, trabalhadora, sobrevivente.

A parlamentar não se limitou a palavras protocolares. Fez da tribuna um altar e, com a emoção à flor da voz, consagrou dona Ana Ferreira — símbolo de milhares de mães conquistenses — como a grande homenageada desta sessão solene. O gesto, simples em aparência, foi carregado de simbolismo, justiça e verdade.

Dona Ana não é apenas uma mulher de 85 anos com uma história que impressiona pela matemática dos seus frutos — 18 filhos, 51 netos, 24 bisnetos. Ela é a representação viva da resistência que brota do sertão. Mulher que lavrou a terra, pariu em silêncio, alimentou com fé e criou com mãos calejadas e espírito invencível.

Quando Lara Fernandes diz que lembra das próprias avós ao olhar para Ana, está nos revelando um caminho de raízes, uma genealogia do afeto, da resiliência e da fé. As mulheres da sua vida — e da vida de tantas outras famílias nordestinas — são aquelas que ensinam, desde cedo, que a pobreza material não define o destino de ninguém. O que transforma a vida, no sertão ou na cidade, é a dignidade com que se pisa o chão da existência.

A vereadora fez mais do que um discurso: traçou um mapa afetivo e político que nos lembra quem são as verdadeiras fundadoras da nossa sociedade. Mães que educaram sem escola, que cuidaram sem SUS, que amaram sem tempo. Mães que, mesmo em luto, como a sua própria mãe aos 19 anos, seguiram em frente com o colo cheio e a alma firme.

Vitória da Conquista tem muitas mães como Ana. Invisíveis aos olhos da burocracia, mas fundamentais ao tecido moral da cidade. A homenagem de hoje, feita por uma mulher que também é filha, mãe e médica, resgatou uma verdade essencial: o Brasil real começa no útero das guerreiras que desafiam a morte com o poder da vida.

A vereadora não apenas homenageou sua mãe, suas avós e dona Ana — ela homenageou a história inteira do sertão, onde a resistência se mede em silêncio, coragem e amor. Em tempos de tanta superficialidade, ouvir da tribuna palavras tão enraizadas na verdade do povo foi um alívio, quase uma prece.

ARTIGO – A força de uma mãe chamada Ana

 

(Padre Carlos)

O pronunciamento da vereadora Dra. Lara Fernandes na tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta manhã, foi mais do que uma homenagem. Foi um chamado à memória coletiva, à reverência e à reflexão sobre a força invisível que sustenta este país: a mulher nordestina, mãe, trabalhadora, sobrevivente.

A parlamentar não se limitou a palavras protocolares. Fez da tribuna um altar e, com a emoção à flor da voz, consagrou dona Ana Ferreira — símbolo de milhares de mães conquistenses — como a grande homenageada desta sessão solene. O gesto, simples em aparência, foi carregado de simbolismo, justiça e verdade.

Dona Ana não é apenas uma mulher de 85 anos com uma história que impressiona pela matemática dos seus frutos — 18 filhos, 51 netos, 24 bisnetos. Ela é a representação viva da resistência que brota do sertão. Mulher que lavrou a terra, pariu em silêncio, alimentou com fé e criou com mãos calejadas e espírito invencível.

Quando Lara Fernandes diz que lembra das próprias avós ao olhar para Ana, está nos revelando um caminho de raízes, uma genealogia do afeto, da resiliência e da fé. As mulheres da sua vida — e da vida de tantas outras famílias nordestinas — são aquelas que ensinam, desde cedo, que a pobreza material não define o destino de ninguém. O que transforma a vida, no sertão ou na cidade, é a dignidade com que se pisa o chão da existência.

A vereadora fez mais do que um discurso: traçou um mapa afetivo e político que nos lembra quem são as verdadeiras fundadoras da nossa sociedade. Mães que educaram sem escola, que cuidaram sem SUS, que amaram sem tempo. Mães que, mesmo em luto, como a sua própria mãe aos 19 anos, seguiram em frente com o colo cheio e a alma firme.

