Política e Resenha

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 5 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Moraes determina prisão de Zambelli, bloqueio de bens e nome na Interpol

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/06/moraes-determina-prisao-de-zambelli-bloqueio-de-bens-e-inclusao-em-lista-da-interpol.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Reprovação do governo Lula bate recorde após crise do INSS

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-reprovacao-de-lula-bate-recorde-apos-crise-do-inss/?srsltid=AfmBOopPRxUaHIP1PGdURz2331Xow5rNBRA8uIaQVaT_n7ykflClt8YY

 

Valor Econômico (SP)
Gastos de Estados e municípios crescem a um ritmo bem superior aos da União

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/06/05/gastos-de-estados-e-municipios-crescem-a-um-ritmo-bem-superior-aos-da-uniao.ghtml

 

O Globo (RJ)
TCU dá aval a novo contrato para o Galeão, e Infraero venderá sua parte

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/06/04/tcu-aprova-acordo-para-que-a-riogaleao-continue-com-a-concessao-do-aeroporto-internacional-do-rio.ghtml

 

O Dia (RJ)
GUARDA MUNICIPAL
Prefeitura lança edital para seleção da divisão de elite

https://odia.ig.com.br/economia/2025/06/7068954-prefeitura-lanca-edital-para-criacao-da-divisao-de-elite-da-guarda-municipal.html

 

Correio Braziliense
DF amplia medidas sanitárias após 1º caso de gripe aviária

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2025/05/7159675-gripe-aviaria-vigilancia-de-aves-e-intensificada-apos-interdicao-do-zoo.html

 

Estado de Minas
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
Internação de adultos provoca alerta em BH

https://www.em.com.br/gerais/2025/06/7165377-apos-mes-critico-internacao-de-adultos-e-foco-de-atencao.html

 

Zero Hora (RS)
Moraes determina prisão preventiva e inclusão do nome de Carla Zambelli na lista da Interpol

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2025/06/moraes-determina-a-prisao-preventiva-de-carla-zambelli-cmbi19gm5004r01ic262t1uq4.html

 

Diário de Pernambuco
Jovem de Camaragibe liderava quadrilha de crimes pela internet

https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2025/06/3894823-bomba-e-mutilacao-jovem-de-pe-liderarava-desafios-violentos-na-internet.html

 

A Tarde (BA)
Justiça anula portaria que violava sigilo de pacientes psiquiátricos

https://atarde.com.br/?d=1

 

Diário do Nordeste (CE)
BC lança Pix automático para pagamentos recorrentes

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/bc-lanca-pix-automatico-para-pagamentos-recorrentes-saiba-como-vai-funcionar-1.3656477

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quinta-feira

 

 

Da Redação
Publicado em 5 de junho de 2025

 

 

Folha de S.Paulo
Moraes determina prisão de Zambelli, bloqueio de bens e nome na Interpol

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2025/06/moraes-determina-prisao-de-zambelli-bloqueio-de-bens-e-inclusao-em-lista-da-interpol.shtml

 

O Estado de S. Paulo
Reprovação do governo Lula bate recorde após crise do INSS

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-reprovacao-de-lula-bate-recorde-apos-crise-do-inss/?srsltid=AfmBOopPRxUaHIP1PGdURz2331Xow5rNBRA8uIaQVaT_n7ykflClt8YY

 

Valor Econômico (SP)
Gastos de Estados e municípios crescem a um ritmo bem superior aos da União

https://valor.globo.com/impresso/noticia/2025/06/05/gastos-de-estados-e-municipios-crescem-a-um-ritmo-bem-superior-aos-da-uniao.ghtml

 

O Globo (RJ)
TCU dá aval a novo contrato para o Galeão, e Infraero venderá sua parte

https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2025/06/04/tcu-aprova-acordo-para-que-a-riogaleao-continue-com-a-concessao-do-aeroporto-internacional-do-rio.ghtml

 

O Dia (RJ)
GUARDA MUNICIPAL
Prefeitura lança edital para seleção da divisão de elite

https://odia.ig.com.br/economia/2025/06/7068954-prefeitura-lanca-edital-para-criacao-da-divisao-de-elite-da-guarda-municipal.html

 

Correio Braziliense
DF amplia medidas sanitárias após 1º caso de gripe aviária

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2025/05/7159675-gripe-aviaria-vigilancia-de-aves-e-intensificada-apos-interdicao-do-zoo.html

 

Estado de Minas
DOENÇAS RESPIRATÓRIAS
Internação de adultos provoca alerta em BH

https://www.em.com.br/gerais/2025/06/7165377-apos-mes-critico-internacao-de-adultos-e-foco-de-atencao.html

 

Zero Hora (RS)
Moraes determina prisão preventiva e inclusão do nome de Carla Zambelli na lista da Interpol

https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2025/06/moraes-determina-a-prisao-preventiva-de-carla-zambelli-cmbi19gm5004r01ic262t1uq4.html

 

Diário de Pernambuco
Jovem de Camaragibe liderava quadrilha de crimes pela internet

https://www.diariodepernambuco.com.br/vida-urbana/2025/06/3894823-bomba-e-mutilacao-jovem-de-pe-liderarava-desafios-violentos-na-internet.html

 

A Tarde (BA)
Justiça anula portaria que violava sigilo de pacientes psiquiátricos

https://atarde.com.br/?d=1

 

Diário do Nordeste (CE)
BC lança Pix automático para pagamentos recorrentes

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/negocios/bc-lanca-pix-automatico-para-pagamentos-recorrentes-saiba-como-vai-funcionar-1.3656477

 

 

ARTIGO – E agora Gedel? O MDB, os Republicanos e o xadrez baiano (Padre Carlos)

 

 

Como dizia Drummond em seu poema “José”, diante do vazio e da perplexidade de um momento histórico sem rumo: “E agora, José?”. A Bahia, em seu cenário político, talvez esteja vivendo sua própria versão: “E agora, Gedel?”. A referência ao ex-ministro não é gratuita. Gedel Vieira Lima, com todos os seus altos e baixos, foi durante décadas a representação encarnada do MDB baiano. A imagem da família Vieira como fiadora de um partido que oscilava entre o poder e o ostracismo agora parece tremer com a proposta de federação entre o MDB e os Republicanos.

A ideia de federação, que nasceu para dar estabilidade partidária e reduzir a fragmentação, pode estar se tornando, na Bahia, um gerador de instabilidade. A fala do deputado federal e presidente estadual dos Republicanos, Márcio Marinho, é reveladora: “O partido que tem mais deputados nos estados detém o controle da federação. Se isso acontecer com o MDB, não vamos abrir mão de ter o controle da federação no estado.”

Traduzindo: o Republicanos quer garantir que não será engolido por um MDB em crise, sem bancada expressiva e com pouca presença ativa na atual conjuntura. A disputa não é só por cargos, é por território político, por comando simbólico e estratégico. A federação, que exige fidelidade de quatro anos, não é casamento de conveniência – é união estável com obrigações mútuas. E o MDB baiano, que sempre operou com liberdade estratégica, terá que decidir se entra nessa aliança de cabeça baixa ou se parte para o confronto.

