Política e Resenha

ARTIGO – Quem deve ser responsabilizado pelos acidentes na Avenida Presidente Getúlio Vargas? (Padre Carlos)

 

 

A Avenida Presidente Getúlio Vargas, na Zona Leste de Vitória da Conquista, tornou-se palco de acidentes graves que escancaram uma preocupante realidade: a negligência do poder público. O acidente deste domingo (25), em que um veículo despencou de um barranco devido à falta de sinalização e iluminação, é apenas mais um capítulo de uma série de tragédias que poderiam ter sido evitadas.

Diante dessa situação, surge a inevitável pergunta: a quem cabe a responsabilidade? À Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA), responsável pela execução das obras? Aos deputados que representam o governo na Assembleia Legislativa? Ou ao governador, que em última instância coordena as ações do Executivo estadual?

Não é de hoje que as obras na Avenida Presidente Getúlio Vargas têm causado transtornos. Apesar de serem necessárias para a melhoria da infraestrutura, a condução dessas intervenções tem demonstrado falhas gritantes em quesitos básicos como segurança, sinalização e planejamento. A ausência de uma sinalização clara e de iluminação adequada em uma via em obras é mais do que uma negligência técnica — é um desrespeito à vida e à integridade dos cidadãos que dependem dessa estrada.

O desabafo da jornalista Lays Macêdo, vítima de um dos acidentes, reflete o sentimento de muitos conquistenses: “Me tornei vítima da inoperância do Estado”. A frase é contundente porque evidencia um problema estrutural maior. O Estado, em todas as suas esferas, parece ter se acostumado a minimizar os danos enquanto promove obras que, ironicamente, deveriam trazer melhorias, mas acabam causando dor e perdas irreparáveis.

Os deputados estaduais que representam a região têm sua parcela de responsabilidade. É função deles fiscalizar as ações do governo, cobrar celeridade e eficiência nas obras e garantir que elas sejam conduzidas com segurança. No entanto, o silêncio ou a falta de ação por parte de muitos legisladores reforça a percepção de que a população está desamparada.

Por outro lado, o governador não pode se eximir de responsabilidade. Como líder do Executivo, cabe a ele assegurar que as secretarias de Estado, incluindo a SEINFRA, cumpram suas atribuições com competência e respeito à população. Falhas como as que vêm sendo registradas na Avenida Presidente Getúlio Vargas apontam para uma gestão ineficiente ou, no mínimo, desatenta às demandas locais.

Além disso, a chuva, que foi um fator agravante no acidente deste domingo, não pode ser usada como justificativa para a tragédia. Em um Estado onde eventos climáticos são previsíveis, é inaceitável que obras de infraestrutura não considerem esses fatores em seu planejamento.

O que se espera agora é que as autoridades envolvidas tomem medidas concretas e imediatas. A sinalização e a iluminação adequadas não podem esperar o término das obras para serem implementadas. A vida das pessoas que transitam pela Avenida Presidente Getúlio Vargas deve ser prioridade absoluta.

Por fim, a população, que é a principal prejudicada, precisa cobrar respostas e ações de seus representantes. Não podemos nos conformar com a ideia de que acidentes como esse são inevitáveis. São, na verdade, resultado de escolhas equivocadas e da falta de compromisso com o bem-estar coletivo.

Seja na esfera estadual, legislativa ou municipal, é hora de cada instância assumir sua responsabilidade e trabalhar para garantir que a infraestrutura seja, de fato, um instrumento de desenvolvimento — e não uma fonte de sofrimento para a sociedade. Vitória da Conquista merece respeito, e a resposta para isso começa com a responsabilização e a exigência de mudanças efetivas.

ARTIGO – Quem deve ser responsabilizado pelos acidentes na Avenida Presidente Getúlio Vargas? (Padre Carlos)

 

 

A Avenida Presidente Getúlio Vargas, na Zona Leste de Vitória da Conquista, tornou-se palco de acidentes graves que escancaram uma preocupante realidade: a negligência do poder público. O acidente deste domingo (25), em que um veículo despencou de um barranco devido à falta de sinalização e iluminação, é apenas mais um capítulo de uma série de tragédias que poderiam ter sido evitadas.

Diante dessa situação, surge a inevitável pergunta: a quem cabe a responsabilidade? À Secretaria de Infraestrutura do Estado da Bahia (SEINFRA), responsável pela execução das obras? Aos deputados que representam o governo na Assembleia Legislativa? Ou ao governador, que em última instância coordena as ações do Executivo estadual?

Não é de hoje que as obras na Avenida Presidente Getúlio Vargas têm causado transtornos. Apesar de serem necessárias para a melhoria da infraestrutura, a condução dessas intervenções tem demonstrado falhas gritantes em quesitos básicos como segurança, sinalização e planejamento. A ausência de uma sinalização clara e de iluminação adequada em uma via em obras é mais do que uma negligência técnica — é um desrespeito à vida e à integridade dos cidadãos que dependem dessa estrada.

O desabafo da jornalista Lays Macêdo, vítima de um dos acidentes, reflete o sentimento de muitos conquistenses: “Me tornei vítima da inoperância do Estado”. A frase é contundente porque evidencia um problema estrutural maior. O Estado, em todas as suas esferas, parece ter se acostumado a minimizar os danos enquanto promove obras que, ironicamente, deveriam trazer melhorias, mas acabam causando dor e perdas irreparáveis.

Os deputados estaduais que representam a região têm sua parcela de responsabilidade. É função deles fiscalizar as ações do governo, cobrar celeridade e eficiência nas obras e garantir que elas sejam conduzidas com segurança. No entanto, o silêncio ou a falta de ação por parte de muitos legisladores reforça a percepção de que a população está desamparada.

Por outro lado, o governador não pode se eximir de responsabilidade. Como líder do Executivo, cabe a ele assegurar que as secretarias de Estado, incluindo a SEINFRA, cumpram suas atribuições com competência e respeito à população. Falhas como as que vêm sendo registradas na Avenida Presidente Getúlio Vargas apontam para uma gestão ineficiente ou, no mínimo, desatenta às demandas locais.

Além disso, a chuva, que foi um fator agravante no acidente deste domingo, não pode ser usada como justificativa para a tragédia. Em um Estado onde eventos climáticos são previsíveis, é inaceitável que obras de infraestrutura não considerem esses fatores em seu planejamento.

O que se espera agora é que as autoridades envolvidas tomem medidas concretas e imediatas. A sinalização e a iluminação adequadas não podem esperar o término das obras para serem implementadas. A vida das pessoas que transitam pela Avenida Presidente Getúlio Vargas deve ser prioridade absoluta.

Por fim, a população, que é a principal prejudicada, precisa cobrar respostas e ações de seus representantes. Não podemos nos conformar com a ideia de que acidentes como esse são inevitáveis. São, na verdade, resultado de escolhas equivocadas e da falta de compromisso com o bem-estar coletivo.

Seja na esfera estadual, legislativa ou municipal, é hora de cada instância assumir sua responsabilidade e trabalhar para garantir que a infraestrutura seja, de fato, um instrumento de desenvolvimento — e não uma fonte de sofrimento para a sociedade. Vitória da Conquista merece respeito, e a resposta para isso começa com a responsabilização e a exigência de mudanças efetivas.