Vitória da Conquista tem muitas mães como Ana. Invisíveis aos olhos da burocracia, mas fundamentais ao tecido moral da cidade. A homenagem de hoje, feita por uma mulher que também é filha, mãe e médica, resgatou uma verdade essencial: o Brasil real começa no útero das guerreiras que desafiam a morte com o poder da vida.

A vereadora não apenas homenageou sua mãe, suas avós e dona Ana — ela homenageou a história inteira do sertão, onde a resistência se mede em silêncio, coragem e amor. Em tempos de tanta superficialidade, ouvir da tribuna palavras tão enraizadas na verdade do povo foi um alívio, quase uma prece.

Vereadora Cris Rocha emociona ao homenagear mães conquistenses na Câmara Municipal

 

 

 

Em sessão especial realizada na manhã desta sexta-feira, 9 de maio, a vereadora Cris Rocha usou a tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista para fazer uma emocionante homenagem às mães, em antecipação ao Dia das Mães, que será celebrado no próximo domingo.

Em seu discurso, a parlamentar destacou não apenas a importância da data comemorativa, mas também os diversos desafios enfrentados pelas mães conquistenses em seu cotidiano, reforçando seu compromisso com políticas públicas voltadas à maternidade.

“É com coração cheio de gratidão que uso essa tribuna nesta sessão tão significativa para prestar homenagem àquelas que são verdadeiramente o alicerce da nossa sociedade, as mães”, iniciou a vereadora, que aproveitou o momento para homenagear sua própria mãe, Lúcia Rocha, presente na sessão.

Compromisso com políticas públicas

Em um discurso que foi além das congratulações habituais, Cris Rocha abordou problemas concretos enfrentados pelas mães da cidade: a falta de creches, as dificuldades de acesso à saúde e o sacrifício que muitas fazem ao renunciar sonhos pessoais em favor dos filhos.

“Eu conheço a realidade de muitas de vocês, mães que saem cedo para trabalhar e que não têm onde deixar os seus filhos, mães que enfrentam filas em postos de saúde e muitas vezes sem conseguir o atendimento adequado”, afirmou a vereadora, demonstrando conhecimento das dificuldades cotidianas.

A parlamentar reforçou seu compromisso com o fortalecimento de políticas públicas municipais que ofereçam suporte real às mães conquistenses, destacando a necessidade de:

  • Acesso a pré-natal de qualidade
  • Ampliação da oferta de creches
  • Programas de apoio à amamentação
  • Melhoria nos serviços de saúde pública
  • Atenção especial às “mães atípicas”, que cuidam de filhos com necessidades especiais

“Cuidar de quem cuida”

Um dos pontos mais aplaudidos do discurso foi quando a vereadora enfatizou que “mãe também precisa ser cuidada”, ressaltando que o cuidado com as cuidadoras deve ser uma prioridade do poder público.

“Que o Dia das Mães não seja comemorado apenas com flores, mas com políticas públicas que melhorem de fato a vida das mulheres e das famílias”, defendeu Cris Rocha, recebendo apoio dos presentes.

Encerrando seu pronunciamento com uma referência à sua fé, a vereadora lembrou de Maria, mãe de Jesus, pedindo que ela interceda especialmente pelas mães que sofrem, pelas que perderam filhos e pelas que lutam diariamente por um futuro melhor para suas famílias.

A sessão especial contou com a presença de diversas mães da comunidade, além de outros vereadores e autoridades locais, reforçando a importância do tema para a cidade de Vitória da Conquista.

Vereadora Cris Rocha emociona ao homenagear mães conquistenses na Câmara Municipal

 

 

 

Em sessão especial realizada na manhã desta sexta-feira, 9 de maio, a vereadora Cris Rocha usou a tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista para fazer uma emocionante homenagem às mães, em antecipação ao Dia das Mães, que será celebrado no próximo domingo.

Em seu discurso, a parlamentar destacou não apenas a importância da data comemorativa, mas também os diversos desafios enfrentados pelas mães conquistenses em seu cotidiano, reforçando seu compromisso com políticas públicas voltadas à maternidade.

“É com coração cheio de gratidão que uso essa tribuna nesta sessão tão significativa para prestar homenagem àquelas que são verdadeiramente o alicerce da nossa sociedade, as mães”, iniciou a vereadora, que aproveitou o momento para homenagear sua própria mãe, Lúcia Rocha, presente na sessão.