A pergunta central permanece: o que será da família Vieira se a federação for concretizada com os Republicanos no comando? O MDB, outrora linha auxiliar dos governos estaduais, agora pode se ver isolado tanto da base do PT quanto da oposição. Um limbo político que, em um estado onde as alianças regionais são fluidas e pragmáticas, pode custar caro.

A federação será um divisor de águas. O tabuleiro político baiano pode ver uma mudança profunda, não apenas de nomes, mas de forças reais. O xadrez está armado. O peão do MDB está encurralado. E, diante do xeque, a pergunta se impõe com mais força do que nunca: e agora, Gedel?

 

ARTIGO – E agora Gedel? O MDB, os Republicanos e o xadrez baiano (Padre Carlos)

 

 

Como dizia Drummond em seu poema “José”, diante do vazio e da perplexidade de um momento histórico sem rumo: “E agora, José?”. A Bahia, em seu cenário político, talvez esteja vivendo sua própria versão: “E agora, Gedel?”. A referência ao ex-ministro não é gratuita. Gedel Vieira Lima, com todos os seus altos e baixos, foi durante décadas a representação encarnada do MDB baiano. A imagem da família Vieira como fiadora de um partido que oscilava entre o poder e o ostracismo agora parece tremer com a proposta de federação entre o MDB e os Republicanos.

A ideia de federação, que nasceu para dar estabilidade partidária e reduzir a fragmentação, pode estar se tornando, na Bahia, um gerador de instabilidade. A fala do deputado federal e presidente estadual dos Republicanos, Márcio Marinho, é reveladora: “O partido que tem mais deputados nos estados detém o controle da federação. Se isso acontecer com o MDB, não vamos abrir mão de ter o controle da federação no estado.”

Traduzindo: o Republicanos quer garantir que não será engolido por um MDB em crise, sem bancada expressiva e com pouca presença ativa na atual conjuntura. A disputa não é só por cargos, é por território político, por comando simbólico e estratégico. A federação, que exige fidelidade de quatro anos, não é casamento de conveniência – é união estável com obrigações mútuas. E o MDB baiano, que sempre operou com liberdade estratégica, terá que decidir se entra nessa aliança de cabeça baixa ou se parte para o confronto.

A pergunta central permanece: o que será da família Vieira se a federação for concretizada com os Republicanos no comando? O MDB, outrora linha auxiliar dos governos estaduais, agora pode se ver isolado tanto da base do PT quanto da oposição. Um limbo político que, em um estado onde as alianças regionais são fluidas e pragmáticas, pode custar caro.

A federação será um divisor de águas. O tabuleiro político baiano pode ver uma mudança profunda, não apenas de nomes, mas de forças reais. O xadrez está armado. O peão do MDB está encurralado. E, diante do xeque, a pergunta se impõe com mais força do que nunca: e agora, Gedel?

 

O Chão do Piauí Chora: Morre Niède Guidon, Guardiã da Serra da Capivara.

 

Piauí chora hoje, e com ele, a ciência mundial. Faleceu nesta quarta-feira, aos 92 anos, Niède Guidon , uma arqueóloga que não apenas dedicou sua vida à poeira e aos segredos da Serra da Capivara , mas que, com sua obstinação e rigor científico, revolucionou a teoria do povoamento das Américas . Uma vida inteira cavando, não apenas a terra, mas os paradigmas de um continente.

Nascida em Jaú e doutora em Paris, Niède era uma daquelas figuras raras que se entregaram a uma causa com a paixão de um riacho que busca o oceano. Em 1973, imersa nas profundezas do Piauí, ela começou a desenterrar não só ferramentas de pedra e fogueiras antigas, mas vestígios que falavam de uma presença humana no continente muito, mas muito mais antiga do que o senso comum acadêmico da época ousava sequer sussurrar.

A teoria que dominava os estudos destruídos, e ainda hoje é forte, apontava para o Estreito de Bering como a única porta de entrada para os primeiros humanos há uns 13 mil anos. Niède, no entanto, com a teimosia dos grandes desbravadores, encontrou em seus sítios ruínas de evidências de que o Homo sapiens já caminhava por essas terras entre 60 mil e 100 mil anos atrás . Uma bomba no cenário científico, uma reviravolta que forçou a academia a olhar para o Brasil, e para a África, com outros olhos.

Sua esta audaciosa sugestão de que a travessia do Atlântico, vinda da África, poderia ter sido uma das vias para a chegada dos primeiros povos, impulsionados por secas e tempestades, aproveitando um nível do mar muito mais baixo e a presença de mais ilhas. Uma visão que ligava os vestígios piauienses e mineiros às características morfológicas dos povos africanos e aborígenes, traçando uma árvore genealógica humana muito mais complexa e interligada do que se imaginava.

Mas a força de Niède Guidon não se resume apenas aos resultados científicos. Ela foi uma defensora incansável do Parque Nacional Serra da Capivara , garantindo que, em 1991, este tesouro fosse reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco . Foi também uma das fundadoras da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), deixando um legado de pesquisa e proteção que transcende a própria arqueologia.

O governo do Piauí decretou três dias de luto oficial, e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ressaltou sua coragem, rigor científico e compromisso com a educação , além de sua voz firme na defesa da presença feminina na ciência . Até mesmo uma nova espécie de ave, a Sakesphoroides Niedeguidonae , com seu canto lento e persistente, recebeu seu nome em 2024, um tributo vivo à mulher que dedicou sua vida a proteger o berço de uma das maiores descobertas da humanidade.

Niède Guidon se vai, mas seu legado permanece. Ela nos ensinou que a história do homem é muito mais vasta e surpreendente do que imaginamos, e que, às vezes, a verdade está escondida não em grandes corredores acadêmicos, mas na poeira de um chão esquecido do sertão brasileiro. Seu trabalho não apenas revolucionou a arqueologia, mas nos convida a compensar nossa própria história, nossas origens e a profunda ligação que temos com os povos que nos precederam. Que seu espírito desbravador continue a inspirar futuras gerações a cavar fundo, a questionar o previsto e a lutar pela preservação de nosso patrimônio inestimável.


Você se lembra de alguma outra figura brasileira que teve um impacto tão profundo na ciência ou na compreensão de nossa história?

O Chão do Piauí Chora: Morre Niède Guidon, Guardiã da Serra da Capivara.

 

Piauí chora hoje, e com ele, a ciência mundial. Faleceu nesta quarta-feira, aos 92 anos, Niède Guidon , uma arqueóloga que não apenas dedicou sua vida à poeira e aos segredos da Serra da Capivara , mas que, com sua obstinação e rigor científico, revolucionou a teoria do povoamento das Américas . Uma vida inteira cavando, não apenas a terra, mas os paradigmas de um continente.