ARTIGO – Ivan Cordeiro e o caminho para a Presidência da Câmara (Padre Carlos)

 

 

 

A política, com sua dinâmica própria, revela lideranças que, aos poucos, conquistam espaço e se consolidam como peças centrais nos tabuleiros do poder. Esse parece ser o caso do vereador Ivan Cordeiro (PL), que se firma como um dos favoritos para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista. Com o apoio público de uma ampla maioria de vereadores, além do respaldo de figuras influentes tanto da base governista quanto da oposição, sua candidatura deixa de ser apenas uma possibilidade e assume contornos de um projeto estratégico e bem articulado.

O apoio de lideranças dentro e fora do governo reforça a imagem de Ivan como uma figura capaz de unificar interesses e liderar uma gestão alinhada às demandas de Vitória da Conquista, ao mesmo tempo em que enfrenta os desafios políticos da base aliada à prefeita Sheila Lemos. Em tempos de polarizações acentuadas, é justamente a capacidade de construir pontes entre diferentes grupos que faz dele um nome promissor para o cargo mais alto do Legislativo municipal.

A Câmara não é apenas um espaço para debates legislativos, mas o coração da representação popular. Ser presidente desta instituição exige não apenas articulação política, mas também visão estratégica e compromisso com o bem comum. Ivan Cordeiro tem demonstrado essas qualidades ao longo de sua trajetória como vereador. Seu trabalho consistente, pautado pela seriedade e por uma retórica que dialoga diretamente com as necessidades da população, lhe confere credibilidade tanto entre seus pares quanto junto à sociedade.

Sua habilidade de transitar entre blocos políticos distintos — mantendo o prestígio com a base aliada e conquistando o respeito da oposição — evidencia um espírito conciliador e estratégico. São qualidades indispensáveis para quem deseja conduzir o Legislativo em tempos de desafios crescentes e demandas sociais urgentes.

No entanto, a caminhada até a Presidência da Câmara não está livre de desafios. Consolidar alianças, manter o diálogo com todos os grupos representados na Casa e, acima de tudo, demonstrar à sociedade que sua gestão será pautada pela transparência e eficiência, serão testes cruciais para Ivan. É necessário deixar claro que a Presidência da Câmara sob sua liderança não será apenas mais um episódio de disputas partidárias, mas um marco de renovação e compromisso com os interesses do povo de Vitória da Conquista.

Com o apoio declarado da base governista e uma trajetória política sólida, Ivan Cordeiro está cada vez mais próximo de ocupar o posto mais alto da Câmara. Contudo, como em toda boa política, o desfecho depende de um fator decisivo: a capacidade de transformar promessas e articulações em votos concretos.

Se eleito, Ivan terá a oportunidade de não apenas atender às expectativas de seus apoiadores, mas também de se consolidar como uma liderança capaz de conduzir a Câmara com equilíbrio e responsabilidade. É uma chance de fortalecer o papel do Legislativo como um instrumento de transformação social. Caso alcance esse feito, sua gestão poderá se tornar um marco na história política de Vitória da Conquista, abrindo caminho para um novo tempo de diálogo e avanços.

ARTIGO – Ivan Cordeiro e o caminho para a Presidência da Câmara (Padre Carlos)

 

 

 

A política, com sua dinâmica própria, revela lideranças que, aos poucos, conquistam espaço e se consolidam como peças centrais nos tabuleiros do poder. Esse parece ser o caso do vereador Ivan Cordeiro (PL), que se firma como um dos favoritos para assumir a Presidência da Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista. Com o apoio público de uma ampla maioria de vereadores, além do respaldo de figuras influentes tanto da base governista quanto da oposição, sua candidatura deixa de ser apenas uma possibilidade e assume contornos de um projeto estratégico e bem articulado.

O apoio de lideranças dentro e fora do governo reforça a imagem de Ivan como uma figura capaz de unificar interesses e liderar uma gestão alinhada às demandas de Vitória da Conquista, ao mesmo tempo em que enfrenta os desafios políticos da base aliada à prefeita Sheila Lemos. Em tempos de polarizações acentuadas, é justamente a capacidade de construir pontes entre diferentes grupos que faz dele um nome promissor para o cargo mais alto do Legislativo municipal.

A Câmara não é apenas um espaço para debates legislativos, mas o coração da representação popular. Ser presidente desta instituição exige não apenas articulação política, mas também visão estratégica e compromisso com o bem comum. Ivan Cordeiro tem demonstrado essas qualidades ao longo de sua trajetória como vereador. Seu trabalho consistente, pautado pela seriedade e por uma retórica que dialoga diretamente com as necessidades da população, lhe confere credibilidade tanto entre seus pares quanto junto à sociedade.

Sua habilidade de transitar entre blocos políticos distintos — mantendo o prestígio com a base aliada e conquistando o respeito da oposição — evidencia um espírito conciliador e estratégico. São qualidades indispensáveis para quem deseja conduzir o Legislativo em tempos de desafios crescentes e demandas sociais urgentes.

No entanto, a caminhada até a Presidência da Câmara não está livre de desafios. Consolidar alianças, manter o diálogo com todos os grupos representados na Casa e, acima de tudo, demonstrar à sociedade que sua gestão será pautada pela transparência e eficiência, serão testes cruciais para Ivan. É necessário deixar claro que a Presidência da Câmara sob sua liderança não será apenas mais um episódio de disputas partidárias, mas um marco de renovação e compromisso com os interesses do povo de Vitória da Conquista.

Com o apoio declarado da base governista e uma trajetória política sólida, Ivan Cordeiro está cada vez mais próximo de ocupar o posto mais alto da Câmara. Contudo, como em toda boa política, o desfecho depende de um fator decisivo: a capacidade de transformar promessas e articulações em votos concretos.

Se eleito, Ivan terá a oportunidade de não apenas atender às expectativas de seus apoiadores, mas também de se consolidar como uma liderança capaz de conduzir a Câmara com equilíbrio e responsabilidade. É uma chance de fortalecer o papel do Legislativo como um instrumento de transformação social. Caso alcance esse feito, sua gestão poderá se tornar um marco na história política de Vitória da Conquista, abrindo caminho para um novo tempo de diálogo e avanços.

ARTIGO – Clarice Gonçalves dos Santos: Uma vida de amor e legado (Padre Carlos)

 

 

 

 

Neste domingo, nos despedimos de Clarice Gonçalves dos Santos, aos 97 anos, uma mulher cuja vida foi um testemunho de amor, fé e dedicação à família. Esposa do saudoso Jesus Gomes dos Santos, Clarice deixa uma legião de filhos, netos e bisnetos que, mais do que lamentar sua partida, celebram um legado que ecoará por gerações.

Clarice viveu quase um século de transformações sociais, avanços tecnológicos e desafios que moldaram nossa história coletiva. Porém, sua essência permaneceu ancorada nos valores que hoje parecem raros: o amor incondicional pela família, a devoção ao lar e a sabedoria de quem compreende que a vida não é medida por posses, mas pelas marcas que deixamos nos corações alheios.

Para sua família, ela foi mais que uma matriarca; foi um farol, guiando com conselhos sensatos e um olhar que transmitia a força de quem enfrentou a vida com dignidade. Aos amigos e vizinhos, Clarice era sinônimo de generosidade e acolhimento, alguém com quem se podia contar em momentos de alegria e tristeza.

A dor da separação é inevitável, mas a fé nos consola. Cremos que Clarice agora descansa nos braços do Pai, acolhida em Sua infinita sabedoria e amor. Suas lembranças, gestos e ensinamentos continuarão vivos em cada sorriso de seus descendentes, em cada história compartilhada nas reuniões familiares e em cada decisão tomada sob a influência de seus valores.