Compromisso com políticas públicas

Em um discurso que foi além das congratulações habituais, Cris Rocha abordou problemas concretos enfrentados pelas mães da cidade: a falta de creches, as dificuldades de acesso à saúde e o sacrifício que muitas fazem ao renunciar sonhos pessoais em favor dos filhos.

“Eu conheço a realidade de muitas de vocês, mães que saem cedo para trabalhar e que não têm onde deixar os seus filhos, mães que enfrentam filas em postos de saúde e muitas vezes sem conseguir o atendimento adequado”, afirmou a vereadora, demonstrando conhecimento das dificuldades cotidianas.

A parlamentar reforçou seu compromisso com o fortalecimento de políticas públicas municipais que ofereçam suporte real às mães conquistenses, destacando a necessidade de:

  • Acesso a pré-natal de qualidade
  • Ampliação da oferta de creches
  • Programas de apoio à amamentação
  • Melhoria nos serviços de saúde pública
  • Atenção especial às “mães atípicas”, que cuidam de filhos com necessidades especiais

“Cuidar de quem cuida”

Um dos pontos mais aplaudidos do discurso foi quando a vereadora enfatizou que “mãe também precisa ser cuidada”, ressaltando que o cuidado com as cuidadoras deve ser uma prioridade do poder público.

“Que o Dia das Mães não seja comemorado apenas com flores, mas com políticas públicas que melhorem de fato a vida das mulheres e das famílias”, defendeu Cris Rocha, recebendo apoio dos presentes.

Encerrando seu pronunciamento com uma referência à sua fé, a vereadora lembrou de Maria, mãe de Jesus, pedindo que ela interceda especialmente pelas mães que sofrem, pelas que perderam filhos e pelas que lutam diariamente por um futuro melhor para suas famílias.

A sessão especial contou com a presença de diversas mães da comunidade, além de outros vereadores e autoridades locais, reforçando a importância do tema para a cidade de Vitória da Conquista.

ARTIGO – Amigo não é coisa e se guarda no coração (Padre Carlos)

 

 

Amigo não é coisa, e se guarda no coração – e não é só uma frase bonita, é uma constatação que os anos gravam no peito com caligrafia firme e traços de saudade.

Hoje, pergunto a mim mesmo: quantos amigos, de fato, me acompanham? Poucos. Os dedos de uma mão parecem sobrar, e mesmo assim, cada um desses é um relicário, uma joia que resistiu às tempestades, ao tempo, ao silêncio das ausências.

Passei a catalogar, como um velho bibliotecário da alma, as amizades de cada fase da vida. Os amigos da infância, da Pituba – quando ainda era um balneário sonolento e elegante da classe média soteropolitana. Onde andará aquele menino com quem dividia as tardes de verão, o jogo de bola na areia, os segredos que só a inocência conhece?

Na juventude, outros rostos me guiaram. Aquele que me empurrou, com palavras e coragem, para os primeiros passos na militância política. Os companheiros das noites mal dormidas nas reuniões da Pastoral Operária, a militância nos anos de chumbo, no calor transformador do Nordeste de Amaralina. E ainda os irmãos do seminário de Filosofia em Vitória da Conquista, e depois, os da Teologia em Belo Horizonte – cada um com sua partitura no grande concerto da minha formação.

As cidades mudaram, os bairros ficaram para trás, e as cartas deixaram de chegar. Não havia internet, nem e-mail, nem um simples telefone para segurar os vínculos. Hoje, com um toque no celular posso ver o rosto de quem está do outro lado do mundo – mas isso não basta para reacender o calor de uma amizade que se vivia nos gestos, nas partilhas de mesa e de sonhos.

O tempo não apagou esses amigos, mas os tornou saudade. Alguns reapareceram na maré das redes sociais, mas a conexão era fria, como se a lembrança não bastasse para reacender a chama. Outros silenciaram. Não por falta de carinho, talvez por excesso de vida. Mudamos todos – e não somos mais os que fomos.

