Política e Resenha

Política com Propósito: O Compromisso de Wagner com o Sudoeste Baiano

 

 

 

 

Por que precisamos rediscutir o papel da política em tempos de descrença

Vivemos um momento paradoxal na história brasileira. Nunca se falou tanto em política, mas nunca ela foi tão rejeitada. A palavra “político” tornou-se quase um xingamento nas rodas de conversa, nas redes sociais, nos almoços de domingo. Mas será que toda política merece essa demonização generalizada? O recente encontro na Secretaria de Agricultura com pequenos e médios agricutores de Vitória da Conquista, com a participação do pré-candidato a deputado estadual Wagner, nos convida a refletir sobre essa questão crucial.

O Resgate da Credibilidade

Wagner trouxe à tona uma verdade incômoda, mas necessária: “É como se você entrasse para a política e desse um salvo-conduto para todo mundo te ofender, nivelar você com os piores fatos”. Essa percepção não é apenas dele — é de milhares de brasileiros honestos que cogitam servir ao público, mas recuam diante do linchamento moral que se tornou rotina.

No entanto, o pré-candidato propõe uma alternativa: demonstrar, através de ações concretas e valores sólidos, que é possível fazer política pela “porta da frente”. Seu exemplo pessoal — um homem que almoça diariamente na casa da mãe, que mantém a família como alicerce, que ancora suas decisões em princípios cristãos — não é mero folclore eleitoral. É a materialização de um perfil que Vitória da Conquista tanto necessita em Brasília: alguém conectado com suas raízes, mas preparado para os desafios institucionais.

Agricultura: O Coração Econômico que Pulsa

O encontro com este setor não foi ocasional. Ele representa o reconhecimento de uma realidade incontestável: o Sudoeste baiano tem sua força econômica profundamente entrelaçada com o agronegócio e a agricultura familiar. Desde o pequeno produtor de hortaliças até os grandes empreendimentos do café, passando pela pecuária leiteira que sustenta tantas famílias, essa região se consolidou como um polo agrícola estratégico para a Bahia.

O fortalecimento desse setor exige mais do que boas intenções. Demanda articulação política eficaz em Salvador, capacidade de diálogo com órgãos estaduais e federais, e principalmente, sensibilidade para entender que políticas públicas para agricultura não se fazem apenas em gabinetes climatizados — elas nascem da escuta atenta aos que trabalham debaixo do sol.

Wagner, ao participar desse tipo de encontro ainda como pré-candidato, sinaliza uma disposição fundamental: estar presente onde as coisas acontecem, dialogar com quem produz, compreender os gargalos antes de propor soluções.

Vitória da Conquista: Um Modelo de Gestão Independente

O pré-candidato fez questão de destacar um diferencial conquistense que merece ser reconhecido: a gestão baseada em recursos próprios e independência política. “Não nos sujeitamos à vontade de caciques políticos”, afirmou. Essa característica não é trivial — ela representa décadas de trabalho para construir uma economia diversificada, uma arrecadação sólida e instituições que funcionam.

Ter um deputado estadual que compreenda e defenda esse modelo é estratégico. A tentação do fisiologismo, das barganhas que comprometem a autonomia municipal, sempre estará presente. Vitória da Conquista precisa de quem leve para a Assembleia Legislativa não o discurso da dependência e do favor, mas o da parceria institucional, do diálogo republicano, do respeito federativo.

O Centro-Direita como Caminho

Wagner se posiciona claramente no campo centro-direita, um espaço político que tem crescido no Brasil, especialmente entre aqueles que valorizam a responsabilidade fiscal, o empreendedorismo, a família como instituição fundamental e a liberdade econômica. Esse posicionamento ideológico, quando ancorado em compromissos concretos com educação, saúde e infraestrutura, pode oferecer equilíbrio às demandas de uma cidade pujante como Conquista.

O eleitor contemporâneo, mais informado e exigente, busca coerência entre discurso e prática. Busca representantes que não mudem de posição conforme a conveniência eleitoral, mas que tenham uma espinha dorsal ideológica clara, mesmo que flexível para o diálogo democrático.

O Desafio da Representatividade

Quantos nomes de Vitória da Conquista nos orgulham na política estadual e nacional? A pergunta de Wagner é provocativa e necessária. Nossa região, apesar de sua importância econômica e populacional, ainda carece de representação proporcional ao seu peso. Isso não é apenas uma questão de vaidade regional — é uma questão prática de captação de recursos, implementação de políticas públicas e influência nas decisões que afetam diretamente nossa vida.

Ter um deputado estadual oriundo de Conquista, enraizado em seus valores mas conectado com as demandas contemporâneas, pode fazer diferença concreta. Pode significar mais recursos para estradas que escoam produção, mais atenção à saúde regional, mais investimentos em educação técnica voltada ao agronegócio, mais apoio aos pequenos empreendedores.

Conclusão: A Política que Queremos Construir

A trajetória política não se constrói em um único evento ou discurso. Ela se forja no dia a dia, nas escolhas cotidianas, na coerência entre palavras e ações. Wagner tem pela frente o desafio de provar que sua proposta de “política pela porta da frente” não é apenas retórica, mas um compromisso verificável.

O encontro na Secretaria de Agricultura foi um primeiro passo. Mas o caminho é longo. Exigirá dele — e de todos nós, eleitores — a persistência de recusar o cinismo fácil, a coragem de acreditar que mudanças são possíveis e a inteligência de cobrar resultados concretos.

Vitória da Conquista merece representantes à altura de sua história e de seu futuro. O tempo dirá se Wagner será um desses nomes. Por ora, seu compromisso público está lançado. Cabe a nós, cidadãos, manter a atenção, exigir transparência e construir, juntos, a política que desejamos: séria, comprometida e verdadeiramente representativa.

Porque política, no fim das contas, não é sobre perfeição — é sobre comprometimento genuíno com o bem comum. E isso, sim, vale a pena defender.

 

Política com Propósito: O Compromisso de Wagner com o Sudoeste Baiano

 

 

 

 

Por que precisamos rediscutir o papel da política em tempos de descrença

Vivemos um momento paradoxal na história brasileira. Nunca se falou tanto em política, mas nunca ela foi tão rejeitada. A palavra “político” tornou-se quase um xingamento nas rodas de conversa, nas redes sociais, nos almoços de domingo. Mas será que toda política merece essa demonização generalizada? O recente encontro na Secretaria de Agricultura com pequenos e médios agricutores de Vitória da Conquista, com a participação do pré-candidato a deputado estadual Wagner, nos convida a refletir sobre essa questão crucial.

O Resgate da Credibilidade

Wagner trouxe à tona uma verdade incômoda, mas necessária: “É como se você entrasse para a política e desse um salvo-conduto para todo mundo te ofender, nivelar você com os piores fatos”. Essa percepção não é apenas dele — é de milhares de brasileiros honestos que cogitam servir ao público, mas recuam diante do linchamento moral que se tornou rotina.

