Política e Resenha

ARTIGO – O Mistério da Transição Papal: Da Morte ao “Habemus Papam”

 

(Padre Carlos)

Quando um Papa morre, a Igreja não apenas chora a perda de seu pastor universal, mas mergulha num rito milenar que entrelaça fé, história e silêncio. Poucas instituições no mundo preservam um protocolo tão carregado de simbolismos como o Vaticano, e a transição entre papas é uma verdadeira ópera teológica encenada com solenidade.

Tudo começa com o gesto singelo e dramático do Camerlengo, que se aproxima do corpo do Pontífice falecido e o chama três vezes pelo nome de batismo. Diante do silêncio da morte, declara: Vere Papa mortuus est — “Verdadeiramente, o Papa está morto”. Em seguida, o anel do pescador, símbolo da autoridade petrina, é destruído, para que nenhum documento possa ser falsamente legitimado em seu nome.

O corpo é então preparado e velado — primeiro de forma privada e depois pública, com três dias de exposição na Basílica de São Pedro. Ali, multidões silenciosas passam diante do caixão, não apenas como fiéis devotos, mas como uma Igreja em oração pelo seu pastor.

Durante nove dias, as Missas dos Novendiales são celebradas, um lamento litúrgico que ecoa pelos séculos. Paralelamente, inicia-se a Sede Vacante, tempo em que o poder espiritual supremo repousa em suspenso. Nenhuma decisão doutrinária pode ser tomada. O mundo católico, nesse ínterim, reza e espera.

No coração do Vaticano, a Capela Sistina é selada. Ali, em silêncio profundo, os cardeais eleitores — todos com menos de 80 anos — iniciam o Conclave. A palavra vem do latim cum clave, “com chave”, pois literalmente estão trancados até que o Espírito Santo inspire uma decisão. Até quatro votações por dia são possíveis. Após cada escrutínio sem êxito, fumaça preta. Quando enfim um nome alcança os dois terços exigidos, a fumaça branca sobe: o mundo inteiro compreende o sinal. O sucessor de Pedro foi escolhido.

Na sacada da Basílica de São Pedro, o Cardeal Protodiácono pronuncia as palavras que fazem tremer a Cidade Eterna: Habemus Papam. E o novo Bispo de Roma surge. Humilde, em branco, abençoa a multidão que o aclama como “Pai”.

Neste tempo em que rumores e esperanças circulam entre os fiéis e nos corredores do Vaticano, nomes como Luis Antonio Tagle, Matteo Zuppi e Pietro Parolin se destacam. Cada um com sua trajetória, cada um com um rosto do futuro possível da Igreja. Tagle, da Ásia, representa uma Igreja missionária e pobre. Zuppi é o perfil da caridade ativa. Parolin carrega o peso da diplomacia e da tradição.

Mas mais que perfis, o que se espera é um coração aberto a Deus, um homem de oração, capaz de escutar o sopro do Espírito em meio às tempestades do nosso tempo. E talvez seja por isso que o conclave permanece como um dos momentos mais fascinantes e misteriosos da vida da Igreja: porque ali, no silêncio, se escolhe um sucessor de pescador.

O mundo espera. E a Igreja reza. Como sempre fez.

ARTIGO – O Mistério da Transição Papal: Da Morte ao “Habemus Papam”

 

(Padre Carlos)

Quando um Papa morre, a Igreja não apenas chora a perda de seu pastor universal, mas mergulha num rito milenar que entrelaça fé, história e silêncio. Poucas instituições no mundo preservam um protocolo tão carregado de simbolismos como o Vaticano, e a transição entre papas é uma verdadeira ópera teológica encenada com solenidade.

Tudo começa com o gesto singelo e dramático do Camerlengo, que se aproxima do corpo do Pontífice falecido e o chama três vezes pelo nome de batismo. Diante do silêncio da morte, declara: Vere Papa mortuus est — “Verdadeiramente, o Papa está morto”. Em seguida, o anel do pescador, símbolo da autoridade petrina, é destruído, para que nenhum documento possa ser falsamente legitimado em seu nome.

O corpo é então preparado e velado — primeiro de forma privada e depois pública, com três dias de exposição na Basílica de São Pedro. Ali, multidões silenciosas passam diante do caixão, não apenas como fiéis devotos, mas como uma Igreja em oração pelo seu pastor.

Durante nove dias, as Missas dos Novendiales são celebradas, um lamento litúrgico que ecoa pelos séculos. Paralelamente, inicia-se a Sede Vacante, tempo em que o poder espiritual supremo repousa em suspenso. Nenhuma decisão doutrinária pode ser tomada. O mundo católico, nesse ínterim, reza e espera.

No coração do Vaticano, a Capela Sistina é selada. Ali, em silêncio profundo, os cardeais eleitores — todos com menos de 80 anos — iniciam o Conclave. A palavra vem do latim cum clave, “com chave”, pois literalmente estão trancados até que o Espírito Santo inspire uma decisão. Até quatro votações por dia são possíveis. Após cada escrutínio sem êxito, fumaça preta. Quando enfim um nome alcança os dois terços exigidos, a fumaça branca sobe: o mundo inteiro compreende o sinal. O sucessor de Pedro foi escolhido.

Na sacada da Basílica de São Pedro, o Cardeal Protodiácono pronuncia as palavras que fazem tremer a Cidade Eterna: Habemus Papam. E o novo Bispo de Roma surge. Humilde, em branco, abençoa a multidão que o aclama como “Pai”.

Neste tempo em que rumores e esperanças circulam entre os fiéis e nos corredores do Vaticano, nomes como Luis Antonio Tagle, Matteo Zuppi e Pietro Parolin se destacam. Cada um com sua trajetória, cada um com um rosto do futuro possível da Igreja. Tagle, da Ásia, representa uma Igreja missionária e pobre. Zuppi é o perfil da caridade ativa. Parolin carrega o peso da diplomacia e da tradição.

Mas mais que perfis, o que se espera é um coração aberto a Deus, um homem de oração, capaz de escutar o sopro do Espírito em meio às tempestades do nosso tempo. E talvez seja por isso que o conclave permanece como um dos momentos mais fascinantes e misteriosos da vida da Igreja: porque ali, no silêncio, se escolhe um sucessor de pescador.

O mundo espera. E a Igreja reza. Como sempre fez.