Foi então que percebi: há os amigos que se vivem, e os que se guardam. E esses últimos, ainda que não estejam aqui, caminham comigo em memórias acesas.

Os “amigos” virtuais se multiplicam com cliques. Mas amizades verdadeiras não nascem de curtidas. Precisam de tempo, de verdade, de convivência. E quando existem, sobrevivem ao que for – ao tempo, à distância, às mudanças.

Ainda cultivo novos laços em Vitória da Conquista, onde a vida madura me presenteia com presenças fiéis. Aqui, as amizades não são contadas em números, mas em gestos. E talvez, a beleza de tudo isso seja justamente essa: saber que mesmo poucos, os verdadeiros amigos são tudo – e, de fato, não são coisa. São alma. São coração.

Amigo…

Amigo não é coisa.

Amigo se guarda… no coração.

E não se trata de uma frase bonita.

É uma constatação daquelas que a vida escreve devagar…
Como quem entalha com cuidado as certezas que o tempo não apaga.

Me pergunto:
Quantos amigos eu realmente tenho?
Poucos. Muito poucos.
Os dedos de uma mão, talvez…
Mas cada um deles é um relicário de afeto.

A vida me levou por tantos caminhos.
Salvador, Vitória da Conquista, seminários, militâncias, ruas e silêncios.
Amigos ficaram…
Outros, partiram com o vento.

E havia um tempo em que a amizade morava nas cartas,
No banco da praça,
No pão dividido ao meio.

Hoje…
Basta um clique para ter mil “amigos”.

Mas amizade verdadeira não nasce com um “aceitar solicitação”.
Ela nasce nos gestos, nas ausências que doem,
Nos reencontros que emocionam.

Alguns desses reencontros, confesso…
Vieram pelas redes sociais.
Mas foram frios. Distantes.
Como se o tempo tivesse congelado aquilo que foi tão vivo.

Tentei reacender amizades antigas.
Recebi silêncio.
E compreendi…
Que nem sempre a memória basta para manter vivo o laço.

Ainda assim, guardo todos.

Os da Pituba ensolarada,
Os dos porões da militância,
Os das manhãs filosóficas,
E os das tardes teológicas…

Cada um mora aqui, em algum canto do peito.

Hoje, celebro os que ainda estão.
Os poucos — mas inteiros.
Os que não precisam estar presentes para serem presença.

Porque amigo, meu caro…
Amigo de verdade…
Não é número.
É vínculo.

E por isso mesmo,
Não é coisa.

É alma.
É eternidade.

E se guarda…
No coração.

 

 

ARTIGO – Amigo não é coisa e se guarda no coração (Padre Carlos)

 

 

Amigo não é coisa, e se guarda no coração – e não é só uma frase bonita, é uma constatação que os anos gravam no peito com caligrafia firme e traços de saudade.

Hoje, pergunto a mim mesmo: quantos amigos, de fato, me acompanham? Poucos. Os dedos de uma mão parecem sobrar, e mesmo assim, cada um desses é um relicário, uma joia que resistiu às tempestades, ao tempo, ao silêncio das ausências.

Passei a catalogar, como um velho bibliotecário da alma, as amizades de cada fase da vida. Os amigos da infância, da Pituba – quando ainda era um balneário sonolento e elegante da classe média soteropolitana. Onde andará aquele menino com quem dividia as tardes de verão, o jogo de bola na areia, os segredos que só a inocência conhece?

Na juventude, outros rostos me guiaram. Aquele que me empurrou, com palavras e coragem, para os primeiros passos na militância política. Os companheiros das noites mal dormidas nas reuniões da Pastoral Operária, a militância nos anos de chumbo, no calor transformador do Nordeste de Amaralina. E ainda os irmãos do seminário de Filosofia em Vitória da Conquista, e depois, os da Teologia em Belo Horizonte – cada um com sua partitura no grande concerto da minha formação.

As cidades mudaram, os bairros ficaram para trás, e as cartas deixaram de chegar. Não havia internet, nem e-mail, nem um simples telefone para segurar os vínculos. Hoje, com um toque no celular posso ver o rosto de quem está do outro lado do mundo – mas isso não basta para reacender o calor de uma amizade que se vivia nos gestos, nas partilhas de mesa e de sonhos.