Nascida em Jaú e doutora em Paris, Niède era uma daquelas figuras raras que se entregaram a uma causa com a paixão de um riacho que busca o oceano. Em 1973, imersa nas profundezas do Piauí, ela começou a desenterrar não só ferramentas de pedra e fogueiras antigas, mas vestígios que falavam de uma presença humana no continente muito, mas muito mais antiga do que o senso comum acadêmico da época ousava sequer sussurrar.

A teoria que dominava os estudos destruídos, e ainda hoje é forte, apontava para o Estreito de Bering como a única porta de entrada para os primeiros humanos há uns 13 mil anos. Niède, no entanto, com a teimosia dos grandes desbravadores, encontrou em seus sítios ruínas de evidências de que o Homo sapiens já caminhava por essas terras entre 60 mil e 100 mil anos atrás . Uma bomba no cenário científico, uma reviravolta que forçou a academia a olhar para o Brasil, e para a África, com outros olhos.

Sua esta audaciosa sugestão de que a travessia do Atlântico, vinda da África, poderia ter sido uma das vias para a chegada dos primeiros povos, impulsionados por secas e tempestades, aproveitando um nível do mar muito mais baixo e a presença de mais ilhas. Uma visão que ligava os vestígios piauienses e mineiros às características morfológicas dos povos africanos e aborígenes, traçando uma árvore genealógica humana muito mais complexa e interligada do que se imaginava.

Mas a força de Niède Guidon não se resume apenas aos resultados científicos. Ela foi uma defensora incansável do Parque Nacional Serra da Capivara , garantindo que, em 1991, este tesouro fosse reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela Unesco . Foi também uma das fundadoras da Fundação Museu do Homem Americano (Fumdham), deixando um legado de pesquisa e proteção que transcende a própria arqueologia.

O governo do Piauí decretou três dias de luto oficial, e o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) ressaltou sua coragem, rigor científico e compromisso com a educação , além de sua voz firme na defesa da presença feminina na ciência . Até mesmo uma nova espécie de ave, a Sakesphoroides Niedeguidonae , com seu canto lento e persistente, recebeu seu nome em 2024, um tributo vivo à mulher que dedicou sua vida a proteger o berço de uma das maiores descobertas da humanidade.

Niède Guidon se vai, mas seu legado permanece. Ela nos ensinou que a história do homem é muito mais vasta e surpreendente do que imaginamos, e que, às vezes, a verdade está escondida não em grandes corredores acadêmicos, mas na poeira de um chão esquecido do sertão brasileiro. Seu trabalho não apenas revolucionou a arqueologia, mas nos convida a compensar nossa própria história, nossas origens e a profunda ligação que temos com os povos que nos precederam. Que seu espírito desbravador continue a inspirar futuras gerações a cavar fundo, a questionar o previsto e a lutar pela preservação de nosso patrimônio inestimável.


Você se lembra de alguma outra figura brasileira que teve um impacto tão profundo na ciência ou na compreensão de nossa história?

ARTIGO – Quando o Povo Entra na Lei: Vitória da Conquista e a Nova Lei Orgânica

 

(Padre Carlos)

A democracia, quando verdadeira, não se limita ao rito eleitoral nem ao jogo de bastidores entre gabinetes. Ela pulsa no debate público, vive da escuta ativa e cresce quando o cidadão deixa de ser apenas espectador para tornar-se protagonista do processo legislativo. É nesse espírito que a Câmara Municipal de Vitória da Conquista dá um passo ousado, maduro e necessário: abrir à consulta pública o projeto da Nova Lei Orgânica do Município.

Essa iniciativa não é apenas um gesto político. É um marco civilizatório. Ao criar um canal digital para sugestões, críticas e contribuições da população, a Câmara transforma o cidadão comum — muitas vezes invisibilizado nas estruturas de poder — em agente construtor da principal norma legal do município. Trata-se de um convite à cidadania ativa, à inteligência coletiva e ao exercício prático do princípio republicano da soberania popular.

O presidente da Câmara, Ivan Cordeiro, demonstra sensibilidade política ao reconhecer que a legitimidade da nova Lei Orgânica não será medida apenas pelo número de artigos bem redigidos, mas pelo grau de participação popular em sua construção. Transparência, inclusão e escuta — palavras que tantas vezes soam como promessas vagas — ganham concretude na criação do link de consulta pública. É a tecnologia a serviço da democracia.

Mais ainda: a articulação liderada por Luis Carlos Dudé, presidente da Comissão Especial, em integrar audiências públicas presenciais ao processo mostra que a participação não será confinada ao digital. Entidades civis, movimentos sociais, associações de bairros, sindicatos, empresários e estudantes: todos estão sendo chamados a escrever, com suas vozes e vivências, os novos fundamentos legais da cidade. Não se trata apenas de ouvir — trata-se de considerar o que se ouve.

Nesse contexto, o projeto da Nova Lei Orgânica se torna mais do que uma revisão legal: é um exercício pedagógico de pertencimento político. A população é convidada a refletir sobre o tipo de cidade que deseja construir: mais justa, mais transparente, mais humana.

Contudo, é necessário que essa participação não se limite à boa intenção do Legislativo. Cabe agora à sociedade conquistense acolher esse gesto e responder à altura, com engajamento, crítica, ideias e propostas. A democracia precisa ser alimentada por dentro, e o momento é agora.

Que Vitória da Conquista seja exemplo. Que a Nova Lei Orgânica seja mais do que um documento jurídico: que ela seja uma carta viva de compromissos assumidos entre poder e povo.

ARTIGO – Quando o Povo Entra na Lei: Vitória da Conquista e a Nova Lei Orgânica

 

(Padre Carlos)

A democracia, quando verdadeira, não se limita ao rito eleitoral nem ao jogo de bastidores entre gabinetes. Ela pulsa no debate público, vive da escuta ativa e cresce quando o cidadão deixa de ser apenas espectador para tornar-se protagonista do processo legislativo. É nesse espírito que a Câmara Municipal de Vitória da Conquista dá um passo ousado, maduro e necessário: abrir à consulta pública o projeto da Nova Lei Orgânica do Município.

Essa iniciativa não é apenas um gesto político. É um marco civilizatório. Ao criar um canal digital para sugestões, críticas e contribuições da população, a Câmara transforma o cidadão comum — muitas vezes invisibilizado nas estruturas de poder — em agente construtor da principal norma legal do município. Trata-se de um convite à cidadania ativa, à inteligência coletiva e ao exercício prático do princípio republicano da soberania popular.

O presidente da Câmara, Ivan Cordeiro, demonstra sensibilidade política ao reconhecer que a legitimidade da nova Lei Orgânica não será medida apenas pelo número de artigos bem redigidos, mas pelo grau de participação popular em sua construção. Transparência, inclusão e escuta — palavras que tantas vezes soam como promessas vagas — ganham concretude na criação do link de consulta pública. É a tecnologia a serviço da democracia.