No entanto, o pré-candidato propõe uma alternativa: demonstrar, através de ações concretas e valores sólidos, que é possível fazer política pela “porta da frente”. Seu exemplo pessoal — um homem que almoça diariamente na casa da mãe, que mantém a família como alicerce, que ancora suas decisões em princípios cristãos — não é mero folclore eleitoral. É a materialização de um perfil que Vitória da Conquista tanto necessita em Brasília: alguém conectado com suas raízes, mas preparado para os desafios institucionais.

Agricultura: O Coração Econômico que Pulsa

O encontro com este setor não foi ocasional. Ele representa o reconhecimento de uma realidade incontestável: o Sudoeste baiano tem sua força econômica profundamente entrelaçada com o agronegócio e a agricultura familiar. Desde o pequeno produtor de hortaliças até os grandes empreendimentos do café, passando pela pecuária leiteira que sustenta tantas famílias, essa região se consolidou como um polo agrícola estratégico para a Bahia.

O fortalecimento desse setor exige mais do que boas intenções. Demanda articulação política eficaz em Salvador, capacidade de diálogo com órgãos estaduais e federais, e principalmente, sensibilidade para entender que políticas públicas para agricultura não se fazem apenas em gabinetes climatizados — elas nascem da escuta atenta aos que trabalham debaixo do sol.

Wagner, ao participar desse tipo de encontro ainda como pré-candidato, sinaliza uma disposição fundamental: estar presente onde as coisas acontecem, dialogar com quem produz, compreender os gargalos antes de propor soluções.

Vitória da Conquista: Um Modelo de Gestão Independente

O pré-candidato fez questão de destacar um diferencial conquistense que merece ser reconhecido: a gestão baseada em recursos próprios e independência política. “Não nos sujeitamos à vontade de caciques políticos”, afirmou. Essa característica não é trivial — ela representa décadas de trabalho para construir uma economia diversificada, uma arrecadação sólida e instituições que funcionam.

Ter um deputado estadual que compreenda e defenda esse modelo é estratégico. A tentação do fisiologismo, das barganhas que comprometem a autonomia municipal, sempre estará presente. Vitória da Conquista precisa de quem leve para a Assembleia Legislativa não o discurso da dependência e do favor, mas o da parceria institucional, do diálogo republicano, do respeito federativo.

O Centro-Direita como Caminho

Wagner se posiciona claramente no campo centro-direita, um espaço político que tem crescido no Brasil, especialmente entre aqueles que valorizam a responsabilidade fiscal, o empreendedorismo, a família como instituição fundamental e a liberdade econômica. Esse posicionamento ideológico, quando ancorado em compromissos concretos com educação, saúde e infraestrutura, pode oferecer equilíbrio às demandas de uma cidade pujante como Conquista.

O eleitor contemporâneo, mais informado e exigente, busca coerência entre discurso e prática. Busca representantes que não mudem de posição conforme a conveniência eleitoral, mas que tenham uma espinha dorsal ideológica clara, mesmo que flexível para o diálogo democrático.

O Desafio da Representatividade

Quantos nomes de Vitória da Conquista nos orgulham na política estadual e nacional? A pergunta de Wagner é provocativa e necessária. Nossa região, apesar de sua importância econômica e populacional, ainda carece de representação proporcional ao seu peso. Isso não é apenas uma questão de vaidade regional — é uma questão prática de captação de recursos, implementação de políticas públicas e influência nas decisões que afetam diretamente nossa vida.

Ter um deputado estadual oriundo de Conquista, enraizado em seus valores mas conectado com as demandas contemporâneas, pode fazer diferença concreta. Pode significar mais recursos para estradas que escoam produção, mais atenção à saúde regional, mais investimentos em educação técnica voltada ao agronegócio, mais apoio aos pequenos empreendedores.

Conclusão: A Política que Queremos Construir

A trajetória política não se constrói em um único evento ou discurso. Ela se forja no dia a dia, nas escolhas cotidianas, na coerência entre palavras e ações. Wagner tem pela frente o desafio de provar que sua proposta de “política pela porta da frente” não é apenas retórica, mas um compromisso verificável.

O encontro na Secretaria de Agricultura foi um primeiro passo. Mas o caminho é longo. Exigirá dele — e de todos nós, eleitores — a persistência de recusar o cinismo fácil, a coragem de acreditar que mudanças são possíveis e a inteligência de cobrar resultados concretos.

Vitória da Conquista merece representantes à altura de sua história e de seu futuro. O tempo dirá se Wagner será um desses nomes. Por ora, seu compromisso público está lançado. Cabe a nós, cidadãos, manter a atenção, exigir transparência e construir, juntos, a política que desejamos: séria, comprometida e verdadeiramente representativa.

Porque política, no fim das contas, não é sobre perfeição — é sobre comprometimento genuíno com o bem comum. E isso, sim, vale a pena defender.

 

ARTIGO – O Legado de Guilherme Menezes e o Compromisso com a Primeira Infância

 

(Padre Carlos)

Há gestos na política que ultrapassam o campo da gestão pública e se inscrevem na história de uma cidade como atos de amor, responsabilidade e visão de futuro. Assim foi o gesto do então prefeito Guilherme Menezes, quando, na manhã de uma quinta-feira, 28, recebeu o Plano Municipal pela Primeira Infância — um documento que simbolizava não apenas uma política pública, mas uma profunda compreensão do que significa cuidar do ser humano em sua fase mais decisiva: os primeiros anos de vida.

Aquele momento, que poderia passar despercebido entre tantos compromissos administrativos, revelou o traço mais humano da gestão de Guilherme: a crença de que o desenvolvimento de uma sociedade começa no colo de uma criança. E que nenhuma obra, por mais grandiosa que seja, supera o valor de garantir a uma criança o direito de crescer com saúde, afeto, educação e dignidade.

O Plano pela Primeira Infância nasceu de uma construção coletiva. De mãos dadas — o poder público, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica), lideranças como Lenira Figueiredo, a coordenadora Cássia Cardoso, o secretário Miguel Felício e tantos outros — traçaram uma rota de esperança para os pequenos conquistenses. O documento não era apenas um planejamento técnico, mas uma declaração de amor à infância e à cidade.

Guilherme Menezes, ao receber o plano, fez o que sempre fez em sua trajetória política: valorizou o diálogo e o trabalho conjunto. Reconheceu, com sensibilidade, que o Esaú Matos, os programas sociais e as políticas de atenção integral à criança eram frutos de um esforço intersetorial. “O plano evidencia políticas que o governo vem construindo em nosso município”, afirmou o gestor. Palavras que ecoam até hoje, porque traduzem o espírito de uma administração que via na criança o centro da transformação social.

Em tempos em que a política muitas vezes se perde em disputas menores, é necessário resgatar esse legado. Guilherme Menezes foi, sem dúvida, um dos raros políticos que compreenderam que governar é cuidar das pessoas — e, sobretudo, das que mais precisam. Seu olhar para a primeira infância foi, e continua sendo, um marco na história de Vitória da Conquista.

Hoje, quando se fala em políticas públicas, sustentabilidade humana e futuro, é impossível não reconhecer o quanto o Plano Municipal pela Primeira Infância antecipou debates que só agora ganham força em nível nacional. Esse plano foi, antes de tudo, um compromisso com a vida. E Guilherme Menezes, um gestor que entendeu que cada criança saudável e feliz é a mais bela obra de um governo verdadeiramente humano.