O tempo não apagou esses amigos, mas os tornou saudade. Alguns reapareceram na maré das redes sociais, mas a conexão era fria, como se a lembrança não bastasse para reacender a chama. Outros silenciaram. Não por falta de carinho, talvez por excesso de vida. Mudamos todos – e não somos mais os que fomos.

Foi então que percebi: há os amigos que se vivem, e os que se guardam. E esses últimos, ainda que não estejam aqui, caminham comigo em memórias acesas.

Os “amigos” virtuais se multiplicam com cliques. Mas amizades verdadeiras não nascem de curtidas. Precisam de tempo, de verdade, de convivência. E quando existem, sobrevivem ao que for – ao tempo, à distância, às mudanças.

Ainda cultivo novos laços em Vitória da Conquista, onde a vida madura me presenteia com presenças fiéis. Aqui, as amizades não são contadas em números, mas em gestos. E talvez, a beleza de tudo isso seja justamente essa: saber que mesmo poucos, os verdadeiros amigos são tudo – e, de fato, não são coisa. São alma. São coração.

Amigo…

Amigo não é coisa.

Amigo se guarda… no coração.

E não se trata de uma frase bonita.

É uma constatação daquelas que a vida escreve devagar…
Como quem entalha com cuidado as certezas que o tempo não apaga.

Me pergunto:
Quantos amigos eu realmente tenho?
Poucos. Muito poucos.
Os dedos de uma mão, talvez…
Mas cada um deles é um relicário de afeto.

A vida me levou por tantos caminhos.
Salvador, Vitória da Conquista, seminários, militâncias, ruas e silêncios.
Amigos ficaram…
Outros, partiram com o vento.

E havia um tempo em que a amizade morava nas cartas,
No banco da praça,
No pão dividido ao meio.

Hoje…
Basta um clique para ter mil “amigos”.

Mas amizade verdadeira não nasce com um “aceitar solicitação”.
Ela nasce nos gestos, nas ausências que doem,
Nos reencontros que emocionam.

Alguns desses reencontros, confesso…
Vieram pelas redes sociais.
Mas foram frios. Distantes.
Como se o tempo tivesse congelado aquilo que foi tão vivo.

Tentei reacender amizades antigas.
Recebi silêncio.
E compreendi…
Que nem sempre a memória basta para manter vivo o laço.

Ainda assim, guardo todos.

Os da Pituba ensolarada,
Os dos porões da militância,
Os das manhãs filosóficas,
E os das tardes teológicas…

Cada um mora aqui, em algum canto do peito.

Hoje, celebro os que ainda estão.
Os poucos — mas inteiros.
Os que não precisam estar presentes para serem presença.

Porque amigo, meu caro…
Amigo de verdade…
Não é número.
É vínculo.

E por isso mesmo,
Não é coisa.

É alma.
É eternidade.

E se guarda…
No coração.

 

 

A Bahia Abandonada: O Retrato da Negligência Política e da Disparidade Regional

 

 

É com profunda indignação cívica que escrevo este artigo após presenciar o lamentável espetáculo que foi a audiência pública em Vitória da Conquista. Como cidadãos baianos, estamos à deriva em um mar de promessas vazias, representação política insuficiente e infraestrutura abandonada, enquanto assistimos estados vizinhos, como Pernambuco, receberem tratamento privilegiado na distribuição de recursos e atenção política.

O caso da ViaBahia é emblemático dessa triste realidade. Em 2020, o então Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, visitou nosso estado e apontou que a concessionária havia executado apenas 30% das obras previstas, deixando de realizar 441 km de duplicação, apesar de ter arrecadado impressionantes 90% dos recursos previstos no plano de negócio. Uma situação absolutamente inaceitável!

Mas onde estavam nossos representantes quando essa batalha precisava ser travada? Que pressão efetiva o então governador Rui Costa exerceu para resolver essa situação escandalosa? Quais deputados baianos ergueram suas vozes junto ao Ministério para exigir o fim de uma concessão que claramente não cumpria seu papel? O silêncio ensurdecedor que se seguiu diz muito sobre o abismo de representatividade que enfrentamos.

