Política e Resenha

​Bahia faz história no Allianz: Kayky brilha nos acréscimos e Tricolor vence Palmeiras

 

Na noite deste domingo, 27 de abril de 2025, o Bahia protagonizou um capítulo memorável no Allianz Parque, ao vencer o Palmeiras por 1 a 0, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O gol solitário, marcado por Kayky nos acréscimos do segundo tempo, não apenas garantiu os três pontos ao Tricolor, mas também encerrou um jejum de 13 anos sem vencer o Verdão fora de casa .​

Um triunfo histórico

O confronto foi marcado por equilíbrio e intensidade desde os primeiros minutos. O Bahia, sob o comando de Rogério Ceni, mostrou organização tática e soube neutralizar as investidas do Palmeiras, que vinha de uma sequência de sete vitórias consecutivas na temporada. Aos 45 minutos do segundo tempo, Kayky tabelou com Cauly, invadiu a área e, com frieza, finalizou por cima do goleiro Weverton, selando a vitória histórica .​

Impacto na tabela

Com o resultado, o Bahia alcançou sua terceira vitória consecutiva na temporada, somando nove pontos e ocupando a sétima posição na tabela do Brasileirão. O Palmeiras, por sua vez, permaneceu com 13 pontos e perdeu a liderança para o Flamengo, que venceu o Corinthians por 4 a 0 .​

Próximos desafios

O Bahia volta a campo no próximo sábado, 3 de maio, às 21h, na Arena Fonte Nova, onde enfrentará o Botafogo pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Antes disso, o Tricolor tem compromisso pela Copa do Brasil, enfrentando o Paysandu na quarta-feira, 30 de abril, às 21h30, no Mangueirão, pelo jogo de ida da terceira fase .​

Este triunfo no Allianz Parque representa não apenas três pontos na tabela, mas também um marco na trajetória do Bahia, que demonstra evolução e ambição sob a liderança de Rogério Ceni. A vitória sobre o Palmeiras, em pleno Allianz Parque, é um sinal claro de que o Esquadrão de Aço está pronto para alçar voos mais altos nesta temporada.

​Bahia faz história no Allianz: Kayky brilha nos acréscimos e Tricolor vence Palmeiras

 

Na noite deste domingo, 27 de abril de 2025, o Bahia protagonizou um capítulo memorável no Allianz Parque, ao vencer o Palmeiras por 1 a 0, em jogo válido pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro. O gol solitário, marcado por Kayky nos acréscimos do segundo tempo, não apenas garantiu os três pontos ao Tricolor, mas também encerrou um jejum de 13 anos sem vencer o Verdão fora de casa .​

Um triunfo histórico

O confronto foi marcado por equilíbrio e intensidade desde os primeiros minutos. O Bahia, sob o comando de Rogério Ceni, mostrou organização tática e soube neutralizar as investidas do Palmeiras, que vinha de uma sequência de sete vitórias consecutivas na temporada. Aos 45 minutos do segundo tempo, Kayky tabelou com Cauly, invadiu a área e, com frieza, finalizou por cima do goleiro Weverton, selando a vitória histórica .​

Impacto na tabela

Com o resultado, o Bahia alcançou sua terceira vitória consecutiva na temporada, somando nove pontos e ocupando a sétima posição na tabela do Brasileirão. O Palmeiras, por sua vez, permaneceu com 13 pontos e perdeu a liderança para o Flamengo, que venceu o Corinthians por 4 a 0 .​

Próximos desafios

O Bahia volta a campo no próximo sábado, 3 de maio, às 21h, na Arena Fonte Nova, onde enfrentará o Botafogo pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. Antes disso, o Tricolor tem compromisso pela Copa do Brasil, enfrentando o Paysandu na quarta-feira, 30 de abril, às 21h30, no Mangueirão, pelo jogo de ida da terceira fase .​

Este triunfo no Allianz Parque representa não apenas três pontos na tabela, mas também um marco na trajetória do Bahia, que demonstra evolução e ambição sob a liderança de Rogério Ceni. A vitória sobre o Palmeiras, em pleno Allianz Parque, é um sinal claro de que o Esquadrão de Aço está pronto para alçar voos mais altos nesta temporada.

ARTIGO – O Conclave da Naftalina: O Despertar Conservador no Vaticano (Padre Carlos)

 

 

A morte do Papa Francisco foi mais do que o fim de um pontificado: foi o estopim de uma batalha silenciosa que há anos fermentava nos bastidores da Igreja. Com sua partida, a ala tradicionalista encontrou o terreno fértil para emergir com força e bradar por um retorno aos moldes clássicos da Cristandade. Não se trata apenas de nostalgia, mas de uma ofensiva organizada, articulada em torno de símbolos, ritos e discursos que evocam o odor da naftalina — reminiscências de um tempo que muitos julgam superado, mas que outros anseiam ressuscitar.

Nos corredores discretos do Vaticano, encontros e publicações deixam claro o objetivo: interromper a marcha reformista iniciada por Francisco. O cardeal Gerhard Müller tornou-se o rosto mais visível dessa insurgência. Em entrevista contundente, ele resume o sentimento conservador: o capítulo aberto por Francisco precisa ser encerrado. Para Müller, a Igreja deve voltar ao que chama de “ortodoxia” — uma ortodoxia que, aos olhos de muitos, parece mais uma tentativa de congelar a Igreja em um tempo anterior ao Concílio Vaticano II.

A advertência de Müller contra a eleição de um “Papa herege” não é apenas retórica religiosa: é uma senha para o futuro conclave. Em suas palavras ressoam medos e esperanças: teme-se um Papa que dialogue com o mundo moderno; sonha-se com um pontífice que resista a qualquer ventania cultural. A narrativa de Müller inverte a lógica comum: aqui, o perigo não é o conservadorismo, mas a abertura.

Entretanto, por mais que Müller e outros tradicionalistas ergam sua bandeira, a realidade é complexa. Francisco nomeou cerca de 80% dos cardeais eleitores. Isso não garante a continuidade de seu projeto, mas torna a reversão conservadora mais difícil do que parece. Ainda assim, o bloco minoritário que se organiza nos bastidores pode exercer influência desproporcional, sobretudo se conseguir mobilizar o medo de uma ruptura doutrinária.