Mais do que uma homenagem, este artigo é um reconhecimento. Porque a infância — aquela fase sagrada da existência — encontrou em Guilherme Menezes um defensor sensível, visionário e comprometido com a dignidade de cada criança conquistense.

ARTIGO – O Legado de Guilherme Menezes e o Compromisso com a Primeira Infância

 

(Padre Carlos)

Há gestos na política que ultrapassam o campo da gestão pública e se inscrevem na história de uma cidade como atos de amor, responsabilidade e visão de futuro. Assim foi o gesto do então prefeito Guilherme Menezes, quando, na manhã de uma quinta-feira, 28, recebeu o Plano Municipal pela Primeira Infância — um documento que simbolizava não apenas uma política pública, mas uma profunda compreensão do que significa cuidar do ser humano em sua fase mais decisiva: os primeiros anos de vida.

Aquele momento, que poderia passar despercebido entre tantos compromissos administrativos, revelou o traço mais humano da gestão de Guilherme: a crença de que o desenvolvimento de uma sociedade começa no colo de uma criança. E que nenhuma obra, por mais grandiosa que seja, supera o valor de garantir a uma criança o direito de crescer com saúde, afeto, educação e dignidade.

O Plano pela Primeira Infância nasceu de uma construção coletiva. De mãos dadas — o poder público, o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (Comdica), lideranças como Lenira Figueiredo, a coordenadora Cássia Cardoso, o secretário Miguel Felício e tantos outros — traçaram uma rota de esperança para os pequenos conquistenses. O documento não era apenas um planejamento técnico, mas uma declaração de amor à infância e à cidade.

Guilherme Menezes, ao receber o plano, fez o que sempre fez em sua trajetória política: valorizou o diálogo e o trabalho conjunto. Reconheceu, com sensibilidade, que o Esaú Matos, os programas sociais e as políticas de atenção integral à criança eram frutos de um esforço intersetorial. “O plano evidencia políticas que o governo vem construindo em nosso município”, afirmou o gestor. Palavras que ecoam até hoje, porque traduzem o espírito de uma administração que via na criança o centro da transformação social.

Em tempos em que a política muitas vezes se perde em disputas menores, é necessário resgatar esse legado. Guilherme Menezes foi, sem dúvida, um dos raros políticos que compreenderam que governar é cuidar das pessoas — e, sobretudo, das que mais precisam. Seu olhar para a primeira infância foi, e continua sendo, um marco na história de Vitória da Conquista.

Hoje, quando se fala em políticas públicas, sustentabilidade humana e futuro, é impossível não reconhecer o quanto o Plano Municipal pela Primeira Infância antecipou debates que só agora ganham força em nível nacional. Esse plano foi, antes de tudo, um compromisso com a vida. E Guilherme Menezes, um gestor que entendeu que cada criança saudável e feliz é a mais bela obra de um governo verdadeiramente humano.

Mais do que uma homenagem, este artigo é um reconhecimento. Porque a infância — aquela fase sagrada da existência — encontrou em Guilherme Menezes um defensor sensível, visionário e comprometido com a dignidade de cada criança conquistense.

ARTIGO – O Dia das Crianças: Entre a Alegria do Brasil e a Dor do Paraguai

 

(Padre Carlos)

O Brasil amanhece colorido no Dia das Crianças. É um dia de parques cheios, de risadas ecoando pelas ruas, de presentes embrulhados com fita e amor. As praças se tornam palcos de brincadeiras, os corações dos pais se enchem de ternura, e as vitrines das lojas parecem sorrir para a infância. O brasileiro, povo alegre por natureza, encontra neste dia um respiro de esperança, um lembrete de que o futuro se constrói com o brilho dos olhos de seus pequenos.

Mas, se para nós o dia 12 de outubro é símbolo de festa, para o povo paraguaio a comemoração infantil tem um peso diferente — e uma data carregada de lágrimas. No dia 16 de agosto, o Paraguai celebra o Dia da Criança, uma data que nasceu da dor. Não é apenas uma efeméride, mas uma ferida aberta na história latino-americana.

Em 16 de agosto de 1869, durante a Guerra do Paraguai, aconteceu a terrível Batalha de Acosta Ñu. Naquele trágico dia, um exército de cerca de 20 mil soldados brasileiros enfrentou 3.500 paraguaios, em sua maioria crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos — muitos ainda menores, entre 6 e 8 anos, levados à luta como última tentativa desesperada de defesa de sua pátria. O que se seguiu foi mais massacre que batalha: meninos armados de paus, pedras e farrapos enfrentaram baionetas, cavalaria e fogo de canhão.

Acosta Ñu não é apenas um episódio militar; é uma das maiores tragédias humanas da América do Sul. É o retrato da inocência sacrificada nos altares da ambição e da guerra. Enquanto o Brasil comemora a infância com presentes e brincadeiras, o Paraguai relembra, neste mesmo espírito, o custo de um passado cruel que roubou sua geração mais jovem.

O Dia da Criança no Paraguai não é de festa. É de memória, resistência e reflexão. Cada 16 de agosto é um convite à humanidade para lembrar que os pequenos de Acosta Ñu não morreram em vão. Eles simbolizam todas as crianças que tiveram suas infâncias interrompidas pela guerra, pela pobreza, pela violência e pela indiferença.

Nós, brasileiros, devemos olhar para essa história com respeito e compaixão. Celebrar o Dia das Crianças com alegria é um privilégio que só faz sentido se for acompanhado da consciência de proteger a infância em toda parte — não apenas a que sorri nos shoppings, mas também a que chora nas fronteiras, nas favelas, nas zonas de guerra.

A verdadeira homenagem às crianças está em garantir-lhes paz, educação, saúde e amor. É assegurar que nenhuma delas seja novamente usada como escudo em batalhas políticas, ideológicas ou militares.

Neste 12 de outubro, quando o Brasil celebra o riso e o colorido da infância, que também ecoe um silêncio respeitoso por aquelas crianças do Paraguai — pequenas heroínas e heróis de uma história que o mundo não pode esquecer. Que a lembrança de Acosta Ñu sirva de lição: a infância é sagrada, e nenhuma nação pode se dizer livre enquanto permitir que seus pequenos sejam vítimas da violência dos adultos.

Que o riso das crianças brasileiras encontre eco na memória das paraguaias, e que, juntas, essas vozes infantis recordem à humanidade que a paz é o maior brinquedo que podemos construir.

ARTIGO – O Dia das Crianças: Entre a Alegria do Brasil e a Dor do Paraguai

 

(Padre Carlos)

O Brasil amanhece colorido no Dia das Crianças. É um dia de parques cheios, de risadas ecoando pelas ruas, de presentes embrulhados com fita e amor. As praças se tornam palcos de brincadeiras, os corações dos pais se enchem de ternura, e as vitrines das lojas parecem sorrir para a infância. O brasileiro, povo alegre por natureza, encontra neste dia um respiro de esperança, um lembrete de que o futuro se constrói com o brilho dos olhos de seus pequenos.