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 24 de abril de 2025

 

Folha de S.Paulo
Presidente do INSS cai após ação da PF que apura descontos irregulares

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/presidente-do-inss-e-afastado-apos-operacao-da-pf-e-cgu-sobre-descontos-nao-autorizados-em-beneficios.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
PL ameaça romper com Motta se não pautar anistia

https://www.estadao.com.br/politica/lider-do-pl-na-camara-faz-ameaca-e-diz-que-rompera-com-motta-se-nao-pautar-anistia-dos-presos-do-81/

 

Valor Econômico (SP)
Volatilidade causada por Trump trava emissões externas de empresas brasileiras

https://valor.globo.com/impresso/20250424/

 

O Globo (RJ)
Fundação Itau lidera estudo de IA na educação

https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/fundacao-itau/noticia/2025/04/03/fundacao-itau-leva-brasileiros-a-asia-para-conhecer-uso-de-ia-na-educacao.ghtml?utm_source=oglobo&utm_medium=chamada&utm_campaign=

 

O Dia (RJ)
ESQUEMA ESPECIAL
Metrô vai funcionar 24h para o show da Lady Gaga

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7043877-metro-de-copacabana-vai-funcionar-24h-para-o-show-de-lady-gaga.html

 

Correio Braziliense
O testamento do Papa Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/direitoejustica/2025/04/7120520-o-papa-tem-herdeiro-entenda-o-testamento-do-pontifice.html

 

Estado de Minas
Volta dos Mortos

Mulher declarada morta em hospital volta à vida a caminho do funeral

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7120613-mulher-declarada-morta-em-hospital-volta-a-vida-a-caminho-do-funeral.html?tbref=hp

 

A Tarde (BA)
Anjos da Morte: conheça facção da filha que planejou a execução da mãe

https://atarde.com.br/bahia/anjos-da-morte-conheca-faccao-da-filha-que-planejou-a-execucao-da-mae-1315469

 

Diário do Nordeste (CE)
Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/mundo/acompanhe-ao-vivo-segundo-dia-do-velorio-do-papa-francisco-no-vaticano-1.3643606

 

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 24 de abril de 2025

 

Folha de S.Paulo
Presidente do INSS cai após ação da PF que apura descontos irregulares

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/04/presidente-do-inss-e-afastado-apos-operacao-da-pf-e-cgu-sobre-descontos-nao-autorizados-em-beneficios.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
PL ameaça romper com Motta se não pautar anistia

https://www.estadao.com.br/politica/lider-do-pl-na-camara-faz-ameaca-e-diz-que-rompera-com-motta-se-nao-pautar-anistia-dos-presos-do-81/

 

Valor Econômico (SP)
Volatilidade causada por Trump trava emissões externas de empresas brasileiras

https://valor.globo.com/impresso/20250424/

 

O Globo (RJ)
Fundação Itau lidera estudo de IA na educação

https://oglobo.globo.com/conteudo-de-marca/fundacao-itau/noticia/2025/04/03/fundacao-itau-leva-brasileiros-a-asia-para-conhecer-uso-de-ia-na-educacao.ghtml?utm_source=oglobo&utm_medium=chamada&utm_campaign=

 

O Dia (RJ)
ESQUEMA ESPECIAL
Metrô vai funcionar 24h para o show da Lady Gaga

https://odia.ig.com.br/rio-de-janeiro/2025/04/7043877-metro-de-copacabana-vai-funcionar-24h-para-o-show-de-lady-gaga.html

 

Correio Braziliense
O testamento do Papa Francisco

https://www.correiobraziliense.com.br/direitoejustica/2025/04/7120520-o-papa-tem-herdeiro-entenda-o-testamento-do-pontifice.html

 

Estado de Minas
Volta dos Mortos

Mulher declarada morta em hospital volta à vida a caminho do funeral

https://www.em.com.br/internacional/2025/04/7120613-mulher-declarada-morta-em-hospital-volta-a-vida-a-caminho-do-funeral.html?tbref=hp

 

A Tarde (BA)
Anjos da Morte: conheça facção da filha que planejou a execução da mãe

https://atarde.com.br/bahia/anjos-da-morte-conheca-faccao-da-filha-que-planejou-a-execucao-da-mae-1315469

 

Diário do Nordeste (CE)
Acompanhe ao vivo segundo dia do velório do papa Francisco no Vaticano

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/ultima-hora/mundo/acompanhe-ao-vivo-segundo-dia-do-velorio-do-papa-francisco-no-vaticano-1.3643606

 

 

 

*Trecho que liga Caetité à BR-030 terá nova ponte sobre o Rio São João; governador Jerônimo Rodrigues autoriza licitação da obra*

Considerada uma via essencial para o deslocamento de moradores da zona rural, a estrada que liga Caetité ao acesso à BR-030 receberá um importante reforço para a mobilidade com segurança. O governador Jerônimo Rodrigues autorizou a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) a abrir o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João, atendendo a uma demanda da população local.

Durante a assinatura do documento, acompanhada pelo prefeito de Caetité, Valtércio Aguiar, o governador fez uma previsão sobre a entrega do novo equipamento viário. “Acabei de assinar a autorização para a Seinfra deflagrar o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João. Esta licitação nós estaremos publicando até o dia 30; contabilize aí dois meses entre licitação e recurso, mais 10 meses, ou seja, daqui a um ano, com fé em Deus, nós estaremos fazendo a entrega dessa ponte”, explicou Jerônimo.

“Isso é um momento de muita alegria para o nosso município, para o nosso povo, porque é onde convergem todas as águas de três rios que cortam a cidade e chega próximo à BR-030. Havia sido prometida e agora, com essa assinatura, o governador está nos dando mais essa oportunidade de assumir o compromisso que nós fizemos. Portanto, é um motivo de muita satisfação”, disse o prefeito Valtércio.

A obra para construção da ponte, com extensão de 20 metros, conta com recurso de R$ 3,1 milhões e promete melhorar a mobilidade na região, garantindo mais segurança, fluidez no tráfego e integração entre comunidades. O projeto integra um pacote de ações do Governo do Estado voltadas à melhoria da malha viária e ao fortalecimento das cadeias produtivas nas regiões do interior.

_*Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA*_

*Trecho que liga Caetité à BR-030 terá nova ponte sobre o Rio São João; governador Jerônimo Rodrigues autoriza licitação da obra*

Considerada uma via essencial para o deslocamento de moradores da zona rural, a estrada que liga Caetité ao acesso à BR-030 receberá um importante reforço para a mobilidade com segurança. O governador Jerônimo Rodrigues autorizou a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) a abrir o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João, atendendo a uma demanda da população local.