O aroma de naftalina que hoje impregna Roma não é apenas um cheiro de passado: é um alerta. A Igreja, diante de seu próximo conclave, precisa decidir se olhará para frente ou para trás. Se será fiel ao espírito vivo do Evangelho no mundo contemporâneo ou se se refugiará em fórmulas fossilizadas. O futuro de bilhões de católicos, e a própria relevância da Igreja no século XXI, dependem dessa escolha.

ARTIGO – O Conclave da Naftalina: O Despertar Conservador no Vaticano (Padre Carlos)

 

 

A morte do Papa Francisco foi mais do que o fim de um pontificado: foi o estopim de uma batalha silenciosa que há anos fermentava nos bastidores da Igreja. Com sua partida, a ala tradicionalista encontrou o terreno fértil para emergir com força e bradar por um retorno aos moldes clássicos da Cristandade. Não se trata apenas de nostalgia, mas de uma ofensiva organizada, articulada em torno de símbolos, ritos e discursos que evocam o odor da naftalina — reminiscências de um tempo que muitos julgam superado, mas que outros anseiam ressuscitar.

Nos corredores discretos do Vaticano, encontros e publicações deixam claro o objetivo: interromper a marcha reformista iniciada por Francisco. O cardeal Gerhard Müller tornou-se o rosto mais visível dessa insurgência. Em entrevista contundente, ele resume o sentimento conservador: o capítulo aberto por Francisco precisa ser encerrado. Para Müller, a Igreja deve voltar ao que chama de “ortodoxia” — uma ortodoxia que, aos olhos de muitos, parece mais uma tentativa de congelar a Igreja em um tempo anterior ao Concílio Vaticano II.

A advertência de Müller contra a eleição de um “Papa herege” não é apenas retórica religiosa: é uma senha para o futuro conclave. Em suas palavras ressoam medos e esperanças: teme-se um Papa que dialogue com o mundo moderno; sonha-se com um pontífice que resista a qualquer ventania cultural. A narrativa de Müller inverte a lógica comum: aqui, o perigo não é o conservadorismo, mas a abertura.

Entretanto, por mais que Müller e outros tradicionalistas ergam sua bandeira, a realidade é complexa. Francisco nomeou cerca de 80% dos cardeais eleitores. Isso não garante a continuidade de seu projeto, mas torna a reversão conservadora mais difícil do que parece. Ainda assim, o bloco minoritário que se organiza nos bastidores pode exercer influência desproporcional, sobretudo se conseguir mobilizar o medo de uma ruptura doutrinária.

O aroma de naftalina que hoje impregna Roma não é apenas um cheiro de passado: é um alerta. A Igreja, diante de seu próximo conclave, precisa decidir se olhará para frente ou para trás. Se será fiel ao espírito vivo do Evangelho no mundo contemporâneo ou se se refugiará em fórmulas fossilizadas. O futuro de bilhões de católicos, e a própria relevância da Igreja no século XXI, dependem dessa escolha.

ARTIGO-Lula Venceria Todos os Cenários em 2026, Mostra Pesquisa Genial/Quaest (Padre Carlos)

 

Lula lidera todos os cenários de 2026, aponta pesquisa Quaest

 

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest (abril/2025) reforça o cenário de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegaria ao segundo turno como franco favorito, mesmo enfrentando resistência. Em todos os confrontos simulados de segundo turno, Lula aparece à frente de seus possíveis adversários da direita. Segundo o levantamento (2.004 entrevistados, margem de erro de 2 pontos), o petista varia entre 42% e 45% das intenções de voto nos cenários testados, mantendo-se à frente dos rivais em todas as simulações​. Mesmo em um momento de queda de popularidade, Lula apresenta “números competitivos” para a reeleição​, o que significa que, nas urnas simuladas, ele venceria qualquer candidato de direita.

Nos confrontos diretos, Lula supera todos os adversários testados por margens confortáveis. O cenário mais embolado é Lula x Jair Bolsonaro: 44% contra 40% (empatados dentro da margem de erro de 2 pontos)​. Contra Michelle Bolsonaro, o presidente mantém 44% contra 38%; e contra Tarcísio de Freitas (Rep.), 43% a 37%​. Nos demais cenários, a vantagem de Lula cresce: ele teria 42% contra 35% de Ratinho Júnior (PSD), 44% contra 35% de Pablo Marçal (PRTB), 45% contra 34% de Eduardo Bolsonaro (PL), 43% contra 31% de Romeu Zema (Novo) e 44% contra 30% de Ronaldo Caiado (União)​. Em termos de diferença, isso representa de 4 até 14 pontos percentuais de vantagem para Lula – a maior delas sobre Caiado, por 14 pontos (44%×30%)​, e margens de 6 a 11 pontos sobre a maior parte dos demais oponentes.

Gráfico ilustrativo (dados Genial/Quaest – abr/2025): intenções de voto simuladas em segundo turno, comparando Lula e os principais candidatos de direita. Em todos os cenários Lula (barras vermelhas) aparece claramente à frente dos adversários (barras cinza). Esses resultados mostram que Lula forma uma frente estável contra cada um dos rivais testados. Por exemplo, ele lidera 6 pontos contra Michelle Bolsonaro (44%×38%) e Tarcísio (43%×37%), 7 pontos contra Ratinho Jr. (42%×35%) e 9 pontos contra Marçal (44%×35%), ultrapassando a barreira dos 10 pontos de vantagem em dois embates (11 pontos sobre Eduardo e 12 sobre Zema). Em suma, Lula sai na frente em todas as simulações, com resultados “competitivos” em cada disputa​.

Simulações de segundo turno: os números consolidados aparecem na tabela abaixo. Em cada linha, o percentual de intenções de voto de Lula e do adversário indica a vitória do petista. Observe que Lula mantém algo em torno de 42–45% das intenções em todos os cenários, enquanto nenhum rival ultrapassa 40% (sendo Bolsonaro o máximo, 40%).

 

Disputa (2º turno) Lula (PT) Oponente Indecisos Brancos/Nulos
Lula x Jair Bolsonaro (PL) 44% 40% (Bolsonaro) 3% 13%
Lula x Michelle Bolsonaro (PL) 44% 38% (Michelle) 3% 15%
Lula x Tarcísio de Freitas (Rep.) 43% 37% (Tarcísio) 4% 16%
Lula x Ratinho Júnior (PSD) 42% 35% (Ratinho Jr.) 4% 19%
Lula x Pablo Marçal (PRTB) 44% 35% (Pablo Marçal) 4% 17%
Lula x Eduardo Bolsonaro (PL) 45% 34% (Eduardo) 4% 17%
Lula x Romeu Zema (Novo) 43% 31% (Romeu Zema) 5% 21%
Lula x Ronaldo Caiado (União) 44% 30% (Ronaldo Caiado) 4% 22%

Fonte: Genial/Quaest (entrevistas presenciais 27–31.mar.2025)​.