Mas, se para nós o dia 12 de outubro é símbolo de festa, para o povo paraguaio a comemoração infantil tem um peso diferente — e uma data carregada de lágrimas. No dia 16 de agosto, o Paraguai celebra o Dia da Criança, uma data que nasceu da dor. Não é apenas uma efeméride, mas uma ferida aberta na história latino-americana.

Em 16 de agosto de 1869, durante a Guerra do Paraguai, aconteceu a terrível Batalha de Acosta Ñu. Naquele trágico dia, um exército de cerca de 20 mil soldados brasileiros enfrentou 3.500 paraguaios, em sua maioria crianças e adolescentes entre 9 e 15 anos — muitos ainda menores, entre 6 e 8 anos, levados à luta como última tentativa desesperada de defesa de sua pátria. O que se seguiu foi mais massacre que batalha: meninos armados de paus, pedras e farrapos enfrentaram baionetas, cavalaria e fogo de canhão.

Acosta Ñu não é apenas um episódio militar; é uma das maiores tragédias humanas da América do Sul. É o retrato da inocência sacrificada nos altares da ambição e da guerra. Enquanto o Brasil comemora a infância com presentes e brincadeiras, o Paraguai relembra, neste mesmo espírito, o custo de um passado cruel que roubou sua geração mais jovem.

O Dia da Criança no Paraguai não é de festa. É de memória, resistência e reflexão. Cada 16 de agosto é um convite à humanidade para lembrar que os pequenos de Acosta Ñu não morreram em vão. Eles simbolizam todas as crianças que tiveram suas infâncias interrompidas pela guerra, pela pobreza, pela violência e pela indiferença.

Nós, brasileiros, devemos olhar para essa história com respeito e compaixão. Celebrar o Dia das Crianças com alegria é um privilégio que só faz sentido se for acompanhado da consciência de proteger a infância em toda parte — não apenas a que sorri nos shoppings, mas também a que chora nas fronteiras, nas favelas, nas zonas de guerra.

A verdadeira homenagem às crianças está em garantir-lhes paz, educação, saúde e amor. É assegurar que nenhuma delas seja novamente usada como escudo em batalhas políticas, ideológicas ou militares.

Neste 12 de outubro, quando o Brasil celebra o riso e o colorido da infância, que também ecoe um silêncio respeitoso por aquelas crianças do Paraguai — pequenas heroínas e heróis de uma história que o mundo não pode esquecer. Que a lembrança de Acosta Ñu sirva de lição: a infância é sagrada, e nenhuma nação pode se dizer livre enquanto permitir que seus pequenos sejam vítimas da violência dos adultos.

Que o riso das crianças brasileiras encontre eco na memória das paraguaias, e que, juntas, essas vozes infantis recordem à humanidade que a paz é o maior brinquedo que podemos construir.

A Árvore dos Sonhos: Quando a Persistência Planta Esperança

 

 

Há gestos que transcendem a generosidade pontual e se transformam em verdadeiras missões de vida. Neste sábado, no Bairro Candeias, Edvaldo Paulo e Rita de Cássia abriram novamente as portas de sua casa para receber centenas de crianças da periferia. Não foi um evento isolado, mas mais um capítulo de uma história que já dura 26 anos — uma narrativa de resistência, amor e dignidade chamada “Árvore dos Sonhos”.

Mais que presentes, uma rede de esperança

O projeto nasceu de uma ideia simples, porém transformadora: criar pontes entre creches carentes e empresas dispostas a apadrinhá-las. O que começou com um único banco parceiro hoje se expandiu para 32 creches conveniadas. Mas seria um equívoco reduzir a Árvore dos Sonhos apenas à distribuição de presentes no final do ano. O presente é o símbolo visível de algo muito maior: a certeza, plantada no coração de cada criança, de que ela não foi esquecida, de que existe bondade no mundo, de que o ser humano pode, sim, ser confiável.

Edvaldo e Rita compreenderam desde o início que o verdadeiro presente não está embrulhado em papel colorido. Está na construção de parcerias duradouras, no despertar da consciência social nos empresários, na formação de uma rede que se sustenta pelo compromisso coletivo. Por isso, o casal investiu em treinamentos para coordenadoras de creches, ensinando-as a cativar parceiros e a fortalecer os laços com a comunidade empresarial.

Os obstáculos do caminho

Como toda jornada que vale a pena, esta também encontrou seus percalços. No meio do caminho, mudanças políticas e eleições para coordenadoras interromperam os treinamentos cuidadosamente estruturados. O projeto, que ganhava corpo e consistência, viu-se de volta à estaca zero. Quantos desistiriam diante de um revés desses? Quantos considerariam que 26 anos de luta já são suficientes?

Não Edvaldo e Rita. A persistência deste casal incansável é, por si só, uma lição de cidadania. Eles sabem que projetos sociais não podem depender de voluntarismos efêmeros ou de gestos ocasionais de boa vontade. Precisam de estrutura, transparência e continuidade.

O novo horizonte: transparência como alicerce

É exatamente essa consciência que impulsiona a nova fase da Árvore dos Sonhos. O casal planeja agora estabelecer arrecadações em lojas comerciais, direcionando os recursos para a construção de creches em parceria com a prefeitura. Mas o diferencial está na proposta de transparência radical: cada doador, independentemente do valor contribuído, receberá prestação de contas por meios eletrônicos e convites para visitar os projetos beneficiados.

Esta é uma resposta direta a um dos maiores entraves da filantropia brasileira: a desconfiança. Quantas pessoas deixam de doar porque não sabem para onde vai seu dinheiro? Quantas instituições perdem credibilidade por falta de clareza em suas operações? Edvaldo e Rita entenderam que a transparência não é apenas uma obrigação ética, mas a própria base para a sustentabilidade de qualquer projeto social.

Uma estrada longa, mas não solitária

“A estrada será longa, mas todos os caminhos se abrem para quem sabe onde vai, e toda caminhada começa com o primeiro passo.” Estas palavras de Edvaldo ecoam a sabedoria de quem já percorreu quilômetros de dedicação e ainda assim mantém o olhar fixo no horizonte.

A Árvore dos Sonhos nos lembra que a transformação social não acontece por decreto nem por milagres instantâneos. Acontece quando pessoas comuns decidem fazer algo extraordinário: persistir. Persistir quando os recursos faltam, quando os parceiros desistem, quando os obstáculos políticos surgem, quando seria muito mais cômodo fechar as portas e cuidar apenas das próprias árvores.

Mas Edvaldo e Rita escolheram cultivar uma floresta. E cada criança que entra em sua casa no Bairro Candeias é uma semente plantada — não apenas de alegria momentânea, mas de dignidade permanente, de confiança restaurada, de futuro possível.

Que outros empresários, cidadãos e gestores públicos se inspirem neste exemplo. Que a Árvore dos Sonhos não seja apenas o projeto de um casal admirável, mas o início de um movimento em que transparência, compromisso e amor ao próximo se tornem a regra, não a exceção.