O velório será realizado no Salão Nobre da Pax Nacional, um momento de união para aqueles que compartilham do luto e da gratidão por tê-la em suas vidas. O sepultamento ocorrerá na segunda-feira, às 11h, no Cemitério da Saudade, local onde ficará o corpo, mas não o espírito de Clarice, que já ascendeu para junto de Deus.

Que sua partida seja também um convite à reflexão sobre o que deixaremos ao partir deste mundo. Assim como Clarice, que possamos viver de forma a sermos lembrados com saudade e carinho, como quem fez da vida um ato de amor e entrega.

Aos filhos, netos, bisnetos e demais familiares, deixamos nossas mais sinceras condolências. Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conforte seus corações e os preencha com a certeza de que o amor transcende a morte.

Saudades eternas, Clarice. Descansa em paz.

ARTIGO – Clarice Gonçalves dos Santos: Uma vida de amor e legado (Padre Carlos)

 

 

 

 

Neste domingo, nos despedimos de Clarice Gonçalves dos Santos, aos 97 anos, uma mulher cuja vida foi um testemunho de amor, fé e dedicação à família. Esposa do saudoso Jesus Gomes dos Santos, Clarice deixa uma legião de filhos, netos e bisnetos que, mais do que lamentar sua partida, celebram um legado que ecoará por gerações.

Clarice viveu quase um século de transformações sociais, avanços tecnológicos e desafios que moldaram nossa história coletiva. Porém, sua essência permaneceu ancorada nos valores que hoje parecem raros: o amor incondicional pela família, a devoção ao lar e a sabedoria de quem compreende que a vida não é medida por posses, mas pelas marcas que deixamos nos corações alheios.

Para sua família, ela foi mais que uma matriarca; foi um farol, guiando com conselhos sensatos e um olhar que transmitia a força de quem enfrentou a vida com dignidade. Aos amigos e vizinhos, Clarice era sinônimo de generosidade e acolhimento, alguém com quem se podia contar em momentos de alegria e tristeza.

A dor da separação é inevitável, mas a fé nos consola. Cremos que Clarice agora descansa nos braços do Pai, acolhida em Sua infinita sabedoria e amor. Suas lembranças, gestos e ensinamentos continuarão vivos em cada sorriso de seus descendentes, em cada história compartilhada nas reuniões familiares e em cada decisão tomada sob a influência de seus valores.

O velório será realizado no Salão Nobre da Pax Nacional, um momento de união para aqueles que compartilham do luto e da gratidão por tê-la em suas vidas. O sepultamento ocorrerá na segunda-feira, às 11h, no Cemitério da Saudade, local onde ficará o corpo, mas não o espírito de Clarice, que já ascendeu para junto de Deus.

Que sua partida seja também um convite à reflexão sobre o que deixaremos ao partir deste mundo. Assim como Clarice, que possamos viver de forma a sermos lembrados com saudade e carinho, como quem fez da vida um ato de amor e entrega.

Aos filhos, netos, bisnetos e demais familiares, deixamos nossas mais sinceras condolências. Que Deus, em Sua infinita misericórdia, conforte seus corações e os preencha com a certeza de que o amor transcende a morte.

Saudades eternas, Clarice. Descansa em paz.

ARTIGO – Um Vácuo na Trama da Vida

 

 

(Padre Carlos)

A notícia do falecimento de Gilvan Carvalho de Andrade, aos 61 anos, nos conduz a um momento de profunda introspecção sobre a efemeridade da existência humana. Gilvan, com sua presença marcante, deixou um vazio que ecoa além de sua família e amigos mais próximos, alcançando toda uma comunidade que foi enriquecida por sua vida e ações.

É inevitável que a morte nos desafie a encarar a brevidade da vida, fazendo-nos refletir sobre o que realmente importa. Que legado deixamos? Quais marcas imprimimos no mundo e nas vidas que tocamos? Essas questões se tornam ainda mais urgentes quando perdemos alguém cuja trajetória representou uma trama única e significativa no tecido social ao qual pertencemos.

O Legado de Gilvan
A vida de Gilvan foi, sem dúvida, uma jornada singular, cheia de experiências que moldaram não apenas sua história pessoal, mas também as vidas daqueles ao seu redor. Por meio de suas ações e relações, ele construiu um legado que, embora imaterial, é profundamente real para aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Aos seus familiares, em especial à sua irmã Gilza de Andrade Marques André Carvalho, estendemos nossos sentimentos mais sinceros, desejando que encontrem consolo no amor e nas memórias que ele deixa para trás.

Uma Chamada à Reflexão
A perda de Gilvan nos convida a pensar sobre a necessidade de viver plenamente, de valorizar o agora e de cultivar as relações que dão sentido às nossas vidas. É um chamado a não adiar gestos de amor, palavras de gratidão ou demonstrações de cuidado.

Celebrar a Vida
Neste momento de dor, é essencial que nos inspiremos na trajetória de Gilvan. Honrar sua memória é, também, dar continuidade aos seus sonhos e perpetuar os valores que ele representou. Mais do que lamentar sua partida, devemos celebrar a vida que ele viveu e o impacto que deixou.

Que a lembrança de Gilvan Carvalho de Andrade continue a nos inspirar, lembrando-nos de que cada vida é uma peça insubstituível no mosaico da existência humana.

Em memória,
Padre Carlos

ARTIGO – Um Vácuo na Trama da Vida

 

 

(Padre Carlos)

A notícia do falecimento de Gilvan Carvalho de Andrade, aos 61 anos, nos conduz a um momento de profunda introspecção sobre a efemeridade da existência humana. Gilvan, com sua presença marcante, deixou um vazio que ecoa além de sua família e amigos mais próximos, alcançando toda uma comunidade que foi enriquecida por sua vida e ações.

É inevitável que a morte nos desafie a encarar a brevidade da vida, fazendo-nos refletir sobre o que realmente importa. Que legado deixamos? Quais marcas imprimimos no mundo e nas vidas que tocamos? Essas questões se tornam ainda mais urgentes quando perdemos alguém cuja trajetória representou uma trama única e significativa no tecido social ao qual pertencemos.

O Legado de Gilvan
A vida de Gilvan foi, sem dúvida, uma jornada singular, cheia de experiências que moldaram não apenas sua história pessoal, mas também as vidas daqueles ao seu redor. Por meio de suas ações e relações, ele construiu um legado que, embora imaterial, é profundamente real para aqueles que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Aos seus familiares, em especial à sua irmã Gilza de Andrade Marques André Carvalho, estendemos nossos sentimentos mais sinceros, desejando que encontrem consolo no amor e nas memórias que ele deixa para trás.

Uma Chamada à Reflexão
A perda de Gilvan nos convida a pensar sobre a necessidade de viver plenamente, de valorizar o agora e de cultivar as relações que dão sentido às nossas vidas. É um chamado a não adiar gestos de amor, palavras de gratidão ou demonstrações de cuidado.

Celebrar a Vida
Neste momento de dor, é essencial que nos inspiremos na trajetória de Gilvan. Honrar sua memória é, também, dar continuidade aos seus sonhos e perpetuar os valores que ele representou. Mais do que lamentar sua partida, devemos celebrar a vida que ele viveu e o impacto que deixou.

Que a lembrança de Gilvan Carvalho de Andrade continue a nos inspirar, lembrando-nos de que cada vida é uma peça insubstituível no mosaico da existência humana.