Durante a assinatura do documento, acompanhada pelo prefeito de Caetité, Valtércio Aguiar, o governador fez uma previsão sobre a entrega do novo equipamento viário. “Acabei de assinar a autorização para a Seinfra deflagrar o processo licitatório para a construção de uma ponte sobre o Rio São João. Esta licitação nós estaremos publicando até o dia 30; contabilize aí dois meses entre licitação e recurso, mais 10 meses, ou seja, daqui a um ano, com fé em Deus, nós estaremos fazendo a entrega dessa ponte”, explicou Jerônimo.

“Isso é um momento de muita alegria para o nosso município, para o nosso povo, porque é onde convergem todas as águas de três rios que cortam a cidade e chega próximo à BR-030. Havia sido prometida e agora, com essa assinatura, o governador está nos dando mais essa oportunidade de assumir o compromisso que nós fizemos. Portanto, é um motivo de muita satisfação”, disse o prefeito Valtércio.

A obra para construção da ponte, com extensão de 20 metros, conta com recurso de R$ 3,1 milhões e promete melhorar a mobilidade na região, garantindo mais segurança, fluidez no tráfego e integração entre comunidades. O projeto integra um pacote de ações do Governo do Estado voltadas à melhoria da malha viária e ao fortalecimento das cadeias produtivas nas regiões do interior.

_*Repórter: Anderson Oliveira/GOVBA*_

Meu País Limeira: A Voz de Larissa Gomes Celebra a Nossa Terra

“Meu país Limeira” – essa frase ganhou vida e se espalhou com força na voz da talentosa cantora Larissa Gomes. E agora, esse sentimento de pertencimento e orgulho vai ecoar ainda mais forte: no próximo sábado, Larissa vai gravar seu audiovisual em Limeira, essa joia da zona rural de Vitória da Conquista que encanta a todos com seu charme simples e acolhedor.

Conhecida carinhosamente como “Limeirinha de Açúcar”, essa região é puro aconchego e história. E que orgulho ver nossa terra servindo de cenário para esse momento especial da carreira de Larissa, uma artista que carrega a essência do interior na alma e na voz.

E o melhor: você está convidado para participar dessa grande festa!
A gravação é gratuita e aberta ao público. Então chame a família, os amigos e venha fazer parte dessa celebração de música, cultura e raízes.

Nos vemos lá, no coração do nosso país Limeira!

Meu País Limeira: A Voz de Larissa Gomes Celebra a Nossa Terra

“Meu país Limeira” – essa frase ganhou vida e se espalhou com força na voz da talentosa cantora Larissa Gomes. E agora, esse sentimento de pertencimento e orgulho vai ecoar ainda mais forte: no próximo sábado, Larissa vai gravar seu audiovisual em Limeira, essa joia da zona rural de Vitória da Conquista que encanta a todos com seu charme simples e acolhedor.

Conhecida carinhosamente como “Limeirinha de Açúcar”, essa região é puro aconchego e história. E que orgulho ver nossa terra servindo de cenário para esse momento especial da carreira de Larissa, uma artista que carrega a essência do interior na alma e na voz.

E o melhor: você está convidado para participar dessa grande festa!
A gravação é gratuita e aberta ao público. Então chame a família, os amigos e venha fazer parte dessa celebração de música, cultura e raízes.

Nos vemos lá, no coração do nosso país Limeira!

TCU arquiva processo contra Rui Costa em caso de respiradores e ministro argumenta que seria “crueldade” punir gestores

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo contra o ex-governador da Bahia e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), no caso da compra de 300 respiradores pulmonares que não foram entregues em sua gestão durante o período da pandemia da Covid-19. Os equipamentos foram comprados em 2020 e custaram R$ 48,7 milhões.

 

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, o processo contra Rui Costa foi arquivado por 5 votos a 2. Além disso, o TCU o determinou uma tomada de contas especial contra a empresa que faria a entrega dos equipamentos para recuperar os danos causados ao erário público.

Na época da aquisição, Rui Costa também presidia o Consórcio do Nordeste, que reunia os estados da região e foi responsável pela aquisição dos respiradores na empresa Hempcare, o qual é especializada na produção de medicamentos à base de maconha. 

 

O pagamento foi realizado de forma antecipada, mas não honrou o contrato. O ministro do TCU Jorge Oliveira, que relatou o processo, considerou em seu voto que o pagamento adiantado foi feito à empresa “sem que houvesse prévias e efetivas cautelas aptas a reduzir o risco” de calote. No caso, ele votou a favor do prosseguimento do precosso.

O ministro Bruno Dantas abriu a divergência no voto revisor —segundo ele, não em relação “à gravidade dos fatos ou mesmo na participação de agentes públicos envolvidos”. Mas sim na “avaliação da reprovabilidade das condutas, dado o contexto em que ocorreram”.

 

Ele afirmou no voto que não seria possível a aplicação a gestores públicos sem considerar que na época enfrentavam a maior pandemia do século, ainda sem saber exatamente as dimensões que poderia alcançar.

 

“A interpretação jurídica não pode desconsiderar o contexto histórico em que os atos e fatos ocorrem, condição fundamental para que seu significado possa ser adequadamente compreendido. É por isso que, passados apenas cinco anos, causa-me perplexidade vislumbrar a possibilidade de o tribunal vir a responsabilizar aqueles que se encontravam na linha de frente desse combate cruel, para dizer o mínimo, justamente em seu momento mais crítico e incerto” disse ele.

Os ministros Walton Alencar, Benjamin Zymler, Aroldo Cedraz e Antonio Anastasia seguiram o voto de Bruno Dantas, contra os votos de Jorge Oliveira, Augusto Nardes e Jhonatan de Jesus.

TCU arquiva processo contra Rui Costa em caso de respiradores e ministro argumenta que seria “crueldade” punir gestores

O Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou o processo contra o ex-governador da Bahia e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), no caso da compra de 300 respiradores pulmonares que não foram entregues em sua gestão durante o período da pandemia da Covid-19. Os equipamentos foram comprados em 2020 e custaram R$ 48,7 milhões.

 

De acordo com informações da coluna de Mônica Bérgamo, da Folha de São Paulo, o processo contra Rui Costa foi arquivado por 5 votos a 2. Além disso, o TCU o determinou uma tomada de contas especial contra a empresa que faria a entrega dos equipamentos para recuperar os danos causados ao erário público.

Na época da aquisição, Rui Costa também presidia o Consórcio do Nordeste, que reunia os estados da região e foi responsável pela aquisição dos respiradores na empresa Hempcare, o qual é especializada na produção de medicamentos à base de maconha. 