Porque, ao final, plantar sonhos nas vidas de crianças é também semear o tipo de sociedade que queremos colher amanhã. E essa colheita só será abundante se houver quem, como Edvaldo e Rita, tenha a coragem de continuar plantando, mesmo quando o solo parecer árido e a espera, longa demais.

A Árvore dos Sonhos: Quando a Persistência Planta Esperança

 

 

Há gestos que transcendem a generosidade pontual e se transformam em verdadeiras missões de vida. Neste sábado, no Bairro Candeias, Edvaldo Paulo e Rita de Cássia abriram novamente as portas de sua casa para receber centenas de crianças da periferia. Não foi um evento isolado, mas mais um capítulo de uma história que já dura 26 anos — uma narrativa de resistência, amor e dignidade chamada “Árvore dos Sonhos”.

Mais que presentes, uma rede de esperança

O projeto nasceu de uma ideia simples, porém transformadora: criar pontes entre creches carentes e empresas dispostas a apadrinhá-las. O que começou com um único banco parceiro hoje se expandiu para 32 creches conveniadas. Mas seria um equívoco reduzir a Árvore dos Sonhos apenas à distribuição de presentes no final do ano. O presente é o símbolo visível de algo muito maior: a certeza, plantada no coração de cada criança, de que ela não foi esquecida, de que existe bondade no mundo, de que o ser humano pode, sim, ser confiável.

Edvaldo e Rita compreenderam desde o início que o verdadeiro presente não está embrulhado em papel colorido. Está na construção de parcerias duradouras, no despertar da consciência social nos empresários, na formação de uma rede que se sustenta pelo compromisso coletivo. Por isso, o casal investiu em treinamentos para coordenadoras de creches, ensinando-as a cativar parceiros e a fortalecer os laços com a comunidade empresarial.

Os obstáculos do caminho

Como toda jornada que vale a pena, esta também encontrou seus percalços. No meio do caminho, mudanças políticas e eleições para coordenadoras interromperam os treinamentos cuidadosamente estruturados. O projeto, que ganhava corpo e consistência, viu-se de volta à estaca zero. Quantos desistiriam diante de um revés desses? Quantos considerariam que 26 anos de luta já são suficientes?

Não Edvaldo e Rita. A persistência deste casal incansável é, por si só, uma lição de cidadania. Eles sabem que projetos sociais não podem depender de voluntarismos efêmeros ou de gestos ocasionais de boa vontade. Precisam de estrutura, transparência e continuidade.

O novo horizonte: transparência como alicerce

É exatamente essa consciência que impulsiona a nova fase da Árvore dos Sonhos. O casal planeja agora estabelecer arrecadações em lojas comerciais, direcionando os recursos para a construção de creches em parceria com a prefeitura. Mas o diferencial está na proposta de transparência radical: cada doador, independentemente do valor contribuído, receberá prestação de contas por meios eletrônicos e convites para visitar os projetos beneficiados.

Esta é uma resposta direta a um dos maiores entraves da filantropia brasileira: a desconfiança. Quantas pessoas deixam de doar porque não sabem para onde vai seu dinheiro? Quantas instituições perdem credibilidade por falta de clareza em suas operações? Edvaldo e Rita entenderam que a transparência não é apenas uma obrigação ética, mas a própria base para a sustentabilidade de qualquer projeto social.

Uma estrada longa, mas não solitária

“A estrada será longa, mas todos os caminhos se abrem para quem sabe onde vai, e toda caminhada começa com o primeiro passo.” Estas palavras de Edvaldo ecoam a sabedoria de quem já percorreu quilômetros de dedicação e ainda assim mantém o olhar fixo no horizonte.

A Árvore dos Sonhos nos lembra que a transformação social não acontece por decreto nem por milagres instantâneos. Acontece quando pessoas comuns decidem fazer algo extraordinário: persistir. Persistir quando os recursos faltam, quando os parceiros desistem, quando os obstáculos políticos surgem, quando seria muito mais cômodo fechar as portas e cuidar apenas das próprias árvores.

Mas Edvaldo e Rita escolheram cultivar uma floresta. E cada criança que entra em sua casa no Bairro Candeias é uma semente plantada — não apenas de alegria momentânea, mas de dignidade permanente, de confiança restaurada, de futuro possível.

Que outros empresários, cidadãos e gestores públicos se inspirem neste exemplo. Que a Árvore dos Sonhos não seja apenas o projeto de um casal admirável, mas o início de um movimento em que transparência, compromisso e amor ao próximo se tornem a regra, não a exceção.

Porque, ao final, plantar sonhos nas vidas de crianças é também semear o tipo de sociedade que queremos colher amanhã. E essa colheita só será abundante se houver quem, como Edvaldo e Rita, tenha a coragem de continuar plantando, mesmo quando o solo parecer árido e a espera, longa demais.

Encontro no Vaticano: Lula e Papa Leão XIV, uma Aliança Contra a Fome Global

 

 

 

Por Padre Carlos

Em um mundo cada vez mais fragmentado por crises econômicas, climáticas e sociais, o encontro marcado para esta segunda-feira, 13 de outubro de 2025, entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o Papa Leão XIV no Vaticano surge como um farol de esperança e pragmatismo. Confirmado pela Santa Sé e pelo governo federal brasileiro, este será o primeiro diálogo oficial entre o líder sul-americano e o novo pontífice desde sua eleição para o trono de São Pedro. Não se trata apenas de uma audiência protocolar; é um momento simbólico que reforça a urgência de agendas globais como o combate à fome e à pobreza – temas que unem o carisma popular de Lula à autoridade moral da Igreja Católica.

Lula chega a Roma não como um turista ilustre, mas como um estadista em missão. Sua agenda inclui participação no Fórum Mundial da Alimentação, organizado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), e uma reunião presencial do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo G20 sob a presidência brasileira. Esses compromissos não são mera coincidência; eles ecoam as prioridades do Papa Leão XIV, cujo pontificado tem sido marcado por um apelo veemente à solidariedade internacional e à justiça social. Desde sua eleição, o Papa tem enfatizado a “economia de Francisco” – uma referência indireta ao seu predecessor, mas adaptada ao contexto atual – promovendo modelos econômicos que priorizem os vulneráveis sobre os privilegiados.

Aqui reside o cerne da minha opinião: esse encontro não é apenas diplomático, mas um chamado à ação contra o cinismo que permeia a política global. Em um tempo em que líderes populistas exploram divisões para ganhar poder, Lula e Leão XIV representam uma contranarrativa. Lula, com sua trajetória de sindicalista a presidente, sabe o que é fome na pele – sua infância no Nordeste brasileiro é um testemunho vivo disso. O Papa, por sua vez, traz a perspectiva de uma Igreja que, apesar de suas controvérsias históricas, continua a ser uma voz profética contra a desigualdade. Juntos, eles podem catalisar mudanças reais, como o fortalecimento de programas globais de redistribuição de alimentos e o investimento em agricultura sustentável.