Em memória,
Padre Carlos

ALERTA À POPULAÇÃO: PREVENÇÃO É A MELHOR DEFESA CONTRA CHUVAS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

 

 

 

Com a previsão de chuvas intensas até terça-feira (26), conforme o alerta laranja emitido pelo Inmet, a Prefeitura de Vitória da Conquista reforça a importância da prevenção e do monitoramento de áreas de risco. O Comitê de Gestão de Crises, liderado pelo coronel Ivanildo da Silva, chefe de Gabinete, destacou a necessidade de colaboração da população para evitar problemas maiores.

Descarte irregular de lixo: um problema sério
O descarte inadequado de resíduos é um dos principais fatores de entupimento de galerias pluviais, que pode levar a alagamentos. O comitê pede que os cidadãos evitem essa prática, especialmente neste período crítico.

Atuação integrada das secretarias
Reunindo representantes de diversas pastas, o comitê apresentou um panorama das ações realizadas, destacando a eficiência das equipes. Obras de drenagem e melhorias estruturais em bairros como Miro Cairo e Vila Marina reduziram significativamente os impactos das chuvas.

Defesa Civil em ação
Com média de 41,36 mm de chuva acumulada nas últimas 24 horas, a Defesa Civil tem monitorado pontos críticos e atendido ocorrências. Canais e vias foram desobstruídos, e não há registro de alagamentos residenciais até o momento.

Orientações à população
Para proteger sua família e patrimônio, siga as orientações da Defesa Civil:

  • Manutenção preventiva: verifique telhados e calhas.
  • Água pluvial: direcione-a para as ruas, nunca para o esgoto.
  • Segurança pessoal: evite sair de casa durante chuvas intensas.

Em situações de emergência, entre em contato com a Defesa Civil pelo número 199 ou pelo WhatsApp (77) 8856-5070.

Compromisso da Prefeitura
A gestão municipal reafirma seu compromisso em minimizar os impactos das chuvas e proteger vidas, por meio de ações conjuntas e planejamento estratégico.

A colaboração de todos é fundamental para que Vitória da Conquista enfrente esse período de forma segura e eficiente.

ALERTA À POPULAÇÃO: PREVENÇÃO É A MELHOR DEFESA CONTRA CHUVAS EM VITÓRIA DA CONQUISTA

 

 

 

Com a previsão de chuvas intensas até terça-feira (26), conforme o alerta laranja emitido pelo Inmet, a Prefeitura de Vitória da Conquista reforça a importância da prevenção e do monitoramento de áreas de risco. O Comitê de Gestão de Crises, liderado pelo coronel Ivanildo da Silva, chefe de Gabinete, destacou a necessidade de colaboração da população para evitar problemas maiores.

Descarte irregular de lixo: um problema sério
O descarte inadequado de resíduos é um dos principais fatores de entupimento de galerias pluviais, que pode levar a alagamentos. O comitê pede que os cidadãos evitem essa prática, especialmente neste período crítico.

Atuação integrada das secretarias
Reunindo representantes de diversas pastas, o comitê apresentou um panorama das ações realizadas, destacando a eficiência das equipes. Obras de drenagem e melhorias estruturais em bairros como Miro Cairo e Vila Marina reduziram significativamente os impactos das chuvas.

Defesa Civil em ação
Com média de 41,36 mm de chuva acumulada nas últimas 24 horas, a Defesa Civil tem monitorado pontos críticos e atendido ocorrências. Canais e vias foram desobstruídos, e não há registro de alagamentos residenciais até o momento.

Orientações à população
Para proteger sua família e patrimônio, siga as orientações da Defesa Civil:

  • Manutenção preventiva: verifique telhados e calhas.
  • Água pluvial: direcione-a para as ruas, nunca para o esgoto.
  • Segurança pessoal: evite sair de casa durante chuvas intensas.

Em situações de emergência, entre em contato com a Defesa Civil pelo número 199 ou pelo WhatsApp (77) 8856-5070.

Compromisso da Prefeitura
A gestão municipal reafirma seu compromisso em minimizar os impactos das chuvas e proteger vidas, por meio de ações conjuntas e planejamento estratégico.

A colaboração de todos é fundamental para que Vitória da Conquista enfrente esse período de forma segura e eficiente.

RTIGO – O Reino de Cristo: Uma Realeza de Serviço e Esperança (Padre Carlos

 

A Solenidade de Cristo Rei do Universo marca um momento profundamente significativo no calendário litúrgico, encerrando o Ano Litúrgico e nos preparando para o Advento. É uma celebração que transcende as convenções dos reinos terrenos, iluminando um reinado alicerçado na humildade, no serviço e no amor incondicional.

Um Rei Diferente

Desde a anunciação, as Escrituras delineiam o Messias como Rei, herdeiro do trono de Davi, destinado a um Reino eterno. Contudo, a trajetória de Jesus contradiz todas as expectativas humanas de poder. Ele não reivindicou tronos dourados ou exércitos poderosos. Em vez disso, passou a maior parte de sua vida em Nazaré, em uma simplicidade quase anônima. Quando iniciou sua vida pública, seu discurso era revolucionário: “O Reino de Deus está próximo”. Mas este Reino não era de dominação, e sim de justiça, misericórdia e compaixão.

A culminância desse reinado foi a Cruz, o ápice do paradoxo cristão. Em sua agonia e morte, Jesus revelou o que significa ser Rei: doar-se completamente por amor. São João Paulo II descreve com precisão: “Cristo afirma-Se Rei precisamente no momento em que… agoniza e morre”. Na cruz, Ele não impõe, mas atrai; não domina, mas serve.

O Reinado do Amor

No mundo atual, tão marcado por conflitos, polarizações e um vazio espiritual que busca preencher-se de formas diversas, o reinado de Cristo se apresenta como uma alternativa radical. Seu Reino é de paz e inclusão, e sua força, ao contrário das armas ou estratégias políticas, reside na transformação dos corações.

Celebrar Cristo Rei é um convite à coragem de nadar contra a corrente. É reconhecer que o verdadeiro poder está em servir, que o verdadeiro reinado é o do amor, e que a verdadeira paz começa no interior de cada um de nós. Essa solenidade nos desafia a dar espaço para Jesus não apenas no discurso, mas em cada decisão, em cada relação, em cada gesto de compaixão.

O Caminho do Advento

Aproximando-nos do Advento, somos convidados a refletir sobre o que significa permitir que Cristo reine em nossas vidas. Ele não força sua entrada; espera que abramos as portas do nosso coração. Assim como Maria o acolheu em seu ventre, somos chamados a acolhê-lo em nossas vidas, permitindo que Ele transforme nossa maneira de ver e viver o mundo.

Que a Solenidade de Cristo Rei nos inspire a seguir adiante com fé e esperança, confiantes de que, em Cristo, o Reino de Deus já está presente entre nós. E que Maria, Rainha e Mãe, nos conduza sempre por caminhos de paz e unidade. Viva Cristo Rei!

RTIGO – O Reino de Cristo: Uma Realeza de Serviço e Esperança (Padre Carlos

 

A Solenidade de Cristo Rei do Universo marca um momento profundamente significativo no calendário litúrgico, encerrando o Ano Litúrgico e nos preparando para o Advento. É uma celebração que transcende as convenções dos reinos terrenos, iluminando um reinado alicerçado na humildade, no serviço e no amor incondicional.

Um Rei Diferente

Desde a anunciação, as Escrituras delineiam o Messias como Rei, herdeiro do trono de Davi, destinado a um Reino eterno. Contudo, a trajetória de Jesus contradiz todas as expectativas humanas de poder. Ele não reivindicou tronos dourados ou exércitos poderosos. Em vez disso, passou a maior parte de sua vida em Nazaré, em uma simplicidade quase anônima. Quando iniciou sua vida pública, seu discurso era revolucionário: “O Reino de Deus está próximo”. Mas este Reino não era de dominação, e sim de justiça, misericórdia e compaixão.