Além dos números, a pesquisa sondou o sentimento de “medo” do eleitorado em relação às lideranças. Lá também Lula sai em vantagem indireta: 44% dos brasileiros dizem temer a volta de Bolsonaro ao poder, enquanto 41% afirmam temer a reeleição de Lula​. Em termos estatísticos, as duas respostas estão empatadas (dentro da margem de erro)​. Isso indica que, apesar da rejeição alta a ambos (55% de eleitores afirmam que não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro​), o receio do retorno de Bolsonaro ainda é ligeiramente maior do que o receio de outro mandato petista. De toda forma, mesmo entre os eleitores apavorados com a continuidade de Lula, o presidente mantém vantagens sólidas em cenários eleitorais. Ou seja, o “medo do retorno de Bolsonaro” é enquadrado por um “medo da reeleição de Lula” quase tão grande, mas em ambos os casos quem fica na frente na preferência do eleitorado é Lula​.

É preciso contextualizar, no entanto, que Lula enfrenta hoje altos índices de insatisfação e rejeição. Segundo a própria Quaest, 62% acham que ele não deveria disputar a reeleição (apenas 35% acham que deveria) – o pior patamar desde que a série começou. Sua taxa de rejeição chega a 55%​, igualando a de Bolsonaro. Mesmo assim, esses dados negativos não contradizem diretamente a força eleitoral de Lula: historicamente, mais brasileiros podem não querer outro governo petista, mas quando for para escolher entre Lula ou um candidato de direita mais à direita, a vantagem continua com o petista. Esse fenômeno decorre em parte da falta de alternativas carismáticas e da própria rejeição do campo bolsonarista: sem Bolsonaro no páreo, o eleitor conservador fica dividido entre nomes menos expressivos (Tarcísio, Michelle, Ratinho, Marçal etc.), o que dilui seus votos e favorece o governador Luiz Inácio Lula da Silva.

Em suma, mesmo diante de adversidades – queda da aprovação e alta rejeição – Lula sairia vitorioso de todos os cenários testados para 2026. A pesquisa mostra que ele estaria tecnicamente empatado (ou à frente) do ex-presidente Bolsonaro no segundo turno​, e lidera confortavelmente contra os demais nomes de oposição. Esse quadro sugere que o maior temor do eleitorado é a volta de Bolsonaro, mas, constatando os números da urna simulada, a preocupação com a permanência de Lula não se traduz em viabilidade de derrota. Pelo contrário, Lula consolida-se na liderança, exibindo vantagem em todos os confrontos críticos – o que sustenta a tese de que ele seria reeleito em 2026.

Conclusão: os dados divulgados em abril de 2025 indicam que Lula chegaria ao segundo turno das eleições de 2026 como o candidato favorito, mesmo com popularidade em queda. Em todas as simulações de segunda etapa, o petista aparece com mais votos que seus adversários simulados (de Bolsonaro a Marçal)​. Mesmo que parte do eleitorado tema a continuidade de seu governo (como mostrou o índice de “medo” de reeleição), essa rejeição não impede sua liderança. Na prática, o chamado “efeito Bolsonaro” – o receio de seu retorno – funciona mais a favor de Lula do que contra ele, pois desarticula a oposição sem permitir que surja outro nome forte na direita. Assim, diante dos números consolidados, a defesa de que Lula venceria todos os cenários de 2026 é coerente e respaldada pelos dados da pesquisa​.

Fontes: Pesquisa Genial/Quaest (27–31.mar.2025) divulgada em 3/4/2025​. Gráficos elaborados pelo autor com base nesses dados.

ARTIGO-Lula Venceria Todos os Cenários em 2026, Mostra Pesquisa Genial/Quaest (Padre Carlos)

 

Lula lidera todos os cenários de 2026, aponta pesquisa Quaest

 

A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest (abril/2025) reforça o cenário de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegaria ao segundo turno como franco favorito, mesmo enfrentando resistência. Em todos os confrontos simulados de segundo turno, Lula aparece à frente de seus possíveis adversários da direita. Segundo o levantamento (2.004 entrevistados, margem de erro de 2 pontos), o petista varia entre 42% e 45% das intenções de voto nos cenários testados, mantendo-se à frente dos rivais em todas as simulações​. Mesmo em um momento de queda de popularidade, Lula apresenta “números competitivos” para a reeleição​, o que significa que, nas urnas simuladas, ele venceria qualquer candidato de direita.

Nos confrontos diretos, Lula supera todos os adversários testados por margens confortáveis. O cenário mais embolado é Lula x Jair Bolsonaro: 44% contra 40% (empatados dentro da margem de erro de 2 pontos)​. Contra Michelle Bolsonaro, o presidente mantém 44% contra 38%; e contra Tarcísio de Freitas (Rep.), 43% a 37%​. Nos demais cenários, a vantagem de Lula cresce: ele teria 42% contra 35% de Ratinho Júnior (PSD), 44% contra 35% de Pablo Marçal (PRTB), 45% contra 34% de Eduardo Bolsonaro (PL), 43% contra 31% de Romeu Zema (Novo) e 44% contra 30% de Ronaldo Caiado (União)​. Em termos de diferença, isso representa de 4 até 14 pontos percentuais de vantagem para Lula – a maior delas sobre Caiado, por 14 pontos (44%×30%)​, e margens de 6 a 11 pontos sobre a maior parte dos demais oponentes.

Gráfico ilustrativo (dados Genial/Quaest – abr/2025): intenções de voto simuladas em segundo turno, comparando Lula e os principais candidatos de direita. Em todos os cenários Lula (barras vermelhas) aparece claramente à frente dos adversários (barras cinza). Esses resultados mostram que Lula forma uma frente estável contra cada um dos rivais testados. Por exemplo, ele lidera 6 pontos contra Michelle Bolsonaro (44%×38%) e Tarcísio (43%×37%), 7 pontos contra Ratinho Jr. (42%×35%) e 9 pontos contra Marçal (44%×35%), ultrapassando a barreira dos 10 pontos de vantagem em dois embates (11 pontos sobre Eduardo e 12 sobre Zema). Em suma, Lula sai na frente em todas as simulações, com resultados “competitivos” em cada disputa​.