Mais ainda: a articulação liderada por Luis Carlos Dudé, presidente da Comissão Especial, em integrar audiências públicas presenciais ao processo mostra que a participação não será confinada ao digital. Entidades civis, movimentos sociais, associações de bairros, sindicatos, empresários e estudantes: todos estão sendo chamados a escrever, com suas vozes e vivências, os novos fundamentos legais da cidade. Não se trata apenas de ouvir — trata-se de considerar o que se ouve.

Nesse contexto, o projeto da Nova Lei Orgânica se torna mais do que uma revisão legal: é um exercício pedagógico de pertencimento político. A população é convidada a refletir sobre o tipo de cidade que deseja construir: mais justa, mais transparente, mais humana.

Contudo, é necessário que essa participação não se limite à boa intenção do Legislativo. Cabe agora à sociedade conquistense acolher esse gesto e responder à altura, com engajamento, crítica, ideias e propostas. A democracia precisa ser alimentada por dentro, e o momento é agora.

Que Vitória da Conquista seja exemplo. Que a Nova Lei Orgânica seja mais do que um documento jurídico: que ela seja uma carta viva de compromissos assumidos entre poder e povo.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira (Padre Carlos)

 

 

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

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Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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(Padre Carlos)

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O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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(Padre Carlos)

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

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Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

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Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

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No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

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Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

ARTIGO – Aposentadoria com prêmio: a vergonha da toga brasileira

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

(Padre Carlos)

O Brasil é um país onde o absurdo, frequentemente, veste toga. Juízes que cometem irregularidades, desrespeitam a Constituição, transformam o cargo em palanque ideológico ou em trampolim para vaidades, não são punidos com cadeia nem perdem o cargo. Recebem como prêmio a aposentadoria compulsória com salário integral ou proporcional. É o único país civilizado onde o erro na magistratura é compensado com remuneração vitalícia. Isso é justiça ou zombaria?

O caso recente da juíza bolsonarista Ludmila Lins Grilo, de Minas Gerais, escancarou essa vergonha institucional. Mesmo desobedecendo determinações superiores, recusando-se a cumprir funções básicas de trabalho e exibindo nas redes sociais um comportamento incompatível com a neutralidade esperada de um magistrado, ela foi “punida” com aposentadoria compulsória. Um verdadeiro prêmio por má conduta.

No Rio de Janeiro, o escândalo envolvendo o juiz Marcelo Bretas é ainda mais grave. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, por unanimidade, afastá-lo definitivamente da 7ª Vara Federal, após constatar uma série de irregularidades em sua atuação na Operação Lava Jato. O relator dos processos foi claro: Bretas se portou como acusador, buscando holofotes, em vez de zelar pela imparcialidade e justiça. O resultado? Aposentadoria compulsória com remuneração mensal. Não há perda do cargo. Não há prisão. Não há reparação.

Na Bahia, no Norte e no Centro-Oeste do país, pululam denúncias sobre magistrados que usam seus cargos para favorecer aliados políticos, enriquecer ilicitamente ou manipular decisões judiciais. A resposta? A mesma de sempre: aposentadoria compulsória.

Essa prática absurda fere o princípio da moralidade administrativa, garantido pela Constituição. Juízes não são deuses. Precisam responder criminal e civilmente pelos seus atos, como qualquer outro cidadão. Precisamos acabar com esse manto de impunidade que protege a magistratura e transforma criminosos de toga em aposentados de luxo.

Não se trata de atacar o Judiciário. Trata-se de defender a democracia, o serviço público, o interesse coletivo e o dinheiro do contribuinte. Chega de premiar a prevaricação com aposentadorias milionárias! O Brasil precisa de um novo pacto de justiça: juiz corrupto tem que perder o cargo e ir para a cadeia. Com tornozeleira, sem toga e sem salário.

O Almoço que Une Vereadores

 

 

 

 

A política brasileira, muitas vezes marcada por polarizações e discursos inflamados, encontra em momentos como o almoço entre vereadores em Limeira um raro respiro de humanidade. A imagem de vereadores e o vice-presidente da Câmara, Luciano Gomes (PCdoB), reunidos em torno de uma mesa farta, compartilhando galinha caipira e uma cerveja gelada, transcende o debate acalorado das sessões e nos lembra que, antes de adversários políticos, são pessoas com histórias, famílias e, por que não, um apreço por momentos de descontração.

Esse encontro, ocorrido na Cabeceira da Jiboia, no distrito de Limeira, não foi apenas uma pausa nas tensões do dia a dia legislativo. Foi, também, um símbolo de que o diálogo pode florescer fora dos microfones e das câmeras. Em um país onde projetos polêmicos e opiniões divergentes frequentemente dividem os vereadores, essa confraternização sugere a possibilidade de construir pontes, mesmo que sejam informais, entre aqueles que, no plenário, se enfrentam com veemência.

Não se trata de ignorar as diferenças ideológicas ou os embates naturais da democracia. Pelo contrário, é reconhecer que a convivência respeitosa, mesmo em um ambiente descontraído, pode pavimentar o caminho para acordos mais maduros. O clima de amizade capturado na foto, com risos e gestos de proximidade, contrasta com a rigidez que muitas vezes permeia as discussões públicas. Talvez seja esse o segredo para um legislativo mais humano: lembrar que, por trás dos cargos, há indivíduos que, como qualquer um de nós, apreciam uma boa refeição e uma conversa leve.

Claro, a política não se faz só de almoços. As decisões tomadas na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista terão impacto direto na vida dos cidadãos, e os vereadores devem ser cobrados por suas posturas e compromissos. Mas que esse momento de união sirva de inspiração para que os debates, embora acirrados, sejam sempre conduzidos com respeito mútuo. Em um Brasil tão dividido, um prato de galinha caipira e um gesto de boa vontade podem, quem sabe, ser o início de uma nova forma de fazer política.

 

O Almoço que Une Vereadores

 

 

 

 

A política brasileira, muitas vezes marcada por polarizações e discursos inflamados, encontra em momentos como o almoço entre vereadores em Limeira um raro respiro de humanidade. A imagem de vereadores e o vice-presidente da Câmara, Luciano Gomes (PCdoB), reunidos em torno de uma mesa farta, compartilhando galinha caipira e uma cerveja gelada, transcende o debate acalorado das sessões e nos lembra que, antes de adversários políticos, são pessoas com histórias, famílias e, por que não, um apreço por momentos de descontração.

Esse encontro, ocorrido na Cabeceira da Jiboia, no distrito de Limeira, não foi apenas uma pausa nas tensões do dia a dia legislativo. Foi, também, um símbolo de que o diálogo pode florescer fora dos microfones e das câmeras. Em um país onde projetos polêmicos e opiniões divergentes frequentemente dividem os vereadores, essa confraternização sugere a possibilidade de construir pontes, mesmo que sejam informais, entre aqueles que, no plenário, se enfrentam com veemência.

Não se trata de ignorar as diferenças ideológicas ou os embates naturais da democracia. Pelo contrário, é reconhecer que a convivência respeitosa, mesmo em um ambiente descontraído, pode pavimentar o caminho para acordos mais maduros. O clima de amizade capturado na foto, com risos e gestos de proximidade, contrasta com a rigidez que muitas vezes permeia as discussões públicas. Talvez seja esse o segredo para um legislativo mais humano: lembrar que, por trás dos cargos, há indivíduos que, como qualquer um de nós, apreciam uma boa refeição e uma conversa leve.