 

O pagamento foi realizado de forma antecipada, mas não honrou o contrato. O ministro do TCU Jorge Oliveira, que relatou o processo, considerou em seu voto que o pagamento adiantado foi feito à empresa “sem que houvesse prévias e efetivas cautelas aptas a reduzir o risco” de calote. No caso, ele votou a favor do prosseguimento do precosso.

O ministro Bruno Dantas abriu a divergência no voto revisor —segundo ele, não em relação “à gravidade dos fatos ou mesmo na participação de agentes públicos envolvidos”. Mas sim na “avaliação da reprovabilidade das condutas, dado o contexto em que ocorreram”.

 

Ele afirmou no voto que não seria possível a aplicação a gestores públicos sem considerar que na época enfrentavam a maior pandemia do século, ainda sem saber exatamente as dimensões que poderia alcançar.

 

“A interpretação jurídica não pode desconsiderar o contexto histórico em que os atos e fatos ocorrem, condição fundamental para que seu significado possa ser adequadamente compreendido. É por isso que, passados apenas cinco anos, causa-me perplexidade vislumbrar a possibilidade de o tribunal vir a responsabilizar aqueles que se encontravam na linha de frente desse combate cruel, para dizer o mínimo, justamente em seu momento mais crítico e incerto” disse ele.

Os ministros Walton Alencar, Benjamin Zymler, Aroldo Cedraz e Antonio Anastasia seguiram o voto de Bruno Dantas, contra os votos de Jorge Oliveira, Augusto Nardes e Jhonatan de Jesus.

Quando o Palco da UTI Virou Palanque: A Justiça Necessária que Alcança a Todos

 

 

 

 

É absolutamente espantoso o teatro político que testemunhamos nos últimos dias. Um ex-presidente da República, internado após procedimento cirúrgico, transforma seu leito hospitalar em estúdio de transmissão, recebe apoiadores e se comunica com o país inteiro através de uma live, mas quando a Justiça bate à sua porta, surgem vozes que questionam a legitimidade e a humanidade desse ato judicial!

Sejamos claros e diretos: a decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar a intimação de Jair Bolsonaro em seu leito hospitalar não foi apenas correta – foi absolutamente necessária diante das circunstâncias criadas pelo próprio ex-presidente.

Como podemos aceitar a narrativa de que alguém estaria “frágil demais” para receber um documento oficial, quando esta mesma pessoa demonstra vigor suficiente para protagonizar uma transmissão ao vivo para milhares de seguidores? A contradição é gritante e revela a estratégia que vem sendo sistematicamente utilizada: uma tentativa clara de criar uma redoma de proteção contra as consequências de seus próprios atos.

As imagens não deixam dúvidas. Se Bolsonaro tinha condições físicas e psicológicas para se comunicar com o país, articular discurso político e receber visitantes no hospital, não havia qualquer impedimento real para que também recebesse o oficial de Justiça. A internação em UTI, por mais séria que seja, não pode servir como escudo contra os processos legais quando o próprio paciente demonstra capacidade para outras atividades de natureza pública.

O que veríamos se a Justiça se omitisse diante desse cenário? Um perigoso precedente onde leitos hospitalares poderiam se transformar em territórios de exceção judicial, em santuários de impunidade temporária. E não podemos, como nação que ainda cicatriza as feridas de tentativas de ruptura democrática, permitir que nosso sistema judicial seja manipulado dessa forma.

É profundamente perturbador que parte da sociedade ainda não compreenda que a igualdade perante a lei é pilar fundamental da democracia que tanto lutamos para preservar. Se a Justiça fechasse os olhos diante da clara capacidade do ex-presidente em receber a intimação, estaria falhando com seu dever constitucional e enviando uma mensagem devastadora: a de que alguns cidadãos estão acima da lei.

Não se trata de perseguição ou de falta de humanidade, como alguns tentam caracterizar. Trata-se de responsabilidade institucional. O STF não estava pedindo que Bolsonaro se levantasse do leito ou interrompesse tratamentos médicos essenciais – estava apenas entregando um documento que ele demonstrou plena capacidade de receber e assinar, como de fato o fez às 12h47.

Esta situação não foi criada pela Justiça, mas pelo próprio ex-presidente, que optou por utilizar sua condição de internação como palco político. Não podemos normalizar esta estratégia onde figuras públicas buscam os benefícios da exposição midiática enquanto tentam se esquivar das responsabilidades legais usando a mesma condição como escudo.

Nossa democracia ainda jovem e frágil exige que as instituições funcionem com independência e coragem, aplicando a lei de forma igualitária a todos os cidadãos. Quando um ex-presidente responde por acusações tão graves como tentativa de golpe de Estado, a firmeza institucional não é apenas desejável – é absolutamente vital para o futuro da República.

O episódio da intimação no hospital permanecerá como um importante marco: o dia em que nossa Justiça demonstrou que nenhuma live, nenhum palco improvisado em UTI, nenhuma tentativa de manipular a opinião pública será suficiente para criar zonas de exceção judicial em nossa democracia.

Precisamos urgentemente superar este ciclo onde figuras poderosas tentam transformar processos legais em batalhas de narrativas. A verdadeira fragilidade de nossa sociedade não está na firmeza da Justiça, mas na persistente tentativa de alguns em se colocarem acima dela.

Que este momento nos sirva como lição cívica: no Brasil que queremos construir, a lei alcança a todos – no Palácio do Planalto, nas ruas ou mesmo nos leitos hospitalares transformados em palanques políticos. É assim que honramos nossa Constituição e fortalecemos nossa democracia ainda cicatrizante.

Quando o Palco da UTI Virou Palanque: A Justiça Necessária que Alcança a Todos

 

 

 

 

É absolutamente espantoso o teatro político que testemunhamos nos últimos dias. Um ex-presidente da República, internado após procedimento cirúrgico, transforma seu leito hospitalar em estúdio de transmissão, recebe apoiadores e se comunica com o país inteiro através de uma live, mas quando a Justiça bate à sua porta, surgem vozes que questionam a legitimidade e a humanidade desse ato judicial!

Sejamos claros e diretos: a decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar a intimação de Jair Bolsonaro em seu leito hospitalar não foi apenas correta – foi absolutamente necessária diante das circunstâncias criadas pelo próprio ex-presidente.

Como podemos aceitar a narrativa de que alguém estaria “frágil demais” para receber um documento oficial, quando esta mesma pessoa demonstra vigor suficiente para protagonizar uma transmissão ao vivo para milhares de seguidores? A contradição é gritante e revela a estratégia que vem sendo sistematicamente utilizada: uma tentativa clara de criar uma redoma de proteção contra as consequências de seus próprios atos.