Simulações de segundo turno: os números consolidados aparecem na tabela abaixo. Em cada linha, o percentual de intenções de voto de Lula e do adversário indica a vitória do petista. Observe que Lula mantém algo em torno de 42–45% das intenções em todos os cenários, enquanto nenhum rival ultrapassa 40% (sendo Bolsonaro o máximo, 40%).

 

Disputa (2º turno) Lula (PT) Oponente Indecisos Brancos/Nulos
Lula x Jair Bolsonaro (PL) 44% 40% (Bolsonaro) 3% 13%
Lula x Michelle Bolsonaro (PL) 44% 38% (Michelle) 3% 15%
Lula x Tarcísio de Freitas (Rep.) 43% 37% (Tarcísio) 4% 16%
Lula x Ratinho Júnior (PSD) 42% 35% (Ratinho Jr.) 4% 19%
Lula x Pablo Marçal (PRTB) 44% 35% (Pablo Marçal) 4% 17%
Lula x Eduardo Bolsonaro (PL) 45% 34% (Eduardo) 4% 17%
Lula x Romeu Zema (Novo) 43% 31% (Romeu Zema) 5% 21%
Lula x Ronaldo Caiado (União) 44% 30% (Ronaldo Caiado) 4% 22%

Fonte: Genial/Quaest (entrevistas presenciais 27–31.mar.2025)​.

Além dos números, a pesquisa sondou o sentimento de “medo” do eleitorado em relação às lideranças. Lá também Lula sai em vantagem indireta: 44% dos brasileiros dizem temer a volta de Bolsonaro ao poder, enquanto 41% afirmam temer a reeleição de Lula​. Em termos estatísticos, as duas respostas estão empatadas (dentro da margem de erro)​. Isso indica que, apesar da rejeição alta a ambos (55% de eleitores afirmam que não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro​), o receio do retorno de Bolsonaro ainda é ligeiramente maior do que o receio de outro mandato petista. De toda forma, mesmo entre os eleitores apavorados com a continuidade de Lula, o presidente mantém vantagens sólidas em cenários eleitorais. Ou seja, o “medo do retorno de Bolsonaro” é enquadrado por um “medo da reeleição de Lula” quase tão grande, mas em ambos os casos quem fica na frente na preferência do eleitorado é Lula​.

É preciso contextualizar, no entanto, que Lula enfrenta hoje altos índices de insatisfação e rejeição. Segundo a própria Quaest, 62% acham que ele não deveria disputar a reeleição (apenas 35% acham que deveria) – o pior patamar desde que a série começou. Sua taxa de rejeição chega a 55%​, igualando a de Bolsonaro. Mesmo assim, esses dados negativos não contradizem diretamente a força eleitoral de Lula: historicamente, mais brasileiros podem não querer outro governo petista, mas quando for para escolher entre Lula ou um candidato de direita mais à direita, a vantagem continua com o petista. Esse fenômeno decorre em parte da falta de alternativas carismáticas e da própria rejeição do campo bolsonarista: sem Bolsonaro no páreo, o eleitor conservador fica dividido entre nomes menos expressivos (Tarcísio, Michelle, Ratinho, Marçal etc.), o que dilui seus votos e favorece o governador Luiz Inácio Lula da Silva.

Em suma, mesmo diante de adversidades – queda da aprovação e alta rejeição – Lula sairia vitorioso de todos os cenários testados para 2026. A pesquisa mostra que ele estaria tecnicamente empatado (ou à frente) do ex-presidente Bolsonaro no segundo turno​, e lidera confortavelmente contra os demais nomes de oposição. Esse quadro sugere que o maior temor do eleitorado é a volta de Bolsonaro, mas, constatando os números da urna simulada, a preocupação com a permanência de Lula não se traduz em viabilidade de derrota. Pelo contrário, Lula consolida-se na liderança, exibindo vantagem em todos os confrontos críticos – o que sustenta a tese de que ele seria reeleito em 2026.

Conclusão: os dados divulgados em abril de 2025 indicam que Lula chegaria ao segundo turno das eleições de 2026 como o candidato favorito, mesmo com popularidade em queda. Em todas as simulações de segunda etapa, o petista aparece com mais votos que seus adversários simulados (de Bolsonaro a Marçal)​. Mesmo que parte do eleitorado tema a continuidade de seu governo (como mostrou o índice de “medo” de reeleição), essa rejeição não impede sua liderança. Na prática, o chamado “efeito Bolsonaro” – o receio de seu retorno – funciona mais a favor de Lula do que contra ele, pois desarticula a oposição sem permitir que surja outro nome forte na direita. Assim, diante dos números consolidados, a defesa de que Lula venceria todos os cenários de 2026 é coerente e respaldada pelos dados da pesquisa​.

Fontes: Pesquisa Genial/Quaest (27–31.mar.2025) divulgada em 3/4/2025​. Gráficos elaborados pelo autor com base nesses dados.

Por que Frei Betto acredita que o conclave não escolherá um papa conservador

 

 

(Padre Carlos)

O escritor e religioso dominicano Frei Betto declarou, em entrevista ao portal PlatôBR, que o próximo conclave no Vaticano dificilmente elegerá um papa de perfil conservador. Para ele, optar por um modelo semelhante ao de João Paulo II ou Bento XVI significaria aprofundar o esvaziamento da Igreja Católica, promovendo um retrocesso.

Alinhado à ala progressista, Frei Betto avalia que a hierarquia eclesiástica buscará um sucessor de Francisco que mantenha o diálogo aberto com a sociedade contemporânea. Ainda que o novo papa não seja obrigatoriamente da mesma linha de Francisco, deverá ser, segundo Betto, alguém “poliglota, simpático e bom diplomata”.

Essas qualidades, observa o dominicano, são mais raras entre os conservadores. “Eles vão ter que escolher alguém palatável para o mundo de hoje. Senão, a Igreja corre o risco de falar sozinha”, alertou. Betto lembra ainda que, embora Francisco tenha nomeado 80% dos cardeais eleitores, isso não garante uma maioria progressista, pois o papa sempre respeitou o consenso dos bispos locais em suas escolhas.

Frei Betto prevê um conclave mais demorado do que os que elegeram Bento XVI e Francisco, que duraram menos de 48 horas. Para ele, o próximo processo poderá se estender por quatro ou cinco dias. A escolha deverá recair sobre um candidato que não seja nem muito jovem, para evitar longos pontificados, nem tão idoso que venha a falecer precocemente.