Em contraste gritante, observemos Petrolina, em Pernambuco. A cidade recebeu três duplicações de BRs em trechos urbanos, viabilizadas pelo empenho direto de seus parlamentares. O deputado Fernando Bezerra Filho não apenas conseguiu R$ 109 milhões para obras – com o DNIT complementando apenas R$ 24 milhões – como ainda demonstra o zelo de trabalhar para que uma delas seja entregue no aniversário da cidade. Isso é representação política de verdade!

Mais absurdo ainda é constatar que a duplicação da ponte de Juazeiro, município baiano, só está ocorrendo graças à pressão dos parlamentares de Petrolina! A metade pernambucana da ponte já está duplicada há 15 anos, enquanto a parte baiana permaneceu esquecida até que os pernambucanos se movimentassem – não por amor à Bahia, mas porque a situação prejudicava seus próprios cidadãos.

E quando o ministro Tarcísio esteve na Bahia tentando suspender o contrato com a ViaBahia, não encontrou apoio significativo entre nossas lideranças. Agora, esses mesmos políticos “cantam de galo” por terem cancelado o contrato, após acordarem uma indenização bilionária sem disputa judicial que onera ainda mais os cofres públicos. É revoltante!

A audiência pública em Vitória da Conquista foi o ápice dessa vergonha. Empresários comprometidos com o desenvolvimento regional, como Zé Maria Caires, foram marginalizados, convidados a falar apenas no final, quando o público já havia se dispersado. Esta atitude demonstra o desprezo pelos verdadeiros interessados no progresso da região.

Não podemos continuar aceitando essa disparidade regional e essa apatia política como normais. A Bahia, com sua história, cultura e importância econômica, merece representantes que lutem verdadeiramente por seus interesses, que fiscalizem contratos, que cobrem resultados e que não se intimidem diante do poder econômico.

Precisamos urgentemente de uma renovação na representação política baiana. Não representantes que aparecem apenas em períodos eleitorais, mas lideranças comprometidas com resultados concretos, como vemos em estados vizinhos. Precisamos de parlamentares que entendam que sua função é defender os interesses de seus eleitores, não apenas ocupar cadeiras em Brasília ou Salvador.

Este não é um chamado à divisão regional, mas sim à igualdade de tratamento. É inadmissível que, em um país tão desigual como o Brasil, vejamos disparidades tão gritantes no tratamento de estados da mesma região. Se Pernambuco consegue obter recursos e realizar obras, por que a Bahia não pode?

A audiência pública deveria ter sido um espaço de diálogo e construção coletiva, mas tornou-se mais um símbolo do abismo de representatividade que enfrentamos. Contudo, nossa indignação não pode se limitar à crítica – ela deve se transformar em ação cidadã, em cobrança constante, em participação ativa nos espaços de decisão.

Não desistiremos da Bahia. Nosso estado merece infraestrutura de qualidade, representação política comprometida e desenvolvimento regional equilibrado. A transformação começa pelo despertar da consciência cívica e pela exigência coletiva de nossos direitos. A Bahia não é menor que nenhum outro estado e não aceitaremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe.

É hora de transformar essa indignação em movimento, essa frustração em organização e essa desilusão em propósito. O futuro da Bahia depende da nossa capacidade de exigir respeito, comprometimento e resultados de quem elegemos para nos representar. Esta não é apenas uma batalha por obras ou recursos, mas por dignidade política e cidadã.

 

Lara Fernandes

Vereadora de Vitória da Conquista, Bahia

A Bahia Abandonada: O Retrato da Negligência Política e da Disparidade Regional

 

 

É com profunda indignação cívica que escrevo este artigo após presenciar o lamentável espetáculo que foi a audiência pública em Vitória da Conquista. Como cidadãos baianos, estamos à deriva em um mar de promessas vazias, representação política insuficiente e infraestrutura abandonada, enquanto assistimos estados vizinhos, como Pernambuco, receberem tratamento privilegiado na distribuição de recursos e atenção política.