Criticos dirão que tal reunião é simbólica demais, vazia de substância. Afinal, o Vaticano não tem exércitos nem orçamentos bilionários, e o Brasil enfrenta seus próprios desafios internos, como a polarização política e a recuperação econômica pós-pandemia. Mas subestimar o poder simbólico é um erro crasso. Lembremos de encontros históricos: João Paulo II e Lech Walesa contra o comunismo, ou Francisco e Obama discutindo imigração. Esses momentos não mudam o mundo da noite para o dia, mas plantam sementes que germinam em políticas concretas. Imagine se dessa audiência emergir um compromisso conjunto para pressionar os países ricos a cumprirem as metas da Agenda 2030 da ONU, especialmente o Objetivo 2: Fome Zero.

Além disso, em um contexto latino-americano, onde a Igreja Católica ainda exerce influência cultural profunda, esse diálogo pode reverberar além das fronteiras. Lula, como líder do maior país católico do mundo, pode usar essa plataforma para defender causas como a preservação da Amazônia – um pulmão global que o Papa Leão XIV tem citado em encíclicas ambientais. É uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu papel como ponte entre o Sul Global e as instituições tradicionais do Norte, combatendo o neocolonialismo disfarçado de globalização.

No entanto, para que esse encontro não se torne apenas uma foto oportuna, é essencial que ambos os líderes transcendam o protocolo. Lula deve levar propostas concretas, como a expansão da Aliança Global contra a Fome, convidando o Vaticano a endossá-la publicamente. O Papa, por sua vez, poderia mobilizar a rede global de dioceses para apoiar iniciativas locais de erradicação da pobreza. Se isso acontecer, estaremos testemunhando não só um aperto de mãos, mas o início de uma parceria estratégica.

Em resumo, o encontro entre Lula e Papa Leão XIV é mais do que uma nota de agenda internacional; é um lembrete de que a verdadeira liderança surge da empatia e da ação coletiva. Em um mundo faminto por esperança, esses dois homens – um do povo, outro da fé – podem nos mostrar o caminho. Que essa segunda-feira no Vaticano inspire não apenas discursos, mas transformações reais. O futuro da humanidade depende disso.

 

Encontro no Vaticano: Lula e Papa Leão XIV, uma Aliança Contra a Fome Global

 

 

 

Por Padre Carlos

Em um mundo cada vez mais fragmentado por crises econômicas, climáticas e sociais, o encontro marcado para esta segunda-feira, 13 de outubro de 2025, entre o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e o Papa Leão XIV no Vaticano surge como um farol de esperança e pragmatismo. Confirmado pela Santa Sé e pelo governo federal brasileiro, este será o primeiro diálogo oficial entre o líder sul-americano e o novo pontífice desde sua eleição para o trono de São Pedro. Não se trata apenas de uma audiência protocolar; é um momento simbólico que reforça a urgência de agendas globais como o combate à fome e à pobreza – temas que unem o carisma popular de Lula à autoridade moral da Igreja Católica.

Lula chega a Roma não como um turista ilustre, mas como um estadista em missão. Sua agenda inclui participação no Fórum Mundial da Alimentação, organizado pela FAO (Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura), e uma reunião presencial do Conselho de Campeões da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa lançada pelo G20 sob a presidência brasileira. Esses compromissos não são mera coincidência; eles ecoam as prioridades do Papa Leão XIV, cujo pontificado tem sido marcado por um apelo veemente à solidariedade internacional e à justiça social. Desde sua eleição, o Papa tem enfatizado a “economia de Francisco” – uma referência indireta ao seu predecessor, mas adaptada ao contexto atual – promovendo modelos econômicos que priorizem os vulneráveis sobre os privilegiados.

Aqui reside o cerne da minha opinião: esse encontro não é apenas diplomático, mas um chamado à ação contra o cinismo que permeia a política global. Em um tempo em que líderes populistas exploram divisões para ganhar poder, Lula e Leão XIV representam uma contranarrativa. Lula, com sua trajetória de sindicalista a presidente, sabe o que é fome na pele – sua infância no Nordeste brasileiro é um testemunho vivo disso. O Papa, por sua vez, traz a perspectiva de uma Igreja que, apesar de suas controvérsias históricas, continua a ser uma voz profética contra a desigualdade. Juntos, eles podem catalisar mudanças reais, como o fortalecimento de programas globais de redistribuição de alimentos e o investimento em agricultura sustentável.

Criticos dirão que tal reunião é simbólica demais, vazia de substância. Afinal, o Vaticano não tem exércitos nem orçamentos bilionários, e o Brasil enfrenta seus próprios desafios internos, como a polarização política e a recuperação econômica pós-pandemia. Mas subestimar o poder simbólico é um erro crasso. Lembremos de encontros históricos: João Paulo II e Lech Walesa contra o comunismo, ou Francisco e Obama discutindo imigração. Esses momentos não mudam o mundo da noite para o dia, mas plantam sementes que germinam em políticas concretas. Imagine se dessa audiência emergir um compromisso conjunto para pressionar os países ricos a cumprirem as metas da Agenda 2030 da ONU, especialmente o Objetivo 2: Fome Zero.

Além disso, em um contexto latino-americano, onde a Igreja Católica ainda exerce influência cultural profunda, esse diálogo pode reverberar além das fronteiras. Lula, como líder do maior país católico do mundo, pode usar essa plataforma para defender causas como a preservação da Amazônia – um pulmão global que o Papa Leão XIV tem citado em encíclicas ambientais. É uma oportunidade para o Brasil reafirmar seu papel como ponte entre o Sul Global e as instituições tradicionais do Norte, combatendo o neocolonialismo disfarçado de globalização.

No entanto, para que esse encontro não se torne apenas uma foto oportuna, é essencial que ambos os líderes transcendam o protocolo. Lula deve levar propostas concretas, como a expansão da Aliança Global contra a Fome, convidando o Vaticano a endossá-la publicamente. O Papa, por sua vez, poderia mobilizar a rede global de dioceses para apoiar iniciativas locais de erradicação da pobreza. Se isso acontecer, estaremos testemunhando não só um aperto de mãos, mas o início de uma parceria estratégica.

Em resumo, o encontro entre Lula e Papa Leão XIV é mais do que uma nota de agenda internacional; é um lembrete de que a verdadeira liderança surge da empatia e da ação coletiva. Em um mundo faminto por esperança, esses dois homens – um do povo, outro da fé – podem nos mostrar o caminho. Que essa segunda-feira no Vaticano inspire não apenas discursos, mas transformações reais. O futuro da humanidade depende disso.

 

ARTIGO – Mariano Meira: o homem que uniu fé, política e compromisso com o povo

 

Por Maycon santos

Falar de Mariano Meira é falar de fé, ética e compromisso social. Seu nome está gravado na história de Vitória da Conquista, não apenas como militante político e funcionário exemplar, mas como um símbolo de caráter e humanidade.

A vida de Mariano foi marcada pela simplicidade e pela dedicação ao bem comum. Funcionário do antigo DERBA, trabalhou incansavelmente pelas comunidades rurais da região do Capinal, sempre acreditando que o serviço público é, antes de tudo, uma forma de amor ao próximo.

Católico praticante e fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) no município, Mariano foi um homem de diálogo. Sua famosa frase —

“A gente precisa separar as pessoas da política e a política das pessoas.”