Entre os nomes cotados, Frei Betto destaca Matteo Zuppi, arcebispo de Bolonha e presidente da Conferência Episcopal Italiana. Também cita o cardeal inglês Timothy Radcliffe e, como representante africano, o cardeal Peter Turkson, de Gana, cuja visão mais aberta o diferencia dos demais cardeais africanos, geralmente mais conservadores.

Reconhecido por seu engajamento na Teologia da Libertação, Frei Betto, nascido Carlos Alberto Libânio Christo, é uma referência intelectual no catolicismo latino-americano, com vasta trajetória em defesa dos direitos humanos e da justiça social.

Por que Frei Betto acredita que o conclave não escolherá um papa conservador

 

 

(Padre Carlos)

O escritor e religioso dominicano Frei Betto declarou, em entrevista ao portal PlatôBR, que o próximo conclave no Vaticano dificilmente elegerá um papa de perfil conservador. Para ele, optar por um modelo semelhante ao de João Paulo II ou Bento XVI significaria aprofundar o esvaziamento da Igreja Católica, promovendo um retrocesso.

Alinhado à ala progressista, Frei Betto avalia que a hierarquia eclesiástica buscará um sucessor de Francisco que mantenha o diálogo aberto com a sociedade contemporânea. Ainda que o novo papa não seja obrigatoriamente da mesma linha de Francisco, deverá ser, segundo Betto, alguém “poliglota, simpático e bom diplomata”.

Essas qualidades, observa o dominicano, são mais raras entre os conservadores. “Eles vão ter que escolher alguém palatável para o mundo de hoje. Senão, a Igreja corre o risco de falar sozinha”, alertou. Betto lembra ainda que, embora Francisco tenha nomeado 80% dos cardeais eleitores, isso não garante uma maioria progressista, pois o papa sempre respeitou o consenso dos bispos locais em suas escolhas.

Frei Betto prevê um conclave mais demorado do que os que elegeram Bento XVI e Francisco, que duraram menos de 48 horas. Para ele, o próximo processo poderá se estender por quatro ou cinco dias. A escolha deverá recair sobre um candidato que não seja nem muito jovem, para evitar longos pontificados, nem tão idoso que venha a falecer precocemente.

Entre os nomes cotados, Frei Betto destaca Matteo Zuppi, arcebispo de Bolonha e presidente da Conferência Episcopal Italiana. Também cita o cardeal inglês Timothy Radcliffe e, como representante africano, o cardeal Peter Turkson, de Gana, cuja visão mais aberta o diferencia dos demais cardeais africanos, geralmente mais conservadores.

Reconhecido por seu engajamento na Teologia da Libertação, Frei Betto, nascido Carlos Alberto Libânio Christo, é uma referência intelectual no catolicismo latino-americano, com vasta trajetória em defesa dos direitos humanos e da justiça social.

ARTIGO – O Altar e a Vitrine: Reflexões sobre a Estética do Sagrado no Tempo do Capital (Padre Carlos)

 

 

Ao longo da minha vida de estudos em Filosofia e Teologia, venho observando um fenômeno que inquieta a alma: o surgimento de igrejas que, mais do que templos sagrados, lembram shopping centers. A fachada austera de pedra cede lugar às linhas retas do vidro fumê; o vitral colorido é substituído por painéis de LED vibrantes; a penumbra contemplativa, pela luz branca, quase cirúrgica, do neon. Lojas, cafés e espaços VIP aparecem onde, antes, o silêncio fazia morada.

Essa transformação não é apenas estética. Ela é o sintoma visível de uma mutação mais profunda: a conversão do espaço sagrado em palco de circulação eficiente de bens e desejos. Não se trata de julgar aqui a fé ou a religiosidade de quem frequenta tais lugares. Minha preocupação é outra: o que significa, filosoficamente, essa mudança de feições?

A estética, que desde Platão está associada à educação da alma, parece agora ser chamada a educar para o consumo, não mais para a transcendência. O espaço que deveria suspender o tempo, criar distância do cotidiano e nos abrir à dimensão do mistério, é hoje moldado para a aceleração, a otimização e a performance — como tudo mais na lógica neoliberal.

Rem Koolhaas, um teórico da arquitetura contemporânea, cunhou o termo “cidade genérica” para descrever aeroportos, shoppings e zonas comerciais: espaços que, em qualquer lugar do mundo, são indistinguíveis uns dos outros. Eles não têm identidade própria, não contam uma história, não exigem memória. Eles apenas funcionam. E é assustador perceber que nossos templos da fé estão sendo arrastados por essa mesma corrente.

O altar compete com a vitrine. A palavra compete com o entretenimento. A oração, com o consumo. Nesse cenário, resta perguntar: ainda somos capazes de habitar espaços que resistam à tirania da “melhor versão de si mesmo”, espaços que nos convidem à lentidão, à escuta interior, ao mistério?

Talvez hoje, mais do que nunca, precisemos recuperar a coragem de criar e preservar lugares que não sejam apenas eficientes, mas que sejam, acima de tudo, necessários para a alma. Porque um espaço que não nos chama para além de nós mesmos é apenas um espelho — e um espelho não salva ninguém.

ARTIGO – O Altar e a Vitrine: Reflexões sobre a Estética do Sagrado no Tempo do Capital (Padre Carlos)

 

 

Ao longo da minha vida de estudos em Filosofia e Teologia, venho observando um fenômeno que inquieta a alma: o surgimento de igrejas que, mais do que templos sagrados, lembram shopping centers. A fachada austera de pedra cede lugar às linhas retas do vidro fumê; o vitral colorido é substituído por painéis de LED vibrantes; a penumbra contemplativa, pela luz branca, quase cirúrgica, do neon. Lojas, cafés e espaços VIP aparecem onde, antes, o silêncio fazia morada.

Essa transformação não é apenas estética. Ela é o sintoma visível de uma mutação mais profunda: a conversão do espaço sagrado em palco de circulação eficiente de bens e desejos. Não se trata de julgar aqui a fé ou a religiosidade de quem frequenta tais lugares. Minha preocupação é outra: o que significa, filosoficamente, essa mudança de feições?