A culminância desse reinado foi a Cruz, o ápice do paradoxo cristão. Em sua agonia e morte, Jesus revelou o que significa ser Rei: doar-se completamente por amor. São João Paulo II descreve com precisão: “Cristo afirma-Se Rei precisamente no momento em que… agoniza e morre”. Na cruz, Ele não impõe, mas atrai; não domina, mas serve.

O Reinado do Amor

No mundo atual, tão marcado por conflitos, polarizações e um vazio espiritual que busca preencher-se de formas diversas, o reinado de Cristo se apresenta como uma alternativa radical. Seu Reino é de paz e inclusão, e sua força, ao contrário das armas ou estratégias políticas, reside na transformação dos corações.

Celebrar Cristo Rei é um convite à coragem de nadar contra a corrente. É reconhecer que o verdadeiro poder está em servir, que o verdadeiro reinado é o do amor, e que a verdadeira paz começa no interior de cada um de nós. Essa solenidade nos desafia a dar espaço para Jesus não apenas no discurso, mas em cada decisão, em cada relação, em cada gesto de compaixão.

O Caminho do Advento

Aproximando-nos do Advento, somos convidados a refletir sobre o que significa permitir que Cristo reine em nossas vidas. Ele não força sua entrada; espera que abramos as portas do nosso coração. Assim como Maria o acolheu em seu ventre, somos chamados a acolhê-lo em nossas vidas, permitindo que Ele transforme nossa maneira de ver e viver o mundo.

Que a Solenidade de Cristo Rei nos inspire a seguir adiante com fé e esperança, confiantes de que, em Cristo, o Reino de Deus já está presente entre nós. E que Maria, Rainha e Mãe, nos conduza sempre por caminhos de paz e unidade. Viva Cristo Rei!

ARTIGO – INDIGNAÇÃO NECESSÁRIA: UM REPÚDIO À FALTA DE SENSIBILIDADE SOBRE O AUTISMO (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje pela manhã, ao ler um artigo de meu amigo Lucas Batista, fui tomado por profunda indignação diante das declarações do Ministro Antonio Saldanha, do STJ, sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em seu texto, Lucas denunciava a falta de sensibilidade e a postura desrespeitosa do ministro, que se referiu ao autismo como um “problema” e às clínicas de tratamento como um “passeio na floresta”. Essas palavras, além de minimizarem as lutas das famílias que convivem com o TEA, refletem uma desconexão preocupante com a realidade enfrentada por quem vive diariamente os desafios dessa condição.

 

O texto de Lucas Batista expressa, com justiça e indignação, o sentimento de milhares de famílias que convivem diariamente com os desafios do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Suas palavras ecoam a dor e o cansaço de quem luta, em um país repleto de obstáculos, por diagnósticos, tratamentos e respeito. Diante das declarações do Ministro Antonio Saldanha, do STJ, que tratou o autismo como um “problema” e as clínicas de tratamento como um “passeio na floresta”, é impossível não nos sentirmos indignados.

 

O ministro, com essas palavras, não apenas revelou uma falta de empatia, mas também reforçou a invisibilização de uma condição que exige atenção e políticas públicas sérias. As famílias que enfrentam o TEA não encontram florestas acolhedoras em sua jornada; encontram, na verdade, espinhos e abismos. O diagnóstico, que deveria ser um direito básico, é muitas vezes tardio. As terapias, fundamentais para o desenvolvimento das crianças, são inacessíveis para grande parte da população devido aos altos custos e à insuficiência dos serviços públicos de saúde.

 

Lucas Batista, em seu texto, acerta ao apontar que o gabinete do ministro talvez seja o verdadeiro “passeio na floresta”. Lá, a realidade das famílias que vivem com o autismo parece ser uma abstração distante, um eco abafado por paredes de mármore e decisões burocráticas. É inadmissível que uma autoridade do Poder Judiciário, cuja função é zelar pelos direitos e pela justiça, desconsidere o peso das palavras e o impacto que estas têm sobre uma luta já tão árdua.

 

O autismo não é um “problema” no sentido simplista e reducionista usado pelo ministro. É uma condição que exige compreensão, respeito e, acima de tudo, comprometimento. Reduzir a importância das clínicas de tratamento, que muitas vezes são o único porto seguro para famílias em desespero, é ignorar o trabalho árduo de profissionais dedicados e a esperança de pais que lutam por um futuro digno para seus filhos.

 

Lucas Batista nos lembra, com sua firmeza, que o debate sobre o TEA deve ser pautado pela empatia e pelo compromisso com a inclusão. A sociedade brasileira precisa, urgentemente, de políticas públicas que garantam o acesso universal a diagnósticos e terapias. Mais do que isso, precisamos de uma mudança cultural que valorize a diversidade e acolha as diferenças, não como “problemas”, mas como parte da riqueza humana.

 

As palavras do ministro Antonio Saldanha foram, no mínimo, infelizes. Que ele aproveite este momento de crítica e indignação para refletir, aprender e, quem sabe, usar sua posição para apoiar causas que realmente façam diferença na vida das pessoas. A luta das famílias com TEA é uma luta de todos nós. Que não permitamos que discursos insensíveis obscureçam a importância dessa causa.

 

Lucas Batista está certo: o que precisamos não é de floresta, mas de pontes que unam, acolham e incluam. Que essa indignação sirva de impulso para avançarmos em direção a um Brasil mais empático, humano e inclusivo.

ARTIGO – INDIGNAÇÃO NECESSÁRIA: UM REPÚDIO À FALTA DE SENSIBILIDADE SOBRE O AUTISMO (Padre Carlos)

 

 

 

 

Hoje pela manhã, ao ler um artigo de meu amigo Lucas Batista, fui tomado por profunda indignação diante das declarações do Ministro Antonio Saldanha, do STJ, sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Em seu texto, Lucas denunciava a falta de sensibilidade e a postura desrespeitosa do ministro, que se referiu ao autismo como um “problema” e às clínicas de tratamento como um “passeio na floresta”. Essas palavras, além de minimizarem as lutas das famílias que convivem com o TEA, refletem uma desconexão preocupante com a realidade enfrentada por quem vive diariamente os desafios dessa condição.

 

O texto de Lucas Batista expressa, com justiça e indignação, o sentimento de milhares de famílias que convivem diariamente com os desafios do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Suas palavras ecoam a dor e o cansaço de quem luta, em um país repleto de obstáculos, por diagnósticos, tratamentos e respeito. Diante das declarações do Ministro Antonio Saldanha, do STJ, que tratou o autismo como um “problema” e as clínicas de tratamento como um “passeio na floresta”, é impossível não nos sentirmos indignados.

 

O ministro, com essas palavras, não apenas revelou uma falta de empatia, mas também reforçou a invisibilização de uma condição que exige atenção e políticas públicas sérias. As famílias que enfrentam o TEA não encontram florestas acolhedoras em sua jornada; encontram, na verdade, espinhos e abismos. O diagnóstico, que deveria ser um direito básico, é muitas vezes tardio. As terapias, fundamentais para o desenvolvimento das crianças, são inacessíveis para grande parte da população devido aos altos custos e à insuficiência dos serviços públicos de saúde.

 

Lucas Batista, em seu texto, acerta ao apontar que o gabinete do ministro talvez seja o verdadeiro “passeio na floresta”. Lá, a realidade das famílias que vivem com o autismo parece ser uma abstração distante, um eco abafado por paredes de mármore e decisões burocráticas. É inadmissível que uma autoridade do Poder Judiciário, cuja função é zelar pelos direitos e pela justiça, desconsidere o peso das palavras e o impacto que estas têm sobre uma luta já tão árdua.