O caso da ViaBahia é emblemático dessa triste realidade. Em 2020, o então Ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, visitou nosso estado e apontou que a concessionária havia executado apenas 30% das obras previstas, deixando de realizar 441 km de duplicação, apesar de ter arrecadado impressionantes 90% dos recursos previstos no plano de negócio. Uma situação absolutamente inaceitável!

Mas onde estavam nossos representantes quando essa batalha precisava ser travada? Que pressão efetiva o então governador Rui Costa exerceu para resolver essa situação escandalosa? Quais deputados baianos ergueram suas vozes junto ao Ministério para exigir o fim de uma concessão que claramente não cumpria seu papel? O silêncio ensurdecedor que se seguiu diz muito sobre o abismo de representatividade que enfrentamos.

Em contraste gritante, observemos Petrolina, em Pernambuco. A cidade recebeu três duplicações de BRs em trechos urbanos, viabilizadas pelo empenho direto de seus parlamentares. O deputado Fernando Bezerra Filho não apenas conseguiu R$ 109 milhões para obras – com o DNIT complementando apenas R$ 24 milhões – como ainda demonstra o zelo de trabalhar para que uma delas seja entregue no aniversário da cidade. Isso é representação política de verdade!

Mais absurdo ainda é constatar que a duplicação da ponte de Juazeiro, município baiano, só está ocorrendo graças à pressão dos parlamentares de Petrolina! A metade pernambucana da ponte já está duplicada há 15 anos, enquanto a parte baiana permaneceu esquecida até que os pernambucanos se movimentassem – não por amor à Bahia, mas porque a situação prejudicava seus próprios cidadãos.

E quando o ministro Tarcísio esteve na Bahia tentando suspender o contrato com a ViaBahia, não encontrou apoio significativo entre nossas lideranças. Agora, esses mesmos políticos “cantam de galo” por terem cancelado o contrato, após acordarem uma indenização bilionária sem disputa judicial que onera ainda mais os cofres públicos. É revoltante!

A audiência pública em Vitória da Conquista foi o ápice dessa vergonha. Empresários comprometidos com o desenvolvimento regional, como Zé Maria Caires, foram marginalizados, convidados a falar apenas no final, quando o público já havia se dispersado. Esta atitude demonstra o desprezo pelos verdadeiros interessados no progresso da região.

Não podemos continuar aceitando essa disparidade regional e essa apatia política como normais. A Bahia, com sua história, cultura e importância econômica, merece representantes que lutem verdadeiramente por seus interesses, que fiscalizem contratos, que cobrem resultados e que não se intimidem diante do poder econômico.

Precisamos urgentemente de uma renovação na representação política baiana. Não representantes que aparecem apenas em períodos eleitorais, mas lideranças comprometidas com resultados concretos, como vemos em estados vizinhos. Precisamos de parlamentares que entendam que sua função é defender os interesses de seus eleitores, não apenas ocupar cadeiras em Brasília ou Salvador.

Este não é um chamado à divisão regional, mas sim à igualdade de tratamento. É inadmissível que, em um país tão desigual como o Brasil, vejamos disparidades tão gritantes no tratamento de estados da mesma região. Se Pernambuco consegue obter recursos e realizar obras, por que a Bahia não pode?

A audiência pública deveria ter sido um espaço de diálogo e construção coletiva, mas tornou-se mais um símbolo do abismo de representatividade que enfrentamos. Contudo, nossa indignação não pode se limitar à crítica – ela deve se transformar em ação cidadã, em cobrança constante, em participação ativa nos espaços de decisão.

Não desistiremos da Bahia. Nosso estado merece infraestrutura de qualidade, representação política comprometida e desenvolvimento regional equilibrado. A transformação começa pelo despertar da consciência cívica e pela exigência coletiva de nossos direitos. A Bahia não é menor que nenhum outro estado e não aceitaremos mais ser tratados como cidadãos de segunda classe.

É hora de transformar essa indignação em movimento, essa frustração em organização e essa desilusão em propósito. O futuro da Bahia depende da nossa capacidade de exigir respeito, comprometimento e resultados de quem elegemos para nos representar. Esta não é apenas uma batalha por obras ou recursos, mas por dignidade política e cidadã.

 

Lara Fernandes

Vereadora de Vitória da Conquista, Bahia