A estética, que desde Platão está associada à educação da alma, parece agora ser chamada a educar para o consumo, não mais para a transcendência. O espaço que deveria suspender o tempo, criar distância do cotidiano e nos abrir à dimensão do mistério, é hoje moldado para a aceleração, a otimização e a performance — como tudo mais na lógica neoliberal.

Rem Koolhaas, um teórico da arquitetura contemporânea, cunhou o termo “cidade genérica” para descrever aeroportos, shoppings e zonas comerciais: espaços que, em qualquer lugar do mundo, são indistinguíveis uns dos outros. Eles não têm identidade própria, não contam uma história, não exigem memória. Eles apenas funcionam. E é assustador perceber que nossos templos da fé estão sendo arrastados por essa mesma corrente.

O altar compete com a vitrine. A palavra compete com o entretenimento. A oração, com o consumo. Nesse cenário, resta perguntar: ainda somos capazes de habitar espaços que resistam à tirania da “melhor versão de si mesmo”, espaços que nos convidem à lentidão, à escuta interior, ao mistério?

Talvez hoje, mais do que nunca, precisemos recuperar a coragem de criar e preservar lugares que não sejam apenas eficientes, mas que sejam, acima de tudo, necessários para a alma. Porque um espaço que não nos chama para além de nós mesmos é apenas um espelho — e um espelho não salva ninguém.

ARTIGO – O Papa que Andou Descalço Sobre a História

 

 

(Padre Carlos)

O Papa Francisco rompeu a tradição não apenas nos gestos visíveis, mas no espírito profundo com que decidiu exercer seu ministério. Desde o instante em que apareceu na varanda de São Pedro, sem os adornos da pompa vaticana, foi como se o Evangelho ganhasse carne novamente, diante de uma multidão estarrecida. Não foi apenas uma escolha estética, mas uma declaração teológica: o Papa é, antes de tudo, o bispo de Roma, irmão entre irmãos.

Essa linha de simplicidade radical atravessou todo o seu pontificado. Ao rejeitar os títulos históricos em favor da essência de sua missão, Francisco desafiou séculos de uma cultura eclesiástica acostumada à formalidade e à distância. O seu testamento espiritual, reafirma esse caminho de despojamento: quiz ser sepultado no chão, junto ao ícone da Virgem “Salus Populi Romani”, com apenas uma inscrição: “Franciscus”.

Francisco não apenas pregou sobre a humildade; viveu-a em cada detalhe, tornando sua liderança um convite permanente à Igreja para despir-se do que é supérfluo e reencontrar a força na pobreza do Evangelho. Mesmo depois de sua partida, sua opção por um túmulo discreto foi mais eloquente do que monumentos de mármore ou cúpulas douradas. Será pra toda a história da Igreja  a memória viva de um Papa que, ao invés de reinar, escolheu servir. Que caminhou entre nós com a leveza dos que sabem que o poder não está na imponência, mas na ternura.

ARTIGO – O Papa que Andou Descalço Sobre a História

 

 

(Padre Carlos)

O Papa Francisco rompeu a tradição não apenas nos gestos visíveis, mas no espírito profundo com que decidiu exercer seu ministério. Desde o instante em que apareceu na varanda de São Pedro, sem os adornos da pompa vaticana, foi como se o Evangelho ganhasse carne novamente, diante de uma multidão estarrecida. Não foi apenas uma escolha estética, mas uma declaração teológica: o Papa é, antes de tudo, o bispo de Roma, irmão entre irmãos.

Essa linha de simplicidade radical atravessou todo o seu pontificado. Ao rejeitar os títulos históricos em favor da essência de sua missão, Francisco desafiou séculos de uma cultura eclesiástica acostumada à formalidade e à distância. O seu testamento espiritual, reafirma esse caminho de despojamento: quiz ser sepultado no chão, junto ao ícone da Virgem “Salus Populi Romani”, com apenas uma inscrição: “Franciscus”.

Francisco não apenas pregou sobre a humildade; viveu-a em cada detalhe, tornando sua liderança um convite permanente à Igreja para despir-se do que é supérfluo e reencontrar a força na pobreza do Evangelho. Mesmo depois de sua partida, sua opção por um túmulo discreto foi mais eloquente do que monumentos de mármore ou cúpulas douradas. Será pra toda a história da Igreja  a memória viva de um Papa que, ao invés de reinar, escolheu servir. Que caminhou entre nós com a leveza dos que sabem que o poder não está na imponência, mas na ternura.

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 27 de abril de 2025

 

O Estado de São Paulo
Multidão e chefes de Estado dão adeus a papa que aproximou Igreja do povo

https://digital.estadao.com.br/o-estado-de-s-paulo/

 

O Globo
Adeus, Francisco

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/04/25/ultimo-adeus-ao-papa-francisco-veja-programacao-oficial-do-funeral-deste-sabado.ghtml

 

Estado de Minas
Apelo à paz no adeus a Francisco

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7125973-as-primeiras-imagens-do-tumulo-do-papa-francisco.html

 

Folha de S. Paulo
Densidade demográfica de favelas paulistanas é 5 vezes maior que média da capital

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/04/favelas-paulistanas-tem-o-quintuplo-da-densidade-do-resto-da-cidade-e-esgoto-como-maior-gargalo.shtml#:~:text=Em%20uma%20%C3%A1rea%20pr%C3%B3xima%20de,microdados%20do%20Censo%20de%202022.

 

Diário do Nordeste (CE)
Fraude do INSS: vítima foi lesada por uma década

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/fraude-no-inss-saiba-se-voce-foi-vitima-e-a-contestar-descontos-cobrados-sem-autorizacao-1.3643519

 

Meia Hora (RJ)
Fogão tá em crise? Chama o Flu

https://www.meiahora.com.br/esportes/2018/03/5524910-e-fluzao-x-fogao.html

 

Correio Braziliense
O abraço final a Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

A Tarde (BA)
Adeus, Francisco

https://atarde.com.br/?d=1

 

Correio do Povo (RS)
Ainda não acabou

https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/lula-alerta-que-pandemia-ainda-n%C3%A3o-acabou-e-pede-que-popula%C3%A7%C3%A3o-se-vacine-contra-a-covid-19-1.1027822

 

Manchetes dos principais jornais nacionais deste domingo

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 27 de abril de 2025

 

O Estado de São Paulo
Multidão e chefes de Estado dão adeus a papa que aproximou Igreja do povo

https://digital.estadao.com.br/o-estado-de-s-paulo/

 

O Globo
Adeus, Francisco

https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/04/25/ultimo-adeus-ao-papa-francisco-veja-programacao-oficial-do-funeral-deste-sabado.ghtml

 

Estado de Minas
Apelo à paz no adeus a Francisco

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7125973-as-primeiras-imagens-do-tumulo-do-papa-francisco.html

 

Folha de S. Paulo
Densidade demográfica de favelas paulistanas é 5 vezes maior que média da capital

https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2025/04/favelas-paulistanas-tem-o-quintuplo-da-densidade-do-resto-da-cidade-e-esgoto-como-maior-gargalo.shtml#:~:text=Em%20uma%20%C3%A1rea%20pr%C3%B3xima%20de,microdados%20do%20Censo%20de%202022.