As imagens não deixam dúvidas. Se Bolsonaro tinha condições físicas e psicológicas para se comunicar com o país, articular discurso político e receber visitantes no hospital, não havia qualquer impedimento real para que também recebesse o oficial de Justiça. A internação em UTI, por mais séria que seja, não pode servir como escudo contra os processos legais quando o próprio paciente demonstra capacidade para outras atividades de natureza pública.

O que veríamos se a Justiça se omitisse diante desse cenário? Um perigoso precedente onde leitos hospitalares poderiam se transformar em territórios de exceção judicial, em santuários de impunidade temporária. E não podemos, como nação que ainda cicatriza as feridas de tentativas de ruptura democrática, permitir que nosso sistema judicial seja manipulado dessa forma.

É profundamente perturbador que parte da sociedade ainda não compreenda que a igualdade perante a lei é pilar fundamental da democracia que tanto lutamos para preservar. Se a Justiça fechasse os olhos diante da clara capacidade do ex-presidente em receber a intimação, estaria falhando com seu dever constitucional e enviando uma mensagem devastadora: a de que alguns cidadãos estão acima da lei.

Não se trata de perseguição ou de falta de humanidade, como alguns tentam caracterizar. Trata-se de responsabilidade institucional. O STF não estava pedindo que Bolsonaro se levantasse do leito ou interrompesse tratamentos médicos essenciais – estava apenas entregando um documento que ele demonstrou plena capacidade de receber e assinar, como de fato o fez às 12h47.

Esta situação não foi criada pela Justiça, mas pelo próprio ex-presidente, que optou por utilizar sua condição de internação como palco político. Não podemos normalizar esta estratégia onde figuras públicas buscam os benefícios da exposição midiática enquanto tentam se esquivar das responsabilidades legais usando a mesma condição como escudo.

Nossa democracia ainda jovem e frágil exige que as instituições funcionem com independência e coragem, aplicando a lei de forma igualitária a todos os cidadãos. Quando um ex-presidente responde por acusações tão graves como tentativa de golpe de Estado, a firmeza institucional não é apenas desejável – é absolutamente vital para o futuro da República.

O episódio da intimação no hospital permanecerá como um importante marco: o dia em que nossa Justiça demonstrou que nenhuma live, nenhum palco improvisado em UTI, nenhuma tentativa de manipular a opinião pública será suficiente para criar zonas de exceção judicial em nossa democracia.

Precisamos urgentemente superar este ciclo onde figuras poderosas tentam transformar processos legais em batalhas de narrativas. A verdadeira fragilidade de nossa sociedade não está na firmeza da Justiça, mas na persistente tentativa de alguns em se colocarem acima dela.

Que este momento nos sirva como lição cívica: no Brasil que queremos construir, a lei alcança a todos – no Palácio do Planalto, nas ruas ou mesmo nos leitos hospitalares transformados em palanques políticos. É assim que honramos nossa Constituição e fortalecemos nossa democracia ainda cicatrizante.

A coragem de Angelo Coronel e a luta contra a hegemonia partidária na Bahia

 

Em meio ao silêncio complacente de muitos, o senador Angelo Coronel teve a coragem de expor uma realidade que poucos ousam confrontar: a preocupante concentração de poder que se desenha na política baiana. Suas declarações recentes sobre a possível “chapa puro-sangue” do PT para 2026 revelam um político que, apesar dos riscos, não se curva à lógica de um partido que parece querer monopolizar todos os espaços de poder no estado.

É preciso entender o contexto das palavras do senador. Quando Coronel faz uma comparação com a “raça pura” desejada pelo regime nazista, ele não está banalizando o Holocausto, mas alertando sobre os perigos de qualquer grupo político que se considere tão superior a ponto de dispensar aliados e concentrar poder. A analogia, ainda que forte, serve como um alerta contundente para o risco de hegemonias absolutas em sistemas que deveriam ser plurais por definição.

O que vemos na Bahia é uma tentativa do PT de ocupar três das quatro vagas mais importantes na chapa majoritária – governador e as duas vagas ao Senado. Isso não é apenas uma questão de estratégia eleitoral, mas um desrespeito flagrante aos partidos aliados que contribuíram decisivamente para as vitórias eleitorais do grupo ao longo dos anos. Como bem ressaltou o senador, “política é aliança, é a arte de somar”, e essa verdade fundamental parece ter sido esquecida por aqueles que hoje se sentem confortáveis no poder.

O PSD de Angelo Coronel tem sido um parceiro leal do PT na Bahia. Merece, portanto, respeito e consideração na formação das chapas. Ao defender uma posição para seu partido, o senador não está apenas lutando por espaço político – está defendendo o princípio básico do equilíbrio de forças que sustenta qualquer coalizão saudável.

É profundamente frustrante perceber como partidos que chegam ao poder frequentemente reproduzem os mesmos comportamentos que criticavam quando estavam na oposição. O PT, que nasceu defendendo a democracia interna e o pluralismo político, agora parece querer sufocar seus aliados em nome de um projeto de poder cada vez mais centralizado.

Os cidadãos baianos merecem uma política que reflita a diversidade do estado, não a dominação de um único grupo. As palavras de Coronel, longe de serem apenas uma manifestação de frustração pessoal, representam a defesa legítima de um sistema político mais equilibrado e representativo.

O senador foi certeiro ao afirmar que “aliança sempre tem um prazo de validade”. Esta não é uma ameaça vazia, mas um lembrete necessário de que coalizões políticas se baseiam em respeito mútuo e reconhecimento da importância de cada parceiro. Quando um dos lados começa a se comportar como se pudesse prescindir dos demais, as rupturas se tornam inevitáveis.

O alerta de Angelo Coronel deve ser entendido como um chamado à razão antes que seja tarde demais. Há tempo para que o PT reconsidere sua estratégia e reconheça o valor de manter uma aliança ampla e respeitosa, onde cada partido tenha seu espaço garantido de acordo com sua relevância no cenário político baiano.

A concentração excessiva de poder nas mãos de um único partido nunca foi saudável para a democracia. Precisamos de representantes que, como o senador Coronel, tenham a coragem de enfrentar essa tendência e defender um sistema político mais plural e equilibrado. É assim que construiremos uma Bahia onde o poder não seja monopólio de ninguém, mas expressão legítima da vontade popular em toda sua diversidade.

O que está em jogo não é apenas o futuro político do PSD ou do PT, mas a qualidade da democracia que queremos para nosso estado. Angelo Coronel merece reconhecimento por ter trazido esse debate à tona, mesmo que para isso tenha precisado usar palavras fortes que sacudissem a complacência reinante.