Claro, a política não se faz só de almoços. As decisões tomadas na Câmara de Vereadores de Vitória da Conquista terão impacto direto na vida dos cidadãos, e os vereadores devem ser cobrados por suas posturas e compromissos. Mas que esse momento de união sirva de inspiração para que os debates, embora acirrados, sejam sempre conduzidos com respeito mútuo. Em um Brasil tão dividido, um prato de galinha caipira e um gesto de boa vontade podem, quem sabe, ser o início de uma nova forma de fazer política.

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quarta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 4 de junho de 2025

 

Folha de S.Paulo
Trump dobra taxas sobre aço e alumínio para 50%, e Brasil vai ser afetado

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/eua-dobram-tarifas-sobre-aco-e-aluminio-para-50-brasil-sera-afetado.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
Condenada pelo STF, Carla Zambelli deixa o País; PGR pede prisão da deputada

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-condenada-pelo-stf-carla-zambelli-deixa-o-pais-pgr-pede-prisao-da-deputada/

 

Valor Econômico (SP)
Pacote de opções ao IOF inclui mudanças no Fundeb e revisão de benefícios tributários

https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/06/03/pacote-alternativo-ao-iof-inclui-mudancas-no-fundeb-e-revisao-de-beneficios-tributarios.ghtml

 

O Dia (RJ)
Comlurb abre 400 vagas temporárias para gari

https://odia.ig.com.br/

 

Correio Braziliense
Exame confirma um caso de gripe aviária no Zoo de Brasília

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2025/06/7164199-exame-confirma-gripe-aviaria-em-irere-encontrado-morto-no-zoo.html

 

Estado de Minas
O que muda com o novo anel

https://www.em.com.br/gerais/2023/12/6670951-entenda-o-cronograma-que-busca-mudar-perfil-do-anel-rodoviario-de-bh.html

 

Zero Hora (RS)
Haddad adia anúncio de medidas, mas acerto com Congresso sinaliza ajuste estrutural

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/06/haddad-adia-solucao-estrutural-ate-domingo-e-dolar-nao-volta-a-subir-cmbgx3mfn00n50144t974gl8o.html

 

Diário de Pernambuco
PGR pede prisão de Zambelli e inclusão na lista da Interpol

https://impresso.diariodepernambuco.com.br/noticia/cadernos/politica/2025/06/pgr-pede-a-prisao-de-carla-zambelli.html

 

A Tarde (BA)
Programa Mais Médicos atinge 85% de cobertura na Bahia

https://atarde.com.br/bahia/programa-mais-medicos-atinge-mais-de-4-mil-profissionais-na-bahia-1329762#:~:text=Para%20a%20Bahia%2C%20se%20inscreveram,cobertura%20de%2085%25%20do%20estado.

 

Diário do Nordeste (CE)
CV interferiu em eleição no Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/carro-com-r-15-milhao-viajou-do-ceara-a-rocinha-para-pagar-crimes-cometidos-pelo-cv-1.3656240

 

 

Manchetes dos principais jornais nacionais nesta quarta-feira

 

 

 

 

Da Redação
Publicado em 4 de junho de 2025

 

Folha de S.Paulo
Trump dobra taxas sobre aço e alumínio para 50%, e Brasil vai ser afetado

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2025/06/eua-dobram-tarifas-sobre-aco-e-aluminio-para-50-brasil-sera-afetado.shtml

 

 

O Estado de S. Paulo
Condenada pelo STF, Carla Zambelli deixa o País; PGR pede prisão da deputada

https://www.estadao.com.br/brasil/estadao-podcasts/noticia-no-seu-tempo-condenada-pelo-stf-carla-zambelli-deixa-o-pais-pgr-pede-prisao-da-deputada/

 

Valor Econômico (SP)
Pacote de opções ao IOF inclui mudanças no Fundeb e revisão de benefícios tributários

https://valor.globo.com/brasil/noticia/2025/06/03/pacote-alternativo-ao-iof-inclui-mudancas-no-fundeb-e-revisao-de-beneficios-tributarios.ghtml

 

O Dia (RJ)
Comlurb abre 400 vagas temporárias para gari

https://odia.ig.com.br/

 

Correio Braziliense
Exame confirma um caso de gripe aviária no Zoo de Brasília

https://www.correiobraziliense.com.br/cidades-df/2025/06/7164199-exame-confirma-gripe-aviaria-em-irere-encontrado-morto-no-zoo.html

 

Estado de Minas
O que muda com o novo anel

https://www.em.com.br/gerais/2023/12/6670951-entenda-o-cronograma-que-busca-mudar-perfil-do-anel-rodoviario-de-bh.html

 

Zero Hora (RS)
Haddad adia anúncio de medidas, mas acerto com Congresso sinaliza ajuste estrutural

https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marta-sfredo/noticia/2025/06/haddad-adia-solucao-estrutural-ate-domingo-e-dolar-nao-volta-a-subir-cmbgx3mfn00n50144t974gl8o.html

 

Diário de Pernambuco
PGR pede prisão de Zambelli e inclusão na lista da Interpol

https://impresso.diariodepernambuco.com.br/noticia/cadernos/politica/2025/06/pgr-pede-a-prisao-de-carla-zambelli.html

 

A Tarde (BA)
Programa Mais Médicos atinge 85% de cobertura na Bahia

https://atarde.com.br/bahia/programa-mais-medicos-atinge-mais-de-4-mil-profissionais-na-bahia-1329762#:~:text=Para%20a%20Bahia%2C%20se%20inscreveram,cobertura%20de%2085%25%20do%20estado.

 

Diário do Nordeste (CE)
CV interferiu em eleição no Ceará

https://diariodonordeste.verdesmares.com.br/seguranca/carro-com-r-15-milhao-viajou-do-ceara-a-rocinha-para-pagar-crimes-cometidos-pelo-cv-1.3656240

 

 

ACM Neto visita Vitória da Conquista nesta sexta-feira para agenda de entregas e fiscalização de obras municipais

 

 

 

 

Vitória da Conquista (BA) – O ex-prefeito de Salvador e ex-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), estará em Vitória da Conquista nesta sexta-feira (6) para uma série de compromissos institucionais ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil). A visita, anunciada pela gestora municipal nas redes sociais, marca a entrega de obras e a vistoria de novos empreendimentos realizados com recursos municipais.

“Trago boas novas! 🤝 ACM Neto vem a Vitória da Conquista, nessa sexta-feira, para conhecer os novos investimentos feitos pela nossa gestão. Bora com a gente!”, escreveu Sheila Lemos em postagem oficial. O roteiro da visita inclui obras de infraestrutura, educação, saúde e lazer, demonstrando o foco da gestão em ampliar a oferta de serviços públicos por meio de financiamento próprio.