— tornou-se uma verdadeira lição de convivência democrática. Mesmo sendo um homem de esquerda, seu comportamento ético e respeitoso fez dele uma ponte entre visões opostas, um exemplo raro na política contemporânea.

Mariano Meira parte, mas seu legado continua inspirando as novas gerações que acreditam em uma política mais humana, transparente e solidária. Seu nome ecoará nas igrejas, nas rodas de conversa e nas memórias afetivas de um povo que o viu servir com humildade e fé.

ARTIGO – Mariano Meira: o homem que uniu fé, política e compromisso com o povo

 

Por Maycon santos

Falar de Mariano Meira é falar de fé, ética e compromisso social. Seu nome está gravado na história de Vitória da Conquista, não apenas como militante político e funcionário exemplar, mas como um símbolo de caráter e humanidade.

A vida de Mariano foi marcada pela simplicidade e pela dedicação ao bem comum. Funcionário do antigo DERBA, trabalhou incansavelmente pelas comunidades rurais da região do Capinal, sempre acreditando que o serviço público é, antes de tudo, uma forma de amor ao próximo.

Católico praticante e fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) no município, Mariano foi um homem de diálogo. Sua famosa frase —

“A gente precisa separar as pessoas da política e a política das pessoas.”

— tornou-se uma verdadeira lição de convivência democrática. Mesmo sendo um homem de esquerda, seu comportamento ético e respeitoso fez dele uma ponte entre visões opostas, um exemplo raro na política contemporânea.

Mariano Meira parte, mas seu legado continua inspirando as novas gerações que acreditam em uma política mais humana, transparente e solidária. Seu nome ecoará nas igrejas, nas rodas de conversa e nas memórias afetivas de um povo que o viu servir com humildade e fé.

ARTIGO – Mariano Meira: A Eternidade dos que Servem e a Igreja que Nasce do Povo

 

 

(Padre Carlos)

Há homens cuja presença é discreta, mas cuja ausência se faz ensurdecedora. Mariano Meira foi um desses homens que não precisavam de palcos nem de aplausos — bastava-lhe o altar da vida cotidiana, onde exercia com serenidade o sacerdócio do amor, da fé e do serviço.

A Arquidiocese de Vitória da Conquista, ao manifestar seu pesar pelo seu falecimento, não apenas lamenta a partida de um fiel, mas reconhece a grandeza de um cristão exemplar, cuja vida se entrelaçou à história da Igreja Católica e da comunidade conquistense. Em tempos em que a fé muitas vezes se dilui na superficialidade, Mariano foi testemunho de uma espiritualidade encarnada, que não se limitava ao templo, mas se realizava nas ruas, nos encontros e nas lutas do povo.

Durante décadas, Mariano Meira caminhou ao lado das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), esse movimento que brota do coração do Evangelho e que se fez força viva na história da Igreja da Bahia. Ali, entre rezas e reuniões, ele entendeu que a fé verdadeira não se separa da vida — que rezar é também lutar, que amar a Deus é cuidar do irmão, que servir é a forma mais pura de adoração.

Nas Romarias da Terra e das Águas em Bom Jesus da Lapa, sua presença se destacava. Não apenas pela devoção, mas pela consciência de que a romaria é um ato de fé e resistência, um grito do povo que crê e que caminha. Mariano testemunhava, com simplicidade, que a teologia da libertação não é uma teoria distante, mas a prática cotidiana de quem faz do Evangelho uma força de transformação social.

Como filósofo e articulista, vejo na vida de Mariano um convite à reflexão sobre o verdadeiro sentido da existência. A morte, para os que servem, não é um fim, mas um retorno. “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”, diz o Evangelho de João. Essa promessa se cumpre na história dos que, como ele, fizeram do amor a razão de viver.

Mariano Meira não foi apenas um homem de fé; foi um homem de esperança. Sua vida é prova de que o cristianismo autêntico se manifesta nas pequenas atitudes — no sorriso partilhado, na mão estendida, na escuta paciente, na palavra de consolo.

Hoje, ao recordá-lo, Vitória da Conquista se une em oração e gratidão. Sua caminhada deixa uma herança moral e espiritual que ultrapassa as fronteiras da Igreja. Ele representa o melhor da fé popular, o vigor das CEBs, a ternura dos que constroem o Reino de Deus não com discursos, mas com gestos concretos.

Mariano vive, porque o amor é eterno. Sua presença continua nas comunidades, nas celebrações, nos cânticos e na memória dos que o conheceram. Que o seu exemplo inspire novas gerações a redescobrirem o valor da fé comprometida, da Igreja que nasce do povo, da esperança que resiste e da caridade que transforma.

E que nós, que seguimos a trilha da palavra e da reflexão, possamos aprender com ele que a santidade está no cotidiano, e que o verdadeiro milagre é continuar servindo — mesmo depois que a vida parece ter se apagado.

ARTIGO – Mariano Meira: A Eternidade dos que Servem e a Igreja que Nasce do Povo

 

 

(Padre Carlos)

Há homens cuja presença é discreta, mas cuja ausência se faz ensurdecedora. Mariano Meira foi um desses homens que não precisavam de palcos nem de aplausos — bastava-lhe o altar da vida cotidiana, onde exercia com serenidade o sacerdócio do amor, da fé e do serviço.

A Arquidiocese de Vitória da Conquista, ao manifestar seu pesar pelo seu falecimento, não apenas lamenta a partida de um fiel, mas reconhece a grandeza de um cristão exemplar, cuja vida se entrelaçou à história da Igreja Católica e da comunidade conquistense. Em tempos em que a fé muitas vezes se dilui na superficialidade, Mariano foi testemunho de uma espiritualidade encarnada, que não se limitava ao templo, mas se realizava nas ruas, nos encontros e nas lutas do povo.

Durante décadas, Mariano Meira caminhou ao lado das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), esse movimento que brota do coração do Evangelho e que se fez força viva na história da Igreja da Bahia. Ali, entre rezas e reuniões, ele entendeu que a fé verdadeira não se separa da vida — que rezar é também lutar, que amar a Deus é cuidar do irmão, que servir é a forma mais pura de adoração.

Nas Romarias da Terra e das Águas em Bom Jesus da Lapa, sua presença se destacava. Não apenas pela devoção, mas pela consciência de que a romaria é um ato de fé e resistência, um grito do povo que crê e que caminha. Mariano testemunhava, com simplicidade, que a teologia da libertação não é uma teoria distante, mas a prática cotidiana de quem faz do Evangelho uma força de transformação social.

Como filósofo e articulista, vejo na vida de Mariano um convite à reflexão sobre o verdadeiro sentido da existência. A morte, para os que servem, não é um fim, mas um retorno. “Quem crê em mim, ainda que morra, viverá”, diz o Evangelho de João. Essa promessa se cumpre na história dos que, como ele, fizeram do amor a razão de viver.

Mariano Meira não foi apenas um homem de fé; foi um homem de esperança. Sua vida é prova de que o cristianismo autêntico se manifesta nas pequenas atitudes — no sorriso partilhado, na mão estendida, na escuta paciente, na palavra de consolo.