 

O autismo não é um “problema” no sentido simplista e reducionista usado pelo ministro. É uma condição que exige compreensão, respeito e, acima de tudo, comprometimento. Reduzir a importância das clínicas de tratamento, que muitas vezes são o único porto seguro para famílias em desespero, é ignorar o trabalho árduo de profissionais dedicados e a esperança de pais que lutam por um futuro digno para seus filhos.

 

Lucas Batista nos lembra, com sua firmeza, que o debate sobre o TEA deve ser pautado pela empatia e pelo compromisso com a inclusão. A sociedade brasileira precisa, urgentemente, de políticas públicas que garantam o acesso universal a diagnósticos e terapias. Mais do que isso, precisamos de uma mudança cultural que valorize a diversidade e acolha as diferenças, não como “problemas”, mas como parte da riqueza humana.

 

As palavras do ministro Antonio Saldanha foram, no mínimo, infelizes. Que ele aproveite este momento de crítica e indignação para refletir, aprender e, quem sabe, usar sua posição para apoiar causas que realmente façam diferença na vida das pessoas. A luta das famílias com TEA é uma luta de todos nós. Que não permitamos que discursos insensíveis obscureçam a importância dessa causa.

 

Lucas Batista está certo: o que precisamos não é de floresta, mas de pontes que unam, acolham e incluam. Que essa indignação sirva de impulso para avançarmos em direção a um Brasil mais empático, humano e inclusivo.

A Revolução de Francisco: Uma Ressurreição para a Igreja e os Pobres

 

 

A eclesiologia, essa palavra que pode parecer estranha à primeira vista, é na verdade o coração pulsante da vida cristã. Trata-se da reflexão teológica sobre a Igreja, sua identidade, missão e estrutura, uma reflexão que molda o cotidiano dos fiéis e traça caminhos para a unidade cristã. Mas, em tempos de crise e desapontamento, quando essa missão parece desviada, muitos se perguntam: para onde está indo a Igreja?

Minha experiência pessoal reflete essa angústia. Por anos, servi à Igreja com paixão, oferecendo minha juventude e meu trabalho em prol de uma Igreja que se comprometesse com os pobres. As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) representavam um sonho: um modelo de Igreja mais simples, mais próxima do povo, uma expressão viva do Evangelho de Cristo. No entanto, a visão parecia desmoronar diante de um projeto eclesial que abandonava os pobres, afastando-se das catacumbas e das periferias.

Em meio à decepção, ecoaram em meu coração as palavras de Ezequiel: “Nossos ossos estão secos, nossa esperança está morta; estamos perdidos.” Parecia o fim, até que um vento novo começou a soprar.

O Sopro de Vida de Francisco

O anúncio de Francisco ao papado foi como uma primavera inesperada. Ele veio não apenas como líder, mas como um samaritano, um pastor com o odor das ovelhas, carregando a cruz das dores do mundo. Sua mensagem de ternura e misericórdia despertou algo que parecia perdido. “Sou amado, logo existo”, proclamava ele com gestos e palavras, desconstruindo o individualismo cartesiano para reconstruir a dignidade humana sobre o fundamento do amor divino.

Francisco entendeu que a missão da Igreja não era acumular poder ou consolidar estruturas, mas curar feridas. Como o bom samaritano, ele nos chama a descer às noites escuras dos marginalizados, sem perder nossa essência, mas iluminando com a luz de Cristo.

Ano da Misericórdia: Um Novo Paradigma

O Ano da Misericórdia foi um marco dessa revolução. Para além de um evento simbólico, foi um sinal de uma mudança profunda. O Deus rigoroso e punitivo de tempos passados deu lugar ao Deus que acolhe e perdoa, que caminha com os pobres e marginalizados. Francisco nos lembrou que a misericórdia não é um intervalo na história da Igreja, mas o seu próprio coração.

Com isso, renovou-se a vocação da Igreja em ser um instrumento de humanização, uma ponte para o amor misericordioso do Pai. Como ele mesmo disse: “Devemos encarregar-nos das pessoas, acompanhando-as, lavando suas feridas e consolando-as.”

Uma Ressurreição para os Pobres e para a Igreja

Francisco não apenas ressuscitou a fé de muitos, mas também trouxe de volta a esperança de uma Igreja que luta pelos pobres e marginalizados. Ele reavivou em nós o espírito de missão, convidando-nos a assumir novamente o compromisso com o Evangelho.

A primavera de Francisco é um chamado à conversão contínua, um convite para que sejamos testemunhas vivas da misericórdia divina. É o reconhecimento de que, mesmo em meio a crises, Deus continua agindo, renovando nossa fé e nossa vocação.

Aqueles que, como eu, sentiram a decepção e o cansaço encontram agora razões para continuar. Como Dom Celso dizia, devemos caminhar com o povo, entrar em sua noite sem nos perder, sendo luz e presença viva de Cristo.

Francisco nos lembrou que a Igreja não pertence às elites, mas aos pobres, aos sofredores e aos marginalizados. Sua revolução é um apelo à simplicidade, à proximidade e à compaixão. Que não nos esqueçamos: somos chamados a ser Igreja em saída, portadora de esperança e construtora de pontes.

Amém!

A Revolução de Francisco: Uma Ressurreição para a Igreja e os Pobres

 

 

A eclesiologia, essa palavra que pode parecer estranha à primeira vista, é na verdade o coração pulsante da vida cristã. Trata-se da reflexão teológica sobre a Igreja, sua identidade, missão e estrutura, uma reflexão que molda o cotidiano dos fiéis e traça caminhos para a unidade cristã. Mas, em tempos de crise e desapontamento, quando essa missão parece desviada, muitos se perguntam: para onde está indo a Igreja?

Minha experiência pessoal reflete essa angústia. Por anos, servi à Igreja com paixão, oferecendo minha juventude e meu trabalho em prol de uma Igreja que se comprometesse com os pobres. As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) representavam um sonho: um modelo de Igreja mais simples, mais próxima do povo, uma expressão viva do Evangelho de Cristo. No entanto, a visão parecia desmoronar diante de um projeto eclesial que abandonava os pobres, afastando-se das catacumbas e das periferias.

Em meio à decepção, ecoaram em meu coração as palavras de Ezequiel: “Nossos ossos estão secos, nossa esperança está morta; estamos perdidos.” Parecia o fim, até que um vento novo começou a soprar.

O Sopro de Vida de Francisco

O anúncio de Francisco ao papado foi como uma primavera inesperada. Ele veio não apenas como líder, mas como um samaritano, um pastor com o odor das ovelhas, carregando a cruz das dores do mundo. Sua mensagem de ternura e misericórdia despertou algo que parecia perdido. “Sou amado, logo existo”, proclamava ele com gestos e palavras, desconstruindo o individualismo cartesiano para reconstruir a dignidade humana sobre o fundamento do amor divino.

Francisco entendeu que a missão da Igreja não era acumular poder ou consolidar estruturas, mas curar feridas. Como o bom samaritano, ele nos chama a descer às noites escuras dos marginalizados, sem perder nossa essência, mas iluminando com a luz de Cristo.

Ano da Misericórdia: Um Novo Paradigma

O Ano da Misericórdia foi um marco dessa revolução. Para além de um evento simbólico, foi um sinal de uma mudança profunda. O Deus rigoroso e punitivo de tempos passados deu lugar ao Deus que acolhe e perdoa, que caminha com os pobres e marginalizados. Francisco nos lembrou que a misericórdia não é um intervalo na história da Igreja, mas o seu próprio coração.