Confira a programação completa da visita:

10h – Visita ao início da obra de extensão da Avenida Perimetral
Local: Avenida Dário Ciacci

11h – Entrega do Centro de Treinamento dos Professores
Local: Rua Joaquim Padre, bairro Alto Maron

14h – Visita à obra da primeira UPA municipal da Zona Oeste
Local: Avenida Minas Gerais, Bairro Brasil

15h – Entrega da Praça Zumbi dos Palmares
Local: Rua Local Nove G, Loteamento Vila América, Boa Vista

Todas as intervenções listadas são custeadas integralmente com verba do município, reforçando a autonomia financeira da administração local em um momento em que muitas cidades enfrentam restrições orçamentárias.

A presença de ACM Neto em Vitória da Conquista, terceiro maior município da Bahia, é também interpretada como um gesto político relevante. Embora sem cargo público no momento, o ex-prefeito continua sendo uma das principais lideranças da oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), e seu nome segue cotado para a sucessão estadual em 2026.

A visita deve mobilizar lideranças locais, empresários e a militância do União Brasil, sendo vista como uma oportunidade para o fortalecimento de alianças regionais e a reafirmação da influência de ACM Neto no interior do estado.

ACM Neto visita Vitória da Conquista nesta sexta-feira para agenda de entregas e fiscalização de obras municipais

 

 

 

 

Vitória da Conquista (BA) – O ex-prefeito de Salvador e ex-candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil), estará em Vitória da Conquista nesta sexta-feira (6) para uma série de compromissos institucionais ao lado da prefeita Sheila Lemos (União Brasil). A visita, anunciada pela gestora municipal nas redes sociais, marca a entrega de obras e a vistoria de novos empreendimentos realizados com recursos municipais.

“Trago boas novas! 🤝 ACM Neto vem a Vitória da Conquista, nessa sexta-feira, para conhecer os novos investimentos feitos pela nossa gestão. Bora com a gente!”, escreveu Sheila Lemos em postagem oficial. O roteiro da visita inclui obras de infraestrutura, educação, saúde e lazer, demonstrando o foco da gestão em ampliar a oferta de serviços públicos por meio de financiamento próprio.

Confira a programação completa da visita:

10h – Visita ao início da obra de extensão da Avenida Perimetral
Local: Avenida Dário Ciacci

11h – Entrega do Centro de Treinamento dos Professores
Local: Rua Joaquim Padre, bairro Alto Maron

14h – Visita à obra da primeira UPA municipal da Zona Oeste
Local: Avenida Minas Gerais, Bairro Brasil

15h – Entrega da Praça Zumbi dos Palmares
Local: Rua Local Nove G, Loteamento Vila América, Boa Vista

Todas as intervenções listadas são custeadas integralmente com verba do município, reforçando a autonomia financeira da administração local em um momento em que muitas cidades enfrentam restrições orçamentárias.

A presença de ACM Neto em Vitória da Conquista, terceiro maior município da Bahia, é também interpretada como um gesto político relevante. Embora sem cargo público no momento, o ex-prefeito continua sendo uma das principais lideranças da oposição ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), e seu nome segue cotado para a sucessão estadual em 2026.

A visita deve mobilizar lideranças locais, empresários e a militância do União Brasil, sendo vista como uma oportunidade para o fortalecimento de alianças regionais e a reafirmação da influência de ACM Neto no interior do estado.

Quem protege o traidor?

 

 

 

 

Por Padre Carlos

Há uma verdade incômoda que atravessa a história política brasileira: neste país, o Código Penal muitas vezes dobra os joelhos diante da carteira recheada ou do sobrenome influente. O caso da deputada federal Carla Zambelli, condenada pelo Supremo Tribunal Federal, e os movimentos do deputado Eduardo Bolsonaro no exterior — conspirando nos bastidores contra instituições democráticas do Brasil — nos obrigam a encarar um dilema ético, político e jurídico: vamos continuar permitindo que crimes sejam varridos para debaixo do tapete do privilégio?

É sintomático que, ao invés de cumprir pena com a dignidade que se exige de quem deve contas à Justiça, figuras como Zambelli tratem a condenação como uma plataforma política. Enquanto o povo brasileiro paga com suor, desemprego e fome pela instabilidade causada por projetos autoritários e desinformação em massa, esses parlamentares tentam redesenhar suas penas como martírios pessoais, estendendo o tapete vermelho da vitimização internacional.

A nova estratégia de Zambelli, que agora pretende fazer lobby junto à extrema direita europeia e denunciar um “quadro de perseguição política”, é mais do que um devaneio conspiratório — é um escárnio contra o Estado Democrático de Direito. É a tentativa de transformar crimes reais, como porte ilegal de arma e ataques à ordem constitucional, em gestos heroicos de resistência. Um delírio que só encontra eco porque ainda temos uma elite política blindada por cargos, conexões e, sobretudo, por uma Justiça que reluta em aplicar penas com o mesmo rigor que adota para o cidadão comum.

Eduardo Bolsonaro não fica atrás. Em uma postura de franco desrespeito à soberania nacional, o deputado federal se empenha nos Estados Unidos para influenciar governos estrangeiros a impor sanções contra o Brasil. Que nome se dá a isso, senão traição? Quando um parlamentar eleito começa a atuar contra seu próprio país, motivado por vingança ideológica e medo das consequências legais, o que está em jogo não é apenas a sua biografia, mas a integridade da própria República.

É revoltante que, diante de crimes gravíssimos — que vão desde incitação ao golpe até obstrução da Justiça —, esses indivíduos ainda ocupem cargos eletivos, deem entrevistas ao vivo no YouTube, ou vivam confortavelmente em coberturas de frente para o mar, enquanto alegam serem vítimas de “ditadura”. Uma verdadeira inversão moral.

A democracia, se quiser sobreviver, precisa se rearmar com coragem e coerência. Não se trata de vingança, mas de justiça. Não se trata de calar opositores, mas de responsabilizar criminosos, independentemente do partido ou do poder aquisitivo. Quando se deixa de punir aqueles que tentaram destruir o Estado de Direito por dentro, abre-se o precedente mais perigoso de todos: o de que a lei não vale para todos.

A história recente do Brasil já mostrou que o autoritarismo não chega batendo à porta com tanques — ele chega pelas urnas, pela desinformação e pela tolerância à impunidade. Não se combate isso com discursos mornos ou com “prisões simbólicas”. Cadeia não é metáfora. Não é exílio voluntário em Miami. Não é live semanal. É privação de liberdade, sim. É prestação de contas à sociedade. É reparação do pacto civilizatório.

Se queremos um país onde a lei seja de fato igual para todos, precisamos parar de tratar corruptos, golpistas e conspiradores como celebridades políticas. Precisamos parar de confundir foro privilegiado com salvo-conduto. Precisamos, com urgência, de uma Justiça que desça do pedestal e entre de fato nas coberturas de frente para o mar. Porque enquanto houver uma cela para o pobre e uma varanda gourmet para o criminoso rico, seremos apenas uma democracia de fachada.