Hoje, ao recordá-lo, Vitória da Conquista se une em oração e gratidão. Sua caminhada deixa uma herança moral e espiritual que ultrapassa as fronteiras da Igreja. Ele representa o melhor da fé popular, o vigor das CEBs, a ternura dos que constroem o Reino de Deus não com discursos, mas com gestos concretos.

Mariano vive, porque o amor é eterno. Sua presença continua nas comunidades, nas celebrações, nos cânticos e na memória dos que o conheceram. Que o seu exemplo inspire novas gerações a redescobrirem o valor da fé comprometida, da Igreja que nasce do povo, da esperança que resiste e da caridade que transforma.

E que nós, que seguimos a trilha da palavra e da reflexão, possamos aprender com ele que a santidade está no cotidiano, e que o verdadeiro milagre é continuar servindo — mesmo depois que a vida parece ter se apagado.

ARTIGO – A RESSURREIÇÃO DA LAGOA DAS BATEIAS

 

 

(Padre Carlos)

Há lugares que renascem quando a vontade política se alia ao amor pela cidade. A Lagoa das Bateias, em Vitória da Conquista, é um exemplo emblemático dessa transformação. O que antes era um espaço esquecido, marcado pelo abandono e pela degradação ambiental, hoje ressurge como um verdadeiro cartão-postal, pulsando vida, fé e alegria.

Neste sábado, dia 11, ao ver famílias inteiras caminhando, jovens participando da ação ecológica promovida pela Embasa e a multidão reunida no grande evento da Igreja Universal do Reino de Deus, fica evidente: a Lagoa voltou a ser do povo. O que antes era cenário de descuido, agora é palco de celebração.

E nada mais justo do que reconhecer o papel decisivo de quem esteve à frente dessa transformação — Lucas Batista. Com sensibilidade e trabalho constante, ele conseguiu devolver à Lagoa das Bateias sua dignidade e função social. Sua gestão, movida pelo compromisso e pela dedicação, fez desse espaço um exemplo de revitalização urbana e de gestão pública com propósito.

A beleza da Lagoa hoje não está apenas em suas águas mais limpas, nem no verde que a cerca, mas na energia que emana das pessoas que ali se encontram. Há fé, há esperança, há pertencimento. É o povo usufruindo do que é seu por direito — como bem disse Lucas, com o olhar de quem acredita no poder do bem comum.

Quando um gestor entende que espaços públicos são extensões da alma coletiva, algo extraordinário acontece: o povo volta a ocupar o que é seu. A Lagoa das Bateias deixou de ser um problema para se tornar um símbolo — símbolo de que, com amor e gestão responsável, é possível transformar a cidade e fortalecer o sentimento de comunidade.

Hoje, Vitória da Conquista tem motivos para se orgulhar. A Lagoa das Bateias é mais do que um espelho d’água — é um espelho da alma conquistense. E por trás dessa imagem viva, há um nome que merece ser lembrado: Lucas Batista, o homem que fez a Lagoa respirar novamente.

ARTIGO – A RESSURREIÇÃO DA LAGOA DAS BATEIAS

 

 

(Padre Carlos)

Há lugares que renascem quando a vontade política se alia ao amor pela cidade. A Lagoa das Bateias, em Vitória da Conquista, é um exemplo emblemático dessa transformação. O que antes era um espaço esquecido, marcado pelo abandono e pela degradação ambiental, hoje ressurge como um verdadeiro cartão-postal, pulsando vida, fé e alegria.

Neste sábado, dia 11, ao ver famílias inteiras caminhando, jovens participando da ação ecológica promovida pela Embasa e a multidão reunida no grande evento da Igreja Universal do Reino de Deus, fica evidente: a Lagoa voltou a ser do povo. O que antes era cenário de descuido, agora é palco de celebração.

E nada mais justo do que reconhecer o papel decisivo de quem esteve à frente dessa transformação — Lucas Batista. Com sensibilidade e trabalho constante, ele conseguiu devolver à Lagoa das Bateias sua dignidade e função social. Sua gestão, movida pelo compromisso e pela dedicação, fez desse espaço um exemplo de revitalização urbana e de gestão pública com propósito.

A beleza da Lagoa hoje não está apenas em suas águas mais limpas, nem no verde que a cerca, mas na energia que emana das pessoas que ali se encontram. Há fé, há esperança, há pertencimento. É o povo usufruindo do que é seu por direito — como bem disse Lucas, com o olhar de quem acredita no poder do bem comum.

Quando um gestor entende que espaços públicos são extensões da alma coletiva, algo extraordinário acontece: o povo volta a ocupar o que é seu. A Lagoa das Bateias deixou de ser um problema para se tornar um símbolo — símbolo de que, com amor e gestão responsável, é possível transformar a cidade e fortalecer o sentimento de comunidade.

Hoje, Vitória da Conquista tem motivos para se orgulhar. A Lagoa das Bateias é mais do que um espelho d’água — é um espelho da alma conquistense. E por trás dessa imagem viva, há um nome que merece ser lembrado: Lucas Batista, o homem que fez a Lagoa respirar novamente.

Nota de Falecimento – Mariano

 

 

É com profundo pesar que informamos o falecimento de Mariano.
O velório terá início a partir das 16 horas, na Igreja da Comunidade Cristo Libertador, situada no Capinal, ao lado de sua residência.

Neste momento de dor, o Política e Resenha se solidariza com os familiares e amigos, pedindo a Deus que conceda o consolo e a paz aos corações enlutados.

Nota de Falecimento – Mariano

 

 

É com profundo pesar que informamos o falecimento de Mariano.
O velório terá início a partir das 16 horas, na Igreja da Comunidade Cristo Libertador, situada no Capinal, ao lado de sua residência.

Neste momento de dor, o Política e Resenha se solidariza com os familiares e amigos, pedindo a Deus que conceda o consolo e a paz aos corações enlutados.

Luto.morre Mariano Meira o ícone do capinal

Morreu hoje Mariano Meira, conhecido carinhosamente como Mariano do Capinal, proprietário da tradicional e famosa Lanchonete Meira.

Mariano foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Vitória da Conquista, tendo uma trajetória marcada pelo envolvimento político e pelo carinho com a comunidade do Capinal e de toda a região.

A notícia de sua morte deixa familiares, amigos e admiradores profundamente consternados.
Mariano Meira será lembrado pela sua dedicação, generosidade e contribuição à história política e social de Vitória da Conquista.

Luto.morre Mariano Meira o ícone do capinal

Morreu hoje Mariano Meira, conhecido carinhosamente como Mariano do Capinal, proprietário da tradicional e famosa Lanchonete Meira.

Mariano foi um dos fundadores do Partido dos Trabalhadores (PT) em Vitória da Conquista, tendo uma trajetória marcada pelo envolvimento político e pelo carinho com a comunidade do Capinal e de toda a região.

A notícia de sua morte deixa familiares, amigos e admiradores profundamente consternados.
Mariano Meira será lembrado pela sua dedicação, generosidade e contribuição à história política e social de Vitória da Conquista.