A coragem de Angelo Coronel e a luta contra a hegemonia partidária na Bahia

 

Em meio ao silêncio complacente de muitos, o senador Angelo Coronel teve a coragem de expor uma realidade que poucos ousam confrontar: a preocupante concentração de poder que se desenha na política baiana. Suas declarações recentes sobre a possível “chapa puro-sangue” do PT para 2026 revelam um político que, apesar dos riscos, não se curva à lógica de um partido que parece querer monopolizar todos os espaços de poder no estado.

É preciso entender o contexto das palavras do senador. Quando Coronel faz uma comparação com a “raça pura” desejada pelo regime nazista, ele não está banalizando o Holocausto, mas alertando sobre os perigos de qualquer grupo político que se considere tão superior a ponto de dispensar aliados e concentrar poder. A analogia, ainda que forte, serve como um alerta contundente para o risco de hegemonias absolutas em sistemas que deveriam ser plurais por definição.

O que vemos na Bahia é uma tentativa do PT de ocupar três das quatro vagas mais importantes na chapa majoritária – governador e as duas vagas ao Senado. Isso não é apenas uma questão de estratégia eleitoral, mas um desrespeito flagrante aos partidos aliados que contribuíram decisivamente para as vitórias eleitorais do grupo ao longo dos anos. Como bem ressaltou o senador, “política é aliança, é a arte de somar”, e essa verdade fundamental parece ter sido esquecida por aqueles que hoje se sentem confortáveis no poder.

O PSD de Angelo Coronel tem sido um parceiro leal do PT na Bahia. Merece, portanto, respeito e consideração na formação das chapas. Ao defender uma posição para seu partido, o senador não está apenas lutando por espaço político – está defendendo o princípio básico do equilíbrio de forças que sustenta qualquer coalizão saudável.

É profundamente frustrante perceber como partidos que chegam ao poder frequentemente reproduzem os mesmos comportamentos que criticavam quando estavam na oposição. O PT, que nasceu defendendo a democracia interna e o pluralismo político, agora parece querer sufocar seus aliados em nome de um projeto de poder cada vez mais centralizado.

Os cidadãos baianos merecem uma política que reflita a diversidade do estado, não a dominação de um único grupo. As palavras de Coronel, longe de serem apenas uma manifestação de frustração pessoal, representam a defesa legítima de um sistema político mais equilibrado e representativo.

O senador foi certeiro ao afirmar que “aliança sempre tem um prazo de validade”. Esta não é uma ameaça vazia, mas um lembrete necessário de que coalizões políticas se baseiam em respeito mútuo e reconhecimento da importância de cada parceiro. Quando um dos lados começa a se comportar como se pudesse prescindir dos demais, as rupturas se tornam inevitáveis.

O alerta de Angelo Coronel deve ser entendido como um chamado à razão antes que seja tarde demais. Há tempo para que o PT reconsidere sua estratégia e reconheça o valor de manter uma aliança ampla e respeitosa, onde cada partido tenha seu espaço garantido de acordo com sua relevância no cenário político baiano.

A concentração excessiva de poder nas mãos de um único partido nunca foi saudável para a democracia. Precisamos de representantes que, como o senador Coronel, tenham a coragem de enfrentar essa tendência e defender um sistema político mais plural e equilibrado. É assim que construiremos uma Bahia onde o poder não seja monopólio de ninguém, mas expressão legítima da vontade popular em toda sua diversidade.

O que está em jogo não é apenas o futuro político do PSD ou do PT, mas a qualidade da democracia que queremos para nosso estado. Angelo Coronel merece reconhecimento por ter trazido esse debate à tona, mesmo que para isso tenha precisado usar palavras fortes que sacudissem a complacência reinante.

ARTIGO – Em Defesa do Papa Francisco: Covardia pode ser definida como “a atitude de agredir quem não pode se defender”.

 

 

(Padre Carlos)

A carta de José Carlos Chixaro, intitulada “O Pontificado da Subversão Moral e da Aliança com Canalhas”, apresenta uma visão distorcida e injusta do legado do Papa Francisco. Como articulista comprometido com a verdade, sinto-me na obrigação de rebater tais acusações infundadas e destacar a verdadeira essência do pontificado de Francisco.​

O Encontro com Lula: Diplomacia e Diálogo

Acusar o Papa Francisco de “cumplicidade” por receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é ignorar a tradição diplomática da Santa Sé. O Vaticano, como Estado soberano, mantém relações com líderes de diversas nações, independentemente de suas ideologias políticas. O encontro entre o Papa e Lula, em 2023, abordou temas como paz, combate à pobreza e proteção ambiental, conforme relatado pelo Vatican News . Tais reuniões refletem o compromisso da Igreja com o diálogo e a promoção do bem comum, não uma aliança política.

Relacionamentos com Líderes Mundiais: Evangelização e Respeito

A visita do Papa Francisco a Fidel Castro, em 2015, foi uma oportunidade de diálogo sobre questões globais, incluindo o meio ambiente . Da mesma forma, o presente recebido de Evo Morales, um crucifixo em forma de foice e martelo, foi uma réplica de uma obra do padre jesuíta Luis Espinal, assassinado por paramilitares. Francisco demonstrou desconforto com o presente, evidenciando sua postura crítica . Esses encontros não significam aprovação de regimes, mas sim uma tentativa de evangelização e promoção de valores cristãos.

Compromisso com a Doutrina e a Moral Cristã

Contrariando a acusação de “relativização moral”, o Papa Francisco tem reafirmado consistentemente os ensinamentos da Igreja sobre temas como aborto e família. Em 2015, durante um encontro com famílias nas Filipinas, destacou a importância da abertura à vida e da proteção da família tradicional . Sua abordagem pastoral busca acolher e orientar, sem comprometer os princípios doutrinários.​Wikiped

A Igreja em Saída: Evangelização no Mundo Moderno

O Papa Francisco tem enfatizado a necessidade de uma “Igreja em saída”, que vá ao encontro das periferias e dos marginalizados. Sua encíclica “Laudato Si'” é um chamado à responsabilidade ambiental e à justiça social, alinhando-se com a missão da Igreja de cuidar da criação e dos mais vulneráveis . Essa postura não é uma rendição ao globalismo, mas uma resposta evangélica aos desafios contemporâneos.​LOS40

Conclusão: Um Pontificado de Misericórdia e Verdade

O Papa Francisco será lembrado como um líder que buscou viver e ensinar o Evangelho com autenticidade, misericórdia e coragem. Suas ações refletem o compromisso com a verdade, a justiça e o amor ao próximo. As críticas infundadas não diminuem o impacto positivo de seu pontificado na Igreja e no mundo.​

 

 

 

 

Papa Francisco.