Justiça seletiva é justiça nenhuma. E a impunidade dos poderosos é o começo do fim para todos nós.

Quem protege o traidor?

 

 

 

 

Por Padre Carlos

Há uma verdade incômoda que atravessa a história política brasileira: neste país, o Código Penal muitas vezes dobra os joelhos diante da carteira recheada ou do sobrenome influente. O caso da deputada federal Carla Zambelli, condenada pelo Supremo Tribunal Federal, e os movimentos do deputado Eduardo Bolsonaro no exterior — conspirando nos bastidores contra instituições democráticas do Brasil — nos obrigam a encarar um dilema ético, político e jurídico: vamos continuar permitindo que crimes sejam varridos para debaixo do tapete do privilégio?

É sintomático que, ao invés de cumprir pena com a dignidade que se exige de quem deve contas à Justiça, figuras como Zambelli tratem a condenação como uma plataforma política. Enquanto o povo brasileiro paga com suor, desemprego e fome pela instabilidade causada por projetos autoritários e desinformação em massa, esses parlamentares tentam redesenhar suas penas como martírios pessoais, estendendo o tapete vermelho da vitimização internacional.

A nova estratégia de Zambelli, que agora pretende fazer lobby junto à extrema direita europeia e denunciar um “quadro de perseguição política”, é mais do que um devaneio conspiratório — é um escárnio contra o Estado Democrático de Direito. É a tentativa de transformar crimes reais, como porte ilegal de arma e ataques à ordem constitucional, em gestos heroicos de resistência. Um delírio que só encontra eco porque ainda temos uma elite política blindada por cargos, conexões e, sobretudo, por uma Justiça que reluta em aplicar penas com o mesmo rigor que adota para o cidadão comum.

Eduardo Bolsonaro não fica atrás. Em uma postura de franco desrespeito à soberania nacional, o deputado federal se empenha nos Estados Unidos para influenciar governos estrangeiros a impor sanções contra o Brasil. Que nome se dá a isso, senão traição? Quando um parlamentar eleito começa a atuar contra seu próprio país, motivado por vingança ideológica e medo das consequências legais, o que está em jogo não é apenas a sua biografia, mas a integridade da própria República.

É revoltante que, diante de crimes gravíssimos — que vão desde incitação ao golpe até obstrução da Justiça —, esses indivíduos ainda ocupem cargos eletivos, deem entrevistas ao vivo no YouTube, ou vivam confortavelmente em coberturas de frente para o mar, enquanto alegam serem vítimas de “ditadura”. Uma verdadeira inversão moral.

A democracia, se quiser sobreviver, precisa se rearmar com coragem e coerência. Não se trata de vingança, mas de justiça. Não se trata de calar opositores, mas de responsabilizar criminosos, independentemente do partido ou do poder aquisitivo. Quando se deixa de punir aqueles que tentaram destruir o Estado de Direito por dentro, abre-se o precedente mais perigoso de todos: o de que a lei não vale para todos.

A história recente do Brasil já mostrou que o autoritarismo não chega batendo à porta com tanques — ele chega pelas urnas, pela desinformação e pela tolerância à impunidade. Não se combate isso com discursos mornos ou com “prisões simbólicas”. Cadeia não é metáfora. Não é exílio voluntário em Miami. Não é live semanal. É privação de liberdade, sim. É prestação de contas à sociedade. É reparação do pacto civilizatório.

Se queremos um país onde a lei seja de fato igual para todos, precisamos parar de tratar corruptos, golpistas e conspiradores como celebridades políticas. Precisamos parar de confundir foro privilegiado com salvo-conduto. Precisamos, com urgência, de uma Justiça que desça do pedestal e entre de fato nas coberturas de frente para o mar. Porque enquanto houver uma cela para o pobre e uma varanda gourmet para o criminoso rico, seremos apenas uma democracia de fachada.

Justiça seletiva é justiça nenhuma. E a impunidade dos poderosos é o começo do fim para todos nós.

Em Política, a Estratégia é (Quase) Tudo: A Batalha Anunciada na Bahia Rumo a 2026

 

Em Política, a Estratégia é (Quase) Tudo: 

Por Padre Carlos

A política, frequentemente descrita como a arte do possível, é, em sua essência mais crua, um jogo de xadrez disputado em múltiplos tabuleiros simultaneamente. Cada movimento, cada aliança, cada discurso é meticulosamente calculado – ou deveria ser. A eleição para o governo da Bahia em 2022 serve como um estudo de caso fascinante sobre a importância capital da estratégia, especialmente quando as margens são apertadas e o futuro político de um estado está em jogo. A recente movimentação de ACM Neto (União Brasil), reunindo aliados e traçando os primeiros esboços para o pleito de 2026, não é apenas uma reação à derrota, mas uma demonstração clara de que, no campo político, a preparação e a estratégia antecedem, e muitas vezes definem, o resultado.

O segundo turno da eleição baiana de 2022 colocou frente a frente Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto.

O resultado, embora consagrando a vitória do candidato petista, revelou um cenário de profunda divisão e competitividade. Jerônimo obteve 4.480.464 votos, correspondendo a 52,79% dos votos válidos, enquanto Neto alcançou 4.007.023 votos, ou 47,21%. A diferença absoluta, de 473.441 votos, embora numericamente significativa, representa apenas 5,58 pontos percentuais do total de votos válidos.

Essa margem, inferior a meio milhão de votos num universo de mais de 8,4 milhões de votos válidos (como detalhado na planilha anexa, resultados_eleicoes_bahia_2022.csv), alimenta a percepção de um “empate técnico” no imaginário político e sublinha uma verdade inconveniente para ambos os lados: a vitória ou a derrota residiu em detalhes, em nuances estratégicas que poderiam ter pendido a balança para qualquer um dos lados.

É precisamente essa proximidade no resultado que injeta urgência e relevância na estratégia para 2026. A diferença, que pode parecer abstrata em percentuais, torna-se palpável ao ser comparada com o eleitorado de municípios ou com a votação de Parlamentares.

 

Uma diferença de menos de 500 mil votos, como mencionado na provocação inicial, é um capital político que pode ser construído ou desconstruído através de articulação, presença territorial e, acima de tudo, estratégia bem definida. O gráfico de comparação de votos (grafico_comparacao_votos.png) ilustra visualmente essa disputa acirrada, enquanto o gráfico de distribuição (grafico_distribuicao_apurados.png) mostra a composição do voto para além dos dois principais concorrentes, incluindo brancos e nulos, que também são peças no cálculo estratégico.