Com isso, renovou-se a vocação da Igreja em ser um instrumento de humanização, uma ponte para o amor misericordioso do Pai. Como ele mesmo disse: “Devemos encarregar-nos das pessoas, acompanhando-as, lavando suas feridas e consolando-as.”

Uma Ressurreição para os Pobres e para a Igreja

Francisco não apenas ressuscitou a fé de muitos, mas também trouxe de volta a esperança de uma Igreja que luta pelos pobres e marginalizados. Ele reavivou em nós o espírito de missão, convidando-nos a assumir novamente o compromisso com o Evangelho.

A primavera de Francisco é um chamado à conversão contínua, um convite para que sejamos testemunhas vivas da misericórdia divina. É o reconhecimento de que, mesmo em meio a crises, Deus continua agindo, renovando nossa fé e nossa vocação.

Aqueles que, como eu, sentiram a decepção e o cansaço encontram agora razões para continuar. Como Dom Celso dizia, devemos caminhar com o povo, entrar em sua noite sem nos perder, sendo luz e presença viva de Cristo.

Francisco nos lembrou que a Igreja não pertence às elites, mas aos pobres, aos sofredores e aos marginalizados. Sua revolução é um apelo à simplicidade, à proximidade e à compaixão. Que não nos esqueçamos: somos chamados a ser Igreja em saída, portadora de esperança e construtora de pontes.

Amém!

Direita, Esquerda e o Eleitor Conquistense: A Polarização que Redefine as Eleições

 

 

 

 

Em tempos de intensa polarização política, Vitória da Conquista desponta como um reflexo das disputas ideológicas que permeiam o Brasil. Aqui, não é apenas o carisma de candidatos ou a eficácia de suas campanhas que guiam as escolhas eleitorais; é a posição política, profundamente arraigada na identidade ideológica do eleitorado. Direita e esquerda deixam de ser conceitos abstratos para se tornarem forças reais que moldam o comportamento nas urnas.

PT: Entre o Amor e o Ódio

Desde a redemocratização, o Partido dos Trabalhadores (PT) conquistou um espaço único no cenário político nacional e local. Para uns, é o símbolo de lutas sociais, inclusão e resistência contra as elites. Para outros, é a personificação de escândalos de corrupção, populismo e uma gestão questionável. Esse antagonismo transforma o PT em um elemento central das eleições em Vitória da Conquista.

Na cidade, a polarização pró e antipetista não é apenas ideológica; ela se traduz em votos e, muitas vezes, define resultados. O PT continua sendo uma força gravitacional, capaz de atrair ou repelir. É uma relação quase emocional, que ultrapassa o racional. Esse contexto ficou claro nas últimas eleições, onde a rejeição ao partido impulsionou a prefeita Sheila Lemos e os candidatos associados ao seu grupo político.

Antipetismo: Uma Força Decisiva

Pesquisas locais mostram que entre 25% e 30% dos eleitores conquistenses têm aversão ao PT. Esses votos são um trunfo da direita, alimentados por uma narrativa que explora erros estratégicos e políticos da oposição. Em contrapartida, há uma parcela significativa de eleitores – cerca de 20% a 25% – que se guiam mais pela avaliação de gestões do que por alinhamento ideológico. Ainda assim, o antipetismo tem sido um motor eleitoral poderoso em Vitória da Conquista.

A tentativa do PT de nacionalizar o debate em eleições locais acabou reforçando a polarização. Em vez de diluir a rejeição ao partido, a estratégia ampliou o sentimento antipetista, transformando a disputa local em um reflexo das tensões nacionais.

O Declínio da Hegemonia Petista

O PT já teve momentos de maior protagonismo em Vitória da Conquista, especialmente durante a era Guilherme Menezes, que conseguiu articular uma base sólida e chapas fortes. Porém, a saída de Menezes do cenário político trouxe consequências profundas. O partido perdeu coesão interna e sofreu com a falta de renovação em suas lideranças.

Hoje, sua hegemonia no campo da esquerda é mais sustentada pelo apoio do governador e pela estrutura da máquina pública do que por força própria. O partido enfrenta dificuldades em dialogar com um eleitorado mais jovem e em responder às demandas de setores que antes compunham sua base.

A Direita: Sem Partido, mas com Força Política

Enquanto a esquerda conquistense está fortemente associada ao PT, a direita local se organiza de maneira mais fluida. Sem um partido dominante, ela encontra expressão em lideranças que personificam suas pautas. No passado, foi o MDB de Herzem Gusmão; hoje, é o União Brasil de Sheila Lemos.

Com a saída de Bolsonaro do centro das atenções e a possível ascensão de figuras mais moderadas, o campo da direita pode ganhar tração. Isso coloca a esquerda em uma posição delicada, exigindo estratégias mais criativas e adaptáveis.

O Papel das Elites e da Máquina Pública

A polarização ideológica continuará sendo um fator determinante nas eleições, mas as alianças políticas e o uso da máquina pública terão um impacto inegável. Em Vitória da Conquista, as elites locais desempenham um papel crucial, moldando candidaturas e influenciando a opinião pública.

Ainda assim, o eleitor conquistense não é totalmente refém das narrativas pró ou antipetistas. Ele valoriza gestão eficiente e resultados concretos. Portanto, o sucesso eleitoral depende tanto de uma boa articulação ideológica quanto de propostas reais que dialoguem com as necessidades da população.

Conclusão

Vitória da Conquista é um espelho do Brasil polarizado, mas também uma amostra de suas possibilidades de mudança. A cidade vive uma batalha política que é tanto local quanto nacional. Entender o comportamento do eleitor conquistense é essencial não apenas para decifrar o futuro do município, mas para antever os rumos do próprio país. O desafio está lançado: mais do que vencer eleições, será preciso reconstruir pontes e dialogar com um eleitorado cada vez mais exigente e conectado.

Direita, Esquerda e o Eleitor Conquistense: A Polarização que Redefine as Eleições

 

 

 

 

Em tempos de intensa polarização política, Vitória da Conquista desponta como um reflexo das disputas ideológicas que permeiam o Brasil. Aqui, não é apenas o carisma de candidatos ou a eficácia de suas campanhas que guiam as escolhas eleitorais; é a posição política, profundamente arraigada na identidade ideológica do eleitorado. Direita e esquerda deixam de ser conceitos abstratos para se tornarem forças reais que moldam o comportamento nas urnas.

PT: Entre o Amor e o Ódio

Desde a redemocratização, o Partido dos Trabalhadores (PT) conquistou um espaço único no cenário político nacional e local. Para uns, é o símbolo de lutas sociais, inclusão e resistência contra as elites. Para outros, é a personificação de escândalos de corrupção, populismo e uma gestão questionável. Esse antagonismo transforma o PT em um elemento central das eleições em Vitória da Conquista.

Na cidade, a polarização pró e antipetista não é apenas ideológica; ela se traduz em votos e, muitas vezes, define resultados. O PT continua sendo uma força gravitacional, capaz de atrair ou repelir. É uma relação quase emocional, que ultrapassa o racional. Esse contexto ficou claro nas últimas eleições, onde a rejeição ao partido impulsionou a prefeita Sheila Lemos e os candidatos associados ao seu grupo político.