 

Diário do Nordeste (CE)
Fraude do INSS: vítima foi lesada por uma década

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/fraude-no-inss-saiba-se-voce-foi-vitima-e-a-contestar-descontos-cobrados-sem-autorizacao-1.3643519

 

Meia Hora (RJ)
Fogão tá em crise? Chama o Flu

https://www.meiahora.com.br/esportes/2018/03/5524910-e-fluzao-x-fogao.html

 

Correio Braziliense
O abraço final a Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/

 

A Tarde (BA)
Adeus, Francisco

https://atarde.com.br/?d=1

 

Correio do Povo (RS)
Ainda não acabou

https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/pol%C3%ADtica/lula-alerta-que-pandemia-ainda-n%C3%A3o-acabou-e-pede-que-popula%C3%A7%C3%A3o-se-vacine-contra-a-covid-19-1.1027822

 

ARTIGO – O Anel Viário de Vitória da Conquista e a Urgência de Salvar Vidas (Ivan Cordeiro)

 

 

O Anel Viário de Vitória da Conquista transformou-se, infelizmente, em palco de tragédias constantes. São acidentes que ceifam vidas, deixam famílias destruídas e expõem a precariedade de uma infraestrutura que deveria ser símbolo de progresso e não de sofrimento. Há anos, a população convive com o medo de trafegar por ali, sabendo que cada trajeto é uma roleta-russa diária.

Investir no Anel Viário é, mais que uma necessidade técnica, um imperativo moral. Cada buraco não tapado, cada trecho sem sinalização adequada, cada ponto escuro sem iluminação é uma sentença de morte anunciada. Não podemos mais normalizar esse descaso. Governos municipais, estaduais e federais precisam assumir suas responsabilidades, mobilizar recursos e agir com celeridade para que o direito de ir e vir seja, acima de tudo, um direito de ir e vir com vida.

Amanhã, dia 28, às 19h, na Câmara Municipal de Vereadores, teremos uma audiência pública para tratar exclusivamente deste tema tão vital. Contaremos com a presença de técnicos, especialistas, lideranças políticas e empresariais, representantes de bairros e de toda sociedade civil organizada. Mais que ouvir, será momento de agir. É essencial que a população participe, relate os problemas que enfrenta todos os dias, traga suas propostas e exija soluções práticas e imediatas.

O Anel Viário não é apenas uma via local. Ele é artéria essencial para a logística regional. Vitória da Conquista, consolidada como capital da logística do interior da Bahia, precisa de um anel viário moderno, seguro e eficiente para sustentar seu progresso econômico. Progresso que não pode jamais se sobrepor à vida humana.

Convido todos a estarem presentes e a fazerem da sua voz um instrumento de mudança. A vida não espera. E Vitória da Conquista merece mais do que promessas: merece respeito, infraestrutura digna e segurança para todos.

ARTIGO – O Anel Viário de Vitória da Conquista e a Urgência de Salvar Vidas (Ivan Cordeiro)

 

 

O Anel Viário de Vitória da Conquista transformou-se, infelizmente, em palco de tragédias constantes. São acidentes que ceifam vidas, deixam famílias destruídas e expõem a precariedade de uma infraestrutura que deveria ser símbolo de progresso e não de sofrimento. Há anos, a população convive com o medo de trafegar por ali, sabendo que cada trajeto é uma roleta-russa diária.

Investir no Anel Viário é, mais que uma necessidade técnica, um imperativo moral. Cada buraco não tapado, cada trecho sem sinalização adequada, cada ponto escuro sem iluminação é uma sentença de morte anunciada. Não podemos mais normalizar esse descaso. Governos municipais, estaduais e federais precisam assumir suas responsabilidades, mobilizar recursos e agir com celeridade para que o direito de ir e vir seja, acima de tudo, um direito de ir e vir com vida.

Amanhã, dia 28, às 19h, na Câmara Municipal de Vereadores, teremos uma audiência pública para tratar exclusivamente deste tema tão vital. Contaremos com a presença de técnicos, especialistas, lideranças políticas e empresariais, representantes de bairros e de toda sociedade civil organizada. Mais que ouvir, será momento de agir. É essencial que a população participe, relate os problemas que enfrenta todos os dias, traga suas propostas e exija soluções práticas e imediatas.

O Anel Viário não é apenas uma via local. Ele é artéria essencial para a logística regional. Vitória da Conquista, consolidada como capital da logística do interior da Bahia, precisa de um anel viário moderno, seguro e eficiente para sustentar seu progresso econômico. Progresso que não pode jamais se sobrepor à vida humana.

Convido todos a estarem presentes e a fazerem da sua voz um instrumento de mudança. A vida não espera. E Vitória da Conquista merece mais do que promessas: merece respeito, infraestrutura digna e segurança para todos.

Conta de energia elétrica terá taxa extra com bandeira amarela

 

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (25) que a conta de luz passará novamente a ter taxa extra para bancar usinas térmicas em maio. Com a implantação da bandeira amarela, a taxa será de R$ 1,88 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

Segundo a agência, a bandeira será acionada porque chove pouco na transição entre o período chuvoso e o período seco do ano. “As previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ficaram abaixo da média”, disse.

O consumidor estava sem pagar taxa extra na conta de luz desde dezembro. “A previsão de geração de energia proveniente de hidroelétrica piorou, o que nos próximos meses poderá demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara”, afirmou a agência.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015 e tem o objetivo de bancar o acionamento de usinas térmicas em períodos de pouca chuva, ao mesmo tempo em que sinaliza ao consumidor de que o cenário energético é desfavorável.

“Com o acionamento da bandeira amarela, a Aneel reforça que é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico”, disse a agência em nota distribuída nesta sexta.