Jerônimo Rodrigues (PT) – Votos 4480464
ACM Neto (União Brasil) – Votos 4007023
Total Votos Válidos 8487487
Votos Brancos 113101
Votos Nulos 363656
Total Apurado (Válidos + Brancos + Nulos) 8964244
Abstenções 2310179
Eleitorado Apto (Total Apurado + Abstenções) 11274423
   
   

 

A reunião da Executiva estadual do União Brasil, conduzida por ACM Neto, é a materialização dessa compreensão. Ao apresentar um panorama detalhado, município por município, Neto demonstra adotar uma abordagem micro, essencial para entender as complexidades de um estado diverso como a Bahia. Identificar “perspectivas e desafios específicos de cada região” não é apenas retórica, mas a base para uma campanha que busca otimizar recursos, direcionar mensagens e mobilizar apoios de forma eficaz. Trata-se de reconhecer que a Bahia não é um bloco monolítico, e que a conquista do governo passa pela soma de vitórias locais, construídas com estratégias adaptadas a cada realidade.

Este movimento antecipado do União Brasil sinaliza a intenção de não apenas reagir, mas de ditar o ritmo da pré-campanha. Enfrentar o PT, força política consolidada no estado, exige mais do que um nome forte; demanda organização, capilaridade e uma narrativa coesa. A articulação com deputados estaduais, federais e lideranças municipais visa construir essa máquina eleitoral, preparando o terreno para um embate que se anuncia intenso. A estratégia, neste contexto, envolve desde a definição de candidaturas locais competitivas em 2024 até a construção de uma plataforma de governo que dialogue com as aspirações do eleitorado baiano para 2026.

Em suma, a eleição de 2022 na Bahia não foi apenas um capítulo encerrado, mas o prólogo de uma nova disputa onde a estratégia será a protagonista. A margem estreita entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto evidenciou que cada voto conta e que a capacidade de mobilização, articulação e planejamento pode ser o diferencial. A movimentação de Neto e seu partido é um lembrete contundente de que, na arena política, esperar o calendário eleitoral oficial é, muitas vezes, entregar a vantagem ao adversário. A batalha por 2026 já começou, e seus contornos estão sendo desenhados agora, nos bastidores, através da cuidadosa e indispensável arte da estratégia política. Os dados e gráficos anexos fornecem a base numérica para esta análise, mas a verdadeira história será escrita pelos movimentos estratégicos dos próximos anos.

 

 

     

 

Em Política, a Estratégia é (Quase) Tudo: A Batalha Anunciada na Bahia Rumo a 2026

 

Em Política, a Estratégia é (Quase) Tudo: 

Por Padre Carlos

A política, frequentemente descrita como a arte do possível, é, em sua essência mais crua, um jogo de xadrez disputado em múltiplos tabuleiros simultaneamente. Cada movimento, cada aliança, cada discurso é meticulosamente calculado – ou deveria ser. A eleição para o governo da Bahia em 2022 serve como um estudo de caso fascinante sobre a importância capital da estratégia, especialmente quando as margens são apertadas e o futuro político de um estado está em jogo. A recente movimentação de ACM Neto (União Brasil), reunindo aliados e traçando os primeiros esboços para o pleito de 2026, não é apenas uma reação à derrota, mas uma demonstração clara de que, no campo político, a preparação e a estratégia antecedem, e muitas vezes definem, o resultado.

O segundo turno da eleição baiana de 2022 colocou frente a frente Jerônimo Rodrigues (PT) e ACM Neto.

O resultado, embora consagrando a vitória do candidato petista, revelou um cenário de profunda divisão e competitividade. Jerônimo obteve 4.480.464 votos, correspondendo a 52,79% dos votos válidos, enquanto Neto alcançou 4.007.023 votos, ou 47,21%. A diferença absoluta, de 473.441 votos, embora numericamente significativa, representa apenas 5,58 pontos percentuais do total de votos válidos.

Essa margem, inferior a meio milhão de votos num universo de mais de 8,4 milhões de votos válidos (como detalhado na planilha anexa, resultados_eleicoes_bahia_2022.csv), alimenta a percepção de um “empate técnico” no imaginário político e sublinha uma verdade inconveniente para ambos os lados: a vitória ou a derrota residiu em detalhes, em nuances estratégicas que poderiam ter pendido a balança para qualquer um dos lados.

É precisamente essa proximidade no resultado que injeta urgência e relevância na estratégia para 2026. A diferença, que pode parecer abstrata em percentuais, torna-se palpável ao ser comparada com o eleitorado de municípios ou com a votação de Parlamentares.

 

Uma diferença de menos de 500 mil votos, como mencionado na provocação inicial, é um capital político que pode ser construído ou desconstruído através de articulação, presença territorial e, acima de tudo, estratégia bem definida. O gráfico de comparação de votos (grafico_comparacao_votos.png) ilustra visualmente essa disputa acirrada, enquanto o gráfico de distribuição (grafico_distribuicao_apurados.png) mostra a composição do voto para além dos dois principais concorrentes, incluindo brancos e nulos, que também são peças no cálculo estratégico.

Jerônimo Rodrigues (PT) – Votos 4480464
ACM Neto (União Brasil) – Votos 4007023
Total Votos Válidos 8487487
Votos Brancos 113101
Votos Nulos 363656
Total Apurado (Válidos + Brancos + Nulos) 8964244
Abstenções 2310179
Eleitorado Apto (Total Apurado + Abstenções) 11274423
   
   

 

A reunião da Executiva estadual do União Brasil, conduzida por ACM Neto, é a materialização dessa compreensão. Ao apresentar um panorama detalhado, município por município, Neto demonstra adotar uma abordagem micro, essencial para entender as complexidades de um estado diverso como a Bahia. Identificar “perspectivas e desafios específicos de cada região” não é apenas retórica, mas a base para uma campanha que busca otimizar recursos, direcionar mensagens e mobilizar apoios de forma eficaz. Trata-se de reconhecer que a Bahia não é um bloco monolítico, e que a conquista do governo passa pela soma de vitórias locais, construídas com estratégias adaptadas a cada realidade.

Este movimento antecipado do União Brasil sinaliza a intenção de não apenas reagir, mas de ditar o ritmo da pré-campanha. Enfrentar o PT, força política consolidada no estado, exige mais do que um nome forte; demanda organização, capilaridade e uma narrativa coesa. A articulação com deputados estaduais, federais e lideranças municipais visa construir essa máquina eleitoral, preparando o terreno para um embate que se anuncia intenso. A estratégia, neste contexto, envolve desde a definição de candidaturas locais competitivas em 2024 até a construção de uma plataforma de governo que dialogue com as aspirações do eleitorado baiano para 2026.

Em suma, a eleição de 2022 na Bahia não foi apenas um capítulo encerrado, mas o prólogo de uma nova disputa onde a estratégia será a protagonista. A margem estreita entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto evidenciou que cada voto conta e que a capacidade de mobilização, articulação e planejamento pode ser o diferencial. A movimentação de Neto e seu partido é um lembrete contundente de que, na arena política, esperar o calendário eleitoral oficial é, muitas vezes, entregar a vantagem ao adversário. A batalha por 2026 já começou, e seus contornos estão sendo desenhados agora, nos bastidores, através da cuidadosa e indispensável arte da estratégia política. Os dados e gráficos anexos fornecem a base numérica para esta análise, mas a verdadeira história será escrita pelos movimentos estratégicos dos próximos anos.