O Pontificado da Subversão Moral e da Aliança com Canalhas

 

A morte de Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, encerra um ciclo vergonhoso na história da Igreja Católica. Seu pontificado não foi marcado pela defesa da fé ou pela promoção da Verdade Evangélica, mas sim por uma rendição explícita à agenda progressista e por uma série de gestos cúmplices com ditadores, corruptos e revolucionários. Francisco não foi o “papa dos pobres”; foi o papa da esquerda, o papa do globalismo, o papa da traição silenciosa aos ensinamentos de Cristo.

 

Entre os inúmeros encontros desastrosos, um dos mais simbólicos foi o acolhimento caloroso e sorridente ao ex-presidiário brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, preso por decisão unânime em três instâncias e posteriormente “descondenado” por um Supremo Tribunal Federal que rasgou a Constituição para atender interesses políticos. Francisco não apenas o recebeu no Vaticano como o tratou como um “líder injustiçado”, ignorando completamente o clamor do povo brasileiro contra décadas de saque, aparelhamento e destruição institucional patrocinadas pelo PT.

 

Esse gesto não foi isolado. Francisco também demonstrou simpatia explícita por tiranos como Fidel Castro, Nicolás Maduro e Evo Morales , este último presenteando-o com o infame crucifixo em forma de foice e martelo, símbolo do comunismo que perseguiu, encarcerou e matou milhões de cristãos ao longo do século XX. E, em vez de indignação, o papa retribuiu com um sorriso.

 

Sob o seu comando, a Igreja passou a priorizar pautas caras ao globalismo: imigração descontrolada, ecologia ideológica, acolhimento irrestrito de minorias militantes e relativização moral de temas que jamais deveriam ter sido negociados , como o aborto, a família e a moral sexual. Em nome da “inclusão”, Francisco tolerou o avanço da heresia. Em nome do “diálogo”, calou diante da blasfêmia. Em nome da “modernidade”, esvaziou os templos.

 

Com uma teologia diluída, populista e ambígua, confundiu os fiéis, desmotivou vocações e afastou milhões da Igreja. A liturgia foi banalizada, a ortodoxia marginalizada, e a moral cristã rebaixada ao nível de slogans da ONU. O resultado é visível: um catolicismo envergonhado de si mesmo, com púlpitos silenciosos e bispos ativistas que mais parecem ONGs ideológicas do que pastores de almas.

 

Jorge Bergoglio será lembrado como o papa que estendeu a mão aos inimigos de Cristo e virou as costas para os que  O defendem com coragem. Que sua morte encerre não apenas um ciclo, mas um desvio. E que o próximo pontífice tenha a coragem de restaurar a honra, a clareza doutrinária e a missão sagrada da Igreja de Pedro.

 

O mundo não precisa de mais papas cúmplices de canalhas. Precisa de homens santos, que chamem o pecado pelo nome, mesmo que isso custe a aprovação dos jornais, dos bilionários e dos Lulas da vida.

 

 

José Carlos Chixaro

Jornalista, Publicitário e Administrador de Empresas.

ARTIGO – Em Defesa do Papa Francisco: Covardia pode ser definida como “a atitude de agredir quem não pode se defender”.

 

 

(Padre Carlos)

A carta de José Carlos Chixaro, intitulada “O Pontificado da Subversão Moral e da Aliança com Canalhas”, apresenta uma visão distorcida e injusta do legado do Papa Francisco. Como articulista comprometido com a verdade, sinto-me na obrigação de rebater tais acusações infundadas e destacar a verdadeira essência do pontificado de Francisco.​

O Encontro com Lula: Diplomacia e Diálogo

Acusar o Papa Francisco de “cumplicidade” por receber o presidente Luiz Inácio Lula da Silva é ignorar a tradição diplomática da Santa Sé. O Vaticano, como Estado soberano, mantém relações com líderes de diversas nações, independentemente de suas ideologias políticas. O encontro entre o Papa e Lula, em 2023, abordou temas como paz, combate à pobreza e proteção ambiental, conforme relatado pelo Vatican News . Tais reuniões refletem o compromisso da Igreja com o diálogo e a promoção do bem comum, não uma aliança política.

Relacionamentos com Líderes Mundiais: Evangelização e Respeito

A visita do Papa Francisco a Fidel Castro, em 2015, foi uma oportunidade de diálogo sobre questões globais, incluindo o meio ambiente . Da mesma forma, o presente recebido de Evo Morales, um crucifixo em forma de foice e martelo, foi uma réplica de uma obra do padre jesuíta Luis Espinal, assassinado por paramilitares. Francisco demonstrou desconforto com o presente, evidenciando sua postura crítica . Esses encontros não significam aprovação de regimes, mas sim uma tentativa de evangelização e promoção de valores cristãos.

Compromisso com a Doutrina e a Moral Cristã

Contrariando a acusação de “relativização moral”, o Papa Francisco tem reafirmado consistentemente os ensinamentos da Igreja sobre temas como aborto e família. Em 2015, durante um encontro com famílias nas Filipinas, destacou a importância da abertura à vida e da proteção da família tradicional . Sua abordagem pastoral busca acolher e orientar, sem comprometer os princípios doutrinários.​Wikiped

A Igreja em Saída: Evangelização no Mundo Moderno

O Papa Francisco tem enfatizado a necessidade de uma “Igreja em saída”, que vá ao encontro das periferias e dos marginalizados. Sua encíclica “Laudato Si'” é um chamado à responsabilidade ambiental e à justiça social, alinhando-se com a missão da Igreja de cuidar da criação e dos mais vulneráveis . Essa postura não é uma rendição ao globalismo, mas uma resposta evangélica aos desafios contemporâneos.​LOS40

Conclusão: Um Pontificado de Misericórdia e Verdade

O Papa Francisco será lembrado como um líder que buscou viver e ensinar o Evangelho com autenticidade, misericórdia e coragem. Suas ações refletem o compromisso com a verdade, a justiça e o amor ao próximo. As críticas infundadas não diminuem o impacto positivo de seu pontificado na Igreja e no mundo.​

 

 

 

 

Papa Francisco.

O Pontificado da Subversão Moral e da Aliança com Canalhas

 

A morte de Jorge Mario Bergoglio, o Papa Francisco, encerra um ciclo vergonhoso na história da Igreja Católica. Seu pontificado não foi marcado pela defesa da fé ou pela promoção da Verdade Evangélica, mas sim por uma rendição explícita à agenda progressista e por uma série de gestos cúmplices com ditadores, corruptos e revolucionários. Francisco não foi o “papa dos pobres”; foi o papa da esquerda, o papa do globalismo, o papa da traição silenciosa aos ensinamentos de Cristo.