A necessidade de taxa extra na conta de luz volta a pressionar a inflação, que vem em desaceleração nos últimos dois meses, mas ainda acima do teto da meta estabelecido pelo Banco Central, o que reforça expectativas de nova alta na taxa de juros em maio.

Nesta sexta, o IBGE divulgou que o IPCA-15, prévia da inflação oficial, fechou abril em 0,43%, queda em relação ao mês anterior, mas ainda com grande pressão de preços dos alimentos. Em 12 meses, a taxa é de 5,49%.

ENTENDA MAIS SOBRE AS BANDEIRAS TARIFÁRIAS
– Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo
– Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos
– Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido
– Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido

 

Conta de energia elétrica terá taxa extra com bandeira amarela

 

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) informou nesta sexta-feira (25) que a conta de luz passará novamente a ter taxa extra para bancar usinas térmicas em maio. Com a implantação da bandeira amarela, a taxa será de R$ 1,88 para cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos.

Segundo a agência, a bandeira será acionada porque chove pouco na transição entre o período chuvoso e o período seco do ano. “As previsões de chuvas e vazões nas regiões dos reservatórios para os próximos meses ficaram abaixo da média”, disse.

O consumidor estava sem pagar taxa extra na conta de luz desde dezembro. “A previsão de geração de energia proveniente de hidroelétrica piorou, o que nos próximos meses poderá demandar maior acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara”, afirmou a agência.

O sistema de bandeiras tarifárias foi implantado em 2015 e tem o objetivo de bancar o acionamento de usinas térmicas em períodos de pouca chuva, ao mesmo tempo em que sinaliza ao consumidor de que o cenário energético é desfavorável.

“Com o acionamento da bandeira amarela, a Aneel reforça que é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico”, disse a agência em nota distribuída nesta sexta.

A necessidade de taxa extra na conta de luz volta a pressionar a inflação, que vem em desaceleração nos últimos dois meses, mas ainda acima do teto da meta estabelecido pelo Banco Central, o que reforça expectativas de nova alta na taxa de juros em maio.

Nesta sexta, o IBGE divulgou que o IPCA-15, prévia da inflação oficial, fechou abril em 0,43%, queda em relação ao mês anterior, mas ainda com grande pressão de preços dos alimentos. Em 12 meses, a taxa é de 5,49%.

ENTENDA MAIS SOBRE AS BANDEIRAS TARIFÁRIAS
– Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo
– Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01885 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos
– Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,04463 para cada quilowatt-hora kWh consumido
– Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,07877 para cada quilowatt-hora kWh consumido

 

ARTIGO – Tomé, a Fé que Brota da Ferida

 

(Padre Carlos)

Irmãos e irmãs, a Paz do Senhor esteja com todos!

O Evangelho de hoje nos coloca diante de Tomé, aquele que ousou duvidar, aquele que carregou a dor da ausência, o peso da incerteza. Quantas vezes, queridos irmãos, somos nós os Tomés da nossa história? Quantas vezes, em meio às provas da vida, sentimos falta do toque, da certeza, da presença que aquece a alma? Tomé não foi menos amado por duvidar. Ao contrário, foi profundamente amado por Deus, que se dignou a responder à sua busca sincera.

A fé, amados, não nasce da perfeição. Ela brota da ferida, da lágrima, do grito silencioso de quem se sente só e clama por Deus. E é ali, no mais íntimo da nossa humanidade, que o Ressuscitado se manifesta. Não é em palácios nem em espetáculos, mas na vulnerabilidade do coração que Ele vem, mostrando as mãos traspassadas e o lado aberto, dizendo: “Não sejas incrédulo, mas crente.”

A misericórdia de Deus, como nos ensina o Papa Francisco, é este abraço que nos alcança antes mesmo que tenhamos força para estender a mão. Não é teoria, não é ideia bonita. É Jesus, vivo e ressuscitado, que se inclina até nós, toca nossas chagas e as transforma em fontes de vida. É a porta sempre aberta para o cansado, para o caído, para o arrependido.

Hoje, irmãos e irmãs, somos chamados a sermos rostos de misericórdia neste mundo tão ferido. Onde houver muros, construamos pontes. Onde houver exclusão, semeemos acolhimento. Que a nossa vida proclame que a dúvida sincera pode ser caminho para a fé viva, e que a misericórdia sempre terá a última palavra. Como Tomé, toquemos o Senhor com o coração e deixemo-nos tocar por Ele. E então, como ele, confessemos de todo o coração: “Meu Senhor e meu Deus!” Amém. 🙏

ARTIGO – Tomé, a Fé que Brota da Ferida

 

(Padre Carlos)

Irmãos e irmãs, a Paz do Senhor esteja com todos!

O Evangelho de hoje nos coloca diante de Tomé, aquele que ousou duvidar, aquele que carregou a dor da ausência, o peso da incerteza. Quantas vezes, queridos irmãos, somos nós os Tomés da nossa história? Quantas vezes, em meio às provas da vida, sentimos falta do toque, da certeza, da presença que aquece a alma? Tomé não foi menos amado por duvidar. Ao contrário, foi profundamente amado por Deus, que se dignou a responder à sua busca sincera.

A fé, amados, não nasce da perfeição. Ela brota da ferida, da lágrima, do grito silencioso de quem se sente só e clama por Deus. E é ali, no mais íntimo da nossa humanidade, que o Ressuscitado se manifesta. Não é em palácios nem em espetáculos, mas na vulnerabilidade do coração que Ele vem, mostrando as mãos traspassadas e o lado aberto, dizendo: “Não sejas incrédulo, mas crente.”

A misericórdia de Deus, como nos ensina o Papa Francisco, é este abraço que nos alcança antes mesmo que tenhamos força para estender a mão. Não é teoria, não é ideia bonita. É Jesus, vivo e ressuscitado, que se inclina até nós, toca nossas chagas e as transforma em fontes de vida. É a porta sempre aberta para o cansado, para o caído, para o arrependido.

Hoje, irmãos e irmãs, somos chamados a sermos rostos de misericórdia neste mundo tão ferido. Onde houver muros, construamos pontes. Onde houver exclusão, semeemos acolhimento. Que a nossa vida proclame que a dúvida sincera pode ser caminho para a fé viva, e que a misericórdia sempre terá a última palavra. Como Tomé, toquemos o Senhor com o coração e deixemo-nos tocar por Ele. E então, como ele, confessemos de todo o coração: “Meu Senhor e meu Deus!” Amém. 🙏