Antipetismo: Uma Força Decisiva

Pesquisas locais mostram que entre 25% e 30% dos eleitores conquistenses têm aversão ao PT. Esses votos são um trunfo da direita, alimentados por uma narrativa que explora erros estratégicos e políticos da oposição. Em contrapartida, há uma parcela significativa de eleitores – cerca de 20% a 25% – que se guiam mais pela avaliação de gestões do que por alinhamento ideológico. Ainda assim, o antipetismo tem sido um motor eleitoral poderoso em Vitória da Conquista.

A tentativa do PT de nacionalizar o debate em eleições locais acabou reforçando a polarização. Em vez de diluir a rejeição ao partido, a estratégia ampliou o sentimento antipetista, transformando a disputa local em um reflexo das tensões nacionais.

O Declínio da Hegemonia Petista

O PT já teve momentos de maior protagonismo em Vitória da Conquista, especialmente durante a era Guilherme Menezes, que conseguiu articular uma base sólida e chapas fortes. Porém, a saída de Menezes do cenário político trouxe consequências profundas. O partido perdeu coesão interna e sofreu com a falta de renovação em suas lideranças.

Hoje, sua hegemonia no campo da esquerda é mais sustentada pelo apoio do governador e pela estrutura da máquina pública do que por força própria. O partido enfrenta dificuldades em dialogar com um eleitorado mais jovem e em responder às demandas de setores que antes compunham sua base.

A Direita: Sem Partido, mas com Força Política

Enquanto a esquerda conquistense está fortemente associada ao PT, a direita local se organiza de maneira mais fluida. Sem um partido dominante, ela encontra expressão em lideranças que personificam suas pautas. No passado, foi o MDB de Herzem Gusmão; hoje, é o União Brasil de Sheila Lemos.

Com a saída de Bolsonaro do centro das atenções e a possível ascensão de figuras mais moderadas, o campo da direita pode ganhar tração. Isso coloca a esquerda em uma posição delicada, exigindo estratégias mais criativas e adaptáveis.

O Papel das Elites e da Máquina Pública

A polarização ideológica continuará sendo um fator determinante nas eleições, mas as alianças políticas e o uso da máquina pública terão um impacto inegável. Em Vitória da Conquista, as elites locais desempenham um papel crucial, moldando candidaturas e influenciando a opinião pública.

Ainda assim, o eleitor conquistense não é totalmente refém das narrativas pró ou antipetistas. Ele valoriza gestão eficiente e resultados concretos. Portanto, o sucesso eleitoral depende tanto de uma boa articulação ideológica quanto de propostas reais que dialoguem com as necessidades da população.

Conclusão

Vitória da Conquista é um espelho do Brasil polarizado, mas também uma amostra de suas possibilidades de mudança. A cidade vive uma batalha política que é tanto local quanto nacional. Entender o comportamento do eleitor conquistense é essencial não apenas para decifrar o futuro do município, mas para antever os rumos do próprio país. O desafio está lançado: mais do que vencer eleições, será preciso reconstruir pontes e dialogar com um eleitorado cada vez mais exigente e conectado.

Ciclone Gigante Ameaça Vitória da Conquista: Ventos de 100 km/he Chuvas Intensas!

A Bahia está em alerta máximo com a iminente formação de um ciclone oceânico que promete impactar mais de 90 municípios, incluindo Vitória da Conquista. O fenômeno climático, gerado por um centro de baixa pressão no litoral sul do estado, pode provocar ventos de até 100 km/h e acumulados de chuva que superam 100 mm em apenas um dia.

Especialistas da Defesa Civil alertam que o ciclone, previsto para os próximos dias, colocará regiões como o sul da Bahia, o Vale do São Francisco e o oeste em estado de atenção. O meteorologista Giuliano Carlos ressalta que, além dos fortes ventos, o risco de alagamentos, deslizamentos e danos estruturais deve ser considerado pelas autoridades locais e pela população.

Vitória da Conquista em Foco
Entre os municípios mais vulneráveis, Vitória da Conquista está no centro das preocupações. Com um histórico de enchentes e deslizamentos, a cidade terá que enfrentar a força de um dos fenômenos mais intensos registrados nos últimos anos. No domingo (24) e na segunda-feira (25), as previsões indicam tempo nublado, chuvas fortes e ventos perigosos, podendo comprometer a mobilidade urbana e os serviços essenciais.

O Que Fazer?
A Defesa Civil emitiu recomendações claras:

  • Evite deslocamentos desnecessários.
  • Fique longe de áreas de risco, como encostas e margens de rios.
  • Não entre em áreas alagadas.
  • Mantenha-se informado pelos canais oficiais e esteja preparado para situações de emergência.

Impacto em Diversas Regiões
Além de Conquista, cidades como Guanambi, Teixeira de Freitas e Porto Seguro também estão sob alerta. A capital Salvador enfrentará precipitações moderadas, enquanto o sul do estado sofrerá os maiores impactos do ciclone, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Monitoramento Constante
Com as mudanças climáticas trazendo eventos extremos para o estado, a Bahia vive um cenário que reforça a necessidade de planejamento e medidas preventivas. A Defesa Civil e órgãos regionais prometem uma atuação conjunta para minimizar os danos, mas a resposta das comunidades será crucial para evitar tragédias.

Prepare-se para o inesperado e acompanhe a evolução do ciclone em tempo real. Em situações como essa, informação salva vidas!

Ciclone Gigante Ameaça Vitória da Conquista: Ventos de 100 km/he Chuvas Intensas!

A Bahia está em alerta máximo com a iminente formação de um ciclone oceânico que promete impactar mais de 90 municípios, incluindo Vitória da Conquista. O fenômeno climático, gerado por um centro de baixa pressão no litoral sul do estado, pode provocar ventos de até 100 km/h e acumulados de chuva que superam 100 mm em apenas um dia.

Especialistas da Defesa Civil alertam que o ciclone, previsto para os próximos dias, colocará regiões como o sul da Bahia, o Vale do São Francisco e o oeste em estado de atenção. O meteorologista Giuliano Carlos ressalta que, além dos fortes ventos, o risco de alagamentos, deslizamentos e danos estruturais deve ser considerado pelas autoridades locais e pela população.

Vitória da Conquista em Foco
Entre os municípios mais vulneráveis, Vitória da Conquista está no centro das preocupações. Com um histórico de enchentes e deslizamentos, a cidade terá que enfrentar a força de um dos fenômenos mais intensos registrados nos últimos anos. No domingo (24) e na segunda-feira (25), as previsões indicam tempo nublado, chuvas fortes e ventos perigosos, podendo comprometer a mobilidade urbana e os serviços essenciais.

O Que Fazer?
A Defesa Civil emitiu recomendações claras:

  • Evite deslocamentos desnecessários.
  • Fique longe de áreas de risco, como encostas e margens de rios.
  • Não entre em áreas alagadas.
  • Mantenha-se informado pelos canais oficiais e esteja preparado para situações de emergência.

Impacto em Diversas Regiões
Além de Conquista, cidades como Guanambi, Teixeira de Freitas e Porto Seguro também estão sob alerta. A capital Salvador enfrentará precipitações moderadas, enquanto o sul do estado sofrerá os maiores impactos do ciclone, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Monitoramento Constante
Com as mudanças climáticas trazendo eventos extremos para o estado, a Bahia vive um cenário que reforça a necessidade de planejamento e medidas preventivas. A Defesa Civil e órgãos regionais prometem uma atuação conjunta para minimizar os danos, mas a resposta das comunidades será crucial para evitar tragédias.

Prepare-se para o inesperado e acompanhe a evolução do ciclone em tempo real. Em situações como essa, informação salva vidas!