 

Entre os inúmeros encontros desastrosos, um dos mais simbólicos foi o acolhimento caloroso e sorridente ao ex-presidiário brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, preso por decisão unânime em três instâncias e posteriormente “descondenado” por um Supremo Tribunal Federal que rasgou a Constituição para atender interesses políticos. Francisco não apenas o recebeu no Vaticano como o tratou como um “líder injustiçado”, ignorando completamente o clamor do povo brasileiro contra décadas de saque, aparelhamento e destruição institucional patrocinadas pelo PT.

 

Esse gesto não foi isolado. Francisco também demonstrou simpatia explícita por tiranos como Fidel Castro, Nicolás Maduro e Evo Morales , este último presenteando-o com o infame crucifixo em forma de foice e martelo, símbolo do comunismo que perseguiu, encarcerou e matou milhões de cristãos ao longo do século XX. E, em vez de indignação, o papa retribuiu com um sorriso.

 

Sob o seu comando, a Igreja passou a priorizar pautas caras ao globalismo: imigração descontrolada, ecologia ideológica, acolhimento irrestrito de minorias militantes e relativização moral de temas que jamais deveriam ter sido negociados , como o aborto, a família e a moral sexual. Em nome da “inclusão”, Francisco tolerou o avanço da heresia. Em nome do “diálogo”, calou diante da blasfêmia. Em nome da “modernidade”, esvaziou os templos.

 

Com uma teologia diluída, populista e ambígua, confundiu os fiéis, desmotivou vocações e afastou milhões da Igreja. A liturgia foi banalizada, a ortodoxia marginalizada, e a moral cristã rebaixada ao nível de slogans da ONU. O resultado é visível: um catolicismo envergonhado de si mesmo, com púlpitos silenciosos e bispos ativistas que mais parecem ONGs ideológicas do que pastores de almas.

 

Jorge Bergoglio será lembrado como o papa que estendeu a mão aos inimigos de Cristo e virou as costas para os que  O defendem com coragem. Que sua morte encerre não apenas um ciclo, mas um desvio. E que o próximo pontífice tenha a coragem de restaurar a honra, a clareza doutrinária e a missão sagrada da Igreja de Pedro.

 

O mundo não precisa de mais papas cúmplices de canalhas. Precisa de homens santos, que chamem o pecado pelo nome, mesmo que isso custe a aprovação dos jornais, dos bilionários e dos Lulas da vida.

 

 

José Carlos Chixaro

Jornalista, Publicitário e Administrador de Empresas.

ARTIGO – A maturidade política de Edvaldo Jr. e a defesa do pacto federativo

 

(Padre Carlos)

O pronunciamento do vereador Edvaldo Ferreira Júnior na tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta quarta-feira, 23 de abril de 2025, destacou-se pela lucidez e equilíbrio ao abordar questões cruciais para a governança municipal. Em um cenário político frequentemente marcado por polarizações e disputas partidárias, Edvaldo Jr. ressaltou a importância do pacto federativo e da colaboração entre os diferentes níveis de governo em prol do bem-estar da população.

Ao comentar a visita da prefeita Sheila Lemos ao governador Jerônimo Rodrigues, o vereador enfatizou que tal encontro representa um gesto republicano e democrático. A prefeita, ao buscar junto ao governo estadual o cumprimento de suas atribuições em relação a Vitória da Conquista, demonstra compromisso com os interesses da cidade, independentemente de alinhamentos políticos.

Edvaldo Jr. também criticou a tendência de alguns setores da imprensa em interpretar ações administrativas sob a ótica da disputa partidária, sugerindo mudanças de lado ou traições políticas. Essa visão reducionista desconsidera a complexidade da gestão pública e os esforços necessários para atender às demandas da população.

O vereador conclamou seus colegas a se concentrarem nas necessidades reais de Vitória da Conquista, evitando discursos inflamados que apenas alimentam divisões e beneficiam aqueles que lucram com a polarização. Seu apelo por um debate mais construtivo e centrado nos interesses locais é um chamado à responsabilidade e à maturidade política.

Em suma, o discurso de Edvaldo Ferreira Júnior é um exemplo de como a política pode ser exercida com sensatez e foco no bem comum. Ao defender o pacto federativo e a cooperação entre os entes governamentais, ele reafirma o compromisso com uma gestão pública eficiente e voltada para as reais necessidades da população de Vitória da Conquista.

ARTIGO – A maturidade política de Edvaldo Jr. e a defesa do pacto federativo

 

(Padre Carlos)

O pronunciamento do vereador Edvaldo Ferreira Júnior na tribuna da Câmara Municipal de Vitória da Conquista, nesta quarta-feira, 23 de abril de 2025, destacou-se pela lucidez e equilíbrio ao abordar questões cruciais para a governança municipal. Em um cenário político frequentemente marcado por polarizações e disputas partidárias, Edvaldo Jr. ressaltou a importância do pacto federativo e da colaboração entre os diferentes níveis de governo em prol do bem-estar da população.

Ao comentar a visita da prefeita Sheila Lemos ao governador Jerônimo Rodrigues, o vereador enfatizou que tal encontro representa um gesto republicano e democrático. A prefeita, ao buscar junto ao governo estadual o cumprimento de suas atribuições em relação a Vitória da Conquista, demonstra compromisso com os interesses da cidade, independentemente de alinhamentos políticos.

Edvaldo Jr. também criticou a tendência de alguns setores da imprensa em interpretar ações administrativas sob a ótica da disputa partidária, sugerindo mudanças de lado ou traições políticas. Essa visão reducionista desconsidera a complexidade da gestão pública e os esforços necessários para atender às demandas da população.

O vereador conclamou seus colegas a se concentrarem nas necessidades reais de Vitória da Conquista, evitando discursos inflamados que apenas alimentam divisões e beneficiam aqueles que lucram com a polarização. Seu apelo por um debate mais construtivo e centrado nos interesses locais é um chamado à responsabilidade e à maturidade política.

Em suma, o discurso de Edvaldo Ferreira Júnior é um exemplo de como a política pode ser exercida com sensatez e foco no bem comum. Ao defender o pacto federativo e a cooperação entre os entes governamentais, ele reafirma o compromisso com uma gestão pública eficiente e voltada para as reais necessidades da população de Vitória da Conquista.